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terça-feira, julho | 10 | 2012
Esta piada faz parte do nosso assunto sôbre “visões do mundo”:
Um grupo de cientistas descobriu como criar vida. Êles decidiram que era tempo de dizer a Deus que êles não mais precisavam dêle e nomearam um cientista para fazer isso. No encontro, o cientista explicou sua descoberta a Deus e disse que Êle não seria mais necessário à espécie humana, que nos deixasse construir nosso próprio mundo, sua vida, segundo nossos interêsses. Deus ouviu em silêncio, sorriu, e então disse: “Okay, mas eu gostaria de assistir como você cria a vida, antes de deixá-los a seu próprio destino”. O cientista então veio abaixo buscar algumas coisas, e retornando mostrou uma colher com 50 gramas de lama para começar seu experimento, fazendo a primordial sôpa. Deus levantou sua mão e apontou seu dedo para a colher dizendo: ” Não, não, isso aí é meu, consiga sua própria lama, seus ingredientes” …
Moral da História:
Se não existe nenhum fato comprovado que sirva como alicerce para um ser humano dizer que existe um Deus poderoso, mágico, criador de todas as coisas, etc., tambem não existe um fato comprovado provando qualquer outra teoria, similar a esta ou negando esta. Nossa unica alternativa é ser agnósticos ( eu não sei mas vou procurar saber), continuar investindo na busca e expansão do conhecimento dos fatos e eventos naturais, chegar às fronteiras do Universo ( se existem), ultrapassa-las e tudo só terminará quando conhecer-mos realmente a primeira lama ( se houve uma).
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Em Inglês:
Human Race in Search of the First Dirt: Our Peace Depends Deadly on to Find It!
This joke is related to our issue about world visions:
A group of scientist discovered how to create life. They decided it was time to tell God they no longer needed him (or her). One scientist was nominated to go tell God. At the meeting, the scientist explained their discovery to God and said that he was no longer needed by mankind. God said, “Okay, but I would like to see how you do it before leaving you on your own”. The scientist then bent down and scooped up a cup of dirt to begin the experiment. God wagged his finger at the scientist and said: “No, no, get your own dirt”
Moral of this story:
If there is no proven fact that serves as a foundation for a human being to say that there is a mighty God, magic, creator of all things, etc.., there is also no a proven fact proving any other theory, similar to this or deny this. Our only alternative is to be agnostic ( I don’t know, but I will search the knowledge), and continue investing in the pursuit and expansion of knowledge of natural facts and events, reaching the borders of the universe (if any), exceeds them and everything will end only when we truly know the first dirt (if there was one).
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sexta-feira, junho | 8 | 2012
 Homem Criando Deus
E a Matrix/DNA já rápidamente participou lá com breve comentário e registra aqui para retornar e analizar todos.

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Louis Charles Morelli É… mas ateísmo é a face esquerda do teísmo. Ateísmo é a falta de preguiça em provar as origens da vida com”provas ilógicas”. Seria até melhor terem tambem preguiça do que se esforçar no caminho errado.O ateísmo está se baseando numa cosmovisão pseudo-cientifica onde a Evolução Cosmológica seria separada da Evolução Biológica. Nada mais ilógico. Quando tentamos unir as duas, surge uma nova possibilidade lógica, inclusive a possibilidade da existência de uma auto-consciência suprema diferente de todos os deuses e não-deuses imaginados, como se vê na Teoria da Matrix/DNA
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quarta-feira, junho | 6 | 2012
Noticias vazadas de um relatório secreto da NASA são de estarrecer até o mais insensível dos humanos. Meses atrás as telas da NASA registraram algo inacreditável: a nave-telescópio Hubble que está viajando no espaço sideral foi capturada por seres vivos! Cameras internas registravam o movimento de vultos mexendo em todos os aparelhos. E de repente começaram a ouvir sinais de comunicação inteligente. Foi estabelecido um diálogo e os cientistas boquiabertos tiveram aumentadas suas surprêsas a cada mensagem, jamais imagináveis. Os alienígenas se apresentaram como “humanos”, igual a nós. Mas se são humanos, de que mundo vieram? – foi a pergunta imediata. Da Terra mesmo. Era um grupo de cientistas astronautas que desenvolveram uma missão secreta ocultos na selva amazônica e já viajavam em naves tripuladas. A missão começou quando alguem descobriu um fenômeno ocorrendo nos ôlhos dos tornados formados no Caribe. E assim os invasores da Hubble continuaram a transmitir a mensagem:
Todos já viram pequenos rodamoinhos formando-se e desaparecendo nos quintais de suas casas, nas ruas, etc. Rodamoinhos se apresentam em todos os tamanhos, sendo os grandes tornados que assolam as nações, os maiores dêles. Aparelhos medidores colocados no centro dêstes rodamoinhos registraram elevada quantidade de um tipo de plasma desconhecido, o qual desaparece junto com os rodamoinhos. Nos locais onde os rodamoinhos desaparecem não fica mais nenhum vestigio do tal plasma. Mas por uma ocorrencia fortuíta, descobriram que os mesmos sinais do plasma foram captados em outro lugar, jamais suspeitado: as maquinas de exames eletroencefalográficos, dentro das cameras de raio -X, captaram os mesmos sinais dentro de … cabeças humanas. Na continuação da pesquisa descobriram que o plasma é produzido elétricamente pelas sinapses que ocorrem entre neuronios quando humanos pensam. E desenhando nas telas dos computadores os rastros de tais sinais indicando a presença de plasma revelou-se que cabeças humanas emitem espécies de bôlhas contendo êsse plasma invisivel. Portanto todo o espaço que nos rodeia rente ao solo está repleto destas “bôlhas” sem que antes o tenhamos percebido.
Mas as bôlhas desaparecem e o espaço fica limpo quando passa um rodamoinho. Em outras palavras, os rodamoinhos são coletores das bôlhas. Mas… esta foi a pergunta suprema daquêles cientistas por algum tempo: para onde os rodamoinhos transportam o plasma que colhem e condensam? De maneira alguma êle permanece no nosso espaço/tempo. Caso contrário seus sinais seriam captados.
Então tiveram uma idéia. Salpicaram os ôlhos dos tornados com uma substancia etérea que deixava rastros de sinais nas telas, e melhor, tais sinais se misturavam com os sinais emitidos pelo plasma. Isto significa que para onde o plasma for, se contaminado por particulas daquela substancia, deixará seu rastro registrado aqui. Mas acontece que quando o rodamoinho se desfaz, tambem desaparece a substancia. Impossível! A substancia desaparece do nosso mundo? Apenas existe uma hipótese: universos paralelos.
Novas substancias cada vez mais rarefeitas e etéreas foram experimentadas, até que algumas começaram não apenas a deixar rastros depois do desaparecimento, como tambem a refletirem imagens que eram transmitidas às telas dos computadores. Imagens de dentro de um universo paralelo!
Por fim, o que as imagens revelaram? Elas resolveram definitivamente a grande e suprema questão da existência de Deus e o modo de relacionamento entre Êle e os humanos !
Os astronomos no mundo tôdo estão excitados com as ultimas descobertas sôbre as origens e formas de vida, pois estas noticias estão indicando que estamos a um passo de descobrir vida fora do nosso planeta. No solo de Marte já tem um robot, o Curiosity, feito e enviado especialmente para procurar alguma forma de molécula orgânica. Existe a possibilidade, segundo tudo o que se sabe hoje, de deparar-mo-nos num dos muitos planetas recem descobertos dentro da “zona habitável” com uma forma de vida feita de ferro e plastico, inclusive com arsenico no seu DNA plastificado. Esta forma de vida pode ser inteligente e ter uma tecnologia, que cria máquinas feitas com carne e ôsso, assim como nós, feitos de carne e ôsso, criamos máquinas feitas de ferro e plastico. Tudo depende dos objetivos e necessidades.
Mas… imaginemos a cena de um astronauta humano desembarcando num planeta e vendo uma destas criaturas de ferro e plastico, olhos de vidros. Os dois ficam se fitando nos olhos e o humano se pergunta: que tipo de pensamentos estará ocorrendo nessa “coisa”? Pode ser uma pergunta sem sentido. É possivel que aquela coisa seja operada não por pensamentos. É possivel que jamais haverá possibilidade de comunicação ou alguma sensibilidade em comum entre os dois. Assim como, se uma árvore pensasse e nós não estejamos sabendo, jamais haverá comunicação ou sensibilidade biológica igual entre nós e árvores. Pois a “coisa” de ferro e plastico observou por apenas alguns segundos o astronauta humano e sem se interessar o minimo, se afastou seguindo seu caminho. Pelo menos uma boa noticia: não é um tipo de animal que come carne humana.
As imagens ainda nebulosas do universo paralelo revelam que existem seres vivos naquele universo! Pois se comportam como tais, e inteligentes, mas de uma constituição hiperdimensional. Podem caminhar no nosso universo atravessando paredes que não as sentem. Então imagine um berçario de bebês humanos numa casa de maternidade no Brasil. Os bebês não têm a menor idéia que existem oceanos e alem dêles, uma nação com o nome de “Estados Unidos”. Mas nos Estados Unidos tem um grupo de americanos que conseguiram tambem a cidadania brasileira e viajam livremente entre os dois países. Nós humanos somos como aquêles bebês em relação aos seres do universo paralelo, os americanos são como os seres hiperdimensionais. Êles podem saber tudo o que quiserem sôbre nós e nosso mundo, nós não tínhamos como perceber suas existências, antes da evolução das nossas Ciências.
O rastreamento dos sinais das substancias que foram como impurezas no meio do plasma mental humano, revelou que todas as bolhas são compressadas, condensadas e daí vão para grandes depósitos. Imagens posteriores tambem muito precarias e nebulosas sugeriram que dos depósitos êsse plasma mental vai para umas espécies de mesas onde são servidos como alimento aos seres hiperdimensionais. Fim da charada. Tudo esclarecido. Motivos e objetivos. A configuração do nosso universo foi feita planejadamente para produzir humanos e rodamoinhos, com o interêsse final nas bôlhas de plasma mental, assim como humanos plantam laranjeiras e fabricam colheitadeiras, com o interêsse final nas laranjas.
As laranjeiras começam como pequenas sementes. Os humanos começam como pequenos sistemas, chamados átomos. Depois a semente da laranjeira vai mudando de formas, por fôrça de seu ciclo vital. A semente torna-se brôto, uma pequena plantinha, cresce, cria tronco, galhos, fôlhas, até finalmente produzir o que interessa aos humanos: as laranjas. Pois os sistemas atômicos tambem vão mudando de formas e crescendo, por fôrça do ciclo vital universal. Os pequenos sistemas crescem, se tornam sistemas estelares, galácticos, depois sistemas biológicos que jão são a forma das frutas verdes ainda, passam pelas formas de sistemas celulares, reptilianos, mamiferos, até finalmente produzir o que interessa, quando a fruta está madura na forma humana: as bôlhas de plasma mental.
Dissemos que isto resolve a questão da existência de Deus. A principal mensagem em qualquer escritura sagrada de qualquer religião é a de que o Homem foi criado por Deus. Ora, os invasores da Hubble descobriram quem criou o sistema atômico, que é a primeira semente na criação do Homem. Ou seja, descobriram e viram, ainda que através de imagens distantes nebulosas, o criador do Homem. Viram, portanto, a Deus.
E quando o viram pela primeira vez, se passou em suas mentes o mesmo que ao astronauta ao ver o ser de ferro e plástico. Os cientistas fitaram Deus e se perguntaram: que tipos de pensamento Deus pensa? Será que existe alguma afinidade com o tipo de pensar humano? Será que Deus tem algum tipo de sensibilidade, algo parecido com a sensibilidade humana? Será que Deus ama, no sentido que humanos entendem o que é amor? Ora, assim como percebeu o nosso astronauta, tais perguntas não fazem sentido. Deus vem aqui, nos vê por alguns segundos, passa por nós e segue seu caminho. Isto explica porque existe esta inexplicável condição de desigualdes entre humanos, quando uns, por sorte de nascimento, nascem ricos e outros, por azar de nascimento, nascem na miséria. Os rodamoinhos funcionam como os colhedores nativos de castanhas na selva amazõnica. Existem milhões de arvores castanheiras que produzem as castanhas, as quais amadurecem e caem no solo. Os colhedores simplesmentam passam pelas árvores sem vê-las, vão direto colher as castanhas no solo. Existem árvores gigantescas, frondosas, que aborvem uma grande área da energia solar, e existem árvores que nascem quase às sombras, se tornam raquiticas. As primeiras fornecem os melhores frutos, as outras fornecem frutos tão precários que a maioria é desprezada pelos colhedores. A condição no nascimento das árvores é mero produto do acaso. Ora, os colhedores não vão agora se darem ao trabalho de cuidarem das milhões de árvores raquíticas na imensa selva, tal como adubá-las, limpar as copas das grandes árvores que impedem a penetração da energia solar, regá-las com água na estação do verão, etc. Assim é Deus em relação à sua fazenda aqui nêste universo paralelo ao seu. Enquanto Êle obtem a quantidade de colheita que necessita, ao diabo os humanos sem sorte.
Porem, ocorreu algo, tambem produto do acaso, com que Deus não contava. O plasma mental humano inventou as propriedades da sensibilidade e do amor. Os cientistas invasores do Hubble, dotados destas propriedades, planejaram às escondidas de Deus, uma maneira de libertar os humanos dessa absurda condição de existência. O plano foi transmitido para o pessoal da NASA e preparativos estão sendo providenciados. A Humanidade será informada dessa descoberta e avisada sôbre o plano no momento oportuno. O que podemos adiantar por enquanto é que os mesmos cientistas conseguiram mudar o sistema atômico baseados na descoberta da Matrix/DNA, de maneira que se criou um terceiro universo paralelo, supra-hiperdimensional. O qual pode ser habitado por humanos, no qual todos os seres humanos vencem inclusive a morte e serão como Deus, e o qual é impenetrável pelos hiperdimensionais. Fica portanto, por enquanto, a grande lição da nossa História: sómente um outro ser existente no mundo pode amá-lo como ser humano, sómente uma espécie de vida no mundo, mesmo que seja a mais pobre e débil, pode juntar-se a ti e salva-lo. Nós, humanos, e sómente nós, estamos por nós.
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terça-feira, maio | 22 | 2012
Feche seus olhos, tente se lembrar do mundo que existe mas sem qualquer prévio julgamento, sem a contaminação da cultura humana e suas crendices. Tente ver apenas o nível microscópico, digamos, a dimensão dos átomos, sem se preocupar em ver as formas e os corpos que êles estão constituindo. Todos os átomos, os quais são os tijolinhos fundamentais do mundo material, são iguais, na aparência e no significado existencial. Os seres vivos são diferentes nas formas entre si, divididos em espécies, porem irmanados por terem um mesma fórmula, o RNA/DNA. Os átomos tambem são diferenciados entre si, em espécies, devido quantidades diferentes de particulas e propriedades, mas são irmanados por compartilharem todos algo em comum, algo que os faz formarem um nucleo, eletrosferas, particulas orbitais periféricas. Existem num seu ecossistema próprio, tranquilos, satisfeitos, inertes, colados entre si e compondo a matéria dos astros ou quando movidos, compondo gases, mas mesmo assim, apenas se móvem pela ação de fôrças externas, como a gravidade. Êste é o mundo em sua quase totalidade, e era na sua totalidade assim até a 4 bilhões de anos atrás. E assim, pela lógica das coisas naturais, seria continuado ao infinito. Mas… o que aconteceu depois – alguns átomos adquiriram um estranho e inusitado comportamento, nunca existido antes – indica que naquêle mundo inerte havia algo mais, não composto por átomos. Se era material, natural, então só poderia ser composto pelo que existia antes, como as partículas. Talvez das particulas a evolução se bifurcou, com uma quantidade delas indo formas sistemas atômicos e outra quantidade indo formar êsse algo mais, desconhecido. Ou talvez essa bifurcação se tenha dado antes da formação das particulas, nas flutuações quânticas. O fato é que o que aconteceu depois, sem sombras de duvida, e apenas pela lógica pura, racional, nos dá a certeza de que tinha que estar existindo algo diferente, desconhecido por nós.
Há 3,5 bilhões de anos atrás, uma pequenina, insignificante porção de átomos nesta região do espaço cósmico se tornou diferente. Perderam a tranquilidade, o equilibrio termodinamico. Passaram a ser necessitados de energia e sem a capacidade de reter qualquer energia conquistada por muito tempo, portanto, parssaram a serem “filhos da necessidade”. Buscaram desesperadamente novas formas de se combinarem para tentar se retro-alimentarem com a pouca energia que tinham, como certos animais se juntam e dormem colados uns nos outros quando está muito frio. Mas até hoje não conseguiram uma maneira de se ajuntarem que lhes devolva o calor aconchegante, o tal equilibrio termodinamico eterno. São os átomos que se reunem no que denominamos “organismos” ou “corpos de seres vivos”. E isto nos interessa sobremaneira. Aliás eu não consigo ver algo mais que nos deveriam interessar tanto. Pois nós somos estes corpos, nós somos estes átomos tornados filhos da necessidade. Precisamos mortalmente saber o que aconteceu no período entre 4 e 3,5 bilhões de anos atrás, qual foi o elemento misterioso que veio de fora do mundo dos átomos e têve a capacidade de atuar sôbre êles e a malignidade de tortura-los. Pois enquanto não resolver-mos esta questão suprema seremos esta inteligência, esta mente insatisfeita, esta auto-consciência criança, indefesa, débil, torturada sempre porque não pode suportar esta absurda condição existencial de se ver aprisionada dentro do corpo de um mero macaco melhorado, como prole gerada ao léu e abandonada à própria sorte, sujeita às agressões dos predadores e das tragédias naturais. Temos que manter alguns dos nossos irmãos de espécie, profissionais treinados, investigando esta questão, pois faça o que mais façamos, alcancemos os mais elevados niveis da tecnologia, nada mais que o conhecimento da solução para esta questão poderá nos libertar como particulas, ou flutuações quanticas, e ter-mos o livre arbitrio para escolhermos se vamos continuar existindo ou não, se vamos compor átomos acomodados termodinamicamente ou se vamos ser tambem algo mais. O que não podemos aceitar é ficar sem lutar, aceitar passivamente esta absurda condição. Nossas ações fisicas tem sido tôdas dirigidas para contruir na Terra o paraíso sonhado, sendo no plano individual o sonho do castelo rico e cercado pela segurança, ou no plano coletivo, o Admirável Mundo Novo protegido pelo Grande Irmão, mas isto porque sempre nos esquecemos dos átomos necessitados que formam nossos corpos, os quais determinam que nunca será realizado êste sonho.
Agora continue de olhos fechados e continue a ver na dimensão dos átomos, mas abra mais um pouco o campo da imaginação e tente ver êstes átomos formando corpos inertes materiais ao lado de corpos vivos. Uma pedra ao lado de um porco, por exemplo. Porque os átomos dentro da pedra são tão tranquilos que mantem o corpo que formam inerte, e os átomos dentro do porco empurram o corpo todo na busca de energia que está nos outros átomos ao redor, compondo pedras, lama, água, gazes, como o oxigênio?! Porque os átomos que formam o porco nunca seguram e mantem a energia que usurpam dos outros átomos para se tranquilizarem tambem?! São os mesmo tipos de átomos, são apenas uma quantidade irrisória de átomos. O que aconteceu com êles que não aconteceu com nenhum outro dos átomos que formam esta vastidão do Cosmos cheio de galaxias, cada qual contendo trilhões de estrêlas e planetas?! Talvez em outras regiões tambem existam uma quantidade irrisória de átomos formando corpos vivos, mas isso nada explica, o problema é o mesmo.
Porque êstes átomos caíram nesta inexplicável condição?! O problema é que nós, humanos, somos esta inexplicada condição, uma existência desconfortável, torturada. Certamente a causa não está dentro dêstes átomos, no sentido de que teria sido deflagrada por eles mesmos, pois nada que seja natural se recusa ao conforto do equilibrio termodinamico. Então, certamente, a “causa misteriosa” veio de fora dêles e os contaminou. Mas qual é ou foi a fonte, o agente, dessa “causa”?
Muitos leitores nêste ponto estariam pensando: êste individuo está perdendo seu tempo e gastando meu tempo. Não temos como achar esta “causa”, portanto, temos mais é que tratar de sobreviver e da melhor forma possível. Pensando assim êstes leitores não me ajudarão a me manter enquanto mantenho esta investigação. Mas o pior, segundo o que penso, é que estão se entregando para sempre à absurda condição existencial de fracos, débeis fisicamente perante as forças da matéria natural, e ignorantes, escravos mentais perante a Verdade Ultima. Sabem disso, mas para suportar, esquecer esta terrível condição existencial, inventaram imaginativamente os deuses punidores como sendo esta Verdade Ultima, escravagistas, poderosos, e a êles se submetem mentalmente como cordeiros, mas mantendo a esperança de que um dia tais deuses mudarão e os deixarão construir seu paraiso, para onde irão viver felizes pela eternidade, e a evolução da tecnologia, o sonho do Admirável Mundo Novo tem alimentado essa esperança. Ora,… a tal “verdade ultima” seja Deus ou algo diferente, é ou foi aquela causa misteriosa que caiu sôbre uma pequena porção de átomos e os tornou necessitados, e com êles nos construiu. A liberdade é nosso direito inalienavel, é tudo oque precisamos, é tudo o que mais necessitamos, não podemos deixar de lutar pela nossa liberdade, mesmo que cada tentativa pareça que em nada vai resultar, pareça que seja perda de tempo, mas temos que manter a esperança na liberdade do nosso ser “mental”, e temos que manter alguns soldados, alguns espiões, alguns agentes infiltrando-se cada vez mais na profundidade dêste mundo, no nivel dos átomos, ou quiçá alem dêles como os pesquisadores da dimensão quantica, e temos que ler seus relatórios para saber como estão indo, seja esta leitura confortável ou não.
Ao nosso atual nível de inteligencia e ainda débil capacidade cerebral e perceptional do mundo, a primeira pista nesta investigação está nos levando a um elemento ainda meio nebuloso porque ainda desconhecido em sua quase totalidade: sistema. A diferença principal entre uma pedra e um corpo vivo que se arrasta ao lado dela é que os átomos da pedra formam uma massa amôrfa inerte, enquanto os átomos do corpo vivo estão formando um sistema funcional, necessitado. Então a Causa Misteriosa tem algo a ver com sistemas, atua através de sistemas. Será assim, por êste método racional, esta estratégia, identificando cada fenômeno natural em que se sente a presença da “causa”, como identifacamos e chaegamos ao fenômeno natural denominado “sistemas naturais”, é que poderemos ir ajuntando as peças na tentativa de montar o quebra-cabeças final e finalmente chegar, desmascarar, essa nossa algoz, inimiga numero um da Humanidade, assassina despudorada que criou cenas como a de leões, monstros horríveis, devorando nossas crianças indefesas, vírus minusculos nos prostrando e nos torturando até à morte. Seja ela um Deus Castigador Sádico, ou uma fôrça do Acaso que se constitua numa espécie de matrix vampiresca de nossa energia, temos que conhecê-la para saber como exorcisá-la de nós e do nosso mundo. Nossa meta suprema deve ser a de libertar nosso “eu” consciente dêstes átomos, ou ao menos assentar o nosso eu consciente em corpos constituídos de átomos estáveis, não conteminados por essa causa que é uma terrorista, nossa inimiga.
A descoberta da existência dos sistemas e o esforço que tal descoberta nos leva a pensar na “causa”, inicial;mente nos faz lembrar que nossas ciências atuais estão sugerindo que o Universo todo tenha sido gerado pela reciclagem de um sistema, um minusculo átomo, que teria deflagrado o Big Bang. Ora, se isto for correto, então a causa está antes das origens dos átomos, antes das origens das particulas, antes das origens das flutuações quanticas no vácuo, antes das origens do Universo. Mas não temos os menores recursos agora para investigar tais niveis antes de origens, isto sim seria perda de tempo agora, o que temos de concreto em mãos são as pistas, os sistemas, estes ainda estão quase que totalmente desconhecidos, nossa Ciência está paralisada nesta área de estudos dos sistemas naturais, nosso método reducionista cientifico tem se concentrado apenas no estudo das partes dos sistemas, e é por este caminho, a total concentração na investigação dos sistemas, que temos que nos ater agora. Foi essa a causa que me fêz, como um espião enviado pela Humanidade para se infiltrar nas regiões ainda virgens da Natureza, na selva amazõnica, focalizar minhas lentes e medidores na busca, identificação e observação dos sistemas naturais, na especulação teórica das diferenças e semelhanças entre os sistemas vivos e não-vivos, nas diferenças entre átomos formando árvores e animais e átomos formando rochas, águas e gazes da atmosfera. Mas por enquanto, os relatórios que tenho enviado desde a selva estão sugerindo que a “Causa”, antes de ser algum tipo de Deus, parece ser uma coisa a qual estou denominando “Matrix/DNA”. Talvez a causa “Matrix” seja causada por algum Deus, mas isto não é assunto viável para a investigação neste momento.
( Ok, agora tenho que interromper esta transmissão pois os átomos necessitados que formam meu corpo estão avisando que precisam de energia e acomodação fisica para proteção contra as forças do mundo exterior e se quero manter minha sobrevivencia tenho que parar de escrever e trabalhar com as mangas arregaçadas extraindo estas providencias da matéria externa. Mas assim que obter estas providencias primárias e alimentar êstes atomos e os deixarem acomodados no ninho onde se encontra este computador, retornarei a este relatório, … se Deus quiser?!)
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domingo, março | 4 | 2012
Observar o espectro que captamos nas telas do computador das ondas de luz, com a visão e o entendimento da nossa mente, nos causa uma sensação profunda de paz com o mundo, de esperança no futuro, de entendimento dos fenômenos e eventos que existem ao nosso redor. Um raio de luz se propaga em sete diferentes formas de frequências, de vibrações, (do raio gama ao raio X), assom como seu corpo após ter nascido se propagou no tempo em sete primcipais formas: desde a forma da mórula, da blástula, do feto, passando pela forma de baby, da criança, do adulto… Assim como eras no momento que nasceste, inquieto(a) e peralta por que cheio(a) de energia meio descontrolada, assim é um raio de luz quando parte de sua fonte emissora na sua mais alta frequência causando os temidos choques na matéria. Mas no final um raio se decompõe em fragmentos, os fótons, assim como nossos corpos no final se decompõe em seus fragmentos.
Observe a figura abaixo (clique nela para ver ampliada):
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…………………………………Luz – O Espectro Eletro Magnético pela teoria da Matrix/DNA…………………………………….

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Esta onda, ou raio de luz, representada na tela, tem origem em alguma fonte que se situaria na parte direita da figura e que não está aí. Na faixa onde estão os nomes das formas do corpo humano sob um ciclo vital, no lugar dessa fonte à direita estariam nossos pais. Na faixa dos nomes dos astros celestes, nêste lugar estaria um nucleo galático. Observe na faixa mais abaixo a sequência das côres da luz. Pergunto: porque os antigos orientais, a milhares de anos atrás, que nunca viram tal gráfico, desenharam a aura humana na mesma exata sequencia de côres? Pode ter sido porque viam essa mesma sequência das côres nos arco-íris e suas imaginações teriam elaborado uma teoria da aura, mas com o conhecimento que temos hoje a lógica sugere que esta sequência existe trilhões de vêzes repetida em nosso corpo, desde os fragmentos dos genes, do DNA, das moléculas de proteína. Assim como você sente que possue algo ao qual denomina de “mente”, que não consegues ver, apalpar, mas sabe que existe porque é uma fôrça que influe no seu corpo e dirige seu corpo segundo suas decisões, a Luz é algo invisivel que adentra tôda a matéria inerte do Universo, e ao vibrar naquelas diferentes frequências dentro da matéria a faz animada e a se organizar em formas modeladas por aquelas vibrações. A Luz Natural carrega em si um ciclo vital e com êle ela contem o código da Vida, é a fonte primeira da Vida, ela é a base primordial viva, ela cria a Vida. Quando ela atinge os astros celestes ela os conforma segundo um ciclo vital, o mesmo fazendo depois com os corpos humanos como podes ver na figura seguinte:
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É certo que a figura acima é “teórica”, que foi elaborada pela minha imaginação, mas ela foi baseada em calculos dirante 30 anos, em milhares de tentativas de conectar todos os dados, informações coletadas pelo nosso método cientifico e/ou percebidas empiricamente, e ela tem nos ultimos 20 anos acertado mais em suas previsões que qualquer outro modêlo teórico astronomico. Seja como for, ela faz sentido, é de uma lógica irrefutável, ela explica as origens das sete formas principais de astros celestes. A Luz natural teria se infiltrado no primeiro corpo celeste que emergiu da nebulosa de átomos a 13 bilhões de anos atrás e o animado, levando-o a se transformar, a completar um ciclo vital, e depois torceu êste ciclo final unindo suas duas pontas, criando assim o primeiro sistema natural que surgiu no mundo. Onde tudo o que o nosso corpo faz, até a maravilhosa engenharia da reprodução sexual, já era realizada numa forma eletro/magnética/mecânica, nos céus, muito antes das origens da Vida na Terra. Ao descobrir isso e observar essa figura pela primeira vez numa madrugada e isolado em plena selva, sentí um arrepio frio pelo corpo, levantei os olhos para o céu límpido e estrelado da Amazônia, fitei as profundezas escuras do imenso Universo que se descortinava à minha visão, e meus olhos se encheram de lágrimas, mas lágrimas de alegria, de maravilhamento. Quem havia fugido para a a selva porque não mais suportava o mundo aqui fora, de repente renasceu e com muito mais vigor para o estudo e o trabalho, com muitas esperanças, pois tinha as provas agora de que não sou mera verruga incongruente que nada teria a fazer no Universo como pensava antes, não sou mero virus que incomodaria um Universo inamistoso que logo faria algo para me eliminar, não sou aquêle que na adolescência ainda me sentí um fraco e reles produto da Natureza e que tinha de ter a dignidade de me retirar do mundo sem me reproduzir, não reproduzindo o que é fraco, sem utilidade para a Evolução e o Universo, e para evitar à Evolução o trabalho de me descartar na sua seleção natural. Naquela madrugada na selva eu me ví conectado ao mundo e sentí que o Universo investira em mim e estaria conspirando para me empurrar à frente, ao menos a minha ultima forma evolutiva, a mental, rumo à formas transcendentes. Hoje continuo sem nada, na mesma condição de menor abandonado que era na infancia, mas continuo tendo vigor para trabalhar no pesado e nas horas vagas estudar com afinco e alegria por existir. Talvez êste seja o segrêdo que me me manteve nos ultimos 30 anos, desde aquela noite na selva quando observei estas figuras pela primeira vez, de nunca ter precisado tomar um comprimido sequer, pois meu corpo nunca adoeceu nem com um resfriado, apesar da vida desregrada que continuo levando. E isso, apenas essa dádiva, uma enorme energia e um indescritivel bem-estar fisico, uma constante alegria, apesar de uma vida semenhante a de um escravo, a de uma bactéria débil perante a imensidão dêste Universo, é isso e apenas isso que me faz vir aqui e tentar lhe transmitir essa mensagem. Eu o(a) necessito forte, livre. com vigor e mente aberta para o mundo, pois preciso de sócios(as) nesta empreitada de seguir à frente arrancando da Natureza todos seus segrêdos até atingir seu leito de pura luz, nesta aventura jamais realizada pelos seres humanos, e uma andorinha sózinha não faz verão, bem o sabes.
Observe na figura da luz que o espectro em “hertz” apresenta as duas grandes margens laterais em negro. As faixas de côres visiveis estão confinadas no meio. E agora lembre-se que as ultimas grandes teorias cientificas estão tôdas chegando à mesma conclusão: No Universo a matéria visivel é apenas 10% e parece que os outros 90% é matéria escura, ou como dizem “dark energy”. Será mesmo que o Universo material está assentado, mergulhado num infinito oceano de substancia amorfa, inerte, sem sentido, sem cor? Me lembro quando na escuridão de cavernas na selva eu virava o facho de luz da lanterna diretamente para meus olhos. Ou quando numa noite qualquer a caminhar na rua focava diretamente os faróis de um carro. Meus olhos cegavam, fechavam-se rapidamente e tudo ficava na mais copmpleta escuridão. Voltemos agora ao Universo e seus 90% de escuridão. Será mesmo escuridão? Ou o Universo está banhando num infinito oceano de luz tão intensa que nos cega os olhos e até nossos mais importantes aparelhos ópticos? Energia escura ou luz natural, original, talvez material?
Quando observo a luz natural com êste novo entendimento, quando lembro que ela carrega o código fundamental da Vida, tudo à volta adquire um significado lógico, racional, e suspeito que tudo faça parte de uma extraordinaria engenharia de uma inteligencia mil vêzes superior a que é possivel ao meu pequeno cérebrosinho. Não sei qual é, não faço a minima idéia do que seja, a fonte primeira de toda luz natural. Pode ser um Universo antigo ou desaparecido que renasceu num Big Bang, pode ser um mero vórtice turbilhonar no infinito contendo universos como num buraco negro, mas seja o que fôr essa fonte primordial, a obra que observo sugere que essa fonte contem muita inteligencia. Seja o que for a fonte original emissora, ela estará lá, na direita do inicio de um raio de luz, e na mesma posição que estiveram meus pais carnais no dia da primeira manifestação do meu corpo carnal. Assim ela deve ter estado tambem quando surgiram as primeiras auto-consciências nêste planeta, na sua posição, à direita, como fonte emissora. Seja o que for esta fonte, pensem o que quiserem dela, mas tôda lógica nos leva a ela, e quando dela nos aproximamos assim, desarmados de todos nossos julgamentos, sentimos que estamos levantando nossas mãos e tocando os arredores dessa fonte, e não existe vergonha alguma quando confesso que sinto que assim me parece que estou tocando as vestes ou as sandálias dos pés de Deus.
Estou agora concentrando minhas investigações na LUZ. Busco desesperadamente todo dia na Internet e nas bibliotecas universitárias quaisquer publicações vindas de quem quer que seja, de qualquer corrente do pensamento, mas principalmente qualquer nova descoberrta cientifica, sôbre a luz. Nela estou me concentrando com tôda minha energia que sobra do trabalho diario pesado. Porque? Porque sou um ser fraco, chorão, pidonxo. Me sinto como um mero virus ou como uma pequenina bactéria deve se sentir dentro de um corpo humano. Temos 10 bilhões de células em nosso corpo que “não” nos pertence realmente, são micro-organismos que não fazem a menor idéia do que é o ser dentro do qual existem. Mas e se estes micro-organismos tivessem a inteligencia e conhecimento que nós humanos já temos? As bactérias dos intestinos bem poderiam suspeitar que existe as regiões do pancreas onde existiriam outras formas de vida, quer dizer, de bactérias, assim como nós humanos estamos suspeitando que em outros sistemas estelares bem podem existir outras formas de vida. Poderiam suspeitar que exista em algum outro lugar uma consciência como a dêles, ou até mesmo maior e superior, e estariam corretas estas bactérias, pois os corpos humanos a possuem. E quando assim corretamente suspeitassem, perceberiam que todos seus problemas, todas suas dificuldades nas suas vidas, seriam resolvidas se conseguissem encontrar ou estabelecer um canal de comunicação com essa mente superior. Então nós humanos captariamos reinvidicações vindas do nosso pancreas ou estômago tais como: – “Precisamos de mais cobalto, êle está na alface, come mais alface!”. Dos intestinos podia vir: – “Gostamos de bolo de chocolate, coma bolo de chocolate senão entramos em greve e paralizamos o tráfico por aqui!”.
Muitas pessoas a já alguns milhares de anos suspeitam disso tudo, formaram em suas imaginações essa nossa imagem de micro-seres vivendo dentro de um alguma forma de ser universal, como pequenas mentes auto-conscientes vivendo dentro ou nas margens de alguma super mente auto-consciente. Mas assim como nossas mentes humanas sabe hoje que existem as bactérias internas mas não tem a menor sensibilidade para conhecer cada população de bactérias em seu corpo, muito menos para saber o que acontece a cada momento com uma unica dessas bactérias, qual o seu estado atual, qual está sendo suas condições de vida, o que ela está precisando que eu poderia fornecer sem muito esforço me custar para que ela realize melhor seu trabalho e assim meu corpo todo esteja tambem melhor… talvez assim tambem seja essa possível mente universal em relação a nós, humanos. Estas pessoas acreditaram que a forma de chamar a atenção de uma mente superior seria as orações com fé, e até mesmo algumas se miram nos exemplos dos embriões que esperneiam e chutam a barriga de suas mães quando querem algo, para edificarem templos onde vão e ficam gritando, chorando, tudo para tentar chamar a atenção e alcançar os ouvidos, a percepção, de alguma mente superior. Por meu lado tentei isso tambem quando criança e jovem, mas concluí que êsse método nunca surtiu efeito, sempre com os mesmos problemas financeiros e ficando às vêzes tão doente que necessitava internações hospitalares, e tenho buscado outros métodos. Elaborei um método muito complexo de meditação imaginando a minha mente esperneando para chamar a atenção e adentrar uma onda de luz natural, tenho repetido-o sempre que as coisas se tornem piores por aqui, mas seja mera imaginação ou um método realmente mais eficaz, acho que os resultados espetaculares de saude, de energia, de alegria e esperanças na vida, que tenho obtido, são demasiadas e materialmente inexplicaveis para o ser débil que sou. Por isso acho que as evidências estão apontando que estou no caminho certo. A Luz… ela pode ser o elo entre nós e Deus, ou seja lá que nomes queres dar à fonte primordial, à talvez existente consciência cósmica que provavelmente existe por aí. Que esta fôrça esteja convosco tambem,… é o que sempre peço gritando quando esperneio e chuto mentalmente a barriga desta consciencia cósmica, pois cheguei a um ponto da evolução em que uma andorinha sózinha não fará mais verão algum, e o (a) necessito forte lutando ao meu lado.
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quarta-feira, dezembro | 14 | 2011
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 O menino ateu
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O motivo pelo qual escrevo estas linhas é forte. Pela oitava ou décima vez na minha vida cheguei ao ponto de me preparar para o suicidio. Para mim, a minha morte sempre foi vista como algo sem muita importancia, e até uma ocorrencia necessaria e bem-vinda. Preparei tudo nesta manhã, de maneira que quando saí à rua para comprar um café, novamente olhei o mundo como das outras oito ou nove vêzes, com o pensamento de que dentro de alguns dias êste mundo continuaria exatamente como está, apenas não teria mais a mim caminhando nas ruas, o que, para as pessoas daquela rua, seria indiferente. Tudo dependia de um resultado às duas horas da tarde, e eu sentia pelas probabilidades que o resultado me seria negativo. Quando voltei do café, tendo que permanecer quieto e à espera do resultado, procurei no computador o meu website e nêle, o vídeo com minha musica preferiada para meditação. Então deitei-me com as luzes apagadas, em estado meditativo, viajei pelos mundos imaginarios e fiz os discursos imaginarios que prefiro, justificando minha decisão, avisando o meu mundo imaginario, se êle não fizesse rápido alguma coisa para influenciar no resultado, êle nunca mais teria a minha visita. Avisei a imaginária Matrix/DNA que se ela não interferisse com suas cópias na Terra que estão dentro das pessoas que iriam decidir o resultado, ela perderia seu unico divulgador e defensor na Terra. Um ateu, e um agnóstico, não tem amigos imaginários, mas alguns tem imaginarias fôrças invisiveis naturais como aliadas. De repente o telefone tocou, antes da hora marcada. Era o resultado. Positivo! Batí palmas, rí sózinho, e despreparei o suicidio, planejei a nova vida, os próximos passos. Mas em meio à alegria que sentia, era impossível se esquecer de uma frase ouvida não sei onde: “Sou como gato, tenho mais que sete vidas!”. Isto já deixou de ser racional, causal, são dez ocorrências tão semelhantes que não suportam mais a hipótese de mera coincidências: algo de oculto ao meu conhecimento existe, sem sombras de duvidas. Algo que é uma fôrça, com poder de atuar na matéria, e como qualquer ateu racionalista, concluo que tem de ser uma fôrça natural, apesar de desconhecida, que não consigo ainda captar e entender. E como qualquer filósofo naturalista, não resisto a uma questão como essa, retornei ao ponto de meditação, recorrendo à memória do que é o mundo em que existo, para tentar obter uma resposta. Fiquei animado com a conclusão hipotética final: trata-se de fôrças que existiriam como ondas transmitindo sinais, como as ondas do som, invisíveis, imperceptiveis aos nossos sentidos, mas que existem e atuam na matéria. Ácho que esta hipótese é muito consistente, em bases racionais, lógicas, e me dará mais fôrça daqui para a frente, mas ela deveria ser partilhada, para igualmente dar mais fôrças às pessoas que aprecio. Por isso, sento-me perante esta máquina agora e escrevo o que vem a seguir:
Se você é um ateu intelectualizado, que não é ateu por ser ainda apenas um bárbaro, saiba que és o tipo de pessoa que muito aprecio e com quem seria imensamente grato partilhar a existência. Quando penso que o compreendo e acredito que conheço os motivos pelos quais és ateus, uma tristeza me abate. Sinto porque acredito que para seres o que és, passastes pelas sofríveis experiências das crises existenciais, as quais forjam a superestrutura de uma consciência que vence sua infancia mística. E sinto porque acredito que muitas vêzes choras no silêncio de sua consciência o pêso da solidão mental e as dores inflingidas pela agressividade do mundo sôbre os seres que são aqui gerados ainda pelo processo dos ovos abandonados ao tempo, aos predadores e ao próprio destino. Mas sinto orgulho de ti porque acredito que és um forte, o mais forte dos seres humanos, que vencestes fraquezas da espécie que a maioria ainda não o conseguiu. E sinto esperança em ti porque acredito que és um soldado pronto para lutar pela mesma causa que eu acredito e luto: a liberdade, a dignidade e a soberania cósmica para a Humanidade. E o estimo porque acredito que tens os mais elevados valores morais segundo os meus conceitos, uma moral que se impregna de sentimentos humanos da compaixão, do respeito e uma espécie do “auto-oferecimento” que conduz alguns dos menores órfãos e abandonados nas ruas da vida a procurarem seus semelhantes em iguais condições para juntos se reforçarem, adicionar fôrças para transformar êste mundo do estado de caos num mundo em estado de ordem onde todos possam serem felizes.
A ti, e apesar de eu ser ainda um perdedor e débil em fôrças, a quem não podes desviar atenção na sua luta para ouvir, grito esta mensagem, ao menos para saber que contas com apoio vinda da retaguarda do pelotão, que não existes como unico nesta escura solidão, cuja mensagem acredito que pode atuar como mais um estímulo e motivação para manteres a sua fôrça nas batalhas.
Aqui em baixo, ou na retaguarda do campo de batalha, passei por algumas experiencias que não percebestes, e penso que, se as conheceres, será bom para te manter forte, e o quero mais forte que eu, pois assim existe a possibilidade que de cima e da vanguarda estendas a mão para acelerar minha elevação e meu avanço tambem, enquanto que seu estiver acima e na vanguarda teria que interromper minha subida e avanço para lançar-lhe a mão e busca-lo para posições onde continuarias a existir como um necessario suporte.
Estas experiencias me conduziram a acreditar que ví algo do inimigo e da batalha que teremos à frente, elaborei uma teoria que peço a escute e analize, pois teorias às vêzes podem ser o guia certo e salvador, como é possível que a teoria do Higgs boson, que tem guiado os nossos Físicos nos planos de batalhas, se confirme como o objeto real, e asim ela nos conduziu a mais uma vitória.
O ateísmo nos aproxima por certas propriedades da mente, as quais nos conduzem, ambos, á busca de realizações dos mesmos sonhos, mesmos ideais, salvo pequenas diferenças. Êstes ideais são elaborados pelo estado mental ateísta que produz visões calculadas mas imaginarias diferentes do estado mental mistico. Uma destas visões diz respeito à existência da Vida no Universo. Nós supomos que nos milhões ou trilhões de astros existentes semelhantes aos nossos devem existir muitas outras formas de Vida. E seguindo nesta linha de raciocinio, nossa intuição nos leva ainda a supor que dessas formas de vida, algumas sejam inferiores e outras superiores, evolutivamente falando, em relação à nossa atual forma de vida. Não temos mais a pretensão dos misticos de que sejamos especiais, nos colodando nem no centro, nem no tôpo, nem no extremo da base: as probabilidades racionais sugerem-nos que estamos de algum modo, em algum ponto intermediário nessa escala evolutiva. Então temos quase como certo que existem no Universo formas de vida supeiores e talvez muito superiores à nossa. O que não conseguimos resolver é o problema do porque não nos contactam, não se mostram a nós, ou porque não passam por aqui, ao menos. Sinto-me como um elemento de uma tribo primitiva existindo no meio da selva amazônica, a qual ainda não é do conhecimento nos paises civilizados. Ou talvez alguns dos mais civilizados sabem da nossa existência, mesmo que seja através apenas de seus satélites espiões espaciais. Talvez estejam até explorando algo de nossas terras através de traidores conscientes ou inconscientes da nossa própria espécie. Talvez estejam até nos ajudando através de benfeitores conscientes ou inconscientes da nossa própria espécie. E talvez os selvagens da tribo na selva tenham alguma percepção que em outros lugares distantes, existam mais seres humanos, sejam brancos, ou igualmente amarelos, ou negros. Êstes “talvezes” são fortes, possuem consistências, porque são racionais, porque se destacam no nosso calculo das probabilidades.
Mas porque gasto nosso tempo dizendo isso, lembrando-o do que tenho quase certeza, já o sabes? Porque quero chegar no próximo ponto: “Consciência”. Da mesma forma que a acontece com a Vida, se aqui na Terra surgiu êste fenômeno mal compreendido que denominamos “auto-consciência da própria existência”, é provavel que no Universo e talvez alem dêle, existam outras formas de consciências. Nosso senso comum de ateísta e nossa humildade nos conduz a assim apostar: não somos a unica e central consciência existente no mundo. E da mesma forma que a Vida, devem existir auto-consciências menos evoluídas e outras mais evoluidas que nós. Talvez não existam, seria possível, mas não de acordo com um minimo calculo das probabilidades. E da mesma forma, nos perguntamos onde estão estas consciências mais evoluídas?! O que fazem agora? Terão algumas delas, ou muitas delas, o conhecimento de que aqui nêste pequeno ponto perdido da imensidão sideral, nêste infimo território de uma selva universal de astros e predadores como buracos negros, existem e vivem seres nos quais começa a despertar a sua mesma propriedade consciente?!
Como ateus temos uma visão de mundo especifica, uma moral especifica e sentimentos especificos humanos, diferente inclusive dos misticos. Nossa visão de mundo nos leva a supor que as possiveis e provaveis consciencias superiores existentes não tem conhecimento da nossa existencia e talvez nem mesmo do nosso nicho espacial existencial, apesar de que, assim como aqui de New York sabemos que existe o território da Africa, não sabemos o que existe nos rincões mais profundos de suas selvas. Eu viví de seis a sete anos na Amazônia, entrei em territórios onde não existem traços da passagem de outros brancos, e me lembro de ter visto, captado sinais de existências, e ouvido falar nos povoados da entrada, das existências de coisas que aqui desconhecemos ainda. Mas não somos fundamentalistas em nossa visão do mundo, sabemos que ela ainda é débil e cheia de êrros, e por isso tambem podemos supor que, talvez, consciências superiores existem em outros locais e talvez tenham conhecimento da nossa existência.
Quanto aos nossos sentimentos humanos especificos, nos levam ao próximo passo racional de supor que, na hipótese de existirem consciencias superiores e que tenham conhecimento de nossas existências, então suas consciencias não funcionam como a nossa. Não possuem os mesmos tipos de sentimentos que temos. Não são estabelecidas em cérebros “hard-wired” como são os nossos. Porque? Porque vemos que a superficie da Terra está coberta por uma biosfera em estado de caos, e vemos que nêste caos existem choros e ranger de dentes de consciências que aqui existem. São consciencias da nossa espécie humana, semelhantes a nós, e nosso tipo de snetimentos nos conduz a nos sentir-mos contrariados, incomodados, desejosos de atuar em cima destas ocorrencias. Não suportamos assistir às toruras de consciencias aqui e se tivermos o minimo poder de ação atuamos de fato para interromper estas torturas, não importa que quem esteja sendo torturado seja tambem mistico. Então nos lembramos da hipótese da existência de consciencias superiores que tem conhecimento da nossa existencia, que podem inclusive assistir-nos, por meios que podemos supor, enquanto existimos assim.
Esta hipótese é forte porque se sustenta facilmente no calculo racional das probabilidades. E então vem a inevitavel questão: porque não atuam para interromper estas torturas, se as consciencias aqui, mesmo que estejam no estado bárbaro ainda, são em todo caso suas semelhanças, de sua própria espécie?!
A resposta primeira, lógica e fatal, é: não são feitos do mesmo tipo de nossos sentimentos. Funcionam diferente, com outras conclusões, outros tipos de sentimentos e emoções, outra visão de mundo, outros comportamentos. A ponto de não entenderem que consciências aqui quando choram e imploram é porque estão mal e até mesmo sendo torturadas.
É por isso que um ateu não tem amigos imaginarios. Porque as consciências superiores não têm amigos, nem sabem o que é isso. Amizade é uma invenção real que funciona, mas apenas humana. Consciências superiores possuem nos seus semelhantes em estado evolutivo inferior a noção de “partes do meu tôdo”. É como as células superiores do cérebro devem considerar as células dos pés. Socorrem se podem, sentem suas dores, consideram-nas inprescindiveis porque precisam dos pés para se moverem, diferente das relações entre amigos. O ateu suspeita que consciências superiores são fôrças naturais que podem serem compreendidas, utilizadas e suas aliadas. Utilizadas como quando as células do pé mandam um sinal de alerta de perigo e as células do cérebro tomam providências, atuam como fôrças, que podem evitar o perigo.
E aqui chegamos a um nome: Deus. Porque? Porque os misticos existem antes de termos nascido e inventaram palavras, nomes como êsse. E tiveram seus pensamentos, suas conclusões de acordo com sua diferente visão do mundo, muitas vêzes forjadas sob tipos de torturas que felizmente nunca experimentamos. Nesta visão diferente chegaram a algumas conjecturas que se assemelham às nossas conjecturas. Uma delas é a respeito da hipótese de existir ao menos uma consciência alienigena superior à nossa. E a essa hipótese deram o nome de Deus. Apesar da hipótese ser quase a mesma para ateus e misticos, no seu prosseguimento conjectural produziram produtos finais que foram se distanciando entre si, de maniera que a mesma ou mesmas consciencias superiores hipotetizadas se tornam revestidas de qualidades e atributos muito diferentes. Uma destas diferenças é esta, onde as consciências dos “deuses” dos misticos funcionariam da mesma forma que a consciência humana. Esta diferença poderia ter sido produzida por diferenças entre as próprias consciencias humanas, entre ateus e misticos: para os misticos, as consciencias superiores, seus deuses, assistem e sentem as torturas humanas, mas nada fazem para evitar as torturas que acontecem e estão acontecendo pelo mesmo motivo que os valores morais e sentimentos dos misticos impedem que eles sintam vontade ou interêsse em fazê-lo. Para este tipo de ausencia de vontade e ação os misticos apresentam justificativas na forma como sua visão de mundo descreve a História, uma história em que torturas atuais seriam males necessários corretores de êrros passados executados por consciências com caráters imperfeitos. Assim as consciencias dos misticos seriam diferentes das consciencias dos ateus como nós, que jamais nos permitiriam nos manter-mos inertes perante tais cenas. Nossa consciências não nos conduzem a descrever a História da mesma forma, não encontra e não aceita de maneira alguma nenhum tipo de justificativas: somos impelidos instintivamente à ação para interromper qualquer tipo de tortura não apenas a consciencias nossas semelhantes, mas a qualquer ser vivo. Então a idéia que fazemos das possiveis consciencias supeirores não nos conduz a simpatizar com a palavra, o nome, “Deus”. Mas apesar do nome, temos algo em comum com os misticos, nossas razões nos levaram a supor a existência de consciencias superiores em nosso caso, e de ao menos uma, no caso de alguns misticos.
Supomos que entendamos e aceitamos essa palavra, êsse nome. Isto porque chegamos à conclusão que ao mesnos alguns misticos tambem, como nós, não apreciariam assistir às torturas, mas sabem que nada podem fazer para evita-las, e no seu desespero por tal impotencia, inventam imaginariamente suas Histórias, as quais os servem como emplastos. Não nos esquecemos que existem alguns misticos que poeraim sim, evitar cenas de torturas mas não o fazem e até se tornam protagonistas delas. Para com estes não temos diálogos e odiamos os seus deuses, inclusive o nome, a palavra.
Poderíamos aceitar o nome, se de repente descobrissemos que as consciencias superiores existentes possuem sentimentos com afinidades com os nossos, mas igualmente descobrissemos motivos racionais do porque não atuam. Não atuam porque não podem, não são magicas, são tão naturais como nós. Não existiria nenhuma consciência superior capaz de certas ações. Com todo seu conhecimento e poder que tal conhecimento lhes confere, a unica maneira de interromper certas torturas seria matando a vitima. E não acham certo fazer isso. É o caso de eliminar-se a doença de uma vaca aplicando-lhe uma injeçao mortal. Eu preferiria aplicar uma injeção mortal indolor a uma vitima sendo torturada do que vê-la continuar sob a tortura. Mas talvez vacilaria em fazê-lo se conhecesse algo indicando que a doença será de alguma forma curada e a vitima voltará a sorrir. Me sentiria mal se eu fôsse a causa de eliminar dela a sua possibilidade de sorrir. Talvez isto esteja ocorrendo com talvez possiveis consciencias susperiores que talvez tenham conhecimento de nossa existência e talvez estejam se sentindo mal com nossas cenas de torturas. São muitos “talvezes” mas note que um foi um efeito racional do outro como causa tambem racional, quer dizer, do nosso tipo de racionalização.
O que isto mudaria em nossas vidas? Se isto estiver realmente acontecendo? Me refiro à estas hipóteses sõbre possiveis consciências supeirores.
Em que esta teoria, elaborada por alguem na retaguarda da batalha, poderia ajudar soldados que descansam na frente de uma pausa na batalha e tentam planejar as próximas estratégias?
Para responder a isto, o soldado da retaguarda vai contar umas experiências que são desconhecidas aos guerreiros da frente. E por fim apresentar um desenho geral imaginado que resultou destas experiencias sôbre o que é, como é, quais as próximas intenções, do inimigo, e como serão as próximas batalhas. Antes de mais nada, menciono que tenho uma definição teórica para o nosso inimigo: ignorancia do significado da nossa própria existência e da existência dêste mundo, como causa de nossas impotencias e debilidades. Essa definição dá uma idéia ainda difusa, que não explica tudo, mas já serve para o soldado da frente decidir se continuará prestando atenção no ajudante da retagurada ou não. Por ora tenho que fazer uma pausa temporaria neste relato, mas antes de aqui voltar, peço que, se tiveres tempo disponivel d6e apenas uma olhada na pagina “Home” dêste website. Servirá para facilitar o entendimento do que diremos a seguir. Até já… vou agora ajudar a preparar o almoço para o batalhão…
(A seguir: a História do Green Card e do gatinho na neve sob o carro)
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quarta-feira, outubro | 12 | 2011
O espaço é claro, tão claro que cega os olhos humanos fazendo crer que o espaço é escuro. Esta claridade preenche o espaço ao infinito. No centro dela existe uma esfera ainda mais luminosa, infinitamente luminosa. Talvez exista uma figura, algo, dentro desta esfera, não sei. A esfera pulsa como um coração. Cada pulsar se expande como onda concêntrica de pura luz natural. Esta onda de luz sai vibrando com uma fôrça infinita e à medida que se distancia da esfera a vibração vai diminuindo, até quase se desfazer, quando então se torna uma nova faixa de onda concêntrica. Esta segunda auréola de onda inicía com intensa vibração, porem menor que a intensidade da vibração inicial anterior. Ela repete o mesmo processo da primeira onda e terminada sua faixa, tem inicio a terceira faixa. Assim as ondas se ampliam ao infinito, sempre mais fracas à medida que mais distantes da esfera central. Tôdo esse conjunto tem um nome: Deus. Mas tem mais propriedades importantes.
Cada faixa de onda poderia ser medida num aparelho em cuja tela ela aparece como uma linha num gráfico. Desta forma na tela a onda se torna um raio de luz. Inicialmente, a partir da fonte de emissão, a linha apresenta uma frequência elevada com os mais curtos períodos alcançando os picos mais elevados. À medida que a linha, o raio, avança, vai diminuindo a altura dos picos e aumentando os periodos, os intervalos entre um pulsar e outro, até a linha se fragmentar em pontos, os quais se espalham no espaço. Assim pode-se no grafico dividir um raio inteiro (que na verdade é uma das faixas da onda emitida pela fonte), em sete regiões, ao que denominamos “espectro da luz” e estas divisões recebem os nomes de Raio X, infravermelho, ultravioleta, etc.
Mais interessante agora é observar-mos os pontos que resultam dos fragmentos de uma onda. Na verdade êles nunca desaparecem no nada, mas sim, saem a flutuar, voar, livremente no espaço. Acontece que cada ponto, quando visto mais de perto, não é um ponto redondo: é como uma cobrinha serpenteante dotada de pernas, mais parecendo uma lacraia. Na verdade, aqui tenho um primeiro problema: cada ponto – que agora vamos denominar “partícula” – parece ser, quando pensado de uma maneira, exatamente uma cópia de uma das divisões de um raio e vendo por êste angulo, cada particula imita uma das faixas de vibração; mas pode-se pensar de outra maneira: cada particula é exatamente a imagem de um raio inteiro, ou seja, ela contem em si as sete diferentes vibrações. Não resolví isto porque se penso na primeira forma, ela parece muito lógica, mas se penso na segunda, ela parece mais lógica ainda. No entanto vou preferir apostar na forma tal como foi descrita na visão mistica de Dom Pedro, o indio curandeiro e meu guia/amigo na selva amazônica. Como êle descreveu sua “visão”… ”
- “As coisinhas são vivas, voam por todo lado, o espaço à nossa volta está cheio delas, voam em confusão, caóticamente, parecem lacraias; elas tem um corpo, que parece uma linha na côr do gelo, e cada perninha tem uma côr diferente, as mesmas côres do arco-íris. Algumas tem 3 perninhas de um lado e três do outro, outras tem duas de um lado e apenas uma do outro, tem de todos os tipos (acho que cada partícula tem tôdas as pernas, porem em cada particula se expressam algumas pernas e as outras ficam ocultas). Elas fluem livremente no espaço, mas são atraídas pelos rodamoinhos, vórtices que existem no espaço atrelados a cada coisa, cada objeto. São vórtices, giram sõbre si mesmos, mas como se fossem buracos cônicos no espaço luminoso, portanto, parecem buracos negros. São atraídas na bôca do cone, a base larga maior, onde entram a girar descendo pela espiral até chegar no bico do cône. A partir dêste bico são emitidas para o espaço como flechas, setas, com muita velocidade, e parece que foram recarregadas em energia no cone. Assim o cone que os seres humanos tem na região da cabeça infiltram estas particulas dentro do corpo humano.”
Se por um momento considerar-mos esta visão como real, resta a questão se esta energia é usada nos musculos para mover um dedo, ou se é usada apenas no hipotético campo aural que Dom Pedro descreveu a seguir, o qual, como percebí depois, seria a mesma imagem de um grande DNA “holográfico” que iria desde a cabeça até os quadrís, inflando os hipotéticos chacras. Não sei.
Já notei que o espectro de um raio de luz conforme aparece no grafico é a imagem e semelhança do processo de um cliclo vital. Se comparar-mos o espectro com o ciclo vital de um corpo humano, a primeira divisão de mais alta intensidade das vibrações corresponde à forma de bebê (talvez desde o momento da concepção até o nascimento, ou alem dêle); a segunda divisão corresponde à forma de criança; e assim por diante até quando a ultima divisão, que é a dos pontos fragmentados, corresponder ao cadáver se decompondo. Então, se isto for real, cada faixa de onda emitida por Deus – a esfera central – é a fórmula criadora da Vida. A fórmula é de luz pura e pode ser aberta ou fechada se ligar suas duas pontas extremas, e n6esse caso se apresenta na forma do diagrama/software da Matrix fechada.
Meu grande problema agora é… a matéria. Como explicar que nêsse infinito oceano de luz existam os corpos de matéria concreta como as galáxias, as estrêlas, os planetas?! Essa matéria tem que vir dessa luz, mas como?!
Parece-me que a matéria é constituida destas particulas quando, ao invés de voarem caóticamente, param, ficam girando sôbre si mesmas, tomando uma forma espiral e por fim se estabilizam como vórtices rotatórios. Não vou dizer que penso serem “vórtices quanticos”, por que essa palavra “quantica” está sendo por demais deturpada, parece que agora todo mundo sabe explicar o mundo do ponto de vista quantico. Digamos que cada particula estacionária e na forma de vórtice tem uma carga especifica de energia, a qual depende de quantas “perninhas” ela expressava, e essa carga de energia poderia ser medida tendo por base uma unidade de energia, chamada tambem de “um quantum de energia”.
Bem… quando chego nêste estágio de minhas imaginações, ainda não consigo ver como se forma a matéria. Mas eu já tinha a muito tempo, a 30 anos atrás, levado pela fórmula da Matrix, encontrado uma teoria lógica sugerindo como a matéria surge no mundo. É baseada numa descoberta do Pr6emio Nobel e físico japonês Hideki Yukawa, chamada “cola nuclear” , ou seja, o mecanismo que une e liga um próton a um neutron para formar nucleos de átomos. Naquela teoria a imagem imaginada do mundo antes de surgir a matéria éra a do espaço ser prenchido por um infinito oceano de uma substãncia etérea, talvez holográfica, que corresponderia ao amnion dentro de um óvulo. Nêste oceano se movendo como ondas surgiriam bôlhas, que na verdade se formariam por vórtices; as bôlhas, os vórtices pipocavam no mundo como se viessem do nada. Mas os vórtices surgiam de duas maneiras diferentes: uns surgiam apresentando primeiro a base maior, como se fossem bôlhas cheias de energia, e se insuflavam, se colapsavam em espiral até se esvaziarem e se apresentarem como um ponto, o bico do cône, o qual terminava por desaparecer no oceano. Mas êle voltava na forma de ponto, ou bôlha vazia de energia, captava energia daquêle oceano amniótico, se expandia espiralmente até explodir e desaparecer como bôlha cheia… para então voltar como bôlha vazia. Assim, depois, descobri que isso tudo era à mesma imagem e semelhança do que ocorre na fecundação ou concepção de cada novo corpo humano, por isso comecei a pensar que os vórtices eram genes femininos e masculinos, que o Universo é um óvuulo fecundado no Big bang, que a evolução é apenas fases de um universal processo de reprodução, que o Universo é uma produção genética, e que o supremo significado do nosso mundo é reproduzir aquilo que o criou como nós reproduzimo-nos. E que nós, seres humanos, nada mais somos que uma nova forma dessa evolução onde desponta, ou emerge uma nova forma que é a auto-consci6encia; cada ser humano é um gene auto-consciente destinado a construir uma parte especifica de um embrião na forma de auto-consciência. Por isso parece-me que dentro daquela esfera central, ou se expandindo junto com as ondas de luz, existe uma ess6encia, que é uma auto-consciência infinita.
Isso é Deus, ou melhor, como hoje, 30 anos depois de Matrix, meu pequenino e ignorante cérebro alcançou seu maximo metafisico, o maximo de sua imaginação. meu problema agora é entender como funciona. o que pensa essa auto-consci6encia infinita, porque, certamente, ela não pensa como nós humanos. Ela não tem as mesmas emoções e sensibilidades da auto-consci6encia humana. Por exemplo eu jamais permitiria um ser humano ser torturado de qualquer forma pela dor, mesmo sendo um criminoso, se eu tivesse poder para interromper a tortura, enquanto a auto-consciência infinita parece ser insensível a isto, não tem empatia em relação ao pequeno gene auto-consciente. Por isso tenho pensado ultimamente que Deus é um ser natural, tão natural quanto nós. então não é que Êle não seja sensivel ao ser humano, o fato é que 6ele é limitado, como qualquer par de pai e mãe humanos são limitados na sua capacidade de interferir, ajudar ou punir, os genes que estão dentro da barriga da mãe grávida.
Bem… me resta então agora – enquanto meu cérebro e suas limitadas informações alcançou êste tipo de imagem de Deus, êsse quadro teórico, e alguma nova informação real venha enriquecê-lo ou mudá-lo, ou destruí-lo totalmente – desvendar como pensa Deus. E como proocuro desvendar êsse mistério? Quando criança, lí ou ouví não me lembro onde, uma frase:
“Se queres me conhecer, se queres saber o que sou, o que penso, procure conhecer a minha obra, que é o elo entre eu e você; a Natureza.”
Então… minha suprema meta hoje é procurar informações da Natureza. Tentar descobrir tôdas suas dimensões, suas ordens de fenômenos, entrar o mais longe possível no micro e no macrocosmos… E eu só conheço um unico método que tem me ajudado nessa meta; o método cientifico. Êle disciplina essa busca, êle impede que falsas informações me desviem do caminho da verdade ultima. Mas eu nascí e continuo de mãos atadas, totalmente pobre de recursos materiais, não tenho como buscar essas informações por êsse método que requer instrumentos e ambientes custosos. Então descobrí que mesmo assim posso continuar essa busca e aplicando o método cientifico. Acontece que o método cientifico tem que abordar a Natureza começando pelas coisas que aparecem primeiro, ao redor do cientista. Então o cientista colhe êstes objetos e tenta entendê-los invadindo no maximo possível suas intimidades, e hoje chega-se aos limites das partículas, dos quantuns de energia e suas interações. Quando o cientista dispõe e usa instrumentos tecnológicos que são extensões dos nossos cinco sentidos, como os telescópios, as sondas espaciais, êle invade o extremamente grande a partir de dentro e avança o mais distante possível. Chamamos a isto de método reducionista por que reduz objetos a cada vez seus menores constituintes. Eu não posso participar dessa coleta de dados mas felizmente os cientistas comunicam ao mundo o que vão descobrindo, então eu posso continuar a busca do conhecimento de informações da Natureza acompanhando o maximo possivel essa coleta de dados. Porem, descobrí que posso fazer mais. Cada objeto, cada corpo material, só existe porque faz parte de um sistema. Com excessão dos corpos mortos, separados dos sistemas, como é uma fôlha sêca, um galho caído, uma pedra no espaço sideral na forma de meteórito. mas mesmo uma pedra assentada na superficie da terra ainda faz parte do sistema solar, pois irradia sua decomposição ao mesmo tempo que recebe influências externas. Então cada objeto faz parte de um sistema. de onde se deduz que não se pode conhecer de fato e completamente objeto nenhum se não conhecer, dentro da hirarquia dos sistemas naturais, a qual ele pertence de imediato, de qual sistema maior o seu sistema se torna sub-sistema, etc. e isto não pode ser captado pelo método cientifico reducionista. Foi quando então descobrí que temos de desenvolver um ainda nasciturno método cientifico sistêmico. Êle começa quase sem instrumentos, como começou a velha Ci6encia o seu método reducionista. Por ora o que posso fazer é botar sôbre a mesa papéizinhos com tôdas as informações coletadas e conhecidas pelo método reducionista e ficar olhando-as como quem brinca tentando montar aquêles quebra-cabeças de peças que se encaixam. Montei o ciclo do nitrogênio mas cada forma d6ele no ciclo interage com outros elementos, quais são, dentre meus papéizinhos? Ãs vêzes podemos ficar 30 anos brincando e não chegar a conclusão nenhuma, pois como montar o quadro final se faltam muitas, senão a maioria das peças? Mas às vêzes (num dos milhares de embaralhamentos que fazemos sempre quando uma montagem indica que está tudo errado), surge um quadro que nos surpreende e agrada, onde os lugares em branco, onde faltam peças, é preenchido com peças imaginadas pela lógica. esfregando as mãos de contentamento e nos achando o maximo da intelig6encia corremos a pegar lapis e papel e descrever o quadro que vemos. Isso chama-se “hipótese” de uma nova visão do mundo, ou nova cosmovisão. Mante-mos o texto sempre em nossa mochila como um resumo da parafernalia que está na mesa para sempre que possivel dar uma olhadinha e pensar. Enquanto isso vamos listando tôdas as evidências a favor da hipótese. Se aparecer alguma nova informação um fato real que inserido no quadro, faça o quadro todo parar de funcionar… o texto vai para o lixo, a mesa é re-embalhada, a hipótese desaparece, e começa-se tudo de novo. Mas pode acontecer que de repente tenhamos conhecimento de uma informação que não conhecíamos antes. Ou ela existia a muito tempo e não a tínhamos captado, ou ela vem como uma nova descoberta do método reducionista. E pode acontecer que essa nova informação é uma peça que se encaixa perfeitamente como a peça que imaginamos antes existir naqyu6ele lugar e que fazia nosso hipotético quadro funcionar. Isto significa que acertou uma “previsão”. Êste momento é festejado com jubilo, pois a jipótese se transcendeu foi agora transformada em “teoria”. Teoria porque o quadro ali ainda não foi comprovado como real, faltam ainda as outras peças imaginadas encontrarem suas correspondentes reais na Natureza.
Eu montei meu quadro imaginario apostando que a Natureza não é mágica e que a evolução, ou seja, o aumento da complexidade dos corpos e sistemas materiais, que emergem aqui e agora, são produtos evolutivos de ancestrais que já existiram ou existem ainda. Assim, baseando-me nos mecanismos e processos que seriam as leis ou regras da História, fui calculando as informações que compoem os fluxos que conectam as peças e assim fui dispondo as peças que eram requeridas e se encaixavam na sequ6encia da linha de montagem. O quadro final foi o da Matrix/DNA. Eu não sei se a Matrix/DNA é o melhor quadro já montado até hoje por um ser humano, ou seja, se é o quadro que mais se aproxima do Quadro verdadeiro Final. Eu tenho certeza que o quadro da Matrix/DNA não é a Verdade Ultima, por uma série de razões. Não importa, tenho que continuar a manter êste quadro na mesa e testa-lo sempre que uma nova informação real chegar. Porque? Para que? Porque eu preciso saber o que sou, quem sou, o que é êeste mundo, como surgiu, como êste mundo funciona, se existe Deus ou não, se o meu quadro imaginario de Deus está correto ou errado, e o unico método que posso aplicar nessa investigação com os recursos que disponho é êsse. De uma coisa tenho certeza: a unica maneira de encontrar respostas para estas questões supremas, de derrubar ou confirmar minha interpretação atual do mundo (a minha teoria), é investigar a Natureza. Tenho como consolo um estranho paradoxo, mas que me mantem sobrevivendo animado; se existe Deus, aquela frase certamente seria uma frase correta para Êle, e assim, adotando o método cientifico, eu estou no meio dos mais fiéis e obedientes filhos autênticos de Deus, quando aquêles que se julgam os melhores filhos de Deus acham que somos os piores. Mas para êles tenho uma lembrança: “Não é gritando “Senhor, Senhor” que melhorarás seu conhecimento sôbre êle, e sim procurando-o conhecer através de Sua Obra.
Enfim, cada ser humano tem seu cérebro hard-wired de uma maneira unica e especifica, devido a que nenhum conjunto de experiências vividas mais a herança genética é exatamente igual a outro, portanto cada cérebro produz uma visão de mundo unica e especifica. Mesmo os que se unem numa religião, numa ideologia, diferem entre si em algum detalhe. Desta maneira com certeza cada outro ser humano irá discordar em algum detalhe ou com o todo da minha visão do mundo. Mas eu acho bom que cada ser humano tenha seu blog ou website contendo sua visão de mundo, sua teoria, para que os outros a lêm. E um espaço para comentários, para se mencionar quais pontos o leitor não concorda. E a partir daí estabelece-se uma discussão. Pode ser que alguem tenha uma informação real que desconhecemos e nos obrigue a rever um tópico, uma peça imaginada, do nosso quadro total. Assim podemos ir burilando, melhorando, corrigindo, aproximando mais nossa visão de mundo do mundo real. Pois ao menos eu não estou aqui para brigar defendendo minha visão do mundo, e sim, em busca da Verdade.
Então… liste abaixo o link para sua cosmovisão, e se possível, deixe aqui a lista dos pontos em que discordas da minha. Mesmo que parecer-me absurda, prometo que correrei na mesa procurando a peça correspondente para rever/pensar nela.
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domingo, maio | 1 | 2011
Deus e Seu Universo jogam sim, dados conosco, e o pior, são dados viciados!
Louis Morelli
Esta matéria serve para estimular aquêles criativos que pensam já ter sido tudo inventado e portanto se sentem frustrados, pois vamos mostrar como está tudo ainda por fazer. O mundo ainda espera quem quem vai perceber isto e abrir-se para uma torrente de intuições.
Inventores e autores nunca criam nada novo. Êles simplesmente arranjam e combinam de um maneira nova as velhas coisas existentes. O Dr. Kearns não inventou o para-brisas automático, simplesmente arranjou peças antigas, como capacitores, resistências, transistorese timings de uma maneira que ninguém tinha combinado antes. O primeiro homem a construir um arado, não o criou do nada. Apenas arranjou as partes de uma árvore de uma nova maneira: cortou duas rodas dos troncos já redondos, colocou duas traves em paralelo, paus imitando a galhagem atrás, meteu-se no meio e saiu a arar. Charle Dickens não criou o novo estilo literario. A primeira frase de seu livro diz algo como: “Era a primeira vez que naquelas paisagens…” . Fêz Dickens criar a palavra “era”? Ou ele teria criado a palavra “a”? Que tal a palavra “paisagem”? Basta-nos pegar um dicionario feito dois séculos antes de Dickens nascer e ver que tôdas aquelas palavras eram velhas coisas existentes. Êle simplesmente as combinou de uma maneira que nunca ninguém tinha feito antes. O que não tira o mérito heróico e pioneiro dos inventores, dos autores.
A Terra também não criou a Vida do nada. Simplesmente arranjou gases, sólidos e líquidos de uma nova maneira. Nada se cria, tudo se transforma porque se rearranja em inéditas combinações. Mas aqui, justamente aqui, está o nosso problema: tudo o que existe hoje será transformado. De tudo o que existe hoje nada serão os componentes do mundo do amanhã, apenas serão componentes dos novos componentes. Computadores, automóveis, geladeiras, serão embutidas peças de novos componentes que serão as estrêlas amanhã, como os transistores, os capacitores, as resistências foram para o para-brisas do Dr. Kearns.
No entanto, e apesar de o mundo humano se transformar em lapsos tão curto de tempo, existimos dentro de um mundo cósmico que, desde quando a Humanidade começou a pensar, permanece fixo. Todos os dias vemos os mesmos movimentos dos astros com o sistema solar funcionando perfeitamente como um relógio. Como pode ser que o aparente eterno, o imutável, contenha em si o constantemente transformável? É uma roda cósmica girando muito lenta, mas num ponto dela, quase no centro, aqui no nosso habitat, as coisas giram numa velocidade vertiginosa. Agora segure-se para não cair: é justo a propriedade da quase eternidade do Universo que faz o Homem transformar tão rápido suas tecnologias de maneira que elas derrubam impérios aparentemente invencíveis e transformam as civilizações. Porque o eterno dá margem a muitas interpretações equivocadas.
O Homem nada cria do nada. Êle se aprofunda no estudo da Natureza, amplia sua visão a horizontes cada vez mais amplos e assim descobre novos mecanismos e processos naturais. Depois tenta aplicar aqui estes mecanismos, onde surge as intuições para novos arranjos dos objetos e substancias existentes. Desde os primatas existem passaros voando perante o olhar humano, durante milhares de anos o pensamento humano se perguntou o que deve acontecer com o movimento de asas no ar para transportar um corpo pesado, aos poucos foi aprendendo, até imita-lo com suscesso e construir o pássaro de ferro. E assim foi com tôdos nossos produtos tecnológicos: mera imitação do que a Natureza faz há bilhões de anos. A ultima delas é o computador, cada vez mais à imagem e semelhança do cérebro, feito pela Natureza.
Mas porque primeiro criamos carroças puxadas a burro, navios a remo, o tear, a maquina de escrever, e nas gerações seguintes tudo isso vai para o lixo trocado por automóveis, submarinos, teclados? Porque nós acreditamos que podemos explicar o que é o mundo, como êle funciona, e imitamos na tecnologia e nos sistemas sociais essa crença. Mas o Universo ainda é inexplicável pelo pequenino cérebro humano. Cada vêz que êsse cérebro aumenta, a explicação do Universo muda. O Universo é um estilista, está sempre nos mandando novo figurino para uma nova moda. Quando Copérnico pensou que finalmente entendeu como o sistema solar funciona, na forma de um nucleo e planetas na sua órbita, Rutherford mudou o antigo modêlo do átomo, crendo num nucleo com életrons orbitando as camadas regulares, para se encaixar na moda, à imagem e semelhança do novo Universo. Hoje quando os cosmologistas acreditam ter descrito definitivamente o Universo na Teoria Nebular, o modêlo do átomo que se encaixa melhor é confeccionado pela quântica. Assim, uma nova crença de como funciona o macro recai para remodelar o micro, e vice-versa. Como nosso mundo humano está no meio do macro e do micro, a nossa tecnologia é modelada para se encaixar no meio da ultima moda. Mas a moda vai continuar mudando.
Agora acabo de descobrir uma nova cosmologia. Os mesmos velhos astros dos gregos, de Copérnico, de Newton, foram arranjados de uma nova maneira que se encaixou perfeitamente como geradores diretos do nucleotídeo, o qual encerra o segrêdo da Vida, e tudo o mais que anima os seres vivos. As estrêlas e buracos negros deixaram de surgirem ao acaso por geração espontanea como queria a ultima moda, para surgirem por um processo pré-sexualizado e mecanizado, enquanto os mesmos astros ganharam os predicados dos ciclos vitais. Assim o novo modêlo, do velho Cosmos, sintetizado na fórmula da Matriz/DNA, é um sistema automatizado como uma máquina perfeita, um moto-continuo, e eu deveria acreditar que a nossa tecnologia será tôda transformada pelo conhecimento dessa fórmula, quando ela for re-descoberta por alguém que tenha pêso para se anunciar. Mas justamente quem tem mais pêso, cai mais frequentemente.
Os impérios atuais, assentados em monumentos rígidos de cimento e asfalto, serão obsoletos, mas demorarão mais a cair, as transformações se darão mais fáceis onde as construções estavam mais fracas e atrasadas, como no Brasil. Assim mudam as civilizações. O velho império Egípcio que dominou por três mil anos hoje ainda mantem suas pirâmides. As ruínas do Coliseu de Roma persiste nos tempos do Empire State Building. O Empire State Building talvez persista no tempo que outro monumento na ultima moda brilhar em outro lugar.
Mas porque o Homem continua a repetir o êrro de acreditar ser capaz de decifrar o segrêdo do Universo, sabendo que o castigo fatal para êsse pecado é a destruição da civilização que êle vai construir baseado numa fantasia? Hoje o modêlo da origem do Universo pelo Big Bang, os modêlos das origens de cada tipo de astro conhecido, e a exibição dos grandes aparatos de pesquisas como telescópios gigantescos, sondas espaciais orbitando nas fronteiras do sistema solar, etc., tudo vem compor um quadro mental que transmite uma unica possibilidade racional humana: nós finalmente conhecemos e sabemos o que é o Universo. Aquêle que disser “é impossivel ao cérebro humano entender o Universo”, será desprezado como retrógrado. Mas assim foi ridicularizado quando disse isso nos tempos dos egípcios, dos gregos, de Copérnico.
Ora, o homem tem uma vida de oitenta anos. A cultura da Humanidade não tem mais que 15.000 anos. Podemos observar a Natureza e até acertar como foram os 10.000 anos antes do primeiro registro da nossa cultura. Com um pouco de elocubração mental podemos acertar quase tudo sôbre mais 10.000 anos antes ainda. Muitos êrros certamente cometeremos na tentativa de recompor a História a 100.000 anos. Mesmo porque um hiomem de oitenta anos não consegue digerir mentalmente o que significa 100.000 anos. Mas agora multiplique êsse 100.000 por dez, e teremos um milhão de anos! É quase certo dizer que nossa ignorancia sôbre êsse passado será multiplicada por dez. Mas imagine multiplicar êsse um milhão por mil vêzes! Chega-se a um bilhão de anos! Impossível ao cérebro humano voar tão longe! Mas agora dizem que o Universo tem mais de 13 bilhões de anos… e acreditamos piamente que nosso conhecimento cosmológico é o final. Isto tem um nome: arrogância.
Quando meus calculos resultaram no modêlo do elo entre a matéria não-viva e a Vida, acreditei que agora poderia desvendar a verdadeira História do Universo e fui descendo no tempo, onde estrêlas, quasares e buracos negros iam apresentando diferentes processos de nascimentos. E quando cheguei na ultima fronteira onde, por coincidência, encontrei tambem o Big Bang, porem, com um diferente figurino, me deparei com uma figura, a qual seria a face final do Universo. A figura era uma linha que nascia no ponto zero da intersecção entre o tempo e o espaço representados pelas coordenadas do grafico cartesiano, mas ela se encurvava aqui, retornava no tempo, avançava acolá e por fim fechou-se encontrando o ponto inicial, desenhando assim a face misteriosa. Observando melhor a face – que poderia ser tambem a face de Deus - tive um sobressalto: era a mesma figura que forma um par de nucleotideos lado a lado na hélice do DNA. Como então a face do Universo é a mesma face do DNA?!
Ora, dias depois eu queria me suicidar pois entendí qual a dimensão da minha burrice. Pois quem iniciou a busca foi meu cérebro, um cérebro humano, o qual é composto de neurônios e neuronios tem como central diretora, o DNA. Isto quer dizer que quem estava dirigindo a pesquisa, quem estava de fato buscando, era um… DNA. E assim como o homem inventa seus deuses com figuras que são à sua imagem e semelhança, o DNA encontrou o que queria encontrar, o que sonhava antes encontrar: um Universo à sua imagem e semelhança. Peguei os quilômetros de papéis, paginas rabiscadas durante 20 anos com graficos, contas, fórmulas e modêlos, amassei tudo e foi para o lixo! Eu posso ser burro, ter todos os defeitos que muitos outros humanos tem, mas modéstia à parte, sempre fui muito simples, nunca soube o que é a vaidade, por isso não sou arrogante. Não vou repetir a teimosia tacanha de construir novas tecnologias e civilizações destinadas às cinzas.
Mas teria algum sentido inteligente, racional, divino, em fazer uma espécie viva mas ainda na sua infância intelectual, limitada a um pequeno e obscuro pontinho perdido na imensidão sideral, a construir civilizações erradas atrás de civilizações erradas, pagando o preço pelas cirurgias dolorosas fomentadas pela Natureza?! Criar essa espécie dentro de um Universo que parece ter mil faces, cada uma adequada para um tipo de gôsto de cada freguês? Portanto, são mil faces falsas. O Universo é relativo, ou seja, apresenta uma face unica e especifica para cada diferente observador que se situa num ponto fixo do tempo e do espaço. A face final, verdadeira, só poderá ser vista e conhecida para quem se posicionar fora do Universo, e de lá olhar para trás. Claro! Já nos avisou o teorema de Gödel que é impossivel a quem está dentro de um sistema, conhecer a verdade do sistema.
Então Deus e seu Universo estão a jogar dados conosco, e o pior, dados viciados?! Porque?!
Teria sim, um sentido racional, uma explicação inteligente. Imagine alguem especial, como um anjo, filho de Deus, e dê-lhe um nome, por exemplo, Satanás. Êle seria bom e perfeito até revelar que pode cometer um ato defeituoso, possível porque seu pai o respeitou como ser livre e lhe dotou com o livre-arbitrio. Satanás entendeu que o reino de seu pai foi o melhor que seu pai conseguiu fazer, mas como êle não o tinha criado, que por isso era em algum grau minimo alguma coisa menor que seu pai, êle seria mais inteligente e capaz de construir um reino melhor onde sua felicidade e soberania seria ainda maior. Assim arrumou sua trouxa e disse aos seus pais que o viram partir com lagrimas rolando-lhes pela face, que iria viajar para conhecer terras estranhas e experimentar novas aventuras, e pôs-se a construir mundos. A cada mundo construído, vivia nêle por um tempo suficiente para aprender que ali era ainda menos feliz que era na casa de seu pai. Mas naquele dia que ele se afastou com sua trouxa a tiracolo, a mãe perguntou ao pai: “Porque você o deixa partir fazendo-o acreditar que acreditastes na mentira dêle, se sabes que êle está indo construir mundos atrás de mundos até descobrir que não existe nada mais perfeito que êste nosso, e retornará derrotado?”. O pai abraçou a mãe e susssurrou-lhe: “Mas êle nunca saberá que retornou. Ele construirá tantos mundos que se esquecerá dêste mundo, de nós, como um adulto esquece seus tempos de embrião. Um dia êle construirá um mundo exatamente igual a êste, mas depois sentirá que falta algo, que existe na solidão e isso não é bom. Criará todos os tipos de criaturas, mas nenhuma o satisfará. Então êle descobrirá que existe a alternativa de construir alguem quase como êle com quem pode coexistir e ser feliz: um pai e uma mãe. É o reverso do prazer que dá a um pai ter um filho. E êle fará um par exatamente como nós somos. E nos amará como um filho ama os pais. Ora, nós entraremos naqueles corpos, o mundo é o mesmo, a unica diferença é que ele será completamente feliz para sempre, porque ele acreditará que ele criou o mundo, que ele é Deus!”
Pensando nisso, sei que, apesar de não ser arrogante e essa fantasia de entendedor de universos não me pegar mais, me será inevitável aplicar a fórmula da Matriz/DNA, de construir a nova superior tecnologia, de construir a nova civilização… Sei tambem que daqui a duzentos ou quinhentos anos alguem surgirá com uma nova cosmologia muito mais atraente que a Matriz/DNA. Simplesmente é impossivel a mim deixar de avançar na direção da armadilha, de cair na armadilha, apesar de ter consciência de que se trata de uma armadilha. Eu, humano, continuarei a jogar dados com Deus, mesmo sabendo que os “dados” são viciados, porque esta é a minha sina, êste meu destino. Assinado: Satanás.
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quinta-feira, março | 3 | 2011

LUZ Criando Vida: A Maior Descoberta de Todos Os Tempos?
( translation from Portuguese to English by Google translate)
Esta descoberta aconteceu dia 03 de março de 2011, às 03;00 da manhã. Eu penso que é uma das maiores descobertas de todos os tempos. Nós e tudo o mais no Universo somos criados pela Luz!
Já descobrí a Matriz/DNA Universal, descobrí LUCA, encontrei a fórmula para um Sistema Natural Fechado Perfeito, e muitas outras coisas mais. Mas essa da LUZ sinto que foi a descoberta mais importante de tôdas, foi quando eu cheguei mais próximo da fonte criadora de tudo e sinto que daqui não tem mais como avançar com esta forma e inteligência precária humana.
Será Deus? Pois quem, ou o que, criou, emitiu, a LUZ, é a Fonte da LUZ, é o Supremo Criador!
Um raio de luz é algo vivo! Tal como nós, humanos! Porem mais do que nós, êle é um código genético, como o DNA! Aliás, êle criou o DNA. Êle é a Matriz universal! Um raio de luz tem um período de existência e durante êsse período êle apresenta um ciclo vital. Como nós, êle passa pelas formas de embrião, bebê, criança, jovem, adulto e morre, se desfazendo em fragmentos como um cadáver! Isto é fenomenal!
Estamos tocando as vestes de Deus!
A Luz é como um DNA puro que na primeira vez que se moveu na substância primordial gerou a primeira partícula, a qual já era um sistema natural, e a qual evoluiu para a forma de átomo, de galáxias, de células vivas, de plantas e animais, de homens, e agora da auto-consciência!
Até ontem já sabiamos como foi tôda essa evolução, mas a fonte das origens permanecia desconhecida, estávamos parados nos vórtices quânticos pipocando no espaço mesmo antes do Big Bang, mas qual era a fonte dêstes vórtices, o que realmente eram êstes vórtices que já apresentavam em si as sete propriedades vitais na forma das fôrças naturais primordiais? Agora descobrimos: não são apenas vórtices, são as ondas de uma LUZ!
Então a LUZ existe antes do Universo! E veio de algo, de algum lugar além do Universo e já veio com a fórmula para criar tudo o que aqui existe hoje!
É a presença de uma mensagem operativa em código, e a recente presença da auto-consciência como ultimo produto dessa evolução que não me deixa outra alternativa senão a de concluir que a FONTE dessa LUZ é uma Inteligência!
Meu Deus… nêsse momento é indescritível o estado de maravilhamento em que me encontro! E orgulhoso; cheguei aos pés de Deus condizindo-me pela minha inteligência e no maior dos sacrifícios. Um menor abandonado que cresceu ao relento e ficou raquítico pela fome e que chega aos 50 anos sem nada, tão nu como veio ao mundo, mas foi uma luta de gigante!e a FONTE é Deus e êle está me permitindo tocar seus pés… êle porque êle testemunhou e decidiu que eu mereço.
Perdoe-me o desabafo.
Agora me admiro porque eu estudei a vida tôda sem parar, todas as áreas de tôdas as Ciências mas exatamente quando chegava na Física da LUZ eu não me aprofundava, passava por cima. Tinha o pré-julgamento que a luz é algo tão imaterial, tão intocável, abstrato, que ela não deveria ter nenhuma influência importante nas origens e evolução. Quantas vêzes me passou perante a cara o gráfico do espectro eletro-magnético e nunca lhe dediquei mais que um piscar do olhar! Mas o segrêdo supremo estava ali! Só fui olhar com curiosidade para o gráfico ontem quando lia o artigo abaixo e o autor disse a palavra “biofóton”. Biofóton… era a mesma imagem, a mesma solução que meus calculos haviam produzidos e aos quais denominei “genes semivivos”. Oriundos da radiação estelar. O circuito do ciclo vital estava flutuando em minha mente quando olhei o gráfico e de repente, tudo se esclareceu…
A LUZ! A chama criadora de Deus! seja êle um ser onipotente ou ser natural, mortal, tão frágil como eu, mas assim o amaria ainda mais! Assim o perdoaria tudo, como Pai e/ou Mãe ausente e irresponsável que tem sido. o Perdoarei e o amarei se sempre continuar ausente, porque errar é do natural. Porque é o meu criador, o que me gerou, o carrego em minhas veias, e isso basta saber.
Observe a figura acima. O Espectro eletro-magnético, ou seja, o campo da LUZ, é uma onda que se amplifica formando ondas sucessivas, e isto é registrado no gráfico na forma da linha serpenteante. Tudo começa com uma fonte, que produza uma vibração. No inicio a frequência da luz é a mais elevada e a linha avança diminuindo a intensidade de vibração. Mas seja em qualquer meio que ela se propaga, digamos, no éter, as mudanças de frequência geram as várias côres, em primeiro lugar. Mas se propagando em alguma substância mais densa, estas mudanças produzem efeitos diferentes, profundos, na substância. essa substância, seja éter, matéria escura, amnion universal, ou mesmo matéria mais densa, vai sendo modelada e apresentando o que na sua dimensão representa as formas de feto, criança, adulto, ou seja, é animada por um ciclo vital.
Antes já tinha percebido como a Natureza gera um novo sistema natural, seja um átomo, uma galáxia, ou uma célula. Ela dispõe inicialmente de uma porção qualquer de substancia informe, como por exemplo, de poeira estelar. Adensando gravitalmente se no espaço sideral ou pela força de atração entre os fragmentos da substância se na ausencia de gravitação, e formando uma espécie de bolota qualquer ela lhe aplica a dinâmica do ciclo vital, o qual está bem explicito na fórmula da Matriz/DNA. Sob o ciclo vital a esfera se transforma a cada momento como nosso corpo se transforma tôdo segundo quando morre uma célua ou desaparece uma partícula, ou surge outra. Assim a forma original apresenta diversas diferentes formas que são fractais derivados de uma matriz inicial. mas a natureza não faz isso apenas uma vez. Ela faz muitas bolotas e mistura-as espalhando-as no espaço. De maneira que a probabilidade de que diferentes individuos que se encontram num mesmo local e num mesmo momento apresentando as diferentes formas físicas se conectam e formam um sistema. Assim um unico micro-organismo pode ter nascido na forma de um lisossomo, cresceu e tinha a forma de ribossomo, o qual continuou e apresentou a forma de mitocondria, se encontraram vários dêles e em diferentes idades numa sôpa primordial qualquer e por simbiose se interconectaram dando origem ao primeiro sistema celular, o primeiro ser vivo!
Não olhe e não pense na luz artificial da lâmpada. Nem mesmo preste culto ainda á luz natural do Sol. Esta é uma herdeira, uma descendente muito distante, depois de incontáveis gerações. Pense na primeira. Quando a Luz chegou e ainda aqui tudo eram trevas.
Raios, lá se vão não sei quantas noites sem dormir e não me lembro agora a quantos dias tive uma refeição normal. Para que continuar esquentando a cabeça para saber como explicar a quem vai receber tudo isso de mão beijada? Que vá nas formas aqui mesmo nêste site e entenda o resto. Para mim chega: o Universo está desvendado! Não há mais a minima brecha na sua História Total, de 13.7 bilhões de anos. Ainda fui um pouco mais alem disso, antes dêle nascer. Já tenho a idéia para onde isto vai. Agora só resta conhecer a FONTE. Mas esta, tudo indica, está muito aquém da minha capacidade. Serei louco se emprregar o resto da vida nessa busca. Eu paro por aqui. Boa noite!
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Luz, Biofótons, Genes Semivivos: Registros para Pesquisas (Fazer Artigo)
http://mondovista.com/dnax.html
Is the DNA the Next Internet? Are humans really beings of light?
Dan Eden for viewzone.com
I get lots of suggestions for stories, and I really appreciate them. But some of them are too good to be true. An example of this was a story of a giant human skeleton — maybe 40 feet tall — that was discovered by a Russian archaeological team. The story had photos and links accompanying it and looked promising. But when the links were researched they went in a circle. Each link used the other link as the source. Finally the elements of the photos turned up and we recognized a good Photoshop job had fooled everyone.
I had this same experience this week when I was sent an article where a Russian (again) scientist, Pjotr Garjajev, had managed to intercept communication from a DNA molecule in the form of ultraviolet photons — light! What’s more, he claimed to have captured this communication from one organism (a frog embryo) with a laser beam and then transmitted it to another organisms DNA (a salamander embryo), causing the latter embryo to develop into a frog!
But this was just the beginning.
Dr. Garjajev claims that this communication is not something that happens only inside the individual cells or between one cell and another. He claims organisms use this “light” to “talk” to other organisms and suggested that this could explain telepathy and ESP. It was like human beings already had their own wireless internet based on our DNA. Wow!
I tried to find a scientific journal that had this experiment. All I could find were blogs and other websites that carried the same story, word for word, without any references. That is until I stumbled on the work of Fritz-Albert Popp. Then everything I had just read seemed very plausible.
Fritz-Albert Popp thought he had discovered a cure for cancer. I’m not convinced that he didn’t.
It was 1970, and Popp, a theoretical biophysicist at the University of Marburg in Germany, had been teaching radiology — the interaction of electromagnetic (EM) radiation on biological systems. Popp was too early to worry about things like cellphones and microwave towers which are now commonly linked with cancers and leukemia. His world was much smaller.
He’d been examining two almost identical molecules: benzo[a]pyrene, a polycyclic hydrocarbon known to be one of the most lethal carcinogens to humans, and its twin (save for a tiny alteration in its molecular makeup), benzo[e]pyrene. He had illuminated both molecules with ultraviolet (UV) light in an attempt to find exactly what made these two almost identical molecules so different.
Why Ultra-violet light?
Popp chose to work specifically with UV light because of the experiments of a Russian biologist named Alexander Gurwitsch who, while working with onions in 1923, discovered that roots could stimulate a neighboring plant’s roots if the two adjacent plants were in quartz glass pots but not if they were in silicon glass pots. The only difference being that the silicon filtered UV wavelengths of light while the quartz did not. Gurwitsch theorized that onion roots could communicate with each other by ultraviolet light.
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Unlocking the secrets of a plant’s light sensitivity
http://dpb.carnegiescience.edu/article/unlocking-secrets-plant%E2%80%99s-light-sensitivity
Article | December 13, 2010
Palo Alto, CA— Plants are very sensitive to light conditions because light is their source of energy and also a signal that activates the special photoreceptors that regulate growth, metabolism, and physiological development. Scientists believe that these light signals control plant growth and development by activating or inhibiting plant hormones. New research from Carnegie plant biologists has altered the prevailing theory on how light signals and hormones interact. Their findings could have implications for food crop production.
It was previously known that a plant hormone called brassinosteroid is essential for plant’s responses to light signals. This crucial steroid-type hormone is found throughout the plant kingdom and regulates many aspects of growth and development. Surprising new research from a team led by Carnegie plant biologist Zhi-Yong Wang shows that light does not control the level of brassinosteroid found in plants as was expected. Instead brassinosteroid dictates the light-sensitivity of the plant. It does this by controlling the production of a key light-responsive protein.
( Bem… isto parece ter implicações filosóficas e até religiosas. Deus est;a no ar, êle não força sua entrada em sua mente, é você quem escolhe ser receptivo a êle ou não. O que o artigo diz é que a luz está no ar, ela não é a responsável por produzir maior ou menor capacidade da planta para capta-la, e sim é a planta que determina, através de um estado (o estado de um hormonio) sua disponibilidade para a luz entrar ou não).
The team’s findings on interactions between brassinosteroid and light in sprouting seedlings have changed the prevailing model for understanding the relationship between light conditions and hormone signals in regulating photosynthesis and growth. Their results are published in Developmental Cell on December 14.
While under the soil’s surface, in the dark, plant seedlings grow in a special way that speeds the process of pushing the budding stem out into the air, while simultaneously protecting it from damage. This type of growth is called skotomorphogenesis. Once exposed to light, seedlings switch to a different, more regular, type of growth, called photomorphogenesis, during which the lengthening of the stem is inhibited and the leaves expand and turn green.
Many components are involved in this developmental switch, including brassinosteroid. Previous studies showed that mutant plants created to be deficient in brassinosteroid grew as if they were in the light, even when in the dark. Research also showed that many genes responded to stimulation from light and brassinosteroid in opposite ways. But scientists were unsure how this antagonistic process worked, especially after they found the levels of brassinosteroid in plant cells were not significantly different between plants grown in the dark or in the light.
Não entendo. Afinal o brassinosteroid não é o responsável pelo nível em que a planta se dispõe a receber a luz, como diz a frase acima?)
The Carnegie team’s new research identifies a protein called GATA2 as a missing link in this communications system. This protein tells developing seedlings which type of growth to pursue.
GATA2 is part of the GATA factor class of proteins, which are found in plants, fungi and many animals. GATA factors promote the construction of a variety of new proteins, the recipes for which are encoded in DNA. It does this by switching on and off different genes. In Arabidopsis, the experimental mustard plant used in this study, there are 29 genes for different members of the GATA factor family. Some of these have been demonstrated to play a role in flower development, the metabolism of carbon and nitrogen, and the production of the green pigment chlorophyll.
Wang’s team found that GATA2 switches on many genes that are turned on by light but turned off by brassinosteroid. It then showed that brassinosteroid inhibits the production of GATA2 and light stabilizes the presence of GATA2 protein in plant cells.
(Ok. Luz tem o poder de forçar sua entrada acionando ou expressando GATA2 que seleciona alguns genes relacionados ao crescimento das plantas. Mas então entra em ação os brassinosteroids que inibem estes genes. Com isso a luz estabiliza ou desacelera a produção da proteína GATA2 nas células das plantas.)
First, the team showed that GATA2 functions to turn on select plant growth genes in the presence of light. The scientists genetically manipulated Arabidopsis plants to cause the GATA2 protein to be overproduced. As a result, the plants started to show patterns of growing in light, even when they were in the dark. This manipulation demonstrates that GATA2 is a major promoter of light-type growth.
(Então a luz influenciando a planta está dentro da planta, em GATA2, e não no espaço exterior?)
What’s more, this is the same reaction that was produced when plants were genetically manipulated to be brassinosteroid-deficient. This means that the over abundance of GATA2 had the same result as the scarcity of brassinosteroids. These results show that GATA2 proteins and brassinosteroid hormones have antagonistic effects on developing plants.
Next, the Carnegie team showed that brassinosteroid is actually involved in inhibiting the actions of GATA2. Brassinosteroids turn on a protein that prevents GATA2 from working when the seedling is in the dark. This inhibition of GATA2 is stopped by exposure to light. This likely happens due to the involvement of yet another protein—one that is widely involved in light-signaling— although further study is needed to be sure.
Together all these results show that GATA2 is an important factor in signaling light-type growth. It also serves as a communications junction between internal plant systems that are turned on by light and those that are turned on by brassinosteroids.
“Brassinosteroids and light antagonistically regulate the level of GATA2 activity, and thus the creation of proteins stimulated by GATA2,” says Wang. “As a result, GATA2 represents a key junction of crosstalk between brassinosteroid and light signaling pathways.”
The framework created by this research leaves plenty of avenues for further study of the various components of light signaling in plants. Some other members of the GATA class of proteins may be involved, as well as other light (?)-
( Qual outra luz?!)
This study was supported, in part, by grants from the National Institute of General Medical Sciences, National Science Foundation of China, and Ministry of Agriculture of China.
The Carnegie Institution for Science (carnegiescience.edu) is a private, nonprofit organization headquartered in Washington, D.C., with six research departments throughout the U.S. Since its founding in 1902, the Carnegie Institution has been a pioneering force in basic scientific research. Carnegie scientists are leaders in plant biology, developmental biology, astronomy, materials science, global ecology, and Earth and planetary science.
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Phycociyanin/Cyanobateria é o maior captador de energia solar (bio-fótons), ou produtor de bio-fótons, pois foi a principal produtora de oxig6enico para formar a atmosfera terrestre, através da fotossintese. Notar suas propriedades relacionadas a cores da luz e comprimentos de ondas.
Ficocianina
Phycocyanin
From Wikipedia, the free encyclopedia
Phycocyanin is a pigment from the light-harvesting phycobiliprotein family, along with allophycocyanin and phycoerythrin. It is an accessory pigment to chlorophyll. All phycobiliproteins are water-soluble and therefore cannot exist within the membrane as do carotenoids, but aggregate forming clusters that adhere to the membrane called phycobilisomes. Phycocyanin is a characteristic light blue colour, absorbing orange and red light, particularly near 620 nm (depending on which specific type it is), and emits fluorescence at about 650 nm (also depending on which type it is). Allophycocyanin absorbs and emits at longer wavelengths than Phycocyanin C or Phycocyanin R. Phycocyanins are found in Cyanobacteria (previously called blue-green algae). Phycobiliproteins have fluorescent properties that are used in immunoassay kits. The product phycocyanin, produced by Aphanizomenon flos-aquae and Spirulina, is used in the food and beverage industry as a natural coloring agent ‘Lina Blue’ and is found in sweets and ice cream.
The phycobiliproteins are made of subunits having a protein backbone to which a linear tetrapyrrole chromophores are bound.
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TGDAILY
Team produces weird optical phenomena – and rewrites the rules of refraction
http://www.tgdaily.com/general-sciences-features/58245-team-produces-weird-optical-phenomena-and-rewrites-the-rules-of-refr
Posted on September 2, 2011 – 06:26 by Kate Taylor
Researchers at the Harvard School of Engineering and Applied Sciences (SEAS) have induced light rays to behave in a way that defies the laws of reflection and refraction – and produced some weird fun-house images on the way.
The discovery has meant a rewriting of the rule books for the centuries-old mathematical laws that predict the path of a ray of light bouncing off a surface or traveling from one medium into another.
“Using designer surfaces, we’ve created the effects of a fun-house mirror on a flat plane,” says co-principal investigator Federico Capasso.
“Our discovery carries optics into new territory and opens the door to exciting developments in photonics technology.”
The conventional laws governing the way light moves from one medium to another – from air to glass, say – predict the angles of reflection and refraction based only on the incident (incoming) angle and the properties of the two media.
But while studying the behavior of light impinging on surfaces patterned with metallic nanostructures, the researchers realized that the usual equations didn’t cover the bizarre phenomena observed in the lab.
Essentially, the group’s discovered that the boundary between two media, if specially patterned, can itself behave like a third medium.
“Ordinarily, a surface like the surface of a pond is simply a geometric boundary between two media, air and water,” explains Nanfang Yu, a research associate in Capasso’s lab.
“But now, in this special case, the boundary becomes an active interface that can bend the light by itself.”
What makes the difference is an array of tiny gold antennas etched into the surface of the silicon used in Capasso’s lab and structured on a scale much thinner than the wavelength of the light hitting it.
This means that, unlike in a conventional optical system, the engineered boundary between the air and the silicon imparts an abrupt phase shift – a phase discontinuity – to the crests of the light wave crossing it.
Each antenna in the array is a tiny resonator that can trap the light for a given amount of time before releasing it. A gradient of different types of nanoscale resonators across the surface of the silicon can effectively bend the light before it even begins to propagate through the new medium.
The resulting phenomenon breaks the old rules, creating beams of light that reflect and refract in arbitrary ways, depending on the surface pattern.
The textbooks now need to be changed, adding a new term to the equations – the gradient of phase shifts imparted at the boundary.
“By incorporating a gradient of phase discontinuities across the interface, the laws of reflection and refraction become designer laws, and a panoply of new phenomena appear,” says Zeno Gaburro, a visiting scholar in Capasso’s group.
“The reflected beam can bounce backward instead of forward. You can create negative refraction. There is a new angle of total internal reflection.”
Comentário da Matriz/DNA: (estudar isso melhor)
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terça-feira, junho | 2 | 2009
Esta cena e’ muito importante:
Policarpo e’ o nome de um pequeno lagarto, que na Amazonia chamamos de “calandro”. Policarpo procurou uma rocha alta no meio da selva, subiu na mais alta pedra e esta’ emitindo silvos, como se chamasse alguem. Policarpo e’ um calandro muito novo, quase um recem-nascido. Ele corre mil riscos fazendo aquilo pois ha’ milhares de especies de predadores que podem ouvi-lo e subir a pedra para come-lo, desde cobras, urubus, e ate’ mesmo lagartos de sua propria especie podem devora-lo. Mas ele continua chamando, atento a todos os ruidos `a volta, o farfalhar de galhos sendo afastados por animais se aproximando, outros rastejando la’ embaixo, passaros passando rente… E ele continua ali, como se desesperado, chamando… chamando nao se sabe o que, nem ele mesmo sabe o que ou quem ele chama.
Nao muito longe dali, Ceci, um indio selvagem dos Jamanxins, esta’ sentado numa pedra alta, tambem imovel assistindo tudo ao redor. Como eu muitas vezes fiz o mesmo que Ceci esta’ fazendo, e o conheco, posso mentalmente adentrar seus pensamentos e mais ou menos sentir o que lhe vai pela cabeca. Na verdade, o verdadeiro Ceci nao e’ apenas aquele corpo fisico observavel e percebido pelos nossos sentidos. Ceci e’ algo mais e esse algo mais tambem esta’ ali na rocha fazendo o mesmo que Policarpo: chamando alguem ou algo, ele nem sabe quem ou o que, e esta’ muito perturbado. Dentro da cabeca de Ceci existe um cerebro, denso em materia, que, obedecendo `a evolucao, fez o papel de um ovo e pariu, num parto inedito em que ocorreu importante mutacao, dando a luz a uma nova especie, um novo tipo de sistema natural, ao qual por enquanto vamos chamando de “auto-consciencia”. Quem emite sinais apelativos chamando e’ esse novo sistema, enquanto seu corpo observavel nao emite som ou sinal algum.
Policarpo, assim como todos os repteis e todos os seres vivos ancestrais dele, nasceu de um ovo atirado ao leu e abandonado a` propria sorte. Seu pai nao sabe que o fez, sua mae pariu enquanto caminhava e nem voltou-se para observar o ovo que deixou no caminho. Policarpo nao tem espelho, nao tem menor ideia de como e’ seu corpo, por isso nao pode ter certeza em identificar-se em outros calandros que sao de sua propria especie. Ele chama porque algo no seu instinto supoe que ele nao existe sozinho, e ele precisa muito de algo em que apoiar sua existencia, totalmente sem sentido.
Ceci, enquanto auto-consciencia, e muito mais evoluido que Policarpo, sabe que todo efeito tem ao menos uma causa, que todos os seres existem porque foram feitos de outros seres, `a sua imagem e semelhanca, descontando algumas pequenas mudancas possiveis devido `as mutacoes, principalmente quando um parto se da’ num novo e inedito terreno. E Ceci tambem necessita mortalmente de algo em que apoiar sua existencia, vislumbrar um sentido para sua existencia. Mas tambem Ceci, enquanto “auto-consciencia”, nao tem espelhos adequados para ver seu corpo, nao pode ver e nunca viu algum semelhante, enfim, ela nao tem a menor ideia nem de que substancia e’ constituido seu corpo. Por isso ela chama, porque ela acredita, e com logica, que tem de existir aquele, aquela, ou aquilo que a pariu, usando o cerebro humano como ninho e terreno.
Ceci tem vasculhado todo seu “universo” `a procura de seus pais, e como nao os encontrou na limitada selva ao redor, esta’ fortemente suspeitando que eles se encontram em algum lugar no imenso espaco chamado “ceu” que se extende ao infinito acima de sua cabeca. E eu, sentado tambem naquela pedra, mas diferentemente de Ceci, conhecedor da civilizacao alem-selva, das fotos do Hubble, dos modelos astronomicos, e das teorias cosmologicas, extendi minha procura por todo o Universo, e nao encontrei meus pais nos ceus que Ceci supoe eles estejam. A logica do conhecimento civilizado me conduz a pensar que tambem este Universo e’ uma especie de ovo, cosmico, que aqui esteja ocorrendo um processo embrionario, e que, assim como um ser humano, desde o momento inicial do Big-Bang em sua fecundacao, vem repetindo todas as formas anteriores, desde a morula imitando a nebulosa primordial de atomos, a blastula imitando a divisao em galaxias, o feto imitando peixes e amfibios, o embriao imitando os mamiferos quadrupedes, tambem o sistema natural que foi parido no Big Bang e vem evoluindo a 13,7 bilhoes de anos, esteja imitando as formas pelas quais passou aquele ou aquilo que fecundou este ovo universal. Se realmente e’ assim – e esta e’ a hipotese mais provavel que minha mente pode assimilar, por enquanto – aquele ser, ou aquele sistema natural, que gerou este Universo, tem que ter, como uma de suas formas, senao a ultima, a forma de auto-consciencia. E inteligente. Eis meus pais, e os pais que aquele algo mais dentro de Ceci esta’ procurando e chamando enquanto ele se encontra quase imovel sentado naquela rocha.
Mas nem nosso pai, nem nossa mae, e mesmo nem um irmao, atende nosso chamado, nao aparecem, nao se mostram. Sabemos que em todo ciclo macro-evolucionario, existe uma primeira fase em que o novo ser e’ parido como ovo fora, abandonado `a propria sorte, mas por uma curiosa particularidade dos macros sistemas, esse ovo nao sai do corpo, e numa segunda fase, ele e’ mantido dentro, cultivado, cuidado, protegido, alimentado, nao apenas ate’ que nasca, mas alem, por toda sua vida. Basta olhar esse macro ciclo no corpo de LUCA para perceber isto. Tambem a biosfera, ou a especie “sistema biologico” neste planeta esta’ repetindo este processo, enquanto as suas primeiras formas pareciam ter parido de ovos fora, mas na realidade, nunca deixaram este sistema biologico denominado biosfera, estavam dentro.
Entao, como auto-consciencia, somos recem nascidos, recem paridos, estamos apenas agora abrindo os olhos conscientes e descobrindo o mundo, talvez ainda descobrindo apenas o interior do utero alem do ovo, dentro de algum ser maior que o Univerao, mas sentimos, como consciencia que estamos sozinhos, como abandonados, pois nossos pais nao dao as caras, nao temos como ver nossa imagem, nao temos com quem falar cara a cara, olhos nos olhos. Muito menos temos carinho, afeto, que satisfaria aquela necessidade de apoiar nossa existencia em algo firme e solido, para, nem que seja ter a esperanca de que a morte do corpo nao sera’ o nosso fim para sempre.
Algumas consciencias dentro de seres humanos resolveram forcar o raciocinio para idealizar como sao seus corpos e de seus pais, tentam ate’ adivinhar os desejos e pensamentos destes pais, e mais, lhes dao um nome: Deus. Eu ainda nao consigo fazer isso. Pois, apesar de saber e entender o processo de duas fases dos ovos fora e ovos dentro da macro-evolucao, ou melhor, da macro-reproducao, de saber que isso ocorreu com todos os nossos antepassados e continua a ocorrer na biosfera, eu nao consigo aceitar que estou abandonado na fase dos ovos fora. Nao consigo porque - eu ate’ posso aceitar e sou obrigado a aceitar que isto occorreu com todos os sistemas produzidos ate’ agora, mas eles todos nao tinham “inteligencia”. Sua mente ainda sempre esteve como a do feto ou embriao humano, adormecida, na fase larvaria, por isso damos-lhe um desconto. Mas… que o criador do Universo, aquele sistema que esteja la fora, o qual possui esta forma que agora esta surgindo aqui, a da auto-consciencia, que inevitalmente tem de ser inteligente… abandone seus filhos `a propria sorte, que nao volte no seu caminhar nem mesmo para vir bater um papo conosco e nos ensinar algumas coisas para ter-mos uma melhor existencia… Isso nao consigo engolir, isso indica que tem algo errado em toda essa cosmologia, isso ameaca derrubar tudo em que acredito como se tudo nao passe de um castelo de cartas. Os humanos tem inteligencia, por isso cuidam dos filhos a todo momento e acima de qualquer sacrificio, jamais os abandona. No entanto fomos paridos por uma inteligencia que nos abandonou e nao aparece…
Aqui me perco totalmente nesta horrivel incerteza. Porem, jamais vou deixar de voltar e sentar ao lado de Ceci e juntos chorar-mos nosso infortunio de orfaos, e continuar chamando… chamando… Vamos morrer chamando, mas esta esperanca vai continuar nas proximas geracoes, ao infinito.
Existe sim, uma situacao em que pais auto-conscientes e inteligentes parecem ter abandonado o filho, parecem nao dar a minima atencao ao filho, parecem nao se mostrarem e nao se comicarem com o filho. E esta situacao esta’ bem `as nossa vistas, vemo-la todos os dias. E’ quando uma mulher esta’ gravida. Claro que ela ama o ser que traz no ventre, mas qual a relacao entre ela e ele? Mesmo que ele esteja super-necessitado, que as coisas vao lhe correndo mal, ela nada pode fazer, ela nem sequer pode sabe-lo. E ela e’ um ser inteligente. O que ela pode fazer e faz, e’ tomar os cuidados sobre o que ela sabe para que ele se desenvolva da melhor maneira possivel. Asim esta’ ok: posso entender porque meus pais nao aprecem na rocha nem nas noites escuras quando os chamo.
Isto significaria que nos ainda nao nascemos. Significaria que nem mesmo nosso corpo carnal, nem essa nossa cabeca oval, e’ o ovo em que estamos. O ovo seria todo o Universo material observavel. mas significaria muito mais. Olhamos a nossa volta e sabemos que existem nossos irmaos dentro de outras cabecas ovais. Isso significaria que nosso corpo carnal sao uma especie de bolsa ou bolha, que estamos sendo gerados numa ninhada, de seis bilhoes de gemeos. Porem significaria muito mais ainda. Provavelmente existam trilhoes de outras consciencias dentro de corpos vivos espalhados por milhoes de planetas em milhares de galaxias… todos nossos irmaos gemeos! Raios… entao que tamanho sera’ essa “Mae-Deusa extra-universal”, que gera ninhadas de trilhoes…!?
Por enquanto, percebo que dentro de todos os outros seres humanos, mas ainda encerrados numa especie de jaula, sem que possamos nos tocar afetivamente, sem que possamos conversar sinceramente, de especie para especie, de irmaos para irmaos, pelos ruidos e desvios das imagens `a volta, pelas espessas paredes de nossas jaulas que sao estas caixas osseas cranianas, percebo ainda que ali esta’ a unica coisa que pode me dar um sentido para a existencia: meus semelhantes. Eu fui menor abandonado, restou-me uma irma, e na falta dos pais, tivemos que crescer cuidando-nos mutuamente. Agora projeto esta situacao a nivel de toda humanidade: ela e’ minha irma, o sentido da existencia e’ crescermos e nos cuidar mutuamente. Como nao posso ter certeza de que a minha cosmologia esta’ certa, que o que penso ser macro-evolucao esteja realmente correto, que nao posso ter certeza que sou ovo botado fora, que nao posso ter certeza da existencia de pais auto-conscientes, e como nao posso entender pais inteligentes abandonando os filhos… nao posso amar “Deus” acima do que tenho em maos, com certeza: meus semelhantes em especie dentro de cada cabeca de cada ser humano. E nao posso entender tambem aqueles que dizem amar tais pais ausentes acima de tais irmaos presentes. Por isso nao sou religioso. E sinto muito que meus irmaos religiosos nao me considerem como os considero. Mas sao livres para acreditarem no que quiserem acreditar, talvez eles estejam certos e eu o errado… Eles nunca passaram pela experiencia que passei na selva. Desviado do grupo numa expedicao, fiquei sozinho e perdido, quando a malaria me pegou e depois de oito ou nove dias, ja insconciente, voltou o indio nativo que era guia do grupo, me encontrou e retirou-me da selva, salvando-me a vida. Um ser humano. O mais simples e pobre e inculto entre todos os seres humanos, mas com um valor maior que todos os deuses juntos. Nao foi Deus que ali foi me socorrer. Por isso fiz minha escolha.
Mas, imaginemos que uma mae humana tivesse vontade de aparecer na frente do feto que ela traz no ventre, comunicar-se com ele, acaricia-lo, mostrar-se a ele em toda forma de seu corpo. Impossivel nao e’? Um ser humano na fase intra-uterino muda de forma talvez umas quinze vezes, repetindo todas as formas de seus ancestrais, de atomos a especie humana final. Agora imagine se isto esta’ ocorrendo a nivel universal. Quantas formas seriam necessarias para alcancar a ultima forma de um ser extra-universal? Vinte, trinta? Em que posicao estaria a forma da auto-consciencia? Se nossos pais extra-universais tem uma forma superior a da auto-consciencia, como poderia-mos identifica-los como nossos pais? Poderiam passear na nossa frente, como passeiam cobras e lagartos, mas como fetos ainda, nao saberiamos quem sao nossos pais finais. E quanto `a comunicacao? Com formas superiores, nossos pais deveriam se comunicarem com outras especies de sinais, nao falariam nosso idioma, e nao conseguiriamos entende-los. Pensando bem, a cosmologia macro-evolutiva dos ovos fora e ovos dentro comporta perfeitamente a possibilidade de que tenhamos deuses ou pais inteligentes que “parecem” nos ter abandonado. Talvez, eu nao esteja tao perdido cosmologicamente falando.
Mesmo assim minha escolha nao e’ definitiva. Nao sou como todo bebe que sempre chora chamando porque quer pedir alguma e nunca pensa em saber se os pais estao precisando de alguma coisa. Eu nao chamo apenas para pedir, antes, eu chamo para oferecer. Em que situacao estara’ meus pais ausentes? Estarao precisando de mim? Talvez deus precise mais de mim que eu dele? Uma mae humana, que estivesse sob a mais atroz tortura, diria a alguem que aparecesse para ajudar: ” Ajude antes a meus filhos, apenas depois, se restar algo, venha me ajudar!” Portanto, se existem meus pais de consciencia, se existe o que chamam “Deus”, deve dizer a mim quando me ofereco para ajudar: ” Ajude antes a meus filhos. Podes ama-los mais que a mim. Apenas depois que estiverem salvos e bem cuidados, se restar algo de seu tempo e de seu amor, dedique-o a mim.”
Por isso fiz minha escolha.
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