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Mais uma previsao da Matrix/DNA a caminho de ser confirmada: extincao dos dinossauros

quinta-feira, fevereiro 21st, 2019

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Meteoro pode não ter sido única causa da extinção dos dinos, apontam estudos

Enchentes de lava, gases vulcânicos nocivos e o meteorito estão entre os possíveis responsáveis

https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2019/02/meteoro-pode-nao-ter-sido-unica-causa-da-extincao-dos-dinos-apontam-estudos.shtml

Agora Ate Relatórios de Bancos Dizendo que Vivemos Numa Matrix Alienígena? Mais eu Fui o Primeiro Escrevendo Isso a 35 anos Atras!

sexta-feira, setembro 16th, 2016

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Semanas atras foi a noticia bombástica da entrevista do bilionário sendo considerado o gênio do momento, Ellon Musk, dono da SpaceX e Tesla Motors, quando ele revelou que acredita que estamos vivendo num mundo irreal, uma simulação de computador, tal como sugere o filme “Matrix”. Agora esta noticia de altos funcionários de um dos maiores bancos privados do mundo sugerindo que acreditam a mesma coisa!

Eu fico me retorcendo o rabo de indignação e impaciência vendo indivíduos inteligentes quase tocando a chave do mistério, mas todas a s vezes que chegam perto, se desviam para o comportamento normal desta humanidade ainda na sua infância, o comportamento das crianças que deturpam a realidade criando fantasias imaginadas de mundos dos brinquedos e amigos fantasmas com quem elas conversam. Ou seja, religiões e teorias da conspiração.

Po,… nos fomos criados dentro de uma galaxia e por esta galaxia. Ponham isto em suas cabeças de uma vez por todas! Se algum dia alguém trouxer qualquer fato ou evento real produzido por qualquer coisa não existente nesta galaxia, ai, sim, podem começar a suspeitar do contrario. Mas isso ate agora não ocorreu, portanto, por favor, mantenham-se dentro da logica racional, pois a nossa razão pura sem misticismos foi também criada pela logica natural.

E isto significa que galaxias são uma especie de sistema naturais tal como são nossos corpos. Significa que galaxias são nossas ancestrais da mesma forma que bactérias  e mamíferos quadrupedes são nossas ancestrais. E se a galaxia em que vivemos for uma galaxia errante, diferente da formula universal para galaxias, nos estamos vivendo dentro de um mundo irreal, temporário, simulado. Ora, o que e’ uma Matrix?

Matrix e’ quando uma população de uma especie e’ retirada do curso natural, normal, desta longa cadeia de causas e efeitos que já vem durando 13,8 bilhões de anos. E todas as vezes que vi isto acontecer ate’ agora, este deslocamento se deu pelo livre-arbítrio da especie, por sua própria mea culpa. Assim, um grupo de repteis paralisaram sua evolução pelo caminho natural e resolveram se tornarem dinossauros, quando em seu reinado comiam rodos os mamíferos e a vegetação. Foram transformando o meio-ambiente natural construído pela natureza, criaram um ambiente temporário, um mundo simulado, irreal. E o que fez a sabia Natureza? Nada, deixou sua longa paciência de bilhões de anos funcionar normalmente. Os dinossauros foram descartados, a Natureza fez o tempo da evolução inverter ao contrario, foi la no passado buscar um pequeno humilde réptil, o cianodonte, que parecia mais um porquinho, que o elevou ao status de mamífero! por aqui a evolução continuou seu caminho normal, pois o mundo dos dinossauros foi descartado como lixo. E eles viveram sua Matrix ate seus últimos dias. Não precisava nenhum meteoro, eles ja tinham se auto-condenado.

Mas este mesmo erro cometeu outros dinossauros maiores ainda, astronômicos, como esta denominada Via Láctea. Ela fechou-se como sistema cortando trocas e relações com o mundo externo, transformou seu corpo interno numa especie de paraíso e foi viver seu doce sonho de paraíso. A nossa ancestral fez isto, o que significa que nos mesmos, na pele de nosso ancestral, criamos isso. E nos caímos nessa Matrix que e’ o corpo interno dessa galaxia e pior, estamos reproduzindo essa Matrix aqui na Terra! estamos transformando esta biosfera numa maquina perfeita a imagem e semelhança da nossa criadora, onde seremos meras peças estupidas, felizes, mas estúpidos, sem almas, sem a livre consciência que nos libertaria daqui e nos impulsionaria para conquistar-mos o Cosmos onde deveria ser nosso lugar.

O artigo tem o link abaixo:

E no artigo deixei meu comentário, o qual por certo, não sera entendido ou sequer lido, devido ao pobre inglês e devido eu estar falando do mundo real, o qual e’ ininteligível para quem vive e acredita num mundo irreal.

http://www.techworm.net/2016/09/yes-confirmed-living-neos-matrix.html

Yes, it is confirmed that we are living in Neo’s Matrix

Meu comentário postado no artigo:

Louis Charles Morelli · Set/16/2016

Nature alone can creating temporary Matrix as it is happening with us just now, it does not need intelligent aliens neither machines with AI for doing it. What’s a Matrix? When a population, a species, is take out from the normal natural course of evolution, the normal chain of causes and effects of 13,8 billion years old, by a temporary non-normal condition of the environment created by the species itself. Like in the reign of dinosaurs, they was eating all mammals, vegetation, creating an environment that was stopping evolution, a real but non normal environment, living the wrong life in relation to cosmological evolution. Dinosaurs built and felt in its own Matrix, while Nature, wait the destruction of that fake world, made evolution working in reverse time, going back to a small reptile, the cynodont, transforming it in a mammal, and getting the course of normal cosmological evolution back.

This non-sense urban-mechanized life and man-made global warm is creating our own Matrix, from which we can not escape neither going back.

We live in a Matrix inserted into our DNA and surrounding us in the shape of this astronomic system called Milk Way. This system is the most perfect high-machine/imprisoned biology that can exists in Nature, it is a perpetuum motor that can recycles itself, as you can see its model at my website, the Matrix/DNA Theory. You can detect the electro-magnetic and mechanical principles of all lifes’ properties in its design, revealing that it was our ancestor. Included the microscopic building blocks of DNA are the same macroscopic building blocks of this galaxy.

The problem is that our astronomic ancestor and creator choose the wrong way, to be a closed system in itself. They closed the door to their own evolution. Galaxies are a species that were separated one from other, attacked by entropy, producing fragments of free radicals (photons) which were channelized internally when they falls over planet’s surfaces. They lift up working as genes and so, here we are, the galaxy lifting from himself. Separated from the Universe’s evolution this galaxy and our way of life is a Matrix. We are reproducing the celestial ancestor when we are building here the Admirable New World under the Big Brother rules, the whole biosphere turned on a machine where humans are merely a piece of the system. We don’t need conspiracy theories, Nature alone can do that. And knowing it will be our opportunit to escaping from this Matrix changing our destiny.

ok … if we never get to know about it then let it in tat way …
Wrong, my friend. You need thinking about the good and freedom of our next generations. Knowing the Matrix, its origins, how it works and we have the strategy for fighting it, escaping off it. So, read my coment above. The problem is that the Matrix we have discovered is merely natural, it is not highly emotional, not violent and such full of fantasies like the Matrix movie and these conspiracy theories with aliens. People like these fantasies so, they have everything into themselves for creating their own virtual world.Have them created religions, living inside this religion, which is another kind of Matrix?

 

Boa Informacao Cientifica Porem Fraca Argumentacao Racionalista.

sábado, abril 23rd, 2016

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( E melhor assistir o video no TED onde tem transcript, legenda, etc. Copie e paste   http://www.ted.com/talks/kenneth_lacovara_hunting_for_dinosaurs_showed_me_our_place_in_the_universe?language=en

 

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Meu comentario postado no TED:

Louis Morelli

Posted 4/23/2016
Great job, but the final Mr. Lacovara’s conclusion is a non-sequitur from scientific data. The final message is not the best for humanity salvation from extinction. This history of only 100 millions years and lomited to forces of this solar system are not enough for pointing out our place in the Universe. ……………….. If at the time of 5 mass extinctions no species had the opportunity for choices, and as believed by Mr. Lacovara, only events by chance could coming from the beyond the solar system, the emerged property of free-will at any species would be strongly not probable. Which and how any event by chance could create from nothing a new property where it never existed during the time of 5 mass extinctions? The unique possibility would be ” not expressed potential forces inside the solar system”, like happens with genetics. But, then, Science nas been not able to grasp this potential force, so, Mr. Lacovara is basing its conclusion on a non scientific perspective. ……………… A world view materialistic where mutations at some points in space/time inside this universe are under events by chance, never will get humans suppressing their addictions inherited from animals that would be necessary for the best plan just now. …………… We need something mentally stronger that could re-hardwiring our brains. By another hand, a mystical religious world view that believes in forces or elements coming from outside the solar system is not good also, it is worstt, because people instead trying will not fight, waiting the external miracle. I think that the naturalistic world view suggested by MatrixLight/DNA theoretical models, formulas and conclusions could do the job. …………… Since this issue is such important due being a case of our extinction or salvation, I would appreciate a debate here. Thanks.

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00:12 How do you find a dinosaur? Sounds impossible, doesn’t it? It’s not. And the answer relies on a formula that all paleontologists use. And I’m going to tell you the secret.

00:26 First, find rocks of the right age. Second, those rocks must be sedimentary rocks. And third, layers of those rocks must be naturally exposed. That’s it. Find those three things and get yourself on the ground, chances are good that you will find fossils.

00:47 Now let me break down this formula. Organisms exist only during certain geological intervals. So you have to find rocks of the right age, depending on what your interests are. If you want to find trilobites, you have to find the really, really old rocks of the Paleozoic — rocks between a half a billion and a quarter-billion years old. Now, if you want to find dinosaurs, don’t look in the Paleozoic, you won’t find them. They hadn’t evolved yet. You have to find the younger rocks of the Mesozoic, and in the case of dinosaurs, between 235 and 66 million years ago.

01:22 Now, it’s fairly easy to find rocks of the right age at this point, because the Earth is, to a coarse degree, geologically mapped. This is hard-won information. The annals of Earth history are written in rocks, one chapter upon the next, such that the oldest pages are on bottom and the youngest on top.

01:42 Now, were it quite that easy, geologists would rejoice. It’s not. The library of Earth is an old one. It has no librarian to impose order. Operating over vast swaths of time, myriad geological processes offer every possible insult to the rocks of ages. Most pages are destroyed soon after being written. Some pages are overwritten, creating difficult-to-decipher palimpsests of long-gone landscapes. Pages that do find sanctuary under the advancing sands of time are never truly safe. Unlike the Moon — our dead, rocky companion — the Earth is alive, pulsing with creative and destructive forces that power its geological metabolism. Lunar rocks brought back by the Apollo astronauts all date back to about the age of the Solar System. Moon rocks are forever. Earth rocks, on the other hand, face the perils of a living lithosphere. All will suffer ruination, through some combination of mutilation, compression, folding, tearing, scorching and baking.

02:52 Thus, the volumes of Earth history are incomplete and disheveled. The library is vast and magnificent — but decrepit. And it was this tattered complexity in the rock record that obscured its meaning until relatively recently. Nature provided no card catalog for geologists — this would have to be invented. Five thousand years after the Sumerians learned to record their thoughts on clay tablets, the Earth’s volumes remained inscrutable to humans. We were geologically illiterate, unaware of the antiquity of our own planet and ignorant of our connection to deep time.

03:36 It wasn’t until the turn of the 19th century that our blinders were removed, first, with the publication of James Hutton’s “Theory of the Earth,” in which he told us that the Earth reveals no vestige of a beginning and no prospect of an end; and then, with the printing of William Smith’s map of Britain, the first country-scale geological map, giving us for the first time predictive insight into where certain types of rocks might occur. After that, you could say things like, “If we go over there, we should be in the Jurassic,” or, “If we go up over that hill, we should find the Cretaceous.”

04:14 So now, if you want to find trilobites, get yourself a good geological map and go to the rocks of the Paleozoic. If you want to find dinosaurs like I do, find the rocks of Mesozoic and go there. Now of course, you can only make a fossil in a sedimentary rock, a rock made by sand and mud. You can’t have a fossil in an igneous rock formed by magma, like a granite, or in a metamorphic rock that’s been heated and squeezed. And you have to get yourself in a desert. It’s not that dinosaurs particularly lived in deserts; they lived on every land mass and in every imaginable environment. It’s that you need to go to a place that’s a desert today, a place that doesn’t have too many plants covering up the rocks, and a place where erosion is always exposing new bones at the surface. So find those three things: rocks of the right age, that are sedimentary rocks, in a desert, and get yourself on the ground, and you literally walk until you see a bone sticking out of the rock.

05:15 Here’s a picture that I took in Southern Patagonia. Every pebble that you see on the ground there is a piece of dinosaur bone. So when you’re in that right situation, it’s not a question of whether you’ll find fossils or not; you’re going to find fossils. The question is: Will you find something that is scientifically significant? And to help with that, I’m going to add a fourth part to our formula, which is this: get as far away from other paleontologists as possible.

05:43 (Laughter)

05:45 It’s not that I don’t like other paleontologists. When you go to a place that’s relatively unexplored, you have a much better chance of not only finding fossils but of finding something that’s new to science. So that’s my formula for finding dinosaurs, and I’ve applied it all around the world.

06:00 In the austral summer of 2004, I went to the bottom of South America, to the bottom of Patagonia, Argentina, to prospect for dinosaurs: a place that had terrestrial sedimentary rocks of the right age, in a desert, a place that had been barely visited by paleontologists. And we found this. This is a femur, a thigh bone, of a giant, plant-eating dinosaur. That bone is 2.2 meters across. That’s over seven feet long.

06:30 Now, unfortunately, that bone was isolated. We dug and dug and dug, and there wasn’t another bone around. But it made us hungry to go back the next year for more. And on the first day of that next field season, I found this: another two-meter femur, only this time not isolated, this time associated with 145 other bones of a giant plant eater. And after three more hard, really brutal field seasons, the quarry came to look like this. And there you see the tail of that great beast wrapping around me. The giant that lay in this grave, the new species of dinosaur, we would eventually call “Dreadnoughtus schrani.” Dreadnoughtus was 85 feet from snout to tail. It stood two-and-a-half stories at the shoulder, and all fleshed out in life, it weighed 65 tons. People ask me sometimes, “Was Dreadnoughtus bigger than a T. rex?” That’s the mass of eight or nine T. rex.

07:29 Now, one of the really cool things about being a paleontologist is when you find a new species, you get to name it. And I’ve always thought it a shame that these giant, plant-eating dinosaurs are too often portrayed as passive, lumbering platters of meat on the landscape.

07:45 (Laughter)

07:46 They’re not. Big herbivores can be surly, and they can be territorial — you do not want to mess with a hippo or a rhino or a water buffalo. The bison in Yellowstone injure far more people than do the grizzly bears. So can you imagine a big bull, 65-ton Dreadnoughtus in the breeding season, defending a territory? That animal would have been incredibly dangerous, a menace to all around, and itself would have had nothing to fear. And thus the name, “Dreadnoughtus,” or, “fears nothing.”

08:23 Now, to grow so large, an animal like Dreadnoughtus would’ve had to have been a model of efficiency. That long neck and long tail help it radiate heat into the environment, passively controlling its temperature. And that long neck also serves as a super-efficient feeding mechanism. Dreadnoughtus could stand in one place and with that neck clear out a huge envelope of vegetation, taking in tens of thousands of calories while expending very few. And these animals evolved a bulldog-like wide-gait stance, giving them immense stability, because when you’re 65 tons, when you’re literally as big as a house, the penalty for falling over is death. Yeah, these animals are big and tough, but they won’t take a blow like that. Dreadnoughtus falls over, ribs break and pierce lungs. Organs burst. If you’re a big 65-ton Dreadnoughtus, you don’t get to fall down in life — even once.

09:16 Now, after this particular Dreadnoughtus carcass was buried and de-fleshed by a multitude of bacteria, worms and insects, its bones underwent a brief metamorphosis, exchanging molecules with the groundwater and becoming more and more like the entombing rock. As layer upon layer of sediment accumulated, pressure from all sides weighed in like a stony glove whose firm and enduring grip held each bone in a stabilizing embrace.

09:44 And then came the long … nothing. Epoch after epoch of sameness, nonevents without number. All the while, the skeleton lay everlasting and unchanging in perfect equilibrium within its rocky grave. Meanwhile, Earth history unfolded above. The dinosaurs would reign for another 12 million years before their hegemony was snuffed out in a fiery apocalypse. The continents drifted. The mammals rose. The Ice Age came.

10:17 And then, in East Africa, an unpromising species of ape evolved the odd trick of sentient thought. These brainy primates were not particularly fast or strong. But they excelled at covering ground, and in a remarkable diaspora surpassing even the dinosaurs’ record of territorial conquest, they dispersed across the planet, ravishing every ecosystem they encountered, along the way, inventing culture and metalworking and painting and dance and music and science and rocket ships that would eventually take 12 particularly excellent apes to the surface of the Moon.

10:59 With seven billion peripatetic Homo sapiens on the planet, it was perhaps inevitable that one of them would eventually trod on the grave of the magnificent titan buried beneath the badlands of Southern Patagonia. I was that ape. And standing there, alone in the desert, it was not lost on me that the chance of any one individual entering the fossil record is vanishingly small. But the Earth is very, very old. And over vast tracts of time, the improbable becomes the probable. That’s the magic of the geological record. Thus, multitudinous creatures living and dying on an old planet leave behind immense numbers of fossils, each one a small miracle, but collectively, inevitable.

11:47 Sixty-six million years ago, an asteroid hits the Earth and wipes out the dinosaurs. This easily might not have been. But we only get one history, and it’s the one that we have. But this particular reality was not inevitable. The tiniest perturbation of that asteroid far from Earth would have caused it to miss our planet by a wide margin. The pivotal, calamitous day during which the dinosaurs were wiped out, setting the stage for the modern world as we know it didn’t have to be. It could’ve just been another day — a Thursday, perhaps — among the 63 billion days already enjoyed by the dinosaurs. But over geological time, improbable, nearly impossible events do occur. Along the path from our wormy, Cambrian ancestors to primates dressed in suits, innumerable forks in the road led us to this very particular reality. The bones of Dreadnoughtus lay underground for 77 million years. Who could have imagined that a single species of shrew-like mammal living in the cracks of the dinosaur world would evolve into sentient beings capable of characterizing and understanding the very dinosaurs they must have dreaded?

13:03 I once stood at the head of the Missouri River and bestraddled it. There, it’s nothing more than a gurgle of water that issues forth from beneath a rock in a boulder in a pasture, high in the Bitterroot Mountains. The stream next to it runs a few hundred yards and ends in a small pond. Those two streams — they look identical. But one is an anonymous trickle of water, and the other is the Missouri River. Now go down to the mouth of the Missouri, near St. Louis, and it’s pretty obvious that that river is a big deal. But go up into the Bitterroots and look at the Missouri, and human prospection does not allow us to see it as anything special. Now go back to the Cretaceous Period and look at our tiny, fuzzball ancestors. You would never guess that they would amount to anything special, and they probably wouldn’t have, were it not for that pesky asteroid.

14:02 Now, make a thousand more worlds and a thousand more solar systems and let them run. You will never get the same result. No doubt, those worlds would be both amazing and amazingly improbable, but they would not be our world and they would not have our history. There are an infinite number of histories that we could’ve had. We only get one, and wow, did we ever get a good one. Dinosaurs like Dreadnoughtus were real. Sea monsters like the mosasaur were real. Dragonflies with the wingspan of an eagle and pill bugs the length of a car really existed.

14:38 Why study the ancient past? Because it gives us perspective and humility. The dinosaurs died in the world’s fifth mass extinction, snuffed out in a cosmic accident through no fault of their own.

Matrix: Os dinossauros não foram culpados pela sua extinção? Bem… primeiro temos que tentar definer o que era um dinossauro. E claro, nessa definicao vai ter confucao de opoinioes, pelo velho problema de que cada obsrervador tem um construida mentalidade diferente de todos osoutros. Na minha visao, como eu define um dinossauro? Em primeiro ligar, eu vejo um “objeto”. Mas nao e’ um objeto como um pedaco de rocha, uma pedra, ou um galho de arvore caido, seco, sem movimentos.

Estou vendo um objeto onde seus atomos estao organizados de uma maneira muito mais complexa do que numa pedra. Isto me sugere que naquele objeto tem uma vsriedade muito mior de particulas diferenciadas entre si, particulas que cahmo de ” unidades de informcao unica”. Portanto, a historia de eventos naturais, os quais sao movimentos naturais especificos com seus estados temporarios, seus “angular momentos”, naquele ponto de onde emergiu tal objeto, naquela regiao de ambiente do universe natural, foi diferente da historia de eventos que produziu a pedra ou o galho seco que vejo ao lado do objeto dinossauro.

E aqui ja surge um problema a resolver. Aqueles 3 objetos estao agora ali, ladoa lado. Mastodos surgiram daquele ponto, ou um ou alguns, vieram sendo trazidos por foras naturais de outros pontos, o que significaria uma hostoria de eventos passados diferenyte, ou sejaseriam 3 historias difrentes mo sentido que emergiram de 3 pontos diferentes? Ou todos os 3 objetos emergiram do mesmo ponto, porem, as frcas do ponto se separaram a medida que iam avancando no tempo e avcabaram poe se constituirem em objetos bastante diferenciados entre si? Mas existe uma Terceira alternative. E’ possivel qie na unica historia de eventos daquele ponto ambiental especifico, tenha vindo de for a daquele ponto, forcas ineditas, nunca existidas na historia daquele pont. Ao chegar naquele ponto especifico do qual estava emergindo um ou mais objetos, estas forcas se infiltram em um oi mais objetos e passaram a dirigir o desenvolvimento do seu objeto …?

Ora, posso me segurar numa resposta com confianca porque acredito piamente nela: o objeto dinossauro veio do objeto lagarto ou lagartixa, a qual veio do objeto cranguiejo, o qual veio do objeto anfibio, o qal veio de uma bacteria, a qual veio de um ponto que era uma sopa de lementos num determinado ponto maior. No espacode ponto maior tem o objeto pedra, que veio de uma rocha maior, a qual veio de um planeta rochocso, o qual veio de poeira no espaco. E o objeto galho seco, o qual e’ im pedaco extraido tornado inerte nesta extracao, de uma arvore, a qual veio de uma plantinha, a qual veio ce uma celula vegetal, a qual veio de um ponto da mesma sopa qie veio o objeto dinossauro. ntao para encontrar a resposta a questao de quails foram as historias de events naturais que produziram aqueles 3 objetos agora lado a lado, temos que descer ao estado da Natureza quando era uma mera nuvem de poeira flituando no espaco sidereal. Aquela nuvem de poeiratem sua historia especifica, unica a ela, mas uando vamos ve essa historia, descobrimos que dentro dela ela se dividiu em dterminados temos de seu desenvolvimento, em tres sub- historias diferentes

Mas como e porque uma nuvem de poeura flutuando no espaco sidereal e tendo forcas internas se movendo, e stas forca ‘e que fizeram sua historia geral depois do seu estado inicial, como e porquedesta sopa seca e quase gasosa, cosmica, oi este ponti especifico dentro do objeto maior que se chama ” matureza e universal”, a material seria dividida em 3, e em dado momento uma parte dse separaria das oitras devido maior concentracao nela de uns tipos de forcas ou elementos de massa, emesm cntinandoa existir ali no mesmo ponto, lado a lado cm outros duas parted de sua mesma substancia inicial, seguiu uma tendencia diferente das outras duas parts? E mais tarde no tempo, stas duas partsque continuaram unidas apos a primeira separacao de tendencias, tambem se bifurcaram, se tdividiram em das dferentes tendencias? De maneira que hoje, naquele ponto da nebulosa de poeira, temos as tres tendencias se constituind em 3 objetos bastante difertentes unm dos outros?!

Entao, tivemos que regredir aquela primordial porcao de nuvem de poeitra flituando no rspcao e descobrios que nela existiam forcas diferenciafas entre s, elementos diferenciados entre si, e havia nela varias tendencias diferenciadas entre si. E este quadro inicial produziu estes 3 objetos que vejo agora.

Mas… nao posso afirmar com certeza qur foi assim. Pois nao tenho como saber se, apos inciada ahistoria geral daquela nuvem sidereal, nao tenha vindo elementos ou forcas de for a da nuvem, num mesmo tempo ou divididos em tempos dgferentes, que promoveram aquelas divisoes de tendencias. Entao,eu consigo montar uma historia geral daquela nuvem, mas nao posso confiar nela. Seeu quero e preciso de uma histroia geral em que confiar, vou ter que alem daquela nuvem, alem no tempo remote remote re no espaco sidereal. Aquela nuvem formou uma galaxia, esta galaxia e’ im ponto dentro da natureza, rodeadopor outros pontos onde tem outras galaxias, entao pereciso ir ao conjunto destas galaxias, ou seja, ao que chamo de Universo.

Mas nao vou. nao preciso mais perder tempo neste raciocinio porque agora ja sei o quevou encntrar alu: oponto do Universo nao sera suficiente para eu pobter uma historia em que acredite, terei que ir alem deste ponto do universe, ver  que tem ao redor, para saber se de la nao veio algumas forcas e elementos que interferiram na minha historia geral do Universo.

E aqui consigo a definicao para outros tres objetos-fenomenos existentes e interessantes. os fenomenos do ateismo e do deismo. Ateismo ‘e a mente que acredita piamente na sua historia construida do niverso, e esta historia nao contem de maneira alguma forcas ou elementos vinds e for a do ponto do universe; deismo, e’ a mentalidade qie acredita piamente na historia que ela construiu ou elaborou ou pensa ter vistodo universe, e ainda acredita nesta historia que contem forcas e ou elementos vindos de for a deste ponto do Universo. E agnosticismo, e a mentalidade que acredita ela nao tem condicoes de elaborar uma historia confiavel do universe. Eu particularmente nao vejo racionalismo nas duas primeiras mentalidades, entao fico com a Terceira e acredito que sou agnostico.

Com isso podemos voltar a palestra. O orador diz que a terra e’ muito velha, 4,5 bilhoes de anos, que nela existeebulicao, caos de movimentos, jofgode forcas internas e influencias de forcas externas, e neste contexto, existiram dinossauros, os quais conseguiram por 100 milhoes de anos sobreviverem no meio deste caos, mas ate que um evento deste caos foi mais forte que eles todos e neste evento desapareceram como objetos-istemas vivos, e se tornaram ossos que ficaram no meio deste rebulico, intactos, por mais 60 mlhoes de anos. O orador construiu sua versao teorica da historia deste ponto dentro da natureza universal que denominamos ” o Ponto Sistema Solar”, uma versao que nao contem forcas e elementos vindos defora do Sistema solar interferindo nest historia, e ele acredita piamnete nesta historia. O limite usado por lele para construer esta historia e’ o sstema solar, do qual ele nao conhece todas as forcas e elementos que o constutite. Este limite esta estrutuado em outra historia teorica em que ee acredita, que e a historua do ponto dentro da natureza universal chamadode galaxia. Sua historia teorica do Sistema solar se baseou na sua historia teorica da galaxia

Mas ele foi alem, e construiu uma historia teorica do pjnto dentro da natureza universal onde estao as galaxias, uma hstiria de 13,7 bilhoes de anos, que contem big-bangs, e que fala de um ponto dentro da Natureza miss que universal, chamdo de ponto do universe. Ele nao citou nunca as suas hirstorias teoricads da galaxia, d universe, e sto indica com certeza para mim que ele acredita pimante que conhece o Sistema slar e sua historia e que neste conhecimento desta historia e ele tem certeza que nenhuma forca ou element veio das galaxias, ou do universe de galaxias, ou  do ponto maior onde esta o ponto-universo, que tenha interferido na hostria dentro do Sistema solar. Assim ele termina afirmando que existe dentro do calculo das probabilidades, a certza de que todas as probabilidades sao ossiveis de acontecer na Terra, porque a Terra, apesar de seu metabolism interno, existe por muitos bilhoes de anos, dentro entao de um ponto nde o tempo parece estar parado. E dentro destas probabilidades, existe a probabilidade que tem de se confirmer, de acontecer num dia deste infinito numerous de dias, o evento da 6 extincao em massa. Para afirmar isto, ele tem que ter certeza que entre o tempo que aconteceram outras 5 extincoes de massas e o tempo ou interval do tempo da quanta para a sexta xtinao, nada de for a do Sistema slar vai veir oi veio aqui para interferer e midar a histora de algum ponto menor dentro do ponto maior chamdo de Sistema solar.

Alem daafirmar e acreditar que havera uma sexta extincao m massa, que nesta extincao a forma humana nao se sealvara, ele acredita e aforma que dentro doponto Sistema slar existe um ponto chamdoserhumano que tem o libvre-arbitrio e aforca a forca para se salvar deste evento de sexta extincao.

Ate sua crenca de que havera com certeza um sexton eventode extincao em massa, eu concord, apesar de nao concordar com sas versao da hostoria geal e sua crenca numa versao de historia geral. Mas eu vejo despontar entre seu conhecimento veridico de uma sexta extincao e seua crenca de que a humahidade tem o poder de escolher se salvar sdsta extincao, uma confusao mental causando um racioncinio paradoxal que cntem uma controversia interna, que anula racionalmente sua conclusao final. Se nada de fora do Sistema estelar veio intererindo durante o longo tempo wue conteve os 5 eventos  de extincao em massa; se todsos os elementos existentes dentro deste ponto sob estes 5 eventos nuca tiveram a capadidade de escolher entre se salvar ou nao, como e’ o que o Sistema solar criou ultimante uma novidade nunca existida dentro dele que se chama libre-arbitrio, ou seja, a capacidade de um dos elementos dentro do Sistema slar escolher que se quer se salvar ou nao? Olhe que isto se constitue numa … eu nao diria numa nova forca natural pois esta teria que ter emergido do nadae popocado dentro do espaco ds Sistema solar – mas eu diria uma nova, indedita, nunca existindo antes dentro Sistema slar… propriedade ao ququqla denomino de tendencia de forca? isto imploca que uma forca que vem de 13,7 bilhoes de anos como sao as forcas naturaus, de repente e nas ultimas fracoes do tempo cosmico, se transmutou sozinha, alterou sua tendencia natural tradicional. E sinto muito, no psso concordar eacreditar nisso. Uma forca natural e’ o mesmo que uma lei natural, ou seja, ela e’uma das absolitas leis naturais que existem. Poso ate aceitar a possibilidade que o corpo que carregue uma lei possa se mudra no tempo, mas nao consigo digerir a ideia de que a lei que ele carrega, ou seja, a sua tendencia, possa ser mudada. Vamos imaginar por xemplo, midando a lei absoluta da forca gravitcional, u do rlrmrno forvca denominado ondas de luz. isto altersria toda a natureza imedatamente de maneira que a desintegraria imrdiatamente. Acho we isso nunca aconteceu, portanto, aqui nuca se aplicou a le das probabilidades, aqui nunca existiu tal tipo de efeitos como variacao, mudanca, os 13,7 bilhoes de anos estao fundamentados sobre uns piucos pilaes absolittistas. Se algo pode vir de for a destes 13,7 bilhoes de anos, ou seja, de for a do Universo, que mude, fragmente o Universo, nao sera algo com tamanho que possa penetrar o Sistema solar e passer a sobreviver dentro dele, alterando sua historia. Criando uma tendencia nova nunca existida dentro do Sistema solar. A tendencia de um objeto dentro do Sistema solar de sair for a do unico camilho possivela todos os outros objetos xistentes dentro do Sistema slar. A tendencia que produzria o fenmeo conhecido como ” o objeto humano pde atuar diferente de todos s outros objetos em tdas sas historias, e escolher um caminho movo, inedito, nunca trilhado antes por nada dentro do sistema slar. Das duas ma. Ou nos nao temos a capacidade, a forca, o poder de escolher e portnto nada impedira que perecemos na sexta extincao, ou alguma forca ou lemento veio de for a do Sistema solar e caiu diretamente em cima da nossa especie.e assim sim, nos adquirims a capacidade, o poder, de evitar nossa xtincao n sexto evento.  Nao vejo nenheuma possivel Terceira alternative aqui. Entao, algo esta errado no racionicio do orador.

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objeto que auto se move, portanto nao ‘e igual ao galho caido, o qual ‘e inerte.

Uma imagem similar seria a de um robo, livre e solto na superficie da Terra,  sem inteligencia artificial, aoenas programado para repor sua energia e massa erodida, degradada, atraves de sensores que sentem a presenca externa do tipo de energia que precise, mais um programa de maquinas auto-reprodutivas divididas em duas unidades que se auto-complementam, portanto mais sensors para detector a unidade de complement. O que mais? Entao uma simples maquina tocada por m fluido corrente interno frio e transpostador de energia, uma maquina cujo unico sentido de existencia ‘e manter sua existencia, procurer e captar certo tipo de material, triturar esta material, fragmenta-la, que assim esta material fragmntda se insere automaticamente em seu corpo material, mantendo-o existindo.

Como a Natureza produziu tal fenmeno de dentro de si mesma? Se tem uma razao, mesmo inconsciente, apenas mero jogos de forcas naturais, para ter se saido com este fenomeno, devemos perguntar alem do como, porque tal maquina foi construida e qual o efeito desta maquina dentro dela propria, da Natureza?

Primeiro, na podemos esqucer do “que”, ou “quem” esta fazendo esta pergunta `a Natureza.  Sao os seres humanos. E o que ou quem sao so seres humanos? Apenas outro tipo de “sistema natural”

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( cont. do transcript)

They didn’t see it coming, and they didn’t have a choice. We, on the other hand, do have a choice. And the nature of the fossil record tells us that our place on this planet is both precarious and potentially fleeting. Right now, our species is propagating an environmental disaster of geological proportions that is so broad and so severe, it can rightly be called the sixth extinction. Only unlike the dinosaurs, we can see it coming. And unlike the dinosaurs, we can do something about it. That choice is ours.

15:34 Thank you.

15:35 (Applause)

Uma Grande Mentira do Professor Ateu E’ Combatida com outra Mentira do Padre: O que aconteceu com os Dinossauros.

terça-feira, junho 2nd, 2015

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(desculpem os erros gramaticais devido a pressa e estar usando um keyboard que so fala inglês)

Os materialistas da academia cientifica estão brabos porque quando um estudante digita uma busca no Google como ^ O que aconteceu com os dinossauros^, o Google aponta como primeiro da lista de resultados um anuncio postado pelos criacionistas da academia cientifica dizendo que o curriculum escolar esta’  errado porque os ateus dizem que os dinossauros e’ a prova de que a Terra tem mais de 6.000 anos enquanto isso não e’ verdade e bla-bla… repete-se a velha guerra entre ateus e religiosos cada qual querendo puxar as Ciências para a sua brasa.

No link a segui podes ver o artigo, e também o comentário que postei no artigo. Eu digo que os ateus evolucionistas provocaram esse problema porque também cometeram erros crassos ao inserirem nos curriculuns absurdos teóricos  se fazendo passar por ciências confirmadas, como e’ a hipótese de que os dinossauros desapareceram devido a um meteorito gigante ter caído bem em cima da cabeça deles, quando na própria teoria darwinista da evolução que explicam razoavelmente o processo pelo qual espécies que adotam os comportamentos como os dinossauros são descartados pela natureza e condenados a extinção. O feitico vira contra o feiticeiro…

What happened to the dinosaurs?

http://scienceblogs.com/gregladen/2015/05/26/what-happened-to-the-dinosaurs/#comment-622014

Image result for images of dinosaurs

E o meu comentário postado no artigo:

  1. #46 Louis Morelli
    New York
    June 2, 2015

To evolutionists: You asked it, you got it. You are applying the wrong method and this is the opportunity that creationits are using against you.Inserting into the scholar curriculum that dinossaurs were extinct due a meteor is not Science, it is a sensacionalist theory. It is like an appeal to magics, to supernatural, which permits that others inserts their magical thinking into the curriculum.

I don~t know who did it because it was not necessary. There is an evolutionary process by which any species that grows in the wrong natural way, that acomodates in a kind of super-speciation, becomes a closed system in itself, closing the door to evolution, then, natural selection take it from the trunk of the evolutionay tree and make it as a branch that is a dead end. This was what happened with dinossaurs and with all big but extreme predator animals it is happening just now with lions, Eagles, wales, gorillas, etc.
So, Nature has a good lesson for our children – not going in the wrong evolutionary way – but, who wrote the scholar curriculum preferred a fantastic hypothesis instead. Earth has 4,5 billion years, and just na unique event never saw anymore happened falling just on the head of dinossaurs !!! Oh… cam’on… you got the trobble with creationists because you deservs it.

Mas para quem se interessa pelo tema, veja como dentro de um grupo já ocorre o conflito de teorias fantásticas:

Volcanoes, Not Meteorite, Killed Dinosaurs, Scientist Argues

http://www.livescience.com/25324-volcanoes-killed-dinosaurs.html

 

Novas descobertas mudam a historia dos dinossauros e mostram que o astronomico comanda a evolucao

quinta-feira, março 21st, 2013

Novas descobertas suportam a teoria que massivos eventos vulcânicos dividiu Pangeia e dramaticamente mudaram o clima terrestre, resultando na maior mudança biológica da historia do planeta, criando as condições para a emergência e crescimento dos dinossauros. Esta novidade é mais um grande argumento em favor da Matrix/DNA Theory. Veja porque:

Segundo a Matrix/DNA, na Terra a historia da biologia, desde abiogêneses ate o macaco, foi um processo de reprodução genética do sistema astronômico “LUCA”, dentro do qual a “vida” surgiu. As informações vindas de LUCA funcionam como seus genes, na forma de fótons, resultantes das reações nucleares do planeta mais a radiação do Sol. Estes fótons são emitidos na ordem das funções de LUCA, ou seja, estes astros possuem varias camadas sedimentadas como as camadas de uma cebola e os fótons vão sendo emitidos desde a camada 1, para a 2, etc. Quando termina uma camada, grandes mudanças acontecem nos seres vivos, pois o mecanismo é o mesmo que faz um feto mudar para forma de embrião. Fases como massiva atividade vulcânica sinalizam estas mudanças de camadas. Não apenas a poluição do ar, mudanças climáticas, destroem espécies, mas a nova onda de diferentes fótons podem alterar formas de espécies. A evolução não foi dirigida apenas pelos mecanismos de Darwin (variação, seleção natural, herança ), mas também com períodos de pontuação equilibrada como disse Jay Gold, e as causas vieram de uma dimensão mais profunda e complexa.  

A seguir copio o artigo para estuda-lo tecendo os comentários da Matrix/DNA.

Volcano-induced die-off paved way for dinosaurs, study suggests

By Geoffrey Mohan, Los Angeles Times

March 21, 2013, 5:14 p.m.

http://www.latimes.com/news/science/la-sci-volcanoes-dinosaurs-20130322,0,4693426.story

New findings support the theory that a massive volcanic event tore apart Pangea and dramatically changed Earth’s climate, ushering in the biggest biological shift in the planet’s history.

Dinossauros e Evolução: Mais um reforço cientifico para a teoria da extinção por meteórito e a versão da Matrix/DNA

sexta-feira, fevereiro 8th, 2013

Essa pesquisa de como os dinossauros desapareceram é válida pois desenvolve a Ciência mas o aspecto mais importante é que os dinossauros desapareceram, seja qual tenha sido a causa, o que reforça os modêlos da Teoria da Matrix/DNA e sugere uma mudança na nossa interpretação da existência e de nossos valores morais. Mais um artigo interessante e a seguir mostramos aqui os nossos  três comentários postados no artigo:

Chicxulub Asteroid Impact: The Dino-Killer That Scientists Laughed At

SPACE.COM

http://www.space.com/19681-dinosaur-killing-asteroid-chicxulub-crater.html

Referece-se ao “paper” publicado por: Journal Science AAAS.Org

link: http://www.sciencemag.org/content/339/6120/655.summary

em: Science 8 February 2013

Comentários  da Matrix/DNA:

Louis Charles Morelli · New York

The moral lesson that we get from dinosaurs existence is that any species that becomes an extreme selfish and closed system into itself will be discarded by Nature, no matter by which method. This is different from what Darwinism advocates and had became moral values for intellectual elites ( the natural selection of the stronger, fittest, smart, etc.). Where are the wales, the lions, the gorilla, the eagle? If not extincts, all them are going to extinction. Why Nature did not used the top evolutionary shape among reptiles species – dinosaurs – for to be transcended to mammals? Why Nature went back and chose the smaller reptile called cyanodont for to develop pregnancy? While dinosaurs disappeared, the little lizards are still alive today and running in the roof of the Queen’s palace. Every human becoming rich wants to build his/her private paradise instead collaborating for evolution of human species towards the space conquest. This is the choice of becoming a closed selfish individual and family, condemned to be discarded by Nature, using meteors or any other method.
XXX

Louis Charles Morelli · Queens

Today there are lots of new ideas being laughed/dismissed by official academic Science. These ideas are not being considered by rational approach, but by a private interpretation of the world fueled by reductionist method and Physics/Math perspective alone. Half of the real and complete scientific method is being denied: the systemic method.The consequence is that we are driven to see only previous selected data and discriminating others about any real object.If this galaxy has some matter organized by biological or other kind of matter’s organization, Physics, Math, and reductionist method will not be able to grasp it. That’s the cause that the Matrix/DNA theoretical models are ignored, without rational refutation.
XXX

Louis Charles Morelli · Queens

Are there chances for catastrophic events at astronomical scale? It is dependable of the astronomical system age. These systems has a life cycle like our body. At embryonic formation there are chance for catastrophic mutations, at middle age the system is under thermodynamic equilibrium, so, no chances for such events. Our solar system is considered older system (?) and at this age there are catastrophic events due degeneration.These events has the tendency to increase till the systemic dissolution. We need work scientifically fast because we will need to be able for leaving our loved land…

Tamanho Influe? Sim, mas para Pior, falando de “Dinosauros”.

quarta-feira, dezembro 7th, 2011

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Artigo publicado hoje elege o grande tamanho como o segrêdo do sucesso que foram os dinossauros. A Matrix/DNA discorda sugerindo que os dinossauros foram um fracasso, justamente o comportamento (evolucionariamente) errado levou ao tamanho desproporcional, o que causou seu descartamento pela Evolução Natural e sua extinção. Ela alerta que a hipótese do impacto de meteórito não está cientificamente comprovado, que as Leis Naturais por si só teriam extinguido os dinossauros e cita trabalhos cientificos com êsse argumento, mencionado abaixo. Quem está com a razão?

A quem interessar ler o artigo:
Blog:
Planet of the Apes

Dino-mighty sauropods
Monday, December 5, 2011
by writer: Faye Flam
http://www.philly.com/philly/blogs/evolution/Dino-mighty-sauropods.html

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Dinossauros Provam Valores do Darwinism São Fracassos - Tony Auth, Illustrator

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Comentário da Matrix/DNA publicado abaixo do artigo no “Planet of the Apes”:

— The Matrix/DNA – Posted 5:38 PM, 12/07/2011

“Sauropods are interesting to biologists because they were so successful.”

Not yet. They were a failure. They were a dead end, there genetic blueprint is lost, and Evolution has discarded them and went back, to smaller reptiles, the cyanodontis, for continuing the evolutionary history and getting mammals. There are no scientific data proving this meteor impact, or that a meteor impact has something with the extinction of any life’species. Why the authors are ignoring other scientific well stablhished theories like this:

Paleontologist Peter Ward of the University of Washington in his latest book, entitled “Gorgon: Paleontology, Obsession, and the Greatest Catastrophe on Earth” discusses that while an asteroid impact has been suggested as a cause of the P-T extinction (Permian/Triassic extinction), follow-up studies have not been able to support that claim.

(See unterview at “Astrobiology Magazine”, http://www.astrobio.net/interview/922/the-greatest-catastrophe-on-earth)

We need take care writing scientific articles because they feed human values, they make the Youngs’ world vision. It is better when Science is a good adviser, like: “Don’t stay in the chair eating fried chicken and watching TV, you will became big and fat, and Evolution does not like it, see what happened with dinosaurs, elephants, whales, lions, etc.” In “The Matrix/DNA Theory” we suggest a more accurate process of Evolution and other theory about the causes of sauropods’ failure.

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Análise do artigo pela Matrix/DNA:

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Cianodonte: Êste Pequeno Animal Venceu os Dinossauros?!

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Penso que o artigo tem importancia tambem porque transmite uma mensagem que no imaginario popular –principalmente nos jovens estudantes – pode criar ou alimentar valores humanos: “No mundo dos humanos, os grandões são mais fortes e por isso são mais bem suscedidos na evolução, como aconteceu com os dinossauros. Mas as leis entre os homens são as mesmas leis da Evolução, e os dinossauros foram um sucesso? Baseando-me nos modêlos da Matrix/DNA penso que não, e se estiver certo, os valores humanos nêste caso são prejudiciais à Humanidade, portanto a mensagem do artigo é inapropriada.
A diferença entre minha opinião e a dos cientistas autores do estudo mais da autora do artigo está numa questão de relativismo entre diferentes observadores. Eu me posiciono como um observador que mantem como foco o total de 13,7 bilhões de anos da Natureza Universal para deduzir minhas conclusões. Êles dividem o tempo da Natureza Universal em pedaços, e se posicionam como observadores que focalizam um pedaço de 120 milhões de anos para suas conclusões,
Dinossauros foram um sucesso ou um fracasso? Para êles foi sucesso, para mim foi fracasso. Mas porque essa diferença de conclusões?
Os dinossauros foram um sucesso em relação a 120 milhões de anos, quanto a isso não discuto. Mas, somando-se os 60 milhões de anos decorridos depois da extinção dêles até agora, procuro o fato real, o resultado final dêstes 180 milhões de anos, e não os vejo mais existindo e nem mesmo seu registro genético herdado por algum dos seres vivos hoje, o que significa que saíram totalmente fora da arvore da evolução, e por isso tudo, concluo pelo seu fracasso. Para mim, o que vale é o resultado final. Para mim, só foram bem suscedidos os ancestrais que se transformaram, se transcenderam numa espécie mais complexa e mais evoluída, que deixaram sua carga genética ( e portanto sua existência, sua História) inscrita na Árvore da Evolução. Por êste ponto de vista, os seres vivos que tem maior facilidade de vida no planeta, os passaros, tambem são um fracasso ( a Não ser que ainda se transformem, transcendam e uma espécie futura resultante de sua linhagem evolucionária se torne ápice da evolução).
Para reforçar meu argumento, recordo que o dinossauro foi da espécie, ou do genêro, dos répteis. Répteis entraram na arvore da evolução e se transcenderam para mamiferos, por isso, ainda hoje continuam genéticamente existentes. Nós, humanos, ainda conservamos no cérebro um caroço incomodo denominado “Complexo Reptiliano”, o qual foi supostamente identificado como reminisciência do cérebro reptiliano. Mas existiram muitas espécies de répteis e não foi dos dinossauros, nem de nenhum dos gigantes dentre êles, que o mamifero surgiu: atualmente e cientificamente se aceita que o primeiro mamifero resultou da ‘transformação/evolução de um réptil relativamente pequeno, denominado “cianodonte”. O qual deixou de por os ovos fora e passou a manter os ovos dentro realizando um grande sacrificio que foi um dos maiores atos heróicos de todos os tempos, desenvolvendo tôda a parafernalia da gestação intra-uterina. Êle fêz isso porque a Matrix vinda das estrêlas (o mecanismo da manutenção dos ovos dentro já era executado a bilhões de anos, já estava escrito nas estrêlas) ordenou e comandou o processo, como explico em outro artigo aqui – mas isto é outra história.

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Textos do Artigo a Registrar:

– Those small-headed giants thrived on all continents for more than 120 million years, through the entire age of the dinosaurs.

– … they have a lot to teach us about evolution.

– Why did they grow so big? Martin Sander, a paleontologist at the University of Bonn, said the main reason that animals grow to any particular size is to fill a niche. For sauropods, there was
room at the top.
– Sauropods are interesting to biologists because they were so successful and became an evolutionary dead end.
– Why did they grow so big? Martin Sander, a paleontologist at the University of Bonn, said the main reason that animals grow to any particular size is to fill a niche. For sauropods, there was room at the top. By being big, sauropods could eat leaves and branches too high for other creatures to reach, said Sander, who is acting as an adviser to the exhibit. And with predators such as T. rex around, size probably helped their chances of survival. As a general rule, big herbivorous animals grow about 10 times as massive as the largest predators. Elephants are about 10 times the mass of lions and sauropods were about 10 times the size of T. rex.
– they would collapse under their own weight
– But even if it’s advantageous to be big, it’s not easy to get there.
“The head did nothing but eat,” Sander said. It simply snipped off foliage without chewing, the whole leaves and twigs getting broken down in the belly. The favorite analogy scientists use for this system is a vacuum cleaner.
Animals that evolved to chew food had a problem that limited their size, Sander said. The bigger they got, the more food they needed, and the bigger, proportionally, their head and jaws needed to be. That’s why elephants and rhinos have relatively big heads, he said. Graças a Deus!
As a chewing animal, then, you can only get so big before your head becomes too difficult to hold up. And herein lies an important lesson about evolution. Bigger elephants or rhinos might do better than smaller ones, said Sander, but they can’t go back and lose the teeth once they’re on that track. There’s no easy evolutionary path back to the vacuum cleaner system of the sauropods.”Generally you think of evolution as optimization,” he said. “But it can only work with what’s there to start with and sometimes you can get into an evolutionary rut.” So we chewers are stuck with our teeth.
Another size-limiting problem for most mammals is live birth, which limits the number of offspring any given female can bear. That can make populations more vulnerable to crashing when predators increase or food decreases. Dinosaur females could lay dozens of eggs a year. The hatchlings were only about 5 pounds, and the majority perished, but a few lucky ones survived to adulthood, when they were so big even T. Rex wouldn’t mess with them, as the predator was more likely to get hurt than get dinner.
There’s also some evidence in the fossils that sauropods had excellent lungs, said paleontologist Thomas Holtz of the University of Maryland. Sauropods had the same type of lungs seen in birds, which are rigid and require air sacs that allow fresh air in every time the animal inhales and exhales.
Egg laying, birdlike lungs, fast growth, and the no-chewing-required eating system all evolved first in smaller ancestors of the sauropods, Holtz said, and the combination is one that proved ideal for enabling them to become supersized. Other animals lack the cardiovascular, metabolic, or reproductive makeup to get that big.
It was a winning system that lost out to bad luck when an asteroid wiped out the dinosaurs 65 million years ago. Worldwide expeditions have refuted the idea that sauropods were in decline before the impact, which put an abrupt end to the Cretaceous Period. Now it appears they disappeared only in North America, Holtz said. “The rest of the world in the Late Cretaceous remained a sauropod world.”
If that space rock had taken a slightly different trajectory, Earth might be the planet of the sauropods still.

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Outros comentários postados no artigo interessantes:

Sauropods were around for 120 M. but were the giants. I thought their fossils were very rare – have they been found in all strata? Wouldn’t giants if common have devastating environmental consequences? How could any eco-system survive such eating machines (and drinking machines)?
— ctbrunner
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Regarding the ability of the environment to tolerate giants (ctbrunner above), the environment during the age of dinosaurs apparently was warmer and wetter and had higher oxygen content in the atmosphere, which may have supported more rapidly growing plant mass to in turn support large creatures. Also the fact that we have found giants doesn’t tell us much about the population density of them; African elephants are large but not that common, at least compared to zebras, also herbivorous, suggesting that perhaps the giants of the Cretaceous were less common than their smaller cousins. Certainly one would think that the giants would have a profound effect on the ecology, as elephants do today, ripping up trees and so forth and elephants are much smaller than the dinosaurs, but a balance would have been struck.
— GaryAllan
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Meus artigos relacionados ao assunto, a seguir:

Evolução: Extinção dos Dinossauros por Acaso ou pela Lei da Matriz?
dezembro | 7 | 2011

Depois dos modêlos da Matriz passei a suspeitar da tão propalada teoria de que a grande extinção dos animais gigantescos a 60 milhões teria sido causada por impacto de um meteórito. Pois ao contrario do que a teoria da micro-evolução de Darwin sugere – que a complexidade é acrescentada por um movimento de competição entre os protagonistas, e o ambiente seleciona os que melhor se adaptam, possibilitando o aumento de sua prole, tornando-os os mais fortes e capazes – esta teoria da macro-evolução sugere que tornar-se mais forte e impor-se pela competição é uma armadilha fatal. A espécie que está no tôpo evolucionario (como estavam os répteis antes dos mamiferos, ou como estão os humanos agora) gira ao sabor do circuito do software-matriz, significando que quando a espécie alcança a Função 4 a evolução descarta-a como carta fora do baralho e lança um fluxo paralelo, o qual vai conduzir exemplares daquela espécie para as devidas mutações (na Função 1) e transcêndencia para a forma superior. A partir daí o fluxo lateral é que vai constituir o tronco e fazer a árvore crescer, enquanto os demais exemplares vão constituir um galho que seca e se extingue (indo para as funções entrópicas 6 e 7), podendo ainda permanecer na arvore por milhões de anos. Vejamos novamente o software-matriz:

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Fórmula da Matrix/DNA e o Estado dos Cromossomas Sexuais no Ancestral Sistema Astronômico

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Não sei ainda qual é o sinal do momento a ser lançado o fluxo lateral, mas deve ser algo relacionado com o comportamento individual ser ainda acessivel ou não a assimilação pelo organismo de novas informações.
O fato é que a vitória de alguns que não devida à sincronia com o ritmo natural ao invés de leva-la à complexificação, leva-a ao aumento da gordura, do crescimento corporal, do aumento do poder sôbre outros grupos, e isto é cavar a própria sepultura. Isto leva a criatura a se super-especializar num modo de existência, tornando-se um sistema fechado em si mesmo, tornando-se um beco sem saída, termo-dinamicamente acomodado, podando sua energia interna e fechando as portas à evolução até que a inevitável mudança do ambiente ou alguma grande catastrofe planetaria (pouco provavel) a extinga completamente. Quando isto acontece, a Natureza faz o conveniente retorno. A Evolução caminhou dos répteis pequenos, como lagartos, lagartixas, e continuou daï na direção dos dinossauros, porem a certa altura retornou para um réptil menor, talvez uma espécie de lagarto (dizem agora chamar-se cyanodonts), para se redirecionar na direção dos mamíferos. Não era preciso grandes catástrofes para acabar com os gigantes répteis, tal como para estar diminuindo o reinado dos gigantes gatos (leões, tigres) e dos grandes animais marinhos (como a baleia), ou das aves (águias), a natureza não está recorrendo a castastrofes ou esperando outro meteórito.
Portanto, o novo aliado nesta suspeita, um renomado cientista é promissor, apesar de que, como alternativa ele sugere outra catastrofe planetaria, com a qual tambem não simpatizo. Vejamos o breve excêrto abaixo:
Summary: Paleontologist Peter Ward of the University of Washington discusses his latest book, entitled “Gorgon: Paleontology, Obsession, and the Greatest Catastrophe on Earth”. Unterview at
Astrobiology Magazine

The Greatest Catastrophe on Earth


AM: You say in your book that while an asteroid impact has been suggested as a cause of the P-T extinction (Permian/Triassic extinction) , follow-up studies have not been able to support that claim.
PW: I do not think that asteroid impact was a cause. There is a new paper just out that suggests that explosive volcanism can look like the remains of asteroid impact. The paper, by J. Phipps Morgan, et al., says that explosive volcanic eruptions are sometimes able to generate the shocked quartz, microspherules, and other geologic traces commonly attributed to large extraterrestrial impacts, while also triggering a mass extinction event.
Ward comes to a different conclusion:
Ward believes that a lowering of atmospheric oxygen caused the P-T extinction. These low oxygen conditions continued on through the Triassic and most of the Jurassic, influencing the development of animals that evolved during this time. Birds, for instance, developed their unique air-sac respiratory system because of this extremely low oxygen environment.
The reason the atmosphere lost its oxygen, Ward suggests, was because ocean levels dropped, exposing anoxic organic materials to the atmosphere. The newly-exposed materials oxidized, pulling oxygen out of the air, and the iron in these materials rusted, creating the red rock layers that are so distinctive in post-Permian geology. Explosive volcano eruptions from Siberia may have contributed to this loss of oxygen as well, expelling huge amounts of carbon dioxide, carbon monoxide, methane, and other gases into the atmosphere. Whatever happened in the P-T, it happened on a geologically fast time scale, within 50,000 years or less.
AM: The ancestors of mammals are the cynodonts, which survived the P-T extinction. Why wouldn’t mammals have retained the cynodont capacity to exist at lower O2 levels?
PW: Mammals survived only at very low size. There were no large mammals until oxygen went up again.
We don’t know about mammals with low O2 capacity, except for those that live at the highest elevations. For instance, the South American alpacas and llamas. They have special respiratory capabilities – they have very big chests and big lungs – and their blood has more hemoglobin. There’s no way to tell from the fossil record how much hemoglobin an organism had. We can tell whether they had big chests, though.

AM: Has a direct link been established between the mammal-like reptile cynodonts and modern day mammals? Or could mammals have evolved independently as an example of convergent evolution?
PW: No, we are definitely part of the surviving stock going back to mammal like reptiles – there are just too many similarities in head and bone anatomy for it to have been convergent evolution

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Como e porque um reptil se transformou em mamifero!
dezembro | 7 | 2011

Artigo precisa ser revisto, corrigido, refeito. Ver no Word se tem artigo com titulo: O maior ato heróico… ( no website já foi checado e não tem). Acrescentar aqui o artigo que fala da possibilidade de o maimefero ter surgido na agua. Cadê a foto do cianodonte?

Pela logica natural Neo-Darwinista, onde os mais fortes sao selecionados, multiplicados e dominam o ecossistema – os dinossauros teriam evoluido e hoje ocupariam o lugar dos humanos, tendo a nossa inteligencia e a nossa mania de dar ponta pe num pedaco de couro de vaca arredondado e cheio de ar que chamamos de bola! Os carros seriam gigantescos, nas escadas rolantes dos metros teriamos que ver onde pisar pois haveriam muitos rabos, e… imagine o tamanho e a forma dos vasos sanitarios!

Mas um reptil gaiato que nao era um dinossauro, e sim um dos menores, e ainda uma femea, desafiou todas as leis da logica Neo-Darwinista e suas fabulas mitologicas de queda de meteoritos, mudou tanto o curso da Historia que ao inves de dinossauros vendendo pipoca nas ruas, hoje existem homens fazendo isso. Bem… talvez ela nao tenha agido segundo a imediatista e sempre equivocada logica da biosfera em estado caotico terrestre, mas sim sob o comando irresistivel de uma logica maior do Universo. E’ o que os modelos da Matriz estao sugerindo.

Para que funcao ou utilidade pratica o Intelligent Designer dos criacionistas criou os crocodilos quando criou as especies uma a uma? Pelo que vi no Pantanal do Mato Grosso, foi para comer nossas pernas! Mas me retrucaram que a funcao do crododilo e’comer bichos menores que proliferam como ratos e assim manter o equilibrio ecologico. Nossas pernas entram no cardapio crocodiliano como sobremesa. Perguntei porque entao foi criado um sistema de proliferacao desses… ”Ora, para justificar a criacao de crocodilos…”. Os criacionistas sempre me deixaram boiando na maionese… Porem, o homem revelando-se melhor projetista, matou alguns crocodilos, tirou-lhes o coro, usou-o para fazer sapatos e botas para proteger suas pernas de serem comidas por… crocodilos! Acontece que quando o crocodilo poe os dentes na bota com seu proprio coro, desconfia que la’ dentro ao inves de uma perna possa ter um irmao de sua especie, e como ele nao e’ canibal, sai fora… ”Esse tar de homi e’ esperto e porreta… esse bicho tem futuro!”

A base da transformacao do reino dos repteis em reino dos mamiferos foi simplesmente a maneira de tratar os ovos. Os repteis botam os ovos fora, abandonando a prole `a propria sorte; os mamiferos mantem os ovos dentro ate’ que os filhotes nascem mais preparados para sobreviverem. Isto quer dizer que ao menos numa especie de reptil, as femeas comecaram a terem seus corpos transformados, desenvolvendo toda a parafernalia da gestacao embrionaria. Mas porque um animal praticamente sem cerebro, de sangue frio, que existe quase apenas como uma maquina para devorar comida e sobreviver, que precisa da maior destreza, versatilidade fisica, velocidade, etc, para a caca e a defesa, se nao quiser morrer de fome, de repente morre de amores por seus ovos, nao quer larga-los de jeito nenhum, fica segurando o bico da coisa para nao deixar os ovos sairem, e assim de geracoes a geracoes, por milhoes de anos, ate que de repente nao era mais um reptil e sim estava fazendo “meeeee’” como uma vaca?!!! Voce teria uma explicacao para o caso do Joaquim, que acreditava que a urina daria um bom vinho, que quando tinha que urinar, ficava segurando a urina o maximo que podia, esperando assim que esse ato repetido por milhares de seus herdeiros futuros, resultaria num belo dia num deles urinando vinho? Pois e’ isto que a logica neo-darwinista quer botar na minha cabeca… Quantas femeas sentiram aquelas dores terriveis que poderiam ter sido evitadas simplesmente botando os ovos fora, quantas femeas repteis morreram apenas porque a enorme barriga as impediram de cacar a presa… porque teimaram nisso?!!!

Quando eu ia comer na casa-restaurante de palafita feito nas margens do Amazonas da Dona Eustaquia eu sabia, pelo omelete servido, se quem estava na cozinha era ela ou sua fogosa e adoravel filha. Pois esta mexia os ovos na frigideira da mesma maneira que mexia os ovos dos clientes na cama. Portanto a moral da historia e’ que pelo omelete se conhece a omeleteira, pelo tratamento dado aos ovos sabemos quem foi a especie , no caso, se reptil ou mamifero.

Esqueca Jesus Cristo, Joana D’arc, El Cid, Tiradentes, Luther King… esqueca todos os herois humanos, pois heroismo mesmo, o maior ato heroico de todos os tempos, em nome da Evolucao da Vida, foi acao de uma reptil! E agora estou falando serio! Ao inves de quando voce abriu os olhos pela primeira vez na sua vida, estar ja’ cansado de tanto chutar e esmurrar as paredes de um ovo, e ver uma paisagem selvagem, talvez a enorme bocarra de uma serpente esperando-o, sentir um frio e uma fome dos diabos,… voce hoje nasce baby ja formado, numa maternidade limpinha, leitinho nos peitos da mamae, fraldinha limpa… ao inves da boca da serpente ves a boca de um bicho grande mas amigavel fazendo bilu-bilu… e sabe gracas a quem? `Aquelas milhares de femeas repteis que sacrificaram suas vidas, cada uma acrescentando um detalhesinho a mais de complexidade nos seus quadris !… (nao so detalhes funcionais mas tambem esmeirando-se nos detalhes esteticos, tanto assim que o resultado final hoje saiu gostoso pra cara…, pra caramba!)

Tanto que quando eu estava na selva observando jacares e lagartos e senti essa historia de heroismo, minha primeira vontade foi a de construir um altar e sobre ele colocar uma femea lagartixa embalsamada, acender a fogueira e prestar culto de adoracao… ou entao dar um longo e afetuoso beijo de gratidao na boca de um crocodilo…

Porem… reptil na realidade e’ uma forca de destruicao, quase uma maquina, sangue frio, sem quaisquer tipo de sentimentos, nem mesmo deve saber ligar os filhotes que ve sairem de um ovo ao seu proprio corpo, tanto assim que eles mesmos devoram os proprios filhotes… Sentimento maternal numa lagatixa? Nao me faca rir porque me cai a dentadura. Claro que a femea reptil nao agiu heroicamente por ela mesma. Elas estiveram agindo automaticamente como zumbis sob a voz de um comando, que inseria instrucoes dentro do corpo delas, a nivel de DNA. Qual o misterioso personagem por traz deste comando de instrucoes?!!!

Sei que se algum Darwinista tivesse a pachorra a ler algo que este misero Ze’ Ninguem escreve, talvez risse `a vontade e com um ar condescendente de quem sabe das coisas e as explica para uma crianca curiosa cheia de imaginacao errada, explicaria que essa transformacao foi uma lenta serie de mutacoes ao acaso selecionadas e passadas de geracao a geracao, etc.. Certo dia -diria ele – uma reptil nasceu com o canal excretor mais apertado que o comum, tinha enorme dificuldade e muitas dores na excrecao, mas o tempo maior que os ovos permaneciam dentro dela fazia com que, quando os filhotes botassem a cabeca para fora dos ovos no meio das rochas, ja estavam um pouquinho mais maduros e aptos a sobreviverem, sendo assim selecionados e seus filhotes herdaram essa anomalia, e nova mutacao inventou um tipo de placenta dentro do reptil ja prevendo que no futuro o ovo se transformaria em filhote e precisava alimenta-lo antes de solta-lo ao mundo…

Bem… na verdade o Darwinista teria exposto os eventos e resultados de forma correta. A cru e grosso modo, para um observador alienado que apenas ve as coisas acontecerem sem refletir sobre causas e efeitos e sem localizar o fenomeno nos inconmensuraveis tempos e espacos cosmicos, as coisas acontecem e pronto, o Deus Magico dos outros explicadores antigos e’ substituido pelo Acaso Absoluto Magico, capaz de prever o futuro e saber inclusive que corpos materiais em estados etarios e formas que nunca existiram iriam surgir e precisar de reserva previa de alimentos… E ponha nisso mihoes de fortuitas e felizes ocorrencias mutacionais ao acaso que seriam necessarias para transformar o simples aparato excretor de repteis na extraordinaria engenharia da embriogenese que surgiu na especie humana! Ele escolheria o caminho facil da ironia e desprezo ao inves de ir na selva infernal, esconder-se no matagal horas a fio observando a colonia de jacares-acanga do Territorio dos Jamanxins, estudando-os pelo metodo da empatia, ou seja, “auto-exorcismo do ego”, ou seja, anular-se o seu “Eu” e o seu corpo, e viver o momento do “Eu e corpo do jacare”, buscando compreender sua historia e comportamento. Como fez o Mestre Darwin com os pasaros ornitorrincos a ponto se sentir-se com bico ao inves de boca e ter a fantastica ideia da Evolucao, e como fez aqui esta “crianca” para ter a estranha ideia da Macro-Evolucao Universal, a Matriz, softwares naturais, etc. Enfim, nem eu, nem ele, e nem os partidarios da teoria do deus magico que teria descido dos incomensuraveis reinos dos megaversos para vir aqui atuar no palco deste planetinha perdido no Cosmos, tem provas para suas teorias, apenas o tempo tera’ a ultima palavra…

Observe o modelo do software da Matriz no estado de Sistema Fechado. Observe o modelo do hardware desse software, o building block dos sistemas astronomicos, o qual foi o ultimo nao-vivo ancestral comum de todas as especies de seres vivos… procure ver estes mecanismos de botar os ovos fora e/ou mante-los dentro. A solucao para este misterio que nunca homem algum resolveu antes… vai surgir para voce. Se nao matar a charada, volte a este artigo mais tarde, que, quando eu tiver tempo, a exporei aqui. Ate’ la’ boa sorte na sua aventura com os ovos de repteis e mamiferos, e veja la’ que tipo de tratamento produzira’ seu omelete…

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Réptil para Mamíferos: Outro elo… e marinho?
dezembro | 6 | 2011

Did reptile swimmer show mother love?

A fossil of a plesiosaur, an extinct marine reptile, has revealed that not only did these animals give birth to live young, they may also have cared for their offspring in a manner similar to today’s whales and dolphins.

NatureNews:

http://www.nature.com/news/2011/110811/full/news.2011.478.html?WT.ec_id=NEWS-20110816

( Hummm… mamiferos aquaticos tambem mantem os ovos dentro. Wikipedia:

Blue Whales: Little is known about mating behaviour or breeding grounds. Females typically give birth once every two to three years at the start of the winter after a gestation period of 10 to 12 months.[43] The calf weighs about 2.5 metric tons (2.8 short tons) and is around 7 metres (23 ft) in length. Blue whale calves drink 380–570 litres (100–150 U.S. gallons) of milk a day. Weaning takes place for about six months, by which time the calf has doubled in length.

E notar pelo comentário abaixo, que talvez a origem da gestação mamifera se tenha dado na água:

” The concept of live birth limiting body size may hold across most species but the largest animal on the planet today is a marine mammal which reproduces via live birth – the blue whale. They key there might be the word marine, as the boyancy factor in water certainly plays a role in making such reproduction more viable.”

xxxx FIM xxxx