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Qual a origem e razao de existir dos animais peconhentos, segundo a Matrix/DNA?

domingo, maio 13th, 2018

xxxxx

Pergunta do leitor:

-” Olá , eu sou uma pessoa interessada por sua explicação de como surgiu a vida (apesar de eu não a entender por 100%) , eu queria saber de uma coisa , como a matriz/dna explicaria o surgimento de animais peçonhentos ? você já tem uma teoria pra explicar tal acontecimento ? Obrigado pela atenção.”

Resposta da Matrix/DNA:

Ei, Iago, desculpe-me, apenas agora descobri esta secao do Facebook e vi sua questao. Animais peconhentos? Nunca me fiz esta pergunta, entao vou consultar a formula da Matrix/DNA. O problema aqui ‘e que cada fenomeno natural existente aqui e agora e’ o produto evolutivo ou involutivo de 13,8 bilhoes de anos de expansao da formula inicial no seu estado de onda de luz ( que voce percebe no grafico do espectro eletromagnetico em meu site) e de miscigenacoes da formula vinda de varios pontos do espaco/tempo. Entao um fenomeno como uma cobra peconhenta mostra um sistema em que tudo vem da formula porem, tem funcoes sistemicas da formula que sao expressadas e outras nao. Por ser um sistema biologico primitivo, indicando que ela tem fortes lacos hereditarios vindos do sistema astronomico ancestral, e devido o estado evolutivo da formula no sistema astronomico foi um grande erro da Matrix/DNA porque ela se tornou um sistema fechado – cortando relacoes com o resto do mundo, inclusive com alguma divindade, se existia ou nao – a cobra tras este erro ou pecado original mujito forte na sua expressao genetica, ou seja, ela imita quase totalmente o sistema fechado. E no estado de sistema fechado temos o circuito esferico espiralado por onde flui a informacao, de cujo circuito a cobra ganhou sua forma ou fenotipo e inclusive seu andar serpenteante imitando a espiral. O fato de verter veneno pela boca pode ter vindo do mecanismo da Funcao 1 ou Funcao 4, pois as duas funcoes emitem “fogo” ( F1 emite as sementes de astros na forma de esfera incandescentes e F4 imita lavas vulcanicas na forma de cometas). Para resumir, o importante e’ saber que a cobra pode ser resumida `a formula, e principalmente ma seu ultimo ancestral, ou seja, tudo o que nela existe, existia na formula que a construiu. Me parece que cobras sao hermafroditas ou assexuadas, nao sei, mas em todo caso, a formula contem estas funcoes, estao disponiveis. Importante e’ notar que o circuito esferico da formula e seu fluxo movente desenha a imagem de uma cobra engolindo a propria cauda, que os misticos intuiram bem na mitologia do Oroboros. Este e’ o simbolo do extremo egocentrismo, ou egoismo, proprio dos sistemas fechados. E quando olhamos a formula na forma de nosso pecaminoso ancestral e sentimos como se fosse uma cobra, e sabemos que desse jeito essa formula caiu na Terra e iniciou os seres vivos, caindo de um estado paradisiaco para um estado deploravel de existencia, sentimos que vendo a formula caindo do ceu para se arrastar na superficie da Terra… Eu falei aqui mais do aspecto dos significados existenciais, (os quais extraimos da historia universal que esta registrada em nossos genes, cujas memorias podem vir `a mente na forma de flashes, e acho que iso explica que os autores da fabula de Adao e Eva no Paraiso, da cobra como simbolo do mal, tiveram estes flashes, estas intuicoes, porem interpretaram errado porque nao tinham o conhecimento que temos hoje), estao registrados porem, podemos pegar a formula e identificar e explicar cada minimo detalhe do corpo da cobra, inclusive as origens e desenvolvimento do aparato que a leva a verter veneno pela boca… Abracos… ( desculpe os erros ortograficos, mas meu teclado so fala ingles…)

mais informacoes: https://en.wikipedia.org/wiki/Ouroboros

Como a Cobra Inventou Seu Modo de Mover-se? A Onda de Luz Natural e a Fórmula da Matrix/DNA Explicam

quinta-feira, outubro 2nd, 2014

Na selva cada detalhe observado levantava a pergunta: Porque? De onde veio isso? Como a Natureza chegou a esse ponto aqui?

Assim foi quando uma cobra passou à  minha frente. Como ela descobriu que fazendo aquele tipo de movimentos ela podia se deslocar, mover-se de um ponto a outro?! É preciso notar que a maneira descoberta pela cobra para “caminhar” requer inteligencia, muita engenharia e conhecimento dos princípios da Física. Justo na semana passada o New York Times publicou um robot que foi desenvolvido baseado numa intrigante descoberta (ver link e video em : Secrets of the Sidewinder – http://www.nytimes.com/2014/10/09/science/secrets-of-the-sidewinder.html?ref=science

. Pesquisadores queriam saber como uma cobra consegue mover-se sobre areia, principalmente subir uma colina arenosa. Levaram areai para um laboratório e observaram filmando os movimentos para descobrirem atonitos que a cobra imita dois tipos de ondas. Uma onda é horizontal, o corpo sempre firme na superficie, mas a outra onda é vertical quando partes do corpo da cobra se levanta da superficie. E assim concatenando ondas verticais com ondas horizontais a cobra consegue subir uma colina sem solo firme, como é arenosa.

A grosso modo, a cobra é uma linha, e assim ela surgiu no mundo. Se a Natureza não tivesse inventado aqui a Vida, todo objeto na forma de linha seria estático, imóvel. Mas vemos ali uma linha se movendo.

É preciso profundos conhecimentos de Física, que uma criança humana não descobriria por si mesma. É preciso primeiro encurvar a linha na forma de “S”. Que uma linha reta se mova tornando-se um “S” já é um fenômeno, uma descoberta intrigante, para uma coisa que não tem cérebro de pensar. É preciso se colocar no lugar da cobra mas mão se esquecendo que ela praticamente não tem cérebro, tal como o entendemos: é simplesmente um difuso sistema nervoso com um núcleo. Mas de nada adiantaria adquirir a forma de S se não houver o passo seguinte. É preciso fixar uma ponta em solo firme e fazer a outra ponta mover-se. Mas qual ponta vai fazer o que? Tentei cutucar a cobra na ponta da frente, na cabeça, para ver se ela dava marcha-a-ré pelo mesmo movimento que ela avança para a frente. Ela não fez isso, apenas continuou movendo a ponta da frente, para o lado, e retornando para trás sempre avançando para a sua frente. Falta repetir a experiencia muitas vezes e com outras cobras, talvez ela também saiba dar marcha-a-ré.

É preciso fixar a ponta de trás, e a partir dessa ponta, imprimir um impulso para desfazer o S. Assim, quando a linha se esticar, a cabeça estará alguns pontos mais a frente. Feito isso, é preciso novamente repetir a forma de S. E nova esticada, mais alguns pontos são alcançados. Se de repente algo indica que a direção melhor é para um lado, o S terá que ser inclinado, e a cobra se inclina. Toda uma inteligente engenharia está aplicada aí. Senão houvesse essa inteligencia, ou sentir-se queimada por um fogo, a cobra se enrolaria, pularia, desesperada, faria todos os movimentos possíveis, a linha adquiriria muitas formas diferentes, mas ela não sairia do mesmo lugar. isto seria o que eu deveria estar vendo ali à minha frente. Mas o que estou vendo mão é normal, não é o curso lógico do longo fluxo irracional de causas e efeitos a se esperar dos movimentos físicos brutos da matéria. Tem algo sutil e invisível ali inserido na cobra fazendo aquele movimento de causa não-material. Tem que ter. Mas o que?!

A coisa se complica quando olhamos para alem da cobra. Existem muitas outras formas de vida movendo-se com o mesmo movimento. Os peixes nadando no mar, é praticamente o mesmo movimento serpenteante. Antes ainda, na evolução, existem os minúsculos e quase invisíveis “candirus”, que são linhas biológicas a moverem-se na água dos rios e tragédia dos animais, os quais me fizeram passar por verdadeiros momentos de terror, mêdo, quando tinha que descer da “voadeira” e entrar na água para retirar pedaços de galhos e cipós que se enroscavam nas hélices do motor. O candiru é uma linha quase invisível que sente atração pelo cheiro ou presença de urina e vai atrás, penetrando no orifício do pênis ou vagina e uma vez lá dentro, começa a comer tudo ao seu redor. Ví uma vez uma mulher gritando de dor e sendo carregada pelos nativos devido um bicho que penetrara por alguma ferida no calcanhar de um pé, e os nativos dizendo que era o candiru. Outra vez conheci um garimpeiro na fila de um centro de saúde na selva, dizendo que já tinha perdido as bolas do saco, o pênis, e feito varias cirurgias para tirar o candiru, mas sentia que continuava sendo comido por dentro. Terrível! Quanto desejei ter na selva um destes saquinhos plásticos com zíper para guardar salsicha na geladeira… Aqui não damos valor aquilo e jogamos no lixo sem pestanejar, mas somente estando sem acesso a ele é que percebemos que o “saquinho”pode salvar outro saco muito importante para nós  e também salvar uma vida…

Mas essa coisa sem cérebro algum, se move devido uma complicada e inteligente engenharia aplicando princípios fundamentais da Física. E isso não é natural, a não ser que não conhecemos a verdadeira Natureza.

Hoje eu suspeito que sei o que criou aquela maneira de “caminhar” neste Universo material. Se meus modelos de astronomia estiverem corretos, ã 10 bilhões de anos atras, cometas no céu já aplicavam aquele principio.  Esferas de magmas chamejantes emitidas pelos gigantescos vulcões dos pulsares caiam no espaço sideral mas eram capturadas no circuito magnético do sistema, que tem a forma espiral, e assim impulsionados em queda na direção do núcleo do sistema. nesta queda as esferas sofrem o atrito com a substancia espacial, o que provoca uma erosão na sua superfície,  e os fragmentos desta erosão continuam o movimento da queda, e continuam próximos da esfera pela atração gravitacional, e assim surge a cauda do cometa. Ora, correndo numa estrada encurvada como é a linha de uma espiral, a cauda se contorce, se distorce, adquire a forma de S. talvez aqui pela primeira vez a natureza expressou esta novidade, ou talvez e mais provavelmente, este tipo de deslocamento venha de antes, de algum aspecto dentro dos sistemas atômicos. Assim cheguei na imagem do espectro eletromagnético de uma onda de luz natural. para encaixar a luz na teoria de maneira que explicasse os efeitos que observo aqui e agora, para explicar a evolução cosmológica, a origem e desenvolvimento das primeiras partículas, etc., tive que mudar a atual teoria da luz elaborada pela comunidade acadêmica, seja o resultado certo ou errado. E neste modelo a luz é resultado do desfazimento de uma fonte em espiral, algo fantasmagórico como um vórtice quântico, que teria sido a origem e primeira manifestação da matéria quando a luz penetrou o oceano espacial cheio com uma substancia, com o nome qualquer de éter, ou dark matter, etc. Veja onde a cobra está nos levando!

Quando a fonte natural espiralada de luz natural se desfaz na forma de linha, ela continua se expandindo inicialmente conservando o movimento espiral, o qual é todo constituído por trechos em forma de S. A um observador desavisado meio-cego a onda é concêntrica, mas um observador apoiado numa inteligencia sabe que na verdade a onda continua sendo espiral. Pode até se tornar depois numa linha reta, uma seta,  como quando capturada dentro de cabos ou transformada por fontes de laser, artificialmente pelos humanos. E desde que a luz natural original aconteceu pela primeira vez neste Universo emitida por big bangs, e assim espiralada ela se expandiu penetrando a matéria, a causa inicial do movimento da cobra vem de alem do Universo, do antes do Big Bang. Ela veio na Matrix, na sua fórmula, pois se F5 não se contorcer na forma espiral cheia de Ss, a fórmula não funcionaria. A onda de luz capturada na tela do computador se torna uma senoide expandindo-se num grafico cartesiano, e assim percebemos que ela foi a primeira coisa neste Universo a expressar a força do ciclo vital, ela continha já em si o código da Vida. Uma onda de luz natural é em si mesma uma forma de Vida. Isso nos faz pensar no que vamos encontrar neste Universo a fora sem perceber que estamos perante formas de Vida.

O movimento intencionado de deslocamento no espaço da  cobra não foi por ela inventado, nem por seus ancestrais vivos, biológicos. É algo que já estava entranhado, inscrito, na sua matéria, a nível dos átomos que constituem seu corpo, da energia dentro destes átomos.

Observar a Natureza nos seus detalhes mais insignificantes sobre os quais passamos os olhos sem vê-los, é o me’todo pelo qual se desenvolve o cérebro e se captura a Natureza universal transformando-a toda dentro de uma pequeno cérebro numa substancia plasmática iluminada com luz natural invisível cujo total denominamos “mente”, Ou auto-consciência. Metafisicas à parte, que podem ser a verdade ou mero produto da nossa imaginação, da nossa interpretação errada de fenômenos naturais, o fato é que estas observações nos leva a descobrir, conhecer, os mecanismos e processos naturais, e tentando imita-los a nosso favor, assim criamos e desenvolvemos a nossa tecnologia. Alem de ser um estado emocional de contemplação e satisfação indescritível, daqueles que nos produzem lagrimas verdadeiras nos olhos. A Natureza Universal é realmente “estonteante”.

Para ajudar a entender os argumentos acima, copiamos aqui alguns dos modelos da Matrix/DNA Theory, uma visão de mundo iniciada a partir da simples observação de detalhes como o arrastar-se de uma cobra na selva.

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

É preciso lembrar que a fórmula acima tem na verdade a forma de espiral e não esfera, porem ainda não tive tempo de mudar esse desenho. O movimento serpenteante acontece em F5, quando em queda pela linha de força dentro co campo eletro- magnético espiralado.