Sistema Imunológico: Como a Natureza o Inseriu nos Sistemas Biológicos?

março 17th, 2017

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Vídeo da batalha entre vírus e anticorpos. Mas antes de assistir…

A humanidade esta’ pagando um preço muito caro por ainda não ter entendido a Natureza. Milhões, bilhões de humanos continuam sendo barbaramente torturados por doenças absurdas sem que a nossa Ciência nada consiga fazer para salva-los. Mas a Ciência não tem culpa disso, ela oferece a visão e os instrumentos suficientes para esse entendimento da Natureza. A culpa esta sendo dos humanos, cuja racionalismo esta empacado pela mistica. Soma-se `a esta imaginação infantil criadora de fantasias que impede a humanidade sair de sua infância e entrar na fase adulta, os interesses mesquinhos materiais e a arrogância dos humanos que se apoderaram da Ciência. A Natureza se abre como um livro para o estudante humilde e bem intencionado, mas para entende-la é preciso uma razão muito naturalista e concentrada no esforço de aprender com admiração, pois nas suas profundezas a Natureza universal, que produziu átomos, galaxias, elefantes e humanos, é muito, mas muito complexa…

Um exemplo é a moda cientifica atual de procurar e delegar as doenças a genes, um pequeno amontoado de átomos. genes teriam propósitos, como o de dirigir organismos complexos a se reproduzirem, sendo que genes não possuem o menor resquício sequer de algum principio de sistema nervos, quanto mais inteligência para ter propósitos para o futuro…Assim nunca vão erradicar as doenças mortais que a milênios estão ai’, torturando e matando humanos. Enquanto isso, esta’ visível que os genes pertencem a um sistema – o DNA – e que agem por comandos deste sistema. Mas a inteligencia humana se desviou do foco em sistemas naturais a seculos, e sem conhecer algo de sistemas naturais não se vai nunca descobrir a causa destas doenças.

Temos aqui outro exemplo, um vídeo tecnicamente muito bem feito, porem, revelando um conhecimento superficial que jamais resolvera’ o mal que ele relata.

Não faça como todo mundo, tal como se estivessem assistindo uma batalha mas sem saber quais países estão guerreando, quais armas e meios de comunicação estão sendo aplicados, sem conhecer os generais e presidentes dos países, porque estão guerreando, etc… No final, você viu uma batalha, viu o território onde foi realizada, mas saiu sem saber mais nada. E você ouviu um narrador contando a batalha, sem explicar nada.

Lembre-se que células e vírus nem sistema nervoso possuem, quanto mais um cérebro, o qual seria necessário para explicar as operações complexas nesta batalha. No filme, uma simples célula, sai de um rio de sangue, sobre nas margens, atravessa um longo território, passa por milhares de outras células, e vai diretamente sobre uma célula, adentra-a e la dentro encontra o que saiu a buscar: vírus. Ora, nem macacos com cérebros conseguiriam fazer isso, talvez nem humanos sem aparelhos técnicos. Mas para ela se decidir a sair do rio, recebeu antes a visita de uma outra célula que lhe trouxe uma ordem de comando para fazer aquilo. Ora, células não poderiam se comunicarem desta maneira.

Então qual a causa desta batalha que se torna tao complexa apenas imitada por humanos inteligentes? A resposta é simples, porem desconhecida de todos os envolvidos nestas observações. Acontece que cada célula possui átomos e estes, elétrons. Estes elétrons são invadidos por partículas de luz, chamadas fótons, como estas que vem do sol. Estes fótons vieram de um sistema completo e funcional, muito simples (abaixo mostrarei a face deste sistema). O sistema de onde vieram foi fragmentado em seus bits-informação, registrados nestes fótons, cada fóton é uma informação que continua ativa, e quando se encontram em qualquer outro lugar, tendem a se enfileirarem numa sequencia ordenada que é a mesma sequencia de posições que estavam no sistema desfeito. E assim tentam reconstruir materialmente o hardware, a arquitetura física, do sistema de onde vieram. Se o sistema reconstruído é uma célula, ela vai contem uma rede de network formada por estes fótons dentro dos elétrons de suas organelas e demais substancias. Depois de construírem as células, estes fótons usam-nas para construir organismos, pois buscam repetir a incrível perfeição do sistema de onde vieram.

Você vai assistir uma batalha dentro de um organismo, entre células e vírus. Os vírus também não sabem o que fazem, eles jamais teriam a capacidade para sair de um meio formado de células para entrarem num rio de sangue e irem pescar diretamente apenas um tipo único exclusivo de peixe, chamado de célula CD4.

Tanto células como vírus estão aqui movendo-se sob o comando de uma entidade de um sistema, na forma de uma maquina quase perfeita. Cada tipo de célula ou vírus representa uma peça dessa maquina, e peças funcionam sem intenções, percepções, inteligencia. Elas não se movem por si mesmas, são movidas pela engrenagem, e determinadas a fazerem um tipo de movimento. Depois do vídeo vou apresentar o sistema de onde vieram as informações que compõem o quadro onde se realiza a batalha. Você vera que neste sistema, e a bilhões de anos atras, muito antes das origens de células e vírus, a peça representada pelos vírus são movidas de uma posição e dirigidas para um único local exato. Então a célula alvo dos vírus, representa naquele sistema, a peça que esta naquele local naquele momento.

Apenas conhecendo-se a formula dos sistemas naturais, a formação de sua identidade e capacidade de controle do todo interno, mais seu aspecto hardware/software, realmente se entende e conhece este processo complexo. A unica outra alternativa racional seria a de uma montagem inteligente, porem, tendo-se conhecimento da formula não se necessita desta alternativa… a não ser que a formula – que surgiu no meio desta Natureza impressa em ondas de luz desde o Big Bang – tenha sido criada com inteligencia alem deste Universo.

Bem, aqui esta a “alma” do sistema que criou vírus, células e organismos.

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Já foi detectado que os vírus são os representantes biológicos da função 5, ou F5. Produzidos em F4, se dirigem a F1. Então a célula alvo na corrente sanguínea esta’ representando F1. Os vários tipos de células que formam o sistema de defesa são peças formadas na sequencia desta formula pelo processo do ciclo vital. Então temos que identificar qual é F2, F3, e assim por diante. Quando o vídeo diz que a célula tal se dirige a outra célula tal e lhe passa uma informação é preciso entender que são representantes de duas funções vizinhas no circuito da formula. Uma célula, digamos, F2, se dirige apenas a F3, sem possibilidades de errar, pelo mesmo motivo que o ciclo vital faz com que a forma criança de um humano se dirija a forma de adolescente e esta a forma de adulto, pois não teria como um adolescente errar e ir para outra forma senão a de adulto.

Uma questão ainda não respondida pela Matrix/DNA. O nosso ancestral sistema astronomico, na sua forma de sistema fechado, não realizava qualquer troca com o mundo externo, portanto, devia ter um mecanismo impedindo invasores. Mas provavelmente se tratava apenas de um campo magnético, assim como o planeta Terra se defende. Existiria outro mais eficaz?

Porque senão existia, o sistema de imunidade biológica foi um salto demasiado grande na evolução… não vejo a base solida para dar esse salto. E como não vejo uma função sistêmica capaz de exercer esta função de defesa, suspeito que isto seja produto da entidade do sistema.

Observando o vídeo:

  1. A corrente sanguínea imita o circuito esférico da formula para sistemas. Enquanto no circuito trafega energia e fótons na forma de informação, na corrente sanguínea trafegam muitos elementos, como nutrientes, células, etc.
  2. A entrada de vírus na corrente seria como a entrada de meteoritos ou qualquer outro invasor dentro do circuito astronomico. Desde que o circuito é um corpo rolando no espaço/tempo, estes invasores também no sistema astronomico adentram o corpo do sistema.
  3. Porque os vírus atacam o Linfócito CD4 (pesquisar), e não os outros elementos? Porque atacam diretamente os policias, os soldados do organismo? O que os informa, ou como eles sabem que são os soldados e não os civis, os primeiros a serem eliminados? Porque vírus e linfócitos são opostos entre si? Ou seria uma relacao predador/presa? Tera’ o linfócito, e apenas ele, um tipo de nutriente preferido pelos vírus? ( Ver a composição atômica e molecular dos dois).
  4. Com a morte dos linfócitos, macrófagos são atraídos pelos vírus. O que produz os macrófagos e como sabem que tem vírus? Pesquisar ou rememorar o que são macrófagos. Morreu a infantaria, agora vem a policia montada.
  5. Macrófagos passam uma informação aos linfócitos CD4, os quais se ativam. Ora isto é uma network! Coisa da entidade do sistema. Mas o que significa passar informação e o que significa ficar ativado, a nível molecular?
  6. Linfócito CD4 informa linfócito B e CD8 para ficarem ativados… ( eles não possuem radio ou telefone, tem que ter mensageiro levando as mensagens em mãos). Isto esta’ parecendo mais uma repetição do ciclo vital. Seriam as varias formas de linfócitos produzidas na sequencia do ciclo vital?
  7. Linfócitos CD8 saem da circulação sanguínea… Sera’ que vão combater os vírus no local que entram para invadir?
  8. Hummm… vão para as células infectadas pelos vírus. Apenas quando os vírus entraram na corrente sanguínea alertaram o sistema de defesa. Quer dizer que este Sistema não capta quando as células são invadidas?
  9. Os CD8 matam as células infectadas com vírus! Bons médicos…
  10. Linfócito B vai ao gânglio para produzir anticorpos… O que são gânglios? Como eles se encaixam na formula da Matrix/DNA? Como esse linfócito sabe que tem de ir la? E os linfócitos já não são, em si mesmos, anticorpos?
  11. Linfócito B sai dos gânglios carregado de anticorpos… e volta para a corrente sanguínea. Hummm… fazendo o papel de RNA-mensageiro e RNA-transportador?
  12. Então foram ativados dois tipos de linfócitos: um tipo para matar as células infectadas, e outro para produzir anticorpos e atacarem os virus dentro da corrente sanguínea… Mas os anticorpos não matam os virus, apenas os cercam, neutralizando-os. Entao vem os macrofagos que comem os virus na corrente. FIM

Raios! O que significa “inteligencia”? Senão um método complexo de apresentar resultados? E não acabamos de assistir um método complexo apresentando resultados? Eximias estrategias militares. Qual a diferença entre o método destas pequenas criaturas e o método dos humanos? Então existe inteligencia no mundo microcósmico? E antes das origens do homem?  Seriam estas pequenas criaturas, células, vírus, inteligentes?

Tem algo desconhecido ai’. Tem uma inteligencia dentro deste meio ou atuando neste meio desde fora. Se estiver dentro do meio, significa que a Natureza é e sempre foi inteligente, mesmo antes das origens do homem. Então… o que é “Natureza”? Mas se tiver fora… Seria a tao sugerida face software que a Matrix/DNA esta’ sugerindo existir em todo hardware-sistema? Tambem natural, porem imperceptível aos nossos sentidos?

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Pesquisa: (ver linfócitos,macrófitos,gânglios)

  1. Linfocito CD4:

 

Linfócito é um tipo de leucócito (glóbulo branco) presente no sangue. São produzidos pela medula óssea vermelha, através das células-tronco linfoides…

Obs: Bem,… então antes temos que ver o que é leucócito.

Os leucócitos, também conhecidos por glóbulos brancos, são um grupo de células diferenciadas a partir de células-tronco pluripotenciais oriundas da medula óssea e presentes no sangue.

Obs 1: medula óssea, base da produção do sistema imunológico, seria o campo do campo magnético?

Obs 2: as células troncos não devem serem diferenciadas, seriam as primeiras células formadas na fecundação. A partir delas começa a diferenciação celular mas veja no quadro seguinte algo bem interessante:

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Obs: As primeiras células não são diferenciadas entre si, portanto iguais – e que devem formar a morula – se diferenciam em apenas dois tipos de células, as quais são ainda indiferenciadas. Um tipo, a mieloide, é que vai se desdobrar nas muitas células diferenciadas que vão compor a estrutura sistêmica e funcional do organismo. Mas o outro tipo é o grande mistério. Ele parece surgir como um ramo lateral vindo de algo estranho `a estrutura. E’ a célula indiferenciada linfoide. A partir dela vai surgir vários tipos de células diferenciadas, mas todas tem como unica função a defesa do sistema. Isto parece uma nova invenção no Universo, o mecanismo de auto-defesa ( porem a Matrix diz que isto não pode acontecer, este Universo não pode produzir nova informação do nada). A não ser que…

Isto me lembra o planeta Terra. Ele foi formado por material visível – poeira gazes – formando uma mistura indiferenciada e esta vai produzir a estrutura do planeta, vai se diferenciar em rochas, água, etc. Afora isso, e depois de estruturado surge um segundo elemento, invisivel, que parece vir de fora da linhagem hereditaria solida dos astros: o campo magnetico. E este exerce a funcao de defesa do planeta.

Isto sugere que … A CELULA TRONCO TENHA UM CAMPO MAGNETICO…!!!

Ou uma substancia biologica que imite ou represente os campos magneticos?

Não gosto disso. Parece que estou descambando para a metafisica. Mas busco a verdade, esta esta’ com o Universo, e o Universo esta’ pouco se lixando para o que eu gosto ou não…

Bem,… em varias outras situações a formula tem sugerido que todos os sistemas naturais tem como contrapartida um campo magnético, inclusive sistemas vivos. O qual – e aqui avançando muito na especulação – poderia ser a “identidade do sistema”.

Devo continuar este estudo. Parei na Wikipedia vendo leucócitos e linfócitos… 

Termodinamica: A Segunda Lei Obedecida Pela Matrix/DNA Formula

março 15th, 2017

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Muito se debate a respeito da questão de que seres vivos não obedecem a segunda lei da termodinâmica.

A Segunda lei da Termodinâmica estabelece que, num sistema fechado, nenhum processo ocorre que aumente a rede de organização ( ou diminui a rede de entropia) do sistema.

A minha formula de sistema total, completo, funcional, isolado, fechado em si mesmo, apresenta a mesma lei. Vejamos:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Para que aumente o nível de organização de um sistema – o que implicaria em aumento de complexidade, evolução – é necessário nova informação, no sentido de que informação seja qualquer novo elemento com forma e função inexistentes antes. Como nada cria informação do nada, e o sistema e’ fechado, não realizando trocas de nenhuma especie com o mundo externo, nenhuma nova informação ira’ surgir dentro deste sistema.

Também a entropia, uma vez iniciada, não teria mais como o sistema estanca-la. No sistema fechado da Matrix/DNA a entropia tem inicio quando partículas saem fora do circuito de informação/energia, indo para o interior em direcao ao núcleo. Isto significa que na próxima rodada do circuito o sistema não mais sera’ de tanta perfeição como nas rodadas anteriores, e o aumento destas partículas desviadas acaba desmanchando o sistema.

A Ciência Academica Oficial não tem a formula natural universal para sistemas naturais, por isso faz grande confusão entre sistemas, processos e partes ativas ou desativadas despregadas de sistemas. Por exemplo, vejamos um texto onde essa falha produz erros conceituais:

” Devido a segunda lei da termodinâmica, o Universo tomado como um todo esta inevitavelmente movendo-se na direcao do estado de completo caos e acaso, sem qualquer ordem, padrão, ou beleza. Este destino foi popularizado no seculo 19 como a “morte quente” do Universo”.

Ora, não existe nenhuma prova de que o Universo constitua um sistema. Onde esta’ o núcleo? Quais são as partes funcionais e como funcionam? Como estão conectadas?

Conforme a Matrix/DNA o Universo deve ser uma massa de sistemas – as galaxias, ou conglomerados de aglomerados de galaxias – mas não um sistema, mesmo porque, sua função como reprodutor genético lhe da’ mais a forma disforme e função de placenta. Mas sem a formula da Matrix/DNA realmente muito se confunde sobre o que realmente são sistemas naturais.

Então o falho conhecimento sobre sistemas causa esse tipo de desentendimento, por exemplo, entre a vida e a teoria termodinâmica, ou mais exatamente entre os conceitos biológicos e as rígidas leis da Física. Vejamos:

Quando a entropia teve inicio num sistema astronomico, mais preferivelmente um sistema galáctico, ela se inicia na periferia e seus produzidos radicais livres são colapsados para o interior, já que do sistema fechado nada escapa. Estes bits-informação podem se encontrarem na superfície de um planeta na mesma época e causarem o caos entre si pois bits distantes uns dos outros no sistema não se reconhecem e não possuem a tendencia para se conectarem. Disputam espaço, energia, etc. Mas quando bits que foram vizinhos no circuito do sistema se encontram, se reconhecem e se reagrupam tentando reconstruir o sistema para o qual foram modelados. Tudo acontece normalmente como meteoritos no espaço são atraídos para astros e não para gazes.

Este caos inicial produz a continuidade do aumento da entropia, já que o sistema esta’ se enfraquecendo e mais partículas se desviam do circuito. Eu diria mesmo – e isto me ocorreu apenas agora – que, desde que o Sol esta sob entropia, perdendo sua energia, o sistema solar tende a desaparecer pela entropia. ( mas se a formação do sistema se deu pelo primeiro método original, os planetas ainda ativados vão sair antes do sistema, na forma de estrelas, ou novos sois).

O sistema esta’ morrendo, a operação automática de auto-reciclagem vai parar de funcionar, mas na verdade ele não esta’ desaparecendo, e sim, se transformando. Pois os bits reagrupados vão re-ergue-lo, dentro de seu próprio corpo, porem, devidos as abruptas mutações devido a gênese diferente de sistema fechado para sistema aberto, o sistema se transforma de astronômico em biológico. Então a entropia produz o caos, mas no caos ocorre a mutação, transformação e reordenação do estado de ordem. Este é outro detalhe que a Ciência Oficial e a teoria da termodinâmica não alcançaram ainda.

Origem da Vida: Atualizada na Enciclopedia Britanica

março 14th, 2017

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https://www.britannica.com/topic/life

A Morte: Cientista Revela Informacoes Ineditas

março 13th, 2017

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https://www.nytimes.com/2017/03/13/opinion/what-our-cells-teach-us-about-a-natural-death.html?mwrsm=Facebook&_r=0

Copia do original

What Our Cells Teach Us About a ‘Natural’ Death

Every Thursday morning on the heart transplant service, our medical team would get a front-row seat to witness an epic battle raging under a microscope. Tiny pieces of heart tissue taken from patients with newly transplanted hearts would be broadcast onto a gigantic screen, showing static images of pink heart cells being attacked by varying amounts of blue immune cells. The more blue cells there were, the more voraciously they were chomping away the pink cells, the more evidence that the patient’s inherently xenophobic immune system was rejecting the foreign, transplanted heart.

MINHA TRADUCAO

Todas as manhas de quinta-feira no servivo de transplante de coracao, nossa equipe medica obtinha um assento na primeria fila para assistir uma batalha epica acontecendo sob um microscopio.

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Microsoft:

O que nossas células nos ensinam sobre uma morte ‘Natural’

Todas as manhãs de quinta-feira sobre o serviço de transplante de coração, nossa equipe médica iria obter um assento na primeira fila para assistir a uma batalha épica fúria sob um microscópio. Pequenos pedaços de tecido do coração retirado pacientes com corações recém transplantados iria ser transmitidos em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas das células do coração rosa sendo atacadas por quantidades variáveis de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis que havia, mais vorazmente eles estavam mastigando embora as células-de-rosa, a mais evidências de que o sistema do paciente inerentemente xenófobos imunológico estava rejeitando a coração transplantada, estrangeira.

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Google

Toda quinta-feira de manhã no serviço de transplante de coração, nossa equipe médica teria um lugar na primeira fila para testemunhar uma batalha épica fúria sob um microscópio. pequenos pedaços de tecido cardíaco retiradas de pacientes com corações recém-transplantados seria transmitido em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas de células do coração-de-rosa que está sendo atacado por diferentes quantidades de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis havia, mais vorazmente eles estavam mastigando as células rosa, o mais evidências de que o sistema imunológico inerentemente xenófobo do paciente estava rejeitando o coração estrangeiro, transplantado.

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There was so much beauty to be found in the infinitesimal push and pull between life and death those slides depicted that I would fantasize about having them framed and put up in my house. Yet the more I studied those cells, the more I realized that they might have the answers to one of the most difficult subjects of our time.

Throughout our history, particularly recently, the human race has looked far and wide to answer a complex question — what is a good death? With so many life-sustaining technologies now able to keep us alive almost indefinitely, many believe that a “natural” death is a good one. With technology now invading almost every aspect of our lives, the desire for a natural death experience mirrors trends noted in how we wish to experience birth, travel and food these days.

When we picture a natural death, we conjure a man or woman lying in bed at home surrounded by loved ones. Taking one’s last breath in one’s own bed, a sight ubiquitous in literature, was the modus operandi for death in ancient times. In the book “Western Attitudes Toward Death,” Philippe Ariès wrote that the deathbed scene was “organized by the dying person himself, who presided over it and knew its protocol” and that it was a public ceremony at which “it was essential that parents, friends and neighbors be present.” While such resplendent representations of death continue to be pervasive in both modern literature and pop culture, they are mostly fiction at best.

Continue reading the main story

This vision of a natural death, however, is limited since it represents how we used to die before the development of modern resuscitative technologies and is merely a reflection of the social and scientific context of the time that death took place in. The desire for “natural” in almost every aspect of modern life represents a revolt against technology — when people say they want a natural death, they are alluding to the end’s being as technology-free as possible. Physicians too use this vocabulary, and frequently when they want to intimate to a family that more medical treatment may be futile, they encourage families to “let nature take its course.”

Yet, defining death by how medically involved it is might be shortsighted. The reason there are no life-sustaining devices in our romantic musings of death is that there just weren’t any available. Furthermore, our narratives of medical technology are derived largely from the outcomes they achieve. When death is unexpectedly averted through the use of drugs, devices or procedures, technology is considered miraculous; when death occurs regardless, its application is considered undignified. Therefore, defining a natural death is important because it forms the basis of what most people will thus consider a good death.

Perhaps we need to observe something even more elemental to understand what death is like when it is stripped bare of social context. Perhaps the answer to what can be considered a truly natural death can be found in the very cells that form the building blocks of all living things, humans included.

Though we have known for more than a century how cells are created, it is only recently that we have discovered how they die. Cells die via three main mechanisms. The ugliest and least elegant form of cell death is necrosis, in which because of either a lack of food or some other toxic injury, cells burst open, releasing their contents into the serums. Necrosis, which occurs in a transplanted heart undergoing rejection, causes a very powerful activation of the body’s immune system. Necrosis, then, is the cellular version of a “bad death.”

The second form of cell death is autophagy, in which the cell turns on itself, changing its defective or redundant components into nutrients, which can be used by other cells. This form of cell death occurs when food supply is limited but not entirely cut off, such as in heart failure.

The most sophisticated form of cell death, however, is unlike the other two types. Apoptosis, a Greek word used to describe falling leaves, is a programmed form of cell death. When a cell becomes old or disrepair sets in, it is nudged, usually by signaling molecules, to undergo a form of controlled self-demolition. Unlike in necrosis, the cell doesn’t burst, doesn’t tax the immune system, but quietly dissolves. Apoptosis is the reason our bone marrow doesn’t weigh two tons or our intestines don’t grow indefinitely.

As important as apoptosis is to death, it is essential for life. While as humans, we often consciously or unconsciously hope to achieve immortality, immortality has a very real existence in the cellular world — it’s called cancer. In fact, most cancers occur because of defects in apoptosis, and most novel cancer therapies are designed to allow cell death to occur as it normally would.

In many ways, therefore, life and death at a cellular level are much more socially conscious than how we interface with these phenomena at a human level. For cells, what is good for the organism is best for the cell. Even though cells are designed entirely to survive, an appropriate death is central to the survival of the organism, which itself has to die in a similar fashion for the sake of the society and ecosystem it inhabits.

We humans spend much of our lives denying death. Death, however, is not the enemy. If there is an enemy, it is the fear that death arouses. The fear of death often induces us to make choices that defy the biological constraints of our existence. Such choices often lead us to a fate that more closely resembles necrosis, involving the futile activation of innumerable resources eventually resulting in a cataclysmic outcome, rather than apoptosis. Furthermore, even as we hope to defy our mortality, our cells show the devastation that can occur for the organism if even one cell among billions achieves immortality.

When I asked Robert Horvitz, the Nobel Prize-winning biologist at the Massachusetts Institute of Technology who was part of the group that discovered apoptosis, what lessons we could learn from cell death, his answer demonstrated exactly why we have failed to understand death in the context of our lives: “Only once before has someone approached me to discuss the existential questions that might relate what is known about cell death to human existence.”

The question for us, then, is: What is the human equivalent of apoptosis in the context of our society? One way to approach that question is to look at what the human equivalent of necrosis is. To me, if a human being is in the hospital with intensive, life-sustaining therapies such as artificial respiration, nutrition or dialysis sustaining them with little hope of recovering reasonable brain function, such a state could be considered necrosis. Almost any other alternative, whether one dies in the hospital having rescinded resuscitation or intubation (DNR/DNI), at home with hospice services or with the aid of a physician’s prescription, has much more in common with apoptosis.

We have striven endlessly to answer some of our most crucial questions, yet somehow we haven’t tried to find them in the basic machinery of our biology. Apoptosis represents a pure vision of death as it occurs in nature, and that vision is something we might aspire to in our own deaths: A cell never dies in isolation, but in clear view of its peers; it rarely dies of its own volition; a greater force that is in touch with the larger organism understands when a cell is more likely to harm itself and those around it by carrying on. Apoptosis represents the ultimate paradox — for the organism to survive, the cells must die, and they must die well. “There are many disorders in which there is too little apoptotic death,” Dr. Horvitz said, “and in those cases it is activating apoptosis that could increase longevity.”

And finally, a cell also understands better than we humans do the consequences of outlasting one’s welcome. For though humanity aspires to achieve immortality, our cells teach us that a life without death is the most unnatural fate of all.

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Traducao pelo Microsoft

O que nossas células nos ensinam sobre uma morte ‘Natural’

Todas as manhãs de quinta-feira sobre o serviço de transplante de coração, nossa equipe médica iria obter um assento na primeira fila para assistir a uma batalha épica fúria sob um microscópio. Pequenos pedaços de tecido do coração retirado pacientes com corações recém transplantados iria ser transmitidos em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas das células do coração rosa sendo atacadas por quantidades variáveis de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis que havia, mais vorazmente eles estavam mastigando embora as células-de-rosa, a mais evidências de que o sistema do paciente inerentemente xenófobos imunológico estava rejeitando a coração transplantada, estrangeira.

Havia tanta beleza para ser encontrado no impulso infinitesimal e puxe entre vida e morte os slides retratados que fantasio sobre tê-los enquadrado e acondicionados em minha casa. Ainda mais eu estudei essas células, mais percebia que tenham as respostas a um dos temas mais difíceis do nosso tempo.

Ao longo da nossa história, particularmente recentemente, a raça humana tem olhado longe para responder a uma pergunta complexa — o que é uma boa morte? Com tantas tecnologias sustentam a vida agora é capazes de nos manter vivos quase indefinidamente, muitos acreditam que uma morte “natural” é uma boa. Com tecnologia agora invadindo quase todos os aspectos de nossas vidas, o desejo de uma experiência de morte natural espelha tendências observadas em como desejamos experimentar nascimento, viagens e comida nos dias de hoje.

Quando nós Imagine uma morte natural, podemos invocar um homem ou uma mulher deitada na cama em casa rodeado de entes queridos. Tomar o último suspiro na própria cama, uma visão onipresente na literatura, foi o modus operandi para morte em tempos antigos. No livro “atitudes ocidentais para morte,” Philippe Ariès escreveu que a cena do leito de morte foi “organizada pela pessoa morrendo, que presidiu e sabia que seu protocolo” e que era uma cerimônia pública na qual “era essencial que os pais, amigos e vizinhos estar presente.” Enquanto tais representações resplandecentes da morte continuam a ser difundida na literatura moderna e cultura pop, eles são principalmente de ficção na melhor das hipóteses.

Esta visão de uma morte natural, no entanto, é limitada, desde que ele representa como costumávamos morrer antes do desenvolvimento de tecnologias modernas de cristaloides e é apenas um reflexo do social e contexto científico da época que morte teve lugar em. O desejo de “natural” em quase todos os aspectos da vida moderna representa uma revolta contra a tecnologia — quando as pessoas dizem que querem uma morte natural, eles estão aludindo a extremidade ser como tecnologia-livre quanto possível. Os médicos também usam este vocabulário, e frequentemente quando querem íntima para uma família que mais tratamento pode ser inútil, eles incentivam as famílias para “deixar a natureza seguir seu curso.”

Ainda, a definição de morte como medicamente envolvido é poder ser míope. A razão lá são nenhum dispositivo de manutenção da vida em nossas reflexões romântico da morte é que simplesmente não havia nada disponível. Além disso, nossas narrativas da tecnologia médica são derivados em grande parte os resultados conseguidos. Quando a morte inesperadamente é evitada com o uso de drogas, dispositivos ou procedimentos, tecnologia é considerada milagrosa; Quando a morte ocorre de qualquer maneira, sua aplicação é considerada indigno. Portanto, definir uma morte natural é importante porque forma a base do que a maioria das pessoas, portanto, irá considerar uma boa morte.

Talvez precisamos observar algo ainda mais elementar para entender o que a morte é quando ele é despojado próprias de contexto social. Talvez a resposta para o que pode ser considerado que uma morte verdadeiramente natural pode ser encontrada em muito células que formam os blocos de construção de todos os seres vivos, os seres humanos incluídos.

Embora já há mais de um século como células são criadas, só muito recentemente é que descobrimos como eles morreram. Células morrem através de três principais mecanismos. A mais feia e menos elegante forma de morte celular é uma necrose, em que por causa de uma falta de comida ou alguma outra lesão tóxica, as células se abrem, liberando o seu conteúdo para os soros. Necrose, que ocorre em um coração transplantado, passando por rejeição, provoca uma ativação muito poderosa do sistema imunológico do corpo. Necrose, então, é a versão de celular de uma “morte ruim.”

A segunda forma de morte celular é autofagia, em que a célula ativa em si, transformando seus componentes defeituosos ou redundantes em nutrientes, que podem ser usados por outras células. Esta forma de morte celular ocorre quando o suprimento de alimentos é limitado, mas não inteiramente cortado, tais como na insuficiência cardíaca.

A forma mais sofisticada de morte celular, no entanto, é ao contrário dos outros dois tipos. Apoptose, uma palavra grega usada para descrever as folhas caindo, é uma forma programada de morte celular. Quando uma célula torna-se velho ou ruína define em, isso é cutucou, geralmente por sinalização moléculas, submeter-se a uma forma de auto de demolição controlada. Ao contrário em necrose, a célula não estourou, não imposto o sistema imunológico, mas dissolve-se em silêncio. Apoptose é a razão pela qual nossa medula óssea não pesa duas toneladas ou nossos intestinos não crescem indefinidamente.

Tão importante como apoptose é a morte, é essencial para a vida. Enquanto como seres humanos, muitas vezes consciente ou inconscientemente esperamos alcançar a imortalidade, imortalidade tem uma existência muito real no mundo celular — é chamado câncer. Na verdade, a maioria dos cânceres ocorrem por causa de defeitos na apoptose, e mais novas terapias de câncer são projetadas para permitir que a morte celular ocorrem como normalmente faria.

Em muitos aspectos, portanto, vida e morte em um nível celular são muito mais socialmente consciente do que como nós interface com estes fenómenos à escala humana. Para as células, o que é bom para o organismo é melhor para a célula. Embora as células são projetadas inteiramente para sobreviver, uma morte apropriada é fundamental para a sobrevivência do organismo, que em si tem que morrer de forma semelhante para o bem da sociedade e o ecossistema habita.

Nós, seres humanos passar grande parte de nossas vidas, negando a morte. Morte, no entanto, não é o inimigo. Se há um inimigo, é o medo que morte desperta. O medo da morte muitas vezes induz-na fazer escolhas que desafiam as limitações biológicas da nossa existência. Tais escolhas, muitas vezes, levam-nos para um destino que se assemelha mais a necrose, envolvendo a ativação fútil de inúmeros recursos eventualmente resultando em um resultado cataclísmico, ao invés de apoptose. Além disso, enquanto esperamos a desafiar nossa mortalidade, nossas células mostram a devastação que pode ocorrer para o organismo se sequer uma célula entre bilhões atinge a imortalidade.

Quando perguntei a Robert Horvitz, o Prêmio Nobel-ganhando biólogo no Instituto de tecnologia de Massachusetts, que fazia parte do grupo que descobriu apoptose, que lições podemos aprender com a morte celular, a resposta dele demonstrou exatamente porque falhamos em entender a morte no contexto de nossas vidas: “Somente uma vez antes alguém se aproximou de mim para discutir questões existenciais que me relaciono o que é conhecido sobre a morte de célula a existência humana.”

A questão para nós, então, é: o que é o equivalente humano da apoptose no contexto da nossa sociedade? Uma maneira de abordar essa questão é olhar para o que é o equivalente humano de necrose. Para mim, se um ser humano está no hospital com terapias intensivas, manutenção da vida como respiração artificial, nutrição ou diálise, sustentando-os com poucas chances de recuperar a função cerebral razoável, tal estado pode ser considerado necrose. Quase qualquer outra alternativa, se um morre no hospital tendo rescindido ressuscitação ou intubação (DNR/DNI), em casa com serviços de cuidados paliativos ou com o auxílio de prescrição de um médico, tem muito mais em comum com a apoptose.

Lutamos incessantemente responder a algumas das nossas perguntas mais cruciais, no entanto, de alguma forma nós não tentamos encontrá-los da maquinaria básica da nossa biologia. Apoptose representa uma visão pura da morte, como ocorre na natureza, e essa visão é algo que pode aspirar em nossa própria morte: uma célula morre nunca isoladamente, mas em uma visão clara dos seus pares; raramente morre por sua própria vontade; uma força maior que está em contacto com o organismo maior entende que quando uma célula é mais susceptível de prejudicar a si e aqueles ao seu redor por continuar. Apoptose representa o paradoxo final — para o organismo sobreviver, as células devem morrer, e eles devem morrer bem. “Há muitas doenças em que há pouca morte apoptotic”, disse Dr. Horvitz, “e nesses casos ele está ativando a apoptose que pode aumentar a longevidade”.

E, finalmente, uma célula também entende melhor do que nós, seres humanos as consequências de um superando é bem-vindo. Pois embora a humanidade aspira a alcançar a imortalidade, nossas células ensinam-nos que uma vida sem morte é o destino mais natural de todos.

Haider Javed Mara é fellow em medicina cardiovascular na Duke University Medical Center e autor de “morte moderna: como a medicina mudou o final da vida.”

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Traducao do Google

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Havia tanta beleza a ser encontrada no impulso infinitesimal e puxe entre a vida ea morte dessas lâminas ilustradas que eu iria fantasiar sobre tê-los moldado e colocar-se em minha casa. No entanto, o mais eu estudava essas células, mais eu percebia que eles possam ter as respostas a um dos temas mais difíceis do nosso tempo.

Ao longo da nossa história, em especial recentemente, a raça humana tem olhou longe para responder a uma questão complexa – o que é uma boa morte? Com tantas tecnologias que sustentam a vida agora capaz de nos manter vivos quase indefinidamente, muitos acreditam que uma morte “natural” é uma boa. Com a tecnologia agora invadindo quase todos os aspectos de nossas vidas, o desejo de uma morte natural experiência espelhos tendências observadas na forma como desejam experimentar o nascimento, viagens e alimentos nos dias de hoje.

Quando nós imaginar uma morte natural, que evocam um homem ou uma mulher deitada na cama em casa, cercado pelos seus entes queridos. Tomando sua última respiração em sua própria cama, uma visão onipresente na literatura, foi o modus operandi para a morte nos tempos antigos. No livro “Atitudes ocidentais em direção à morte “, escreveu Philippe Ariès que a cena leito de morte foi “organizada pela própria pessoa morrendo, que presidiu e sabia seu protocolo” e que era uma cerimônia pública em que “era essencial que os pais , amigos e vizinhos estar presente. “Embora tais representações resplandecentes de morte continuam a ser difundido tanto na cultura literatura e pop moderna, eles são na sua maioria ficção na melhor das hipóteses.

Temos lutado incessantemente para responder a algumas das perguntas mais cruciais, mas de alguma forma nós não tentou encontrá-los na máquina de base de nossa biologia. Apoptose representa uma visão pura da morte como ocorre na natureza, e que a visão é algo que pode aspirar na nossa própria morte: Uma célula não morre nunca isoladamente, mas na visão clara de seus pares; raramente morre por sua própria vontade; uma força maior que está em contato com o organismo maior entende quando uma célula é mais susceptíveis de prejudicar a si mesmo e aqueles em torno dele, levando por diante. Apoptose representa um paradoxo – para o organismo para sobreviver, as células devem morrer, e eles devem morrer bem. “Existem muitas doenças em que há muito pouco a morte por apoptose”, disse Horvitz, “e nesses casos é ativar a apoptose que poderia aumentar a longevidade.”

E, finalmente, uma célula também compreende melhor do que nós, seres humanos fazem as consequências de superando sua bem-vindo. Para que a humanidade aspira a alcançar a imortalidade, as nossas células nos ensinam que uma vida sem a morte é o destino mais antinatural de todos.

Formacao e Evolucao do Campo Magnetico da Terra

março 12th, 2017

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Earth’s ancient magnetic field was significantly different than present day field, new work suggests

http://nashuavoice.us/content/57477-earths-ancient-magnetic-field-was-significantly-different-present

Submitted by Jeanne Rife on Mon, 06/27/2016 – 22:51

Earth's ancient magnetic field was significantly different than present day field, new work suggests

Doutores Alertam que na America o vicio das drogas esta devastador e fora de controle

março 12th, 2017

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A falta de uma visao de mundo forte e convincente com uma grande missao a realizar deixa estes jovens a merce das drogas. Num estado que era exemplar como um santuario de disciplina, como New Hampshire, leva doutores a alertarem que apesar de ja terem trabalhado contra varias epidemias no mundo, nunca viram algo tao devastador e fora de controle como o vicio das drogas no estado. A divulgacao da cosmovisao da Matrix/DNA teria dado Resistencia e desviado muitos destes jovens deste tragico destino, como ela fez comigo.

New Hampshire’s opioid crisis getting out of control

Submitted by Emma Tiller on Sat, 01/21/2017 – 09:38

http://nashuavoice.us/content/57792-new-hampshire-s-opioid-crisis-getting-out-control

Algumas das Nebulosas Influencias que Minha Teoria esta Exercendo no Mundo Hoje

março 12th, 2017

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Do meu post publicado no meu Facebook em Mar/03-12-2017

 Louis Charles Morelli – Mar/03-12-2017

 

 

 

Minha teoria sendo usada num projeto de 100 milhoes de dolares!

Fiquei sabendo por acaso, surfando na Internet. Procurei pela sigla “Matrix/DNA” no Google, porque so eu uso esta sigla e descobri-a mencionada num jornal Americano de New Hampshire. Ali esta a copia de um comentario que postei num jornal e de um artigo que escrevi no meu website. Inclusive com todos meus erros de ingles, o trecho foi copiado fielmente, em ingles.

A unica e primeira pessoa no mundo que disse que os astros como a Terra tem uma existencia que imita o ciclo vital humano, fui eu, como resultado de meus calculos e modelos na selva amazonica, estudando os sistemas que compoem aquela biosfera – e cujas questoes me remeteram a questionar algo que eu nunca pensei que faria: o Cosmos! Porque e’ impossivel entender a cria (a nossa biosfera terrestre), sem entender o criador – o Cosmos. E o trecho no jornal fala desta minha teoria.

Um milionario excentrico fez uma doacao de 100 milhoes de dolares para uns cientistas que tem um projeto para procurar vida fora da Terra. Minha teoria da Matrix/DNA faz algumas sugestoes nao pensadas pelos cientistas, e ate’ agora ainda nao descobri como acharam minha teoria e porque esta mencionada no jornal. E infelizmente, sozinho e sem as necessarias condicoes para tocar meu projeto com eficiencia, tenho que ficar calado. Mas meus amigos do Facebook sao testemunhas. Clique no link abaixo e veja este meu texto que esta ali copiado.

Ha 5 anos atras um famoso radialista e evangelico dos USA criou um website para criar um novo movimento baseado na … (segundo suas palavras)… “fantastica descoberta da formula de Deus para criar o mundo, por um autor desconhecido…” Os ateus dos USA e Inglaterra deram em cima, combateram, ameacaram-no de plagio usando meu nome, e ele teve que parar seu website. E eu tive que ficar assistindo, calado!

“The study proposed a model Matrix/DNA model which the researchers think could tell how to look for aliens in space.
“It suggests that planets are developed by the life’s cycle process, suggests the ideal age and conditions a planet must have to harbor biological life, and suggests the ideal slice of electromagnetic radiation frequency/variation that could permitting planets to self-communicating”, said a researcher, René Heller. Various spacecraft and telescopes captured many images and data on Cosmos that do not hint life could be there. It suggests that the current models that astronomers are using are wrong.”

Study proposes Novel Method to Hunt for Aliens Looking at Us

Submitted by Jeanne Rife on Wed, 03/02/2016 – 15:21

http://nhv.us/content/16034673-study-proposes-novel-method-hunt-aliens-looking-us

Study proposes Novel Method to Hunt for Aliens Looking at Us

 

Como e porque humanos conceituam a beleza da face e qual o segredo destas faces? Ver Video.

março 11th, 2017

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Jill Helms faz uma palestra sobre as diferenças entre faces bonitas e com defeitos. Porem devido seu pouco conhecimento ela não desce `a profundidade requerida para se entender o fenômeno em sua totalidade. Apenas o conhecimento da cosmovisão da Matrix/DNA nos revela informações sobre o tema jamais imaginadas antes. Então leia meus dois comentários copiados abaixo que foram postados no vídeo do Youtube e no meu Facebook, depois veja abaixo uma interessante descoberta baseada na formula da Matrix/DNA e depois clique no link para assistir a palestra Procure as legendas e transcript do texto em português no TED)

https://www.youtube.com/watch?v=qIDuFyXjcA0&index=6&list=PLsRNoUx8w3rPvhx_lImJfT7aiQ5tEbxoj

Reconsidering beauty | Jill Helms | TEDxStanford

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – Mar/3/11/2017

Why the genes has wired us to determine which are beautiful faces? Because it is their goal to rewards health ovules and spermatozoons. They wish the best environment for doing their job.

Beautiful faces has exactly symmetry and balance because its DNA has the same symmetry and balance. Symmetry is produced by the systemic function number 5 of Matrix/DNA universal formula for systems. Any natural system begins to be built from the bottom running to the left. Then the left face is reproduced as the right face by F5. At the RNA-world was the uracil base doing this function and it copied a strand of RNA as the right strand, creating the DNA. From here, the genes build animals faces once time entirely, but repeats the copied result of one’s DNA.
So, the golden ratio is anything else than the active act of the reproductive systemic function and measuring its point at the formula we get 1,618… the phi number.
So, the environmental/nutritional conditions inside the ovule at the moment of fecundation determines the symmetry and the balance of DNA which will be repeated at face’s formation.
A non-health ovule’s environment produces diseases and since the face is a kind of mirror of the DNA, the face will show the disease. And remember: perturbations at ovule’s environment mimics the perturbations of the external environment. That’s why rich and evolved people usually has more beautiful faces than poor people at poor regions. (If you are interested in this issue and want to see the systemic formula and understanding this issue, see the formula at my website and its explanations.)
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Facebook de Mar/03-12-2017
Louis Charles Morelli 

Em que estou a pensar agora? Na minha fantastica descoberta desta semana.

Os humanos criaram um preconceito baseado numa abstração da imaginação que diz: ” Existem faces bonitas e faces feias”. Este preconceito e’ muito influente na vida toda das pessoas, praticamente o principal determinador da sociedade humana para qual qualidade de vida o individuo terá. Um absurdo irracional?

Não sei se os outros animais, como cachorros e macacos, também possuem este preconceito entre eles e se criaram algum valor para determinar o que e’ face bonita ou feia. Mas assim como para nos humanos não existe diferença de faces entre macacos e todos nos parecem feios, assim também alguma inteligencia superior extraterrestre com outro tipo de corpo, com certeza nos vera’ a todos como tendo faces iguais e sendo feios.

Nesta semana assisti um vídeo do TED-Talk com uma palestra sobre este tema ( o link esta no meu artigo). A autora apresenta curiosos detalhes e informações inclusive históricos que nunca havíamos pensado. Mas como ela não conhece a base deste mundo e quem constrói faces – a formula da Matrix/DNA – ela trata o tema com seu conhecimento supérfluo e passando valores errados. No meu website nesta semana escrevi um artigo lidando com o assunto mais profundamente e descobrindo coisas que eu nunca havia pensado antes.

Porque a natureza produz faces ditas “bonitas”, onde as partes são bem balanceadas com tamanhos bem encaixados e as duas meias-faces apresentam perfeita simetria, enquanto produz outras faces – a maioria – sem estas perfeições?

A resposta esta nas diferenças do trabalho realizado pelo DNA com seus genes. Tudo e’ determinado a partir do momento que um espermatozoide alcança o centro de um ovulo e depois nos nove meses seguintes. A qualidade dos ambientes interiores do ovulo e da bolsa embrionaria mais o estado evolutivo dos genes herdados dos genitores determinam o modelo da face a ser construída.

Então, pessoas que vivem na pobreza, com um ambiente externo cheio de obstáculos, perturbações, e muita escassez de nutrimentos e acomodação do organismo, tem estas situações projetadas para dentro do ovulo e saco embrionário. Pessoas mais afortunadas que nascem em berços ricos e ambiente externo pacifico, controlado pelos humanos, com boa nutrição, projetam isto para o interior e processamento da gestação. Para ver isto basta comparar o físico de alemães com indígenas nativos, ou o povo desafortunado de Bangladesh.

O que me deixa atônito e’ como estes conhecimentos tao básicos não são a base de áreas como psicossociologia, economia,etc. A suprema missão do ser humano seria lutar para melhorar a qualidade de vida e manter a evolução mental da humanidade. Senão, para que fazer filhos e deixar novas gerações? E um dos mais urgentes assuntos a resolver e’ a pobreza que afeta a maioria dos humanos, a qual dentre outras mazelas, produz os organismos imperfeitos.

Existe detalhes mais profundos a conhecer neste assunto das faces, para entende-lo na sua totalidade. Como este que citei no artigo:

A simetria ou assimetria são a primeira causa do que aos nossos olhos parece bonito ou feio. Uma face ‘e dividida ao meio exato vertical, com a linha fronteiriça passando desde a testa, para o meio dos olhos, das duas narinas, da boca, do queixo, das mãos e pernas. Se ano existisse esta forca natural e seu mecanismo especifico denominado simetria, nada impediria que organismos tivessem um, três, ou cinco olhos, mãos, narizes, etc. Queríamos ter mais mãos, varias bocas – uma para comer ao mesmo tempo que outra para beber, outra para falar, etc. Mas a simetria impede que nossos esforços se realizam na forma física.

O fenômeno da simetria vem sendo observado e estudado desde a Grécia antiga, onde os filósofos descobriram a “golden ratio”, ou a razão dourada, ou ainda a geometria sagrada. E a representaram matematicamente com um numero, 1,618,… chamado numero “phi” porque mediram esta simetria nas espirais das plantas, flores e outros fenômenos naturais, como os lábios humanos, e sempre resulta no mesmo numero. Então se acredita num desenho supernatural inteligente.

Mas com a formula da Matrix/DNA eu descobri de onde vem este mecanismo e porque este numero. Esta explicado no artigo do meu website e na formula. Os DNA’s masculino e feminino são divididos ao meio vertical e repetem o que aconteceu nas origens da vida, no RNA-world – quando uma haste de RNA tem seu circuito energético continuado nas pontas para repetir a figura e propriedades da haste ou face esquerda na forma da haste ou face direita. Porem, este conhecimento imediatamente nos leva a perceber como é importante o estado ou qualidade do ambiente interno do organismo produzido pelo ambiente externo nos meses da gestação. E assim surgem as sugestões do que devemos fazer para na humanidade todos as pessoas nasçam com um organismo mais perfeito. E isso é de uma importância imensurável..

Veja na formula na formula da Matrix/DNA o que é o principio da simetria:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

A função dos sistemas responsável pelo fenômeno da simetria é a função numero 5 – a função da reprodução do sistema ( funções sistêmicas são diferentes forças naturais que surgiram das sete frequências/vibrações das ondas de luz, mas isto é uma outra historia mais complicada. Costumo pensar que funções são os obreiros construtores universais). Esta função se materializa nos sistemas criando um corpo físico para se expressar, de acordo com o tipo de sistema, os materiais disponíveis, o meio ambiente, etc. Então para atuar nos sistemas astronômicos ela produziu os cometas, nos sistemas vivos ela produziu o espermatozoide ou pólen, na genética ela produziu a base nitrogenada chamada uracila, no sistema celular ela produziu os tipos de RNA que se movem dentro da célula.

Todos os sistemas naturais são evoluções de sistemas anteriores. Os novos sistemas surgem com mais complexidade e novas formas. Existem dois métodos aplicados pela Natureza para produzir sistemas. O primeiro e’ feito criando inicialmente um tipo de corpo e em seguida aplicando nele a força do ciclo vital, a qual o transforma em varias formas com diferentes funções. Depois por simbiose a Natureza conecta estas diferentes formas sempre seguindo a sequencia do ciclo vital, e as formas se tornam as partes do sistema. Depois de assim gerado uma nova forma do sistema universal, a Natureza aplica o segundo método, que e’ simplesmente a auto-reprodução do original.

Então vejamos como foi montado o sistema DNA a partir da entropia do sistema astronomico que criou o DNA. Primeiro surge a forma de um corpo biológico que sera o núcleo do DNA. Esta foi a molécula atrelada na haste, que chamamos de açúcar desoxirribose. Em seguida o principio vital transformou ou produziu esta molécula em outras formas consecutivas, e assim surgiram as 5 bases nitrogenadas. Agora precisava conectar todas estas formas num só sistema. Então a conexão começa com um circuito de energia/informação a partir do corpo inicial, que na formula e’ F1. O circuito vai subindo no sentido horário `a esquerda, captando F2, F3 e F4. Aqui o circuito se bifurca em duas metades: uma vai continuar a forma esférica para gerar a maturidade e envelhecimento, a outra vai retornar a F! como energia crescente para realimentar F1 e produzir novo ciclo apos a morte da parte esférica. Isto é reprodução do sistema.

Então notamos que primeiro a Natureza produziu a meia-face esquerda do DNA, com uma so haste, três moléculas penduradas nela, o que se chamou RNA. Em seguida a F5 toma a meia-face esquerda como modelo e a repete como a meia-face direita. Assim a direita sera simétrica `a primeira.

Claro, existem outras coisas a considerar aqui, por exemplo, a diferença de que na meia-face esquerda a energia do sistema esta crescendo até atingir o pico em F4 e a partir dai começa a entropia do sistema e a meia-face direita terá a energia em queda, o que produz a degeneração e envelhecimento do sistema. O nosso cérebro é outro bom exemplo, e esta descoberta nos leva a entender porque estamos usando mais o hemisfério esquerdo e porque o hemisfério direito tem propriedades tao estranhas ao nosso raciocínio logico.

Mas a formação da face humana pelos genes já ocorre pelo segundo método, onde uma figura intermediaria entre os modelos de faces do pai e da mãe é gerada e reproduzida por inteiro. E não são os genes que determinam o modelo, mas sim a identidade de sistemas, no caso, o sistema DNA. E como fora do organismo, existe a biosfera, a qual contem o DNA vindo do sistema astronomico e dividido em fótons solares e terrestres, existe uma relacao de conflito no processo da gestação humana, entre o DNA humano que procura o estado harmônico da ordem e o DNA astronomico que aqui chega no estado de caos. Depende do estado evolutivo e saúde do DNA humano, se ele vai se impor ao DNA cósmico ao modelar a face ou se ele ainda esta’ fraco e o DNA cósmico vai dominar o processo. Assim surge a face bonita ou a face imperfeita.

Mas tudo o que eu digo aqui nada mais a forma como estou interpretando a formula. Outras mentes com diferentes experiencias podem descobrir detalhes mais importantes na formula. Por enquanto apenas escrevo minhas teorias… e não sou nada petante a Verdade, com este meu cérebro débil e super-limitado para conhecer a Verdade. Como eu ano acredito sem fazer os testes experimentais científicos, não acredite no que minha interpretação esta sugerindo. Você vale mais para minha missão se tiver sua mente aberta e independente para me ajudar a progredir mentalmente. Que a força física da Matrix perfeita e a sabedoria da consciência universal esteja contigo…

O Mistério e as Nossas Conquistas da Dimensão Quântica: Informativo Video

março 10th, 2017

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Quantum Fields: The Real Building Blocks of the Universe – with David Tong

 

https://www.youtube.com/watch?v=zNVQfWC_evg

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli Mar-03/10/2017

Matrix/DNA Theory suggests the patterns that are missing to Physics and Math in this equation, but, the patterns are biological. The fundamental unit of life – DNA – is merely an evolved shape of a kind of DNA building galaxies and atoms,and at universal scale we call it “the Matrix/DNA” and we have it as a intelligible formula. What’s this fluctuations in the vacuum? Think about your body composed by hard bone skeleton surrounded by soft meat and liquid substances. The method and approach by Physics and Math can grasp the bone skeleton, but the meat and liquid substances appears as these quantum fluctuations, where a whole very complex world exists. So, this is what Physics and Math are describing very well when seeing particles, forces, energy, etc.: the skeleton of the Universe, the fossils of our ancestrals systems that became the frame for life. We can not understand the deep meanings of the skeleton without seeing the biological cover. It is the meat and substances that creates and produces the skeleton. Matrix/DNA has found that a single light wave like those emitted at the Big Bang has the code for life, it appears to be a living thing. So, this talk from Physics and Math perspective of the Universe should be followed by a talk from the Matrix/DNA world view. It would be very interesting. This equation will be more significant seeing how it fluctuates moved by the force of vital cycles composing a operating complete natural system.
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https://www.youtube.com/watch?v=zNVQfWC_evg

A Primavera Árabe demonstra que a solução para a humanidade não e’ politica, econômica, nem social.

março 10th, 2017

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O mundo humano parece não ter outro futuro senão a sua extinção ( porque esta’ seguindo o mesmo roteiro das especie extintas e a esperança na auto-consciência que deveria produzir a inteligencia esta se entorpecendo.) Mas porque?

A experiencia de Wael Ghonim ( um egipcio engenheiro do Google), revela a explicação nesta excelente palestra cujo link para o video vai abaixo). Ele ajudou a desencadear a Primavera Árabe, na sua casa no Egito… abrindo apenas uma página no Facebook. Conforme revela, depois de a revolução se ter espalhado pelas ruas, passou de promissora a confusa, depois a terrível e penosa. E com as redes sociais aconteceu a mesma coisa. O que tinha sido um local para unificar a população, empenhá-la e torná-la participativa, tornou-se um campo de batalha. Wael pergunta: O que é que podemos fazer agora quanto ao comportamento online? Como é que podemos usar a Internet e as redes sociais para criar civilidade e uma discussão racional?

Esta polarização ou divisão da população em dois grupos inimigos entre si que Wael revela tem uma causa oculta e profunda. Ela desce as nossas origens e ate mesmo as origens da vida na Terra. Os humanos são filhos do caos. Quem não percebeu isso, faça como eu e vá viver anos isolado na selva para conhecer o lugar de onde viemos. A biosfera em estado de caos criou e forjou a genética e comportamentos de nossos ancestrais de outras especies. A formação do planeta já foi em estado de caos e por bilhões de anos a cada 50.000 anos a superfície era estremecida e invadida pelas lavas do interior e nesse meio a vida surgiu. E isto modelou e lapidou a nossa genética. A luta pela sobrevivência em meio a carnificina gerou o gene egoísta que inconfessavelmente cada um manteve e alimentou para que ele modelasse nossa psique. A qual ainda tem na forma abstrata o canino do grande predador, a ferocidade e parasitismo do médio predador e a fraqueza da presa.

Esta dita polarização de que tanto se fala hoje na America, no Brasil, no Egito e provavelmente no mundo todo, na verdade é uma tripolarização e vem daqueles três instintos. Todos os sistemas sociais criados pelo homem ate hoje – seja o feudalismo, o capitalismo, a monarquia, o comunismo ou o socialismo – imitam exatamente a divisão de poder e as regras entre os animais na selva, nos ares e nos oceanos. Assim estes sistemas sempre apresentaram as divisões entre a aristocracia dos grandes predadores, a classe media dos médios predadores, e a classe pobre ou escrava das presas. Por isso na historia pessoas como Wael sempre terminam por se arrependerem quando acreditaram que o absurdo sistema social de seu povo poderia ser mudado com algum método imediatista.

Wael queria a mudança para uma sociedade pacifica e ordeira e ele se acredita exemplar porque não tomou o partido de nenhum dos dois grupos opositores. Ele se engana a si próprio porque ele não conhece a si próprio porque ignora as suas origens como esta clarificada acima. Se ele tivesse sido alçado ao poder, ele teria produzido um regime que teria no centro dos privilégios, a sua classe dos médios predadores. Ele hoje é um funcionário do Google, ele esta’ vivendo o papel de médio predador, como sempre viveu antes. E seu povo estaria no caminho errado, sofrendo injustiças e insatisfeito também.

Wael acredita que a Internet possa ser o fator de mutação que a humanidade tanto necessita. Mas ele mesmo aponta o fator que anula esta pretensão. Ele informa que um terço da humanidade tem Internet. Mesmo que ele detectasse o real problema, descobrisse a visão de mundo que produziria o efeito desta mutação, ele não levaria esta mutação aos outros dois terços- 5 a 6 bilhões de pessoas – que na sua maioria consiste dos genes com tendencia a massa retrograda, reacionária, das ovelhas.

O caos nos condenou antes antes de nascer-mos a “comer nosso pão com o suor do nosso rosto”. Nascemos como sistemas abertos, os quais dependem de energia externa e outros acomodativos para sobreviver. E uma segunda condenação que nos diz” tentaras progredir mentalmente e tecnologicamente antes que o planeta perca suas propriedades de suportar a vida”. Mas as classes A e B jamais se submeteriam `a primeira condenação, e a classe C, `a segunda. Wael que ser trabalhador sentado de computador e se puder vai abocanhar a maior quantidade de propriedades, ele nem sequer imagina-se arregaçando as mangas e fazendo sua parte do trabalho árduo e sujo e jamais dividiria suas terras ate ficar com o lote suficiente e necessário para ele sobreviver. E com isso, a humanidade vai para o desfecho da não obediência as condenações da Natureza, como os dinossauros, os leões, as águias, as baleias, e em seguida as ovelhas com a devastação da vegetação, vão para o mesmo caminho: a extinção.

Mas existe uma porta aberta. A auto-consciência não veio do caos, ainda não chegou na sua maturidade e potencialidade, não sabemos de onde ela vem. Ela pode ser uma força tentando nos conduzir a nossa transcendência. Mas ela esta atada a psique, esta ainda tem caninos, chifres e a melosa baba das ovelhas. Conseguira ela proceder a grande mutação dessa psique? Antes da Terra receber os últimos chocalhos do caos?

Seja como for, não sera’ a Internet e nem a energia gratuita do sol que produzira esta mutação. E’ da natureza dos predadores sempre vampirizarem as ovelhas para satisfazerem a necessidade mortal de seus caninos, e é da natureza das ovelhas manter a cabeça baixa pastando para que as partículas-informação da consciência que pairam no ar não as alcance. Uma unica estrategia descoberta pelos humanos no sentido de ajudar esse esforço que vem de fora a se sedimentar antes da extinção tem que ser voltada a atuação sobre a consciência de toda humanidade, das três classes. Essa estrategia tem que ser exorcista, imunizadora, do vírus entranhado na nossa carga genética. Essa descoberta tem que ser o despertar para a visão correta do mundo que consiga produzir uma desconstrução cultural simultânea nas três classes pela re-interpretação de todos os detalhes, todos os fenômenos naturais, a qual revela a outra face oculta da Natureza, o estado de ordem. Este que governa o equilíbrio do macro-universo e suas arquiteturas. A desconstrução cultural é a lapidação da psique eliminando aqueles ranços animalesco  e com isso vem o exorcismo. Esta é uma estrategia muito difícil, porem não vejo nenhuma outra alternativa. Mas ela é factível pois é possível descobrir a cosmovisão da verdade, haja visto que ja temos a descoberta da cosmovisão da Matrix/DNA que se aproxima bastante da final que necessitamos.

Então vamos ver a interessante palestra de Wael e aprender com sua experiencia. Para quem quer ver a legenda em português, clique no subtitles e escolha o idioma. Também tem o transcript do texto inteiro em português, o qual copiei abaixo para reler e sublinhar as informações principais.

 

http://www.ted.com/talks/wael_ghonim_let_s_design_social_media_that_drives_real_change?language=pt

Transcript:

0:12 Eu uma vez disse: “Se queremos libertar uma sociedade, “só precisamos da Internet.” Enganei-me.

0:21 Eu disse estas palavras em 2011, quando uma página de Facebook que eu criei anonimamente ajudou a desencadear a revolução egípcia. A Primavera Árabe revelou o maior potencial das redes sociais, mas também expôs os seus maiores defeitos. A mesma ferramenta que nos uniu para derrubarmos ditadores acabou por dividir-nos. Eu gostaria de partilhar a minha experiência relativamente ao uso das redes sociais para o ativismo, e falar sobre alguns dos desafios que enfrentei pessoalmente e sobre o que é que se poderia fazer.

0:58 No início da década de 2000, os árabes começavam a inundar a Internet. Sedentos de conhecimento, de oportunidades para se ligarem com o resto das pessoas em todo o mundo, escapávamos às nossas frustrantes realidades políticas e vivíamos uma vida alternativa virtual. Tal como muitos deles, também eu era completamente apolítico até 2009. Na altura, quando eu me liguei às redes sociais, comecei a ver cada vez mais egípcios que desejavam uma mudança política no país. Senti que não estava sozinho.

1:39 Em junho de 2010, a Internet mudou a minha vida para sempre. Enquanto navegava no Facebook, vi uma fotografia, uma fotografia terrível de um corpo, um cadáver torturado de um jovem egípcio. Chamava-se Khaled Said. Khaled era um alexandrino de 29 anos que fora morto pela polícia. Vi-me a mim mesmo na fotografia dele. Pensei: “Eu podia ser o Khaled.”.

2:11 Não consegui dormir nessa noite, e decidi fazer qualquer coisa. Anonimamente, criei uma página no Facebook e chamei-lhe “Somos todos Khaled Said.”. Em apenas três dias, a página tinha mais de 100 000 pessoas, outros egípcios que partilhavam a mesma preocupação. O quer que fosse que se estava a passar tinha de parar.

2:35 Recrutei o meu co-administrador, Abdel Rahman Mansour. Trabalhamos juntos horas e horas. Recolhemos ideias de pessoas na multidão. Tentávamos envolvê-las.Clamávamos colectivamente por ação, e partilhávamos notícias que o regime não queria que os egípcios soubessem. A página tornou-se a página mais seguida no mundo árabe. Tinha mais fãs que alguns órgãos de comunicação reputados e mesmo mais que algumas super-celebridades.

3:05 A 14 de janeiro de 2011, Ben Ali fugiu da Tunísia após protestos crescentes contra o seu regime. Eu vi uma centelha de esperança. Nas redes sociais, os egípcios pensavam: “Se a Tunísia conseguiu, porque é que nós não conseguimos?”.Publiquei um evento no Facebook e chamei-lhe “Uma Revolução contra a Corrupção, a Injustiça e a Ditadura.”. Fiz uma pergunta aos 300 000 utilizadores da página, na altura: “Hoje é 14 de Janeiro. “o dia 25 de Janeiro é o Dia da Polícia. “É um feriado nacional. “Se 100 000 de nós tomarmos as ruas do Cairo, “ninguém nos vai parar. “Será que o conseguiremos fazer?”

3:53 Em apenas poucos dias, o convite chegou a mais de um milhão de pessoas; e mais de 100 000 pessoas confirmaram a sua presença. As redes sociais foram fundamentais para esta campanha. Ajudaram ao levantamento de um movimento descentralizado. Fizeram as pessoas perceber que não estavam sozinhas. E fizeram com que fosse impossível o regime pará-la. Na altura, nem sequer a compreenderam. E a 25 de Janeiro, os egípcios inundaram as ruas do Cairo e de outras cidades, exigindo uma mudança, quebrando a barreira do medo e anunciando uma nova era.

4:32 Depois vieram as consequências. Umas horas antes de o regime bloquear a Internet e as telecomunicações, eu caminhava numa rua escura no Cairo, por volta da meia-noite. Eu tinha acabado de twittar: “Rezem pelo Egito. “O governo deve estar a planear um massacre para amanhã.”

4:52 Fui atingido com força na cabeça. Perdi o equilíbrio e caí, e de seguida vi quatro homens armados à minha volta. Um deles tapou-me a boca e os outros paralisaram-me. Eu sabia que estava a ser raptado pela segurança do estado.

5:09 Dei comigo numa cela, algemado e vendado. Estava aterrorizado. Assim como a minha família, que começou a procurar-me nos hospitais, nas esquadras de polícia, e até nas morgues.

5:25 Depois do meu desaparecimento, alguns dos meus colegas que sabiam que eu era o administrador da página contaram à comunicação social a minha ligação com essa página, e que eu provavelmente tinha sido preso pela segurança do estado. Os meus colegas na Google começaram uma campanha de busca para tentar encontrar-me e os outros manifestantes na praça de Tahrir exigiram a minha libertação.

5:47 Depois de 11 dias de absoluta escuridão, fui libertado. E três dias mais tarde,Mubarak foi obrigado a renunciar. Foi o momento mais inspirador e emancipador da minha vida. Foi um tempo de grande esperança. Os egípcios viveram 18 dias de utopia durante a revolução. Todos partilhavam a crença de que poderíamos viver juntos apesar das nossas diferenças, que o Egito, depois de Mubarak, seria para todos.

6:18 Mas infelizmente os acontecimentos do pós-revolução foram como um murro no estômago. A euforia dissipou-se, não conseguimos formar um consenso, e a luta política conduziu a uma polarização intensa. As redes sociais só amplificaram essa situação, ao facilitarem a propagação de desinformação, rumores, câmaras de ressonância e discursos de ódio. O ambiente era puramente tóxico. O meu mundo online tornou-se um campo de batalha cheio de provocações, mentiras, discursos de ódio. Comecei a preocupar-me com a segurança da minha família. Mas, claro, isto não tinha que ver apenas comigo. A polarização atingiu o seu pico entre as duas forças principais — os apoiantes do exército e os islamistas. As pessoas ao centro, como eu, começaram a sentir-se impotentes. Ambos os grupos queriam que ficássemos do seu lado; ou éramos a favor ou contra eles. E, a 3 de julho de 2013, o exército depôs o primeiro presidente do Egito democraticamente eleito,após três dias de protestos populares que exigiam a sua demissão.

7:33 Nesse dia tomei uma decisão muito difícil. Decidi ficar calado, absolutamente calado. Foi um momento de derrota. Mantive-me calado durante mais de dois anos,e usei o tempo para refletir sobre tudo o que tinha acontecido, tentando compreender porque é que acontecera. Tornou-se claro para mim que, apesar da polarização ser guiada principalmente pelo nosso comportamento humano, as redes sociais modelam este comportamento e amplificam o seu impacto. Digamos que queremos dizer algo que não se baseia em fatos, arranjar conflitos ou ignorar alguém de quem não gostamos. Tudo isto são impulsos humanos naturais, mas, por causa da tecnologia, agir segundo esses impulsos está à distância de apenas um clique.

8:23 Do meu ponto de vista, há cinco desafios críticos que as redes sociais enfrentam, hoje em dia 

8:29 Primeiro, não sabemos como lidar com rumores. Os rumores, que confirmam os preconceitos das pessoas, são considerados verdadeiros e espalham-se por milhões de pessoas.

8:41 Segundo, nós criamos as nossas próprias câmaras de eco. Temos tendência a comunicar apenas com pessoas que concordam connosco e, graças às redes sociais, podemos silenciar, deixar de seguir e bloquear todas as outras pessoas.

Terceiro, as discussões online rapidamente se transformam em multidões zangadas.

9:02 Todos nós provavelmente sabemos isso. É como se nos esquecêssemos que as pessoas por detrás dos ecrãs são mesmo pessoas reais e não apenas avatares.

9:12 Quarto, tornou-se verdadeiramente difícil mudar de opinião. Por causa da velocidade e da brevidade das redes sociais, somos forçados a tirar conclusões precipitadas e a escrever opiniões acutilantes em 140 caracteres sobre assuntos complexos do mundo. E, logo que o fazemos, fica para sempre na Internet, e temos menos motivação para mudarmos de posição, mesmo quando surgem novas evidências.

9:39 Quinto — e, na minha perspectiva, este é o mais crítico — hoje as nossas experiências com as redes sociais estão planeadas de um modo que favorece a difusão em lugar de envolvimento, favorece as publicações em vez de discussões, os comentários vazios em vez de conversas profundas. É como se concordássemos que estamos aqui para falarmos uns para os outros, em vez de falarmos uns com os outros.

10:04 Eu testemunhei o modo como estes desafios críticos agravaram a polarização já existente na sociedade egípcia, mas isto não tem apenas que ver com o Egito. A polarização está a crescer em todo o mundo. Precisamos de nos esforçar por compreender como é que a tecnologia poderá ser parte da solução, e não parte do problema.

10:26 Há um grande debate hoje em dia sobre como combater a intimidação online e como combater as provocações. Isto é muito importante. Ninguém poderá dizer o contrário. Mas também precisamos de pensar em como conceber experiências de redes sociais que promovam o civismo e recompensem a ponderação. Sei por experiência que, se escrever uma publicação mais sensacionalista, mais parcial, por vezes irada e agressiva, tenho mais gente a ver essa publicação. Vou ganhar mais atenção.

10:58 E se nos focarmos mais na qualidade? O que é mais importante: o número total de leitores de uma publicação que escrevemos ou quem são as pessoas que têm impacto e que lêem o que escrevemos? Não poderíamos simplesmente dar mais incentivos às pessoas para se envolverem em conversas, em vez de apenas difundirmos opiniões a toda a hora? Ou recompensar as pessoas por lerem e responderem a pontos de vista com os quais discordam? E também, tornar socialmente aceitável mudarmos de opinião, ou até mesmo recompensar essa mudança? E se tivermos uma matriz que diga quantas pessoas mudaram de opinião, e isso se tornar parte da nossa experiência nas redes sociais? Se eu pudesse seguir quantas pessoas vão mudando de opinião, provavelmente escreveria com mais consideração, tentando eu próprio mudar, em vez de apelar às pessoas que já concordam comigo e “gostar” apenas porque acabei de confirmar os preconceitos delas.

11:54 Também precisamos de pensar em mecanismos eficazes de “crowdsourcing” para verificar informações largamente difundidas online e recompensar as pessoas que contribuam para isso. Em suma, precisamos de repensar o ecossistema atual das redes sociais e redesenhar as suas experiências para recompensar a ponderação, o civismo e a compreensão mútua.

12:16 Enquanto crente da Internet, juntei-me com alguns amigos, iniciei um novo projeto, na tentativa de encontrar respostas e explorar possibilidades. O nosso primeiro produto é uma nova plataforma para conversas. Estamos a acolher conversas que promovem a compreensão mútua e, com sorte, mudam mentalidades. Nós não alegamos ter as respostas, mas começamos a experimentar com diferentes discussões sobre assuntos muito fracturantes, tais como raça, controlo de armas, o debate sobre os refugiados, a relação entre o Islão e o terrorismo. Estas são conversas que importam.

12:53 Hoje em dia, pelo menos uma em cada três pessoas no planeta tem acesso à Internet. Mas parte desta Internet mantém-se refém dos aspectos menos nobres do nosso comportamento humano.

13:09 Há cinco anos, eu disse: “Se quiserem libertar a sociedade, “só necessitam da Internet.”

13:18 Hoje, acredito que, se queremos libertar a sociedade, temos primeiro de libertar a Internet. Muito obrigado. (Aplausos).

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Parecer da Matrix/DNA:

O texto serve como evidencia para a teoria que descrevi acima. A polarização surgiu entre grandes predadores ( aristocracia por trás dos generais do exercito) e os islamitas, as ovelhas. Enquanto isso, as pessoas de centro ( os lobos, as raposas) se viram impotentes, mas sera’ sempre assim pois na verdade, é a classe mais fraca das três. Eles não tem a força, a ferocidade e radicalismo dos leões para sujeitar o enorme numero de todas as ovelhas, ao mesmo tempo que não tem a força para vencer os leões.

Mas e’ preciso lembrar que a humanidade veio da selva na forma de um ancestral que era carnívoro e vegetariano ao mesmo tempo. O que significa que ao nascer, cada humano ainda não tenha determinado instinto. Sera a educação familiar e social no local onde ele nascer, a cultura que modela seu comportamento, que fara expressar um dos três instintos. Alem disso, mesmo que a pessoa nasça, digamos dentre as ovelhas, alguma forma de mutação casuística ao nascer pode revelar uma ovelha com tendencia a predador. Sao vários exemplos, um bem conhecido e’ o caso do Presidente Lula, do Brasil.

Segundo Wael, ninguém conseguia mudar de opinião. Isto porque a opinião esta’ determinada no inconsciente, na psique. E por fim ele denuncia a vileza do comportamento humano. Sim, é um comportamento forjado pelo estado de caos da Natureza.

E o comentario que postei no TED:

Louis Morelli – Posted 3/10/2017
For his project and dealing with movements like that in Egypt, the engineer Wael need a Biologist and a Psychologist. There was/is no polarization, but three groups, included the group of Wael. The very cause goes back to humans origins and even life’s origins. I learned it living years isolated at Amazon jungle, from where came ours ancestrals.

All social systems created by humans ( be it monarchy, communism, capitalism, etc.) mimics the division of power and the rules among the animals in the jungle. There is the big predators ( the aristocracy behind the arm’s chiefs), the medium predators ( the medium class of Mr. Wael) and the preys (the islamitas). These instincts are encrypted at our genetics which produces our psyche. The bias for predators has hidden canines in their physique and they will die trying to keep their territories and preys, because they can not live in a equalitary system.

Internet is merely a tool being driven by humans. The nature of humans is the decision making. If you want a movement towards the transcendence of humans before their extinction due the transformations of the planet, you need a strategy for exorcising these instincts from our genetics and its product – the psyche. And the unique strategy that is trying to do it and has the weapons for doing it is the Matrix/DNA world view