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Como os pobres criam a própria pobreza: o bloqueio mental do instinto de presa.

quarta-feira, março 28th, 2018

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No excelente artigo deste link:

https://www.uol/noticias/especiais/usina-reforma-agraria.htm#cidades-de-sem-terra

Tem este inicio:

” As margens da BR-104, entre as cidades de Branquinha e União dos Palmares (na zona da mata de Alagoas), mudaram. Os quilômetros de plantações de cana-de-açúcar que eram a marca da imponência do grupo João Lyra não existem mais. Co…

– Veja mais em https://www.uol/noticias/especiais/usina-reforma-agraria.htm#tematico-1?cmpid=copiaecola

Tendo por base a cosmovisão da Matrix/DNA, e nossa analise publicada no Facebook e copiada abaixo, percebemos que existe um bloqueio intrínseco `a psique do pobre que o impede de sair de sua condição existencial. `A primeira vista sou levado a supor que tal bloqueio e’ causado pela herança da psique modelada pela herdada genética que veio de um antepassado sistema natural fechado em si mesmo, o que significa dominante atuação do gene egoísta. Isto nos conduz a buscar a solução por um novo prisma, o qual ainda não esta sugerindo a solução, e por isto registramos o fato aqui abrindo mais esta linha de pesquisa.

Comentário postado no Facebook:

‘Cidades’ de sem-terra 

Na mesma linha do filme ” O Mecanismo”, que coincidiu com o mecanismo da minha formula que venho pregando a 30 anos, esta noticia revela como funciona o mecanismo nas suas origens rurais, e qual a causa do bloqueio psíquico que impede os pobres a darem o salto evolutivo necessário para saírem do ciclo da miséria.

Notaram nesta noticia porque os próprios pobres criam a própria pobreza? Repartiram as terras, plantaram… ate ai tudo bem, todos são iguais, ninguém com mais privilégios que outros, nenhum indicio de divisão por classes sociais. Mas ai um deles já parou de trabalhar e com dinheiro vindo de outro lugar montou a “mercearia” do lugar. Pronto, já fud… tudo!

Manifestou-se um com o instinto para parasita predador e não correram a interromper seu crescimento. Porque não impediram, porque não boicotaram, porque não juntaram os mesmos centavos de cada um e não fizeram uma barraca para inicio da cooperativa de consumo? Na própria foto ai em cima já esta delineado o inicio da cooperativa, eles estão de cara com a solução fundamental para seu futuro, estão olhando para ela, mas estão cegos, não a enxergam! E porque não estão se juntando nas horas livres planejando como iniciar a industrialização dos alimentos, oficina de costura, o concerto de sapatos, visando no futuro fabricarem suas roupas, sapatos? Ja’ estão botando no fogo amostras de solos, rochas, da região, para ver se tem algum minério ou metal?

_Não, nada disso, vão segurar sua terra com unhas e dentes, vão comer a plantação e fazer festas de fim de semana com churrasco dos porcos, e tentarem cercar fechando a cidade ao mundo, pois estão de barriga cheia, se juntando em pares e se comendo, felizes, e creem, para toda eternidade…

_Mas foi esse o roteiro inicial rural em todos os tempos e quase todas as cidades do Brasil, cujo resultado esta ai para todo mundo ver: mais de cem milhões de pobres, semi-analfabetos, sem qualquer evolução tecnológica, cientifica, em condições de terceiro mundo. Claro, agora a produção chega ao limite da terra mas a população cresce, as novas gerações são expulsas para serem imigrantes na mão de obra escrava.

_Mas ainda o que acho pior de tudo e’ a total ausência dos intelectuais do Brasil, principalmente dos que se dizem “esquerdistas” ( já que os direitistas querem justamente este roteiro e os escravos que isto lhes fornece) porque não estão nestes acampamentos protestando contra a mercearia, chamando o povo para ouvir o que eles tem a fazer agora? Ah… sei… isso não e’ problema deles. Ali só querem os votos desta massa de eleitores, para poderem ir para o ar condicionado e a vida boa da burocracia na capital…

_Então como eliminar este “mecanismo perpetuo da miséria”? Olhando assim me parece que a unica maneira seria a força transformadora e demolidora do mecanismo nascendo de dentro do própria mecanismo, de dentro das pessoas pobres que la estão agora. mas eu não conheço nenhuma exemplo na Historia onde isto tenha ocorrido. Tem ocorrido sim, o surgimento de dentro destas populações alguém com ideia diferente, mas sempre foi no estilo do “predador solitário”, visando unicamente o própria umbigo, como o caso do mercearista, que pode ser uma futura rede de supermercados esperando como isca os filhos destes lavradores para trabalharem como seus escravos. Temos que descobrir se não existe alguma maneira de, vindo de fora, sutil e ocultamente, inocular o estimulo que penetre o inconsciente coletivo desta população e faça emergir a força…

Iniciativa Para Engajar Todos os Humanos em Cooperativas/Sociedades Anônimas

domingo, junho 17th, 2012

Já se foi o tempo que um David Rockefeller ou Matarazzo podia enriquecer sózinho, pois hoje as coisas se tornaram muito mais complexas, até um pequeno negócio não vai para a frente se não tiver uma pessoa especializada em vendas, outra em compras, outra no manuseio e aplicações do capital, outra para a contabilidade, etc. As que teimam acabam sempre sendo engolidas pelos WallMart e McDomalds da vida, e seus donos vão ser seus empregados escravos.

Não me venha citar como exemplos figuras como o Batista, o mexicano Carlos, ou o americano Buffet. Êles tem algo em comum, o que nós nunca teremos: alguem dentro do govêrno. Para “dar” as concessões na esploração dos minérios no sub-solo, as concessões das faixas de ondas que correm na atmosfera, ou como no caso do Buffet, ter o pai dentro do Congresso e assim ter as informações do que vai valorizar na bolsa de valôres.  Se citar um Bill Gates, enriquecido honestamente com todo mérito, aceito como excessão, mas nós não somos gênios.

Eu sei muito bem disso porque passei 40 anos tentando dia e noite montar algo autonomo nas condições do pouco capital e quase nenhum tempo sobrando, para aprender depois de velho que isso é dar murro em ponta de faca. Cheguei a abrir vários negócios, mas sempre sem o capital e o tempo inicial para aguentar os primeiros meses, e sempre caí. Por exemplo, certa feita, de repente, comprei um mercadinho de uma japonesa no Bairro do Jabaquara em São Paulo. Não era tão pequeno, pois tinha a seção de mercado, de quitanda, e até um espaço com bujões para revenda de gás. Mas naquela época eu trabalhava em turno de rodizio no Metrô de São Paulo e de manhã fazia a universidade, alem de estar estudando a matéria do meu livro. Não tinha tempo para estar lá de dia, só ia às quatro da madrugada no Ceasa fazer a compra para a quitanda, abastecia o ponto e ia para a escola. Botei vários gerentes, o ultimo me roubou até uma maquininha de calcular… E por fim, num belo dia, no terreno que estava tendo uma construção em frente, tôda escondida por alambrados, retiraram a cêrca e apareceu o prédio com a placa: inauguração de mais uma loja do Pão de Açucar. Aqulo acabou de me derrubar, como vou competir com os preços do hipermercado?   Só por desaforo entrei a trabalhar no escritório central do Pão de Açucar, como mero calculista, fui promovido para precificador e cheguei rápido ao centro de controle de dados. Todos os movimentos de tôdas as lojas saía diariamente numa critica do computador que ia para minhas mãos para consertar o que estava errado e extrair alguns dados. Assim fiquei conhecendo bem como opera aquela coisa e pensei comigo: “Agora estou preparado, um dia eu pego vocês e me vingo! Vou montar um maior bem na frente do seu nariz!”.  Claro, isso nunca aconteceu, para começar eu nascí sózinho e o Pão de Acúcar nasceu por uma máfia composta de pai e vários filhos e como ví depois, com as costas bem amparadas nos setores de crédito do govêrno. Então cada vez mais foi amadurecendo a idéia de que só existe uma alternativa para os lobos solitários conseguirem um lugar ao sol na civilização humana: se conseguir reunir um grupo de iguais somando o pouco de cada um.

Mas não é só isso. A maioria das pessoas como eu que ví envelhecerem, ou se apagaram da vida quando se aposentaram ou se tornaram amargas e foram cada vez mais se tornando egoístas, individualistas, cada vez mais isolados, até a morte chegar. A frase predileta dêstes velhos adultos é:  ” O que me interessa é mais um dólar no meu bolso, o resto que se exploda!” Que vida sem sentido, desperdiçada, que fim triste! Eu pelo contrário nascí com tudo às avêssas e um dêsses avêssos é a tendencia inata para a filosofia naturalista. Tanto desenvolví isto que acabei desenvolvendo uma própria e inédita visão do mundo. E esta visão tem uma sugestão: para eu viver mais satisfeito preciso estar o melhor possível sintonizado e adaptado ao propósito da Natureza, e êste propósito aqui e agora é desenvolver o cérebro humano através da transcrição dos fenômenos e eventos materiais em imagens e informações depositadas no cérebro, estas imagens e informações estão se aglutinando e formando um novo sistema natural ao qual denomino mente ou auto-consciência… a consciência de existência do próprio Universo!

Então a corrida atrás de bens materiais, dinheiro, não trará como resultado a minha maior reaalização, felicidade. O que me deverá proporcionar isso é a luta para mudar tudo e eliminar tudo o que estiver atrapalhando a evolução nêste sentido naturalista de qualquer cérebro humano. É aqui que entra a idéia agora de tentar essa iniciativa de cooperativas/sociedades anônimas.

Eu sempre brinco com meus passageiros no meu auto-cab perguntando:

– “E então? Está tudo bem? ”

90% das respostas já vem automaticas: “Tudo bem, graças a deus!”

– “Oh… então quer dizer que para o seu lado a vida está com “mucha plata e poquito trabajo…”

Há um sorriso e logo normalmente vem: “Está ao contrário: “Muito trabalho e pouco dinheiro”.  Ou então – “Pouco trabalho e pouco dinheiro”.

– “Ah, sim? E porque você acha que está acontecendo isso?”

– “Ahhh… o dinheiro desapareceu…”

– “Não. Dinheiro não desaparece no ar, não existe mágica nisso. Êle troca de mãos. Se para nós está “muito trabalho e pouca plata” é porque para alguns está “pouco trabalho ou trabalho nenhum e mucha plata”. Nós bobeamos em algum lugar, caímos como patinhos e tem gente rindo da nossa cara agora… That’s it!”

E quem está com o dinheiro, sem produzir nada real util com as próprias mãos? As máfias. Os sub-grupos. Você pode pensar que num país como o Brazil, com 200 mulhões de habitantes, cada habitante será mais forte que qualquer um de Israel, porque Israel tem apenas 10 milhões. Afinal são 20 por um! Mas ao contrário. Se em qialquer lugar do mundo tiver dois unidos e 200 milhões individualistas desunidos, os dois unidos são mais fortes que os 200 milhões. Claro! Será sempre dois contra um.

Um dos segrêdos do sucesso como super-potência e elevado padrão de vida de seus habitantes, dos USA, é que devido a guerras, ou devido ao espirito inicial dos “quackers” pioneiros, os americanos tem uma forte tendencia inata em se associarem para a luta e o trabalho. Acho que êles criaram êsse negócio de sociedades anônimas. Quando pequeno ouví uma história que me impressionou e nunca esquecí: dizia-se que a Sears Roebuck começou com a iniciativa de várias donas de casa que tinham tempo sobrando mas cujo salario dos maridos era pouco, e resolveram montar uma mercearia, do tipo cooperativa. Mais tarde essa imensa cadeia de hipermercados pertencia a 40.000 donas de casa, tôdas “sócias anonimas”, cada qual retirando uma parte do lucro da empresa.

A todo brasileiro que tenho convidado para começar algo igual, investindo cada um nem que for apenas 100,00 reais, mas com o objetivo de acabar criando uma empresa multinacional que opere e fabrique desde agulhas a aviões, a resposta sempre foi a mesma: “Sociedade nunca dá certo.  Sempre tem alguem que rouba. Não dá para confiar em nunguem…”

E minha resposta é: “Quem vê um mal nos outros que ainda nem se realizou, é porque tem o mal no próprio coração.”  E saio pensando com meus botões: “Este, ou esta, está fora: tem tendencia  a ser ladra ou ladrão, é corrupto/a.”

E assim continua 200 milhões mais fracos que qualquer judeu, pois êstes nunca atuam economicamente sózinhos.

Existe um processo secreto na Natureza que a História Natural ensina e comprova, e que todo mundo devia conhecer. Êle está por trás daquêle lema sagrado que diz:  “E no principio era o caos…” . Isto aconteceu quando as particulas transcenderam para a forma de sistema atômico, quando êstes se tornaram sistemas estelares, quando os sistemas estelares se tornaram sistemas galácticos, quando estes se toranram sistemas celulares vivos, e quando algum primata descobriu a caverna e ali se reuniram vários criando a familia e uma tribo e transcendceu para a espécie humana. Tôda vêz que a evolução gera um novo sistema natural (como foi o aparecimento do sistema corpo-humano) ela o faz do meio de uma situação de caos. Isto porque o caos inicial é produzido pela entropia degenerativa do sistema anterior. Nêste caos surge o novo sistema em muitas cópias com alguma minima diferença entre si e estas cópias inicialmente lutam pela sobrevivencia gerando conflitos entre elas. Os conflitos geram mais caos no meio-ambiente, asssim como os entrechoques entre as partículas nas origens do Universo fêz o ambiente se aquecer ainda ainda mais.  O maior caos leva as cópias a tal sofrimento que as derruba, sem elimina-las totalmente. Derrubadas, enfraquecidas em seu carater rigido, sem poder atacar as vizinhas tambem caídas, cada qual começa a pensar: “Pô, se êsse cara me desse a mão para eu me levantar depois eu lhe daria a mão para êle se levantar,  ou se eu me encostasse naquele ali e nós dois fizessemos fôrça com as pernas empurando-se mutuamente, os dois podiam se levantar…” É mais ou menos isso, mas o fato é que os opostos se aproximam, se unem, do caos se levanta a ordem e assim crescem mais felizes. Mas como todos sem intelecto ainda tem seus corpos dominados pelas fôrças e tendencia da matéria, e como essa tendencia é a busca suprema do equilibrio termo-dinamico sob orgasmico stress vibratório, êstes sistemas se apoderam do território, transformam-no num paraiso para si, se acomodam, e assim se tornam um galho sêco da arvore da evolução que se seca e se extingue. Aconteceu com dinossauros, está acontecendo com gorilas, leões, baleias no mar e águias nos ares… e vai acontecer com a espécie humana se o intelecto não superar os instintos animalescos. Cada queda é causa de uma mutação na forma do sistema universal que vem sob evolução, e cada uma dessa mutação é um salto de transcendencia. Mas… se o intelecto imperar, estas mutações dolorosas sob caos podem ser evitadas, e a transcendencia ocorrer de forma imperceptivel, não dolorosa. Não se exige que a Natureza intervenha como uma cirurgiã aplicando cirurgias dolorosas, a transição pode ser dirigida e controlada por nós, claro, com algum sacrificio da gula.

É por isto que lanço esta iniciativa. vamos nos unir, vamos tambem criar nossa máfia para enfrentar á altura as máfias existentes. Mas não vamos apenas atrás do dinheiro e poder como estão indo tôdas as máfias existentes. O destino das 40.000 donas de casa é cada uma incrementar sua mansão o mais possível, numa gula e luxuria sem fim, aliás, até que a Natureza destrua tudo. Estas r6edes de supermercados atraem jovens escravos que não podem assim ir a uma universidade e evoluir o cérebro, portanto, elas estão fora da sintonia.  Nós temos que ir sim atrás do dinheiro, do poder sôbre nós e não sôbre outros, respeitando a liberdade de cada um, da capacidade de nos defender preventivamente, mas isto de nada adianta se não planejar-mos e cuidar-mos que aquêle principio universal da Natureza se desenrole tranquilamente.

Então como vamos começar do zero?

Eu proponho uma idéia. Lança-se várias listas-convites, de 5,00 reais até o infinito. O importante antes de tudo é garantir: “Ninguem vai entregar dinheiro nenhum para ninguem. Mas esteja com o seu dinheiro pronto quando todos da lista acharem que chegou a hora.” Eu por exemplo dou uma olhada na minha situação agora e penso: “Bem, eu posso perder 100,00 por uma causa nobre agora, não vai alterar muito a minha situação, então vou botar meu nome na lista de 100,00.

Cem reais não é nada. Só se compra duas ações do Facebook, não se faz nenhuma oferta num leilão da E-Bay. Não se compra uma máquina para fabricar linguiça. E um sózinho não vai vender mais que cinco quilos de linguiça para a avó e vizinhos.  Porem, digamos… duzentos vêzes cem, daria 20.000,00 reais.  daria até para montar uma loja internacional na Internet e comprar direto da China… sem ter que largar meu enprêgo. Se algum ladrão entrasse no meio e fugisse com todo a mercadoria, bem, é como se tivesse pago um bom curso pratico na escola… e vou tentar buscar o vagabundo até no inferno! Se nós morrer-mos primeiro, os outros 199 voltam um dia por ano cada um e puxa seus pés a noite na cama…

E o que virá a seguir?”

Eu não sei. Não faço a minima idéia. Nem quero saber agora, só quero começar.  Só sei que o meu entendimento do mundo sugere que se não o fizer, vou acabar como todos os amigos que vi crescerem e envelhecerem. Se o fizer, dificilmente vou acabar diferente, mas sempre vai restar uma esperança de uma luz no fim do tunel. Apenas esta esperança já me proporciona alguns sorrisos que os outros velhos não terão. Botei meu nome na lista e pronto, fiz minha obrigação para com minha consciência, agora é esperar…

No hay camiño. El camiño se hace al camiñar. É êste o espirito da coisa.

Acho que esta campanha vai incitar comentários. A maioria negativos, outra parte gozação e sarcasmos, todos destrutivos. Mas talvez surjam alguns construtivos. Êstes vão fomentar um debate. Nos debates vão surgindo idéias de negócios, o que fazer com certa quantia em dinheiro, em que aplicar, e idéias como serão as regras,  se tudo será decidido apenas em assembléias, talvez até por video-conferencias, alem da busca de informação como é a legislação sobre cooperativas, sociedades anonimas, quantas pessoas podem ter uma conta conjunta bancaria, se todos terão que assinar qualquer ordem de retirada, etc e etc. Todo mundo tem idéias, eu tenho quilos delas germinando aqui no meu cocuruto, o que faria se pudesse arriscar algum dinheiro numa máquina de torrar amendoim e soldar em sacos plasticos e vender no comércio com cada sócio saindo para vender na sua área duas horas por semana, ou num carro de turismo, num brechol de roupas usadas, etc, etc.

Já me ocorre até um nome para a sociedade, sujeita à votação: “Sociedade para Evolução da MENte à Transcendencia Espiritual – SEMENTE “.

Daí que um dia você se apresenta numa compamhia dizendo: “Sou da companhia e do grupo  SEMENTE e … estamos vendendo  pacotes turisticos a Jupiter nas nossas naves espaciais fabricadas por nós mesmos e…”

Bem, por ora já fiz minha parcela de trabalho na sociedade. Paro aqui. Isto não garante que vá evitar que a Natureza tenha que intervir no futuro para eliminar minha espécie humana,  mas a unica forma de evitar êste futuro é tentar fazer algo pela trenscendencia das futuras gerações, e tenho que fazê-lo.   Agora é contigo. Qualquer coisa, deixe seu veredicto nos comentários. Abraços…