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quinta-feira, janeiro | 24 | 2013
Um Motor na Célula Explica o Motor Rotacional das Galáxias?
(Versão dêste artigo em Inglês: http://theuniversalmatrix.com/en-us/articles/ = The Cellular ATP Motor came from the Galaxies’ Rotational Motor?!)
Expressando sua admiração pela engenharia apresentada pela Natureza no processo da ATP sintase o bioquímico e Prêmio Nobel Paul Delos Boyer exclamou: “Tôdas as enzimas são de uma engenharia maravilhosa, mas ATP sintase é uma das mais belas, como é também das mais importantes.”
Conhecer o complexo motor sintetizador de energia química que existe dentro da mitocondria na célula vital e assistir um filme com ele funcionando (veja-o em http://vcell.ndsu.nodak.edu/animations/atpgradient/index.htm ) nos deixam boquiabertos! É um verdadeiro micro-motor, construído dentro da célula!
Veja tambem este excelente vídeo: Síntese ATP
Construído por quem?! Como?! De onde a matéria burra da Terra tirou a idéia para desenvolver tecnologia de motores? Se homens com inteligência existiram durante 10.000 anos fazendo fôrça como cavalos sem se despertarem para essa idéia? Estas questões nos atormentavam em nossa infância e bem antes de descobrir-mos a Matriz olhávamos para todo o Universo e seu passado antes da origem da Vida e não víamos em nenhum lugar nada existente parecido com as coisas que víamos na superficie terrestre, nem mesmo que fosse na forma de protótipos muito simples. Teria a matéria da Terra inventado isto sózinha? Ou haveria alguma fôrça paranormal inteligente atuando na matéria terrestre?! Hoje descobrimos que as duas alternativas são meio erradas e meio certas: a Terra produziu isto porem a Terra é muito mais complexa do que pensávamos e, sim, existe uma fôrça de procedência mentalizada atuando no meio da matéria terrestre, porém, não é uma entidade paranormal, mas sim tão natural como nós somos.
Observe a ilustração abaixo, um desenho artístico do Complexo Motor:
 ATP Sintase
Claro que o instinto natural não pode construir arquiteturas tão polidas e perfeitas assim, pois a Natureza trabalha com matéria rebelde cujo intento é alcançar o eterno equilíbrio termodinamico e não ficar trabalhando como escrava produzindo energia para crocodilos e humanos existirem. Portanto a Natureza tem que forçar esta matéria a se especializar numa profissão, trabalhar, e assim permanecer acessível ao desenrolar da Evolução que desenvolve um processo universal de reprodução genética. Veja como é na realidade, montado com moléculas rebeldes, o tal motor:
 Estrutura do Complexo do ATP Sintase
Compare as duas figuras e perceba como a Natureza faz algo e o homem artista aplica sua estética ao representa-la num quadro ou num computador. A ATP sintase é o nome genérico dado a proteínas que sintetizam ATP (adenosina trifosfato) a partir de ADP (adenosina bifostato) e de Pi (fosfato inorgânico), utilizando para isso alguma forma de energia. A sequência da reacção, coordenada pela presença do íon magnésio, é a seguinte:
ADP + Pi → ATP
Mas acho que Paul Boyer subiria nas paredes de tanta emoção se tivesse descoberto que no passado, a bilhões de anos antes das origens da Vida e do ATP, ainda nos tempos da Evolução Cosmológica, nos céus ocorria o protótipo do mecanismo que viria a evoluir e construir essa engenharia! De fato ficamos estupefatos com a sugestão da Matriz de que êsse processo é uma cópia feita na matéria terrestre de processos astronômicos ocorrendo no espaço sideral!
A Teoria da Matriz faturou mais esta. Nos seus modelos da anatomia de LUCA – The Last Universal Common Ancestral – surge um motor (ver aqui artigo sôbre motor a vapor), e agora descobrimos, igualzinho ao motor da célula! Desde que LUCA é um ser astronômico e existente muito antes da “Vida” aparecer na Terra, agora respondemos a pergunta acima: “A matéria burra da Terra – como não poderia deixar de ser – não inventou coisa alguma, e a Natureza tambem não criou nada que ela não tinha antes informação para fazê-lo. O motor molecular é simplesmente mais um normal e natural passo evolutivo que acontece dentro dêste enorme processo de reprodução genética que está ocorrendo desde que o Big Bang deflagrou a origem dêste Universo. Reprodução genética de um sistema natural, vivo e auto-consciente, extra-universal, é o que a Matriz está sugerindo.
Pois a forma e a funcionalidade do motor celular é a mesma forma e funcionalidade de um aparato que bombeia e perpetua os building blocks dos sistemas astronomicos. Mas se a matéria da Terra da superfície terrestre não cria nada do nada, ela presta um grande serviço à evolução porque ela aprimora as arquiteturas ancestrais! A Terra se parece com o japonês que diz: “Garantido japonês imita tudo que outros fazem mas japonês faz ainda melhor né? Sayonara!” Seus pais também fizeram o mesmo quando fizeram você e nossa geração também vai imitar o que fizeram, porém tentando fazer nossos filhos melhores do que fomos.
Na dimensão astronômica, a energia que sustenta o crescimento e maturação de um astro fornecendo a fôrça para a dinâmica que resulta no ciclo vital dos astros, é elaborada, numa primeira fase e na infância dos astros, pela Função Sistêmica Universal N.1, através das ferramentas que ela construiu e constituem o nucleo (um quasar envolvendo um buraco negro), e numa segunda fase, na adolêscencia dos astros, pela Função 4, através de sua ferramenta naquela posição a qual é um pulsar emissor de corpos energéticos: os cometas. Quando LUCA – o proto-sistema astronômico – tentou se reproduzir com a matéria da Terra houve um amalgama das duas funções, resultando na mitocondria para a célula animal. E como na célula vegetal êle têve maior sucesso reprodutivo, ligou às duas funções anteriores mais algumas propriedades da Função N. 6, através de sua ferramenta ali, que é o cloroplasto. De maneira que a produção de energia quimica ATP na célula nada mais é que uma reprodução das reações nucleares que ocorrem dentro de uma estrêla e de um pulsar, as quais produzem a energia estelar tal como a dadivosa energia do Sol que alimenta nossas vidas neste planeta.
Vejamos primeiro o modêlo teórico do que acontece e acontecia já antes das origens da vida no nucleo do proto-sistema astronômico:
 ATP Sintase no Corpo de LUCA
Na primeira figura do lado esquerdo acima temos a região do corpo de LUCA construída e operada pela Função Sistêmica Universal N.1 que é a responsável pelo nascimento dos sistemas naturais (para ver melhor, por favor, clique na imagem. Prometo que assim que tiver tempo farei uma figura melhor). A poeira e o material degradado de uma estrêla morta sob a rotação da galáxia torna-se um vórtice espiral que denominamos “buraco negro”, circundado pelo material que sobra e que é iluminado pela fornalha nuclear, o qual denominamos “horizonte de eventos” ou “quasar”. Dêste complexo são emitidos os bebês astronômicos, os quais em linguagem literal são corpos energizados na forma de esferas incandecentes. Da segunda figura em diante tentamos dar uma idéia de como o motor que produz ATP dentro da mitocondria já tinha sua forma anatômica projetada na Era Astronômica. Impressionante, não? Como uma Função Universal é um artista que dá sempre o mesmo toque e apresenta o mesmo estilo em qualquer obra que cria, seja na Terra, no céu, ou dentro de uma pequenina célula! Assim como um chinês irá sempre construir sua casa com aquêles estilos de teto curvo piramidal, seja na Terra, na Lua, ou nalgum lugar além do Universo.
Mas se tivessemos os recursos técnicos da NASA ou eu fôsse um perito em web designer nossa figura ficaria mais parecida com esta:
 Cosmos
- “Espera aí, não tente me enganar! Essa figura aí é sôbre o nascimento, as origens do Universo, não tem nada a ver com as origens de quasares e buracos negros…”
-“Amigo(a), aprenda a raciocinar com a Matriz. Essa figura tem tudo a ver, o denominador comum entre os dois eventos – seja do Universo ou de uma minhoca na Terra – é o significado sistêmico, ou seja, os dois representam “nascimento”: sempre quando vai haver um nascimento ou inicio de reciclagem de um sistema natural, a Função Universal N.1 entra em ação construindo seu corpo onde ela vai encarnar para operar naquêle ponto evolucionário do espaço tempo. Conhecer e entender a Matriz dos Sistemas Naturais e suas sete Funções Universais é a chave para entender tudo o que faz a Natureza, seja aqui na Terra ou nos tempos do Big Bang. Veja por exemplo como a Função N.1 constrói seu corpo numa outra situação, quando gera tornados na Terra:”
 Tornado - Diagrama
Bem, vamos ver algumas ilustrações da parafernália existente dentro de uma mitocondria e dos processos envolvidos na produção do ATP. Fonte dos desenhos: http://vcell.ndsu.nodak.edu/animations/home.htm
 Mitocondria
A ATP sintese acontece dentro de uma mitocondria, uma espécie de usina como as bilhões que você tem no seu corpo. (Uau! Você é usineiro e eu não sabia! Além disso você é muito rico sendo o dono de bilhões de usinas produzindo energia química! Quer vender um milhão delas a um dolar cada?)
 Complexo da ATP Sintase
Na figura 2 nós vemos o complexo da ATP sintase (aquela espécie de bomba ao lado direito) acompanhada de outros complexos, incutidos na membrana interna da mitocondria. Há mais um trabalho a fazer aqui: aquêles objetos à direita parecem representar o material degradado proveniente de uma estrêla morta (partes da Função N.7), por isso teremos que investigar o que são, como são formados, etc. (Quem se habilita a fazer isso?)
 Proton Gradiente
Na figura 3 observe o Gradiente de Proton formado pela elevada concentração de íons de hidrogênio acima da membrana interna da mitocondria e a baixa concentração abaixo da membrana. As partículas espalhadas em tôrno do motor não te lembram a massa de detritos formando o horizonte de eventos?
 ADP e Pi em tôrno do Complexo de ATP
Na figura 4 vemos os outros elementos, ou substratos, que vão compor o produto final: ADP e Pi. Justamente, estes elementos lembram a massa degradada que fica no fundo do buraco negro esperando os cometas carregados de energia nova para com eles comporem o astro-baby. É algo como os nutrientes que devem ter no líquido amniótico dentro de um óvulo esperando ser fecundado por um espermatozóide.
 Proton entrando no Complexo da ATP Síntase
Na figura 5 vemos os primeiros prótons entrando no complexo da ATP Síntase, iniciando a linha de montagem. Aqui temos outro bom exemplo para entender como a Natureza funciona. Os protons são partículas com carga de energia positiva. Êles vem do espaço exterior, passam pela membrana e entram no motor. Esta cena é idêntica à cena onde cometas contendo energia radiante na forma de magmas expelidos pelos super-vulcões do pulsar se aproximam do nucleo, passam pelo horizonte de eventos e entram no buraco negro. Mera coincidência de cenas? Mas tôdas as cenas observadas dentro de uma célula corresponde a cenas observadas no ciclo vital de qualquer astro. Portanto não pode ser mera coincidência. O mais racional é aceitar a lógica da evolução. Isto é importante por que, além dos modêlos teóricos astronômicos nos ajudar a descobrir e entender as causas e mecanismos dos fenômenos naturais aqui na Terra, podemos utilizar os fatos aqui conhecidos para deduzir como são os elementos e os mecanismos dos fenômenos naturais astronômicos que não temos como observar. Por exemplo, diz a Teoria Nebular Acadêmica que ”Os núcleos cometários são compostos de gelo, poeira e pequenos fragmentos rochosos.” (Wikipedia). Óbviamente esta afirmação está cientificamente errada, imprópria, pois a Ciência só pode afirmar fatos realmente constatados que podem ser demonstrados. E ninguém nunca viu ou ao menos fotografou o nucleo de um cometa. O texto devia dizer: “Segundo a teoria mais aceita hoje em dia, o nucleo cometário “deve ser”…”. Bem, a Teoria da Matriz já reuniu muitas evidências sugerindo que o nucleo de um cometa recém-formado, novinho em fôlha, é um bólido de magama energético. Acontece que cometas são os espermatozóides do espaço e dentre milhões de espermatozóides apenas alguns alcançam seu alvo final. A grande maioria que se perde no espaço sideral vai ficar vagando até se decompor. Ora, isto em têrmos astronômicos pode demorar milhões de anos. Nêsse meio tempo os cometas inférteis vagam no meio de poeira estelar congelada, a qual pode se agregar à sua superfície. O nucleo chamejante se apaga, magma torna-se rocha, provavelmente férrea, congelando quando se distancia de estrêlas e aquecendo-se quando se aproxima muito delas. Êstes cometas “mortos” batem com a descrição da teoria nebular, mas o desconhecimento da história tôda conduz a teoria tôda a erros crassos. E o pior: o ser humano está dias e noites, anos a fio, observando no microscópio o interior celular, vendo a cena da produção do ATP, mas chega ao absurdo de acreditar que tôda aquela engenharia fantástica é produto do acaso! Mas acho que quem está conduzindo-o ao êrro é a equivocada teoria astronômica, cuja descrição dos astros e suas funções equivocadas jamais vão permitir ao pesquisador descobrir o verdadeiro processo da evolução.

- ATP e o Inicio da Rotação
A parte de cima do Complexo Motor da ATP Síntase gira quando cada novo próton entra no complexo. Justamente como calculei qual seria o segrêdo de manter o vórtice buraco negro em rotação no espaço sideral. É visível que o campo eletro-magnético dentro de uma galáxia rotatória faça com que todos os corpos girem também, porém, isto produziria uma velocidade de giro muito lenta, insuficiente para acender a fornalha e misturar os elementos. Restava apenas a alternativa de que quando os cometas energizados adentrem o vórtice imprimam mais uma fôrça rotatória elevando a velocidade de giro do vórtice, pois cometas vem conduzidos pela espiral rotatória da galáxia e em alta velocidade. Assim vamos transplantando os detalhes que vemos aqui na Terra para entender os detalhes do que acontece no céu.
 ATP e a Combinação entre protons, ADP e Pi
O Complexo Motor gira como um liquidificador para misturar e combinar os ingredientes produzindo como que uma Vitamina!
Depois que a parte de cima do complexo girou três vêzes, os protons são combinados com ADP e Pi na parte de baixo do complexo para formar ATP. Exatamente como no espaço sideral nasce um novo astro!
É preciso entender que quando a Natureza faz um corpo completo dotado de energia e com autonomia de movimentos ela está inserindo um novo elemento energético pré-programado por ela para executar uma missão especifica num meio ambiente. Esta seria uma definição mecanicista para explicar a função por exemplo de cada novo bebê humano na biosfera terrestre. Mais tarde a Natureza vai precisar que êsse corpo receba mais uma carga de energia específica que é para se reproduzir e assim garantir a perpetuação de tôdo processo: por isso quando um bebê humano nasce ele já possui genes pré-programados para atuarem quando o corpo atinge a fase da adolescência e construírem todo o aparato da reprodução sexual. Assim devemos entender o significado da existência do ATP, uma molécula portadora de energia quimica para desempenhar uma missão no meio ambiente químico de uma célula animal.
Mas a Natureza não queria na Terra que essa molécula entrasse na segunda fase recebendo a segunda carga de energia, pois isto seria o mesmo que reproduzir o sistema fechado de LUCA, inibidor da Evolução. Ela conseguiu evitar essa eterna reciclagem na célula animal impedindo que os genes de LUCA relacionados com a segunda carga entrassem no DNA da célula animal. Mas não conseguiu isso com a célula vegetal onde os genes de LUCA construíram os cloroplastos, êstes fizeram a fotossíntese, que é a face química do processo reprodutor e assim fecharam às plantas as portas da Evolução.
A frase acima expressando a admiração de Boyer, se baseia nos fatos de que quase todas atividades celulares (como o metabolismo) que envolvem gasto de energia requerem ATP; a síntese de ATP é a reação química mais ocorrente no mundo biológico; ATP sintase é a mais abundante proteína na terra, tendo preservado mais de 60% de sua configuração da unidade ao longo da evolução; na escala molecular, sómente o flagelo bacteriano, além da ATP sintase, são conhecidos como motores rotatórios.
É incrível a capacidade de previsão da Teoria da Matriz. Juro que a 20 ou 30 anos atrás nada sabia do motor na célula, apenas sabia que na mitocondria era produzida energia ATP. Quem, não sendo bioquimico, se lembra daquelas aulas no primário? Naquela época no meio da selva sem ter consciência disso, sem jamais pensar em ATP, riscando papeis sobre joelhos na selva, a Matriz me conduziu a desenhar o motor, porém, flutuando no espaço sideral. Lá na selva a 30 anos atrás eu nem sonhava que existiria Internet, através da qual só vim a ver este motor celular pela primeira vez a 3 dias atrás naquele belíssimo filme que pode ser visto no link dado acima. Mas a teoria já havia pré-anunciado que existe uma arquitetura assim na Natureza!
(O tema ATP Sintase deve ser investigado em relação aos outros complexos para desenvolver este estudo)
FIM
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terça-feira, março | 1 | 2011
Somos homens-bombas, mulheres-bombas, auto-suicidas?!
E o pior: homens tambem engravidam e dão à luz,… ao menos suas células!
Recentes descobertas científicas me deixaram preocupado. Imagine que nosso corpo é capaz de dar origem a vírus! Quando acreditávamos que todos os vírus vinham de fora…
A sua esposa ou seu marido vai querer saber desta história “direitinho”. Por onde tens andado? Vamos explicar?
Mas piadas à parte, a experiência científica que nos inspirou a êste artigo oferece uma grande oportunidade para o leitor aprender algo muito importante para manter sua saúde.
A explicação pode ser melhor recorrendo-se a uma ilustração: a relação entre o virus Lambda e a bacteria E. coli. Este virus é um assassino da bactéria, ou seja, é um bacteriofogo. Isto porque ele se reproduz dentro dela em grande quantidade e depois dissolve-a, abandonando-a para procurar outra bacteria saudavel . Êste tipo de origem de novos vírus dentro de outros organismos não se trata de geração espontânea pois o vírus original veio de fora do organismo. Mas ele sugere que na bactéria exista um código genético senão igual, muito semelhante ao seu, basta ver que a união dos dois códigos implica em reprodução. Vamos deixar este método, pois o que nos interessa é o método seguinte, o qual foi inicialmente descoberto pela seguinte experiência:
Num frasco herméticamente fechado foi inserida uma bactéria que não continha nenhum vírus. Mantida em cultura, essa bactéria se reproduziu, por muitas gerações. Depois que já existiam dez mil descendentes, de repente algumas aparecem contendo virus! Mas como?! Os virus vieram de fora, atravessaram o frasco? Impossivel!
Ocorre que o DNA da bactéria apresenta um trecho de genes em código que, se expressado, se duplicado, ao invés de produzir uma simples proteína, produz um virus, completo, funcionando! Ela carrega em si mesma a polvora, o estopim, e às vezes resolve detonar-se! Os primeiros suicidas, a bactéria-bomba!
E agora segure-se para não cair: o nosso DNA, humano, possui o mesmo código! Portanto, quando nós fazemos com que êsse código seja duplicado, nós estamos gerando virus dentro de nossas células. Portanto, eles são como nossos filhos, com direito a registro em cartório, carteira de identidade, partilhamento da herança,…! E portanto, temos dois tipos de filhos: os humanos, e… os virus. Mas talvez não seja só: é possível que geremos procariontes, eucariontes, bactérias,… tôda uma fauna!
E quando uma pessoa passa na rua e dá um espirro, pode estar espalhando seus filhos pelo ambiente. Por isso se pode dizer que alguém tem deixado muitos filhos pelos seus caminhos.
Talvez certas doenças, como a AIDS, o cancer, não sejam apenas contraídas por contágio. Talvez indivíduos estão gerando dentro de si mesmos os agentes malignos! E a Teoria da Matriz/DNA poderia ajudar nesta pesquisa de forma decisiva, pois ela previu isto antes da sua descoberta por humanos, e ela fornece muitas novas informações sobre o que são virus.
O DNA contem um trecho em código capaz de se duplicar na forma de virus . Mas este código pode ser acionado ou pode permanecer inativo durante toda a existência do individuo. Técnicamente, o que determina a ativação ou não do código é um “switch”, uma espécie de chave liga/desliga, num complicado processo envolvendo substancias inibidoras ou promotoras, etc., o qual não vamos descrever aqui. Mas será que esta produção de virus depende apenas técnicamente, do acaso, ou de algo mais, como por exemplo, o contexto psicossomatico do individuo, a sua postura ou comportamento perante a Vida e a Natureza?
A minha experiência particular sugere que os virus são produzidos quando a psique fórça um certo trecho do DNA-lixo a se expressar fora de sua época e lugar. Existem psiques saudaveis e psiques doentias. Mas não são os hábitos e experiências materiais que determinam se a psique é saudável ou não. É algo mais profundo, muito profundo, relacionado com cosmovisão, a relação entre mente/e-seu-mergulho-no-oceano-quântico. Eu tinha e tenho uma vida indisciplinada, fumando, passando dias sem uma refeição, meses sem um copo de água, a noite tôda acordado e trabalhando na neve quando estou em New York, alem das loucas aventuras no inferno da selva amazonica. Por isso, na juventude conhecí muitas doenças, desde os dois tipos da malária que peguei de uma só vez até uma cirurgia de emergência devido a uma ulcera estomacal causada pela indisciplina alimentar.
Mas então descobri a Matriz – ou sua teoria – e a nova cosmovisão sugeria um quadro profundo de meu ser, com aura, chacras, kundaline, partículas de energia do espaço entrando e saindo do meu corpo, e minha mente como uma substancia que está se organizando como um novo sistema natural. Estas visões sugeriram um método de meditação, de tomar banho de energias especiais e alimentar a aura com outras espécies de energias especiais. Tudo isto em quinze minutos de meditação todo dia ao deitar ou levantar-se. Resultado? Fazem 25 anos, continuando com tôda essa vida desregrada, e eu não sei mais o que é ficar doente, sentir dor, tomar remédios. Se dependesse de mim, a medicina e os laboratórios poderiam fechar a portas.
Eu não tenho certeza se o meu método é o responsável por minha surpreendente saúde e energia. Pode ser pura superstição. Mas em time que está ganhando, não se mexe, certo? Eu não sou louco de mudar e parar minha meditação. Continuem aquêles que acreditam que essa coisa de meditação é pura superstição, e continuem tomando remédios. That’s it!
Eu gostaria de ensinar o método de graça, para todo mundo: só teria a ganhar se meus semelhantes fossem todos saudaveis. Mas o texto explicativo seria muito longo pois ele foi por mim elaborado como uma síntese das cosmovisões dos antigos orientais, mais as descrições dos curandeiros nativos do Amazonas quando tomam suas beberagens alucinógenas, e mais o quadro de energias fluindo no corpo e o tipo de estrutura e substancia da mente que extraí dos modêlos da Matriz/DNA. Teria que apresentar desenhos para o leitor fixar imagens. Mas posso fazer o texto e registrar aqui se muitos o pedirem. Só sei que mal não faz a ninguém e não custa nada.
A auto-produção de virus, doentios, pode ser, deve ser, psíquica, segundo sugere de maneira lógica e racional, os modêlos da Matriz/DNA. A psique deve ser o agente que produz as substancias que liga ou desliga a chave. Quando um individuo, por exemplo, apresenta o comportamento homossexual, pode ser consequência de uma psique auto-destrutiva e masoquista nesta forma de vida, mas que foi um mecanismo normal da matéria em nossas formas antepassadas (lembre-se que em tôda a evolução cosmológica, até os primórdios da evolução biológica, todos os sistemas ancestrais eram hermafroditas). Esta psique libera comportamentos mórbidos e ao mesmo tempo, cópias de trechos do DNA cuja função pode destrui-los. Ou então tal psique deixa o individuo frágil e exposto a ser infectado por tais agentes.
O DNA contem o código genético completo para gerar um virus completo porque este código genético foi util no passado e como infra-estrutura dos sistemas atuais é parte indispensável do DNA. Sem este trecho de código, não existiria o DNA biológico. Pois este trecho virótico expressa uma função sistêmica universal, e funções universais criam ferramentas materiais para poderem atuar na matéria. Se estiver no nivel químico/biológico, a Função 3 cria um tipo de proteinas, enzimas; se a nivel celular, esta função cria um elemento celular, o RNAm; se a nivel de corpo humano, a função cria órgãos do sistema reprodutor; se a nivel astronomico, a mesma função que cria o pênis no corpo humano, cria o RNAm na célula, cria o píon no atomo, vai criar o vulcão no pulsar.
O código que cria o virus a nivel biológico está estacionado na região do DNA-lixo e ele veio do ancestral do DNA, a Matriz na sua fase astronômica, onde ele cria cometas no céu: a função masculina da reprodução. Por isso o virus não pode se reproduzir sózinho, ele não possui a parte fêmea do hermafrodita, então ele necessita da fêmea, e sua fêmea está dentro da célula, num trecho do código. E por isto ele não faz outra coisa na vida senão reproduzir-se: ele é apenas como é um espermatozóide, um elemento cego, sem mais nada no corpo, dirigido exclusivamente para um unico alvo. Quando entenderem a causa da origem, a procedencia e o significado sistêmico dos virus, nossa medicina vai dar um salto gigantesco, e a humanidade vai agradecer… mas para isto terão que conhecer antes a Matriz.
Quando o ancestral do DNA era a fôrma sôbre a qual se assentou os sistemas astronomicos, a matéria existente no mundo apresentava-se apenas nas formas gasosa e sólida. Alem disso o meio ambiente nas origens de sistemas estelares e galácticos era circundado e regido pela ausência de gravitação. Pode ser que, ao invés do trecho em código que hoje produz certo tipo de moléculas que constituem o sistema reprodutor, naquela época produzia alguma substãncia ácida, venenosa para sistemas biológicos constituidos tambem pelo estado líquido da matéria. Óbviamente tal forma evolucionaria deste trecho de código não deve ser expressado aqui, e então êle é oculto nas regiões que denominamos DNA-lixo, que constituem a maior parte do DNA. Isto acontece com seres vivos normais. mas existem seres humanos que possuem certas tendências secretas, mórbidas. Basta lembrar-se de crimes horrendos que alguns cometem. Outros têm a tendência de teimarem em reviver o passado dos ancestrais, como por exemplo os que comem carnes cruas, algo quase como canibalismo. Seja como for, desejos intensos da psique podem estimular trechos do DNA-lixo a se expressarem, os quais são venenosos. Alguns produzem os vírus.
Por exemplo, muitas pesquisas tem encontrado que pessoas apresentando cancer tinham um comportamento comum, angustiado. Sabe-se lá o que está por tras desta angustia, mas isto serve para reforçar a hipótese de causa psiquica, de carater, de personalidade. Que pode fazer manifestarem-se personalidades/sistemas elementares, primitivas, que ainda se encontram codificadas em nosso DNA-lixo.
Virus surgem na Terra quando um certo numero de certas espécies de fotons vindos através da radiação cósmica – inclusive a solar - conseguem se reunirem num mesmo ponto espacial, adentrando átomos terrestres. Estes fotons são bits-informação da Matriz/DNA no seu estágio evolutivo astronômico, relacionados á função universal numero 3. Ou são gerados dentro do nosso corpo, como nossos filhos, quando nossa psique resolve ter relações sexuais com o dark side da existencia que ficou oculto nas brumas do tempo, mas que pode ressuscitar…
No meu caso algo não normal tem funcionado protegendo minha saúde. As pessoas que me conhecem estão sempre chamando minha atenção para o meu descuido com o corpo e a saúde. Imagine se me acompanhassem por apenas uma semana quando estou na selva. Eu passei meses dormindo 3 ou 4 horas no carpet do chão de um escritório onde trabalhava e tinha um computador para pesquisar meus assuntos na Internet quando minha casa com minha cama ficava a apenas 800 metros de distãncia, mas não tinha tempo… Hoje às vêzes paro para me questionar quando foi a ultima vez que tomei uma refeição, para descobrir que lá se vão dois ou quatro dias só beliscando alguma coisa aqui e ali. Filósofos naturalistas que precisam conhecer todo o conhecimento da humanidade deveriam nascerem ricos e não precisarem trabalhar no bruto para pagar suas contas, mas eu tenho e portanto tempo é o meu maior problema. O corpo fica esquecido. Mas com o cérebro fervilhando de tanta informação, mesmo que esteja a dois dias sem dormir, não consigo acalma-lo e pegar no sono logo que deito. Então a meditação é um santo recurso para dormir… e talvez ela esteja operando mais profundamente do que imagino e do que acredito. Fica o conselho de amigo…
Tags: Biologia Celular, código, código genético, meditação, vírus Postedo na Biologia Celular, vírus | Sem Comentários »
sexta-feira, janeiro | 28 | 2011
(Tema baseado no artigo da Scientifican American: Un-Killing the Messenger (transcrito abaixo para ser traduzido e melhor estudado. Bo wikipedia digitar p-bodies, onde tem vasto material listado em referências)
http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=un-killing-the-messenger
Os corpos de processamento (corpos-P, do inglês P-bodies) são estruturas celulares localizadas no citosol (O citosol é o líquido que preenche o citoplasma, espaço entre a membrana plasmática e o núcleo das células vivas, que suporta bolsas, canais e organelas citoplasmáticas. É constituído por água, proteínas, sais minerais, íons diversos, aminoácidos s livres e açúcares.), as quais são responsáveis pela destruição final da maioria das moléculas de mRNA. Os corpos-P são formados por grandes conjuntos de mRNA associados com enzimas que degradam RNA
. O artigo informa que P-bodies, ao invés de serem as bolsas de lixo da célula, exercem funções importantes. E pelo mecanismo descrito, a Teoria da Matriz sugere uma nova versão explicativa, quando ela recorre ao mesmo mecanismo ocorrendo a nivel astronomico. Ver o mesmo fenômeno em sua escala macroscópica ajuda a enxergar detalhes que podem ser transplantados a nível microscópico para se entender o fenômeno em sua escala microscópica celular.
Para uma célula fazer proteinas, o núcleo primeiro tem que emitir instruções (lembrando o que são proteinas, do ponto de vista da Teoria da Matriz: são os braços, as forças com as quais o cérebro Matriz/DNA alcança e pode tocar as massas constituidas de corpos/cópias da célula-sede e que circunvizinham essa célula-sede, a fim de organiza-las em sistemas ampliados e mais poderosos e mais complexos que o sistema celular-sede. Ao mesmo tempo as proteínas ajudam a manter a sobrevivência do sistema ampliado. Numa fabrica normal humana, as proteinas são substituidas pela figura dos chefes de secção). Uma vez que estas instruções genéticas, como “boletins com ordens de serviço”, executam e ultrapassam sua utilidade, elas terminam desativadas em repositórios conhecidos como “processing bodies”, cuja sigla é P-bodies. Em outras palavras, P-bodies seriam aqueles cêstos que existem nos escritórios com uma máquina adaptada que corta os papeis como lixo em tiras. Da mesma maneira que o fragmentar dos documentos visa evitar que estranhos obtenham informações da companhia, os P-bodies fragmentam um texto genético em seus bits de informação evitando sua releitura.
Mas porque a Natureza precisaria esconder informações, ou evitar que alguem mais tenha acesso a suas informações, quem seriam os espiões, e para que a Natureza “inventou” esse fenômeno?! Não seria mais facil e economico em energia entregar estes memoranduns aos lisossomos com todo o demais lixo da célula para que dali fôsse expulso do meio celular?
Existem duas alternativas, segundo a Matriz:
1) Nas sendas da macro-evolução nem sempre a Natureza consegue, e de imediato, transferir todos os fenômenos de um sistema menos evoluido para outro mais evoluido finalmente elaborados no novo grau de complexidade. O caroço que temos na caixa craneana como resquício do cérebro reptiliano, o reminiscente que temos na barriga do estomago dos ruminantes, são exemplos desse problema;
2) Mas quando um fenômeno é mantido no sistema descendente , com aparente inutilidade, deve ser melhor observado, pois ele pode estar sendo util de alguma maneira sutil e por isso foi determinado a se expressar.
.Nos p-bodies as mensagens são amassadas, ocultadas, mas são desamassadas e reativadas. Uma companhia iniciada a três anos enfrenta uma flutuação do mercado que atinge um nivel x3y, obrigando o diretor do departamento elaborar uma ordem de servico mudando algumas coisas. Esta flutuação se repete mais vezes e se o diretor simplesmente mandou a ordem de servico para o lixo terá que chamar a secretaria e perder horas elaborando o texto novamente. Se ele arquivou a ordem de serviço, em todas as flutuações semelhantes êle apenas tem que reproduzir cópias. Até ontem, antes da descoberta de Roy Parker e seus colegas da Universidade do Arizona, a Biologia pensava que os P-bodies eram como o diretor que queima ordens de serviços, mas agora descobriram que são como o diretor que guarda as ordens arquivadas. Restava saber, identificar, cada ordem de serviço arquivada, localizar o departamento para o qual se relata e saber que tipos de atividades ou mudanças elas instruem.
.Os p-bodies são importantes componentes dos grãnulos existentes nas células de ovos, os quais estocam o RNA das mães para ajudar a gerar proteínas e dirigir o desenvolvimento dos embriões. Os granulos tambem estão presentes e executam as mesmas funções nos neuronios, onde são utilizados para fortalecer as sinapses. Então veja-se como é linda e inteligente a Natureza: ela não apenas produz o automóvel, mas ela constrói postos de gazolinas e oficinas de reparo nas estradas por onde vão passar os automóveis, para sua revigoração, manutenção e reequipagem! Porem, Natureza é matéria estúpida, não pode projetar eventos num futuro que ela desconhece, então qual o elemento inserido no meio natural responsavel por essa inteligência? Resposta: SISTEMA. Aquêle excesso de complexidade que emerge quando partes simples se unem em sistemas e que se materializa ao arrancar do fundo do oceano quantico novas informações universais ou seja, que estimula e desperta à vida os genes latentes retrogrados provenientes do infinito! Em outras palavras é a mente em meio a matéria, na sua forma de morula, blastula, já produzindo seus primeiros resultados, antes de evoluir para o estágio atual de mente humana.
. Na matriz dos sistemas astronomicos nós procuramos êsse mecnismo e encontramo-lo quando, os infinitos numeros de cometas-espermatozóides que não conseguiram fecundar o óvulo/buraco negro dentro dos quasares ficam vagando no espaço sideral até se desfazerem. Eles carregam em seu núcleo o material que corresponde ao texto de informações genéticas para produzir novos astros. Dali eles tem duas possibilidades: ou terminam por se desintegrarem na região cósmica correspondente ao lisossomo, quando são picotados pela maquina trituradora; ou encontram pela frente um remoinho formado pelo giro dos planetas em volta de uma estrêla e condensado com poeira tornando-se um tornado cósmico, que precede a formação de um buraco negro. Ali eles terão sua mensagem reativada, ou seja, ficam no arquivo para serem re-expressados na ocasião oportuna.
. Numa breve volta a este tema tentaremos ver se é possivel extrair daqui alguma coisa prática a ser empregada logo na melhoria da existência e nossa querida Humanidade,… pois eis que o despertador está me chamando para o trabalho.
http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=un-killing-the-messenger
Un-Killing the Messenger
P-Bodies do more than serve as RNA trash bins in cells
By Charles Q. Choi | January 9, 2006 | 0
P-BODIES (red), shown with a nucleus (blue), are organelles now known to be critical in protein making.
For a cell to make proteins, the nucleus first has to issue instructions. Once these genetic memos outlive their usefulness, they end up deactivated in repositories known as processing bodies. Research now suggests that these P-bodies are less like junkyards and more like office centers, where messages are amassed, silenced and reactivated.
Messenger RNA, or mRNA, relays instructions archived in DNA to ribosomes, where it gets translated into proteins. Expunging outdated mRNAs is necessary, lest they interfere with newer orders, explains Roy Parker of the University of Arizona. In 2003 he and his team discovered that after they tagged six mRNA demolition enzymes with fluorescent proteins, the enzymes all concentrated at the same points in yeast cells. Messenger RNAs that had been artificially made indigestible snarled at these spots, confirming that these P-bodies are where mRNAs go to die.
Early on, scientists suspected that P-bodies might play added roles, performing functions more complex than that of paper shredder. For instance, one RNA degrading protein found in yeast P-bodies, Dhh1p, was known for years as a key ingredient in granules in animal egg cells. These granules store mRNA from mothers to help generate proteins and drive much of the development in the early embryo. Neurons have mRNA storage granules as well, which are critical to memory formation. These granules, located near the synapses, release mRNA to make proteins that strengthen synapse connections.
In the past several months, Parker’s experiments have confirmed suspicions about the handy nature of P-bodies. The organelles can, for instance, stockpile and deploy mRNA to make proteins. In the September 1, 2005, Science, Parker and his colleagues report that depriving yeast of glucose cut down protein manufacture, resulting in reduced numbers of ribosome complexes known as polysomes and increased mRNA delivery to P-bodies. But instead of simply being destroyed, mRNAs accumulated. When glucose was restored, the number of polysomes rose, and the mRNAs disappeared, indicating that they were reactivated.
In mammals, P-bodies “are clearly more complex,” Parker says. He and his collaborators discovered that mammalian P-bodies concentrate Argonaute proteins 1 and 2, critical ingredients underlying the mechanism of RNA interference, by which cells employ small RNA sequences that inhibit or destroy specific mRNAs to modify their own behavior or defend against viral invasions. Nearly a third of the human genome may be regulated by RNA interference, explains molecular biologist John Rossi of the Beckman Research Institute of the City of Hope in Duarte, Calif., and the two teams’ studies “show that P-bodies must be important to RNA interference.”
The primordial role of P-bodies could be regulating translation by holding and releasing mRNAs. “Reusing old molecules is faster and more efficient than generating new ones,” Rossi points out. Parker believes P-bodies’ role as messenger shredder may have developed later, when cells might have found it beneficial to break down older mRNAs.
Much remains unknown about the mechanics of P-bodies and the range of biological processes they might influence. With his colleagues, Parker says he is developing a model in which P-bodies are the ancestors of many of the other mRNA storage granules “as a fundamental part of how cells control their genes.”
http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=un-killing-the-messenger
Un-Killing the Messenger
P-Bodies do more than serve as RNA trash bins in cells
By Charles Q. Choi | January 9, 2006 | 0
P-BODIES (red), shown with a nucleus (blue), are organelles now known to be critical in protein making.
For a cell to make proteins, the nucleus first has to issue instructions. Once these genetic memos outlive their usefulness, they end up deactivated in repositories known as processing bodies. Research now suggests that these P-bodies are less like junkyards and more like office centers, where messages are amassed, silenced and reactivated.
Messenger RNA, or mRNA, relays instructions archived in DNA to ribosomes, where it gets translated into proteins. Expunging outdated mRNAs is necessary, lest they interfere with newer orders, explains Roy Parker of the University of Arizona. In 2003 he and his team discovered that after they tagged six mRNA demolition enzymes with fluorescent proteins, the enzymes all concentrated at the same points in yeast cells. Messenger RNAs that had been artificially made indigestible snarled at these spots, confirming that these P-bodies are where mRNAs go to die.
Early on, scientists suspected that P-bodies might play added roles, performing functions more complex than that of paper shredder. For instance, one RNA degrading protein found in yeast P-bodies, Dhh1p, was known for years as a key ingredient in granules in animal egg cells. These granules store mRNA from mothers to help generate proteins and drive much of the development in the early embryo. Neurons have mRNA storage granules as well, which are critical to memory formation. These granules, located near the synapses, release mRNA to make proteins that strengthen synapse connections.
In the past several months, Parker’s experiments have confirmed suspicions about the handy nature of P-bodies. The organelles can, for instance, stockpile and deploy mRNA to make proteins. In the September 1, 2005, Science, Parker and his colleagues report that depriving yeast of glucose cut down protein manufacture, resulting in reduced numbers of ribosome complexes known as polysomes and increased mRNA delivery to P-bodies. But instead of simply being destroyed, mRNAs accumulated. When glucose was restored, the number of polysomes rose, and the mRNAs disappeared, indicating that they were reactivated.
In mammals, P-bodies “are clearly more complex,” Parker says. He and his collaborators discovered that mammalian P-bodies concentrate Argonaute proteins 1 and 2, critical ingredients underlying the mechanism of RNA interference, by which cells employ small RNA sequences that inhibit or destroy specific mRNAs to modify their own behavior or defend against viral invasions. Nearly a third of the human genome may be regulated by RNA interference, explains molecular biologist John Rossi of the Beckman Research Institute of the City of Hope in Duarte, Calif., and the two teams’ studies “show that P-bodies must be important to RNA interference.”
The primordial role of P-bodies could be regulating translation by holding and releasing mRNAs. “Reusing old molecules is faster and more efficient than generating new ones,” Rossi points out. Parker believes P-bodies’ role as messenger shredder may have developed later, when cells might have found it beneficial to break down older mRNAs.
Much remains unknown about the mechanics of P-bodies and the range of biological processes they might influence. With his colleagues, Parker says he is developing a model in which P-bodies are the ancestors of many of the other mRNA storage granules “as a fundamental part of how cells control their genes.”
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segunda-feira, novembro | 22 | 2010
http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,709174,00.html
Der Spiegel
No site acima o magazine Der Spiegerl entrevista Craig Venter sôbre os dez anos que ele investiu sequenciando o genoma humano, onde Venter explica que temos aprendido muito pouco e o montante de dados obtidos não explicam quase nada. A Teoria da Matriz/DNA insiste que a chave do segrêdo para começar a entender tudo o qie precisamos está na fórmula da Matriz. Não só porque ela revela as origens e a história do genoma mas principalmente porque o genoma é composto de unidades –m os genes – que se juntam para formar sistemas e sub-sistemas, só então expressam funções e portanto tem que haver uma visão holistica sistêmica para entende-los, o qual é justamente o que nos fornece a formula sistêmica da Matriz.
Interview conducted by Rafaela von Bredow and Johann Grolle
Vejamos alguns iniciais e breves comentários da Matriz sôbre trechos desta entrevista:
1) SPIEGEL: How much would you be able to learn about us by doing so?
Venter: If anything, we don’t really know how to read the genome and it can’t tell us very much right now.
Matrix/DNA: O conhecimento da formula da Matriz é o que está faltando aos pesquisadores de campo para começarem a entender os genes.
2) SPIEGEL: The decoding of your personal genome has so far revealed little more than the fact that your ear wax tends to be moist.
Venter: That’s what you say. And what else have I learned from my genome? Very little. We couldn’t even be certain from my genome what my eye color was. Isn’t that sad? Everyone was looking for miracle ‘yes/no’ answers in the genome. “Yes, you’ll have cancer.” Or “No, you won’t have cancer.” But that’s just not the way it is.
Matrix/DNA: Chegou-se à conclusão que o cancer é causado por uma variação genética. Se não sabemos o que causa a variação e o que significa a variação, ficamos sem poder de ação. A formula da Matriz é capaz de identificar os genes a nível de átomos. A posição e o tipo de um átomo pode identificar a sua função na formula. Tendo todos os átomos identificados pode-se montar o gene segundo a formula de sistema. E tendo esta montagem pode se compara-la com a formula de sistems perfeito da Matriz e identificar onde está om defeito, porque o defeito ocorreu. Bem isto é o que penso, sem ter visto a coisa real no laboratório. Mas pode haver muitas outras possibilidades tendo-se conhecimento da formula.
3) SPIEGEL: So the Human Genome Project has had very little medical benefits so far?
Venter: Close to zero to put it precisely.
Matrix/DNA: Importante anotar isto.
4) SPIEGEL: Did it at least provide us with some new knowledge?
Venter: It certainly has. Eleven years ago, we didn’t even know how many genes humans have. Many estimated that number at 100,000, and some went as high as 300,000. We made a lot of enemies when we claimed that there appeared to be considerably fewer — probably closer to the neighborhood of 40,000! And then we found out that there are only half as many. I was just in Stockholm for the 200th anniversary of the Karolinska Institute. The first presentation was about the many achievements the decoding of the genome has brought. Then I spoke and said that this century will be remembered for how little, and not how much, happened in this field.
Matrix/DNA: Portanto são cerca de 20.000 genes responsáveis por milhões de funções, como as caracteristicas físicas. e produções, como as proteinas. É preciso ver o DNA como uma network constituída de individuos, onde os individuos são sistemas. Eles se juntam em diferentes grupos para produzirem algo ou se desviam em grupos causando doenças. Imagine a grande sociedade humana, como um unico individuo que è em si mesmo um sistema, se junta a um grupo de bairro, depois a um grupo nacional, variando para grupos de religião, ideologia, tipos de hobby, esportes, preferencias de alimentos, roupas, etc. Alem disso tem a variação localizada no tempo, por exemplo, os grupos ora compõem um sistema feudal, ora um sistema capitalista ou marxista. Essa variação no tempo dentro do DNA é demarcada pela posição do gene e do grupo na escala cronológica da fita de registros. Sem identificar cada individio como sistema seria como tentar entender a população e as produções de New York sem saber que certa pessoa é americana, outra chineza, outra cristã, outra é gorda, ou branca, etc. Mas o desafio para o conhecimento é sempre o mesmo e nós temos avançado nos conhecimentos. A principio um dado quadro natural parece muito complexo e insolivel mas com persistencia e método acabamos identificando chavers, denominadores comuns,significados, o que nos levaa então a de imediato compreender o todo. Imagine um nativo da Amazônia da primeira vez que vê um automovel. Parece simples por fora, como parecia fácil para os cientistas entender o DNA e detectar as causas das doenças. Mas quando abre o capô e se depara com aquela cena da parafernália de fios e peças, o nativo pode pensar que jamais irá entender aquilo tudo. Porem nós que já temos experiencia de muitos anos com automoveis temos um completo entendimento da coisa toda. Assim será na nossa busca de entendimento destas networks complexas como a dos genes, dos neuronios no cérebro, etc.
5) SPIEGEL: There are hundreds of hereditary diseases that can be traced to defects in individual genes. You can determine a lot more than just probabilities through them. But that still hasn’t led to a flood of new treatments.
Venter: There were false expectations. Take Ataxia telangiectasia, for example, a horrible disease. The nervous system degenerates, and people who have it often die in their early teens. The cause is a defect in a single gene, but it is a developmental gene. If your body is built in the wrong way, then you can’t just take a magic pill to rebuild it. If your brain is wired wrong, then it is wired wrong.
Matrix/DNA: Temos que por cada gene desenhado numa folha transparente e por esta folha sobre a fórmula da Matriz, para saber quem é aquele gene. Se é um arabe, muçulmano e portanto faz as coisas à sua maneira, ou se é um russo ortodoxo, etc. Tendo a posição dele na fita quimica do DNA saberemos o que sua versão matricial produzia na nebulosa de atomos, depois o que produzia nas galaxias, e o que tenta produzir no corpo humano. Temos de mudar certos conceitos atuais. Por exemplo quando Venter diz “it is a developmental gene” temos que entender que o gene expressa um certo momento e forma dentro de um ciclo vital, ou seja, um gene que atua mais em determinada fase de um processo. E tendo seu mapa é possivel localiza-lo numa das sete funções do ciclo vital da Matriz.
6) SPIEGEL: Who is to blame for those false expectations?
Venter: We were simply always looking at single genes because they were the only genes we had. When people lose their keys at night, they look under the lamp post. Why? Because that’s where you can still see something.
SPIEGEL: But the keys are really located in the dark?
Venter: Exactly. Why did people think there were so many human genes? It’s because they thought there was going to be one gene for each human trait. And if you want to cure greed, you change the greed gene, right? Or the envy gene, which is probably far more dangerous. But it turns out that we’re pretty complex. If you want to find out why someone gets Alzheimer’s or cancer, then it is not enough to look at one gene. To do so, we have to have the whole picture. It’s like saying you want to explore Valencia and the only thing you can see is this table. You see a little rust, but that tells you nothing about Valencia other than that the air is maybe salty. That’s where we are with the genome. We know nothing.
Matrix/DNA: A formula da Matriz neste caso é a lampada luminosa. The whole picture não é concernente a partes ou seja, genes, mas sim concernente ao sistema que as partes compõem.
7) SPIEGEL: Will that lead in the end to the kind of personalized medicine that genetic researchers have always touted? Each person would get his or her own personal treatment that is tailored precisely to that person’s genetic make-up?
Venter: That was another one of these silly naïve notions that was out there. It’s not, ‘Oh, we know your genome, we’re going to make this drug for you.’ That will never happen. It is more important that you use the information in the genome about your personal risks and reduce them through intelligent behavior.
Matrix/DNA: É isto aí. Comportamento inteligente anulando os riscos de variação genética as quais causam doenças e podem transmiti-las hereditariamente. Mas o que siginifica comportamento inteligente? Senão uma perfeita sintonia do corpo humano com o ritmo da Natureza ao redor, as vibrações, as composições das substancias, o momento evolucionario, etc.? É claro que o ser humano não é uma maquina que se auto-controla como um relógio tem seu todo controlado por uma disciplina severa de ritmo. O ser humano não consegue muita disciplina, mas principalmente porque ele foi gerado e vive num meio ainda selvagem, caótico, como o é a biosfera. Mas antes de desenhar o perfeito comportamento inteligente precisamos conhecer a fundo a natureza do meio-ambiente, saber qual seu ritmo e tendencias. Para isto precisamos conhecer a História Universal Natural e localizar nosso ambiente no devido ponto do espaço-tempo desta história. Nada melhor para isto que a história revelada pela Matriz. Tendo consciencia de como a natureza quer que nos comportemos a cada momento e evento e sabendo maneiras de contornar os nossos vicios vamos nos aproximando do comportamento que não produz variação genética.
8) SPIEGEL: When can we anticipate seeing the next tailor-made microbes from your laboratory?
Venter: Well, the goal is multifold. We have to start by creating minimal cells. A human cell is too complex — we have no idea how any human cell works. We don’t even know how the simplest bacterial cell works. We want to learn what the minimum cellular components are, so we’re going to be taking out all the non-essential genes. But we’re also trying to design new life forms for energy production, capturing carbon dioxide or to produce chemicals.
Matrix/DNA: Com a formula da Matriz nós temos melhor entendimento como uma célula trabalha. Por exemplo sabemos alinhar as organelas de acordo com o alinhamento sistêmico, o que revela entre outras, alguns mecanismos e invisiveis formas de interações entre as organelas. Reduzir a célula a seus componentes mais simples precisa antes entender que muitos dos componentes são resultantes da fuzzy logic, ou seja, resultam das interações entre os componentes essenciais. E tendo a célula desenhada numa folha transparente sobreposta à formula da Matriz torna-se facil ver o que é essencial ou não.
9) SPIEGEL: ExxonMobile, at the very least, appears to be convinced by your vision …
Venter: … yes, they are investing $600 million in the project, with half going to our partnership. It’s a good round number. It’s the same money that PerkinElmer gave me to decode the human genome. With it, we sequenced the human genome in nine months instead of many, many years. The public money that flowed into the Human Genome Project, above all, created an enormous, inflexible bureaucracy. And it is only because of private money that we can now sail across the ocean with this sailboat and discover 40 million genes — there are only 41 million genes known to all of science. All you need are a few innovative ideas and independent funding to allow you to do things that other people can only dream about.
Matrix/DNA: Craig Venter é a mente ideal para esta tarefa por ser brilhantemente pratica, pragmatica, realista, onde a fé e seus desvios misticos, se existe alguma, é deixada do lado de fora da porta do laboratório, ou do escritório da administração. Por isso ele nos surpreende com tantos rapidos e eficientes progressos. Falta a ele e sua equipe conhecer a formula da Matriz e entender que ela nada tem de pessoal imaginação humana mas sim é resultado do mais materialista e naturalista método conhecido, que é a anatomia comparada entre duas coisas diferentes anotando semelhanças e diferenças e tentando, experimentando previsões baseadas nos dados. Esta formula é a fonte de idéias inovativas que essa pesquisa está precisando, uma avalancha delas que nos ocorrem a todo momento que vemos os dados na banca do laboratório. Seria um minimo custo com uma recompensa inimaginavel se alguem que entende a formula como eu tenho estudado-a por 30 anos pudesse estar presente no laboratório, de inicio apenas como simples observador e aprendiz, para em seguida começar a expor as sugestões.
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quarta-feira, julho | 14 | 2010
 Synthetic Biology
Fonte: http://www.raeng.org.uk/news/publications/list/reports/Synthetic_biology.pdf
Estou fazendo das tripas coração tentando ter o tempo para ler as 200 páginas do debate ocorrido recentemente no Govêrno Americano, onde Craig Venter dá importante e esclarecedor depoimento, mais exatamente no
Committee on Energy and Commerce
“Effects of Developments in Synthetic Genomics”
May 27, 2010, Statement of Rep. Henry A. Waxman
Chairman, (vide em pdf)
e no meio me surge o seguinte pensamento:
Fabricar DNA no laboratório significa acrescentar mais alternativas às já realizadas pela Matriz que fêz isso com o intuito de exorcisar de si o gene egoista. Ela usou um método que para explica-lo podemos fazer a analogia com um macaco atrapalhado com um côco querendo comer todo o saboroso miolo branco. Quando o macaco quer obter todo o miolo branco do côco êle tem que quebrar a casca no maior numero de pedaços possivel. Se êle quebra-lo apenas em dois pedaços, vai ser muito dificil obter as partes do miolo que ficam nas curvas do fundo. Já tendo pequenos pedaços onde as curvas e fundos desaparecem, é certeza que o macaco vai conseguir retirar tudo e com maior facilidade em menos tempo. Pois a Matriz tinha como que um côco representando o caráter duro, inflexível e fechado, do gene egoista. Para limpar-se dessa peste ela se fragmentou em seus menores bits informação, em todas suas unidades de informação, de maneira que – se der-mos um valor de 100% ao gene egoista e supormos que a Matriz se quebrou em 100 pedaços – significa que cada pedaço-bit contem 1% do gene egoista que é diferente de todos os outros 99 bits. Pondo estes 100 diferentes tipos de DNA a se confrontarem em seu egoismo e num meio caótico como o é a biosfera terrestre, impondo sofrimento a todos, espera a Matriz depurar a todos levando-os a se limparem por si mesmos. Depois é só recompor o DNA ajuntando todos os 100 pedaços limpos que teremos a Matriz novamente retornada ao seu estado puro como era quando fazia parte do criador deste universo.
Então o que Mr. Craig Venter e a biologia sintética está procurando fazer é obter novos diferenciados bits que a Matriz nunca fêz aqui. Assim de chôfre somos levados a pensar:
- “Não pode! Não devemos fazer isto! Podemos atrapalhar todo o plano da Matriz, e certamente vamos fazê-lo, pois quem vai construir os novos bits são os homens, os quais são portadores do gene egoísta e vão fazê-lo buscando atenderem seus propósitos egoístas. Em outras palavras, quem está fazendo isto é o gene egoista, um ardil dêle para se livrar do castigo pelo pecado original e reconstruir aqui na Terra o seu falso paraiso na forma do circuíto da serpente.”
Mas a gente não pode tomar decisão em cima de uma primeira impressão sem analizar bem a coisa antes trazendo outros aspectos à questão. Nós descobrimos que existe o gene egoísta, nós desmascaramos o demonio em nosso interior, e parece-me não ser de nossa índole fazer pacto com o demônio. Em outras palavras nós o queremos fora de nós, queremos exorcizá-lo de nós. Não sei se posso falar pela maioria dos humanos, ao menos eu quero isso, e vejo que gente que não é nada santo, como o ateu Richard Dawkins, com vontade de declarar guerra ao demonio, ao gene egoísta. Portanto, não estamos dominados pelo demonio e sim nos predispondo a unir forças com a Matriz pura do criador.
Os seres humanos tem sofrido muito devido suas fragilidades e ao ambiente caótico. Tem sido uma verdadeira carnificna e campo de tortura para a maioria. Será necessário tanta impiedade para com um fora-da-lei? O fato é que o mundo pensa que sim, a carnificina é fato e está aí para todo mundo ver. Mas temos que lembrar que o criador do Universo ainda não é o Deus dos religiosos, êle não é mágico, e sim natural como nós, apenas muito mais consciente e poderoso. Mas seu poder não pode evitar que seus filhos-herdeiros sejam castigados na prisão em que caíram por vontade própria. Então, se tiver-mos condições de fabricar porções da Matriz Biológica que minimize os castigos, estaremos fazendo a vontade do criador que sofre vendo o sofrimento de seus filhos e estaremos gerando benefícios para nós. Basta fazer os genomas certos que se encaixem onde os pontos de caoticidade da biosfera sejam mais extremos, para ameniza-la e dirigir o ambiente para o estado de ordem o mais rápido possível.
“- Um momento! Êste estado de ordem ( para os humanos desconhecedores da Causa da Grande Queda – o falso Paraíso do Éden), que os humanos tem em mente é a reconstrução do falso paraíso. É o Admirável Mundo Novo sob a tutela da Grande Mãe Eva, uma feliz criação para acomodar o corpo carnal e dar-lhe tôdas as satisfações, todos os prazeres, mas significa o interrompimento da gestação da auto-consciência dentro do nosso ôvo-cabeça. Um paraíso que visa eternizar a estupidez, fechando as portas à evolução até que o Universo tenha que intervir novamente impondo nova Grande Queda.”
Ora, acho que não iremos por este caminho, se tivermos tempo de levar, senão a todos, ao menos à maioria, o conhecimento da Matriz que desmascara o demônio. Temos a oportunidade de criar um ambiente terrestre mais amigável ao ser humano, ao planeta, ao Cosmos como um todo, ao mesmo tampo que mantemos livre e evoluindo a nossa auto-consciência. Para realizar isto necessitamos sim, fabricar os acêrtos que substituam os acidentes e êrros do caos ou preencham as lacunas dos recursos necessitados.
Enfim, nosso destino depende de que
”a velocidade do desenvolvimento tecnológico para fabricar novas espécies de vida microbinana deve ser menor que a velocidade do ensinamento sôbre a Matriz para todos os povos.”
Assim, quem estará por trás e dirigindo todo o processo será a Matriz pura do criador e não a Matriz viciada do gene egoísta.
Tags: Biologia Celular, Committee on Energy and Commerce, Effects of Developments in Synthetic Genomics, Geral, Noticias Cient. c/Comentarios, Origem da Vida, Sistemas Biologicos, Super-Ciência da Nova Era Postedo na Biologia Celular, Geral, Origem da Vida | Sem Comentários »
quinta-feira, julho | 8 | 2010
Veja uma tradução resumida aqui e o completo artigo em Inglês no site:
http://www.agoracosmopolitan.com/home/Frontpage/2007/01/08/01288.html
Título: Scientists find Extraterrestrial genes in Human DNA
E depois veja a seguir a versão da Teoria da Matriz/DNA a respeito.
Um grupo de pesquisadores trabalhando no Projeto Genoma Humano estão divulgando uma teoria impressionante. Eles acreditam que 97% do DNA humano que são formados, pelas assim chamadas, “seqüências não-codificadas” são nada menos que códigos genéticos de formas de vida extraterrestres.
As seqüências não-codificadas são comuns em todos os organismos vivos da Terra, de células à peixes à humanos. Elas constituem grande parte do DNA humano, diz o professor Sam Chang, líder do grupo.
As seqüências não-codificadas, originalmente conhecidas como “DNA-LIXO”, foram descobertas anos atrás e sua função permanece um mistério. Mas elas constituem a esmagadora maioria do DNA humano. Os cientistas acreditam que estes “genes-lixo ” são extraterrestres e que simplesmente “curtem o passeio” com os outros genes ativos, passando de geração à geração.
Depois de abrangentes análises com a assistência de outros cientistas como programadores, matemáticos e outros sábios acadêmicos, o professor Chang se perguntou se o evidente DNA-LIXO humano foi criado por algum tipo de “programador extraterrestre”. “As cadeias alienígenas dentro do DNA humano tem suas próprias veias, artérias e seu próprio sistema imunológico que resiste vigorosamente à todos os tipos de drogas anti-câncer conhecidos”, observa o professor Chang.
O professor Chang estipula também que “Nossa hipótese é que uma forma de vida extraterrestre superior se ocupou de criar novas formas de vida e de plantá-las em vários planetas. A Terra é apenas um deles. Talvez, após programar-nos, nossos criadores se ocuparam de criar-nos como criamos bactérias em laboratórios. Nós não sabemos seus motivos, se era para ser um experimento científico, ou um jeito de preparar novos planetas para a colonização, ou se é um trabalho de longo prazo de semeação de vida no universo.”
Chang, além disso, ressalta que “Se nós pensarmos nisso em termos humanos, os supostos “programadores extraterrestres” provavelmente estavam trabalhando em “um grande código” consistente de vários projetos, e esses projetos devem ter produzido várias formas de vida para vários planetas. Eles também devem ter tentado várias soluções. Eles escreveram “o grande código”, executaram-no, não gostaram de algumas funções, mudaram-no ou adicionaram novas funções, executaram-no novamente, fizeram melhorias, tentaram novamente e novamente.”
Além disso, o time de pesquisadores do professor Chang conclui que “Os “programadores extraterrestres” talvez tenham sido ordenados a excluir todos os seus planos idealísticos para o futuro quando se concentraram no “projeto Terra” a fim de terminá-lo no prazo adequado. Provavelmente com pressa os “programadores extraterrestres” cortaram drasticamente o “grande código” e o entregaram somente com as características básicas planejadas para a Terra. Chang é somente um de vários cientistas e outros pesquisadores que divulgam esta teoria sôbre origens extraterrestres para a Humanidade, vindas de outros seres inteligentes.
Chang e seus colegas mostram que as aparentes lacunas no sequenciamento do DNA, precipitadas por uma suposta pressa em criar a vida humana, presenteou a raça humana com o ilógico crescimento desordenado de células que conhecemos por câncer.
O professor Chang ainda aponta que “o que vemos em nosso DNA é um programa consistindo de duas versões, um código básico e um grande código.” Chang então afirma que “o primeiro fato é que o programa completo absolutamente não foi escrito na Terra, isto é um fato confirmado. O segundo fato é que os genes, por si sós, não são suficientes para explicar a evolução, deve haver algo mais “no jogo”.
“Cedo ou tarde”, diz Chang, “nós teremos que enfrentar a inacreditável idéia de que toda a vida na Terra carrega códigos genéticos de nossos “primos extraterrestres” e que a evolução não se deu do jeito que pensávamos.” Por John Stokes (tradução: Mario Barros)
Versão da Teoria da Matriz
O DNA-Lixo em certos trechos tem sequências de centenas de repetições de uma mesma letra. Imagine um livro onde palavras como “lua” tivesse cento e vinte “l”, duzentos “u”… Por isso dizem que estes trechos não codificam para nada pois não parece um código. Mas o Dr. Sam Chang foi condicionado desde a escola e a comunidade científica que com ele convive a acreditar que o DNA surgiu na abiogenese ou biogenese e contem informações da evolução dos 3,5 bilhões de anos da evolução orgânica biológica. Quando surgem problemas como êsse que não se encaixam nessa crença, como ser racionalista que é, vai afastando-a paulatinamente de si. Porem algo tem que vir ocupar seu lugar, êle busca, suspeita com razão que no contexto da evolução atuaram fôrças que êle não está captando. Mas que fôrças, se a comunidade científica tem atuado como quem “sabe” que já desvendou tudo o que tinha a ser desvendado na matéria da Terra em relação à evolução? Basta entrar num forum, num debate com êles, argumentar que existem problemas como a causa da primeira molécula auto-replicadora, da primeira auto-organização do sistema celular, da origem do sistema em código, da redução da atmosfera terrestre que não produz os corretos aminácidos usados pelos vivos, etc. e eles sempre tem dito que laboratórios já sintetizam isto e e aquilo, e o que não fazem ainda exatamente como a Vida fêz, será feito, é só uma questão de tempo. Então na mentalidade do Dr, Chang resta apenas uma saída: a força ou fôrças desconhecidas vieram de fora do planeta Terra. E bombardeado com a presença da tecnologia computacional à sua volta não pode evitar de ver as causas dos códigos no computador, vindo da mente de homens como Bill Gates, para associar a idéia de que estas fôrças tiveram origem inteligente. Daí os extraterrestres é a unica opção racional.
Mas existe uma outra maneira também racional de abordar a questão cuja saída final inevitável não aponta na direção dos extraterrestres inteligentes ou não, do Dr. Chang. E aponta também que o Dr. Chang e tôda a comunidade científica tiveram uma formação errada, quando seus instrutores das gerações passadas quebraram a História Natural em dois blocos, separaram-nos entre si, deixando um abismo no meio, o qual tinha que ser preenchido com algo. Refiro-me à História Natural de 13,7 bilhões de anos ter sido dividida em Evolução Cosmológica por 10 bilhões de anos e Evolução Biológica nos ultimos 3,7 bilhões de anos. A Evolução Natural foi quebrada em duas partes de maneira que as leis da evolução daqui não fou aplicada para calcular a evolução de lá e nem vice-versa. O sistema de código que redistra e suporta a evolução vista aqui não fou procurado lá, os principios da auto-replicação ídem, da auto-organização, do metabolismo, do Ciclo de Cori, do Ciclo de Krebs, etc. e etc., não existiam nos antepassados que ficaram na outra margem alem do abismo. Mas o abismo é apenas imaginário, só existe na cabeça do homem enquanto nossa mente e inteligencia ainda está no seu nascedouro e portanto ainda é infantil. Pois basta olhar com os olhos e vemos os antepassados dos 10 bilhões de anos convivendo conosco:astros, partículas, átomos, etc. A Natureza é uma só, suas leis evoluem de simples para complexas como os iniciais usos e costumes das tribos humanas evoluiram para constituiçoes nacionais. É na Natureza que temos de buscar os rudimentos do DNA, das três variaveis da teoria da evolução, da auto-irganização. Se aí não os encontrar-mos, apenas então nos restará a possibilidade que a Vida e seu código existente aqui foi inventado por alguém que não foi produzido pela Natureza, que tambem teria que ter sido inventado por algo alem do natural. Se os extraterrestres do Dr. Chang são os produtores do DNA que aqui está, eles são inevitavelmente, sobrenaturais. Se a Vida não é produto da Evolução Cosmológica então ela não poderia tambem ter produzido extraterrestres vivos. Se ela os fêz lá, então porque não poderia nos ter feito aqui?!
O primeiro ser vivo real, completo que conhecemos já veio com um pacote genético de mais ou menos 300 genes. Cada gene possui milhões de partículas que podem por sua vez serem unidades diferenciadas de informação como são os genes. Portanto é possível que o código do primeiro ser vivo continha bilhões de informações. Informações sôbre o que? Sôbre o período desde que se formou o primeiro nucleotídeo até o aparecimento do primeiro sistema celular? Mas e as informações dos 10 bilhões de anos da Evolução Cosmológica? Quem garante que a matéria burra da Terra inventou o Windows natural, que criou-o do nada? Mais especificamente, que ela inventou tudo o que aí está, como a extrordinária engenharia do sistema reprodutor sexual? Esta crença é mais racionalista, mais inteligente, do que aquela que suspeita que os principios rudimentares de todos estes fenomenos vivos vieram se desemvolvendo sob as leis da evolução desde o Big Bang, e se disponibiliza a ir procura-las? Acho que é mais cientifico o homem que vai esmiuçar a matéria antiga em busca das respostas que o homem que não aceita fazer isso e vai procurar UFOS no espaço, ou cruza os braços esperando até o dia que resolvam ouvir nossas rezas e se disponham a falar conosco.
A evolução Cosmógica se deu num ritmo milhões de vêzes mais lenta que o ritmo da evolução biológica, e ‘’e fácil entender porque: a evolução biológica demorou bilhões de anos para produzir um mamífero e apenas alguns milhões para produzir um Sócrates. Poderíamos dizer que a evolução tem sua velocidade acelerada numa progressão geométrica sem mêdo de errar, somos testemunhas disto aqui. E aqui talvez esteja a explicação da existência das letras repetitivas compondo o DNA-Lixo.
Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal surgiram quando experimentei calcular uma idéia: a de que êsse fenômeno a que denominamos ciclo vital e é fundamental para distinguir sistemas naturais animados da matéria inanimada não teria sido inventado aqui na Terra , mas e assim seria produto de uma evolução iniciada com o Universo, portanto, a própria Terra teria que se sujeitar a uma especie de proto-ciclo vital. Se isto fôsse verdade, a Terra seria algo mais do estamos pensando que seja, seria um fenômeno mais complexo do que a simplicidade com que a temos revestido teóricamente. Calculando-a desta maneira, os resultados apontaram que se a Terra está sob um ciclo vital ela perfaz um proto-sistema o qual tem a mesma configuração de um proto-nucleotideo. Ora, se o DNA está nos sistemas biológicos e nos sistemas astronômicos, porque não estaria ainda em forma mais rudimentar nos sistemas atômicos? Para resumir fui concluir que o rudimento ultimo do DNA, o seu unicio mais simples possível está em algo que todos conhecemos: um vórtice. E não sou que teorizei que ao se adentrar a matéria cada vez mais no seu intimo chegamos a um ponto que ela desaparece e restam vórtices. Mas se observar-mos um vórtice, mais detalhadamente, ele já se comporta como um ser vivo e possui os rudimentos das propriedade vitais nas formas de fôrças brutas, ou conceitos. Assim surge a possibilidade de que A Natureza apenas compôs o nosso código genético, ela não precisou da ajuda de extraterrestres sobrenaturais.
Porem, sei que isto não resolveria a questão real que eu, o Dr, Chang, todos nós humanos temos perante o DNA-Lixo. Mas existe um outro fenômeno natural acontecendo no DNA que parece ter recebido a atenção que merece por parte dos pesquisadores.
O fato estranho da repetição de letras e aparente inutilidade de 97% do DNA torna-se ainda mais estranho quando observamos os outros 3% e nos conscientizamos que vemos no meio da matéria inconsciente um arranjo de atomos formando um código complexo composto de memória no seu conjunto significando que é um comando de instruções fantasma, invisivel, mas que tem fôrça para atuar nesta matéria dirigindo-a para executar atos! Assim como essa coisa que denominamos pensamento ou mente, parece abstrato mas tem fôrça para mover nossa mão para executar uma ação. Não é atôa que O Dr. Chang tira o avental de cientista, deixa o laboratório e vai para a rua anunciar que existem extraterrestres inteligentes criadores de sementes de DNA espalhando-os pelos planetas. Não tem mais como evitar o indesejado anuncio de que existe alguma inteligência por traz dessa história tôda. Já completou século que a Ciência revirou a matéria dos 3,7 bilhões de anos de cabeça para baixo e não encontrou as causas dos acasos que teria prenchido o abismo entre as duas Histórias. Mas o fato da Ciência estar admitindo que a Natureza não poderia por si só produzir o nosso DNA e que varificou que as leis são as mesmas em todo o Universo implica que ela também não poderia ter produzido êese DNA em nenhum outro lugar. Então os extraterrestres que inventaram o nosso DNA não teriam DNA, pois êles existiam antes do DNA, que foi invenção dêles?
Existe uma outra situação real, acontecendo na matéria que parece repetir a mesma situação que observamos no DNA. Me refiro ao fato de que o homem produz uma máquina, denominando-a hardware e insere nela uma estrutura arranjada que denominamos diagramas de software de maneira que opera como um comando de instruções, inclusive exercendo uma fôrça na matéria se pusermos o computador como cérebro de um robot ambulante. O computador não é exatamente igual a um cérebro mais mente, mas também a interação entre o hardware DNA e o comando de instruções que ali opera não é como a interação entre o cérebro e a mente. Tanto no caso do computador quanto no DNA, o comando de instruções é determinado, o hardware só tem um mensagem final, um destino determinado, produzir uma proteína X e depois um ser da espécie tal, enquanto a mente tem lívre-arbitrio e não está totalmente modelado pelo cérebro e ambiente, por isso seres humanos tem entre si uma infinidade de destinos diferentes. Resumindo, existem três fenômenos (DNA, Computador, Homem) que se assemelham na composição (software mais hardware), mas que apenas dois (DNA e Computador) compartilham o mesmo modo de existir. DNA e computador continuam emparelhados se assemelhando em tudo, apenas se diferenciam na matéria em que se constituem e no fator menos relevante que um é mais simples, operando com duas variaveis (o computador com seus 0 e 1) e o outro, com sete variaveis ( o DNA com as cinco bases e mais os dois açucares).
Mas porque estou aventando a idéia de que devemos olhar o DNA como sendo uma composição entre hardware e software? Porque isto explicaria a repetição das letras e tôdo o DNA-Lixo. A evolução do computador foi um processo de retroalimentação entre software e hardware. Tínhamos um hardware simples – a máquina de calcular – aí inserimos nela um software simples. A máquina revelou-se mais capaz que a mente humana para realizar certas tarefas, ela acelerou a obtenção de informações fazendo com que a mente humana elaborasee um software mais evoluido. Mas para operar esse novo software era preciso incrementar a maquina. Feito isso novamente a maquina empurrou a evolução do software o qual empurrou a evolucão do herdware… Existem prtanto duas evoluções em paralelo. Se a tecnologia não evolui, o software mais complexo fica estacionado na mente do homem que é obrigado a repetir o mesmo hardware ano após ano, esperando que alguem, por exemplo, descubra um tipo de chip mais potente, Veja-se a repetição dos modêlos de computadores como as repetições de letras no DNA. E veja-se o que chamanos de DNA-Lixo como sendo a parte do DNA que registra os 10 bilhões de anos da Evolução Cosmológica. Se elominar-mos as nossas longinquas ancestrais plantas do planeta, ficaremos sem alimento: se o DNA elimiasse seus ancestrais ficaria do mesmo jeito. Por isso os 97% continuam existindo.
Não vou estender-me mais para explicar onde quero chegar. O computador é mais simples do que o DNA porque a mente que criou o computador é menos inteligente que a mente que criou o DNA. Então caímos na mesma esparrela do Dr. Chang? Acho que não. A mente inteligente em que o Dr. Chang acredita é sobrenatural porem vive dentro do Universo, a mente inteligente que eu acredito é natural, porem vive fora do Universo. É natural porque vejo isso tudo, essa inteira História Natural do Universo como um mero processo de reprodução genética, o que indica que ninguem inventou o DNA, ele vem do que existia antes do Big Bang. Suspeito que esse ser natural que está sendo reproduzido é inteligente porque aqui o feto cosmológico se torna embrião e em seguida se torna inteligente. Eu não estou apenas deslocando a solução do Dr. Chang, que estaria dentro do Universo, e mandando-a para alem do Universo irracionalmente. A solução sobrenatural, irracional é a do Dr, Chang. A minha é e continuará sendo sempre natural, por isso ao invés de sentar no quintal esperando UFOS eu carrego a Ciência avante. Mas o mais provavel é nenhum de nós dois estejamos completamente certos. Se sei disso porque insisto nêsse caminho? Porque acredito que o caminho se faz ao caminhar.
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quarta-feira, fevereiro | 10 | 2010

Molécula de RNA
O materialismo científico está fazendo com que seus adeptos afirmem com convicção que em determinado momento a bilhões de anos atrás uma certa molécula, por acaso previsto no calculo das probabilidades, começou a se replicar, confeccionando cópias de si mesma, ou seja, o fenômeno da reprodução teria sido inventado pela primeira vez na História do Universo e na Terra, e isto teria sido o grande gatilho disparador que faltava para a Vida surgir na Terra. Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal também indicam que a certa época uma arquitetura natural existente na Terra começou a se duplicar, porém, sugerindo uma outra versão e creio, apesar de parecer fantástica, é muito mais profunda e racional, entrando no estado do mundo anterior inclusive às origens dêste planeta, para dali retirar as causas e fôrças naturais que teriam se desenvolvido a partir de mecanismos físicos até chegar ao processo biológico da auto-duplicação.
Segundo a versão da Teoria da Abiogêneses, o primeiro fenômeno da auto-duplicação aconteceu por que… aconteceu… êles dizem. “Simplesmente aconteceu… assim é este mundo, coisas acontecem devido às infinitas possibilidades que podem ser medidas pelo calculo das probabilidades, sem precisar de nenhum prévio propósito existente em algum lugar fora do contexto em que existia aquela molécula.” Mas até hoje acho que ninguém conseguiu apresentar em laboratório alguma molécula simples se auto-duplicando. Pelo que sei, a molécula mais simples que pode se auto-duplicar é o RNA. Como podemos ver nesta frase dita não me lembro onde: “Research by Christof Biebricher showing the formation of RNA molecules 400 bases long under freezing conditions using an RNA template, a single-strand chain of RNA that guides the formation of a new strand of RNA.” Acho inclusive que esta descoberta de que o RNA pode se auto-duplicar inclusive fora da célula – e portanto, em abiogêneses, pode ter feito isto antes de surgir o primeiro ser vivo – está na fundação da moderna tendência e forte crescimento no meio cientifico da hipótese do RNA-World.
Mas o RNA não é uma molécula simples e, segundo a Teoria da Matriz, quando o RNA se formou já não havia mais abiogêneses, a fase de transformar a matéria inorgânica em vida já estava terminada. O RNA já não é mais da época em que se confeccionou a matéria-prima para a Vida, pois êle próprio já é a vida consumada. RNA é uma completa e terminada reprodução de um lado da face da Matriz. Pode se ver no software: a criança é confeccionada em F1, nasce como baby em F2, cresce como jovem em F3, amadurece em F4, quando termina a parte esquerda da face. Ora, tendo esta metade, a outra surge automática, pois o adulto se torna senil e o senil morre, perfazendo as funções F6 e F7. Acho que a idéia que se tem do mecanismo pelo qual um RNA acaba produzindo uma çopia está relacionada com a chirolarity ou bi-polaridade, no sentido que, digamos, existe um RNA carregado positivamente, e isto faz com os átomos ou substancias simples ao redor dêle automaticamente se auto-organizam justamente como sua contra-face, carregado negativamente. Bem, não sei o que os cientistas dizem sobre esse mecanismo, preciso consultar. Mas pela teoria da Matriz o mecanismo é explicado de outra maneira. Desde que existe um principio já estruturado e operante do sistema matricial, o circuito que começa em F1 tende a chegar ao F7, da mesma maneira que, desde que existe uma criança já formada, o seu ciclo de vida que começou no óvulo fecundado tende a chegar à forma de humano idoso. Se não houver algum obstáculo que interrompa este circuito, (como por exemplo a falta de alimento para o jovem adulto) que se encontra na ponta final do filamento do RNA, onde se situa a F4, que vai acontecer as outras formas finais, que vai se completar um ciclo, é automático. A não ser que esgote a disponibilidade de alimento no ambiente, ou seja, que não existam os átomos necessários. Em outras palavras: no momento que surgiu o primeiro RNA na Terra, a existência do futuro DNA foi determinada. Porque DNA significa a Matriz completa, significa um ciclo vital sistêmico completo. Mas então, sob esta perspectiva da Matriz, o fenômeno da auto-duplicação não foi inventado na Terra e pela Vida, pois ele já existia nos céus muito antes das origens da Terra. A importância desta nossa tese são duas: 1) Talvez o mecanismo acreditado pelo pensamento contempr6aneo esteja equivocado e talvez estaríamos aqui apresentando o mecanismo correto; 2) muda-se a visão do mundo, pois ao invés de um mundo ao acaso estritamente materialista, estamos sugerindo que os eventos aqui tratados vêm de um tempo e lugar além do Big Bang, ou por produção naturalista genética ou deixando a porta aberta para a possivel existência de uma inteligência além do Big Bang que cria universos através de softwares ou programas vivos.
Antes de apresentar a versão da Matriz deixa-me colar aqui um trecho da sensacional aula do Professor Eric Lander, na heróica, genial, filantrópica iniciativa do MIT – Massachusetts Institute of Technology, no website http://ocw.mit.edu/OcwWeb/Biology/7-012Fall-2004/VideoLectures/detail/embed10.htm
que é uma série de cursos gratuítos, de uma eficiência e qualidade espetacular que posso mesmo dizer ter sido o maior presente que já recebí alguma vez na minha vida (eu que no meio da selva ou no trabalho árduo em New York não tenho a oportunidade de frequentar uma sala de aula) e assim, mesmo não acreditando que Êle me ouça, peço a Deus que proteja aquelas pessoas do MIT e as mantenha iluminadas com tais idéias tão benéficas no socorro à nossa espécie humana tão necessitada de iniciativas como estas. Para você ter uma idéia da importância da coisa e ser motivado a fazer aquêles cursos gratuítos, digo que o próprio Bill Gates, no seu website particular, disse que tem assistido às aulas!
Vamos então ler um trecho da aula (quando tiver tempo o traduzo, ou se alguém puder faze-lo, muito grato), o qual serviu de inspiração para eu apresentar agora mais esta tese:
Prof. Eric Lander: “These (virus) were very simple things. I’m reluctant to call them creatures. Are they alive? This is a favorite question people would like to debate. They say are viruses alive? And the answer is who cares? I mean it depends on what you want to define alive to mean. To me it’s not alive in that it cannot replicate on its own without a host, so I won’t call it alive. But, anyway, I’ll refer to them loosely as these creatures that eat bacteria. They were very simple. And all they really had in them was some DNA in their capsid, this capsid up here, and some protein. But they could attach to a bacterium and after a certain amount of time cause the bacteria to burst open and produce lots of daughter-phage, lots of daughter bacteriophage. It could replicate within this bacteria. So, somehow this, while I might not want to call it alive, certainly can reproduce itself, or at least with the help of a bacterium can reproduce itself .” ………………………………………………………………………………………………………………….
Êste fato imediatamente me leva a pensar o seguinte: “Uma arquitetura natural que chamamos de virus apresenta já uma enorme complexidade adquirida por um longo período de evolução, contendo proteínas, RNA e/ou DNA, e com tudo isso ainda não alcançou o nível de complexidade que é necessário para ser-se hábil a auto-duplicar-se. Porque? Como então acreditar que uma primitiva molécula muito menos complexa tenha alcançado essa habilidade? Isto não faz sentido racional. Acho que está óbvio aí que o segrêdo do mistério todo está na palavra “sistema”. O vírus é uma parte, uma peça, de um sistema, e quando esta peça se insere neste sistema – mesmo que ele já tenha uma operatividade própria – ela se expressa mais fortemente que a peça correspondente que já existia no sistema, assume o pôsto da outra peça, sequestra a maquinaria do sistema e assim se auto-duplica. Ou seja, se o sistema existente tinha a habilidade de se auto-duplicar por inteiro, agora com êste novo intruso êle mudou para a capacidade de duplicar uma de suas partes internas. ……………………………………………………………………………………………………………
Pelos modêlos da Matriz tenho concluído muito tempo antes que os vírus são originários dos bit-informações deixados no “ar” pelo antigo pulsar do sistema solar, que desempenham a funçao de macho reprodutor e os mesmos modêlos mostram como muito antes da existência dos virus, os sistêmas astronômicos já possuíam esse mecanismo de reproduzir suas peças internas degradadas”Isto é possível? Existe algum parâmetro na Natureza conhecido de fato por todos humanos, que confirme ser possível a Natureza aplicar este processo?……………………………………………………………………………………………………………
Uma rápida meditação nos leva ao seguinte quadro: No período da guerra fria o Império Soviético queria expandir o comunismo. Então ele enviou agentes subversivos que se conectou a pessoas sugestionáveis que viviam numa fazenda da Amazônia, ( se lembram do episódio da Guerrilha do Araguaia?), aos poucos fêz sua pregação doutrinaria, fizeram a revolução, o motim na fazenda, aprisionaram o fazendeiro e transformaram a fazenda num gueto comunista onde os agentes subversivos e seus asseclas tomaram o poder e assim tinham mais chance de deixar maior progênie. Se nenhuma fôrça externa atuar refreando este processo, não será o sistema organizatório da fazenda capitalista que vai ser exportado para as terras vizinhas fazendo outras fazendas capitalistas, mas sim os filhos dos agentes comunistas saindo daqui e indo para as terras vizinhas fazendo fazendas comunistas… ou os filhos dos virus subversivos saindo para fazendas-células, as quais seriam “cancerosas”, do ponto de vista da nacão Brazil cujo modêlo de sistema social é o capitalismo… É isto que os virus fazem! E se êsse fenômeno é visualizado aqui e agora na espécie humana, e o homem não cria nada do nada mas sim aplicando mecanismos já existentes na Natureza, está aí nos virus invadindo células o fenômeno ancestral dos agentes russos invadindo uma fazenda na Amazônia. E em quantas outras situações este mesmo processo deve estar acontecendo na Natureza, seja a nível atômico, astronômico, celular, etc.? Sim existe um parâmetro, nosso raciocínio está autorizado a prossseguir nesta linha pelo nosso auto-policiamento de nossa Razão……………………………………………………..
Sistemas! Nunca aconteceu isto, de por simples efeito casuístico da probabilidade uma certa molécula simples inventar onde nunca existiu antes este fenômeno da auto-duplicação. Ora, pense sériamente na cena: um corpo material tornando-se dois exatamente iguais! Isto é fantástico, certo? O primeiro ser que se auto-duplicou era um sistema. E aí o crente materialista contesta: “O DNA por si só, isolado, não é um sistema e mesmo assim, numa solução quimica contendo os ingredientes necessários, ele se auto-duplica.” Ah… meu Deus… quanta dificuldade encontro devido as pessoas não conhecerem a Matriz. Quando não existiam átomos complexos, pesados, no Universo, e sim apenas os átomos leves que no máximo podem constituir gazes, êstes formaram protótipos das atuais estrêlas. Estas possuem reações nucleares que permitem a fabricacação de átomos mais pesados e complexos. Com a produção de atomos pesados as estrêlas puderam desenvolver os sistemas estelares. Mas uma estrela, agora que ela pode fabricar atomos pesados, não precisa dis planetas e outros que formam seu sistema para auto-duplicar-se. Basta ela morrer, se fragmentar, deixar seus restos mortais na forma de poeira turbilhonando num ponto qualquer da galáxia auto-rotativa que ela vai ressuscitar… e justamente este mecanismo de proto-auto-reciclagem, que depende de que um corpo morra antes para se auto-ressuscitar, e que até hoje é reproduzido aqui pelos zangões que copulam com a rainha e morrem imediatamente porem não sem antes deixarem seu genoma que os auto-replicará, este mecanismio que existia no céu a bilhões de anos antes das origens da vida na Terra, é o mecanismo ancestral do fenômeno da auto-reprodução biológica e também da auto-duplicação da molécula enclauzurada no nucleo da célula……………………………………. Eu acho isto lindo de morrer, para mim jamais apeareceu uma teoria tão… elegante. Não porque seja vaidoso bradando aos quatro ventos que eu descobrí a Matriz, qualquer um que tivesse nascido tão fud… como eu nascí a ponto de ser enxotado pela civilização para o meio da selva, o teria disccoberto, pois esta descoberta foi feita pelo espirito virgem e selvagem da Natureza apoiada sobre os ombros de gigantes como Grigffith, Francis Crick, Watson, etc., usando-me como mero instrumento. Em todo caso, torço para que seja comprovado o pouco que deve existir de correto nestes primeiros modelos da Matriz, pois estas perspectivas próprias dela, estas mensagens que ela nos envia, são muito mais belas e confortantes para nosso anseio de significar algo mais neste mundo que o simples papel de meros macacos melhorados, do que a perspectiva e mensagem fria e niilista que nos envia a doutrina materialista. Você não concorda? Havia sim um propósito, um prévio design existente que produziu o fenômeno da Vida e da reprodução aqui na Terra, isto não foi obra apenas de um montículo de matéria compondo uma simples molécula ao sabor do acaso que tirou este fenômeno da cartola como num passe de mágica. A Matriz está sugerindo que nós somos os genes operários do Universo construindo nosso próprio corpo do futuro, isto sinigifca que somos alguém, que nossa vida tem um sentido sublime, e que um futuro grandioso nos aguarda. Se a Matriz for apenas um sonho, ao menos ela serve como a energia potencial que me mantem querendo continuar esta vida, o que eu não iria querer continuar se tivesse a abrupta certeza de que não passo de mero macaco melhorado vivendo uma existência inútil e indesejada por um Universo não-amigável que me trataria como mera verruga incômoda e incongruente que nada teria a fazer mo Universo. Se eu não tivesse a consciência de que sou um cego tateando este mundo desconhecido como uma criança quando engatinha, e a educação para perceber que um cego não pode e não dever guiar outros cegos, eu diria: venham viver este sonho comigo pois juntos é possivel que “our dream will come true”.
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sexta-feira, setembro | 11 | 2009
(Scientific American, September 2009, pg. 61)
Qual foi a causa da primeira duplicação (ou multiplicação) dos seres vivos? Cientistas descobrem que a aplicação de uma fonte de calor sobre uma primitiva proto-celula pode ser o estimulo que faz as duas hastes do DSNA ou do proto-RNA se separarem criando assim duas células filhas Supõe-se que na Terra primitiva haviam duas alternativas como fonte de calor: raios ultra-violeta do Sol ou atividade vulcanica próxima.
. Pois nos modelos da Matriz/DNA feitos a 25 anos atrás”(PORTANTO MUITO ANTES DE SE PENSAR NESTA HIPÓTESE), o “DNA” de LUCA, desde antes das origens da proto-célula, se divide devido a uma fonte externa de calor: o Sol. Vamos à face de LUCA e à sua Matriz/DNA ( não consigo postar as imagens no lugar certo!):


Onde é que o circuito se divide em dois, fazendo que a meia-lua esquerda se reproduza como meia-lua direita? Na Função 4, que em LUCA é representada pelo Pulsar. Lembre-se que um Pulsar é um velho planeta. E porque o fluxo de divide aí? Porque o planeta caiu na órbita de uma estrela, a energia desta produz as reações nucleares ni nucleo, a pressão destas radiações produzem vulcões e os vulcões produzem os cometas, que criam o fluxo lateral interno. Portanto, no céu uma fonte de calor é o estimulo para LUCA lançar seus espermatozóides e se replicar (já que LUCA nào se reproduz e sim recicla seus ciclos de vida).
E como sempre dissemos, nas … (origens da Vida na Terra, que não houve) … nas épocas da embriogenese do primeiro sistema biológico, todos os mecanismos e processos aplicados aqui foram extraídos dos mecanismos e processos que já aconteciam no céu.
Mais um ponto para a Matriz. E também assim vamos aprendendo mais e mais a interpretar os mapas da Matriz.
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sexta-feira, maio | 15 | 2009
Abril | 12 | 2009
The ” Last Universal Common Ancestral”: O Deus caido do Paraiso e Criador da Vida na Terra
“Teoria da Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”
Bom site para se atualizar sobre LUCA:
http://www-archbac.u-psud.fr/Meetings/LesTreilles/LesTreilles_e.html
Para se entender o LUCA segundo esta teoria, e’ preciso antes recordar o que e’ um ciclo vital, principalmente o humano:

Ha’ 200 anos, desde a fantastica ideia de Charles Darwin, existe um exercito formado por neo-darwinistas atacando em todas as areas – da biologia molecular `a geologia – revirando a lama de pantanos e lodo do fundo dos oceanos, `a procura da criatura microscopica que teria sido o elo entre o mundo inanimado e o mundo dos seres vivos. Denominado “LUCA”, sigla inglesa para “Last Universal Common Ancestral”, este se tornaria o personagem provocador da maior revolucao no pensamento humano de todos os tempos, quando, em uma isolada e solitaria incursao de um filosofo naturalista nas regioes mais longinquas, selvagens e ainda intocadas da Selva Amazonica (ultima testemunha ainda virgem dos eventos nas origens da Vida ), observando sistemas naturais e aplicando o metodo da anatomia comparada entre sistemas vivos e inanimados, foi obrigado pelas pistas e evidencias acumuladas a levantar a cabeca para o ceu e, deslumbrado, ver a… Face de LUCA.
LUCA foi e continua a ser a obra da Natureza mais espetacular de todos os tempos! Ele existe mas nao existe ao mesmo tempo. Ele contem uma estrutura como a do DNA, como qualquer outro ser vivo, mas nao se trata do DNA. Ele ‘e um maquina perfeita, um verdadeiro moto-continuo, porem ele morre como qualquer outro ser mortal. A seguir mostramos um retrato falado desse ser mais influente sobre nossas vidas ainda hoje:

LUCA e’ um PROTO-SISTEMA formado pelas suas diferentes FORMAS de seu proprio CICLO VITAL. LUCA e’ a unidade fundamental (building block) de GALAXIAS e reproduz-se como NUCLEOTIDEO, o building block ou unidade fundamental de informacao do RNA e DNA.
Para entender o LUCA que existe mas nao existe, e’ preciso lembrar um retrato falado de todo corpo humano tal como o meu e o seu, quando nos tambem existimos mas nao existimos. A explicacao esta’ num fenomeno descoberto pelo genial Fisico Heisenberg: se voce fixa um objeto no espaco para poder ve-lo, jamais o veras no tempo, e vice-versa. Como consequencia desta Lei, o mundo so pode ver seu corpo como crianca ou entao como adulto, nunca as duas formas ao mesmo tempo. Por isso nunca ser humano algum tinha visto LUCA, quando na realidade ‘e impossivel deixar de ve-lo a cada momento que abrimos os olhos!
E esta e’ uma consequencia do que se denomina “Ciclo Vital”: os corpos mudam, tem suas formas transformadas a cada milionesimo de segundo, ou seja, em cada menor fracao de tempo possivel ele perdeu ou recebeu pelo menos alguma nova particula. Vejamos um quadro do ciclo vital humano:
(Bem, aqui vai aquela imagem do Ciclo Vital Humano que esta’ la’ no comeco do artigo porque ainda nao sei como colar ou arrastar imagens inseridas para o lugar correto).
… Um desses microbios que vivem apenas algumas horas, nascem e morrem dentro de um corpo humano, jamais acreditaria que o corpo-universo onde ele existe muda tanto de forma, a ponto de um baby tornar-se um anciao de bengala na mao. Qualquer deles juraria que o corpo humano surge da forma que ele e milhares de suas geracoes o conhecem. Vai dai que acreditar na teoria da geracao espontanea de tais formas e’ um passo errado porem logico. Pois nos estamos a milhares de anos vendo as formas de astros no ceu, e agora podemos ve-los com potentes instrumentos, e ainda estamos cometendo o mesmo tipo de erro logico: cremos que cada forma de astro celeste surge por geracao espontanea, ao acaso! Mas… segure-se na cadeira: eles sao tao vivos quanto nos somos, neste aspecto. As cinco ou seis formas diferentes de astros que conhecemos… sao as formas de morula, embriao, baby, crianca , adulto, e ate’ a forma do cadaver! Os astros – apesar da aparente forma esferica sem maior significado, tambem nascem, crescem, tornam-se sexualmente ativos, se reproduzem, tornam-se anciaos e morrem como cadaveres!
Qual seria a verdadeira foto sua, se um pretendente extraterrestre na Internet espacial lhe pedisse? Se mandasse uma atual, nao iria lhe dar muita informacao sobre como e quem es. Se mandasse uma na forma de baby… Enfim, a verdadeira e correta foto para uma inteligencia de outro mundo entender e conhecer a especie humana teria que conter ap menos suas sete formas principais e dar alguma pista mostrando que uma se transforma na outra. mas nossos somos inteligencias de outro mundo em relacao as especies astronomicas… Entendeu? Porque nunca vimos nosso tata-tataravo que esta no ceu, esta `ca nossa volta por todos os lados que nos viramos, estamos dentro de seu fossil, e ele esta dentro de nos, no nosso codigo genetico… e nao sabiamos que ele existe!
Mas ai’ voce ja’ esta’ inquieto e se perguntando: ” E como e’ que voce ve LUCA… como sabe de todas estas coisas, se ninguem o ve?”
Raios!… Agora voce me pegou de calca curta… Pois olho para traz, a 30 anos passados e la’ no meio da selva, quando numa madrugada de noite estrelada, sai’ fora da barraca para olhar no ceu e ver LUCA, … foram tantas coisas que concorreram para este desfecho que eu nao sei como explicar…
De fato, que algum dia pudesse passar por uma cabeca humana a ideia de que planetas se transformam em pulsares e estes em estrelas, que um pulsar e’ “marido” de uma “quasar”, que astros despejam no espaco ovulos e espermatozoides como algumas criaturas primitivas despejam nas aguas dos oceanos… parece mesmo coisa de louco! Mas tambem pareceria louco aos olhos de todos os microbios que vivem hoje no meu corpo aquele que viesse dizer que um baby se transforma num adulto, que um corpo ‘e o marido de outro, etc. Armadilhas da Relatividade Geral.
E a seguir vamos mais longe mostrando a “alma”, ou “aura” de LUCA:
(Bem, continuaremos a falar de LUCA neste artigo voltando aqui sempre que nesta vida quase sem tempo sobre algum tempo…)

DIAGRAMA DO PROTO-SISTEMA “LUCA” – The Last Universal Common Ancestral
Nome correto de LUCA e suas siglas?
O Ultimo Ancestral Não-Biológico Comum a todos Sistemas Biológicos – UANBCSB
The Last Non-Biological Ancestral Common for all Biological Systems – LNBACBS
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quinta-feira, maio | 14 | 2009
(tema descoberto hoje que deve ser desenvolvido)
Nas discussoes sobre origens da Vida entre intelectuais esta’ sendo muito mencionada a hipotese do “RNA World”: O RNA teria sido a primeira molecula organica e teria dado inicio `a Vida. Mas um problema tipo “quem surgiu primeiro, o ovo ou a galinha”, truncava esta ideia: qual teria vindo primeiro, as enzimas que fazem o trabalho das celulas ou os acidos nucleicos que possuem as informacoes requeridas para produzir as enzimas? A descoberta de que acidos nucleicos sao catalizadores (ribozima) resolve este problema e com isso a hipotese do “RNA World” foi fortalecida.
Mas porque o RNA tem a propriedade ou funcao catalizadora?
No modelo referente ao ancestral da Vida na Terra, da Teoria da Matriz, identificamos tres tipos de precursores do RNA. Um seria a metade do circuito `a direita, outro seria a metade `a esquerda e outro ainda seria o componente do sistema celular correspondente `a Funcao n.5, que em LUCA e’ executada pelo COMETA. Alias este foi o primeiro identificado, pois e’ o agente que se move na celula, enquanto em LUCA o unico agente que se move e’ o cometa. Alem do fator movimento - tanto em LUCA como no sistema celular – sao eles os unicos que transferem informacoes entre as demais funcoes.
Ora, acontece que basta olhar para LUCA e notar que quem realmente aguenta e mantem o movimento rotatorio do seu corpo e’ o cometa: ele e’ movido pelas forcas magneticas espiraladas e `a medida que ele desce a espital mais aumenta sua velocidade ( e talvez ate’ tenha parte de sua massa, a qual e’ magma altamente energizado, transformado em energia), portanto, quando ele atinge o “bico do funil”, ele transfere sua trajetoria rotatoria ao proprio funil… ou buraco negro ( cujo giro e’ imprimido ao corpo inteiro). Ora, entao o tempo de um ciclo vital dependera’ da maior ou menor quantidade de cometas que chegam ao buraco negro. A velocidade de todas as informacoes que correm pelo circuito e, portanto de todas as reacoes do circuito, depende da quantidade de cometas produzidos pelo pulsar. Portanto, cometas sao os catalizadores do building block dos sistemas astronomicos e como sao os ancestrais do RNA, este nao poderia ser outra coisa senao tambem um catalista. E assim tambem – vendo a coisa tao mais clara no corpo de LUCA – torna-se mais mais facil para nos entender o que ‘e esse fenomeno denominado “catalise”, o qual tem sido um dos maiores alvos do investimento cientifico nas ultimas decadas devido principalmente ao seu interesse industrial.
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