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Phi : a Formula da Matrix/DNA Revela a Causa dos Seus Segrêdos.

sábado, abril 30th, 2016

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Veja abaixo o espetacular vídeo sôbre as presenças do numero phi na Natureza

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Phi Number

Phi Number

Porque desde a antiguidade os seres humanos tem encontrado muitas coincidências nos fenômenos naturais relacionados a um numero, 1,618…, denominado numero Pi ou Phi? Existe alguma manifestação supernatural por trás dêste numero? A Natureza obedeceria a uma “sagrada geometria”? Seria um indicio de que o nosso mundo teria sido o produto de um plano muito inteligente, tanto que o Universo todo estaria “tunelado” desde antes de suas origens para produzir a Vida, a auto-consciência,  e quem sabe mais o quê? Estaria o aparente caos sem sentido do nosso mundo sustentado e determinado por uma fórmula oculta no meio da matéria?

A letra Phi

A letra Phi

Bem, pode ser que Deus não usa nenhuma formula para criar universos, mas o Universo em que existimos poderia ser reproduzido em outro lugar aplicando-se uma fórmula que o Homem descobriu. Se Deus continua por aí criando universos e está tendo muito trabalho porque usa métodos antiquados, êle pode telefonar para nós que lhe cedemos a fórmula, a qual trabalha sózinha enquanto êle pode ficar sentado assistindo. Nós simplesmente primeiro descobrimos que no Big Bang apareceu um sistema muito simples que vem  evoluindo durante estes 13,7 bilhões de anos. No inicio era apenas vórtice qiantico contendo as sete fôrças brutas naturais, isto evoluiu para o sistema atômico, depois o estelar, depois o galáctico, depois o sistema celular vivo, e agora está surgindo mais uma sua nova forma que chamamos “sistema auto-consciência” . Em seguida desenhamos todos êstes sistemas sôbre uma mesa e ficamos observando-os. Logo notamos que havia algo em comum, presente em todos êles. Assim como no sistema “corpo humano” existe as veias e o sangue conectando tôdas suas partes, tambem em todos os sistemas existe um fluxo de energia/massa conectando todas as partes. Acontece que se desenhar-mos ao lado todos os fluxos de todos os sistemas, obtemos uma unica figura! Êste é o fator comum a todos os sistemas naturais. Se quiser-mos construir um sistema artigficial imitando os naturais basta assentá-lo sôbre esta fórmula

Bem, isto é o que diz a teoria em cima da mesa. Mas já se vão 30 anos e todos os dias encontrando evidencias desta fórmula na Natureza que, raios… parece que a teoria está certa. São eviidencias assombrosas porque explicam cada coisa com uma explicação qie nos faz viajar longe no tempo e no espaço, indo e voltando do Big Bang… Uma destas estonteantes explicações foi a que agora descobrí quando media o circuito da formula com regua e compassos. Quando marquei um numero em cima de uma das sete finções da formula, escreví distraidamente o numero 1,6. Mas daí me perguntei: “Todas as outras funções tem numeros inteiros, porque só essa tem numero quebrado?! Que função é essa? A de numero 5. O que ela faz? É responsavel pela reprodução e perpetuação dos sistemas. Ela tem uns tr6es métodos diferentes para reproduzir um sistema, isto depende do meio-ambiente em que o sistema se encontrar. Um dos métodos é dividir o sistema em duas metades, introduzir estas duas metades na matéria, cada uma reconstrói sua metade faltante e assim se tem dois sistemas. É o processo da meiose, no DNA. Olhando bem esta formula, esta função é responsavel pela bela simetria bi-lateral que muito aparece na natureza, até nos nossos rostos, quando está evidente a face esquerda é reprodução da direita e vice-versa…

Mas quando pensei em bela simetria bi-lateral… sentí um arrepio e parece que mais uma vez uma luzinha acendeu lá dentro do meu cocuruto. Que foi?! Botei os olhos rápidamente sôbre a fórmula para não deixar escapar algo que estava escapando, olhei as duas metades, a função no meio, o numero escrito em cima, 1,6, enquanto o som de “bi-lateral simetria”continuava ribombando em minha mente e… Eureka!

O numero phi!!!

A razão dourada!!!

A sagrada geometria!!!

Cadê  o  Phidias, preciso contar essa prá êle!

Mas é claro! Porque o lado maior de um triangulo dividido pelo maior dá 1,618? Pela mesma razão que se seu dividir uma esfera em duas metades e separa-las,  a linha de cada uma será sempre 1,618! E a formula universal, a Matrix, é uma esfera…

– ” O que?!!! Mas nunca ninguem descobriu isso? Você está agora querendo estremecer os alicerces da geometria euclidiana sôbre a qual se assenta nossa matematica por mais de dois mul anos?! Tu tá louco?”

– “Bem… espera aí… deixa-me ir com calma. Eu quase nada sei da matematica e do estudo da geometria das esferas, mal me recordo do que aprendí na escola, aquelas coisas de seno, cosseno, tangente, meridiano, raio, etc.  Estou ferrado! Mais essa agora: vou ter que buscar material e estudar tudo sôbre isso. Mas por enquanto, vamos raciocinar aqui…

Se desenhar um relógio sem ponteiros, vamos dar o valor 100% á linha da esfera que vai do numero das 6 horas ao nunero das 12 horas. Chegando nas 12 horas, vamos continuar traçando nossa linha mas para dentro da esfera, até o ponto no centro. Êste segundo risco é o que se chama “raio” e êle deve medir 61,80%. No total é 1,618, o mumero Phi.  Será mesmo? E será que nunca ninguem descobriu isso ou essa história já a sabia o povo antes de J. Cristo?

Bem, tenho que deixar essa pesquisa para outra hora, por enquanto vou escrever aqui o qie descobri sem a pesquisa:

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Existe uma fórmula natural que é uma fôrma, um “template”, sôbre a qual se assenta todos os sistemas naturais, desde átomos a galáxias a corpos humanos, a qual podes ver no diagrama abaixo. Esta fórmula é uma fôrça natural que atua no meio da matéria que se encontra na forma de massa e a conduz a adquirir uma forma, a se organizar como sistema funcional. E a principal caracteristica de um sistema qualquer é o circuito por onde flui suas informações, dividido entre as ondas do tempo e as particulas da matéria espacial. Quando consideramos o circuito total como sendo um inteiro, ou seja, 100%, obtemos um numero desta porcentagem para cada ponto do circuito. E o numero “1, 618%” cai exatamente sôbre a peça que executa a reprodução do sistema , mais exatamente na Função Sistêmica n.5. É a função da perpetuação dos sistemas, por exemplo, a que perpetua a espécie humana através da reprodução de suas geraçòes. Sendo a fórmula o fractal universal da qual tudo se multiplica e se deriva, o numero Pi é o multiplicador de fractais naturais. Por isso êle é a razão matematica encontrada por exemplo, em todos os poligonos que se multiplicam para formar a flor do girassol, ou a razão matematica entre as camadas espiraladas que compoem a carapaça do caracol. Esta descoberta em muito poderá contribuir para nossa tecnologia e evolução. Do ponto de vista materialista o numero Pi é uma consequência obrigatória e natural do movimento das fôrças naturais. Do ponto de vista filosófico o numero Pi tem a possibilidade de ser mistico e sagrado desde que sabemos que a fórmula mencionada, a Matrix/DNA Universal, veio de fora do Universo, de alguma fonte ainda desconhecida.

Olhe agora o diagrama da Matriz. Como você não está treinado a pensar e captar o mundo através da ajuda da Matriz, vou adiantar: o numero pi, 1,618 está dentro da Função 5. Cometa no céu, espermatozóide no corpo, RNA na célula! Justamente a função que duplica a face esquerda produzindo a direita. A bi-lateral simetria! O supremo mistério das formas perfeitas, a essência criadora da beleza!

The MatrixDNA as Closed System

Ainda estou atordoado com esta recente descoberta proporcionada pela fórmula da Matriz: a causa, a fonte primeira, da Proporção Áurea, como querem os matemáticos e ateus, ou da Divina Proporção, como  querem os místicos e religiosos, simbolizada pelo Número Pi, ou Phi – pois parece-me que estou tocando ou os pés de Deus ou o máximo segrêdo do Universo, pois nunca chegamos tão perto!

O que é a Proporção Aúrea? Observe a imagem abaixo do diagrama da fórmula da Matriz. Vamos representar uma volta completa pela circunferência pelo número 1 cm. Agora vamos reiniciar uma segunda volta, sempre começando pela Função 1. Mas quando chegar-mos à Função 4, paremos por aqui. Foi dada meia volta, o que vamos representar por 0,5 cm. Portanto temos 1,5 cm. Agora, ao invés de seguir o fluxo da circunfer6encia, vamos desviar nossa linha pelo ramo lateral que emerge da Função 4 e retorna à Função 1. Partindo do ponto central do quadrado 4 e pontando na direção do nucleo, vamos andar 0,1888 cm e parar aqui. Onde estamos? No momento que emerge da Função 4, a Função 5. Neste ponto temos 1,6888, o numero Phi.

E o que significa a Função 5? É a força universal que modela o agente criador da reprodução. Ela criou o cometa no espaço sideral,o espermatozóide no corpo humano, o RNA na célula, a uracila no nucleotideo. E o que tem isto a ver com o numero Phi que vemos criando a bi-lateral simetria, que é a origem da beleza das formas, das Artes, etc.? Tudo! Basta saber que a fórmula da Matriz representa um ser sendo transformado por um ciclo vital. Que a evolução do ciclo é representada pelo fluxo de informações que corre no circuito, começando pela Função 1 e indo no sentido horario até retornar ao ponto de partida. Portanto, a fórmula primeiro constrói o lado esquerdo da face. Assim como, na origem da Vida, primeiro foi construído o RNA, que é uma haste parecida com a haste esquerda do DNA.  Quando termina o lado esquerdo da face, o fluxo continua, agora para construir o lado direito. Assim como o RNA, depois de milhões de anos, se reproduziu numa haste direita e formou o DNA. Mas tanto os nucleotideos de RNA como do DNA só se reproduzem se atuar o agente reprodutor, a uracila. A qual é o numero Phi.

Em suma: a bi-lateral simetria é a reprodução de uma metade de um corpo qualquer em outra metade à sua imagem e semelhança. Mas para que seja criada uma arquitetura natural com bi-lateral simetria tem que atuar a força natural responsavel pelo fenômeno da reprodução. E esta força é ativada quando o fluxo da criação alcança seu ponto 1,6888.

Se eu fôsse crente diria que você está de parabéns. Acabou de conhecer a geometria e a matematica não como se apresentam no pensamento dos homens mas como funcionam no pensamento de Deus quando realiza Suas criações.

Às pressas vejo um vídeo espetacular, uma maravilhosa obra de arte e Ciências interligadas, que foi indicado no forum do site Ceticismo Aberto. Veja-o nêste link (mas volte depois aqui e leia para continuar seu maravilhamento):

http://vimeo.com/9953368

E então mais uma súbita descoberta ocorreu-me: a fórmula da Matriz/DNA pode ser representada e calculada matemáticamente, o que pode ser a oportunidade para apresenta-la `a comunidade cientifica e até ser reconhecida como teoria cientifica. Mais: todos os produtos e serviços baseados ou inspirados nesta fórmula podem agora ser medidos tendendo à perfeição. Por outro lado descobrí porque a Humanidade tem notado a presença repititiva estranha de um número (pi= 1,618…) nos fenômenos naturais, a ponto de definirem-no como o “número de ouro”, a “proporção áurea”, ou até mesmo impregnado-o com uma áurea mística denominando-o de “número mágico”, a “proporção divina”. A explicação surgiu-me tão lógica, tão racional, que me surpreendo por não ter notado isto antes.

Observe-se o modêlo da Matriz/DNA no estado de software de um sistema fechado em si mesmo, um moto-contínuo, de preferência quando destaca o fenômeno dos cromossomas.

origem-astronomica-dos-cromossomas-sexuais.jpg

E agora volte `a definição do número pi:

A proporção áurea, também denominada phi (φ), é um número irracional igual a 1,618 obtido a partir da seguinte igualdade: φ = (a+b) : a = a : b. Então, considerando o esquema dado na figura abaixo,

o resultado da equação algébrica será igual ao número phi (φ).

Olhe agora o diagrama da Matriz. Como você não está treinado a pensar e captar o mundo através da ajuda da Matriz, vou adiantar: o numero pi, 1,618 está dentro da Função 5. Cometa no céu, espermatozóide no corpo, RNA na célula! Justamente a função que duplica a face esquerda produzindo a direita. A bi-lateral simetria! O supremo mistério das formas perfeitas, a essência criadora da beleza!

Bem, vamos ver isso em detalhes…

A circunferência representa o circuito pelo qual flue a energia do sistema, alternada em ondas e partículas, carregando as informações. Podemos representar o circuito inteiro pelo numero 1, inteiro. Desta maneira, para cada ponto do circuito existirá um numero decimal. Por exemplo, se dividir-mos o circuito em 6 partes como está na figura acima, a Função 1 terá o numero 0,1666…, na primeira volta do fluxo. Numa segunda volta, teria o numero 1,1666… , pois que o numero inteiro representa a quantidade em que o sistema existe. Desta maneira, por onde estaria o numero pi? Sendo 1,618, significaria que ele representa uma vez o sistema e mais uma parcela de uma cópia do sistema. Certo? E qual a área copiada do sistema que seria 0,618 dêle? Bem, calculemos:

Função 1 = 0,66666; Função 2 = 0,3332; Função 3 = 0,4998; Função 4 = 0,6664… êpa, chegamos pertom e passamos o numero 0,618. Paremos aqui e vamos analizar o que está acontecendo no circuito nesta região. Por enquanto minha mente ainda não aprendeu a ver o software e sentir, definir, o estado do fluxo em cada ponto, pois é ainda dificil para nós mentalizar o que é na realidade um fluxo carregando informações na sua forma abstrata. Acredito que, desde que nossa mente é um software, e é a forma mais evoluida do software universal aqui denominado Matriz/DNA, ela vai aprender a  entender de pronto qualquer sistema natural porque ela poderá ver o fluxo do software no hardware do sistema. Mas enquanto não chegamos lá, temos que nos contentar em tentar conhecer qualquer coisa num sistema observando suas partes e comparando-as com o mapa do software. Então voltemos ao nosso problema: existe alguma coisa especial na Função 4 que a tornaria presente nos fenômenos de maneira quase mística representando a razão áurea?

A Função 4 significa mitocondria na célula, pulsar no céu. Sendo a célula um sistema aberto, torna-se mais dificil qualquer análize porque temos que estar considerando tôdas suas relações com o exterior. O melhor é tomar como exemplar o building block dos sistemas astronomicos por ser o unico sistema fechado em si mesmo, o mais estável, pois não se relaciona em nada com o exterior, o mais “perfeito” que a Natureza conseguiu produzir no sentido de ser um moto-contínuo. Então vamos abordar o problema tendo a imagem do pulsar ocupando nossos pensamentos. As origens do pulsar começa com os tempos finais de um planeta e comparando-o com o ciclo vital humano, é a fase quando o adolescente está entrando na fase da puberdade. Sinto que no futuro vamos desvendar totalmente o mistério do numero pi quando conhecer-mos melhor o processo da evolução ocorrido entre a organela ribossomo e a nova espécie para a qual ela evoluiu, a mitocondria; existe aqui um processo em que o fluxo do sistema que está apenas montando coordenadamente as informações, passa a processa-las. Mas por enquanto, este processo ainda nos é desconhecido. Pois nosso problema é identificar o ponto exato dentro da vida do pulsar onde o fluxo de informações tem o numero 1,618. Sabemos que quando ele está exatamente completo, no exato momento quando ele se formou por completo e vai começar sua entropia, ele tem o numero 1,6664. Nêsse numero ele passou da fase de puberdade e já está emitindo espermatozóides, ou seja, magma na forma de cometas. Existe uma diferença de 0,0484 entre o pulsar na sua forma maxima ( 0,6664) e o numero pi (0,6180). Isto significa que para encontrar o pi temos que retornar um pouquinho desde sua forma maxima.

O planeta recebe a energia solar que adentra seu corpo alcançando seu nucleo e dando inicio ao despertar de germe de estrêla que ele carrega em seu bojo. Este despertar é materializado na forma de reações nucleares, as quais consiste na alimentação do germe, que utiliza as energias nos atomos das camadas tectonicas como se estas fossem a placenta. Estas reações produzem gazes em elevadas temperaturas que procuram uma valvula de escape e assim produzem os vulcões através dos quais os dejetos resultantes da alimentação são expelidos na forma de magma. Quando o germe vai em estado adiantado já se tornando um feto a superficie do planeta já está tomada por vulcões cada vez mais gigantescos e poderosos, de maneira que em dado momento não podemos mais defini-lo como planeta mas sim algo a meio-têrmo entre planeta e supernova, entre o feto e o bebê. A este meio-têrmo resolvemos por enquanto dar o nome de pulsar, porque a imagem de um astro girando e mostrando o pipocar de luzes em sua superficie devido as erupções vulcanicas nos parece aquelas fontes de luz que ficam pulsando. A queima de sua matéria pesada vai tornando o astro cada vez mais leve o que o torna capaz de se libertar da fôrça de atração da estrela e desta vai se afastando, assim como os jovens após a puberdade começam a namorar e a se afastarem dos braços da mãe, da proteção do pai. Enquanto isto sua força gravitacional tambem diminui, torna-se mais dificil manter coisas pesadas na sua superficie. Assim , os vulcões cada vez mais poderosos emitem lavas com maior violencia que caem no espaço sideral, se “arredondam” e formam o que denominamos de “cometas”. Enquanto isto, a matéria energética mais leve que permanece caminha na direção de se constituir em estrela e quando cai a ultima camada de rocha da superficie, explode ou desabrocha, como uma nova estrêla, uma supernova.

Isto significa que no pulsar ocorre uma bifurcação do fluxo de energia do circuito sistêmico, o qual transporta as informações do sistema. Uma parte, talvez ecxatamente a metade, vai para a estrela, a Função 6, para continuar o ciclo vital representado na circunferência: a outra parte, talvez a outra metade, vai como cometas, a Função 5, caindo na espiral da galaxia e com destino ao nucleo do sistema onde o aguarda um belo buraco negro. Não preciso repetir aqui, penso, que o cometa é a contraparte astronomica do espermatozóide. Estaria o numero pi sendo levado dentro do espermatozóide?!

A coisa começa a fazer sentido. Numero pi, crescimento, pela duplicação ou reprodução de um sistema já feito, que é exatamente a função da funcão 5, do espermatozóide. Mas não apenas isto! Note que quando o fluxo chega na Função 4 ele completou a metade do sistema. Ele acabou de desenhar o lado esquerdo da face. A linha de fluxo que desce com F5 é a linha fronteiriça entre os dois lados da face. Se o numero pi está aí, ele está exatamente onde é gerada a bi-lateral simetria. Está aí o porque a Arte encontrou o pi! A divina proporção!

Tôda vez que num desenho você deseja desenhar as coisas numa proporção exata que transmita realmente uma imagem, voçê precisa ter a proporção áurea na mente. Não podes, num retrato, desenhar o olho esquerdo maior que o direito. A Natureza como artista faz assim para nos dar uma face o mais perfeita possivel: ela olha ou mentaliza a imagem de uma face inteira ( se ela fala a linguagem matematica ela dirá “uma”; aí observa bem uma metade (até aqui ela chegou na “uma e meia”, ou 1,5) e pinta a outra metade. Mas deixemos de divagações e retornemos ao problema. Em que ponto do pulsar ou do cometa está o numero 1,618? Sabendo-se que o planeta na forma maxima é 0,49998 e o pulsar na maxima é 0,6664, pode-se apostar que o 0,618 é o momento da bifurcação no pulsar. É exatamente o numero que representa a quantidade ou estagio da carga genética carregada pelo espermatozóide. E porque ele carrega 1, 618 e não apenas 0,618? Porque se o fizesse não haveria reprodução de machos apenas de fêmeas. XX, a carga feminina, significa que o sistema existe por inteiro, uma vez X, e deseja expressar-se como tal na integra, por isso reforça o X. XY, a carga masculina, significa que o sistema existe por inteiro, que seu X possui não apenas a face esquerda mas sim as duas faces, porem quer expressar mais e dominantemente a parte esquerda que contem tudo o que precisa um macho do sistema.

O pi é sagrado?

A Matriz/DNA responde: “Mas… “rapaiz”… bota sagrado nisso!”

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A seguir vou aqui reunindo e registrando na medida do possivel tudo o que aparecer nesta nova área de investigação que aqui se abriu.

1) Comentário postado no forum do “Ceticismo Aberto”.

“Obrigado, Gigaview, pela informação e oportunidade de nos maravilhar com este video.

Particularmente para mim houve uma emoção peculiar daquelas que acompanham todo momento de descoberta: sómente agora percebi a exatidão matematica no meu modelo da Matriz como sistema fechado perfeito e entendí algo espetacular: o numero 1,61, e a série Fibonacci. O que ele significa no seu nivel mais profundo?

Observando a Matriz conclui-se que este deve ser o numero exato que determina “reprodução”, auto-cópia, perpetuação de uma espécie, multiplicação de um padrão na forma de fractais. O Um inteiro significa o sistema natural completo, qualquer sistema,

 

como uma célula. Significa uma volta que o fluxo de informações dá no sistema, partindo da Função 1 e retornando à F1. Quando chega em F1 significa que ele copiou o sistema, ou seja, registrou a carga genética, todas as informações. Então o fluxo continua e quando chega em F4 (um pulsar na astronomia ou uma mitocondria na célula), emite um fluxo lateral que retorna imediatamente a F1, enquanto o fluxo normal segue para F6. Ora esse ramo lateral é o que reproduz o sistema, fornecendo a energia ainda nova para reciclar o sistema. E justamente na F4 –  se por-mos numeros em todo o fluxo medindo-o –  estaria o numero 1,61. Facil perceber o porque: o sistema completo tem sete funcões, ora a F4 é a metade, seria numeo 1,5,  mais um sétimo. Incrivel! Estou dizendo que este Universo é uma produção genética, o que implica software computacional, matematico. (se queres ver a matriz e entender isto veja-a no meu website). Abraços… Louis Morelli

(devemos agora pesquisar tudo sobre a serie Fibonacci)

Veja nos comentarios que seguem o link, como tais coisas suscitam a nossa queda pelo mistico.

1) Teotl Nahualli 13 days ago Excelente… es evidente que la serie Fibonacci y lo que se obtiene de esta, la proporción Sagrada Φ = 1.618034, son utilizadas en la naturaleza. Lo cual indica DISEÑO, es es decir, que aquellos idearon y realizaron, todo aquello que conocemos como vida, siguio este patrón predeterminado. DIOS? Yo no le llamaria asi, por que lo unico que indica esto, es que ellos tenian una gran nivel tecnologico.Comentário da Matriz/DNA: Eu penso que não precisaria de Deus ou inteligências superiores para produzir isto. Este fenomeno matematico deve ser derivado de uma das duas caracteristicas da Natureza: quantidade e qualidade. E este fenomeno se refere à produção da quantidade. Quando a Natureza produz um novo sistema pelo método genético ela precisa dar substanciação à estrutura, criar espaço com infra-estrutura para alojar as produções da qualidade, ou seja, da complexidade. Para fazer um osso por exemplo, é preciso criar massa óssea que dê os alicerces para as superestruturas, como órgãos, membros, etc. Então pode-se inferir que qualquer reprodução genética, inclusive com ratos que não usam inteligência para se reproduzirem, pode produzir esse fenômeno. Se este Universo é realmente uma reprodução, está assim explicado este fenômeno sem incorrer à necessidade de inteligência alienígena. Mas pode ser tambem que Deus seja um brincalhão a brincar com softwares vivos… · Jesús Olmo 10 days ago ‘Enlightenment reveals that the universe emerges spontaneously. Its emergence and pattern are perfect in mathematics and symmetry and involve no chance.
Nothing is random; everything emerges exactly as it has to. There is no random chance, or evolution based on chance. The universe is perfect. Nothing is wrong or ever could be.
Comentário da Matriz/DNA:Todos vêem que existe muita coisa errada no Universo, ao menos na biosfera terrestre. Acho que a mistica deste poster ( “the Universe is perfect”) deve-se a que ele não está a refletir sobre a realidade dual, dividida entre quantidade e qualidade. A quantidade é repetitiva, ela serve para fundamentar alicerces, óbviamente não pode conter variações, acasos. Mas a qualidade sob evolução que caminha sobre este alicerce asfaltico experimenta indefinidas opções, a complexidade está sim sujeita aos acasos. Mas se o Universo é uma produção genética, já está determinado antes dele surgir sua forma final, assim como meu corpo, antes de surgir, já tinha determinado sua forma humana. Então mesmo em têrmos de evolução da complexidade não existe acaso absoluto, pois todos os acasos que ocorrem estão dentro de um processo determinista absoluto. Os acasos ocorrem, mas a maioria dos efeitos dos acasos desaparecem na história, enquanto alguns são selecionados porque precederam um futuro evento determinado. Mas é possivel que no mundo do sistema que gerou o Universo as possibilidades evolutivas estejam abertas, o que implicaria que o Universo pode sofrer uma mutação e terminar com uma forma nova. Ou seja, alem do Universo não existiria determinismo absoluto. Acho que esta alternancia entre acaso e determinismo deve ser infinita, não tem solução.

Fine-structure constant : 0.08542455

Este é outro numero constante na geometria do Universo que toma ares de numero magico. O que significa? Bem, é quase a metade do pi. Note que esta constante ás vêzes é representada por outro numero: 137.03597.

The fine-structure constant has long fascinated physicists. Richard Feynman, one of the originators and early developers of the theory of quantum electrodynamics (QED), referred to the fine-structure constant in these terms:

There is a most profound and beautiful question associated with the observed coupling constant, e the amplitude for a real electron to emit or absorb a real photon. It is a simple number that has been experimentally determined to be close to 0.08542455. (My physicist friends won’t recognize this number, because they like to remember it as the inverse of its square: about 137.03597 with about an uncertainty of about 2 in the last decimal place. It has been a mystery ever since it was discovered more than fifty years ago, and all good theoretical physicists put this number up on their wall and worry about it.) Immediately you would like to know where this number for a coupling comes from: is it related to pi or perhaps to the base of natural logarithms? Nobody knows. It’s one of the greatest damn mysteries of physics: a magic number that comes to us with no understanding by man. You might say the “hand of God” wrote that number, and “we don’t know how He pushed his pencil.” We know what kind of a dance to do experimentally to measure this number very accurately, but we don’t know what kind of dance to do on the computer to make this number come out, without putting it in secretly!
If alpha [the fine structure constant] were bigger than it really is, we should not be able to distinguish matter from ether [the vacuum, nothingness], and our task to disentangle the natural laws would be hopelessly difficult. The fact however that alpha has just its value 1/137 is certainly no chance but itself a law of nature. It is clear that the explanation of this number must be the central problem of natural philosophy.
—Max Born, A.I. Miller (2009). Deciphering the Cosmic Number: The Strange Friendship of Wolfgang Pauli and Carl Jung. W.W. Norton & Co. p. 253. ISBN 9780393065329
The mystery about α is actually a double mystery. The first mystery — the origin of its numerical value α ≈ 1/137 has been recognized and discussed for decades. The second mystery — the range of its domain — is generally unrecognized.
—Malcolm H. Mac Gregor, M.H. MacGregor (2007). The Power of Alpha. World Scientific. p. 69. ISBN 9789812569615

O Numero Pi de novo: agora no cérebro!

novembro | 28 | 2010

Já registrei neste blog um artigo sobre o numero pi, pois fiquei surpreso ao encontrar um interessante significado para este mistério no diagrama da Matriz. Agora este novo artigo deve ser adicionado ao anterior (não tenho tempo agora) para posterior pesquisa.

Artigo publicado no site:

http://francisthemulenews.wordpress.com

VIII Carnaval de Matemáticas: El número pi oculto en el desarrollo de las neuronas de la corteza visual

Posted by emulenews en 19 Noviembre 2010

Imagina que haces un experimento para calcular cierta magnitud y obtienes el valor 3’14. ¿Qué es lo primero que te viene a la mente? El número pi (π), la relación entre la longitud de una circunferencia y su diámetro. Arquímedes, el gran científico de la antigua Grecia, realizó el primer cálculo sistemático del valor de π y obtuvo dicho valor. Veinte y tres siglos después, los científicos siguen maravillados cuando π les aparece de forma inesperada. Matthias Kaschube y sus colegas han encontrado que ciertas características en la distribución de las neuronas en la corteza visual del cerebro tienen una densidad cercana a 3’14 (π). ¿Por qué? Han desarrollado un modelo de autómatas celulares que permite explicar dicho número y que sustenta su hipótesis de que dicha distribución de neuronas no tiene un origen genético (aunque se preserva en el árbol evolutivo), sino que debe ser el resultado de la autoorganización de estas neuronas durante el desarrollo de la corteza visual. Nos lo ha contado Kenneth D. Miller, “Neuroscience: π = Visual Cortex,” Science 330: 1059-1060, 19 November 2010, haciéndose eco del artículo técnico de Matthias Kaschube et al., “Universality in the Evolution of Orientation Columns in the Visual Cortex,” Science 330: 1113-1116, 19 November 2010. Este artículo será mi segunda contribución para el VIII Edición del Carnaval de Matemáticas albergado este mes por Juan Martínez-Tébar, autor de Los Matemáticos no son Gente Seria.

La corteza visual primaria (llamada V1) está formada por una fina lámina de seis capas de neuronas. Las neuronas V1 son altamente selectivas a los bordes entre luz y oscuridad y a la orientación de estos bordes (algunas a la orientación vertical, otras a la horizontal y otras a diagonales con diferentes ángulos). Estas neuronas están organizadas en “columnas,” de modo que las neuronas debajo de una dada prefieren la misma orientación que las de más arriba. Las técnicas de imagen de la estructura neuronal del córtex permiten visualizar el “mapa” de la orientación que prefiere cada neurona a través del córtex visual (ver la figura que abre esta entrada). Estos mapas de orientación tienen una estructura cuasiperiódica: las orientaciones preferidas cambian continuamente a través del córtex, repitiéndose cada cierto número de neuronas con un “periodo” denotado por λ. Los mapas también contienen “nodos” o “molinetes,” puntos en los que convergen todas las orientaciones posibles. Kaschube y sus colegas han comparado (con una precisión sin precedentes) la densidad y disposición de los “molinetes” en tres mamíferos: el galago, un primate, la musaraña arbórea, relacionada de forma estrecha con los primates, y el hurón, un carnívoro relacionado lejanamente con ellos. Esta medición precisa de la distribución de “molinetes” ha requerido el desarrollo de nuevos filtros para “suavizar” el ruido en las imágenes del córtex; no entraré en los detalles.

Lo más sorprendente que han encontrado Kaschube y sus colegas es que la densidad media de molinetes por λ² es constante para estas tres especies, un número curioso, π, con un error del orden del 1%. El promedio es de 3’14 y el intervalo de valores observado es [3’08, 3’20] con un nivel de confianza del 95%; este intervalo corresponde a π ± 2%. El análisis de mapas de orientación generados de forma aleatoria indica que el valor esperado debería ser 3’50, mucho mayor que 3’14. ¿Qué es lo que significa que la densidad sea π? y ¿por qué la densidad de “molinetes” es π? Kaschube y sus colegas han encontrado una respuesta matemática realmente hermosa. Fred Wolf, autor principal del artículo, lleva muchos años desarrollando un modelo matemático para la formación de los patrones observados en el mapa de orientación neuronal utilizando autómatas celulares. Sistemas basados en reglas en las que una neurona elige su orientación preferida en función de lo que elige las neuronas que tiene a su alrededor. El modelo se basa en dos parámetros la orientación preferida y la selectividad. Estas variables se desarrollan a través de interacciones mutuas entre neuronas vecinas. Para obtener un valor de pi es necesario incorporar una interacción de largo alcance (entre neuronas alejadas por una distancia mayor que el periodo λ); estas interacciones existen en la región V1 y corresponden a conexiones sinápticas de larga distancia entre las neuronas. No entraré en los detalles de las reglas que resultan en que la distribución de “molinetes” presenta una propiedad de universalidad caracterizada por una densidad igual a π (en las simulaciones numéricas es un valor próximo). La universalidad observada en la organización de las neuronas del córtex visual aparece en líneas evolutivas divergentes; sin embargo, los mapas de orientación varían aparentemente al azar de una célula a otra, por lo que su origen exclusivo en la genética no parece razonable.

Por supuesto, estos modelos teóricos para el desarrollo de patrones en el neurocórtex están todavía en sus primeras fases de desarrollo y hay muchas incógnitas aún por resolver para que se pueda afirmar que se entienden en completo detalle desde el punto de vista matemático. La demostración experimental definitiva de que estos modelos son correctos requiere que se eliminen de alguna forma las conexiones de largo alcance entre neuronas durante el desarrollo del cerebro y que se pueda observar cómo entonces los patrones que se observan en lugar de tener un distribución determinada por el número pi adquieran un valor más próximo a 3’50. Por ahora parece difícil que se pueda lograr en los próximos años. Los alardes técnicos que se requieren parecen excesivos. Aún así, Wolf, Kaschube y sus colegas no cejaran en su empeño en demostrar que pi forma parte de nuestra manera de ver el mundo mucho más allá de lo que podemos imaginar.

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Tambem será importante deixar registrado o artigo abaixo para continuar este tema, postado no site:

Adaptação

http://microsintonias.blogspot.com/2009/05/o-problema-da-forma.html#comment-form

terça-feira, 12 de maio de 2009

O problema da forma

Por que os organismos vivos possuem as formas que possuem? A pergunta é pertinente já que o sucesso dos seres vivos depende de pelo menos três aspectos básicos: 1) a conservação da organização da vida; 2) sua dinâmica (no sentido de desenvolvimento, movimento/deslocamento e atividade biologica); 3) e a forma (seu aspecto macroscópico espacial).
As formas adquiridas pelos seres vivos são determinantes para suas funções ou atividades e é condição de sobrevivência dentro da topografia ambiental (relevo). Se você é redondo poderá rolar bem ou mal no chão, a depender do relevo geral do ambiente. Se o relevo favorecer, mas se você não for redondo, não rolará.
Ao se observar as primeiras formas de vida, ou seja, aquelas mais primitivas e que são primeiramente descritas nos livros de zoologia de invertebrados, percebemos que a maioria é assimétrica, com padrões de crescimento irregulares, podendo ser sésseis (que não se desloca voluntariamente) ou rastejantes tais como as esponjas marinhas e o Trichoplax adhaerens, respectivamente. As esponjas são organismos sésseis provavelmente por serem, na sua maioria, animais irregulares com padrões diversificados de crescimento (eretos, incrustantes ou ramificados). O Trichoplax adhaerens é um metazoário rastejante de corpo achatado e assimétrico, feito de um agregado de uns poucos milhares de células de quatro tipos diferentes que se organizam em três diferentes locais. É considerado o organismo de menor conteúdo de DNA de todo o reino animal (até o momento). Pois bem, de alguma maneira, a partir daí, a evolução animal seguiu no sentido da simetria radial e /ou bilateral. Os desenhos dos corpos de muitos animais com simetria bilateral apresentam proporções entre comprimento e largura conhecidas como Proporção Aurea. A proporção áurea, também denominada phi (φ), é um número irracional igual a 1,618 obtido a partir da seguinte igualdade: φ = (a+b) : a = a : b. Então, considerando o esquema dado na figura abaixo,
o resultado da equação algébrica será igual ao número phi (φ). Como já foi dito, esta proporção tem sido encontrada em várias partes do corpo humano e de outros animais, bem como em alguns tipos de sementes vegetais ou mesmo em padrões de crescimento de conchas de moluscos ou populações de coelhos, entre outros, e inspirou Leonardo da Vinci a fazer o seu Homem Vitruviano (figura ao lado) e, segundo alguns, a própria Monalisa. Entretanto, muito antes disso, foi utilizada na Grécia antiga em uma das obras mais orgânicas da antiguidade: o Parthenon.
Se retornarmos um pouco mais no tempo geológico, mais especificamente há 1800 milhões de anos atrás, no pré-cambriano, em plena emergência dos primeiros fitoflagelados (organismos unicelulares autotróficos) ou das primeiras células fotossintetizantes, perceberemos claramente que em grande parte desses organismos, senão todos, a evolução se deu não no sentido da simetria bilateral, da qual extraimos a proporção aurea, mas no sentido das irregularidades, das assimetrias, das ramificações e incrustações aparentemente desajeitadas. Estamos falando da evolução dos vegetais como contraponto à evolução animal. Se por um lado os animais são simétricos e móveis, por outro os vegetais são assimétricos e obrigatoriamente sésseis. Ambos extremamente relacionados, pois o veneno de um (dióxido de carbônico) é o “combustível” do outro.
Então, parece que a evolução no seu sentido mais amplo teve como característica principal o paradoxo das formas. Ou seja, a regularidade simétrica dos animais gerando o movimento, no sentido de deslocamento de um lugar para outro, e a irregularidade assimétrica e séssil dos vegetais. Ambas sempre em consonância com a topologia ambiental. Esta aparente contradição gerou uma pressão ambiental sobre os ancestrais do homem que levou ao desenvolvimento de articulações capazes de realizar movimentos precisos entre espaços mínimos, como foi o caso dos australopitecus, presos entre o “bipedismo” terrestre e a vida nas árvores. Assim, configurou-se duas geometrias da natureza: uma das formas regulares e proporcionais, como é o caso da geometria euclidiana, e a outra das formas irregulares e descontínuas, com é o caso da geometria dos fractais de Mandelbrot. E é exatamente sobre a geometria dos fractais aplicada à forma dos seres vivos que pretendo me aprofundar nos próximos posts.

Grande abraço e até lá.

Postado por Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com) às 13:59
Meu comentário:
Artigo sôbre o pi e a Matemática:

Pi in the Sky

Is mathematics a divine language?
Pi in the Sky

Tuesday, November 30, 2010

Imagine, one day, that life shows up on another planet. Moreover, it’s intelligent life. Imagine, too, that we’ve a reasonably swift means of communication. We’d need a common language with which to talk. What might that language be? One candidate would be mathematics.

Mathematics seems to be a universal language. Science presumes as much: it works as a descriptive and predictive tool, both on the small scale and at the very large. Moreover, it works for systems that are very close and quite distant — so distant that they reach back to the earliest moments after the Big Bang. And when you stop to think about it, that’s quite remarkable.

It’s not just the universal nature of mathematics that’s striking; it’s that mathematics works at all. The natural world is a complex place. It’s packed with variations and permutations, random events and patterns so complex they are far from obvious to the eye. And yet, mathematics can capture so much of that intricacy. What kind of alchemy transforms the lead of messy reality into the gold of a simple equation? It’s a question that was famously asked by the physicist Eugene Wigner, in 1960. He wrote an essay with a title that says it all: “The Unreasonable Effectiveness of Mathematics in the Natural Sciences.”

Wigner notes the sense that many physicists have: mathematics seems to be discovered, not created. The reason to think this is that discoveries made about the physical world are often, first, discoveries made about mathematics. One of the best known cases concerns Einstein and his work on General Relativity. These equations implied something about the universe that Einstein, at first, refused to believe — that the universe was expanding. It was only later that cosmic expansion was observed by Edwin Hubble. Before then, though, Einstein tried to cancel what the math was implying by adding to his equations what came to be known as the “cosmological constant.” It was designed to cancel out the implication of expansion, though when expansion was shown empirically, Einstein referred to it as “the biggest blunder of my life.”

So, physics is about discovering the laws of nature, and those laws appear to be written in the language of math. Pi really is in the sky. Wigner continues:  “It is … a miracle that in spite of the baffling complexity of the world, certain regularities in the events could be discovered… It is hard to believe that our reasoning power was brought, by Darwin’s process of natural selection, to the perfection which it seems to possess.”

Those are strong statements. And the extraordinary nature of math can be developed further. After all, do not physicists routinely use criteria such as “beauty” to determine whether they are on the right track or not? The physicist Paul Dirac put it most clearly, in a 1963 article for Scientific American, writing, “It seems that if one is working from the point of view of getting beauty in one’s equations, and if one has a really sound insight, one is on a sure line of progress.” Of course, mathematical predictions must be verified by observation. But that such predictions are verified at all is the nub of the issue. Mathematics looks miraculous.

It’s an ancient idea. The philosopher Gottfried Leibniz mused on the power of mathematics, and it led him to draw theological conclusions. “When God calculates and thinks things through, the world is made,” he thought. The power and beauty of mathematics is exactly what you’d expect if the universe were created by a powerful deity, worthy of worship. The physicist and priest Michael Heller, winner of the 2008 Templeton Prize , captured the thought like this, in his book (co-authored with George V. Coyne), A Comprehensible Universe:

In the human brain, the world’s structure has reached its focal point: the structure of the world has acquired the ability to reflect upon itself… . In this conceptual setting, science appears as a collective effort of the Human Mind to reach the Mind of God… . The Mind of Man and the Mind of God are strangely interwoven.

And yet, is the unreasonable effectiveness of mathematics in the natural sciences really evidence for the existence of a deity? Is the language of math divine? There are good reasons to doubt it.

For one thing, there is the gap between the kind of deity implied by mathematics — a deity not unlike a computer — and the deity worshiped by Christians, Jews and Muslims. This is the living God of Abraham, Isaac and Jacob, not a God who spends eternity manipulating datasets.

So, it’s quite possible to be impressed by the “miracle” of math, and not become a convinced theist. This is the position adopted by the physicist Roger Penrose. He has articled what he refers to as a Platonic view. It can be conceptualized in this way. First, there is the physical world, the natural world that surrounds us. But there’s also a Platonic world — the ideal world of mathematics. The Platonic world maps onto the natural world in some way, perhaps via the imaginative power of human mental activity. And that, if right, means there’s no need to assume that the Platonic and natural world are wrapped up in some kind of divine embrace.

There’s a further reason to question the theistic reading of mathematics. For it’s possible that mathematics is not so unreasonably effective as Eugene Wigner supposed. The idea goes something like this:

(Comentário da Matriz:

O trecho a seguir corrobora o que encontrei no grafico carteziano calculando a evolução cosmológica, sôbre o que é a Matemática. O Universo tem muitas faces diferentes ao mesmo tempo. Cada face representa um estágio de sua evolução e cada estágio refere-se a um nível de grandeza, com suas especificas estruturas. Por exemplo, os humanos operam num nível de grandeza especifico, digamos, um nível médio, devido ao qual ele está limitado aos fenômenos ao nivel da superficie de um planeta, fenômenos que são bem diferentes dos que se relacionam à dimensão quantica, que estão num nivel de grandeza menor que o microscópico.  Cada tipo de observador verá num mesmo instante a quantidade de faces verdadeiras relacionadas aos niveis que ele conhece e mais uma face imaginaria, produto da imaginação do que deve ser o que ele desconhece. Eu cheguei a essa conclusão porque eu mesmo passei por essa experiência: fiz a minha busca existencial, primeiro colocando na mesa tudo o que conhecia de fato e a seguir experimentei várias maneiras de conectar estes fatos e no final projetei a nova visão de mundo no grafico carteziano e ali surgiu uma face do Universo, a forma do DNA. Porque? Foi a minha face imaginaria. mas condduzida pela minha racionalidade que é produzida pelos meus neuronios, no centro dos quais comanda o DNA. Portanto o DNA se projetou a si mesmo como a face do maior poder do mundo, da mesma forma que outros seres humanos levados pelas suas imaginações projetaram o seu corpo como o maior poder do mundo e disso resultou a figura e personalidade de um Deus humanizado. E o que tem isso a ver com a Matematica? No grafico observei que cada face é por sua vez composta por todas as outras faces, porem uma delas se expressa, enquanto as outras ficam apenas latentes. E como encontrei sete tipos de faces, sendo cada face uma pilha destas sete faces, isto siginifica que em cada face existem sete diferentes dimensões: a dimensão quantica, a eletromagnética, a atômica, a astronomica, a biológica, a emotiva, a conscientizada. Ora, em cada face existe uma faixa de de três faces consecutivas em que os fenômenos são fisicos/mecanicos. Nestas dimensões a melhor maneira de raciocinio para aprende-las e fazer previsões dentro delas é a matemática. Mas ela para aí: a matemática apenas traduz 3/7 de cada face. Por isso ela às vêzes consegue acertar previsões tão distante de nós. Ela atravessa a face onde operamos e atinge os 3/7 de outras faces, inclusive daquelas superiores que ainda não conhecemos. Como por exemplo as equações de Einstein estavam e estão à frente do nosso tempo. Portanto a Matematica se refere ao local e tempo onde operamos. E no trecho a seguir o autor que nada sabe sôbre a cosmovisão da matriz, vindo por caminhos diferentes chega praticamente à mesma conclusão:

At the level of the very, very small, the world is not smooth and continuous. It is lumpy. It’s the world of discrete energy levels and fundamental particles called quantum physics. One way of interpreting the quantum appearance of the very, very small scale is to say that at this level, mathematics is not smooth and continuous. It, too, is lumpy.

This suggests, in turn, that mathematics does not exist in some pure Platonic realm, but that it is just one more messy part of the fabric of the universe. There are, in fact, no universal mathematical laws, and no universal mathematics. Rather, there are local laws — bylaws, if you like. It just depends on where you look. To date, we’ve tended to look on the scale of the everyday and the very large. But as science gazes more and more at the very small, a new kind of math might be the result.

If that turns out to be right, then math may cease to look so unreasonably effective. The miracle, and its perfection, may start to look far less impressive. And if God does exist, future believers may conclude that he is not much of a mathematician after all.

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Interessante informações no site:

The Dawn of Space and Time in a Selfconscious Quantum Universe

http://tonyb.freeyellow.com/index.html

Para quem enviei um Outlook:

Hi… I am following your website because there are very good information for my personal research. It is curious how different persons coming from different pathways in the search for answers, sometimes arrives to identical conclusions. About the number phi, my method has found that it is the mathematical point of any natural system that produces the reproduction of the system, as you can see in the formula at my website. We could changing useful informations for both…

If interested, see the article Sensacional Descoberta: a Explicação para o Número Pi e a Sagrada Geometria , Google it and translate. My website: http://theuniversalmatrix.com

Ohhh… I did not get to sign as guest, I got the message “error”. Any problem about that?

Cheers… Louis Morelli

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