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O Cérebro Como Holograma

quarta-feira, junho 19th, 2019

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ONDE SE LOCALIZA A MEMÓRIA?
(capítulo 1 do livro “O Universo Holográfico” de Michael Talbot)
 Karl Pribam foi um iminente neurofisiologista da Universidade de Stanford e autor do clássico livro de neurofisiologia “Linguagens do Cérebro”.
Nos anos 40, Pribam realizou um trabalho pioneiro sobre o sistema límbico, uma região do cérebro envolvida com as emoções e o comportamento.
Acreditava-se, de uma maneira geral, que as lembranças estivessem localizadas no cérebro, em algum lugar específico.
Os registros de um fato, gravados na memória, foram chamados de ENGRAMAS e, embora ninguém soubesse do que os engramas eram feitos, os cientistas acreditavam que eles estavam lá e que, um dia, seriam achados. Havia razões para essa certeza, pois pesquisas lideradas pelo neurocirurgião canadense Wilder Penfield, nos anos 20, apresentavam provas convincentes de que lembranças específicas tinham localizações específicas no cérebro. Ainda no período de sua residência como neurocirurgião, Pribam não tinha nenhuma razão para duvidar da teoria do engrama de Penfield. Mas, então, aconteceu algo que mudou seu pensamento para sempre.
Em 1946, Pribam foi trabalhar com o grande neuropsicólogo Karl Lashley, no laboratório de Biologia, na Florida.
Por cerca de 30 anos Lashley esteve envolvido em sua pesquisa sobre os mecanismos responsáveis pela memória. O que surpreendeu Pribam e o próprio Lashley, foi o fato de que suas pesquisas faziam cair por terra a teoria dos engramas de Penfield.
O que Lashley fazia era treinar ratos para realizar uma variedade de tarefas, tal como percorrer um labirinto para encontrar o pedaço de queijo, tão desejado.
Lashley removia cirurgicamente, várias porções do cérebro das cobaias e tornava a testá-las. Para sua surpresa, ele descobriu que não importava qual porção do cérebro cortasse, não conseguia erradicar a memória dos ratos. Muitas vezes ficava prejudicada a habilidade motora dos ratos, mas mesmo com porções maciças do cérebro removidas, a memória das cobaias permanecia intacta.
Para Pribam, isso era uma descoberta incrível, inacreditável! A única resposta possível, parecia ser que as lembranças não se encontravam em lugares específicos do cérebro, mas deveriam estar, de alguma maneira, espalhadas ou distribuídas pelo cérebro como um todo.
Como isso seria possível?!
Nem ele, nem Lashley sabiam a resposta.
Em 1948, Pribam foi trabalhar na Universidade de Yale e continuou a considerar a idéia de que as lembranças estavam distribuídas por todo o cérebro, e quanto mais ele pensava sobre isso, mais convencido ficava.
Enquanto isso, ele observava que os pacientes que tinham tido partes do cérebro removidas por razões médicas, nunca sofriam a perda de lembranças específicas. Mesmo a remoção de partes de lobos temporais, a área do cérebro que figurou com tanto destaque na pesquisa de Penfield, não criava nenhuma lacuna nas lembranças de uma pessoa.
Interessante notar que nem Pribam, como também nenhum outro pesquisador do cérebro foi capaz de reproduzir os resultados de Penfield. Inclusive o próprio Penfield verificou que só conseguia aqueles resultados em pacientes epilépticos.
Foi em meados de 1960 que algo veio como solução para o enigma de Pribam – o holograma.
O QUE TORNA A HOLOGRAFIA POSSÍVEL É O FENÔMENO CONHECIDO COMO INTERFERÊNCIA.
Interferência é o padrão de linhas cruzadas que ocorre quando duas ou mais ondas, como as ondas de água, perpassam uma através da outra. Dessa colisão entre as ondas resultam cristas e depressões que se arranjam de tal maneira que criam um padrão de interferência.
Por ser a luz laser uma forma coerente e extremamente pura de luz, é particularmente boa na criação de padrões de interferência. Foi com a invenção do laser que os hologramas tornaram-se possíveis.
Um holograma é produzido quando um único raio laser é dividido em dois feixes separados. O primeiro feixe de luz é projetado no objeto a ser fotografado.Com a ajuda de espelhos, deixa-se que o segundo feixe de luz colida com a luz refletida do primeiro.
Quando isso acontece, eles criam um padrão de interferência que é, então, registrado num pedaço de filme (ou chapa).
A olho nu, a imagem no filme não se parece nada com o objeto fotografado. Olhando para a chapa só conseguiremos ver anéis concêntricos iguais quando um punhado de pedras é jogado numa lagoa. Mas, assim que um outro feixe de raio laser (ou apenas uma fonte de luz), brilhe através do filme, uma imagem tridimensional do objeto original reaparece no espaço.
Muitas vezes essa imagem é tão convincente que seremos capazes de esticar as mãos para tocar o objeto. Nesse caso, as mãos flutuarão de um lado ao outro da imagem e, então, descobriremos que não existe nada ali.
Agora vem a parte mais interessante do que caracteriza um holograma: – Se um pedaço de um filme holográfico contendo a imagem de uma maçã for cortado ao meio e, em seguida, iluminado por um raio laser, cada metade do filme ainda conterá a maçã inteira. Mesmo se as metades do filme ainda forem recortadas várias vezes, uma maçã inteira ainda poderá ser reconstruída a partir de cada pequeno pedaço do filme (embora as imagens fiquem mais nebulosas à medida que os pedaços ficam menores).
Foi exatamente esta característica do holograma que fez com que Pribam finalmente encontrasse a tão esperada resposta: – as lembranças estão distribuídas no cérebro todo, ao invés de estar em um determinado lugar.
Concluiu que: Se era possível para todas as partes, de um pedaço de filme holográfico, conter toda a informação necessária para criar uma imagem completa, então parecia ser igualmente possível para todas as partes do cérebro conter toda a informação necessária para ter uma memória completa.
NOSSA VISÃO É HOLOGRÁFICA
Uma outra descoberta de Lashley foi que os centros visuais do cérebro também eram surpreendentemente resistentes à amputação cirúrgica. Descobriu que os ratos ainda podiam realizar tarefas que exigiam uma complexa habilidade visual, mesmo depois de ter removido aproximadamente 90% do córtex visual (a parte do cérebro que recebe e interpreta o que o olho vê).
Pribam, fazendo a mesma pesquisa com gatos, concluiu que 98% dos nervos ópticos podem ser removidos sem prejuízo de habilidades que exijam tarefas visuais complexas.
Os seus experimentos apresentaram um grande desafio ao padrão de entendimento de como funciona a visão.
De acordo com a principal teoria da época, havia uma correspondência de um para um, entre a imagem que o olho vê e o modo que a imagem é representada no cérebro. Assim, como exemplo, se olhássemos para um quadrado, a atividade elétrica em nosso córtex visual também assumia a forma de um quadrado. Pribam, enquanto permanecia em Yale, passou sete anos fazendo experimentos em cérebros de macacos enquanto os mesmos realizavam variadas tarefas visuais.
A natureza do “todo em cada parte” de um holograma, certamente, parecia explicar como uma parte tão grande do córtex visual podia ser removida sem afetar a habilidade para realizar tarefas visuais.
Então, Pribam pensou: – Se o cérebro processava imagens empregando algum tipo de holograma interno, mesmo um pedaço muito pequeno do holograma ainda podia reconstruir a totalidade do que os olhos estivessem vendo. Isto também explicava a falta de correspondência de um para um entre o mundo externo e a atividade elétrica do cérebro.
A única questão que persistia era: que tipo de fenômeno semelhante à onda o cérebro estaria usando para criar tais hologramas internos?
Assim que Pribam considerou essa questão, pensou numa possível resposta. Sabia-se que as comunicações elétricas que acontecem entre as células nervosas cerebrais, os neurônios, não ocorrem isoladas. Os neurônios possuem ramos, como pequenas árvores e quando uma mensagem elétrica atinge o fim de um desses ramos, ela se propaga como a ondulação numa lagoa. Pelo fato dos neurônios estarem tão densamente agrupados, estas ondulações de eletricidade que se expandem – um fenômeno semelhante à onda – estão constantemente cruzando umas com as outras.
Quando Pribam se lembrou disso, compreendeu seguramente que elas estavam formando um arranjo quase infinito de padrões de interferência e isto, por sua vez, podia ser o que dá ao cérebro suas propriedades holográficas.
“O holograma estava lá o tempo todo, na natureza , em forma de ondas emitidas pela conexão das células cerebrais”, observou Pribam. “Nós simplesmente não tínhamos a perspicácia de compreender isto”.
Pribam publicou seu primeiro artigo sobre a natureza possivelmente holográfica do cérebro em 1966, e continuou a ampliar e aperfeiçoar suas idéias durante vários anos seguintes. Como ele, outros pesquisadores ficaram cientes dessa teoria, e compreendeu-se rapidamente que a natureza espalhada da memória e da visão não é o único enigma neurofisiológico que o modelo holográfico pode explicar.
A holografia também explica:
1. como nosso cérebro pode armazenar tantas lembranças em tão pouco espaço.
2. nossa capacidade de lembrar e esquecer.
3. nossa memória associativa, como por exemplo, sentimos o cheiro de um perfume e imediatamente evocamos a imagem de uma pessoa que usava aquele perfume.
4. nossa capacidade de identificar imagens familiares como, por exemplo, reconhecer alguém que não vemos durante muitos anos.
5. a memória fotográfica, também conhecida como lembrança eidética.
6. a transferência de habilidades adquiridas.
7. a sensação de “membros fantasmas”, que, para Pribam, o que as pessoas vivenciam seja a memória holográfica do membro que já não existe, mas que ainda está registrada nos padrões de interferência do cérebro.
8. como criamos a sensação de um “mundo exterior” – assim como as imagens que vemos num espelho, como se elas estivessem dentro do espelho, criamos a ilusão de profundidade, também percebemos o mundo exterior fora de nós, sendo que as imagens estão na nossa retina.
“Criar a ilusão de que as coisas estão localizadas onde não estão é a requintada característica de um holograma”.
Base experimental para a comprovação do cérebro holográfico 
O pesquisador que forneceu esta prova foi Paul Pietsch, um biólogo da Universidade de Indiana.
De maneira intrigante, Pietsch começou como um veemente cético da teoria de Pribam. Ele era descrente principalmente quanto à alegação de Pribam de que as lembranças não têm nenhuma localização especifica no cérebro.
Para provar que Pribam estava errado, Pietsch realizou uma série de experimentos usando salamandras como cobaias.
Pietsch pensou que, se o comportamento alimentar da salamandra não estivesse restrito a uma localização específica no cérebro, então não importaria qual o posicionamento do cérebro na cabeça. Se importasse, a teoria de Pribam seria refutada.
Então ele foi, passo a passo, alterando as posições das partes do cérebro, tirando e recolocando nas salamandras e verificando o comportamento alimentar das mesmas. Quando o cérebro era retirado elas permaneciam em estado letárgico, e quando era recolocado, as atividades voltavam a ser normais. Cada vez mais intrigado, Pietsch decidiu recorrer a medidas mais drásticas. Numa série de aproximadamente setecentas operações, cortou em fatias, virou, embaralhou, tirou e até picou em pedacinhos o cérebro das cobaias, mas sempre quando recolocava o que tinha tirado do cérebro delas, o comportamento das salamandras voltava ao normal.
Estas e outras descobertas fizeram Pietsch mudar de idéia e atraíram tanta atenção que sua pesquisa se tornou objeto de uma parte do show de televisão “60 minutos”. Em seu revelador livro Shufflebrain (cérebro embaralhado), ele escreve sobre essa experiência, incluindo um relatório detalhado de seus experimentos.
Com esse trabalho Pietsch teve que “tirar o chapéu” para Pribam.
A LINGUAGEM MATEMÁTICA DO HOLOGRAMA
Embora as teorias que possibilitaram o desenvolvimento do holograma tenham sido formuladas pela primeira vez em 1947, por Dennis Gabor (que mais tarde ganhou um Prêmio Nobel por seus esforços), foi nos fins dos anos 60 e começo dos 70 que a teoria de Pribam recebeu apoio experimental ainda mais decisivo.
Quando Gabor concebeu pela primeira vez a ideia da holografia, não estava pensando em lasers. Seu objetivo era aperfeiçoar o microscópio eletrônico, na época um aparelho imperfeito e primitivo. Sua abordagem era matemática, e a matemática que ele usou era um tipo de calculo inventado por um francês do século XVIII chamado Jean B. J. Fourier.
O que Fourier desenvolveu foi uma fórmula matemática para converter qualquer padrão, não importa quão complexo seja, numa linguagem de ondas simples. Ele também mostrou como essas formas de onda podiam ser reconvertidas ao padrão original. As equações que ele desenvolveu para converter imagens em formas de onda e vice-versa, são conhecidas como “conversões de Fourier”.
As conversões de Fourier possibilitaram a Gabor converter a fotografia de um objeto no borrão de padrões de interferência de um pedaço de filme holográfico. Elas também possibilitaram a ele inventar um modo de reconverter aqueles padrões de interferência em uma imagem do objeto original.
Na verdade, a especificidade do todo em cada parte de um holograma é um dos subprodutos decorrentes de quando uma imagem ou padrão é traduzido para a linguagem de formas de ondas de Fourier.
Logo a seguir, vários pesquisadores entraram em contato com Pribam, informando-o de que tinham descoberto provas de que o sistema visual operava como um tipo de “analisador de frequência”. Como a frequência é a medida do número de oscilações que uma onda sofre por segundo, isto sugeria de maneira gritante que o cérebro podia funcionar como um holograma.
Mas foi somente em 1979 que os neurofisiologistas Russel e Karen De Valois, de Berkeley, fizeram a descoberta que decidiu a questão.
Os De Valois usaram as equações de Fourier para converter padrões de tabuleiro de dama, e de xadrez, em formas de onda simples. Então fizeram testes para verificar como as células cerebrais no córtex visual respondiam a estas novas imagens em forma de onda.
O que eles descobriram foi que as células cerebrais respondiam, não aos padrões originais, mas às traduções dos padrões de Fourier. Só se podia tirar uma única conclusão: o cérebro estava usando o cálculo de Fourier – o mesmo cálculo aplicado à holografia – para converter as imagens visuais na linguagem de Fourier de formas de onda.
A descoberta de Fourier foi posteriormente confirmada por numerosos laboratórios de pesquisa de todo o mundo, e isso fornecia prova suficiente para convencer Pribam de que sua teoria estava correta. Estimulado pela idéia de que o córtex visual estava respondendo não aos padrões mas às freqüências de várias formas de onda, ele começou a reavaliar o papel que a frequência tem nos outros órgãos sensoriais.
O fisiologista e físico alemão Hermann von Helmhltz mostrou que o ouvido é um analisador de frequência.
Uma pesquisa mais recente revelou que nosso sentido do olfato parece estar baseado no que é denominado de freqüências ósmicas.
O trabalho de Bekesy demonstrou claramente que nossa pele é sensível a freqüências de vibração e esse cientista até apresentou provas de que o paladar pode envolver análise de frequência.
Bekesy descobriu que as equações matemáticas que lhe possibilitaram fazer tais descobertas, eram todas do tipo Fourier.

Para o Livro: os novos sensores para cérebros humanos ( TED Talk)

domingo, maio 5th, 2019

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https://www.ted.com/talks/david_eagleman_can_we_create_new_senses_for_humans#t-270972

Um dos motivos porque o livro A Bíblia mente – segundo minha opinião.

quarta-feira, abril 24th, 2019

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Um dos motivos porque o livro A Bíblia mente – segundo minha opinião. Ela diz que Deus, uma suprema inteligencia, criou todos os seres vivos, um a um…

Então, imagine um ser tao inteligente e poderoso capaz de criar o corpo de uma ovelha, com os materiais deste mundo, como os átomos. Sua mente tem de criar os materiais como osso, carne, músculos, nervos, sangue, etc..

Dai Ele tem que se perguntar: vou fazer este corpo ter a necessidade de se alimentar ou não? Vamos supor que Ele concluiu que deve se alimentar. Não sei porque, pois seria mais inteligente criar uma especie de moto-continuo.

A próxima pergunta será : esse corpo vai se alimentar como as plantas, fazendo fotossíntese, ou de outra maneira?… O que?! Comendo minhas plantas, se Eu as criei…? Seria irracional escolher comer suas plantas, e seria muito pior para o novo corpo criado, pois a energia do sol esta sobrando e se desperdiçando no espaço, tem `a vontade. Começamos aqui a desconfiar do tal “inteligente designer”, pois criar este corpo desta maneira teria sido sinal de muita burrice.

Mas vamos supor que Ele tivesse alguma razão “de outro mundo”.

Então porque não criar esse corpo no outro mundo e sim aqui? O crente responde: ” Ora, ele criou neste mundo porque Ele tem suas razoes que você não pode saber”. Continua sem sentido inteligente.

Então sem sentido inteligente ele resolveu que o corpo iria comer Suas plantas, para azar delas. Claro que as plantas vão dizer: “Maldito criador, criando monstros para nos comer vivas!”

Não ligando para o choro delas (alem de burro seria insensível?), Ele agora tem que pensar em montar um sistema de absorção e digestão destas plantas para no final tirar delas a energia que vem do Sol… Ora, tira essa energia diretamente do Sol e o sistema para absorve-la já existe, assim não precisa de sistema digestivo nem excretor, deixe de ser burro!

Mas vamos continuar com a irracionalidade. Então Sua inteligencia tem que pensar e criar pela primeira vez no Universo um estomago, com ácidos, os quais também tem que criar pois não existem ainda, a entrada e saída, e ligado a bílis, criar um aparelho que vai chamar de pâncreas, e depois o figado para limpar as impurezas, e depois as bactérias para digerir o alimento, e depois os intestinos… Agora tem que criar um sistema de circulação no corpo, e Ele tem que aplicar Sua inteligencia para criar outra coisa que nunca viu, o coração, e dai as traqueias, as veias, etc. E ai tem que criar algo como boca, com língua, os dentes, os maxilares e depois a respiração criando o nariz, os pulmões e depois as coisas do sexo, e depois o sistema excretor, e depois a complicada visão, a audição, o cérebro…

Bem, vamos dar uma chance para a Bíblia e continuar com esse absurdo. Depois de todo esse trabalho Ele diz: ” Seu nome será  “Ovelha” e o objetivo de sua existência é ser comida pelo leão!”

Muito inteligente! Tudo isso então visava manter a existência dos leões… mas, e os leões, vão servir para que?

E o leão não vai servir para nada… vivendo apenas ate o dia que as mudanças no planeta apague seus rastros e o mundo se esqueça de que um dia tenha  existido…

Muito sensato, muito inteligente, faz todo sentido… talvez no mundo imaginário de fantasias dos recém-nascidos ainda no berço… que acreditam em fantasias e amigos fantasmas imaginários com quem conversam…

Mas ai se tivesse um humano por perto mesmo um pouquinho inteligente perguntaria de imediato: ” Mas o leão vai come-la viva?” – ” Não! Você acha que sou um monstro? Que sou o demônio? A ovelha é minha criatura, minha grande obra, que tanto trabalho me deu, e claro, que amo minhas criaturas, jamais as criaria para serem torturadas, o leão vai mata-la antes de começar a comer!”

– “Oh,… sim? E como vai mata-la?” – ” Ora vai aparecer para ela, ela vai sair correndo desesperada, o leão vai persegui-la, ai ela vai sentir o leão rasgando-a toda com suas garras, depois estraçalhando sua garganta com os caninos de vampiro, ai ela vai ficar gritando de dor e horror, o leão vai ficar ao lado esperando ela espernear até morrer e só ai vou autoriza-lo a come-la”

– ” Mas porque não fazes isso de outro jeito? Sem dor e horror? Por exemplo, o leão teria um olho emitindo um facho de luz que chega por traz da ovelha e a mata instantaneamente, sem ela sentir e sem vê-lo? Ou porque não faz a ovelha com genética para não sentir dor?”

– ” Ora,… porque… porque… ora, vá para o inferno, moleque insolente! A Bíblia foi feita para ser lida pelo padre e todo mundo ouvindo aceitando sem fazer pergunta alguma. Entendeu?”

-“Mas então porque você fez humanos com a capacidade de pensar e ter alguma inteligencia… se era para matar essa inteligencia?”

-” Para confirmar a Bíblia la atrás quando diz que é proibido comer do fruto do conhecimento…”

-” Pois então, por favor, me faça voltar a ser nada, tire-me dessa existência. Não fico onde me é proibido pensar, como um débil mental.”

Mas repito a pergunta: para que criar as plantas que serão comidas pela ovelha que sera comida pelo leão que sera extinto, apagado do mapa para sempre, pelas mudanças do planeta?

Eu não vou dar uma resposta. Deixo isso para os autores e defensores da Bíblia e vou ficar esperando eles responderem. Enquanto não responderem, fico com pena dos defensores e crentes nas lendas desse livro  como fico com pena de uma criancinha que acredita nas mentiras do adulto que esta enganando-a para ela o acompanhe ao mato onde ele vai estupra-la. Fico com pena e raiva ao mesmo tempo de ver adultos se comportando como as criancinhas que acreditam em tal mentiroso, pois estes adultos são inúteis quando os chamo para qualquer obra inteligente em favor da humanidade… “Ah, não, isso é coisa de Deus, não vou me envolver nisso…”. E fico com ódio dos autores da Bíblia, que nada mais foram que o adulto mentiroso que tinha o objetivo de escapar do trabalho duro para comer seu pão e percebeu que mentindo o povo ia carrega-lo nas costas como escravos. E assim vão enfiando a mão nos seus bolsos tirando o misero dinheirinho que podia comprar alguma felicidade para os filhos, como a criança crédula segue o estuprador para o mato…

Por seu lado o estuprador é tao desviado mentalmente que acredita estar praticando o que foi determinado por Deus, pois ele vai achar no “livro” algum versículo que confirma isso, como “Devereis multiplicar-vos!” E termina o ato fazendo o nome do Pai para que Este veja que ele obedece.

Esse mundo com humanos assim é, de fato, REPUGNANTE. Como pode o cérebro humano estar ainda tao disfuncional, tao débil e primitivo?!

Você pode até observar o mundo, não ver as explicações racionais para as coisas que vês, pode tentar evitar o trabalho de esmiuçar a Natureza para procurar estas explicações, imaginando que exista algum tipo de ser poderoso e consciente que tem um plano para o mundo ser assim e para você ser o que é nesse mundo. Até ai ainda consigo entender, pois eu também as vezes certas questões são tão complexas que me induzem a suspeitar em algum tipo de consciência cósmica, ou de outra dimensão que não sou capaz de ver. Mas, seja qual for a figura que você imaginar, ela será sua e somente sua! De mais ninguém! Seu relacionamento com esse ser, esse amigo imaginado só pode ter algum resultado na sua própria e unica relação com esse ser. Que você aceite intermediários que sabem igual ou menos que você, muitas vezes com a intenção de tomar algo seu ou te usar para os interesses dele, outro humano que nada mais é que igual a você, no meio do caminho entre você e seu Deus! Isso é absurdo! O estuprador se veste como palhaço para engabelar a criancinha, e você cair na balela de batas e togas para te engabelar? Fique ciente que estas na frente de um doente mental que acredita que está  obedecendo a seu Deus enquanto com isso convenientemente escapa da miséria e do trabalho duro. Estas prejudicando o escritor de mentiras ou falso mensageiro de mentiras ao alimenta-lo no seu pecado! Um messias ou real enviado de um Deus-Pai jamais teria saído deste mundo deixando leões monstros soltos comendo ovelhas vivas e estupradores torturando criancinhas, entenda isso!

Numa aldeia rural nos penhascos da Grécia tem um povo simples onde os pais repetem incansavelmente aos filhos desde que nascem que ali existiu um gigante com força sobrenatural chamado Sansão que derrubou os pilares do palácio com suas mãos, que enfrentou a górgona com sete serpentes na cabeça, que matou o dragão nos subterrâneos da Terra, que dizimou os demônios fantasmas que saiam dos porcos… que conversou com cobras falantes enroscadas em arvores… E depois quando estas crianças crescem acreditam nisso e estes pais lhes dão o livro das lendas de Sansão. E de fato lá estão as ruínas de um palácio com os pilares destruídos pelo tempo, tem o Rio Eufrates por onde Sansão teria navegado… E estes filhos quando se tornam pais fazem os mesmos com seus filhos com os netos… a aldeia crê no Deus Sansão, quando na verdade um escritor imaginativo –  que assistiu uma batalha ao lado de um soldado mais grande e mais forte mas que morreu e ficou lá estirado no chão – escreveu um livro com estas fantasias e para vende-lo dizia ser verdade… Que isso pudesse acontecer de fato é possível, pois o cérebro humano sem maiores ciências, sem microscópios e sem telescópios para ver as explicações dos fenômenos naturais que ele pode enxergar, funciona muito mal.

Que alguém aceite intermediários entre o que lhe sussurra sua alma e suas intuições sugerindo um modelo de Criador, intermediários humanos sem sua alma e suas intuições que nada fazem de magicas supernatural para provarem suas amizades poderosas, isso nunca vou entender e aceitar. Com meu Deus só eu posso conversar e no silencio da noite escura embaixo das minhas cobertas. Quanto aos outros humanos que vão pegando no martelo e enxada e trabalhando duro para não virem tomar o que produzo em troca de conversa fiada ou letras escritas em folhas de papel. Se eles tem um Deus, um Pai Espiritual ou seja la como for, que conversa ou conversou com eles, esse não é meu Pai, pois Ele nunca veio falar comigo. Por algum motivo que desconheço, meu Pai apenas me ouve, talvez atenda ou não meus pedidos, mas não sei por qual motivo Ele não pode responder na minha língua. E também por isso não acredito que outro pai espiritual responda  conversando com criaturas humanas. Afinal, Deus fez meu corpo para crescer e virar adulto e não teimar em ser criancinha a vida toda acreditando nas mentiras deste tipo de adultos …

Estas mentiras tem causado muita dor, muita tortura, muita miséria e muita escravidão entre a humanidade. O crente nessas mentiras se alia a fantasmas e serve a fantasmas em detrimento de sua união com seus irmãos terrestres e humanos pela qual muito seria alcançado. Um Deus de verdade diria que não precisa de pucha-sacos nem baba-ovos, mas sim precisa de gente que se una para somar com seus filhos que trabalham e produzem seu pão na Terra sem tomarem nada de ti, que por acaso, são seus irmãos.

 

Cientistas acordaram a maquinaria de um cérebro morto, mas não o principio vital na formula do cérebro

sábado, abril 20th, 2019

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A sugestão que vem dos modelos teóricos da minha “Matrix/DNA Theory” fazem sentido aqui. Tanto o cérebro como a vida são produtos de uma formula natural que produz os sistemas naturais. Um novo ser nasce vivo porque o interruptor que ligou o funcionamento da vida foi acionado a bilhões de anos e continua transferindo esse principio vital de geração a geração. Uma vez que um ser foi desligado dessa corrente, pode se fazer toda a maquina do cérebro funcionar, que o principio não retorna e o ressuscitado sera um zumbi sem auto-consciência. Por isso também sera impossível tornar o computador ou robot mais poderoso com inteligencia artificial em algo vivo, pois só existe uma vida neste planeta rodando a 3,5 bilhões de anos.

Cientistas acordam cérebro morto e questionam noção de vida

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2019/04/18/interna_ciencia_saude,750236/cientistas-acordam-cerebro-morto-e-questionam-nocao-de-vida.shtml

 

A era do cerebro obcecado pelas aparencias das imagens visuais e seus processamentos hermeticos

domingo, abril 7th, 2019

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Faltou aqui uma das mazelas mais importantes: ”  O corpo nu mais que o efeito social deste corpo”

 

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Até uma pedra engana o observador pela sua aparência. Vendo-a por fora temos aquela imagem que logo lembra extrema simplicidade, dureza devido alta densidade da materia, frio, vulgaridade porque ela existe em todo lugar e pouca ou nenhuma serventia nos tem, etc. Mas se o observador se munir de um telescópio e for quebrando-a em pedaços cada vez menores, vai se deparar com uma outra aparência totalmente diferente: ele vai ver um enxame de particulas vibrando e zumbindo dentro de um espaco fechado. E descendo mais ainda na profundidade da realidade existencial da pedra ele vai acabar vendo-a formada por atomos interligados. A imagem de um atomo e igual a imagem de um sistema solar visto de fora. Uma imensidao de espaco praticamente vazio, os astros são meros grãos de poeira, rodando no vazio. Entao uma pedra, contra toda nossa interpretacao baseada na aparência externa, é praticamente uma coisa vazia! A rigidez que a materia dos nossos dedos sentem quando tocam uma pedra não é devido materia se chocando com materia e sim a força invisível magnética da pedra contra a força invisível magnética dos dedos. E depois, continuando, separando estes grãos de areia que são astros no céu ou particulas nas pedras, vamos entrar dentro destas particulas e nos deparar no final que são tambem… vazias!

Resultado: o cérebro humano não tem a menor capacidade para processar a informacao real, verdadeira, de que pedras são na verdade, espacos vazios. Entao – na realidade – o que é a nossa “realidade”?! Dos cerebros que tentam responder dando uma definicao, uma interpretacao, eu sinto pena, são ridículos. Qualquer definicao é mais uma profissao de fé irracional que de um pensamento logico, real, sustentado na realidade. Nos não temos capacidade para saber, conhecer, a realidade, ponto final! Vamos morrer sem saber isto. Conforme-se. Não existe outra alternativa para nos agora. Quando o observador chegou no final da observação e disse… ” é tudo espaco vazio”, ele tambem fez uma confissão de fé, mais que um testamento cientifico, racional. Pois ele não sabe definir o que é espaco vazio. Se ele disser que é onde não tem nada, ele estará se referindo a algo, o nada, e ele não pode saber o que é o nada, pois nunca viu, nunca tocou e ninguem mais viu. Mais provavelmente – pelas experiencias de vida que temos acumulado ate agora – quando o humano se depara com um espaco vazio significa que acabou a capacidade de seus sensores cerebrais em captar o mundo externo. Talvez aquela zona do que ele chama de “vazio”, ou “nada” nada mais seja que a região de uma membrana que circunda a dimensao do espaco onde nos localizamos como objetos materiais e a região de outra membrana onde se inicia outra dimensao de coisas em outras intensidades de vibracoes, comprimentos de ondas da luz, etc. Talvez seja a linha fronteiriça entre a nossa ilusória realidade e outro tipo de mundo com outro tipo de realidade. Talvez ilusória tambem.

Os cientistas se aprofundando no mais intimo da materia acreditam que construíram num container uma espaco de vazio total, a ultima fronteira do nosso mundo. E acreditam que ali viram algo… uma especie de espuma borbulhante, de onde, eles teorizam que surjam as particulas que começam o nosso mundo. E’ o que chamam de “quantum foam”, ou espuma quântica. O que é isso? Em sana consciencia nenhum cerebro racional tenta sequer dar uma explicacao, muito menos uma definicao, seria produto de fé, não da razao. Materialistas mais afoitos correram a escrever livros dizendo com veemência que na espuma quântica descobriram que.. “o tudo, veio do nada”. Ao menos é o titulo do livro “Something from Nothing” de um dos considerados astrofísicos e papa atual dos materialistas, Lawrence Krauss, que se tornou best-seller e esta sendo vendido a rodo para os deslumbrados ingênuos estudantes modernos. Mas talvez ( eu não acredito nisso, eu não acredito em nada que não veja e não tocar ou que alguem em quem confio plenamente diz que viu e tocou) esta espuma quântica nada mais seja que a substancia de uma membrana, assim como a membrana das celulas as separam de outras celulas em nosso corpo, e por enquanto, vou apostar nesta hipotese.

Conclusão final e meu conselho para mim mesmo, não para voce, pois não tenho capacidade para aconselhar ninguem: “De tudo que consumimos para sobrevivência ou luxuria, nada cai do ceu pronto e de graca. Entao tudo o que consumimos exige a tortura humana no trabalho braçal, duro, rotineiro, involuntário de pelo menos um humano igual a nos. Entao fomos condenados – pela Natureza real ou algo alem dela que desconhecemos –  no momento do nosso nascimento, a “comer o nosso pao obtido com suor dos nossos rostos e calejar de nossas maos”. Isto significa que se consumimos qualquer produto que não trabalhamos nele de fato, com nossas maos ( não atraves de trabalho mental ou burocrático, pois a mente nada produz por si propria de concreto), ou ele nos foi doado pessoalmente de graca por sua livre e espontanea vontade,  por um protetor, ou estamos tirando, saqueando pela força bruta, de quem calejou suas maos produzindo-o. Mesmo que essa força bruta esteja mascarada em armas nas maos de mercenários pagos por uma gang que se apossou do domínio social e que nos enganamos dizendo que não enxergamos isso para justificar-nos pelo assalto que cometemos em humanos que foram escravizados pela gang, da qual, portanto, somos os alimentadores e cumplices. Escapar com estes subterfúgios do trabalho a que fomos condenados, ‘as custas de outros humanos, é irresistível quando se nos aparece oportunidades ( eu mesmo ja pequei e tenho sido fraco na luta contra este vicio, apesar que tenho a consciencia tranquila porque, pelos meus cálculos, calejei minhas maos produzindo tudo o que posso consumir no meu simples estilo de vida),  pode parecer esperteza e inteligencia a nivel de individuos, porem é extrema burrice a nivel de Humanidade, esta cava seu tumulo e caminha para sua extincao. Pois a mesma Natureza – ou seja la’ quem estiver por traz dela – tem outra lei sobriamente comprovada: quem não se evolui do estado simples de agora para um estado transcendental mais complexo constitui um ramo que dai do tronco da arvore da evolucao para se secar e extinguir-se apontando para o espaco vazio, para o nada. E a razao disso me parece obvia. No corpo humano, esta’ sendo gestado uma nova forma de sistema natural muito complexa a qual denominamos de auto-consciencia. Tudo indica que esta consciencia esteja no estado fetal pois tambem se deduz que a consciencia deve ter uma grandeza universal, cosmica, ou mais que universal. Ou seja, ela não apenas pode captar e processar o mundo ao redor, porque ela esta cada vez mais avançando, obtendo mais conhecimento da Natureza, e isso parece não ter limite, ela pode estender-se de maneira a um certo ponto poder ver, absorver e captar todo o Universo. Se assim for, cada humano esta funcionando como um gene construindo esse feto. Ou seja, cada humano tem em si uma informacao única, especifica, pessoal, intransferível e que precisa ser expressada para que o feto se torne num baby completo, saudável e não sofra aborto prematuro ou nasce com algum aleijao. E quando estamos onerando outro humano a produzir o que consumimos, estamos impedindo a liberdade deste humano em usar seu tempo, sua energia, seu corpo e sua mente em cumprir sua missão, em expressar concretizando sua informacao. Por isso, o que parece esperteza e inteligencia a curto prazo, pode ser extrema burrice a longo prazo. Principalmente porque, a forma como esta autoconsciência esta’ se apresentando, constituída de uma substancia que nossos sensores não podem ver, tocar, captar, e se confirmada que se trata de um feto planetario ou universal em gestação, este feto não pode ser interrompido com a morte do corpo carnal de um individuo. Esta informacao que este corpo carnal carrega, de alguma maneira deve sobreviver e continuar seu desenvolvimento. Entao a punição pelo erro cometido agora vai acontecer e pesar para o individuo mais a frente. São hipóteses, fundamentadas nas aparencias e sensibilidades que temos agora, não confiáveis, mas tambem sem nenhum fato concreto conhecido que nos autorize a descarta-las. Porem são mais logicas e racionais, por isso, aposto nelas. Entao, a sugestao final é que, reflita na sua existencia, monte sua propria visao e interpretacao deste mundo, procure nele o significado da sua existencia, extraia deste significado um elenco de valores morais, diria mesmo, espirituais a nivel da substancia abstrata da consciencia… Conforme-se com a condenacao (a única outra alternativa moral seria rejeita-la suicidando-se, mas na verdade, essa condenacao tem muito de seu desprazer na forma errada do nosso sistema social, entao temos que consertar o sistema social e não suicidar-se),  mas esforce-se para vencer esta condenacao com a criatividade de sua consciencia para substituir e salvar o humano pelos robots e tecnologia possivel na producao dos produtos de consumo basico, e procure aplicar sua informacao, coisa que so voce pode fazer neste mundo, e tente ajudar os outros que estao sendo algemados, impedidos de desenvolver sua missão, ou que por forca ainda da dominância genetica herdada do corpo animal irracional, esta totalmente desviado das atividades que seriam evidentemente corretas para a funcao de gene. Fazendo isso, conduza a vida com a maior energia que puder, e trate os obstáculos, as derrotas temporárias, como lições necessárias para sua evolucao transcendental, para a forma do grande baby que um dia a de nascer acima das dimensoes de realidades ilusórias, assim como o interior da bolsa germinante onde o feto se desenvolve e uma realidade temporária provisória na crença do embrião. R sempre tente refletir na aparência do que vez, esforçando a mente para adentrar o intimo dos objetos, munindo-se da ciencia e tecnologia quando possivel, e não se desanime com aquilo que não podes conhecer agora, sua mente esta crescendo e um dia vai ser capaz de ver e entender tudo.

Cérebro: Giro dentado continua produzindo neurônios na velhice depois da parada no hipocampo

terça-feira, março 26th, 2019

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O que interessa `a Matrix/DNA aqui? Saber que a produção de neurônios no hipocampo diminui com a idade ao mesmo tempo que novos neurônios continuam sendo produzidos na região do “giro dentado” até os 90 anos. Que diminua no hipocampo estava previsto na formula da Matrix/DNA – F1 enfraquece com o passar do tempo devido a entropia e diminui a produção de F2. Mas que outro F possa produzir neurônios e ainda, continuaria a produzir depois do enfraquecimento de F1, não esta’ previsto. Uma possibilidade é que F4 continue a ejacular as sementes que F1 produziu antes de parar e ainda estavam em F2 e F3. Por isso fica o artigo registrado para se fazer uma pesquisa no que é e como funciona o giro dentado.

Atualização: Oh, yes! Ao ver a anatomia do hipocampo e a forma do giro dentado matei a charada na hora: o giro dentado é a representação cerebral de F2, a zona do horizonte de eventos que circunda F1 (núcleo do hipocampo) e que contem os germes expedidos por F1. Os quais vão se tornarem neurônios quando se tornarem babies… Esta’ explicado e reforçada a teoria da formula. Mas isto significa que a produção de neurônios pelo giro dentado e limitada `a quantidade de germes que ficaram no giro dentado e significa que estes germes não surgiram no giro dentado.

Cientistas revelam que cérebro humano cria novos neurônios até os 90 anos

https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/efe/2019/03/25/cientistas-revelam-que-cerebro-humano-cria-novos-neuronios-ate-os-90-anos.htm

Original paper (Nature, tem que comprar, U$ 9,00):

Adult hippocampal neurogenesis is abundant in neurologically healthy subjects and drops sharply in patients with Alzheimer’s disease

https://www.nature.com/articles/s41591-019-0375-9

…. um estudo publicado na revista “Nature” no ano passado determinou que o desenvolvimento de neurônios no hipocampo sofre desaceleração com o passar dos anos e é interrompido totalmente na vida adulta….”O nosso trabalho mostra pela primeira vez que a maneira em que o tecido é tratado e processado condiciona profundamente a visualização de novos neurônios no hipocampo humano”, explicou a pesquisadora à Agência Efe…. Porém, além de aplicar períodos de fixação muito controlados, o estudo identificou três métodos adicionais que permitem visualizar “otimamente” a presença de novos neurônios no giro dentado humano de um adulto, o que fez com que os pesquisadores pudessem conhecer, pela primeira vez, dados únicos sobre o amadurecimento dos novos neurônios criados nessa região do cérebro….

Pesquisa:

giro dentado humano – dentate gyrus (DG)

Image result for dentate gyrus

Você pode visualizar a correspondência entre o giro dentado e F2, e entre o Hipocampo e F1, na figura grosseira abaixo frita na selva amazônica como modelo do building block das galaxias baseado na formula da Matrix/DNA. Aqui, F2 e a região manchada de pontinhos representando a poeira estelar que envolve o vórtice nuclear, o qual evoluiu para a forma de hipocampo no cérebro humano. As esferas amarelas no meio da poeira representam os germes estelares, enquanto no giro dentado representam os novos neurônios.

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Cérebro: A divisão em dois – Algumas desmistificações

terça-feira, março 19th, 2019

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http://hegelperuenglish.blogspot.com/2011/09/have-we-two-brains-4.html

Brain Learning By Hegel SALAZAR HERBOZO

“Is There One ‘Left-Brain’ & Another ‘Right-Brain’?” 

A Síndrome do Pensamento Acelerado (vídeo): Produzida pela formula dos Sistemas Naturais

segunda-feira, janeiro 28th, 2019

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https://www.facebook.com/augustocury.autor/videos/725868777789437/

A doença que nenhum remédio cura!
E minha opinião:

Infelizmente, o vosso conhecimento, humanos, esta muito atrasado para entender e detectar a solução. Sendo um sistema natural em si mesmo, o cérebro e` governado pelas regras da formula dos sistemas naturais ( a qual pode ser vista no meu website). Existe uma fase em que o fluxo da energia no circuito sistêmico passa a dominar seu par, a massa, e tenta estabelecer sua meta suprema, que e` aceleração na velocidade da luz. Isto aconteceu com um nosso ancestral, as galaxias. Mas um sistema para se desenvolver saudavelmente ate se transcender tem que ter equilíbrio entre as partes. O que o Cury intuiu com perspicácia sem saber disto e` a tentar reagir o nosso aspecto massa, desacelerando os fluxos no cérebro. Porem ninguém vai aplicar essa instrução abstrata porque não conhece a amplitude e profundidade da causa, e nesta se vê a solução que depende antes de desacelerar o sistema social, principalmente no aspecto econômico/consumista. Mas a energia tem seus agentes entre nos que estão no poder e estes se impõem sobre a grande massa inerte. Não adianta entrar no “salve-se quem puder” apenas tentando disciplinar a si mesmo, tens antes que lutar no aspecto social.

Provado Cientificamente: Meditação altera saúde do cérebro para melhor

terça-feira, janeiro 22nd, 2019

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Longa pesquisa e observação dos resultados de MRI realizados por laboratórios das Forças Armadas os USA demonstraram alterações no cérebro para melhor durante meditação.

https://myfusimotors.com/2019/01/20/army-study-quantifies-changes-in-stress-after-meditation/

Army study quantifies changes in stress after meditation

Incrível como uma unica dose de substancia da maconha na juventude deixa o cérebro “aleijado” para o resto da vida!

terça-feira, janeiro 15th, 2019

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Descobriram que as imagens de MRI do cérebro de jovens nos 14 anos que experimentam maconha uma unica ou duas vezes são diferentes dos normais e porque nesta idade o cérebro ainda esta’ em formação, a maconha aumenta a quantidade da massa cinza, a qual vai impedir ou dificultar para sempre as conexões entre neurônios. E com isso a pesquisa descobriu que jovens que usam maconha frequentemente apresentam diferente capacidades cerebrais em relação aos jovens normais, ficando mais lentos nos testes de memoria, menos hábeis a aprender novas informações, e dificuldades em processar informações, ou seja, diminui  a inteligencia.

Noticia completa em:

https://www.nbcnews.com/storyline/legal-pot/even-little-marijuana-may-change-teen-brain-study-finds-n958536

Image: Various figures show grey matter volume differences after cannabis use in adolescents.

Even a little marijuana may change teen brain, study finds

Researchers say even one or two joints cause changes in areas of the brain involved in emotion-related processing, learning and forming memories.

Low levels of marijuana use — as few as one or two times — may change the teen brain, according to a new study.

The study, which looked at the brains of 46 14-year-old girls and boys from Ireland, England, France and Germany, found that teenagers who reported using recreational marijuana just once or twice displayed increased volume on MRI images in numerous brain regions involved in emotion-related processing, learning and forming memories.^

““At the age at which we studied these kids (age 14), cortical regions are going through a process of thinning,” he said, suggesting that this is a “sculpting” process that makes the brain and its connections more efficient. “So, one possibility is that the cannabis use has disrupted this pruning process, resulting in larger volumes (i.e., a disruption of typical maturation) in the cannabis users. Another possibility is that the cannabis use has led to a growth in neurons and in the connections between them.”

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