Posts Tagged ‘complexidade’

Video: Irreducivel Complexidade versus Evolucao da Agulha Molecular versus Heranca da Evolucao Cosmologica

quarta-feira, outubro 4th, 2017

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Este artigo comecou aqui: https://evolutionnews.org/2017/09/charles-darwin-michael-behe-two-revolutionary-scientists/

e revelou-se de grande importancia para divulfdgacao da Matrix/DNA devido a grande polemica e o corolario de sites se abindo para o tema, o que noss fara’ proceder a uma pesquisa intense nestes sites, sempre tentando publicar a versapo da matricx. Outro link que se segue e’: http://www.nature.com/news/2008/080917/full/455281a.html , e

https://en.wikipedia.org/wiki/Type_three_secretion_system

Michael Behe e o Misterio das Maquinas Moleculares

https://www.youtube.com/watch?time_continue=3371&v=7ToSEAj2V0s

At this link ( http://theuniversalmatrix.com/en-us/articles/?p=15 ) is solved how the bacterial flagellum was built:
1) By “previous” design, but, not intelligent design, in the way that mother giraffe does not apply intelligence for building a new baby giraffe. The process applied for building the bacterial flagellum was pure natural genetics which is an evolutionary product from a mechanism that emerged with the Big Bang. So, the ultimate answer (if it is or don’t intelligent design, randomness or other thing), is unknown.
2) The bacterial flagellum is really irreducible complexity to anything existed before at Earth surface. But it is reducible ( all its parts) to the building blocks of galaxies, like this Milk Way (see the astronomic model at the website), which is the real last non-biological ancestor (LUCA). The way a galaxy rotates creating the spiral arms contains a kind of motor that is the same configuration of bacterial flagellum. So, there is irreducible complexity in relation to Earth, but there is no irreducible complexity in relation to natural astronomic systems;
3) We need to understand that the stupid matter of this lost planet did not invented – first time in the universe –  these complex things like genetic code, human beings, consciousness, etc. But, the Matrix/DNA Theory, working with the approach of systemic and not reductionist or mystical thoughts, re-wrote the Universal History from today to the origins of this world, finding that everything complex here had a long evolutionary history that began with a few information that can be seen at any natural light wave. So, the effect (our perceived world) is entirely explained but, the cause escapes from us because the source is beyond and before the Big Bang, then, as we can’t advancing beyond the last material frontier, what is or who is, is it intelligent or not,… the source still is merely humans conjectures.

Sistemas: A Plasticidade nas Expansões `a Complexidade e nas Introspecções `a Simplicidade

sábado, março 19th, 2016

Para entender as fantásticas habilidades que vem da incrível complexidade do cérebro humano, e para entender porque um microscópico virus tem a força para derrubar um elefante, e` preciso antes entender este assunto.

O estado ideal de máxima perfeição da formula MatrixLight/DNA para sistemas naturais ( sistemas como o cérebro e o virtual) é sua forma de sistema fechado em si mesmo, como na figura abaixo:

The MatrixDNA as Closed System

The MatrixDNA as Closed System

Mas esta forma da formula pode mudar dependendo da situação do sistema em dado tempo e ambiente. Assim, uma função pode se desdobrar em duas ou mais partes, como pode ser omitida e ficar potencialmente latente dentro das outras funções/partes. Por exemplo, a função 1 nesta forma da formula executa uma função cujo processo pode ser dividido em processos menores. Ela recicla, ela mistura, ela bombeia, ela gera um estado da matéria no inicio do processo, este estado e’ alterado no prosseguimento do processo, etc, o processo inteiro e’ uma soma de vários processos menores. Então, para fazer o corpo humano, esta função 1 foi dividia em varias partes: o coração, apenas para bombear; o estomago, apenas para processar a matéria.

Este desdobamento de uma função torna o sistema mais “complexo”. Pois varias novas intervenções tem que surgirem, como os canais de ligação entre estas duas partes, diferentes substancias para interação entre as duas partes, etc. Por isso, por exemplo, o cérebro humano parece tao complexo.

Mas o contrario tambem pode acontece, quando uma função não é necessário no inicio ou na vida toda de um sistema e ela fica encubada dentro do fluxo de informações que desponta nas outras parts que foram expressadas. E a cada função universal – que são sete na forma da formula ideal – que for sendo suprimida da necessidade de se manifestar materialmente, o sistema caminha mais na direcao da redução para a simplicidade. Isto até chegar ao estado da formula apresentar apenas uma parte – a F1 – que seria a singularidade total, e que suspeito ter sido a primeira forma manifestada, dois bits quânticos com spins opostos, na forma de um torvelinho em espiral. Naquele turbilhão quântico, se observar-mos bem, já estão ali funcionando as sete forças naturais e nos seus estados opostos entre si, que mais tarde evoluíram para as propriedades vitais. E essa simplicidade quase absoluta ainda se reduz mais, chegando ao ponto do estado de uma onda de luz – a qual resume estas sete forças nas suas sete diferentes frequências/vibrações.

 

Então, por exemplo, se você se deparar com um artigo cientifico que diga o seguinte:

The interaction between a neurotransmitter and its receptor is “much more complex than previously thought,  Uncounted billions of nerve impulses fly around through our brains all the time, but the way they travel seems like a kludge. Each nerve ending hits a gap called a synapse. To cross the gap, chemicals have to be wrapped in a membrane-lined vesicle, sent out into the gap, picked up by the next nerve cell, unwrapped, and converted into an electrical pulse. It happens really fast, but why the complexity? Why can’t the electrical signal reach out and continue on the next neuron? Synapse transmission seems overly complex, but one can’t criticize a system that works at lightning speed.  (See more at: http://crev.info/2016/02/lightning-fast-brain-explored/#sthash.kRqRx5kE.dpuf )

Tradução: A interação entre um neurotransmissor e seu receptor é “muito mais complexa do que previamente suposto”. Incontáveis bilhões de impulsos voam em círculos e através de nossos cérebros todo o tempo, mas o modo que eles viajam parece como um caos. Cada final de nervo atinge um abismo chamado sinapse. Para atravessar o abismo, elementos químicos tem que serem embrulhados numa membrana alinhada como uma vesícula, enviado fora do abismo, pego pela próxima célula nervosa, desembrulhado, e convertido num pulso elétrico. Isto acontece realmente muito rápido, mas porque esta complexidade? Porque não pode o sinal elétrico atravessar e sair fora e continuar para o próximo neurônio? Transmissão por sinapses parecem muito simples, mas ninguém deve criticar um sistema que trabalha `a velocidade da luz.

Os cientistas perguntam porque a complexidade, se isto poderia ser feito de maneira muito mais simples, no entender deles. Mas eles não conhecem a formula, e como você a tem aqui, infelizmente para você e para mim, nos podemos ir `a frente dos cientistas no entendimento desta questão. ( infelizmente porque são eles e não nos que podem transformar o conhecimento teórico em objetos práticos e uteis `a humanidade).

Basta olhar a formula e entender que na verdade, onde estão aquelas setas entre as partes manifestadas, na verdade não existem setas naquele trecho, e sim as partes rolando naquele trecho como a Terra rola em volta do Sol, mas enquanto as partes rolam, elas estão se transformando, crescendo pelo processo do ciclo vital. E quando um impulso elétrico esta se movendo no meio do abismo, é o corpo que esta sendo carregado com todas suas informações, e informações que estão sendo alteradas. Alteradas para chegar na próxima célula que não é igual a célula anterior que emitiu o sinal: esta já representa uma nova parte/função que é mais crescida, mais madura. Ora, se o pulso elétrico tivesse atravessado o trecho do abismo como querem os cientistas, da mameira mais simples, sem se modificar, o cérebro todo colapsaria instantaneamente. Pois a próxima célula depois do abismo não tem receptor para aceitar um sinal atrasado na evolução que representa uma forma muito precária como e a célula que ficou do outro lado. Todas as bilhões de células neuroniais que hoje são todas diferentes entre si, se tornariam copias de uma so célula. E suponha que esta célula neuronial seja aquela que tem apenas uma informação registrada nela, que é  palavra ” cebola”. Teríamos um humano funcionando como um zumbi que ficaria apenas repetindo a palavra cebola. Um dia estes cientistas vão descobrir isto e vão sorrir quando se lembrarem que um dia fizeram e publicaram tal pergunta.

 

Ecossistemas de Menger, Visto pela Matriz

domingo, agosto 29th, 2010

Veja artigo completo e meu comentário postado a seguir no site:

Adaptações

http://microsintonias.blogspot.com/2010/07/biologia-no-limite-da-ficcao.html#comment-form

“Ecossistemas de Menger”

O conceito sobre complexidade biológica tal qual exposto nos artigos “embriologia fractal do mesozoico” e “interface fractal”, e reconstruído aqui, introduz o “ressignificado” de ecossistema e dimensão fractal. Interessa-nos neste e nos próximos artigos reforçar a idéia de seres vivos ou ecossistemas como sistemas complexos biológicos com dinâmica fractal.

Os sistemas naturais são formados por componentes que estabelecem entre si relações intra e interespecíficas. Essas relações não são lineares e por isso mesmo desprovidas de sentido vetorial ou direção claramente previsível. Isto é mais evidente em micro escalas (tema para outro texto). Assim, os sistemas naturais são imprevisíveis e mutáveis mas não obrigatoriamente instáveis. A melhor imagem para representar a complexidade dos ecossistemas é a de uma rede cujos os nós representam os componentes do sistema e, as linhas que comunicam os nós, representam os sentidos ou as direções das informações que circulam pela rede. Entretanto, trata-se de uma rede quadridimensional (ou n-dimensional) que configura uma  intrincada malha de conexões com design biológico próprio, mutável e, mais do que provavelmente, fractal. Ou seja, cada componente ou nó do sistema representaria uma rede em menor escala e assim sucessivamente, de forma auto-similar, tendendo ao infinito. Assim, cada nó da rede, de forma aparentemente sólida,  seria semelhante a uma esponja com área de superfície infinita e volume nulo (vide Esponja de Menger acima).

Este conceito sugere uma estrutura organizada no qual os sistemas observados em macro escala suportam subsistemas em escalas progressivamente menores. A observação detalhada dos subsistemas revela instâncias ainda menores e de complexidade semelhante. Alterações em qualquer nível refletem alterações a nível global.

Vamos imaginar o bioma Mata Atlântica presente na maior parte no território brasileiro. Este grande sistema é composto por vários ecossistemas diferentes, entre eles as florestas atlânticas. Na Mata Atlântica distinguem-se no mínimo quatro tipos de florestas além de mangues, restingas, campos e brejos de altitude. Esta configuração corresonde a ecossistemas dentro de ecossistemas em escalas progressivamente menores. Nestas florestas ou ecossistemas, comuns no Rio de Janeiro, predominam Jequitibás (ao lado), Ipês, Jacarandás, Palmeiras, Leguminosas, Astroniuns, Sapucaias entre centenas de outras espécies lenhosas, arbustivas, trepadeiras e epífitas como as orquídeas e bromélias. Além de toda a diversidade vegetal, circulam nestes ecossistemas uma grande diversidade de animais que realizam os seus ciclos de vida por entre territórios delimitados e/ ou  superpostos dentro do grande ecossistema complexo chamado Mata Atlântica. Entre eles podemos destacar primatas, felinos, aves, tamanduás, insetos, cobras, jacarés, sapos entre outros.

Dentro de um conceito ampliado do que seja ecossistema, podemos distinguir microecossistemas presentes nas copas das árvores, nas cascas das árvores ou nos cálices das bromélias, entre outros. Os cálices das bromélias são importantes na natureza e são vistos pela maioria dos ecólogos como ecossistemas completos. Então, vamos aprofundar o entendimento sobre estes microecossistemas de bromélias como exemplos de componentes vitais para o funcionamento e entendimento dos nossos ecossistemas interligados em rede complexa com dinâmica fractal.

Existem mais de duas mil espécies de bromélias no mundo. Para alguns autores este número pode chegar a três mil conforme relatado no ótimo livro “Bromélias da Mata Atlântica” de Elton M. C. Leme. Segundo Leme, pelo menos 40% desse universo podem ser encontrados no Brasil, o que faz do país o mais importante em termos de diversidade.

Cada bromélia tem uma capacidade especial de armazenar água em suas folhas e é aí que está o segredo. Esta água é, geralmente, límpida e transparente, e fica armazenada entre as folhas bem no centro da planta chamada de cálice. A água das bromélias é rica em sais minerais, ácidos orgânicos e outros nutrientes que fazem das bromélias microecossistemas fundamentais dos quais dependem centenas de organismos. Além das famosas larvas de mosquitos, dentro ou em torno das bromélias vivem libélulas, aranhas (como a caranguejeira Pachistopelma rufonigrun endêmica de bromélia retratada na imagem abaixo), sapos, pererecas, aves, morcegos, cobras e crustáceos. São 400 a 500 espécies de animais, de alguma forma relacionadas às bromélias. Muitas fazem das plantas sua moradia. Outras as freqüentam para caçar, beber ou apenas molhar a pele. Outras ainda as polinizam ou buscam seu néctar e frutos. No calor das restingas ou no auge da seca do sertão nordestino, dos cerrados e das matas do Centro-Sul brasileiro, as bromélias também são fonte de água para anfíbios e répteis, aves e até mesmo mamíferos, como sagüis, micos, macacos, cachorros-do-mato e quatis.


A melhor imagem que tenho das bromélias interagindo em ecossistemas foi impressa na minha mente a partir de um trabalho que realizei, durante a faculdade de Biologia, na restinga de Massambaba. Era um marimbondo caçador buscando atividade em torno de uma Edmundoa lindenii em flor (a baixo sem o marimbondo). Recentemente tive um grande problema com larvas de Aedes aegypti (mosquito vetor do virus da dengue) nas bromélias do jardim da Universidade Veiga de Almeida em Cabo Frio. O problema foi resolvido com treinamento dos funcionários na eliminação das larvas e dos ovos dos mosquitos bem como de outros criadouros realmente importantes.


Imagine uma floresta ou restinga sem bromélias. Em ambientes de restinga, às vezes as bromélias são os únicos suprimentos de água doce disponível para pequenos animais, capazes de armazenar o equivalente a um copo ou um balde cheio de água a depender do tamanho da bromélia. Certamente toda a diversidade taxonômica ficaria comprometida, gerando um colapso em todo o grande ecossistema, pois até o microclima seria alterado, uma vez que as bromélias contribuem para a manutenção do microclima local. Então podemos enxergar as bromélias como importantes bioindicadores da saúde de ecossistemas tropicais.

Como pudemos ver, as bromélias são bons exemplos de componentes pertencentes a grandes redes de ecossistemas que ajudam na manutenção de todo o sistema. Redes fractais como modelos de sistemas naturais são idéias matemáticas úteis que ajudam a explicar fenômenos biológicos observáveis. Mas como desenhar esta rede? Que geometria fractal poderia representar tamanha interação de modo que na sua arquitetura tivéssemos um tipo de Esponja de Menger diferenciada para cada subsistema interligado em rede? Nesse ponto a interação entre biólogos, físicos e matemáticos poderia ser útil na construção desta representação gráfica para este hipotético “Ecossistema de Menger”. O ecossistema artificial de Menger seria suportado por algoritmos que, por sua vez, estariam baseados em proposições matemáticas. Então estamos falando de modelos matemáticos formados por parâmetros e variáveis. Tais parâmetros e variáveis seriam representações numéricas dos componentes dos ecossistemas reais. Alterações nos parâmetros do modelo matemático gerariam modificações na arquitetura gráfica do ecossistema artificial de Menguer. Isto significaria uma ferramenta poderosa para o estudo in sílica de ecossistemas alterados ou impactados.

Quem aceita o desafio de modelar os “Ecossistemas de Menger”?

Grande abraço e até a próxima.

Postado por Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com) às 10:38

Meu Comentario

Obrigado pelas valiosas informações no post. Mas a mim dá a impressão de que a Ciência ainda está muito atrasada no conhecimento de sistemas, complexidade e fractais, e isto porque está sendo desviada do caminho traçado pela evolução natural. Na selva amazônica também temos a vontade de entender a Natureza, e devido a separação com a civilização e seu método científico, aplicamos outros métodos e chegamos a resultados que às vêzes se cruzam com os seus resultados, mas às vêzes muito se distanciam.

Vocês entenderam como eu que a matéria se organiza na forma de sistemas e temos a mesma definição: a soma das informações das partes interagentes mais um pacote de novas informações geradas pelas interações que excedem tôdas as informações de tôdas partes. Porém minha definição apenas com isso sente-se incompleta e ineficaz, por isso acrescento:  “… pacote êste que se torna a “mente” do sistema, a qual se desperta para novas necessidades, por isso aplica fôrças sôbre as partes tentando mudar ou ampliar suas funções, o qual resulta numa nova configuração física mais complexa adicionando assim os graus da evolução.”

Vocês entenderam como eu que os sistemas naturais se apresentam como uma hierarquia derivada dos diferentes graus de complexidade de uma mesma forma comum a tôdas elas. Mas a partir daqui começa nossas diferenças. Por exemplo, quando vocês apelam para o conceito de fractal matemático para definir e entender a forma comum, eu apelo para o conceito de matriz genética. E isto muda todos os resultados posteriores.

O estudo e conhecimento de sistemas naturais, entre vocês está parado a muito tempo, não avança, engatinhando e patinando em tôrno de um obstáculo que precisa ser removido. Os ilusórios avanços acenados através de algumas realizações tecnológicas são meros resultados do desvio do conceito de significado da Natureza, a prova disso é que essa tecnologia é desumana e contra o ritmo e rumo das fôrças naturais emanadas pelo contexto cosmológico, resultando na incompatibilidade entre homem e natureza que se percebe apenas a níveis planetários. Houveram sadias iniciativas no estudo de sistemas, como Fritjof Capra (O Tao da Física), ou Margullis ( A Teoria Simbiôntica), e principalmente a grande iniciativa de Bertalanfy fundando a Teoria Geral dos Sistemas. Mas a obra de Bertalanfy estagnou porque em certo momento o dominio da razão natural que operava com Margullis, Capra, foi substituído pelo dominio de uma razão involuída vegetando ainda no reino dos fenômenos puramente físicos, cuja linguagem de expressão é a Matemática, a qual não traduz a maioria das características de um sistema natural.

Na selva também somos obrigamos a usar o pouco que dispomos – a intuição que emana do espirito primitivo selvagem e caótico da biosfera – num tipo de racionalismo mais natural porem perturbado pelos valôres humanos de sobrevivência. Mas, claro, não podemos entender esta invasão da mentalidade resumida á ordem organizatória da matéria a nível estritamente físico, não podemos aceitar a Matemática como idioma dominante enquanto tôdas as outras linguagens que sentimos captar nos fenômenos são ignoradas. Seu conceito geral da unidade básica da Natureza como fractal matemático e geométrico não comporta a enorme profusão de váriaveis que a matriz genética sugere existir na mesma unidade.

Talvez a Ciência entrando no íntimo primeiro da ordem física e elegendo o fractal geométrico matematico como unidade basilar e ignorando os outros idiomas da Natureza ( o genético, o biológico, o software mental,etc.) seja uma tragédia temporária inevitável motivada pelo mesmo motivo que vocês não captam a nossa ação paralela de busca pelo mesmo tesouro no meio da selva: a comunicação entre eu e vocês não existe, pois ela se realiza apenas numa via, num sentido: eu tento captar e acompanhar os sinais emitidos pela vossa Ciência, mas vocês não captam e não se interessam pelos sinais que emito daqui. Ok, talvez meus sinais nada transmitam de real valor se meus resultados teóricos estiverem errados, mas elucidam como pode haver sinais e idiomas nos sistemas que seriam imprescindiveis no entendimento dêstes, que vocês não estão captando.

Se tempo e interêsse houver, até mesmo por simples curiosidade complacente, sugiro uma rápida visão no meu website onde exponho a figura teórica da matriz genética e a visão de mundo dela derivada, alertando que pelas precariedades daqui o website contem falhas, êrros e está em construção. Apesar de tudo, mais uma vêz obrigado pelas informações cientificas valiosas que capto em seu blog e que muito tem me ajudado a avançar na minha busca. Abraços… Louis Morelli. (website: http://theuniversalmatrix.com )

Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com) disse…

Caro Louis Morelli,
Interessantes os seus argumentos e oportunos. Certamente ainda irão contribuir para o amadurecimento das teorias e, principalmente, hipóteses que hora proponho aqui. Entretanto, seria grande o “simplismo” querer reduzir a diversidade biológica a uma mera unidade matemática. Não foi essa a intensão do artigo. Mas tenho dúvidas se, do ponto de vista genético, não estamos sob um gene fractal proposto por mim com base na teoria dos Geólogos Olivera, CL e Andre Calixto sobre “embriões fractais” . Veja o comentário de Oliveira no meu artigo: Um pouco de tudo e mais fractais (http://microsintonias.blogspot.com/#uds-search-results). Isto não me parece absurdo visto que na natureza as projeções arbóreas estão em todos as partes. Considero importante que a idéia de fractais seja observada em biologia do ponto de vista dinâmico e não estático. Um tipo de movimento fractal. Isto é consistente com o conceito de átomo no qual, quando organizados em moléculas, acumulam mais espaços vazios do que cheios. Então, quanto mais condensada a matéria estruturada em moléculas, mais espaço haverá entre elas. Transpondo para fractais em biologia, acredito que quanto maior a comunicação ou interação entre os componentes de um sistema, menos saturado o sistema ficará.
Sobre a Teoria Geral dos Sistemas de Bertalanfy, entendo que Maturana e Varela trouxeram uma grande contribuição para o conceito do que seja “estar vivo” e resolveram conceitualmente o problema da organização da vida, conforme discutido em artigo anterior (http://microsintonias.blogspot.com/2009/04/voltando-ao-tema-o-que-e-vida.html).
Grande abraço,
Grato pela oportunidade. 30 de agosto de 2010 14:15

Da Força Invisível dos Sistemas Naturais Surge a Complexidade

terça-feira, agosto 24th, 2010

Há 10 bilhões de anos atrás, tôda a natureza universal se resumia a uma nebulosa informe de átomos, leves, simples. Passado êstes dez bilhões de anos, a nebulosa se transformou em cavalos, macacos e homens, dos mesmos átomos. Não pense nisso, pois este tem sido o maior pesadelo para os pensadores em todos os tempos. A não ser que… o pesadelo tenha terminado porque a trama tôda foi descoberta. E o responsável, desmascarado.

Será que – se reproduzir-mos aquela nebulosa no espaço sideral – e misturar-mo-la de tôdas as maneiras possíveis, e depois misturar-mos as misturas resultantes, fazendo isso por outros dez bilhões de anos, vamos obter cavalos, macacos e homens? E auto-consciência? Ou iríamos obter outras coisas inimáginaveis, muito complexas?

O fato é real. Aconteceu. Temos aí os macacos para todo mundo ver e comprovar por si próprio. Naquela nebulosa só existiam quatro ou seis tipos de átomos, os chamados leves, porque só formam gazes, como o hidrogênio, o hélio. Os átomos mais evoluídos, pesados, com mais de seis prótons e elétrons só foram formados depois, quando da nebulosa surgiram as estrêlas. Naquêles gazes estavam os macacos, os cavalos, os homens de hoje, fragmentados em seus rudimentos materiais. Mas como?!

Estavam lá, todos os ingredientes, os princípios, os mecanismos, os processos, que hoje existem no corpo humano. Porque a Natureza não é mágica. Ela não pode criar algo do nada.

Os modêlos da Teoria da Matriz Universal/DNA nos levaram a descobrir como uma arquitetura natural ganhou um grau a mais de complexidade. Era tudo o que precisávamos saber. Sabendo como foi um passo, sabemos como foram todos os outros, porque são todos iguais.

A solução do supremo mistério estava num conceito: sistemas. Um novo sistema natural se forma quando vários diferentes sistemas formados anteriormente se juntam por atração simbiótica e tornam-se partes de um único novo sistema. Ora haviam seis tipos de sistemas anteriores naquela nebulosa, seis tipos de átomos, era tudo o que precisava para da nebulosa surgir não um novo átomo, um sétimo átomo, mas sim um novo tipo de sistema nunca surgido antes. Assim a nebulosa tornou-se uma massa composta de fragmentos, todos idênticos. O novo sistema chamava-se “astro”.

 Mas teria piorado a situação para cavalos e homens? Pois para êles aparecerem no mundo 10 bilhões de anos depois, seria muito mais conveniente uma sôpa primordial rica com variedade de ingredientes que uma massa homogênea que nem sôpa conseguia ser. Ledo engano. O novo sistema continha um segrêdo poderoso: Ciclo Vital! E isto criou da simplicidade singular daquêle princípio, da nebulosa de um unico ingrediente, uma nova nebulosa portadora de grande diversidade de novos sistemas. A História que iria no futuro produzir cavalos, estava salva e continuava sua marcha.

O flagrante em que descobrimos a Natureza trabalhando na surdina e na escuridão da noite aconteceu justamente quando pegamos um astro imóvel, parado no espaço, sideral. Mas movendo-se em relação ao tempo. Como isso é possível? E em que isso cria do nada um novo grau de  complexidade?

Sistema é um conjunto de partes diferentes conectadas num circuíto simbiótico. As partes não ficam imóveis num sistema. Quando menos moventes, elas vibram. E assim emitem radiações pelas quais perdem fragmentos de si mesmas. Os fragmentos podem ter dois destinos. Primeiro: partes que não são vizinhas num circuíto se misturam e formam novas menores arquiteturas, as quais são diferentes de tôdas as partes. Um exemplo disso é como surgem os tumores no corpo humano. São novas arquiteturas diferentes de tudo que existia antes no corpo e de todas as partes que constituem o corpo. Segundo: os fragmentos se misturam mas não se conectam, arquitetura não é constituída, perfazem uma substância radioativa etérea, abstrata, como um campo magnético.

Acontece que estas novas arquiteturas e/ou substâncias se constituem em novas informações que não existem em nenhuma das partes. Por isso dizemos que um sistema é formado pela soma de tôdas as informações de tôdas as partes, mais uma pequena quantidade de informações que excede a soma de tôdas as partes.

Existem tumores malignos, tumores neutros, mas também existem os benignos. E justamente um novo sistema possuidor de um tumor benigno pode salvar o sistema de um ambiente em colapso em que contra-informações eliminam tôdas as suas simétricas informações, menos aquelas que não existem no ambiente. Um exemplo? Quando um meteórito imenso caiu na Terra e levou a biosfera ao seu colapso, dinossauros desapareceram porque dinossauros possuíam em seu corpo as mesmas informações que constituem a biosfera. Mas havia um réptil menor, denominado cynodonte, cujo corpo, por uma anomalia, havia desenvolvido uma espécie de tumor: os ovos que todos os seres vivos antes dêle e até os maiores que ele, como os dinossauros, botavam fora, ficaram entalados em seu corpo e fêz crescer uma nova protuberância, que mais tarde se tornaria o sistema reprodutor mamífero. O cynodonte salvou-se.

Restam ainda três proposições feitas aqui anteriormente, a serem esclarecidas. Como o astro primordial apresentava um ciclo vital? Como pode um corpo parado num ponto do espaço estar se movendo em relação ao tempo? Como uma unica espécie de sistema natural, um unico cêpo primitivo comum, pode reproduzir-se numa imensa variedade de novas espécies?

Vamos ver um exempo conhecido por todos de como um unico sistema forma um novo diferente sistema. O sistema unico que vamos usar como exemplo é… você. Isso mesmo: “vósmicê”, em pessoa! Você é um corpo formado de partes conectadas entre si cada qual executando uma função diferenciada e todas ligadas a um nucleo central, denominado “cérebro”. Logo você é um genuino sistema. Mas seu corpo apresenta uma particularidade interessante: êle muda de forma a cada segundo, pois a cada segundo morre ao menos uma célula a qual é reposta, porém, óbviamente a repositora será diferente em algum minimo detalhe da ancestral, já que não existem duas células exatamente iguais. Quando ao invés de observar-mos seu corpo em termos de segundos, expandir-mos o tempo dos intervalos das observações para anos, veremos como as pequeninas mudanças invisiveis acumuladas produzem grandes mudanças visíveis. Assim seu corpo é, numa observação, uma massa informe chamada “mórula”, noutra observação uma blastula, depois um feto, um embrião, um bebê recem-nascido, uma criança, um adolescente, um adulto, um idoso, e… desculpe-me… um cadáver. Que enorme diferença existe entre um bebê chorão e um adulto campeão da maratona olimpica… claro, daquela realizada em casa, apenas entre a familia. A diferença entre as fotos de um bebê e de um adulto humano é tanta que um hipotético extra-terrestre feito de ferro e aço e uma unica forma fixa, jamais acreditaria que as duas fotos são de um mesmo unico individuo. 

Mas os seres humanos criaram um novo sistema, natural, ao qual denominamos, sistema familiar. Um sistema familiar exemplar, perfeitamente funcional como sistema, completo, teria que ter no minimo sete formas de corpos humanos: a mulher gravida (garantindo a re-criação), o bebê ( garantindo a perpetuação), a criança ( garantindo o crescimento), o adolescente (garantindo a maturação) o homem adulto (garantindo a manutenção), o idoso (garantindo o armazenamento das informações), e o cadáver (garantindo a mutação). Isto é um sistema-matriz, elo entre sistemas, elemento chave da evolucão.

Porem, um unico individuo não poderia ser transformado e tornado-se o novo sistema, familiar, porque estas sete formas não podem ser fixadas no espaço, separadamente. Então para resolver êste problema são criadas várias cópias da mesma espécie, porem em tempos diferentes, de maneira que inevitavelmente estarão combinadas num mesmo ponto do espaço, sob um mesmo teto, as sete diferentes formas. Assim aconteceu que aquela unica espécie de criatura existente numa nebulosa a 8 bilhões de anos atras, que poderia estar imóvel no espaço vazio sideral, estava movendo-se em relação ao tempo. Mudando de forma. Mas falamos em espécie. Uma espécie compreende um sem numero de iguais individuos. Iguais entre aspas, porque eles contem um segrêdo: mudam de forma. De maneira que num dado momento, num dado ponto do espaço, existam sete diferentes formas. Fixadas.

Em relação àquêle astro, a natureza aplicou mais um truque magistral. É claro que um unico individuo humano não poderia ter gerado as sete partes do sistema familiar, unicamente porque êle ou ela apresenta as sete formas de um unico genêro sexual, e vimos que o sistema familiar completo é composto dos dois sexos. Como a Natureza resolveu êsse problema? Os modêlos da Matriz encontraram a resposta: o “danado” era hermafrodita!  

Ora, existe uma força de conexão natural entre as diferentes formas de um mesmo individuo. Na criança está programado o adolescente. No  adolescente jaz a criança. Existe uma ponte invisivel entre a criança e o adolescente que ela será no futuro. Uma ponte invisivel porque constituida de tempo, o qual ninguem vê. Mas quando uma criança que veio do bebê X é colocada perto de um adolescente que veio do bebê Y, da mesma espécie, a ponte invisivel pode tornar-se num fenômeno sistêmico: simbiose. Aquêle velho fenômeno que Margullis suspeitou ser responsável por ter juntado diferentes micro-organismos, denominados organelas, num unico sistema, o celular.

Foram esclarecidas as proposições referentes ao ciclo vital, ao aumento de um grau de complexidade, ao corpo movente parado no espaço? Se sim, está explicado como a Natureza tirou da simples nebulosa de atomos gazozos do principio as figuras de cavalos, macacos e homens. Tal como o mágico tira coelhos da cartola. Que de magico, bem o sabemos, não tem nada: tudo não passou de um engenhoso truque. A Natureza foi pêga em flagrante executando seu maior truque universal, o pseudo mágico foi desmascarado, graças aos modêlos da Teoria da Matriz Universal/DNA.

Mas a mesma Matriz está apontando para alem daquela nebulosa de átomos do principio, para um ponto antes mesmo de acontecer o Big Bang. E sugerindo que todo êste Universo é uma genética reprodução de um sistema que existia antes, ou existe ainda, e talvez exista aos milhões. Se for verdade, cavalos, macacos, homens, auto-consciência, tôdas estas maravilhosas arquiteturas complexas que vemos hoje, estavam programadas muito tempo antes, naquêle sistema. Sinal de que vai começar um novo tipo de pesadelo para os pobres pensadores.