Posts Tagged ‘Celula’

Imagem do Citoplasma com Organelas em 3D

sábado, agosto 4th, 2018

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Imagem incrível de um citoplasma com suas moléculas e organelas em 3D! 😍 Créditos: David Goodsell

Imagem incrível de um citoplasma com suas moléculas e organelas em 3D! 😍
Créditos: David Goodsell

Parece uma vista aérea e não por acaso; esta obra foi desenhada por quem esta’ no ceu. Não por alguma divindade sobrenatural e sim apenas pelo sistema astronomico que produziu a Vida aqui… Pena que a crença acadêmica esta’ atrapalhando a Fisica e a Biologia ao separar o criador que veio da Evolucao Cosmologica da sua criatura que iniciou a Evolucao Biologica. Nao aceitem isso, e serao capazes de ver o Cosmos atraves do microscopio apontado para uma celula. Assim como não existe duas naturezas, não existem duas evoluções, ela e’ so’ uma,.. a Evolucao Universal. Prestem atencao na Matrix/DNA Theory que esta mostrando a figura do elo evolucionario entre a galáxia e o primeiro ser vivo…

Mitocôndria em 3 videos e a descoberta da invaginação do oceano de magma nos pulsares

quinta-feira, julho 26th, 2018

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Este trabalho nos levou ‘a descoberta que:

” A invaginação da membrana interna da mitocôndria é um atributo da Função 4 da formula da Matrix/DNA, a qual, no ancestral da mitocôndria que foi o pulsar no sistema galáctico, produziu a invaginação de um oceano de magna logo abaixo da superfície externa (membrana externa) ligando o magma por canais com o núcleo de magma incandescente, o que no final consiste em gigantescos vulcões. Enquanto nos pulsares estes vulcões expelem magma energético que se tornam as esferas dos cometas, nas mitocôndrias túbulos imitando vulcões expelem as moléculas de energia ATP. No final, o significado e funções de tudo são os mesmos, tanto num astro celeste como numa organela celular.”

Três videos no Youtube sobre mitocôndria, de um mesmo autor, brasileiro, em português. A serie chama-se

“A Mitocôndria em 3 atos”

Cada ato, ou vídeo mostra a mitocôndria num tipo de linguagem de apresentação.

( Segundo a Teoria da Matrix/DNA, a mitocôndria foi produzida pela Função 4 da formula. A ancestral da mitocôndria seria, nos sistemas astronômicos, o astro formado pelo envelhecimento dos planetas, quando ele esta com uma camada superficial muito fina e daqui vai se tornar uma estrela, uma supernova. Cremos que ele corresponde ao que os astrônomos chamam de “pulsar”. Sua superfície é toda esburacada com crateras vulcânicas. Os gigantescos vulcões cujas entranhas partem do núcleo emitem cometas, os quais expelem a energia de magma dos vulcões ( enquanto que a mitocôndria expele energia na forma de ATP). A previsão desta teoria é surpreendente porque uma imagem visionaria de tal astro mostraria logo abaixo da camada superficial ( que na mitocôndria se tornaria a membrana externa) uma rede intrincada de canais de lavas, os quais ligam a superfície ao magma incandescente do núcleo. Em outras palavras poderíamos dizer que existe no pulsar uma “membrana interna” que é uma faixa de um oceano de magma, a qual é invaginada em formas de lapelas… tal como na mitocôndria.

Ato 1 : Um formato semelhante ao usado em cinema

https://www.youtube.com/watch?v=zkBPj_E1YFc

Ato 2: Uma linguagem didatica, como a usada em sala de aula

https://www.youtube.com/watch?v=RBzrjCPanO4

Ato 3: Uma visão artística

https://www.youtube.com/watch?v=JORhTOC1kos

Outro excelente vídeo sobre mitocôndria:

https://www.youtube.com/watch?v=wcbOjBzmi14

E tem muitos outros videos para ver e trazer para cá. Fazer a pesquisa sobre videos em Inglês

A forma final de um organismo não esta apenas programada na célula-ovo inicial? Entao onde mais?!

quinta-feira, julho 5th, 2018

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https://evolutionnews.org/2018/05/out-of-one-cell-many-tissues-but-how/

Out of One Cell, Many Tissues — But How?

Este e’ um dos maiores misterios da vida, que tantas implicacoes tem nas doencas e no siginificado da nossa existencia neste mundo, mas para entende-lo precisamos imaginar uma analogia. Vamos comparar o que era voce quando tinha um minuto de idade com um hipotetico personagem.

Imagine um rapaz herdeiro de uma fabrica robotizada de automoveis, que nasceu dentro do escritorio da fabrica, e seu pai, o dono, obrigou-o a aprender o trabalho mas nunca o deixou sair do grande escritorio que tem tudo como uma casa, mantendo-o com o pe’ acorrentado a um pilar, e nem mesmo explica que aquilo e’ uma fabrica e que produz automoveis. Quando o rapaz completa 18 anos, o pai leva-o a outro escritorio exatamente tudo igual, o predio da fabrica igual,porem sem robots e maquinas. Mas o herdeiro que nem sabe que automoveis existem, assume a administracao e faz tudo o que viu o pai fazer dentro do escritorio, inclusive quando o pai construiu os robots e as maquinas. Na primeira vez que um detalhe novo, inedito, nunca ocorrido com o pai, acontece, qual atitude do rapaz? Ora, ninguem pode escolher nada, tomar decisao nenhuma, se nao sabe qual o objetivo final. Por exemplo, se alguem por brincadeira vier a noite e trocar uma maquina que faz parafusos por uma que faz macarrao, a linha de producao vai continuar ate o momento que o macarrao nao faz a funcao do parafuso e o proximo passo se roena impossivel. A fabrica toda para e o dono para tambem, sem esbocar qualquer reacao. Se tudo funcionasse como sempre e eternamente, herdeiros depois de herdeiros continuariam a ser administradores de uma fabrica, mas se um minimo detalhe mudar, acaba-se tudo.

Agora voltemos `a realidade e ao grande misterio. Um minuto apos a fecundacao de um ovulo por um espermatozoide surge uma celula, a qual chamamos de a celula ovo, inicial. Esta celula inicial funciona igual aos herdeiros da nossa analogia. Ela vai montar a fabrica, vai nao apenas administra a fabrica para produzir um organismo completo, como toda celula inicial tem que ……..

Célula viva x célula morta. O que faz a diferença?!

quarta-feira, junho 20th, 2018

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Imagine uma célula viva, movendo-se internamente em milhões de metabolismos e reações químicas e externamente capturando os átomos do ambiente para obter energia e massa. Ao seu lado tem outra célula igual, tendo tudo o que sabemos que células tem, igual a outra, porém está totalmente imóvel. E esta’ se deteriorando, desaparecendo. Perguntei a um biólogo porque esta diferença e ele respondeu que “se a célula morta tem tudo igual e sem algum repentino defeito, não pode ser uma doença ou ferimento. Se o ambiente é o mesmo não pode ser variações de temperatura, etc. Então somos obrigados a concluir que por algum motive a célula mostra não conseguiu alimento a tempo e sua energia acabou”.

Não gostei da resposta, não consegui engoli-la. Pois se fosse isso bastaria dar um jump, uma recarga, de energia nela, como fazemos na bateria de um carro que “morreu”.

Bem,.., para resumir, a cosmovisão da Matrix/DNA esta’ cansada de apontar outra resposta. Em mais de 2.000 artigos, milhares de evidencias e centenas de previsões acertadas, ela esta’ sugerindo a existência de uma formula natural porque nos reviramos a natureza de de todas as maneiras e sempre apareceu um mesmo padrão no local exato do mistério. O padrão comum responde todas as questões feitas ate agora em toda a historia da humanidade sobre este universo captável aos nossos sensores. A cosmovisão tem insistido que todos os sistemas naturais ( e células são sistemas) são constituídos de hardware e software. O software que explica o hardware e sua evolução é um diagrama de uma formula funcional. esta formula foi encontrada numa simples porem primordial onda de luz, desde a emitida no Big Bang. Logo o software e’ composto de luz e se apresenta como uma formula para sistemas, a formula Matrix/DNA. Esta formula que surgiu como onda de luz e’ o principio vital que imprime movimento, vida aos hardwares, aos sistemas. O que saiu da célula morta, por algum motivo, foi a luz e na forma da formula, e não energia.

( pensamento inspirado na seguinte pergunta de um leitor:

” The real question, for me at least, is… What does a living cell have that is missing in death? i.e. What is a dead cell missing that a living cell has? Perhaps I don’t understand biology well enough (which i don’t lol) but it seems like on a molecular level a living and a dead cell are identical, both made of the same molecules (water, cellulose, dna, proteins, etc) So what is lost when a cell dies? What is needed to make the bundle of molecules (a cell) become animated? to actively seek out other atoms and molecules to use for energy? Just adding electricity doesn’t bring a dead cell back to life, so the missing item isn’t just electricity. “

Nova Matrix/DNA grande sugestão: como e porque os cromossomas se duplicam antes da célula se duplicar

sábado, março 3rd, 2018

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Descoberta inspirada quando assisto este video:

https://www.youtube.com/watch?v=qNliacSzFks

A partir do momento da fecundação uma primeira e unica célula-ovo se duplica, e depois estas duas se duplicam novamente em 4 células, e assim por diante… No final, as células do novo ser possuem a mesma totalidade de informações que as células de seus pais. Mas como uma informação pode ser multiplicada em bilhões de copias, se a natureza não tem maquinas copiadoras, nem um exercito de indivíduos levando a informação?!

As células resultantes de uma duplicação tem que terem os mesmos ingredientes. Creio que isso significa que antes de se multiplicar, a célula primeiro duplica internamente todos os ingredientes, pois uma nova célula sem eles não poderia cria-los do nada.

Isto significa que o principal ingrediente, o DNA dentro dos saquinhos cromossômicos, tem que se duplicarem. Mas quando se observa no microscópio o momento em que os cromossomas se separam em partes iguais e cada parte vai para uma extremidade do núcleo, surge um mistério, pois estava tudo misturado num único recipiente, então como cada copia sabe que deve ir para a esquerda ou para a direita? Como se formam as duas partes cada uma com exatamente apenas uma copia de cada?

No final do artigo esta a teoria descritiva do processo pela ciência. Ocorre que o processo da duplicação do DNA e’ ainda desconhecido porque o cromossomo desaparece `a vista do microscópio ótico enquanto acontece o processo. E a ciência continua descrevendo fatos observados como o surgimento de centrômeros e o que eles fazem, porem sem conhecer quem ou o que dirige os centrômeros a fazerem o que fazem. Então dou uma olhada na formula da Matrix/DNA para ver se dela posso extrair a explicação destes processos. E de fato surge uma, alias, bastante elegante e logica. Vou trazer a formula para cá para você ver se pega a solução:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Para lembrar, como a formula esta representada biologicamente como cada unidade de informação do DNA, vou citar alguns itens:

  1. A função 1 constrói a molécula de açúcar que fica na haste direita e a função 4 constrói a molécula de açúcar na haste esquerda. Isto significa que as quatro funções intermediarias localizadas no circuito esférico serão as 4 bases nitrogenadas. A função 5 que faz apenas a duplicação do sistema fica fora.
  2. vamos considerar que a metade do circuito que vai de F1 a F4 e’ a face esquerda e a outra metade que vai de F4 a F7 e’ a face direita.
  3. O circuito contem o fluxo de todas as informações do sistema e ele começa sempre em F1 e vai para a esquerda, no sentido horario. Quando chega a certo ponto ele constrói com suas informações, F2. Daqui continua construindo F3 e F4.
  4. Construiu a face esquerda mas o fluxo não para ai, continua, construindo F6, F7…

E apenas para esclarecer melhor, vou puxar a seguir a figura que explica o que eram as forças existentes na natureza antes das origens da vida, quando ainda o ultimo sistema mais evoluído ainda eram as galaxias, que mais tarde, nos sistemas biológicos, viriam a se tornarem os cromossomas X e Y:

 

Circuíto Sistêmico ou "Software" extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Circuíto Sistêmico ou “Software” extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Na figura acima temos o fluxo de informações correndo dentro do circuito esférico justamente funcionando com o nosso ciclo de vida, onde uma forma do corpo, digamos, a forma de jovem, que na formula seria F3, se transforma produzindo a forma de adulto, que na formula seria F4. Este fluxo representando o ciclo vital nasce em F1 e morre em F7, porem com o socorro que vem do ramo lateral iniciado em F4, o fluxo ressuscita e continua para F1, estabelecendo assim um processo de auto-reciclagem, que e’ o que da esta vida longa de bilhões de anos as galaxias. Mas alem do ciclo vital o que vemos na formula e’ exatamente um processo de reprodução sexual do sistema hermafrodita, quando o fluxo que corre na meia-face esquerda executa as mesmas funções dos cromossomas Y, masculinos, e o fluxo complete esférico executa as mesmas funções do cromossoma X, feminino.  Ao entender que o que esta dentro do cromossoma na célula ovo antes de iniciar a duplicação dos cromossomas e’ um sistema e hermafrodita, fica mais fácil perceber o que acontece naqueles breves momentos quando a Natureza apaga suas luzes e um cromossoma que antes era comprido e fino visto pelo microscópio óptico desaparece e retorna mudado para curto e grosso, como uma esfera ovalada…

Ora, vamos agora voltar para o problema de como essa formula poderia se duplicar em duas sendo a nova copia exatamente igual a primeiro, pois basta deixar de pensar na formula e pensar no DNA dos cromossomas, já que ele ‘e a formula materializada. O único fator que se exige para a nossa solução dar certo e’ que apesar de no microscópio se ver uma confusão de cromossomas, eles devem estar na verdade geometricamente dispostos como na formula, ou seja, a face inteira, com as unidades de informação ou nucleotídeos nas mesmas posições. Isto significa que naquela aparente massa sem forma, os cromossomas já estão em posições estratégicas, os do lado direito na direita, os do lado esquerdo, na esquerda. Então ocorre a divisão, e aqui vamos exigir um segundo fator: não sei como, mas a função 5 aparece e entra em ação, pois ela ‘e a responsável pela duplicação ou reprodução dos sistemas. Então a F5 sai de F4 e dirige-se a F1, marcando a linha divisória da face com uma diametral que a divide em duas metades.

( Ora, apos iniciar a busca de como a ciência explica esse processo, li que a certo momento surge o centríolo, o qual se duplica e cada copia vai para um polo oposto da célula. Entao surge o ” fuso equatorial” , uma linha como um diâmetro dividindo uma célula em duas metades iguais. isto imediatamente nos lembra a formula. O ramo lateral do circuito que sai de F4 e vai a F1. E isto sugere então que a F5 surge na formula de centríolos, e os dois polos da célula de alguma forma representam F1 e F4. Claro, a ciência não vê isso assim, porque ela não considera a formula. Dizem que antes da divisão iniciar, nem mesmo com o microscópio ótico se enxerga os cromossomas no núcleo. E antes da divisão celular iniciar começa um movimento no núcleo onde os cromossomas parecem mais grossos, e então aparecem visíveis ao microscópio. A ciência diz que os cromossomas se condensaram, que antes eram como linhas, as quais encurtaram e engrossaram na condensação. Então a ciência nada vê e não sabe como e’ o mecanismo da duplicação dos cromossomas, talvez ela tenha uma teoria. Mas o que fez o cromossoma ficar curto e engrossar? Ora, basta lembrar da formula. Dentro do cromossoma, existe o DNA, o qual ‘e uma pilha de nucleotídeos, cada par de nucleotídeos representa a formula, que seria esférica quando e’ sistema fechado, mas as suas duas pontas ( uma ponta que começa com F1 e a outra ponta onde termina F7) podem ser separadas e assim o circuito se torna uma linha, que seria a característica do sistema aberto. Se o cromossoma engordou pode ser porque já houve a separação das duas meias faces e cada qual ja construiu sua outra meia face. Mas a ciência nota que o cromossoma na forma de linha encurtou. Ora, e’ justamente isso que o processo em que nos baseamos na formula prevê: encurtou porque a linha que ia de F1 a F7 se dividiu em duas metades, estas ficaram lado a lado com um espaços entre elas. para isso acontecer e’ preciso que o contêiner – o envolucro cromossômico – fique mais grosso. Então estamos descobrindo e descrevendo o processo que ocorre quando o microscópio não vê. Como a coisa ainda esta meio nebulosa na minha cabeça, fica a duvida se no momento que o microscópio detecta o cromossoma grosso, dentro dele existem duas meias linhas separadas lado a lado ou se cada linha já reconstruiu sua outra metade, então ao invés de apenas uma vez a formula, já teríamos neste momento duas vezes a formula. Basta estudar mais as fases seguintes.)

Agora tudo se explica. Por exemplo, Francis e Crick descobriram que a base Adenina sempre se emparelha com a base Timina, enquanto a base Citozina apenas se emparelha com Guanina. Assim como sempre os cientistas observam de fora e descrevem o que veem, mas quase nunca conseguem explicar como e porque acontece o que veem. Porque A se emparelha com T e somente com T? Porque A nunca se emparelha com C nem com G? O que existe dentro destas bases que as fazem atuarem como casais monogami0cos, fieis, que nunca traem o parceiro? O que ha de comum e atrativo entre Adenina e Timina? Ninguem nunca explicou e acho que nem sequer se concentraram em questoes assim. Mas quando temos a formula da Matrix/DNA, estas questoes florescem e nos incomodam nos levando a investigar e sempre a formula termina por nos explicar o fenomeno.

Entao vamos a formula e observemos, por exemplo, F3, a qual tem sua representacao no DNA como uma das bases. Quando o fluxo corrente vem dentro do circuito e passa por F3 ele vai construir F4. Ja vimos que F4 e posiciona na haste do nucleo, torna-se um acucar e nao uma base. O proximo passo do fluxo e’ fazer a meia-face direita e e inicio constroi F6. Repare que o fluxo nunca poderia construir naquela posicao nem uma das outras tres funcoes que representam bases. Nao existe alternativa, naquela posicao sempre sera F6. Ora, quando as duas meias-faces se juntarem F3 e F6 ficarao alinhadas no mesmo plano. Nao descendo mais em detalhes que agora iriam estender muito este texto, lembro que o fluxo de F1 a F4 “sobe” na formula, e’ a energia no seu estado crescent, e’ a forma do corpo que nasceu como baby e vai crescer ate o final da juventude. E depois quando vai de F4 a F7 e a energia no seu estado decrescente, o corpo ficando idoso e minguando. Poderiamos dizer dai que a face esquerda tem a energia positive e a direita a energia negativa. E sabemos que cargas iguais se repelem, cargas contrarias se atraem. Pois F6 e’ justamente a carga negative em igual potencialidade em relacao a F3. Por isso A sempre se emparelha com e apenas com T.

E continuando a rodar o fluxo vamos ver tudo igual acontecendo com o par C-G. mas os cientistas nunca irao descobrir isso sem a formula e asim vao sempre torcer para ninguem lhes perguntar porque se formam estes casais monogamicos, pois nao sabem.

Outra grande questao tratada no video acima e’: ” se todas as bilhoes de celulas de um organism possuem o mesmo codigo genetico – ou seja, as sequencias de bases ATCGCGTA… – sao as mesmas em todas as celulas – como e’ que o DNA faz as celulas diferenciarem entre na funcao organica que vao executar, a posicao do corpo para onde vao, etc?! Como que uma celula se posiciona na ponta de um dedo e se modela apropriada para aquel posicao e funcao e nao vai, por exemplo, na posicao do figado, se modelando naquela posicao e funcao?! Se o codigo de instrucao para todas elas no DNA e’ sempre o mesmo? A ciencia descreve tudo isso, mas nao mexe nas causas, na origem e fonte deste comando, ignolra a pergunta “porque?” e se satisfaz em responder a pergunta “como? . Apenas a formula da Matrix/DNA nos estimula a teimar nesta pergunta e buscar a resposta, porque a formula sempre tem uma explicacao.

Observe na formula que um fluxo contendo a totalidade das informacoes do sistema ( do corpo ou organismo) corre dentro do circuito total esferico. Em posicoes alternadas o fluxo se detem e constroi uma pessa, que vai ser diferente das outras pessas. Ele para ali naquela posicao e constroi um unico tipo de pessa para aquela posicao porque o fluxo e’ movido pela forssa do ciclo vital. Entao esta forssa, no nosso corpo faz com que, quando atingimos uma forma certa para aquela faixa etaria, o o corpo vai na direcao certa e exata da proxima forma. Se o corpo e’ uma crianca, nao tem como ele ir na direcao da forma de adulto ou senil ou forma de girafa… ele vai na direcao exata da forma adolescente.

Outro fator a lembrar aqui e’ que a formula se compoe de pessas/funcoes alternadas por setas. As setas representam o fator tempo que se propaga como ondas, as pessas representam o fator espaco ou substancia especial que se fixa como particulas. Como esse detalhe seria reproduzido no corpo humano, na sequencia do DNA, para que tudo aconteca da forma especial devida e no tempo adequado? Simples: o fluxo de informacoes esferico foi transformado em proteinas. O fluxo foi dividido em 20.000 pedacos, trechos, e para cada trecho se produziu um a proteina especifica. E vamos mais longe, quando lembramos que grupos de nucleotideos do DNA trabalham em equipes, a cada grupo demos o nome de “genes”. Entao de alguma forma sao proteinas dentro das celulas ou fora delas que determinam a forma e a posicao para onde cada celula vai e como vai ser sua forma. Os genes servem para o commando final quando na construcao de um detalhe de maior complexidade, por exemplo, o olho humano, sao necessaries trechos do circuito que estao em posicoes distantes no fluxo e preciso ajunta-los numa equipe especializada numa fabricacao. Os genes juntam techos entre F2/F3 com trechos especificos entre F6/F7, por exemplo. Acho que esta perfeita e satisfatoriament elucidado mais este misterio, basta agora apenas trabalho de laboratorio para aprender detalhes.

Feito isso, tem inicio a divisão da célula, e cada copia vai ficar com uma metade do DNA, o qual e’ a formula. Ora, estas metades contem o fluxo em movimento: a metade esquerda o fluxo chega em F4 e como não vê F6, porque esta foi para a outra célula, não tem problema, e’ tarefa do fluxo construir a peça da função seguinte, e depois a seguinte, ate o fluxo chegar novamente a F1. Pronto, uma célula que na divisão começou com a metade esquerda do genoma já ficou com a face inteira; na outra copia da célula o fluxo que saiu de F6, passou por F7 e não encontrou F1, continua e faz F1, F2, F3. Pronto, também a segunda copia ficou com o genoma inteiro.

Bem, essa a teoria que me surgiu agora, mas e’ apenas uma hipótese, preciso antes ver o que diz a ciência.

( pesquisar duplicação dos cromossomas na divisão celular)  

( pesquisa parada na leitura de mitose, no wikipedia)

A Bomba de sódio e potássio estava também escrita nas estrelas

terça-feira, janeiro 9th, 2018

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Para quem encara a serio a busca do conhecimento, não perde um detalhe apresentado pela Natureza, pois apenas ela tem as informações para o conhecimento solido que buscamos sobre a existência. E observa o detalhe, medita sobre o fenomeno, perguntando qual a causa que o cria, porque, para que, como?

A seguir temos um exemplo de detalhe que e’ otimo alimento para o intelecto do filosofo. Tente prestar atenção nos detalhes e depois nas perguntas que faco a seguir, vais cair de costa quando veres a solução que penso resolver o problema, mas se não concordares não tem problema, alias, o problema sera seu para resolver, eu já o resolvi para mim.

Na célula existe a chamada bomba de sódio e potássio. No tipo de bombeamento chamado de “transporte passivo facilitado”, existe fora da celula um nutriente com carga eletrica positiva ( sodio? potassio) e dentro da celula outro elemento com carga negativa (potassio sodio ) que a celula quer expulsar. Porem na membrana celular nao existem canais abertos para travessia destes elementos. Então, como se fosse um milagre, surge de dentro da celula uma molecula de ATP que vem e se encosta na membrana. Nesse encostar, um fosfato do ATP entra no espaço entre dois foliculos da membrana, fazendo suas pontas do lado interno se distanciarem, e as duas pontas externas se unirem. Com isso os dois folículos formam um cone, com a boca grande aberta para dentro mas com o vértice fora fechado.

E ainda por mais milagres, nenhum potassio que esta dentro da célula se move, porem os sodios se movem dirigindo-se para dentro da boca aberta e se acomodam em especies de cavernas que existem ao longo dos foliculos. Mas, ainda por outro milagre, os sodios nunca se alojam nas cavernas do foliculo a direita, somente nas cavernas do lado esquerdo. Em seguida o fosfato – sem se saber quem o manda fazer isso – sai do meio dos foliculos retornando para dentro da célula. Com isso a boca do cone interna se fecha e abre a externa. Então os sodios que estavam nas cavernas saem e passam pela boca aberta, saindo da célula.

Na entrada do potassio funciona ao contrario. Eles vem de fora, algo avisa o ATP que se dirige `a membrana, deixa um fosfato entre dois foliculos, os potassios entram na boca e se dirigem a cavernas do lado direito.

Fica mais claro e inteligivel se vemos a animação desta bomba em atividade no seguinte video:

TRANSPORTE ATIVO: Bomba de Sódio (Na+) e Potássio (K+) | Biologia com Samuel Cunha

Agora as perguntas:

Bem, quando vemos essa engenharia no video, ficamos aturdidos! Como, raios, isso apareceu?! Isso parece ter sido elaborado por uma inteligencia, não tem outra alternativa. Mas quem? Então, vamos dissecar as perguntas:

  1. Porque os sistemas – como a célula – possuem uma capa separando-os do mundo externo? Porque teve que existir a individualidade dentro deste Universo? Mas o mais importante aqui e’ notar que os sistemas por si mesmos podem trocar a polaridade de suas cargas elétricas internas e das  cargas externas ao seu redor. Entao quando o sistema esta necessitado de energia seu interior se apresenta negativo, ou mais descarregado que o meio externo. Chamamos a isso de fome, necessidade do sistema. Com isso ele parte para a ação contra o mundo externo tentando extorquir-lhe a energia que necessita. O curioso e’ no caso das sinapses visto no video que o sistema precisa mover uma carga quimica carregada dentro de si e para isso gera a sua volta um ambiente carregado, mas deixemos este detalhe para pensar em outra hora. No caso da expulsão do sodio, isto se assemelha ao defecar. Significaria que o sistema enxerga o sodio como massa inutil. Tambem neste caso parece que a massa se comporta como energeticamente carregada ( o que e’ um contra senso) e no exterior existe um campo criado negativamente. Em todo o caso, de onde a Natureza tirou a ideia para criar isso?!
  2. Ao chegar na membrana o ATP libera um fostato. Não qualquer outro atomo, tem que ser o fosfato. Quem acorda e desconecta o tal do fosfato?! E porque ele se dirige `a membrana e não vai para outra direcao qualquer? Como ele consegue afastar as duas pontas dos foliculos? Mas o que ele ganha com esse trabalhao todo? Porque ele iria fazer isso, com que objetivo? Parece os empregados de fabricas, fazem as tarefas rotineiras sem saber porque, para que. Mas empregados humanos são capazes de receber e executar ordens. Atomos se parecem com o sistema solar, e jamais um sistema solar vai se mover para uma extremidade da galaxia, deixar um planeta la e depois retornar ao mesmo lugar. Na celula viva isso acontece! Inclusive o sistema solar vai la abrir a porta para um planeta que esta batendo as portas da galaxia para entrar… Filósofos nasceram para sofrer porque as questões torturam-nos. E então o filosofo pergunta ao padre:
  3. – ” Onde e’ o inferno?”
  4. – ” E’ onde vao as pessoas que fazem esta pergunta…”
  5. – ” Mas isso nao e’ resposta.”
  6. – ” E quem te disse que o mundo determinou que não haja coisas sem respostas?”
  7. – ” Se houver coisas sem causas, ou seja, respostas, o filosofo esta acabado. Não deveria nem nascer…
  8. – ” Exato. Foi a exigência de respostas que levaram Adão e Eva a comerem do fruto que lhes traria estas respostas como conhecimento, respostas que não existem, e por isso os humanos sofrem, todas as crianças nascem curiosas, com essa herança filosófica condenada…”
  9.  – ” Entao temos que esquecer a filosofia e aceitar que tem coisas sem causas, ou seja, surgiram do nada…”
  10. – Não. Surgiram por milagres.  E se voce perguntar de onde Deus consegue tirar estes milagres, eu antes lhe respondo: “E’ um milagre”.
  11. – ” Raios, voce esta querendo me enrolar. Não mostrou o inferno para provar que isso existe, não mostrou alguma coisa surgindo do Nada, não mostrou o Nada, não mostra Deus e nem um milagre. Então essas coisas como inferno, milagre, o Nada,Deus, coisas sem respostas não passa de mero palavreado na sua boca. Voce acha que vou interromper minha busca baseado em palavras aleatórias humanas? Bye, bye… tenho muito trabalho a fazer… Ahhh, só mais uma coisa. Se eu estou no inferno porque faco estas perguntas, você esta compartilhando o mesmo mundo que eu, então você tambem esta no inferno sem fazer estas perguntas.  Não vês sua contradição?”
  12. – ” Pelo contrario, isto prova minha afirmação. Estou aqui pela filosofia errada dos nossos antepassados, mas enquanto voe continua doente insistindo no pecado, eu estou em processo de cura, saindo daqui e indo para o céu…”
  13. – ” Ceu? Olha o ceu ai encima. Quem com certeza vai para o céu somos nos, os científicos que por causa de nossa perguntas estamos construindo as naves espaciais para ir ao céu. Você cai a cavalo? Seja como for, céu e’ outra palavra deturpada sem sentido, que você nunca viu e não tem como provar a existência do seu mundo ajardinado imaginário. E impossivel a quem tem caninos deixar de ser carnivoro. Então os leões no céu não matam?!”
  14. – ‘ Os leões do paraiso não tem caninos”.
  15. – ” Ah, sim? E qual foi o dentista que veio de la afirmando isso?”
  16. – ” Outra pergunta que leva ao inferno…”
  17. – ” Eu sabia. Tambem não vais me dar o telefone e endereço deste dentista… que tambem não existe alem de sua imaginação, como tudo o mais que dizes. Definitivamente, tchau.”
  18. – ” Não se preocupe. Eu te perdoo, vou te levar um copo de água no fogo do inferno.”
  19. – ” Mais uma mentira. Ninguem pode dar agua a alguem no fogo pois a agua evapora antes…”

Raios, mas onde eu estava mesmo? Como sai fora do assunto!…. Ah… no fosfato.

Resumindo, esse pequenino mas assombroso detalhe da incrível complexidade que e’ uma célula, ao ser observado com mais atenção, vai se abrindo num leque de cada vez mais estonteantes detalhes. Então vou direto a explicação que encontrei para responder de onde a natureza tirou a ideia para fazer tudo isso. Vou puxar para cá para lembrar a simples mas mais complexa formula do mundo, a Matrix/DNA:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Então estamos vendo ai’ a formula para todos os sistemas naturais criados pela Natureza. Na posição da Função 1 existe um cone. Na forma de sistema fechado como esta a formula representando, o sistema não faz nenhuma troca com o mundo externo. Mesmo assim vemos que a massa degradada vinda de dentro do sistema entra no cone e sai do outro lado, enquanto tambem a energia com F4 entra no cone e sai. Nos sistemas abertos o cone pode apresentar este mecanismo de se inverter, ora abrindo a boca de um lado enquanto fecha a outra…

E’ preciso mais explicações?

E olhe que esta formula no aspecto de sistema astronomico já fazia isto bilhões de anos antes da vida – e portanto da célula e suas bombas de sódio/potássio – surgirem neste planeta. Agora sou obrigado a imitar o padre:

”  A BOMBA DE SÓDIO/POTÁSSIO JÁ ESTAVA ESCRITA NAS ESTRELAS” 

Sei que vou morrer sem nunca encontrar a verdadeira resposta a este fenômeno natural. Pois esta bomba que esta escrita nas estrelas veio escrita ou codificada naquela onda de luz que surgiu com o Big Bang. Luto para encontrar resposta para tudo que exista dentro do Universo, mas como não vou poder olhar la fora e nem ver o que existia antes do Big Bang, morro de cabeça erguida… E ai vem o padre me encher o saco de novo:

  • ” Estas vendo como você só fala besteira? Ninguem morre de cabeça erguida, todos os mortos morrem de cabeça deitada…”

 

Quem veio primeiro? Ninguem… chegaram juntos

sexta-feira, novembro 10th, 2017

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DNA ou Proteina

Resposta obtida consultando a formula da Matrix/DNA

” Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha? Esta pergunta não faz sentido. Galinha ‘e o produto da evolução de alguma ave que veio antes dos repteis. No processo de transformação da ave ancestral, as mudanças foram lentas, graduais, não existe uma linha divisória exata entre as duas formas. O ovo sempre acompanhou a ave ancestral e a galinha, portanto tambem nao existe uma linha divisória, exata, entre o ovo ancestral e o atual. No caso do DNA e proteína a resposta e’ similar. Ambos vieram de LUCA – the Last Universal Common Ancestor. Acontece que LUCA nunca viveu na Terra ( nem mesmo existiu de fato). LUCA seria o sistema funcional que se obteria conectando os sete diferentes tipos de astros que existem na mesma sequencia temporal em que foram formados. A formação destes sete diferentes tipos foi obtida a partir de um corpo ou astro inicial, provavelmente as estrelas de gaz leve que resultaram da evolução da anterior nebulosa de átomos. Este corpo leve e quase transparente foi penetrado por uma onda de luz universal (proveniente ainda do Big Bang). Acontece que as ondas de luz universal são o resultado da radiação eletromagnética, a qual, verificada no espectro eletromagnético apresenta sete faixas diferentes, cada faixa tendo cor, vibração, intensidade para energia, especificas. Quando a onda recém emitida penetra tal estrela ela esta no estado inicial, como gamma ray, ou raios gama. A seguir ela se transforma para a próxima faixa, quando então a primeira se separa e com ela separa-se uma porcão da matéria que a circunda. Depois a segunda onda se separa e novamente, fica envolvida com a outra porcão da matéria que a circundava. Ora, como cada onda tem vibração e consistência própria, cada porcão de matéria terá se modelado nesta mesma consistência, de onde surgem sete corpos diferenciados entre si.

Estes corpos/astros separados no espaço contendo internamente uma especie de alma de luz ( o que restou da sua faixa especifica), que o modelou, lhe deu a forma, e’ o mesmo conjunto que pela evolução denominamos de “organismo mais seu DNA”.

Nas origens dos sistemas biológicos ( erroneamente chamados de “vivos”, pois tendo as mesmas propriedades expressadas ou em estado latente, os ancestrais astros tambem seriam “vivos”) chegaram a superfície da Terra ( pela luz estelar e pela radiação cósmica, como ainda vindo da radiação dos núcleos planetários), bits-informação de cada parte, cada detalhe dos sete astros. Aqui estes bits ( na forma de fótons) tendem a se juntarem com seus antigos vizinhos, e com isso formam “pedaços” do sistema-astro. Um destes pedaços na forma orgânica biológica são as proteínas, outro pedaço representa o núcleo do sistema, o que deu no DNA. As proteínas se referem a pequenos trechos do circuito esférico total da formula que era a “Matrix/DNA” astronomica. Então proteína e DNA se formaram lado a lado, como partes vindas de um único sistema. Depois de formado os pedaços, estes repetem o processo e se ligam num pacote inteiro, reproduzindo assim, biologicamente, o sistema astronomico – LUCA. O sistema resultante foi a primeira célula biológica. Então não faz sentido perguntar qual veio primeiro.

Ciclo Vital das Células: Oscilação do Núcleo

segunda-feira, setembro 11th, 2017

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http://www.alphr.com/science/1006968/internal-clock-is-discovered-in-a-living-human-cell

Internal clock is discovered in a living human cell

Sugestao da Matrix/DNA = Ele é produzido pelo circular de informação no circuito. Tal como acontece com uma onda de luz (a qual é a primeira ocorrência deste fenômeno no universo e desde o qual o fenômeno é repetido em todos os sistemas naturais), a vibração ou intensidade dos flashes cintilantes começa forte, na maior intensidade do circuito, e continua forte em crescente ate a F4, quando começa a decair porque começa a entropia.)

Matrix/DNA suggestion – It is produced by the flux of information in the circuit. As it happens with a light wave (which is the first occurrence of this phenomena in the Universe and from which the phenomena is repeated at natural systems), the vibration or intensity of the scintillating flashes starts strong at the highest intensity of the circuit and continues strong in increasing to the F4, when it begins to decay because entropy begins.)

The discovery may give insights into how and when diseases start – 11 Sep 2017

Cells dramatically change their shape and size during a lifetime. But this is the first time the changes have been seen over short time periods.

O ritmo da  cintilacao num  precise point of a cell in its life cycle…. During the lifetime of the cell, the amount the cell changes in shape during these ‘flickers’ also gets smaller. This means measuring the fluctuations can give away the age of the cell.

“However, with this discovery, which shows that the nucleus exhibits rapid fluctuations that decrease during the life cycle of the cell, we can enhance our knowledge of both healthy and diseased human cells.”

the nucleus of the living cells, and saw a part of it, known as the nuclear envelope, flickering over a period of a few seconds. 

(Este mecanismo de oscilacao do nucleo das celululas foi projetado nos organismos? De que forma os corpos de organismos sinalizariam estas pulsacoes?)

“This process can serve as an internal clock of the cell, telling you at what stage in the cell cycle the cell is,”

“We know that structural and functional errors of the nuclear envelope lead to a large number of developmental and inherited disorders, such as cardiomyopathy, muscular dystrophy, and cancer,” she said. “Illuminating the mechanics of nuclear shape fluctuations might contribute to efforts to understand the nuclear envelope in health and disease.”

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A proposito, eu postei esta resposta num debate:

God of War – Q1. what are the type of mathematical equations that describe the growth of organisms?

Matrix/DNA : – Lol, good! I am just coming back from reading the best scientific news today, it is related to “grow of organisms”, which is related to life’s cycles and here you have a little idea how the knowledge of Matrix/DNA models and formula works in parallel with official science and offers different interpretation for natural phenomena. The news is in the link:
http://www.alphr.com/science/1006968/internal-clock-is-discovered-in-a-living-human-cell
Please, read the article and come back to this post….
I never knew that cells’ nucleus are flickering. But, missing this knowledge was my fault, because my formula predicted it 30 years ago. My fault is due no enough time for analyzing all predictions from the formula, which must be millions. So, look what Matrix/DNA says now:
” This internal clock is produced by the flux of information in the systemic circuit. As it happens with a light wave (which is the first occurrence of this phenomena in the Universe and from which the phenomena is repeated at natural systems like cells), the vibration or intensity of the scintillating flashes starts strong at the highest intensity of the circuit and continues strong in increasing to the F4, when it begins to decay because entropy begins. It is merely the life’s cycle pathway.”
Since you don’t know how to analyzing the formula, I think you will not understand this says from Matrix/DNA, but my long time doing it ( 30 years), I am very practical doing it.
Where and when the researchers would have this interpretation, linking a reductive detail of a phenomena to the whole Cosmos, linking it with the first waves of light emitted at the Big Bang? When they will linking thermodynamics like entropy to this phenomena for having new glimpses how to control it and finding ways for avoiding the diseases they are looking for? That’s why I am here alerting that the current scientific method and scientists world view must be amplified for inserting the systemic method upon the reductive method, and how is the new kind of lab we are in needs just now.
Organisms grow and decay are very well represented by Matrix/DNA formula, which is not showed as mathematical equation but by software’s diagram because the dynamics of life are based on codes, genetics codes, and computational codes are not writing with mathematical equations. Now I will take my beer in commemoration of more one victory of my theory… Cheers…

Diferença entre célula procariota e célula eucariota

sexta-feira, setembro 8th, 2017

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Fazer desenho para dar ibope.

Celula procariota:

Monografias.com

A Morte: Cientista Revela Informacoes Ineditas

segunda-feira, março 13th, 2017

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https://www.nytimes.com/2017/03/13/opinion/what-our-cells-teach-us-about-a-natural-death.html?mwrsm=Facebook&_r=0

Copia do original

What Our Cells Teach Us About a ‘Natural’ Death

Every Thursday morning on the heart transplant service, our medical team would get a front-row seat to witness an epic battle raging under a microscope. Tiny pieces of heart tissue taken from patients with newly transplanted hearts would be broadcast onto a gigantic screen, showing static images of pink heart cells being attacked by varying amounts of blue immune cells. The more blue cells there were, the more voraciously they were chomping away the pink cells, the more evidence that the patient’s inherently xenophobic immune system was rejecting the foreign, transplanted heart.

MINHA TRADUCAO

Todas as manhas de quinta-feira no servivo de transplante de coracao, nossa equipe medica obtinha um assento na primeria fila para assistir uma batalha epica acontecendo sob um microscopio.

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Microsoft:

O que nossas células nos ensinam sobre uma morte ‘Natural’

Todas as manhãs de quinta-feira sobre o serviço de transplante de coração, nossa equipe médica iria obter um assento na primeira fila para assistir a uma batalha épica fúria sob um microscópio. Pequenos pedaços de tecido do coração retirado pacientes com corações recém transplantados iria ser transmitidos em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas das células do coração rosa sendo atacadas por quantidades variáveis de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis que havia, mais vorazmente eles estavam mastigando embora as células-de-rosa, a mais evidências de que o sistema do paciente inerentemente xenófobos imunológico estava rejeitando a coração transplantada, estrangeira.

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Google

Toda quinta-feira de manhã no serviço de transplante de coração, nossa equipe médica teria um lugar na primeira fila para testemunhar uma batalha épica fúria sob um microscópio. pequenos pedaços de tecido cardíaco retiradas de pacientes com corações recém-transplantados seria transmitido em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas de células do coração-de-rosa que está sendo atacado por diferentes quantidades de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis havia, mais vorazmente eles estavam mastigando as células rosa, o mais evidências de que o sistema imunológico inerentemente xenófobo do paciente estava rejeitando o coração estrangeiro, transplantado.

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There was so much beauty to be found in the infinitesimal push and pull between life and death those slides depicted that I would fantasize about having them framed and put up in my house. Yet the more I studied those cells, the more I realized that they might have the answers to one of the most difficult subjects of our time.

Throughout our history, particularly recently, the human race has looked far and wide to answer a complex question — what is a good death? With so many life-sustaining technologies now able to keep us alive almost indefinitely, many believe that a “natural” death is a good one. With technology now invading almost every aspect of our lives, the desire for a natural death experience mirrors trends noted in how we wish to experience birth, travel and food these days.

When we picture a natural death, we conjure a man or woman lying in bed at home surrounded by loved ones. Taking one’s last breath in one’s own bed, a sight ubiquitous in literature, was the modus operandi for death in ancient times. In the book “Western Attitudes Toward Death,” Philippe Ariès wrote that the deathbed scene was “organized by the dying person himself, who presided over it and knew its protocol” and that it was a public ceremony at which “it was essential that parents, friends and neighbors be present.” While such resplendent representations of death continue to be pervasive in both modern literature and pop culture, they are mostly fiction at best.

Continue reading the main story

This vision of a natural death, however, is limited since it represents how we used to die before the development of modern resuscitative technologies and is merely a reflection of the social and scientific context of the time that death took place in. The desire for “natural” in almost every aspect of modern life represents a revolt against technology — when people say they want a natural death, they are alluding to the end’s being as technology-free as possible. Physicians too use this vocabulary, and frequently when they want to intimate to a family that more medical treatment may be futile, they encourage families to “let nature take its course.”

Yet, defining death by how medically involved it is might be shortsighted. The reason there are no life-sustaining devices in our romantic musings of death is that there just weren’t any available. Furthermore, our narratives of medical technology are derived largely from the outcomes they achieve. When death is unexpectedly averted through the use of drugs, devices or procedures, technology is considered miraculous; when death occurs regardless, its application is considered undignified. Therefore, defining a natural death is important because it forms the basis of what most people will thus consider a good death.

Perhaps we need to observe something even more elemental to understand what death is like when it is stripped bare of social context. Perhaps the answer to what can be considered a truly natural death can be found in the very cells that form the building blocks of all living things, humans included.

Though we have known for more than a century how cells are created, it is only recently that we have discovered how they die. Cells die via three main mechanisms. The ugliest and least elegant form of cell death is necrosis, in which because of either a lack of food or some other toxic injury, cells burst open, releasing their contents into the serums. Necrosis, which occurs in a transplanted heart undergoing rejection, causes a very powerful activation of the body’s immune system. Necrosis, then, is the cellular version of a “bad death.”

The second form of cell death is autophagy, in which the cell turns on itself, changing its defective or redundant components into nutrients, which can be used by other cells. This form of cell death occurs when food supply is limited but not entirely cut off, such as in heart failure.

The most sophisticated form of cell death, however, is unlike the other two types. Apoptosis, a Greek word used to describe falling leaves, is a programmed form of cell death. When a cell becomes old or disrepair sets in, it is nudged, usually by signaling molecules, to undergo a form of controlled self-demolition. Unlike in necrosis, the cell doesn’t burst, doesn’t tax the immune system, but quietly dissolves. Apoptosis is the reason our bone marrow doesn’t weigh two tons or our intestines don’t grow indefinitely.

As important as apoptosis is to death, it is essential for life. While as humans, we often consciously or unconsciously hope to achieve immortality, immortality has a very real existence in the cellular world — it’s called cancer. In fact, most cancers occur because of defects in apoptosis, and most novel cancer therapies are designed to allow cell death to occur as it normally would.

In many ways, therefore, life and death at a cellular level are much more socially conscious than how we interface with these phenomena at a human level. For cells, what is good for the organism is best for the cell. Even though cells are designed entirely to survive, an appropriate death is central to the survival of the organism, which itself has to die in a similar fashion for the sake of the society and ecosystem it inhabits.

We humans spend much of our lives denying death. Death, however, is not the enemy. If there is an enemy, it is the fear that death arouses. The fear of death often induces us to make choices that defy the biological constraints of our existence. Such choices often lead us to a fate that more closely resembles necrosis, involving the futile activation of innumerable resources eventually resulting in a cataclysmic outcome, rather than apoptosis. Furthermore, even as we hope to defy our mortality, our cells show the devastation that can occur for the organism if even one cell among billions achieves immortality.

When I asked Robert Horvitz, the Nobel Prize-winning biologist at the Massachusetts Institute of Technology who was part of the group that discovered apoptosis, what lessons we could learn from cell death, his answer demonstrated exactly why we have failed to understand death in the context of our lives: “Only once before has someone approached me to discuss the existential questions that might relate what is known about cell death to human existence.”

The question for us, then, is: What is the human equivalent of apoptosis in the context of our society? One way to approach that question is to look at what the human equivalent of necrosis is. To me, if a human being is in the hospital with intensive, life-sustaining therapies such as artificial respiration, nutrition or dialysis sustaining them with little hope of recovering reasonable brain function, such a state could be considered necrosis. Almost any other alternative, whether one dies in the hospital having rescinded resuscitation or intubation (DNR/DNI), at home with hospice services or with the aid of a physician’s prescription, has much more in common with apoptosis.

We have striven endlessly to answer some of our most crucial questions, yet somehow we haven’t tried to find them in the basic machinery of our biology. Apoptosis represents a pure vision of death as it occurs in nature, and that vision is something we might aspire to in our own deaths: A cell never dies in isolation, but in clear view of its peers; it rarely dies of its own volition; a greater force that is in touch with the larger organism understands when a cell is more likely to harm itself and those around it by carrying on. Apoptosis represents the ultimate paradox — for the organism to survive, the cells must die, and they must die well. “There are many disorders in which there is too little apoptotic death,” Dr. Horvitz said, “and in those cases it is activating apoptosis that could increase longevity.”

And finally, a cell also understands better than we humans do the consequences of outlasting one’s welcome. For though humanity aspires to achieve immortality, our cells teach us that a life without death is the most unnatural fate of all.

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Traducao pelo Microsoft

O que nossas células nos ensinam sobre uma morte ‘Natural’

Todas as manhãs de quinta-feira sobre o serviço de transplante de coração, nossa equipe médica iria obter um assento na primeira fila para assistir a uma batalha épica fúria sob um microscópio. Pequenos pedaços de tecido do coração retirado pacientes com corações recém transplantados iria ser transmitidos em uma tela gigante, mostrando imagens estáticas das células do coração rosa sendo atacadas por quantidades variáveis de células do sistema imunológico azuis. As células mais azuis que havia, mais vorazmente eles estavam mastigando embora as células-de-rosa, a mais evidências de que o sistema do paciente inerentemente xenófobos imunológico estava rejeitando a coração transplantada, estrangeira.

Havia tanta beleza para ser encontrado no impulso infinitesimal e puxe entre vida e morte os slides retratados que fantasio sobre tê-los enquadrado e acondicionados em minha casa. Ainda mais eu estudei essas células, mais percebia que tenham as respostas a um dos temas mais difíceis do nosso tempo.

Ao longo da nossa história, particularmente recentemente, a raça humana tem olhado longe para responder a uma pergunta complexa — o que é uma boa morte? Com tantas tecnologias sustentam a vida agora é capazes de nos manter vivos quase indefinidamente, muitos acreditam que uma morte “natural” é uma boa. Com tecnologia agora invadindo quase todos os aspectos de nossas vidas, o desejo de uma experiência de morte natural espelha tendências observadas em como desejamos experimentar nascimento, viagens e comida nos dias de hoje.

Quando nós Imagine uma morte natural, podemos invocar um homem ou uma mulher deitada na cama em casa rodeado de entes queridos. Tomar o último suspiro na própria cama, uma visão onipresente na literatura, foi o modus operandi para morte em tempos antigos. No livro “atitudes ocidentais para morte,” Philippe Ariès escreveu que a cena do leito de morte foi “organizada pela pessoa morrendo, que presidiu e sabia que seu protocolo” e que era uma cerimônia pública na qual “era essencial que os pais, amigos e vizinhos estar presente.” Enquanto tais representações resplandecentes da morte continuam a ser difundida na literatura moderna e cultura pop, eles são principalmente de ficção na melhor das hipóteses.

Esta visão de uma morte natural, no entanto, é limitada, desde que ele representa como costumávamos morrer antes do desenvolvimento de tecnologias modernas de cristaloides e é apenas um reflexo do social e contexto científico da época que morte teve lugar em. O desejo de “natural” em quase todos os aspectos da vida moderna representa uma revolta contra a tecnologia — quando as pessoas dizem que querem uma morte natural, eles estão aludindo a extremidade ser como tecnologia-livre quanto possível. Os médicos também usam este vocabulário, e frequentemente quando querem íntima para uma família que mais tratamento pode ser inútil, eles incentivam as famílias para “deixar a natureza seguir seu curso.”

Ainda, a definição de morte como medicamente envolvido é poder ser míope. A razão lá são nenhum dispositivo de manutenção da vida em nossas reflexões romântico da morte é que simplesmente não havia nada disponível. Além disso, nossas narrativas da tecnologia médica são derivados em grande parte os resultados conseguidos. Quando a morte inesperadamente é evitada com o uso de drogas, dispositivos ou procedimentos, tecnologia é considerada milagrosa; Quando a morte ocorre de qualquer maneira, sua aplicação é considerada indigno. Portanto, definir uma morte natural é importante porque forma a base do que a maioria das pessoas, portanto, irá considerar uma boa morte.

Talvez precisamos observar algo ainda mais elementar para entender o que a morte é quando ele é despojado próprias de contexto social. Talvez a resposta para o que pode ser considerado que uma morte verdadeiramente natural pode ser encontrada em muito células que formam os blocos de construção de todos os seres vivos, os seres humanos incluídos.

Embora já há mais de um século como células são criadas, só muito recentemente é que descobrimos como eles morreram. Células morrem através de três principais mecanismos. A mais feia e menos elegante forma de morte celular é uma necrose, em que por causa de uma falta de comida ou alguma outra lesão tóxica, as células se abrem, liberando o seu conteúdo para os soros. Necrose, que ocorre em um coração transplantado, passando por rejeição, provoca uma ativação muito poderosa do sistema imunológico do corpo. Necrose, então, é a versão de celular de uma “morte ruim.”

A segunda forma de morte celular é autofagia, em que a célula ativa em si, transformando seus componentes defeituosos ou redundantes em nutrientes, que podem ser usados por outras células. Esta forma de morte celular ocorre quando o suprimento de alimentos é limitado, mas não inteiramente cortado, tais como na insuficiência cardíaca.

A forma mais sofisticada de morte celular, no entanto, é ao contrário dos outros dois tipos. Apoptose, uma palavra grega usada para descrever as folhas caindo, é uma forma programada de morte celular. Quando uma célula torna-se velho ou ruína define em, isso é cutucou, geralmente por sinalização moléculas, submeter-se a uma forma de auto de demolição controlada. Ao contrário em necrose, a célula não estourou, não imposto o sistema imunológico, mas dissolve-se em silêncio. Apoptose é a razão pela qual nossa medula óssea não pesa duas toneladas ou nossos intestinos não crescem indefinidamente.

Tão importante como apoptose é a morte, é essencial para a vida. Enquanto como seres humanos, muitas vezes consciente ou inconscientemente esperamos alcançar a imortalidade, imortalidade tem uma existência muito real no mundo celular — é chamado câncer. Na verdade, a maioria dos cânceres ocorrem por causa de defeitos na apoptose, e mais novas terapias de câncer são projetadas para permitir que a morte celular ocorrem como normalmente faria.

Em muitos aspectos, portanto, vida e morte em um nível celular são muito mais socialmente consciente do que como nós interface com estes fenómenos à escala humana. Para as células, o que é bom para o organismo é melhor para a célula. Embora as células são projetadas inteiramente para sobreviver, uma morte apropriada é fundamental para a sobrevivência do organismo, que em si tem que morrer de forma semelhante para o bem da sociedade e o ecossistema habita.

Nós, seres humanos passar grande parte de nossas vidas, negando a morte. Morte, no entanto, não é o inimigo. Se há um inimigo, é o medo que morte desperta. O medo da morte muitas vezes induz-na fazer escolhas que desafiam as limitações biológicas da nossa existência. Tais escolhas, muitas vezes, levam-nos para um destino que se assemelha mais a necrose, envolvendo a ativação fútil de inúmeros recursos eventualmente resultando em um resultado cataclísmico, ao invés de apoptose. Além disso, enquanto esperamos a desafiar nossa mortalidade, nossas células mostram a devastação que pode ocorrer para o organismo se sequer uma célula entre bilhões atinge a imortalidade.

Quando perguntei a Robert Horvitz, o Prêmio Nobel-ganhando biólogo no Instituto de tecnologia de Massachusetts, que fazia parte do grupo que descobriu apoptose, que lições podemos aprender com a morte celular, a resposta dele demonstrou exatamente porque falhamos em entender a morte no contexto de nossas vidas: “Somente uma vez antes alguém se aproximou de mim para discutir questões existenciais que me relaciono o que é conhecido sobre a morte de célula a existência humana.”

A questão para nós, então, é: o que é o equivalente humano da apoptose no contexto da nossa sociedade? Uma maneira de abordar essa questão é olhar para o que é o equivalente humano de necrose. Para mim, se um ser humano está no hospital com terapias intensivas, manutenção da vida como respiração artificial, nutrição ou diálise, sustentando-os com poucas chances de recuperar a função cerebral razoável, tal estado pode ser considerado necrose. Quase qualquer outra alternativa, se um morre no hospital tendo rescindido ressuscitação ou intubação (DNR/DNI), em casa com serviços de cuidados paliativos ou com o auxílio de prescrição de um médico, tem muito mais em comum com a apoptose.

Lutamos incessantemente responder a algumas das nossas perguntas mais cruciais, no entanto, de alguma forma nós não tentamos encontrá-los da maquinaria básica da nossa biologia. Apoptose representa uma visão pura da morte, como ocorre na natureza, e essa visão é algo que pode aspirar em nossa própria morte: uma célula morre nunca isoladamente, mas em uma visão clara dos seus pares; raramente morre por sua própria vontade; uma força maior que está em contacto com o organismo maior entende que quando uma célula é mais susceptível de prejudicar a si e aqueles ao seu redor por continuar. Apoptose representa o paradoxo final — para o organismo sobreviver, as células devem morrer, e eles devem morrer bem. “Há muitas doenças em que há pouca morte apoptotic”, disse Dr. Horvitz, “e nesses casos ele está ativando a apoptose que pode aumentar a longevidade”.

E, finalmente, uma célula também entende melhor do que nós, seres humanos as consequências de um superando é bem-vindo. Pois embora a humanidade aspira a alcançar a imortalidade, nossas células ensinam-nos que uma vida sem morte é o destino mais natural de todos.

Haider Javed Mara é fellow em medicina cardiovascular na Duke University Medical Center e autor de “morte moderna: como a medicina mudou o final da vida.”

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Traducao do Google

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Havia tanta beleza a ser encontrada no impulso infinitesimal e puxe entre a vida ea morte dessas lâminas ilustradas que eu iria fantasiar sobre tê-los moldado e colocar-se em minha casa. No entanto, o mais eu estudava essas células, mais eu percebia que eles possam ter as respostas a um dos temas mais difíceis do nosso tempo.

Ao longo da nossa história, em especial recentemente, a raça humana tem olhou longe para responder a uma questão complexa – o que é uma boa morte? Com tantas tecnologias que sustentam a vida agora capaz de nos manter vivos quase indefinidamente, muitos acreditam que uma morte “natural” é uma boa. Com a tecnologia agora invadindo quase todos os aspectos de nossas vidas, o desejo de uma morte natural experiência espelhos tendências observadas na forma como desejam experimentar o nascimento, viagens e alimentos nos dias de hoje.

Quando nós imaginar uma morte natural, que evocam um homem ou uma mulher deitada na cama em casa, cercado pelos seus entes queridos. Tomando sua última respiração em sua própria cama, uma visão onipresente na literatura, foi o modus operandi para a morte nos tempos antigos. No livro “Atitudes ocidentais em direção à morte “, escreveu Philippe Ariès que a cena leito de morte foi “organizada pela própria pessoa morrendo, que presidiu e sabia seu protocolo” e que era uma cerimônia pública em que “era essencial que os pais , amigos e vizinhos estar presente. “Embora tais representações resplandecentes de morte continuam a ser difundido tanto na cultura literatura e pop moderna, eles são na sua maioria ficção na melhor das hipóteses.

Temos lutado incessantemente para responder a algumas das perguntas mais cruciais, mas de alguma forma nós não tentou encontrá-los na máquina de base de nossa biologia. Apoptose representa uma visão pura da morte como ocorre na natureza, e que a visão é algo que pode aspirar na nossa própria morte: Uma célula não morre nunca isoladamente, mas na visão clara de seus pares; raramente morre por sua própria vontade; uma força maior que está em contato com o organismo maior entende quando uma célula é mais susceptíveis de prejudicar a si mesmo e aqueles em torno dele, levando por diante. Apoptose representa um paradoxo – para o organismo para sobreviver, as células devem morrer, e eles devem morrer bem. “Existem muitas doenças em que há muito pouco a morte por apoptose”, disse Horvitz, “e nesses casos é ativar a apoptose que poderia aumentar a longevidade.”

E, finalmente, uma célula também compreende melhor do que nós, seres humanos fazem as consequências de superando sua bem-vindo. Para que a humanidade aspira a alcançar a imortalidade, as nossas células nos ensinam que uma vida sem a morte é o destino mais antinatural de todos.