Posts Tagged ‘Cérebro’

A Síndrome do Pensamento Acelerado (vídeo): Produzida pela formula dos Sistemas Naturais

segunda-feira, janeiro 28th, 2019

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https://www.facebook.com/augustocury.autor/videos/725868777789437/

A doença que nenhum remédio cura!
E minha opinião:

Infelizmente, o vosso conhecimento, humanos, esta muito atrasado para entender e detectar a solução. Sendo um sistema natural em si mesmo, o cérebro e` governado pelas regras da formula dos sistemas naturais ( a qual pode ser vista no meu website). Existe uma fase em que o fluxo da energia no circuito sistêmico passa a dominar seu par, a massa, e tenta estabelecer sua meta suprema, que e` aceleração na velocidade da luz. Isto aconteceu com um nosso ancestral, as galaxias. Mas um sistema para se desenvolver saudavelmente ate se transcender tem que ter equilíbrio entre as partes. O que o Cury intuiu com perspicácia sem saber disto e` a tentar reagir o nosso aspecto massa, desacelerando os fluxos no cérebro. Porem ninguém vai aplicar essa instrução abstrata porque não conhece a amplitude e profundidade da causa, e nesta se vê a solução que depende antes de desacelerar o sistema social, principalmente no aspecto econômico/consumista. Mas a energia tem seus agentes entre nos que estão no poder e estes se impõem sobre a grande massa inerte. Não adianta entrar no “salve-se quem puder” apenas tentando disciplinar a si mesmo, tens antes que lutar no aspecto social.

Provado Cientificamente: Meditação altera saúde do cérebro para melhor

terça-feira, janeiro 22nd, 2019

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Longa pesquisa e observação dos resultados de MRI realizados por laboratórios das Forças Armadas os USA demonstraram alterações no cérebro para melhor durante meditação.

https://myfusimotors.com/2019/01/20/army-study-quantifies-changes-in-stress-after-meditation/

Army study quantifies changes in stress after meditation

Incrível como uma unica dose de substancia da maconha na juventude deixa o cérebro “aleijado” para o resto da vida!

terça-feira, janeiro 15th, 2019

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Descobriram que as imagens de MRI do cérebro de jovens nos 14 anos que experimentam maconha uma unica ou duas vezes são diferentes dos normais e porque nesta idade o cérebro ainda esta’ em formação, a maconha aumenta a quantidade da massa cinza, a qual vai impedir ou dificultar para sempre as conexões entre neurônios. E com isso a pesquisa descobriu que jovens que usam maconha frequentemente apresentam diferente capacidades cerebrais em relação aos jovens normais, ficando mais lentos nos testes de memoria, menos hábeis a aprender novas informações, e dificuldades em processar informações, ou seja, diminui  a inteligencia.

Noticia completa em:

https://www.nbcnews.com/storyline/legal-pot/even-little-marijuana-may-change-teen-brain-study-finds-n958536

Image: Various figures show grey matter volume differences after cannabis use in adolescents.

Even a little marijuana may change teen brain, study finds

Researchers say even one or two joints cause changes in areas of the brain involved in emotion-related processing, learning and forming memories.

Low levels of marijuana use — as few as one or two times — may change the teen brain, according to a new study.

The study, which looked at the brains of 46 14-year-old girls and boys from Ireland, England, France and Germany, found that teenagers who reported using recreational marijuana just once or twice displayed increased volume on MRI images in numerous brain regions involved in emotion-related processing, learning and forming memories.^

““At the age at which we studied these kids (age 14), cortical regions are going through a process of thinning,” he said, suggesting that this is a “sculpting” process that makes the brain and its connections more efficient. “So, one possibility is that the cannabis use has disrupted this pruning process, resulting in larger volumes (i.e., a disruption of typical maturation) in the cannabis users. Another possibility is that the cannabis use has led to a growth in neurons and in the connections between them.”

(read more)

Circuito sistêmico da conexão entre os intestinos e o cérebro

sexta-feira, dezembro 14th, 2018

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http://socientifica.com.br/2018/12/seu-intestino-esta-diretamente-conectado-ao-seu-cerebro-por-meio-de-um-circuito-de-neuronios/

Circuito da conexão dos intestinos com o cérebro

Seu intestino está diretamente conectado ao seu cérebro por meio de um circuito de neurônios

Estudo revela que o intestino tem uma conexão muito mais direta com o cérebro através de um circuito neural que permite transmitir sinais em meros segundos.

Este e’ seu cerebro com parasitas influenciando comportamentos humanos

segunda-feira, dezembro 10th, 2018

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Porque ler este livro: (Comprado, lendo)

(critico): “I believe this field of science will be huge, but at the time the amount of data is not enough to make any claim. McAuliffe is a talented writer and I hope I’ll see in few years a more reliable book in this subject by her.”

Portanto e um campo novo e junto com simbiose, parasitismos pode ser decifrado pela formula Matrix/DNA, entao posso encontrar detalhes onde posso oferecer teorias para pesquisas.

https://www.amazon.com/This-Your-Brain-Parasites-Manipulate/dp/0544947258/ref=cm_cr_arp_d_pdt_img_top?ie=UTF8

 

McAuliffe clearly is a remarkable writer and researcher. The content of this book, however, is not as impressive as her writing skills.
The first chapters were great and provided lots of information to support that parasites manipulate lesser organisms like roaches.
The chapters about human/parasites interaction were very speculative. There is a lot of “maybe, might, and may”. She cites real scientists and their claims that parasites MAY affect human behavior, but there is not real data to support those statements. In science, you need numbers, large numbers, for a study to have some validity. She didn’t provide numbers in most studies, which reduces credibility in the results. Also, the nature of the mentioned studies is unreliable. You can’t conclude there is a correlation between parasites infection and the likelihood of a risky behavior, when there are much much more variables to consider.
I believe this field of science will be huge, but at the time the amount of data is not enough to make any claim. McAuliffe is a talented writer and I hope I’ll see in few years a more reliable book in this subject by her.

Circuito sistêmico neural entre cérebro e intestino

domingo, novembro 18th, 2018

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http://socientifica.com.br/2018/12/seu-intestino-esta-diretamente-conectado-ao-seu-cerebro-por-meio-de-um-circuito-de-neuronios/

Seu intestino está diretamente conectado ao seu cérebro por meio de um circuito de neurônios

Estudo revela que o intestino tem uma conexão muito mais direta com o cérebro através de um circuito neural que permite transmitir sinais em meros segundos.

O intestino humano é revestido com mais de 100 milhões de células nervosasé praticamente um cérebro em si mesmo. E de fato, o intestino realmente fala com o cérebro, liberando hormônios na corrente sanguínea que, ao longo de cerca de 10 minutos, nos dizem o quanto está com fome, ou que não deveríamos ter comido uma pizza inteira. Mas um novo estudo revela que o intestino tem uma conexão muito mais direta com o cérebro através de um circuito neural que permite transmitir sinais em meros segundos. As descobertas podem levar a novos tratamentos para a obesidade, transtornos alimentares e até mesmo depressão e autismo – todos eles ligados a um intestino com defeito.

O estudo revela “um novo conjunto de caminhos que usam células intestinais para se comunicar rapidamente com o tronco cerebral”, diz Daniel Drucker, um cientista clínico que estuda distúrbios intestinais no Instituto de Pesquisa Lunenfeld-Tanenbaum, em Toronto, Canadá, que não estava envolvido com o trabalho. Embora muitas perguntas permaneçam antes que as implicações clínicas se tornem claras, ele diz: “Essa é uma peça legal e nova do quebra-cabeça”.

Em 2010, o neurocientista Diego Bohórquez, da Duke University, em Durham, na Carolina do Norte, fez uma descoberta surpreendente enquanto examinava seu microscópio eletrônico. As células enteroendócrinas, que estudam o revestimento do intestino e produzem hormônios que estimulam a digestão e suprimem a fome, têm protuberâncias semelhantes a patas que lembram as sinapses que os neurônios usam para se comunicar entre si. Bohórquez sabia que as células enteroendócrinas poderiam enviar mensagens hormonais ao sistema nervoso central, mas ele também se perguntava se elas poderiam “conversar” com o cérebro usando sinais elétricos, como os neurônios fazem. Se assim for, eles teriam que enviar os sinais através do nervo vago, que viaja do intestino para o tronco cerebral.

Ele e seus colegas injetaram um vírus da raiva fluorescente, que é transmitido através de sinapses neuronais, para os cólons de camundongos e esperaram que as células enteroendócrinas e seus parceiros se acendessem. Esses parceiros acabaram se tornando neurônios vagais, relataram os pesquisadores na Science.

Em uma placa de Petri, as células enteroendócrinas alcançaram os neurônios vagais e formaram conexões sinápticas entre si. As células até expeliram o glutamato, um neurotransmissor envolvido no olfato e paladar, que os neurônios vagais capturaram em 100 milissegundos – mais rápido que um piscar de olhos.

Isso é muito mais rápido do que os hormônios podem viajar do intestino para o cérebro através da corrente sanguínea, diz Bohórquez. A lentidão dos hormônios pode ser responsável pelos fracassos de muitos supressores de apetite que os atingem, diz ele. O próximo passo é estudar se essa sinalização do cérebro intestinal fornece ao cérebro informações importantes sobre os nutrientes e o valor calórico dos alimentos que ingerimos, diz ele.

Existem algumas vantagens óbvias para a sinalização do cérebro, como a detecção de toxinas e veneno, mas pode haver outras vantagens em sentir o conteúdo de nossas entranhas em tempo real, diz ele. O que quer que seja, há uma boa chance de que os benefícios sejam antigos – as células sensoriais intestinais datam de um dos primeiros organismos multicelulares, uma criatura plana chamada Trichoplax adhaerens,

Trichoplax adhaerens, que surgiu há cerca de 600 milhões de anos.

Pistas adicionais sobre como as células sensoriais do intestino nos beneficiam hoje estão em um estudo separado, publicado hoje na Cell. Pesquisadores usaram lasers para estimular os neurônios sensoriais que inervam o intestino em camundongos, que produziam sensações recompensadoras que os roedores trabalhavam duro para repetir. A estimulação a laser também aumentou os níveis de um neurotransmissor que estimula o humor, chamado dopamina, no cérebro dos roedores, descobriram os pesquisadores.

Combinados, os dois artigos ajudam a explicar por que estimular o nervo vago com corrente elétrica pode tratar depressão grave em pessoas, diz Ivan de Araujo, neurocientista da Icahn Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova York, que liderou o estudo celular. Os resultados também podem explicar por que, em um nível básico, comer nos faz sentir bem. “Embora esses neurônios estejam fora do cérebro, eles se encaixam perfeitamente na definição de neurônios de recompensa”, que estimulam a motivação e aumentam o prazer, diz ele. [Science]

Cerebro: Duas consciencias diferentes nos dois hemisferios?

sexta-feira, outubro 12th, 2018

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O PARADOXO DO CÉREBRO DIVIDIDO ( Uma nova perspectiva no entendimento dos hemisférios)

Uma diferença entre a imagem baseada na hierarquia corporativa de uma empresa – e a verdadeira estrutura do cérebro, pode ser observada no caso curioso de pacientes com cérebro dividido. Um traço incomum do cérebro é que ele tem duas metades, ou hemisférios, o direito e o esquerdo, praticamente idênticos. Durante muito tempo os cientistas se perguntaram por que o cérebro tem essa redundância desnecessária, pois consegue funcionar mesmo quando um hemisfério é totalmente removido. Nenhuma hierarquia corporativa apresenta essa estranha característica. Além disso, se cada hemisfério tem consciência, isso significa que temos dois centros de consciência dentro do mesmo crânio?

O dr. Roger W. Sperry, do California Institute of Technology, ganhou o Prêmio Nobel em 1981 ao mostrar que os dois hemisférios cerebrais não são cópias exatas um do outro, e de fato desempenham funções diferentes. Essa descoberta causou furor na neurologia (e gerou uma indústria duvidosa de livros de autoajuda que pregam a aplicação da dicotomia cérebro-esquerdo/cérebro direito na vida diária.) O dr. Sperry estava tratando de epiléticos, que às vezes sofrem de convulsões do tipo “grande mal” provocadas pelo descontrole do processo contínuo de realimentação (ou ciclos de feedback) entre os dois hemisférios do cérebro. Tais convulsões – causadas pelo mesmo processo que gera o som estridente da microfonia – podem até matar. O dr. Sperry começou por cortar o corpo caloso, que liga os dois hemisférios do cérebro, de modo que não mais se comunicassem, e assim não compartilhassem informações entre os lados direito e esquerdo do corpo. Isso geralmente fazia parar o processo de realimentação e as convulsões. A princípio, os pacientes com cérebro dividido pareciam perfeitamente normais. Continuavam alertas e mantinham uma conversa naturalmente, como se nada tivesse acontecido. Porém, uma análise mais minuciosa desses indivíduos mostrou que havia algo muito diferente neles.

Normalmente, os hemisférios se complementam, com os pensamentos indo e vindo de um a outro. O cérebro esquerdo é mais analítico e lógico. É onde se encontram as habilidades verbais, ao passo que o direito é mais holístico e artístico. Mas o cérebro esquerdo é dominante, é o que toma as decisões finais. Os comandos passam do cérebro esquerdo para o direito por meio do corpo caloso. Se essa conexão é cortada, o cérebro direito fica livre da ditadura do esquerdo. Talvez o cérebro direito tenha vontade própria, contrariando os desejos do esquerdo dominante. Resumindo, pode haver duas vontades agindo dentro do mesmo crânio, às vezes brigando pelo controle do corpo. Isso cria a estranha situação em que a mão esquerda (controlada pelo hemisfério direito) começa a agir de forma independente de nossos desejos, como se fosse um apêndice externo. Há um caso documentado de um homem que estava a ponto de abraçar sua esposa com uma das mãos, quando descobriu que a outra mão tinha uma intenção diferente: dar um soco no rosto dela. Uma mulher relatou que estava pegando um vestido com uma das mãos enquanto a outra mão pegava uma roupa totalmente diferente. E um homem não conseguia dormir à noite com medo de que a mão rebelde fosse estrangulá-lo. Às vezes, pessoas com cérebro dividido pensam que estão vivendo em um desenho animado, com uma das mãos tentando controlar a outra. Alguns médicos chamam isso de “síndrome do dr. Fantástico” [dr. Strangelove], por causa da cena do filme em que uma das mãos do doutor luta contra a outra.

Após estudos detalhados de pacientes com cérebro dividido, o dr. Sperry concluiu que poderia haver duas mentes distintas operando num único cérebro. Ele escreveu que cada hemisfério é “de fato um sistema consciente em si mesmo, capaz de perceber, pensar, lembrar, raciocinar, querer, se emocionar, tudo isso num nível caracteristicamente humano, e (…) os dois hemisférios podem estar passando por experiências mentais diferentes, e até conflitantes, ao mesmo tempo”. Quando entrevistei o dr. Michael Gazzaniga, da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, uma autoridade em pacientes de cérebro dividido, perguntei como podem ser feitos experimentos para testar essa teoria. Há várias formas de comunicação com cada hemisfério sem o conhecimento do outro. Pode-se, por exemplo, colocar no sujeito óculos especiais em que aparecem perguntas diferentes diante de cada olho, de modo que é fácil direcionar perguntas a cada hemisfério separadamente. O difícil é tentar obter uma resposta de cada hemisfério. Como o cérebro direito não consegue falar (os centros da fala estão situados no lado esquerdo) é difícil obter suas respostas. Dr. Gazzaniga me disse que, para descobrir o que o cérebro direito estava pensando, ele criou um experimento em que esse hemisfério (mudo) conseguia “falar” usando peças com letras, como num jogo de palavras cruzadas. Ele começou perguntando ao cérebro esquerdo do paciente o que ele iria fazer depois que se formasse. O paciente respondeu que queria ser projetista. Tudo ficou mais interessante quando a mesma pergunta foi feita ao cérebro direito (mudo), que soletrou as palavras “piloto de carro de corrida”. Sem o conhecimento do cérebro esquerdo dominante, o cérebro direito tinha planos totalmente diferentes para o futuro. O cérebro direito tinha, literalmente, uma mente própria. Rita Carter escreve: “As implicações possíveis nos deixam aturdidos. Sugerem que todos nós podemos estar carregando por aí um prisioneiro mudo dentro do crânio, com uma personalidade, ambições e consciência de si muito diferentes das que acreditamos ter no cotidiano.” Talvez haja verdade na afirmação de que “dentro dele existe alguém ansiando por ser livre”. Isso significa que os dois hemisférios podem ter crenças diferentes. Por exemplo: o neurologista V. S. Ramanchandran descreve um paciente de cérebro dividido que, ao ser perguntado se era religioso, disse que era ateu, mas o cérebro direito declarou o contrário. Pelo visto, é possível ter duas posições religiosas opostas residindo no mesmo cérebro. Ramanchandran prossegue: “O que acontece quando essa pessoa morre? Um hemisfério vai para o céu e o outro vai para o inferno? Não sei a resposta.” É concebível, portanto, que uma pessoa de cérebro dividido possa ser republicana e democrata ao mesmo tempo. Se perguntarmos em quem ela vai votar, ela dirá o candidato do cérebro esquerdo, pois o direito não consegue falar. Mas dá para imaginar o caos na cabine de votação quando essa pessoa tem que usar só uma das mãos.

Medula Cerebral: Inicio de Pesquisa

quinta-feira, outubro 11th, 2018

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Medula cerebral

Medula cerebral

Alerta: Tenho pensado na anatomia do neocortex de forma errada. Aqui esta a correcao.

quinta-feira, outubro 11th, 2018

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A dificuldade que tenho enfrentado em calcular o caminhos do pensamento oela formula da Matrix/DNA se devem ao fato que eu imaginava a forma e a posição do neocortex de forma errada, como se fosse uma bolota no alto da cabeca e mais para a aparte frontal da testa. Com isso tinha dificuldade em separar os hemisférios esquerdo e direito, pois essa bolota teria que tambem ser dividida em duas partes. mas a leitura do texto abaixo corrigiu-me ao informar que o neocortex e’ toda a acamada exterior do cerebro. Entao ele esta realmente dividido mas não como pensei, e tambem não e’ uma bolota. A evolucao do cerebro portanto se apresenta como o movimento de ondas circulares: a ultima onda e’ a mais evoluída ou complexa porque possui todas as informacoes das ondas anteriores e mais as informacoes que so ela captou do meio externo.

 

Resultado de imagem para cerebro imagem do neocortex      Resultado de imagem para cerebro imagem do neocortex

“Nesta figura vemos o neocórtex, que é a camada exterior do cérebro, dividido em quatro lobos. Essa parte é altamente desenvolvida nos humanos. Todos os lobos cerebrais são destinados a processar os sinais de nossos sentidos, exceto um: o lobo frontal, localizado atrás da testa. O córtex pré-frontal, a parte dianteira do lobo frontal, é onde quase todo o pensamento racional é processado. A informação que você está lendo agora está sendo processada em seu córtex préfrontal. Uma lesão nessa área pode prejudicar sua capacidade de planejar ou de imaginar o futuro, como no caso de Phineas Gage. Nessa região é avaliada a informação que nossos sentidos enviam, e é decidida a ação seguinte.

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Fato cientifico e mais Matrix/DNA sugerem a existencia da aura, e uma tecnica de meditacao para se autocurar.

quinta-feira, outubro 11th, 2018

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Em 1864, durante a guerra da Prússia com a Dinamarca, o médico alemão Gustav Fritsch tratou de muitos soldados com ferimentos que deixavam o cérebro à mostra e observou que, quando ele tocava num hemisfério cerebral, o lado oposto do corpo estremecia. Mais tarde Fritsch demonstrou sistematicamente que, quando ele estimulava eletricamente o cérebro, o hemisfério esquerdo controlava o lado direito do corpo e vice-versa. Foi uma descoberta fantástica, demonstrando que o cérebro é de natureza basicamente elétrica, e que uma região controla o lado oposto do corpo.

Isto vem de encontro ao que minha pesquisa pessoal – aplicando tantos métodos diferentes, como anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos, hipnotismo dos curandeiros sob o Santo Daime na selva amazônica, etc – esta’ sugerindo, e devido a tal sugestao elaborei um esquema de meditação técnica que aplicada nos casos que tive ferimentos ou inicio de doencas, para mim tem dados resultados que, se não forem meras coincidentes, são quase “magicos”. Veja a sequencia da pesquisa que me levou a esta conclusão:

  1. O metodo da anatomia comparada entre todos os sistemas naturais me levou a descobrir um padrão comum em todos, consistindo de um circuito energético dinâmico idêntico a uma formula para sistemas;
  2. Se este circuito estava na primeira celula viva e estava tambem no sistema astronômico que criou esta celula, o processo pelo qual este circuito ou formula passou do sistema astronomico para o sistema celular deveria ser o da transmissão genetica. Experimentando aplicar o resultado calculado deste processo cheguei aos genes semi-vivos, que seriam particulas fotons emitidas tambem pelo Sol. Mas quando todos fotons se juntavam aqui na superficie da Terra, formavam uma especie de formula invisível que penetram atomos terrestres organizando-os nos sistemas vivos e passando a constituir uma especie de aura destes sistemas, que seria outro nome para o padrão comum que encontrei;
  3. Os depoimentos visionários dos xamans relatavam a visao de uma figura energética indo do cerebro aos quadris, e quando desenhei esta figura notei que coincidia surpreendentemente com os relatos de milhares de anos atras dos videntes orientais, que criaram aqueles desenhos de aura compostos de duas serpentes (kundaline) enroscada em espiral tendo entre elas, especies de sois luminosos cada qual numa cor, que chamaram de chakras. Mas o relato dos xamans acrescentavam algo mais ao desenho oriental: uma especie de vórtice turbilhonar escuro – descrito por eles como um buraco negro – situado mais ou menos no alto da cabeca, sobre o cortex. O qual viria a se tornar a funcao F1 na formula da Matrix/DNA;
  4. Juntando as quatro pistas – o desenho da figura sistêmica vinda da galáxia que era o padrão comum, mais o relato dos xamans, mais os relatos dos orientais, e mais o nosso conhecimento atual científico do DNA, cheguei a conclusão que a tal aura nada mais seria que um gigantesco DNA feito como sinapses das conexoes dos fotons dentro dos atomos ocupando o corpo todo e ao qual todos os outros bilhoes de microscópicos DNAs das celulas prestam culto. Pois as tais serpentes que se mexiam e contorciam se assemelham as duas hastes do DNA, ambas em espiral, e os chacras no meio delas seriam as moléculas de bases nitrogenadas. Mas entao a aura seria apenas duas secções do DNA, uma menor apenas formando a cabeca seu cerebro, e a outra maior formando o tronco e quadris.
  5. Considerando as conexões conhecidas entre o cerebro e as demais partes do corpo, e sabendo-se que no DNA, se numa secção a haste A esta’ na direita, na proxima ela torce-se para se tornar a haste B na esquerda, estava previsto que a haste A que vinha do lado direito do cerebro estaria passando pelo lado esquerdo do tronco, e vice-versa.

E esta teoria toda, resultado de 30 anos de trabalho, sofreu em forte embalo quando tomei conhecimento do fato descoberto pelos cientistas. Porem, a meu ver o mais importante disso e’ que a teoria toda estava firmemente apontando a sugestao de que nosso cerebro, atraves da nossa mente ( e aqui tive nova grande surpresa quando tomei conhecimento dos conceitos extraídos pelos cientistas que lidavam com os fenomenos quânticos, o que veio a ocorrer bem mais tarde) pode captar estas particulas fotons do ar ( no relato do xaman elas flutuam em volta dos corpos humanos e são atraídas pelo vórtice turbilhonar na posicao do cortex), e dirigi-las atraves dos circuitos energéticos que são as hastes da aura para todo local do corpo onde ocorre algum problema. Como a mente conhece a formula para sistema perfeito e considera que esta formula e’ composta pelos fotons, a mente pode organizar mentalmente a formula perfeita aplicando-a na região afetada, a qual certamente estará com alguma parte da sua copia da formula com algum defeito, e assim fazer a formula perfeita se impor e consertar os problemas fisiológicos na região. Nisto consiste o tipo de meditação que planejei e que me surpreendeu quando tive acidentes graves ficando prontamente curado e sem dor, ou quando estava sendo atacado, contaminado por agentes nocivos com o perigo de iniciar uma doenca grave, como as malarias na selva ou uma simples gripe nas cidades. Mas como sou filosofo naturalista sou entao o mais extremista materialista, e portanto o maior cético que so acredita no que puder ver e tocar, e como so apliquei esta técnica sobre mim mesmo, não posso ser desonesto afirmando que ela existe e funciona. Para alguém interessado eu so posso sugerir: e’ pegar ou largar. Eu não largo pois apos 40 anos depois que aprendi isto e não ter sido necessario tomar um comprimido sequer para nada, sem nunca ter ficado doente ou com sequelas graves de acidentes, eu repito: não vou largar porque…

” em time que esta’ ganhando – mesmo que não se saiba por que esta’ ganhando – não se mexe.”