Posts Tagged ‘Cosmologia’

Física e Cosmologia: O que é “espaço”?

quinta-feira, maio 14th, 2015

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Para ler:

Interactive: What Is Space?

Imagine the fabric of space-time peeled back layer by layer.

Cosmologia: Qual a substancia do espaço/tempo e como informações interagem com esta substancia? As versões da Ciência Oficial e da Matrix/DNA Theory

segunda-feira, maio 11th, 2015

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Interessante artigo sobre especulações a respeito de qual deve ser a substancia que preenche o espaço do Universo e como informações no seu mais elementar quantico nivel interagem com esta substancia, fica aqui registrado para fazer uma tradução quando eu tiver tempo e anotar o comentario que postei no artigo da Wired:

Spooky Quantum Action Might Hold the Universe Together

http://www.wired.com/2015/05/spooky-quantum-action-might-hold-universe-together/

Meu comentario publicado no artigo:

Avatar

Matrix/DNA Theory offers matter for thought, here. All natural systems ( from atoms to galaxies to human bodies) have a common code which is the Matrix’s formula: a simple software diagram containing the entire circuit that links all parts together. My avatar here shows the code encrypted at two systems’ life’s cycles – the life cycle of humans and astronomical bodies. As all biological systems have a common essency ( the RNA/DNA) also every different shape of a universal system – be it an atom or a galaxy or a bacteria – has the common matrix formula. This formula is also under evolution since the Big Bang and it first detected appearance is in shape of natural pure wave of light. Any natural light wave propagates by a sequence of different vibrations/frequencies as any human body also propagates through space time due the process of life’s cycle. So, the first state of information has a substance, it is light, photons, and if you want call it as quantum information, no problem with that. Waves of light carries on the code and the force that imprints dynamic into space substance ( dark matter?) and while the wave is propagated, it penetrates the substance of time separating portions of this substance into seven different vibrational states, which will be the parts that will be linked and composing a complete working natural system. Ok, maybe Matrix/DNA Theory is wrong on something but I strong suggest that these researches give a look to it…

Tensor networks could connect space-time froth to quantum information.

Tensor networks could connect space-time froth to quantum information. HANNES HUMMEL FOR QUANTA MAGAZINE

O Grande Êrro da Escola Cientifica: É Preciso Religião para Acreditar na Cosmologia Moderna

terça-feira, fevereiro 10th, 2015

(artigo em construção)

Tese inspirada no artigo:

Stephen e o Senhor

http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2015/01/30/stephen-e-o-senhor/

Jane (Felicity Jones) e Stephen (Eddie Redmayne): xaveco científico fofo (Crédito: Divulgação)

O então jovem físico, ainda sem sinais da doença que acabaria com quase todos os seus movimentos, conta para a moça que está estudando cosmologia. “O que é isso?”, pergunta Jane. “Uma espécie de religião para ateus inteligentes”, responde Stephen. Cosmologia é isso mesmo, afinal? E, aliás, será que o grande objetivo de Hawking com suas pesquisas foi desprovar a existência de Deus, como o filme dá a entender em vários momentos?

Em primeiro lugar, a frase de Hawking é inegavelmente engraçadinha e talvez tivesse um fundo mais claro de verdade nos anos 1960, quando muitos físicos ainda tinham dificuldade de aceitar a expansão do Universo e preferiam um Cosmos belamente estático e imutável por motivos filosóficos. Mas a cosmologia moderna é uma ciência observacional das mais sólidas.

Conhecemos com precisão absurda, por exemplo, a radiação cósmica de fundo, o “eco” do Big Bang, a violenta expansão cósmica primordial, uma “sopa” de energia extremamente fria que permeia o tecido do espaço em todas as direções com minúsculas diferenças de um lugar para outro das galáxias. Conhecemos em detalhe o funcionamento de supernovas, buracos negros, galáxias e aglomerados galácticos. Até quando o conhecimento atual ainda é muito incompleto – falo, por exemplo da natureza da matéria escura que parece “dar um gás” na gravidade das galáxias, ou da energia escura que, ao que tudo indica, está levando à expansão acelerada do Cosmos –, as hipóteses sobre o que são esses trecos estão baseadas em observações rigorosas.

Então não, ninguém precisa de fé para “acreditar” na cosmologia moderna. Nesse ponto, ela não se parece com religião alguma.

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As bases do “conhecimento escolar moderno” sobre o Cosmos:

1) Conhecemos com precisão absurda, por exemplo, a radiação cósmica de fundo, o “eco” do Big Bang, a violenta expansão cósmica primordial, uma “sopa” de energia extremamente fria que permeia o tecido do espaço em todas as direções com minúsculas diferenças de um lugar para outro das galáxias.

2) Conhecemos em detalhe o funcionamento de supernovas, buracos negros, galáxias e aglomerados galácticos.

3) Até quando o conhecimento atual ainda é muito incompleto – falo, por exemplo da natureza da matéria escura que parece “dar um gás” na gravidade das galáxias, ou da energia escura que, ao que tudo indica, está levando à expansão acelerada do Cosmos –, as hipóteses sobre o que são esses trecos estão baseadas em observações rigorosas.

4) Este Universo estava programado para produzir a vida, mas o programa surgiu por acaso. Uma das principais hipóteses para explicar algumas das propriedades do Universo, em especial o que ocorreu logo após o Big Bang – a do chamado Universo inflacionário – tem sido cada vez mais corroborada pelas observações. e muita gente acha que o Universo inflacionário exige a existência de outros Cosmos. O porquê disso é meio complicado – mas, resumindo, a ideia é que a expansão desenfreada original do Universo, a tal inflação, precisaria ter sido tão violenta em seus micromomentos iniciais que inevitavelmente algumas regiões do Cosmos-bebê se distanciaram demais umas das outras – tanto que, para todos os efeitos, viraram Universos separados. E esses locais tão distantes de nós poderiam ter outras leis da física, nada amigáveis à vida, enquanto por aqui tivemos a sorte de contar com uma “Constituição” cósmica pró-vida. Tentar mostrar que foi isso mesmo que ocorreu exige medições cada vez mais minuciosas da estrutura cósmica e dos efeitos da gravidade nas maiores escalas do Universo, mas dá pra buscar esse objetivo, em tese.

 

A Lua é Um Feto Morto Abortado? Mais uma Evidencia para o Modelo Cosmológico da Matrix/DNA

sábado, dezembro 6th, 2014

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Study Reveals, Long-Ago Moon’s Magnetic Field Might Have Trumped Earths’

http://www.capitalwired.com/study-reveals-long-ago-moons-magnetic-field-might-have-trumped-earths/27097/

DECEMBER 6, 2014 – BY 

( veja o meu comentário postado no artigo da Capital Wired e copiado abaixo)

Tenho que evitar estes assuntos sobre Astronomia pois estou perdendo um precioso tempo enquanto a Matrix/DNA está me levando a descobertas a toda hora nos campos mais práticos e produtivos da Biologia, Medicina, Tecnologia, etc. Mas todos os dias quando abro o leque na Internet sobre as novidades cientificas do dia anterior, sou bombardeado de imediato por assuntos relacionados à astronomia. E como a desconstrução de uma cultura viciada começa pelo estremecimento das falsas verdades acreditadas por uma equivocada visão deste mundo astronomico, concluo que não posso deixar passar estas oportunidades. Então, paciência: se me chamam para a briga escolhendo o terreno astronomico, eu não fujo desta briga porque, apesar de não ser o campo que mais estou estudando, tambem sei jogar nêle.

A Lua como Feto Abortado por ter caído no Ventre de um Planeta ao invés de uma Estrela – http://www.reddit.com/r/NoStupidQuestions

Enquanto o corrente modelo teórico acadêmico astronomico sugere que a origem da Lua se deve a uma colisão entre a Terra e outro grande astro, o modelo téorico astronomico da Matrix/DNA sugere que a Lua teve a mesma origem de todos os outros astros, ou seja, pelo mesmo processo de reprodução biológica mas bastante reduzido e simplificado devido ser um processo ancestral muito antigo na escala evolucionaria. Segundo esta teoria, quando uma estrela e/ou seu sistema “morre”, ela resulta em poeira estelar que fica girando sobre si mesma devido o movimento de rotação da galaxia. Esse giro produz um rodamoinho no centro da névoa de poeira funcionando como um ralo tapado de uma pia, no qual a água entra e retorna à superfície formando bolhas. Estas bolhas são compostas de material pesado, com mais ferro, em estado altamente energizado, por isso são bolhas incandescentes ( no rodamoinho entram tambem esferas de magmas incandescentes vindos como cometas expelidos por pulsares). As bolhas são expelidas do rodamoinho para entrarem numa zona densa de poeira circundante, a qual se agrega à superfície da bolha. À medida que a bolha se afasta do centro turbilhonar a temperatura no espaço declina e a poeira torna-se cada vez mais congelada por isto sobre a bolha se formam camadas diferenciadas por densidades. Até este ponto, em tudo é igual ao que depois evoluiu para as sementes vegetais e depois ainda para a embriogênese de corpos vivos, onde a bolha representa o germe latente e as camadas externas representam o amnion e a placenta que vão alimentar o germe quando despertar e iniciar suas “reações nucleares” que é sua forma de alimentação pré-natal.

Caindo no espaço interestelar o novo astro vaga sob os efeitos das correntes de forças da galaxia até se aproximar de algum astro com força magnética ou gravitacional para capturar o “menor abandonado, sem família e sem teto”. Se penetra um sistema estelar como o nosso sistema solar, a tendencia do novo astro é ser capturado pela órbita da estrela central que possui força magnética maior que a dos planetas. Ao cair nessa órbita o menor abandonado ganhou uma nova mãe e um teto. Então acontece o mesmo quando pegamos um grão de milho que estava inerte dentro de um saco no celeiro e o introduzimos no solo: primeiro a água incha a semente toda, em seguida penetram os fótons que vieram da estrela e estavam dentro dos átomos da terra até alcançar o germe da semente ( aquela ponta branca que tem nos grãos de milho), o que desperta-o e ele começa a “comer” o envoltório amarelo do grão, que ali foi feito para servir de reserva de alimento ao embrião. Portanto o novo astro tem seu corpo alcançado pela energia da estrela a qual penetra-o alcançando seu núcleo, e assim o astro se torna um planeta, tendo internamente o germe que se desenvolverá e se tornará uma nova estrela.

Nas suas origens, quando a Terra e a Lua ainda eram peraltas vagando livres no espaço interestelar, tinham a mesma face – https://twitter.com/moonemojii

Mas… nem tudo ocorre sempre assim, tal como nas gestações humanas saem fetos defeituosos, ocorrem abortos prematuros, etc. Se o novo astro passar muito perto de um planeta de maneira que a atração magnética deste sobreponha o alcance da atração da estrela, o novo astro cairá nessa órbita do planeta. Passará metade de sua vida sem a luz da estrela, pois terá neste meio-tempo, entre ele e a estrela, um planeta impedindo o curso da energia da estrela. Assim o germe fica entre desperta ou não desperta, como que morrendo varias vezes, até finalmente morrer de vez e tornar-se uma Lua do planeta. Pois a diferença entre estrelas e planetas é que estes são “escuros”, opacos, não irradiam energia como as estrelas.

Um importante fator na constituição de astros é o que se refere a seus campos magnéticos. Estes campos são os espaços ao redor de uma corrente elétrica qualquer. A Terra por exemplo tem um campo magnético gerado pela camada externa de seu núcleo que é composto de uma magma quase liquido altamente incandescente ( lembre-se de como ele surge na superfície em forma de lavas vulcânicas) e cujo “liquido” se move como uma corrente elétrica devido a rotação do planeta. E como então fica essa questão de campo magnético nas “luas”?

Pelo modelo cosmológico da Matrix/DNA publicado e registrado desde a selva amazônica à 30 anos atrás, deduz-se logicamente que as luas apresentaram nos seus primeiros tempos um próprio campo magnético, ora na sua origem quando saiu do vórtice criador e ora nas vezes que quase-despertou pelo recebimento de maior quantidade de energia estelar. Deduz-se ainda que, uma vez estabelecida a morte do “feto” interno destas “luas”, se extingue para sempre seu campo magnético. Isto sugere o modelo. E o que dizem os dados científicos realmente comprovados?

Leia-se o artigo com link acima e estaremos bem informados. Ou seja, o assunto de campos magnéticos de luas ainda não foi resolvido pelo modelo padrão acadêmico ( o Standard Model), mas foram obtidos fortes indícios que ao menos a Lua da Terra já tece em priscas eras um campo magnético, e agora sabe-se com certeza que não tem mais. Estes indícios vem principalmente de asteroides reminiscentes da Lua que apresentam ainda campos magnéticos.

Mas ainda tem um detalhe muito importante a considerar aqui. Dias atrás inserí neste website o artigo:

” A Lua Está Viva… Mais Uma Acertada Previsão da Minha Teoria a 30 Anos Atrás?!” – See more at: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?paged=2#sthash.fdZ4v3FC.dpuf

Imediatamente o leitor desavisado vai pensar: “Mas então agora tudo o que se descobre ora que a lua é um astro morto ou ora que a Lua está viva – estava previsto por uma unica teoria? Ou uma coisa ou outra…”

É por isso tambem que me desgosta o fato de que a Matrix/DNA, construída dentro da Biologia,  entra inevitavelmente no campo da Astronomia ( pois para mim a Biologia é mera sequencia evolutiva de uma linhagem que passou pela Astronomia), pois a Cosmologia Astronômica ainda é um assunto que beira a metafisica. Ou seja, o Cosmos é tão desconhecido que suas possíveis explicações podem mudar da água para o vinho de um dia para o outro. Tudo ainda é possível em termos de Cosmologia, e isto não apenas em relação ao acadêmico “Standard Model”. Então se num dia sou informado que foi detectado vulcão ativo na Lua e imediatamente corro à fórmula da Matrix/DNA para tentar captar o que ela indica sobre isto, localizo o evento como sendo a Função 3, o que indica que a Lua está em processo vital, portanto, ela ainda está viva. mas no dia seguinte sou informado que a Lua não tem mais o campo magnético que tinha no passado, então corro novamente à fórmula e localizo o evento na Função 2, mas com o corpo saindo fora do circuito vital… e isto indica que a Lua é um feto morto e abortado prematuramente. Nos dois casos o modelo previu uma consequência que foi corroborada pelo pessoal da área cientifica. Como pode ser isto?! Ora a explicação é simples: “Lembre-se que digo aqui que ” o novo astro cairá nessa órbita do planeta. Passará metade de sua vida sem a luz da estrela, pois terá neste meio-tempo, entre ele e a estrela, um planeta impedindo a passagem da energia da estrela. Assim o germe fica entre desperta ou não desperta, como que morrendo varias vezes, até finalmente morrer de vez e tornar-se uma Lua do planeta.” Então, o germe dentro da Lua pode ou estar morto ou ainda com potencial de vida latente, não tenho dados confirmados para decidir isto. Pode estar ainda na fase do “morre durante suas noites e ressuscita durante seus dias”, sendo estes intervalos determinados pela distancia que a Terra esteja do Sol em sua órbita elíptica.

Enfim, meu objetivo não é provar que o modelo que desenvolvi está certo e o concorrente esteja errado. Nosso supremo objetivo é a busca da Verdade. Eu até prefiro ser o perdedor nesta disputa, pois se o modelo em que se estrutura hoje todo nosso empreendimento cientifico e fundamenta a visão de mundo do homem moderno, estiver errado, a Humanidade será prejudicada e mais uma vez atrasada em sua evolução pois teremos que retornar a um ponto no passado, limpar tudo o que fizemos depois pois estará tudo errado, e recomeçar de novo a partir daquele ponto. Como aconteceu quando Copérnico surgiu com o modelo heliocêntrico e tivemos que desmanchar tudo o que fizemos em dois ou três mil anos de crença no modelo geocêntrico. Até hoje ainda não conseguimos limpar os cérebros de muitos humanos de toda aquela falsa mitologia religiosa principalmente para retornar estes cérebros à sua saúde e desenvolvimento sadio de acordo com o que é a realidade natural, do mundo em que existimos e temos de lutar para sobreviver e melhorar a nossa qualidade de vida.

Mas… na ultima possibilidade que o modelo universal acadêmico esteja errado, e portanto as escolas estejam encaminhando os cérebros de nossas crianças para uma equivocada visão do mundo, para que engrossem esta louca corrida que já hoje está sugerindo que podemos estar indo rumo à nossa total extinção, então é melhor que tenhamos agora um pequeno prejuízo, como uma espécie de cirurgia de autocura, para nossa salvação.  E por incrível que pareça, são pequeninos e quase não notados detalhes como esta aparente alienada questão de campos magnéticos de luas, que juntos podem serem nossa salvação, pois o simples fato de estremecer-mos as certezas da visão de mundo estabelecida é uma forma de começar a corrigi-la em seus equívocos. Pois quer queiramos ou não, e depois que vencemos a necessidade de empregar a totalidade da vida apenas na busca de alimentos, todos os comportamentos e atitudes humanas são como ondas disparadas por uma fonte central: a nossa interpretação do mundo total, a imagem pessoal que temos do mundo que domina nossos cérebros e principalmente os cérebros dos humanos que estão no poder e escolhendo os caminhos para nossa grande caravana humana.

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Textos importantes do artigo: 

– “According to the researchers, the moon once had a magnetic heart, which helped the moon produce a magnetic field stronger than Earth’s now have.”

Matrix/DNA: Sim, todos os astros quando nascem e ainda não tem seu germe nuclear coberto por camadas de fria poeira estelar, emitem forte campo magnético. Ao flutuarem vagando no espaço interestelar têm seu germe nuclear coberto por matéria cada vez mais congelada, o que diminui a intensidade externa deste campo magnético pois o abafa internamente. Este é o estado de planetas como a Terra agora. Porem, à medida que o germe cresce dentro do planeta se aproximando da cobertura superficial, o campo magnético retorna a ser emitido com maior intensidade, alcançando seu climax quando se torna pulsar e depois uma estrela.

– “Though, numerous riddles linger about the magnetic field of the moon, for example, what fueled it and when it’s finished, the researchers added.”

Tradução: ” Apesar da informação na frase anterior, pensa-se nos numerosos enigmas que ainda adiam o conhecimento se, por exemplo, o que alimentou o campo magnético e quando ele se extinguiu…”

– “The moon today does not have an inclusive magnetic field. Nonetheless, asteroids that space explorers gathered amid the Apollo missions proposed the moon once had a magnetic field billions of years back.”

Matrix/DNA: Isto foi dito e registrado à 30 anos atrás pelo que os acadêmicos e estudantes universitários chamaram de semi-macaco troglodita vindo das selvas, quando leram um artigo escrito pelo macaco no jornal “Fôlha de Londrina”.  O macaco não tinha nenhum asteroide para dele tirar sua conclusão, mas esta despontou de seus simples cálculos macáquicos desenvolvidos na sua observação da biosfera amazônica e calculando quem ou o que teria criado sua tataravó biosfera.

– “However, researchers were unsure whether the moon created a magnetic field the same way Earth does, or if the magnetic fields seen on the moon were rather generated by external powers. For example, celestial effects on the moon could have flickered super-heated plasma that produced solid, concise magnetic fields, clarifying the charged rocks the space travelers found.”

Matrix/DNA: Todos os astros são formados com um inicial latente campo magnético, mas são os poderes externos de outras estrelas ou planetas que podem deflagrar ou extinguir tais campos magnéticos.

–  “The crucial inquiry of lunar science for more than four decades, even before the Apollo missions, is to what degree is the moon an unmelted primordial body like numerous space rocks, instead of a dissolved developed body with a multilayered structure, which can have a metallic center with a magnetic field.”

Matrix/DNA: A segunda alternativa está quase correta, salvo pelo indicio de que a Lua não deve ter mais seu campo magnético, ou ainda pode estar em vias de sua extinção.

– “… a few models say the moon began off frosty and unmelted, while others propose it was made from a monster affect and foresee it ought to have been scorched.”

Matrix/DNA: A Lua começou congelada na sua superficie e incandescente no seu nucleo.

– “confirmation that the moon had a magnetic field 4.25 billion to 3.56 billion years back, no less than 1 billion years after the moon created.”

Matrix/DNA: Então o Standard Model sugere que a Lua tem a mesma idade dos planetas do sistema solar. Claro isto é devido a sua teoria da formação destes sistemas, quando todos teriam nascido de uma mesma nebulosa de poeira estelar. Este tópico é ainda um problema para o modelo da Matrix/DNA, que ainda não resolveu se este sistema estelar foi formado pelo processo da primeira geração ou pelo processo das gerações subsequentes.

– ”  Weiss said, “Earth’s magnetic field is presently 50 microteslas in potency. The early moon may have had a magnetic field that was greater, perhaps up to more than 70 microteslas.”

Matrix/DNA: Justamente isto é o que indica o modelo da Matrix/DNA, mas acrescentando que tambem a Terra teve outrora um campo magnético mais potente.

– “It stays questionable what may have fueled this shockingly exceptional lunar magnetic field. “It’s difficult to see how the moon’s magnetic field could be as tough as it appeared given how the moon has a little center,” Weiss said. “The moon’s center is perhaps 1/5 to 1/7 the radius of the moon, while the Earth’s center is possibly one-half the planetary range. This implies the surface of the moon is much far from its center than you see with Earth. Since magnetic fields fall quickly in force with distance, it’s tricky to see how the moon could have had a magnetic field that was that that tough throughout its surface.”

Matrix/DNA: “Minha Santa Erotilde dos torresmos fritos!”. Isto é tão fácil de resolver! Claro, é facil quando temos o modelo da Matrix/DNA como base. Todos os astros no céu, quando nascem, são ancestrais dos bebes humanos que nascem na Terra. E todo mundo sabe que bebes nascem pequeninos e se tornam adultos grandões. Nos bebes a distancia entre seus coraçõezinhos e sua pele superficial é menor que nos adultos a distancia entre seus “coraçãozões” (Arre! Este português me obriga a fazer cada ginastica de língua que um dia ela se dá um nó e morro sufocado!)…, e sua pele superficial. Claro! Então tanto a Lua como a Terra, nos seus tempos de infância, que eram como uma semente, tinham seu nucleo-germe altamente concentrado e rotativo, gerando intenso campo magnético, que era externalizado com potencia porque tinham ainda poucas ou menos camadas geológicas abafando essa força que têm agora. À medida que o germe se expandia, diminuia a sua densidade e com isso a força de seu campo magnético.

– “Given the extent of the moon — just around a quarter of Earth’s distance — the moon ought to have cooled hastily…” 

Matrix/DNA: Temos um problema aqui, entre nossas teorias. Pelos meus cálculos, a Lua deve ter recebido menas camadas geológicas que a Terra e estas eram ainda mais quentes que as ultimas camadas da Terra. A Lua teve estas camadas esfriadas ou mantido a temperatura mais fria inicial devido ao mesmo motivo pelo qual a superfície do nosso planeta não pega fogo pelo bombardeio solar: quando ela se esconde do Sol por estar nas costas da Terra, o que o faz na metade de seu tempo de existência, funciona como as noites terrestres que esfriam o calor aumentado durante o dia.  Então não teria havido esfriamento rápido da Lua. Mas isto é um assunto onde não vejo muita importância para se discutir.

 “Though, novel models propose that the moon’s innards may have been less gooey than suspected, and that radioactive material inside the moon could have kept it hotter. These elements may have empowered a convection-fueled lunar dynamo to last until maybe 3.5 billion or 3.4 billion years ago.”

Matrix/DNA: Justamente o que sugere nosso modelo. Enquanto o germe se torna feto o campo magnético continua, mas quando o feto morre, o campo se extingue. Isto sugere que o feto “morreu” entre 3,5 bilhões ou 3,4 bilhões de anos atras. Eu vou calcular isso direitinho porque preciso saber a data, o dia exato que o feto morreu, para estabelecer a o dia da missa em sua sagrada memória…

Comentario publicado pela Matrix/DNA no artigo:

“… the moon once had a magnetic heart, which helped the moon produce a magnetic field stronger than Earth’s now have.”

It is just what was predicted by Matrix/DNA astronomic model, 30 years ago. All astronomical bodies have stronger magnetic fields at its formation and it decreases till these bodies becoming old planets or, like moons, are aborted as died fetuses. But, accordingly to this model, the body’s nucleus is seen as a germ, not as a heart.

Though, numerous riddles linger about the magnetic field of the moon, for example, what fueled it and when it’s finished, the researchers added.”

It is the same cause that fueled the magnetic field of Earth at its infant times. These nuclei are formed with degraded mass as stellar dust from a died system plus highly energetic concentrated ironess magma coming from neighbours system or pulsars. The nucleus emits stronger magnetic field forces while the astro-baby is crossing the dust, which are aggregated upon the nucleus building the geologic layers. Which makes the decrease of that superficial force and if the astro does not fall directly into a star’s orbit and does not receive its energy, the germ dies, finishing the magnetic field.

“… if the magnetic fields seen on the moon were rather generated by external powers.”

Astronomic bodies, while at their formation, are the ancestors of vegetable seeds. Or does you think that vegetable seeds were created by magics from a divine superpower or by magics of an ex-machine-maker randomness? It is all about a unique line of evolution, from cosmological to biological. So, when we have a question about these emerging astros we can search the answer observing a vegetable seed or human embryogenesis. There is a potential magnetic field freezed at the germ, which is triggered by the energy of a star. But if instead a star, the “baby-astro” falls into a planetary orbit, the germ is waked up during the day and almost dues during the night, or when it is at the other side of the planet.

Ok, by while it is theory against theory, only time and more data will be judge about which model is less wrong.

 

O Universo é Uma Hiper-Esfera? Que Não Está em Expansão? Nova Teoria

terça-feira, novembro 11th, 2014

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http://www.specularium.org/

by Peter J. Carrol

O Debate Entre os Que Projetam o Homem para Interpretar o Mundo e os que Ignoram o Homem na Mesma Interpretação

terça-feira, novembro 4th, 2014

O brilhante astro-físico Brian Koberlein, em seu website publicou um artigo interessante intitulado “Self- centered”, o que talvez se traduza por “egocêntrico”, como sendo as pessoas comuns que normalmente projetam a personalidade e experiencia de vida humana quando tentam explicar o mundo, o Cosmos desconhecido. Eu penso que no fundo sua intenção foi dar vazão à moda entre os modernos cientistas materialistas de repudiar o pensamento popular, considerado por eles “mistico” e sem fundamentos racionais.

Apesar de eu tambem sentir certo desconforto quando vejo essas crenças populares, não é menor meu desconforto quando vejo as crenças destes materialistas. Pois se o homem comum é egocêntrico – e sabemos que é – o homem não-comum porque está situado no pedestal da intelectualidade moderna, é mais egocêntrico ainda. Diria que é “ego-criador”, pois ele não vê nada de humano no Cosmos, portanto, o humano se auto-criou, a partir da matéria não-orgânica. Para mim, tanto os egocêntricos quanto os ego-criadores estão errados, ao menos é o que está sugerindo meus modelos téoricos deste mundo compilados na Matrix/DNA Theory. Bem… como não podia deixar de ser, imediatamente sentí a necessidade de retrucar ao artigo do Brian, no comentário copiado abaixo, que postei no artigo cujo link é:

Self Centered

https://briankoberlein.com/2014/10/28/self-centered/

BY  · 28 OCTOBER 2014

E meus comentarios postados ( aguardando moderação)

Louis Morelli: 04, November, 2014

To Brian Koberlein, who said: “Of all the ideas in astronomy and cosmology, the anthropic principle is perhaps the most controversial”. My question should be:

“And why is not controversial the common strong anti-anthropic principle among cosmologist and astronomers?!”

What’s the opposite of self-centered? Is it self-created? The title of this article must contains these two kinds of people.

I think ( and I know that my little brain thinks lots of wrong things) that you was educated inside a world view that is biased and like the people making the mistake of anthropic principle has no conscience of their mistake, you too have no conscience of yours mistake. And I will suggest an answer to my question:

The Cosmos is being “scientifically” seen and interpreted by humans whose intellectual formation was dominated by Physics and Math. You know… Copernicus, Galileo, Newton, etc., were biased towards Physics and Math. No Biologists, Chemists, Neurologists, pointed the telescopes to the sky. This fail from our sciences was worst when Darwin ( a naturalist philosopher) forgot the sky for elaborating the evolutionary theory. Supposing that the stupid matter of this lost rock-planet has invented the process of evolution.

Biological systems ( aka, life) like human beings were produced by this galaxy and inside this galaxy. No information came from outside this galaxy, due the distance among them. So, all life’s properties ( like sexual reproduction, metabolism, embryogenesis, digestive apparatus, etc.) must have been in its primitive e less complex shape existent at this galaxy. Thinking that they were not is not rational, it is magical thinking. So, why the theoretical model of galaxies made by the western current academic mindset does not points out where these properties are? Because they does not see the necessity for doing that due their strong anti-anthropic principle.

The modern current cosmology have divided the Universal History of Evolution into two blocks, without connections between them. There are no bridges, no evolutionary links between Cosmological Evolution and Biological Evolution in this theoretical model. But… it is against all that we know about Reason! Reasoning. Logistics. Atoms systems, astronomical systems, are species of natural systems that are ancestors of biological systems, that’s it. Like prokaryotes and reptiles are ours ancestors species. So, there is something anthropic in the sky, ours roots are there.

My big question that have wrapping my mind at night is “what happens with human brains ( by 1.500, or Middle Age) that, suddenly, suffered a mutation and was hard wired by Physics and Math alone?!”

If you could considering the hypothesis that all our modern staff of our modern schools are making a big mistake also, based upon a wrong world view; if you think that still is possible that cosmology is subject for a total revolution like the one when the heliocentric model changed the geocentric model; that Physics and Math, when approaching the human body are able only for seeing the human bone skeleton and its mechanics properties, being blind to the coverture of soft meat and neuronal connections, and so, is the same when Physics and math approaches to the Universe, seeing only its skeleton composed by galaxies… you will be interested in trying totally different astronomical models, calling Biologists, Chemists, Neurologists for participating. You can see a tentative of doing that, it is called “The Universal Matrix/DNA of All Natural Systems and Life’s Cycles”, googling it. Sorry, but, I am coming from other different habitat than the schools that you have – the heart of Amazon jungle – and as a naturalist philosopher asking answers to the virgin and salvage Nature, i am suspecting that a weak anthropic principle is part of the Cosmos, which is the creator of who has anthropic properties.

O Universo Inteiro é Feito de Matéria Escura, Invisivel. Veja as Diferentes Teorias do Modelo Academico e do Modelo da Matrix/DNA

segunda-feira, novembro 3rd, 2014

O artigo com link abaixo expõe como ainda estamos engatinhando na busca do conhecimento do que é essa misteriosa substancia preenchendo todo o fundo do Universo, do qual temos evidencias e até observamos alguns de seus efeitos, mas não conseguimos vê-la, nem toca-la, nem mesmo com nossos modernos equipamentos cientificos.

Há 30 anos atrás, quando na selva montei o modelo astronomico baseado no que aprendi no estudo dos sistemas na biosfera amazônica ( apostando na idéia de que esta biosfera é mera continuidade da evolução desta galaxia, a qual foi a real criadora da Vida e dentro da qual a Vida existe), meu modelo apontava a necessidade de haver uma substancia do espaço, tal como vários pensadores já tinham calculado antes e deram vários nomes, tais como universal éter, etc. Matéria escura, ou Dark Matter é o nome dado pelos modernos pensadores, mas no fundo teria o mesmo significado.

Mas se meu modelo estiver mais próximo da realidade que o modelo acadêmico, vai ser difícil e vamos demorar muito para resolver este mistério, pois o método sendo usado pelos cientistas não nos trará a real compreensão dessa substancia. Meu modelo sugere outro método de abordagem e pesquisa.

O problema todo, como explico no post abaixo, é que a dark matter está sendo abordada pelos experts em Física e Matemática, os quais tem seus limites, pois apenas alcançam os níveis de organização da matéria relacionados aos esqueletos das estruturas, e portanto, ao esqueleto composto de átomos e galaxias deste Universo. Se lidassem com o corpo humano, estes experts seriam capazes de descrever completamente o esqueleto ósseo, mas começariam a falhar quando adentrasse o reino de complexidade que reveste o esqueleto, o reino das substancias, órgãos, fluidos, que compõem a parte mole, suave, do corpo. E não alcançariam o nível de organização neurológica do cérebro em tal corpo.

Por outro lado, quando o meu método foi justamente o reverso – partindo da parte suave e mole para tentar entender o esqueleto e daí as origens do todo – a necessária substancia universal do espeço ganhou conotações de funções biológicas e fui obrigado a considerar que a dark matter está para o Universo assim como o amnion, a placenta, estão para um ovo fecundado. A partir daí entendi que para calcular como essa substancia espacial foi se transformando em matéria ordinária e formando os sistemas naturais era necessário considerar a atuação das ondas de luz, as quais, como explico em outros capítulos aqui, contem o código para organizar essa substancia inerte em sistemas como átomos e galaxias e depois em sistemas biológicos, ou seja, a Vida. Mas essa briga entre teorias vai continuar, por enquanto você pode ficar assistindo-a de camarote… enquanto eu me arrebento todo tentando como o pequeno Davi enfrentar o gigante Golias…

SIMPle Dark Matter

https://plus.google.com/+BrianKoberlein/posts

Dark Matter?

Dark matter remains an enigma of modern cosmology. We have indirect evidence of its existence, and even some evidence of its characteristics, but we have yet to detect dark matter directly. This puts us in a kind of middle ground where there’s enough evidence to support dark matter, but not enough to define it, which is the perfect playground for theorists to try new ideas. This week in Physical Review Letters, just such a new idea has been presented.

The most popular model for dark matter is the WIMP model, or Weakly Interacting Massive Particles. They are so-named because they would have a much larger mass than protons, but would only interact through the weak nuclear force. This means they wouldn’t interact with light much (hence they would be “dark”), and they wouldn’t interact with each other so strongly that they can’t create a halo of dark matter around galaxies. But even weakly interacting particles would occasionally interact with regular matter. Given current observations, there should be about 5 times more dark matter than regular matter in the universe, so we should be able to detect some interactions directly. However despite several ongoing searches, there’s been no clear evidence of it.

So this new paper proposes a new model, known as Strongly Interacting Massive Particles, or SIMPs. In this model, dark matter particles have about a tenth the mass of a proton, but they strongly interact with both regular matter and themselves. That might seem contradictory to the nature of dark matter, but so long as they interact in the right way, it could all work out. Basically, SIMPs would tend to clump to mimic more massive WIMPs, and they would interact weakly with light, as dark matter should. But because of their smaller mass, they would interact with electrons more strongly than nuclei. Since dark matter searches have focused on nuclei interactions, this would explain why we haven’t detected them.

In the paper the authors show that the SIMP model agrees with current observations of dark matter, and it shows where future experiments could support or invalidate the idea. But based upon current evidence it is no more compelling than the popular WIMP models. Still, at this point we need new ideas like this one. Dark matter has been frustratingly difficult to pin down.

Image: The Marenostrum Numerical Cosmology Project

Reference: Hochberg Y., Kuflik E., Volansky T. & Wacker J.G. (2014). Mechanism for Thermal Relic Dark Matter of Strongly Interacting Massive Particles, Phys. Rev. Lett., 113 (17) DOI: .org/10.1103/PhysRevLett.113.171301

Meus comentarios no artigo:

Louis Charles Morelli – November, 03, 2014
Maybe this mystery remains only due we had tried wrong approaches due wrong standard model. The Matrix/DNA model points out towards the necessary existence of something like dark matter, universal aether, or other names. It is merely the substance that fits space, everywhere, the space substance. And this model suggests the following idea: substance space has the same function in relation tho the Universe that the substance called amnion have in relation to eggs – despite the different levels of complexity.
How a hypothetical microbe living inside a recently fecundated egg could see and understanding amnion? Should it beginning the search for understanding it by analysing its smallest structures or observing its “universal” function inside their ovular universe? The answer must be: all ways are valious. So, the Standard Model based on Physics and Math deals only with the level of structures, not the level of systems as a whole. Like when studying a human body, Physics and Math applies well for describing the bone skeleton but begins to fail when reaching the coverture of soft meat and beyond it, the complexity of neurology. Something for this Universe? Physics is seeing the universe’s skeleton, but could be there lots of complexity covering and acting over this skeleton?
Matrix/DNA model is the reverse approach, starting from biological systems, the soft level and going back to the skeleton ( galaxies, atoms) till the Big Bang. Then we noticed that any light wave has the code for life since its sequence of vibrations/frequencies are the same of a living body sequence of shapes under a vital cycle. And calculating how lights waves could imprint this code and its dynamics upon inertial substance space for creating ordinary material systems,  we are investing how the DNA of father and mother chromosomes acts among the amnion for formation of a new system.
My two cents here is: we never will understand dark matter while only Physics and Math is dealing with the issue: we need the collaboration of Biology, Neurology, Chemistry and something else.
Luis Alberto  and Nick Alcock have the posts more next to the jackpot here, I think.
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Interessante posts no artigo:

Is it possible that we are trying to explain through dark matter or energy , a phenomenon that happens in our universe, due to physical laws that our current model fails to address or acknowledge?. That is, is it possible that there is no dark matter or energy, and that the phenomena attributed to this is caused by something else entirely not accounted for in our standard model of the universe?.
I apologize for the ignorance in relation to the subject in advance.
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+Luis Alberto Rodriguez Goff, yes, of course. This is always a possibility. Our model of the universe is a model: there is always the possibility of something it doesn’t explain which contradicts it coming up, and requiring refinements or even a whole new model.Science is not about discovering absolute truth, merely better models of reality. (Some bad science teachers overinterpret this and say that the only job of science is to produce correct predictions, but this is very much not true: the point of those predictions is not the predictions themselves, though they are useful, but the model of the way the world works from which they come: the predictions are just the way those models are tested against reality. A neural net which spat out correct predictions when nobody knew what it was doing or why would not be generally considered an acceptable replacement for a scientific theory.)
xxxx

 

Buracos Negros e Big Bang Não Existem: Provas Matematicas de Cientista?

segunda-feira, outubro 27th, 2014

http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2769156/Black-holes-NOT-exist-Big-Bang-Theory-wrong-claims-scientist-maths-prove-it.html

Por a Bicicleta na Horizontal… E sair voando nela! ( Veja Video)… Porque não tive essa idéia antes?

quinta-feira, agosto 28th, 2014

Antes de ler esse artigo, veja este vídeo ( mas volte aqui pois este artigo tem excelentes novas lições para aprender sobre a Natureza):

The World’s First Hoverbike Could Revolutionize the Drone Industry (Mehta Websolution)

https://www.youtube.com/watch?v=mNkLjv–q7Y

Os aros da roda de uma bicicleta podem tornarem-se como as hélices do helicóptero, empurrando o ar para baixo, gerando uma cama de ar, e… voar.basta tirar a bicicleta da sua posição normal, vertical, pô-la na horizontal, fazer umas modificações, acrescentar um motor… Imagine o quanto nossa vida teria sido facilitada se alguém tivesse feito isso antes. No minimo, nossas cidades teriam sido desenhadas e desenvolvidas diferente do absurdo que são estas cidades de hoje. Num rápido passeio o agricultor teria uma visão total de cima das suas plantações. A maioria das pessoas que morreram afogadas, ou quando apanhadas em enchentes, teriam sido salvas pelos próprios moradores locais. Sim, a vida teria sido melhor do que foi, e tudo isso só porque não pusemos a mente a trabalhar no lugar certo. Ela estava assistindo futebol ou telenovelas, na cama fazendo sexo, ou raptada pela cerveja, sempre vagabundeando por aí. O tema deste website – fornecendo a fonte para mil novas idéias como essa – causa pavor, pois tem que se concentrar e ler duro, o autor é um “chato”… e assim ninguém lê isso aqui, e assim, sozinho, não consigo os recursos para desenvolver as idéias que emanam destas descobertas.

A Natureza contem muitos mecanismos e processos, e cada vez que descobrimos mais um destes mecanismos, produzimos uma imitação tecnológica. Não existe tecnologia humana que não tenha já antes sido “criada” pela natureza. Nós não criamos nada, nós copiamos tudo. Então quando surge uma nova “invenção” humana, corro a buscar na fórmula natural da Matrix/DNA e na sua História natural Universal, onde e quando a Natureza já aplicava aquela tecnologia. E sempre encontro a resposta. A qual sempre fornece mais idéias para melhorar aquela tecnologia.  Mas, quem me conhece sabe que nasci pelado e sem um naco de terra, e assim as famílias cristãs das cidades por onde passei sempre viram a oportunidade em mim de ter mais uma mão de obra escrava para fazer aqueles serviços que eles não querem fazer e não querem pagar valores proporcionais às rendas que ganham. Então, se fico na cidade tenho que trabalhar duro para arrumar o dinheiro para pagar o quarto da pensão à noite e o jantar, senão quiser ir dormir no mato e comer pão com banana. geralmente escapo para a selva, mas lá não tem como levar as ferramentas. Sem um galpão para uma oficina mecânica, um laboratório, todas estas idéias vão comigo para o tumulo. Não tem problema, não tenho um passarinho para dar de comer, esse mundo não é meu, quando puder, volto para a selva, onde minha mente fica livre para ter orgasmos mentais cada vez que descubro mais uma das estonteantes peripécias desta Natureza.

Onde a Natureza aplicou o mecanismo de rodas com raios na horizontal para ficar boiando no ar? Ora, isto já se descobre rapidamente, bastando dar uma olhada na fórmula natural para sistemas naturais, a “minha” amada Matrix/DNA. deixa-me trazê-la para cá:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Mas para ver melhor ainda essa bicicleta voadora natural, deixa-me trazer para cá o desenho rustico feito na selva, que contem encoberta, esta fórmula:

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Matrix/DNA: O template para todos os sistemas naturais, de átomos a nucleotideos a galáxias e células. O circuíto energético padrão.

Onde está o mecanismo aplicado na bicicleta voadora?

Observe F1 na fórmula, que corresponde ao vórtice turbilhonar no desenho. É um rodamoinho, uma espiral formada de linhas de fôrça, que ficam girando na horizontal, mantendo o sistema boiando no espaço sideral. Pronto! Fácil, não?

Mas não se para por aqui. A fórmula deve fornecer mais idéias de como melhorar, como incrementar a bicicleta voadora vista no vídeo.

Eu notei ainda na selva, há 30 anos atrás, que esta roda cósmica foi o principio nas estrelas que mais tarde serviu de projeto para a natureza desenvolver a boca dos sistemas biológicos, até chegar neste tipo de boca humana ( também o nariz, com seus dois buracos e exata função respiratória está encoberto na fórmula, mas o nariz é outra história). Ora, a função do cone astronômico é ingerir a massa interestelar misturada com a energia vinda nos cometas, mistura-las internamente, e produzir as bolotas, emitindo-as para fora, as quais são germes de novas estrelas. No sistema celular este mecanismo todo está dentro do núcleo, onde o DNA ( após um pedido feito pelo sistema e trazido como mensagem pelo RNA), capta os átomos selecionados, mistura-os, dá-lhes uma forma, produzindo proteínas… e mandando-as para o espaço intracelular.

Então, em outras palavras, há 10 bilhões de anos atrás a Natureza produzia um sistema que tinha uma boca, comia, triturava os grandes pedaços de alimento pelo processo de jogar uns contra os outros, despedaçando-os cada vez mais, mas que fazia tambem o papel de uma “boca feminina”, que gerava novos bebês. Porque nessa massa e nessa energia estavam ocultos os fótons-genes para produzir estrelas.

Assim, existem no minimo duas maneiras para se “mastigar” alimentos. Uma, fazendo uma roda horizontal no espaço sideral utilizando linhas do campo magnético, gerando algo parecido com um “liquidificador”. Outra, é transformando esta boca adaptada para as condições nas superficies de planetas e nas dimensões menores, microcósmicas. Basta virar a roda da horizontal para a vertical, separa-la em duas metades iguais, porem, fazer com que uma metade seja fixa e a outra movente, repetindo o mesmo movimento que as linhas magnéticas fazem no espaço sideral. isso a natureza conseguiu fazer desenvolvendo o que chamamos de “maxilares”, colocados na metade de baixo da boca.

Você ainda duvida? Ok… leve sua mão à sua boca e segure firme o lábio superior. Agora mastigue o ar. Perceba que sua mão não se move. Agora segure firme o lábio inferior. Perceba como sua mão se move. Como cético que sou ( só acredito vendo), e sempre desconfiado que a Matrix está querendo me enganar, eu não acreditei nisso e fui tirar a prova. Prendi meu lábio inferior numa morsa, atarrachei bem até não aguentar mais a dor do apêrto, aí enfiei as unhas por baixo dos dentes superiores e tentei levantar a boca para mastigar o ar. ~Botei força prá car… alho,  e não consegui levantar minha cabeça de burro empacado. Tentei usar alicate, o macaco de levantar o carro… e nada. Assim cientificamente, provei mais uma das minhas teorias.

É simplesmente estonteante…, de uma beleza incomparável…, produzindo na mente orgasmos a nível cósmico…, quando descobrimos estes truques evolucionários da grande mestra e mamãe Natureza. Que engenheira genial. Em outra ocasião, ela precisava aplicar o mesmo mecanismo, mas desta vez, ao invés do corpo-cone ficar pairando no ar, ela queria que o corpo se movesse no espaço, adquirisse velocidade, etc. Então ela botou seu cocuruto a trabalhar, e o que ela inventou? Pegou o mecanismo das forças na forma de linhas magnéticas do cone do espaço sideral, imitou-as na forma de matéria biológica, conservou-as na vertical, para empurrar o ar para a frente e para trás na horizontal… e se saiu com estas coisas que chamamos de “asas”. Os passarinhos ficaram felizes da vida…

Mas o homem às vezes não é tão burro no seu nível de subconsciência ( só é muito burro no seu nível de super-consciência) e tambem deu seu jeito de aplicar este processo evolucionário na forma de tecnologia mecânica: observe as rodas dentadas de qualquer engrenagem de maquinas, como algumas estão na horizontal, para fazer girar outras que ficam na vertical, etc. isto se deve aquelas intuições que de repente pipocam numa cabeça, dando a impressão que Deus ou Santa Bárbara está sussurrando um ideia para dar uma ajudazinha, mas que na verdade é o nosso DNA emitindo imagens internas de coisas estranhas nunca vistas no mundo externo, porque este passado evolucionário cósmico está todo registrado naquelas regiões do DNA a que alguns não- amantes da mãe natureza chamam de DNA-lixo… Fazer o que? A arrogância os cegam…

A arrogância dos que foram criados em famílias e protegidos/alimentados dentro de um lar, faz com que, quando chegam na selva, assumem o ar de superioridade, botam suas maquinas a trabalhar e destroem a selva. Se tivessem nascido e sido criados como eu, o tempo todo ouvindo falar que “você é um moleque sujo de rua”, “você não é nada”, “veja se se enxerga”, etc., teriam reduzido a arrogância natural e aprendido a serem ao menos um pouco humildes, e teriam chegado na selva quietinhos, com o rabo entre as pernas, sabendo-se incapaz de ali sobreviver perante as forças descomunais dos espíritos da selva, e teriam aberto os ouvidos para ouvir e prestar atenção nos sussurros dos movimentos na selva, para aprender e descobrir um montão de coisas novas. Que não se descobre em laboratórios com ar condicionado. Mas…paciência, fazer o que? A Natureza sempre defendeu e sempre defenderá o seu projeto evolucionário, passando por cima de todos que se opõem como obstaculo ao seu caminhar. Cadê os dinossauros? Cadê as grande e poderosas civilizações dos faraós egípcios, dos imperadores romanos? Um dia se perguntará tambem: “Cadê a grande e poderosa civilização dos bilionários do século 21? Dos torcedores de futebol e assistidoras de telenovelas? “… se eles não acordarem rápido para a visão de mundo revelada pela Matrix/DNA que veio lá do meio das selvas,  ouvi-la, e começar a consertar o que ela está mandando consertar.

A bicicleta voadora do vídeo acima é uma visão animadora, espetacular. este pessoal que está concentrando o cérebro no seu tempo livre na busca de trazer o projeto para a realidade são verdadeiros heróis da Humanidade. Um brinde de todo coração a eles! Ela é possível de se tornar real aqui, porque ela já estava desenhada nas estrelas!

Mas… e quanto as idéias fornecidas pela fórmula da Matrix/DNA para incrementar, melhorar a bicicleta voadora e obter dela mais utilidades para a vida humana? para isso temos que voltar a observar a fórmula. E logo percebemos que a roda cósmica está circundada por uma “carga”de poeira estelar. Se esta roda se mover no espaço sideral, ela “carregará”essa carga junto com ela. ma observe que a carga sideral tambem tem seu motor próprio. Trata-se do cadáver estelar em F7. Então, começa a despontar a visão de uma grande bicicleta voadora carregando uma carga, um novo tipo de transporte aéreo de cargas grandes e pesadas, movida por dois motores… etc. Isto se tornará realidade no futuro. Pois tambem já foi desenhado nas estrelas. Bem vindos a bordo do submarino espacial.

( Raios… só agora quando terminei o artigo e levantei da cadeira percebi que ainda carrego a morsa presa e pendurada no lábio inferior… Essa gamação pela natureza está me deixando cada dia mais maluco… Socorrooooooo!)

A Guerra Entre Dois Cérebros Formados em Dois Mundos Diferentes

quinta-feira, agosto 14th, 2014

The War Between Two Opposite Hard-Wired Brains by Two Different Worlds

Eu não consigo acreditar no que eu produzi e me lembro disso sempre que me deparo com matérias na imprensa como a do artigo com link abaixo.

É tão difícil fazer os 13 pontos na loteria esportiva quanto fazer zero pontos – para lembrar que seria tão difícil errar todos os seus palpites sobre as explicações para os mistérios da sua existência e da existência deste mundo como seria impossível acertar todas.

Acontece que o pensamento intelectual e cientifico moderno construiu uma visão de mundo e eu, no meio da selva amazônica observando a natureza bruta, construí exatamente a oposta, a contraria visão do mundo. As duas opostas cosmovisões podem explicar o mundo desde o Alfa ao Ômega, desde o inicio ao fim, por duas diferentes linhas lógicas, como se dois cérebros estivessem configurados exatamente ao contrario entre si.

O que não consigo decifrar é como e porque meu cérebro saiu assim, para produzir tal surpreendente produção: errar ( ou acertar?) todos os 13 pontos ( tenho uma teoria: entrei na selva carregando um bom conhecimento dos 15.000 anos de cultura acumulada pela civilização humana, mas o inferno da selva e o delírio das malarias mais o veneno dos insetos e dos espinhos fez colapsar todo este conhecimento, na maioria artificial, limpando o cérebro, e a partir daí, o espirito da selva bruta e selvagem da Natureza, reconfigurou-o, segundo suas “verdades”). Aconselha a sabedoria que toda vez que deparamos com uma situação onde dois opostos extremos se conflitam,devemos logo perceber que cada lado está 50% certo e 50% errado, sendo que na metade onde um está errando, cabe como certo a metade onde o outro está acertando, e no final, a alternativa verdadeira é a que resulta deste conflito, um meio-termo mais evoluído que seus dois produtores. Eu me resigno a isso, a aceitar que devo estar 50%  errado, mas eles não, portanto nem querem saber da minha versão. O único juiz habilitado a resolver isto será o tempo.   

E o problema é que nenhum lado tem fatos reais, cientificamente comprovados, para desbancar o outro! Veja qual a diferença, como as explicações aos 5 maiores mistérios do mundo hoje, são exatamente opostas entre si, entre estes dois mundos mentais, resumidamente aqui:

loneliness universe

Top 5 Puzzling Mysteries of the Universe

Read more at: http://www.learning-mind.com/top-5-puzzling-mysteries-of-the-universe/?utm_content=buffer0914c&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

The article says: “There are a lot of things we have learnt about the universe over the last millennium. But some things are still unknown to us, and these unsolved mysteries seem suspicious to us. Let’s take a quick look at some of the puzzling mysteries we have no knowledge about to this day.”

Applying a new method for cosmological inquiry I have found surprising different explanations for these 5 questions. The method is based principally on calculations of universal evolution by the reverse way, starting here and now with biological organization of matter and going down towards the Big Bang. So, it is adding Biology and Neurology upon the unique method used by modern scientific theoretical models, which had applied only Physics and Math for studying the Universe.

1. What is the universe made of?

Matrix/DNA: Bits-informations coming from the system that generated this Universe, working as genes, like a human body is made off genes/bits-informations from its parents. If a bit is temporary active is energy, if it is inertial, is mass. Each bit emerges as vortex, which is the first shape of a universal natural system, having seven brutes forces/properties ( the universal systemic functions), that evolves into the nowaday seven life’s properties. Those first vortexes propagates as light waves, so, light has the code for functional systems, aka, life ( as suggested by the Matrix/DNA version of the graphic for electromagnetic spectrum of any light wave). All natural systems – from atoms to galaxies to human bodies are merelly evolutionary shapes of a universal Matrix evolving by a process of life’s cycle. So, all natural systems have their own version of DNA, which are identified in the models of matrix/DNA Theory. This universe is merely the fossil of our ancestors, inside which is occurring a process of natural genetic reproduction of the thing that created it.

2. Why do we need these pathetic four percent of ordinary matter,…

Matrix/DNA: As solved by Godel’s theorem, nobody can knows the thru of a system standing inside it. So, these suggestions about four percent or 30% is highly theoretical, as every human conception about the universe. We have seen less ordinary matter than other substances because our scientific power is limited to the universe’s skeleton due our method been Physics+Math. But, like the human body made by this Universe is composed by skeleton, soft biological coverture, plus mind, so, much be the whole Universe. We need developing “biological and neurological cosmology”, for studying this Universe, as we are doing at Matrix/DNA Theory. Only a biological coverture over the nowaday known galactic’s  skeletons could explains life here, as shown by Matrix/DNA galactic model.

3. Are there other universes other than our own?

Matrix/DNA: Thousands of new discovered natural mechanisms and properties by matrix/DNA Theory are in needs of more researches and better understanding because they can improve human life and saving Humanity from extinction. We must study the universe, but stopping at its frontiers, because everything else will be metaphysics, which is scientifically a prejudice. This question makes no sense.

4. Oops. We still need to mention the word “universe” one more time. Are we the only ones in it?

Matrix/DNA: The answer is in the DNA: it is composed by atoms composing active genes intercalated with larger arrays of atoms composing “junk DNA”; so these larger distances between genes represents the larger distances between different life’s forms inside the universe. Evolution of the universal natural system makes that each time the genes are approximating, till all of them meeting in the shape of neurons, a superior natural architecture called brain. I can’t make this mental operation but things are suggesting that the encounter among developed life’s forms happens at a superior natural organization of matter. We are not bacterias limited to the skeleton of a human body, so, we are not limited to the skeleton of the Universe, composed by hard bodies like planets and stars.

5. What is inside a black hole?

Matrix/DNA: The whole modern cosmological model and theory that concluded by the existence of “black holes” is wrong, sorry. See at the Matrix/DNA Theory formula for natural systems what is the real structure inside galactics’ nucleus. As I said before, this galaxy has an invisible coverture where the connections among astronomical bodies and the transformations of these bodies is organized by less evolved life’s, biological properties. Our scientific team has not seen it yet due applying only Physiscs and Math, which does not translate the phenomenology and is not the language of the soft “meat” covering the galactic body.

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Comentario postado em: 

LOUIS MORELLI August 14, 2014 at 8:47 pm Your comment is awaiting moderation.

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