Posts Tagged ‘Ateu’

Como e porque os ateus estão repetindo a mesma fé dos misticos religiosos

domingo, março 24th, 2019

” Faith is the great cop-out, the great excuse to evade the need to think and evaluate evidence” – Richard Dawkins

“Fé é a grande escapada, a maior desculpa para evitar a necessidade de refletir e avaliar evidencias”. Richard Dawkins, o papa dos ateus modernos, autor de livros como “O Gene Egoista”, ou ” A Ilusão de Deus”

Engracado que é justamente disso que tenho reclamado dos ateus como Dawkins nos últimos anos sempre que entrei em debate com eles – considerando-se que quanto aos místicos religiosos isto ja esta tão patenteado que não surpreende mais.

Tenho reunido mais de 2.000 evidencias a favor da Matrix/DNA Theory, e quando cito uma so, eles, ficam furiosos e a negam veementemente encerrando o assunto. Por exemplo, quando um ateu evolucionista repetia que evolucao se define pela mudanca das especies ao longo do tempo e isto ja foi estabelecido por Darwin e os mecanismos da evolucao que ele apontou, eu retruquei:

-” Sabe porque vocês evolucionistas estao tendo que repetir esta mesma ideia vezes e vezes em seguida e os criacionistas continuam a fazer a pergunta e refutar esta resposta vezes e vezes seguidas? Porque os evolucionistas vem sempre com a mesma errada resposta. Evolucao e um processo natural que conduz o mais simples a maior complexidade e ela não foi inventada ou criada do nada pela Terra e pelos seres vivos, ela comecou a 13,8 bilhoes de anos atras e desde entao ela tem vindo – ela mesma evoluindo sob a evolucao – se tornando mais complexa, porem, os princípios basicos dos mecanismos que conduziram a evolucao cosmologica, de atomos a galaxias, continuam na base dos mecanismos da evolucao que conduz os sistemas biologicos, ou seja, os seres vivos. Sem considerar aqueles mecanismos – muitos relacionados inclusive a termodinâmica dos sistemas, ao aspecto eletro-magnetico dos corpos, ao aspecto sistêmico do ciclo vital, etc., – vocês vao continuar com uma teoria da evolucao neodarwiniana cheia de falhas, e são estas falhas que os criacionistas se aproveitam para contestar a teoria.”

Quando o debatedor leu isso reagiu furioso e com xingamentos, dizendo que isso é pseudo-ciencia ( como se fosse possivel existir pseudo-ciencia. Ciencia e a observação e descricao de um fenomeno visivel e tocável seja na mesa do laboratório ou no campo. Não tem como fazer ciencia de um objeto invisível e não tocável. O outro aspecto da Ciencia e que ela faz experimentos com coisas reais e apresenta resultados reais, práticos, que funcionam se forem repetidos. não tem como falsear uma experiencia porque ela apresentaria resultados que depois, repetida a experiencia pelo metodo cientifico tal resultado jamais se repetiria. Entao uma coisa ou e’ Ciencia ou não e’, seria não Ciência. Falsa Ciencia e um conceito ilógico, irracional). escreveu mais umas duas linhas dizendo que atomos e estrelas são uma coisa totalmente diferente de bactérias e cangurus, que evolucao cosmologica nada tem a ver com evolucao biologica, e que eu seria um troll querendo atrapalhar a discussão e devia calar a boca… Claro que o equivocado modelo de atomo que eles tem teoricamente não se parece em nada com um modelo do circuito sistêmico na infra-estrutura de um corpo biologico, e se evolucao cosmologica nada tem a ver esta irremediavelmente explicito que evolucao biologica foi inventada do nada pela Terra, mesmo que outros planetas a tenham inventado tambem por si mesmos. E esta postura mental so pode ser produzida pela fé mística, não consigo ver outra explicacao racional. Com essa fé o debatedor jamais vai no meu website para conhecer e refletir nas mais de 2.000 evidencias e nas dezenas de previsões que ja foram confirmadas. Assim, os erros do passado continuam sendo os erros do presente.

Informativo debate sobre ciencia entre Matrix/DNA x criacionista x ateu

sexta-feira, março 22nd, 2019

xxxxx

O debate se deu em 3/22/19 e esta embutido neste post, postado a cerca de 20 de dezembro/19.

https://www.youtube.com/watch?v=xyhZcEY5PCQ

Wayne Collier  – Our species or at least some members have a quest for knowledge which led to science. And for that we thank you

A Matrix/DNA é atéia? Qual o tipo de Deus deduzido da Filosofia Naturalista?

quinta-feira, setembro 20th, 2018

xxxx

Não. Ateu é o individuo que entra na imaginaria metafisica para dizer que lá não existe Deus. A Matrix/DNA lida apenas com fenômenos e eventos naturais, e perseguindo estes ela chega ate’ as ultimas fronteiras do Universo, o tempo vai até o instante do Big Bang, mas sempre para ai’, e dai’ retorna, revendo o que viu. Então ela não poderia ser deísta – do tipo de deísmo sugerido pela Bíblia – porque em toda essa caminhada ela nunca viu nada metafisico, nenhum Deus sobrenatural. Inclusive acho um contra-senso os deístas imaginarem que exista um Deus “que não é deste mundo”, que é “espirito”, um ser sobrenatural, que faça magicas fazendo coisas aparecerem do nada. Um deus desse tipo seria inútil para humanos. A forma de funcionar sua consciência, sua inteligencia, seus pensamentos, seriam totalmente diferentes dos pensamentos, sentimentos, desejos e emoções dos humanos. Se para um humano é insuportável assistir uma fera predadora comendo uma ovelha viva, para esse deus isso ignorável, sem importância.  Esse deus teria que se vestir de natural quando quisesse se relacionar com humanos, viver no meio de humanos, assistir e interferir na vida de humanos. Teria que comunicar-se nos idiomas dos humanos e ter a voz captável pelos ouvidos humanos. Mas ele não precisa disso, pelo mesmo motivo que a mãe gravida não se comunica com os genes que constroem seu filho. Basta ele ter a certeza que de uma maneira ou outra os genes construirão seu filho e perfeito.

Mesmo que esse Deus fosse metafisico – para entender e se envolver na vida humana, ele não pode ser metafisico. E aqui então, apenas aqui, a Matrix/DNA, tem a sensação, durante sua caminhada, e na analise do que vê, que exista ao menos um deus. Mas é um deus natural, que gera filhos e não cria do Nada. Que gera pelo mesmo processo genético. Que só recebe o nome de deus porque não tem outro nome adequando para algo natural que já existia desde antes do Big Bang, que deflagrou o Big Bang num mero ato de fecundação como meus pais deflagraram o microscópico big bang ao romper da membrana de um espermatozoide no centro do ovulo e deu inicio ao meu corpo num ato de fecundação.

Que só recebe esse nome porque em toda essa caminhada se sentiu uma estrela sempre indicando o norte, e quando chegamos na ultima fronteira, a estrela continua lá, indicando o norte, o mesmo caminho natural. Com esse deus natural ainda seria quase impossível a nos comunicar-mos, pois o resultado aprendido na caminhada indica que esse deus, é hermafrodita, está gravida, e nem uma mãe nem um pai pode se comunicar com os genes que constroem o embrião de seu filho. Talvez a oração fervorosa, de um tipo realmente emocional, especial, seja captada e ouvida e até atendida pelo pai e a mãe, porque ela pode funcionar como quando o embrião chuta a barriga, reclamando que algo vai mal.

A Matrix/DNA nunca se esquece, nos seus estudos, de seu Deus. Porque ela nunca se esquece da Natureza em sua totalidade atuando sobre o minusculo objeto que ela estuda, e isto é seu Deus. Mas ela nunca percebeu nenhuma força atuando nos fenômenos e eventos que não tenha sido detectada como natural, e nunca vê deus influenciando no objeto e nos eventos ao redor dos objetos, então, porque se preocupar ou ocupar-se com sua existência? Basta ‘a Matrix/DNA que ela procura aprender tudo e agir correto para contribuir com o processo da embriogênese, ou seja, com a evolução natural. Alias, em algum lugar foi escrito: ” Se queres conhecer a Mim, se queres saber como penso, observe e estude a Minha Obra!” Todo artista se revela em sua obra. E qual o elo entre um deus, mesmo que fosse metafisico, e o homem? Senão a Natureza?

Porem, não se deve esquecer que a biosfera terrestre, e mesmo esse sistema solar, são partes da natureza mais imediatas e próximas a nos, ao alcance do nosso tato e visão. Mas a Natureza é universal, é o Universo, e este – as fotos do Hubble estão avisando – é de uma dimensão estonteante, parece não ter fim. O ambiente e essa biosfera que nos cerca está em estado de caos, o que é apenas 33% da Natureza, ou de um ciclo da evolução. Depois de conhecido este estado de caos pelo qual nossos corpos físicos foram criados, vem o estado da ordem, já vislumbrado ao se levantar os olhos e ver a perfeita sincronia da mecânica do sistema solar. Para entende-lo temos que superar o pensamento reducionista e entrar no pensamento sistêmico. Mas mesmo depois do estado da ordem ainda temos apenas 66% da Natureza Universal. Os outros 34% por cento vem da comparação entre caos e ordem, de onde emerge seu nome, a SABEDORIA.

Se a Matrix/DNA tem o desejo e a necessidade de ser eterna, infinita, de não morrer com tão pouca vida, ela não precisa de um deus sobrenatural para lhe dizer que ela tem uma essência infinita. Ela aprendeu que todo sistema natural é composto de hardware e software, que sua mente, ou auto-consciência, e o software em seu cérebro. E ela sabe que a copia do cérebro, chamado de computador, tem suas gerações e mais gerações de hardwares abandonados, desaparecidos. Ela sabe que uma copia de um software foi inserida em uma unidade do hardware, que essa copia de software se foi quando o hardware se foi.  Mas ela sabe também que o verdadeiro software nunca foi totalmente colocado num computador. Em cada unidade, em cada geração, o software emitiu uma copia e a destacou para tal lugar, para tal unidade, para executar sua função. Quando aquela copia se vai com o hardware, a função executada, os obstáculos enfrentados, a aprendizagem adquirida, tudo isso é incorporado ao software total que de longe observou.

Assim como o DNA primordial teve trilhões de copias materiais divisíveis e todas morreram ou estão para morrer, mas o DNA primordial continua vivo, apenas evoluiu nestes 3,5 bilhões de anos. Como?  Porque?  Ora porque DNA visível é hardware, mas ele apenas funciona sob um comando de instruções, o qual é invisível, é o seu software, o seu projeto primordial que mais tarde se tornara mente no cérebro e auto-consciência da luz. Um software que não é apenas DNA, mas sim uma Matrix que apenas aqui neste Universo já conta 13,8 bilhões de anos e nunca morreu. E como tudo indica, esse software já tinha muito mais de 13,8 bilhões de anos quando se inseriu aqui.

Em certo momento de sua investigação, a Matrix/DNA flagrou o instante em que o software vem do espaço sideral e se insere num hardware. Foi quando a semente da galaxia chegou a Terra e gerou esta Vida. Nesse flagrante a Matrix descobriu  muito rapidamente, num relance, qual a substancia do software: fótons. Fótons vieram da luz primordial, a 13,8 bilhões de anos atras. Então a Matrix aprendeu que este software entra e sai de corpos hardwares a todo momento, ele continua inteiro, vivo, evoluindo, crescendo. Ele entrou no meu cérebro, ele vai sair, e vai para outro hardware. Isso é o que me interessava saber. Estou realizado.

” No principio, tudo era escuridão, e então a luz surgiu. E dessa luz tudo o mais foi feito”. Se existe deus, de qualquer forma, seus bracos e suas mãos que criam coisas são de luz. Ou a luz é a sua ferramenta. Na luz, todas as informações podem ser gravadas, e como a onda de luz funciona pelo ciclo vital, as informações se tornam vivas.

Todo galho pensa que é a arvore. Mas seus suportes e seus alimentos químicos vem do tronco de uma arvore. A arvore verdadeira tem suas raízes ocultas em algo que o galho nunca conheceu, o solo da Terra. Jamais um galho vai conseguir se agir e se entender como uma arvore. Quanto ‘a arvore, apenas emite cílios, extensões, para realizar certas tarefas, como captar mais luz do sol, etc.. Perdendo um galho, apodrecendo um galho, a arvore continua.

A ideia mais próxima do conhecimento humano que uso como analogia para explicar o que é a mente de um humano é a do lago de água produzindo bolhas contendo água em forma de vapor que sobem, flutuam, e voltam a cair no lago desfazendo-se, seus conteúdo de água misturando-se na água do lago, retornando ao lugar de onde veio. A bolha também pode ser chamada de ego humano, enquanto ela flutua separada do lago. O ego é descartável, o conteúdo da bolha, a auto-consciência, é eterna, volta porque pertence ao lago, o alicerce sempre solido. Mas na verdade não deve e não pode existir nada que possa ser conhecido pelo cérebro humano que sirva de analogia exata ao que seja auto-consciência e o mundo a qual ela pertence. O cérebro humano e o ego não teriam capacidade para processar tal informação.

Sabemos que o Windows existe em cada computador que compramos e jogamos fora, mas sabemos que o Windows continua numa mente fora do computador, na mente do Bill Gates, do pessoal da Microsoft, e continuará na mente humana depois que o Bill Gates morrer.

Agora, como entender que o EU, o EU que é software, não é apenas a copia no meu corpo, e sim algo muito maior que está fora e alem do meu corpo, que quando meu corpo hardware se for, o Eu continuará sendo o mesmo software que terá evoluído, crescido, um pouco mais, eu concordo que é difícil entender isto. Pois a mente do Bill Gates não está dentro do meu computador, aqui só está uma criacão, uma emissão produzida por ela. O Bill Gates não tem a menor idéia da existência deste computador ‘a minha frente. Então como o Eu tem ideia, sabe da existência do meu corpo? Ora, nem precisa saber. Ele só utiliza daqui os efeitos, os resultados, os obstáculos reclamados, para ele aprimorar-se.

Eu não vejo a mente do Bill Gates. Mas nem por isso eu a classifico como metafisica, ou como de outro mundo. Sei que ela existe aqui, agora, e em outros lugares. Por eu não ter acesso a essa mente, não vou nem tentar entende-la na sua substancia, na sua razão de existência, não adiantaria, eu nunca conseguiria. Assim acontece com Eu. Eu não existo aqui neste corpo, este corpo não sabe e não pode dizer o que é o Eu. Não tem capacidade para processar esta informação. A sede do software total, original, real, é onde existe o Eu. Não a copia. O resultado da existência do meu corpo não será inutilizado, ele será absorvido pelo Eu. Ele será sacramentado, entrará no tronco da arvore da evolução, ficará ali registrado para toda eternidade, como base do EU que não é apenas a arvore total, mas a forma transcendental em que ela estará se transformando na sua transcendência.

Talvez o Eu não seja material, não seja natural, talvez seja metafisico. De que me valeria saber isso agora? Nada, ou melhor, só atrapalharia, pois imediatamente eu deixaria de agir naturalmente, a copia do software num computador começaria a dar pane, fazer tudo errado. A copia tem que agir como copia, esta sua função, não querer ser o original. Como disse Don Juan a Carlos Castaneda: ” Estás na Terra como homem, então atue, exista, como homem”.

A copia é a imagem no espelho quando o original mira-se a si mesmo. O espelho se quebra, a copia, a imagem se vai, o original em nada será afetado por isso. A imagem do espelho não pode sair do espelho para ver o mundo do original. Por isso a ultima fronteira do Universo material é – para a Matrix/DNA – o bate-e-volta: dali não posso e nem quero passar agora. Deixei muitos problemas urgentes a serem resolvidos antes.

Ateísmo Surgindo Numa Criança: Doutrinação?

segunda-feira, julho 18th, 2016

xxxxx

O vídeo abaixo trata do depoimento de uma criança de 8 anos sobre uma visão de mundo existente em outras mentes adultas humanas e chamada de ateísmo. E por algum motivo ( doutrinação, ou mutação genético-neuronial, etc.) ela pensa já ter decidido ser uma visão de mundo correta. Isto incomoda a visão de mundo chamada de Matrix/DNA, a qual ‘e minha preferida porem não aceita como Verdade Ultima, e por isso publiquei nos comentários do vídeo o seguinte post abaixo. A seguir exponho o link para outro vídeo como exemplo de como esta doutrinação se faz via Internet e tambem, a seguir, meu comentário publicado:

Post de Luois Morelli: 18/07/2016
Acredita na Ciência?! Mas a ciência apenas lida com os fatos que ela pode lidar ate agora, e ela mostra, comprova, estes fatos. E quando a Ciência lidou com a tal poeira que fez o mundo?! Quantos estudantes a Ciência levou ate aquele evento e provou que ele de fato aconteceu?
 
E’ triste ver uma mente ainda tao infantil, ingenua, de um ser já lastimável que foi produzido por esta biosfera caótica, condenada antes de nascer a morrer um dia… a um tipo de vida absurdo, sendo conduzida por adultos a aceitar sua debilidade e submeter-se ao mundo e sua existência como lhe foi imposta. Ela diz: “Eu vou morrer ( isto e’ fato comprovado cientificamente) – e tudo vai se acabar para mim – dizem os adultos meus sacerdotes (os quais nunca poderiam dizer isso enquanto a neurologia não explicar o que e’ a consciência e não explicar como os neurônios estão relacionados a mente e explicarem os milhões de fatos ocorridos no âmbito da parapsicologia, pois isto não e’ fato cientifico, isto e’ a “teoria” deles).
 
Deixem a mente das crianças livres. Livrem-nas da doutrinação mistica religiosa, porem nada ponham em seu lugar, nenhuma outra doutrinação, pois nenhum humano sabe nada e não tem autoridade para drogar suas mentes. Acreditar na Ciência e’ acreditar nos poucos fatos e limitados ao nosso imediatismo ambiente, a Ciência humana nunca saiu daqui para trazer alguma confirmação do que existe ou não existe em tempos e espaços alem de nossos ridículos horizontes. Ela esta acreditando em teorias cientificas, as quais existem apenas na mente de humanos e não na Ciência. Quem a enganou desta maneira?
 
Nos temos inimigos mortais. O maior terrorista e’ a forca que degenera corpos-sistemas levando-os a morte. Nos temos que investigar este inimigo incansavelmente para ir expulsando-o do nosso território, aumentando a nossa longevidade. Temos os inimigos que produzem este corpo débil, os que destroem nossos ambientes, etc. Nos temos que conduzir estes nossos corpos `a transcendência para uma forma cada vez mais eficiente e poderosa. Mas um deísta ou um ateísta se tornam inúteis nestas batalhas, porque se desviam para outros caminhos e aceitam passivamente a ação destes inimigos.
 
Teacher! Live our kids alone! – já dizia Pink Floyd, referindo-se a liberdade de cada um em elaborar sua própria visão do mundo.
xxxx
E um video exemplar de como esta sendo administrada esta doutrinacao via Internet: ( a seguir meu comentario postado no Youtube.

Por que sou ateu?

Louis Charles Morelli

Você deve saber que os fanáticos ateus de Mao invadem as propriedades e matam os monges do Tibet alegando que a religião deles e’ opio do povo. Stalin, outro ateu, fez o mesmo. Então, se você quer realmente um compromisso com a evolução da Humanidade, não fomente o ateísmo porque existem mentes fracas mas que podem tornarem-se ditadoras, usarem seus argumentos para as justificativas mórbidas deles e você não terá controle sobre eles.
E pare de usar o método cientifico, e seu nome mais arrogante – Ciência – como muleta para o ateísmo. A Ciência lida com fatos, mostra fatos e não tem opinião, principalmente sobre o espaço e o tempo que ela não alcançou ainda, mas sobre os quais a crença ateísta se fundamenta. Que a evolução seja um processo cego, que a admirável complexidade construída por partículas fundamentais,sejam meros produtos de uma sucessão fortuita de acasos, e’ uma valida teoria, porem ainda e’ uma “teoria”. Todas as teorias foram remendadas, modificadas, completadas, portanto, acreditar no estado atual de uma teoria, e disseminar esta crença, e’ o que as religiões misticas tem feito. E teoria não e’ um fato demonstrado cientificamente.
Você acredita na “gravidade”? Então o que você entende por gravidade? Se todas as forças naturais são dicotômicas – todas tem sua anti – qual e’ a anti-gravidade? Esta força que esta fazendo o Universo se expandir, ao invés de se contrair, como teria feito a gravidade? De que e’ composta a gravidade? Porque ainda não demonstraram sua partícula fundamental, teórica, o graviton?
Mas não use esta palavra intelectualmente elegante para impressionar-se a si mesmo, pois o que existe e todo humano, todo mistico religiosos sabe, ‘e que o que estiver solto no ar acima da Terra vai cair no solo. Se nenhum religioso e’ louco para saltar no ar, porque estas usando um argumento sem sentido? Como a gravidade se torna uma extensão dos campos eletromagnéticos dos corpos? Qual a ação da gravidade nos outros estados de densidade da matéria, como nos vários estados previstos pela String Theory e suas 11 dimensões?
Quando Newton teve a sua grande ideia da “gravidade”, ele o fez ao abandonar o chamado de descartes para a omnisciência, o inteiro conhecimento do todo, e admitiu que ele ignorava qual era o componente central de seu sistema – gravitação.
Acreditam em Deus e nada entendem de Deus, como acreditamos em gravidade mas não sabemos o que ela e’. Vamos aceitar a existência das forças de atracão e repulsão, mas dai transformar um conjunto teórico sobre estas forças com o nome de gravidade em ferramenta do acaso absoluto e’ perda do controle mental, porque a mecânica celeste de fantastica eficiente engenharia sugere que a fonte da gravidade pode ser qualquer outra coisa, menos o acaso. Algo contendo em si um principio de ordem e previsibilidade esta’ por trás da força gravitacional. Obviamente. E obviamente este algo esta acima das galaxias, onde a gravidade foi introduzida. E qualquer assunto relacionado ao “alem das galaxias” escapa totalmente ao nosso conhecimento, tudo o que se afira sobre aquele dimensão sera’ artigo de fê. Então a evolução cega, a complexidade produzida pelo acaso, tem que ser um estado de fê, mistico, religioso.
Você sabia da teoria que defende existirem seis faixas de orbitas em volta de uma estrela porque esta força que chamam de gravidade nada mais e’ que a força das ondas de luz emitidas pelas estrelas? E que estas ondas imitam as faixas de frequência vibracionais das ondas de luz, que cada planeta tem sua especifica medida vibracional, e por isso os planetas se movem dentro destas faixas especificas que coincidem com sua vibração? E que a Ciência ainda não tem como derrubar esta teoria? Mas ai a partícula fundamental seria o fóton ( este sim, já detectado) e não o graviton.
Eu prefiro a visão de mundo denominada Matrix/DNA Theory porque ela tem acertado mais que todas as outras, nas suas previsões. E esta teoria sugere que a enorme complexidade de hoje evoluída a partir da singularidade inicial o foi porque existe uma formula natural inserida nesta longa cadeia de causas e efeitos que vem rolando a 13,7 bilhões de anos. Mas desconhece-se a origem desta formula. Apenas se sugere que os sensores do cérebro humano não podem capta-la e portanto não pode processar esta informação e portanto ACREDITAR EM QUALQUER VISÃO DE MUNDO E’ IRRACIONAL. Seja deísta, ateísta ou outro diabo qualquer inventado pelos pequeninos e limitados cérebros humanos.
Devemos sim, criticar e não participar de maneira nenhuma destas organizações, mafias, religiosas. Mas o método correto e responsável de minar seus alicerces e’ investir mais na busca cientifica e mostrar os fatos reais. Eles por si só vão desmascarar as mentiras de hoje. E vão nos encaminhar para o caminho correto, a Verdade correta, que deve ser uma alternativa diferente da dicotomia “existe Deus, não existe existe Deus”. O que existe de fato nosso cérebro ainda não pode processar.

Instrutivo Vídeo: Minhocas São a Causa de Agressivo Debate Entre Cientistas Religiosos e Ateus: Multicelularidade e Embriogenese

sexta-feira, maio 1st, 2015

xxxxxx

Os biólogos Paul Nelson ( liderando o grupo dos criacionistas em volta do Discovery Institute) e PZ Myers ( liderando os ateus em volta do blog Pharyngula)  num debate interessante sobre embriogenese de minhocas mas cuja verdadeira intenção e foco é o politico debate entre os cientistas e intelectuais que acreditam que a Vida é produto do Acaso e os que creem ser produto de um projeto inteligente. Quando eu tiver tempo volto para traduzir os debates, por enquanto indico os links abaixo:

Do lado criacionista:   

More on the White Space in Evolutionary Thinking: A Critic Responds to How to Build a Worm

Ann Gauger April 30, 2015 12:25 PM

http://www.evolutionnews.org/2015/04/the_white_space_1095671.html

E do lado materialista:

The wisdom of worms

http://freethoughtblogs.com/pharyngula/2015/05/01/the-wisdom-of-worms/#more-23829 

Como Ser um Ateu que Acredita num Deus Natural

quarta-feira, dezembro 14th, 2011

xxxx

O menino ateu

xxxx

O motivo pelo qual escrevo estas linhas é forte. Pela oitava ou décima vez na minha vida cheguei ao ponto de me preparar para o suicidio. Para mim, a minha morte sempre foi vista como algo sem muita importancia, e até uma ocorrencia necessaria e bem-vinda. Preparei tudo nesta manhã, de maneira que quando saí à rua para comprar um café, novamente olhei o mundo como das outras oito ou nove vêzes, com o pensamento de que dentro de alguns dias êste mundo continuaria exatamente como está, apenas não teria mais a mim caminhando nas ruas, o que, para as pessoas daquela rua, seria indiferente. Tudo dependia de um resultado às duas horas da tarde, e eu sentia pelas probabilidades que o resultado me seria negativo. Quando voltei do café, tendo que permanecer quieto e à espera do resultado, procurei no computador o meu website e nêle, o vídeo com minha musica preferiada para meditação. Então deitei-me com as luzes apagadas, em estado meditativo, viajei pelos mundos imaginarios e fiz os discursos imaginarios que prefiro, justificando minha decisão, avisando o meu mundo imaginario, se êle não fizesse rápido alguma coisa para influenciar no resultado, êle nunca mais teria a minha visita. Avisei a imaginária Matrix/DNA que se ela não interferisse com suas cópias na Terra que estão dentro das pessoas que iriam decidir o resultado, ela perderia seu unico divulgador e defensor na Terra. Um ateu, e um agnóstico, não tem amigos imaginários, mas alguns tem imaginarias fôrças invisiveis naturais como aliadas. De repente o telefone tocou, antes da hora marcada. Era o resultado. Positivo! Batí palmas, rí sózinho, e despreparei o suicidio, planejei a nova vida, os próximos passos. Mas em meio à alegria que sentia, era impossível se esquecer de uma frase ouvida não sei onde: “Sou como gato, tenho mais que sete vidas!”. Isto já deixou de ser racional, causal, são dez ocorrências tão semelhantes que não suportam mais a hipótese de mera coincidências: algo de oculto ao meu conhecimento existe, sem sombras de duvidas. Algo que é uma fôrça, com poder de atuar na matéria, e como qualquer ateu racionalista, concluo que tem de ser uma fôrça natural, apesar de desconhecida, que não consigo ainda captar e entender. E como qualquer filósofo naturalista, não resisto a uma questão como essa, retornei ao ponto de meditação, recorrendo à memória do que é o mundo em que existo, para tentar obter uma resposta. Fiquei animado com a conclusão hipotética final: trata-se de fôrças que existiriam como ondas transmitindo sinais, como as ondas do som, invisíveis, imperceptiveis aos nossos sentidos, mas que existem e atuam na matéria. Ácho que esta hipótese é muito consistente, em bases racionais, lógicas, e me dará mais fôrça daqui para a frente, mas ela deveria ser partilhada, para igualmente dar mais fôrças às pessoas que aprecio. Por isso, sento-me perante esta máquina agora e escrevo o que vem a seguir:

Se você é um ateu intelectualizado, que não é ateu por ser ainda apenas um bárbaro, saiba que és o tipo de pessoa que muito aprecio e com quem seria imensamente grato partilhar a existência. Quando penso que o compreendo e acredito que conheço os motivos pelos quais és ateus, uma tristeza me abate. Sinto porque acredito que para seres o que és, passastes pelas sofríveis experiências das crises existenciais, as quais forjam a superestrutura de uma consciência que vence sua infancia mística. E sinto porque acredito que muitas vêzes choras no silêncio de sua consciência o pêso da solidão mental e as dores inflingidas pela agressividade do mundo sôbre os seres que são aqui gerados ainda pelo processo dos ovos abandonados ao tempo, aos predadores e ao próprio destino. Mas sinto orgulho de ti porque acredito que és um forte, o mais forte dos seres humanos, que vencestes fraquezas da espécie que a maioria ainda não o conseguiu. E sinto esperança em ti porque acredito que és um soldado pronto para lutar pela mesma causa que eu acredito e luto: a liberdade, a dignidade e a soberania cósmica para a Humanidade. E o estimo porque acredito que tens os mais elevados valores morais segundo os meus conceitos, uma moral que se impregna de sentimentos humanos da compaixão, do respeito e uma espécie do “auto-oferecimento” que conduz alguns dos menores órfãos e abandonados nas ruas da vida a procurarem seus semelhantes em iguais condições para juntos se reforçarem, adicionar fôrças para transformar êste mundo do estado de caos num mundo em estado de ordem onde todos possam serem felizes.

A ti, e apesar de eu ser ainda um perdedor e débil em fôrças, a quem não podes desviar atenção na sua luta para ouvir, grito esta mensagem, ao menos para saber que contas com apoio vinda da retaguarda do pelotão, que não existes como unico nesta escura solidão, cuja mensagem acredito que pode atuar como mais um estímulo e motivação para manteres a sua fôrça nas batalhas.

Aqui em baixo, ou na retaguarda do campo de batalha, passei por algumas experiencias que não percebestes, e penso que, se as conheceres, será bom para te manter forte, e o quero mais forte que eu, pois assim existe a possibilidade que de cima e da vanguarda estendas a mão para acelerar minha elevação e meu avanço tambem, enquanto que seu estiver acima e na vanguarda teria que interromper minha subida e avanço para lançar-lhe a mão e busca-lo para posições onde continuarias a existir como um necessario suporte.

Estas experiencias me conduziram a acreditar que ví algo do inimigo e da batalha que teremos à frente, elaborei uma teoria que peço a escute e analize, pois teorias às vêzes podem ser o guia certo e salvador, como é possível que a teoria do Higgs boson, que tem guiado os nossos Físicos nos planos de batalhas, se confirme como o objeto real, e asim ela nos conduziu a mais uma vitória.

O ateísmo nos aproxima por certas propriedades da mente, as quais nos conduzem, ambos, á busca de realizações dos mesmos sonhos, mesmos ideais, salvo pequenas diferenças. Êstes ideais são elaborados pelo estado mental ateísta que produz visões calculadas mas imaginarias diferentes do estado mental mistico. Uma destas visões diz respeito à existência da Vida no Universo. Nós supomos que nos milhões ou trilhões de astros existentes semelhantes aos nossos devem existir muitas outras formas de Vida. E seguindo nesta linha de raciocinio, nossa intuição nos leva ainda a supor que dessas formas de vida, algumas sejam inferiores e outras superiores, evolutivamente falando, em relação à nossa atual forma de vida. Não temos mais a pretensão dos misticos de que sejamos especiais, nos colodando nem no centro, nem no tôpo, nem no extremo da base: as probabilidades racionais sugerem-nos que estamos de algum modo, em algum ponto intermediário nessa escala evolutiva. Então temos quase como certo que existem no Universo formas de vida supeiores e talvez muito superiores à nossa. O que não conseguimos resolver é o problema do porque não nos contactam, não se mostram a nós, ou porque não passam por aqui, ao menos. Sinto-me como um elemento de uma tribo primitiva existindo no meio da selva amazônica, a qual ainda não é do conhecimento nos paises civilizados. Ou talvez alguns dos mais civilizados sabem da nossa existência, mesmo que seja através apenas de seus satélites espiões espaciais. Talvez estejam até explorando algo de nossas terras através de traidores conscientes ou inconscientes da nossa própria espécie. Talvez estejam até nos ajudando através de benfeitores conscientes ou inconscientes da nossa própria espécie. E talvez os selvagens da tribo na selva tenham alguma percepção que em outros lugares distantes, existam mais seres humanos, sejam brancos, ou igualmente amarelos, ou negros. Êstes “talvezes” são fortes, possuem consistências, porque são racionais, porque se destacam no nosso calculo das probabilidades.

Mas porque gasto nosso tempo dizendo isso, lembrando-o do que tenho quase certeza, já o sabes? Porque quero chegar no próximo ponto: “Consciência”. Da mesma forma que a acontece com a Vida, se aqui na Terra surgiu êste fenômeno mal compreendido que denominamos “auto-consciência da própria existência”, é provavel que no Universo e talvez alem dêle, existam outras formas de consciências. Nosso senso comum de ateísta e nossa humildade nos conduz a assim apostar: não somos a unica e central consciência existente no mundo. E da mesma forma que a Vida, devem existir auto-consciências menos evoluídas e outras mais evoluidas que nós. Talvez não existam, seria possível, mas não de acordo com um minimo calculo das probabilidades. E da mesma forma, nos perguntamos onde estão estas consciências mais evoluídas?! O que fazem agora? Terão algumas delas, ou muitas delas, o conhecimento de que aqui nêste pequeno ponto perdido da imensidão sideral, nêste infimo território de uma selva universal de astros e predadores como buracos negros, existem e vivem seres nos quais começa a despertar a sua mesma propriedade consciente?!

Como ateus temos uma visão de mundo especifica, uma moral especifica e sentimentos especificos humanos, diferente inclusive dos misticos. Nossa visão de mundo nos leva a supor que as possiveis e provaveis consciencias superiores existentes não tem conhecimento da nossa existencia e talvez nem mesmo do nosso nicho espacial existencial, apesar de que, assim como aqui de New York sabemos que existe o território da Africa, não sabemos o que existe nos rincões mais profundos de suas selvas. Eu viví de seis a sete anos na Amazônia, entrei em territórios onde não existem traços da passagem de outros brancos, e me lembro de ter visto, captado sinais de existências, e ouvido falar nos povoados da entrada, das existências de coisas que aqui desconhecemos ainda. Mas não somos fundamentalistas em nossa visão do mundo, sabemos que ela ainda é débil e cheia de êrros, e por isso tambem podemos supor que, talvez, consciências superiores existem em outros locais e talvez tenham conhecimento da nossa existência.

Quanto aos nossos sentimentos humanos especificos, nos levam ao próximo passo racional de supor que, na hipótese de existirem consciencias superiores e que tenham conhecimento de nossas existências, então suas consciencias não funcionam como a nossa. Não possuem os mesmos tipos de sentimentos que temos. Não são estabelecidas em cérebros “hard-wired” como são os nossos. Porque? Porque vemos que a superficie da Terra está coberta por uma biosfera em estado de caos, e vemos que nêste caos existem choros e ranger de dentes de consciências que aqui existem. São consciencias da nossa espécie humana, semelhantes a nós, e nosso tipo de snetimentos nos conduz a nos sentir-mos contrariados, incomodados, desejosos de atuar em cima destas ocorrencias. Não suportamos assistir às toruras de consciencias aqui e se tivermos o minimo poder de ação atuamos de fato para interromper estas torturas, não importa que quem esteja sendo torturado seja tambem mistico. Então nos lembramos da hipótese da existência de consciencias superiores que tem conhecimento da nossa existencia, que podem inclusive assistir-nos, por meios que podemos supor, enquanto existimos assim.

Esta hipótese é forte porque se sustenta facilmente no calculo racional das probabilidades. E então vem a inevitavel questão: porque não atuam para interromper estas torturas, se as consciencias aqui, mesmo que estejam no estado bárbaro ainda, são em todo caso suas semelhanças, de sua própria espécie?!

A resposta primeira, lógica e fatal, é: não são feitos do mesmo tipo de nossos sentimentos. Funcionam diferente, com outras conclusões, outros tipos de sentimentos e emoções, outra visão de mundo, outros comportamentos. A ponto de não entenderem que consciências aqui quando choram e imploram é porque estão mal e até mesmo sendo torturadas.

É por isso que um ateu não tem amigos imaginarios. Porque as consciências superiores não têm amigos, nem sabem o que é isso. Amizade é uma invenção real que funciona, mas apenas humana. Consciências superiores possuem nos seus semelhantes em estado evolutivo inferior a noção de “partes do meu tôdo”. É como as células superiores do cérebro devem considerar as células dos pés. Socorrem se podem, sentem suas dores, consideram-nas inprescindiveis porque precisam dos pés para se moverem, diferente das relações entre amigos. O ateu suspeita que consciências superiores são fôrças naturais que podem serem compreendidas, utilizadas e suas aliadas. Utilizadas como quando as células do pé mandam um sinal de alerta de perigo e as células do cérebro tomam providências, atuam como fôrças, que podem evitar o perigo.

E aqui chegamos a um nome: Deus. Porque? Porque os misticos existem antes de termos nascido e inventaram palavras, nomes como êsse. E tiveram seus pensamentos, suas conclusões de acordo com sua diferente visão do mundo, muitas vêzes forjadas sob tipos de torturas que felizmente nunca experimentamos. Nesta visão diferente chegaram a algumas conjecturas que se assemelham às nossas conjecturas. Uma delas é a respeito da hipótese de existir ao menos uma consciência alienigena superior à nossa. E a essa hipótese deram o nome de Deus. Apesar da hipótese ser quase a mesma para ateus e misticos, no seu prosseguimento conjectural produziram produtos finais que foram se distanciando entre si, de maniera que a mesma ou mesmas consciencias superiores hipotetizadas se tornam revestidas de qualidades e atributos muito diferentes. Uma destas diferenças é esta, onde as consciências dos “deuses” dos misticos funcionariam da mesma forma que a consciência humana. Esta diferença poderia ter sido produzida por diferenças entre as próprias consciencias humanas, entre ateus e misticos: para os misticos, as consciencias superiores, seus deuses, assistem e sentem as torturas humanas, mas nada fazem para evitar as torturas que acontecem e estão acontecendo pelo mesmo motivo que os valores morais e sentimentos dos misticos impedem que eles sintam vontade ou interêsse em fazê-lo. Para este tipo de ausencia de vontade e ação os misticos apresentam justificativas na forma como sua visão de mundo descreve a História, uma história em que torturas atuais seriam males necessários corretores de êrros passados executados por consciências com caráters imperfeitos. Assim as consciencias dos misticos seriam diferentes das consciencias dos ateus como nós, que jamais nos permitiriam nos manter-mos inertes perante tais cenas. Nossa consciências não nos conduzem a descrever a História da mesma forma, não encontra e não aceita de maneira alguma nenhum tipo de justificativas: somos impelidos instintivamente à ação para interromper qualquer tipo de tortura não apenas a consciencias nossas semelhantes, mas a qualquer ser vivo. Então a idéia que fazemos das possiveis consciencias supeirores não nos conduz a simpatizar com a palavra, o nome, “Deus”. Mas apesar do nome, temos algo em comum com os misticos, nossas razões nos levaram a supor a existência de consciencias superiores em nosso caso, e de ao menos uma, no caso de alguns misticos.

Supomos que entendamos e aceitamos essa palavra, êsse nome. Isto porque chegamos à conclusão que ao mesnos alguns misticos tambem, como nós, não apreciariam assistir às torturas, mas sabem que nada podem fazer para evita-las, e no seu desespero por tal impotencia, inventam imaginariamente suas Histórias, as quais os servem como emplastos. Não nos esquecemos que existem alguns misticos que poeraim sim, evitar cenas de torturas mas não o fazem e até se tornam protagonistas delas. Para com estes não temos diálogos e odiamos os seus deuses, inclusive o nome, a palavra.

Poderíamos aceitar o nome, se de repente descobrissemos que as consciencias superiores existentes possuem sentimentos com afinidades com os nossos, mas igualmente descobrissemos motivos racionais do porque não atuam. Não atuam porque não podem, não são magicas, são tão naturais como nós. Não existiria nenhuma consciência superior capaz de certas ações. Com todo seu conhecimento e poder que tal conhecimento lhes confere, a unica maneira de interromper certas torturas seria matando a vitima. E não acham certo fazer isso. É o caso de eliminar-se a doença de uma vaca aplicando-lhe uma injeçao mortal. Eu preferiria aplicar uma injeção mortal indolor a uma vitima sendo torturada do que vê-la continuar sob a tortura. Mas talvez vacilaria em fazê-lo se conhecesse algo indicando que a doença será de alguma forma curada e a vitima voltará a sorrir. Me sentiria mal se eu fôsse a causa de eliminar dela a sua possibilidade de sorrir. Talvez isto esteja ocorrendo com talvez possiveis consciencias susperiores que talvez tenham conhecimento de nossa existência e talvez estejam se sentindo mal com nossas cenas de torturas. São muitos “talvezes” mas note que um foi um efeito racional do outro como causa tambem racional, quer dizer, do nosso tipo de racionalização.

O que isto mudaria em nossas vidas? Se isto estiver realmente acontecendo? Me refiro à estas hipóteses sõbre possiveis consciências supeirores.

Em que esta teoria, elaborada por alguem na retaguarda da batalha, poderia ajudar soldados que descansam na frente de uma pausa na batalha e tentam planejar as próximas estratégias?

Para responder a isto, o soldado da retaguarda vai contar umas experiências que são desconhecidas aos guerreiros da frente. E por fim apresentar um desenho geral imaginado que resultou destas experiencias sôbre o que é, como é, quais as próximas intenções, do inimigo, e como serão as próximas batalhas. Antes de mais nada, menciono que tenho uma definição teórica para o nosso inimigo: ignorancia do significado da nossa própria existência e da existência dêste mundo, como causa de nossas impotencias e debilidades. Essa definição dá uma idéia ainda difusa, que não explica tudo, mas já serve para o soldado da frente decidir se continuará prestando atenção no ajudante da retagurada ou não. Por ora tenho que fazer uma pausa temporaria neste relato, mas antes de aqui voltar, peço que, se tiveres tempo disponivel d6e apenas uma olhada na pagina “Home” dêste website. Servirá para facilitar o entendimento do que diremos a seguir. Até já… vou agora ajudar a preparar o almoço para o batalhão…

(A seguir: a História do Green Card e do gatinho na neve sob o carro)