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Corrupcao no Brasil e a Historia dos Predadores Oligarquicos

sexta-feira, fevereiro 2nd, 2018

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Os primeiros registros de práticas de ilegalidade no Brasil, que temos registro, datam do século XVI no período da colonização portuguesa. O caso mais freqüente era de funcionários públicos, encarregados de fiscalizar o contrabando e outras transgressões contra a coroa portuguesa e ao invés de cumprirem suas funções, acabavam praticando o comércio ilegal de produtos brasileiros como pau-brasil, especiarias, tabaco, ouro e diamante. Cabe ressaltar que tais produtos somente poderiam ser comercializados com autorização especial do rei, mas acabavam nas mãos dos contrabandistas. Portugal por sua vez se furtava em resolver os assuntos ligados ao contrabando e a propina, pois estava mais interessado em manter os rendimentos significativos da camada aristocrática do que alimentar um sistema de empreendimentos produtivos através do controle dessas práticas.

Um segundo momento refere-se a extensa utilização da mão-de-obra escrava, na agricultura brasileira, na produção do açúcar. De 1580 até 1850 a escravidão foi considerada necessária e, mesmo com a proibição do tráfico, o governo brasileiro mantinha-se tolerante e conivente com os traficantes que burlavam a lei. Políticos, como o Marquês de Olinda e o então Ministro da Justiça Paulino José de Souza, estimulavam o tráfico ao comprarem escravos recém-chegados da África, usando-os em suas propriedades. Apesar das denúncias de autoridades internacionais ao governo brasileiro, de 1850 até a abolição da escravatura em 1888, pouco foi feito para coibir o tráfico. Isso advinha em parte pelos lucros, do suborno e da propina, que o tráfico negreiro gerava a todos os participantes, de tal forma que era preferível ao governo brasileiro ausentar-se de um controle eficaz. Uma fiscalização mais rigorosa foi gradualmente adotada com o compromisso de reconhecimento da independência do Brasil. Um dos países interessados em acabar com o tráfico escravo era a Inglaterra, movida pela preocupação com a concorrência brasileira às suas colônias açucareiras nas Antilhas.

Com a proclamação da independência em 1822 e a instauração do Brasil República, outras formas de corrupção, como a eleitoral e a de concessão de obras públicas, surgem no cenário nacional. A última estava ligada à obtenção de contratos junto ao governo para execução de obras públicas ou de concessões. O Visconde de Mauá, por exemplo, recebeu licença para a exploração de cabo submarino e a transferiu a uma companhia inglesa da qual se tornou diretor. Prática semelhante foi realizada por outro empresário brasileiro na concessão para a iluminação a gás da cidade do Rio de Janeiro, também transferida para uma companhia inglesa em troca de 120 mil libras. O fim do tráfico negreiro deslocou, na República, o interesse dos grupos oligárquicos para projetos de grande porte que permitiriam manter a estrutura de ganho fácil.

A corrupção eleitoral é um capítulo singular na história brasileira. Deve-se considerar que a participação na política representa uma forma de enriquecimento fácil e rápido, muitas vezes de não realização dos compromissos feitos durante as campanhas eleitorais, de influência e sujeição aos grupos econômicos dominantes no país (salvo raras exceções). No Brasil Império, 1822-1889, o alistamento de eleitores era feito a partir de critérios diversificados, pois somente quem possuísse uma determinada renda mínima poderia participar do processo. A aceitação dos futuros eleitores dava-se a partir de uma listagem elaborada e examinada por uma comissão que também julgava os casos declarados suspeitos. Enfim, havia liberdade para se considerar eleitor quem fosse de interesse da própria comissão. A partir disso ocorria o processo eleitoral, sendo que os agentes eleitorais deveriam apenas verificar a identidade dos cidadãos que constava na lista previamente formulada e aceita pela comissão.

Com a República, proclamada em 1889, o voto de “cabresto” foi a marca registrada no período. O proprietário de latifúndio apelidado de “coronel” impunha coercitivamente o voto desejado aos seus empregados, agregados e dependentes. Outra forma constante de eleger o candidato era o voto comprado, ou seja, uma transação comercial onde o eleitor “vendia” o voto ao empregador. A forma mais pitoresca relatada no período foi o voto pelo par de sapatos. No dia da eleição o votante ganhava um pé do sapato e somente após a apuração das urnas o coronel entregava o outro pé. Caso o candidato não ganhasse o eleitor ficaria sem o produto completo. Deve-se considerar que a maior parte das cidades não possuía número de empregos suficiente que pudessem atender a oferta de trabalhadores, portanto a sobrevivência econômica do eleitor/empregado estava atrelada a sujeição das vontades do coronel.

Outro registro peculiar desse período é o “sistema de degolas” orquestrado por governadores que manipulavam as eleições para deputado federal a fim de garantir o apoio ao presidente, no caso Campos Sales (presidente do Brasil de 1898 a 1902). Os deputados eleitos contra a vontade do governo eram simplesmente excluídos das listas ou “degolados” pelas comissões responsáveis pelo reconhecimento das atas de apuração eleitoral. Todos os governos, até 1930, praticavam degolas.

Uma outra prática eleitoral inusitada ocorreu em 1929, durante as disputas eleitorais à presidência entre os candidatos Júlio Prestes (representante das oligarquias cafeicultoras paulistas) e Getúlio Vargas (agregava os grupos insatisfeitos com o domínio das oligarquias tradicionais). O primeiro venceu obtendo 1 milhão e 100 mil votos e o segundo 737 mil. Entretanto os interesses do grupo que apoiava Getúlio Vargas, acrescido da crise da Bolsa de Nova York, que levou à falência vários fazendeiros, resultou numa reviravolta do pleito eleitoral. Sob acusações de fraude eleitoral, por parte da aliança liberal que apoiava o candidato derrotado, e da mobilização popular (Revolução de 30), Getúlio Vargas tomou posse como presidente do país em 1930. Talvez essa tenha sido uma das mais expressivas violações dos princípios democráticos no país onde a fraude eleitoral serviu para a tomada de poder.

Durante as campanhas eleitorais de 1950, um caso tornou-se famoso e até hoje faz parte do anedotário da política nacional: a “caixinha do Adhemar”. Adhemar de Barros, político paulista, era conhecido como “um fazedor de obras”, seu lema era “Rouba, mas faz!”. A caixinha era uma forma de arrecadação de dinheiro e de troca de favores. A transação era feita entre os bicheiros, fornecedores, empresários e empreiteiros que desejavam algum benefício do político. Essa prática permitiu tanto o enriquecimento pessoal, para se ter uma idéia, em casa, Adhemar de Barros costumava guardar para gastos pessoais 2,4 milhões de dólares, quanto uma nova forma de angariar recursos para as suas campanhas políticas.

O período militar, iniciado com o golpe em 1964, teve no caso Capemi e Coroa- Brastel uma amostra do que ocultamente ocorria nas empresas estatais. Durante a década de 80 havia um grupo privado chamado Capemi (Caixa de Pecúlios, Pensões e Montepios), fundado e dirigido por militares, que era responsável pela previdência privada. O grupo era sem fins lucrativos e tinha como missão, gerar recursos para manutenção do Programa de Ação Social, que englobava a previdência e a assistência entre os participantes de seus planos de benefícios e a filantropia no amparo à infância e à velhice desvalida. Este grupo, presidido pelo general Ademar Aragão, resolveu diversificar as operações para ampliar o suporte financeiro da empresa. Uma das inovações foi a participação em um consórcio de empresas na concorrência para o desmatamento da área submersa da usina hidroelétrica de Tucuruí (empresa estatal). Vencida a licitação pública em 1980 deveria-se, ao longo de 3 anos, concluir a obra de retirada e de comercialização da madeira. O contrato não foi cumprido e o dinheiro dos pensionistas da Capemi dizia-se que fora desviado para a caixinha do ministro-chefe do Sistema Nacional de Informações (SNI), órgão responsável pela segurança nacional, general Otávio Medeiros que desejava candidatar-se à presidência do país. A resultante foi a falência do grupo Capemi, que necessitava de 100 milhões de dólares para saldar suas dívidas, e o prejuízo aos pensionistas que mensalmente eram descontados na folha de pagamento para a sua, futura e longínqua, aposentadoria. Além do comprometimento de altos escalões do governo militar o caso revelou: a estreita parceria entre os grupos privados interessados em desfrutar da administração pública, o tráfico de influência, e a ausência de ordenamento jurídico.

Em 1980 o proprietário da Coroa-Brastel, Assis Paim, foi induzido pelos ministros da economia Delfim Netto, da fazenda Ernane Galvêas e pelo presidente do Banco Central, Carlos Langoni, a conceder à Corretora de Valores Laureano um empréstimo de 180 milhões de cruzeiros. Cabe ressaltar que a Coroa-Brastel era um dos maiores conglomerados privados do país, com atuações na área financeira e comercial, e que o proprietário da Corretora de Valores Laureano era amigo pessoal do filho do chefe do SNI Golbery do Couto e Silva.

Interessado em agradar o governo militar, Paim concedeu o empréstimo, mas após um ano o pagamento não havia sido realizado. Estando a dívida acumulada em 300 milhões de cruzeiros e com o envolvimento de ministros e do presidente do Banco Central, a solução encontrada foi a compra, por Paim, da Corretora de Valores Laureano com o apoio do governo. Obviamente a corretora não conseguiu saldar suas dívidas, apesar da ajuda de um banco estatal, e muito menos resguardar o prestígio dos envolvidos.

A redemocratização brasileira na década de 80 teve seu espaço garantido com o fim do governo militar (1964-1985). Em 1985 o retorno dos civis à presidência foi possível com a campanha pelas Diretas-Já, que em 1984 mobilizou milhares de cidadãos em todas as capitais brasileiras pelo direito ao voto para presidente. Neste novo ciclo político o Impeachment do presidente Collor constitui um marco divisor nos escândalos de corrupção.

Durante as eleições para presidente em 1989 foi elaborado um esquema para captação de recursos à eleição de Fernando Collor. Posteriormente, foi revelado que os gastos foram financiados pelos usineiros de Alagoas em troca de decretos governamentais que os beneficiariam. Em abril de 1989, após aparecer seguidamente em três programas eleitorais, Collor já era um nome nacional. Depois que Collor começou a subir nas pesquisas, foi estruturado um grande esquema de captação de dinheiro com base em chantagens e compromissos que lotearam previamente a administração federal e seus recursos. Esse esquema ficou conhecido como “Esquema PC”, sigla baseada no nome do tesoureiro da campanha, Paulo César Farias, e resultou no impeachment do presidente eleito. Segundo cálculos da Polícia Federal estima-se que este esquema movimentou de 600 milhões a 1 bilhão de dólares, no período de 1989 (campanha presidencial) a 1992 (impeachment).

Nossa breve história da corrupção pode induzir à compreensão que as práticas ilícitas reaparecem como em um ciclo, dando-nos a impressão que o problema é cultural quando na verdade é a falta de controle, de prestação de contas, de punição e de cumprimento das leis. É isso que nos têm reconduzido a erros semelhantes. A tolerância a pequenas violações que vão desde a taxa de urgência paga a funcionários públicos para conseguir agilidade na tramitação dos processos dentro de órgão público, até aquele motorista que paga a um funcionário de uma companhia de trânsito para não ser multado, não podem e não devem mais ser toleradas. Precisamos decidir se desejamos um país que compartilhe de uma regra comum a todos os cidadãos ou se essa se aplicará apenas a alguns. Nosso dilema em relação ao que desejamos no controle da corrupção é esquizofrênico e espero que não demoremos muito no divã do analista para decidirmos.

Profa. Dra. Rita Biason
Departamento de Relações Internacionais
UNESP – Campus Franca
Publicado em:
http://www.contracorrupcao.org/2013/10/breve-historia-da-corrupcao-no-brasil.html

 

domingo, abril 30th, 2017

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Ao Brasil, com AMOR

Eu sou um cidadao Americano, e minha patria adotou-me quando escapei da senzala no Brasil, onde fui escravo por ter nascido sem lar e familia. Mas,… assim como descobri que os Americanos tem um profundo amor oculto inconfessado pelo grande irmao do sul, apesar de suas fraquezas e falhas nas lutas pela Liberdade neste mundo, eu confesso que, apesar das tristes recordacoes e magoas nesta terra, nunca pude esquece-la e deixar de ama-la. Mais uma vez o pais agoniza sob o Verdugo insaciavel que veio da Europa a 500 anos atras, e assim sofremos e esperamos que a energia se acerque do povo e a luz lhes illumine o caminhar. Enquanto isso, e se isto serve de algum alento, aqui vai minha confissao:

I’ll Stand by You

Eu estou com voce, Brasil

Oh, why you look so sad, the tears are in your eyes,
Porque estas tao triste, as lagrimas estao em seus olhos,
Come on and come to me now, and don’t be ashamed to cry,
Podes chorar em meu ombro agora, e nao te envorgonhes,
Let me see you through, ‘cause I’ve seen the dark side too.
Deixe-me ve-lo melhor, para enxergar o lado escuro que o atormenta
(a velha aristocracia e seus bancos, seus empregados como o president e os politicos corruptos),
When the night falls on you, you don’t know what to do,
Quando a noite desce sobre ti, e voce nao sabe o que fazer
(nao tem um lider com um caminho, mas que isto nao os divida e sim, a uniao sera’ o lider)
Nothing you confess could make me love you less,
Nada que voce confesse (dos males dos estrangeiros que nunca foram brasileiros), poderia fazer-me ama-lo menos.

I’ll stand by you,

Eu estarei com voce
I’ll stand by you, won’t let nobody hurt you,

eatarei com voce, nao deixarei ninguem agredi-lo mais
I’ll stand by you

estarei contigo

So if you’re mad, get mad, don’t hold it all inside,

Se voce esta agora irado, quando voce se torna irado, nao esconda isso la dentro
Come on and talk to me now.

venha e fale comigo
Hey there, what you got to hide?

E direi: ” Ei, amigo, o que voce esta escondendo?
I get angry too, well, I’m alive like you.

Eu fico irado tambem ( como estou com a quele louco da Coreia do Norte, nos ameacando a todos, eu e voce), pois eu estou vivo como voce.
When you’re standing at the cross roads,

Quando voce para na encruzilhada,
And don’t know which path to choose,

E voce nao sabe que caminho seguir
Let me come along, ‘cause even if you’re wrong

Nos Americanos estaremos contigo, mesmo que estejas errado,

I’ll stand by you,

Nos estaremos com voce,
I’ll stand by you, won’t let nobody hurt you,

Nos estaremos com voce, nao deixaremos ninguem ferir voce
I’ll stand by you.

Eu estarei com voce.

Baby, even to your darkest hour, and I’ll never desert you,

Brasil, mesmo nas suas mais negras horas, nos nunca abandonaremos voce,
I’ll stand by you.

Nos estaremos contigo
And when, when the night falls on you baby,

E quando… quando a noite escura dos seus inimigos cai sobre voce, Brasil
You’re feeling all a lone, you’re wandering on your own,

Quando voce esta se sentindo so’, e voce esta cambaleando sobre si mesmo,
I’ll stand by you.

Eu estarei com voce

I’ll stand by you, won’t let nobody hurt you,…

Um abraco do norte a todos os brasileiros, um voto de admiracao e longa vida ao Juiz Moro, uma torcida de prisao a todos que o feriram, e um desejo de que o povo descubra que sua solucao esta’ na sua uniao na economia do consume e producao, muitos sucessos na grave geral… The Matrix/DNA.

https://www.youtube.com/watch?v=maAyfcO-X3k&feature=share

A Divina Frase de Obama e a Alma Interna que Emerge num Autentico Líder, um Exemplo para Dilma?

quinta-feira, janeiro 14th, 2016

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A Divina Frase de Obama e a Alma Interna que Emerge num Autentico Líder, um Exemplo para Dilma?

A UM ANO ATRAS, uma mãe dormindo de madrugada e acorda ouvindo a forte respiração de seu baby colado nela. Ela o aperte fortemente ao seu peito e sente a fragilidade daquele ser indefeso e pequenino, e então começa a pensar nas ameaças que existem neste mundo contra sua filha. Impulsivamente ela se levanta e começa a escrever uma carta para o presidente Obama!

” Estou certa que esta carta nunca vai chegar a suas mãos, mas neste momento, eu decidi gritar ao mundo o mais alto que posso e para um homem que pode fazer alguma coisa para me sentir mais segura. Ouvindo meu baby respirando perto de mim me deu um sentimento de urgência. Expresso aqui meus medos e preocupações com o futuro de minha criança no meio de mundo com tao sérios problemas como por exemplo, a mudança do clima do planeta provocada pela humanidade…”

O presidente leu a carta e foi ontem ate o interior de Nebraska passar 40 minutos na sala da casa de LIsa proferindo pensamentos otimistas para assegurar que esta tudo sob controle e ele tem a estrategia certa para solucionar estes problemas. Mas o que me tocou foi pouco depois quando ele foi fazer o discurso anual na televisão sobre o estado da nação, e disse a seguinte frase depois de mencionar Lisa, como exemplo do sentimento dos americanos hoje.

” Nosso coletivo futuro dependera’ do nosso desejo em praticar nossos deveres como cidadãos. Votar. Falar alto sua voz. Estar disposto a suportar os outros, especialmente os mais fracos, especialmente os mais vulneráveis, lembrando-se que cada um de nos somente podemos estar aqui porque alguém, em algum lugar, foi firme e suportou tudo por nos.”

Eu sou agnóstico, mas uma das frases mais poderosas que me marcaram desde a infância foi ouvida numa igreja: ” Quem são meus pais, meus irmãos, senão todos os pais e irmãos do mundo?” Dita por um filosofo carpinteiro ela revelava grande esperança na humanidade que despontava anseios para ultrapassar as egoístas lides da família nuclear e caminhar no sentido de uma grande família universal. Eu teria seguido a bandeia deste filosofo ate’ no inferno se necessário fosse. E agora, o fato de seu ser cidadão deste pais, e ouvir esta frase proferida pelo meu presidente, me recorda que também seguiria a bandeira deste homem ate a mais temerosa caverna do Afeganistão onde poderia estar alojado o inimigo, e funcionou como mais um arroubo de energia para sair e ver o que posso fazer pelos sem teto, os sem isso e aquilo, pois são meus irmãos. Mas também me lembro que a maioria destes mais vulneráveis eu os vi na infância no Brasil, o que me da’ a sensação a muito trabalho ainda a fazer depois de resolver os problemas aqui…sabendo que vou morrer antes no meio deste caminho.

Desde a infância eu aprendi a discernir nos politicos do brasil e mesmo nos daqui, usando um homem tem o mal no coração mas ‘e tal ator que consegue exalar esse mal disfarçado em retóricas de ilusão perfumada. Um dos maiores escravagistas e chefe de quadrilha rural no Maranhão, conseguia fazer poesias e foi guindado pelos seus semelhantes para a Academia Brasileira de Letras! Imagina! Este discernimento me da a certeza que estes homens, como o nazareno e o presidente americano, são autênticos, expressam o que lhes vai no coração.

O fato de Obama ter vencido a tudo e todos na vida e chegar ao poder que ten hoje, não desalojou da sua mente seu ideal que veio da infância, de trabalhar e servir sua família, seus vizinhos, seus colegas de escola, seus compatriotas de nação e quica, sua humanidade. Ele não resultou no comum dos humanos que chegam a cargos de poder e se tornam arrogantes descompromissados com a causa coletiva, apenas se concentrando em manter e aumentar sua riqueza. A prova e’ qe ela nunca se esquece dos que se sacrificaram pelo mesmo ideal, aos quais ele deve sua vida agora. El me lembrou outra celebre frase, do genial físico Isaac Newton: ” Se subi mais alto foi porque me apoiei sobre o ombro de gigantes!”, referindo-se aos trabalhos anteriores feitos por muitos anonimos cientistas.

Obama – quando disse aquela frase – estaria pensando em Jesus cristo, que teria, segundo a historia dos judeus, carregado a cruz pela humanidade? Não creio, mas como ele e’ esperto e precisa de votos dos cristãos, ele deixou isso no ar. Suspeito que ele pensava no recente Memorial Day, no que ele significa, a grande cerimonia americana para relembrar e celebrar os mortos nas guerras americanas, os assassinados em Pearl Harbour, os que foram para a Europa conter as pesadas botas nazistas antes que viessem a se instalarem na America também.

Oxalá, no meu também querido e saudoso Brasil, onde permanece minha família e pela qual temo como Lisa por sua criança, pelos amigos da infância, da escola, surgissem muitos babies destinados a serem lideres, com os valores humanitários inscritos na sua genética, de maneira que os prazeres tropicais e as vantagens oferecidas por uma população passiva não suplantassem jamais aquelas sementes da humildade e energia para fazer a diferença. Mas apenas isto não seria suficiente, pois sem o apoio da forca que emana do povo, lideres nada podem fazer. Então oxalá que no Brasil nascessem muitos babies nas classe mais pobres que tivessem inscrito em sua genética, a consciência de serem cidadãos,sócios de um território e seus recursos, reunidos numa palavra: ” nação”. E que como Lisa fossem capazes de exteriorizarem, ampliarem os valores em suas mentes para absorver a humanidade e seu frágil e moribundo planeta.

Brasileiros! Atuem com a determinação desta mãe americana. Despertem-se e sintam o respirar ofegante desta criança que depende de ti, esta baby nação! Grite alto para acordar seus vizinhos, seus compatriotas. Ignore os politicos, empresários, atletas, celeridades globais de seu pais que nada tem feito pela sua causa, pela causa de sua criança, e dos quais você sente emanar os ares da arrogância egoísta. Procure, como a mãe americana, homens e mulheres de ato que mostram querer fazer alguma coisa, e se não vê-los no amplo horizonte de sua pátria, torne-se você mesmo, você mesma, esta chama ativa e vigorosa! E que seus herdeiros – ao invés de chorarem o seu fracasso como hoje choramos os fracassos dos que nos antecederam – que cantem os seus sucessos! Faca algo para ser a diferença, deixe sua marca na Historia. E que a forca esteja contigo. Alem do oceano, eu estou te observando e confiando em ti. Assim como o seu Deus deve estar esperando de ti para que ampare e proteja e eleve Suas crianças neste mundo.

A Matrix/DNA e o Sistema Humano Social

sexta-feira, junho 26th, 2015

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Uma sugestão para estimular o engajamento das pessoas-ovelhas num rebanho auto-defensivo contra as pessoas-predadoras, mas ao mesmo tempo educando as duas para ultrapassarem os limites de seus pequenos horizontes individualistas, é a seguinte_

Pegar este tema e tentar divulga-lo o máximo possível para atingir diretamente as pessoas-ovelhas. Cartas no correio, e-mails, telefone, discurso na praça publica, conversa no botequim ,etc. O objetivo é obter destas pessoas a assinatura numa carta e/ou e-mail onde estará a foto, nome, etc., dos políticos de sua cidade, seu estado,etc. Alem de envia-los aos políticos, devemos manter o registro de todas as cartas e no final de mandato de cada politico, enviar a pessoa-ovelha que assinou a petição, se o politico lutou, votou a favor ou apresentou o projeto para votação. Se o politico falhou nisso, na carta resposta ao assinante vai a foto do politico sob um enorme X vermelho, dizendo – Votar neste, ou nesta, nunca mais!

Para mostrar como pode funcionar, aqui vai o que acontece em países do primeiro mundo-

TELL YOUR STATE LEGISLATORS: SUPPORT THE “OUT OF NETWORK CONSUMER PROTECTION ACT”

Traducao| Diga ao seu legislador que suporte o Ato de Proteção ao Consumidor

– contra as cobranças jurídicas por mafias de advogados pagos pelos carteis de empresários. A minha reação quando recebo uma carta de um escritório de advogados cobrando uma conta que fiz no hospital privado e imediatamente mandar um e-mail ao dono do hospital avisando que aconteça o que acontecer eu nada responderei enquanto a conta não for retirada da mafia e retornada ao hospital. E a outra iniciativa e continuar convidando as pessoas-ovelhas – como sou por condição de nascimento – a formar uma forte associação, ter também mafia de advogados  para enfrentar a mafia do inimigo. Hospitais e qualquer sistema relacionado a saúde não pode ser privatizado. E um absurdo que a desgraça de seres humanos atacados pelas doenças seja motivo de lucro e riso para outros humanos. Isto é imitar a selvageria dos animais na selva onde predadores se comprazem ao detectarem vitimas enfraquecidas.

The “Out of Network Transparency Act” will protect us from surprise medical bills by prohibiting out of network billing in urgent and emergency situations and by letting consumers know they are dealing with an out of network provider before they get care — and a nasty bill.  But there’s something else. By limiting out of network charges in our health care system, everyone will benefit from lower health care costs.  And that is something we can all agree is needed.

Please ask your state Senator and Assembly members to vote “yes” on this bill and do everything they can to ensure it becomes law.

SEN. TERESA RUIZ

District: SS-NJ029
Phone:(609) 847-3700
Fax:(609) 633-7254
Email:SenRuiz@njleg.org

Your email has been sent.

HON. GRACE SPENCER

District: SH-NJ029A
Phone:(609) 847-3500
Fax:(609) 292-2386
Email:AswSpencer@njleg.org
Your email has been sent.

HON. ELIANA PINTOR MARIN

District: SH-NJ029B
Phone:(609) 847-3500
Fax:(609) 292-2386
Email:AswPintorMarin@njleg.org
Your email has been sent.

Thank you for taking action!

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Este movimento surgiu porque muitos americanos que trabalharam 30 anos numa fabrica para terem uma aposentadoria tranquila, de repente caem num hospital que cobra U$ 500.000,00 dólares por 20 dias de internamento e uma cirurgia, e como seus seguros de saúde não cobrem essa quantia, a mafia dos advogados estão lhe tomando suas casas…resultado? Velhinhos na rua… é o castigo por terem se comportado nos 30 anos como ovelhas individualistas porque se acomodaram num trabalho… que enriqueceu os acionistas do tal hospital… Alimentaram monstros para engoli-los depois… e a seus filhos…

Para a Matrix-DNA e para mim em particular… we don\t care. Cada qual leva sua vida segundo sua visão de mundo. Se me manifesto e luto contra este tipo de comportamento entre predadores e ovelhas é porque o meu supremo objetivo em existir no meio da Humanidade, baseado na visão de mundo da Matrix/DNA, é que todos os humanos tenham tempo de sobra na vida para dedicaram ao crescimento intelectual que vem do conhecimento da maior quantidade possível de detalhes sobre o Universo natural, pois todo ser humano carrega uma cabeça-ovo onde esta sendo gestada um embrião de auto-consciência,e este deve ser o melhor método para uma correta e saudável embriogênese par a consciência cósmica.

Esta certo que existem pessoas que realmente se esforçaram com disciplina acima da media para conseguir uma qualidade de vida melhor do que a que a maioria se acomoda. Trabalharam de fato com a mão na massa produzindo sem vampirizar a energia de escravos, geraram apenas o pequeno numero de filhos que podiam sustentar com seu trabalho de fato, e agora não são obrigadas a pagar o mesmo e ter o mesmo tratamento inferior das pessoas que assim não se esforçaram. Então como resolver isto_ Ora, juntem’se em sua associação de esforçados iguais e empreguem os profissionais de saúde, instalem seus hospitais, mas sabendo que terão de custeá-lo por completo, e se quiserem usar a capacidade ociosa para atender o publico, seus preços e atendimento devem sr os mesmos dos estabelecimentos públicos. Mas estes não visam lucro, porem inserem nas contas uma pequena porcentagem para manutenção e investimento, o que pode interessar aos privados tambem.

 

Sistema Social do Brasil: Associação Para a Transparência e Fiscalização do Povo das Contas Brasil

terça-feira, março 24th, 2015

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Esta corrupção acontece devido a uma falha fundamental no caráter de todo brasileiro: só pôr cadeado na porta depois que foi roubado. A educação no Brasil produz um povo individualista e corrupto, portanto, todos os empregados nossos no serviço publico teria que ter impedido o acesso à corrupção, não existe outra maneira de evitar que ele nos roube. E para evitar isso teria que ter transparência total em todas as nossas instituições publicas, com balanços bimestrais detalhados até o ultimo centavo publicados e com equipes trocadas em rodízios de fiscais compostos por nós. O dinheiro recolhido como imposto de uma compra que você fez no supermercado dia tal, deu entrada na receita em que dia e para onde foi esse dinheiro? Você na equipe tem que investigar. E carta branca para estas equipes serem obrigatoriamente e imediatamente atendidas ao requerer qualquer informação do balancete. Isto é colocar cadeado na porta antes de ser roubado. Não concorde com isso, não se junte à associação pela Transparência e Fiscalização do Povo das Contas Brasil, e por favor, não venha me poluir sonoramente falando e reclamando eternamente da corrupção, que a culpa é dos governos, etc. Pois eu sempre vou pensar que a culpa é sua. Vais assinar aqui embaixo sua adesão?

Ciência e Sociedade no Brasil

domingo, fevereiro 8th, 2015

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Ler este PDF:

http://cbpfindex.cbpf.br/publication_pdfs/cs01014.2014_12_19_11_38_40.pdf

Estimulando o Brasil a ser também Tecnológico e Cientifico

sexta-feira, janeiro 3rd, 2014

Londrina e todas cidades do Brasil precisam se esforçarem para porem nossa juventude no mesmo nivel mental das juventudes dos paises que provaram que a fonte da riqueza e do poder está nas Ciências e Tecnologia. Uma das iniciativas urgentes será ter o Museu municipal de Ciências e veja como um dos mais modernos destes museus (aqui ao lado de onde estou morando), pode ajudar nisso:

Liberty Science Center provides expertise in master planning, architectural consulting, operations planning, exhibition development and design, and interpretive and environmental design to museums around the globe. Please contact Ann Neumann, Exhibition Design Lead, if you are interested in learning more about our design or consulting services. Email her at aneumann@lsc.org, or call at (201) 253-1282.

Ver mais em:  http://lsc.org/

 

Brasileiros: A Falta de um Intelecto Evoluído será sua Ruína!

quinta-feira, novembro 10th, 2011

Deu no The New York Times hoje:

In Brazil: For the Love of Shopping

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Brasileiros Anestesiados pelo Consumismo


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(Abaixo o artigo transcrito para ser traduzido)

Comentário da Matrix/DNA:

A Natureza não é imóvel como sugerem os textos biblicos antigos, ela é um processo em constante movimento provocando mudanças na matéria que constitue nossos corpos e o mundo que nos suporta e nos rodeia. O cérebro do homem comum não capta, não vê estas mudanças porque elas ocorrem em demasiada velocidade na pequena dimensão microscópica dos átomos e nossos genes, e em demasiada lentidão na dimensão macroscópica dos planetas como o nosso.

Existindo na dimensão do meio, o cérebro humano não capta os motivos das mudanças lentas ambientais, que às vêzes se aceleram e se precipitam em constantes terremotos, furacões (os intelectuais entendem isso devido a Stephen Gould e sua descoberta do processo “puntuacted equillibrium” produzindo os saltos evolutivos), e não capta os motivos das mudanças em seu corpo que pode rápidamente aniquilar o que parecia um corpo saudável. Por isso o homem comum e principalmente a mulher em geral pela sua natureza física, são imediatistas, vivem apenas o presente aqui e agora e assim são pêgos de surprêsa por estas ações invisiveis da Natureza.

Quanto ao cérebro da minoria acadêmica, formada nas universidades, êle capta mais da realidade do mundo, porem apenas 50%, ou menos que isso. Porque? Porque o sistema educacional está fundamentado no método cientifico reducionista – a investigação minuciosa de objetos isolados do contexto ambiental, descendo o mais possível na sua dimensão microscópica e subindo o mais possível na dimensão macroscópica mas limitado ao apenas visivel através de instrumentos mecânicos. Praticamente nada foi feito e nada se faz no ambiente acadêmico em relação aos outros 50% do método cientifico, que é o método sistêmico, o qual investiga os fluxos nos canais de interações entre os objetos materiais, partindo do geral em direção ao particular.

Falta acima de tudo no ambiente acadêmico a postura sábia na busca do real conhecimento que só pode ser proporcionada pela FILOSOFIA NATURALISTA, a qual coleta todos os dados, tôdas as informações obtidas pelo método reducionista, investiga os fluxos de interações e busca o conhecimento dos sistemas daí resultantes.

Pois bem: o Brasil infelizmente ainda é composto pela grande massa dos iletrados e uma pequena minoria dêstes meio-letrados acadêmicos. Daí que se calcula o clima reinante, o do imediatismo ignorando a Natureza em que vive. Não basta sequer as lições do momento sendo emitidas dos outros países que ontem passaram pela situação de euforia economica e consumista que o Brasil experimenta agora e hoje se recolhem inoperantes sob o pêso da ruína economica. Para não mencionar que as lições da História, muito bem resumidas no dito biblico “aos sete anos de fartura se seguem os sete anos de vacas magras”, nunca é lembrada pelos deslumbrados consumidores perante as vitrines apelativas.

O argumento falso que todo viciado procura para justificar sua fraqueza em superar seu vicio, nêste momento é que a macro-economia é uma roda que se alimenta do ciclo produção-consumo-mais produção-mais consumo. Um momento! Espera aí! Isto depende do que se produz e o que se consome. Se a roda se fundamentar nos bens supérfluos, que faz evaporar a energia do trabalho humano e os recursos naturais… ela emperra e se desfaz em pedaços. A produção e o consumo devem ser acelerados para o crescimento economico suportar o crescimento populacional e intelectual, mas tanto a produção quanto os consumidores devem ser dirigidos por uma pesada campanha publicitária do govêrno na direção dos bens uteis na infra-estrutura e na acomodação/bem-estar saudável para o corpo humano.

Mas uma sociedade humana só poderá obter um novo resultado na História se os individuos, tanto os cérebros comuns como os meio-letrados ouvirem e atenderem os conselhos que vem do velho filósofo naturalista que está durante o dia agachado no solo revirando a lama para observar os movimentos microscópicos, ora levantando a cabeça para a luz do sol observando os movimentos macroscópicos, e à noite se recolhe no simples barraco e debruça-se na mesa de pau rustico repleta de papéis impressos que trazem as noticias de todas as disciplinas e de todas as nações sôbre o que vai sendo descoberto pelo método cientifico reducionista assim como pelas pessoas comuns no seu método empirico. Ainda hoje, melhorado pela conexão da Internet, o velho filósofo pode estar resumido a um ermitão dentro de um barraco, mas ainda assim ele é a antena da Razão, da auto consciência da espécie humana das pessoas que lá fora estão capturadas na louca correria da roda veloz de uma economia aquecida.

É melhor que de uma maneira qualquer arrumem uma pequena brecha no seu tempo para ouvir o que vem da filosofia naturalista, para que a transição inevitável para os sete anos de vacas magras seja um processo sem dôres porque foi controlado pela inteligência humana. O Brasil tem agora a grande oportunidade de se tornar uma super-potência e dar a mão para resgatar do abismo a inteira Humanidade porque a sua selva-amazônica, a unica testemunha silenciosa e ainda virgem, intacta, que presenciou as origens da Vida e por isso é uma mestra sábia e indispensável, comunicou uma nova visão do mundo, que está se descrevendo sob o nome de “Teoria Universal da Matrix/DNA”. “Teoria”, porque a verdade total supera a capacidade da selva em entender a verdade ultima do mundo, mas sempre será um passo mais evoluído do que as visões de mundo que tem orientado os povos até o momento. Se não o fizer, a Natureza que não avisa de modo visivel e audivel pelos cérebros humanos semi-desligados dela, mas sempre se vinga de modo estrondoso, vai certamente impor mais uma de suas costumeiras e dolorosas cirurgias reparadoras.

Vejamos como o artigo é um alerta urgente:

In Brazil: For the Love of Shopping

SÃO PAULO — Vanity, conspicuous consumption, a growing and solid economy, the legacy of slavery, steep markups and an infectious desire to live for the moment — these are just some of the things that set Brazilians apart in the luxury goods market.

With the Brazilian economy chugging along, just as Europe and the United States have stalled, the South American giant is an increasingly important destination for high end brands.

But experts agree that those brands need to pay careful attention to what sets this continent-sized nation apart. Not only do to high taxes, stifling red tape and brutal logistical hurdles make Brazil a tough place to do business, Brazilian consumers also demand special attention. They are not prone to saving, are more likely to splash out on impulse and are perfectly happy to pay more for quality goods, as long as they are fussed over.

“The cost of doing business in Brazil is onerous, complex and bureaucratic,” said Carlos Ferreirinha, the president of MCF Consultoria and one of Brazil’s best known experts on the luxury goods segment. “Laws, codes and taxes, distribution and logistics are all confusing and difficult and that is very hard for brands to handle.

For foreign companies, however, “the most complicated factor is that Brazilians demand lots of service, care and attention,” Mr. Ferreirinha added. In the Western Hemisphere, “Brazil was the last country to abolish slavery. Most middle-class families have a maid. So people here like to be waited on. They want that service.”

And now there are more of them with cash to spend. Brazil today has 155,400 millionaires, according to the 2011 World Wealth Report, published by Capgemini and Merrill Lynch Global Wealth Management. That is 8,700 more than last year and puts Brazil 11th on the world’s wealth list, ahead of Russia and India.

Moreover, the average Brazilian millionaire is younger than in other countries, with one-third of its high net worth individuals aged 35 or younger, according to Massimo Mazza, a partner at McKinsey in São Paulo and an researcher into the consumer goods and luxury market.

Mr. Mazza said Brazilians of all ages love spending money and if they have it, they are not ashamed to flaunt it. Older people don’t save because they still remember the 1980s, when hyperinflation made planning impossible. And the young are all about living for the moment.

“Brazilians don’t like to save money; the savings rates in India and China are much higher than in Brazil,” said Mr. Mazza. “And allied to this is the desire to be exclusive, to show off, to enjoy life.”

Another factor is vanity. Brazilians who have money want the world to know they have money, said his colleague Carlos Eduardo Xavier.

“The show-off part is very important,” Mr. Xavier said. “It is important to convey that the polo shirt they are wearing is a Ralph Lauren. They want people to know this and that is valid for everything. I think it is more important for Brazilians than most others.”

That vanity leads rich Brazilians to pay exorbitant amounts for everything from cocktails to gadgets. In São Paulo, upmarket bars and clubs charge more than 100 Brazilian reais, or $56.35, just to get in the door; a basic pair of Levis 501 is three times what they are in Miami; and an iPhone or iPad are a whopping 10 times what they cost in London.

Two reasons are high taxes — Brazilians’ overall tax burden is 34.5 percent — and the overvalued real, which earlier this year hit a 12-year high against the dollar. But it is also because of big markups and a captive market.

“Women are fighting to pay three times what they’d pay for the same thing in New York,” said Vera Lopes, head of the Brazilian chapter of the Luxury Marketing Council. “It’s not just that they have money, it’s that they are virgins when it comes to these products. People are desperate to have these products that they’ve never had before.”

One other difference between Brazil and elsewhere is how people pay. Because interest rates here are so high — the central bank cut rates to 11.5 percent from 12 percent last month — almost everything can be paid for in installments.

“The use of credit in installments is super-pervasive in this culture and that goes for luxury goods as well,” said Mr. Mazza. “Even if they have cash, their return is higher than the cost of credit so they use credit.”

The country’s credit market has boomed in recent years as wages have risen. Some 29 million people entered the middle class between 2003 and 2009, and the upper classes grew, too. Now, one in 10 Brazilians are considered upper or upper-middle class, according to government figures.

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A version of this article appeared in print on November 10, 2011, in The International Herald Tribune with the headline: For the Love of Shopping.

Acabar Com a Selvajeria no Capitalismo: Vide o Sucesso nos USA do Boicote aos Bancos

sexta-feira, novembro 4th, 2011

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Kristen Christian, bankTRANSFERday

Kristen Christian, bankTRANSFERday

Dinheiro não se multiplica por si só, dinheiro não pode produzir mais dinheiro, isso é agiotagem, apenas o produto real do trabalho se torna um valor no PIB que justifica a fabricação e multiplicação do dinheiro. Todo dinheiro de uma nação pertence ao seu povo e apenas o povo, em plebicistos, e/ou na efetiva direção de seus bancios comunitários, pode determinar seu destino. Nunca delegue para uma quadrilha de parasitas engravatados e/ou cheias de cosméticos, sentados confortavelmente sob ar condicionado enquanto você malha duro lá fora – o poder para administrar o dinheiro que é fabricado pela sua nação. Se não fizeres isso, todo seu esforço e trabalho acaba sempre desaparecendo de suas mãos pelas manobras ocultas na calada da noite dêstes predadores e vampiros da energia de humanos. Estarás a vida tôda malhando em ferro frio, e eu aprendí isso a duras penas na velhice ao olhar para trás e perceber que nas três vêzes que juntei razoável capital pelo trabalho duro, desapareceu em crises/manobras fabricadas e foi parar no bolso de desconhecidos. Não se trata de acabar com o capitalismo – pois não somos os donos da verdade e não sabemos o que seria melhor – mas sim de eliminar a selvageria animalesca, a esperteza felina das feras e aves de rapina, do capitalismo. O Homem e a Mulher são seres dotados de Consciência, destinados à Transcendência sôbre as formas atrasadas ancestrais, por isso não podemos mais viver em sistemas sociais que se miram no exemplo das leis das selvas. É o que povo americano descobriu depois de terem trabalhado duro por 30 anos e chegam na velhice perdendo suas casas, vendo suas aposentadorias reduzirem e sendo ameaçadas, e seus filhos diplomados na escola sem emprêgo com a grande divida para o crédito educativo aumentando pelos juros. É o que motiva o movimento Occupy Wall Street.

Se Deus nào tem vindo falar conosco, só nos resta a Natureza como Mestra Confiável. E o que Ela nos ensina? Que foram os pequenos lagartos que mantiveram a sobrevivência dos répteis, que levaram os répteis à transcendencia para a forma de mamiferos, e não os grandes dinossauros. Que os leões estão desaparecendo, mas seus congenêres de mesma espécie, os gatinhos, estão aumentando e confortaveis nas casas dos humanos. As baleias e tubarões somem mas os oceanos continuam povoados de peixinhos. A Natureza pode caminhar como cega mas é a prova da História que demonstra que sempre seus resultados finais encobertam uma sabedoria fatal. A Natureza ( ou seja lá o que/quem estiver acima dela), é quem determina, e não a vontade dos homens, mesmo os mais poderosos, que os 1% desaparecerão e a História continuará a ser carregada nos ombros dos 99%. Os poderosos faraós egipicios desapareceram, mas os descendentes do povo daquela época continuam lá, sobrevivendo à queda de ditadores. Como exemplo testemunhamos nêstes tempos o despontar de eventos surpreendentes como Ocuppy Wall Street e o caso de uma mulher simples do interior iniciar um movimento no Facebook que está fazendo os poderosos estremecerem em suas bases.

Kristen Christian, uma cidadã comum e pequena comerciante, sentindo-se explorada pelos bancos, têve a idéia de sugerir no Facebook que o povo americano boicote os bancos privados, retirando seu dinheiro dêles e transferindo-o para “credit unions” ou pequenas instituições comunitarias. O movimento está crescendo de forma espantosa, e as transferencias aumentando como se pode ver nesta reportagem:

One Facebook post becomes national movement to abandon big banks
LOS ANGELES TIMES
http://www.latimes.com/business/la-fi-bank-transfer-20111105,0,7676873.story

NO FACEBOOK:

Bank Transfer Day

http://www.facebook.com/Nov.Fifth

E no Brasil? Cadê os brasileiros que não se deixam fisgar pela TV e ficarem plantados no sofá à noite e no dia trabalhando feito burros sem destino inteligente? Cadê os brasileiros que vestem a camisa verde-amarela demonstrando que é um guerreiro pela liberdade e progresso de sua pátria, e isto significa, pela liberdade e progresso de todos os brasileiros, sem excessão? Cadê os brasileiros que tem sangue nas veias e culhões de machos e peitos de mães que defendem seus filhos contra vampiros e predadores até no inferno? Porque não avisam seus vereadores e depois seus congressistas que serão despedidos por não estarem organizando estes movimentos em sua defesa se vocês votaram nêles para trabalharem para vocês e defenderem seus interêsses e direitos sociais? Por que não estão usando o Orkut, Twitter, Facebook, Messenger ? Porque não estão convidando os vizinhos para começarem a discutir estes assuntos mais inteligentes? Seja nas casas ou em praças publicas como americanos, europeus, árabes, estão fazendo? Isto é coisa que uma pessoa publica, como a presidenta não pode fazer, pois sumiriam com ela no dia seguinte. Isto é coisa a ser feita por quem a pôs lá e a suporta até debaixo d’água, debaixo de qualquer tempestade! Como exemplo do que se pode fazer, dê continuidade ao meu esfôrço iniciado aqui, divulgando êste artigo de qualquer maneira que lhe fôr possível. Pode usar o que quiser, pode modifica-lo, de preferência assuma-o como de sua autoria, torne-o viral, mas seja um alento para um novo despertar do povo brasileiro.

Eu não sei ainda como funcionam as tais “credit unions”. Nào sei se no Brazil existem instituições não-lucrativas semelhantes. Alguem com tempo precisa pesquisar e informar-nos isto. O que interessa é: “bancos numa cidade qualquer só podem existir três: o banco da cidade, o banco do estado e o banco do país. Nenhum mais. Papel moeda não se multiplica portanto é desonesta e amoral qualquer fortuna, qualquer lucro, obtido pela manipulação de papel moeda e seus derivados em papéis, como cartões de créditos, transações privadas com ações de empresas, etc., e etc.
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O Despertar Contra a Selvageria no Capitalismo

O Despertar Contra a Selvageria no Capitalismo

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Capitalismo Selvagem

Capitalismo Selvagem