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Interessante! Como a Água-Viva Expressa um Mecanismo Da Galáxia e Engana os Cientistas.

segunda-feira, janeiro 16th, 2012

Água-Viva

Semana passada cientistas anunciaram que conseguiram solucionar um dos maiores mistérios da vida marinha, porem, acertaram ao descrever o processo, mas erraram ao interpretá-lo. Trata-se da questão de como consegue se perpetuar a população de águas-vivas, pois pela lógica elas não deveriam existir mais.

As marés crescem e invadem as margens e praias durante uma metade de um dia e na outra metade diminuem e a água volta para alto-mar. Com isso, o que surgir de vivo na costa do continente que fica boiando próximo à superficie, como o plankton, é sempre arrastado pelas ondas para alto-mar, a cada 12 horas. Mas a água-viva surge nas costas dos continentes como o plankton, flutua  nas ondas como o plankton e se fôsse arrastada para alto-mar a cada 12 horas,  no primeiro arrastão já teria sua espécie desaparecido do planeta, pois ela não sobreviveria devido à falta de alimento, etc. Na verdade, contrário a tôda lógica racional, ela surgiu no planeta a 600 milhões de anos, muito antes de insetos e dinossauros, e continua sobrevivendo muito bem, mantendo uma população residente cuja longevidade de cada individuo é muito mais longa que as 12 horas. Como pode isso?!  Essa questão tem feito, por séculos, os estudiosos e cientistas coçarem a cabeça em desespêro: não é possível! Isto não tem lógica! Nós as vemos sendo levadas pelas ondas para alto-mar, sabemos que a partir de certa distância da costa elas tem que morrer. De onde caem as águas vivas que vemos a cada novo dia nas margens dos continentes ? Do céu?

Na excelente seção de Ciências que o New York Times publica às terças-feiras, veio na semana passada o artigo “So Much More to Jellyfish Than Plasma   and Poison”, em 07 de Junho de 2011. ( Quem quiser ver o artigo traduzido clique aqui: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=1604.)  O grupo de pesquisa liderado pelo Dr. David J. Albert do Roscoe Bay Marine Biological Laboratory in Vancouver, British Columbia, passou décadas observando e perseguindo individualmente cada água-viva até perto do alto-mar e anuncia ter descoberto a solução para o mistério.

Segundo êles, quando a maré diminui e as águas começam a retornar para alto-mar, de fato leva as águas-marinhas tambem. Porem antes que as ondas entrem em alto mar existeu ma região denominada “barra de cascalho”. Então de repente as águas-vivas saltam fora das ondas e mergulham fundo, alcançando a região mais profunda onde as águas não se movem. Ali ficam hibernando e aguardando. Quando após doze horas as ondas começam a retornar devido a maré crescente, elas sobem à tona, embarcam de carona nas ondas e retornam para as margens onde está seu alimento.

Acho que tem muito marmanjo humano campeão de surf que devia estudar as águas-vivas para aprender uns bons truques. Pois na verdade elas são as verdadeiras campeãs das ondas.

Mas como acontece tal fenômeno na Natureza?! Os mesmos cientistas estudam afundo as água-marinhas e já sabem que elas não possuem cérebro, nem sequer um sistema nervoso estruturado. Isto significa que ela não tem como perceber e captar as ondas de água da maré. Então como ela entra e sai da onda na hora certa e local exato?! Como ela sabe – estando no meio das ondas – que mais abaixo tem água parada?!  Como pode ela discernir que existe a barra de cascalhos?  E como pode ela saber que alem da barra de cascalho ela iria morrer, ou que depois da barra existe o alto-mar?!

Os cientistas estão fazendo um esforço titânico, esmiuçando as nervuras e receptores/emissores da água-viva, e com uma prévia intenção: provar  – ao contrário do que se tem acreditado no meio cientifico – que ela possue um estrutura nervosa primitiva porem muito mais evoluída do que se imagina, e essa estrutura seria a razão de tanta sabedoria.

Estão indo no caminho errado porque não conhecem êsse  mundo real em  que existe a Matriz/DNA. Nem sequer nunca imaginaram algo parecido. Pois os modêlos da Matriz/DNA apresenta a solução para o mistério sem apelar para um cérebro e uma sabedoria na água-viva que não existe.

E como explica a Matriz/DNA essa “mágica” da água viva? Resumindo: o DNA da água-viva, a qual é um ser semi-vivo tão primitivo que a conecta com os eventos na origem da vida produzida por este planeta e seu sistema astronomico, continua se comportando da mesma maneira que o DNA/ Matriz astronomico, o qual afinal, é seu pai e sua mãe, seus criadores.

Foi êste planeta Terra, junto com os demais astros que formam o sistema ao qual êle pertence, sistema que tem como nucleo esta fabulosa e dadivosa estrêla da vida que é o Sol, que geraram, criaram a vida na superficie da Terra. E criaram simplesmente obedecendo as leis e mecanismos da evolução universal, na qual sistemas simples mutam e se reproduzem em sistemas com algum grau a mais de complexidade. Pode ser que por trás do nosso sistema estelar, alem das galáxias, antes do Universo, exista alguma Inteligência Suprema, mas se ela existe, ela faz jus a ser chamada de Suprema, ela não precisaria vir aqui ou ficar andando de planeta em planeta para criar a Vida, pois até nossos engenheiros conseguem produzir softwares pré-programados. Para começo de conversa, observe uma água-viva e observe a forma da Via Láctea. O nucleo arredondado, os braços que se extendem para o exterior, a água-viva parece uma cópia da Via-Láctea.  A semelhança na forma não é mera coincidência; minha avó já sabia que ” filho de peixe, peixinho parecerá”.

Mas a explicação da Matriz/DNA é fantástica. Fêz os pêlos dos meus braços se arrepiarem de emoção, fêz meus olhos lacrimejarem de admiração, de como é extraordinária a engenharia oculta nessa Natureza!

Para entendê-la, temos que observar o modêlo do software DNA/Matriz, ou como estava a forma evolutiva da Matriz quando ela construiu as galáxias, ou seja, o hardware material, o corpo concreto,  em que ela iria se “encarnar”.

 

A Matriz/DNA na Forma-Software nas Origens das Galáxias

A Evolução dos Astros Idêntica à Evolução das Organelas Celulares: Assim como um Sistema Elétrico Acende Lãmpadas, Assim a Matriz Universal faz se Manifestarem as Estruturas Materiais.

( clique no desenho para ver melhor, e desculpe a péssima qualidade do desenho pois foi feito com lápis e papel de embrulho enquanto ajoelhado à beira de pantãnos remexendo a lama nesta pesquisa, com a pele tôda queimando devido a centenas de vampirozinhos, os piuns e carapanãs, a sugarem-me o sangue, e sob o sol escaldante da selva amazônica)

Sabemos que a matéria, ou a energia, pode se manifestar como partícula ou como onda. A água-viva representa a partícula da matéria no espaço, o corpo do astro que vai sendo transformado nas seis formas ou funções sistêmicas, apresentadas na figura.  As ondas da maré é a imitação terrestre dos ondas do tempo, que na figura são representadas pelas setas do circuito sistêmico.  Pois a água-viva e sua conexão com as ondas da maré repete o processo do ciclo vital universal onde a matéria ora se apresenta como partícula em relação ao espaço, ora se apresenta como onda em relação ao tempo.

A água-viva não sabe nada, não capta nada, e nem poderia. Ela funciona automaticamente como os ponteiros de um relógio, os quais saltam de numero em numero sem ter noção que estão se movendo e muito menos sabendo que existem numeros ou momentos repetititvos periódicos do tempo. O contexto “ondas + água-viva”  funcionam dentro de um sistema astronomico,  como um relógio, porque ambos são produtos de uma estrutura mecanica, o relógio newtoniano, a mecânica newtoniana. Assim como um relógio move os dois ponteiros, assim a galáxia move a maré e as partículas nela, como as águas-vivas. Parece inacreditável que algo tão gigantesco como a galáxia atue sõbre algo tão pequeno como a água-viva, mas torna-se perfeitamente compreensível quando entendemosque galáxias e águas-vivas são apenas diferentes formas de um unico sistema universal sob evolução, onde tamanho nada diz. Existe um modêlo fractal, que é a figura aqui exposta nêste website e denominada Matriz/DNA, que está na essência dêste sistema, portanto a água-viva é apenas um fractal microscópico de um fractal macroscópico. A estrutura, o esqueleto, o programa-software, é um só, apesar de que mudam suas protuberancias, acessórios, e vistas á distancia por um observador desavisado, as formas externas tornam-se tão diferenciadas que parece não terem afinidades entre si.

Observe na figura que as setas  do circuíto mais o corpo de astro que avança, quando chegam na Função 4  se bifurcam. Um fluxo das setas-ondas continua seu caminho circular para fechar a circunferência, enquanto outro fluxo “desce” na direção de F1. O ciclo diurno da dupla ondas da maré/água-viva repete este processo e chega a um ponto onde a água-viva se desloca e se separa da onda circular, parecendo “descer” verticalmente para as profundezas onde se encontram as águas estacionárias. Todos os movimentos exibidos pela água-viva, tais como o mergulhar, o emergir de volta à superficie, o estacionar nas águas profundas, nada mais é que mera repetição do fluxo representado pela seta que vai de F4 retornando a F1. E a água-viva, assim como a forma do cometa em F5, ressurge nas ondas circulares  e com elas se funde novamente em F1, quando estas atingem o  extremo inferior, da base.

Mas note bem. Estaria correto dizer, como dizem os cientistas, que a água-viva desce e depois sobe? Isto depende do ponto de referencia, o ponto fixo em relação ao qual dizemos que algo está subindo ou descendo. Tomemos como ponto de referencia o nucleo do Sistema planetario, nosso Sol.  Durante metade do dia, o planeta que gira sobre si mesmo tem uma face voltada para o Sol.  Observando desde o Sol diríamos que a superficie dessa face é o ponto mais alto do planeta.  Na outra metade do dia, essa face se desloca para a parte oculta do planeta, então o observador que continua fixo no Sol diria que a mesma face agora é o ponto mais baixo do planeta.  Em relação ao sol, ora, nós americanos estamos em cima e os japoneses lá do outro lado, estão embaixo, ou ora estamos embaixo e os japoneses lá em cima.

Então se pudessemos cavar um poço ininterrupto desde o solo da América e for-mos aparecer com a cabeça saindo num bueiro numa rua de Tóquio, estaria certo dizer que descemos e depois subimos? Ou que mergulhamos na terra e depois emergimos da terra?…

Então, em relação ao Sol, quando a água-viva sai das ondas e mergulha, realmente ela está “descendo” durante a metade do dia. Mas ainda em relação ao Sol, quando na outra metade do dia ela se dirige à superficie, na verdade ela continua descendo… Ela está simplesmente sendo conduzida pelas setas da função 5.

Agora durma com um barulho dêstes… É cada coisa que essa Matriz nos leva a descobrir que nossa pobre cabecinha não vai aguentar muito tempo…

A água viva não mergulha e depois emerge por si mesma, ela simplesmente é conduzida a descer sempre, repitindo o movimento do ancestral de seu DNA, a galáxia inteira! Porque êste processo está registrado em seu DNA, ele foi treinado para agir assim durante 10 bilhões de anos. Foi sómente depois, nos seres vivos mais evoluidos, que esse processo deixou de ser expressado e foi fazer parte do que chamam indevidamente de “lixo-DNA”.

Sinto que aqui e agora não tenhoo tempo e os recursos computacionais gráficos para inserir um desenho que fiz no papel hoje, refletindo esta questão. Devido ao movimento de rotação horizontal da Terra em relação ao Sol, na verdade a maré não vai e volta. Ela sempre só vai numa direção, justamente imitando o sentido do fluxo circularda Matriz/DNA. Acontece que, se nos posicionar-mos no Sol e ficar observando a Terra, um continente qualquer que durante uma metade do dia está se distanciando à esquerda, continua indo para a esquerda quando êle está do outro lado, na face oculta.

Realmente têm razão os pesquisadores em admirarem a complexidade e os comportamentos em uma água-viva. Diz o Dr. Albert:

“Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”. Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.

Aqui está o motivo de meu desêspero por não aparecer ninguém que me ajude a divulgar e se fazer conhecer a cosmovisão da Matriz/DNA. Um grande exército de estudantes e pesquisadores como o Dr. Albert precisam conhecer urgente as fórmulas da teoria. Se êle a conhecesse êle não diria isso e estaria dirigindo sua pesquisa por outro caminho mais correto. Nem sempre quando há comportamentos organizados existe um cérebro controlando. Todos os objetos do mundo são influenciados pela hierarquia dos sistemas naturais. Sistemas longínquos e invisíveis aos nossos olhos podem estarem influenciando uma pedra ou uma planta à nossa frente, sem nos dar-mos conta disso. Por exemplo, o árabe que se torna um homem bomba suicida está se comportando diferente do que seria normal a um ser humano, que procura sobreviver e não se suicidar. Ocorre que acima da sociedade e do homem existe um sistema invisivel chamado “religião” a qual influencia, altera, o comportamento normal do homem.  O sistema longinquo, invisivel que influencia o comportamento da água viva, existe desde a 10 bilhões de anos e é do tamanho de uma galáxia, mas êle está inscrito no DNA da água-viva e êle construiu a biosfera, o ambiente no qual ela existe. A Matriz está dentro de nós e ao nosso redor, em todo lugar. Por isso é de extrema importância que a conhecemos e saibamos de sua existência.

Mas ela faz tudo isso porque a fórmula software da Natureza para organizar a matéria em sistemas, quando dirige essa matéria, repete sempre este mesmo mecanismo. E é através da nossa aprendizagem destes mecanismos, apoiando-se no trabalho de gigantes de paciente e dedicada observação anos a fio de cientistas como o grupo do Dr. Albert, que nossa mente vai angariando informações dessa extraordinária engenharia natural e com esse conhecimento vamos tendo novas intuições para elaborar novas tecnologias que vão ajudando-nos a sobreviver e melhorando nossas condições de vida. Parabéns ao grupo do Dr. Albert e à Teoria da Matriz/DNA.

Observações:

1) Como todos os demais, cada tópico como êsse lançado aqui é uma nova área de pesquisa tendo por base a cosmovisão da Matriz/DNA. Portanto cada tópico fica sempre em aberto para serem acrescentados qualquer novidade, qualquer novo fato relacionado que porventura vai sendo descoberto.

2) ÁGUA-VIVA COM PROTEÍNA CAPAZ DE EMITIR LUZ LASER.

Cientistas americanos induziram uma célula a produzir luz laser, afirma um artigo publicado na revista Nature Photonics. A luz laser se diferencia da normal porque ela tem um espectro mais reduzido de cores, como ondas de luz que oscilam juntas, em sincronia.  A equipe usou uma proteína verde fluorescente, encontrada em uma espécie de água-viva, a Green Fluorescent protein, ou GFP, na sigla em Inglês.  Objeto de muitos estudos, a molécula GFP revolucionou a biologia ao agir como uma  “lanterna” que pode iluminar sistemas vivos.

Comentário da Matriz/DNA:

Não restam duvidas: a água-viva é muito importante para testar-mos a existência ou não da fórmula da Matriz/DNA e para melhor entendê-la. Isto porque a água-viva está – evolutivamente – muito próxima ao nosso ancestral astronomico,  à forma de sistema fechado. Veja como as coisas vão batendo.  Já disse aqui muitas vêzes que a existência de proteínas no nosso mundo é a explicação de que elas são a  forma material-biológica que representa as setas circulares do circuito sistêmico no software-Matriz. Em outras palavras, proteína é a ferramenta material biológica que exerce a função de materializar e fazeratuar o processo do ciclo vital, e o conjunto de tôdas as proteínas é a soma de todas as informações do fluxo de informações do sistema. Ora, no nosso ancestral é o circuíto que “acende” as estrêlas. Quando nossa inteligencia intuitivamente copiou o sistema Matriz na forma de circuito elétrico caseiro, é o circuito elétrico que  acende as lampadas. Portanto, desde que as proteínas representam o circuito total, tinha que ser uma proteína que seria a molécula biológica capaz de produzir luz, e tinha que ser num sistema biológico que fôsse uma das cópias ou reprodução mais fiel do sistema na forma astronomica, ou seja, a água-viva. Não admira que a intuição dos cientistas os induziram a pensar numa “lanterna” acesa dentro de um ser vivo.

Por outro lado,  temos aqui um outro tópico dedicado á luz. Isto porque estamos chegando à conclusão que o principio de tudo nêste Universo está alojado na luz natural, quando estamos descobrindo que as sete formas diferentes de frequências e períodos da onda de luz contem a forma do ciclo vital. Parece que a luz é o tentáculo,  a mão de Deus aqui  nêste mundo, a essência que contem a primeira forma do software da Matriz/DNA. E esta noticia da proteína GFP deve ser levada ao tópico de pesquisa da luz também.

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RELACIONADO:

O artigo abaixo anuncia que às vêzes as ondas arrancam as água-marinhas de seu esconderijo nos cascalhos e as leva para a costa dos continentes, causando enorme estragos. Como ficamos então? Temos que voltar à fórmula da Matrix e ver porque ou quando isso pode acontecer. Talvez encontremos uma nova característica da mudança do clima no planeta. A posição da agua-marinha no cascalho corresponde à posição de F5 se estivesse parada no centro do circuito. Para o circuito esférico (as ondas) arranca-lo de lá, ele teria que se invaginar, varrer o cascalho e retornar ao fluxo normal. Suponhamos que a fórmula se reproduz como template do planeta. O circuito esférico seria a atmosfera. Como a atmosfera desceria adentrando o oceano? Pesada devido poluição? Mas podemos supor tambem que o circuito esférico seja as ondas, o que parece mais certo neste caso. O que exerceria pressão sôbre as ondas para elas se expandirem e descerem mais varrendo áreas mais profundas do oceano?

Primeiro teríamos que correr ao local quando as águas-marinhas estão sendo atacadas. Medir tudo: densidade da água, densidade atmosférica acima da água, velocidade das ondas, e até mesmo medições das águas abaixo do local, pois ao invés de estar sendo empurradas, as ondas podem estarem sendo atraídas para baixo.

Bem… por ora fica o mistério.

Commentary: Rise of the jellyfish

http://www.mcclatchydc.com/2011/12/17/132941/commentary-rise-of-the-jellyfish.html

Posted on Saturday, December 17, 2011
By Fred Grimm | The Miami Herald

It was the invasion of the surreal: thousands and thousands of gelatinous sea creatures, with their dangling venomous tentacles, overwhelming the cooling canal of the St. Lucie nuclear power plant, washing up against the turtle protection nets, clogging the intake screens.

So many jellyfish filled the canal that Florida Power & Light shut down the St. Lucie reactor for two days.

The translucent creatures had been sucked through giant ocean intake pipes, pumped under the dunes and into the canal, with enough trauma to break off tentacles and create another kind of horror show. A marine scientist told me that the canal water became “a tentacle soup,” and thousands of fish, including 400-pound goliath groupers, died, probably from stings around the gills.

“We have jellyfish blooms every year. But this was an explosion,” said Doug Andrews of FPL. “I’ve never seen anything like it.”

The plant was shut down as a precautionary measure on Aug. 22, Andrew said. And divers worked a 24-hour-a-day operation, pulling thousands of dead and dying moon jellyfish out of the water. The clean-up went on for weeks. Andrews described semiopaque creatures with small pink circles at their core. Tons of them. “It was an amazing freak of nature,” Andrews said.

Except that the once freakish blooms of jellyfish are no longer so unusual. A month before the St. Lucie incident, enormous invasions of jellyfish similarly caused shutdowns of nuclear reactors in Shimane, Japan, and Dunbar, Scotland, and to Israel’s biggest electric plant, a coal-fueled operation in Hadera.

A jellyfish bloom was blamed for a massive salmon kill in the Irish Sea in 2007, in waters once regarded as too cold for this kind of phenomenon. A bloom was also blamed for ruining commercial fishing off Angola, in southern Africa.

Last year, fishermen in Japan’s Wakasa Bay found 450-pound orange Nomura jellyfish the size of refrigerators fouling their nets.

Earlier this year, the Chinese Academy of Sciences assigned 30 marine scientists to look into the sudden increase in jellyfish blooms and their devastating effect on commercial fishing. The academy said blooms that once occurred in 40-year cycles now come every year.

Even stranger, freshwater jellyfish have been discovered lately in lakes of Canada, Minnesota and New Hampshire.

Jonathan Gorham, a marine biologist with Inwater Research Group, the non-profit group overseeing the sea turtle protection program at the St. Lucie plant, said he had seen jellyfish blooms in the Gulf of Mexico last summer large enough to disrupt the shrimp harvest.

The invasions of July and August, of course, are anecdotes — data points, Gorham called them — but they coincide, unhappily, with scientific theories that jellyfish, which seem to thrive in warmer waters, are harbingers of global climate change. Marine scientists also wonder whether the anecdotal rise of jellyfish might have to do with the decline of fisheries (less competition for smaller marine life), or from the agricultural nutrients that pollute the oceans. Jellyfish seem to do well in oxygen-depleted dead zones that kill most fish.

Pick your theory. Or all of above. Jellyfish seem to be one of those creatures, like rats, that can adapt to the environmental disasters fomented by man.

But there’s some good news along with the sting of the jellyfish tentacles. (Rub a little white vinegar on the wound). Gorham said that jellyfish are a staple of the sea turtle’s diet. The endangered turtles will eat well.

And after the salmon and grouper and sea bass and snapper have disappeared, we can emulate sea turtles and dine on jellyfish. Eddie Lin, author of Extreme Cuisine, called collagen-rich jellyfish the “food solution” to the coming global warming crisis.

Chinese restaurants, the authentic joints, already serve jellyfish. Usually with sesame oil and rice vinegar over noodles. The food solution to our overheated future is said to have a crunchy texture.

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Água-viva: mais que plasma e veneno

segunda-feira, junho 13th, 2011
New York Times
Por Por Natalie Angier, de Baltimore | New York Times – qui, 9 de jun de 2011

Até conhecer Doug Allen, o magro aquarista veterano com rabo de cavalo que me conduziu pela exposição extremamente popular de águas-vivas (também conhecidas como medusas ou alforrecas) no Aquário Nacional, minha experiência pessoal com elas se resumia basicamente a usá-las como desculpa para não ir nadar: “Uma água-viva pode me queimar!” Não foi isso o que aconteceu com 1.800 pessoas na costa da Flórida semana passada? Então, quando Allen parou de repente, trepou numa escada até o topo de um dos tanques e perguntou se eu queria segurar uma medusa-da-lua, meu primeiro impulso foi derrubar alguns alunos que estavam na frente enquanto eu disparava para a porta. Meu segundo impulso…

Tarde demais. Uma medusa-da-lua com sete centímetros de diâmetro havia sido largada em minhas mãos e meu medo logo se dissolveu em fascinação. A água-viva cintilava e brilhava. Com os tentáculos recolhidos, ela lembrava um sabonete de glicerina redondo, quem sabe um diafragma transparente, e parecia ao mesmo tempo firme, balançante e viscosa, como uma fatia de fígado envolta em ovo cru. E com todo o vigor de meus carinhos, não detectei ardência.

“O veneno da medusa-da-lua comum é muito fraco”, disse Anders Garm, que estuda águas-vivas na Universidade de Copenhague. “Seria preciso beijá-la para sentir”. Não havia risco disso, mas quando nos separamos, ela havia deixado um beijo na palma da minha mão, um filme grudento surpreendentemente difícil de tirar. Obrigada, minha pequena lua de mel.

Entre o grande inventário de criaturas multicelulares da natureza, a água-viva parece o outro definitivo, o mais alienígena possível que seres móveis podem ser em relação a nós dentro do reino animal. Onde fica a cabeça, o coração, as costas, a frente, os conjuntos idênticos de partes e órgãos? Onde está a simetria bilateral?

Ainda assim, se alguma dinastia taxonômica está destinada a receber o título de mais original, da designação de animal terráqueo genuinamente emblemático, e também para marcar o resto de nós, alienígenas arrivistas, esse posto cabe à água-viva. Um grupo diversificado de milhares de espécies de invertebrados pegajosos em formato de saco encontrado pelo mundo inteiro, a água-viva é um animal absurdamente antigo, datando de 600 milhões a 700 milhões de anos atrás ou mais. É praticamente o dobro da idade dos primeiros peixes ósseos e insetos, três vezes mais velhos do que os primeiros dinossauros.

“É o animal com múltiplos órgãos mais antigo da Terra”, disse David J. Albert, especialista em água-viva do Laboratório Biológico Marinho Roscoe Bay, Vancouver, Colúmbia Britânica.

Mesmo com toda sua nobre antiguidade, a água-viva tem sido há muito tempo ignorada ou mal compreendida pelas principais correntes científicas, rejeitadas como um protoplasma estúpido com boca. Agora, numa série de novos estudos, pesquisadores descobriram que existe uma complexidade muito maior e sutileza nas medusas do que podemos ver. Na edição de 10 de maio de ‘Current Biology’, Garm e seus colegas descrevem o surpreendente sistema visual do cubozoário no qual um conjunto interativo de 24 olhos de quatro tipos distintos _ dois dos quais muito parecidos com os nossos _ permite que essa água-viva navegue feito um marinheiro experimentado pelos manguezais onde habita.

Em ‘The Journal of Experimental Biology’, Richard A. Satterlie, biólogo marinho da Universidade da Carolina do Norte, campus de Wilmington, recentemente contestou o senso comum de que a água-viva não tem qualquer semelhança com o sistema nervoso central de que nós, vertebrados mais evoluídos, nos orgulhamos tanto. A distribuição das células nervosas da água-viva pode ser comparativamente mais espalhada do que num animal com cérebro e medula espinhal óbvios, afirmou Satterlie, mas a disposição está longe de ser confusa. Investigações detalhadas recentes da arquitetura neural e sua atividade revelaram evidências de ‘condensação neuronal’, lugares onde os neurônios se aglutinam para formar estruturas distintas que atuam como centros integradores _ recebendo a informação sensorial e a traduzindo na resposta apropriada.

“No fim das contas, a água-viva faz muito mais do que as pessoas pensam e quando os livros escolares dizem que elas não têm sistemas nervosos centralizados, isso está completamente errado”.

Albert dá um passo além, insistindo ser justo declarar que a água-viva tem cérebro. Ele passou anos estudando a população residente de medusa-da-lua em Roscoe Bay, começando pela simples questão: como pode haver uma população residente? A maré enche e esvazia a baía todos os dias. As águas-vivas deveriam ser como o plâncton, à mercê das marés. Então por que não são simplesmente levadas pela maré para o mar aberto, somente com um boa-noite da lua?

Albert descobriu que as águas-vivas não são flutuadoras passivas. Quando a maré começa a vazar, elas pegam a onda até atingirem uma barra de cascalho, quando então mergulham atrás de águas tranquilas. Elas permanecem nesse oásis calmo até a maré começar a encher, quando sobem e são levadas para a baía. Ele também descobriu que as águas-vivas têm medidores de salinidade e, no verão, evitam a água doce lançada na baía pelo degelo das montanhas, voltando a mergulhar até encontrarem um nível de sal agradável. Elas gostam de se agregar em bandos e, por meio de assinaturas moleculares na parte externa dos sinos, podem distinguir entre medusas amigas e espécies predatórias de água-viva que podem comê-las.

“Se uma medusa-da-lua é tocada por uma água-viva predadora, ela se vira e nada para cima”, disse Albert. “Mas quando bate em outra espécie benigna de água-viva, como costuma fazer, não acontece nada”.

O registro de atividade da água-viva cresceu demais para ser ignorado. “Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”, ele argumentou durante uma entrevista telefônica. “Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.

Escrevendo no começo do ano para ‘Neuroscience and Biobehavioral Reviews’, ele sumarizou suas observações comportamentais sob o título “O que uma água-viva tem na cabeça?” Ao que ele respondeu: “Muita coisa”. Cérebro, beleza e também cafonice. Entre as medusas em exibição em Baltimore estavam as que pareciam corações pulsantes, outras, cogumelos malhados, também havia algumas como guarda-sóis com babados demais, e esta aqui daria um chapéu elegante para um casamento real.

“É um abajur estilo ‘lâmpada de lava’ vivo”, disse Jack Cover, curador-chefe do aquário. Segundo Allen, os visitantes ficam tão hipnotizados por elas que “as águas-vivas têm uma popularidade próxima da dos golfinhos”. O que é uma coisa boa, considerando que a infraestrutura necessária para manter saudáveis as sílfides de carne mole pode custar milhões. “Manter águas-vivas é uma arte refinada”, disse Vicky Poole, gerente da exposição. “É quase como manter muco”.

Todavia, elas não têm problemas para sobreviverem na natureza e são encontradas em alto-mar, regiões costeiras, lagunas e algumas se viram na água doce. Com uma exigência modesta de oxigênio, as águas-vivas podem viver em “zonas mortas” depois das algas e outras águas poluídas impraticáveis para a maioria da vida marinha _ nada surpreendente para um grupo que sobreviveu a cinco extinções em massa.

Águas-vivas adultas variam em tamanho desde a australiana irukandji, do tamanho de uma unha, à medusa-juba-de-leão, que tem um sino de 2,5 a 3 metros de diâmetro e tentáculos arrastando-se por 30 metros ou mais.

Uma característica das águas-vivas é a simetria radial, um plano corporal concêntrico mais comumente associado a flores do que animais e que lhes permite nadar ou flutuar em linhas retas. Todas elas são carnívoras, alimentando-se de plâncton, crustáceos, ovas de peixe, pequenos peixes e outras medusas, ingerindo e expelindo pelo mesmo buraco conveniente no meio do sino.

Elas não caçam de forma ativa e usam os tentáculos como redes flutuantes. Se um peixe tocar nas extensões muitas vezes invisíveis, a pressão aciona as células do tentáculo responsáveis pela ferroada a lançar arpões minúsculos com neurotoxinas. Nas espécies mais venenosas, as toxinas agem rápida e inequivocamente, para impedir qualquer dano ao delicado tecido do predador.

“Se uma água-viva fosse engolir um pitu que não estivesse completamente morto”, explicou Garm, “ele furaria seu estômago”. Alguns desses venenos infalíveis terminam tendo potência suficiente para matar animais muito maiores que a medusa não tem intenção de comer, como humanos. O mais famoso é a medusa australiana vespa-do-mar, cujo ferrão pode matar um homem adulto em questão de segundos ou minutos. Contudo, como os arpões são rasos, os australianos descobriram que podem se proteger enquanto nadam em águas com vespas-do-mar simplesmente cobrindo a pele exposta com uma meia-calça.

As medusas da classe Cubozoa parecem levar muitas coisas a extremos. Num novo relatório sobre cubozoários, Garm e seus colegas buscaram entender por que as criaturas desenvolveram uma bateria de olhos tão complexa. Alguns dos tipos de olhos servem apenas para medir a luz e a sombra, como em outras águas-vivas. A equipe se concentrou num tipo de olho refinado só encontrado em cubozoários. Os olhos têm córnea, cristalino e retina, como os de humanos, e ficam suspensos em pedúnculos com cristais pesados numa ponta, uma espécie de giroscópio para garantir que eles estão sempre apontados para cima. “O cristal funciona como peso”, disse Garm. “Não importa como a água-viva se reorienta, o pedúnculo dobra e os olhos são virados para cima”.

Por que olhar fixamente para o céu? Os pesquisadores determinaram que ela olha para cima buscando orientação navegacional. Os animais vivem e se alimentam entre as raízes subaquáticas das árvores de manguezais sombrios. De noite, são levadas das árvores e afundam no leito lodoso da laguna aberta. De manhã, precisam voltar às raízes ou passar fome. Elas rumam à superfície e os olhos voltados para cima vasculham o céu, até encontrar a copa das árvores do mangue, quando começam a nadar para casa.