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Diferenças no trabalho entre Darwin e o autor da Matrix/DNA Theory

segunda-feira, setembro 11th, 2017

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Tem pessoas adiantando que estou me comparando a Darwin. Entao copio abaixo uma resposta que enviei a um destes criticos ( e a registro aqui porque com certeza tereii que envia-la a outros mais):
There are differences:
1) We both applied comparative anatomy, but, he applied the reductive method, working details, I applied systemic method, searching the division, location and relationships among systems, starting with the whole biosphere as unique system and calculated the reverse of evolution, arriving to a point. Then the point pointed out to the solar system, so, from the point I went to the whole Universe, applying now comparative anatomy and reverse mechanisms of evolution between living and non-living systems (atoms and astronomic systems): Here I discovered the mechanisms of cosmological evolution and that these mechanisms continuing to driven biological evolution. Darwin did not perceive it. So, I re-calculated evolution applying the Darwinian mechanisms plus the cosmological mechanisms. The final results explained all gaps in Darwinian theory.
2) The idea of evolution was existing before Darwin’s travel to the field, at the tropics. He went to confirm the idea. The idea about an evolutionary link between cosmological evolution and biological evolution, and the idea that those non-biological systems linked evolutionary to biological system must be formed by the same biological formula (an ancestor of DNA); the idea that the building blocks of galactic systems has expressed or not the seven properties of life; and the final idea that in fact, there is no evolution, but, merely, a universal process of reproduction of the thing that triggered the Big Bang… these ideas were nowhere at my time, never existed before, and till now I am the unique human being with these ideas and formulas, models, supporting them. plus 1.600 evidences enrolled at my website and lots more at home, and hundred of previous predictions from 30 years ago confirmed by data obtained by official Science. Neither I had these ideas before going to the field, it was the pure nature never touched by human beings that suggested them. My unique idea before was that the first cell system was the first complete and real living thing, systems only comes from prior systems, less evolved or not, biological or not, and nobody in any time has searched a system when searching the cause of life’s origins. I went searching such system that, probable, was inside the primordial soup.
3) Darwin worked limited to the planet Earth and stood in the field 4 years: he discovered micro-evolution, 3,5 billion years old, because biological evolution is micro: I stood in the field 7 years, putting all time the whole universe on the table when drawing and calculating my models, i worked with universal macro-evolution which is 13,8 billion years old;
4) There are ideas that you suspects it is real, you work hard on it, sometimes given your life for it, you build a new theory, but, reality approves one idea and not approve others. Biological evolution is approved already, Darwin was lucky. Universal evolution still is not approved and can be debunked ( I am almost convinced that it will not, but, not sure yet), I will lose. Still I will leave my contribution: nobody will do the same mistake again.

Evolucao: Texto Atualizado e Bem Informado

sábado, fevereiro 11th, 2017

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Creio que ninguém racionalmente possa negar a existência do processo da evolução natural. Eu posso vê-la com meus olhos aqui e agora em 9 meses observando como uma pequena bolota de células se transforma – evoluindo do mais simples para o mais complexo – para a forma de feto, embrião, etc. Observar o acervo de milhões de fosseis alinhados numa sequencia evolucionaria e’ outra maneira de inclinar-se a aceitar a evolução como fato.

O problema humano se refere `as diferentes interpretações do que se vê, porque a evolução natural se estende a dimensões no tempo e espaço que não podemo ver, então temos que elaborar teorias e esta teorias indicam significados, um sentido ou falta de sentido neste fenômeno da evolução natural. Isto nos afeta sobremaneira porque o sentido ou falta de sentido da evolução implica diretamente no sentido da nossa existência como humanos. E outra forma muito importante de nos afetar e’ que cada interpretação, cada sentido encontrado, e’ a fonte dos valores morais, os quais vão modelar nossos sistemas sociais, nossas inter-relações entre humanos e nosso comportamento perante o mundo externo.

A mais influenciável teoria da evolução natural vem do meio acadêmico. Digamos que seja a Teoria Academica da Evolução (TAE). No tocante restritamente particular `a minha pessoa, tenho também em consideração outra teoria, minha própria, a teoria universal da Matrix/DNA, digamos aqui, Teoria da Matrix/DNA da Evolucao (TME).

O estado de espirito da Academia se projeta tanto nas suas teorias da origem do Universo, da origem da vida, como da evolução natural. A mesma visão de mundo vê o mesmo significado de existência nestes três eventos. Isto também ocorre com a TME. Com uma importante diferença:

A TAE baseia-se na existência produzida por Acaso. Com isto, o processo da origem do Universo não e’ o mesmo processo da origem da vida e não e’ o mesmo processo de nenhum destes dois eventos que  dirige a evolução. Claro, se os três eventos, ou mesmo apenas dois deles fossem executados pelo mesmo processo naos seria acaso, seria uma regra, uma lei natural. Por seu lado, a TME sugere e apresenta o processo que produz a embriogênese e evolução de um sistema biológico como sendo o mesmo processo que teria produzido a origem do universo e da vida e que dirige a evolução universal. Enfim, as duas visões do mundo sugerem um sentido da vida e valores morais totalmente diferentes.

No texto a seguir ( obtido no link abaixo) vamos ver uma ótima sintetização da historia, evolução e estado atual da TAE:

http://simbiotica.org/teorias.htm

Unidade na Diversidade

Aparentemente a diversidade é a regra no mundo biológico, sendo, até ao final do século XIX, considerada a sua característica principal. Os biólogos calculam que existam, atualmente, entre 30 a 50 milhões de espécies, das quais apenas  2 milhões foram descritas e denominadas.

No entanto, a partir do início do século XX os estudos bioquímicos fizeram ressaltar as semelhanças estruturais e fisiológicas dos indivíduos. Todos estes factos parecem apontar para uma origem comum para todos os seres vivos actuais, seguida de uma enorme diversificação.

As explicações para estes factos foram surgindo ao longo dos séculos, sempre baseadas em princípios religiosos, filosóficos e culturais, podendo ser atualmente classificadas  em dois grandes grupos:

  • Hipóteses fixistas – aceites sem discussão até ao século XVIII, consideram que as espécies, uma vez surgidas, se mantiveram inalteradas ao longo do tempo;
  • Hipóteses evolucionistas – também conhecidas por transformistas, surgiram no século XIX e consideram as espécies atuais o resultado de lentas e sucessivas transformações sofridas por espécies que já existiam no passado.

Fixismo

Existiram numerosas hipóteses fixistas ao longo da história da Biologia, umas mais duradouras que outras, umas mais fundamentadas que outras. Considerando-se que as espécies permaneceram imutáveis ao longo das eras, surge novamente a necessidade de identificar a causa do surgimento das espécies ancestrais.

Dessas hipóteses salientam-se as mais conhecidas:

  • Hipótese da geração espontânea – originalmente apresentada por Aristóteles, por sua vez influenciado por Platão (que referia que os seres vivos eram cópias imperfeitas de formas perfeitas de uma ideia – essencialismo) , considerava que os seres vivos seriam constantemente formados, a partir de matéria não-viva como o pó e a sujidade. Os seres vivos estariam organizados num plano, designado Scala Naturae, eterna e imutável, pelo que os organismos assim formados não teriam a possibilidade de alterar as suas características;
  • Hipótese Criacionista – baseada na reunião de escritos bíblicos e das teorias universalmente aceites de Aristóteles, considera que Deus terá criado todas as espécies, animais e vegetais, num único ato. Após esse momento, as espécies permaneceriam imutáveis, sendo qualquer imperfeição resultante das condições ambientais.

Evolucionismo

Durante a segunda metade do século XVIII começaram a surgir as primeiras ideias transformistas, contrariando o dogma criacionista-essencialista, que dominava firmemente o pensamento ocidental á muitos séculos. O centro da polêmica deixou de ser o facto de existir ou não evolução, passando a ser o mecanismo dessa evolução.

Duas novas áreas de conhecimento vieram revolucionar a visão da ciência relativamente ao mecanismo de formação das espécies:

  • Sistemática – esta ciência teve um desenvolvimento extraordinário durante o século XVIII, tendo como ponto alto o trabalho de Lineu, botânico sueco que estabeleceu o sistema hierárquico de classificação dos organismos, ainda hoje utilizado. Os estudos de Lineu, cujo objectivo era revelar o plano de Deus, permitiram a outros cientistas identificar semelhanças e diferenças entre seres vivos e uma possível origem comum a todos eles, originando terreno fértil para as ideias evolucionistas;
  • Paleontologia – no século XVIII, o estudo dos fósseis revelou a presença de espécies, distintas em cada estrato geológico, que não existiam na atualidade, contrariando a imutabilidade defendida pelo fixismo.

Novamente, numerosos cientistas conceituados propuseram teorias tentando esclarecer estes fenómenos, nomeadamente:

  • Erros – teoria proposta por Pierre Maupertuis no início do século XVIII, considerava que todos os organismos derivavam de uma mesma fonte original, apresentando ligeiras alterações em relação aos progenitores ao longo das gerações, devido a acasos e erros na reprodução. Estes erros eram devidos ao facto de o descendente resultar da união de uma “semente” masculina e de uma “semente” feminina, formadas por partes que se organizavam no embrião  graças a uma “memória” que podia ser errada. Deste modo, a partir de uma única espécie, poderiam obter-se numerosas outras aparentadas entre si, devido a diversos graus de “erro”;
  • Variações geográficas – teoria da autoria de Georges Leclerc, Conde de Buffon, intendente do Jardim do Rei em Paris em 1739, referia a existência de variações geográficas entre indivíduos da mesma espécie. O povoamento inicial teria sido feito por um certo número de espécies, as quais teriam sofrido uma sucessão de variações geográficas adaptativas, de acordo com as condições geográficas e alimentação do local para onde teriam migrado. Esta variação seria devida a sucessivas degenerações da espécie inicial, indicando já uma visão transformista do mundo natural. Buffon foi, também, o primeiro a questionar a idade da Terra, tendo proposto que a sua verdadeira idade seria de cerca de 70000 anos;
  • Hipótese catastrofista – teoria da autoria de Cuvier, naturalista muito conceituado na época (1799), que considerava que cataclismos locais (glaciações, dilúvios, terramotos, etc.) sucessivos teriam aniquilado as formas de vida preexistentes nessa zona, sobrevindo a cada um desses cataclismos um novo povoamento com novas espécies, vindas de outros locais. Deste modo explicava a descontinuidade entre estratos geológicos. Seguidores de Cuvier levaram esta teoria ao extremo de catástrofes globais destruírem a totalidade das espécies da Terra, sendo depois repostas por novos actos de criação divina (teoria das criações sucessivas). Esta teoria, portanto, tenta encontrar um meio termo entre o fixismo, que considera correto, e as evidências fósseis encontradas.

Apenas no século XIX as ciências em geral abandonam a visão estática do mundo, até então prevalecente:

  • Newton apresenta explicações matemáticas para o movimento dos planetas e objetos na Terra;
  • Descobrimentos revelam grande diversidade de organismos, até então desconhecidos;
  • Hutton, geólogo, indica uma idade da Terra muito superior ao até então aceite;
  • Lyell, em 1830, apresenta uma explicação para a descontinuidade biológica entre os diversos estratos geológicos. Este geólogo considerou a ação erosiva da chuva e dos ventos a responsável pela eliminação dos estratos em falta, provocando a ilusão de descontinuidade entre eles. Esta teoria ficou conhecida como  Lei do uniformismo, que inclui o Principio das causas atuais, segundo o qual os fenômenos que provocaram determinadas alterações geológicas no passado são iguais aos que provocam os mesmos acontecimentos no presente.

Um aspecto é de salientar na análise de todas estas teorias, é que nenhuma delas propõe um mecanismo de evolução.

As verdadeiras teorias explicativas do mecanismo da evolução só surgiram após da avaliação da idade da Terra em milhares de milhões de anos, por oposição á idade considerada desde o tempo de Aristóteles, que era de cerca de 6000 anos. Este facto permitiu a existência de uma evolução muito lenta, ao longo de incontáveis gerações de indivíduos.

Jean-Baptiste de Monet, cavaleiro de Lamarck é considerado o verdadeiro fundador do evolucionismo, elaborando uma teoria que considera a ação evolutiva das circunstâncias ambientais a causa da variabilidade existente nos organismos vivos. No entanto, como não conseguiu apresentar provas concretas para a sua teoria e como não tinha amigos e relações importantes no meio científico, as suas ideias não foram levadas a sério, apesar de alguns dos seus discípulos terem continuado a defender as suas ideias, como Saint-Hilaire, que realizou importantes estudos de anatomia comparada. Lamarck é, também, o autor do termo Biologia, que baptiza em 1802.

Teoria de Lamarck

Lamarck era um botânico reconhecido e estreito colaborador de Buffon no Museu de História Natural de Paris. No entanto, tal não o impediu de ser severamente criticado pelas suas ideias transformistas, principalmente por Cuvier, tendo as suas teorias sucumbido ao fixismo da época.

A propósito dos seus trabalhos de sistemática, Lamarck enunciou a Lei da gradação, segundo a qual os seres vivos não foram produzidos simultaneamente, num curto período de tempo, mas sim começando pelo mais simples até ao mais complexo. Esta lei traduz a ideia de uma evolução geral e progressiva.

Lamarck defendia a evolução como causa da variabilidade mas admitia a geração espontânea das formas mais simples.

Observando os seres vivos à sua volta, Lamarck considerava que, por exemplo, o desenvolvimento da membrana interdigital de alguns vertebrados aquáticos era devida ao “esforço” que estes faziam para se deslocar na água.

Assim, as alterações dos indivíduos de uma dada espécie eram explicadas por uma acção do meio, pois os organismos, passando a viver em condições diferentes iriam sofrer alterações das suas características.

Estas ideias levaram ao enunciado da Lei da transformação das espécies, que considera que o ambiente afecta a forma e a organização dos animais logo quando o ambiente se altera produz, no decorrer do tempo, as correspondentes modificações na forma do animal.

O corolário desta lei é o princípio do uso e desuso, que refere que o uso de um dado órgão leva ao seu desenvolvimento e o desuso de outro conduz á sua atrofia e, eventual, desaparecimento.

Todas estas modificações seriam depois transmitidas às gerações seguintes – Lei da transmissão dos caracteres adquiridos.

O mecanismo evolutivo proposto por Lamarck pode ser assim resumido:

  • variações do meio ambiente levam o indivíduo a sentir necessidade de se lhe adaptar (busca da perfeição);
  • o uso de um órgão desenvolve-o e o seu desuso atrofia-o (lei do uso e desuso);
  • modificações adquiridas pelo uso e desuso são transmitidas aos descendentes (lei da transmissão dos caracteres adquiridos).

Deste modo, a evolução, segundo Lamarck, ocorre por ação do ambiente sobre as espécies, que sofrem alterações na direção desejada num espaço de tempo relativamente curto.

Alguns aspectos desta teoria são válidos e comprováveis, como ocaso do uso e desuso de estruturas. É sabido que a atividade física desenvolve os músculos e que um organismo sujeito a infecções desenvolve imunidade. Do mesmo modo, uma pessoa que fique paralisada, sofre atrofia dos membros que não utiliza.

No entanto, também existem numerosas críticas ao Lamarquismo:

  • a necessidade de adaptação, a “busca de perfeição” pelos organismos, não pode ser provada;
  • modificações devidas ao uso e desuso são adaptações individuais somáticas (fenotípicas), não são transmissíveis, não devendo ser confundidas com adaptações evolutivas, as quais implicam sempre uma modificação genética. Este facto foi comprovado por uma famosa experiência realizada por Weissman em 1880, que cortou caudas a sucessivas gerações de ratos e estes sempre nasceram com cauda;
  • Lamarck afirmava que a função determinava a estrutura mas tal não é verdade pois os caracteres surgem independentemente da ação do meio (como os caracteres inconvenientes ou nefastos). Actualmente considera-se a relação função/estrutura como biunívoca.

Pode-se concluir daqui que a teoria de Lamarck foi um importante marco na história da Biologia mas não foi capaz de explicar convenientemente o mecanismo da evolução.

No entanto, deve ser referida a existência dos chamados neo-lamarckistas, uma minoria no panorama actual da Biologia, mas que defendem que o meio realmente modela o organismo. Consideram possível a presença de proteínas citoplasmáticas que alteram o DNA, tentando explicar à luz da genética molecular os fundamentos lamarckistas. Reconhecem, no entanto, que apenas alterações nos gâmetas podem ser transmitidas á descendência.

Os anos seguintes foram férteis na recolha de dados de anatomia comparada, geologia e paleontologia, de tal modo que a teoria evolutiva de Darwin (1859) teve um impacto muito maior.

Desde essa data que a teoria da seleção natural de Darwin e Wallace se tornou um dos grandes princípios unificadores da Biologia, juntamente com a teoria celular e a dupla hélice do DNA.

Teoria de Darwin

Darwin era um médico sem vocação, filho de uma família abastada e com enorme interesse na natureza, tendo por esse motivo feito uma viagem de 5 anos no navio cartográfico Beagle, aos 22 anos. No início da sua longa viagem, Darwin acreditava que todas as plantas e animais tinham sido criadas por Deus tal como se encontravam, mas os dados que recolheu permitiram-lhe questionar as suas crenças até à altura.

Darwin sofreu várias influências, as quais permitiram a criação da sua teoria sobre a evolução dos organismos:

  • Charles Lyell, devido à sua lei do uniformismo e à idade da Terra, terá mostrado a Darwin que o mundo vivo poderia ter tido tempo para sofrer alterações muito graduais. Igualmente, devido a essa mesma lei, a falta de fósseis não mais poderia ser argumento contra a evolução;
  • Diversidade dos organismos de zona para zona e dentro da mesma espécie, embora pudessem ser notadas semelhanças, talvez devido a uma origem comum. Esta diversidade parecia relacionada com variações ambientais. Tal facto tornou-se aparente na sua viagem às Galápagos;
  • Selecção artificial, um aspecto do qual Darwin tinha experiência pessoal, devido a ser um criador de pombos conceituado. A escolha de certos cruzamentos leva a que características dos descendentes sejam muito diferentes das dos seus ancestrais, o que considerou poder ser uma pista para o modo como a natureza actuava (selecção natural, por oposição á selecção artificial ,devida ao Homem);
  •  Thomas Malthus, no seu trabalho Essai sur la population, considerou que a população humana cresce muito mais rapidamente que os meios de subsistência pois a população cresce geometricamente (2n) e os alimentos crescem aritmeticamente (2n). Deste modo, a Terra estaria rapidamente superpovoada pois a sua população duplicaria a cada 25 anos e os homens sofreriam a acção da selecção natural (fome, doenças, miséria, desemprego, etc.), que eliminaria as famílias pobres e de poucos recursos, os indivíduos de classe baixa, de modo geral. Darwin, abstraindo-se dos conceitos racistas e de classes implícitos na teoria de Malthus, transpô-la para as populações naturais, onde existiria uma “luta pela vida”: um ambiente finito, com recursos finitos, não pode sustentar um número infinito de indivíduos.

O crescimento das populações naturais faz-se segundo uma curva sigmóide, em que após uma fase inicial de crescimento exponencial (a natalidade é superior á mortalidade pois há muito alimento disponível), a população entra numa fase de desaceleração do crescimento (quando a mortalidade é superior à natalidade devido á escassez de alimento), a população estabiliza (quando a mortalidade e a natalidade são iguais).

Este “patamar” é bastante estável, mantendo-se a população nesse ponto durante gerações, se não surgirem alterações importantes no meio ambiente ou outro tipo de intervenções externas.

Darwin não se satisfez com o facto de as populações naturais funcionarem desse modo, quis, também, descobrir o modo como esse equilíbrio é atingido e mantido.

Dado que o ambiente não fornece os meios de subsistência a todos os indivíduos que nascem, é necessário que ocorra uma luta pela sobrevivência, sendo eliminados os indivíduos excedentes, mantendo-se a população num estado estacionário á volta de um valor mais ou menos constante.

Deste modo, é necessário conhecer os fenómenos que regulam o número de indivíduos numa população, ou seja, os factores que afectam as taxas de mortalidade e natalidade.

Os principais factores desse tipo são:

  • Abastecimento de alimento – depende dos autotróficos existentes e do fornecimento de energia radiante;
  • Predação – afecta a grandeza das populações de presas e de predadores;
  • Parasitismo – afecta o crescimento da população de hospedeiros;
  • Competição – intra ou interspecífica, pelo alimento, nicho ecológico, fêmea, etc., afecta o crescimento populacional;
  • Cooperação – favorece o crescimento populacional das espécies envolvidas.

Nas populações naturais existe variabilidade, mas como avaliá-la numericamente ?

O estudo dos caracteres quantitativos é fácil pois estes podem ser traduzir-se em valores numéricos e gráficos. Verifica-se que todas as características das populações apresentam uma distribuição quantitativa que, em gráfico, segue uma curva em forma de sino, simétrica em relação a um ponto médio e máximo, ou seja, uma curva normal.

Esse ponto médio (ponto de ajuste ou de aferição) varia com as populações e deve corresponder, teoricamente, ao ideal para a característica considerada, nesse momento e nesse ambiente.

Com base nos dados que foi recolhendo, Darwin formou a sua teoria sobre o mecanismo da evolução mas decidiu não a publicar, instruindo a sua mulher para o fazer após a sua morte. No entanto,  por insistência de alguns amigos e da mulher, começou a preparar a sua publicação, em 4 volumes, em 1856.

Em 1858, recebeu uma inesperada carta de um naturalista, Alfred Wallace, que descrevia resumidamente as mesmas ideias sobre a evolução. Mesmo assim, publicou a sua A origem das espécies em 1859, onde descrevia a teoria da seleção natural, a qual pode ser resumida da seguinte forma:

  • existe variação entre os indivíduos de uma dada população;
  • cada população tem tendência para crescer exponencialmente, se o meio o permitir, levando à superprodução de descendentes;
  • o meio não suporta tantos descendentes logo desencadeia-se uma luta pela sobrevivência entre os membros da população;
  • indivíduos com caracteres que lhes confiram uma vantagem competitiva num dado meio e tempo são mantidos por selecção e produzem mais descendentes – reprodução diferencial -, enquanto os restantes são eliminados, não se reproduzindo – sobrevivência do mais apto;
  • por reprodução diferencial, as características da população vão mudando num espaço de tempo mais ou menos alargado.

A teoria de Darwin considera que o ambiente faz uma escolha dos indivíduos, tal como o Homem faz na domesticação. Saliente-se, ainda, o facto que Darwin considerava possível a herança dos caracteres adquiridos, tal como Lamarck.

No entanto, para Darwin as forças responsáveis pela variação e pela selecção são diferentes: a variação ocorre ao acaso, sem qualquer orientação evolutiva, enquanto a selecção muda a população conferindo maior êxito reprodutivo às variantes vantajosas.

O vigor, a força, a duração da vida de um dado indivíduo apenas são significativos em termos da população na medida em que podem afectar o número de descendentes que lhe sobrevivem.

O ser mais apto é, deste modo, um conceito relativo (uma característica pode não ser favorável mas ter pouco significado no conjunto de muitas outras características favoráveis que constituem o genoma do indivíduo) e temporal (uma característica favorável num dado momento pode ser altamente desfavorável noutro, como o exemplo das borboletas Biston betularia bem o demonstra).

Existem dois tipos principais de selecção: a selecção artificial e a selecção natural.

A selecção artificial, como o nome indica, é devida á intervenção humana nos ecossistemas e na reprodução dos organismos, sejam eles animais ou vegetais. O papel do Homem corresponde ao da competição e da luta pela sobrevivência na natureza, “escolhendo” os indivíduos que sobrevivem e os que são eliminados. Deste modo, controlando os indivíduos que se reproduzem, condiciona-se o património genético das gerações futuras, bem como a sua evolução.

A seleção natural é definida como um conjunto de forças ambientais que atuam nas populações, tanto no sentido positivo (sobrevivência diferencial e capacidade reprodutora diferencial), como no sentido negativo (mortalidade diferencial).

Neodarwinismo

O principal problema, ou ponto fraco, da teoria de Darwin era a origem e a transmissão das variações que se verificam entre os indivíduos de uma mesma espécie.

Apenas em 1930 e 1940 os investigadores combinaram as ideias de Darwin com os dados, entretanto surgidos, de genética, etologia e outros.O resultado foi o surgimento de uma teoria denominada teoria sintética da evolução ou Neodarwinismo, que combina as causas da variabilidade com a selecção natural.

Estudos genéticos demonstraram que os fenótipos dos indivíduos resultam da acção do meio sobre os respectivos genótipos. Um genótipo é, potencialmente, capaz de originar uma multiplicidade de fenótipos, os quais se podem concretizar, se o ambiente necessário para as suas potencialidades se manifestarem existir.

Existem dois tipos de variação fenotípica: variações não hereditárias ou flutuações , devidas á influência do meio sobre o genótipo, e as variações hereditárias resultantes da expressão fenotípica de diferentes genótipos. Estas últimas são as únicas com interesse evolutivo.

Weissman considerou nos indivíduos a existência de duas linhas celulares independentes, que designou o soma e o gérmen. O gérmen, formado pelas células sexuais, era considerado imortal pois era transmissível. Deste modo, apenas as alterações que envolvam as células sexuais são hereditárias e têm influência evolutiva.

É certo que é pela reprodução que são transmitidos os caracteres das espécies de geração em geração. No entanto, se a reprodução assexuada tende a manter as características, a reprodução sexuada tende a aumentar a variabilidade dessas populações e das espécies.

De que modo isso acontece ?

  • Meiose, processo de produção de células haplóides – gâmetas -, apresenta alguns aspectos particulares que favorecem o aumento da variabilidade nos descendentes, nomeadamente:
  • separação ao acaso dos homólogos – cada ser diplóide apresenta pares de cromossomas homólogos, metade de origem paterna e metade de origem materna. Durante a meiose (processo fundamental para a formação das células sexuais, devido á redução cromossómica) dá-se a recombinação génica. As células haplóides resultantes do processo apresentam os cromossomas resultantes da separação ao acaso dos homólogos. Considerando uma célula com apenas 4 cromossomas (2 pares), as células-filhas podem ficar uma de quatro combinações possíveis de dois cromossomas. Este facto resulta de o número de combinações ser 2n, em que n é o número de pares de cromossomas (no caso humano será 223 =  8388608 possibilidades);
  • crossing-over – o sobrecruzamento dos cromossomas durante a meiose I pode fazer aumentar a variabilidade genética dos gâmetas. O cross-over permite a recombinação de genes localizados em cromossomas homólogos. Dado que cada cromossoma contém milhares de pares de bases e  que o cross-over pode ocorrer entre qualquer delas, as combinações são incalculáveis.

A fecundação, o fenómeno que permite transmitir ao novo indivíduo a constituição genética dos dois gâmetas. A união de dois dos gâmetas, entre milhares deles formados ou possíveis, faz com que a constituição genética de um novo indivíduo seja totalmente imprevisível.

Resumindo, a reprodução sexuada pode contribuir para a variabilidade das populações por  três vias: distribuição ao acaso dos cromossomas homólogos, sobrecruzamento e união ao acaso dos gâmetas formados. No entanto, a reprodução sexuada não cria nada de novo, apenas rearranja o que já existe nos progenitores.

O mesmo não se pode dizer das:

  • Mutações – as mutações, génicas e cromossómicas, alteram, respectivamente, a sequência nucleotídica (estrutura) e o arranjo dos genes ao longo do cromossoma. As mutações génicas podem ser delecções (perda de um ou mais nucleótidos), duplicações (acrescento de um ou mais nucleótidos) ou inversões (troca de posição entre nucleótidos). As alterações no número de cromossomas são geralmente devidas á não disjunção na meiose, por altura da separação os homólogos, levando á falta ou ao excesso de cromossomas de um dado par nos gâmetas produzidos. De um modo ou de outro, a mensagem é alterada, reflectindo-se na sequência de aminoácidos das proteínas sintetizadas, nas suas propriedades e, finalmente, nas características evidenciadas pelos organismos.

Por esta ordem de ideias, as mutações eliminam certos genes e originam outros. A maioria das mutações produz alterações tão profundas que os indivíduos delas portadores não são viáveis mas existem casos em que a mutação pode ser favorável, conduzindo á sua fixação. Deste modo, as mutações podem ser um importante factor de variabilidade e criação de novas espécies. É o caso das chamadas mutações tandem, duplicações de genes inteiros, que permitem a  libertação de um dos genes duplicados para a evolução para outra função, sem impedir o desenrolar da função.  Saliente-se, por último, que as mutações, tal como qualquer característica, também apresentam um valor relativo e temporal.

Um bom exemplo do efeito de uma pequena mutação nas características evidenciadas pelo indivíduo é o caso da hemoglobina S, a qual se forma por uma troca de um nucleótido na posição 6 da cadeia b da molécula:

DNA                 … C A T…                                             …C T T…

RNA                 … G U A…         em vez de                      …G A A…

aminoácido        … Val …                                               … Glu …

 

ou seja

 

hemoglobina S                   em vez de                  hemoglobina normal

Esta mutação provoca a doença anemia falciforme pois a hemoglobina mutante precipita nos glóbulos vermelhos, deformando-os. Este facto faz com que os glóbulos vermelhos, vistos ao M.O.C. apresentem um aspecto de foice.

A hemoglobina mutante não é eficiente no transporte de O2, logo os indivíduos portadores deste gene modificado apresentam uma menor capacidade respiratória, morrendo jovens em casos de homozigotia.

Esta situação potencialmente incapacitante é, no entanto, mantida em certas populações africanas particularmente sujeitas á malária, pois os glóbulos vermelhos falciformes não permitem a infecção pelo parasita causador da malária. Deste modo os indivíduos heterozigóticos para a anemia falciforme são seleccionados, pois a sua incapacidade respiratória não é dramática e são menos sujeitos á morte por malária.

Este exemplo apenas reforça a ideia de que é a população e não o indivíduo a unidade de evolução pois estes não são heterozigóticos por opção, atendendo ás vantagens fisiológicas que tal facto lhes permite em termos de adaptação ao meio, tal como não podem escolher se os seus descendentes o podem ser.

No que se refere á sua  constituição genética, cada população é como um sistema aberto, em que existe um contínuo fluxo de genes: negativo pela morte e positivo pela reprodução.

Outros importantes factores de variabilidade são:

  • Selecção natural – a recombinação genética e a mutação, referidas anteriormente, originam a variabilidade e a selecção natural “escolhe” entre os indivíduos portadores dessa variabilidade os que irão sobreviver, exercendo a sua acção continuamente, favorecendo os melhor adaptados. Conclui-se daí que a selecção natural diminui a variabilidade;
  • Isolamento – também diminui a variabilidade pois preserva e diferencia a população isolada em relação ás suas parentes mais diretas.

Considerando todas estas contribuições, bem como a intervenção directa de cientistas como Huxley, Dobzhansky e Simpson, a teoria sintética da evolução, ou Neodarwinismo, pode ser resumida da seguinte forma:

  • nas células, são os cromossomas que transportam os genes responsáveis pelo desenvolvimento dos caracteres de um indivíduo;
  • os gâmetas, formados por meiose, transportam metade da constituição cromossómica da espécie, devido á separação dos homólogos;
  • durante a meiose pode ocorrer cross-over, formando novas combinações genéticas;
  • mutações aumentam a variabilidade;
  • após a fecundação refaz-se o número diplóide da espécie, resultando uma descendência com diferentes possibilidades de combinações;
  • o potencial reprodutor das espécies é enorme, logo é sobre a variedade de descendentes que a selecção vai actuar, pois o meio não os pode manter a todos;
  • indivíduos melhor adaptados a um dado meio têm maior probabilidade de atingir a idade adulta – ser mais apto;
  • seres melhor adaptados reproduzem-se mais e transmitem os seus genes à geração seguinte – reprodução diferencial;
  • a população, formada agora por um novo conjunto genético (alguns genes surgiram e outros foram eliminados), pode, por isolamento, preservá-lo e evoluir.

Críticas às teorias darwinistas da evolução

As maiores críticas às teorias darwinistas estão relacionadas com a dificuldade em explicar o surgimento de estruturas complexas, que dificilmente teriam origem em apenas um acontecimento, por ação da seleção natural, como o olho, o cérebro, etc.

Um exemplo dessa dificuldade está na explicação da origem das asas dos insectos. As asas dos insectos são expansões do tegumento dorsal, não resultando de membros modificados.

Dada a complexidade da estrutura actual, é razoável considerar que inicialmente teriam surgido pequenas saliências dorsais no corpo dos indivíduos.

Porque teriam sido seleccionadas ?

Experiências demonstraram que as proto-asas trariam mais dificuldades que vantagens, pois não permitiam que o indivíduo planasse de modo controlado. Considerar que a selecção natural sabia antecipadamente a vantagem que o indivíduo teria com as asas plenamente desenvolvidas é tão absurdo como considerar que estas teriam surgido por uma única mutação, prontas a usar.

Novas experiências permitiram esclarecer, de algum modo, essa dificuldade pois revelaram que as proto-asas são excelentes termorreguladores, o que pode justificar a sua selecção. Actualmente as asas dos insectos desempenham essas duas funções.

Os principais críticos às teorias darwinistas consideram que estas não permitem explicar a macroevolução (diversificação dos grandes grupos), apenas explicando a microevolução (diversificação das espécies).

Deste modo, foram surgindo teorias alternativas, ainda não comprovadas, baseadas na teoria de Darwin mas com algumas alterações:

  • Neolamarckismo – o motor para a evolução seria a intervenção do meio sobre o genótipo, fazendo aparecer novos genes ou alelos. Este facto seria possível por acção de mutagénios, que aumentariam a taxa de mutação. No entanto, a principal dificuldade desta teoria é o facto de um aumento do número de mutações não conduzir a uma evolução direccionada pois as mutações continuam a ser aleatórias;
  • Teoria neutralista – esta teoria considera que o papel da selecção natural se reduz ao de eliminar as mutações negativas. Segundo esta teoria a maioria das mutações seria neutra do ponto de vista adaptativo, podendo fixar-se na população sem qualquer vantagem para os indivíduos delas portadores;
  • Teoria do equilíbrio pontuado – segundo esta teoria, a evolução decorreria em curtos períodos de alterações bruscas e radicais, em que se formariam numerosas espécies (a maioria das quais acabaria por se extinguir), intervalados por longos períodos de calma e de evolução muito lenta das espécies sobreviventes. As espécies novas seriam formadas por pequenas populações marginais da espécie-mãe, onde as mutações se espalhariam rapidamente. Neste caso, a sobrevivência da espécie não se deve exclusivamente à “sobrevivência do mais apto” mas também um pouco ao acaso.

Vejam Como esta se Levantando a maior Religião de Todos os Tempos por Crenças como “A Evolução é Inteligente” Passando no Peer-Review e Dominando Universidades

domingo, julho 10th, 2016

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Estamos tendo oportunidade de assistir ao vivo como surge uma das grandes religiões. Agora a novidade e` que, tal como no caso das outras anteriores, os protagonistas que estão criando a religião estão inconscientes do que estão fazendo, mas ao contrario dos outros que desejavam erigir uma religião, estes agora são notórios combatentes de todas as religiões e qualquer pensamento mistico.

Uma religião começa animada pela curiosidade humana elevada quando existe um motivador desesperante devido a uma interrupção na ambição humana de progresso, material e intelectual. os objetos e eventos do ambiente estão escapando ao controle porque ha’ falhas no conhecimento de causas e características destes eventos e objetos, e estas falhas começam a sugerir a existência de algo sobrenatural influenciando-os. O próximo passo é identificar objetos conhecidos como imagens porem, dota-los de poderes mágicos. E assim foram criados o Deus Sol, o Deus Touro, o Deus Dragão, o Deus Homem Barbudo, etc.

Agora três destes objetos ainda desconhecidos – os genes, a evolução e o vácuo total – estão adquirindo personalidade inteligente e estão sendo adornados com poderes mágicos. Nao vou aqui me alongar no assunto dos genes, pois quem leu os livros do Papa dos Ateus, Richard Dawkins, como o  “Gene Egoísta” sabe o que é personalizar com intenções humanas inteligentes um mero montículo disforme de átomos. Mas depois que o Projeto Genoma mostrou a Craig Venter que individualmente os genes são indefiníveis porque os resultados do conjunto deles e’que realmente causam uma doença, etc., escapando da desesperada necessidade de controle deles e consumindo bilhões de dólares, o reconhecimento de que falta conhecimento dos genes a nível material deve seguir o segundo passo, que é adorna-los de poderes mágicos. Tambem não vou me alongar no assunto do vácuo total, pois todos os que leram o livro “Do Nada veio Tudo” do Papa dos Cosmólogos, Lawrence Krauss, já perceberam que o Nada foi dotado de poderes mágicos. Vou aqui mencionar como anda o processo sobre a “evolução” devido mais um artigo publicado demonstrando mais um passo na direcao desta religião.

O artigo foi primeiro publicado pela universidade no intuito de vangloriar o sucesso de seus professores

Is evolution more intelligent than we thought?

https://www.southampton.ac.uk/news/2015/12/evolution-learning-theory-study.page

O qual provem de um ^paper^ ( não preciso dizer aqui que a religião não admite que se aplique a ela o sistema do peer review, como deveria ser aplicado)

How Can Evolution Learn?

  Richard A. Watson , Eörs Szathmáry

http://www.cell.com/trends/ecology-evolution/abstract/S0169-5347(15)00293-1

Resumindo muito, os pesquisadores uniram duas teorias – a teoria Darwinista da evolução mais as teorias da aprendizagem – e conseguiram uma mais eficiente explicação do porque e como a evolução consegue produzir efeitos e arquiteturas fantásticas que nos parecem produtos de um inteligente planejador. Unificando a teoria da evolução ( a qual mostra – segundo a crença desta teoria – que mutações ao acaso e seleção são suficientes para prover incrementada adaptação) com teorias da aprendizagem ( a qual mostra como incrementadas adaptações são suficientes para um sistema exibir inteligentes comportamentos), esta pesquisa diz o pesquisador – mostra que é possível para a evolução exibir alguns dos mesmos inteligentes comportamentos como sistemas aprendizes ( incluindo redes neurais)…

Professor Watson diz > “A Teoria da Evolução de Darwin descreve o processo diretor, mas a teoria da aprendizagem não é apenas outra maneira de explicar apenas o que Darwin já disse para nos. Ela expande o que nos pensamos sobre o que a evolução é capaz de fazer. Ela mostra que a seleção natural é suficiente para produzir características de inteligente solucionadora de problemas. Por exemplo, uma especial característica da inteligencia é a habilidade de antecipar comportamentos que podem levar a benefícios no futuro. Convencionalmente – continua o professor – evolução, sendo dependente de variações ao acaso, tem sido considerada “cega ou ao menos, míope”, incapaz de exibir tal antecipação. Mas mostrando que sistemas evolutivos podem aprender de experiencias passadas significa que a evolução tem o potencial para antecipar o que e~ para adaptar a futuros meio-ambientes da mesma maneira que sistemas aprendizes fazem”…

Professor Richard Watson

Richard Watson, Parece mas não é mais um daqueles pares de mórmons que levam as boas novas de sua religião aos quatro cantos do mundo. Watson é o novo sacerdote das universidades modernas.

Estas palavras, de acordo com a super-naturalista visão de mundo que encontrei na selva, são de um absurdo total. Próprio de quem esta’ perdendo o controle das suas faculdades mentais devido estar sucumbindo ao germe de uma nova religião.

Para começar, evolução é um nome criado por humanos para nomear um conceito abstrato que não tem representação palpável e visível no nosso mundo sensorial. Peixes se transformam em lagartos que se transformam em mamíferos… isto é a coisa concreta, palpável ( mesmo assim, não muito). O que se vê de real são transformações atras de transformações e uma sequencia indo do mais simples para o mais complexo. Para se resumir estas palavras descritivas todas criou-se um nome, evolução, e isto é o que evolução é. Houve aplicação de inteligencia na transformação de peixes para lagartos? Claro que não. Ah… mas quando você começa a mentalizar com insistência um nome bonito, na moda, apesar de abstrato de tal maneira que esse nome passa a ocupar sua mente, você começa a projetar nele uma personalidade quase humana, e de repente você esta não apenas vendo o nome como visão real, você esta inclusive vendo a visão ser inteligente. Agora que você transpôs uma entidade sobrenatural sobre o processo da transformação de peixes em lagartos, mas como você não pode dizer que a transformação em si foi inteligente porque serias expulso do meio acadêmico como um criacionista acreditando em outra velha religião, em intelligent design, você se salva colocando o “inteligente” sobre o nome abstrato. Não foi assim que se inventou Thor e depois o colocou como produtor de raios e trovoes ?

Não existe evolução, como uma coisa de per se. O que existem são micro-ciclos evolutivos dentro de um grande processo de reprodução universal. E para ilustrar isto me permitam recorrer a uma historiazinha, a qual gostaria que chegasse aos ouvidos destes misticos.

Certa vez existia um microbio nadador tao pequeno que morava dentro de um ovulo não fecundado. Chamava-se Ernesto e era inteligente, já tinha até fabricado umas lunetas, etc. A vida ia calma para o Ernesto sempre nadando naquele imenso oceano amniótico até que um dia… tudo mudou. Apareceu no centro do oceano uma nave alienígena. Ele esperou impaciente as portas da nave se abrirem para ver a cara dos alienígenas, porem, de repente a nave explodiu, num espalhafatoso big bang, e os alienígenas saíram a nadar. ( Estes caras devem ser portugueses pois não sabem fazer portas e para saírem precisam explodir o carro – pensou Ernesto, mas na verdade ele não sabia que o que tinha visto era o mero romper repentino da membrana de um espermatozoide). E cada alienígena que tinha a forma de sereio agarrou uma das sereias do lugar e começou um grande baile. Quando acordou no dia seguinte sereios e sereias tinham desaparecido e no lugar havia uma bolota disforme. A bolota continuou crescendo, depois tomou a forma de um sapinho, de um peixe, de uma lagartixa, de um feto e no fim de uma forma que Ernesto nunca tinha visto. E num belo dia a nova forma se foi, deixando Ernesto a pensar com seus botoes. “Acabei de assistir a uma historia, a qual vou chamar de Evolução”. Mas intrigado Ernesto tudo fez para tambem sair daquele lugar que não tinha mais seu doce oceano e quando chegou num lugar novo, la viu a forma  que tinha visto evoluir, e junto com inúmeras outras formas da mesma especie, e que dominavam um planeta para os quais estavam perfeitamente adaptados. E Ernesto pensou. “Caramba! Todo aquele trabalho, aquelas sucessivas transformações, tinham uma meta final, um plano inteligente, que era o de fazer uma criatura fantastica adaptada a um mundo fantástico que a esperava no futuro! Então a Evolução era inteligente e não apenas isso, podia prever o futuro!”

Meu Deus do Céu, eu não sei se tu existe, mas de qualquer forma, pare o mundo que eu quero descer!

Estes misticos modernos o são porque não conhecem aquele que foi nosso criador e dentro de cujo ventre ainda estamos sendo forjados. A foto do bicho esta’ no meu website, mas o ilusionismo da’ valor as imagens visionarias e não vê mais as imagens reais. Se eu conseguisse pô-los numa sala de aula e começasse a descrever um novo mundo no quadro negro, é certo que em poucos minutos iriam saindo um por um da sala, pois aquilo lhes seria insuportável. Como foi para o clero cristão quando um Copérnico os chamou e começou a dizer que não era a Terra o centro do mundo, etc. Ou da outra vez quando Darwin os chamou e começou a dizer que Deus não esteve aqui criando formas uma a uma. Não quiseram e não puderam ouvir, claro, passaram a vida creditando numa mentira, sobre essa mentira estava alicerçada seus privilégios como status social, etc. O desmascaramento dessa mentira seria suas ruínas.

Ao sair da sala algum poderia sair rindo ( toda vez que eu explicava alguma tecnologia da civilização para os índios, eles se riam a vontade, eu não entendia o porque, mas depois aprendi que é a reação instintiva espontânea a qualquer ameaça perturbadora que ainda esteja `a distancia).  Rindo e dizendo algo como. “Ora, nos temos 200 anos trabalhando com afinco em cima de um fenômeno natural super-complexo e você vem agora nos fazer perder empo descrevendo um mero processo de embriogênese:  E você quer dizer que isto é evolução! Não tem nada a ver. Evolução se da’ em termos de populações e não em termos individuais como ocorre com um feto na embriogênese.”

Se eu tivesse tempo imediatamente pediria: “Ok, então por favor me mostre o fato cientifico observado da evolução sobre populações ou algum outro evento no Cosmos que seja semelhante a teoria da evolução por populações que vocês elaboraram.

Não tem. Pela logica ela existe, eles devem estarem certo falando que houve um processo evolucionário baseado na transmissão de genes mutados entre gerações de populações, mas este processo nunca sera’ um fato cientifico comprovado porque, se na teoria todas as transformações começaram por uma mutação ao acaso, e acasos são impossíveis de se repetirem em laboratórios – pois se algum dia alguém repetir um acaso ele deixara’ de se-lo e se entendera’ que ele sempre foi uma lei – … Mas não é nisto que esta errando feio. Mutações por acaso devem ocorrer a todo instante, o processo de transcrição do DNA é muito complexo e depende de todas as demais condições inalteráveis, mas quando ocorre uma mutação por acaso, se a Evolução pudesse falar ela diria: ” Ora, seja bem vinda, você me poupou um bocado de trabalho. Podes ficar porque de qualquer maneira eu iria ter de faze-la mesmo…” Ou então: ” Você nada tem a fazer aqui, vieste bagunçar o meu projeto? Estas descartada para sempre!”

O motivo do erro é outro, muito mais complexo. Eles separaram a Historia Universal em dois blocos – a Evolução Cosmológica e a Evolução Biológica – sem nenhum elo evolucionário entre os blocos, e este abismo criado só pode ser preenchido com a mistica. Para se explicar a existência do segundo bloco da Historia, com suas origens da vida, é preciso inventar um deus magico, e este se chamou Deus Acaso Absoluto, produtor das mutações ao acaso, milagrosas.

O Universo é uma especie de ovo cósmico, as galaxias são as células de uma placenta, e dentro deste Universo esta ocorrendo um processo de reprodução genética daquilo ou daquele que carrega este ovo cósmico no ventre. Este universal macro-processo de reprodução é um fractal que vai se dividindo em fractais menores, ou seja, micro-ciclos deste processo, do qual a evolução biológica, a evolução de nove meses de uma embriogênese são meros fractais, mas como tais se dão pelo mesmo processo universal. Por isso, temos que observar e prestar atenção na projeção deste processo universal que esta aqui, na frente de nossos olhos, para tentar-mos entender o que esta ocorrendo a nível universal. Por isso a historinha do Ernesto. Uma historia que tem sangue nas veias de sua racionalidade, mas rejeitada porque as mentes em fase religiosa só apreciam os contos mágicos de fadas.

A evolução é inteligente! So faltava essa… Assim resolvem um mistério que estavam tentando entender: como a evolução cega pode produzir algo tao fantástico como um corpo humano?!

Ora, quem fez meu corpo foi o DNA dos meus pais sem que tivessem aplicado qualquer naco de inteligencia para me fazerem, tudo ocorreu naturalmente. Meus pais nunca vieram me dizer que para me fazer contrataram uma arquiteta inteligente chamada Evolução.

A Pergunta-Bomba que Materialistas Vão Temer Ouvir ?

quarta-feira, janeiro 6th, 2016

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Quando não existia nenhum macaco, qual foi o animal que se transformou nos primeiros macacos?!

A capivara? Um boi? O canguru?…

E’enorme na Internet e nas escolas a discussão sobre o não-elo ou o elo que teria saído dos macacos e se tornado humano. Mas antes de pensar nesta questão, deveriam pensar no mamífero-elo que teria saído dos mamíferos e se tornado macaco. Certo? Pois a pergunta sobre o elo macaco-humano e’ efeito da causa anterior, a pergunta sobre o elo mamífero-macaco.

São como guardas de transito que estão parando os automóveis numa blitz e não estão vendo passar as carretas… Coando agulhas e deixando passar camelos?

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Repteis

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Mamiferos

 

 

 

 

 

 

 

 

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Macacos

Vou procurar um tempo livre e vasculhar a teoria evolucionista se eles já responderam esta questão. Talvez eu esteja seculos atrasado… mas… nas centenas de discussão que assisti, não vi nem tocar neste assunto. Você sabe a resposta e vai me fazer o favor de me ajudar a economizar meu tempo e energia do meu cocuruto?

Tempos atras eu pensei em outra questão: como e porque uma réptil quase sem cérebro, de sangue frio e botando os ovos fora, resolveu por si mesma, fazer forca para segurar os ovos dentro e escolher a opção de todas as desvantagens da gravidez  Quando ela tem vontade de urinar ou defecar ela simplesmente libera a coisa, não prende os intestinos. Para que?! Sofrer sem um motivo logico qualquer?

Mas, a sagrada escritura de Darwin diz que isto aconteceu assim, os materialistas aceitaram a narração pura sem refletir nela. Como os religiosos aceitam uma narração de ” … e Deus mandou passar ao fio da espada todas as crianças, mulheres e homens daquela tribo..” sem refletir no evento em si. E os poucos que questionaram e refletiram se basearam em fantasias de suas imaginações sem evidencia alguma. Como e porque alguns repteis conquistaram a sua transcendência para mamíferos? Ou que seja peixes, sapos, pássaros?!

Bem, como os outros humanos eu escolhi e votei numa hipótese, com  o detalhe de ser uma hipótese diferente de todas as criadas pelos outros humanos em todos os tempos e lugares, uma hipótese que eu mesmo achei e conclui que ela não somente e’ possível, ms e’ a mais racional que conheço. Eu antes fiz um modelo teórico astronomico que acho mais racional do que os outros existentes, e nesse modelo, já esta la, a bilhões de anos muito antes das origens dos rapteis, um objeto botando seus ovos fora e depois, ele mesmo, mantendo os ovos dentro. Então de la veio a força natural que obrigou aquela réptil a se comportar daquela maneira ilógica e anti-darwinico-evolucionista para ela. Pois tal réptil jamais teria sido selecionado pela seleção natural de Darwin. Para esta, mesmo o protótipo da fêmea gravida  – uma fêmea mais pesada e desajeitada devido os ovos dentro – e’ uma doente mais frágil e e menos capaz que a outra réptil que se livrou dos ovos, não adaptada a luta para defesa e sobrevivência. Assim como não posso aceitar racionalmente que um deus tenha eleito um povo em detrimento dos outros, não posso aceitar que a seleção tenha escolhido o pior em detrimento do melhor.

– ” Ah… foi um evento ao acaso produzindo uma mutação, assim como a queda de uma montanha cria uma parde represando as águas de um rio.” – responderia algum materialista. Engraçado! Eu nunca tinha pensado nas origens da virgindade dessa maneira! A película da virgindade ‘e igual uma represa? Não, não, isso nada tem a ver! Então qual foi a forca natural que segurou, represou, os ovos dentro? Ou melhor, qual foi o elemento feito por acaso que emergiu de átomos e começou a segurar os ovos dentro? Como foi o evento ao acaso, o acidente, que produziu esta mutação dentro do DNA?

Claro que ninguem e nunca vai responder esta questão, pois não existe maquina do tempo para voltar ao passado e ninguém vai reproduzir o evento em laboratorio, pois se conseguir reproduzir um evento então ele não foi por acaso, e’ uma regra. Mas a minha teoria ainda e’ a unica que tem chance de provar como aconteceu, se localizar no céu um sistema astronomico igualzinho o meu modelo teórico. Eu sou o único humano que continua vivo e correndo nesta maratona. Olhando pra o céu com uma luneta do tempo do Galileo e procurando o objeto dos meus sonhos. Cada louco com sua mania…

E agora meu cérebro volta ao ataque me fustigando com esta nova pergunta.

– ” Quando não existia nenhum macaco, qual foi o animal que se transformou nos primeiros macacos?! “

E se existirem teorias, e se as teorias existentes não satisfazerem meu raciocínio, vou ter que pegar o pequeno microscópio do tempo do Pasteur e voltar na selva procurando outra… ou então passar dias debruçados em cima da formula da Matrix ate ver algum astro deixando de se mover com quatro patas e passando a usar so duas. Pondo-se de pe’. Mas como por se de pe’, se todos são redondos? Que ideia mais maluca!

Não vai ser por ai. Tem que ter algum outro detalhe diferenciador entre os mamíferos existentes naquela época, e os macacos. E tal detalhe deve estar explicito na formula. Não tenho outra alternativa senão procura-lo. Talvez esteja na configuração do DNA?

Epa! Uma explicação simples que teria sido apontada por um evolucionista seria: ” Tire um mamífero de seu habitat normal, leve-o para outro diferente, e você vera a transformação m macaco.

Ok. Vou levar alguns bois e vacas para o polo norte.E tirar algumas especies marinhas e traze-las para o continente. Bem, se os evolucionistas no estilo de Darwin afirmarem que isto ocorreu, eles devem ter pelos fosseis para provar isso. Vou indaga-los.

 

Epigenetica: E a evolução dos passarinhos de Darwin

domingo, maio 3rd, 2015

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Para ler:

Epigenetics and the Evolution of Darwin’s Finches

http://www.thethirdwayofevolution.com/related-reading

 

Primeiro Livro Brasileiro Sôbre Evolução Humana: “Assim caminhou a humanidade”

sexta-feira, abril 17th, 2015
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Veja artigo sobre o livro no link:
 
http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2015/04/16/assim-caminhou-a-humanidade/#comentarios
 
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O passado que nunca vamos contar aos extra-terrestres

 
Interessante tambem é ver como todo artigo cientifico sobre evolução deflagra uma torrente de discussão entre religiosos e ateus nos comentarios. O que me prejudica quando preciso comentar, debater, mas me limitando aos fatos reais e cientificamente conhecidos. A seguir meu comentário enviado ao artigo:
(aguardando moderação)
 
Louis Morelli – Friday, April, 17/2015 
“… a obra de Darwin, deu-nos os “óculos” conceituais mais apropriados para enxergar nossa humanidade…”Discordo. Foi um gigantesco passo do conhecimento humano mas um pequenino passo do conhecimento do tudo. Mesmo o mais atualizado conhecimento de Darwin à Moderna Síntese ainda é quase nada porque: 2) As forças e elementos naturais que carregam a evolução não podem terem sido inventadas pela natureza aqui neste planetinha e devem vir da Natureza do Universo, desde o Big Bang. Apenas a teoria da Matrix/DNA, desenvolvida por um brasileiro na selva amazônica sobre as origens da Vida conseguiu até hoje apresentar uma lógica e racional sugestão onde e como estiveram estas forças e elementos constituindo os ancestrais sistemas naturais como átomos e galaxias. Mas ela aponta 7 mecanismos para a evolução acontecer enquanto o neo-darwinismo ainda só conhece 3. 3) Cresce o numero de cientistas descontentes com essa teoria. E etc.

the universal  matrix

“Parem de me seguir, pôxa!”

Darwin: Aniversario é Hoje e Acirram-se os debates sobre Evolução/Criacionismo

quinta-feira, fevereiro 12th, 2015

No aniversário de Charles Darwin, veja cinco curiosidades sobre ele

http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/02/12/no-aniversario-de-charles-darwin-veja-cinco-curiosidades-sobre-ele.htm#comentarios

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Pesquisar os links sugeridos pelo artigo

Meus comentarios enviados para o artigo (aguardando moderação) 

Louis C. Morelli: 12, Fev, 01:00

Darwin estudou micro-evolução ( apenas o micro-ciclo biológico) enquanto a Matrix/DNA Theory está estudando a total macro-evolução, que é universal, inserindo a cosmológica, atômica, etc. Enquanto Darwin constatou as três visiveis variaveis atuando em biologia ( VSI- Variation, Selection, Inheritance) a Matrix/DNA está descobrindo que existem 7 variaveis, sendo que 4 delas vem do planeta e seu sistema astronomico que nos envolve e nos contem e que nos “criou”, ou “gerou” dentro de si. As lacunas existentes na Teoria de Darwin que não explica importantes aspectos da evolução biológica estão sendo agora preenchidas por aquelas 4 variaveis – leis e mecanismos que vem do Cosmos e átomos, etc. Brasileiros deveriam saber que o Darwinismo tem sido propagandeado com fervor porque reforça a ideologia colonialista inglêsa enquanto a Matrix/DNA foi descoberta por brasileiros na selva amazônica e reforça o naturalismo, o humano e sua Natureza.

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Helan Vinicius Frare Matos

3 horas atrás – 12, Fev, 11:00hs.

Grande homem, seu trabalho sem duvida foi muito importante para o progresso da ciência e da humanidade em si !!

Louis C. Morelli: 12, Fev, 01:00

Sim, Darwin foi um herói se prestando a enfrentar os infernos dos trópicos por 4 anos ao invés de seguir o habitual: ficar sentado na sombra lendo a Biblia que traria todas as respostas prontas, fáceis de entender, como qualquer outra fábula mágica. Mas não se pode esquecer que o cérebro humano é microscópico e ainda demasiado limitado em sensores, o que não o permite ver e perceber todas as dimensões afetando os objetos ( apenas 4 ou 5 enquanto só o a M-String Theory já está apontando a existência de 11 dimensões). A mais moderna Matrix/DNA Theory já está percebendo que os seres vivos e sua evolução é tambem afetada pela hierarquia de sistemas naturais, alguns dos quais ainda desconhecidos por Darwin e pela comunidade cientifica. O avanço do conhecimento real é lento e gradual, Darwin apenas iniciou um novo ramo do conhecimento, sua teoria não é nem a metade da história tôda. Mas foi de fato um dos maiores heróis e guerreiro da Humanidade.

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DuncanLee – 3 horas atrás

Na reportagem afirma-se que as teorias de Darwin foram todas comprovadas cientificamente, contudo o que foi comprovado é que as espécies se adaptam… nunca foi possível “repetir” ou observar uma espécie se tornando outra… Ou seja, muita coisa continua sendo apenas teoria…

Louis C. Morelli: 12, Fev, 01:00

Mas você tem uma teoria mais lógica e racional que explica a enorme diversidade das espécies existentes? Mas por favor não me venha falar que houve mágicas e sobrenaturais atuando aqui, pois nem eu, nem meus avôs e antepassados nunca viram alguma mágica e nem fantasmas. E não me venha citar mitos e a História de outros povos como os judeus, pois apenas confio na História do Brasil e das Américas, e esta nunca constatou fantasmas e mágicas. Espero sua teoria e que ela aponte mais evidencias visiveis aqui e agora do que a teoria do Darwin… aí certamente vou adotar a sua.

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Romão Nobre Nobre

3 horas atrás

Existe verdade absoluta na ciência criada por DEUS. O resto é conversa FIADA.

Louis C. Morelli: 12, Fev, 01:00

Romão Nobre:” Existe verdade absoluta na ciência criada por DEUS. O resto é conversa FIADA.”

Bem… a ciência darwinista foi criada por alguem cujo cadaver está em Westminster para qualquer um ver. E esse tal deus criador de ciencias está onde seu cadáver? Não morreu ainda? Ele tambem sabe a magica de como evitar a morte? Mas então não é meu amigo pois ele não quer evitar a minha. Ao contrario, é um submisso que “mata” assim todos os humanos, inclusive seus pais e filhos. Como podes ser amigo e creditar num cara como êsse? Mais amigo dele que dos seus próprios filhos?! Onde perdestes sua lógica e razão mental?

A Matrix/DNA visão do mundo só lida com a Natureza universal e sua matéria perceptivel a nós, mas sua versão da História natural entra na metafisica apontando que alem deste Universo tinha e tem um gerador de universos. Porem sua relação conosco seria a mesma de uma mãe gravida com os genes ( nós) gerando um embrião: ausente

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GabrielTCS – 5 horas atrás

A evolução nunca foi comprovada cientificamente, já que de acordo com Darwin demoraria milhares de anos para uma espécie produzisse dois ou mais individuos de espécie diferentes sendo a antiga chamada de ancestral comum! Tanto é que baseia-se apenas como teoria da evolução e não como o fato da evolução! É claro que Darwin e demais cientistas da atualidade acreditam nessa teoria, pois jamais querem contirbuir a vida a um criador e sim as descobertas deles próprios. Faltam muitos elos perdidos para tal teoria torna-se um fato, além do mais que a própria lei da biogenese diz que uma vida só pode surgir a partir de uma vida pré-existente. A questão é que a primeira forma de vida teria surgia de onde? E como ela passaria de reprodução assexuada para sexuada ? A questão é que ciencia e religião estão no mesmo patamar só se diferenciam que as elites e os chamados intelectuais acreditam na evolução e isso faz com que ela fico mais bem aceita na sociedade

Louis C. Morelli: 12, Fev, 19:00

Evolução é um processo natural visto por todo mundo, quando uma mórula evolui para blástula, feto, embrião, etc., e formas vão se transformando em formas mais complexas. E o agente selecionador será a espécie da forma que o novo ser nasce. O que não se pode saber é se a “evolução” que assistimos começando no Big Bang na forma de ‘nebulosas atômicas como mórula, galaxias como blástula, células como fetos das formas biológicas é apenas evolução, ou meros passos dentro de um processo maior, chamado “reprodução”. reprodução da coisa desconhecida que gerou este Universo-ôvo cósmico. Não existe a questão que você disse “a primeira forma de vida teria surgida de onde?”, não houve origens da Vida, apenas evolução de um sistema natural que começou no Big Bang. A Teoria da Matrix/DNA está revelando como todas as propriedades da vida já existiam em sistemas atômicos e astronômicos, foi um mero continuar de uma evolução universal. Simples, sem fantasias.

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Elmos

3 horas atrás

kkk… o evolucionismo dispensa o criacionismo, e vc prefere acreditar em homens feitos de barro do que na reação matéria+energia+ reações = aminoácidos= vida.

Louis C. Morelli: 12, Fev, 19:00

Elmos: “kkk… acredita na reação matéria+energia+ reações = aminoácidos= vida.”

Desde que a experiencia de Miller/Urey não produziu nenhum dos 20 aminoacidos usados pela “vida” e os aminoacidos deles não conseguiram dar nem o segundo passo na evolução que seria a formação de proteínas… sua crença não difere em fantasias, da criacionista. produza os corretos aminoacidos a partir da matéria orgânica e faça-os produzirem proteínas, RNA, bactérias, etc., aí terás direito a uma crença, pois haverá um fato como fundamento dela. Mas a sua sôpa primordial pode realmente ser correta se acrescentar um ingrediente que está faltando em todos os experimentos feitos até hoje: a fórmula natural da Matrix/DNA, mostrada no website da fórmula universal para sistemas naturais e ciclos vitais.

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Comentario ainda não postado:

O “Desconforto com a escravidão” expressado por Darwin a meu ver o torna muito mais aceitável, moral, ético, humanista, que os cristãos, cujo livro importado dos judeus – Biblia – aprova o repugnante escravagismo de humanos com outros humanos em cinco ocasiões. Esse livro forma mentalidades copiadas da aberração moral e seus mitos que são aqueles povos do deserto e Oriente Médio, árabes e judeus, e trazer isso para meu país nunca vou aceitar.

 

Descoberto um organismo que se mantem parado, sem evoluir, há mais de 2 bilhões de anos! E isto é explicado pela Matrix/DNA Theory

quinta-feira, fevereiro 5th, 2015

(Aprenda Inglês e ao Mesmo Tempo Obtenha Informações Atualizadas do Mundo)

Descoberto um organismo que se mantem parado, sem evoluir, há mais de 2 bilhões de anos! E isto é explicado pela Matrix/DNA Theory

Noticia de Hoje:

Scientists discover organism that hasn’t evolved in more than 2 billion years

Cientistas descobrem organismo que não evoluiu em mais de 2 bilhões de  anos.

Link:  http://newsroom.ucla.edu/releases/scientists-discover-organism-that-hasnt-evolved-in-more-than-2-billion-years

So how do scientists explain a species living for so long without evolving? Ins’t there evolution? How does Darwinists explain it?

Então, como os cientistas explicam uma espécie vivendo  tanto tempo sem evoluir? Não existe a evolução? Domo os Darwinistas explicam isso? 

Bem… o bicho foi encontrado. Agora tem um debate entre duas teorias: Charles Darwin e Louis Morelli. Cada qual julgando que sua explicação faz mais sentido que a outra. Vamos ver/traduzir a noticia e depois, estas duas explicações:

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An international team of scientists has discovered the greatest absence of evolution ever reported — a type of deep-sea microorganism that appears not to have evolved over more than 2 billion years. 

Uma equipe internacional de cientistas descobriram a maior ausência de evolução nunca registrada antes – um tipo de micro-organismo das profundezas oceânicas que parece não ter evoluído por mais de 2 bilhões de anos. 

But the researchers say that the organisms’ lack of evolution actually supports Charles Darwin’s theory of evolution.

Mas os pesquisadores dizem que a falta de evolução do micro-organismo na realidade reforça a teoria da evolução de Charles Darwin.

The findings are published online today by the Proceedings of the National Academy of Sciences.

A descoberta está publicada pelo published online today nos Procedimentos da Academia Nacional de Ciências.

The scientists examined sulfur bacteria, microorganisms that are too small to see with the unaided eye, that are 1.8 billion years old and were preserved in rocks from Western Australia’s coastal waters.

Os cientistas examinaram bactérias sulfúricas, micro-organismos que  são muito pequenos para se ver a ôlho nu, têm 1,8 bilhões de anos e foram preservados em rochas nas áreas costeiras das águas da Austrália Ocidental. 

Using cutting-edge technology, they found that the bacteria look the same as bacteria of the same region from 2.3 billion years ago — and that both sets of ancient bacteria are indistinguishable from modern sulfur bacteria found in mud off of the coast of Chile.

Usando as mais avançadas tecnologias, eles descobriram que a bactéria se parece com a mesma bactéria da região que tem 2,3 bilhões de anos – e que ambas as bactérias são indistinguíveis da moderna bactéria sulfúrica achada em pântanos lamacentos nas costas do Chile. 

“It seems astounding that life has not evolved for more than 2 billion years — nearly half the history of the Earth,” said J. William Schopf, a UCLA professor of earth, planetary and space sciences in the UCLA College who was the study’s lead author. “Given that evolution is a fact, this lack of evolution needs to be explained.”

“É surpreendente que a vida não tenha evoluído por mais de 2 bilhões de anos – aproximadamente a metade da história da Terra,” disse J. Willian Schopf, professor de ciências da Terra, planetas e espaço sideral no Colégio UCLA e foi o líder desta pesquisa. ” Considerando-se que a evolução é um fato, esta falta de evolução necessita ser explicada.”

Charles Darwin’s writings on evolution focused much more on species that had changed over time than on those that hadn’t. So how do scientists explain a species living for so long without evolving?

As escritas de Charles Darwin sobre evolução focalizaram muito mais nas espécies que mudaram ao longo do tempo do que nas que não mudaram. Então, como os cientistas explicam uma espécie vivendo por tão longo tempo sem evoluir?

“The rule of biology is not to evolve unless the physical or biological environment changes, which is consistent with Darwin,” said Schopf, who also is director of UCLA’s Center for the Study of Evolution and the Origin of Life.

A regra da biologia é não evoluir a menos que o ambiente biológico ou fisico mude, o que é consistente com Darwin,” disse Schopf, que tambem é diretor do Centro de Estudos da Evolução e Origem da Vida da UCLA. 

The environment in which these microorganisms live has remained essentially unchanged for 3 billion years, he said.

O ambiente no qual estes micro-organismos vivem tem permanecido essencialmente inalterado por 3 bilhões de anos, ele disse.

“These microorganisms are well-adapted to their simple, very stable physical and biological environment,” he said.

“Estes micro-organismos estão bem adaptados ao seu simples e estável ambiente físico e biológico,” ele disse.

“If they were in an environment that did not change but they nevertheless evolved, that would have shown that our understanding of Darwinian evolution was seriously flawed.”

“Se eles estivessem num ambiente que não mudou mas assim mesmo eles tivessem evoluído, isto teria mostrado que nosso entendimento da evolução Darwinista estaria seriamente falho.”

Schopf said the findings therefore provide further scientific proof for Darwin’s work. “It fits perfectly with his ideas,” he said.

Schopf  disse que a descoberta portanto provêm mais provas cientificas para a obra de Darwin. “Isto se enquadra perfeitamente com suas idéias,” ele disse.

The fossils Schopf analyzed date back to a substantial rise in Earth’s oxygen levels known as the Great Oxidation Event, which scientists believe occurred between 2.2 billion and 2.4 billion years ago.

Os fósseis que Schopf analisou são do tempo em que ocorreu um substancial acréscimo dos níveis de oxigênio no Evento da Grande Oxidação, o qual os cientistas acreditam ter ocorrido entre 2,2 e 2,4 bilhões de anos atrás. 

The event also produced a dramatic increase in sulfate and nitrate — the only nutrients the microorganisms would have needed to survive in their seawater mud environment — which the scientists say enabled the bacteria to thrive and multiply.

O evento tambem produziu um dramático acréscimo em sulfato e nitrato – os únicos ingredientes que seriam necessários para a sobrevivência dos micro-organismos em seu lamacento ambiente nas águas marítimas – o qual habilitou as bactérias a prosperar e multiplicar, dizem os cientistas.

Schopf used several techniques to analyze the fossils, including Raman spectroscopy — which enables scientists to look inside rocks to determine their composition and chemistry — and confocal laser scanning microscopy — which renders fossils in 3-D.

Schopf usou várias técnicas para analisar os fósseis, incluindo a Raman espectroscopia – a qual habilita os cientistas a olharem dentro das rochas para determinar sua composição e química – e “laser comfocal scanning microscopia – o qual revela fósseis em 3-D. 

He pioneered the use of both techniques for analyzing microscopic fossils preserved inside ancient rocks.

Ele foi pioneiro no uso de ambas as técnicas para analisar microscopicamente fósseis preservados no interior de rochas antigas.

Co-authors of the PNAS research were Anatoliy Kudryavtsev, a senior scientist at UCLA’s Center for the Study of Evolution and the Origin of Life, and scientists from the University of Wisconsin, NASA’s Jet Propulsion Laboratory, Australia’s University of New South Wales and Chile’s Universidad de Concepción.

Schopf’s research is funded by the NASA Astrobiology Institute.

A pesquisa de Shopf foi financeada pelo Instituto de Astrobiologia da NASA.

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Vejamos agora a controvérsia e explicações diferentes das duas teorias ( ainda a traduzir):

Darwin’s Theory: 

“The rule of biology is not to evolve unless the physical or biological environment changes, which is consistent with Darwin,” said Schopf, who also is director of UCLA’s Center for the Study of Evolution and the Origin of Life. The environment in which these microorganisms live has remained essentially unchanged for 3 billion years, he said.

“These microorganisms are well-adapted to their simple, very stable physical and biological environment,” he said. “If they were in an environment that did not change but they nevertheless evolved, that would have shown that our understanding of Darwinian evolution was seriously flawed.”

Schopf said the findings therefore provide further scientific proof for Darwin’s work. “It fits perfectly with his ideas,” he said.

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louismorelli ( comentario postado  em http://freethoughtblogs.com/pharyngula/2014/12/25/thunderdome-57/comment-page-2/#comment-909646 )

 To Amphiox
4 February 2015 at 8:32 pm
Oops, thats:
http://newsroom.ucla.edu/releases/scientists-discover-organism-that-hasnt-evolved-in-more-than-2-billion-years.

The explanation from Matrix/DNA Theory is better than the one from Darwin’s Theory.

Darwin’s Theory suggests that “The rule of biology is not to evolve unless the physical or biological environment changes. The environment in which these microorganisms live has remained essentially unchanged for 3 billion years. These microorganisms are well-adapted to their simple, very stable physical and biological environment.”

Matrix/DNA Theory suggests that primordial organisms from 2 billions years ago still are very similar to LUCA – the Last Universal Common Ancestor of all biological systems. LUCA is the astronomic system that produced biological systems, as the astronomic model suggested by the theory. Luca is shared into left-face ( which also is the male face and the first stage of a life) and right-face ( which is also the female face, and the last stage of a life). All left-face informations are radiated by planet’s nucleus, while all right face informations are radiated by stars radiation. The deep floor of oceans are invaded by Earth-nucleus radiation while Sun’s radiation does not reaches there. So, the organisms formed at oceans’ floor have only the first part of informations that would be necessary for a complete living organism. And the absence of Sun’s photons-informations will not promote evolution of this half-life.

The Darwin’s explanation is flawed. We now that life has an inner force towards evolution and if the environment stops, life will change it. The environment for our primate ancestors was the jungle, we changed it for the urban environment as required by our life’s evolution. Like the biological production of oxygen was preparing the evolution of life here. And by another hand, if the organism was well adapted and the environment did not change, should have today a super-population of those organisms, like happened with fungus, lichens, etc. But actually these organisms are scarce.

The state of these organisms was predicted by Matrix/DNA which is earning everyday that a new scientific discovery is published.

Religiosos no Brasil Avançam Contra Teoria da Evolução nas Escolas. E resposta da Matrix/DNA

sábado, novembro 1st, 2014

Congresso reúne opositores da teoria da evolução; biólogos criticam ‘novo criacionismo’

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2014/10/1538622-congresso-reune-opositores-da-teoria-da-evolucao-biologos-criticam-novo-criacionismo.shtml

E o website do Congresso:

http://www.designinteligentebrasil.com.br/

O movimento tem como um de seus organizadores o pelo quimico Marcos Eberlin que é professor da Unicamp e membro da Academia Brasileira de Ciencias, e vão promover a partir de 14 de novembro em Campinas, o 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, reunindo os principais adversários da teoria da evolução entre cientistas do Brasil.

É preciso entender que segundo o que penso ter descoberto em sete anos observando sistemas naturais no meio da selva amazonica e calculando as origens da biosfera terrestre com métodos nunca aplicados antes, tambem indica que a teoria da evolução de Darwin e sua mais recente forma, a Teoria da Sintese Moderna, está longe de traduzir a verdade, não que esteja totalmente errada, porem está muito incompleta. Por outro lado, esta minha possivel descoberta, resumida na “Fórmula Matrix/DNA de Todos os Sistemas naturais e Ciclos Vitais”, tambem indica que a Teoria do Intelligent Design igualmenteestá longe de traduzir a verdade, que não está totalmente errada, porem está muito incompleta.

A principal falha na teoria darwinista é que ela se concentra apenas num dos ciclos da evolução universal, o micro-ciclo em que se dá a evolução dos sistemas biológicos, ignorando totalmente a história anterior deste mesmo processo evolucionário, compreendida no que se entende por evolução cosmológica. Ela divide a História Universal em dois grandes blocos separados entre si, e para preencher o vácuo entre os dois blocos tem que recorrer à mistica, como seria o caso de probabilidades ou acidentes produzindo resultados impossíveis. A fórmula da Matrix/DNA não detecta esta divisão na História da Evolução Universal e ao contrario, aponta os elos entre todos os micro-ciclos evolucionários, tais como a evolução das partículas, dos átomos, dos sistemas astronômicos e por fim os elos entre a evolução cosmológica e a biológica, indicando onde estavam, no estado do mundo pré-vida, as forças e elementos que convergiram à superfície de planetas para gerarem as primeiras formas biológicas.

A principal falha na teoria do Intelligent Designer é ignorar o  estado do mundo antes das origens da vida e assim não detectar ali as forças e elementos que concorreram para a formação das primeiras moléculas orgânicas e suas consecutivas evoluções. Esta falha no entendimento da complexidade já existente naquele estado do mundo suscita o napelo à apelo à mistica, principalmente imaginando um agente supernatural montando sistemas através da magica. O principal argumento da teoria do Intelligent Designer é a correta detecção de que os diferentes mecanismos que surgiram na primeira célula viva não existiam juntos em algum cêpo ainda mais primitivo existente na Terra, portanto teriam que terem sido montados por alguma forma de inteligencia. Isto ocorre porque acreditam que tal cêpo primitivo teria que ter existido na superfície da terra, quando na verdade ( segundo indicam os modelos teóricos da Matrix/DNA), tal ancestral comum a todos os seres vivos nunca existiu na superfície da Terra, pois trata-se do inteiro sistema astronomico ao qual a Terra pertence.

Enfim, a Teoria da Matrix/DNA é uma desconhecida alternativa dentre os dois partidos contendores, que lutará por seu espaço nos debates enquanto busca mais provas, evidencias, ou, algum fato real comprovado, se existir,  que a inutilize para sempre.

Minha tentativa de contacto com os organizadores do Congresso ( enviado e-mail): 

Nome: Louis Charles Morelli

Como criador/autor de uma nova e nunca publicada teoria sobre a evolução e origens da vida ( Veja website http://theuniversalmatrix.com), peço resposta para o e-mail acima se existe a possibilidade para ceder-me um pequeno espaço nas áreas do Congresso para um pequeno stand apresentando cartazes dos meus modelos teóricos ( que estão na homepage do website), e explicando a teoria aos interessados. E se possível a permissão para participar dos debates defendendo uma terceira alternativa desconhecida tanto por darwinistas como partidários do ID.Agradeço de antemão qualquer resposta…

E meus  comentarios  postado na UOL, esperando moderação:

Matrix/DNA – monday – Octuber, 27, 2014

O Brasil precisa saber que existe uma terceira teoria criada dentro do Brasil que é uma evolução das teorias darwinista inglesa e e do Intelligent Designer americano. Isto porque o Brasil tem o melhor laboratório natural pois ainda conserva as testemunhas que participaram nas origens da vida na selva amazônica. Ali foi descoberta a fórmula da Matrix/DNA que surge nas origens do mundo na forma de ondas de luz e foi o molde para todos os sistemas naturais, de átomos a galaxias a células e humanos.

Matrix/DNA – Saturday, November, 01 – 2014

Os dois partidos estão certos e errados. A teoria darwinista não traduz o correto processo da evolução natural porque ela trata apenas da evolução a nível biológico, quando na verdade a evolução é universal, incluindo a cosmológica, que influencia na biológica com mais 4 mecanismos ignorados. por eles. E os criacionistas baseiam-se na irredutível complexidade crendo que o comum ancestral era terrestre, quando na verdade é o sistema astronomico. O terceiro partido ( Matrix/DNA) resolve tudo isto

Imagem publicada no artigo da Folha Press, aqui copiada para analisar e responder cada item:

Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress

E continua no debate no artigo, no link: http://comentarios1.folha.com.br/comentarios/5964233?skin=folhaonline

Para Sandra: como provas que são erros? O DNA pode ser o registro da História real dos seres vivos,os quais cometem erros e a História os registra. Trechos não funcionais? Cada dia está se descobrindo mais funcionalidades nos trechos do “DNA-lixo” e este “lixo” pode ser o registro da História pré-DNA biológico, a qual é o alicerce inevitável. E veja a fórmula das origens do DNA na Matrix/DNA Theory para ver como ele é um software.

Os dois partidos estão certos e errados. A teoria da evolução darwinista não traduz o correto processo da evolução natural porque ela trata apenas da evolução a nível biológico, e aponta apenas 3 mecanismos variáveis, quando na verdade a evolução e’universal, incluindo a cosmológica, que influencia na biológica com mais 4 mecanismos ignorados pelos darwinistas. E o Intelligent Designer baseia-se na irredutível complexidade crendo que o comum ancestral era terrestre, quando na verdade é o sistema astronomico inteiro. A nova teoria “Matrix/DNA” é o terceiro partido mais razoável.

 

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Pesquisa da Matrix/DNA:

1) Googlar ” Marcos Eberlin “

A Diferença dos Sexos: Darwin Descreveu Certo o Poder Mental Superior Masculino Mas Errou na Causa

quinta-feira, outubro 2nd, 2014

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darwin_sexist_asshat

 

Não se trata aqui de discutir o que é inteligencia, intuição, esperteza, etc.,. Trata-se de ler a relação de todas as grandes descobertas, invenções, criações de filosofias, etc., comparar entre os nomes de homens e mulheres e certificar-se que 95% são homens. Em seguida perguntar-se: “Porque esta diferença?”

Talvez a primeira e principal resposta seria: “Porque a força fisica maior do homem o tem colocado como  predador da mulher, mantendo-a como executora das atividades que requer menos exercicio mental. A mulher tem sido condicionada a não pensar, devido a dominação machista. Etc. penso que isto não justifica porque existem muito mais nomes de homens-escravos-presas na lista do que de mulheres ricas e livres, as quais, por sua vez são predadores destes homens-presas.

Bem, Darwin sabia desta lista, convenceu-se que esta lista é evidencia de que o homem tem maior “poder mental” e deu sua opinião de causa: o homem exercitou-se mais na busca de evolução do cérebro e o resto foi pura ação da seleção natural. Esta sua idéia foi escrita no seu livro,  “The Descent of Man”,  e desde então Darwin tem sido tachado de sexista, chauvinista,racista, e esta sua idéia tem sido oportunisticamente usada pelos criacionistas que tentam derrubar sua teoria.(para ver o contexto dessa idéia, veja a discussão no link seguinte e o texto de Darwin copiado no fim deste artigo:

Darwin, sexist asshat

http://scienceblogs.com/pharyngula/2014/10/01/darwin-sexist-asshat/

Posted by PZ Myers on October 1, 2014

Qual seria a causa do efeito que é a maioral presença do homem nos eventos relacionados ao desenvolvimento da Humanidade, segundo o que interpreto estudando a fórmula da matrix/DNA e sua visão do mundo?

A causa transcende a espécia humana, os seres vivos e remonta às origens do Universo, por incrivel que isto possa parecer. Primeiro, todos sabemos que a matéria no Universo existe sempre aos pares de opostos. Se existe o frio tem que existir o quente, se existe o comprido tem que existir o curto, se existe o masculino tem que existir o feminino… Sabemos os opostos possuem sempre o mesmo fenótipo ( frio e quente são derivações da temperatura, comprido e curto são do tamanho, homem e mulher são do ser humano) mas tambem sempre tem tendencias opostas entre si.

Então aqui tem uma novidade que talvez nunca ninguem tem parado para pensar: O homem e a mulher tem, nas suas origens, tendencias opostas entre si. Não há como fugir disso, é lei natural. Se o homem nasce para caminhar para o Sul, a mulher nasce para caminhar para o Norte. Assim como quando a temperatura começa a esquentar tende ir ao extremo calor absoluto e quando começa a esfriar tende a ir ao congelamento total. Isto foi o que a Natureza determinou, para homens e mulheres.

 

Mas a maior constatação dessa diferença de tendenciasse dá quando vemos a fórmula da Matrix/DNA: a fêmea tende a ser um sistema fechado e o macho tende a ser um sistema aberto. Vamos ver isto com detalhes, pois é de extrema importancia pra enteder-mos como a natureza configurou diferente o cérebro macho e femea e entender como funciona a psicologia dos dois. vamos trazer a fórmula para cá:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E para adiantar aos que não estão habituados a pensar esta fórmula, o próximo desenho ajuda já a perceber onde está o macho e a femea:

 

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

 

Esta é a formula da Matrix no seu aspecto de sistema fechado em si mesmo, sendo que a mesma fórmula no estado de sistema aberto teria uma mais das suas partes (Fs) emitindo setas para fora do circuito, interagindo com o mundo externo. E quando a fórmula está no estado de sistema fechado, é facil perceber que todos os efeitos produzidos pela F1 são iguais aos efeitos produzidos pelo aparato sexual reprodutivo feminino, enquanto os efeitos produzidos por F4 são iguais aos do sexo masculino. A “barriga” da mulher recebe alimento ( a massa fragmentada que vem de F7) mais o espermatozóide ( o cometa que vem de F4) e produz um embrião ( o germe de um novo astro que nasce em F2) sendo que as fases de construção do germe estelar dentro do buraco negro ou vórtice nuclear apresenta imagens igual as fases de mórula, blastula, etc.

Todos sabemos que no dualismo universal, os dois opostos se combatem e durante os combates, o ganhador é dominante e o outro então será recessivo. Se o calor ganhar mais espaço, o frio vai diminuir. E no combate entre as tendencias a ser sistema fechado ou aberto, o dominante se posiciona na chefia do sistema. Se o sistema fosse aberto, F4 tenderia a dirigir seu produto a todas as direções, portanto para fora do sistema tambem, o que tornaria o sistema interagente com algo do mundo externo.  Mas no estado de sistema fechado vemos que o produto de F4, que é F5, só tem uma direção possivel de movimento, que é rumo ao interior do sistema, sempre tendo como meta, apenas F1. sabemos que a mulher tem tendencia à monogamia, enquanto o homem tem tendencia genética a espalhar o maximo possivel seus genes, copulando com diversidade de femeas. Porque quando a a fórmula na Matrix erege a nova forma de sistema denominado “sistema social humano”, o macho prevalece e o sistema se torna aberto.

A tendencia a sistema aberto ou fechado é o corolário de uma série de forças e propriedades fundamentais da Natureza. A tendencia a expansão conduz a sistema aberto, enquanto a sua oposta tendencia à contração, conduz a sistema fechado. No pulsar do coração o ato de expulsar o sangue revela tendencia a sistema aberto, o ato de contrair-se do coração, revela a tendencia a fechar-se. A tendencia a sistema aberto leva ao altruismo, à fechado, leva ao egoismo. Sistema aberto faz o dominante ser viajante, aventureiro, guerreiro, conquistador, dirigido para fora da familia; sistema fechado faz o dominante ser nuclear, doméstico, cercar seu território contendo o seu dominio, inclusive sua familia, seu macho, e enclausurar-se com segurança dentro do seu dominio, cortandointerações com o mundo exterior. Na base disso, nas origens do Universo, quando vemos a matéria iniciando a se manifestar na forma dos vórtices quanticos fantasmagoricos, os tais “balões de Yukawa”, admiramos que os vórtices são divididos em dois grupos: o grupo A, que surge como um ponto e se “enche”de energia, e o grupo B, que nasce como uma bolha e se esvazia em sua energia. Forças centripeta e centrifuga.  Introversão e extroversão. Um grupo já era femea, o outro ja era macho. A causa dessa distinção, portanto, se perde para alem e antes do Universo.

Por isso o cérebro do homem nasce com a tendencia  a aventurar-se no desconhecido onde se encontram as descobertas, as invenções, as criações. Por isso a mulher se retrai nestas produções, e seu objetivo supremo é a infindavel ansia de melhorar o seu paraiso doméstico, segurando ali seu homem e suas crias.

Como vemos, as naturezas do cérebro do homem e da mulher são diferentes por motivos que ultrapassam a evolução biológica na Terra, as causas estão alem da existencia humana.

Seria a lista dos maiores, um motivo para homens se julgarem superiores e mulheres recolherem-se a um complexo de inferioridade determinado nas alturas, sem o qual não há como lutar?

Mas a Natureza não para na exibição das origens do dualismo e o combate inicial que sempre ocorrem entre eles. Quando os balões de Yukawa se entrechocavam violentamente, criaram o caos ambiente, e os dois se tornaram moribundos devido a essa caoticidade. O Universo esquentou-se quase ao extremo devido a estes atritos. Mas ao se enfraquecerem enquanto seus movimentos ainda continuavam e produziam encontros, estes eram mais suaves, o que esfriava o universo e assim se fundiram aos pares, e dessa fusão nascia um terceiro elemento. Estava aí o prototipo do primeiro romance, o primeiro acasalamanto, a primeira auto-reprodução, o primeiro passo da evolução, pois o terceiro elemento resultante continha os dois, era mais complexo. Com isso o caos se foi e levantou-se o fluxo da ordem, começando a serem construidos os sistemas atomicos leves, depois os sistemas astronomicos, até que esta nova dualidade “caos e ordem” tambem obedeceu o mesmo roteiro de combate e dominação e a ordem venceu, culminando no sistema galactico, tão ordeiro que é quase eterno.

Mas  quando a ordem venceu, dentro da outra dualidade, macho e femea, quem venceu? A fórmula da Matrix acima mostra: a femea. Eva construiu seu Paraiso. E Adão deixou-se tanto seviciar pelas delicias do paraiso e encantos de Eva que se auto-mutilou em sua natureza aventureira, extrovertida. Importantes lições obtemos daqui, senão quiser-mos repetir como humanos o mesmo roteiro da história que aconteceu com nossos ancestrais sistemas naturais no céu.

Primeiro, que o estado de beligerancia, combate entre os opostos, levam os dois a perder. Isto deteriora as condições de existencia no meaio-ambientee outros efeitos nocivos paralelos. Cada oposto é uma metade, mas justo a metade que o outro não tem e precisa dele, se a suprema meta é a existencia confortavel no estado de equilibrio termodinamico. Onde existe dominante, existe desequilibrio de forças que se auto-complementam, portanto deviriam estarem superpostas, equilibradas. Será melhor para a Humanidade como um todo quando aqulea lista tiver metade de nomes masculinos e metade femininos.

Segundo, que cada oposto deve absorver a metade que não tem e ceder a metade que tem. Em outras palavras é não rejeitar a metade, a tendencia, que o outro representa. Se não fizerem isso, ou vão acabar como sistema fechado ou sistema aberto. Que são outros dois extremos opostos entre si. Já vimos no que deu quando o espirito feminino achou que tinha a f;oermula correta para fazer um mundo para os dois: a Queda. Claro, sistema fechado é fechar às portas à evolução, é tentar eternizar uma forma inferior e provisória, é tentar interromper a gestação do filho daquilo ou daquele que gerou este ovo cosmico chamado Universo. Mas o que aconteceria se o elemento macho tentasse impor sua tendencia achando que ele tem a fórmula melhor para os dois? Assim como o balão cheio se esvazia tornando um ponto e desaparece, tambem o ponto que se enche tornando um balão cheio explode e desaparece. Se os dois não se fundirem antes, e o cheio passar para o que esta esvaziando, a energia que está perdendo, salvando o vazio, e depois o vazio não devolver a energia que começa a sobrar, salvando o cheio… os dois não tem futuro. Assim como era no principio , é agora, aqui na nossa forma humana.  Se o homem der plena vazão aos seus instintos, de aventurar-se cada vez mais longe, sua casa desaparece, sua familia dispersa-se, seu pais cai. O que não siginifica que Eva sinta prazer em constatar isso, pois se ele segui-la fielmente, ela tambem cai.

Como aquela lista vai ficar equiparada? A mulher tem que sair mais de casa para se envolver nas questões sociais e o homem tem que ficar mais em casa para cozinhar e conversar com seus filhos. Isto é o inicio apenas.

O homem está, nesta sociedade moderna, apelando para o bode expiatório da competição pela sobrecvivencia para justificar sua aventura cada vez mais energizada rumo aos mistérios e de lá trazer as novidades que o torna forte, e com isso está conquistando cada vez mais o que Darwin chamou de “poder mental”. E isto é mal, muito mal. Eu o digo por experiencia própria, como um exemplo extremado deste comportamento. Hoje sou um intelecto ambulante distante do mundo ao redor, fisicamente inutil. Totalmente impensavel como pai e marido. Totalmente insensivel aos prazeres que o homem normal dá valor. Minha mente chegou às fronteiras do Universo, deu um passo adiante, mas esqueceu o corpo aqui… sem vida mental. Vegetatitvo. Não vou pensar onde o homem vai chegar com este comportamento, mas sei de antemão que não é este o caminho desejado pela evolução e pela Natureza. Mas tambem sei que a mulher ( não a mulher pobre que nada pode decidir de seu destino) emancipada que está desacelerando sua atividade intelectual e profissional para recolher mais à sua familia e seu casulo paradisiaco, está tentando repetir sua ancestral, a qual foi expulsa do que criou com esse comportamento. Darwin? Coitado. Sem inserir a história da evolução cosmológica na história da evolução dos animais ele jamais poderia atinar com as causas mais profundas…

The quote is from the Descent of Man, and not only is it a sexist comment, he throws in some casual racism, too:

Difference in the Mental Powers of the two Sexes.—With respect to differences of this nature between man and woman, it is probable that sexual selection has played a highly important part. I am aware that some writers doubt whether there is any such inherent difference; but this is at least probable from the analogy of the lower animals which present other secondary sexual characters. No one disputes that the bull differs in disposition from the cow, the wild-boar from the sow, the stallion from the mare, and, as is well known to the keepers of menageries, the males of the larger apes from the females. Woman seems to differ from man in mental disposition, chiefly in her greater tenderness and less selfishness; and this holds good even with savages, as shewn by a well-known passage in Mungo Park’s Travels, and by statements made by many other travellers. Woman, owing to her maternal instincts, displays these qualities towards her infants in an eminent degree; therefore it is likely that she would often extend them towards her fellow-creatures. Man is the rival of other men; he delights in competition, and this leads to ambition which passes too easily into selfishness. These latter qualities seem to be his natural and unfortunate birthright. It is generally admitted that with woman the powers of intuition, of rapid perception, and perhaps of imitation, are more strongly marked than in man; but some, at least, of these faculties are characteristic of the lower races, and therefore of a past and lower state of civilisation.

The chief distinction in the intellectual powers of the two sexes is shewn by man’s attaining to a higher eminence, in whatever he takes up, than can woman—whether requiring deep thought, reason, or imagination, or merely the use of the senses and hands. If two lists were made of the most eminent men and women in poetry, painting, sculpture, music (inclusive both of composition and performance), history, science, and philosophy, with half-a-dozen names under each subject, the two lists would not bear comparison. We may also infer, from the law of the deviation from averages, so well illustrated by Mr. Galton, in his work on ‘Hereditary Genius,’ that if men are capable of a decided pre-eminence over women in many subjects, the average of mental power in man must be above that of woman.

Amongst the half-human progenitors of man, and amongst savages, there have been struggles between the males during many generations for the possession of the females. But mere bodily strength and size would do little for victory, unless associated with courage, perseverance, and determined energy. With social animals, the young males have to pass through many a contest before they win a female, and the older males have to retain their females by renewed battles. They have, also, in the case of mankind, to defend their females, as well as their young, from enemies of all kinds, and to hunt for their joint subsistence. But to avoid enemies or to attack them with success, to capture wild animals, and to fashion weapons, requires the aid of the higher mental faculties, namely, observation, reason, invention, or imagination. These various faculties will thus have been continually put to the test and selected during manhood; they will, moreover, have been strengthened by use during this same period of life. Consequently, in accordance with the principle often alluded to, we might expect that they would at least tend to be transmitted chiefly to the male offspring at the corresponding period of manhood.

FIM

E meu post postado no Pharyngula:

Louis Morelli

New York – USA

October 2, 2014

It is not selection the cause that men occupies the top of mental realizations. The proof will came in the future, when the list will be half and half. The cause are natural laws that comes from beyond biological evolution. We can see at every natural system (from atoms to galaxies) that the tool of a system performing male functions works as opened system and the tool performing female function works as closed system. At human species, man inherited this tendency from inside to outside of opened systems, and woman inherireted the opposite tendency. So, man is more mental power at the external world while woman is mental power at the internal body, sexy, internal house, family, etc. How could Darwin forget the notable dualistic aspect of nature coming since the origins of the Universe? That the natural dualism determines that the opposite are equal about phenotyype, but different about tendency? Darwin wanted that biological systems like human beings could excape from those universal laws?! By the way, there are multiple causes and there are multiple solutions to be observed by men and women about this issue, and you can see it translating the article ” A Diferença dos Sexos: Darwin Descreveu Certo o Poder Mental Superior Masculino Mas Errou na Causa”. Google it.