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P-bodies: cometas mortos, espermatozóides descartados?

sexta-feira, janeiro 28th, 2011

(Tema baseado no artigo da Scientifican American: Un-Killing the Messenger (transcrito abaixo para ser traduzido e melhor estudado. Bo wikipedia digitar p-bodies, onde tem vasto material listado em referências)

http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=un-killing-the-messenger

Os corpos de processamento (corpos-P, do inglês P-bodies) são estruturas celulares localizadas no citosol (O citosol é o líquido que preenche o citoplasma, espaço entre a membrana plasmática e o núcleo das células vivas, que suporta bolsas, canais e organelas citoplasmáticas. É constituído por água, proteínas, sais minerais, íons diversos, aminoácidos s livres e açúcares.),  as quais são responsáveis pela destruição final da maioria das moléculas de mRNA. Os corpos-P são formados por grandes conjuntos de mRNA associados com enzimas que degradam RNA

. O artigo informa que P-bodies, ao invés de serem as bolsas de lixo da célula, exercem funções importantes. E pelo mecanismo descrito, a Teoria da Matriz  sugere uma nova versão explicativa, quando ela recorre ao mesmo mecanismo ocorrendo a nivel astronomico. Ver o mesmo fenômeno em sua escala macroscópica ajuda a enxergar detalhes que podem ser transplantados a nível microscópico para se entender o fenômeno em sua escala microscópica celular.

Para uma célula fazer proteinas, o núcleo primeiro tem que emitir instruções (lembrando o que são proteinas, do ponto de vista da Teoria da Matriz: são os braços, as forças com as quais o cérebro Matriz/DNA alcança e pode tocar as massas constituidas de corpos/cópias da célula-sede e que circunvizinham essa célula-sede, a fim de organiza-las em sistemas ampliados e mais poderosos e mais complexos que o sistema celular-sede. Ao mesmo tempo as proteínas ajudam a manter a sobrevivência do sistema ampliado. Numa fabrica normal humana, as proteinas são substituidas pela figura dos chefes de secção). Uma vez que estas instruções genéticas, como “boletins com ordens de serviço”, executam e ultrapassam sua utilidade, elas terminam desativadas em repositórios conhecidos como “processing bodies”, cuja sigla é P-bodies. Em outras palavras, P-bodies seriam aqueles cêstos que existem nos escritórios com uma máquina adaptada que corta os papeis como lixo em tiras. Da mesma maneira que o fragmentar dos documentos visa evitar que estranhos obtenham informações da companhia, os P-bodies fragmentam um texto genético em seus bits de informação evitando sua releitura.

Mas porque a Natureza precisaria esconder informações, ou evitar que alguem mais tenha acesso a suas informações, quem seriam os espiões, e para que a Natureza “inventou” esse fenômeno?! Não seria mais facil e economico em energia entregar estes memoranduns aos lisossomos com todo o demais lixo da célula para que dali fôsse expulso do meio celular?

Existem duas alternativas, segundo a Matriz:
1) Nas sendas da macro-evolução nem sempre a Natureza consegue, e de imediato, transferir todos os fenômenos de um sistema menos evoluido para outro mais evoluido finalmente elaborados no novo grau de complexidade. O caroço que temos na caixa craneana como resquício do cérebro reptiliano, o reminiscente que temos na barriga do estomago dos ruminantes, são exemplos desse problema;
2) Mas quando um fenômeno é mantido no sistema descendente , com aparente inutilidade, deve ser melhor observado, pois ele pode estar sendo util de alguma maneira sutil e por isso foi determinado a se expressar.

.Nos p-bodies as mensagens são amassadas, ocultadas, mas são desamassadas e reativadas. Uma companhia iniciada a três anos enfrenta uma flutuação do mercado que atinge um nivel x3y, obrigando o diretor do departamento elaborar uma ordem de servico mudando algumas coisas. Esta flutuação se repete mais vezes e se o diretor simplesmente mandou a ordem de servico para o lixo terá que chamar a secretaria e perder horas elaborando o texto novamente. Se ele arquivou a ordem de serviço, em todas as flutuações semelhantes êle apenas tem que reproduzir cópias. Até ontem, antes da descoberta de Roy Parker e seus colegas da Universidade do Arizona, a Biologia pensava que os P-bodies eram como o diretor que queima ordens de serviços, mas agora descobriram que são como o diretor que guarda as ordens arquivadas. Restava saber, identificar, cada ordem de serviço arquivada, localizar o departamento para o qual se relata e saber que tipos de atividades ou mudanças elas instruem.

.Os p-bodies são importantes componentes dos grãnulos existentes nas células de ovos, os quais estocam o RNA das mães para ajudar a gerar proteínas e dirigir o desenvolvimento dos embriões. Os granulos tambem estão presentes e executam as mesmas funções nos neuronios, onde são utilizados para fortalecer as sinapses. Então veja-se como é linda e inteligente a Natureza: ela não apenas produz o automóvel, mas ela constrói postos de gazolinas e oficinas de reparo nas estradas por onde vão passar os automóveis, para sua revigoração, manutenção e reequipagem! Porem, Natureza é matéria estúpida, não pode projetar eventos num futuro que ela desconhece, então qual o elemento inserido no meio natural responsavel por essa inteligência? Resposta: SISTEMA. Aquêle excesso de complexidade que emerge quando partes simples se unem em sistemas e que se materializa ao arrancar do fundo do oceano quantico novas informações universais ou seja, que estimula e desperta à vida os genes latentes retrogrados provenientes do infinito! Em outras palavras é a mente em meio a matéria, na sua forma de morula, blastula, já produzindo seus primeiros resultados, antes de evoluir para o estágio atual de mente humana.

. Na matriz dos sistemas astronomicos nós procuramos êsse mecnismo e encontramo-lo quando, os infinitos numeros de cometas-espermatozóides que não conseguiram fecundar o óvulo/buraco negro dentro dos quasares ficam vagando no espaço sideral até se desfazerem. Eles carregam em seu núcleo o material que corresponde ao texto de informações genéticas para produzir novos astros. Dali eles tem duas possibilidades: ou terminam por se desintegrarem na região cósmica correspondente ao lisossomo, quando são picotados pela maquina trituradora; ou encontram pela frente um remoinho formado pelo giro dos planetas em volta de uma estrêla e condensado com poeira tornando-se um tornado cósmico, que precede a formação de um buraco negro. Ali eles terão sua mensagem reativada, ou seja, ficam no arquivo para serem re-expressados na ocasião oportuna.

. Numa breve volta a este tema tentaremos ver se é possivel extrair daqui alguma coisa prática a ser empregada logo na melhoria da existência e nossa querida Humanidade,… pois eis que o despertador está me chamando para o trabalho.

http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=un-killing-the-messenger

Un-Killing the Messenger

P-Bodies do more than serve as RNA trash bins in cells

By Charles Q. Choi  | January 9, 2006 | 0

P-BODIES (red), shown with a nucleus (blue), are organelles now known to be critical in protein making.

For a cell to make proteins, the nucleus first has to issue instructions. Once these genetic memos outlive their usefulness, they end up deactivated in repositories known as processing bodies. Research now suggests that these P-bodies are less like junkyards and more like office centers, where messages are amassed, silenced and reactivated.

Messenger RNA, or mRNA, relays instructions archived in DNA to ribosomes, where it gets translated into proteins. Expunging outdated mRNAs is necessary, lest they interfere with newer orders, explains Roy Parker of the University of Arizona. In 2003 he and his team discovered that after they tagged six mRNA demolition enzymes with fluorescent proteins, the enzymes all concentrated at the same points in yeast cells. Messenger RNAs that had been artificially made indigestible snarled at these spots, confirming that these P-bodies are where mRNAs go to die.

Early on, scientists suspected that P-bodies might play added roles, performing functions more complex than that of paper shredder. For instance, one RNA degrading protein found in yeast P-bodies, Dhh1p, was known for years as a key ingredient in granules in animal egg cells. These granules store mRNA from mothers to help generate proteins and drive much of the development in the early embryo. Neurons have mRNA storage granules as well, which are critical to memory formation. These granules, located near the synapses, release mRNA to make proteins that strengthen synapse connections.

In the past several months, Parker’s experiments have confirmed suspicions about the handy nature of P-bodies. The organelles can, for instance, stockpile and deploy mRNA to make proteins. In the September 1, 2005, Science, Parker and his colleagues report that depriving yeast of glucose cut down protein manufacture, resulting in reduced numbers of ribosome complexes known as polysomes and increased mRNA delivery to P-bodies. But instead of simply being destroyed, mRNAs accumulated. When glucose was restored, the number of polysomes rose, and the mRNAs disappeared, indicating that they were reactivated.

In mammals, P-bodies “are clearly more complex,” Parker says. He and his collaborators discovered that mammalian P-bodies concentrate Argonaute proteins 1 and 2, critical ingredients underlying the mechanism of RNA interference, by which cells employ small RNA sequences that inhibit or destroy specific mRNAs to modify their own behavior or defend against viral invasions. Nearly a third of the human genome may be regulated by RNA interference, explains molecular biologist John Rossi of the Beckman Research Institute of the City of Hope in Duarte, Calif., and the two teams’ studies “show that P-bodies must be important to RNA interference.”

The primordial role of P-bodies could be regulating translation by holding and releasing mRNAs. “Reusing old molecules is faster and more efficient than generating new ones,” Rossi points out. Parker believes P-bodies’ role as messenger shredder may have developed later, when cells might have found it beneficial to break down older mRNAs.

Much remains unknown about the mechanics of P-bodies and the range of biological processes they might influence. With his colleagues, Parker says he is developing a model in which P-bodies are the ancestors of many of the other mRNA storage granules “as a fundamental part of how cells control their genes.” 

http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=un-killing-the-messenger

Un-Killing the Messenger

P-Bodies do more than serve as RNA trash bins in cells

 

By Charles Q. Choi  | January 9, 2006 | 0

 

P-BODIES (red), shown with a nucleus (blue), are organelles now known to be critical in protein making.

For a cell to make proteins, the nucleus first has to issue instructions. Once these genetic memos outlive their usefulness, they end up deactivated in repositories known as processing bodies. Research now suggests that these P-bodies are less like junkyards and more like office centers, where messages are amassed, silenced and reactivated.

 

Messenger RNA, or mRNA, relays instructions archived in DNA to ribosomes, where it gets translated into proteins. Expunging outdated mRNAs is necessary, lest they interfere with newer orders, explains Roy Parker of the University of Arizona. In 2003 he and his team discovered that after they tagged six mRNA demolition enzymes with fluorescent proteins, the enzymes all concentrated at the same points in yeast cells. Messenger RNAs that had been artificially made indigestible snarled at these spots, confirming that these P-bodies are where mRNAs go to die.

 

Early on, scientists suspected that P-bodies might play added roles, performing functions more complex than that of paper shredder. For instance, one RNA degrading protein found in yeast P-bodies, Dhh1p, was known for years as a key ingredient in granules in animal egg cells. These granules store mRNA from mothers to help generate proteins and drive much of the development in the early embryo. Neurons have mRNA storage granules as well, which are critical to memory formation. These granules, located near the synapses, release mRNA to make proteins that strengthen synapse connections.

 

In the past several months, Parker’s experiments have confirmed suspicions about the handy nature of P-bodies. The organelles can, for instance, stockpile and deploy mRNA to make proteins. In the September 1, 2005, Science, Parker and his colleagues report that depriving yeast of glucose cut down protein manufacture, resulting in reduced numbers of ribosome complexes known as polysomes and increased mRNA delivery to P-bodies. But instead of simply being destroyed, mRNAs accumulated. When glucose was restored, the number of polysomes rose, and the mRNAs disappeared, indicating that they were reactivated.

 

In mammals, P-bodies “are clearly more complex,” Parker says. He and his collaborators discovered that mammalian P-bodies concentrate Argonaute proteins 1 and 2, critical ingredients underlying the mechanism of RNA interference, by which cells employ small RNA sequences that inhibit or destroy specific mRNAs to modify their own behavior or defend against viral invasions. Nearly a third of the human genome may be regulated by RNA interference, explains molecular biologist John Rossi of the Beckman Research Institute of the City of Hope in Duarte, Calif., and the two teams’ studies “show that P-bodies must be important to RNA interference.”

 

The primordial role of P-bodies could be regulating translation by holding and releasing mRNAs. “Reusing old molecules is faster and more efficient than generating new ones,” Rossi points out. Parker believes P-bodies’ role as messenger shredder may have developed later, when cells might have found it beneficial to break down older mRNAs.

 

Much remains unknown about the mechanics of P-bodies and the range of biological processes they might influence. With his colleagues, Parker says he is developing a model in which P-bodies are the ancestors of many of the other mRNA storage granules “as a fundamental part of how cells control their genes.”