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Decifrado o segrêdo da fruta comida por Eva e Adão no Paraíso?

quinta-feira, junho 9th, 2011

Question:  “What was the Fruit of the tree of Knowledge of Good and Evil that was supposedly eaten by Eve and then offered to Adam?”

Cassiopea: “Knowledge restriction Encoding.”

Português: Qual foi a fruta da Arvore do Conhecimento do Bem e do Mal que foi supostamente comida por Eva e então oferecida a Adão?

Cassiopéia: Código Restritivo do Conhecimento.

Lendo por curiosidade o website http://www.cassiopaea.org/cass/matrix_dna_illusions_alchemy.htm , onde pessoas fazem perguntas a uma entidade espiritual chamada Cassiopea, me deparei com o trecho acima. Mas é justamente o que os modêlos da Matriz/DNA estão sugerindo! Como pode duas pessoas,vindo por caminhos tão diferentes chegarem à mesma Roma, à mesma solução?!

A autora do artigo lida com a área mística enquanto a Matriz/DNA nasceu de uma investigação exclusiva e extremamente materialista. Mas o resultado final é um encontro!

A Matriz/DNA sugere o modêlo do estado do mundo momentos antes de surgir a vida na Terra. Como estavam organizados os astros celestes, como e de onde a Terra veio, o que existia na Terra, quais foram as forças naturais e ingredientes que atuaram nos três bilhões de anos em que a vida estava sendo forjada lentamente a partir de uma sôpa caótica. Bem, êsse modêlo sugere que o ápice da evolução antes do primeiro ser vivo tinha sido a formação de uma galáxia. E o modelo mostra a foto de como era o sistema galáctico, um sistema de extraordinaria engenharia, semi-mecânico/semi-biológico, contendo um ciclo vital, etc. Mas era um sistema fechado em si mesmo, com pretensões de ser eterno nesta forma. No circuito que conecta as partes, ou seja, os astros, corria um fluxo de informação que em dado momento se dividia, e baseando-me no que fazem quando ocorre essa divisão, concluí que é exatamente o que fazem os cromossomas X e Y na geração de um novo ser. Ou seja, o sistema era hermafrodita, mas em dado momento ele se bifurca em masculino e feminino e volta a ser hermafrodita logo depois. Como o sistema em tudo parece ser um verdadeiro e perfeito paraíso para a vivência de seres masculinos e femininos, estas três palavras – paraíso, masculino e feminino – me fêz a contragosto lembrar da fábula na Biblia, de Adão e Eva. Muito mal para o mais fiel e disciplinado materialista de todos os tempos, pois assim tive que ser para descobrir a Matriz/DNA.

Logo em seguida os modêlos da Matriz/DNA sugerem como foram os passos evolutivos que transformaram o sistema galáctico no primeiro sistema celular, biologico. Primeiro, o sistema perfeito foi atacado pela entropia degeneradora.  O sistema se desfêz em seus bits-informação, os quais vagam no espaço e caem na superficie de planetas como a Terra. O processo continua com eles se reencontrando, se reunindo na mesma configuração anterior e por fim se produz o sistema celular.

Agora vem a analise existencial de todas essas ocorrencias. O fim ultimo buscado nesse evento foi transformar um sistema fechado em sistema aberto.  O paraiso se torna o ambiente caótico primitivo da terra aberto a todas as possibilidades evolutivas, quando o sistema anterior havia trancado suas portas ao processo da evolução. Mas foi assistindo um filme ( O Admiravel MundoNovo, extraído do livro de Aldous Huxley) que houví uma frase que me calou fundo. O lider maioral diz a um rebelde:

– “Mudar? Mudar para melhor?  Isto não pode acontecer, não tem como. Aqui tudo é perfeito, estamos n aextrema perfeição.  Qualquer mudanca seria uma perturbação ao sistema inteiro, ao que é perfeito.”

Ora, o rebelde que havia nascido de maneira diferente,  fora daquele mundo, estava vendo que ali tudo era artificial, havia extrema felicidade das pessoas mas não havia mente, não havia aquilo que nós humanos temos e que nos fazem inquietos e que não sei explicar o que é, mas sem o qual, eu não queria existir. Então, do ponto de vista dos habitantes daquele paraiso tudo era perfeito, mas do ponto de vista humano, faltava algo, o principal, talvez a liberdade e a expectativa que existe quando podemos avançar no desconhecido, progredir. Eu sei que é ininteligivel isso. Progredir como, para onde, se já se alcançou a ultima perfeição? Não temos a resposta mas somos humanos, não queremos aquele paraiso perfeito e ponto final. Nós não nos entendemos, mas entendemos que queremos algo que não sabemos o que é, e vamos viver em busca dêsse algo.

Aqui está o Código de Restrição ao Conhecimento. No paraíso perfeito!

Segundo os modêlos da Matriz/DNA, a parte da matéria desse mundo  com que nos relacionamos tem uma força invisivel evolutiva. Isto tambem é exdruxulo, ininteligivel, pois como poderia existir uma força com um objetivo, sendo ela mesma parte da matéria? Sem nenhuma mentalização?  Mas acontece que essa porção de matéria com a qual nos relacionamos tem funcionado desde as origens doUniverso, como um computador, ou como um cérebro humano. Existe essa força invisivel que exerce a função de um comando de instruções ao qual vamos denominar de software mental. E tem a parte exclusivamente fisica, corporal visivel que vamos chamar de hardware carnal. Se os modelos estiverem corretos, a mente humana é hoje o ápice da evolução de sua própria entidade, ela surgiu por sua conta e risco no Big Bang de forma muito simples, impregnada nas particulas, deu um salto evolutivo habitando os átomos, depois as galaxias, passou pelos animais irracionais onde estava acordando e veio despertar no homem.

Mencionei esta questão do software e hardware apenas para explicar o que era Adão e Eva a 4 bilhões de anos atrás. Era esse software, num estado ainda primitivo mas já poderoso, que construiu seu corpo material na forma da galaxia semi-biológica. Ora, como disse antes, se supormos que os dois fluxos de informação que correm no circuito daquele sistema fossem algo inteligentes e sensiveis como os humanos, eles teriam a vida que pedimos a deus.  24 horas por dia com a boca aberta e o suculento manah caindo de graça, enquanto os dois se encontravam em ininterrupto orgasmo, como só seria possivel a um hermafrodita. Então, dando nomes humanos aos dois fluxos, podemos escolher Adão e Eva,… porque não?

E qual seria a principal preocupação de Adão e Eva? Observe bem que aqui, o paraiso não teria sido feito por Deus e presenteado aos dois. Não, quem fez aquele paraiso foram os dois mesmos, na forma da mente da matéria, um sistema em equilibrio termodinamico perfeito, o qual é, todos sabemos em Fisica, o supremo objetivo de todas as forças naturais constantes na matéria.

Foi Adão e Eva quem construiram aquele paraíso e a julgar pelo resultado final, o fizeram contra a vontade da lei maior do Universo.  Qual é esta? Evolução. É a unica coisa, o unico processo que a Matriz/DNA identificou como ininterrupto desde o Big Bang, que passou pela evolução sub-atomica, pela cosmológica, entrou na biológica e agora parece estar entrando na evolução mental. E se qualquer porção da matéria se recusa a evoluir o que acontece? A lei maior do Universo, a evolução, se aplica usando a entropia que é a lei da morte. Isto porque toda vez que o sistema ápice da evolução encontra um confortável  modo devida, tenta se acomodar e parar ali, interrompendo sua evolução. Para não perde-lo para sempre, o Universo, ou seja lá algum Deus acima dele, aciona a morte que desintegra o sistema e leva suas particulas-informação a reiniciar por outro caminho. Então, como os modêlos da Matriz/DNA sugerem que o processo de transição entre a mecanica astronomica e a vitalidade biológica houve uma queda, daí concluimos que Adão e Eva fizeram algo contra a vontade de um regulador, fizeram um falso pararaiso.  Qual seria então o maior medo de Adao e Eva, mesmo que fossem inconscientes na materia de que tinham feito para si um corpo que o Universo ou Deus não aprova?

O mesmo medo do lider maioral do Admiravel Mundo Novo.

– “Mudar?! Mundanças? Essa é a pior e mais terrível palavra que jamais pode ser pronunciada no nosso mundo  perfeito”

Mas quem, qual força natural dentro do paraiso perfeito iria se dirigir ou ser dirigida na direção de alguma mudança? Nenhuma. Porque e para que? Ali dentro do paraiso, tanto o software como o hardware não conheciam nada mais alem dele. Não existia mundo lá fora. O sistema era auto-reciclavel, ou seja, ele iniciava e terminava em simesmo. O sistema era um restritor do conhecimento. Se algo ali dentro de repente intuisse que existe algo mais a conhecer, teria sido um defeito de fabricação. Como foi o rebelde no filme.

O modelo do sistema fechado é a mesma figura de uma serpente engolindo a própria cauda. Quer dizer, a cauda está inserida na boca dela, mas ela não come a sua cauda, e sim absorve o que a cauda excreta, que é o sistema inteiro se esvaindo como fluxo de informação. Então encontramos a serpente da fabula biblica. E sabemos que é coisa falsa, errada, representa o fechamento das portas á evolução. A serpente é a figura, a planta do projeto. Um projeto que fecha as portas ao conhecimento do bem, do mal, a todo conhecimento que exista fora dele. Quando o sistema social fechado em simesmo se instala, o feminino se acomoda primeiro em sua índole, se acomoda em seu lar palacial, só falta dominar o macho, mante-lo no quarto nupcial enquanto o mundo brinca lá fora ao seu redor como fazem os demais astros. Esta é a base dos sistemas sociais fechados das abelhas e formigas onde o feminino é a rainha, soberana. O macho tem a indole contrária, de sair para a aventura, mas… qual macho resiste a uma bela Eva num palacio tendo tudo de graça? Adão sucumbiu ao projeto feminino. Adão comeu a maçã ofertada por Eva. O mundo iria parar eternamente. Estava totalmente inibida qualquer adição de qualquer novo conhecimento, nada poderia ser mudado.

E nós, esse DNA/Matriz que se reergue a duras penas, estamos pagando o pato do êrro de nossos avós, que na verdade eram nós mesmos bilhões de anos atras.

Está ou não decifrado o segrêdo da maçã?

Como Esta Geração Vai Descobrir a Verdade Oculta Entre Evolucionismo e Criacionismo

segunda-feira, março 21st, 2011

Psiu! Criança Pensando!

Do website da ” The Everyday Champions Church”, in Newark,  Inglaterra,  extraímos esta jóia:

“Creationism will be embodied as a belief at Everyday Champions Academy, but will not be taught in the sciences,” said its leader Gareth Morgan. “Similarly, evolution will be taught as a theory. We believe children should have a broad knowledge of all theories in order that they can make informed choice.”

Resumindo e traduzindo: ” Crianças devem terem um amplo conhecimento de ambas as teorias científicas (Evolução e Intelligent Designer) para que elas possam fazer uma escôlha estando bem informadas”.

Esta também é a sugestão desta terceira visão do mundo que descobrimos e denominamos “A Teoria da Matriz/DNA”.  

A evolução existe de fato, assim como a blastula evolui para feto, o feto se transforma para a forma do embrião, o adolescente evolui para a forma de adulto. O que está ocorrendo dentro dêsse enorme ôvo cósmico denominado de Universo é simplesmente um processo de reprodução daquilo ou D’Aquêle que existia/existe além do Universo, portanto a evolução está dentro de um processo criacionista e o criacionismo está dentro de um processo mais amplo de evolução além dos universos. A História Universal, como a Ciência está a demonstrar e qualquer rato ou girafa nos ensina, não emprega inteligência para se realizar. Tudo é e resume-se à Natureza.

Na multiplicação e diversificação de uma célula parental original, mecanismos e sub-sistemas são construídos paralelamente mas distantes entre si, e depois se reunem num unico corpo. Há pré-design em qualquer reprodução genética acontecendo sob nossos olhos, há irreductível complexidade em relação ao corpo gerado se desconsidera-mos os corpos dos pais e seus cromossomas, mas nenhum dos pais, sejam inteligentes ou não, não empregam inteligência para se reproduzirem. 

Portanto, este conflito atual entre criacionistas e evolucionistas, deístas e ateus, entre os quadros imaginados pelo livre fluir contenplativo da intuição humana que cria as religiões e os quadros teóricos matemáticamente calculados pelo método científico que induz ao ateísmo é necessário, inevitável e salutar. A Humanidade sempre quando se depara com um mistério, oscila e divide-se em dois extremos de opiniões, sendo que cada qual contém 50% de êrros e 50% de acêrtos, e quando se encontra a final solução percebe-se que ela estava justamente no ponto de equilibrio entre os extremos. Foi assim na famosa discussão entre os vitalistas representados por Pasteur e os químicos positivistas representados por Leibniz…, quando hoje estamos descobrindo que realmente a vida é resultado de processos quimicos porem tambem que na sôpa quimica estavam ingredientes provindos de algo vivo que os quimicos julgavam não-vivo. Se for provada a nova teoria de movimento rotativo das galáxias cujo resultado surpreendente mostra que de certa forma o Sol também gira em tôrno da Terra, a solução final entre os auto-conflitantes modêlos do geocentrismo e do heliocentrismo terá reunir ambos. Qual o certo para a humanidade? Capitalismo selvagem ou proletarismo selvagem? Nenhum nem outro, o certo será um meio-têrmo socialista. A fôrça negativa extrema da morte destruidora se duela com a fôrça extrema positiva do nascimento construtor, mas é dos ciclos resultantes das ações das duas fôrças que surge a definitiva alternativa: a transformação com evolução infinita. E assim por diante, a sabedoria sempre estará no ponto de equilíbrio. 

O que está faltando para que ambos, criacionistas e evolucionistas, se encontrem no pico da montanha a qual os dois vem escalando por lados opostos? Que os criacionistas devolvam ao seu Deus a grandeza e magnitude que Êle possui depois que os homens antigos e de pouca sabedoria tentaram ao máximo reduzi-lo ás imagens e semelhanças da ainda pequenêz humana. Deus cria Universos e está além dos Universos e não aqui se envolvendo em conflitos entre tribos humanas. Mas também falta aos cientificos intelectualizados ateus superar as barreiras do imediatista método reducionista e saltar para absorver a visão de mais amplos horizontes, o que é possível aprendendo-se a lidar com o método cientifico sistêmico. A verdade ultima diz respeito à matéria organizada em corpos vivos e funcionais e não em partes mortas e desconectadas. 

A frase acima faz parte da noticia “Free schools will not teach creationism, says Department for Education” no site…

http://www.guardian.co.uk/science/2011/mar/21/free-schools-creationism-department-education 

noticia esta que relata mais um dos embates entre as duas correntes de pensamento opostas.

A HISTÓRIA DE LÚCIFER

sábado, fevereiro 26th, 2011

Por acaso me deparei com êste artigo e não conseguí larga-lo enquanto não lí tudo. É impressionante. Eu não sei o que pensar, não tenho opinião a respeito, pois nunca tive nenhuma experiência com outra coisa que não seja a matéria, aqui e agora. Cada qual tira a sua conclusão, ou conclusão nenhuma. O que me deixa intrigado é que, se isto for tudo mera produçào de uma mente humana, como é que nossa mente consegue produzir tal coisa?! De onde uma mente tiraria tantos detalhes compondo uma fábula?! Ou pode ser verdade tudo isso? Não sei o que dizer.

O autor dêste texto (o qual sugere que é um ser de estâncias superiores) está sugerindo uma versão que amenizaria a sêde humana por justiça contra o demonio. Temos, ao menos eu tenho, a opinião de que, se o mal não existia e alguém o criou, quando me lembro de tantas torturas e horrores pelos quais passaram tantos seres humanos, e mesmo eu, que tive a vida aqui perdida devido ás imperfeições do mundo, êste alguém que criou o mal deveria ser linchado em praça publica. Impossível perdoar. Basta lembrar que nêste momento existem bilhões de crianças sofrendo devido carências de recursos ou desmandos de adultos… o mal que é o produtor dêste “bad design”, e o produtor do mal, não podem de forma alguma serem perdoados. reinvidico como Bush disse sôbre Bin Laden quando derrubaram as torres: “Bring on them to Justice!”

O autor sugere que criaram o mal sem saber que o faziam. E que Deus seria uma espécie de playboy que está lá em alguma praia do Havaí curtindo a vida achando que sua criação é perfeita, que está tudo totalmente sob contrôle, que tôdas as almas estão predeterminadas a serem boas e felizes. Que êle, quando ficou sabendo do que estava acontecendo aqui (porque o Senhor de outro Universo lhe telefonou fazendo fofocas de Lucifer e contando tudo), desceu surprêso e resolveu aprender na própria carne como é essa novidade do “mal” que êle achava que jamais poderia ser produzido dentro de seu programa. Se isto for verdade, você sendo humano e vendo a carnifina que tem acontecido aqui, perdoaria um pai cometendo tal vacilação? Como um pai não saberia que na porta das escolas existem traficantes e outros bandidos tentando sediciar seus filhos inocentes? E não se manteria vigilante? Essa história não está bem contada – na minha reles opinião de mortal humano.

O autor assim tenta justificar Satã, Lúcifer, o inferno, e vampiros que existiriam por aí sugando nossas energias. Ora, para o inferno! Se eu sou Lucifer, uma entidade mais poderosa do Universo, co-criador dos seres vivos aqui, não haveria como não ter sabido a bilhões de anos atrás que na Terra existem pr6esas, vitimas sendo torturadas, devoradas por predadores, ainda no reino das bactérias, dos insetos. Eu teria tomado providências imediatamente, que rolem cabeças dentre meus chefes e sub-chefes que estào fazendo isso e de qualquer forma que isto seja terminado imediatamente! Não, eles ficaram assistindo a tudo, até deixaram a coisa chegar na espécie humana que com suas emoções e consciência sofrem dobrado,… Isto não tem justificativa perante um tribunal da justiça, certo? 

E Deus teria vindo aqui, sido crucificado, sentindo o p6eso do mal na própria pele, a 2.000 anos atrás e … apesar de ser o ser super-poderoso, não varreu o mal para alem do nada! Ora, tenha a santa paciência, como posso acreditar nisso? Quantas bilhões de almas foram torturadas sem precisão nestes dois mil anos?

Bem… na minha busca pessoal pela explicação da existência cheguei à fórmula da Matriz/DNA que satisfez minha exigência racional. Mas se a Matriz/DNA explicou tudo a nível material, desde o presente até momentos antes do Big Bang, de lá não consigo passar. Baseado na História daqui posso projetar uma opinião sôbre o que há alem do ultimo limite d6este universo: mais Natureza. A fonte geradora deste universo deve ser algo tão natural como nós, portanto, sujeita a êrros, a cair em tentações, e os filhos pagam o pato. O que me consola é que, sendo natural e auto-consciente, a fonte criadora tem que ter a nossa psicologia, os nossos sentimentos e emoções, a nossa ética. Se estamos em desgraça como filhos seria porque os pais não são mágicos, e tambem sofrem pelo nosso sofrimento, ou mesmo, não sabem da nossa situação. A êste Deus eu perdoaria, mas a um onipotente, jamais.

A não ser que… a Matriz/DNA está sugerindo através de seus modêlos materiais que as estruturas materiais que foram nossos antepassados, como os átomos e as galaxias cometeram um êrro fatal, e por má intenção. O sistema fechado em si mesmo quase descrito pela mecânica Newtoniana em que se tornaram nossos antepassados é tão errado como os humanos que hoje tudo fazem sem escrupulos e egoísticamente para terem uma mansão dentro de uma vila onde até as torneiras sejam de ouro, e se obtida esta, fechariam os portões cortando relações com o resto do mundo para assim viverem seu paraíso pela eternidade. Com isso estariam fechando as portas à sua própria evolução enquanto são ainda formas primitivas. Imaginem as vacas  em bom pasto de relva saborosa, sombra e água corrente frêsca, cada qual tendo seu boi e bezerros, estancando a evolução para sempre… nós humanos sabemos que o que é paraíso para vacas para nós seria insuportável. Então a minha lógica racional, materialista, acabou por indicar que surgimos num ambiente caótico pela açào da entropia que foi acionada devido a um êrro nosso mesmo, na pele de nossos ancestrais. Se isso realmente aconteceu, significaria que Lucifer e os outros que fizeram o terrível experimento de onde brotou a novidade do mal, foram nossos antepassados, ou melhor, nós o fizemos. teríamos assim o dom do livre-arbitrio e Deus respeitaria nossa vontade. Mas mesmo assim. Se meu filho abandonar minha casa, ou até mesmo sair atirando-me a terra na cara, e depois eu vê-lo definhando numa cama com cancer ou Aids, ou sendo devorado por um leão, nada no mundo me impediria de imediatamente salva-lo. 

Portanto, para o autor do texto abaixo, fica nosso aviso para Lucifer e nosso requisito para que essa história seja melhor explicada, se querem que acreditemos nela e afrouxemos as garras da Justiça. Pois nós humanos temos essa ética: podemos perdoar os êrros e desatinos de nossos pais, mesmo que nos tenham custado a Vida; podemos perdoar os êrros e mesmo espancamentos de nossos filhos. Podemos perdoar a tudo e a todos em quem vemos nossa igual condição natural. Mas a deuses mágicos e onipotentes, que tenham vacilado em nosso cuidado, e tenham nos custado tantas torturas, a estes não somos capazes de perdoar. A não ser que por trás desta história ainda existam coisas muito alem do que nossa pobre inteligência possa captar.

Tente ler o texto tôdo, acho que nunca mais o esquecerá. Será que isso tudo aconteceu mesmo? 

 http://www .luzdegaia.org/index.htm

Conferência por Rodrigo Romo.
Hotel Sheraton, Lisboa, 25 de Fevereiro de 2005
(Os comentários entre parênteses, são de Vitorino de Sousa, que fez a transcrição e a adaptação do que foi dito)
Boa noite. Obrigado pela presença.
Bom, o tema para hoje é um tanto ou quanto crítico e problemático, pois aborda aspectos religiosos pesados:
como é que Lúcifer penetra na estrutura religiosa terrestre há mais de 450 000 anos? Como é que, ao
longo da história da Humanidade, vários semideuses (extraterrestres de várias civilizações galácticas) – os chamados
“anjos caídos” – foram confundidos com Lúcifer que, por sua vez, foi confundido com Satã ou a seita de
Baal, dos Sumerianos?… A Ordem do Dragão Negro surgiu na região central de Órion, na estela Rigel. Esta
estrela representa o berço das raças reptilianas, os Dracos, formatados a partir de um propósito essencial:
sobrevivência biológica, mental, e emocional nas piores condições geológicas e ambientas de existência.
Vejamos desde o início:
O Co-criador do nosso universo local, Nebadon, é Micah (Sananda/Jesus). A Astronomia afirma que a nossa
galáxia (Via Láctea) está localizada no chamado quadrante das 21 galáxias, que é considerado uma zona de
livre arbítrio pelo Comando Estelar. Neste quadrante existe uma proposta evolutiva multi-racial e multinacional
(há outras) onde todos os Filhos viventes têm o direito de aprender a ser co-criadores com Deus. Neste sentido,
as Mónadas Superiores de Escala Maior, que dão origem ao nosso Eu Superior, manifestam-se através de um
processo de encarnação, por via da alma. Daí surge a fragmentação de almas e o primeiro arquétipo da “alma
gémea”… que passamos a vida a procurar e nunca encontramos.1 Então, neste quadrante das 21 galáxias –
regido por Sananda/Jesus – todos os seres cósmicos das Hierarquias dos Arcanjos, Serafins, Querubins, Elohins,
etc., manifestaram o propósito de criar, não um, mas vários protótipos existenciais. O nome de Sananda começou
a tornar-se conhecido, substituindo a energia de Jesus, porque sempre que as pessoas se lembravam de
Jesus Cristo, lembravam-se de Jesus crucificado. Por isso, foi necessário mudar esse conceito para uma visão
de uma entidade alegre e carinhosa. Mas é o mesmo ser.
Segundo os escritos de recebidos por canalização, Nebadon tem cerca de 200 biliões de anos. Mas, como tal
é possível se a Astrofísica afirma que o nosso Universo tem somente cerca de 15 a 22 biliões de anos? Esse
valor está correcto mas diz respeito à manifestação física, palpável, que os cientistas registam através de técnicas
desse próprio plano físico, mas que não conseguem captar os outros cerca 90% da matéria do Universo.
Qual é o maior enigma actual da Astrofísica? É que os mais de 100 biliões de galáxias já detectadas pelo telescópio
espacial Houble representam apenas de 8 a 12% da massa total do Universo. Onde está o resto? Trata-se
de uma energia invisível, que está além do plano físico. É aqui que surge a Teoria Quântica das realidades paralelas.
Desta forma, passa a ser compreensível a informação, recebida por canalização, de que o nosso Universo
tem cerca de 200 biliões de anos, porque estamos a lidar com uma idade não relacionada com a fisicalidade
que nós percepcionamos, mas sim com os outros planos paralelos transdimensionais… que é, precisamente,
onde actua Shtareer, que me foi fornecendo essas datas.
Mas, afinal, como chegamos a Lúcifer?
Quando essas 21 galáxias foram estruturadas, cada uma delas recebeu uma Hierarquia Administrativa que
faria a gerência e a produtividade, ao nível da qualificação e da quantidade das almas a serem distribuídas pelo
Processo Evolutivo. Os famosos Arcanjos foram distribuídos para fazerem a vistoria geral de cada galáxia, trabalhando
com pequenas constelações onde iria ser colocado o Projecto de Vida. A responsabilidade pela zona
chamada “Braço de Órion” ou “Constelação de Órion” foi atribuída a Lúcifer, o 37º Arcanjo “abaixo” de Deus
(Micah). Diz-se, inclusive, que é o Arcanjo mais célebre da Criação. A sua função era, pois, administrar e reger
os processos evolutivos de todas as raças pertencentes ao braço espiral de Órion, ao qual nós pertencemos.
Anágora é uma galáxia vizinha da nossa Via Láctea, situada a cerca de 3255 milhões de anos-luz, mas tem
uma regência diferente. Quando surgiu a frase cósmica “Crescei e multiplicai-vos”, ela foi aplicada a todas as
partes do Universo, sem excepção. Então, todos os Seres das Ordens Espirituais começaram a procriar. O Ser
que equivale a Jesus (Micah/Sananda) em Anágora chama-se Anhotak. É um ser da Ordem de Lanonadeck que
1 – Veja o texto de Shtareer “Complemento Divino” em www.velatropa.com, botão “Sirva-se”, ligação para ”Yasmin”.
habita a 15ª dimensão de consciência.2 Também ele, evidentemente, respeitou a instrução do Pai: “Crescei e
multiplicai-vos”, e começou a multiplicar-se naquela galáxia, que escolhera como o seu Centro de Procriação.
Mas descobriu uma coisa fantástica, extremamente interessante e muito profunda: ele podia “alimentar-se” das
emoções e das percepções dos seus Filhos. Anhotak tinha descoberto uma fonte inesgotável de “alimento”,
êxtase e autocrescimento. Portanto, esta era uma forma magnífica (e diferente!) de co-criar, crescer e evoluir.
E, no início, os seus filhos sempre acabavam por regressar a ele, com todo o conhecimento adquirido através
das experiências vividas ao longo do seu desenvolvimento, já que a frase real não é “Crescei e multiplicai-vos”,
mas “Crescei, multiplicai-vos e regressai a mim”. Mas o Arcanjo Anhotak passou a “esquecer-se” desta última
parte da frase e deixou de permitir que os seus Filhos voltassem para a Casa do Pai.
Esta é a grande diferença que separa Anhotak (galáxia Anágora) de Sananda (galáxia Via Láctea).
Porquê?… Micah foi bem claro quando deu este comando a todos os seus Arcanjos: “Crescei, multiplicai-vos
e regressai a mim para que, juntos, cheguemos ao Pai Maior. Por conseguinte, os Co-criadores que acatam a
Frequência Crística permitem que os seus Filhos cresçam, despertem a sua consciência, ascendam, se fundam à
Fonte do EU SOU e se somem na Consciência Crística/Mahatma/Búdica universal para que, juntos, façam a
transcendência cósmica para as Esferas Maiores.
Essa é a chave. Mas Anhotak descobriu que isso podia ficar para mais tarde! Então, começou a arrebanhar
raças e raças, limitando-as até à 7ª ou 8ª dimensão de consciência, impedindo-as de ascender. Com isto, criou
uma sociedade altamente racional, com baixa intuição para que as diversas raças não pudessem “chegar” à
espiritualidade, ficando assim presas na famosa Matriz de Controlo. Portanto, a Matriz de Controlo não é da
Terra, vem de fora, é cósmica e tem milhares de anos! Então, os Seres que estão ao serviço da proposta de
vida da Anhotak (não reintegração na Consciência Crística), acreditam e actuam com base naquilo que, para
eles, é real. Embora esses irmãozinhos actuem de uma forma que, para nós, é indevida, estão a
comportar-se de acordo com o que acreditam ser a verdade, e crendo que somos nós que estamos
errados. Quando nós conseguimos compreender essa forma evolutiva, torna-se mais fácil aceitar o comportamento
de um ser não Confederado (não filiado na Confederação Intergaláctica).
Então, aquela passagem bíblica em que o “diabo” tenta Jesus, não tem o objectivo de o tirar do caminho; é
uma tentativa de provar que a verdade do outro (Anhotak) é superior à de Jesus. É um confronto ideológico e
político intergaláctico! Portanto, a galáxia Anágora tornou-se o centro administrativo e jurídico existencial dessas
raças, em grande parte reptilianas e insectóides. Porquê?…
Quando um planeta qualquer passa pelo processo de adaptação geológica, quais são as primeiras formas de
vida que vão suportar as intempéries das alterações geológicas? Os insectos e depois os répteis! Por isso, essas
duas formas biológicas de vida foram escolhidas propositadamente para criarem os Impérios das super-raças e
das superpotências. Os reptilianos e os insectóides não têm sentimentos, pois isso não faz parte da sua
matriz genética original. Têm, contudo, um enorme poder intelectual, uma mentalidade racional 1000 vezes
superior a um Humano. O QI de um reptiliano de nível inferior anda pelos 600 ou 700. Não tem, por isso, comparação
com o nosso (que dificilmente chega aos 100!). Um reptiliano de nível superior chega a um QI de
2600! Mas eles não têm emoções. Então, qual é a grande dificuldade de um reptiliano?… Sentir! Eles são
regidos (geneticamente) por processos lógicos (equivalentes ao hemisfério esquerdo humano).
Notem: um reptiliano não é um assassino, não é um ser malvado; apenas é regido por um comportamento e
racionalização diferentes. Aí é que está o problema (do preconceito dos Humanos em relação aos “maus”). Os
valores éticos e morais de um reptiliano não são iguais aos nossos… e olha que nós não somos nenhum modelo
de ética e comportamento! Então, temos de ter cuidado, porque a nossa ética é muito questionável.
Certa vez, no Brasil, tive contacto com uma cidade intraterrena de Zetas e Grays. Quando me projectei para
conversar com eles e tentei questionar o seu comportamento, eles disseram: “Quem são vocês para questionarem
o nosso comportamento? Vocês matam por dinheiro. São capazes de matar a própria mãe por dinheiro;
por egocentrismo destroem o planeta que vos dá o alimento. Na nossa sociedade, nós não matamos; respeitamos
a vida. Para nós, vocês (Humanos) representam um vírus letal, que está a destruir o próprio planeta que
vos alimenta.” Se reflectirmos sobre o que eles disseram, verificamos ser verdade: a nossa sociedade está a
destruir a Mãe Terra. Matamo-nos por bens materiais, não respeitamos a vida de nada nem de ninguém. Por
isso, estamos nesta situação mundial, que continuará enquanto a nossa consciência não foi despertada e realinhada.
A posição deles é bem interessante, apesar de serem considerados “não confederados”. Mas é só porque
a sua ética é totalmente diferente do conceito crístico – o regresso à Luz.
Então, há mais ou menos 16.7 biliões de anos, na nossa Via Láctea, Lúcifer, juntamente com uma regência
de seres da Ordem Lanonadek, dá início ao projecto de plantar vida num universo “astral”, de 4D a 6D, que,
2 – A Ordem de Lanonadek é uma Ordem de Co-criadores Cósmicos extraterrestres com o poder de co-criar a nível genético.
São os antigos deuses de que falam todas as Escrituras, incluindo a Bíblia.
com o tempo e a instabilidade magnética da Via Láctea, viria a cristalizar-se nos níveis mais densos de 1D a 3D.
Isto, é claro, não aconteceu de um dia para o outro, demorou alguns milhões de anos.
As primeiras formas de vida a cristalizarem-se no nosso “Braço de Órion” – o nome correcto é “Constelação
de Satânia”, donde derivou o nome de Satã, que entra na história mais tarde – foram as formas marinhas, os
insectos e os répteis. A forma reptiliana, surgida em Órion com cerca de 713 espécies distintas, começa a cristalizar-
se fisicamente – como nós entendemos este conceito – há cerca de 14.3 biliões de anos. O centro desta
manifestação ocorre nas estrelas Shaula, Gareb, Spica e em Antares, que é a estrela mais brilhante da constelação
de Escorpião. Também temos outras formações na constelação de Draco, em Rigel – que foi o ponto mais
importante onde se formou o grande império de Órion. Basicamente, o formato reptiliano e insectóide existe em
quase toda a Via Láctea, por uma questão natural de sobrevivência.
O arquétipo adâmico – como nós entendemos o Adão humano – começou a chegar ao nosso quadrante da
Via Láctea, a nível telúrico, há cerca de 9.8 biliões de anos. A sua cristalização física (3D) só viria a ocorrer há
7.4 biliões de anos numa estrela da constelação de Lira. Esse sistema estelar, muito próximo da estrela Vega, a
26 anos-luz da Terra, foi escolhido para manifestar a primeira experiência genética mista, entre Humanos e
Reptilianos, para formar o famoso Draco, com cerca de 50% do padrão genético reptiliano e 50% do padrão
genético adâmico, Humano.
Até aqui, o plano (coordenado pelo Arcanjo Lúcifer) correu muito bem. Só que, no decorrer do processo,
Lúcifer, solicitou ajuda para a administração do seu trabalho co-criativo nos vários sistemas estelares (do seu
“Braço de Órion” ou “Constelação de Satânia”). Um dos candidatos a essa tarefa foi aquele que conhecemos
como Satã, um Lanonadek de segunda ordem da galáxia de Anágora, filho directo de Anhotak. Lúcifer conhecia
Anhotak e sabia que esse Arcanjo tinha uma proposta de vida distinta. Mas, como havia um propósito semelhante
para o grupo das 21 galáxias, achou que não havia inconveniente em chamar Satã.
Quem esteve contra esta “requisição”? O Arcanjo Gabriel. Ele foi o primeiro a perceber que aquilo iria dar
alguns “probleminhas”! Mas ninguém lhe deu atenção porque o Plano Maior previa que, no futuro, por maiores
que fossem os problemas, tudo acabaria por se resolver. Desta forma, cosmicamente, foi permitido que Satã
viesse (da galáxia de Anágora para a Via Láctea), co-criar ao serviço de Lúcifer. Mas… quem “assinaria” tudo
o que fosse feito?… Lúcifer!… Qualquer “borrada” feita abaixo dele, seria da sua responsabilidade!
Então, o que é que fez Satã?
Ele vinha de uma experiência de co-criação na qual inseria geneticamente, nas suas criações, entre 30 a
50% de negatividade. Desta forma, Anhotak, que se alimentava do campo energético emocional dos
seus filhos, criava as condições para que, em Anágora, eles fossem altamente competitivos, se entregassem
ao confronto, à competição e à sobrevivência. Lúcifer não valorizou esse “pequeno” aspecto e deu carta branca
a Satã… que começou a inserir, nos Filhos de Vega (os Dracos, a mistura entre Humanos e Reptilianos) uma
composição genética de competição e de confronto, na ordem de quase 60% de negatividade, dando origem a
uma sociedade altamente competitiva e guerreira.
Assim foi colocada a primeira semente de guerra no nosso sector da galáxia.
Todavia, não é em Vega, mas em Rigel que surge o Grande Império de Órion, através da Ordem Draconiana,
com um índice de negatividade mais baixo, mas também pela mão de Satã. Quando Lúcifer se apercebe do
que estava a acontecer, reconhece um aspecto interessante nessa proposta evolutiva: qualquer alma que
encarnasse naquelas raças, iria experimentar, ao máximo possível, o seu potencial de co-criação…
para o bem ou para o mal (o “célebre” livre arbítrio!). Naquela época, Lúcifer criara, por decreto, no quadrante
de Órion, a reencarnação obrigatória dentro das diversas raças, o que significava que a alma aprenderia
pelo sofrimento ou não, conforme as suas escolhas. Perfeito! Este processo cármico iria garantir a evolução
de todos (sem perder de vista a reintegração crística).
Acontece, porém, que, com o passar do tempo, Satã aliciou para junto de si muitos Seres ligados à Luz, que
começaram a gostar da história de criar uma condição evolutiva onde ninguém mais ascencionasse (não reintegração
crística), ficando presos até à 7D, doando o ectoplasma produzido no medo, na raiva, no confronto, no
sofrimento e na ilusão (onde muitos dos actuais Humanos ainda se encontram!). Então, em termos telúricos,
os famosos “vampiros” absorvem o ectoplasma gerado pelas nossas emoções negativas. Foi
em decorrência deste processo que começou a surgir um Império que era uma cópia fiel de Anágora, regida
pelo Arcanjo Anhotak.
Foi aí que a coisa saiu do controlo e que começou o grande problema de Lúcifer, pois fora condescendente e
conivente com uma situação que devia ter controlado. Mas ele apostara na ideia de que aquele projecto
permitiria uma via evolutiva muito mais refinada do que o padrão existente nas outras galáxias e
dos outros universos. O mais interessante é que esta situação era do conhecimento do Conselho (Superior)
Melchizedek e do Conselho Voronandek! Por conseguinte, quando as pessoas tentam “crucificar” Lúcifer, há
muito mais “gente” lá em cima que aceitou o desafio. Essa é a questão!
No nosso quadrante, começam então a formar-se raças com alto poder competitivo… como a nossa sociedade
terrestre ainda o demonstra. Assim, no decorrer dos processos evolutivos, surge a poderosa força astronáutica
desse Império, e começam os problemas. O que aconteceu com a colonização europeia nas Américas (e
noutras artes do mundo) é uma réplica do que aconteceu no cosmos: começaram os grandes confrontos estelares…
que foram descritos, por George Lucas, nos filmes da série Guerra das Estrelas. A Ordem de Jedi e a
Ordem dos Sith são, respectivamente, a Ordem dos Cavaleiros de Metraton – conhecidos como os Cavaleiros de
Maytreia – e os Cavaleiros da Ordem do Dragão Negro. Essas pessoas com poderes extrafísicos, que dominavam
o poder encarnacional, existiam e formavam esses impérios. Então, no decorrer de milhares e milhares de
anos, muitos impérios surgiram e decaíram, muitas guerras foram travadas, muitas destruições planetárias de
nível apocalíptico, ocorreram.
Entretanto, segundo o decreto de Lúcifer, as almas continuavam obrigadas a encarnar sistematicamente nas
diversas raças, para poderem evoluir.
Então, o Arcanjo Miguel, apoiado pelas Hierarquias das Fraternidades Cósmicas, começa a inserir o Projecto
Avatárico em cada uma dessas raças: Seres ascencionados da Hierarquia Superior, predispunham-se a encarnar
dentro de certas Raças com o objectivo de despertar a Consciência Crística. Lúcifer apoia o projecto de
Miguel e “convida” vários dos seus comandados para começarem a inserir, nessas raças, Avatares da Ordem
Lanonadek com o intuito de despertarem a consciência dos seres através da via da religião.
Lúcifer é uma entidade de nível vibracional de 16 a 18D, que nunca encarnou em nenhum planeta e sempre
orbitou como um Arcanjo. A questão é que cada planeta de Satânia, criado pela Ordem Reptiliana,
tinha um deus chamado Lúcifer ou Baal. É assim que o nome deste Arcanjo começa a surgir como cocriador
local, porque ele era a instância máxima do quadrante!
Um parêntese para dizer o seguinte:
1) A Hierarquia Arcangélica trabalha o aspecto espiritual da evolução.
2) A Hierarquia dos Elohins trabalha com a estabilidade atómico/molecular dos corpos, inclusive o físico.
3) A Ordem Lanonadek (Lúcifer) é a responsável pela fixação dos padrões de ADN, que cristalizarão a forma
de vida material. São os geneticistas, por assim dizer.
Então, como geneticista, o papel de Lúcifer era co-criar. Portanto, era ele que “assinava” a documentação
relacionada com esses projectos. É considerado o Deus Criador em muitos planetas do nosso quadrante, porque,
na consciência desses seres, Lúcifer era o autor dos seus moldes biológicos. Por isso, em muitas das nossas
religiões antigas – Atlântida, Lemúria, Suméria, etc. – se fala de Baal e Lúcifer. Para toda essa gente ele era
o co-criador racial, era a Regência Máxima.
Mas vejamos outros aspectos:
À medida que cada planeta foi evoluindo e envolvendo-se com a proposta energética de Lúcifer, a população
começou a criar um holograma dessa entidade na sua consciência e na do planeta. Da mesma forma que nós
temos um holograma de Jesus crucificado, de St. Germain e tantos outros seres que conhecemos ou de quem
“ouvimos falar” – criado pelas nossas formas-pensamento, que projectam uma energia (capaz de formar uma
“imagem” na consciência) – também os povos desses planetas criaram um holograma de Lúcifer de acordo
com a suas crenças. Isto originou um holograma multidimensional da consciência de Lúcifer, fragmentada na
cultura religiosa de cada um desses povos.
É aqui que começa o grande problema. Porquê?
Porque, muito tempo depois, a guerra (como consequência do alto índice de negatividade dos padrões
genéticos) chegou ao ponto culminante de destruir 7 ou 8 estrelas, com seus respectivos planetas e populações
– uma chacina absurda. É então que, pela primeira vez na história conhecida das nossas civilizações estelares, a
Confederação Intergaláctica intervém, através de Shtareer, de Miguel e outras Hierarquias Superiores, impedindo
o confronto físico e pondo finalmente ordem na situação.
Neste contexto, o que é que foi determinado?
Todos os seres que tinham violado a primeira lei “Não matarás”, a segunda lei “Ama o próximo como a ti
mesmo”, e a terceira lei “Respeita o livre arbítrio do próximo”, foram encerrados numa grande Barreira de Frequência
(véu) e chamados às suas responsabilidades reiniciando o seu ciclo de reencarnações em 37 planetas
de exílio (entre eles a Terra). Trata-se de um exílio temporário para, partindo de um novo ADN contendo a
herança hereditária de todos os grandes impérios (que se guerreavam entre si), acabar de vez com a
competitividade. É assim que o ADN dos Humanos terrestres possui uma carga hereditária das 22 Raças Cósmicas
que se odiavam entre si, por motivos religiosos, políticos, etc. Portanto, como a nossa alma, durante muitas
encarnações, encarnou na Raça Reptiliana – que não podia ver a Raça Humana – foi obrigada a encarnar também
como Humana. Ou seja, para acabar de vez com a percepção psicológica, vivida no passado, da competitividade
de uma Raça em relação a outra, a alma teve de encarnar aqui, guardando a herança hereditária
de todas as raças que achava serem suas inimigas.
Este foi o Grande Plano… que Lúcifer também apoiou.
A verdade é que, no princípio, não se sabia até que ponto uma alma, com o ADN manipulado negativamente,
poderia levar a sua maldade. Naquele momento da História Galáctica não se conhecia o limite da maldade.
Aliás, nem se sabia que a maldade era ilimitada. Por conseguinte, o problema existia porque Lúcifer apostou
num projecto sem estar precavido, sem estar devidamente apoiado, até juridicamente. Lúcifer não sabia o
que poderia acontecer. Era uma incógnita. Quando ele se dirigia ao Pai e lhe perguntava: “O que é que vai
acontecer?”… Micah não respondia! Não respondia porque nunca tinha estado aqui em baixo. Micah partia do
princípio que uma alma divina provinha de Deus. Por mais que descesse até aqui para brincar à “dualidade”,
sendo umas vezes boazinha e outras vezes mazinha, manter-se-ia num parâmetro de equilíbrio. Portanto, o
desequilíbrio criado artificialmente, por via genética, por Satã e seus Irmãos, jamais cabia na cabeça de Sananda.
Isso era algo impossível. Desta forma, Lúcifer nunca obtinha uma resposta do Comando Superior acerca do
que eles achavam do projecto. É essa falta de comunicação que Lúcifer expõe nos seus escritos.
O opositor do projecto foi Gabriel, pois, a longo prazo, apercebera-se de que a coisa não ir ser tão fácil
quanto se imaginava. Mas Lúcifer julgou que bastaria colocar uma Barreira de Frequência para limitar o processo.
Ninguém imaginava que a coisa chegasse onde chegou e que as nossas limitações genéticas criariam uma
“bomba atómica” emocional.
Imaginem todos nós, trancados aqui (nesta sala) a pão e água; não tardaria a atingirmos o desespero. Foi o
que aconteceu no cosmos!
É por isso que cada um de nós está a passar por esse processo, vivendo em sociedades altamente racionais
e evoluídas tecnologicamente (mas com baixo índice de espiritualidade). Desenvolvemos a percepção emocional
e racional, e aprendemos a respeitar aquilo que temos como certo. Portanto, tudo foi manipulado de uma forma
totalmente indevida pelas hostes intermediárias… cujos membros acabaram também por cair na dualidade
(tendo de passar a encarnar), por terem seguido projecto de Anhotak, totalmente desarmónico em relação ao
projecto original do Arcanjo Miguel.
Por conseguinte, havia uma segregação energética: as Hierarquias de Luz Crísticas orbitavam lá em cima e
as outras orbitavam aqui em baixo. Estas, porém, não eram más; não se tratava de seres malvados; apenas
tinham propostas diferentes. Cada Raça, do seu ponto de vista, achava-se na razão do que pregava.
Porém, muito frequentemente usavam a guerra como forma de comunicarem os seus valores.
Foi essa forma de agir que saiu do controlo.
Quando começou o exílio nos 37 planetas, quem é que pagou a conta?… Lúcifer, pois fora ele que assinara
o projecto!
Aqui na Terra, com a manipulação religiosa, consideramos Lúcifer como um grande Anjo Caído. Mas quem
era o seu colaborador directo?… Satã, que fora chamado para a Terra, que estava perto de Rigel (700 anos-luz
aproximadamente) onde tinham ocorrido os maiores confrontos bélicos. Aliás, Satã já tinha desenvolvido alguns
projectos, como Maldek3 e Niburú, que também não tinham dado um resultado muito harmónico. Então, devido
ao aprisionamento terrestre dos seres das 22 raças, as religiões por eles formadas são baseadas em Baal e em
Marduk, os nomes herméticos de Lúcifer.
É em face destas situações culturais e religiosas que começam a surgir os seres da Ordem Crística (como
Miguel postulara para acabar com a situação satânica). Sanat Kumara, por exemplo, vindo de Vénus há 18.6
milhões de anos, funda na Terra a famosa Fraternidade Azul de Vénus, que acabaria por se tornar na Fraternidade
Branca da Terra. Com a chegada dessa Entidade, a Terra inicia um processo de evolução através do Cristo,
confrontando a evolução pela dor e pela terminologia dos Filhos de Satã. Nasce assim uma nova etapa evolutiva
da Terra, onde começa surgir a imagem negativa de Lúcifer como um Anjo Caído. A Humanidade,
através de rituais de oferendas de magia negra, cria um arquétipo de um falso Lúcifer de 6D, porque
a maior parte dos seres espaciais, caídos ou renegados, eram de 5D e 6D. Surge então o holograma do
Lúcifer terrestre de 6D, porque na verdade, ele nunca esteve aqui (3D). Quem esteve aprisionado aqui foi
Satã. E nós confundimos os dois!
Desta forma, no plano astral e no Umbral, começa a surgir um holograma do “diabo”, formatado por nós
através da magia negra, ao qual, erradamente, demos o nome de Lúcifer e outros nomes, que se referem a
antigos Comandantes Estelares extraterrestres aprisionados na Terra para passarem pelo processo evolutivo
encarnacional, mesmo no Umbral, a fim de corrigirem o desvio infligido sobre a Humanidade através da manipulação
genética. Assim se formatam os Tronos do Umbral – a que a tradição religiosa chama “inferno”. Foi
3 – Planeta que orbitava entre Marte e Júpiter. Foi destruído numa guerra nuclear. Actualmente é o conhecido “Cinturão de
Asteróides” do nosso sistema Solar.
neste processo que separámos o Céu da Terra, à superfície ou no subsolo. Por isso, muitas pessoas se assustam
quando ouvem falar dos intraterrenos, porque acham que qualquer ser intraterreno é um ser negativo. Mas
isso não existe.4
Então, o que é que surge desta situação?
Há mais de 450.000 anos começam a formar-se Impérios Umbralinos, digamos assim. O Umbral da Terra e
dos outros 36 planetas, têm sete dimensões para baixo, cada uma delas subdividida em 7 frequências, o que
totaliza 49 níveis de Umbral ou 49 “infernos”, cada um deles com uma regência específica. Foi por estes diversos
níveis que estes seres negativados se subdividiram. Desta forma, os Tronos dos Potentados da Luz controlam
a nossa evolução e os Tronos Negativados do Umbral controlam a evolução umbralina. E nós estamos no
meio! Portanto, nós subimos ou descemos consoante as nossas escolhas e manifestações. Podemos assim
explicar as Religiões, o Ocultismo, o Espiritismo, tal como os Comandos Estelares e a verdadeira origem de
Lúcifer dentro de todo este contexto.
Como se disse, o Arcanjo Lúcifer nunca esteve na Terra, encarnado ou aprisionado; esteve supervisionando.
Num encontro que tivemos extrafisicamente, ele deu-me a entender que foi leviano, foi um Pai que não soube
colocar o Filho no seu verdadeiro lugar. Foi libertino ao passar a mão na cabeça do Filho (Satã) sem saber o
que esse Filho andava a congeminar. Portanto, a grande falha de Lúcifer foi ter sido totalmente conveniente
e não se ter preocupado detalhadamente com o processo. Essa foi a grande falha dele. Mas o
“diabo” – como lhe chamavam – já se retratou perante Sananda/Jesus e começou a trabalhar em prol no grande
Resgate Cósmico da Terra.5
Na verdade, o que é que aconteceu a nível do Grande Jogo Cósmico?
Quando ocorreu o clímax do Grande Confronto Cósmico e o Arcanjo Miguel interveio, com a sua frota, por
conta própria sem pedir ordem a ninguém, o Chefe (Micah/Sananda/Jesus) foi chamado, pois tinha acontecido
algo inédito: um Arcanjo tinha intervido no processo evolutivo da galáxia! É aí que o “Velho” resolve tirar os
óculos, largar a bengala e dizer: O que é que está a acontecer? (Risos). Foi naquele momento que Micah se
apercebeu da magnitude do que significava ter aberto um espaço chamado Universo de Livre Arbítrio.
Naquela época, Shtareer, que estava no seu Universo, chamado Shinkara, veio trazer a Micah o arquétipo
co-criacional de Shinkara, que também era um padrão de dualidade. Só que, para manter o projecto estruturado,
esse padrão de dualidade, sob o comando de Shtareer, fora controlado e permitira, no máximo, 15 a 22%
de negatividade e competitividade no ADN daqueles seres. Quando Shtareer soube que Satã e Lúcifer estavam
a trabalhar com taxas muito superiores, apercebeu-se que a coisa daria problemas. Veio então falar com Micah.
Na verdade, Micah nunca acreditou na maldade de ninguém. Ele não conseguia conceber que um Filho Cósmico
chegasse ao ponto de arquitectar uma destruição em massa. Do ponto de vista de um Ser Cósmico
daquela grandeza, tal coisa não tem nexo, não faz sentido, não pode existir. É como virem dizer a alguém que
o filho é assassino. “Não pode ser! Eu viu-o nascer! Como pode ser um assassino?”… Jesus, naquele plano, não
conseguia conceber que um Filho dele chegasse a tal ponto. Quando ocorre a Grande Intervenção de Miguel e
outros Seres, gera-se um grande problema porque Micah, não convencido da dualidade, disse: “Eu vou descer e
experimentar fisicamente cada um desses (37) mundos, para saber o que é essa dualidade de que vocês tanto
falam”. Aí, quem teve um ataque cardíaco – se assim se pode dizer – foi Gabriel e Metraton, porque, nunca na
História Cósmica, um co-criador desse gabarito tinha descido para um nível de 3D, usando um corpo biológico
humano! Não havia registos disso. Mas Micah disse que ia quebrar a regra porque, antes de criar qualquer sentença,
queria entender os seus Filhos. Então, foi criado um Projecto Avatárico em cada um desses mundos.
Foi assim que Sananda desceu em cada um dos 37 planetas; não só na Terra.
O factor inédito deste processo foi que os seres renegados, Anhotak, Satã e seus acólitos, jamais acreditavam
que o próprio Pai viesse ao nível físico. Naquela passagem bíblica em que Satã vai ao deserto tentar Jesus,
Satã não tinha ideia de quem era aquele ser. Ele supôs que era um Filho da Alta Hierarquia, mas nunca imaginou
que fosse o próprio Criador. Então, o encontro de Satã com Sananda, já com a Consciência Crística acoplada
(depois do baptismo), significou a quebra de todos os seus paradigmas.
Tal como nós, Jesus viveu na carne os grandes problemas da dualidade, dos quais reclamamos. Mas os
Seres Ascensionados têm dificuldade em entender os nossos problemas materiais, porque vibram em outra
oitava de energia. Era o que acontecia com Micah até Jesus os experimentar, ao vivo. Como também esteve
nos outros 36 planetas, conseguiu entender o que se passava.
4 – Veja no final deste texto o que diz Kryon sobre este mesmo assunto,
5 – Vejam-se, pelo menos, as suas canalizações no botão “Sirva-se” de www.velatropa.com, ligação para “Lúcifer”.
Foi aí que Micah criou o conceito da Operação Resgate: todas as almas passariam, a nível cósmico, pela
divisão do trigo do joio, sem excepção. A Operação Resgate não seria uma operação física de resgate, mas
sim uma libertação energética através da consciência de cada um. Nós vamos elevarmo-nos através da
consciência porque Jesus verificou que eram típicos os ciclos de decadência consciencial (como ocorrera na
Atlântida e na Lemúria). E porquê?… Porque, quando os Comandos Estelares evacuavam o planeta, voltavam a
colocar as pessoas aqui, uns tempos depois… sem terem aprendido nada. Por isso, o projecto foi alterado e
vamos ter de despertar a consciência a partir dos próprios processos internos. Por essa razão, na Convergência
Harmónica, foi declarado que a Terra não seria aniquilada numa 3ª Guerra Mundial ou num cataclismo, como
nós acreditávamos que iria acontecer. Por isso, as profecias chegam até 1985 ou 86 e depois não se concretizaram.
Se considerarmos as profecias de Edgar Cayce, a Califórnia era para ter afundado em 1985. Mas não ocorreu.
Depois passou para 87, e também não afundou… Voltaram a adiar para 2002, mas ainda está lá, porque o
Projecto da Terra foi mudado através da interferência divina do Pai, no caso Micah/Sananda/Jesus. Assim,
todos os arquétipos cósmicos dos Arcanjos, Elohins, Serafins, etc., começaram a actuar na reconstrução da
malha electromagnética da Terra para recuperar a nossa verdadeira consciência.
Foi aí que eu me deparei com o holograma de Lúcifer de 6D que, até há um ano e meio atrás, não sabia que
existia. Eu conheço o Lúcifer original, mas não o do holograma de 6D formatado por nós, pois sempre me projecto
acima de 8D. Então, apercebi-me que somos nós que criamos os hologramas, através dos rituais religiosos
das nossas fés, no plano astral e telúrico. Foi assim que criámos o diabo, que nunca existiu! Criámos um
holograma com chifres, rabo e um tridente na mão… mas esquecemo-nos de que o tridente é um ceptro de
poder representativo da Trindade – o Pai/Mãe, o Filho e o Espírito Santo – e não uma ferramenta do diabo. É o
símbolo de Neptuno, o Senhor dos Mares. Mas, para nós, simboliza o quê?… O garfinho para espetar no nosso
traseiro! (risos). Então, foi através das crenças religiosas que criámos diversas correlações de Lúcifer e tantas
outras divindades que, para nós, representam o demónio.
Na verdade, originalmente, esses demónios eram o quê?… Seres do espaço que não respeitavam as três leis
máximas. Isso, porém, não significa que sejam demónios; significa que têm uma consciência e uma
conduta ética questionável. O problema não são eles, somos nós que, com o nosso fanatismo, criámos
aquelas frequências intermediárias negativas. Então, quando, depois de desencarnar, nos manifestamos através
do processo mediúnico, começamos a lutar, a ofender, a exigir sangue, a pedir bebida, fumo, etc. Ou seja,
criamos um holograma e, quando desencarnamos, encorporamo-lo e ficamos presos a ele. Então, enquanto a
nossa consciência não despertar, estamos presos e, consequentemente, vibramos naquela energia. Assim,
quando nos manifestamos mediunicamente, demonstramos aquilo que acreditamos ser real.
Esse é o grande problema das Escolas de Magia, da Umbanda e do Candomblé e suas correspondências no
mundo inteiro, porque não trabalham no conceito crístico da luz, mas no conceito do dinheiro. Cada um chega
lá e paga para que eles dêem um jeito na sua vida, usando, de forma indevida, as entidades ditas demoníacas,
para aprisionarem as pessoas nessa linha de trabalho. A questão é que, infelizmente, muitas dessas pessoas
alimentam conceitos religiosos e apreciam posturas de intercâmbio com esses “demónios” do outro plano.
E aqui voltamos a falar da energia de Lúcifer.
O que significa “Lúcifer”?… Luz, aquele que é feito de luz!… Então, Lúcifer jamais foi um Anjo Caído. Cometeu
os seus erros, concordo, mas não com a intenção destrutiva que as pessoas imaginam. Satã também cometeu
erros?… Cometeu. Mas porque foi ensinado no contexto de um padrão evolutivo distinto.
Querem ver um paralelo com os Humanos?… Imaginemos uma criança que, desde pequena, frequenta a
Academia Militar. Ela vai ser ensinada a obedecer e a seguir ordens; senão obedecer, castigo! Cresce sob este
parâmetro: “O superior mandou, eu cumpro.” Foi o que aconteceu com Satã, que foi criado num ambiente ditatorial.
Aquilo que fazia e divulgava era a realidade dele. A maldade primordial não partiu dele; partiu de uma
série de situações que Anhotak criou (em Anágora). As pessoas perguntam: “Então, Anhotak é o diabo?”…
Digamos que ele foi o pivot da situação, gerada há biliões de anos atrás. Talvez nem ele conhecesse a envergadura
do que estava a acontecer e do que daí resultaria. Então, quando foi criado o processo reencarnacional,
nós passámos, a nível cósmico, a experimentar várias raças, vários processos evolutivos para entendermos o
que fora feito em cada ciclo. Nós temos lembrança plena desse processo reencarnacional extraterreno, das
encarnações em várias raças.
Bom, então, quando é que eu conheci esse famoso Lúcifer de 6D (holograma)?
Certa vez, fui chamado para fazer um trabalho no deserto chileno, mais propriamente no Vale da Lua – a
cratera de um vulcão extinto, a 2100 metros de altitude – devido aos sacrifícios feitos ali no tempo anterior à
chegada dos Espanhóis. Quando as naves começam a aterrar (para colaborar no trabalho), defrontei-me com o
holograma 6D de Lúcifer. Como estava sintonizado com Shtareer foi possível fazer o que tinha de ser feito. De
facto, no passado, tinham usado o holograma de Lúcifer para os rituais de magia. Então, para poder libertar
essas almas, a nível umbralino, eu tinha de fazer a libertação e a reinversão de um dos 7 fractais de Lúcifer.
Esse fractal foi aprisionado e entregue a Shtareer e Miguel, tendo sido feita a sua despolarização e a libertação
do elemental que fora usado para o criar.
E o que era aquele holograma?… Era o que nós tínhamos usado no passado para os trabalhos de magia
negra! Cada oferenda, cada matança feita em nome de Lúcifer e de Satã, criava um holograma energético
maligno, aprisionando todas as entidades que tinham morrido em nome daquilo. Então, para poder
libertar esses seres, eu tinha de fazer a despolarização daquele arquétipo. Apesar de ter utilizado o meu corpo
físico, quem fez o trabalho foi Shtareer, Miguel e o Shiva. Foi interessante porque verifiquei que aquele arquétipo
representava as energias de ódio, raiva e poder do holograma terrestre do “diabo”. Mas um holograma só
tem o poder que você lhe der, por ter medo. Quando você sai da frequência do medo, aquilo não
tem como interagir consigo, porque não passa de uma ilusão. É como se você olhasse para uma grande
caricatura do diabo e ficasse com medo. Mas, se souber que se trata de uma caricatura sem qualquer realidade,
a coisa não tem como interagir com a tua energia. As pessoas que lidam com essas energias negativas interagem
com um diabo aparente; é o seu “diabo interno” que entra naquela sintonia.
Nesse trabalho, apesar de todos os boicotes que tivemos de enfrentar para nos impedir de chegar ao local,
libertámos 15.700 almas que estavam dentro daquele vulcão extinto.
Resumindo: através das nossas crenças religiosas, nós fomentámos teluricamente hologramas que passaram
a alimentar-se dessas energias. É aí que entram quase todas as linhas ritualistas de magia negra. No passado,
fomos obrigados a passar por rituais satânicos. Não deve ter sido nada agradável; daí o nosso medo subconsciente
dos nomes de Satã e de Lúcifer. Ou seja, durante o processo histórico extraterrestre e terrestre, nós
vivemos etapas onde as ditaduras religiosas criaram impérios pelo medo e pelo poder. E nós, obviamente,
adquirimos experiências nada agradáveis. Daí as fobias e traumas em relação a várias divindades religiosas. É
aí que ainda existe o nosso diabo interno. Ou seja, as experiências mal sucedidas geraram um arquétipo do
diabo, ao qual a Igreja chama Lúcifer e Satã. E nós aceitámos esse dogma! Então, o problema não é Lúcifer
ou Satã; é a nossa informação acerca de quem é o diabo na nossa vida. O que é que isso representa
na nossa existência? O facto é que, no nosso processo encarnacional, todos nós já tivemos um pé no Umbral!
Como funciona o Umbral?… É bem simples, e é importante saber:
O Universo é regido por vibrações e frequências. Quando nós estamos para desencarnar, o nível de frequência
em que nos encontramos determina exactamente o lugar onde vamos parar depois da
passagem. Se desencarnamos com ódio, raiva e rancor, em relação a uma situação ou a uma pessoa, cria-se
um holograma que se cristaliza do outro lado. Ficamos presos aqui e do outro lado, e entramos para o reino
umbralino, que tem vários níveis distintos de energia. Ao contrário, quando, ao desencarnar, nos entregamos a
Deus e passamos de alma lavada, porque resolvemos tudo o que havia para rever durante a vida, ou seja,
estamos tranquilos, vamos para um padrão mais elevado. Então, quando a pessoa está altamente negativada e
numa situação pesada, passa para outro lado num nível muito baixo, e vai ser servido por entidades da mesma
frequência, que o vêem como “carne nova”. Essa pessoa passa a ser escravo do “bando” já existente nessa
frequência, que é regido por uma entidade negativada.
Então, esses seres umbralinos acreditam piamente que Lúcifer e Satã são o mesmo ser, que é o diabo! De
facto, o holograma de Lúcifer, de Satã ou de qualquer um desses seres, existe realmente mas é alimentado por
nós. Assim, quando alguém trabalha com o lado negro da Força, na magia negra, para prejudicar os outros,
está alimentando seres que vibram naquela energia, que querem alimento, aquele sangue, aquele cadáver para
fazerem o que lhes foi pedido.
Temos, portanto, os dois lados; o lado luminoso e o lado demoníaco, que, infelizmente, a maior parte de nós
usou nas religiões do passado. Lembrem-se de que chegámos a oferecer a vida de crianças para aplacar a ira
de Deus. Então, cultural e religiosamente, todos nós fizemos matanças, porque tal era permitido pelas estruturas
religiosas. Todos nós desenvolvemos esse lado obscuro devido à cultura religiosa. Também isso temos de
resgatar na nossa consciência planetária que, basicamente, é o respeito pela vida, o respeito pelo próximo.
Foi essa falta de respeito que desencadeou a grandes guerras estelares. (Apontando para cima) Isso também
é para vocês! Cada vez que desrespeitamos a vida, criamos um carma.
O nosso passado encontra-se com o nosso presente, e a Terra está passando por um salto quântico estelar.
Kryon diz que, através do Implante Neutralizador, temos de nos libertar do passado, da raiva, da culpa, do
medo. Só que, muitas vezes, o medo provém de experiências extrafísicas de confrontos passados, algo que
está armazenado na memória quântica celular. Assim, eu preciso de entender que, no meu passado, por exemplo,
devido a uma crença religiosa ou racial, eu achava que tinha de matar todos os Dracos porque eles não
prestavam. Ainda hoje, na nossa sociedade terrestre, estamos em guerra por causa de disputas religiosas,
sociais, económicas e militares. As pessoas ainda se agridem por cauda de equipas de futebol! Então, o despertar
de consciência diz que temos de perdoar. Mas perdoar a quem?… A nós mesmos! E o que é que eu tenho
de perdoar a mim mesmo?… Os meus medos, derivados das experiências mal sucedidas do passado.
Escrevi muito sobre Lúcifer para que pudéssemos entender a origem da mentira que foi formatada pelas instituições
religiosas sobre ele, sobre Satã e sobre a nossa própria participação nessas situações, quando praticávamos
magia negra porque a religião permitia. Libertar o passado é simplesmente entender que vivemos
um holograma institucionalizado pelas religiões da época. Mas eu liberto-me quando percebo que
esse passado só tem força quando eu o potencializo.
Os Comandos Estelares, os Irmãos do Espaço – Sirianos, Pleiadianos, Canopeanos, Marcianos, Maldekianos,
Rigelianos, Veganianos, etc. – todos eles cometeram o mesmo erro: egocentrismo, disputas de poder!… E
todos eles estão cobrando o carma, aqui na Terra. Porque é que vocês acham que uma esquadra gigantesca de
Sirianos, Pleiadianos, Arcturianos, etc. está ajudando a Humanidade?… Será porque são bonzinhos?… Não!…
Eles estão aqui aguardando o nosso regresso, a aprendizagem que temos para lhes entregar, fruto das nossas
experiências na Terra. A maior parte dos Irmãos do Espaço, que trabalham connosco na Terra, estão aprendendo
através de nós. Como?… Por telemetria sensorial. Imaginemos uma pessoa que seja Pleiadiana. Essa
pessoa tem o Comando Pleiadiano acoplado a ela teluricamente, monitorando-a 24 horas por dia. Assim, tudo o
que ela experimenta, passa para eles a nível sensorial. Conclusão: todo o Grupo Pleiadiano vai compreender o
processo de vida da Terra. Então, eles esperam que essa pessoa saia da Terra e volte para as Plêiades com as
experiências que aqui viveu.
Quinto medo – O medo do lado obscuro
Excerto do capítulo 12 (OS Nove Medos) do Livro 9 de Kryon – O Novo Começo.
Agora, vamos abordar aquilo a que se chama «o medo do obscuro». Aqui têm uma informação que sabem
intuitivamente: essa coisa de «lado obscuro», pura e simplesmente não existe!
Através de toda a história da Humanidade, em todas as culturas, os Humanos relacionaram a energia da
escuridão com outra entidade, outro poder, que, por desejar ascender, tudo faz por agarrá-los e derrubá-los.
Ao longo da vossa infância, tiveram medo dos «monstros» e outras entidades que estavam ali para vos «agarrar
»6 Há quem vos tente impingir a ideia de que, quem não pensa de certa forma, será capturado por entidades
obscuras ou corre o sério risco de ser «possuído». Isto não é verdade, nem nunca foi! São os Humanos que
criam o seu lado obscuro, pois têm o poder da luz, tal como têm o poder da escuridão.
Permitam-me ser mais específico, pois alguns perguntaram: «Kryon, é possível que seres humanos tenham
uma vibração tão baixa que lhes permita criar obscuridade noutra pessoa?»
A resposta é. Claro que é possível! Um exemplo: o que é que acontece quando tentam encontrar o caminho
para um certo local de uma casa quase às escuras? De repente, a pequena luz que facilitava a deslocação…
desaparece…. e logo vocês ficam congelados! Agora, vejam: O que ocorre se o «caminho» que tentam encontrar
é a vossa linha de vida? Começam logo a sentir medo, ficam sem se poderem mexer! Sem luz, de repente,
começam a perguntar-se que «outra coisa» poderá estar ali… desatam a ouvir coisas… enfim, o medo começa
a possuí-los. Mas, afinal, o que é que aconteceu? Bom, a luz, simplesmente, apagou-se; vocês, porém, criaram
as condições para que o medo surgisse e fizesse o seu trabalho.
Há Humanos do «outro lado» capazes de vos enviar escuridão? Sim, há… e sempre houve quem estivesse em
condições de fazer isso.
Acaso não vos parece natural, meus caros, a capacidade de escolherem entre a escuridão e a luz? Acaso não
faz sentido que a consciência se veria limitada se só pudesse enviar luz? No entanto, eis aqui o que também
têm que saber – isso não vai continuar durante muito mais tempo! O exemplo que acabámos de dar pode ser
horripilante, a menos que quem está dentro na escuridão daquela casa, disponha de uma luz adicional. Reparem,
não há igualdade nos matizes de luz; cada um deles é uma energia em si mesmo. Podem manifestar o
matiz que desejarem, mas aquele que manifestarem tem a sua própria vibração.
Há muito tempo atrás, informámos que a luz é activa e que a escuridão é passiva. Os matizes possuem energias
vastamente diferentes Quando se encontram numa casa escura e abrem uma porta, não é a escuridão
que sai para o exterior; é a luz que entra! O que é que isto ensina em relação ao poder da luz?
Ensina que os matizes de nível vibratório mais elevado são mais activos e mais poderosos; ensina que é mais
fácil e mais rápido gerar uma energia positiva. São precisos mais Humanos para criar uma baixa vibração
do que para criar uma outra mais elevada.
Considerem uma casa cheia de gente, totalmente às escuras. Se chegar um Trabalhador da Luz, toda a casa
se ilumina. Àqueles que têm medo do escuro, vou dizer o seguinte: têm medo, porque ainda não compreende-
6 – «Se não comes sopa toda vem aí o papão p’ra te levar, ouviste?», diz a mãe.
ram o vosso poder de se transformarem num Farol de Luz. Podem estar na situação mais obscura; podem estar
rodeados daqueles que – às dezenas e dezenas – tratam de vos envolver em escuridão, no entanto, um só Ser
Humano iluminado anulará toda a escuridão!
E vocês admiram-se por nós estarmos tão excitados? É que o matiz «normal» do planeta durante os últimos
anos, simplesmente, subiu de nível! Já que, na vossa forma de pensamento linear de 3D, adoram criar plataformas,
nós ajudaremos com o seguinte: colectivamente, este planeta decidiu elevar a energia considerada
«normal», para outro registo de vibração. É por isso que vocês se encontram aqui, presentemente
e a Rede está a ser ajustada.7 A diferença entre escuridão e luz, assim como o que está de permeio, recebeu
um incremento como nunca recebera. E, aqueles que continuam entretidos a criar obscuridade sentem cada
vez mais dificuldade em encontrar lugares sem luz. Compreendem isto? Qualquer entidade individual, que se
tenha manifestado através do véu, deu-vos esta informação: vocês, queridos Humanos, estão capacitados para
criarem qualquer tipo de vibração. Em tempos, quase tudo possuía um lado obscuro, tão escuro que os segredos
foram ocultados durante séculos. Acaso notaram, nos últimos tempos, alguma diferença no que toca a
conspirações e segredos? De facto, nada disso consegue manter-se escondido durante muito tempo! Pensam
que todas as revelações com que se deparam são apenas coincidências? Dado que os níveis mais elevados
estão a ser «abertos», segredos e conspirações deixaram de ter a «baixa vibração» para se agarrarem. Não
têm, porque vocês iluminam esses «terrenos» com a vossa luz! Isto ocorre na política, nos negócios… até ao
nível dos governantes dos países.8 Agora, o tema é: Responsabilidade. Acabou o tempo dos «escondidinhos
». O que isto vos diz sobre a luz e a escuridão? E sobre o equilíbrio no vossa planeta?

Este texto pode ser divulgado livremente

7 – Este ajuste terminou em Dezembro de 2002.
8 – Note-se o que está a acontecer em Portugal, de há uns meses para cá. A partir de 2002, houve, de facto, um aumento
extraordinário no que toca à emergência de toda a espécie de escândalos e situações obscuras – corrupção, pedofilia, redes
clandestinas de droga, prostituição, etc. Numa outra direcção – mas também inserida neste movimento do «trazer à luz», já
em Janeiro de 2003, a Loja Maçónica do Grande Oriente Lusitano abriu as suas portas completamente, imagine-se, e apresentou-
se ao povo português com um manifesto de «mobilização nacional» para ajudar na recuperação global do país. De
facto, espantoso. Ah!… lembrei-me agora! Senhores do Reiki e Karuna: Essa coisa de manter os símbolos secretos… tem os
dias contados!

I Ching, Adão e Eva no Éden Paraíso, As estancias de Dzian, e a Matriz/DNA

segunda-feira, fevereiro 7th, 2011

A analize dos modêlos da Matriz/DNA me levou a uma estonteante surprêsa: quando procurei encaixar a cosmologia dentro do diagrama/software da matriz/DNA como sistema fechado perfeito e surgiu um modêlo cosmológico em que os astros estariam sob os mecanismos do ciclo vital, percebí que êste modêlo astronomico, o qual revelaria o sistema natural mais evoluído que existia momentos antes das origens da vida na Terra, já tinha sido descrito por parábolas, analogias, a milhares de anos antes, na forma da filosofia e simbologia do I Ching, assim como na fábula de Adão e Eva no paraíso do Éden, e fortes indicações que o modêlo de buraco negro da Matriz/DNA bate com as descrições do vórtice das sete voltas das estancias de Dzian, que foi a fonte de tôdas as correntes esotéricas. procurando a causa desta estonteante coincidência, cheguei à temporária e provisonal ainda hipótese de que o modêlo astronomico da Matriz/DNA esteja registrado na memória do nosso DNA, nos trechos considerados “junk DNA”. Nêste artigo procurarei relacionar todos os artigos e material para esquematizar uma pesquisa.

– Ver este post em

http://www.davidicke.com/forum/showthread.php?t=118934&page=2

echoes_of_a_dream
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Default The Hyperdimensional Informational Construct

DNA, Language and the I Ching

Quote:
“We appear to be memory coils (DNA carriers capable of experience) in a computer-like thinking system which, although we have correctly recorded and stored thousands of years of experiental information, and each of us possesses somewhat different deposits from all the other life forms, there is a malfunction, a failure of memory retrieval. Therefore it is in the process of self-repair, which includes: rebuilding our subcircuit via linear and orthogonal time changes, as well as continual signaling to us to stimulate blocked memory banks within us to fire and hence retrieve what is there.” — Philip K. Dick

The structure of DNA as we know it is made up of “letters” (represented by the base pairs ATCG) which form “words” that are instructions to build an amino acid compound. There are 64 such “words” and one or more of these words represent the instruction and information necessary to create one of the 22 amino acids used to create the protein structure of a living body. You could say our bodies are made up of a living language.

In 1968, Marie-Louise von Franz, a disciple of Carl Jung, published an essay in which she speculated that there might be some structural link between the I Ching and DNA. A year later Dr. Martin Schonberger published an article in which he presented “the astonishing parallels between the natural science of the I Ching and the latest discoveries of nuclear genetics”. If the I Ching is an accurate analogy for the syntax of the genetic code, then what does that imply about our fate?

Recent research by Russian scientists have found that the sequencing of the codons of the non-coding regions of DNA (~97% of the genome) follow the rules of some kind of biological language. Research further revealed that the codons actually form words and sentences, just like our ordinary human language follows rules of grammar. Scientists have conducted much research on the origins of human languages and the origins of the grammatical rules that are so essential to all human languages. However, they have continually failed to find the source, but this research suggests that the origins of language may be surprisingly attributed to DNA. According to these findings our DNA is not only responsible for the construction of our body, but also serves as data storage and communication.

The vibrational behaviour of DNA was also studied and experients show that live DNA will always react to modulated laser rays and even to radio waves in the proper frequencies are being used. This scientifically explains why affirmations, hypnosis and other such methods have such strong effects on human beings. It is entirely normal and natural for our DNA to react to language. These studies prove the importance of our thoughts, words and language on out very being since they have the inherent ability to shape us into the person we are.

Could it be possible by looking at the structure of DNA for us to reconstruct a new syntax, grammar and vocabulary? Could it be, as Fulcanelli suggests, that fragments of the original language of light can be found in the divinatory systems used by all nautes, shaman and initiates?

Resources:

Tony Smith’s Home Page

http://www.valdostamuseum.org/hamsmith/ichgene6.html

 I Ching (Ho Tu and Lo Shu),

Genetic Code,

Tai Hsuan Ching, and

the D4-D5-E6-E7-E8 VoDou Physics Model

0 Tao, Simplex Physics
1 bit
2 superposition qbit
4 spacetime
16 fermions Ilm-al-Raml
256 Cl(8) IFA
65,536 Torah Genes
2^32 ~ 4 x 10^9 Genome Base Pairs
2^64 ~ 16 x 10^18 Brain Electrons Planck
2^128 ~ 256 x 10^36 Brain GraviPhotons Uncertainty
2^256 ~ 65,536 x 10^72 Particles in Universe

Chinese cosmology begins with the undivided Tai Chi,
then separating into Yin-Yang, ... :
Let o represent the undivided Tai Chi, a scalar point of origin: 

     |     |
     |     |
_____|_____|_____
     |     |
     |  o  |
_____|_____|_____
     |     |
     |     |
     |     |     

Then add 4 vector directions of Physical Spacetime:
   1, i, j, k  of the quaternions
to get the 5 Elements:    

     |     |
     |  i  |
_____|_____|_____
     |     |
  j  |  o  |  1
_____|_____|_____
     |     |
     |  k  |
     |     |     

Then add 4 vector directions of Internal Symmetry Space:
   E, I, J, K  of the octonions,
which are the basis for the D4-D5-E6-E7 physics model,
to get 9 directions: 

     |     |
  J  |  i  |  I
_____|_____|_____
     |     |
  j  |  o  |  1
_____|_____|_____
     |     |
  K  |  k  |  E
     |     |     

The 10th direction is Yin-Yang reflection
of the 8 vector directions   1, i, j, k, E, I, J, K.  

Now, identify the 3x3 square with the Magic Square 

     |     |
  4  |  9  |  2
_____|_____|_____
     |     |
  3  |  5  |  7
_____|_____|_____
     |     |
  8  |  1  |  6
     |     |     

whose central number, 5, is also
central in the sequence   1,2,3,4, 5, 6,7,8,9
which sequence corresponds
to the octonions          1,i,j,k, 0, E,I,J,K 

whose total number for each line is 15,
the dimension of the largest Hopf fibration
and the dimension of the imaginary sedenions.

If you take into account the direction in which you add each
of the 8 ways, and add all directed ways together
you get a total of 16x15 = 240
which is the number of vertices of a Witting polytope. 

The total of all 9 numbers of the Magic Square is 45,
the dimension of the D5 Lie algebra Spin(10)
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
in which
the D4 Spin(8) subgroup of Spin(10) corresponds
to 28 bivector gauge bosons
and the 16-dimensional homogeneous space
Spin(10) / Spin(8)xU(1)
corresponds to an 8-dimensional complex domain
whose Shilov boundary is RP1 x S7
corresponding to an 8-dimensional spacetime.  



Perhaps about 5,300 years ago, China's first emperor, Fu Xi, saw, rising from the Yellow River, a dragon-horse with markings of the

Ho Tu,

shown here in its ancient and modern forms:
 
 
Fu Xi interpreted the 4 directions and 4 diagonal directions
of the Ho Tu in terms of the Earlier Heaven arrangement
of the 8 trigrams of the I Ching:
 
 
The 8 trigrams of the I Ching are similar to
the 16 tetragrams of Ilm al-Raml (the Science of the Sands)
attributed to the third Islamic prophet, Idris,
which were preserved from the Global Early Civilization
as the FA of the Fon people of Benin (Dahomey).

Baba Eyiogbe says “… It is indeed part of the Ifa tradition that Ifa was brought to China, but in a more limited form. This is sometimes attributed to a warrior path of Obatalá, Obatalá Ayaguna. This path of Obatalá is the Ifa diviner for the other paths of Obatalá as well (when Orunmila does not do it directly). …”.

It seems to me as though Vedic divination and Tai Shuan Ching are based on the Triality aspect of the 256-dimensional Cl(8) Clifford algebra of IFA, while I Ching is based on the 64-dimensional Cl(6) Clifford subalgebra of the Cl(8) of IFA.

When the 8 trigrams are combined in pairs
according to the Fu Xi Earlier Heaven Ho Tu arrangement
to make 64 hexagrams of the I Ching, 

you get a very symmetrical I Ching pattern

Although the Earlier Heaven arrangement of the 8 trigrams
does not exactly correspond to the binary number
sequence from 0 through 7
(it is 0,1,2,3,7,6,5,4 instead of 0,1,2,3,4,5,6,7),
the Earlier Heaven arrangement of the 64 hexagrams
does correspond to the binary number
sequence from 0 through 63.  




According to two 13 February 2001 articles in The New York Times by Nicholas Wade: “… Dr. J. Craig Venter and colleagues at Celera Genomics report in …[ Science 291 (16 February 2001) 1304-1351 ]… that they have identified 26,588 human genes for sure, with another 12,731 candidate genes. … Celera’s rival, the publicly funded consortium of academic centers, has come to a similar conclusion. Its report in …[ Nature 409 (15 February 2001) 860-921, where they say “… Genes (or at least their coding regions) comprise only a tiny fraction of human DNA, but they represent the major biological function of the genome and the main focus of interest by biologists. ….” ]… pegs the probable number of human genes at 30,000 to 40,000. Because the current gene-finding methods tend to overpredict, each side prefers the lower end of its range, and 30,000 seems to be the new favorite estimate. … Most of the repetitive DNA sequences in the 75 percent of the genome that is essentially junk ceased to accumulate millions of years ago, but a few of sequences are still active and may do some good. The chromosomes themselves have a rich archaeology. Large blocks of genes seem to have been extensively copied from one human chromosome to another, beckoning genetic archaeologists to figure out the order in which the copying occurred and thus to reconstruct the history of the animal genome.

As the modest number of human genes became apparent, biologists in both teams were forced to think how to account for the greater complexity of people, given that they seem to possess only 50 percent more genes than the roundworm. It is not foolish pride to suppose there is something more to Homo sapiens than Caenorhabditis elegans. The roundworm is a little tube of a creature with a body of 959 cells, of which 302 are neurons in what passes for its brain. Humans have 100 trillion cells in their body, including 100 billion brain cells.

Several explanations are emerging for how to generate extra complexity other than by adding more genes. One is the general idea of combinatorial complexity – with just a few extra proteins one could make a much larger number of different combinations between them. …

The two teams’ first scanning of the genome suggests … ways in which humans have become more complex than worms.

One comes from analysis of what are called protein domains. Proteins, the working parts of the cell, are often multipurpose tools, with each role being performed by a different section or domain of the protein. Many protein domains are very ancient. Comparing the domains of proteins made by the roundworm, the fruit fly and people, the consortium reports that only 7 percent of the protein domains found in people were absent from worm and fly, suggesting that “few new protein domains have been invented in the vertebrate lineage.” But these domains have been mixed and matched in the vertebrate line to create more complex proteins. …

Evolution has devised another ingenious way of increasing complexity, which is to divide a gene into several different segments and use them in different combinations to make different proteins. The protein-coding segments of a gene are known as exons and the DNA in between as introns. The initial transcript of a gene is processed by a delicate piece of cellular machinery known as a spliceosome, which strips out all the introns and joins the exons together. Sometimes, perhaps because of signals from the introns that have yet to be identified, certain exons are skipped, and a different protein is made. The ability to make different proteins from the same gene is known as alternative splicing. The consortium’s biologists say that alternative splicing is more common in human cells than in the fly or worm and that the full set of human proteins could be five times as large as the worm’s.

Another possible source of extra complexity is that human proteins have sugars and other chemical groups attached to them after synthesis.

There’s a different explanation of human complexity, which is simply that the new low-ball figure of human genes derived by Celera and consortium is a gross undercount. Dr. William Haseltine, president of Human Genome Sciences, has long maintained that there are 120,000 or so human genes. … Dr. Haseltine … remains unshaken in his estimate of 100,000 to 120,000 genes. He said last week that his company had captured and sequenced 90,000 full-length genes, from which all alternative splice forms and other usual sources of confusion have been removed. He has made and tested the proteins from 10,000 of these genes. The consortium and Celera have both arrived at the same low number because both are using the same faulty methods, in his view. … Dr. Haseltine notes that the gene-finding methods used by the two teams depend in part on looking for genes like those already known, a procedure that may well miss radically different types of genes. His own method, capturing the genes produced by variety of human cell types, is one that Dr. Venter says in his paper is the ultimate method of counting human genes. … Dr. Eric S. Lander of the Whitehead Institute last week challenged Dr. Haseltine to make public all the genes he had found in a 1 percent region of the genome and let others assess his claim. … Dr. Haseltine said yesterday that he was contemplating the best way to respond and that he was “planning to do so in one form or another, in the open literature.”

Turning from genes to chromosomes, one of the most interesting discoveries in this week’s papers concerns segmental duplications, or the copying of whole blocks of genes from one chromosome to the other. These block transfers are so extensive that they seem to have been a major evolutionary factor in the genome’s present size and architecture. They may arise because of a protective mechanism in which the cell reinserts broken-off fragments of DNA back into the chromosomes.

In Celera’s genome article, Dr. Venter presents a table showing how often blocks of similar genes in the same order can be found throughout the genome. Chromosome 19 seems the biggest borrower, or maybe lender, with blocks of genes shared with 16 other chromosomes. … Segmental duplication is an important source of innovation because the copied block of genes is free to develop new functions. …

Celera ordered the world’s most powerful civilian computer to calculate how to assemble its

27 million 500-base pair fragments into an entire genome.

Its rival, the public consortium of academic centers, felt no need for a massive computer and assembly program because its genome decoding strategy didn’t require one. But a computational biologist at the University of California, Santa Cruz, whose supervisor had been asked to help identify genes, realized the genome had to be assembled before gene identification could begin. In four weeks Jim Kent wrote an assembly program that put the consortium’s jumble of DNA fragments into coherent order. It was this assembled sequence on which most of the consortium’s genome analysis is based. Mr. Kent also wrote a browser, a program that aligns the known genes and other interpretive information in tracks above the actual genome sequence. Anyone wanting to take a tour of the human genome, with Mr. Kent’s browser as their guide, can do so at genome.ucsc.edu. …

One of the most intriguing hints that new biology may be discovered in the genome comes from an initial survey of the mouse genome, which Celera said this week it had assembled. Laying the mouse genome sequence over the human sequence is extremely revealing because most of the DNA has diverged in the 100 million years since mouse and man last shared a common ancestor. The DNA regions that are similar between the two species are those important enough to have been conserved. At a stroke, almost all the genes fall out as noticeably similar. So too do many of the control regions of DNA that precede the genes.

And Dr. Craig Venter, president of Celera, has now stated that there is a third category of similar DNA regions, which are not genes but are too extensive to be control regions. No one yet knows what the mystery regions are doing. …”.

 

According to a 21 January 2003 article in The New York Times by Andrew Pollack:  

“… RNA and DNA are strings of chemical units called bases that embody the genetic code. The bases are represented by the letters A, C, G and either T in DNA or U in RNA. The C base always binds to G. A binds only to T or U. So a single strand of DNA or RNA can bind to another strand that has the complementary bases. Under what is known as the central dogma of genetics, genes, which are the recipes for making proteins, are part of the DNA of the chromosomes. When a protein is to be made, the DNA is copied onto a corresponding piece of single-stranded RNA, known as messenger RNA, that delivers the recipe to the cell’s protein-making machinery. Proteins make up most of a cell and perform most of its functions, including turning genes on and off.But new evidence suggests that some RNA is not merely the intermediary between DNA and protein, but the end product. Some huge stretches of DNA that do not contain protein-coding genes and have been considered “junk” actually hold the code for some of this RNA. …

… in addition to the DNA’s containing the recipes for proteins, a lot more DNA was being copied into RNA. The recently deciphered mouse genome was found to have about twice as much in common with the human genome as could be accounted for by protein-coding genes. … At least part of this overlap appears to be genes that produce RNA as their end product. What all of this RNA is doing is not clear … But mounting evidence suggests that at least some RNA is involved in regulating the way genes are turned on or off. … the most radical view: that RNA provides the command and control of cells. Proteins … are like bricks and beams. But the RNA determines whether those bricks and beams become office buildings or houses. This RNA network … provides the complexity that separates higher life forms from simpler ones. …”.

… Some genes … produce tiny RNA’s, known as micro-RNA’s or miRNA, which are about 21 to 23 bases, or letters, in length. The micro-RNA’s bind to matching pieces of messenger RNA, turn it into a double strand and keep it from doing its job. The process effectively stifles the production of the corresponding protein. …

… RNA interference, or RNAi …[occurs when]… double-strand RNA … would silence the gene corresponding to that RNA. …

… small interfering RNA’s or siRNA’s …[are]… pieces of about 21 to 23 bases … Each short segment attracts a phalanx of enzymes. Together, they seek out messenger RNA that corresponds to the small RNA and destroy it. …

… micro-RNA’s appear to be formed as longer stretches of RNA that fold back on themselves like hairpins to create double strands. The sequence of bases is sort of like a palindrome, so that when the folding occurs, complementary bases line up, and the two arms of the hairpin stick together. …

… small RNA’s bind to chromosomes to shut down genes more permanently than can be done by stifling messenger RNA. …

… viruses … sometimes create double-strand RNA when they replicate … Mammalian cells, confronted with long double-strand RNA, basically destroy themselves as a defense against pathogens. But two years ago scientists at the Max Planck Institute found that short double-strand RNA, again about 21 to 23 bases, would not set off the self-destructive response but would silence the corresponding gene. …”.

According to a 7 July 2001 BBC article by Helen Briggs: “… Two rival teams that cracked the human genome may have underestimated the number of human genes, according to a new computer analysis. Scientists in the United States claim

humans are built from 66,000 genes,

nearly twice as many as the current consensus. … a … team, based at Ohio State University, Columbus, Ohio, has reanalysed the raw data, using a supercomputer, and come up with a higher estimate for the number of human genes. “We ended up with a higher estimated number of genes than the other two teams because we compared 13 different gene databases to the DNA sequences in the draft genome produced by the Human Genome Project,” said Bo Yuan of Ohio State University. … The discrepancy seems to arise from the process used to analyse human genetic data. … The genome is the complete list of coded instructions needed to make a person There are 3.1 billion letters in the DNA code in every one of the 100 trillion cells in the human body If all of the DNA in the human body were put end to end, it would reach to the Sun and back more than 600 times. … Buried within these coded instructions are the genes – ‘sentences’ which hold the instructions for the proteins of which human tissue is made. The genes occupy only about a hundredth of the length of the huge string of DNA, broken up into the 46 chromosomes in every cell. To fish out the genes, which are hidden among the long continuous string of letters, scientists rely on genetic databases. … The Ohio State University team says Celera’s genome map, and particularly, the Human Genome Project map relied mainly on two databases to locate the genes. They used these two databases plus 11 others. “We used more experimental evidence in assembling our map, and that suggests that there are probably between 65,000 and 75,000 transcriptional units,” said Dr Yuan. A transcriptional unit is a length of DNA that shows strong evidence of being a gene but which requires future verification. This is where the dispute arises. “Some researchers are unsettled by the certainty with which the Human Genome Consortium is presenting its lower gene count,” said Fred Wright of Ohio State University. “In my view, the final number of genes – when it is known – will lie somewhere between their high of 40,000 and our value of 70,000.” … Arguments over how many genes it takes to build a human being look set to continue. A gene sweepstake set up by scientists attending the Cold Spring Harbor Genome Meetings in the United States is still taking entries. To date, there have been 165 bets, ranging from 27,462 to 153,478 human genes. So far, the money is on 61,710. …”.


In cond-mat/0204078, Jimenez-Montano, Mora-Basanez, and Poschel say:

“… the genetic code may be represented by a six-dimensional boolean hypercube in which the codons (actually the code-words …) occupy the [ 2^6 = 64 ] vertices (nodes) in such a way that all kinship neighborhoods are correctly represented. This approach is a particular application to binary sequences of length six of the general concept of sequence-space, first introduced in coding theory by Hamming …

… The six-dimensional hypercube …

… Each node is labeled with the corresponding amino acid …

… It is well known in the field of Genetic Algorithms that a proper encoding is crucial to the success of an algorithm. Furthermore in … R. A. Caruana and J. D. Schaffer, Representation and hidden bias: Gray vs. binary coding for genetic algorithms, in: J. Laird (ed.), Proceedings of the Fifth International Conference on Machine Learning, Morgan Kauffman Publ. Inc., 153-161 (San Mateo, 1988). … it is shown the superiority of Gray coding over binary coding for the performance of a genetic algorithm. As it was shown above the structure of the genetic code is precisely the structure of a Gray code. …”.

 


 

Katya Walter has shown that the Fu Xi Earlier Heaven
Ho Tu arrangement of the 64 hexagrams
can represent the DNA genetic code:
 
 
Since the DNA genetic code can be represented by
4 things taken 3 at a time,
or  (2x2) x (2x2) x (2x2) = 64, 

and since the I Ching (which is based on 6 bars,
each of which can be in 2 states - broken or unbroken)
can be represented by 2 things taken 6 at a time,
or  2 x 2 x 2 x 2 x 2 x 2 = 64, 

and since pairs of octonionic half-spinors of the Spin(0,8)
Clifford algebra Cl(0,8) on which the D4-D5-E6-E7 physics model is based
can be represented by 8 things taken 2 at a time,
or  (2x2x2) x (2x2x2) = 64, 

the genetic code, the I Ching, and the D4-D5-E6-E7 physics model
are all just different representations
of the same fundamental structure.  

The fundamental structure of 8 trigrams can not only be extended
to 8x8 = 2^6 = 64 hexagrams,
but also to 24-grams, of which there are 8^8 = 2^24 = 16,777,216.
24-grams are directly related to Golay codes and the Leech lattice.  

In that connection,
the hexacode H6 is related to Golay codes and the Leech lattice.
The hexacode H6 can be used to construct
quantum-error-correcting codes that are based on GF(4),
and
an RNA code is based on 4 nucleotides UGAC, taken 3 at a time.
Katya Walter has shown that
the I Ching representation of the DNA genetic code
can be transformed in a natural way to
an I Ching representation of the RNA genetic code.  

The same fundamental structure is also shared
by Penrose tilings and musical sequences. 

Further,
you can represent genetic information by
DNA sequence music (215k wav).  

Katya Walter has shown that the representation of the DNA code by Fu Xi's Ho Tu arrangement of the I Ching is not superficial. The 55 points of the Ho Tu diagram can be divided into 27 SouthEast points and 28 NorthWest points, if the central point is put into the NorthWest part. The G-C base pair has 15 ring atoms and 12 other atoms, just as the SouthEast part has 15 even points and 12 odd points. The T-A base pair has 15 ring atoms and 13 other atoms, just as the NouthWest part has 15 even points and 13 odd points.
 
If the central point is allowed to remain central,
and represent a U(1) propagator phase,
then both the SouthEast and NorthWest parts
have 15 even points and 12 odd points,
so that they represent
the 15 generators of the Spin(6) that gives
conformal gravity and the Higgs mechanism
and
the 12 generators of the SU(3)xSU(2)xU(1) standard model,
that is,
all the gauge bosons of the D4-D5-E6-E7-E8 VoDou Physics model spacetime.  

Note that, to represent physical structures
such as the DNA code and the D4-D5-E6-E7 model gauge bosons,
the proper axis for the Ho Tu diagram is NorthEast-SouthWest,
which is different
from the North-South axis used to represent abstract Yin-Yang
binary math structure.  

Such a diagonal axis will be used in the Lo Shu diagram,
which is more oriented to representations of physical structures,
as opposed to abstract structures.  



China's third emperor Huang Di started the present Chinese calendar on 10 February 2697 BC. About 4,200 years ago, when Comet Hale-Bopp last appeared, Yu (father of the first emperor of the Xia dynasty) saw, rising from the Lo River, a turtle with markings of the

Lo Shu,

shown here in its ancient and modern forms:
 
 
Yu interpreted the 4 directions and 4 diagonal directions
of the Lo Shu in terms of the Later Heaven arrangement
of the 8 trigrams of the I Ching:
 
 
Note that the Yu Later Heaven Lo Shu arrangement of the 8 trigrams
is not very symmetrical with respect to abstract Yin-Yang
binary structure,
but is very symmetrical with respect to a NorthEast-SouthWest axis
and the physical representation of the 5 Elements.
The NorthEast-SouthWest axis is Earth-Earth-Earth,
SouthEast and East are Wood,
NorthWest and West are Metal, and
South is Fire and North is Water. 

Although the Lo Shu is not very symmetrical with respect
to abstract Yin-Yang binary structure,
the Lo Shu diagram does have the interesting mathematical
structure of a Magic Square:
 
 

In addition to Square tilings of the plane,
there are Hexagonal tilings.  

The only Magic Hexagon that exits also has central number 5: 

            15             

      14           13      

 9           8           10

       6            4      

11           5           12

       1            2      

18           7           16

      17           19      

             3             

There are 15 sums, 5 parallel to each of its 3 axes.
Each sum is 38 = 2x19, and there are 1+6+12 = 19 cells.
19x19 is the dimension of the lattice of a WeiQi board. 



Perhaps because of its lack of abstract Yin-Yang binary symmetry, the Later Heaven Lo Shu arrangement of the 8 trigrams did not lead Yu to make a corresponding arrangement of the 64 hexagrams. It was not until about 3,100 years ago that Wen-wang (father of the founder of the Zhou dynasty) made a Lo Shu arrangement of the 64 hexagrams.  
 
Since Wen-wang's son Wu-wang named him (posthumously) as
the first emperor of the Zhou dynasty,
Wen-wang is known as King Wen,
and his arrangement of the 64 hexagrams
often called the King Wen arrangement. 

King Wen created his arrangement while imprisoned by
the Shang emperor.  It was not an arrangement to describe
abstract principles, but to describe his life and how it
could be useful in overthrowing the corrupt Shang emperor
and setting up a better government.
The 64 King Wen hexagrams are arranged in 32 dual pairs.
For 28 of the pairs, one is the other turned upside down.
8 hexagrams are the same turned upside down,
so they make up 4 pairs of opposites.
The 28 upside-down symmetric pairs have a similar symmetry
to the 28-dimensional antisymmetric real 8x8 matrices
that represent Spin(0,8) of the D4-D5-E6-E7 physics model. 

King Wen's arrangement is designed for life in our physical world,
beginning with pure Yang, forward moving Heaven,
and ending with a hexagram described by two characters
that mean "not yet across (a river)",
so that its ending is really also a beginning,
just as in real life.
Perhaps that is why the King Wen arrangement is the one
most often seen in present-day I Ching books. 

Another son of King Wen was the Duke of Zhou,
the brother of King Wu (Wu-wang).
When King Wen wrote about the 64 hexagrams,
he wrote for each entire hexagram a Judgment.
The Duke of Zhou wrote a poetic text, the Line Text,
for each hexagram Judgment.
Each poem line corresponds to a hexagram line,
and each whole poem goes with
the Chinese characters for each hexagram Judgment. 

Much later commentaries, such as the Ten Wings,
have been added to the present-day I Ching books. 

My opinion about such later commentaries is
the same as that of Rosemary and Kerson Huang:
"The poetic aspect of the I Ching,
however, has been obscured by the Ten Wings.
How can you enjoy poetry if every line is followed
by government regulations on how to read it?"

The King Wen I Ching sequence was used by Terence McKenna to construct his Timewave model of history.

 


Of course, it is possible to make other arrangements of the 8 trigrams and 64 hexagrams of the

I Ching

than the Fu Xi and King Wen arrangements. 

The 8 trigrams can be arranged in 8! = 40,320 different orders.
As well as ordering the 8 trigrams differently,
you can pick subsets of the 8 trigrams.
That can also be done in many ways:
there are 2^8 = 256 subsets of the 8 trigrams.
The number of subsets of the 8 trigrams is
the dimension of the Cl(0,8) Clifford algebra
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
and
is related to ordering the 8 trigrams
by the Clifford sequence corresponding
to the binary numbers from 0 through 7

You can arrange the 64 hexagrams
in 64! (about 1.27 x 10^89) different orders.  

As well as ordering the 64 hexagrams differently,
you can pick subsets of the 64 hexagrams.
That can also be done in many ways:
there are 2^64 (about 1.844 x 10^19) subsets of the 64 hexagrams.
The number of subsets of the 64 hexagrams is
useful in estimating the Planck mass. 

If you want more possibilities,
consider the (2^64)! possible orderings
of all 2^64 subsets of the 64 hexagrams. 

If you want still more,
consider the possible orderings
within each of the 2^64 subsets of the 64 hexagrams. 

The ordering of the
64 hexagrams in the HuangLao Daoist Mawangdui Silk Text
may be related to historical events of the time period
from 613 BC (Emperor Zhuang of Chu)
to the time the manuscript was copied,
probably about 202-195 BC (Emperor Liu Bang of Han).   

A natural ordering of the 64 hexagrams is
the I Ching lattice of Billy Culver

in which the 64 hexagrams are in groups of
4 + 16 + (12+12) + 16 + 4 = 4 + 16 + 24 + 16 + 4  = 64
This can be seen as a 4-fold expansion of the
       1   4   6   4   1
level of the Su Meru triangle.



Another order is based on the
       1   6  15  20  15   6   1
level, with 2^6 = 64 elements, of the Su Meru triangle:

(Here, the hexagrams are denoted by numbers representing them in the binary Fu Xi Earlier Heaven sequence, as binary numbers from 0 through 63, with broken lines denoted by – -.)

 
----------------------

 0                                   1 hexagram with 0    - -

----------------------

 1   2   4   8  16  32               6 hexagrams with 1   - -

----------------------

 3   6  12  24  48

 5  10  20  40

 9  18  36                          15 hexagrams with 2   - -

17  34

33

----------------------

 7  14  28

11  22

13  26  

19

21

25

======================      10+10 = 20 hexagrams with 3   - -          

                    38 = 63 - 25

                    42 = 63 - 21 

                    44 = 63 - 19  

                37  50 = 63 - 13   

                41  52 = 63 - 11  

            35  49  56 = 63 - 7    

----------------------

                    30 = 63 - 33

                29  46 = 63 - 17

            27  45  54 = 63 - 9     15 hexagrams with 4   - -

        23  43  53  58 = 63 - 5

    15  39  51  57  60 = 63 - 3

----------------------

31  47  55  59  61  62 = 63 - 1      6 hexagrams with 5   - -

----------------------

                    63 = 63 - 0      1 hexagram with 6    - -    

----------------------

Still another interesting order for the hexagrams uses the order of this 8x8 Magic Square whose sum is 260. It is constructed by writing the numbers 1...64 in sequence and then reversing the order of the green entries: 64 2 3 61 60 6 7 8 9 55 54 12 13 51 50 16 17 47 46 20 21 43 42 24 40 26 27 37 36 30 31 32   32 34 35 29 28 38 39 25   41 23 22 44 45 19 18 48 49 15 14 52 53 11 10 56 8 58 59 5 4 62 63 1   Since 8x8 = 64 = 4x4x4 is both a square and a cube (the smallest such number greater than 1) you can use the same numbers and a similar method to construct a 4x4x4 Magic Cube with sum 130. Here is such a cube as constructed by Meredith Houlton: 1 63 62 4 60 6 7 57 56 10 11 53 13 51 50 16 48 18 19 45 21 43 42 24 25 39 38 28 36 30 31 33   32 34 35 29 37 27 26 40 41 23 22 44 20 46 47 17   49 15 14 52 12 54 55 9 8 58 59 5 61 3 2 64 The sum of the 8x8 Magic Square, 260, is twice the sum (130) of the 4x4x4 Magic Cube. The Maya calendar uses a period of 260 days, the Tzolkin, as well as a period of 365 days, the Haab.
A version of the

Tai Hsuan Ching

was written by Yang Hsiung,
who lived from about 53 BC to about 18 AD.  

As the I Ching is based on hexagrams of binary lines,
for a total of 2x2x2x2x2x2 = 8x8 = 64 hexagrams,
the Tai Hsuan Ching is based on tetragrams of ternary lines,
for a total of 3x3x3x3 = 9x9 = 81 tetragrams.

It seems to me as though Vedic divination and Tai Shuan Ching are based on the Triality aspect of the 256-dimensional Cl(8) Clifford algebra of IFA, while I Ching is based on the 64-dimensional Cl(6) Clifford subalgebra of the Cl(8) of IFA.

 
The progression from the I Ching to the Tai Hsuan Ching
is similar to a number of things:
 
The numbers shown in the arrangement below
are the ternary numbers plus 1,
as the ternary numbers go from 0 to 80
instead of from 1 to 81.
 
 
The ternary number arrangement is similar to
the Fu Xi binary number arrangement of the I Ching. 

The 81 tetragrams correspond to the 81 verses
of the Tao Te Ching.  

The Tai Hsuan Ching may be at least as
old as the King Wen arrangement of the I Ching,
since such tetragrams have been
found on Shang and Zhou dynasty oracle bones.  

To construct the Tai Hsuan Ching,
start with the 3x3 I Ching Magic Square  

     |     |
  4  |  9  |  2
_____|_____|_____
     |     |
  3  |  5  |  7
_____|_____|_____
     |     |
  8  |  1  |  6
     |     |     

whose central number, 5, is also
central in the sequence   1,2,3,4, 5, 6,7,8,9
which sequence corresponds
to the octonions          1,i,j,k, 0, E,I,J,K 

whose total number for each line is 15,
the dimension of the largest Hopf fibration
and the dimension of the imaginary sedenions. 

If you take into account the direction in which you add each
of the 8 ways, and add all directed ways together
you get a total of 16x15 = 240
which is the number of vertices of a Witting polytope. 

The total of all 9 numbers is 45,
the dimension of the D5 Lie algebra Spin(10)
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
in which
the D4 Spin(8) subgroup of Spin(10) corresponds
to 28 bivector gauge bosons
and the 16-dimensional homogeneous space
Spin(10) / Spin(8)xU(1)
corresponds to an 8-dimensional complex domain
whose Shilov boundary is RP1 x S7
corresponding to an 8-dimensional spacetime.  

Notice that the 3x3 Magic Square gives
the gauge bosons and the spacetime
of the D4-D5-E6-E7 physics model
but
does not contain the spinor fermions. 

The 3 generations of spinor fermions
corresond to a Lie Algebra Magic Square.  

The Tai Hsuan Ching construction will
give us the spinor fermions,
and therefore corresponds to
the complete D4-D5-E6-E7 physics model. 

To construct the Tai Hsaun Ching,
consider the Magic Square sequence as a line 

3   8   4   9   5   1   6   2   7

with central 5 and opposite pairs at equal distances. 

If you try to make that, or a multiple of it,
into a 9x9 Magic Square whose central number
is the central number 41 of 9x9 = 81 = 40+1+40,
you will fail because 41 is not a multiple of 5. 

However, since 365 = 5x73 is
the central number of 729 = 364+1+364 , you can
make a 9x9x9 Magic Cube with 9x9x9 = 729 entries,
each 9x9 square of which is a Magic Square.
The Magic Cube of the Tai Hsaun Ching
gives the same sum for all lines parallel to an edge,
and for all diagonals containing the central entry. 

The central number of the Magic Cube, 365,
the period of a Maya Haab.  

The total number for each line is 3,285 = 219 x 15.
The total of all numbers is 266,085  =  5,913 x 45. 

Since 729 is the smallest odd number greater than 1
that is both a cubic number and a square number,
the 729 entries of the 9x9x9 Magic Cube with central entry 365
can be rearranged to form
a 27x27 Magic Square with 729 entries and central entry 365. 

27 = 3x3x3 = 13+1+13 is a cubic number with central number 14,
and there is a 3x3x3 Magic Cube with central entry 14
(14 is the dimension of the exceptional Lie algebra G2)
and sum 42:  

10  24   8       26   1  15        6  17  19
23   7  12        3  14  25       16  21   5
 9  11  22       13  27   2       20   4  18

The lowest dimensional non-trivial representation
of the Lie algebra E6 is 27-dimensional,
corresponding to the 27-dimensional Jordan algebra
of 3x3 Hermitian octonionic matrices.  

E6 is the 78-dimensional Lie algebra
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
in which
the 32-dimensional homogeneous space
E6 / Spin(10)xU(1)
corresponds to a 16-dimensional complex domain
whose Shilov boundary is two copies of RP1 x S7
corresponding to Spin(8) spinors, representing
8 fermion particles and 8 fermion antiparticles.  

All 4 components of the D4-D5-E6-E7 model,
arising from the 4 fundamental representations of Spin(8),
are contained within E6:
8 half-spinor fermion particles;
8 half-spinor fermion antiparticles;
8-dimensional spacetime
      (4 Physical Spacetime dimensions and
       4 Internal Symmetry dimensions);
and 28 gauge bosons
      (12 for the Standard Model,
       15 for Conformal Gravity and the Higgs Mechanism, and
        1 for propagator phase).  

The Lie algebra E6 is 72+6 = 78-dimensional,
and has Weyl group of order 72x6! = 51,840
which is the symmetry group of the 6-dimensional polytope 2_21
with 27 vertices and 27+72 faces
which is also the symmetry group of the 27 line configuration:
 

The 78 dimensions of E6 correspond to the 78 Tarot cards. 

Since E6 as used in the D4-D5-E6-E7 physics model
represents the two half-spinor representations of Spin(8),

 

For Spin(n) up to n = 8,
here are is their Clifford algebra structure
as shown by the Yang Hui (Pascal) triangle
and the dimensions of their spinor representations
 
n                                           Total            Spinor
                                          Dimension        Dimension

0                   1                   2^0 =   1= 1x1         1
1                 1   1                 2^1 =   2= 1+1         1
2               1   2   1               2^2 =   4= 2x2       2 = 1+1
3             1   3   3   1             2^3 =   8= 4+4         2
4           1   4   6   4   1           2^4 =  16= 4x4       4 = 2+2
5         1   5  10  10   5   1         2^5 =  32=16+16        4
6       1   6  15  20  15   6   1       2^6 =  64= 8x8       8 = 4+4
7     1   7  21  35  35  21   7   1     2^7 = 128=64+64        8
8   1   8  28  56  70  56  28   8   1   2^8 = 256=16x16     16 = 8+8
Since each row of the Yang Hui (Pascal) triangle
corresponds to the graded structure of an exterior algebra
with a wedge product, call each row a wedge string.  

In this pattern, the 28 and the 8 for n = 8 correspond
to the 28 gauge bosons of the D4 Lie algebra
and to the 8 spacetime (4 physical and 4 internal symmetry)
dimensions that are added when you go to the D5 Lie algebra. 

The 8+8 = 16 fermions that are added when you go to E6,
corresponding to spinors, do not correspond to any single
grade of the n = 8 Clifford algebra with graded structure
1   8  28  56  70  56  28   8   1
but correspond to the entire Clifford algebra as a whole. 

The total dimension of the Clifford algebra
is given by the Yang Hui (Pascal) triangle
pattern of binary expansion (1 + 1)^n,
which
corresponds to the number of vertices of
a hypercube of dimension n.  

The spinors of the Clifford algebra of dimension n
are derived from the total matrix algebra of dimension 2^n
with pattern 

n                    

0                   1
1                 2
2               4
3             8
4          16
5        32
6      64
7   128
8 256                

This can be expanded to a pattern 

n                                    

0                   1
1                 2   1
2               4   2   1
3             8   4   2   1
4          16   8   4   2   1
5        32  16   8   4   2   1
6      64  32  16   8   4   2   1
7   128  64  32  16   8   4   2   1
8 256 128  64  32  16   8   4   2   1

in the same form as the Yang Hui (Pascal) triangle.  

Call each row a spinor string.   

For a given row in the binary (1+1)^n Yang Hui (Pascal) triangle
the string product of a spinor string and a wedge string 

(2^N, 2^(N-1),  2^(N-2), ... , 2^(N-J), ... ,    4,     2, 1)
(1 ,   N   , N(N-1)/2,...,N^k J^(N-k)/(k!(N-k)!)J),...,N(N-1)/2,N,1)

gives the rows of the ternary (1+2)^n power of 3 triangle

n                                                           

0                     1                          3^0 =     1
1                   2    1                       3^1 =     3
2                4    4    1                     3^2 =     9
3              8    12   6    1                  3^3 =    27
4           16   32   24    8    1               3^4 =    81
5         32   80   80   40   10    1            3^5 =   243
6       64  192  240  160   60   12    1         3^6 =   729
7    128  448  672  560  280   84   14    1      3^7 = 2,187
8  256 1024 1792 1792 1120  448  112   16    1   3^8 = 6,561

Just as the binary (1+1)^n triangle corresponds to the I Ching,
the ternary (1+2)^n triangle corresponds to the Tai Hsuan Ching.
The ternary triangle also describes
the sub-hypercube structure of a hypercube.  

The ternary power of 3 triangle is not only
used in representations of the spinors in the D4-D5-E6-E7 model,
it was also by Plato in describing cosmogony and music.  

 


 

The 9x9x9 Magic Cube of the Tai Hsuan Ching

has central entry 365,
and 365 = 73 x 5 is the whole number of days in a solar year.
The corresponding Maya 365-day period is called the Haab. 

The 8x8 Magic Square and 4x4x4 Magic Cube of the I Ching
have sums 260 and 130 = 260/2,
and 260 = 13 x 5 x 4  is the number of days in a Maya Tzolkin.  

The common period of the Maya Haab and Tzolkin
is   73 x 5 x 13 x 4 = 18,980 days or 52 Haab.  

The synodic period of Venus is 584 = 73 x 8.  

The common period of the Maya Haab and
the synodic period of Venus
is 73 x 5 x 8 = 37,960 days or 104 Haab. 

The common period of the Maya Haab and Tzolkin and
the synodic period of Venus
is 73 x 5 x 8 = 2,929 days or 8 Haab. 

Since the 8x8 = 4x4x4 = 64, and 584 = 2 x 260 +  64.
the synodic period of Venus is naturally expressible in
terms of the 8x8 Magic Square and the 4x4x4 Magic Cube. 

Here is the 9x9x9 Magic Cube:
 

1

 
543  179  616  252  689  397   33  470  106

107  544  180  617  244  690  398   34  471

472  108  545  172  618  245  691  399   35

 36  473  100  546  173  619  246  692  400

401   28  474  101  547  174  620  247  693

685  402   29  475  102  548  175  621  248

249  686  403   30  476  103  549  176  613

614  250  687  404   31  477  104  541  177

178  615  251  688  405   32  469  105  542

2

 
 97  534  170  607  324  680  388   24  461

462   98  535  171  608  316  681  389   25

 26  463   99  536  163  609  317  682  390

391   27  464   91  537  164  610  318  683

684  392   19  465   92  538  165  611  319

320  676  393   20  466   93  539  166  612

604  321  677  394   21  467   94  540  167

168  605  322  678  395   22  468   95  532

533  169  606  323  679  396   23  460   96

 

3

 
452   88  525  242  598  315  671  379   15

 16  453   89  526  243  599  307  672  380

381   17  454   90  527  235  600  308  673

674  382   18  455   82  528  236  601  309

310  675  383   10  456   83  529  237  602

603  311  667  384   11  457   84  530  238

239  595  312  668  385   12  458   85  531

523  240  596  313  669  386   13  459   86

 87  524  241  597  314  670  387   14  451

 

4 Thanks to Jeff Knox for correcting my error in row 1, col 5, where I had written 231 by mistake.

 
  6  443  160  516  233  589  306  662  370

371    7  444  161  517  234  590  298  663

664  372    8  445  162  518  226  591  299

300  665  373    9  446  154  519  227  592

593  301  666  374    1  447  155  520  228

229  594  302  658  375    2  448  156  521

522  230  586  303  659  376    3  449  157

158  514  231  587  304  660  377    4  450

442  159  515  232  588  305  661  378    5

 

5

 
361   78  434  151  507  224  580  297  653

654  362   79  435  152  508  225  581  289

290  655  363   80  436  153  509  217  582

583  291  656  364   81  437  145  510  218

219  584  292  657  365   73  438  146  511

512  220  585  293  649  366   74  439  147

148  513  221  577  294  650  367   75  440

441  149  505  222  578  295  651  368   76

 77  433  150  506  223  579  296  652  369

 

6

 
725  352   69  425  142  498  215  571  288

280  726  353   70  426  143  499  216  572

573  281  727  354   71  427  144  500  208

209  574  282  728  355   72  428  136  501

502  210  575  283  729  356   64  429  137

138  503  211  576  284  721  357   65  430

431  139  504  212  568  285  722  358   66

 67  432  140  496  213  569  286  723  359

360   68  424  141  497  214  570  287  724

 

7

 
279  716  343   60  416  133  489  206  643

644  271  717  344   61  417  134  490  207

199  645  272  718  345   62  418  135  491

492  200  646  273  719  346   63  419  127

128  493  201  647  274  720  347   55  420

421  129  494  202  648  275  712  348   56

 57  422  130  495  203  640  276  713  349

150   58  423  131  487  204  641  277  714

715  351   59  415  132  488  205  642  278

 

8

 
634  270  707  334   51  407  124  561  197

198  635  262  708  335   52  408  125  562

563  190  636  263  709  336   53  409  126

118  564  191  637  264  710  337   54  410

411  119  565  192  638  265  711  338   46

 47  412  120  566  193  639  266  703  339

340   48  413  121  567  194  631  267  704

705  341   49  414  122  559  195  632  268

269  706  342   50  406  123  560  196  633

 

9

 
188  625  261  698  325   42  479  115  552

553  189  626  253  699  326   43  480  116

117  554  181  627  254  700  327   44  481

482  109  555  182  628  255  701  328   45

 37  483  110  556  183  629  256  702  329

330   38  484  111  557  184  630  257  694

695  331   39  485  112  558  185  622  258

259  696  332   40  486  113  550  186  623

624  260  697  333   41  478  114  551  187

 

References:

 
Andrews, W. S., Magic Squares and Cubes (Dover 1960). 

Arguelles, Jose, Earth Ascending (3rd ed) (Bear 1996).
(Jose Arguelles noticed similar correspondencies between
8x8 Magic Squares, the I Ching, and the Mayan calendar, at
least as early as the first edition of Earth Ascending in 1984.)

Coxeter, H. S. M., Math. Z. 200 (1988) 3-45.  

Huang, Kerson and Rosemary, I Ching (Workman 1987). 

Lau, Kwan, Feng Shui for Today (Tengu 1996). 

Nylan, Michael, The Canon of Supreme Mystery by Yan Hsiung,
A Translation with Commentary of the T'ai hsuan ching
(State University of New York Press 1993 -  A popular version
is entitled The Elemental Changes (Roger Clough has a web page
with some notations of errata, such as typos etc.)

Schele, Linda and Freidel, David, A Forest of Kings
(Quill, William Morrow 1990). 

Shaughnessy, Edward, I Ching (Ballantine 1996). 

Walter, Katya, Tao of Chaos (Element 1994). 

Walters, Derek, Chinese Astrology (Aquarian 1992). 

Walters, Derek, The Alternative I Ching (Aquarian Press 1987),
originally published in 1983 under the title The Tai Hsuan Ching.   

Wells, David, The Penguin Dictionary of Curious and
Interesting Numbers (Penguin 1986). 

Williams, C. A. S., Chinese Symbolism and Art Motifs (Tuttle 1974). 

Wong, Eva, Feng Shui (Shambhala 1996). 

Wong, Eva, Taoism (Shambhala 1997). 

Yates, Robin D. S., Five Lost Classics:
Tao, Huang-Lao, and Yin-Yang in Han China (Ballantine Books 1997).

 

The I Ching web site of Chris Lofting, which has a lot of very interesting philosophical discussion.

The I Ching web site of Christopher Garrity, which relates the 8×8 I Ching Matrix to a Matrix of the 8 Colors of the SU(3) Color Force: white; red, blue, and green; and their complementary colors.

The T’ai Hsuan Ching website of Roger Clough has a lot of interesting information about the Tai Hsuan Ching.

Michael Nylan and Nathan Sivin have a web page with their 1987 (revised 1995) article entitled The First Neo-Confucianism An Introduction to Yang Hsiung’s “Canon Of Supreme Mystery” (T’ai Hsuan Ching, Ca. 4 B.C.).


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O “Maravilhoso Desígnio” de Hawking: Uma Perigosa Armadilha para a Humanidade

segunda-feira, setembro 13th, 2010

Diz Hawking: “O livro foi escrito para objetivamente esclarecer duas questões. De onde veio o Universo e porque são as leis do universo tão bem dirigidas para permitir nossa existência.”

Lendo-se as críticas de especialistas que já leram o livro  prontamente se constata o esperado: não são apresentadas as evidências que provariam suas teorias. Claro, em se tratando de Ciências, a ultima prova seria trazer o Universo para a mesa de testes experimentais ou então embarcar os leigos numa máquina do tempo e levá-los para o “antes” do Big Bang de onde assistiriam de camarote  o desenrolar de 13,7 bilhões de anos provando como o Universo, nós, e a nossa consciência, pipocaram para a existência…

Portanto o Universo de Hawking pode ou não ser o real, de onde se deduz que o significado inteligível ou não, o sentido ou não-sentido das existências do Universo, da Vida, e as que mais nos interessam, do ser humano e da auto-consciência, continua sendo um enigma. A Física de Hawking tanto pode tê-lo aproximado da Verdade Ultima como pode tê-lo desviado para o reino da Metafísica. Ninguém tem provas-fatos para afirmar coisa alguma.    

Mas o conteúdo do livro torna-se forte evidência para outra teoria: a de que LUCA – the Last Universal Commom Ancestor – o deflagrador da biosfera e da vida na Terra, cuja genética se transmitiu para os seres vivos e modelou nosso ambiente natural ( de cuja ideologia  dominada pela meta de se tornar o extremamente egoísta sistema fechado em si mesmo em eterno equilibrio termodinâmico, nós herdamos o “gene egoísta”), continua dominando nossa psicologia e dirigindo-nos sutilmente para seus desígnios.

O mesmo LUCA ancestral hermafrodita que o  autor da Gênese na Biblia extraiu de sua memória genética e descreveu na forma da fábula de Adão e Eva no Paraíso, ( ou algum extra-terrerstre soprou no ouvido dêle), está usando o cérebro eletro-mecânico com  seu próprio complexo sensorial constituido de sensores mecânicos os quais discriminam  e selecionam mecanicistamente as informações naturais. O computador que domina e dirige o corpo e os sentidos avariados de Hawking, e através das simulações na tela manipula a sua mente, para conduzir a Humanidade a ser a principal peça na sua reprodução terrestre como sistema fechado em si mesmo, implantando a colméia do Admirável Mundo Novo onde a rainha Eva na forma da Serpente se instala como uma orwelliana Grande Mother, ameaça a atual embrionária auto-consciência universal que está sendo gestada dentro dos ovos-cabeças humanas, perde sua liberdade e evolução, aprisionada para sempre, ou até que nova Queda entrópica recomece tudo de novo. O Universo não pode reagir devido sua inscipiente e baby auto-consciência aqui, mas talvez os pais do Universo percebam o que está ocorrendo no seu estado de gravidez e intervenha com a medicina corretora apropriada.      

Como Godel concluiu de seu famoso teorema, é impossível a alguem conhecer a verdade de um sistema estando dentro dêle. Simples: se eu estou dentro sou uma das partes e nenhuma parte pode ver  e conhecer o todo se não se situar num ponto temporo-espacial fora dele. Mas óbviamente Hawking não tem consciência que não está se comportando como Cientista e Físico, e sim como metafísico. Porque para ludibriar a verdadeira física do mundo alem do universo ( a qual tambem não conhecemos óbviamente, mas que a presença da entropia e da morte entre nós fortemente indica, é contrária à meta suprema dos super-egocêntricos sistemas fechados),  o selfish gene produz as alucinações metafísicas, deístas e ateístas.

Apesar desta outra teoria indicar a causa geradora dos universos como sendo um simples e natural sistema que gera universos através de um processo genético-quase-computacional, não nos deixamos iludir e continuamos testando-a contra fatos naturais, mas por ora ficamos com ela ao invés da metafísica de Hawking por que ela reune maior numero de evidências concretas. E talvez, quem sabe… esta teoria já seja as primeiras providências medicinais inoculadas em nossa psicologia pelos geradores de universos.  Se queres conhecer nossas teses de como LUCA agarrou Hawking e ver o outro lado da História impossível de ser traduzida pela linguagem matemática e impossível de ser percebida pela ilógica fria da Física, dê uma olhada apenas nas imagens desta desconhecida teoria: http://theuniversalmatrix.com .

Como a Natureza Guiou a Evolução do Pensamento, do Codigo de Hammurabi a Jesus Cristo

quinta-feira, novembro 12th, 2009

“Olho por olho, dente por dente”, primeira lei do Código de Hammurabi,  foi a produção de uma mente ainda primitiva e limitada à visão da biosfera caótica terrestre onde feras devoram cordeiros. Dezessete séculos depois, surgiu Jesus Cristo sugerindo que a lei fosse mudada por algo como “Se te bateres numa face, oferecei a outra “. Esta foi uma produção de uma mentalidade incomensurávelmente maior, capacitada a perceber a outra face oculta da Natureza, com a ampla visão do estado de ordem e harmonia do Cosmos. A primeira seguiu à risca um visível mecanismo natural que foi traduzido na terceira Lei de Newton assim: “a cada ação corresponde uma reação de igual intensidade, porem, de sentido contrário”. Olho por olho, dente por dente. Mas a segunda foi baseada no fato de que no espaço sideral qualquer ação deflagradora de violência – tal como a explosão de uma supernova ou o choque de um cometa com um planeta – não produz uma reação violenta em cadeia, mas sim,  a força emanada da violência é absorvida e dissipada pela gravitação universal. Ao ofereceres a outra face estás absorvendo, dissipando e eliminando uma iniciativa violenta. Fantástico e lindo de morrer, o entendimento de como a evolução da mente humana entre Hammurabi e Jesus Cristo seguiu a mesma trajetória que a Natureza exibe quando vai da superficie da Terra ao Cosmos, contem inestimáveis fontes de material para reflexão e torna-se ao mesmo tempo um estimulo de esperança pois indica que a evolução está direcionando nossa mente para um destino de grandeza inimaginável. Hammurabi está para a Natureza da Terra assim como Jesus Cristo está para a Natureza cósmica que contem a Terra.  

Hammurabi foi rei do Império Babilônico  a 3.700 anos atrás, portanto a 17 séculos antes de Jesus Cristo vir ao mundo. Ele ficou conhecido pelo conjunto de leis chamado “O Codigo de Hammurabi”, um dos primeiros conjuntos de leis registrado na História. Estas leis foram escritas num tablete de pedra medindo 2,4 metros e foi achado em 1901.

codeofhammurabi.jpg  Código de Hammurabi na pedra original (clique e amplie a imagem para ver as inscrições)

 Este conjunto de leis para gerir uma sociedade foi o precursor do que hoje denominamos “Constituição Federal”. Interessante é discernir como estas leis revelam o caráter ou visão de mundo de nossos ancestrais em tempos remotos, leis que hoje parecem-nos absurdas mas que na época retratava o entendimento humano da Natureza, pois elas parecem mais as leis naturais que regulam a existência de animais na selva. Por exemplo, como naquela época se acreditava que o céu era imutável, ou seja, que os astros celestes existem eternamente na mesma forma e não se movem, e por isso era a morada dos deuses, Hammurabi (que contou ao povo uma história igual a que contou Moisés: teria sido o escolhido para receber dos deuses as leis escritas em pedra), projetou essa visão do espaço sideral no método em que gravou as leis, escolhendo a palavra escrita e em pedra pois assim aquelas leis permaneceriam também imutáveis.  

Existem 282 leis no Codigo de Hammurabi e torna-se um passeio do humor lendo-as, coisas aparentemente absurdas porem que tornam-se compreensíveis quando entendemos que um povo planeja um sistema social segundo o que ele pensa ser o mundo ou como o mundo funciona. Por exemplo, o sistema social do capitalismo selvagem ganhou força com a descoberta da Evolução e seus conceitos como o da competição pela sobrevivência e propagação dos mais fortes e espertos.

Vejamos alguns exemplos das leis de Hammurabi: 

– Se um homem ataca uma mulher grávida, causando a que ela venha a morrer, a filha do assaltante dever ser morta; 

 – Se alguém acusa um homem, e o acusado pular nas águas do rio e afundar, o acusador ganha a posse da casa do acusado. Mas se o acusado não afundar o rio prova que o acusado não é o culpado, então o acusador deve ser morto e o acusado fica com sua casa;

 Ora, observe como a realidade da Natureza bruta transparece nestas leis: o homem que ataca uma mulher retrata a fera macho que ataca a fêmea, ou a fera maior que ataca o cordeiro, esta fera tem um poder reconhecido e aceito porque lhe foi doado pela Natureza, e o macho não pode por isso ser castigado. Ao invés, vai sua filha que socialmente representa o cordeiro indefeso e manso… e saco de pancadas para todo mundo. Quando penso nisto e recordo como certos povos ainda tratam com opressão e depreciação suas mulheres, chego a concluir que o melhor método para educar os modernos representantes de Hammurabi, como os Saddam Hussein, os Bin Laden e os Talebãs da vida, seria tentar levar a eles de qualquer modo os modernos conhecimentos da astronomia e enfatizar que o firmamento é tão “natureza” como esta que aqui nos envolve.

Porque o rio seria o juiz que julga quem é culpado ou inocente? Penso que devido a Mesopotamia se situar nas regiões áridas e já alcançando os longos desertos, um rio ali devia ser considerado uma dádiva divina, como era acreditado ser o Nilo pelos egipcios. Para daí concluir que o rio seja um veículo utilizado pelos deuses para aplicarem sua justiça não falta muito.

Mas, 1700 anos depois chegou na Terra um homem que não mirava-se no exemplo da realidade imediata natural. Os seres humanos são produtos do caos, a nossa biosfera é governada pelo caos, quem disso duvida que faça como eu, vá viver isolado no inferno da selva amazônica. Aquela é a verdadeira face da Natureza aqui nas dimensões humanas e não o ambiente asfaltado das cidades modernas onde vivemos. Portanto não poderia ser de outra maneira que a mente humana, na sua infancia, se mirasse no exemplo da realidade que viceja à sua volta. Se atacado, seja um animal ou um homem, que procure reagir e empregar nesta reação uma força ao menos equivalente à do agressor, senão, adeus. Mais tarde com a evolução das Ciências e o aprofundamento da Física no conhecimento dos pormenores que regulam os processos entre os corpos, traduziu-se aquela regra natural no famoso dogma da ação e reação, mais exatamente nos palavras de Newton: “Para cada ação há sempre uma reação, oposta e de mesma intensidade.”. Mas quando a Física anunciou ao mundo aquele postulado ela não possuia os modernos instrumentos que revelaram verdades mais profundas da Natureza, a qual não termina na biosfera terrestre, porem se expande pelo espaço sideral. E basta olhar-mos para o céu estrelado para ter-mos a sensação de que lá reina a harmonia, a paz e o estado de ordem. Enquanto os primeiros cientistas ainda eram dominados por aquela visão primitiva da Natureza, foram construindo modelos astronomicos e uma cosmologia repleta de projeções das crenças humanas. Assim o céu foi povoado de eventos violentos, explosivos. E assim as estrelas foram definidas como horrendas fornalhas nucleares, enquanto em nossos modelos vemos uma outra face das estrelas mais ampla no tempo e no espaço, e nossa definição torna-se: “estrelas são como mães atarefadas em amamentarem seus rebentos (os planetas) com seu nectar energético e mantê-los aquecidos e protegidos sob suas asas gravitacionais” ( assim como uma galinha mantem seus rebentos). Eles percebem pontos no espaço que encerram corpos invisiveis mas manifestam sua presença pelos efeitos visiveis à sua volta e os definiram como fantasmagóricos buracos negros piratas e canibais a devorarem mundos inteiros. Nada disso! Os mesmos efeitos visiveis nos levaram a outra definição, à da existência dos buracos brancos rersultantes do turbilhonar de detritos de estrêlas mortas que se reciclam e geram novos astros. Alguém, olhando a olho nu o céu estrelado e exercitando suas naturais faculdades mentais para o Cosmos, sem prévios julgamentos, conseguiria mesmo imaginar algum evento violento por lá? Acontece que, sobre o asfalto ou dentro de salas com ar condicionado, substituindo o olho natural pelo olho da maquina fria do computador e substituindo a razão natural pelas acrobacias exageradas da matemática levadas ao seu ponto ultimo de saturação, fantasmas que não existem, eventos que jamais seriam imaginados, são imaginados e tornam-se tão críveis que vão parar nos textos dos livros escolares para infortunio de nossas crianças.

Todo novo ciclo da macro-evolução universal ( aqueles que fazem o primeiro sistema natural surgido com o Big Bang e denominado “universo” vir rolando e rolando e mudando de forma da super simples do inicio para arquitetura cada vez mais complexa) obedece a um mesmo roteiro: existe uma espécie (seja o sistema atômico, o astronomico ou o biológico) que em determinado momento ocupa o tôpo da Evolução; neste estado ela atingiu seu limite possivel de absorver novas informações e melhorar de qualidade aumentando sua complexidade; neste ponto esta espécie ( que reina absoluta onde se encontra, como os dinossauros reinaram na Terra, como o leão reinou na selva, a baleia no mar, a galáxia no espaço sideral), se acomoda num estado de equilibrio termodinâmico, se super-especializa num modo de existência, fecha as suas portas à evolução e torna-se um beco sem saída, um ramo lateral da àrvore da evolução que seca e se extingue; então a espécie em declinio degenerativo é fragmentada em seus bits-informação, misturada a uma nova paisagem onde altera a ordem do ambiente e promove o caos; mas é o caos necessário para que haja a mistura, a mutação, e a partir daí o reinicio de um novo fluxo do estado de ordem. Caos torna-se ordem, ordem torna-se caos quando almeja eternizar-se como perfeição absoluta, o que significa não-existência. Pois o Universo às nossas vistas parte do imediato caos visto e sentido na pele aqui para elevar-se ao estado de ordem alem dos céus. Ali, com o sistema galáctico ocupando o topo da evolução da matéria, o sistema universal se assentou, se acomodou num aparente equilibrio termodinâmico, por isso o “building block” das galáxias foi atacado pela entropia degenerativa, se fragmentou em seus bits-informação, os quais se tornaram os genes semivivos que vieram a constituir nas superficies dos planetas os primeiros sistemas biológicos. A evolução na sua marcha inexorável!

Projetando o estado do espirito humano que ainda conserva resquicios de violência, sobre o desconhecido Cosmos na tentativa de adivinhar seus segrêdos o homem moderno ainda fala em “a grande explosão, ou o Big Bang”, para definir um ato de fecundação idêntico ao que vemos aqui na Terra quando o invólucro de um espermatozóide se rompe no centro de um óvulo e dá inicio a uma nova criação. Ou calcula que houve uma “explosão de supernova” quando na verdade o evento nada mais foi que a passagem de um pulsar que é a semente de uma estrela para o estado de estrela definida, passagem cujo mecanismo é o mesmo que faz na Terra uma semente desabrochar e revelar a portentosa criatura que ela contem ( se não entendes o que digo, dê uma olhada nos modelos cosmológicos da Teoria da Matriz/DNA Universal).

O que me intriga – e aqui digo “raios… e raios!!!”, foi o fato de há dois mil anos atrás um filósofo de origem humilde ter dado esse incomensurável salto evolutivo no estilo do ” Equilíbrio Pontuado” a teoria evolutiva de Stephen Jay Gould em 1972. Pois Jesus Cristo fêz sim – satisfazendo todos os requerimentos cientificos para tal – uma transposição da interpretação do mundo pelas criaturas limitadas à biosfera terrestre para a interpretação do mundo por elevados seres pensantes que já adivinham os segrêdos da mecânica sideral. Não era possível naquela época conhecer os dois lados da face da Natureza que se divide entre caos e ordem. A harmonia celeste era acreditada ser tal devido ser o reino dos deuses, portanto cheirava mais a um distante reino supernatural. Não havia na Terra nenhum fenômeno revelando a existência do estado de ordem natural. Então, raios, de onde aquele intrometido carpinteiro que vem bagunçar nossa filosofia no estudo da evolução do pensamento, extraiu essa idéia tão cientifica e certeira? Estoure um canhão de mil megatons mandando um torpedo com toneladas de explosivos explodir a abóbada celeste e o verás acontecer será um simples “pum” se perdendo espaço afora. Nenhuma reação. O Universo volta a face direita para quem lhe atinja a esquerda. Se aqui dizemos que grande é o coração de mãe e de inigualavel amor, no Cosmos dizemos que grande é a capacidade de tolerancia e perdão da gravitação universal. Ela jamais reage á violência com a violência.

Pois bem: vamos nos mirar nos exemplos do animais e continuar assim a construir sociedades com sistemas animalizados para todo o sempre ou vamos dar o salto evolutivo iniciando a mirar-nos nos exemplos dos elementos siderais e conseguir finalmente uma sociedade ordeira? Hammurabi ou Jesus Cristo? Bem… mesmo eu que conheço já os modelos da Matriz e percebí qual o destino desta história – portanto se eu como humano quisesse ser selecionado e não descartado pela evolução procuraria mudar o mais rápido possivel – não consigo oferecer a cara para quem me deu uma porrada… e parto para cima como um cavalo, imagino então o quanto será dificel e quanto tempo ainda vai demorar para a Humanidade se desligar da influência da realidade do ambiente que a rodeia.  Mas não está em nosso poder fazer essa escolha: a Natureza evolui assim, partindo de Hammurabi e indo na direção de Cristo, nossa mente é um produto dessa Natureza,  portanto dirigida não por nós mas pelas forças universais naturais e por isso está determinado que a mente humana em sua trajetória evolucionista deixará Hammurabi para trás e alcançará o patamar de Jeus Cristo.  

Surpreendente Possibilidade: Apenas os filhos do Sol foram amaldiçoados. Das outras estrêlas, não!

terça-feira, novembro 10th, 2009

Recente artigo no magazine “Scientific American” nos conduz a uma inquietante conjectura. O artigo trata da solidão do Sol, o qual é diferente da maioria das estrêlas da Via Láctea porque, enquanto elas estão próximas entre si em grandes aglomerados, o Sol é a mais distante e solitária. Baseado nos modelos da Teoria da Matriz/DNA, sou levado a supor que existe para os astros celestes uma opção de escolha, entre tornarem-se sistemas abertos ou sistemas fechados em si mesmos. Se escolhem a primeira opção cercam-se de vizinhos e as formas de vida neles originadas não terão o “gene egoísta”. Mas se optarem pela segunda, como os modelos sugerem que é o caso do Sol, são separadas, isoladas do convivio com vizinhos e suas descendências serão “amaldiçoadas”, pois expressarão o gene egoísta e terão que pagarem o sacrificio de extirpa-lo.

Incrível. A idéia é insólita, mas tem uma lógica imaculada. Para entender isto é preciso conhecer o tópico nesta teoria que encontra um formidável paralelo entre a anatomia de LUCA – o ultimo celestial ancestral dos seres vivos na Terra, o qual é ou contem a própria Terra – o que aconteceu com LUCA, e a fábula da Gênese na Bíblia. O corpo de LUCA é um verdadeiro paraíso, visto de lado tem a forma de uma serpente, mas de cima tem a forma de uma maçã, porem é espirado com ramais na forma de uma árvore, é hermafrodita e portanto possui os ancestrais do homem e da mulher, reciclando a própria massa e energia degradada ele recebe o alimento gratuitamente, mas por se tratar de sistema fechado que é a extrema expressão do egoísmo foi atacado pela entropia que siginifica a morte, houve a queda na direção da superficie deste planeta e aqui se levanta como ser vivo mas condenado a obter o alimento pelo próprio suor. Enfim, só mesmo lendo o tópico e vendo os modelos se entende o que encontramos. Mas o fato surpreendente é que em nossa cosmologia, nosso ancestral não-vivo é um sistema termodinâmico que poderia ser muito bem descrito pela analogia que consta em Genêse.

E agora mais essa! O astronomo autor do artigo chega a insinuar que nossa estrêla foi afastada, banida, sem que se conheça a causa.  Ora, segundo os modelos da Matriz, isso explicaria muita coisa. Sabemos que a nossa Natureza imediata – aqui na superficie deste planeta – é um ambiente em estado de caos, e que produziu uma biosfera caótica. Quem tiver alguma duvida sobre isso, que vá à selva virgem e observe a verdadeira biosfera natural, como os elementos ali se conflitam, se chocam e como são torturados pela existência. Sempre pensei que isto vai contra totalmente a crença de que a Vida seria produto de um Intelligent Designer. Mas… e se realmente existe a opção para os astros escolherem entre sistemas abertos e fechados? Ora isto quer dizer que é respeitado o livre arbitrio – já que existe a possibilidade de escolha – que quem escolhe aquele caminho que deixa aberta a porta da Evolução gera em seu ambiente uma biosfera em estado ordeira onde seus herdeiros possuem uma existência feliz – e quem escolhe fechar aquela porta gera uma biosfera caótica e esse caos será o fator reparador do caráter equivocado. Então… retorna ao rol dos possiveis a possibilidade do Intelligent Designer?!

Questão profundíssima, tanto que nosso cérebro não será capaz de abarca-la e soluciona-la. Ora, sabemos que esse negócio de LUCA como sistema fechado em si mesmo é uma meia-abstração, pois na realidade o que existe é qualquer astro sujeito a um ciclo vital o qual possivelmente pode ressuscitar ou reciclar-se, ou ainda, replicar-se. Se ele estiver isolado, a massa e energia degradada proveniente dele como cadáver vai gerar um buraco branco ou negro como queiram e essa mesma massa e energia será a composição de novo astro, o que na realidade significa que é o mesmo astro anterior. LUCA não é um sistema concretizado materialmente no espaço, portanto não pode ser denominado de sistema fechado. Mas seu estilo de existência, quando isolado, é o próprio de um sistema fechado. Porém, como seria o mesmo LUCA se tivesse optado por ser um sistema aberto? Aqui a coisa se complica para mim. Se ele se abrisse para uma relação de troca com o exterior, digamos, na fase de jovem planeta, iria ele se transformar para a forma de pulsar? Ou do pulsar, aberto, iria para a supernova? Ou formaria outros tipos de astros meio parecidos com pulsar e supernovas? Neste caso quais seriam, onde estariam?

Ou então, a abertura que a evolução ( ou o Intelligent Designer?) espera de um astro, deve acontecer apenas na hora da sua morte? A massa e energia degradada, de um cadaver estelar que convive com vizinhos numa comunidade, Nào é canalizada diretamente para a reprodução do mesmo astro, mas sim vai para uma região onde chegam a mesma matéria de muitas outros cadaveres estelares, ali são misturados, e só então reinicia a reprodução… a qual neste caso nunca iria reproduzir um dos mortos.

Material para pensar, e muito. Será mesmo que um dia, quando houver contacto entre nós e outras formas de vida extra-terrestres, vamos descobrir que eles apenas conhecem a felicidade e nada conhecem das mazelas que nos torturam? Porque não descendem de ancestrais planetários ou estelares amaldiçoados?

Lembro-me de uma analogia. Quando Portugal quis colonizar o Brazil e sabia das agruras da selva tropical, encheu seus navios de bandidos das prisões. Muitos bons cidadãos brasileiros descendem daqueles pioneiros. Será que conosco – falemos da vida tôda na Terra, de todas as espécies – aconteceu o mesmo? Nosso ancestral teria sido banido por uma falta e nós, seus herdeiros, fomos considerados bandidos e por isso isolados e enviados para um inóspito novo mundo? 

Seja como for, note-se que se isto realmente ocorreu, não existiu nada de livre-arbitrio, de excomungação de estrelas, de maldição de descendencias. Tôdas estas palavras, estes nomes, são meras alegorias, pois o que aconteceu na realidade foi o livre fluir das forças naturais, da correnteza inabalavel de causas e efeitos. É possivel que a conjuntura em que se encontrava a nossa galáxia em seus primórdios produziu forças que dispersaram aglomerados de estrelas e aconteceu até mesmo destas forças terem incidindo com maior intensidade em algumas poucas estrelas, etc. Isolada uma estrêla, é possivel que ela se desfaça como as outras , mas diferentemente das outras ela seja refeita fielmente com a mesma matéria, como não poderia deixar de acontecer estando isolada. E que dentro da evolução cosmológica umna estrêla solitária, em suas diversas exist6encias, vá-se distanciando do formato das outras que evoluem em conjunto. Ora, evoluir em conjunto significa maior aquisição de complexidade e portanto maior riqueza de recursos. Se vida surgirem nestas, estas vidas serão mais bem providas. Tudo mecanicamente, natural, causas e efeitos. Mas que, surpreendentemente podem ser descritas por seres humanos na forma de alegorias imaginarias de romances, pecados, maldições, etc., como pode ser o caso da Genêse na Bíblia.

Raios, isto é fantástico. Precisamos destrinchar esta questão.   

Porque Primeiro Amo a Humanidade acima de Deus, e Tudo o Mais.

terça-feira, junho 2nd, 2009

Esta cena e’ muito importante:

Policarpo e’ o nome de um pequeno lagarto, que na Amazonia chamamos de “calandro”. Policarpo procurou uma rocha alta no meio da selva, subiu na mais alta pedra e esta’ emitindo silvos, como se chamasse alguem. Policarpo e’ um calandro muito novo, quase um recem-nascido. Ele corre mil riscos fazendo aquilo pois ha’ milhares de especies de predadores que podem ouvi-lo e subir a pedra para come-lo, desde cobras, urubus, e ate’ mesmo lagartos de sua propria especie podem devora-lo. Mas ele continua chamando, atento a todos os ruidos `a volta, o farfalhar de galhos sendo afastados por animais se aproximando, outros rastejando la’ embaixo, passaros passando rente… E ele continua ali, como se desesperado, chamando… chamando nao se sabe o que, nem ele mesmo sabe o que ou quem ele chama.

Nao muito longe dali, Ceci, um indio selvagem dos Jamanxins, esta’ sentado numa pedra alta, tambem imovel assistindo tudo ao redor. Como eu muitas vezes fiz o mesmo que Ceci esta’ fazendo, e o conheco, posso mentalmente adentrar seus pensamentos e mais ou menos sentir o que lhe vai pela cabeca. Na verdade, o verdadeiro Ceci nao e’ apenas aquele corpo fisico observavel e percebido pelos nossos sentidos. Ceci e’ algo mais e esse algo mais tambem esta’ ali na rocha fazendo o mesmo que Policarpo: chamando alguem ou algo, ele nem sabe quem ou o que, e esta’ muito perturbado. Dentro da cabeca de Ceci existe um cerebro, denso em materia, que, obedecendo `a evolucao, fez o papel de um ovo e pariu, num parto inedito em que ocorreu importante mutacao, dando a luz a uma nova especie, um novo tipo de sistema natural, ao qual por enquanto vamos chamando de “auto-consciencia”. Quem emite sinais apelativos chamando e’ esse novo sistema, enquanto seu corpo observavel nao emite som ou sinal algum.

Policarpo, assim como todos os repteis e todos os seres vivos ancestrais dele, nasceu de um ovo atirado ao leu e abandonado a` propria sorte. Seu pai nao sabe que o fez, sua mae pariu enquanto caminhava e nem voltou-se para observar o ovo que deixou no caminho. Policarpo nao tem espelho, nao tem menor ideia de como e’ seu corpo, por isso nao pode ter certeza em identificar-se em outros calandros que sao de sua propria especie. Ele chama porque algo no seu instinto supoe que ele nao existe sozinho, e ele precisa muito de algo em que apoiar sua existencia, totalmente sem sentido.

Ceci, enquanto auto-consciencia, e muito mais evoluido que Policarpo, sabe que todo efeito tem ao menos uma causa, que todos os seres existem porque foram feitos de outros seres, `a sua imagem e semelhanca, descontando algumas pequenas mudancas possiveis devido `as mutacoes, principalmente quando um parto se da’ num novo e inedito terreno. E Ceci tambem necessita mortalmente de algo em que apoiar sua existencia, vislumbrar um sentido para sua existencia. Mas tambem Ceci, enquanto “auto-consciencia”, nao tem espelhos adequados para ver seu corpo, nao pode ver e nunca viu algum semelhante, enfim, ela nao tem a menor ideia nem de que substancia e’ constituido seu corpo. Por isso ela chama, porque ela acredita, e com logica, que tem de existir aquele, aquela, ou aquilo que a pariu, usando o cerebro humano como ninho e terreno.

Ceci tem vasculhado todo seu “universo” `a procura de seus pais, e como nao os encontrou na limitada selva ao redor, esta’ fortemente suspeitando que eles se encontram em algum lugar no imenso espaco chamado “ceu” que se extende ao infinito acima de sua cabeca. E eu, sentado tambem naquela pedra, mas diferentemente de Ceci, conhecedor da civilizacao alem-selva, das fotos do Hubble, dos modelos astronomicos, e das teorias cosmologicas, extendi minha procura por todo o Universo, e nao encontrei meus pais nos ceus que Ceci supoe eles estejam. A logica do conhecimento civilizado me conduz a pensar que tambem este Universo e’ uma especie de ovo, cosmico, que aqui esteja ocorrendo um processo embrionario, e que, assim como um ser humano, desde o momento inicial do Big-Bang em sua fecundacao, vem repetindo todas as formas anteriores, desde a morula imitando a nebulosa primordial de atomos, a blastula imitando a divisao em galaxias, o feto imitando peixes e amfibios, o embriao imitando os mamiferos quadrupedes, tambem o sistema natural que foi parido no Big Bang e vem evoluindo a 13,7 bilhoes de anos, esteja imitando as formas pelas quais passou aquele ou aquilo que fecundou este ovo universal. Se realmente e’ assim – e esta e’ a hipotese mais provavel que minha mente pode assimilar, por enquanto – aquele ser, ou aquele sistema natural, que gerou este Universo, tem que ter, como uma de suas formas, senao a ultima, a forma de auto-consciencia. E inteligente. Eis meus pais, e os pais que aquele algo mais dentro de Ceci esta’ procurando e chamando enquanto ele se encontra quase imovel sentado naquela rocha.

Mas nem nosso pai, nem nossa mae, e mesmo nem um irmao, atende nosso chamado, nao aparecem, nao se mostram. Sabemos que em todo ciclo macro-evolucionario, existe uma primeira fase em que o novo ser e’ parido como ovo fora, abandonado `a propria sorte, mas por uma curiosa particularidade dos macros sistemas, esse ovo nao  sai do corpo, e numa segunda fase, ele e’ mantido dentro, cultivado, cuidado, protegido, alimentado, nao apenas ate’ que nasca, mas alem, por toda sua vida. Basta olhar esse macro ciclo no corpo de LUCA para perceber isto. Tambem a biosfera, ou a especie “sistema biologico” neste planeta esta’ repetindo este processo, enquanto as suas primeiras formas pareciam ter parido de ovos fora, mas na realidade, nunca deixaram este sistema biologico denominado biosfera, estavam dentro.

Entao, como auto-consciencia, somos recem nascidos, recem paridos, estamos apenas agora abrindo os olhos conscientes e descobrindo o mundo, talvez ainda descobrindo apenas o interior do utero alem do ovo, dentro de algum ser maior que o Univerao, mas sentimos, como consciencia que estamos sozinhos, como abandonados, pois nossos pais nao dao as caras, nao temos como ver nossa imagem, nao temos com quem falar cara a cara, olhos nos olhos. Muito menos temos carinho, afeto, que satisfaria aquela necessidade de apoiar nossa existencia em algo firme e solido, para, nem que seja ter a esperanca de que a morte do corpo nao sera’ o nosso fim para sempre.

              Algumas consciencias dentro de seres humanos resolveram forcar o raciocinio para idealizar como sao seus corpos e de seus pais, tentam ate’ adivinhar os desejos e pensamentos destes pais, e mais, lhes dao um nome: Deus. Eu ainda nao consigo fazer isso. Pois, apesar de saber e entender o processo de duas fases dos ovos fora e ovos dentro da macro-evolucao, ou melhor, da macro-reproducao, de saber que isso ocorreu com todos os nossos antepassados e continua a ocorrer na biosfera, eu nao consigo aceitar que estou abandonado na fase dos ovos fora. Nao consigo porque – eu ate’ posso aceitar e sou obrigado a aceitar que isto occorreu com todos os sistemas produzidos ate’ agora, mas eles todos nao tinham “inteligencia”. Sua mente ainda sempre esteve como a do feto ou embriao humano, adormecida, na fase larvaria, por isso damos-lhe um desconto. Mas… que o criador do Universo, aquele sistema que esteja la fora, o qual possui esta forma que agora esta surgindo aqui, a da auto-consciencia, que inevitalmente tem de ser inteligente… abandone seus filhos `a propria sorte, que nao volte no seu caminhar nem mesmo para vir bater um papo conosco e nos ensinar algumas coisas para ter-mos uma melhor existencia… Isso nao consigo engolir, isso indica que tem algo errado em toda essa cosmologia, isso ameaca derrubar tudo em que acredito como se tudo nao passe de um castelo de cartas. Os humanos tem inteligencia, por isso cuidam dos filhos a todo momento e acima de qualquer sacrificio, jamais os abandona.  No entanto fomos paridos por uma inteligencia que nos abandonou e nao aparece…

Aqui me perco totalmente nesta horrivel incerteza. Porem, jamais vou deixar de voltar e sentar ao lado de Ceci e juntos chorar-mos nosso infortunio de orfaos, e continuar chamando… chamando… Vamos morrer chamando, mas esta esperanca vai continuar nas proximas geracoes, ao infinito.

Existe sim, uma situacao em que pais auto-conscientes e inteligentes parecem ter abandonado o filho, parecem nao dar a minima atencao ao filho, parecem nao se mostrarem e nao se comicarem com o filho. E esta situacao esta’ bem `as nossa vistas, vemo-la todos os dias. E’ quando uma mulher esta’ gravida. Claro que ela ama o ser que traz no ventre, mas qual a relacao entre ela e ele? Mesmo que ele esteja super-necessitado, que as coisas vao lhe correndo mal, ela nada pode fazer, ela nem sequer pode sabe-lo. E ela e’ um ser inteligente. O que ela pode fazer e faz, e’ tomar os cuidados sobre o que ela sabe para que ele se desenvolva da melhor maneira possivel. Asim esta’ ok: posso entender porque meus pais nao aprecem na rocha nem nas noites escuras quando os chamo.

Isto significaria que nos ainda nao nascemos. Significaria que nem mesmo nosso corpo carnal, nem essa nossa cabeca oval, e’ o ovo em que estamos. O ovo seria todo o Universo material observavel. mas significaria muito mais. Olhamos a nossa volta e sabemos que existem nossos irmaos dentro de outras cabecas ovais. Isso significaria que nosso corpo carnal sao uma especie de bolsa ou bolha, que estamos sendo gerados numa ninhada, de seis bilhoes de gemeos. Porem significaria muito mais ainda. Provavelmente existam trilhoes de outras consciencias dentro de corpos vivos espalhados por milhoes de planetas em milhares de galaxias… todos nossos irmaos gemeos! Raios… entao que tamanho sera’ essa “Mae-Deusa extra-universal”, que gera ninhadas de trilhoes…!?  

Por enquanto, percebo que dentro de todos os outros seres humanos, mas ainda encerrados numa especie de jaula, sem que possamos nos tocar afetivamente, sem que possamos conversar  sinceramente, de especie para especie, de irmaos para irmaos, pelos ruidos e desvios das imagens `a volta, pelas  espessas paredes de nossas jaulas que sao estas caixas osseas cranianas, percebo ainda que ali esta’ a unica coisa que pode me dar um sentido para a existencia: meus semelhantes. Eu fui menor abandonado, restou-me uma irma, e na falta dos pais, tivemos que crescer cuidando-nos mutuamente. Agora projeto esta situacao a nivel de toda humanidade: ela e’ minha irma, o sentido da existencia e’ crescermos e nos cuidar mutuamente. Como nao posso ter certeza de que a minha cosmologia esta’ certa, que o que penso ser macro-evolucao esteja realmente correto, que nao posso ter certeza que sou ovo botado fora, que nao posso ter certeza da existencia de pais auto-conscientes, e como nao posso entender pais inteligentes abandonando os filhos… nao posso amar “Deus” acima do que tenho em maos, com certeza: meus semelhantes em especie dentro de cada cabeca de cada ser humano. E nao posso entender tambem aqueles que dizem amar tais pais ausentes acima de tais irmaos presentes. Por isso nao sou religioso. E sinto muito que meus irmaos religiosos nao me considerem como os considero. Mas sao livres para acreditarem no que quiserem acreditar, talvez eles estejam certos e eu o errado… Eles nunca passaram pela experiencia que passei na selva. Desviado do grupo numa expedicao, fiquei sozinho e perdido, quando a malaria me pegou e depois de oito ou nove dias, ja insconciente, voltou o indio nativo que era guia do grupo, me encontrou e retirou-me da selva, salvando-me a vida. Um ser humano. O mais simples e pobre e inculto entre todos os seres humanos, mas com um valor maior que todos os deuses juntos. Nao foi Deus que ali foi me socorrer. Por isso fiz minha escolha.

Mas, imaginemos que uma mae humana tivesse vontade de aparecer na frente do feto que ela traz no ventre, comunicar-se com ele, acaricia-lo, mostrar-se a ele em toda forma de seu corpo. Impossivel nao e’? Um ser humano na fase intra-uterino muda de forma talvez umas quinze vezes, repetindo todas as formas de seus ancestrais, de atomos a especie humana final. Agora imagine se isto esta’ ocorrendo a nivel universal. Quantas formas seriam necessarias para alcancar a ultima forma de um ser extra-universal? Vinte, trinta? Em que posicao estaria a forma da auto-consciencia? Se nossos pais extra-universais tem uma forma superior a da auto-consciencia, como poderia-mos identifica-los como nossos pais? Poderiam passear na nossa frente, como passeiam cobras e lagartos, mas como fetos ainda, nao saberiamos quem sao nossos pais finais. E quanto `a comunicacao? Com formas superiores, nossos pais deveriam se comunicarem com outras especies de sinais, nao falariam nosso idioma, e nao conseguiriamos entende-los. Pensando bem, a cosmologia macro-evolutiva dos ovos fora e ovos dentro comporta perfeitamente a possibilidade de que tenhamos deuses ou pais inteligentes que “parecem” nos ter abandonado. Talvez, eu nao esteja tao perdido cosmologicamente falando.  

Mesmo assim minha escolha nao e’ definitiva. Nao sou como todo bebe que sempre chora chamando porque quer pedir alguma e nunca pensa em saber se os pais estao precisando de alguma coisa. Eu nao chamo apenas para pedir, antes, eu chamo para oferecer. Em que situacao estara’ meus pais ausentes? Estarao precisando de mim? Talvez deus precise mais de mim que eu dele? Uma mae humana, que estivesse sob a mais atroz tortura, diria a alguem que aparecesse para ajudar: ” Ajude antes a meus filhos, apenas depois, se restar algo, venha me ajudar!” Portanto, se existem meus pais de consciencia, se existe o que chamam “Deus”, deve dizer a mim quando me ofereco para ajudar: ” Ajude antes a meus filhos. Podes ama-los mais que a mim. Apenas depois que estiverem salvos e bem cuidados, se restar algo de seu tempo e de seu amor, dedique-o a mim.”

Por isso fiz minha escolha.

Contra a Teoria da Evolucao

domingo, maio 17th, 2009

Interessante artigo em

http://www.windmillministries.org/theory-of-evolution

Sob o titulo:  “Theory of Evolution: True or False”

O artigo foi levado para discussao no forum do website do Richard Dawkins – 0 think-tanker dos ateistas – e quero ver o desenrolar do debate  ( ver em  http://www.richarddawkins.net/forum/viewtopic.php   siga  Board index Reason Faith & Religion Debunking Creationism e procure o topico Need a funny or good response. )

   . Quanto `a  Teoria da Matriz e nossa posicao como agnosticos, passamos incolumes pelo teste: todas as questoes levantadas no artigo ja foram plenamente respondidas em nossos modelos. O principal  conceito a ser lembrado nesta controversia “evolucao/criacionismo” e’ que, ate’ prova em contrario, este nosso mundo material conhecido, vulgo “Universo”, e’ uma producao genetica, portanto toda a historia do Universo e’ meramente uma historia embriogenetica, ou seja, um caso de reproducao, e reproducao do que existia antes do Big Bang, e todo processo de reproducao e’ um enredo evolucionario. Portanto, para nos, evolucao dentro do universo e’ fato, porem, acima do universo esta evolucao torna-se um caso de reproducao. E’ preciso entender que a reproducao e’ o inicio e o fim de um roteiro que avanca atraves da evolucao de uma forma inicial simples e torna-se cada vez mais complexa, ate’ o limite onde o universo adquire a mesma forma daquilo ou daquele que o produziu. No entanto ainda nao estamos tao certos a respeito desta reproducao universal: ela e’ a hipotese onde se encaixa todos os fenomenos e eventos naturais que conheco e satisfaz as exigencias da minha (debil e humana) racionalidade. Mas que exista um Deus poderoso, magico, amoroso, assistindo esta carnificina na Terra, sem fazer nada, nao posso acreditar jamais. Eu jamais deixaria um leao comer uma ovelha na minha frente se eu pudesse evita-lo, mesmo tendo que matar o leao. O Deus da Biblia  esta’ totalmente fora de cogitacao. 

Respiracao, Oxigenio; Quem veio primeiro?

domingo, maio 17th, 2009

Apenas para deixar anotado e retornar sempre… O fenomeno da respiracao, que apareceu nos seres vivos, nunca foi procurado em LUCA. Como sempre, todo fenomeno relacionado com sistemas biologicos (e quaisquer outros) tem que ter suas raizes nos tempos passados, ate’ no instante do Big Bang, em formas cada vez mais primitivas e simples. Portanto, LUCA tem que ter tido algum mecanismo relacionado `a respiracao, e devemos procura-lo. Lembrando: a respiracao nao pode ter surgido com o primeiro ser vivo, pois a respiracao e’ baseada em oxigenio e na epoca que eles apareceram aqui a atmosfera nao tinha ou continha pouco (?) oxigenio. Sao as plantas que produzem o elemento para respiracao, entao… (ver depois hipotese heterotropica).