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Buckyballs e comportamento do Carbono no espaço: Mais uma evidência para a Matriz e sua utilidade em nanotecnologia?

sábado, julho 24th, 2010

(obs: artigo ainda em construção)

Baseado no artigo:

Buckyballs Found in Space

The discovery of these carbon structures in space could have a profound impact on our understanding of chemistry in the cosmos.

( Buckyballs encontradas no espaço. A descoberta destas estruturas de carbon no espaço poderá ter profundo impacto em nosso entendimento da química no Cosmos)

No site:

http://news.discovery.com/space/buckyballs-carbon-chemistry.html

 

Para entender êste tema precisamos antes fazer uma excursão imaginária  pelo reino das analogias.

 Desafiando a vontade de Deus (ao menos se der-mos o nome de Deus ao sistema natural mentalizado que provocou o Big Bang), o espírito primitivo da matéria teima em construir seu modêlo de Paraíso Eterno e viver nêle eternamente. O imaginário humano deu o nome de Lúcifer para o espirito na matéria e criou tôda aquela fábula do Anjo Rebelde para explicar as razões do porque Deus permite que vivamos sofrendo nêste ambiente caótico.

 Mas em linguagem da Filosofia Naturalista se explica a mesma história da seguinte maneira:

A matéria interage e é conduzida por uma espécie de software dividido em dois principios fundamentais, que ora se conflitam produzindo o caos no ambiente, ora se amalgamam transformando o caos em estado de ordem, e a partir dêste, gerando um terceiro principio que é filho dos dois e aimda mais evoluído que os dois. Êstes dois principios são responsaveis pela dualidade universal que começou – em relação à dimensão-espaço –  com dois vórtices girando um oposto ao outro (spin right e spin left) e hoje na espécie humana estão encarnados nos gêneros masculino e feminino. Em relação à dimensão tempo temos o exemplo da oposição entre nossa auto-consciência e nossos instintos carnais. Os dois são morfológicamente e fenótipicamente simétricos entre si (são iguais na forma e auto-complementares, como os lados direito e esquerdo da face humana), e são tendencialmente assimétricos entre si (se um tende fanaticamente para a esquerda, o outro tende fanaticamente para a direita, como as cargas positiva e negativa, ou no siistema social, o capitalista e o comunista).

 Uma das faces dêsse software – na espécie humana representada pelo homem – é aquela em que a fôrça existe dentro do elemento e se expande incontrolavelmente (vide nêste site o artigo sôbre Hideki Yukawa e a Cola Nuclear) , tende a ser extremamente extrovertido, de maneira que se nada a segurar ela se desmaterializa e morre dispersada em fragmentos no espaço. Por isso o homem tendia na antiguidade a ser o caçador vagante, o guerreiro em terras distantes, ou mais modernamente, o freguês de balcão de bar após a jornada de trabalho adiando o retorno para o casulo doméstico. Por isso êle tende a espalhar seu sêmen para qualquer lado na direção de qualquer rabo de saia que passe na sua frente. É o principio que abre os sistemas.

 A outra face – na espécie humana representada pela mulher – é aquela em que a fôrça existe inicialmente em sua plenitude e tendendo a se colapsar até tornar-se um unico ponto, tende a ser extremamente introvertida, de maneira que se nada a segurar, ela constrói seu paraiso doméstico, eterniza-o e corta relações com o resto do mundo. Por isso a mulher tende a construir a maior mansão e mais luxuosa possível, dominar um macho em seu leito para reproduzir o seu corpo sujeito à morte na forma de filhos, e assim jamais perder seu paraíso. Os melhores exemplos que temos quando êsse principio feminino torna-se dominante e o masculino recessivo são as colmeias da abelha rainha, as colonias de formigas e… LUCA. Onde Eva dominava e por isso estamos aqui agora pagando o pato. É o principio que tende a fechar os sistemas.

Ora, a matéria quando dirigida pelo software no seu aspecto de spin left ou feminino, tem como objetivo supremo a busca do equilibrio termodinâmico eterno, mas numa situação de intensa vibração, o que significa segurança e acomodação mais o estado de orgasmo, eternamente. Por isso quando um átomo tem apenas um elétron na ultima camada – na qual, para ser estável, sempre precisaria ter um par de elétrons – fica instável, adoidado ( é quando o átomo sai tôdas as noites para as discotecas à busca de parceiros), procurando outro na mesma situação para unirem seus elétrons solitários e formarem um par estável. E nós estamos aqui dentro de LUCA, num mundo dominado por este lado da face do software. Portanto, no Universo nestes tempos e nesta sua fase de sua evolução tôda a matéria tende a se constituir em sistemas fechados em si mesmos.

Como resultado existem as “buckyballs”. E agora saíremos do mundo analógico para entrar na realidade cientifica pura.

Em 1985, pesquisadores estavam conduzindo experiências em laboratórrio tentando entender como as longas cadeias de moléculas de carbono poderiam serem sintetizadas. Porque? Ora havia uma série de possiveis aplicações praticas para elas. Êles finalmente  descobriram e construíram uma terceira forma de carbono sólido, perfeitas e simétricas esferas geodésicas ( veja figuras ao lado), às quais deram o nome bonitinho e fácil de falar: buckminsterfullerene! Uma honenagem á profética visão do arquiteto americano Buckminster Fuller que vivia obcecado na tentativa de construir monumentos de forma geodésica cada vez mais perfeitos. E assim nascia esta grandiosa maravilha tecnológica conhecida como “nanotecnologia”, a qual pode nos facilitar muito a vida e salvar nosso planeta da morte à poluição.

O “fullerene” mais conhecido é uma buckyball de 60 átomos de carbonos arranjados na forma de pentágonos e hexagonos, uma sagrada molecular caverna de apenas um bilionésimo de um metro.

Porem depois descobriram que as buckballs se formam naturalmente na Terra e no espaço sideral. Mas é claro que isto deveria ocorrer para confirmar a previsão da teoria da Matriz. Porque? Ora, a buckyball é uma perfeita demonstração dentre a materia inorganica da tendência da matéria dentro de LUCA tornar-se um sistema fechado em si mesmo. Observe as figuras e sinta como os átomos se fecham herméticamente como querendo dizer: “Não vem que aqui não tem para mais ninguem!”

E como os fragmentos-genes de LUCA conseguem se auto-organizarem nesta estrutura?

Vinte e cinco anos depois da descoberta das buckyballs, estas moléculas com 60 empacotados átomos de carbono foram encontradas novamente, desta vez no espaço sideral! E nas profundezas dos detritos de uma estrêla do tipo de nosso Sol, mas que se encontra moribunda, quase morrendo. Ora mais uma vez se confirma os processos da Teoria da Matriz: quando a entropia ataca LUCA, seus fragmentos genes saem fora do circuito sustêmico, colapsam na direção de seu centro, ali se encontram inicialmente se conflitando e gerando o caos ambiente, para em seguida se auto interagirem pacificamente e formarem estruturas que tentem reproduzir o estado de sistema fechado de LUCA. Nada mais lógico que fôssem encontrar isso lá, onde se vê nitidamente um corpo atacado pela entropia.

 Observe como o artigo é capcioso. Êle diz:

 “Quando a luz bombardeia moléculas e átomos, êstes irão vibrar numa especifica, mesurável medida – um campo da ciencia conhecido como espectroscopia. Os pesquisadores, que estavam estudando a nébula de detritos, acharam ali algumas incomuns impressões digitais de luz infravermelha. Êles reconheceram então as moléculas com a configuração de 60 átomos de carbonos e mais suas favorecidas associadas, as moléculas de 70 átomos de carbono.

O que significa isto na linguagem da Matriz? Os fragmentos-genes de LUCA tendem a reproduzi-lo como sistema fechado com suas sete funções universais definitivamente expressadas. Para tanto precisam de sete peças materiais para expressarem as sete funções universais. O método para isto é transformar as unidades de informação do corpo de LUCA em bits-informação como sinais de fótons emitidos por radiação que pode ser infravermelha para atacar os átomos por dentro, dominar sua maquinaria como fazem os vírus dentro de uma célula e conduzi-los a se combinarem no modêlo de LUCA, Ora, quando chegam ao ponto de reunirem seis funções num composto, já está delineado o protótipo do sistema perfeito, mas ainda é um sistema aberto porque falta a ultima peça representando a ultima função. É o mesmo caso que aconteceu aqui entre as células animal e vegetal. Como resultado, quando estes fragmentos conseguem completarem seu objetivo formam compostos com sete átomos cada qual representando uma das funções e a partir daí, com o intuito de capturar e agregar-se tôda a matéria colapsada de LUCA, vai formando compostos multiplos decimais de sete, ou seja, 70, 700, 7.000, etc. Até que um dia – assim era a esperança de LUCA – tôda a matéria inorgânica estivesse configurada na forma de um sistema fechado perfeito. Mas do alto do Universo desceu a Lei de Clausius – o segundo principio da termodinamica – com sua clava forte chamada entropia e impediu LUCA de seu intento, o qual teria fechado o Universo na forma provisória inorganica e nunca permitido à Vida existir.         

  O artigo diz ainda:

 “Uma vez formada a molécula fullerene, será dificil destruí-la. Ela sobrevive às altas energias, à cruel radiação, até mesmo aos raios cósmicos que atingem-na.”

Mas tinha que ser assim: quando a matéria se torna um sistema fechado em si mesmo e o gene egoísta se expressa em sua plenitude, dominando soberana e ditatorialmente, nada dentro dêste Universo pode desfazê-lo. É preciso então entrar em ação um recurso do software-Alma do Universo, que foi ali implantado antes mesmo do Big Bang, pelo sistema mentalizado que fecundou êste Ovo Cósmico ou então por algum Deus-Criança que se compraz criando softwares vivos geradores de universos, botando nós dentro do mesmo saco! Que saco! Arrrrgghhhh… No dia que eu subir lá em cima vou dar um bom puxão de orelhas nesse moleque travêsso, responsável por exemplo, pelas minhas dôres de dente!

FIM