Posts Tagged ‘Ciência’

Um método para a Matrix/DNA desafiar materialistas para debates: as diferentes logicas construindo as diferentes teorias.

segunda-feira, junho 17th, 2019

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Um método para debater teorias com cientistas.

Os acadêmicos tem teorias muito influentes, como a de que a vida veio da não-vida, que o Universo começou com um Big Bang apenas fisico e não biologico, que a evolução começou na Terra e tem apenas 3 variáveis, etc. Eu tenho outra viso do mundo cujas teorias são diferentes nos tres tópicos: a vida é mero produto da evolução dos sistemas naturais que vieram da era cosmologica, que o Universo é apenas uma placenta e começou por um ato de fecundação biológico, que a evolução é universal e tem sete variáveis, etc.

Como eu poderia desafia-los obrigando-os a um debate?

Bem, eles vão exigir que eu apresente modelos teóricos perfeitamente testáveis. Ou mais, que eu apresente como provas os modelos já testados. Mas eles tambem não podem testar e nem tem testados estas três teorias. Então quando pedem isso, eu poderia rebater pedindo-lhes o mesmo. Mas isso interromperia o debate. Então existe outro método:

Já que nenhum dos dois podem testar suas teorias, só nos resta debater a logica de cada teoria. De onde eles tiraram a logica em que um minusculo átomo ao explodir contenha toda a massa e energia do Universo? Onde eles viram algo semelhante? Onde eles viram uma sopa de ingredientes inorgânicos produzirem algo vivo? Porque existem tantas falhas ainda na teoria da evolução? Não seria porque apenas 3 variaveis não podem mover a evolução? Porque dividem a Historia da Evolução Universal em dois blocos separados entre si sem nenhum elo evolutivo entre os dois, os blocos da Evolução Cosmologica e da Evolução Biologica? Quem os autorizou a isso, se a natureza universal é uma só? Porque dividem os sistemas naturais em vivos e não-vivos?

Atraindo-os para este terreno eu posso ter vantagens porque todos os passos da minha teoria são embasados em fatos conhecidos e provados aqui e agora. E as teorias deles são baseadas em exercícios matemáticos não em fatos reais.

Então, vem a calhar este artigo, onde posso extrair argumentos para esse debate e tentar conhecer melhor a psique deles, como ela funciona. Assim como o autor do artigo esta buscando como funciona a psique dos que acreditam na Terra plana.

Flat Earthers, and the Rise of Science Denial in America

https://disqus.com/home/discussion/channel-disqusunderground/flat_earthers_and_the_rise_of_science_denial_in_america/

trechos importantes no artigo:

If we can understand science denial in its most elemental form, might we not be able to make progress against all of it at once? For those of us who care about science, it is important to fight back against science denial in whatever form it arises.

But we must do it in the right way.

As I argue in The Scientific Attitude, we need to stop merely pointing to the successes of science and reclaim the notion of uncertainty as a strength rather than a weakness of scientific reasoning. No matter how good the evidence, science cannot “prove” that climate change is real. Or that vaccines are safe. Or even that the Earth is round. That is just not how inductive reasoning works.

What scientists can do, however, is say much more than they do about the importance of likelihood and probability, to puncture the myth that until we have proof, any theory is just as good as any other. Scientific beliefs are not based on certainty but on “warrant”—on justification given the evidence. To say that the evidence for anthropogenic global warming has hit the “five-sigma” level, which means that there is only a one in a million chance of a false positive, is something less than certainty. But who could deny that this is enough for rational belief? When certainty is the standard, science deniers may feel justified in holding out for proof. So let’s explain to them that this is not how science works. That certainty is an irrational standard for empirical belief.

When a scientist looks for evidence, and it shows that his or her theory is wrong, this cannot just be ignored. If the problem gets bad enough, the theory must be changed or perhaps even abandoned, else one is no longer really a scientist. Yet I do not believe that this is a matter of method or logic (as Karl Popper and other philosophers have long argued,) but of values. One of the reasons that science works as well as it does is that—as opposed to ideology—it does NOT pretend that it has all the answers. It is open to new ideas, but also insists that these must be rigorously tested. In science there is a community standard to enforce this, based on data sharing, peer review, and replication. The scientific attitude exists not just in the hearts of individual scientists, but as a group ethos that guides empirical inquiry in a rational way. But how many of the lay public know this?

I therefore think that the best way to defend science is to go out and have more conversations with science deniers. I am not talking here about those desultory TV debates of yore, where they used to put James Hansen (a NASA scientist and leading voice on climate change) on a split screen with some conspiracy theorist, and then give them equal time. There are obviously legitimate concerns about giving a platform for falsehood. I’m talking about getting more scientists in front of the media, to talk not just about their findings, but about the rigorous process by which scientific results are produced. And yes, I think it is reasonable to expect more interactions between scientists and science deniers, as is now happening with the measles outbreak in Washington state, where public health officials are holding workshops to talk with anti-vaxxers.

In scientific reasoning there’s always a chance that your theory is wrong. What separates science deniers from actual scientists is how rigorously they pursue that possibility.

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Ensaio para meu post

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Sir McIntyre,

I will say that the Science’s representatives, those writing about Sciencies are the first prejudice to Science and who feeds the Science deniers. Theoretical scientists are producing bad, not rational, theories, and the writers try to sell these theories as final proved facts. Theoretical scientists usually loose the rational thinking, but normal people does not, they see the absurdity in such theories, and this is the first cause that normal people disbelief Science.

I agree with you the absurdity of Flat Earthers, climate and vaccine denials, but these are not the meaning scientific theories that affects people against Science. It is the most existential that affects deep beliefs, like the origins of life and this world, evolution by chance, etc. I am a theoretical naturalist philosopher doing my private investigation in Amazon jungle and nature here is suggesting a totally different world view, and that all these academic official theories are very wrong.

If you are serious in this issue and want to advocate in behalf of these current scientific theories ( I am not talking about scientific and empirical proved facts, it is about theories), I’m challenging you to a debate. We will begin fighting with evidences. I will show thousands of real facts as evidences to my theories, and lots of previsions already confirmed by the last scientific data, as you will do it.  But it will not solve the debate. Then, you will ask me rigorous tests about each theory, I don’t have it, but I will ask you to and I know you don’t have it. We don’t have it because we do not have the appropriate technology yet. So, the unique thing we can do is to debate the logical reasoning implied in each theory. And I think I will earn here because each steps of my theories are supported by known and proved facts existing here and now, while most of the steps of these academic theories does not have such support. This debate is useful because it will show to me and you the faults in our rational reasoning that are presents in those scientific deniers, and finally we will understand it.

What do you have to say?

 

Inteligente Designer e a resposta da Matrix/DNA

quarta-feira, junho 5th, 2019

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VEJAM SÓ! – Fomos planejados: Entrevista com o Prof° Marcos Eberlin

Pablo Fonseca – em Junho – 5 – 19

O prejuízo para a humanidade causado por estes dois absurdos – deísmo e ateísmo – esta nos desvios da busca do conhecimento real pelo método racional. Estes dois fanatismos prejudicam a medicina, a tecnologia, os valores sociais, etc. Então, se tudo foi feito pronto pelo sobrenatural, não existe motivo para continuar buscando causas de efeitos, não é, senhor Eberlin? E quando os materialistas dizem que apenas ingredientes inorgânicos iniciaram os fenômenos biológicos também se limita a busca das causas `a tal sopa – aqui ou em outro planeta – não é, senhores materialistas? Mas já existem humanos mais racionais que continuam buscando causas alem das muralhas emburrecedoras erigidas pelo sobrenatural e pela sopa, os quais já descobriram que o DNA biológico tem seus antepassados de sua mesma essência no intimo dos nossos ancestrais sistemas astronômicos, atômicos, e o qual esta inclusive encriptado em simples ondas naturais de luz, cuja procedência esta sendo calculada ser do antes e alem desta faixa limitada do mundo que captamos. A cosmovisão da Matrix/DNA é minha unica esperança atual de que pela Ciência pura e racional continuada, a humanidade ainda possa ter destino diferente de todos os outros animais e plantas deste mortal sistema solar.

Ideologias: A incompleta abordagem da Ciência Acadêmica e a explicação da Matrix/DNA

terça-feira, maio 28th, 2019

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https://www.youtube.com/watch?v=uMWfVMAVYhI

Resposta da Matrix/DNA: ( publicada no Youtube em 28/5/19 sob pseudonimo Pablo Fonseca)

Boa analise mas com alguns problemas:

1) Não tem como entender ideologia sem descer `as origens da psique humana. O que veio a ser ideologias humanas foram os três instintos herdados dos antepassados animais que dividem o sistema social na selva e se projetaram como divisores do poder nos sistemas sociais humanos. O grande predador fornece a energia agressiva, e a iniciativa da posse, `as classes dominantes, a presa forneceu a inercia e a fraqueza da classe dominada. Não existem guerras entre estas duas classes, isso é automático como na selva. Quem gera conflitos ideológicos são os instintos do médio predador – lobos, hienas- porque a classe media baixa quer sempre ocupar o lugar dos predadores no poder, e tentam jogar as presas contra o inimigo, assim se entende Lenine, Fidel Castro, Lula, etc.

Já havia ideologia na idade antiga quando se disputava que ” meu deus é o certo e escolheu nosso povo, seu deus é errado você é pagão e merece ser escravizado”, etc. Fernando tenta ser imparcial mas quando não vai nas origens e começa com Marx – havia ideologia no feudalismo, na monarquia – ele sugere que neoliberalismo seja reação, quando é continuismo.

2) O predador humano necessita não apenas controlar as presas pela força física das suas armas atuais, porque presas humanas usam flechas, drones e são maior numero. Então descobriu o controle mental baseado na ocultação e mentira sobre a realidade, como fazem as religiões que inventaram. O maior problema é a distorção dos fenômenos e eventos naturais que assim dessincroniza a evolução da razão humana do caminho seguido pela evolução das forças naturais, condenando a especie a extinção. A nova visão do mundo denominada Matrix/DNA está descobrindo que a maioria das interpretações religiosas e cientificas atuais dos fenômenos naturais estão com seus significados errados. Por exemplo, quando ensina estudantes que a evolução biológica surgiu por si mesma separada da anterior evolução cosmológica tem que inventar a mentira de uma origem da vida por um agente inexistente ( o acaso construtivo magico) e assim distorce todos os mecanismos da evolução para sustentar o darwinismo social cujos valores justificam sua dominação e entorpecem a razão dos dominados.

Outros importantes detalhes não foram mencionados.

Ciência acadêmica no Brasil

sexta-feira, maio 24th, 2019

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Reflexões sobre o início de 2019 do ponto de vista de um cientista no Brasil…

https://stevensrehen.blogosfera.uol.com.br/

O texto fe muito curto e superficial, no costumeiro estilo acdemico brasileiro.

Meu comentario postado aguardando moderacao em 24/5/19:

Falhas no ensino acadêmico:
1) Para fazer ciência é preciso dinheiro, então;

2) Os neurocientistas como o autor deveriam tentar erradicar a maldita cultura que reina no povo brasileiro produzida pela cartilha maquiavelista trazida pelos europeus colonizadores com slogans como: “dividir para reinar”. O egoismo individualista é ensinado através da educação familiar, religiosa e escolar, produzindo a capacidade de associarem-se, a qual foi, por exemplo um dos pilares do sucesso do povo americano. Comparar os valores humanos nos dois tipos de educação, consertar o que esta errado aqui e incluir isso no curriculum escolar. Num ambiente em que esta cada um por si reina o caos e a pobreza, portanto, sem chances `a Ciência.

3) Observe como os fungos e bolores se alastram porque as células atras da fila levantam as da frente formando os polipos. Mas quando as ultimas não o fazem, os acadêmicos devem deixar o ar condicionado e fortalecer o povo…

A diferença entre o criador e o conhecimento cientifico

sábado, maio 11th, 2019

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Cientistas correram a criticar o Olavo de Carvalho comentando neste vídeo que ele teria errado tudo ao se meter em Ciências Físicas. Eu acho que erraram, postando o seguinte comentário ( e abaixo do vídeo o debate que se seguiu):

Meu cmentario: ” Olavo em nenhum momento profere o nome ” boson de Higgs”, porque o tópico dele aqui não é a Fisica e sim afirmar o desejo de um criacionista deísta perguntador, abalado com o boato de que os criacionistas materialistas teriam uma vitoria, usando a milenar logica deísta na qual Olavo é  um brilhante mestre com poderosos insights, porque esse também é seu desejo como deísta. O tópico é a diferença entre ato e dados. E’ a controvérsia entre criacionismo niilista ( definiram o bóson como “criador” do campo que atribui massa, etc.) e o criacionismo deísta, dois lados de uma mesma moeda metafisica. A Ciência lida com os n objetos observados num dado momento e descreve o que vê e isto é um dado. Depois repete o mesmo método com outros ou mesmos objetos em outro momento. Ela não conecta os dois momentos por isso ela não afirma que este objeto deste momento é a causa do outro objeto no outro momento. Quem tenta conecta-los são os humanos com suas teorias. Pois o ato do Olavo é o processo agente entre causa e efeito, criador e criatura, aqui esta’ a causa da sua atitude critica contra teóricos e não contra ciência, não significando isso que ele tenha provado sua versão do que é o agente do processo.

 

Inteligencia Artificial na New York Academy of Sciences e meu e-mail sugerindo pautas

sexta-feira, abril 26th, 2019

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Natural Language, Dialog and Speech (NDS) Symposium (NYAS)

(mandei este e-mail para o evento visando participar com uma stand. Checar respostas no e-mail desde 04/26 e checar meu dashboard, notifications)

The universal natural formula of all natural systems shows that our actual binary systems cannot learning humans properties, it is necessary a new different approach. What we are doing with the current approach is turning on, unconsciously, the biological brain into a mechanistic brain, instead the opposite that should be our goal. I am the unique man in this world that knows this formula, how to make interpretations from  it, trying to mimicking it technologically, as you can have a n initial idea seeing the formulas at my website theuniversalmatrix.com .

Natural evolution is coming in  unique evolutionary lineage since 13,8 billion years ago. Errors in the current paradigm and approach are due also because a world view that separates biological from cosmological evolution, so, life, humans, biological evolution seems to be failed from skies by magical entities, be it gods or constructive randomness. This magical thinking never will lead our computation to learning humans. We discovered the evolutionary link between cosmological and biological, so, we have the knowledge how humans properties were already encrypted in the physic laws before life’s origins, and since we want to give life to our machines, we need know it.

Natural evolution has worked with two fronts since the Big Bang, one we can call it as hardware, the other, software. Exactly how we developed computation, natural evolution develops due feedback between this hardware and software. I am introducing the universal formula as a kind of simple algorithm where we can see the hardware and software at same time.      It happens that the universal formula has not two binary variables, but seven variables, and we can see them from atomic, astronomic, do DNA systems. Another big difference is that natural systems are based on the anatomy of light waves, which has encrypted the process of life’s cycles: any non-biological natural system is built by this living process. So, we need to transform our hardware, replacing pieces, following the natural model.

By the way, I think that my personal investigation lead me to final results that could be interesting to listen them. Since I am American citizen but most part of my life doing research at Amazon jungle,  ( English is not my native language, so, the errors here, sorry) and since I am living in New York, is you think it is good for you, I can build a stand with images in the corridors of the conference talking to people. Or another way you think about. I am sure the novelty of my approach is full of new insights that can boost the development of machine learning. Thanks… Louis Morelli (phone: xxxxxxxxx, e-mail : xxxxxxxxx

ENVIADO PARA ( sem saber se foi mesmo enviado):

Development
horourke@nyas.org

Filosofia natural, Ciencia Natural, e Ciencia: Diferencas explicadas no Wikipedia

sexta-feira, abril 12th, 2019

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https://en.wikipedia.org/wiki/Natural_science

Newton and the scientific revolution (1600–1800)

By the 16th and 17th centuries, natural philosophy underwent an evolution beyond commentary on Aristotle as more early Greek philosophy was uncovered and translated.[51] The invention of the printing press in the 15th century, the invention of the microscope and telescope, and the Protestant Reformation fundamentally altered the social context in which scientific inquiry evolved in the West.[51] Christopher Columbus‘s discovery of a new world changed perceptions about the physical makeup of the world, while observations by Copernicus, Tyco Brahe and Galileo brought a more accurate picture of the solar system as heliocentric and proved many of Aristotle’s theories about the heavenly bodies false.[52] A number of 17th-century philosophers, including Thomas Hobbes, John Locke and Francis Bacon made a break from the past by rejecting Aristotle and his medieval followers outright, calling their approach to natural philosophy as superficial.[53]

The titles of Galileo’s work Two New Sciences and Johannes Kepler‘s New Astronomy underscored the atmosphere of change that took hold in the 17th century as Aristotle was dismissed in favor of novel methods of inquiry into the natural world.[54] Bacon was instrumental in popularizing this change; he argued that people should use the arts and sciences to gain dominion over nature.[55] To achieve this, he wrote that “human life [must] be endowed with new discoveries and powers.”[56] He defined natural philosophy as “the knowledge of Causes and secret motions of things; and enlarging the bounds of Human Empire, to the effecting of all things possible.”[54] Bacon proposed scientific inquiry supported by the state and fed by the collaborative research of scientists, a vision that was unprecedented in its scope, ambition and form at the time.[56] Natural philosophers came to view nature increasingly as a mechanism that could be taken apart and understood, much like a complex clock.[57] Natural philosophers including Isaac Newton, Evangelista Torricelli and Francesco Redi conducted experiments focusing on the flow of water, measuring atmospheric pressure using a barometer and disproving spontaneous generation.[58] Scientific societies and scientific journals emerged and were spread widely through the printing press, touching off the scientific revolution.[59] Newton in 1687 published his The Mathematical Principles of Natural Philosophy, or Principia Mathematica, which set the groundwork for physical laws that remained current until the 19th century.[60]

Some modern scholars, including Andrew Cunningham, Perry Williams and Floris Cohen, argue that natural philosophy is not properly called a science, and that genuine scientific inquiry began only with the scientific revolution.[61] According to Cohen, “the emancipation of science from an overarching entity called ‘natural philosophy’ is one defining characteristic of the Scientific Revolution.”[61] Other historians of science, including Edward Grant, contend that the scientific revolution that blossomed in the 17th, 18th and 19th centuries occurred when principles learned in the exact sciences of optics, mechanics and astronomy began to be applied to questions raised by natural philosophy.[61] Grant argues that Newton attempted to expose the mathematical basis of nature – the immutable rules it obeyed – and in doing so joined natural philosophy and mathematics for the first time, producing an early work of modern physics.[62]

The scientific revolution, which began to take hold in the 17th century, represented a sharp break from Aristotelian modes of inquiry.[63] One of its principal advances was the use of the scientific method to investigate nature. Data was collected and repeatable measurements made in experiments.[64] Scientists then formed hypotheses to explain the results of these experiments.[65] The hypothesis was then tested using the principle of falsifiability to prove or disprove its accuracy.[65] The natural sciences continued to be called natural philosophy, but the adoption of the scientific method took science beyond the realm of philosophical conjecture and introduced a more structured way of examining nature.[63]

Newton, an English mathematician, and physicist, was the seminal figure in the scientific revolution.[66] Drawing on advances made in astronomy by Copernicus, Brahe, and Kepler, Newton derived the universal law of gravitation and laws of motion.[67] These laws applied both on earth and in outer space, uniting two spheres of the physical world previously thought to function independently of each other, according to separate physical rules.[68] Newton, for example, showed that the tides were caused by the gravitational pull of the moon.[69] Another of Newton’s advances was to make mathematics a powerful explanatory tool for natural phenomena.[70] While natural philosophers had long used mathematics as a means of measurement and analysis, its principles were not used as a means of understanding cause and effect in nature until Newton.[70]

In the 18th century and 19th century, scientists including Charles-Augustin de Coulomb, Alessandro Volta, and Michael Faraday built upon Newtonian mechanics by exploring electromagnetism, or the interplay of forces with positive and negative charges on electrically charged particles.[71] Faraday proposed that forces in nature operated in “fields” that filled space.[72] The idea of fields contrasted with the Newtonian construct of gravitation as simply “action at a distance”, or the attraction of objects with nothing in the space between them to intervene.[72] James Clerk Maxwell in the 19th century unified these discoveries in a coherent theory of electrodynamics.[71] Using mathematical equations and experimentation, Maxwell discovered that space was filled with charged particles that could act upon themselves and each other and that they were a medium for the transmission of charged waves.[71]

Significant advances in chemistry also took place during the scientific revolution. Antoine Lavoisier, a French chemist, refuted the phlogiston theory, which posited that things burned by releasing “phlogiston” into the air.[72] Joseph Priestley had discovered oxygen in the 18th century, but Lavoisier discovered that combustion was the result of oxidation.[72] He also constructed a table of 33 elements and invented modern chemical nomenclature.[72] Formal biological science remained in its infancy in the 18th century, when the focus lay upon the classification and categorization of natural life. This growth in natural history was led by Carl Linnaeus, whose 1735 taxonomy of the natural world is still in use. Linnaeus in the 1750s introduced scientific names for all his species.[73]

By the 19th century, the study of science had come into the purview of professionals and institutions. In so doing, it gradually acquired the more modern name of natural science. The term scientist was coined by William Whewell in an 1834 review of Mary Somerville‘s On the Connexion of the Sciences.[74] But the word did not enter general use until nearly the end of the same century.

Ciencia e tecnologia com Bolsonaro no Brasil: Total desastre!

terça-feira, abril 2nd, 2019

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O que tem determinado a diferença entre a riqueza e a pobreza, o poder global ou ausência dele? Claro, a primeira causa é o nivel da producao da Ciencia e da Tecnologia do pais. Parece que o atual governo é analfabeto e alienado sobre isso.

Corte no orçamento de pesquisas coloca futuro do País em risco

Austeridade no CNPq significa retrocesso, desestímulo de jovens cientistas e sucateamento de aparelhos

https://jornal.usp.br/atualidades/corte-no-orcamento-de-pesquisas-coloca-futuro-do-pais-em-risco/?fbclid=IwAR2XDkSZoYuY6Cz048ZxVTyePQEw6UDMxw_hh7c2Uqj7fmPDtuCptnSVXy0

Evidencias dos materialistas para teoria da abiogenesis. Seria esta teoria um novo Leito de Procusto?

quinta-feira, março 28th, 2019

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Procusto era um bandido que vivia na serra de Elêusis. Em sua casa, ele tinha uma cama de ferro, que tinha seu exato tamanho, para a qual convidava todos os viajantes a se deitarem. Se os hóspedes fossem demasiados altos, ele amputava o excesso de comprimento para ajustá-los à cama, e os que tinham pequena estatura eram esticados até atingirem o comprimento suficiente. Uma vítima nunca se ajustava exatamente ao tamanho da cama porque Procusto, secretamente, tinha duas camas de tamanhos diferentes.

Continuou seu reinado de terror até que foi capturado pelo herói ateniense Teseu que, em sua última aventura, prendeu Procusto lateralmente em sua própria cama e cortou-lhe a cabeça e os pés, aplicando-lhe o mesmo suplício que infligia aos seus hóspedes.

Procusto representa, em regra, o estado de um individuo com a mente fechada numa crença. O mito já foi usado como metáfora para criticar tentativas de imposição de um padrão em várias áreas do conhecimento, como na economia, na política, na educação, na história, na metodologia científica, na medicina, na administração[, nas ciências sociais e na sociologia eleitoral. (Wikipedia)

Talvez pela lista abaixo alguns crentes num “possivel ou não” mito, que é a teoria da abiogêneses acredita como verdade ja comprovada, são os Procustos no Ocidente contemporâneo. Pois todas estas evidencias se encaixam tambem como evidencias para outra teoria ( a Matrix/DNA Theory), que é outra totalmente diferente interpretacao destes fatos. Apenas o tempo, com mais dados, sera o juiz aqui.

Writing by a student of Biology: ( esta é uma lista de fatos realmente cientificos pois provados pela Ciencia. No entanto a Ciencia lida com fatos, e apenas com os que ela pode lidar aqui e agora, a Ciencia não fala, não tem opiniões e não elabora teorias. Humanos as fazem)

Scientific evidences for abiogenesis:

# Scientists simulated early Earth conditions in the laboratory, and observed the formation of precursors to RNA and DNA, amino acids and nucleic acids (>50 types), via naturalistic processes.

# In a NASA study, NASA scientists have reproduced uracil, cytosine, and thymine, three key base-pairs of RNA and DNA, in the laboratory.

# A 2016 study demonstrated for the first time ever that RNA molecules can form in alkaline hydrothermal chimneys. # RNA is the first genetic molecule to form on Earth. It can store genetic information, serve as an enzyme like proteins, and help create both DNA and proteins. Later, DNA and proteins evolved and replaced this RNA world because they are more efficient at their functions. The central role of RNA in both the origin of life and the mechanism of protein synthesis has been established, reinforced by the role that 16S/18S rRNA have played in evolutionary constructions.

# Scientists are close to replicating the RNA world in the laboratory, bringing mankind another significant step closer to knowing how life originated on Earth via naturalistic processes.

References:

– A synthetic approach to abiogenesis by James Attwater & Philipp Holliger, Nature Methods 11, 495–498 (2014) doi:10.1038/nmeth.2893

– Forterre P, Filée J, Myllykallio H. Origin and Evolution of DNA and DNA Replication Machineries. Austin (TX): Landes Bioscience; 2000-2013.

– David P. Horning and Gerald F. Joyce. Amplification of RNA by an RNA polymerase ribozyme. PNAS, 2016 DOI: 10.1073/pnas.1610103113

– Lu DY, Lu TR, Wu HY (2012) Origins of Life, RNA World or Alternative RNA World. Cell Dev Biol 1:e102. doi:10.4172/2168-9296.1000e102

Informativo debate sobre ciencia entre Matrix/DNA x criacionista x ateu

sexta-feira, março 22nd, 2019

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O debate se deu em 3/22/19 e esta embutido neste post, postado a cerca de 20 de dezembro/19.

https://www.youtube.com/watch?v=xyhZcEY5PCQ

Wayne Collier  – Our species or at least some members have a quest for knowledge which led to science. And for that we thank you