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A Mente É Uma Substância? Está a Um Passo Nessa Confirmação a Matriz/DNA

quinta-feira, abril | 28 | 2011

Dentro do cérebro acontecem cenas semelhantes às que vemos no céu: estalos de relâmpagos onde raios de energia se ramificam e se desfazem na substância gazoza das nuvens. Se aqui uma árvore com suas longas raízes submersas no solo atraem raios, no cérebro um neurônio com suas longas dendrites atraem os sinais elétricos das sinapses. A semelhança das cenas não é mera coincidência. Foi essa Natureza com raios e trovões que produziu o cérebro e logo, filho de peixe, peixinho parecerá.

Mas não temos os sentidos evoluídos para visualizar de fato o que são os nossos pensamentos, nossa mente foi fecundada ainda ontem nos tempos astronômicos e as ultimas notícias que nos vem das Ciências Neurológicas indicam que ela começou a apenas 200.000 anos atrás. A auto-consciência humana ainda não tem ou não ativou sua própria percepção visual para ver sua imagem refletida num espêlho, portanto se encontra na situação ainda, ou do feto que se forma, ou do recem-nascido que ainda não abriu os olhos e não tem idéia de como é seu corpo.

Mas temos a intuição de que nossa mente não é uma substância comum, palpavel e visivel aos nossos olhos nus. Ela representa mais um grande salto evolutivo, daquêles explicados por Steven Jay Gold em sua teoria do “puntuactun equillibrium”.

Como a Natureza produz novas substâncias que nunca existiram antes ao menos nestas regiões do tempo e espaço? É fácil entender se relembrar-mos como a Matriz/DNA explicou a origem da vida, ou seja, dos sistemas biológicos. Antes o mundo aqui era apenas constituído de esferas astronomicas organizadas num sistema mecânico porque, nossos ultimos ancestrais não-vivos, os sistemas astronomicos, foram confeccionados apenas com os estados sólido e gasôso da matéria. As relações e interações entre êles se resumiam às reações nucleares, radiações, jôgo de fôrças eletro-magnéticas, as quais, em seu conjunto, resultavam num sistema extrema e exclusivamente mecanizado, como o mecanismo de relógio Newtoniano. Mas como explica a Matriz/DNA, êstes sistemas estelares em suas interações produziram novas espécies de astros, como os quasares, pulsares, buracos negros, e daí se montou os sistemas galácticos. Ora, nossos modêlos dêstes sistemas revelam tôdas as premissas ou principios das propriedades vitais que surgiriam mais tarde, desde os processos digestivos à engenharia da reprodução sexual. Portanto as máquinas Newtonianas receberam uma cobertura biológica e estas produziram nas superficies de alguns planetas um novo estado da matéria, nunca existido antes: o líquido. Do liquido se originaram as reações químicas que produziram a “soft matter”, a matéria flexível, maleável, modelável e no fim todos sabemos o resultado; sistemas galácticos geraram sistemas celulares, à sua imagem e semelhança. Filho de peixe, peixinho parecerá.

A caverna puxou os trogloditas e gorilas para um convivio nuclear de cujas reações houve um salto evolutivo mental, e apesar de ainda não entender-mos como foi êsse processo, surgiu daí um novo estado da matéria, e com ela, essa ainda menina-criança que é a auto-consciência humana. Mas quando descemos mais no passado, esclarecidos agora com essa cosmovisão da Matriz/DNA, e munidos do conhecimento do elo entre a vida e a não-vida, não apenas chegamos a um Big Bang biológico como tendo sido um evento semelhante à fecundação reprodutiva, como tambem continuamos além, saímos das fronteiras do Universo e vamos ver os ancestrais da matéria, vórtices fantasmagóricos quânticos, funcionando como bits-informação ou genes do sistema que gerou êste Universo material.

Parece-nos estar-mos dentro de um Ôvo Cósmico, onde a matéria perceptivel seria a placenta, a matéria escura seria o amnion, e nós, sêres pensantes, os genes de nosso futuro e unico corpo… mental! Aleluia!

O problema é que tôda essa História Universal semelhante ao que acontece dentro da barriga de uma mulher grávida indica com fôrça intrigante que aquêle sistema criador misterioso já era… inteligente! Porque pai de peixinho, também peixe parecerá, e se somos como peixinhos inteligentes…

Portanto,  ou provavelmente, o sistema extra-universal, ex-machine, era, ou ainda é, auto-consciente, também deve ter uma substância mental, a qual talvez banhe todo o Cosmos como um oceano. Mas suas relações conosco devem ser naturais, sem milagres, e estamos sujeitos aos imprevistos assim como estávamos quando éramos embriões ainda no útero materno. Nosso mundo não parece ter sido inteligentemente desenhado, assim como os pais geradores de um embrião humano não precisaram de inteligência e não a aplicaram para fazê-lo, mas eram inteligentes.

No final disso tudo resta a dúvida: parece mesmo existir uma substância mental como as nuvens no céu, parece que ela é uma substância quase abstrata apesar de ter fôrça para atuar sôbre a matéria, movendo, dirigindo, nosso corpo material, mas teria ela sido criação ao acaso da matéria aqui ou teria ela uma existência extra-universal como uma dimensão à espera de que atingíssemos o grau evolutivo de sistemas biológicos para então se encarnar? Seria a subst6ancia mental uma espécie de característica herdada mas retrógrada, como daquêles genes que entram em ação mais tarde, produzindo bigode nos machos e ovulação nas fêmeas?

Enquanto essa questão me ocupa os pensamentos dia e noite, me fazendo às vêzes na pia do banheiro botar o creme dental no pente e lambuzando os cabelos, minhas mãos tentam trabalhar com os instrumentos disponíveis cada vez mais sofisticados na tentativa de alcançar essa substância. Mas precavido pela Razão de que posso retornar dessa busca deprimido com a possível prova de que ela não passou de mero sonho esperançoso de possuir uma alma que prolongue ao infinito nossa existência.

Certo que estamos abandonados nesta vida solitária mental e sujeitos a tragédias e predadores monstruosos, mas isso sempre aconteceu com todos nossos sistemas ancestrais. Até mesmo nas galáxias o ciclo de existência de um astro passa por duas fases: a primeira onde se vê como ôvo botado fora e abandonado à própria sorte flutuando nos frios espaços interestelares e a segunda onde se descobre que na verdade nunca fôra abandonado, que nunca saíra fora do sistema que o gerou, e que se vê confortavelmente instalado e protegido sob as asas gravitacionais de uma estrêla que o acalenta e o amamenta com sua energia radiosa. Nossa esperança é que a realidade daqui seja a mesma realidade do antes e alem das origens dêste Universo, que apesar de estarmos momentâneamente sujeitos aos desatinos das monstruosidades na matéria que talvez nossos próprios ancestrais ainda não biológicos criaram, na verdade nunca tenhamos sido abandonados por uma possível substância mental que exista naquela realidade além das dimensões quânticas. Oxalá! E graças meus pais extra-universais, pela nossa inteligência, que assim mantem esta vida como uma aventura interessante.

A Serpente do Éden Capturou o Método Cientifico Moderno?

terça-feira, abril | 20 | 2010

(post publicado hoje no “Forum Ceticismo Aberto”, em

http://forum.ceticismoaberto.com/index.php/topic,194.15.html

     O cérebro biológico humano projetou-se através das hábeis mãos humanas tentando reproduzir-se com plasticos e circuitos integrados, erigindo esta fantástica máquina chamada “computador”. Assim como tínhamos imitado um cavalo puxando uma carroça na forma de automóvel. Então descobriu-se que o computador poderia tornar-se um robot, para tanto bastou dotar o cérebro eletro-mecânico de complexo sensorial próprio, sensores que captam o mundo exteriror, óbviamente feitos como máquinas. E êste nosso clone mecanizado pode fazer algo que não podemos: inserido em sondas espaciais pode invadir o macro-cosmos e obter informações, assim como ligando-o a micro-sondas pode penetrar no micro-cosmos. Além disso êle pode fazer algo impossível a nosso cérebro: processar êstes dados em simulações rápidas envolvendo milhões de calculos e fornecer um quadro geral destas dimensões a nós invisiveis. Mas… Da mesma forma que eu não confio em outros cérebros de pessoas que dizem ter falado com Deus ou escritos livros inspirados por deuses para virem me dizer o que é o mundo, também não confio em nenhuma outra espécie dotada de cérebro que venha interpretar o mundo para mim, e baseado nisso, planejar o meu comportamento e destino. É muita responsabilidade, é muito perigoso, se o alienígena estiver errado estarei perdido. Prefiro correr o risco de errar apenas confiando na minha mente criança que nasceu apenas ontem no tempo astronomico, no meu cérebrozinho tão pequenino nesta imensidão cósmica que quase nada pode entender, nos meus sentidos corpóreos bastante pobres e limitados, mas que tenho certeza, foram feitos pela Natureza… e confio nela, sou filho da Natureza, confio em minha mãe sagrada. Mesmo sabendo que Ela é tão passível de erros como qualquer ser humano, que seus sonhos maiores são pecados como tornar-se um paraíso de sistema fechado em si mesmo, porque vejo que ela contem em si, alem da besta fera, o anjo do amor que tende a ser sistema aberto num abraço a acalentar tôdas suas criaturas. E no meio da selva ela está me sussurrando que o mundo não é nem de perto o que o cérebro mecânico está pintando. Mas porque os mais sábios da cidade não estão tendo a mesma intuição? Procurei causas e explicações e retornei com esta hipótese.     Numa primeira operação o cérebro biologico inseriu suas informações adquiridas empíricamente no cérebro eletro-mecânico, dotou êste de complexo sensorial mecânico próprio ( sensores e captadores de todos os tipos como microscópios, telescópios em sondas espaciais, etc.) e programou-o para ir buscar as informações como um agente espião em território inimigo. Retornando, de fato o cérebro eletro-mecânico trouxe valiosas informações que deixaram o cérebro biológico deslumbrado ( o red shift de Orion significa, pelos calculos simuladores desta máquina, presença de metano; o íon de calcio, pelos calculos simuladores desta máquina, significa permeabilidade ionica da membrana celular, etc.) . Baseado nestas informações, o cérebro biológico refez alguns ajustes nos hardwares e softwares das màquinas e sensores, acrescentou as interpretações dos fatos recebidas da primeira pesquisa e dos calculos do computador e enviou-o de volta ao micro e macrocosmos. É a mesma história da evolução real do computador, onde o cérebro humano entrou atuando como software que criou um hardware o qual aumentou a capacidade de atuação do cérebro biologico, o qual desenvolve-se como o software que por sua vez desenvolve novo hardware, ad infinitum. Novamente a sonda retornou repleta de novos dados, e as operações similares continuam, conquistando todas as possibilidades de pesquisas financiadas, aniquilando praticamente a figura do velho cientista que empregava emoções, objetivos humanos e biológicos nas suas pesquisas, mais parecendo um alquimista. Como eu fiz na selva amazônica, com paixão, garra, energia, pois enfrentava uma batalha entre minha espécie humana e a matéria que nos torturava a existência porque explorava nossa ignorancia sobre seus poderes, mecanismos e processos, ora ás vêzes ajoelhando à beira do pantano como faziam os velhos quimicos positivistas com um microscópio rudimentar revirando a lama e procurando o ancesral primitivo comum sonhado por Darwin, deitando no solo e ouvindo o murmurio sismico que vinha das entranhas do planeta inquirindo sobre sua misteriosa nuclear composição, ou colocando-me entre dois elementos proximos quaisquer, fossem plantas e animais, com equipamentos rudimentares tentando sentir o fluir do canal de comunicações entre eles para captar o fluxo de informações que animam os sistemas, sempre tendo em mente que o meu cérebro biológico é um sistema e como tal uma projeção elevada e derivada do sistema-biosfera. A criatura teria que ter condições de entender seu criador. Esta paixão não propicia lucro financeiro, ao contrário, nos agride com as febres das malarias, enquanto a natureza se debate e experimentando o invasor sob os mais duros testes,  antes de entregar-se e a seus segredos.           As mesmas operações entre cérebro humano dotado de complexo sensorial biologico e cérebro eletro-mecânico dotado de complexo sensorial mecânico continuaram, porem sutilmente estava ocorrendo um fenômeno que nós não percebíamos: a inversão de papéis. Se os primeiros dados que iniciaram a empreitada foram captados empiricamente pelo cérebro humano, a partir da segunda ou terceira operação passaram a serem baseados nos dados mais volumosos coletados pelo frio complexo sensorial mecânico, e calculados matematicamente. Ora, em outra instância concluo com a ajuda do grafico cartesiano como a matematica linear não pode traduzir mais que 30% da realidade natural cuja evolução perfaz curvas no tempo e espaço, as quais não são captadas pelo raciocinio matematico que sempre avança em linha reta. Onde há vida e biologia e sentimentos e emoções, a matematica que é filha da Fisica insensível despreza estas propriedades e seleciona discriminatóriamente os dados que entende ser relevantes, expondo a conclusão final de um mundo mecanizado. Mas estas propriedades vitais que emergiram e se expressaram nos sistemas mais evoluidos possuem suas raizes e principios em forcas brutas na matéria desde particulas, átomos e astros celestes. Por isso um Hawkings da vida levando a matematica ao extremo porque assentado no gabinete e numa cadeira de rodas, enxerga fantasmas canibais do espaço num ecossistema sideral em que nossos olhos nus vêem apenas ordem e harmonia.           Portanto o cérebro eletro-mecanico invade com seus tentaculos equipados com frios sensores mecanicos as entranhas do cosmos e dos nossos corpos, apenas captando o que lhe é próprio captar, uma face limitada e mecanicista dos fenomenos. E ao informar o cérebro biologico cujo complexo sensorial foi manietado e algemado como o fizeram deliberadamente os filosofos gregos que após terem descobertos as bases geniais de quase todas as Ciências, se recusaram a sujarem as mãos na atividade experimental enveredando-se pelo caminho das elocubrações intelectuais, com idéias absurdas como a geração espontanea da vida. Assim a teoria cosmologica atual totalmente elaborada pelo cérebro eletro-mecânico e elocubrações matematicas surge com a ideia absurda da geração espontanea dos astros celestes, numa dimensão astronomica onde qualquer evento, qualquer deslocar de corpo, se desenvolve sob o longo arrastar-se do tempo astronomico.     Todas nossas emoções, comportamentos humanos, mesmo as disfunções sistêmicas do organismo, tornaram-se derivadas da ação mecanica de genes, cujo fundamental significado de existencia é se reproduzir para firmar seu egoísmo, a ponto de Dawkins declarar guerra a estes genes. As origens e significado existencial do Universo foi interpretado como sendo as mesmas origens e significado existencial das máquinas calculadoras e motores primevos que antecederam a existência do cérebro eletro-mecânico. Nossa cosmologia e biologia molecular contam a história da máquina e não do corpo humano. Assim como o ancestral primeiro dos atuais engenhos mecânicos foi o motor ã explosão, o próprio Universo teria surgido de uma explosão. Mas quando algum cérebro biológico ainda não contaminado pelo mecanicismo analisa os mesmos dados de Lamaitre mais os dados recentes como a radiação cósmica, projeta sua essência vital no resultado e vê o Big Bang no romper do invólucro de um espermatozóide no centro de uma dark matter amniótica dando inicio a uma nova existência vital.     O Universo foi reduzido a uma maquina ciclica baseada no eterno vai-e vem de suas engranagens, explodindo e renascendo em Big Bangs. Os novos fenomenos que não são inteiramente perceptivieis se tornam galaxias canibais do espaço, ou monstruosos buracos negros devoradores de galaxias, porque a atividade da máquina é apenas esta: a trituração de matéria-prima combustivel e canalização para fim nenhum em si mesma, a qual lhe mantem a existencia, e ela projeta-se em seu instinto como se fôsse o instinto da Natureza. Se na primeira operação o cerebro biológico era o dominante e o eletro-mecanico era o recessivo, e esta continuidade iria levar o cérebro biologico a cada vez mais “biologizar” o cerebro mecanico, os papéis se inverteram; agora o cerebro eletro-mecanico tem o poder de selecionar e fornecer os dados que lhe aprazem, tornou-se o senhor guia do conhecimento, está a “mecanizar” o cérebro biologico.     Cruzando papoulas seguimos à moda de Mendel, dissecando sistemas seguimos com a velha anatomia comparada de Hipócrates, ajoelhado à beira dos pantanos seguimos à moda de Darwin, mas não sem perceber que o calor que nos fustiga o sombrero vem da luz de uma estrêla. Então olhamos para a estrêla tentando entendê-la com o nosso cérebro e visão naturais e sentimos que ela não é a horrível fornalha nuclear como a definiu o computador, mas ela se parece como uma nossa ancestral que nos mira do céu esperançosa de que levemos a sua alma, a qual ela depositou em nossas mãos, para futuros mais sublimes dos que ela alcançou, e vemo-la como uma mãe atarefada em amamentar seus rebentos planetas com o nectar de sua luz e mantê-los protegidos sob suas imensas asas gravitacionais. Enviamos a ela um sentimento de ternura e em resposta ela nos manda mais luz dos trópicos como se sussurando, relembrando-nos que a vida da qual tentamos desvendar suas origens e mistérios dela depende para cada movimento, cada reação. Vendo-nos procurando o cêpo oginal no barro ela parece perguntar: “Porque me procuram embaixo sob seus pés se eu estou aqui em cima? Eu sou aquilo que procuram”      O ancestral comum  no espaço sideral?! E porque não? Ela tanto insistiu, tanto “cozinhou” nosso cérebro que sua voz tornou-se irresístivel e resolvemos investigar sua sugestão. O computador não houve nem capta estes sinais entre as criaturas da Natureza. Assim encontramos aquêle que por ora nos fornece todas as explicações racionais: LUCA, the Last Universal Common Ancestor, o gerador de todos os seres vivos, uma maquina astronomica quase perfeita, regida pela mecânica newtoniana porque na sua infancia a Natureza deixou-se atrair pela forma da serpente auto-reciclavel quando se alimenta de sua própria matéria degradada sugando o que sai de sua prória cauda, mas já possuindo os principios do fenômeno vital.  E sentimos que LUCA está encriptado em nossos genes, agora se manifesta em nossa mente tentando dirigi-la para reproduzi-lo, e assim entendemos porque o cérebro biológico se deixou dominar voluntariamente pelo mecanicismo. É LUCA, um ancestral que pecou o maior dos pecados por ter optado pela forma de sistema fechado em si mesmo, a maxima expressão do egoísmo no Universo, tentando se reproduzir através de nós… um quasi-moto-contínuo, totalmente mecanizado. Parece-me que a fábula da serpente no Éden se realiza como professia mas Eva agora tornou-se a Ciência Humana.

      Não, meu amigo, aqui na selva nós continuamos à moda antiga. O cérebro biológico aqui continua no comando, apesar de estar cada vez mais acuado pelas queimadas e a poluição que vem da civilização moderna, mas resiste a todo custo esperando que um dia uma nova geração da cidade desperte por algum milagre do encantamento da serpente e o cérebro autêntico feito pela mãe Natureza seja ressuscitado para empregar o velho mas legitimo método cientifico tal como sonhado pelos seus fundadores iluministas. É óbvio que aplaudimos a genialidade humana na construção de cérebro eletro-mecânico e as imensas possibilidades tecnológicas que êle pode nos oferecer, mas no tocante à busca do sinificado do mundo e da nossa existência, não admitimos intermediários. 

TEORIA DO ACASO ABSOLUTO

sábado, outubro | 10 | 2009

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Mas por ora penso que temos um problema. Pelo que penso, o “acaso”, principalmente como regra absoluta,  não é cientificamente testável, como Deus não o é. Então queria que resolvessem isto urgente, pois se não for “scientifically falsiable”, qualquer cientista que falar nele deverá ser imediatamente interrompido e explicado à audiência que ele não está falando em nome da Ciência. Certo? Os nossos jovens despreparados e indefesos devem ser avisados. Estou notando nos debates e artigos marketeados que essa idéia pode se tornar uma obsessão, e aí, adeus à plena liberdade das faculdades mentais.
O que diz a Teoria da Matriz/DNA sobre o acaso:
Sendo o Universo uma produção genética, então existe um programa genético extra-universal dirigindo a evolução do Universo. Se a vida na Terra é produzida por LUCA no espaço, então existe um programa genético dirigindo a evolução biológica. Assim como o corpo de um ser humano foi dirigido pelo programa genético de seus geradores. Mas como existe o livre-arbitrio para todas as forças universais, ocorrem muitos eventos ao acaso, no sentido de serem imprevisiveis, porem, dos efeitos destes eventos são descartados pela evolução alguns e selecionados outros – aqueles que se encaixam no modelo sendo reproduzido, os quais, se não ocorressem por acaso, de qualquer maneira iriam ocorrer por força da genética.
Agora,… durma com um barulho desses…


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