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Corrida Humana na Busca da Primeira Lama: Nossa Paz Depende Mortalmente de Encontrá-la!

terça-feira, julho | 10 | 2012

Esta piada faz parte do nosso assunto sôbre “visões do mundo”:

Um grupo de cientistas descobriu como criar vida. Êles decidiram que era tempo de dizer a Deus que êles não mais precisavam dêle e nomearam um cientista para fazer isso. No encontro, o cientista explicou sua descoberta a Deus e disse que Êle não seria mais necessário à espécie humana, que nos deixasse construir nosso próprio mundo, sua vida, segundo nossos interêsses. Deus ouviu em silêncio, sorriu, e então disse: “Okay, mas eu gostaria de assistir como você cria a vida, antes de deixá-los a seu próprio destino”. O cientista então veio abaixo buscar algumas coisas, e retornando mostrou uma colher com 50 gramas de lama para começar seu experimento, fazendo a primordial sôpa. Deus levantou sua mão e apontou seu dedo para a colher dizendo: ” Não, não, isso aí é meu, consiga sua própria lama, seus ingredientes” …

Moral da História:

Se não existe nenhum fato comprovado que sirva como alicerce para um ser humano dizer que existe um Deus poderoso, mágico, criador de todas as coisas, etc., tambem não existe um fato comprovado provando qualquer outra teoria, similar a esta ou negando esta. Nossa unica alternativa é ser agnósticos ( eu não sei mas vou procurar saber), continuar investindo na busca e expansão do conhecimento dos fatos e eventos naturais, chegar às fronteiras do Universo ( se existem), ultrapassa-las e tudo só terminará quando conhecer-mos realmente a primeira lama ( se houve uma).

xxx

Em Inglês:

Human Race in Search of the First Dirt: Our Peace Depends Deadly on to Find It!

This joke is related to our issue about world visions:

A group of scientist discovered how to create life. They decided it was time to tell God they no longer needed him (or her). One scientist was nominated to go tell God. At the meeting, the scientist explained their discovery to God and said that he was no longer needed by mankind. God said, “Okay, but I would like to see how you do it before leaving you on your own”. The scientist then bent down and scooped up a cup of dirt to begin the experiment. God wagged his finger at the scientist and said: “No, no, get your own dirt”

Moral of this story:
If there is no proven fact that serves as a foundation for a human being to say that there is a mighty God, magic, creator of all things, etc.., there is also no a proven fact proving any other theory, similar to this or deny this. Our only alternative is to be agnostic ( I don’t know, but I will search the knowledge), and continue investing in the pursuit and expansion of knowledge of natural facts and events, reaching the borders of the universe (if any), exceeds them and everything will end only when we truly know the first dirt (if there was one).

Luz é gerada a partir do nada… e já vem com o Código da Vida?

quinta-feira, junho | 9 | 2011

Recapitulando artigos anteriores,  nós da Matrix/DNA  chegamos num impasse que parece intransponível: a fórmula da Matriz desvenda tudo o que existe no Universo material, o mundo material não tem mais segrêdos para nós e tudo de novo material que for-mos encontrando daqui para a frente se encaixará na história da Matrix. Tentando avançar além da matéria – porque aqui não encontramos as respostas ultimas à razão da existência – de repente descobrimos que um espectro de luz natural contem o código da vida, assim como é o animador dos ciclos vitais.  Nêste ponto o mundo ruiu a nossos pés, pois somos bons em desvendar os segrêdos do mundo que de alguma forma conseguimos sentir,  ver, apalpar, manipular, mas a luz natural é algo tão imaterial, tão abstrato, tão fantasmagórico, que em nada podemos tocá-la. Terá a resposta suprema sido ocultada de nós para sempre, por tras da luz natural?  O que existe além da luz?  Qual é a fonte dessa luz? Porque ela é tão complexa a ponto de ter a fórmula da criação? A Luz seria o braço, as mãos, de Deus?

Eu particularmente pensei em desistir de tudo, mandar o mundo parar porque quero descer. Não há para mim razão ou motivação alguma para continuar a viver nesta forma de eterno ignorante d aprópria existência.   Mas como meu cérebro não suporta ficar sem trabalhar de policia, continuei a dar uma olhada de soslaio no que  aparece nas noticias sôbre a luz, e mais algumas coisas que deixaram pontos de interrogação,  como a mente, holografia, cérebro, e claro, a dimensão quântica. Portanto criei aqui uma categoria para cada um dêsses assuntos e aí vou registrando e pensando no que vai surgindo de novo.  Agora vêm me dizer que criaram luz do… nada!  Claro, isso só poderia ser brincadeira.  Mas chegaram perto: um aparelho no vácuo quântico parece materializar fotons de luz!  Tais fotons podem ser arrancados do aparelho pelas fôrças do vácuo quântico ou pode ser, como apostam os pesquisadores, terem sido criados pelo vácuo quantico.

Mas os pesquisadores não tem êsse problema de saber que na luz está o código da criação.  Acho que para êles, luz é apenas luz, nada mais. Se for como eles pensam, é racional supor que apenas as vibrações do vácuo podem criar de si mesmas a luz.  Mas se a luz for o que penso que é,  o vácuo quântico é apenas a ponte entre nós, o nosso mundo real e a fonte criadora do nosso mundo.  Portanto, por tras do vácuo quântico e fomentando aquelas vibrações está o supremo mistério da nossa existência, o qual vai se materializando na forma de fotons – os quais são -  segundo a Matriz/DNA – particulas informação da coisa que nos criou.

Portanto fica aqui registrado êste artigo de muita importancia nêsse novo reino da nossa busca pela Verdade Última… se houver uma.  

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=luz-gerada-partir-nada&id=010815110606

Redação do Site Inovação Tecnológica – 06/06/2011

O estranho mundo quântico Se você não entende nada de física quântica, não se avexe: Richard Feynman, um dos mais aclamados físicos do último século, dizia que ninguém entende de física quântica.

 A realidade, contudo, é que ela está lá e, de forma bem prática, é a física quântica que explica o funcionamento dos computadores, dos supercondutores, dos microscópios eletrônicos, das comunicações por fibra óptica, enfim, de quase tudo o que nos leva a chamar o período em que vivemos de “era da tecnologia”.

 Mas que a física quântica é estranha, isso ela é, sobretudo porque, nas dimensões atômicas e subatômicas, as coisas se comportam de maneiras que ferem nossa intuição, fundamentada no que chamamos de “mundo clássico”, explicado pela “física clássica”.

 Vácuo quântico

 Um exemplo típico da estranheza do mundo quântico é o vácuo: faça um vácuo perfeito, eliminando tudo de um determinado espaço, até a última molécula e o que você terá? Nada?

Não exatamente: você terá o vácuo quântico.

O vácuo quântico é um estado com a menor energia possível, uma espécie de sopa de campos e ondas de todas as frequências, o que inclui as forças eletromagnéticas, mas também as ondas que representam as partículas.

Nessa sopa real, partículas saltam continuamente entre a existência e a inexistência.

Essas partículas são tão efêmeras que os físicos as chamam de “partículas virtuais”, embora elas tenham efeitos sobre o mundo real.

É por isso que os físicos afirmam que a matéria é resultado das flutuações do vácuo quântico.

Eles acreditam também que corpos celestes extremos podem atuar diretamente sobre o vácuo quântico, produzindo energias capazes de interferir até com fenômenos astrofísicos.

 Estrela de nêutrons pode acordar o vácuo quântico

Faça-se a luz

 A maior parte dessas explicações ainda está no reino das hipóteses e das teorias. Ou, pelo menos, estava.

Pela primeira vez, uma equipe de físicos afirma ter conseguido gerar coisas desse “nada” quântico. Mais especificamente, eles fizeram com que vácuo quântico gerasse fótons reais. Ainda mais claramente, tentando trazer isso para o senso comum, eles emitiram luz do nada.

Será necessário esperar que outros grupos refaçam o experimento; mas, se confirmado, esta certamente se transformará em uma das experiências científicas mais bizarras e famosas da história, e uma importante prova prática da validade da mecânica quântica.

Realizando o virtual

Ora, se o vácuo quântico é uma sopa na qual pululam partículas virtuais, deve ser possível detectar ou mesmo capturar essas partículas. Foi isto o que motivou Per Delsing e seus colegas da Universidade Tecnologia de Chalmers, na Suécia.

Os cientistas já sabiam como detectar indiretamente as partículas virtuais “emitidas” pelo vácuo quântico usando dois espelhos, colocando-os muito próximos um do outro.

Essa proximidade limita a quantidade de partículas virtuais que podem vir à existência entre os dois espelhos. Como passam a existir mais partículas virtuais fora dos espelhos do que entre eles, cria-se uma força que empurra um espelho na direção do outro.

Esse empurrão, conhecido como Força de Casimir, é forte o suficiente para ser medido pelos instrumentos atuais.

Luz do nada

Mas os teóricos previam que as coisas poderiam ficar mais interessantes se fosse usado um espelho só, que poderia absorver energia das partículas virtuais e, sendo um espelho, reemití-las na forma de fótons reais.

O problema é que, para isso dar certo, o espelho teria que se mover a uma velocidade próxima à velocidade da luz, algo impraticável com a tecnologia atual.

Delsing e seus colegas deram um jeito de sair desse impasse usando um sensor extraordinariamente sensível a campos magnéticos, chamado SQUID (Superconducting Quantum Interference Device), e fazendo-o funcionar como um espelho.

Quando um campo magnético atravessa o SQUID, ele move-se ligeiramente. Alterando-se o sentido do campo magnético vários bilhões de vezes por segundo força-se o SQUID-espelho a sacudir velozmente – tão rápido que ele atinge cerca de 5% da velocidade da luz.

E essa velocidade parece ter sido suficiente.

Segundo os físicos, o espelho gera um chuveiro de fótons, que saem desse nada chamado vácuo quântico, refletem-se no espelho, e surgem para o mundo real, onde podem ser detectados por fotocélulas.

Luz é gerada é partir do nada

Luz de Feynman

No estágio atual, com este experimento pioneiro, ainda não é possível prever alguma aplicação para o efeito, uma vez que a luz gerada é muito fraca para fins práticos.

Mas pode ser uma luz suficiente para clarear as esquisitices da mecânica quântica e, quem sabe, tirar a razão de Feynman: quem sabe dos cientistas já não estejam começando a entender “alguma coisa” de mecânica quântica?

Se este for o caso, logo poderá ser dada razão a um outro grupo de físicos que, em 2006, previu que será possível, no futuro, construir nanomáquinas alimentadas pela energia do “nada”.

Veja outras pesquisas sobre o vácuo quântico:

Ciência e Corrupção Econômica: O mesmo processo que engana o povo, engana intelectuais e cientistas.

sábado, março | 12 | 2011

 A séculos certas máfias dominam a economia na Humanidade, o povo vê as noticias na televisão todo dia mas não é informado quem ou o que está por trás dos eventos. No ultimo século a Ciência vem conseguindo descrever todos os eventos que ocorreram para a origem do universo, da vida e sua evolução, cientistas e estudantes  assistem estas descrições mas não são informados sôbre as fôrças que estão por trás produzindo os eventos.

É no mínimo curioso êste paralelismo de ignorância entre povos e cientistas. A Natureza está sempre nos escondendo algo e parece que sua regra é: “Ou você busca se informar mais profundamente além das imediatas aparências ou serás ignorante e portanto débil e escravo”. Todo ser humano tem quer despertado para esforçar-se mais na busca das informações certas e não deixar-se dominar pela sua melhor acomodação na situação atual e local, pois um passo a mais e descobre-se que existe um nível superior de vida muito melhor do que aquêle que aceitamos como fatalidade e assim nos acomodamos.  

Vejamos na prática como isso funciona nos dois casos:

Cena 1: O trabalhador e a dona de casa tôdas as noites depois de um dia sacrificado no trabalho forçado instala-se confortavelmente no sofá em frente à televisão para assistir primeiro, o noticiário do dia. Na verdade a economia é o agente que mais produz as notícias, desde as passeatas , os indices da macro-economia mostrando elevação ou baixa na taxa de desemprêgo, no preço dos imóveis ou da gasolina, a compra ou venda de tal mega-emprêsa, a denuncia da secretaria contra o patrão por questões sexuais, o casamento de fulano com fulana, o ataque da guerrilha colombiana, etc. A televisão narra a ocorrência e rápidamente passa para os comerciais ou a nova noticia. E o casal de telespectadores pensa que é bem informado, e de acordo com as noticias êles concluem que nada mais têm a fazer que no dia seguinte se levantarem cêdo e repetir o dia anterior.

Mas quem procura mais informações geralmente em livros pesados e dificeis de ler, como por exemplo “O Capital” de Marx, “A Riqueza das Nações”, de Adam Smith, ou “O Protocolo dos Sábios de Sião”, ou ainda “A Ditadura dos Cartéis”, “A IOS e a Finança Mundial”, “A Industria farmacêutica e a segurança nacional”, “As Familias Rotchild e Rockefeller e os Bancos em Walt Street”, etc. e etc. , sabe que existem e quem são os manipuladores controlando os cordéis por trás dos acontecimentos  daquelas  meras narrações de noticias. E sabe que existem meios de combater e eliminar aquelas causas perniciosas e inimigas da Humanidade, mas nada pode fazer porque o que dá o poder aos manipuladores é justamente a ignorância do povão.

Cena 2: O estudante e cientista especializado em alguma área restrita dêste método cientifico reducionista assistem vídeos sôbre as origens e evolução do Universo e da Vida, e pensam que estão bem informados, acima da grande massa do povo ignorante e supersticioso. Mas os filmes, vídeos, palestras e mesmo a maioria dos livros n6estes temas se limitam a descrever os eventos. Por exemplo assista-se a série de vídeos do professor Jack Szostak, de uma universidade americana, intitulada “Origins The Series” onde tem a parte 1 com “The Origins of Life”, a parte 2 com “The Origins of Genetic Code” e assim por diante. O enderêço no Youtube é:   http://www.youtube.com/watch?v=rtmbcfb_rdc

Nêstes vídeos está tudo surpreendentemente descrito: começando a partir da matéria já tornada orgânica (quer dizer, dando o famoso salto no inicio), os vídeos vão descrevendo os eventos como o primeiro nucleotideo se duplicou e as cópias se alinharam formando RNA e DNA, como começou a competição e alimentação, como surgiu o código genético, etc. Qualquer ser humano racionalmente bem equilibrado sairá desta sessão de filmes com certas conclusões: a ciência, os cientistas, descobriram tudo, como tudo aconteceu pela simples suscessão de causas e efeitos, o universo todo estava tunelado para dar nêsse resultado que produziu coisas como a vida e inteligência humana, e estava tunelado por simples sorte nossa, pois devem existir muitos universos em que uma evolição nunca começou, ou ela parou em algum lugar, ou se desviou por outros caminhos. As histórias mentirosas dos antigos falando na existência de deuses, do paraíso, Adão e Eva, Jeová e Mahomé, tudo mentira deslavada, pura imaginação vagabunda e inconsequente. E assim o estudante ou o cientista especializado em geologia conclui que nada mais há para êle fazer senão amanhã cêdo voltar ao trabalho repetindo o dia anterior.

Tanto para o cidadão comum da primeira cena como os normais da segunda cena podem estarem (e de fato estão) cometendo um terrível equivoco pelo qual pagam muito caro e estão condenando seus herdeiros das próximas gerações ao mesmo sacrificio. Se o casal no sofá conhecesse  os agentes ocultos no poder, se desligassem a televisão em cada noticia e procurassem tôda e qualquer informação relacionada, se pensassem e trocassem informações e idéias com pessoas da mesma classe social, com os vizinhos do bairro, da cidade, do país, com os grupos internacionais… descobririam que os acontecimentos economicos não são simples efeitos das causas naturais e ações e reações dos elementos mostrados no noticiario resumido. Da mesma forma, se estudantes, intelectuais e cientistas especializados em disciplinas limitadas, desligassem o vídeo em cada um dos eventos narrados para tentarem entender o todo, como por exemplo, a replicação do primeiro nucleotideo: porque o nucleotídeo se replicou? Simples ação das forças atômicas de atração ou repulsão, da termodinâmica, do contexto ambiental? Mas quais foram exatamente estas fôrças, como elas estavam nos átomos, no sistema solar, no ambiente geral, antes dêste evento ocorrer? Porque na História de todo o Universo e da matéria nunca foi registrado nada se replicando antes? Como e porque tôdas estas fôrças convergiram exatamente para o mesmo e unico ponto das imensas dimensões do tempo e do espaço?!

Ao fazer isto o telespectador descobre que o vídeo apenas relata o que aconteceu com os elementos envolvidos no evento, mas nada sôbre o que dirigia estes elementos e o ambiente no local e momento do evento. Certamente não obterá respostas para suas questões nem no vídeo e nem com os autores do vídeo, pois êles não sabem, como a jornalista tambem não conhece as forças ocultas do que narra sorrindo para transmitir boa impressão.

Todos os eventos narrados no vídeo ocorreram dentro de um sistema astronômico e os elementos envolvidos são constituidos por elementos dos sistemas atômicos e sub-atômicos. Estes macro-sistemas e micro-sistemas são influenciados dentro de uma hierarquia de sistemas, e foram por sua vez produzidos por sistemas ainda mais alem, dos quais quase nada sabemos, como são os casos do universo ou possivel multi-universos atuando sôbre o macro, e da dimensão quântica atuando sôbre o micro. As máfias economicas tem o poderoso chefão, os gerentes, os chefes, os sub-chefes, de maneira que no noticiario só aparecem os agentes comprados por ultimo, como os politicos, os policiais, os bandidos, os presidentes das estatis, etc.  O povo ignora os sábios do sião, os Rotchild, os Rockfellers… quanto mais os poderosos chefões. Tal como a tribo dos quixoxó ainda primitiva e meio-perdida na selva amazônica entrega seu ouro em troca de bugigangas para outros nativos que viajam ao grande rio e vão entrega-lo nos barcos, e os quixoxós não tem a menor idéia que são explorados e estão pagando á uma civilização distante de cara-pálidas que se denomina de país, nação. De repente o clima em suas terras muda, a chuva vem como nunca antes, ou aparece um bombardeio de aviões de traficantes ou garimpeiros, ou seja, mil eventos podem ocorrer mudando sua história sem que eles jamais se apercebessem da existência de fôrças ocultas responsáveis para que os eventos se dessem daquela maneira. E se existe um império galáctico que venha a dar uma olhada por aqui a cada cinco mil anos, talvez buscar alguma colheita do que plantaram… como a tribo de negros no coração da África terá a noção de que pertencem a êste império se nem sabem que existem galáxias?

Eu tive uma péssima vida e culpo o péssimo desenho ou projeto dêste mundo mais as imperfeições dos humanos como a causa de minha vida estúpida. Aos humanos ainda dou um desconto porque na verdade são vítimas como eu. Sempre me preparei para o suicidio no dia seguinte, pois é mais inteligente ser o nada absoluto do que ser  um zumbí vivo torturado. Mas sempre tive essa teimosa idéia ou sonho de me vingar contra meus algozes – sejam deuses ou descomunais fôrças naturais – antes de cair definitivamente. E para empreender esta batalha, ou até mesmo tentar vencê-la, é preciso investigar e obter informações sôbre o inimigo. A vida humana pode ser muito melhor se os seres humanos atuarem da maneira certa, os que estão oprimidos não estão sendo os agentes intelectuais, então quem são os errados opressores intelectuais? Por isso lí uma montanha de livros e prestei uma atenção diferente aos eventos por onde andei. Mas a Vida em geral na Terra poderia ter sido muito diferente se tivesse havido um projeto inteligente e sensível, amoroso, aos seres viventes. Os fatos evidenciam o contrário. Então o que, ou quem, está errado e por trás das origens e manutenção desta Vida? Aqui não adianta buscar nos livros, nas universidades, nas igrejas, pois já fiz essa busca e retornei de mãos vazias. Então só me restou algo: prestar atenção aos elementos envolvidos e aos eventos que ocorrem sempre desenhando a melhor sugestão da força ou elemento que pode estar por trás dos elementos e eventos. Como o delegado pede ao desenhista um retrato falado do suspeito.

Então descobrí que o método da anatomia comparada entre dois conhecidos elementos constantes da linha evolucionária pode revelar a imagem de um terceiro elemento oculto nesta mesma linhagem, ou fora dela. Fui lá na selva bruta onde as origens aconteceram e devido não ter sido invadida pelo homem branco os elementos de hoje ainda podem ser as testemunhas dos eventos nas origens. Assim cheguei na Matriz/DNA. Ela corresponde ao retrato falado e preenche formidavelmente os requisitos que foram necessarios para ter sido o agente por trás de todos os elementos e eventos descritos naqueles vídeos.

Mas então percebí que estou retornando à estaca zero: de nada adianta uns poucos saberem quem é e onde está o mal, se a grande massa de estudantes e cientistas mantem-se acomodados na ignorância atual, e dão o poder para a Matriz/DNA continuar manipulando os cordéis de nós todos, como marionetes. E o pior: fazem isso com arrogância, rindo-se da ignorancia dos outros ignorantes!

Kevin Dunbar: O cientista que estuda cientistas

sexta-feira, setembro | 10 | 2010

Na defesa da Teoria da Matriz  precisamos aumentar nossa munição e o artigo abaixo vem a calhar.

Publicado em: http://criacionista.blogspot.com/ 

[Meus comentários seguem entre colchetes – MB]
O professor de psicologia  queria entender como pesquisadores chegam a conclusões científicas. Passou um ano nos laboratórios da Universidade Stanford, nos EUA. O que ele descobriu? Que cientistas adoram formular teses – mas odeiam quando elas fracassam. E que a ciência ignora descobertas acidentais capazes de revolucionar nosso conhecimento.

Cientistas iniciam pesquisas com uma tese e depois fazem testes para comprová-la. Qual o problema disso?

O problema é que os cientistas definem um objetivo, e esse objetivo bloqueia a consideração de outras hipóteses [tenho visto exatamente esse tipo de coisa, ao longo dos anos, no que diz respeito à discussão sobre as origens; darwinistas naturalistas se recusam considerar premissas de outra cosmovisão, simplesmente por não ser naturalista ou ter sabor “religioso”]. Pelo menos 50% dos dados encontrados em pesquisas são inconsistentes com a tese inicial. Uma proteína que “não deveria” estar lá, por exemplo [ou a evidência de design inteligente que não pode ser considerada, para acrescentar outro exemplo]. Quando isso acontece, os cientistas refazem o experimento mudando detalhes, como a temperatura, esperando que o dado estranho desapareça. Só uma minoria investiga os resultados inesperados [outro exemplo: em lugar de admitir que o clássico experimento de Urey-Miller não explica a origem abiótica da vida, darwinistas preferem sustentar a teoria e buscar outras explicações para o improvável; preferem, assim, salvar a teoria dos fatos].

Por quê?

Se você está comprometido com uma teoria, a tendência é ignorar fatos inconsistentes com ela [perfeito! O comprometimento com o naturalismo impede que muitos cientistas vejam as coisas de outra maneira – claro que isso também acomete cientistas teístas]. Pode ser que você nem repare em um dado inesperado. A explicação para isso está no cérebro. Há informações demais à nossa volta, e o cérebro precisa filtrá-las [e como o cérebro filtra essas informações? Aí entra o elemento subjetivo da cosmovisão que faz com que cientistas naturalistas e teístas interpretem o mesmo objeto de estudo de maneiras totalmente diferentes]. Dados “estranhos” nem serão memorizados [dados estranhos como o fato de o crânio do neandertal ser maior que o do homem moderno; como o fato de não existirem os milhares (milhões?) de elos transicionais esperados na coluna geológica; como a constatação de que informação complexa e específica necessária para a evolução darwiniana simplesmente não surge; e assim por diante]. Essa é uma das funções de uma região cerebral chamada córtex pré-frontal dorsolateral: suprimir informações indesejadas [leia também “Dissonância cognitiva”].

Mas como saber qual dado estranho merece atenção e qual não merece?

O bom cientista sabe que tipo de dados seguir. Ele dirá: “Hum, isso é interessante, vamos por aqui.” Outros cientistas não mudarão de rumo. Experimentos custam tempo e dinheiro, e eles não vão se arriscar em nome de algo que não conhecem [mas, se ciência é a busca da verdade e a verdade é ampla, os esforços para encontrá-la também deveriam sem amplos e considerar todas as hipóteses razoáveis]. Em geral, cientistas precisam decidir entre fazer os experimentos de baixo risco, que garantem emprego e publicações, e os de alto risco, que provavelmente não vão funcionar, mas podem render descobertas relevantes [além disso, ir contra o status quo atual da ciência é arriscar a carreira e a verba para pesquisas; por isso mesmo muitos cientistas preferem continuar pesquisando apenas dentro de certo paradigma].

Então o processo científico é parte do problema?

Sim, ele faz os cientistas se preocupar só em publicar. Assim, 90% dos cientistas apenas mudam uma variável de um velho experimento e o publicam de novo. Alteram detalhes, sem fazer descobertas que realmente contribuam para o conhecimento.

Como fomentar descobertas acidentais?

Com diálogo [como, se cientistas que só pensam em publicar (como Richard Dawkins) se recusam a dialogar com teóricos e pesquisadores criacionistas e do design inteligente? Como, se jornalistas como Marcelo Leite, da Folha, dizem que para os criacionistas não dão espaço?]. Na ciência, o raciocínio é feito em conjunto. É nas conversas que o raciocínio espontâneo ocorre. E isso pode ajudar o cientista a mudar de ideia sobre um resultado. Por isso a diversidade do grupo de cientistas é crucial [como, se cientistas criacionistas, se manifestam sua posição, nem sempre conseguem emprego?]. É importante ter gente na equipe que tenha vindo de faculdades diferentes, por exemplo [e que tenham cosmovisão diferente, também]. Também é bom ter homens e mulheres no grupo.

Que descoberta o mundo teria perdido não fosse o fracasso de uma tese?

O Viagra. Ele foi inicialmente desenvolvido para problemas do coração. No fim dos testes, a condição cardíaca dos voluntários não melhorou, mas eles não quiseram devolver a droga. Por quê? Os cientistas prestaram atenção no resultado inesperado – e hoje o Viagra é usado globalmente para combater a impotência sexual. Os cientistas, que achavam que o experimento havia falhado, fizeram uma importante descoberta acidental.

(Superinteressante)

Nota 1: O autor do artigo tem um blog e escreveu alguns comentários adicionais muito interessantes sob o título “A ciência é (quase) cega – e nós também”. Ele diz, por exemplo: “Desde que falei com Dunbar, fico com o pé atrás quando alguém me fala de algo ‘cientificamente provado’.” Uma leitora, que aparentemente é médica, comentou: “É… mudarmos a linha de raciocínio já tão bem costurada não é fácil messssmo! (Des)construir é para poucos… Sabe, Dudu, ando vivendo na pele a dificuldade que é ‘conversar’ com colegas (médicos principalmente) sobre o que anda acontecendo e mudando na ‘ciência’… rejeitam de cara e torcem o nariz!!! Mesmo o que já foi ‘cientificamente comprovado’, rsrs.” (Colaboração: Matheus Cardoso)


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