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O Irracional Mundo Quântico…Dominado Pelo Racionalismo da Matriz?

terça-feira, outubro 20th, 2009

 O comentário abaixo, lido no web site Beliefnet.com, além de ser muito interessante, me acendeu uma luzinha lá no cocuruto. Parece que a Matriz tocou sem querer neste fenomeno a 20 anos atrás e resolveu um problema da quantica que eu nào sabia que era um problema. Mas se tiver mesmo uma relação entre o que os modelos sugeriram e o mundo quântico, ela desvenda a estranheza e a impreditabilidade do nível quântico, sugerindo que a Razão Humana não apenas pode entende-lo como também prevê-lo e domina-lo. Vamos ver o comentário feito por Gordon J. Glover, em October 15, 2009 1:54 PM, que tem o website http://www.beyondthefirmament.com , no blog Astronomy and Faith do Beliefnet.com em:

 http://blog.beliefnet.com/scienceandthesacred/2009/10/astronomy-and-faith_comments.html

     “Just consider the inherent wierdness of the quantum level. If sub-atomic events unfolded on scales that we could percieve, we would probably be forced, in our ignorance, to invoke some sort of spirit realm to explain them. How did my wife run only one errand, and yet she got groceries and picked up the dry cleaning? Answer: she followed two different paths and performed both tasks at the same time! To prove it, there is food in the fridge and starched shirts in my closet. The only problem is that if I open the fridge and observe the groceries, my shirts revert back to being at the cleaners. And if I open the closet and observe my shirts, the groceries “wave function” collapses back to the grocery store. What kind of twilight-zone world is this? These exact situations are encountered when the fundamental building blocks of matter are studied — blurring the line between science and philosophy.”

Essa história do tempo indo para frente e para trás ao mesmo tempo já me fez ficar meio zonzo porque os modelos da Matriz estão sugerindo que isto realmente acontece. Pena que não posso agora por um gráfico que fiz a 25 anos atrás na selva amazônica, num papel de embrilhar pão e agachado sôbre joelhos quando parei numa caminhada atacado pir uma intuição. Mas vou deixar este artigo em suspenso e se não encontra-lo vou tentar refazê-lo e por aqui. Pondo os rastros do Universo,  como se fosse um sistema natural sob evolução,  subindo uma escada aparece uma linha que sobe tres degraus (nasce, cresce, estabiliza ou amadurece) e escorrega dois degraus (degeneração pela entropia e fragmentação do cadaver) e então a partir do segundo degrau volta a subir ( pelo ramo paralelo da reprodução) mais tres degraus, para escorregar mais dois… e assim continua repetindo esse ciclo.

 Agora retiramos a escada e extraimos apenas a linha das pegadas, com seu desenho peculiar, e projetamo-lo sobre o grafico cartesiano tendo como coordenadas o tempo e o espaço. Queremos saber se a existência do Universo, com estes ciclos todos, tem algum sentido racional. Onde as duas coordenadas se cruzam, consideremos como ponto zero, ponto de partida e ali escrevemos “Big Bang”. Transportemos a linha reportando seu ciclo para este grafico calculando o periodo da evolução desde o Big Bang até o primeiro sistema atômico. Continuando somemos mais um ciclo, que seria do sistema atômico ao sistema estelar. E assim por diante… o resultado final vai ser surpreendente! Sobressai seim. um sentido para a existência do Universo, e muito racional. A linha que retrata as pegadas deixadas pelo caminhar do Universo sob evolução se encurva tôda e retorna ao ponto de partida! Porém’apesar de chegar no mesmo ponto do Big Bang, o que chegou não é mais o que partiu. A matéria tôda que iniciou com o reino das partículas se desfez e foi descartada como a placenta é descartada quando nasce um baby e o que retornou foi uma substancia abstrata, que nesta época de hoje tem a forma da mente humana. O que significa isto?

Muito! Significa que a história da vida do Universo tinha um propósito, e único. Quando a linha do tempo retorna ao espaço zero não ocorre um Big Bang para dentro, como foi o anterior, mas sim um Big Bang para fora. Quer dizer: se todo o espaço serviu como uma espécie de ovo gestando esta “mente” ( e não se surpreenda se esta tal de dark matter for uma espécie de liquido amniótico, enquanto a dark energy então deverá ser uma espécie de energia da gestante que nutre todo embrião), o corpo material que tinha nascido com o Big Bang se desfez, e no segundo Bang, o que nasce, para alem deste espaço, para alem deste Universo que desaparece, é uma forma unicamente “mental”. Por isso denominei o grafico naquele dia ali na selva de “Do Big Bang ao Big Birth”. E com aquele grafico, somado com outras pistas sugeridas pelos modelos, foram surgindo as indicações de que este Universo deve ser uma produção genética, que as propriedades vitais deviam existirem ao menos em estado latente nos sistemas ancestrais, que não houve origens da vida, etc..  

Mas vamos então ver esse negócio de tempo no nível quantico. O comentarista acima disse que se abrir a geladeira o alimento comprado pela irmã estará lá, porëm suas camisas estariam retornando para a lavanderia. E se abrir o guarda-roupa, as camisas vão estar lá, porem aí a comida sai da geladeira e retorna ao super-mercado…

Mas naquela linha que retrata as pegadas do Universo deixadas no grafico tambem acontece a mesma coisa, ou seja, o tempo vai para a frente, normalmente, mas sempre no final de cada ciclo ele dá uma volta sobre si mesmo, retorna ao passado, alcancá um ponto lá atras da linha e recomeça novamente, desde aquele ponto a ir para a frente. Ou seja, o tempo ao reverso bem abaixo do nosso nariz, sem que o percebamos. Mas é facil entender. O que é na realidade, o tempo? O que ”e este tão decantado fenomeno fantasmagórico que tem desaviado a mente humana desde os primórdios, milhares de pensadores se ocuparam dele, centenas de definições foram feitas, e … continuamos sem entender o que é isto? Simples: tempo é uma palavra criada pelo ser humano para uma coisa que não existe na realidade. O que existe é sucessão de eventos. Colocando estes eventos na ordem certa, um após outro considerando-se causas e efeitos, aparece uma medida cronológica, mas apenas isto. Tanto se fantasiou, tanto cresceu uma superstição num fantasma, que hoje se pensa que tempo seja uma entidade, algo que exista de per se. Mostrem-mo-lo. Não existe.

Quando a linha do Universo no grafico vai para traz, siginifica que a entropia atacou o sistema, o qual começa a se desfazer a partir da superficie ou periferia, rumo ao centro. Isto significa que o sistema vai perdendo as ultimas informações que ele conquistou ao evoluir. Ou seja, o sitema está involuindo, retornando a sua infancia, não em idade, mas em forma. Nós não vemos isso ocorrer porque essa involução ocorre numa linha paralela à linha da evolução: a linha que vinha subindo a escada chega a um ponto, ni terceiro degrau, ali se estagna por alguns momentos porem sem deixar de mover-se horizontalmente e no sentido reverso ( para dentro), aí começa a cair, desenha um meio circulo e reencontra a linha que vinha subindo, num ponto do passado, ou seja, antes do sistema adquirir 80% das informações que o possibilitaram dar o seu salto evolutivo. Vai daí que, por exemplo, quando um dos répteis se tornou mamífero, a evolução continuou através do mamifero, mas enquanto ela ia em frente, os répties decaíam, a começar pela ultima de sua mais evoluida forma, os dinossauros. E essa queda está ocorrendo, até que os répteis tornados um beco sem saída, se tornem uma ramo que sai da arvore genealógica, seque e se extinga. Para eles, a sucessão de causas e efeitos está caminhando ao contrario, e como os humanos acharam que denominar esse caminhar de “tempo”, o tempo está ao reverso. Foi assim com atomos, galaxias,… e vai acontecer com mamiferos se não tomar-mos cuidado… a involução começa pelo desaparecimento da ultima forma mais evoluida, no caso, a espécie humana. Não se apavore que isto não vai acontecer pois em nös surgiu a mente consciente e esta vai ao Big Birth, e não vai acontecer porque desmascaramos a Matriz que já nos levou à queda uma vez, mas não vamos repetir a mesma burrada do Adão, certo?

Bem, tudo isso ficará mais claro quando eu retornar aqui com os calculos do Universo subindo a escada do tempo… glug… digo, da História, e do grafico cartesiano intitulado “Do Big Bang ao Big Birth.