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Água-viva: mais que plasma e veneno

segunda-feira, junho 13th, 2011
New York Times
Por Por Natalie Angier, de Baltimore | New York Times – qui, 9 de jun de 2011

Até conhecer Doug Allen, o magro aquarista veterano com rabo de cavalo que me conduziu pela exposição extremamente popular de águas-vivas (também conhecidas como medusas ou alforrecas) no Aquário Nacional, minha experiência pessoal com elas se resumia basicamente a usá-las como desculpa para não ir nadar: “Uma água-viva pode me queimar!” Não foi isso o que aconteceu com 1.800 pessoas na costa da Flórida semana passada? Então, quando Allen parou de repente, trepou numa escada até o topo de um dos tanques e perguntou se eu queria segurar uma medusa-da-lua, meu primeiro impulso foi derrubar alguns alunos que estavam na frente enquanto eu disparava para a porta. Meu segundo impulso…

Tarde demais. Uma medusa-da-lua com sete centímetros de diâmetro havia sido largada em minhas mãos e meu medo logo se dissolveu em fascinação. A água-viva cintilava e brilhava. Com os tentáculos recolhidos, ela lembrava um sabonete de glicerina redondo, quem sabe um diafragma transparente, e parecia ao mesmo tempo firme, balançante e viscosa, como uma fatia de fígado envolta em ovo cru. E com todo o vigor de meus carinhos, não detectei ardência.

“O veneno da medusa-da-lua comum é muito fraco”, disse Anders Garm, que estuda águas-vivas na Universidade de Copenhague. “Seria preciso beijá-la para sentir”. Não havia risco disso, mas quando nos separamos, ela havia deixado um beijo na palma da minha mão, um filme grudento surpreendentemente difícil de tirar. Obrigada, minha pequena lua de mel.

Entre o grande inventário de criaturas multicelulares da natureza, a água-viva parece o outro definitivo, o mais alienígena possível que seres móveis podem ser em relação a nós dentro do reino animal. Onde fica a cabeça, o coração, as costas, a frente, os conjuntos idênticos de partes e órgãos? Onde está a simetria bilateral?

Ainda assim, se alguma dinastia taxonômica está destinada a receber o título de mais original, da designação de animal terráqueo genuinamente emblemático, e também para marcar o resto de nós, alienígenas arrivistas, esse posto cabe à água-viva. Um grupo diversificado de milhares de espécies de invertebrados pegajosos em formato de saco encontrado pelo mundo inteiro, a água-viva é um animal absurdamente antigo, datando de 600 milhões a 700 milhões de anos atrás ou mais. É praticamente o dobro da idade dos primeiros peixes ósseos e insetos, três vezes mais velhos do que os primeiros dinossauros.

“É o animal com múltiplos órgãos mais antigo da Terra”, disse David J. Albert, especialista em água-viva do Laboratório Biológico Marinho Roscoe Bay, Vancouver, Colúmbia Britânica.

Mesmo com toda sua nobre antiguidade, a água-viva tem sido há muito tempo ignorada ou mal compreendida pelas principais correntes científicas, rejeitadas como um protoplasma estúpido com boca. Agora, numa série de novos estudos, pesquisadores descobriram que existe uma complexidade muito maior e sutileza nas medusas do que podemos ver. Na edição de 10 de maio de ‘Current Biology’, Garm e seus colegas descrevem o surpreendente sistema visual do cubozoário no qual um conjunto interativo de 24 olhos de quatro tipos distintos _ dois dos quais muito parecidos com os nossos _ permite que essa água-viva navegue feito um marinheiro experimentado pelos manguezais onde habita.

Em ‘The Journal of Experimental Biology’, Richard A. Satterlie, biólogo marinho da Universidade da Carolina do Norte, campus de Wilmington, recentemente contestou o senso comum de que a água-viva não tem qualquer semelhança com o sistema nervoso central de que nós, vertebrados mais evoluídos, nos orgulhamos tanto. A distribuição das células nervosas da água-viva pode ser comparativamente mais espalhada do que num animal com cérebro e medula espinhal óbvios, afirmou Satterlie, mas a disposição está longe de ser confusa. Investigações detalhadas recentes da arquitetura neural e sua atividade revelaram evidências de ‘condensação neuronal’, lugares onde os neurônios se aglutinam para formar estruturas distintas que atuam como centros integradores _ recebendo a informação sensorial e a traduzindo na resposta apropriada.

“No fim das contas, a água-viva faz muito mais do que as pessoas pensam e quando os livros escolares dizem que elas não têm sistemas nervosos centralizados, isso está completamente errado”.

Albert dá um passo além, insistindo ser justo declarar que a água-viva tem cérebro. Ele passou anos estudando a população residente de medusa-da-lua em Roscoe Bay, começando pela simples questão: como pode haver uma população residente? A maré enche e esvazia a baía todos os dias. As águas-vivas deveriam ser como o plâncton, à mercê das marés. Então por que não são simplesmente levadas pela maré para o mar aberto, somente com um boa-noite da lua?

Albert descobriu que as águas-vivas não são flutuadoras passivas. Quando a maré começa a vazar, elas pegam a onda até atingirem uma barra de cascalho, quando então mergulham atrás de águas tranquilas. Elas permanecem nesse oásis calmo até a maré começar a encher, quando sobem e são levadas para a baía. Ele também descobriu que as águas-vivas têm medidores de salinidade e, no verão, evitam a água doce lançada na baía pelo degelo das montanhas, voltando a mergulhar até encontrarem um nível de sal agradável. Elas gostam de se agregar em bandos e, por meio de assinaturas moleculares na parte externa dos sinos, podem distinguir entre medusas amigas e espécies predatórias de água-viva que podem comê-las.

“Se uma medusa-da-lua é tocada por uma água-viva predadora, ela se vira e nada para cima”, disse Albert. “Mas quando bate em outra espécie benigna de água-viva, como costuma fazer, não acontece nada”.

O registro de atividade da água-viva cresceu demais para ser ignorado. “Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”, ele argumentou durante uma entrevista telefônica. “Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.

Escrevendo no começo do ano para ‘Neuroscience and Biobehavioral Reviews’, ele sumarizou suas observações comportamentais sob o título “O que uma água-viva tem na cabeça?” Ao que ele respondeu: “Muita coisa”. Cérebro, beleza e também cafonice. Entre as medusas em exibição em Baltimore estavam as que pareciam corações pulsantes, outras, cogumelos malhados, também havia algumas como guarda-sóis com babados demais, e esta aqui daria um chapéu elegante para um casamento real.

“É um abajur estilo ‘lâmpada de lava’ vivo”, disse Jack Cover, curador-chefe do aquário. Segundo Allen, os visitantes ficam tão hipnotizados por elas que “as águas-vivas têm uma popularidade próxima da dos golfinhos”. O que é uma coisa boa, considerando que a infraestrutura necessária para manter saudáveis as sílfides de carne mole pode custar milhões. “Manter águas-vivas é uma arte refinada”, disse Vicky Poole, gerente da exposição. “É quase como manter muco”.

Todavia, elas não têm problemas para sobreviverem na natureza e são encontradas em alto-mar, regiões costeiras, lagunas e algumas se viram na água doce. Com uma exigência modesta de oxigênio, as águas-vivas podem viver em “zonas mortas” depois das algas e outras águas poluídas impraticáveis para a maioria da vida marinha _ nada surpreendente para um grupo que sobreviveu a cinco extinções em massa.

Águas-vivas adultas variam em tamanho desde a australiana irukandji, do tamanho de uma unha, à medusa-juba-de-leão, que tem um sino de 2,5 a 3 metros de diâmetro e tentáculos arrastando-se por 30 metros ou mais.

Uma característica das águas-vivas é a simetria radial, um plano corporal concêntrico mais comumente associado a flores do que animais e que lhes permite nadar ou flutuar em linhas retas. Todas elas são carnívoras, alimentando-se de plâncton, crustáceos, ovas de peixe, pequenos peixes e outras medusas, ingerindo e expelindo pelo mesmo buraco conveniente no meio do sino.

Elas não caçam de forma ativa e usam os tentáculos como redes flutuantes. Se um peixe tocar nas extensões muitas vezes invisíveis, a pressão aciona as células do tentáculo responsáveis pela ferroada a lançar arpões minúsculos com neurotoxinas. Nas espécies mais venenosas, as toxinas agem rápida e inequivocamente, para impedir qualquer dano ao delicado tecido do predador.

“Se uma água-viva fosse engolir um pitu que não estivesse completamente morto”, explicou Garm, “ele furaria seu estômago”. Alguns desses venenos infalíveis terminam tendo potência suficiente para matar animais muito maiores que a medusa não tem intenção de comer, como humanos. O mais famoso é a medusa australiana vespa-do-mar, cujo ferrão pode matar um homem adulto em questão de segundos ou minutos. Contudo, como os arpões são rasos, os australianos descobriram que podem se proteger enquanto nadam em águas com vespas-do-mar simplesmente cobrindo a pele exposta com uma meia-calça.

As medusas da classe Cubozoa parecem levar muitas coisas a extremos. Num novo relatório sobre cubozoários, Garm e seus colegas buscaram entender por que as criaturas desenvolveram uma bateria de olhos tão complexa. Alguns dos tipos de olhos servem apenas para medir a luz e a sombra, como em outras águas-vivas. A equipe se concentrou num tipo de olho refinado só encontrado em cubozoários. Os olhos têm córnea, cristalino e retina, como os de humanos, e ficam suspensos em pedúnculos com cristais pesados numa ponta, uma espécie de giroscópio para garantir que eles estão sempre apontados para cima. “O cristal funciona como peso”, disse Garm. “Não importa como a água-viva se reorienta, o pedúnculo dobra e os olhos são virados para cima”.

Por que olhar fixamente para o céu? Os pesquisadores determinaram que ela olha para cima buscando orientação navegacional. Os animais vivem e se alimentam entre as raízes subaquáticas das árvores de manguezais sombrios. De noite, são levadas das árvores e afundam no leito lodoso da laguna aberta. De manhã, precisam voltar às raízes ou passar fome. Elas rumam à superfície e os olhos voltados para cima vasculham o céu, até encontrar a copa das árvores do mangue, quando começam a nadar para casa.

E-Book da Matriz/DNA, Dreamweaver, Renda Mensal

terça-feira, maio 24th, 2011

“Sales of digital books in the U.S. rose to $441.3 million in 2010, more than two and a half times the year-earlier number, according to the Association of American Publishers. E-books made up 8 percent of trade-book revenue last year, up from 3 percent in 2009.”

Preciso urgente instalar o dreamwever para montar o e-book. Está na hora, é o momento da oportunidade  e preciso garantir uma renda mensal para poder trabalhar com a Matriz/DNA.

Nova Bomba para a Matriz/DNA: Nebulosa com forma de DNA!

quarta-feira, maio 18th, 2011

Nebulosa com forma do DNA

 

Conforme o artigo abaixo foi descoberta uma galáxia com forma de DNA. A Teoria da Matriz/DNA trouxe uma idéia nunca pensada antes:  o código da vida seria apenas uma forma mais evoluída de uma fórmula-matriz  que vem organizando a matéria em sistemas desde as origens do mundo. Isto porque observei que um mesmo padrão de circuíto sistêmico que se encaixa perfeitamente no DNA tambem está presente desde átomos a galáxias. Isto foi em 1980. E agora descobre-se estruturas astronômicas com formato do DNA. Claro que pode ser apenas aparências, não vamos nos precipitar. Nunca estudei nebulosas sob o ponto de vista da Matriz/DNA, procurando sua presença ali, ou como a Matriz teria passado por elas. Mas o novo fato vai merecer êste estudo.

   

 Astrônomos descobrem nebulosa com forma de DNA na Via Láctea

Astrônomos divulgaram no dia 15/03 (quarta-feira) que descobriram uma nebulosa torcida como se fosse a dupla hélice do DNA. “Ninguém viu nada assim antes no cosmos”, disse Mark Morris, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles. A maioria das nebulosas é como “conglomerados de poeira e gás sem forma definida”, disse Morris em comunicado, acrescentando “o que estamos vendo indica um alto grau de ordenamento“.

A descoberta da nebulosa torcida, que tem um comprimento de 80 anos-luz, no centro da Via Láctea, foi publicada na revista científica Nature.

“Vemos duas cadeias intercaladas enroladas uma na outra, como numa molécula de DNA”, disse Morris. As cadeias da nebulosa podem ter sido torcidas por campos magnéticos no centro da Via Láctea. Esses campos magnéticos são indiretamente produzidos pelo buraco negro que está no centro da galáxia. Mas antes da matéria ser engolida ela escapa pelas bordas do buraco negro, gerando um movimento de rotação. Esse movimento gera os campos magnéticos, que por sua vez torcem a nebulosa, afirmou Morris.

Mas o que exatamente cria a onda de torção ainda é um mistério, mas Morris não acredita que o culpado seja o buraco-negro, e sim um disco de gás que orbita o buraco-negro, chamado “disco circumnuclear”, que Morris acredita ser a “âncora” do campo magnético.

A nebulosa está relativamente próxima do buraco negro, a apenas 300 anos-luz de distância. A Terra está a mais de 25 mil anos luz desse mesmo buraco.

Referência: http://newsroom.ucla.edu/portal/ucla/Astronomers-Report-Unprecedented-6903.aspx?RelNum=6903 

Artigo da Yahoo (em português);
Artigo da Universe Today;
Artigo da Science a gogo

Aplicações/Estudos da Matriz/DNA

sexta-feira, maio 6th, 2011

Vamos explorando tudo o que se relaciona à Matriz/DNA. O sentido do sistema é:

1) nasce (F.1);

2) cresce (F.2);

3) recebe luz (F.3); 

4) se reproduz (F.4);

5) emite o ramo lateral (F.5); 

6) torna-se luz (F.6);

6) amadurece, degenera (F.7);

7) morre, se decompõe (F.1).

Exemplos de como o sistema funciona.

A) O Sistema de um show, festa, num parque:

1) Nasce: você surge para o sistema, tendo saído de uma fonte, a qual foi a Função 1. Você surge na portaria dentro de um carro com amigos ou familia;

2) Cresce: recebe os tickets, passa nas barracas/trailers e compra bebidas, lanches (isto se mistura com F.3 onde o “receber luz” é receber as provisões para se alimentar);

3) Se reproduz (aqui troca com 4 – recebe luz): desce do carro entregando a chave para o manobrista que o leva para o estacionamento (corresponde à emissão do ramo lateral em F.5);

4) recebe luz – você assiste o show;

6) degenera: o show começa a terminar, todos cansados.

7) Morre: se encontra com o carro (o que acontece na Função 1) e sai do sistema. O mesmo sistema será reciclado com o próximo show.

A Mente É Uma Substância? Está a Um Passo Nessa Confirmação a Matriz/DNA

quinta-feira, abril 28th, 2011

Dentro do cérebro acontecem cenas semelhantes às que vemos no céu: estalos de relâmpagos onde raios de energia se ramificam e se desfazem na substância gazoza das nuvens. Se aqui uma árvore com suas longas raízes submersas no solo atraem raios, no cérebro um neurônio com suas longas dendrites atraem os sinais elétricos das sinapses. A semelhança das cenas não é mera coincidência. Foi essa Natureza com raios e trovões que produziu o cérebro e logo, filho de peixe, peixinho parecerá.

Mas não temos os sentidos evoluídos para visualizar de fato o que são os nossos pensamentos, nossa mente foi fecundada ainda ontem nos tempos astronômicos e as ultimas notícias que nos vem das Ciências Neurológicas indicam que ela começou a apenas 200.000 anos atrás. A auto-consciência humana ainda não tem ou não ativou sua própria percepção visual para ver sua imagem refletida num espêlho, portanto se encontra na situação ainda, ou do feto que se forma, ou do recem-nascido que ainda não abriu os olhos e não tem idéia de como é seu corpo.

Mas temos a intuição de que nossa mente não é uma substância comum, palpavel e visivel aos nossos olhos nus. Ela representa mais um grande salto evolutivo, daquêles explicados por Steven Jay Gold em sua teoria do “puntuactun equillibrium”.

Como a Natureza produz novas substâncias que nunca existiram antes ao menos nestas regiões do tempo e espaço? É fácil entender se relembrar-mos como a Matriz/DNA explicou a origem da vida, ou seja, dos sistemas biológicos. Antes o mundo aqui era apenas constituído de esferas astronomicas organizadas num sistema mecânico porque, nossos ultimos ancestrais não-vivos, os sistemas astronomicos, foram confeccionados apenas com os estados sólido e gasôso da matéria. As relações e interações entre êles se resumiam às reações nucleares, radiações, jôgo de fôrças eletro-magnéticas, as quais, em seu conjunto, resultavam num sistema extrema e exclusivamente mecanizado, como o mecanismo de relógio Newtoniano. Mas como explica a Matriz/DNA, êstes sistemas estelares em suas interações produziram novas espécies de astros, como os quasares, pulsares, buracos negros, e daí se montou os sistemas galácticos. Ora, nossos modêlos dêstes sistemas revelam tôdas as premissas ou principios das propriedades vitais que surgiriam mais tarde, desde os processos digestivos à engenharia da reprodução sexual. Portanto as máquinas Newtonianas receberam uma cobertura biológica e estas produziram nas superficies de alguns planetas um novo estado da matéria, nunca existido antes: o líquido. Do liquido se originaram as reações químicas que produziram a “soft matter”, a matéria flexível, maleável, modelável e no fim todos sabemos o resultado; sistemas galácticos geraram sistemas celulares, à sua imagem e semelhança. Filho de peixe, peixinho parecerá.

A caverna puxou os trogloditas e gorilas para um convivio nuclear de cujas reações houve um salto evolutivo mental, e apesar de ainda não entender-mos como foi êsse processo, surgiu daí um novo estado da matéria, e com ela, essa ainda menina-criança que é a auto-consciência humana. Mas quando descemos mais no passado, esclarecidos agora com essa cosmovisão da Matriz/DNA, e munidos do conhecimento do elo entre a vida e a não-vida, não apenas chegamos a um Big Bang biológico como tendo sido um evento semelhante à fecundação reprodutiva, como tambem continuamos além, saímos das fronteiras do Universo e vamos ver os ancestrais da matéria, vórtices fantasmagóricos quânticos, funcionando como bits-informação ou genes do sistema que gerou êste Universo material.

Parece-nos estar-mos dentro de um Ôvo Cósmico, onde a matéria perceptivel seria a placenta, a matéria escura seria o amnion, e nós, sêres pensantes, os genes de nosso futuro e unico corpo… mental! Aleluia!

O problema é que tôda essa História Universal semelhante ao que acontece dentro da barriga de uma mulher grávida indica com fôrça intrigante que aquêle sistema criador misterioso já era… inteligente! Porque pai de peixinho, também peixe parecerá, e se somos como peixinhos inteligentes…

Portanto,  ou provavelmente, o sistema extra-universal, ex-machine, era, ou ainda é, auto-consciente, também deve ter uma substância mental, a qual talvez banhe todo o Cosmos como um oceano. Mas suas relações conosco devem ser naturais, sem milagres, e estamos sujeitos aos imprevistos assim como estávamos quando éramos embriões ainda no útero materno. Nosso mundo não parece ter sido inteligentemente desenhado, assim como os pais geradores de um embrião humano não precisaram de inteligência e não a aplicaram para fazê-lo, mas eram inteligentes.

No final disso tudo resta a dúvida: parece mesmo existir uma substância mental como as nuvens no céu, parece que ela é uma substância quase abstrata apesar de ter fôrça para atuar sôbre a matéria, movendo, dirigindo, nosso corpo material, mas teria ela sido criação ao acaso da matéria aqui ou teria ela uma existência extra-universal como uma dimensão à espera de que atingíssemos o grau evolutivo de sistemas biológicos para então se encarnar? Seria a subst6ancia mental uma espécie de característica herdada mas retrógrada, como daquêles genes que entram em ação mais tarde, produzindo bigode nos machos e ovulação nas fêmeas?

Enquanto essa questão me ocupa os pensamentos dia e noite, me fazendo às vêzes na pia do banheiro botar o creme dental no pente e lambuzando os cabelos, minhas mãos tentam trabalhar com os instrumentos disponíveis cada vez mais sofisticados na tentativa de alcançar essa substância. Mas precavido pela Razão de que posso retornar dessa busca deprimido com a possível prova de que ela não passou de mero sonho esperançoso de possuir uma alma que prolongue ao infinito nossa existência.

Certo que estamos abandonados nesta vida solitária mental e sujeitos a tragédias e predadores monstruosos, mas isso sempre aconteceu com todos nossos sistemas ancestrais. Até mesmo nas galáxias o ciclo de existência de um astro passa por duas fases: a primeira onde se vê como ôvo botado fora e abandonado à própria sorte flutuando nos frios espaços interestelares e a segunda onde se descobre que na verdade nunca fôra abandonado, que nunca saíra fora do sistema que o gerou, e que se vê confortavelmente instalado e protegido sob as asas gravitacionais de uma estrêla que o acalenta e o amamenta com sua energia radiosa. Nossa esperança é que a realidade daqui seja a mesma realidade do antes e alem das origens dêste Universo, que apesar de estarmos momentâneamente sujeitos aos desatinos das monstruosidades na matéria que talvez nossos próprios ancestrais ainda não biológicos criaram, na verdade nunca tenhamos sido abandonados por uma possível substância mental que exista naquela realidade além das dimensões quânticas. Oxalá! E graças meus pais extra-universais, pela nossa inteligência, que assim mantem esta vida como uma aventura interessante.

“Matrix”: O que é e como funciona a verdadeira “Matrix/DNA”

quinta-feira, abril 28th, 2011

Fui obrigado a “postar” um comentário num fórum do site abaixo devido a tanta discussão do tema. O comentário é uma nova maneira de explicar a Matriz/DNA.

http://www.adorocinema.com/filmes/matrix/comentarios/#Comment-63339

Louis C. Morelli em 28/04/2011

Vivemos numa realidade real ou virtual?  O que fazer para garantir sua liberdade.

É simples: se nós não criamo-mo-nos a nós próprios, fomos criados por algo e existimos sob a lei dêsse “algo”. Nenhum humano sabe com certeza o que é êsse algo, mas todos os fatos reais que conhecemos de fato são evidências para uma identificação dêsse algo: o mundo material. Êste é a “Matrix”. E nos resta apenas um caminho na busca da resposta: pesquisar êsse mundo material nas suas duas dimensões de tempo e espaço, ou seja, indo o mais longe possível no espaço e observar o futuro mais distante possível, além de tentar desvendar o passado mais longínquo possível. O resto, tôdas as crenças,… serão sempre meras conjecturas, teorias, opiniões. Ninguém de nós vai saber a verdade antes de morrer.

Nêsse meio tempo, devemos tentar elaborar teorias bem fundamentadas em fatos e eventos reais, naturais, que possam ser demonstrados, ou seja, cientificas. Por meu lado tentei elaborar uma teoria, já que nenhuma das existentes me satisfazem. E como resultado final se apresentou uma “Matrix”. Trata-se de uma fórmula natural, uma fórmula de sistema natural que tem se encaixado em todos os sistemas naturais conhecidos até agora, desde átomos, a galáxias, ao corpo humano. Eu a apresento no meu website na forma de um simples diagrama de software porque assim é fácil entendê-la. Essa fórmula tem sido a responsável por conduzir a matéria – ou ao menos uma porção dela – a se organizar em sistemas e cada vez mais complexos, o que indica a veracidade de existir uma evolução universal.

A maior surprêsa surgiu quando percebí que o DNA é essa mesma fórmula, porém apenas a versão biológica dela, sendo que detectamos suas versões electro-magnética, atômica, astronômica e inclusive, quântica. Por isso dei-lhe o nome de “Matrix-DNA”.

Então essa fórmula – que é nossa verdadeira criadora e de todo o ambiente em que existimos – é um código. E há muitos indícios de que seja um código elaborado por uma inteligência. Mas seja como for (e desde que sua versão mais longínqua no passado é a de vórtices não-materiais, aos quais demonstro como podem ser uma variação do DNA), ela veio de algo existente antes das origens dêste Universo material.

Portanto a idéia dos dois irmãos filósofos ao fazerem êste filme onde viveríamos uma existência não-autonoma, e relacionarem a Matriz com o código do DNA foi muito feliz. Mas eu havia registrado os direitos autorais da teoria e modêlos da “Matriz-DNA” no Brasil dêsde 1989, e depois requerí os copyrights nos EUA em 2002, portanto anos antes de sair o filme ( os numeros dos registros estão no meu website).

Em ambos os registros tive que enviar os originais, os quais ficam na Biblioteca Nacional dos dois países disponíveis ao publico. Óbviamente quando ví o filme me sentí lesado e desconfiado de plágio, mesmo porque tem havido muitas cópias e usos de meu material por laboratórios inclusive europeus, por outros websites, e até mesmo a Secretaria da Educação (sem saber que o trabalho é de autoria de um brasileiro, pois meu website é fundamentado nos EUA), usou minhas imagens para inserir nos livros escolares.

Mas eu não acredito em plágio e prefiro outra hipótese. Nós estamos atingindo um nível evolucionário em que nossa mente é um novo sistema e está se estruturando na mesma configuração da fórmula da Matriz/DNA. Isto porque também o cérebro apresenta a mesma configuração. Mas essa mente tem a capacidade de ser auto-consciente, ou seja, pela primeira vez na História Universal um sistema natural pode olhar-se a si mesmo e de fora perceber que existe no espaço e no tempo. Quando isso acontece, êsse sistema percebe em si a existência da fórmula, da Matriz. Ora, isso deve ocorrer a nível da Humanidade inteira, claro que, primeiro com os que estavam estudando isso. Mas para os atrasados nessa área quando vêm a fórmula deve ocorrer um processo de auto-identificação, mesmo tão sutíl que não se o perceba de imediato. A descoberta da existência dessa Matriz está ocorrendo em todos os lugares (basta digitar a palavra “matrix” no Google Search e ver quantos websites), apesar de que a maioria ainda só perceba sombras e não se desperte para o seu significado.

Se a “Matrix” que emergiu das minhas investigações fôr a correta, o filme torna-se uma intuição visionária surpreendentemente real. Porque a Matriz é como uma bactéria que tanto pode ser benéfica ou maléfica, dependendo do nosso livre-arbitrio a qual das suas duas faces somos acessíveis. E a face da Matriz que foi a real criadora dos sistemas biológicos já tinha se fixado como soberana na criação do sistema astronomico que nos envolve, à qual o nosso planeta pertence. É a sua face boa para nós, como sêres apenas materiais, mas má para nós, como seres mentalizados, auto-conscientes. É a face do paraíso eterno, do nosso planeta ajardinado do futuro, porem, mecanizado, robotizado. Sem a liberdade e autonomia da mente. Exatamente como no filme.

Portanto êsse filme, mais a fórmula que apresento, ao menos para mim, é o alerta e o ensinamento do que devemos fazer para receber o inevitável  futuro Brave New World, porem tomando as precauções para que êle não aprisione nossa mente também.

Se alguem estiver interessado em observar a fórmula digite no Google: “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”.

Atenciosamente, Louis Morelli

A Matriz sugere: “Superposição em Mecânica Quântica é o mesmo que Ciclo Vital”.

terça-feira, abril 19th, 2011

O mundo quântico está criando o niilismo e ateísmo entre cientistas, professores e estudantes ao passar a idéia de que existimos sôbre um pantano de areia movediça e portanto não temos futuro nem sentido para a existência. Mas a fórmula da Matriz/DNA está sugerindo o contrário, que o mundo quântico é uma plataforma sólida sob nossos pés e no qual estão os códigos basilares inclusive já determinando nossa transcendência. Aqui vamos apontar alguns d6estes indícios.

Meu estado mental nêstes dias é o seguinte:”A fórmula da Matriz/DNA explica tudo o que existe no mundo perceptivel aos meus sentidos. Ela chegou ao ponto de arremeter-nos para alem das fronteiras deste Universo e apontar na direção de sua causa criadora: um sistema normal, natural, material, porem, inteligente, consciente. Agora tenho dois caminhos. Primeiro é aplicar essa fórmula tecnológicamente, para transformar o meio-ambiente num sistema perfeito para a manutenção do corpo humano; segundo…é procurar se não existe algo mais alem da matéria, porque a falta de um propósito nesta nova visão do mundo é decepcionante. Mas essa busca me causou um repentino mal-estar, quando dias atrás descobrí que na luz estgá o principio do ciclo vital, e ao que parece, o principio do código genético. O mal-estar vem da suposição que a luz é algo tão tênue e abstrato, intocável, que interrompe aí qualquer possibilidade de pesquisa. Seja qual for a fonte emissora ou criadora de universos materiais, ela usa uma substnacia, que é a luz. mas a luz é um abismo entre nós e essa causa primeira, então retornamos à estaca zero, sem uma resposta para a questão do que é a existência, para que existimos, porque estamos aqui, etc.

Mas continuarei a pesquisa, aliás, por varias vêzes eu tinha me deparado antes com obstaculos que pareciam o fim mas sempre conseguí ultrapassa-los. Continuo devagar, aleatóriamente, captando algo aqui, pensando algo acolá, resignado e sem esperança mas que a qualquer momento pode estourar. E assim captei o trecho abaixo, em inglês, que lança mais uma luz sôbre o estudo da luz, da luz como onda, etc.:

“Schrödinger and Heisenberg independently uncovered dual descriptions of particles and atoms. Later, the theories proved equivalent. Then in 1926 Heisenberg’s previous advisor, Max Born, discovered why no one had found a physical interpretation for Schrödinger’s wave function. They are not physical waves at all; rather the wave function includes all the possible states of a system. Before a measurement those states exist in superposition, wherein every possible outcome is described at the same time. Superposition is one of the defining qualities of quantum mechanics and implies that individual events cannot be predicted; only the probability of an experimental outcome can be derived.”

http://seedmagazine.com/content/article/the_reality_tests/P2/

Ora, eu já tinha percebido que a incerteza de Heisenberg se explica porque não posso ver a Maria em todos os estados de seu corpo de 30 anos num só instante. Num instante em que olhei para Maria ela era um baby de um ano. Noutro instante ela era uma adulta de 40 anos. Afinal qual é a maria real? A do primeiro instante ou a do segundo? Se eu fôsse um gigante do tamanho do sistema solar, minha dimensão de tempo seria uma tão lenta de maneira que ao olhar para Maria veria seu mundo e movimentos em vertiginosa velocidade e em dois minutos meus observando-a a veria inicialmente como baby e no final dos meus dois minutos já a estaria vendo como adulta. De maneira que na confusão das imagens, eu não acreditaria que a Maria adulta era a mesma particula que ví no inicio na forma de baby. isto aconteceu com Heisenberg. Quando êle começou a medir alguns dados como velocidade, massa, de Maria baby tentando fixa-la num ponto, ela escorregava de suas mãos. Se ele media volume e partia para medir a massa, o volume já tinha mudado e de maneira que ele podia perceber, mas como êle não sabe que a particula está se transformando sob ciclo vital, quando obtinha a massa acreditava que era outra partícula. jamais obtinha todos os dados de um instante.

Mas a mudança de formas do corpo humano é justamente o que Bohr chama de “diferentes estados de um sistema”. Movimentos, reações, função familiar, de um baby, tudo em conjunto revela um estado de um corpo; o mesmo conjunto de um adulto mostra outro estado. Ele nunca têve a intuição de que os sistemas observados são “vivos”. Quando observamos uma particula podemos ver num instante todos as diferentes formas de seu ciclo vital num só instante porque para nós, o tempo de vida de uma particula é um instante. Por isso, em superposição, todos os possiveis estados passados e os a vir podem ser descritos num só mesmo tempo.

Max Bohr descobriu porque ninguém tinha achado uma interpretação física para a função de onda de Schrödinger: porque ela não têm uma consistência física… apesar de estar presente no mundo fisico. É o mesmo problema que estou tendo para provar a existência e entender realmente a Matriz na sua forma astronômica. Ela não têm uma consistência física. A Matriz astronomica é um sistema que resulta da conexão dos sete tipos de astros. Mas cada tipo é apenas uma forma temporária e quando um está existindo, os outros seis não existem. Assim como quando a Maria está existindo com 33 anos, não existe a Maria de um ano, de 10, nem de cinquenta. Como vou provar a existência de uma coisa que existe mas não existe?

Então de que vale uma coisa que não existe fisicamente? Para que saber sôbre a Matriz? Ora, se eu conseguisse tirar uma cópia de cada nova forma de Maria e as pusesse de lado, no final juntando estas formas na mesma ordem cronológica eu teria um sistema familiar perfeito (se Maria fôsse hermafrodita). Mas o que faria a conexão entre as formas, e de tal maneira que as conectasse tão rigidamente, tão forte, que à volta do conjunto se formasse uma casa, o lar nuclear? Ora, os laços do tempo: o tempo é a conexão invisivel entre o eu adolescente e o eu adulto. Quando se junta as sete cópias num unico ponto do espaço, os sete tempos tornam-se um só. Setenta anos num instante. Todos os canais funcionam ao mesmo tempo. Assim a Natureza colocou as sete organelas/estruturas dentro de uma redoma membranosa e inventou a célula viva! Cada organela era um microorganismo separado vivendo por sua própria conta. Acontece que a mitocondria estava para o ribossomo como o homem está para o macaco: um laço evolucionario, um canal invisivel de tempo. O corpo do robossomo é o mesmo da mitocondria. Os dois se complementam, um depende mortalmente do outro para existir. Se não tivesse havido um adolescente chamado Luis, eu adulto não estaria existindo agora e se eu adulto não existisse agora, o adolescente Luis teria desaparecido sem deixar nem mesmo um cadaver. Isso é a fórmula da Matriz, aqui está a importância de saber que ela existe sem se mostrar: sem ela não existiria nenhum sistema natural, nada de células, nada de humanos.

Diz-se também que a superposiçào no mundo qu6antico faz com que um evento não possa ser previsivel (Superposition implies that individual events cannot be predicted; only the probability of an experimental outcome can be derived.). Pois bem. imagine que um individuo humano está sentado dentro de casa perto de uma janela e v6e através da vidraça um outro individuo entrando furtivamente na casa. Temos tr6es alternativas:
1) É possível prever com total exatidão o que vai acontecer?
2) É possível prever com ao menos 50 % de acêrto?
3) Qulaquer opinião será totalmente ao léu, pois existem milhões de possíveis resultados.

A terceira alternativa será a correta se nada sabemos sôbre o individuo dentro da casa. Se for um baby, o desfêcho será totalmente diferente do que aconteceria se fôsse um homem, adulto e militar fortemente armado. Nosso problema com a superposição que confunde uma partícula e tudo ao redor é que vemos o baby, o adulto, um homem, uma mulher, tudo ao mesmo tempo, e no final só vemos um vulto. Então a alternativa correta dentre as três acima é apenas uma questão de tempo, depende do nosso nível de conhecimento do mundo quantico. Hoje a alternativa mais sensata será a terceira, mas amanhã será a segunda e no futuro será a primeira. Aí vamos ver que o pantano não existia, que o mundo quantico, êle mesmo, nunca foi niilista e nunca disse que a existência se assenta no acaso absoluto.

Cientistas tem nova Poderosa Ferramenta para Pesquisas

segunda-feira, fevereiro 28th, 2011

Seja quando se quer entender um objeto natural, sua causa, seus mecanismos, porque o fenômeno está causando algum problema, ou porque se deseja uma melhoria tecnológica, existe uma única e simples fórmula natural. não tem como evitar isto; existe um molde, uma fôrma geral em que tudo o que a Natureza produziu, se encaixa. A Natureza tem aplicado esta fórmula para conduzir a matéria informe e caótica a ser ordenada e organizada em corpos, objetos, sistemas, desde as partículas elementares aos sistemas atômicos, astronômicos, celulares, até os corpos-sistemas dos seres vivos e, inclusive, a está aplicando agora para sedimentar a estrutura física da “network” de sinapses que se constitue a mente humana. Conhecer esta fórmula é dar um salto gigantesco na evolução da inteligência para o domínio e manipulação da totalidade da Natureza no seu aspecto físico material.

Como surgiu cada uma das organelas e as exatas para constituir um sistema celular? Como elas se interconectaram num sistema que funciona? Como os átomos da primordial nebulosa de átomos de hidrogênio a 13 bilhões de anos atrás foram conduzidos a formarem os diferentes tipos de astros e conecta-los num sistema que viria a produzir átomos mais complexos que foram conduzidos a formarem moléculas, sistemas biológicos e daí a chegarem à extraordinária engenharia do  código genético? Como alguns destes sistemas se tornam problemas disfuncionais?… Prejudicando nossa qualidade de vida? E porque alguns de seus objetos ou peças apresentam disfunções tais como as doenças, catástrofes climáticas, criminosos na sociedade, ou mesmo um jovem psicopata dentro de um sistema familiar normal?

. A porção da matéria mais evoluída hoje chegou ao incrivel estado de criar o código genético porque este é um comando de instruções na forma de um simples diagrama do tipo software embutido no meio da matéria, a qual no seu aspecto de energia move-a levando-a a formar um circuito operacional que fixa-se estruturalmente modelando a massa como seus pontos de apoio e retro-alimentação. Evidências? Já reuní centenas delas e a que melhor explica êste fenômeno: a partir do momento que nasce um novo bebê temos certeza que aquêle corpo material se conduzirá com a tendência inexorável de se transformar na forma de uma criança, a qual será o porto estrutural de onde surgirá a forma de um jovem, e nada no mundo poderá impedir a tendência daquele corpo a seguir um caminho pré-determinado, um processo universal, que resulta no destino de ser a forma e funcionalide denominada de “adulto”, e ainda, nada poderá impedir que aqui entre em cena a forma energética da entropia para desfazer tal corpo. Porque é que a porção de matéria limitada nos contornos dêste corpo físico apresenta esta tendência? A qual quando completada e traduzida em nosso entendimento denominamos de “ciclo”ou mais exatamente nêste caso, de “ciclo vital”?  Porque a matéria se apresenta nos seus dois aspectos de massa e energia sendo a forma de energia constituída quando a matéria se move como uma onda e a forma de massa quando a matéria se estabiliza como uma partícula. Ora, lidamos mais com a matéria em movimento porque enquanto seres humanos somos agentes dinamicos em movimento e precisamos estabelecer uma sincronidade com os movimentos do mundo externo aos nossos corpos. Mas todos os movimentos do mundo tem como origem as sete formas que esta energia apresenta num ciclo de sua existência, passando pelas formas de raio gama, raio X, etc, onde adquire as diferentes cores como o infra-vermelho, o ultra-violeta, etc. Ao mudar sua forma de onda, desde as maiores frequências e períodos do seu nascimento, em novas formas de cada vez menores frequências e períodos, a energia lança as bases do ciclo vital que produz desde as diferentes formas de astros no espaço sideral, as diferentes formas das bases nitrogenadas nos nucleotídeos, as bases que mais tarde produziriam as diferentes formas de um mesmo e unico corpo humano, e com isso movimenta o Universo. Mas existe uma maneira de representar graficamente numa fórmula sintetizada êsse completo circuito sistêmico de um ciclo, e nisto consite a fórmula fundamental, e ela mesmo é a essência a qual demos o nome de “Natureza” e todos os conceitos que dessa essência são derivados.  

Assim aconteceu com qualquer nova formação de um fluxo de energia que nasceu de uma situação inicial altamente caótica e vibrante na forma da alta frequência dos raios gama,  como as origens da vida na superficie terrestre acionada pela radiação solar, e como as origens do Universo acionada pelas radiações do Big Bang. Mas que já se pode determinar de ante-mão que essa radiação, esse fluxo de energia  irá se tornar infra-vermelho, ultravioleta, até se desfazer no vácuo, apresentando o mesmo ciclo de vida de um bebê humano. As diferentes formas de frequência e período de onda que vemos num gráfico de um fluxo de energia são as bases estruturais que retro-alimentam as formas das frequencias seguintes e se houver massa no caminho dêste fluxo ela será modelada nas mesmas funções que correspondem às funções que um corpo humano apresenta enquanto bebê, criança, adulto, e continuará a partir daqui a construir sistemas mais complexos, como quando reunimos as diferentes formas de um unico corpo humano para produzir os sistemas familiar e social. Compreender que as manifestações das diferentes intensidades, côres, temperaturas, formas, de qualquer objeto não-morto são diferentes fases de um ciclo vital é fundamental para se entender a matéria, a Natureza e a totalidade de tudo que existe no Universo físico. E esta compreensão é automática, inevitável quando se tem na memória um simples desenho retratando o circuito do movimento da matéria num simples sistema. A esta simples fórmula, pela sua importância e supremo significado, vamos aqui denominar de “Matriz/DNA Universal”. E a seguir apontamos a figura da fórmula

Forma da Matriz/DNA como Sistema Fechado Perfeito

Forma da Matriz/DNA como Sistema fechado Perfeito

Com esta simples fórmula podemos chegar a um planeta onde a evolução seja igual ou mais complexa que na Terra e em pouco tempo teremos identificado todos os objetos, mecanismos e processos da matéria de maneira que teremos na mente o quadro geral de suas origens, história, efeitos finais, e conhecendo tudo isso, teremos pleno contrôle de tôda situação. Então está em tempo de conhecê-la e aplica-la para sanar as disfunções nos diversos sub-sistemas da biosfera terrestre, inclusive nas disfunções do sistema-corpo humano, melhorando a qualidade da vida humana.

A História da Evolução de qualquer sistema natural é regida por sete fôrças naturais que atuam como se fôssem obreiros universais, como artistas compondo um quadro vivo, onde cada qual constrói uma ferramenta, um corpo material no qual se aloja, se encarna, por assim dizer, para desempenhar sua função. Por isso se pode identificar qualquer objeto, pois cada artista tem seu estilo próprio e inconfundível, o qual se revela na forma do objeto. Por exemplo, a Função 5 é a responsável por replicar ou reciclar um novo sistema por várias gerações e ela faz isso aplicando um mecanismo unico específico dela. A matéria do ambiente será modelada por ela na melhor forma que êsse mecanismo funcione, portanto existe uma forma padrão. Assim ela construiu os cometas no sistema astronomico, o RNAm nos sistemas celulares, a base uracila no sistema nucleotideo, a partícula píon no nucleo atômico, o espermatozóide no sistema reprodutor sexual, e todos estes objetos são identificados pelo seu tipo de locomoção e pela forma sempre mais ou menos parecida. Os 13,7 bilhões de anos dêste Universo é a História de um unico sistema natural que começou a ser formado no Big Bang, êste sistema têve as formas de átomo, estrelar, galactico, celular e agora de corpo humano mas são formas derivadas das transformações de um unico corpo sob um ciclo vital, e hoje nosso corpo repete estas formas como célula inicial, mórula, blastula, feto, etc. No meio da matéria funcionou a Matriz assim como no meio da placenta e liquido amniótico funciona o DNA, aliás, o DNA é apenas a forma evolutiva biológica desse código universal denominado Matriz. Observe na figura que o circuito forma objetos que ocupam os quadrados e êstes estão conectados por setas: as setas representam o tempo que é invisivel na forma de onda e os diagramas representam estas ondas quando se condensam em partículas, objetos e assim dão consist6encia ao que denominaos de espaço. A fórmula dêsse mótuo perpétuo não existe na realidade assim como a fórmula do mercado perfeito não existe na realidade e pelo mesmo motivo que não tem como materializar todas as formas e tôda a história de 70 anos de um corpo humano num unico momento. Enfim, à medida que vamos observando e nos aprofundando nos segrêdos da fórmula percebemos que a coisa vai se tornando cada vez mais complexa e principalmente seu entendimento exigirá que façamos um trabalho que há muito a comunidade cientifica deveria ter feito: uma teoria geral sôbre sistemas naturais. É preciso reiniciar de onde a atitude pioneira de Bertallanfy criando a Teoria Geral dos Sistemas se desviou do estudo da Natureza devido a cibernética e a Matemática ter se apoderado desta disciplina. A fórmula acima é a primeira e unica existente representando um sistema real fechado de onde se pode extrair tôdas as leis naturais, mecanismos e processos relacionados à matéria constituindo um sistema e isto vai trazer algumas mudanças em tôdos os modêlos teóricos atuais, sejam os modêlos de atômicos, cosmológicos, assim como os axiomas da teoria termo-dinâmica, até à teoria da evolução na forma que está de “a grande síntese”.         

É inacreditavel como uma fórmula de aparência tão simples é o instrumento de maior poder no Universo, mas é preciso entender que tinha de ser assim pois ela vem desde o passado simples, ela têve que descer e atuar a partir da extrema simplicidade nas origens do Universo e depois da vida. Uma forma tão complexa como seria a nossa exigência no nosso atual estágio evoluído da Física e da Matemáticanada teria conseguido numa simples sôpa primordial com tão poucos e simples elementos. A simplicidade da fórmula é apenas aparente e nos conduz a não ver e mesmo não acreditar no seu significado e complexidade nela embutida, mas tudo se explica pelo fato de que a simplicidade que desponta à primeira vista foi o estado evolucionario da forma necessário para atuar na extrema simplicidade e singularidade das fases primordiais do Universo. Acontece que a aparência de simplicidade vai se desfazendo à medida que se observa os elementos que estão ocultos à primeira vista, quando então a observação mais detalhada vai revelando complexidades tão excepcionais que excedem nossas mais modernas engenharias tecnológicas, a qual foi capaz de produzir seres vivos, mensagens em códigos, e agora, algo tão complexo como a auto-consciência. Está tudo embutido nas entrelinhas do circuito descrito nêste simples quadro!

Esta fórmula foi obtida após longa e meticulosa observação da biosfera, atmosfera e extratosfera da Natureza ainda bruta e intocada da selva amazônica, onde cada elemento foi isolado e identificado em suas exteriores conexões com o mundo externo para assim se identificar o sistema a que pertencem e que o produzem, investigação esta que acabou por apresentar um padrão constante, geral, repititivo e obrigatório, o qual pôde ser resumido no simples diagrama acima. Estás vendo no quadro como funcionam e porque existem objetos materiais formados de um estado inicial caótico na Função 1? Porque a matéria é movida apresentando processos? Mecanismos? Como um unico corpo conduzido pela mesma força que se conduz um raio energético em suas variações de ondas, se transforma em diferentes formas, funcões, compondo um ciclo vital e por fim, ao ter conectado as duas pontas desse circuíto surge um sistema natural? Estás vendo aí a base e constituição material de qualquer unidade de informação ativa que se torna uma  fôrça atuante na Natureza? Como um molde produz um sistema reprodutor sexualizado, um metabolismo digestivo, uma corrente sanguinea, um ciclo de oxigênio na atmosfera, um buraco negro no espaço sideral, um limite à atração gravitacional, um principio de entropia, uma fatalidade como a morte de um sistema ou a sua reciclagem replicativa de um sistema fechado em si mesmo?  Como o RNA primordial do “RNA-World” é a cópia exata da meia-face à esquerda e como o aavanço inexorável do circuíto iria conduzir o RNA a construir sua meia-face à direita e assim constituir o DNA? Ou qual o segr6edo que está embutido nos cromossomas sexuais de maneira que terminaram por produzir dois corpos auto-complementares? Basta uma simples descrição do circuito e todo entendimento será obtido em questões de minutos. Mais tempo levará o nosso torpor, o nosso assombramento, o nosso maravilhamento pela revelação dêste novo aspecto da natureza nunca percebido antes, como aconteceu comigo quando na selva a transposição de seus fenômenos e movimentos para uma simples fôlha de papel começou a revelar esta coisa fantástica.

Porque existe e porque a fórmula hoje se encontra nesta configuração? Para tentar construir uma sociedade humana melhor através de um sistema economico funcional os economistas projetam a fórmula de um mercado utópico funcionando sob o que se entende por concorrência perfeita. Observando todos os indevidos efeitos da caoticidade ambiental e da competição impulsiva dos agentes econômicos, os economistas tentam encontrar mecanismos que aproximem a imperfeição atual à sua fórmula perfeita. Assim também tem agido a Natureza desde antes do Big Bang. Existe o projeto do Universo como paraíso perfeito para os dois estados da matéria, a amassa e a energia, e por isso êstes aspectos de massa e energia têm uma tendência, a qual é a responsavel pelos movimentos da matéria, e essa tendencia tem por meta final a modelação da matéria segundo esta fórmula de perfeito sistema fechado em si mesmo. A fórmula acima é o esquema utópico do que seria um perfeito moto perpétuo. A cada novo salto da Evolução o estado do mundo tem mais se aproximado desta fórmula, de maneira que a ultima forma obtida é o sistema astronômico mec6anico-Nwetoniano que serve de infra-estrutura, de plataforma, para lançar as bases dos sistemas vivos biológicos. O sistema solar foi a forma mais próxima da matéria de um perfeito moto perpétuo, assim como talvez o sistema economico dos países escandinavos sejam hoje a forma mais perto da fórmula de mercado perfeito dos economistas. Tendo esta fórmula natural podemos imediatamente identificar e separar do seu mundo externo um objeto ou um evento que se apresenta perante nós e que seja percebido por nosso complexo sensorial, pelas sua manifestações e efeitos ao seu derredor podemos identificar sua função como parte do sistema que o produziu e assim sua influência no contexto geral, apenas localizando o seu ponto no circuito processual desta fórmula. Se quisermos elimina-lo, ou mudar seu estado e efeitos, seja porque está causando alguma indevida disfuncionalidade, ou seja porque queremos um util produto tecnológico, basta remodelá-lo e reintroduzi-lo no circuito de seu sistema, e daqui, no contexto geral. Por exemplo, a substancia denominada colesterol, é útil e inevitavelmente necessária à funcionalidade do sistema-organismo humano. Mas por algum motivo desconhecido a mesma substância benéfica pode se tornar disfuncional e perturbar todo o sistema. Esta substancia apresenta um circuito que é um ciclo de existência, no qual ela vai se transformando em moléculas mais complexas e se misturando com outras substâncias. Quando representamos no papel (agora, na tela do computador), o ciclo que ela está perfazendo e tem sua traçada sua história, desde o local onde se origina seus primeiros elementos, acompanhando passo a passo seus proximos caminhos e vendo suas transformações em moléculas cada vez mais complexas e registrando, desenhando esse caminho na forma de um diagrama, obtemos um desenho final “quase” idêntico á fórmula da Matriz/DNA Universal na sua forma de sistema fechado perfeito. Ora, basta comparar o desenho de sistema perfeito com o desenho do sistema perturbado e disfuncional para se deduzir a causa, o efeito, e a solução para remodelar a substancia no estágio que ela se desvia do circuito perfeito. E assim é com tudo o mais, desde o aparecimento do buraco na camada de ozônio a uma interferencia na emissão de sinais de um satélite.

A fórmula foi detectada numa situação de extrema precariedade de recursos e no contexto desumano da caoticidade selvagem. Ali naquelas precárias e pressionantes condições ela foi representada graficamente com os unicos recursos primitivos disponiveis. A primeira tentativa de transcrição do quadro geral natural numa simples fôlha de papel resultou no seguinte quadro:

Fórmula da Matriz/DNA nas Origens dos Sistemas Naturais

Fórmula da Matriz/DNA nas Origens dos Sistemas Naturais

Esta diferente maneira de se representar a mesma fórmula da Matriz/DNA indica como ela está embutida na produção e evolução de dois sistemas naturais – um astronomico e um celular biológico  –  e por extensão como está enbutida na forma do movimento da energia, mas não como ela se apresenta se desenvolvendo num grafico de ondas e sim no modêlo simples de alimentação elétrica doméstica. Mas poderíamos tambem ter identificado cada uma das sete peças acima constituindo as partes de uma unidade fundamental de informação do DNA, um par de bases de nucleotideos. Assim desta forma precária e precipitada sem os recursos existentes na longínqua moderna civilização, o quadro todo parece ininteligivel, mas o leitor deve entender que rapidamente no nosso primeiro retorno estaremos elaborando quadros mais eficientes.  

As precariedades de condições atuais me limitam inclusive na capacidade de eficiencia da informação transmitida neste artigo pois o texto já se faz longo demasiado no contexto em que será publicado, e tenho de interrompê-lo aqui. Portanto esta introdução terá continuidade sendo dirigida pela comunidade de leitores e suas primeiras questões. Quais as primeiras questões que este texto e figuras despertam em sua mente? Alguma informação adiantada e temporária pode ser encontrada no website em atual construção relativo à “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”, onde existe espaço para se registrar suas questões  e o qual tem o carater de não-comercializável, não-lucrativo, apenas no interêsse da evolução do nosso  conhecimento. Atenciosamente… Louis Morelli. 

 

I Ching, Adão e Eva no Éden Paraíso, As estancias de Dzian, e a Matriz/DNA

segunda-feira, fevereiro 7th, 2011

A analize dos modêlos da Matriz/DNA me levou a uma estonteante surprêsa: quando procurei encaixar a cosmologia dentro do diagrama/software da matriz/DNA como sistema fechado perfeito e surgiu um modêlo cosmológico em que os astros estariam sob os mecanismos do ciclo vital, percebí que êste modêlo astronomico, o qual revelaria o sistema natural mais evoluído que existia momentos antes das origens da vida na Terra, já tinha sido descrito por parábolas, analogias, a milhares de anos antes, na forma da filosofia e simbologia do I Ching, assim como na fábula de Adão e Eva no paraíso do Éden, e fortes indicações que o modêlo de buraco negro da Matriz/DNA bate com as descrições do vórtice das sete voltas das estancias de Dzian, que foi a fonte de tôdas as correntes esotéricas. procurando a causa desta estonteante coincidência, cheguei à temporária e provisonal ainda hipótese de que o modêlo astronomico da Matriz/DNA esteja registrado na memória do nosso DNA, nos trechos considerados “junk DNA”. Nêste artigo procurarei relacionar todos os artigos e material para esquematizar uma pesquisa.

– Ver este post em

http://www.davidicke.com/forum/showthread.php?t=118934&page=2

echoes_of_a_dream
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Default The Hyperdimensional Informational Construct

DNA, Language and the I Ching

Quote:
“We appear to be memory coils (DNA carriers capable of experience) in a computer-like thinking system which, although we have correctly recorded and stored thousands of years of experiental information, and each of us possesses somewhat different deposits from all the other life forms, there is a malfunction, a failure of memory retrieval. Therefore it is in the process of self-repair, which includes: rebuilding our subcircuit via linear and orthogonal time changes, as well as continual signaling to us to stimulate blocked memory banks within us to fire and hence retrieve what is there.” — Philip K. Dick

The structure of DNA as we know it is made up of “letters” (represented by the base pairs ATCG) which form “words” that are instructions to build an amino acid compound. There are 64 such “words” and one or more of these words represent the instruction and information necessary to create one of the 22 amino acids used to create the protein structure of a living body. You could say our bodies are made up of a living language.

In 1968, Marie-Louise von Franz, a disciple of Carl Jung, published an essay in which she speculated that there might be some structural link between the I Ching and DNA. A year later Dr. Martin Schonberger published an article in which he presented “the astonishing parallels between the natural science of the I Ching and the latest discoveries of nuclear genetics”. If the I Ching is an accurate analogy for the syntax of the genetic code, then what does that imply about our fate?

Recent research by Russian scientists have found that the sequencing of the codons of the non-coding regions of DNA (~97% of the genome) follow the rules of some kind of biological language. Research further revealed that the codons actually form words and sentences, just like our ordinary human language follows rules of grammar. Scientists have conducted much research on the origins of human languages and the origins of the grammatical rules that are so essential to all human languages. However, they have continually failed to find the source, but this research suggests that the origins of language may be surprisingly attributed to DNA. According to these findings our DNA is not only responsible for the construction of our body, but also serves as data storage and communication.

The vibrational behaviour of DNA was also studied and experients show that live DNA will always react to modulated laser rays and even to radio waves in the proper frequencies are being used. This scientifically explains why affirmations, hypnosis and other such methods have such strong effects on human beings. It is entirely normal and natural for our DNA to react to language. These studies prove the importance of our thoughts, words and language on out very being since they have the inherent ability to shape us into the person we are.

Could it be possible by looking at the structure of DNA for us to reconstruct a new syntax, grammar and vocabulary? Could it be, as Fulcanelli suggests, that fragments of the original language of light can be found in the divinatory systems used by all nautes, shaman and initiates?

Resources:

Tony Smith’s Home Page

http://www.valdostamuseum.org/hamsmith/ichgene6.html

 I Ching (Ho Tu and Lo Shu),

Genetic Code,

Tai Hsuan Ching, and

the D4-D5-E6-E7-E8 VoDou Physics Model

0 Tao, Simplex Physics
1 bit
2 superposition qbit
4 spacetime
16 fermions Ilm-al-Raml
256 Cl(8) IFA
65,536 Torah Genes
2^32 ~ 4 x 10^9 Genome Base Pairs
2^64 ~ 16 x 10^18 Brain Electrons Planck
2^128 ~ 256 x 10^36 Brain GraviPhotons Uncertainty
2^256 ~ 65,536 x 10^72 Particles in Universe

Chinese cosmology begins with the undivided Tai Chi,
then separating into Yin-Yang, ... :
Let o represent the undivided Tai Chi, a scalar point of origin: 

     |     |
     |     |
_____|_____|_____
     |     |
     |  o  |
_____|_____|_____
     |     |
     |     |
     |     |     

Then add 4 vector directions of Physical Spacetime:
   1, i, j, k  of the quaternions
to get the 5 Elements:    

     |     |
     |  i  |
_____|_____|_____
     |     |
  j  |  o  |  1
_____|_____|_____
     |     |
     |  k  |
     |     |     

Then add 4 vector directions of Internal Symmetry Space:
   E, I, J, K  of the octonions,
which are the basis for the D4-D5-E6-E7 physics model,
to get 9 directions: 

     |     |
  J  |  i  |  I
_____|_____|_____
     |     |
  j  |  o  |  1
_____|_____|_____
     |     |
  K  |  k  |  E
     |     |     

The 10th direction is Yin-Yang reflection
of the 8 vector directions   1, i, j, k, E, I, J, K.  

Now, identify the 3x3 square with the Magic Square 

     |     |
  4  |  9  |  2
_____|_____|_____
     |     |
  3  |  5  |  7
_____|_____|_____
     |     |
  8  |  1  |  6
     |     |     

whose central number, 5, is also
central in the sequence   1,2,3,4, 5, 6,7,8,9
which sequence corresponds
to the octonions          1,i,j,k, 0, E,I,J,K 

whose total number for each line is 15,
the dimension of the largest Hopf fibration
and the dimension of the imaginary sedenions.

If you take into account the direction in which you add each
of the 8 ways, and add all directed ways together
you get a total of 16x15 = 240
which is the number of vertices of a Witting polytope. 

The total of all 9 numbers of the Magic Square is 45,
the dimension of the D5 Lie algebra Spin(10)
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
in which
the D4 Spin(8) subgroup of Spin(10) corresponds
to 28 bivector gauge bosons
and the 16-dimensional homogeneous space
Spin(10) / Spin(8)xU(1)
corresponds to an 8-dimensional complex domain
whose Shilov boundary is RP1 x S7
corresponding to an 8-dimensional spacetime.  



Perhaps about 5,300 years ago, China's first emperor, Fu Xi, saw, rising from the Yellow River, a dragon-horse with markings of the

Ho Tu,

shown here in its ancient and modern forms:
 
 
Fu Xi interpreted the 4 directions and 4 diagonal directions
of the Ho Tu in terms of the Earlier Heaven arrangement
of the 8 trigrams of the I Ching:
 
 
The 8 trigrams of the I Ching are similar to
the 16 tetragrams of Ilm al-Raml (the Science of the Sands)
attributed to the third Islamic prophet, Idris,
which were preserved from the Global Early Civilization
as the FA of the Fon people of Benin (Dahomey).

Baba Eyiogbe says “… It is indeed part of the Ifa tradition that Ifa was brought to China, but in a more limited form. This is sometimes attributed to a warrior path of Obatalá, Obatalá Ayaguna. This path of Obatalá is the Ifa diviner for the other paths of Obatalá as well (when Orunmila does not do it directly). …”.

It seems to me as though Vedic divination and Tai Shuan Ching are based on the Triality aspect of the 256-dimensional Cl(8) Clifford algebra of IFA, while I Ching is based on the 64-dimensional Cl(6) Clifford subalgebra of the Cl(8) of IFA.

When the 8 trigrams are combined in pairs
according to the Fu Xi Earlier Heaven Ho Tu arrangement
to make 64 hexagrams of the I Ching, 

you get a very symmetrical I Ching pattern

Although the Earlier Heaven arrangement of the 8 trigrams
does not exactly correspond to the binary number
sequence from 0 through 7
(it is 0,1,2,3,7,6,5,4 instead of 0,1,2,3,4,5,6,7),
the Earlier Heaven arrangement of the 64 hexagrams
does correspond to the binary number
sequence from 0 through 63.  




According to two 13 February 2001 articles in The New York Times by Nicholas Wade: “… Dr. J. Craig Venter and colleagues at Celera Genomics report in …[ Science 291 (16 February 2001) 1304-1351 ]… that they have identified 26,588 human genes for sure, with another 12,731 candidate genes. … Celera’s rival, the publicly funded consortium of academic centers, has come to a similar conclusion. Its report in …[ Nature 409 (15 February 2001) 860-921, where they say “… Genes (or at least their coding regions) comprise only a tiny fraction of human DNA, but they represent the major biological function of the genome and the main focus of interest by biologists. ….” ]… pegs the probable number of human genes at 30,000 to 40,000. Because the current gene-finding methods tend to overpredict, each side prefers the lower end of its range, and 30,000 seems to be the new favorite estimate. … Most of the repetitive DNA sequences in the 75 percent of the genome that is essentially junk ceased to accumulate millions of years ago, but a few of sequences are still active and may do some good. The chromosomes themselves have a rich archaeology. Large blocks of genes seem to have been extensively copied from one human chromosome to another, beckoning genetic archaeologists to figure out the order in which the copying occurred and thus to reconstruct the history of the animal genome.

As the modest number of human genes became apparent, biologists in both teams were forced to think how to account for the greater complexity of people, given that they seem to possess only 50 percent more genes than the roundworm. It is not foolish pride to suppose there is something more to Homo sapiens than Caenorhabditis elegans. The roundworm is a little tube of a creature with a body of 959 cells, of which 302 are neurons in what passes for its brain. Humans have 100 trillion cells in their body, including 100 billion brain cells.

Several explanations are emerging for how to generate extra complexity other than by adding more genes. One is the general idea of combinatorial complexity – with just a few extra proteins one could make a much larger number of different combinations between them. …

The two teams’ first scanning of the genome suggests … ways in which humans have become more complex than worms.

One comes from analysis of what are called protein domains. Proteins, the working parts of the cell, are often multipurpose tools, with each role being performed by a different section or domain of the protein. Many protein domains are very ancient. Comparing the domains of proteins made by the roundworm, the fruit fly and people, the consortium reports that only 7 percent of the protein domains found in people were absent from worm and fly, suggesting that “few new protein domains have been invented in the vertebrate lineage.” But these domains have been mixed and matched in the vertebrate line to create more complex proteins. …

Evolution has devised another ingenious way of increasing complexity, which is to divide a gene into several different segments and use them in different combinations to make different proteins. The protein-coding segments of a gene are known as exons and the DNA in between as introns. The initial transcript of a gene is processed by a delicate piece of cellular machinery known as a spliceosome, which strips out all the introns and joins the exons together. Sometimes, perhaps because of signals from the introns that have yet to be identified, certain exons are skipped, and a different protein is made. The ability to make different proteins from the same gene is known as alternative splicing. The consortium’s biologists say that alternative splicing is more common in human cells than in the fly or worm and that the full set of human proteins could be five times as large as the worm’s.

Another possible source of extra complexity is that human proteins have sugars and other chemical groups attached to them after synthesis.

There’s a different explanation of human complexity, which is simply that the new low-ball figure of human genes derived by Celera and consortium is a gross undercount. Dr. William Haseltine, president of Human Genome Sciences, has long maintained that there are 120,000 or so human genes. … Dr. Haseltine … remains unshaken in his estimate of 100,000 to 120,000 genes. He said last week that his company had captured and sequenced 90,000 full-length genes, from which all alternative splice forms and other usual sources of confusion have been removed. He has made and tested the proteins from 10,000 of these genes. The consortium and Celera have both arrived at the same low number because both are using the same faulty methods, in his view. … Dr. Haseltine notes that the gene-finding methods used by the two teams depend in part on looking for genes like those already known, a procedure that may well miss radically different types of genes. His own method, capturing the genes produced by variety of human cell types, is one that Dr. Venter says in his paper is the ultimate method of counting human genes. … Dr. Eric S. Lander of the Whitehead Institute last week challenged Dr. Haseltine to make public all the genes he had found in a 1 percent region of the genome and let others assess his claim. … Dr. Haseltine said yesterday that he was contemplating the best way to respond and that he was “planning to do so in one form or another, in the open literature.”

Turning from genes to chromosomes, one of the most interesting discoveries in this week’s papers concerns segmental duplications, or the copying of whole blocks of genes from one chromosome to the other. These block transfers are so extensive that they seem to have been a major evolutionary factor in the genome’s present size and architecture. They may arise because of a protective mechanism in which the cell reinserts broken-off fragments of DNA back into the chromosomes.

In Celera’s genome article, Dr. Venter presents a table showing how often blocks of similar genes in the same order can be found throughout the genome. Chromosome 19 seems the biggest borrower, or maybe lender, with blocks of genes shared with 16 other chromosomes. … Segmental duplication is an important source of innovation because the copied block of genes is free to develop new functions. …

Celera ordered the world’s most powerful civilian computer to calculate how to assemble its

27 million 500-base pair fragments into an entire genome.

Its rival, the public consortium of academic centers, felt no need for a massive computer and assembly program because its genome decoding strategy didn’t require one. But a computational biologist at the University of California, Santa Cruz, whose supervisor had been asked to help identify genes, realized the genome had to be assembled before gene identification could begin. In four weeks Jim Kent wrote an assembly program that put the consortium’s jumble of DNA fragments into coherent order. It was this assembled sequence on which most of the consortium’s genome analysis is based. Mr. Kent also wrote a browser, a program that aligns the known genes and other interpretive information in tracks above the actual genome sequence. Anyone wanting to take a tour of the human genome, with Mr. Kent’s browser as their guide, can do so at genome.ucsc.edu. …

One of the most intriguing hints that new biology may be discovered in the genome comes from an initial survey of the mouse genome, which Celera said this week it had assembled. Laying the mouse genome sequence over the human sequence is extremely revealing because most of the DNA has diverged in the 100 million years since mouse and man last shared a common ancestor. The DNA regions that are similar between the two species are those important enough to have been conserved. At a stroke, almost all the genes fall out as noticeably similar. So too do many of the control regions of DNA that precede the genes.

And Dr. Craig Venter, president of Celera, has now stated that there is a third category of similar DNA regions, which are not genes but are too extensive to be control regions. No one yet knows what the mystery regions are doing. …”.

 

According to a 21 January 2003 article in The New York Times by Andrew Pollack:  

“… RNA and DNA are strings of chemical units called bases that embody the genetic code. The bases are represented by the letters A, C, G and either T in DNA or U in RNA. The C base always binds to G. A binds only to T or U. So a single strand of DNA or RNA can bind to another strand that has the complementary bases. Under what is known as the central dogma of genetics, genes, which are the recipes for making proteins, are part of the DNA of the chromosomes. When a protein is to be made, the DNA is copied onto a corresponding piece of single-stranded RNA, known as messenger RNA, that delivers the recipe to the cell’s protein-making machinery. Proteins make up most of a cell and perform most of its functions, including turning genes on and off.But new evidence suggests that some RNA is not merely the intermediary between DNA and protein, but the end product. Some huge stretches of DNA that do not contain protein-coding genes and have been considered “junk” actually hold the code for some of this RNA. …

… in addition to the DNA’s containing the recipes for proteins, a lot more DNA was being copied into RNA. The recently deciphered mouse genome was found to have about twice as much in common with the human genome as could be accounted for by protein-coding genes. … At least part of this overlap appears to be genes that produce RNA as their end product. What all of this RNA is doing is not clear … But mounting evidence suggests that at least some RNA is involved in regulating the way genes are turned on or off. … the most radical view: that RNA provides the command and control of cells. Proteins … are like bricks and beams. But the RNA determines whether those bricks and beams become office buildings or houses. This RNA network … provides the complexity that separates higher life forms from simpler ones. …”.

… Some genes … produce tiny RNA’s, known as micro-RNA’s or miRNA, which are about 21 to 23 bases, or letters, in length. The micro-RNA’s bind to matching pieces of messenger RNA, turn it into a double strand and keep it from doing its job. The process effectively stifles the production of the corresponding protein. …

… RNA interference, or RNAi …[occurs when]… double-strand RNA … would silence the gene corresponding to that RNA. …

… small interfering RNA’s or siRNA’s …[are]… pieces of about 21 to 23 bases … Each short segment attracts a phalanx of enzymes. Together, they seek out messenger RNA that corresponds to the small RNA and destroy it. …

… micro-RNA’s appear to be formed as longer stretches of RNA that fold back on themselves like hairpins to create double strands. The sequence of bases is sort of like a palindrome, so that when the folding occurs, complementary bases line up, and the two arms of the hairpin stick together. …

… small RNA’s bind to chromosomes to shut down genes more permanently than can be done by stifling messenger RNA. …

… viruses … sometimes create double-strand RNA when they replicate … Mammalian cells, confronted with long double-strand RNA, basically destroy themselves as a defense against pathogens. But two years ago scientists at the Max Planck Institute found that short double-strand RNA, again about 21 to 23 bases, would not set off the self-destructive response but would silence the corresponding gene. …”.

According to a 7 July 2001 BBC article by Helen Briggs: “… Two rival teams that cracked the human genome may have underestimated the number of human genes, according to a new computer analysis. Scientists in the United States claim

humans are built from 66,000 genes,

nearly twice as many as the current consensus. … a … team, based at Ohio State University, Columbus, Ohio, has reanalysed the raw data, using a supercomputer, and come up with a higher estimate for the number of human genes. “We ended up with a higher estimated number of genes than the other two teams because we compared 13 different gene databases to the DNA sequences in the draft genome produced by the Human Genome Project,” said Bo Yuan of Ohio State University. … The discrepancy seems to arise from the process used to analyse human genetic data. … The genome is the complete list of coded instructions needed to make a person There are 3.1 billion letters in the DNA code in every one of the 100 trillion cells in the human body If all of the DNA in the human body were put end to end, it would reach to the Sun and back more than 600 times. … Buried within these coded instructions are the genes – ‘sentences’ which hold the instructions for the proteins of which human tissue is made. The genes occupy only about a hundredth of the length of the huge string of DNA, broken up into the 46 chromosomes in every cell. To fish out the genes, which are hidden among the long continuous string of letters, scientists rely on genetic databases. … The Ohio State University team says Celera’s genome map, and particularly, the Human Genome Project map relied mainly on two databases to locate the genes. They used these two databases plus 11 others. “We used more experimental evidence in assembling our map, and that suggests that there are probably between 65,000 and 75,000 transcriptional units,” said Dr Yuan. A transcriptional unit is a length of DNA that shows strong evidence of being a gene but which requires future verification. This is where the dispute arises. “Some researchers are unsettled by the certainty with which the Human Genome Consortium is presenting its lower gene count,” said Fred Wright of Ohio State University. “In my view, the final number of genes – when it is known – will lie somewhere between their high of 40,000 and our value of 70,000.” … Arguments over how many genes it takes to build a human being look set to continue. A gene sweepstake set up by scientists attending the Cold Spring Harbor Genome Meetings in the United States is still taking entries. To date, there have been 165 bets, ranging from 27,462 to 153,478 human genes. So far, the money is on 61,710. …”.


In cond-mat/0204078, Jimenez-Montano, Mora-Basanez, and Poschel say:

“… the genetic code may be represented by a six-dimensional boolean hypercube in which the codons (actually the code-words …) occupy the [ 2^6 = 64 ] vertices (nodes) in such a way that all kinship neighborhoods are correctly represented. This approach is a particular application to binary sequences of length six of the general concept of sequence-space, first introduced in coding theory by Hamming …

… The six-dimensional hypercube …

… Each node is labeled with the corresponding amino acid …

… It is well known in the field of Genetic Algorithms that a proper encoding is crucial to the success of an algorithm. Furthermore in … R. A. Caruana and J. D. Schaffer, Representation and hidden bias: Gray vs. binary coding for genetic algorithms, in: J. Laird (ed.), Proceedings of the Fifth International Conference on Machine Learning, Morgan Kauffman Publ. Inc., 153-161 (San Mateo, 1988). … it is shown the superiority of Gray coding over binary coding for the performance of a genetic algorithm. As it was shown above the structure of the genetic code is precisely the structure of a Gray code. …”.

 


 

Katya Walter has shown that the Fu Xi Earlier Heaven
Ho Tu arrangement of the 64 hexagrams
can represent the DNA genetic code:
 
 
Since the DNA genetic code can be represented by
4 things taken 3 at a time,
or  (2x2) x (2x2) x (2x2) = 64, 

and since the I Ching (which is based on 6 bars,
each of which can be in 2 states - broken or unbroken)
can be represented by 2 things taken 6 at a time,
or  2 x 2 x 2 x 2 x 2 x 2 = 64, 

and since pairs of octonionic half-spinors of the Spin(0,8)
Clifford algebra Cl(0,8) on which the D4-D5-E6-E7 physics model is based
can be represented by 8 things taken 2 at a time,
or  (2x2x2) x (2x2x2) = 64, 

the genetic code, the I Ching, and the D4-D5-E6-E7 physics model
are all just different representations
of the same fundamental structure.  

The fundamental structure of 8 trigrams can not only be extended
to 8x8 = 2^6 = 64 hexagrams,
but also to 24-grams, of which there are 8^8 = 2^24 = 16,777,216.
24-grams are directly related to Golay codes and the Leech lattice.  

In that connection,
the hexacode H6 is related to Golay codes and the Leech lattice.
The hexacode H6 can be used to construct
quantum-error-correcting codes that are based on GF(4),
and
an RNA code is based on 4 nucleotides UGAC, taken 3 at a time.
Katya Walter has shown that
the I Ching representation of the DNA genetic code
can be transformed in a natural way to
an I Ching representation of the RNA genetic code.  

The same fundamental structure is also shared
by Penrose tilings and musical sequences. 

Further,
you can represent genetic information by
DNA sequence music (215k wav).  

Katya Walter has shown that the representation of the DNA code by Fu Xi's Ho Tu arrangement of the I Ching is not superficial. The 55 points of the Ho Tu diagram can be divided into 27 SouthEast points and 28 NorthWest points, if the central point is put into the NorthWest part. The G-C base pair has 15 ring atoms and 12 other atoms, just as the SouthEast part has 15 even points and 12 odd points. The T-A base pair has 15 ring atoms and 13 other atoms, just as the NouthWest part has 15 even points and 13 odd points.
 
If the central point is allowed to remain central,
and represent a U(1) propagator phase,
then both the SouthEast and NorthWest parts
have 15 even points and 12 odd points,
so that they represent
the 15 generators of the Spin(6) that gives
conformal gravity and the Higgs mechanism
and
the 12 generators of the SU(3)xSU(2)xU(1) standard model,
that is,
all the gauge bosons of the D4-D5-E6-E7-E8 VoDou Physics model spacetime.  

Note that, to represent physical structures
such as the DNA code and the D4-D5-E6-E7 model gauge bosons,
the proper axis for the Ho Tu diagram is NorthEast-SouthWest,
which is different
from the North-South axis used to represent abstract Yin-Yang
binary math structure.  

Such a diagonal axis will be used in the Lo Shu diagram,
which is more oriented to representations of physical structures,
as opposed to abstract structures.  



China's third emperor Huang Di started the present Chinese calendar on 10 February 2697 BC. About 4,200 years ago, when Comet Hale-Bopp last appeared, Yu (father of the first emperor of the Xia dynasty) saw, rising from the Lo River, a turtle with markings of the

Lo Shu,

shown here in its ancient and modern forms:
 
 
Yu interpreted the 4 directions and 4 diagonal directions
of the Lo Shu in terms of the Later Heaven arrangement
of the 8 trigrams of the I Ching:
 
 
Note that the Yu Later Heaven Lo Shu arrangement of the 8 trigrams
is not very symmetrical with respect to abstract Yin-Yang
binary structure,
but is very symmetrical with respect to a NorthEast-SouthWest axis
and the physical representation of the 5 Elements.
The NorthEast-SouthWest axis is Earth-Earth-Earth,
SouthEast and East are Wood,
NorthWest and West are Metal, and
South is Fire and North is Water. 

Although the Lo Shu is not very symmetrical with respect
to abstract Yin-Yang binary structure,
the Lo Shu diagram does have the interesting mathematical
structure of a Magic Square:
 
 

In addition to Square tilings of the plane,
there are Hexagonal tilings.  

The only Magic Hexagon that exits also has central number 5: 

            15             

      14           13      

 9           8           10

       6            4      

11           5           12

       1            2      

18           7           16

      17           19      

             3             

There are 15 sums, 5 parallel to each of its 3 axes.
Each sum is 38 = 2x19, and there are 1+6+12 = 19 cells.
19x19 is the dimension of the lattice of a WeiQi board. 



Perhaps because of its lack of abstract Yin-Yang binary symmetry, the Later Heaven Lo Shu arrangement of the 8 trigrams did not lead Yu to make a corresponding arrangement of the 64 hexagrams. It was not until about 3,100 years ago that Wen-wang (father of the founder of the Zhou dynasty) made a Lo Shu arrangement of the 64 hexagrams.  
 
Since Wen-wang's son Wu-wang named him (posthumously) as
the first emperor of the Zhou dynasty,
Wen-wang is known as King Wen,
and his arrangement of the 64 hexagrams
often called the King Wen arrangement. 

King Wen created his arrangement while imprisoned by
the Shang emperor.  It was not an arrangement to describe
abstract principles, but to describe his life and how it
could be useful in overthrowing the corrupt Shang emperor
and setting up a better government.
The 64 King Wen hexagrams are arranged in 32 dual pairs.
For 28 of the pairs, one is the other turned upside down.
8 hexagrams are the same turned upside down,
so they make up 4 pairs of opposites.
The 28 upside-down symmetric pairs have a similar symmetry
to the 28-dimensional antisymmetric real 8x8 matrices
that represent Spin(0,8) of the D4-D5-E6-E7 physics model. 

King Wen's arrangement is designed for life in our physical world,
beginning with pure Yang, forward moving Heaven,
and ending with a hexagram described by two characters
that mean "not yet across (a river)",
so that its ending is really also a beginning,
just as in real life.
Perhaps that is why the King Wen arrangement is the one
most often seen in present-day I Ching books. 

Another son of King Wen was the Duke of Zhou,
the brother of King Wu (Wu-wang).
When King Wen wrote about the 64 hexagrams,
he wrote for each entire hexagram a Judgment.
The Duke of Zhou wrote a poetic text, the Line Text,
for each hexagram Judgment.
Each poem line corresponds to a hexagram line,
and each whole poem goes with
the Chinese characters for each hexagram Judgment. 

Much later commentaries, such as the Ten Wings,
have been added to the present-day I Ching books. 

My opinion about such later commentaries is
the same as that of Rosemary and Kerson Huang:
"The poetic aspect of the I Ching,
however, has been obscured by the Ten Wings.
How can you enjoy poetry if every line is followed
by government regulations on how to read it?"

The King Wen I Ching sequence was used by Terence McKenna to construct his Timewave model of history.

 


Of course, it is possible to make other arrangements of the 8 trigrams and 64 hexagrams of the

I Ching

than the Fu Xi and King Wen arrangements. 

The 8 trigrams can be arranged in 8! = 40,320 different orders.
As well as ordering the 8 trigrams differently,
you can pick subsets of the 8 trigrams.
That can also be done in many ways:
there are 2^8 = 256 subsets of the 8 trigrams.
The number of subsets of the 8 trigrams is
the dimension of the Cl(0,8) Clifford algebra
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
and
is related to ordering the 8 trigrams
by the Clifford sequence corresponding
to the binary numbers from 0 through 7

You can arrange the 64 hexagrams
in 64! (about 1.27 x 10^89) different orders.  

As well as ordering the 64 hexagrams differently,
you can pick subsets of the 64 hexagrams.
That can also be done in many ways:
there are 2^64 (about 1.844 x 10^19) subsets of the 64 hexagrams.
The number of subsets of the 64 hexagrams is
useful in estimating the Planck mass. 

If you want more possibilities,
consider the (2^64)! possible orderings
of all 2^64 subsets of the 64 hexagrams. 

If you want still more,
consider the possible orderings
within each of the 2^64 subsets of the 64 hexagrams. 

The ordering of the
64 hexagrams in the HuangLao Daoist Mawangdui Silk Text
may be related to historical events of the time period
from 613 BC (Emperor Zhuang of Chu)
to the time the manuscript was copied,
probably about 202-195 BC (Emperor Liu Bang of Han).   

A natural ordering of the 64 hexagrams is
the I Ching lattice of Billy Culver

in which the 64 hexagrams are in groups of
4 + 16 + (12+12) + 16 + 4 = 4 + 16 + 24 + 16 + 4  = 64
This can be seen as a 4-fold expansion of the
       1   4   6   4   1
level of the Su Meru triangle.



Another order is based on the
       1   6  15  20  15   6   1
level, with 2^6 = 64 elements, of the Su Meru triangle:

(Here, the hexagrams are denoted by numbers representing them in the binary Fu Xi Earlier Heaven sequence, as binary numbers from 0 through 63, with broken lines denoted by – -.)

 
----------------------

 0                                   1 hexagram with 0    - -

----------------------

 1   2   4   8  16  32               6 hexagrams with 1   - -

----------------------

 3   6  12  24  48

 5  10  20  40

 9  18  36                          15 hexagrams with 2   - -

17  34

33

----------------------

 7  14  28

11  22

13  26  

19

21

25

======================      10+10 = 20 hexagrams with 3   - -          

                    38 = 63 - 25

                    42 = 63 - 21 

                    44 = 63 - 19  

                37  50 = 63 - 13   

                41  52 = 63 - 11  

            35  49  56 = 63 - 7    

----------------------

                    30 = 63 - 33

                29  46 = 63 - 17

            27  45  54 = 63 - 9     15 hexagrams with 4   - -

        23  43  53  58 = 63 - 5

    15  39  51  57  60 = 63 - 3

----------------------

31  47  55  59  61  62 = 63 - 1      6 hexagrams with 5   - -

----------------------

                    63 = 63 - 0      1 hexagram with 6    - -    

----------------------

Still another interesting order for the hexagrams uses the order of this 8x8 Magic Square whose sum is 260. It is constructed by writing the numbers 1...64 in sequence and then reversing the order of the green entries: 64 2 3 61 60 6 7 8 9 55 54 12 13 51 50 16 17 47 46 20 21 43 42 24 40 26 27 37 36 30 31 32   32 34 35 29 28 38 39 25   41 23 22 44 45 19 18 48 49 15 14 52 53 11 10 56 8 58 59 5 4 62 63 1   Since 8x8 = 64 = 4x4x4 is both a square and a cube (the smallest such number greater than 1) you can use the same numbers and a similar method to construct a 4x4x4 Magic Cube with sum 130. Here is such a cube as constructed by Meredith Houlton: 1 63 62 4 60 6 7 57 56 10 11 53 13 51 50 16 48 18 19 45 21 43 42 24 25 39 38 28 36 30 31 33   32 34 35 29 37 27 26 40 41 23 22 44 20 46 47 17   49 15 14 52 12 54 55 9 8 58 59 5 61 3 2 64 The sum of the 8x8 Magic Square, 260, is twice the sum (130) of the 4x4x4 Magic Cube. The Maya calendar uses a period of 260 days, the Tzolkin, as well as a period of 365 days, the Haab.
A version of the

Tai Hsuan Ching

was written by Yang Hsiung,
who lived from about 53 BC to about 18 AD.  

As the I Ching is based on hexagrams of binary lines,
for a total of 2x2x2x2x2x2 = 8x8 = 64 hexagrams,
the Tai Hsuan Ching is based on tetragrams of ternary lines,
for a total of 3x3x3x3 = 9x9 = 81 tetragrams.

It seems to me as though Vedic divination and Tai Shuan Ching are based on the Triality aspect of the 256-dimensional Cl(8) Clifford algebra of IFA, while I Ching is based on the 64-dimensional Cl(6) Clifford subalgebra of the Cl(8) of IFA.

 
The progression from the I Ching to the Tai Hsuan Ching
is similar to a number of things:
 
The numbers shown in the arrangement below
are the ternary numbers plus 1,
as the ternary numbers go from 0 to 80
instead of from 1 to 81.
 
 
The ternary number arrangement is similar to
the Fu Xi binary number arrangement of the I Ching. 

The 81 tetragrams correspond to the 81 verses
of the Tao Te Ching.  

The Tai Hsuan Ching may be at least as
old as the King Wen arrangement of the I Ching,
since such tetragrams have been
found on Shang and Zhou dynasty oracle bones.  

To construct the Tai Hsuan Ching,
start with the 3x3 I Ching Magic Square  

     |     |
  4  |  9  |  2
_____|_____|_____
     |     |
  3  |  5  |  7
_____|_____|_____
     |     |
  8  |  1  |  6
     |     |     

whose central number, 5, is also
central in the sequence   1,2,3,4, 5, 6,7,8,9
which sequence corresponds
to the octonions          1,i,j,k, 0, E,I,J,K 

whose total number for each line is 15,
the dimension of the largest Hopf fibration
and the dimension of the imaginary sedenions. 

If you take into account the direction in which you add each
of the 8 ways, and add all directed ways together
you get a total of 16x15 = 240
which is the number of vertices of a Witting polytope. 

The total of all 9 numbers is 45,
the dimension of the D5 Lie algebra Spin(10)
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
in which
the D4 Spin(8) subgroup of Spin(10) corresponds
to 28 bivector gauge bosons
and the 16-dimensional homogeneous space
Spin(10) / Spin(8)xU(1)
corresponds to an 8-dimensional complex domain
whose Shilov boundary is RP1 x S7
corresponding to an 8-dimensional spacetime.  

Notice that the 3x3 Magic Square gives
the gauge bosons and the spacetime
of the D4-D5-E6-E7 physics model
but
does not contain the spinor fermions. 

The 3 generations of spinor fermions
corresond to a Lie Algebra Magic Square.  

The Tai Hsuan Ching construction will
give us the spinor fermions,
and therefore corresponds to
the complete D4-D5-E6-E7 physics model. 

To construct the Tai Hsaun Ching,
consider the Magic Square sequence as a line 

3   8   4   9   5   1   6   2   7

with central 5 and opposite pairs at equal distances. 

If you try to make that, or a multiple of it,
into a 9x9 Magic Square whose central number
is the central number 41 of 9x9 = 81 = 40+1+40,
you will fail because 41 is not a multiple of 5. 

However, since 365 = 5x73 is
the central number of 729 = 364+1+364 , you can
make a 9x9x9 Magic Cube with 9x9x9 = 729 entries,
each 9x9 square of which is a Magic Square.
The Magic Cube of the Tai Hsaun Ching
gives the same sum for all lines parallel to an edge,
and for all diagonals containing the central entry. 

The central number of the Magic Cube, 365,
the period of a Maya Haab.  

The total number for each line is 3,285 = 219 x 15.
The total of all numbers is 266,085  =  5,913 x 45. 

Since 729 is the smallest odd number greater than 1
that is both a cubic number and a square number,
the 729 entries of the 9x9x9 Magic Cube with central entry 365
can be rearranged to form
a 27x27 Magic Square with 729 entries and central entry 365. 

27 = 3x3x3 = 13+1+13 is a cubic number with central number 14,
and there is a 3x3x3 Magic Cube with central entry 14
(14 is the dimension of the exceptional Lie algebra G2)
and sum 42:  

10  24   8       26   1  15        6  17  19
23   7  12        3  14  25       16  21   5
 9  11  22       13  27   2       20   4  18

The lowest dimensional non-trivial representation
of the Lie algebra E6 is 27-dimensional,
corresponding to the 27-dimensional Jordan algebra
of 3x3 Hermitian octonionic matrices.  

E6 is the 78-dimensional Lie algebra
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
in which
the 32-dimensional homogeneous space
E6 / Spin(10)xU(1)
corresponds to a 16-dimensional complex domain
whose Shilov boundary is two copies of RP1 x S7
corresponding to Spin(8) spinors, representing
8 fermion particles and 8 fermion antiparticles.  

All 4 components of the D4-D5-E6-E7 model,
arising from the 4 fundamental representations of Spin(8),
are contained within E6:
8 half-spinor fermion particles;
8 half-spinor fermion antiparticles;
8-dimensional spacetime
      (4 Physical Spacetime dimensions and
       4 Internal Symmetry dimensions);
and 28 gauge bosons
      (12 for the Standard Model,
       15 for Conformal Gravity and the Higgs Mechanism, and
        1 for propagator phase).  

The Lie algebra E6 is 72+6 = 78-dimensional,
and has Weyl group of order 72x6! = 51,840
which is the symmetry group of the 6-dimensional polytope 2_21
with 27 vertices and 27+72 faces
which is also the symmetry group of the 27 line configuration:
 

The 78 dimensions of E6 correspond to the 78 Tarot cards. 

Since E6 as used in the D4-D5-E6-E7 physics model
represents the two half-spinor representations of Spin(8),

 

For Spin(n) up to n = 8,
here are is their Clifford algebra structure
as shown by the Yang Hui (Pascal) triangle
and the dimensions of their spinor representations
 
n                                           Total            Spinor
                                          Dimension        Dimension

0                   1                   2^0 =   1= 1x1         1
1                 1   1                 2^1 =   2= 1+1         1
2               1   2   1               2^2 =   4= 2x2       2 = 1+1
3             1   3   3   1             2^3 =   8= 4+4         2
4           1   4   6   4   1           2^4 =  16= 4x4       4 = 2+2
5         1   5  10  10   5   1         2^5 =  32=16+16        4
6       1   6  15  20  15   6   1       2^6 =  64= 8x8       8 = 4+4
7     1   7  21  35  35  21   7   1     2^7 = 128=64+64        8
8   1   8  28  56  70  56  28   8   1   2^8 = 256=16x16     16 = 8+8
Since each row of the Yang Hui (Pascal) triangle
corresponds to the graded structure of an exterior algebra
with a wedge product, call each row a wedge string.  

In this pattern, the 28 and the 8 for n = 8 correspond
to the 28 gauge bosons of the D4 Lie algebra
and to the 8 spacetime (4 physical and 4 internal symmetry)
dimensions that are added when you go to the D5 Lie algebra. 

The 8+8 = 16 fermions that are added when you go to E6,
corresponding to spinors, do not correspond to any single
grade of the n = 8 Clifford algebra with graded structure
1   8  28  56  70  56  28   8   1
but correspond to the entire Clifford algebra as a whole. 

The total dimension of the Clifford algebra
is given by the Yang Hui (Pascal) triangle
pattern of binary expansion (1 + 1)^n,
which
corresponds to the number of vertices of
a hypercube of dimension n.  

The spinors of the Clifford algebra of dimension n
are derived from the total matrix algebra of dimension 2^n
with pattern 

n                    

0                   1
1                 2
2               4
3             8
4          16
5        32
6      64
7   128
8 256                

This can be expanded to a pattern 

n                                    

0                   1
1                 2   1
2               4   2   1
3             8   4   2   1
4          16   8   4   2   1
5        32  16   8   4   2   1
6      64  32  16   8   4   2   1
7   128  64  32  16   8   4   2   1
8 256 128  64  32  16   8   4   2   1

in the same form as the Yang Hui (Pascal) triangle.  

Call each row a spinor string.   

For a given row in the binary (1+1)^n Yang Hui (Pascal) triangle
the string product of a spinor string and a wedge string 

(2^N, 2^(N-1),  2^(N-2), ... , 2^(N-J), ... ,    4,     2, 1)
(1 ,   N   , N(N-1)/2,...,N^k J^(N-k)/(k!(N-k)!)J),...,N(N-1)/2,N,1)

gives the rows of the ternary (1+2)^n power of 3 triangle

n                                                           

0                     1                          3^0 =     1
1                   2    1                       3^1 =     3
2                4    4    1                     3^2 =     9
3              8    12   6    1                  3^3 =    27
4           16   32   24    8    1               3^4 =    81
5         32   80   80   40   10    1            3^5 =   243
6       64  192  240  160   60   12    1         3^6 =   729
7    128  448  672  560  280   84   14    1      3^7 = 2,187
8  256 1024 1792 1792 1120  448  112   16    1   3^8 = 6,561

Just as the binary (1+1)^n triangle corresponds to the I Ching,
the ternary (1+2)^n triangle corresponds to the Tai Hsuan Ching.
The ternary triangle also describes
the sub-hypercube structure of a hypercube.  

The ternary power of 3 triangle is not only
used in representations of the spinors in the D4-D5-E6-E7 model,
it was also by Plato in describing cosmogony and music.  

 


 

The 9x9x9 Magic Cube of the Tai Hsuan Ching

has central entry 365,
and 365 = 73 x 5 is the whole number of days in a solar year.
The corresponding Maya 365-day period is called the Haab. 

The 8x8 Magic Square and 4x4x4 Magic Cube of the I Ching
have sums 260 and 130 = 260/2,
and 260 = 13 x 5 x 4  is the number of days in a Maya Tzolkin.  

The common period of the Maya Haab and Tzolkin
is   73 x 5 x 13 x 4 = 18,980 days or 52 Haab.  

The synodic period of Venus is 584 = 73 x 8.  

The common period of the Maya Haab and
the synodic period of Venus
is 73 x 5 x 8 = 37,960 days or 104 Haab. 

The common period of the Maya Haab and Tzolkin and
the synodic period of Venus
is 73 x 5 x 8 = 2,929 days or 8 Haab. 

Since the 8x8 = 4x4x4 = 64, and 584 = 2 x 260 +  64.
the synodic period of Venus is naturally expressible in
terms of the 8x8 Magic Square and the 4x4x4 Magic Cube. 

Here is the 9x9x9 Magic Cube:
 

1

 
543  179  616  252  689  397   33  470  106

107  544  180  617  244  690  398   34  471

472  108  545  172  618  245  691  399   35

 36  473  100  546  173  619  246  692  400

401   28  474  101  547  174  620  247  693

685  402   29  475  102  548  175  621  248

249  686  403   30  476  103  549  176  613

614  250  687  404   31  477  104  541  177

178  615  251  688  405   32  469  105  542

2

 
 97  534  170  607  324  680  388   24  461

462   98  535  171  608  316  681  389   25

 26  463   99  536  163  609  317  682  390

391   27  464   91  537  164  610  318  683

684  392   19  465   92  538  165  611  319

320  676  393   20  466   93  539  166  612

604  321  677  394   21  467   94  540  167

168  605  322  678  395   22  468   95  532

533  169  606  323  679  396   23  460   96

 

3

 
452   88  525  242  598  315  671  379   15

 16  453   89  526  243  599  307  672  380

381   17  454   90  527  235  600  308  673

674  382   18  455   82  528  236  601  309

310  675  383   10  456   83  529  237  602

603  311  667  384   11  457   84  530  238

239  595  312  668  385   12  458   85  531

523  240  596  313  669  386   13  459   86

 87  524  241  597  314  670  387   14  451

 

4 Thanks to Jeff Knox for correcting my error in row 1, col 5, where I had written 231 by mistake.

 
  6  443  160  516  233  589  306  662  370

371    7  444  161  517  234  590  298  663

664  372    8  445  162  518  226  591  299

300  665  373    9  446  154  519  227  592

593  301  666  374    1  447  155  520  228

229  594  302  658  375    2  448  156  521

522  230  586  303  659  376    3  449  157

158  514  231  587  304  660  377    4  450

442  159  515  232  588  305  661  378    5

 

5

 
361   78  434  151  507  224  580  297  653

654  362   79  435  152  508  225  581  289

290  655  363   80  436  153  509  217  582

583  291  656  364   81  437  145  510  218

219  584  292  657  365   73  438  146  511

512  220  585  293  649  366   74  439  147

148  513  221  577  294  650  367   75  440

441  149  505  222  578  295  651  368   76

 77  433  150  506  223  579  296  652  369

 

6

 
725  352   69  425  142  498  215  571  288

280  726  353   70  426  143  499  216  572

573  281  727  354   71  427  144  500  208

209  574  282  728  355   72  428  136  501

502  210  575  283  729  356   64  429  137

138  503  211  576  284  721  357   65  430

431  139  504  212  568  285  722  358   66

 67  432  140  496  213  569  286  723  359

360   68  424  141  497  214  570  287  724

 

7

 
279  716  343   60  416  133  489  206  643

644  271  717  344   61  417  134  490  207

199  645  272  718  345   62  418  135  491

492  200  646  273  719  346   63  419  127

128  493  201  647  274  720  347   55  420

421  129  494  202  648  275  712  348   56

 57  422  130  495  203  640  276  713  349

150   58  423  131  487  204  641  277  714

715  351   59  415  132  488  205  642  278

 

8

 
634  270  707  334   51  407  124  561  197

198  635  262  708  335   52  408  125  562

563  190  636  263  709  336   53  409  126

118  564  191  637  264  710  337   54  410

411  119  565  192  638  265  711  338   46

 47  412  120  566  193  639  266  703  339

340   48  413  121  567  194  631  267  704

705  341   49  414  122  559  195  632  268

269  706  342   50  406  123  560  196  633

 

9

 
188  625  261  698  325   42  479  115  552

553  189  626  253  699  326   43  480  116

117  554  181  627  254  700  327   44  481

482  109  555  182  628  255  701  328   45

 37  483  110  556  183  629  256  702  329

330   38  484  111  557  184  630  257  694

695  331   39  485  112  558  185  622  258

259  696  332   40  486  113  550  186  623

624  260  697  333   41  478  114  551  187

 

References:

 
Andrews, W. S., Magic Squares and Cubes (Dover 1960). 

Arguelles, Jose, Earth Ascending (3rd ed) (Bear 1996).
(Jose Arguelles noticed similar correspondencies between
8x8 Magic Squares, the I Ching, and the Mayan calendar, at
least as early as the first edition of Earth Ascending in 1984.)

Coxeter, H. S. M., Math. Z. 200 (1988) 3-45.  

Huang, Kerson and Rosemary, I Ching (Workman 1987). 

Lau, Kwan, Feng Shui for Today (Tengu 1996). 

Nylan, Michael, The Canon of Supreme Mystery by Yan Hsiung,
A Translation with Commentary of the T'ai hsuan ching
(State University of New York Press 1993 -  A popular version
is entitled The Elemental Changes (Roger Clough has a web page
with some notations of errata, such as typos etc.)

Schele, Linda and Freidel, David, A Forest of Kings
(Quill, William Morrow 1990). 

Shaughnessy, Edward, I Ching (Ballantine 1996). 

Walter, Katya, Tao of Chaos (Element 1994). 

Walters, Derek, Chinese Astrology (Aquarian 1992). 

Walters, Derek, The Alternative I Ching (Aquarian Press 1987),
originally published in 1983 under the title The Tai Hsuan Ching.   

Wells, David, The Penguin Dictionary of Curious and
Interesting Numbers (Penguin 1986). 

Williams, C. A. S., Chinese Symbolism and Art Motifs (Tuttle 1974). 

Wong, Eva, Feng Shui (Shambhala 1996). 

Wong, Eva, Taoism (Shambhala 1997). 

Yates, Robin D. S., Five Lost Classics:
Tao, Huang-Lao, and Yin-Yang in Han China (Ballantine Books 1997).

 

The I Ching web site of Chris Lofting, which has a lot of very interesting philosophical discussion.

The I Ching web site of Christopher Garrity, which relates the 8×8 I Ching Matrix to a Matrix of the 8 Colors of the SU(3) Color Force: white; red, blue, and green; and their complementary colors.

The T’ai Hsuan Ching website of Roger Clough has a lot of interesting information about the Tai Hsuan Ching.

Michael Nylan and Nathan Sivin have a web page with their 1987 (revised 1995) article entitled The First Neo-Confucianism An Introduction to Yang Hsiung’s “Canon Of Supreme Mystery” (T’ai Hsuan Ching, Ca. 4 B.C.).


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Porque genes de virus estão conquistando os emprêgos dos genes humanos!

quinta-feira, fevereiro 3rd, 2011

Virus & Cometas: Mais indícios para a Matriz/DNA

Cyanophages, cianobacterial virus, são importantes agentes na horizontal transferência de genes entre diferentes espécies de cianobactérias da flora/fauna marinha, os organismos que fazem fotosíntese predominantes nos oceanos. Êste fenômeno de horizontal transferência de genes entre espécies diferentes é pouco entendido mas muito importante nas nossas vidas, e com a maneira popular como explicamos aqui, tôdo mundo pode entender rápido. 

Vertical transferência de genes é o processo normal: pais passam seus genes para os filhos. Mas existe tambem a horizontal transferência de genes: invasores de corpos maiores alcançam o DNA dêstes e adicionam seus genes, ou absorvem genes, talvez. Assim acaba ocorrendo uma grande salada de espécies diferentes compartilhando, trocando genes. Acho que muitas mutações genéticas e muitas doenças hereditárias tem a horizontal transferência de genes como causa, por isso precisamos estudar êste tema com carinho.

Qual seria a fôrça, ou fôrças, da Natureza que provoca êsse fenômeno, ou ao menos que abre oportunidades para isso ocorrer? Existiria algum objetivo maior – da Vida em si mesma, ou de algo mais contido na Vida – por trás dêste fenômeno? O DNA demonstra que faz muitas coisas para se proteger e manter rigorosamente seu código, criando inclusive duas membranas celulares (a nuclear e a celular) como muralhas fortificadas para se proteger contra invasores. Portanto se essa invasão ocorre é porque existem fôrças mais poderosas que a fôrça do DNA. Ou então porque os invasores usam da inteligência e mandaram um presente de grego, um Cavalo de Tróia, que engana o DNA. Na verdade ocorrem as duas coisas: existe uma fôrça mais poderosa, que é a Matriz, e ela utiliza aqui o ardil do “spaghetti”.  

A Teoria da Matriz/DNA diz que sim, que é a Matriz/DNA Universal quem está por trás disso e explica porque. Para entender melhor precisamos ter a figura do software da Matriz que veio do céu, na memória:

DIAGRAMA-SOFTWARE DA MATRIZ/DNA – SISTEMA FECHADO

Os bits-informação (fótons) emitidos pela matéria de um sistema astronomico envelhecido são como os radicais livres e são dispersos no tempo e no espaço. Mas se dois bits que eram vizinhos antes, no circuito de informações de um sistema astronomico, se encontram, digamos, na superficie de um planeta, ocorre a união automática. É como se dois amigos  chineses da mesma cidade imigram separadamente para New York e um dia se encontram. Assim se formam os bairros com diferenças de etnias, como o bairro dos chineses, dos italianos, dos hispanos, etc. Mas se um italiano for morar no bairro chinês que só comia macarrão do tipo miojo e começar a oferecer spaghetti, a população local, com o tempo, pode incorporar o spaghetti em sua cultura. Assim faz um virus carregando genes sofisticados para fotossíntese quando chega na colonia de genes de uma bactéria fazendo sofregamente uma fotossíntese rudimentar. O DNA local, com o tempo, incorpora os genes diferentes e melhores do virus para fotossíntese.

Qual a vantagem disso para a Matriz Universal?

Ora, os bits-informação que vieram da astronomia para a superficie da Terra, eram como genes não-vivos, semi-biológicos, de LUCA – the Last Universal Common Ancestor  de todos os sistemas biológicos, porque LUCA foi o sistema astronomico mais evoluído que existia. E LUCA veio à Terra como um Deus caído, por ter sucumbido às tentações da matéria em que seu aspecto feminino, massa, tem como supremo objetivo o equilibrio termodinâmico (todo cientista sabe disso), e seu aspecto masculino, energia, tem como supremo objetivo o frenesí e ficção obtidos pelas mais longas aventuras nas mais elevadas velocidades. Por isso mulheres apreciam a segurança e conforto de mansões com marido e filhos enquanto homens apreciam aventuras de conquista e sexo. Constituíram assim um sistema fechado em si mesmo, extremamente egoísta, cortando relações com tudo o mais existente no mundo, fechando as portas à sua Evolução.    Mas além e maior que as galáxias existe o Universo, o qual dispõe de um recurso: degeneração, que causa a morte, segundo principio da termodinamica medido pela entropia, a conhecida Lei de Claudius. O que deveria ser um moto perpétuo eterno foi fragmentado em seus bits e canalizados para um novo mundo, mas foram separados, para vizinhos anteriores caírem em diferentes lugares e em diferentes épocas.  Para chineses em New York não chegarem juntos e no mesmo local e construírem um sistema social e uma cidade igualzinha à da China, pois o super-direitista Presidente Bush não admitiria uma cidade comunista dentro dos EUA, certo? Assim o sistema foi reaberto e a espontânea associação ou aproximação entre os genes semi-vivos foi formando tribos ecléticas, sociedades, miscigenação de raças, gerando novos tipos de circuitos diferentes daquele pecaminoso ancestral.

Ora, já detectamos que o trecho do circuito de LUCA, referente à Função 5, que tinha como ferramenta o cometa, aqui no mundo dos micro-organismos se tornou os virus. Os primeiros só continham uma haste do código genético, denominado RNA. Justamente porque o cometa apenas expressa as informações da meia-face esquerda da Matriz, aquela cujo trecho de circuito vai de F2 a F5 ( observe o diagrama acima). Ora, o cometa é lançado do pulsar, ou seja, F5 é lançado de F4. Justamente F4 é quem tem o potencial latente para transformar-se em, construir, a estrêla. Se você fôr um especialista em construção de usina que produz a luz solar, ninguem melhor do que você será capaz de desenvolver usos uteis dessa luz, dessa energia. Usos úteis como a fotossíntese, que é captação e transformação de energia solar. Isso é em que consite os genes especiais do virus: engenheiros de usinas de energia. Quando se misturam com a comunidade local de engenheiros menos especializados de uma bactéria, facilmente deslocam estas de seus emprêgos, pois o patrão DNA quer a melhor usina que êles sabem fazer. Se as bactérias soubessem o que vai lhes acontecer, resistiriam à tentação mandando o spaghetti para o inferno e continuariam com o miojo. Ou seja, suas usinas mais simples.

Esta é uma maneira de usar uma analogia para explicar por que acontece a horizontal transferência de genes entre diferentes espécies e dentro do contexto da cosmovisão da teoria da Matriz/DNA.

E agora vamos ao artigo que me inspirou a escrever êste pois tem algo mais  importante nêle.

PLOS BIOLOGY JOURNAL

Prevalence and Evolution of Core Photosystem II Genes in Marine Cyanobacterial Viruses and Their Hosts

http://www.plosbiology.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pbio.0040234

“Cyanophages (cyanobacterial viruses) are important agents of  horizontal gene transfer among marine cyanobacteria, the numerically dominant photosynthetic organisms in the oceans. Some cyanophage genomes carry and express host-like photosynthesis genes, presumably to augment the host photosynthetic machinery during infection. To study the prevalence and evolutionary dynamics of this phenomenon, 33 cultured…”

O artigo diz: Alguns cyanophage genomes carregam e expressam genes parecidos com os genes da bactéria hospedeira dedicados à maquinaria fotosintética, presumivelmente para otimizar a maquinaria da hospedeira durante a infecção. Êste é o problema da Ciência sem o conhecimento da  Matriz/DNA: coisas inexplicáveis acontecem, mas como não podemos ficar sem opinar uma explicação, precipitamo-nos a divulgar uma explicação que se melhor pensada, não faz sentido. Você acha mesmo que aquêle mero punhado de átomos que é um virus, arranjado como se fôsse uma ilha ( o RNA ou DNA) cercado de água salôba (citoplasma), contendo ao longe uma muralha protetora circular ou pentagonal (membrana feita com proteina), e nada mais…, estaria por aí se dando ao trabalho de carregar um fardo que ele não usa? Porque e para que possuem genes para fazer fotosíntese, se, pelo que sei, virus não faz fotosíntese?! – só mesmo a Matriz/DNA explica isso). E como um punhado de átomos pode prever o futuro,  como pode saber que a bactéria faz fotosíntese, e como pode entender de fotosíntese melhor que a bacéria? Seria o mesmo caso do fazendeiro que planta milho para alimentar porco para comer o porco quando tiver gordo! Ora… tenha a santa paciência! Êsse amigo biólogo quando explica ao filho que Papai Noel existe e vai dar um presente de natal, não está mentindo: êle se esqueceu que Papai Noel não existe.

A explicação do porque os genes da fotosíntese estão no genoma do vírus está explicada acima. Vírus não tem a menor idéia de que êles transportam engenheiros e ainda mais, os melhores engenheiros em usinas de energia. São os engenheiros da Matriz. Os mesmos que conseguiram fazer obras belas e fantásticas como uma Marylin Monroe, um Albert Einstein, ou mais ainda, a cozinheira idosa e gorducha do restaurante que frequento, uma santa e heróica criatura!

No entanto… a Matriz ainda é apenas uma teoria na cabeça de um maluco… não acredite em mim, tenha a explicação como possibilidade apenas, por enquanto. Mas também não precisa me condenar, não é …? Afinal, além de agora você entender o que é “horizontal gene transfer” = chineses largando o miojo para comer spaghetti – você tambem sabe que os biólogos estão acreditando em coisas mais malucas que eu. Abraços…

Louis Morelli