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O DNA Disperso das Bactérias… Estava Escrito nas Estrêlas

segunda-feira, janeiro 26th, 2015

Você sabia que seu corpo não é… bem… não é seu? Vocé só é dono/dona de 10% de seu corpo. Os outros 90% não lhe pertencem.

Calma, não fique alarmado/a porque não vou denunciar mais uma dessas teorias da conspiração, dizendo que alguma companhia ou governo se apossou do titulo de propriedade de 90% do seu corpo.

Acontece que seu corpo é formado por bilhões ou trilhões de células, mas 90% destas células pertencem a outros seres vivos, chamadas “bactérias”. Você é um eco-sistema ambulante! Portanto louco daquele que negligencia, ignora o conhecimento sobre o que é, como vivem, o que precisam, quem é, uma bactéria. Estará ignorando a maior parte de si mesmo. Vamos então aprender algo muito importante sôbre as bactérias.

Observe a estrutura básica de uma bactéria

 

As bactérias são dos seres vivos mais primitivos que apareceram na Terra, consistem apenas de uma célula, a qual está incompleta em relação as células mais modernas, como as que compõem 10% dos nossos corpos. Elas não possuem uma membrana separando o núcleo do resto da célula. Sem uma membrana nuclear, o seu DNA fica disperso, nadando, no liquido da célula, o citoplasma. Ora, isto nos leva a pensar que o ser ainda mais  primitivo que existia antes e evoluiu para bactéria, também não tinha membrana nuclear, que seu DNA tambem estava livre da cela nuclear. E é justamente isso que descobrimos depois da fórmula da Matrix/DNA. Acontece que esse ancestral da bactéria não estava na superfície da Terra e o seu corpo inteiro nada mais era que o próprio DNA. As organelas que hoje temos em nossas células – como ribossomos, mitocôndrias, lisossomos, etc. – estavam “dentro” do DNA! Eram as bases nitrogenadas e açucares que hoje constituem os nucleotídeos. Coisa de louco… mas totalmente racional.

Sugere a fórmula, que os sistemas astronômicos como os estrelares e galácticos, tiveram uma unidade fundamental comum a todos eles, assim como o DNA é hoje aqui na Terra, a unidade fundamental comum a todos os seres vivos. Essa unidade fundamental é como um tijolo, um bloco de uma construção, mas como esse nome no idioma português fica meio esquisito,vamos usar o nome em inglês: “building block”. Portanto, os sistemas astronômicos tiveram seu building block, mas a grande surpresa é que, ao montar a anatomia desse building block astronomico, a Matrix/DNA nos levou a perceber que se ele for miniaturizado – ou seja, reduzido seu tamanho astronomico para o tamanho microscópico – ele tem a mesma figura e funcionalidade de um par lateral de nucleotídeos… que é o building block do DNA! Imediatamente gritamos “Heureka!!!”… ao descobrir que o DNA nada mais é que o atual produto evolucionário de um building block universal, uma “Matriz”, que vem desde antes da formação dos primeiros astros e galaxias!

 

Mas tínhamos um problema: como é que o building block astronomico veio parar na superficie da Terra e levantar-se, sair caminhando como um ser vivo?!

Tem que ter sido por um mecanismo parecido com o processo genético: memória registrada de um corpo-sistema adulto, duplicação dessa memória e separação entre as duas duplicatas, transmissão dessa segunda cópia para um novo ambiente externo, construção de outro corpo-sistema obedecendo a ordem cronológica de como os dados foram registrados na memória, nova duplicação dessa memória, e assim se dá o ciclo da Vida que denominamos “genética”. Porque denominamos os dados registrados nessa memória, de “genes”.

Mas porque o processo genético tem que ter sido o mesmo aplicado na passagem do building block astronomico, para o building block dos seres vivos? Ora… pura dedução racionalista: não conhecemos outro processo natural que faça isso, todas as passagens posteriores dos building blocks biológicos foram por este processo, seria ilógico inventar imaginariamente outro processo por achar que antes os building blocks se moviam, se transmitiam, de modo diferente.

Então o que descobrimos quando aplicamos o processo genético para calcular como uma galaxia caiu na Terra e diminuiu tanto de tamanho e saiu por aí engatinhando atrás de comida?!

Não posso aqui descrever completamente como foi esse calculo,  pois isto demandaria um livro. Então vamos resumir.

O building block astronomico é um sistema e dinamico, funcional, quase assim como é o corpo de um ser vivo. Com uma importante diferença: enquanto o building block do DNA e todos os seres vivos são sistemas abertos – interagem com as coisas do mundo externo a eles, evoluem, etc. – o building block astronomico é um sistema fechado em si mesmo, não interagindo com nada desse mundo e pretendendo ser eterno, sem se transformar e evoluir. Tais sistemas seriam uma espécie de moto continuo, um motor perpétuo, se não existisse a lei natural da degeneração e morte, a qual pode ser medida por nós. A unidade de medição dessa degeneração não é o metro nem o quilo, ela se chama “entropia”. E quando  a entropia ataca o building block astronomico ela não começa pelo centro nuclear do sistema, mas sim pela superficie, pela periferia do sistema. Nos sistemas abertos, a degeneração e morte já está determinada no DNA, ela vem de dentro para fora; no sistema fechado ela vem de fora para dentro, como ocorre nas erosões das rochas. Parece até que Deus ou o Universo tem um propósito para as coisas que existem dentro do Universo formando a Natureza, esse propósito determina que haja evolução, que ninguem fique parado e eternizado numa forma provisória dessa evolução, por isso todas as formas são  provisórias, todas tem que serem transformadas e as antigas desaparecem, e se alguem tentar o contrario, não adianta, pois o Universo tem uma carta escondida nas mangas e aciona-a: “A Morte!” Brrrrr….

Começando de fora para dentro, a degeneração vai fazendo com que as menores particulas de um corpo saiam fora do seus canais e fluxos normais, de suas posições anteriores, e como o sistema é fechado não permitindo que nada entre nem saia dele, estas particulas degradadas de massa e energia se interiorizam, indo direto para o centro do sistema. Voces já ouviram falar nos temidos e nocivos radicais livres que se movem dentro dos nossos corpos? Pois são as tais partículas entrópicas, com a diferença que nossos corpos são sistemas abertos e podem expulsa-los.

Assim um sistema termodinâmico em equilíbrio começa a desmoronar e colapsa-se sobre si mesmo. Mas em se tratando de sistema astronomico, esse colapso demora milhões ou bilhões de anos humanos. Graças a esse tempo gigantesco, seres vivos podem surgirem dentro de um sistema em colapso, tem tempo para evoluírem e emigrarem para fora de um sistema solar e de galaxias antes que caiam sobre suas cabeças. Ora, quando os radicais -livres, que são as menores particulas de um sistema, e por isso vamos chama-las de bits-informação de um sistema, caem em direção a um centro nuclear, eles podem encontrarem no caminho um obstaculo, tal como um planeta, e assim se quedam e se agregam ao planeta. Ao continuarem caindo se juntam em certos locais. Acontece que cada particula imita o tôdo, é o todo miniaturizado, e se o todo é um sistema funcional, como são os sistemas vivos, estas particulas parecem e se comportam como “vivas”. Ao se encontrarem com suas antigas vizinhas vão se conectando e depois se conectam com as que eram vizinhas mais distantes… e acabam por recriar o sistema de onde vieram… em miniatura! Isso é o mesmo que… genética! Esta era a forma não-viva, cosmológica, da genética, antes dela chegar a nós. Um corpo humano adulto, medindo 2 metros e pesando 80 quilos, é reduzido a um microscópico óvulo ou espermatozóide, transmitido para um novo ambiente, e dali, um corpo humano é formado com 30 centimetros e 3 quilos, para crescer e ter as mesmas medidas do corpo do qual veio! Nanotecnologia e giantologia naturais! Esse mundo não é mesmo… bonito ?!

E fica ainda mais bonito quando percebemos como agora… que tudo já estava escrito nas estrêlas!

Mas notamos que existe uma diferença na transmissão genética entre um buiding block astronomico para um building block do DNA, e na transmissão da memória de um corpo humano adulto para um bebê: enquanto no caso humano o genoma vai encerrado dentro de um pacotinho, uma membrana nuclear ( como é o espermatozóide, o óvulo), no caso astronomico ele vai “disperso”, com seus bits separados, no tempo e no espaço.

Êpa!… Êpa! Pera aí… Você disse “disperso”? Mas já ouvi essa palavra hoje e aqui… onde foi mesmo?

Dissemos que o DNA da bactéria está disperso no citoplasma. Ele tambem não tem uma membrana como nos espermatozóides ou nas células modernas. Mas o DNA das bactérias já apresentas um grande avanço evolutivo em relação a seu ancestral que paira nos céus: ao menos, ele não tem seus bits, seus genes dispersos.

Você percebeu como fica bonita a História do Mundo quando conseguimos entender mais coisas e começamos a juntar os palitinhos? A conetar os elos evolucionários? A bactéria é uma forma intermediaria entre o ancestral celeste e a primeira célula realmente completa na Terra. Antes era a dispersão total, dos genes separados entre si e das cópias da “Matriz/DNA” tambem separadas entre si. Depois os genes conseguiram se unir e formar um todo coeso, mas esse todo ainda era disperso no ocano de citoplasma. Depois se gerou uma membrana para separar o todo coeso do resto da matéria externa, nada mais é disperso agora. Assim caminha a evolução: passo a passo, degrau por degrau, os building blocks vão construindo um edifício cada vez mais sólido, perfeito. Uma bolinha inicial no meio de um oceano – uma mórula no meio amniótico – se torna um forte e belo edifício… glup… quero dizer… um belo bebê!

Mas parece mesmo que tem alguma inteligencia fantástica por trás disso tudo! Essa diferença entre transmissão de dados dispersos ou empacotados causa um resultado tambem bem diferente: se os genes chegam num ambiente dispersos, se juntam meio caoticamente e formam sistemas incompletos, de muitas formas diferentes; se os genes chegam todos unidos dentro de uma nave ou capsula membranosa, só existe uma forma possível a ser gerada, que é a cópia exata do sistema de onde vieram. Por isso que os genes vindos do céu criaram na terra essa enorme diversidade de formas de seres vivos…, enquanto os genes que vieram de nossos pais só poderiam criar uma unica forma de ser vivo… à imagem e semelhança de nossos pais. Entendeu agora de onde surgiu essa diversidade das espécies? E o mundo não é mesmo uma belezura?

Devido o mundo e suas criações – como os corpos humanos – serem belos, é que eu queria ser o dono único do meu corpo total. Estou mesmo decidido a botar estes 90% de bactérias para fora…

Glup… Mas aí vou ficar com apenas 18 centimetros de altura, 8 quilos, e não acho que meu corpo vai funcionar mais direito. Está decidido! Podem ficar aí… donas bactérias.

Bacterias Formam Caravanas e Constroem Cidades, e a Matrix/DNA Descobre no Mundo Quantico de Onde vem estas Habilidades Bacterianas!

quinta-feira, dezembro 4th, 2014

Baseado no artigo:

Should I Stay Or Should I Go

http://biologicalexceptions.blogspot.com/2014/09/should-i-stay-or-should-i-go.html

( Nota ao autor da Matrix/DNA, ou seja, de mim para mim: voltar a ler este artigo por completo esmiuçando cada detalhe)

Um grande problema que cedo ou tarde ataca a maioria dos humanos e teremos que resolver é a chamada “virulência pathogeneses”. Um dos mais grosseiros exemplos é o “pus” que se forma nas feridas e pode se alastrar por todo o corpo. Um brilhante estudo publicado no artigo com link abaixo revela como as bactérias usam seus flagelos para moverem-se nadando nos líquidos dos corpos ou para se conectarem em grupos formando “cidades bacterianas”, de onde resulta a virulência. Mas como sempre, os humanos teimam em continuar se espraiando nas superfícies dos problemas, sem realizarem o sacrifício de mergulhar mais fundo para resolvê-los de uma vez por todas.  Apenas eu com a minha Matrix/DNA estamos realizando estes mergulhos onde humano algum jamais foi, porem, o fantástico do que estamos vendo torna nossas narrativas sem efeito, pois ninguem as entende. Veja este assunto como um exemplo.

Bactérias nada mais são que um amontoado de átomos organizados de uma peculiar maneira. Elas não possuem quaisquer dos nossos sensores cerebrais, nem mesmo um sistema nervoso difuso, portanto elas nada sabem dos objetos do mundo ao redor. No entanto elas fazem coisas que parecem vir da inteligencia. Suas “cidades”, conhecidas como biofilmes, possuem canais, viadutos, tuneis, existe divisão do trabalho, etc. Como isto foi possivel?!

Bactérias surgiram com flagelos, e eles os usam para nadar, individualmente, claro. Porem, em certo momento, elas se aproximam umas das outras, abraçam-se ou dão-se as mãos – com seus flagelos – e passam a nadarem juntas! Assim vão mais rapido porque cada uma colabora com uma parcela de força e a força total obtida pelo grupo retorna sobre cada uma acelerando-a, empurrando-a, e protegendo-a contra ataque de predadores. É como aquelas caravanas do velho oeste americano: se um individuo tentasse atravessar o deserto sózinho demoraria meses, tendo que parar todas as noites para dormir, etc., mas provavelmente não o faria porque indios ou ursos o matariam. Unidos em caravanas a viagem tornava-se muito mais rapida e seu numero os defendia dos ataques. Mas humanos o fazem porque tem inteligencia e bactérias nem sequer possuem olhos para ver suas semelhantes. Então de onde veio as habilidades exibidas pelas bactérias?!

Os cientistas de hoje não se fazem sequer estas perguntas, mas se não as fizermos e obtermos respostas, nunca vamos conhecer e entender o grande quadro, e com isso vamos continuar botando remendos em roupa velha, continuaremos buscando como combater os efeitos da virulencia sem buscar eliminar as causas da virulencia. Apenas eu ( e desafio alguem que a me mostrar quem mais fez isto alguma vez na História da Humanidade ou que esteja fazendo esta investigação hoje, pois eu nunca vi e não conheço) estou descendo o mais profundo no solo até as pontas das raizes para tentar enxergar a doença de uma arvore enquanto a maioria fica acima do solo podando os galhos doentes, eternamente.

Há bilhões de anos atrás, desde as origens do Universo, havia elementos que se moviam, ora individualmente na forma de ondas, ora unindo-se em suas formas de ondas numa só onda que imediatamente se tornava uma partícula materializada. Bacterias movendo-se individualmente na corrente sanguínea são praticamente invisíveis, mas quando se unem num grupo coeso e entrelaçado de repente são vistar como “pus” ou um caroço. Tudo igual a bilhões de anos atras quando a vida bacteriana nem sonhava existir. Mera coincidência? Ora, bactérias são o estado evolutivo atual daqueles elementos de outrora. Ninguem se surpreende quando um bebê recém-nascido chora revelando que está com fome se “parece” com quando seus pais adultos reclamavam quando estavam com fome, mas ninguem quer aceitar que bactérias já nascem com as tendencias e comportamentos iguais de seus ancestrais.

Aconselho a lerem o artigo que é muito instrutivo e interessante e necessário para ampliar nossa inteligencia saudavelmente ( a qual depende do maior conhecimento real dos fenômenos naturais e transformação destes fenômenos externos em imagens e informações mentais),  e ver os meus comentários ali postados nessa causa perdida e longa batalha de tentar fazer com que estes indivíduos se despertem e resolvam eliminar nossos problemas de uma vez por todas.

Should I Stay Or Should I Go

http://biologicalexceptions.blogspot.com/2014/09/should-i-stay-or-should-i-go.html

This is a false color image showing the branching of a bacteria colony in a swarm. Dr. Eshel Ben-Jacob from Tel Aviv University produces these images as science and art. See many of his images at this site.

 

E meus comentarios postados no artigo:

Louis Charles Morelli

You have not mentioned that bacteria behaviors are inheritance from the atoms’ behaviors that composes their bodies. Inside bacterias there is a tribe of atoms composing an “atomic city”. Swarming and settling is an evolved phenomena from quantum principles where any “signal” can moves as individual wave or a group of signals can settling as one particle. If we does not study further the past state of every detail observed in bacterias, going further to its elementary particles and forces, we never will understand the whole picture, and, by my knowledge, The Matrix/DNA Theory is the unique doing this investigation. For instance, Matrix/DNA has discovered that the social systems of ants and bees mimics exactly the arrangement and functions of astronomical bodies composing the building block of astronomical systems! And this astronomical building blocks are copied into a lateral pair of nucleotides – the fundamental building block of DNA! So, the bacterial bias and constructions are not driven by bacterias, which are merely bunches of atoms without any knowledge about what they are doing. In a bees social system, the queen is also a slave, the real ruler transcend the group.  The driver is out and beyond the individuals and the group, it is the identity of systems – and if we does not understand this deep secret, which needs an understanding of this natural universe at larger space/time horizons – we never will know how to avoid pathogenesis virulence. 
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Thanks! This information is useful for developing my researches and theories.Why single celled organisms had the bias to act together and composing a new “social system”? Of course: single cells has the unique bias for eating, sleeping (?), nothing else. They are driven to these new behaviors by something more complex and bigger. What’s it? The natural universal formula for building natural systems, which is encrypted into each nucleotide inside these organisms and is the template for this external environment. You can see the formula and explanations for each detail in this article ( don’t forget: the Matrix/DNA formula is theoretical, yet) here:http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=8082

Como a Vida Começou, Reproduzindo o Sistema Galáctico: Enxames e Biofilmes de Bactérias

quarta-feira, setembro 17th, 2014

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Should I Stay Or Should I Go

http://biologicalexceptions.blogspot.com/2014/09/should-i-stay-or-should-i-go.html

Lendo o artigo com link acima, ficamos impresionados com tantos comportamentos “inteligentes” de bactérias, estes micro-organismos que consistem apenas em uma célula! Diante de tal visão, os ateus ficam sem saber explicar as causas destes comportamentos, e tal como os cientistas, apenas descrevem as cenas que vêm e os seus efeitos, sem descer às causas. Enquanto isso, os misticos sorriem coniventes com um amigo invisivel magico e inteligente, pois apenas tal amigo fornece as causas que satisfazem seus intelectos. ” É prova de um projetista inteligente, o tal Intelligent Designer…” – dizem eles. De fato é estonteante o que vemos, em muitos casos, bactérias se unindo e produzindo efeitos, resultados, mais complexos e inteligentes do que humanos nomades unidos em caravanas conseguem produzir para enfrentar carencias e obstaculos. Isto não é novidade, pois sabemos que as sociedades de abelhas e formigas funcionam mil vezes mais ordeiras e automatizadas que todos os tipos de sistemas sociais que já inventamos. De onde vem isso… que parece ser “inteligencia”? Ora, claro que não pode existir inteligencia em seres que não possuem cérebros, como as bactérias. Mas tambem é claro que estes efeitos só podem resultar de comportamentos organizados inteligentemente. Então… essa questão vamos levar para o tumulo, sem solução? Não eu, particularmente. Eu desenvolví uma visão do mundo que explica este aparente paradoxo, sem apelar para fantasmas magicos inteligentes e invisiveis, mas tambem aparentando causas lógicas, racionais, ao contrario dos ateus sem causas primeiras.  É simples: calculei como devem ser as galaxias com a intuição de que foram as galaxias que produziram todas as formas de vida aqui, dentro delas,  e no modelo resultante, posso ver claramente nas galaxias as causas destes comportamentos das bactérias… Sei que neste momento, se algum leitor estiver lendo isso, vai parar aqui. Estamos tão condicionados a reduzir no tempo e no espaço o nosso horizonte mental que todas as causas de todos os fenomenos vistos aqui só podem terem sido causados aqui dentro do perimetro deste horizonte. para os misticos deistas, Deus veio aqui fazer isso; para os misticos ateus, o acaso absoluto – mas varrido para baixo do tapete que aceita tudo chamado calculo das probabilidades – aconteceu aqui. Quem invoca estrelas só pode ser louco! Mas eu continuo insistindo: “Louco é quem ignora as estrelas…Se não podes esconde-las do teu olhar, porque as tenta esconder da sua inteligencia?! Qual é o seu mundo, senão este planeta movido e sustentado por uma estrela? !”   Da maneira como a matéria bruta foi se ajeitando, se organizando no espaço sideral para enfim se acomodar como sistema, vem essa enganosa aparencia de inteligencia das bactérias: elas apenas são conduzidas por forças naturais do ambiente, somadas às forças geradas pelas suas necessidades próprias, automaticamente. Não existe plano algum, nenhuma inteligencia aqui. Mas tambem não é por acaso que a matéria no espaço sideral antes das bactérias já realizava estes comportamentos. Nem por inteligencia. Tais comportamentos materiais são apenas reproduções materializadas do processo pelo qual se nasce e se propaga qualquer onde de luz natural. Enfim, se a ultima verdade do mundo for o acaso ou Deus, apenas a fonte da luz natural original poderá responder. Mas vamos ver onde estava nas galaxias cada comportamento descrito pelos cientistas neste artigo. Se der tempo e espaço aqui, depois vamos descer mais profundamente nos segredos deste mundo, vendo cada comportamento emergindo de uma simples onda de luz. Vamos então trazer para cá alguns desenhos do modelo desta galaxia:

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

Obs: O primeiro desenho realça os sete diferentes tipos de astros celestes alinhados num sistema funcional. Observe que não é o retrato de uma galaxia inteira e destas modernas, mas  sim do building block fundamental dos sistemas astronomicos pritivos, originais. Assim como todas as diferentes formas de vida, ou seja, todos os sistemas biológicos, tem um elemento fundamental como denominador comum – o DNA – assim tambem acontecem com todos os tipos de sistemas atómicos e sistemas astronomicos. Todos tem sua essencia comum fundamental, seu “DNA”, adequado aos seus estagios evolutivos. Enfim todos os “DNA’s ” são diferentes formas de uma unica entidade: a Matrix Universal. A Matrix Universal pode ser vista como uma fórmula, apresentada no segundo desenho. Esta fórmula organiza a matéria em sistemas, e ela surge quando a ponta final de uma onda de luz se encurva e se liga à ponta inicial, formando um circulo. As sete diferentes sequencias/vibrações/cores de uma onda de luz tornam-se as peças/órgãos/partes de um sistema funcional. E por fim, no terceiro desenho vemos como o simples fluir de uma onda de luz, o simples avançar da energia dentro de um circuito sistemico, é o mesmo que o processo do ciclo vital, que faz tambem seu corpo se propagar e expandir no tempo e espaço, mudando sempre de forma… Aí, nestas figuras arquiteturas naturais representadas nestas figuras,  estão sendo realizados, a mais de 10 bilhões de anos, as peripécias que as bactérias realizam quando se unem em enxames. E uns acreditam que vem nisso “o dedo de fantasmas inteligentes” e outros – a prova de que o Tudo veio do Nada! Vamos então localizar na fórmula. cada detalhe, cada comportamento imitado pelas bactérias e descritos neste artigo:

As placas em volta dos dentes são exemplos de biofilmes feitos por micro-organismos. ( The plaque on your teeth is a biofilm. The saliva and crevicular fluid (between root and gum) provides some proteins and sugars to build the film. Above is a photomicrograph of plaque showing that yeast and bacteria are both involved in mature plaque)

1) … bacteria have been roaming and settling for billions of years…. ( bactérias tem se moviso como enxames, caravanas, e assentado acampamanetos por bilhões de anos… Matrix/DNA: Depois que a Natureza consegue construir um individuo de uma nova espécie – o qual é em si um sistema – o próximo passo da evolução é multiplicar este individuo em muitos numeros e em seguida dirigi-los a formarem novo sistema, mais complexo do que são, pois eles farão parte, serão peças do novo sistema. geralmente neste ponto se diz que é um “sistema social”.  A maneira como fazem isto vem da fórmukla da Matrix, onde o fluxo de informações que avança formando o circuito já é em si uma forma anterior do que entendemos por caravana, enxames, etc. O todo tende a reproduzir o um de onde veio e a tornar-se esse um, sempre.  Quando se assentam formando os biofilmes, as bactérias estão reproduzindo o que a fórmula faz quando o circuito se fecha e estabelece uma nova arquitetura sistêmica. No caso humano chamamos estes assentamos de cidades, acampamentos, etc.; no caso de bactérias chamamo-os de biofilmes. 2) … Our current series has been talking about flagella and how they help bacteria become motile…   Matrix/DNA: De onde a matéria burra primitiva da Terra, composta de rochas, agua e atmosfera, tirou a idéia de fazer arquiteturas com “flagella”, ou seja, os membros – pernas, braços, rabos, asas, etc. –  para que pudessem se moverem?! Isto já estava determinado na fórmula da Matrix. Ali, depois do sistema estabelecido, a unica parte que se move é F5, quando vai de F4 para F1. Vejamos como isso foi aplicado nas galaxias. O astro que se move sem obedecer uma órbita estelar e representa F5 é o cometa. Emitido pelos pulsares, os cometas caem na espiral gaáctica que se estrutura em cima de linhas magnéticas de fórça, as quais óbviamente estão na forma espiral, e são conduzidos assim, por estes canais em espiral até F1. Acontece que nesta queda dirigida, o cometa vai desfazendo sua superficie criando uma cauda, a qual serve ao propósito das linhas de forças poder melhor dirigi-lo, inclusive realizando curvas. Nos sistemas biológicos isto primeiro surgiu na forma de cilios (flagella), os quais foram mantidos e reforçados porque na superficie da Terra um movimento é diferente do que no espaço sideral. Mas se na natureza já não existisse informação para emergirem cilios, membros, erc., isto nunca existiria aqui. O Universo não faz milagres como criar informações do Nada, que nunca tivessem existido antes.  Quando algo parece ser uma informaçào nova, inédita, podes procurar que vais descobrir que se trata de apenas um novo pacote de informações das já existentes.   3) …. Swimming is when a bacterium on a liquid/surface interface or in liquid moves around by itself using its flagella as a propeller. But groups of bacteria can use their flagella to create a swarm; a mass of bacteria moving as one unit, often faster than the individuals can move on their own.    Matrix/DNA: Vemos aqui como um ato isolado começa a se somar a todos os atos isolados individuais para criar um novo sistema. O fato de que uma massa de bactérias se move mais rapido do que uma bactéria individual pode ser visto no circuito da fórmula, onde cada informação que flui no circuito não pode parar para repousar, pois o bólido a atropela. Um individuo demora mais tempo para efetuar uma jornada porque ele representa a matéria na sua tendencia de procurar o equilibrio termodinamico na inércia total, tendencia que não pode ser imitada pela mesma matéria se ela faz parte de um sistema e aberto.  4) … ( bem, tenho que interromper isto agora….

Evolução: Teoria acadêmica, como um paradigma que focaliza o imediato e se cega para o conjunto

terça-feira, janeiro 7th, 2014

No livro ” Porque Evolução é Fato Verdadeiro”, Dr. Coyne usou este exemplo no capitulo intitulado ” A Engenharia da Evolução”:

“Quando ela foi introduzida na década de 1940, a penicilina foi uma droga miraculosa, especialmente efetiva na cura de infecções causadas pela bactéria Staphylococcus aureus. Em 1941, a droga pôde dizimar cada bactéria do mundo. Agora, setenta anos mais tarde, mais de 95% desta bactéria são resistentes a penicilina”.

Mas… mas… digo eu: “Onde o Dr. Coyne está vendo evolução nesse caso? Uma bactéria que está cavando seu próprio tumulo, ao se desenvolver na arte de matar seu hospedeiro?! Você acha mesmo que a espécie humana está evoluindo ao aprender a resistir a poluição e continuar a destruindo seu habitat?

Algo está errado nisso. Estou vendo aqui uma evolução de um processo maior, degenerativo. Este processo está atuando com tanta fôrça sobre a bactéria que está se retroalimentando de mais capacidade para aniquilar os 100% delas. E acho que o Dr. Coyne está com sério problema de perspectiva. Produzido pela sua formação no método reducionista. Ele se focaliza em observar o que acontece com as bactérias, aqui e agora, se esquecendo de ver o corpo humano onde as bactérias estão, e esquecendo-se de ver o resultado final desta história.

Eu teria mais uma pergunta: “Certamente o agente por trás da seleção natural aqui não é o meio-ambiente, o corpo humano. Quem será, então?

Pela ótica do Dr. Coyne, o agente da seleção natural está dentro da bactéria.

 

Bactérias evoluem de forma diferente. E Modelos da Matriz Sugerem a Causa

quinta-feira, setembro 9th, 2010

Importante artigo para se aprender como trabalha a Ciência e como a abordagem da Matriz é inédita e surpreendente. Esta abordagem está relatada no comentário após o artigo.

Pode-se ler o artigo em: INFO.ABRIL.COM

http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/bacterias-evoluem-de-forma-diferente-05092010-15.shl

Ciência

Bactérias evoluem de forma diferente

Agência FAPESP Domingo, 05 de setembro de 2010 – 17h17

SÃO PAULO – Uma pesquisa internacional com participação brasileira mostrou que bactérias idênticas cultivadas em um mesmo ambiente adotam diferentes estratégias de adaptação.

No estudo, uma população da bactéria Escherichia coli evoluiu de forma divergente para se adaptar às condições do mesmo meio. Depois de 37 dias de crescimento contínuo, os cientistas isolaram diversos mutantes com diferenças importantes em genes regulatórios.

Os resultados do experimento foram publicados na revista Genome Biology and Evolution. Coordenado por cientistas da Universidade de Sydney (Austrália) e da Universidade de São Paulo (USP), o estudo teve também participação de pesquisadores da Universidade Nankai (China).

O brasileiro Beny Spira, professor do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, realizou seu pós-doutorado, com Bolsa da FAPESP, no laboratório de Thomas Ferenci, da Universidade de Sydney. Ambos são coautores do artigo.

Spira coordena atualmente o projeto “O fator sigma S da RNA polimerase em linhagens de Escherichia coli diarreiogênicas”, apoiado pela FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.

Segundo ele, no experimento de evolução realizado com a Escherichia coli foi observado um processo de divergência simpática – isto é, em um mesmo ambiente, a partir de um inóculo inicial geneticamente homogêneo, uma população de bactérias idênticas evoluiu de forma divergente para melhor se adaptar às condições do meio.

 “A grande novidade é que a evolução ocorreu de forma divergente. Em um ambiente constante, sem barreiras físicas, observamos estratégias distintas de adaptação que resultaram em mutações em diferentes genes regulatórios”, disse à Agência FAPESP.

Para o experimento, os autores utilizaram um quimiostato – uma espécie de biorreator que mantém as condições da cultura constantes. No equipamento, o meio fresco é introduzido continuamente, enquanto o excesso de bactérias é eliminado também de forma contínua por meio de um exaustor.

“Normalmente, as bactérias em cultura se multiplicam até saturar o ambiente, mas no quimiostato isso não ocorre, pois a disponibilidade de nutrientes é constante e outras características físicas, como o pH, também. No equipamento, as bactérias permanecem sempre em crescimento exponencial e não entram na fase estacionária”, disse Spira.

Durante todo o experimento, a taxa de crescimento das bactérias era de 0,1 por hora – isto é, a população de bactérias levava cerca de sete horas para dobrar de tamanho, mas se mantinha constante, já que parte dela era continuamente eliminada”, explicou.

Para impedir a saturação da cultura de bactérias no quimiostato, é preciso limitar a quantidade de algum nutriente. No caso, a quantidade de fosfato – elemento crucial para o crescimento das bactérias – foi limitada.

“Conduzimos o experimento do quimiostato durante 44 dias e, ao longo desse tempo, retiramos amostras a cada dois ou três dias. No 37º dia retiramos uma amostra a partir da qual cinco colônias foram isoladas – sendo que cada colônia representa um clone de uma única bactéria. Essas colônias foram analisadas e testadas em relação a vários fenótipos, como morfologia da colônia, sensibilidade a detergentes e fosfatase alcalina – uma enzima diretamente induzida quando a bactéria tem acesso limitado ao fosfato”, disse.

A maior parte das bactérias tem um complexo de mais de 40 genes que respondem ao estímulo externo de limitação de fosfato. “Quando há pouco fosfato no meio, esses genes codificam proteínas que vão auxiliá-las a obter fosfato”, apontou.

Algumas dessas proteínas, situadas na membrana da bactéria, captam fosfato para o organismo, mesmo que o nutriente esteja em baixa concentração no ambiente.

“Esperávamos que a bactéria, evoluindo em um ambiente limitado em fosfato por mais de 100 gerações, acumulasse mutações que resultariam em um aumento na expressão de genes relacionados à captação de fosfato. Mas não esperávamos que as bactérias adotassem diferentes estratégias, promovendo mutações em diversos genes regulatórios”, afirmou.

Motor evolutivo

As bactérias foram então enviadas para os colaboradores chineses, que fizeram o sequenciamento completo do genoma de todas elas e realizaram um estudo de proteômica, a fim de avaliar como a expressão de proteínas se diferenciava entre elas.

“O estudo de proteômica mostrou que havia, no total, mais de 30 proteínas cuja expressão diferia, em cada clone, em relação à bactéria ancestral. O resultado do sequenciamento foi ainda mais interessante: as colônias de bactérias sofreram ao todo 12 mutações diferentes, sendo que três delas se deram em genes regulatórios importantes”, disse.

Depois dos 37 dias no quimiostato, as colônias de bactérias tiveram mutações nos genes rpoS, hfq e spoT. O gene rpoS codifica para uma proteína conhecida como fator sigma S. Os fatores sigma – há sete deles na Escherichia coli – são responsáveis pelo reconhecimento dos sítios promotores dos genes, iniciando o processo de transcrição. Eles associam-se à enzima RNA polimerase para exercer essa função. A RNA polimerase é a principal enzima do complexo responsável pela transcrição do DNA em RNA.

 “A ligação do fator sigma ao cerne da RNA polimerase é transitória. Quando a bactéria precisa de fosfato, usa o fator sigma 70 para iniciar o processo de transcrição do gene que codifica a fosfatase alcalina”, explicou.

Segundo o professor do ICB-USP, quase todas as proteínas são reconhecidas pelo fator sigma 70. Mas um outro fator sigma – o sigma S ou rpoS – ganha importância quando a bactéria está em estado de estresse, ou limitação nutricional. O sigma S reconhece o promotor de genes ligados à proteção da bactéria.

“Por um lado, a bactéria busca o crescimento e precisa do fator sigma 70. Mas, quando ela começa a sofrer uma limitação nutricional, acumula o sigma S. A bactéria sofre um dilema, pois os dois fatores competem entre si. Quando um deles é ligado à RNA polimerase, o outro é desligado e a bactéria precisa equilibrar as necessidades de crescimento e proteção”, disse.

Dos cinco isolados obtidos no experimento, três possuíam mutações em rpoS. “Como o ambiente tinha limitação de fosfato, o melhor para a bactéria era eliminar o rpoS, pois ao competir com o sigma 70 ele impede que a bactéria consiga mais nutrientes”, explicou Spira.

Esse modelo, segundo Spira, é conhecido como Autopreservação e Competência Nutricional (Spanc, na sigla em inglês).

 “Trata-se de um motor da evolução, já que ele permite acumular mutações de acordo com a necessidade imposta pelo ambiente. Quando há muito estresse, o organismo acumula mutações que aumentam a atividade de rpoS; quando há poucos nutrientes, ele perde rpoS”, disse.

Além das três mutações no gene rpoS nas cinco colônias isoladas, os pesquisadores constataram também mutações nos genes hfq e spoT, ambas resultando em uma diminuição da expressão de rpoS.

“Todas essas mutações em genes reguladores tiveram a finalidade de melhorar a capacidade nutricional da bactéria, diminuindo a concentração de sigma S. Esse desvio no equilíbrio Spanc, no entanto, não é gratuito. A bactéria teve ganho nutricional, mas teve também perda de capacidade de preservação, ou seja, de proteção contra estresses ambientais”, disse.

A grande novidade revelada pelo experimento, segundo Spira, é que as três estratégias distintas de mutação em genes regulatórios ocorreram em um ambiente constante sem barreiras físicas.

“Com mutações em genes regulatórios, temos uma modificação profunda na fisiologia da bactéria. Muito possivelmente isso resultaria, a longo prazo, em um processo de divergência evolutiva que poderia, eventualmente, levar ao aparecimento de novas espécies”, disse.

O artigo Divergence Involving Global Regulatory Gene Mutations in an Escherichia coli Population Evolving under Phosphate Limitation, de Beny Spira e outros, pode ser lido por assinantes da Genome Biology and Evolutionem.

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Comentário da Matriz

Muito grato pela divulgação de tão importante informacão. Parabens à equipe pelo que seria uma descoberta revolucionaria na Teoria da Evolução.

Vamos pensar em termos de sistemas? Uma bactéria é um sistema e como tal, composto de partes e conectando as partes existem os fluxos. Genes regulatórios devem ser relacionados aos fluxos. Os fluxos representam o fator tempo ( os fluxos não são materializados como parte porque representam todas as diferentes formas adquiridas durante um ciclo vital ao mesmo tempo). A administração do todo é exercida pelo sistema, o qual possui todas as informações dos fluxos mais as das partes, o que lhe dá a identidade como sistema cujo pacote de informações é maior que o pacote resultante de todas informações de todas as partes. Uma vez que um organismo começa a se reproduzir dentro de um espaço limitado (portanto controlável) a configuração peculiar de seu sistema tende a se ampliar e se estabelecer como novo e maior sistema, agora social, onde cada organismo ou grupo deles vão sendo diferenciados entre si e dirigidos a se constituiram como futuras partes do sistema social. Por isso as bactérias se dividem em colonias e por isso ocorre a divergencia da evolução entre elas. Este fenomeno é conhecido como “quorun sensing” e um exemplo é como um undivuo humano cria um novo sistema, o familiar, o qual para ser completo e perfeito teria que ser formado por sete individuos, cada um na idade de uma das sete principais formas vitais.

 Está certo dizer que divergem na evolução buscando diferentes estratégias de adaptação ou sobrevivencia? Não creio. Esta divergencia poderia ser temporaria, mas se uma bactéria descobre uma nova técnica melhor, a tendencia seria todas as outras abandonarem suas técnicas menos produtivas e imitarem a melhor. Com o tempo, o tipo de mutação seria igual para toda a população, o que iria contra o postulado da teoria da evolução VSI (Variation, Selection, Inheritance). Ou seja, no final não resultaria em evolução divergente. A não ser que um grupo de bactérias homogeneas fossem separadas e distribuidas em diferentes espaços com diferentes condições fisicas, e que um certo ambiente mais rico  produzisse uma super-população mutada e esta invadisse os espaços de outras eliminando-as. Para se ter uma visão clara da fórmula/matriz de um sistema natural fechado perfeito onde partes e fluxos se tornam visiveis, deve busca-lo no unico lugar do mundo onde ele se encontra registrasdo: no website da Teoria da Matriz Universal, ou Teoria da Matriz dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais.