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Nova Intuição: He4 Explica porque expiramos Co2, porque O2 se liga a CO, e porque existe a Quiralidade (?) – Pesquisa em andamento

terça-feira, outubro 28th, 2014

Ver a figura da fórmula inspiradora desta intuição em:

http://www.fomosplanejados.com.br/capitulos/assuntos/assunto.asp?codcapitulo=25&codassunto=127&numero=2

Livro: Fomos Planejados – Marcos Eberlin – Capitulo 6.

O atomo de 12carbono, que é o atomo da vida,  é formado por tres 4HE. Antes, dois 4HE formaram o Berilo, depois juntou-se ao berilo mais um 4HE resultando em carbono, e depois juntou-se mais um 4HE formando-se o Oxigenio.  Isto está parecendo que o Carbono é apenas a meia face esquerda da Matrix, com tres Fs. Cada 4HE seria um F. Se fosse apenas meia face, explicaria porque o carbono se tornou o foco central, pois a face esquerda produz sua face direita, e então, os outros atomos alinhados para formarem aminoacidos seriam a face direita. O Oxigenio é a face direita duplamente expressada, por isso ela entraria no corpo humano e se atrelaria ao carbono, que é a face esquerda, e ao se formar a matrix completa, ela se liberta da prisão no ecossistema que é o corpo humano. CO2. E por isso a vida escolheu apenas moleculas com spin left para a vida na quiralidade.

Triturar isso cuidadosamente…

Carbono: O Átomo que Desejou a Vida ou foi Contaminado pela Vida?

quarta-feira, fevereiro 19th, 2014

Repensando as origens da Vida, para tentar acalmar este desconfortável estado de dor da crise e ignorância existencial, e conhecer as forças da natureza para domina-las e obter melhor condições de existência…

( Neste ponto, minha irmã me diz: “Se queres melhorar sua existência, levante-se e vá lá fora trabalhar, ganhar dinheiro!” E respondo: “Não. Não vou correr no meio daquela boiada em disparada sem um plano de trajeto a longo prazo”. E ela retruca: “Mas sua vida é de curto prazo, não longo”. E volto a responder: “Sim, mas eu não quero ser apenas o individuo, quero ser a Humanidade. E esta tem a vida num prazo longo”. Mas ela insiste: “Você está sonhando. Você não é a Humanidade, és um individuo, vida curta. E mais curta será se seu dinheiro acabar…”. Mas não me dou por vencido. E termino a discussão: “Por isso levo a vida dividida em metade trabalho para sobrevivência material e metade estudo para evolução mental. Estou vivo até agora, tem dado certo…”)

Neste meu processo de busca por uma explicação da minha existência e da existência do mundo, como ficou claro no artigo de ontem, o filme “12 Anos de Escravidão” derrubou por chão a minha ultima certeza que trazia comigo até a semana passada. Voltei a ter que encarar a desconfortável realidade de que não existe um Deus nem uma consciência cósmica do bem, nos assistindo. Pois se existisse de maneira alguma permitiria que uma menina fosse escravizada e torturada a vida toda até morrer. Por outro lado vem a certeza que o mal existe, e pior, está dentro dos seres humanos. Porque? O que é o mal? Nestas derrocadas existenciais em que uma mente aberta e procuradora como a minha está sempre caindo, tenho que retornar lá nos princípios, buscando onde e como estavam as fôrças naturais que desenvolveram-se nestes fenômenos que aqui estão agora, fenômeno tais como o meu corpo. Então penso no sistema solar de 4 bilhões de anos atras, neste planeta cuja superfície pelada daquela época é imaginada como a superfície de Marte que a Curiosity está revelando, mas claro, tenho que acrescentar nestas imagens a presença da água, dos oceanos, e seus movimentos de ondas.

O que aconteceu na superfície da Terra naqueles dias? O que teria de acontecer agora em Marte para a Curiosity começar a nos enviar fotos de plantas brotando do solo arenoso, e em seguida, insetos minúsculos se arrastando no solo, subindo nas plantas, algas e medusas surgindo no fundo dos oceanos? E depois chimpanzés atacando macacos menores e matando-os, comendo-os? E depois humanos chicoteando as costas de outros humanos até mata-los para jogar seus corpos numa cova? Que forças atuaram sobre os minúsculos átomos da superfície do planeta para empurra-los a fazerem combinações entre si que nunca existiram aqui antes?!

A esposa do fazendeiro teve o seu veneno interno aflorando à face e enrijecendo seus músculos quando notou o olhar de seu marido focado na menina escrava. “Este homem é meu – pensou ela – ele me pertence, munha segurança está ameaçada, meu paraíso está ameaçado, tenho que sumir com essa piranha dos diabos”. A força do mal, destruidora, cresceu tanto em intensidade que impulsivamente por duas vezes ela atacou a menina desfigurando sua face para eliminar seu poder de atração sobre o marido.

O átomo de carbono tem 6 pares de partículas, prótons, nêutrons e elétrons. Neste estagio do meu desenvolvimento intelectual – ou degeneração intelectual, não sei ao certo – em que dou voltas em cima da minha teoria da Matrix/DNA, o carbono é o mais fiel hospedeiro da Matrix, porque ela tem que ter, ao menos como sistema aberto, seis instrumentos materializados para suas seis funções sistêmicas. Se tiver apenas cinco pares de partículas, ou sete pares, estes átomos ficam numa situação instável, ou por falta ou por excesso de energia. E este átomo de carbono foi o alvo inicial das misteriosas fôrças que criaram a vida na Terra. Nesta exata situação, neste estado físico, o carbono tem a força feminina dentro do próton no núcleo e a força masculina dentro da onda eletrônica com seus elétrons, ao menos, os da ultima camada. Como a esposa do fazendeiro, o próton no núcleo tende a manter este estado eternamente, ali ele se encontra seguro e confortável. Sua preocupação é com o seu par masculino zanzando na eletrosfera, no quintal, ameaçando sair da fazenda, com a possibilidade de estabelecer uma ligação covalente com alguma mulher – digo – alguma partícula de fora. E isto complica tudo.

Venceu o próton do núcleo ou o elétron na eletrosfera? O carbono procurou a vida ou foi contaminado pela vida? Temos que conhecer o que é a força da vida. Será essa força o tal “principio vital” do Louis  Pasteur, e portanto, localizada fora do carbono, com poder de penetrar o átomo, assumir sua maquinaria e dirigi-lo a novas combinações; ou será a mera força química do químico positivista Leibniz ( era ele? ou Ludwig?) que existiria dentro carbono, evoluída desde a simples forças físicas de atração e repulsão – naquela famosa discussão sobre o fermento da cerveja?

O meu jeito de abordar este problema, nesta altura do campeonato, bem o sei, é estranho e talvez intragável para todos os outros pensadores. Isto se deve a minha prévia peculiar experiencia de vida, como nascido escravo e fugido para a selva. Mas eu penso que conheço todos os outros jeitos de pensar o problema de todos os outros pensadores, e nenhum me convence mais do que o meu.

Quais forças desconhecidas teriam que chegar agora em Marte ( imaginariamente dotado de muita água) para transformar sua paisagem como elas transformaram a paisagem na superfície da Terra?! Já tenho minha teoria, onde a metade das forças/informação vieram com fótons do Sol e a outra metade do núcleo escaldante da Terra, as quais se encontraram numa prais e forma mexidas, reviradas, pelas ondas do mar sacudido pela Lua. Mas como vi ontem, essa teoria apontou para uma solução errada, portanto tenho que esquece-la agora. O nosso foco tem que mirar o átomo de carbono, foi ele que começou tudo. Ou foi nele que tudo começou? A força ( ou as forças) da Vida estava dentro dele e saiu para fora ou estava fora dele entrou para dentro?

Fico em duvida se a estrategia certa aqui é trazer toda a historia anterior para a mesa e rever tudo, talvez nela eu já tenha tocado nessa força e agora a esqueço. Esta história me leva a onda de luz primordial emitida pelo Big bang, a qual continha em si o processo do ciclo vital, portanto já trazia o código para formar a vida. Reconstruindo sua evolução eu poderia chegar agora a um quadro mais claro do que é e como chegou a força da vida no meio do carbono. Mas a minha historia universal é teórica, cai no âmbito da “Ciência Histórica” ridicularizada pelo Ken Ham. Assim posso estar errando tudo na interpretação da força vital. Acho que o mais certo agora é se comportar como um cientista. Esquecer o proposito, a intenção, o que se busca, porque toda busca é motivada, é contaminada, por uma ideologia inconsciente. Nesta situação o cientista honesto respira fundo, se sentido vencido mas não caído no fundo do poço ainda, reúne as ultimas energias, e volta para exercer sua profissão: observar o átomo de carbono, tentar arrancar o máximo de dados possíveis dele.

Mas não podemos nos focalizar apenas no carbono de inicio, tem que ver o hidrogênio também. Pois esse semi-átomo, aspirante a átomo adulto, foi o primeiro colado ao carbono, ele se tornou a cola que grudou os outros átomos. E também tenho que ter em mente a ja estudada maneira como o carbono foi formando o composto molecular na evolução dos aminoacidos, pois já vi que aquela evolução estava tentando reproduzir a formula da Matrix no nível mais elementar da vida, o molecular.

Então,… se a minha cosmovisão caiu ontem, eu não caí totalmente, sou teimoso, vou recomeçar do zero outra vez e outra vez até o meu ultimo suspiro quanto for totalmente absorvido pelo fundo do poço. Então… que venha novamente o carbono, desde o quadro introdutório, fornecido pela Wikipedia, e depois temos que ir afundando até as ultimas novidades da quântica. Não tem como desvendar o supremo mistério da nossa existência sem passar pelo átomo de carbono.

Pesquisa Dirigida:

Wikipedia:

carbono (do latim carbo, carvão) é um elemento químicosímbolo C , número atômico 6 (6 prótons e 6 elétrons), massa atómica 12 usólido à temperatura ambiente. Dependendo das condições de formação, pode ser encontrado na natureza em diversas formas alotrópicas: carbono amorfo e cristalino, em forma de grafite ou ainda diamante. Pertence ao grupo (ou família) 14 (anteriormente chamada IVA).

É o pilar básico da química orgânica, se conhecem cerca de 10 milhões de compostos de carbono, e forma parte de todos os seres vivos.

Ficheiro:Diamond-and-graphite-with-scale.jpg

Diamond (Locality: South Africa) A truly exquisite, super sharp, octahedral crystal of superior quality for a specimen. It is certainly facetable, too.
Graphite ( Locality: El Cochi, Sonora, Mexico) This is a crudely crystallized graphite, colored battleship gray with a resinous luster. I must admit that it is hard to think of this having the the composition, carbon, as diamond. Anyways, a neat locality piece!

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