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Prions: Uma matéria causadora de doenças como Alzheimer, a ser pesquisada urgente pela Matrix/DNA

segunda-feira, janeiro | 14 | 2013

Inspirada no post:

http://www.youtube.com/watch?v=gHbYJfwFgOU

g24417

g24417 34 minutes ago

try to stay consistent. You said their is no evidence for spontaneous life. In fact there is evidence and some of that is that 1 – RNA and lipids arise naturally and 2 – RNA and lipids together perform all the functions of life. Also you should be concerned about Prion’s. They arise naturally and can replicate themselves. That is more evidence that life can arise naturally.

·  in reply to Tom Adams (Show the comment)

TheMatrixDNA

TheMatrixDNA 1 second ago

No. The fact that RNA and lipids arise naturally is not proof for spontaneous life. They arise by the same process a new human baby arise inside the womb. Should we say our bodies arose spontaneously, by chance? What is missing for you is to see and understand the larger big picture, the state and shape of the world where the first RNA arose. If you try do it you could be more helpful for Humanity. Just now you remembered me that I need go back to study prions-diseases and Matrix/DNA models

·  in reply to g24417 (Show the comment)
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Isto me levou a relembrar o que é prion e a definição em Wikipedia indicou que é preciso aprofundar essa matéria:
prion in the Scrapie form (PrPScListeni/ˈprɒn/[1] is an infectious agent composed of protein in a misfolded form.[2] This is the central idea of the Prion Hypothesis, which remains debated.[3] This would be in contrast to all other known infectious agents (virus/bacteria/fungus/parasite) which must contain nucleic acids (either DNARNA, or both). The word prion, coined in 1982 by Stanley B. Prusiner, is derived from the words protein and infection.[4] Prions are responsible for the transmissible spongiform encephalopathies in a variety of mammals, including bovine spongiform encephalopathy (BSE, also known as “mad cow disease”) in cattle and Creutzfeldt–Jakob disease (CJD) in humans. All known prion diseases affect the structure of the brain or other neural tissue and all are currently untreatable and universally fatal

O Conflito entre a Medicina Oficial e a Medicina da Matrix/DNA

segunda-feira, setembro | 19 | 2011

O pensamento cientifico moderno está convencido que as grandes tradicionais doenças têm como causa primeira disfunções dos genes. Os modêlos da Matrix/DNA estão sugerindo que as doenças tem como causa primeira disfunção do sistema-corpo humano, ou seja, é uma disfunção sistêmica que produz a disfunção de genes.

O pensamento cientifico está convencido que genes se modificam por si próprios ou que o DNA/RNA cometem êrros de transcrição ou êrros trocando genes de posições muitas vêzes por acaso, etc. Seja como for a causa primordial estaria reduzida ao foco genético, ao DNA. Os modêlos da Matrix/DNA sugerem que os genes são apenas expressões do sistema, êste é quem produz as alterações e demais êrros.

O pensamento cientifico tomou uma atordoante bordoada com o Projeto Genoma. Estavam antes convencidos no lema “uma doença, um gene”, portanto o mapeamento do DNA seria a solução, pois bastaria comparar mapas de pessoas sadias com mapas de pessoas doentes e detectar o gene responsavel. Com a realização do projeto o mapa obtido mostrou que não é assim: uma doença é produto de muitos genes alterados em várias regiões do DNA e não se sabe porque se conectam na disfunção nem como se conectam. Praticamente voltamos à estaca zero e as doenças continuam torturando e matando seres humanos

Os modêlos da Matrix/DNA apresentam uma fórmula do sistema universal perfeito. E diz que todas as arquiteturas materiais são aglomerados de sistemas derivados daquela fórmula. O próprio DNA tem como unidade fundamental de informação, como buiding block, conjuntos de quatro nucleotideos, o qual é uma cópia da fórmula universal. Portanto o DNA é uma pilha de derivados de um unico sistema. A fórmula mostra como é a conexão entre as partes. Ela ajuda a identificar as partes auto-conectadas com suas funções no sistema. Ela conduz a identificar e separar os sistemas dentro das networks que compõem uma arquitetura, seja uma galáxia ou um corpo humano. E sendo a fórmula do sistema perfeito, ela se presta a ser comparada com todos os sistemas isolados da arquitetura, mostrando onde estão as disfunções e provavelmente as causas. Basta erradicar as causas apontadas e o corpo funciona perfeito.

O pensamento cientifico moderno nada sabe sôbre a Matrix/DNA, eu sou a unica pessoa que está tentando divulga-la e sómente através dêste website. Sou a unica pessoa que está testando a fórmula contra fatos reais naturais e estudando-a, dia a dia. 30 anos fazendo isto me convenceram que a fórmula é real.

No minimo, a fórmula tem que se tornar conhecida… e mesmo que for destruída como irreal, este assunto de doenças não pode recusar nenhuma possibilidade de tentativa.

O que você tem a dizer efazer sôbre isso tudo? Tem alguem com cancer, alzheimer, obesidade, alto colesterol. diabete, etc., na familia? Tens certeza que estarás sempre livre destes flagelos? Então é bom fazer algo, o possível, e o mais rápido, para que a Ciência conheça e teste essa fórmula. Ao menos, gritar comigo.

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A seguir, vamos aqui registrando as noticias com assuntos relacionados ao tema:

1) Molecular Changes Found Responsible for Depression in Women

http://www.healthenclave.com/news/molecular-changes-found-responsible-depression-women-1270.html

Written By:
Vikas Shukla

For the first time, molecular-level changes have been detected in the brains of depressed women. The findings reveal that there is a connecting link between the two hypotheses of biological mechanisms leading to mental illness. The research was conducted by scientists at School of Medicine, University of Pittsburg and findings were published in the journal Molecular Psychiatry.

The study author Dr. Etienne Sibille, Associate Professor, Pitt School of Medicine, noted that very little research has been done on mental illnesses of women, although they are twice as likely as men to suffer from severe and frequent depression. The outcomes of research will provide better understanding of one of the most common psychiatric illnesses.

In the study, post-mortem brain tissue samples of 21 depressed women and 21 similar women without any history of depression were examined. The researchers observed reduced expression of certain genes, including the one for brain-derived neurotrophic factor (BDNF), in depressed women as compared to their peers. Also, the expression of genes responsible for neurotransmitter gamma-aminobutyric acid (GABA) was drastically low in depressed women. These changes were observed in amygdala, a part of human brain responsible in sensing and expressing emotion.

The scientists next focused on the impacts of BDNF on GABA cells by genetically engineering mice to carry different mutations in BDNF gene. They identified two mutations that led to same reduction in GABA subtype and also reflected other changes witnessed in depressed human brains. The finding will enhance future research on depression.

Psychiatrists and researchers have surmised many times in the past that reduced BDNF levels play key role in depression, and they have also hypothesized that reduced activity of GABA is an important factor.

Dr. Sibille said that their work has linked the two concepts together by demonstrating that, first, BDNF is evidently low in depression and, second, low BDNF influences particular subtypes of GABA in a way that develops characteristics we observe in depressed brains.

The researchers have continued with exploration of molecular pathways between BDNF and GABA. The project received funding from National Institute of Mental Health.

Doenças mentais: uma análise atualisada da Ciência e o parecer da Matriz/DNA

sexta-feira, julho | 15 | 2011

O cérebro, assim como tôda demais matéria, pela evolução tende a se constituir num sistema perfeito fechado em simesmo. Organizado e modelado na mesma fórmula da Matriz/DNA. Se o cérebro aInda não desenvolveu tôdas as ferramentas das funções universais (hipótalamo, pituitária,etc.), se ainda não fixou as conexões entre elas, ou se insiste em ser um sistema aberto, deve certamente apresentar disfunções. Às quais damos o nome de doenças mentais.

O cérebro é o hardware sendo que os pensamentos formam o software dos sistemas que vem evoluindo desde as origens do Universo. Êstes pensamentos se produzem como sinais ou circuítos de energia nas sinapses entre neuronios ou conexões com as glandulas. Agora que temos a fórmula do sistema perfeito podemos abordar estes circuítos de uma nova maneira, primeiro tentando situa-los na fórmula e depois tentar ver onde estão os desvios.

Mas antes de iniciar este método temos que tentar aprender tudo o que o método cientifico reducionista já compilou de dados e estudar as várias teorias relacionadas. Para tanto, acho que o artigo abaixo é um bom começo.

The Globe and Mail (Jornal de Toronto, Canadá)

http://www.theglobeandmail.com/life/health/new-health/conditions/addiction/mental-health/where-is-its-mind-what-the-battle-over-the-bible-says-about-psychiatry/article2091844/page1/

Where is its mind? What the battle over the ‘bible’ says about psychiatry

Ian Brown
From Saturday’s Globe and Mail
Published Saturday, Jul. 09, 2011 6:00AM EDT

Importante noticia sôbre a cura do câncer

segunda-feira, maio | 16 | 2011

( A fórmula de como um sistema natural qualquer tem que ser para funcionar perfeitamente é conhecida como Matriz/DNA. Por isso as doenças são do nosso interêsse, pois elas existem quando o sistema funciona diferente da fórmula, então é possível detectar onde está a diferença e corrigi-la. Segundo a noticia abaixo o câncer está relacionado com ATP, para cuja configuração e fenomeno a Matriz/DNA fêz importantes descobertas, deduzindo como tudo foi desenvolvido a partir do ancestral sistema astronomico. Portanto, isto interessa e fica aqui registrado para estuda-lo quando tiver-mos tempo. A tradução do Google não foi corrigida, o texto está com vários defeitos porque êste computador não funciona direito e não tenho tempo agora para consertar isso. Perdão…)

 

 

Dicloroacetato e câncer

Publicada em: 16 de maio de 2011 10:02, por PZ Myers
 http://scienceblogs.com/pharyngula/

Assim, muitas pessoas que me enviaram este artigo sensacionalista “Cientistas curam o câncer, mas ninguém toma conhecimento”, (Nota minha: Ver o artigo copiado abaixo) que eu acho que tenho que responder. Como eu queria que fosse verdade, mas você deve ser capaz de dizer de como mal que está escrito e as imprecisões ridículo (as mitocôndrias são as células que os cancros luta?) Que você deve desconfiar. Os radicais, exageradas tornar a verdade da história altamente improvável.

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Pesquisadores da Universidade de Alberta, em Edmonton, Canadá curaram de câncer semana passada, ainda há uma pequena ondulação na notícia ou na TV. É uma técnica simples usando drogas muito básico. O método emprega dicloroacetato, que é actualmente utilizado para tratar distúrbios metabólicos. Assim, não há nenhuma preocupação de efeitos secundários ou sobre os seus efeitos a longo prazo.

O resumo é simples: esta afirmação é uma mentira. Não houve ensaios clínicos de dicloroacetato (DCA) em pacientes com câncer, por isso não há nenhuma base para afirmar que tem cura, alguns, mas não todos, os cânceres podem responder de forma promissora para a droga, enquanto outros são susceptíveis de ser resistente (câncer não é uma doença!), e existem potenciais efeitos colaterais neurotóxicos, especialmente quando usado em conjunto com outras quimioterapias.

Portanto, temos um relato popular que é mal escrita e faz afirmações exageradas. Há também um comunicado de imprensa da universidade , a fonte para o popular conta desleixado, que não contém as estupidezes flagrantes, mas não tendem a inflar os estudos de investigação básica em uma clínica de significância injustificada. E depois, claro, há os trabalhos revisados ​​por pares reais que descrevem a investigação e raciocínio, e também as reservas, a DCA. É como um jogo de telefone: você pode rastrear a conta do papel da ciência sóbrio para o comunicado de imprensa com entusiasmo a conta da web com seus pedidos extravagantes de uma barata, simples cura para o cancro, e ver como a história é progressivamente corrompido. Seria engraçado se o resultado final não estava indo para enganar um monte de gente desesperada.

Mas existe um germe de verdade na história, na medida em que o DCA tem potencial. Veja como ele funciona.

Existem duas vias principais que usamos para extrair energia a partir do açúcar. Uma delas é a glicólise, que extrai duas moléculas de ATP por cada molécula de açúcar, e não requer oxigênio. Depois, há a oxidação da glicose, que como você pode adivinhar pelo nome, não necessitam de oxigênio, mas que leva os subprodutos da glicólise e queima-los completamente para a produção de 36 ATP. Portanto, há a compensação: se as suas células são destituídas de oxigênio ou hipóxia, eles ainda podem obter energia a partir de açúcar, mas é relativamente ineficiente, mas se eles têm acesso ao oxigênio, que pode extrair muito mais. É por isso que você respira, e por que seu coração bate, e porque você tem um elaborado sistema circulatório de fornecer sangue oxigenado para os tecidos: sem oxigênio, você sofre uma batida catastrófica para a eficiência da produção de energia.
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Outra característica destes dois caminhos de produção de energia é que elas estão em diferentes compartimentos celulares. A glicólise ocorre no citoplasma, enquanto ocorre a oxidação da glicose na mitocôndria. Existe uma enzima portão de manutenção, o piruvato desidrogenase quinase (PDK), que regula o fluxo de piruvato, um produto da via da glicólise, na mitocôndria para oxidação. Se PDK está ativo, ele suprime o transporte de piruvato na mitocôndria, ea célula é forçado a recorrer a glicólise, mesmo se o oxigênio está disponível. Se PDK é inativado, o piruvato é empurrados para dentro da mitocôndria, mesmo que o oxigênio é reduzido.

Este é o lugar onde DCA vem dentro DCA inibe PDK, forçando as células utilizem a forma mais eficiente de produção de energia. Isso soa como uma estranha forma de fazer uma célula cancerosa desconfortável, mas o outro fator é que as mitocôndrias são os reguladores primários de apoptose, ou suicídio celular. Eles são carregados com sensores e enzimas que reagem a alterações na célula (como sendo cancerígeno!) Ativando um mecanismo de autodestruição. Desligue o mitochondra, você desligar o mecanismo de autodestruição que as políticas a célula. Então a idéia é um pouco mais indirecto: estimulando o mitocôndrias, também despertar o interruptor de segurança que, se tudo correr bem, fará com que a célula espontaneamente se matar.
Há boas razões para pensar que isto poderia funcionar. muitas células cancerosas surgem em ambientes hipóxicos, um pouco vascularizada tumor, por exemplo, vai ser o oxigênio fome na ausência de fluxo sanguíneo e inibição da mitocôndria pode ser um fator na sua sobrevivência. Existe um conhecido fenômeno chamado efeito Warburg, em que as células cancerosas contará com a glicólise, mesmo quando o oxigênio está disponível, sugerindo que eles suprimiram suas mitocôndrias.
DCA também parece ser uma droga relativamente segura. Foi usado por um longo tempo em pacientes com distúrbios metabólicos, ou com efeitos colaterais metabólicos de outros problemas.

Um grande número de crianças e adultos foram expostos a DCA nos últimos 40 anos, incluindo voluntários saudáveis ​​e pacientes com doença de diversos estados. Desde sua primeira descrição em 1969, o DCA tem sido estudada para aliviar os sintomas ou as conseqüências hemodinâmicas da acidose láctica complicando malária grave, sepse, insuficiência cardíaca congestiva, queimaduras, cirrose, o transplante de fígado e doenças congênitas mitocondrial. braço único e ensaios clínicos randomizados de DCA usaram doses variando de 12,5 a 100 mg kg -1 dia -1 por via oral ou intravenosa). Embora DCA foi universalmente eficaz na redução dos níveis de lactato, não alterou o curso da doença primária (por exemplo, sepse).

Isto é encorajador. Isso significa que há um conjunto de trabalhos já publicados sobre os efeitos da DCA, o que deverá simplificar o processo de movê-lo em ensaios clínicos. Os autores, entretanto, muito claramente que não será uma bala mágica que afeta todos os tipos de câncer, mas que alguns são candidatos prováveis.

Dicloroacetato poderia ser testado em uma variedade de tipos de câncer. A constatação de que (i) um grupo diverso de vias de sinalização e resultado oncogenes na resistência à apoptose e um fenótipo glicolítico, (ii) a maioria dos carcinomas têm hyperpolarised / mitocôndrias remodelado, e (iii) a maioria dos tumores sólidos têm aumentado a captação de glicose em PET de imagem, sugerem que o DCA pode ser eficaz em um grande número de tumores diversos. No entanto, evidências pré-clínicas direta dos efeitos anticancerígenos da DCA, foi publicado apenas com não-pequenas de pulmão glioblastoma da célula cancerosa, e de mama, endométrio e próstata. Além disso, a falta de hiperpolarização mitocondrial em certos tipos de câncer, incluindo câncer de pulmão de células de aveia, linfomas, neuroblastomas e sarcomas, sugerem que o DCA pode não ser eficaz em tais casos. Cânceres com pouca ou nenhuma opção terapêutica significativa como glioblastoma recorrente ou câncer de pulmão avançado deve estar no topo da lista dos cancros a ser estudado.

Observe que o único trabalho feito até agora é pré-clínicos: o que significa que foi testado em modelos do rato, cultura de tecidos, mas não tem sido tentado em pacientes com câncer ainda. Os autores vêm a público e dizer que, de manifestar algumas reservas quanto à sua eficácia possível, e sugerir o que precisa ser feito em seguida.

Nenhum paciente com câncer recebeu DCA dentro de um ensaio clínico. Não se sabe se as faixas de dosagens previamente estudados conseguirá citotóxica concentrações intra-tumoral da DCA. Além disso, o perfil nutricional geral e metabólico de pacientes com câncer avançado difere daqueles dos estudos publicados DCA. Além disso, a pré-exposição à quimioterapia neurotóxicos podem predispor a neurotoxicidade DCA. Realizada com cautela fase I aumento da dose e ensaios clínicos de fase II com biópsias de série são necessários para definir a dose máxima tolerada, e biologicamente ativa. Os ensaios clínicos com DCA será necessário acompanhar atentamente a neurotoxicidade e estabelecer estratégias claras de redução de dose para gerenciar toxicidades. Além disso, a farmacocinética na população com câncer precisa ser definido.

Não se apresse para fora e comprar DCA e gorgolejar-lo como um preventivo de câncer. Não sabemos se ele funciona – as concentrações seguro para você pode não ser suficiente para matar todas as células cancerosas, e as concentrações necessárias para matar as células cancerosas podem ser tão alto que ele vai fazer horrível, imprevisível, e as coisas perigosas para você ( algum trabalho com pacientes com distúrbios congênitos do mitocondrial revelou também algum grau de neuropatia periférica, por exemplo). É por isso que temos ensaios clínicos: trabalhar fora doses seguras e eficazes, olhar para as interações perigosas com outras drogas – e se você tem câncer, já está em um complicado coquetel de drogas – e detectar efeitos colaterais inesperados.
Devemos estar pedindo novas investigações sobre esta droga promissora com o início dos ensaios clínicos, mas é muito cedo para ser tagarelando sobre “curas de câncer”. Houve muitos dos medicamentos que ficam ótimas em laboratório e têm excelentes justificativas para isso que eles devem trabalhar, mas a realidade do câncer é que é complicada e diversa e há muitas armadilhas mais entre uma droga que envenena as células cancerígenas em um petri prato e uma droga que funciona realmente bem no ambiente mais complexo de um ser humano.
Um outro fator que agrava as porcas da conspiração sobre a droga é que o DCA é simples, baratíssimo, e completamente não patenteável – não há incentivo econômico para uma empresa farmacêutica para investir um balde gigantesco de dinheiro em ensaios clínicos, porque não há esperança para um retorno sobre o investimento.
É por isso que uma comunidade acadêmica com a pesquisa independente financiada pelo conhecimento, em vez de lucro é tão importante, e realmente enfatiza porque nós não podemos dar ao luxo de privatizar todas as pesquisas biomédicas. Os autores propõem um plano para avançar sem a participação da indústria farmacêutica.

O financiamento para tais testes seria um desafio para a comunidade acadêmica como DCA é um medicamento genérico e de apoio à indústria antecipada poderá ser limitado. Captação de recursos de entidades filantrópicas poderia ser possível para apoiar a fase inicial I – II ou pequenos ensaios clínicos de fase III. No entanto, se esses ensaios sugerem uma eficácia favorável e toxicidade, o público será ainda mais motivado para financiar diretamente esses esforços e as organizações nacionais do cancro, como o ICN, pode ser inspirado a contribuir directamente para a concepção e estrutura dos ensaios maiores. É importante notar que mesmo que o DCA não prova ser a “aurora de uma nova era”, início e conclusão dos ensaios clínicos com um composto genérica será uma tarefa de significado simbólico e prático tremenda. Neste ponto, o ‘dogma’ que os ensaios da terapia antineoplásica sistêmica não pode acontecer sem o apoio da indústria, suprime o potencial de muitas drogas promissoras que podem não ser financeiramente atraente para os fabricantes de produtos farmacêuticos. Nesse sentido, a avaliação clínica do DCA, além de sua fundamentação científica, será por si só, uma outra mudança de paradigma.

Não posso culpar a indústria por não dar seguimento a este: um ensaio clínico custos de milhões de dólares, e mesmo as panelas DCA para fora, não há lucro a todos a ganhar com isso. Para esta pesquisa, temos de recorrer a apoio da opinião pública (que tenham interesse em melhorar tratamentos do cancro!) E para os cientistas e os próprios médicos, que evidentemente têm um grande interesse pessoal em ver seus pacientes melhoram.

ATP: Como o Corpo Obtem Energia do Açúcar

Atp: Glicólise e Glucose Oxidação

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HUBPAGES

http://hubpages.com/hub/Scientists_cure_cancer__but_no_one_takes_notice

Cientistas curam o câncer, mas ninguém toma conhecimento

Matando o Câncer

 Matando o Câncer

Pesquisadores canadenses encontrar uma cura simples para o câncer, mas as grandes empresas farmacêuticas não estão interessadas. 

Pesquisadores da Universidade de Alberta, em Edmonton, no Canadá na semana passada ter curado do câncer, ainda há uma pequena ondulação na imprensa ou na TV. É uma técnica simples que usa droga muito básico. O método emprega dicloroacetato , que é actualmente utilizado para tratar distúrbios metabólicos. Assim, não há nenhuma preocupação de efeitos secundários ou sobre os seus efeitos a longo prazo.Este medicamento não necessita de uma patente, assim qualquer um pode utilizá-la muito mais barato em relação ao câncer de medicamentos caros produzidos por grandes empresas farmacêuticas. Cientistas canadenses testaram esse dicloroacetato (DCA) em células de humanos, que matou mama, pulmão e células de câncer no cérebro e as células saudáveis ​​deixou sozinha. Ele foi testado em ratos com tumores causados ​​graves; suas células diminuiu quando foram alimentados com água suplementada com DCA. A droga é amplamente disponível e que a técnica é fácil de usar, porque os grandes companhias farmacêuticas não estão envolvidos? Ou a mídia interessada em encontrar esse?No corpo humano existe uma luta contra o cancro natural célula humana, a mitocôndria , mas eles precisam ser acionados para ser eficaz. Cientistas costumavam pensar que essas células mitocôndrias estavam danificadas e, portanto, ineficazes contra o câncer. Então eles se centrou na glicólise , que é menos eficaz na cura do câncer e mais desperdício. Os fabricantes de medicamentos focada em glicólise este método de combate ao câncer. Este DCA, por outro lado não depende da glicólise em vez de mitocôndrias, que desencadeia as mitocôndrias, que por sua vez, combate a células cancerígenas.O efeito colateral disso é também reativa de um processo chamado apoptose. Você vê, as mitocôndrias contêm uma por demais importante autodestruição botão que não pode ser pressionado em células cancerosas. Sem ele, os tumores crescem mais que as células se recusam a ser extinto. Em pleno funcionamento mitocôndrias, graças à DCA, pode mais uma vez morrer.Com a glicólise desligado, o organismo produz menos ácido lático, assim o tecido ruim em torno de células de câncer não quebrar e tumores de novas sementes. As empresas farmacêuticas não estão investindo em pesquisa porque o método DCA não pode ser patenteado, sem que uma patente não pode ganhar dinheiro, como eles estão fazendo agora com os seus AIDS Patentes . Uma vez que as empresas farmacêuticas não desenvolver este aspecto, o artigo diz que outros laboratórios independentes devem começar a produzir esta droga e fazer mais pesquisas para confirmar todas as conclusões e produzir drogas. Todas as bases pode ser feito em colaboração com as Universidades, que terá prazer em ajudar em tal pesquisa e pode desenvolver um medicamento eficaz para curar o câncer.Você pode acessar a pesquisa original para esse tipo de câncer aqui . Este artigo pretende sensibilizar para este estudo, espero que algumas empresas independentes e pequena empresa vai pegar essa idéia e produzir esses medicamentos, porque as grandes empresas não vai tocá-la por um longo tempo.

Alguém com Alzheimer na familia? Leia Isto.

sábado, março | 5 | 2011

Categoria: Cérebro

( Este artigo traz importantes informações sôbre o cérebro e Alzheimer (ver comentários a seguir e outros artigos derivados daqui). A Teoria da Matriz está lidando com o cérebro também e sua opinião por enquanto é:

Existe outro método para obter os mesmos resultados, mais prático e fácil, segundo a Teoria da Matriz/DNA. Ao invés do método reducionista de lidar com uma célula após outra, entre milhões, bilhões delas que formam o cérebro, a fórmula/software da Matriz/DNA  possibilita lidar com o cérebro como um todo, fazendo com que conexões entre seus principais sub-sistemas, como hipocampo, pineal, etc., sejam conduzidos a funcionar como um sistema perfeito. O próprio sistema corrige, muda, desloca, as células disfuncionais. Não quero tirar o mérito desta pesquisa e método, ele tem que continuar, mas o caminho pelas “células tronco” está se mostrando muito dificil, e outras alternativas tambem devem serem experimentadas).

Reprogramming Stem Cells

http://theness.com/neurologicablog/?p=2931

Mar – 04 – 2011

Published by Steven Novella under Neuroscience,Science and Medicine

Just a quick entry today – researchers have coaxed neural stem cells to differentiate into basal forebrain cholinergic neurons. These neurons are important in memory, and are affected in dementias like Alzheimer’s disease.

This represents a core technological aspect of using stem cells – the ability to make them turn into the kind of cells that are needed. It is not the only hurdle to stem cell therapies, however. Researchers also need to get the cells where they are needed, to get them to survive, and to not form cancers or tumors. In some cases it may also be necessary for the cells to form meaningful connections – this is especially true when replacing neurons in the brain.

So while this in an important advance, we are not there yet.

However – stem cells are useful beyond their direct therapeutic potential. The ability to make these specific kinds of neurons can be used in research, where having a ready supply of cells in a petri dish is highly useful. So this technique can accelerate research, even if it does not have a direct application itself.

Also, stem cells (even neuronal stem cells) can be therapeutically useful even if they are not able to make meaningful connections – network with surrounding neurons. Neurons, or more likely glial cells, that are genetically modified from stem cells can be implanted and used as drug delivery systems, or to alter the environment for native cells. This approach could potentially slow, stop, or compensate for various diseases. This application would also be much easier than getting the cells to network – because all they have to do is survive and metabolize, creating whatever substances are desired and dumping them into their surroundings.

The press release for this story also mentions unpublished research in which the scientists have been able to take adult skin cells and convert them into stem cells and then into neurons – skin cells to neurons.

This is certainly an exciting technology. We are just getting to the point where the earliest applications of this kind of stem cell therapy are within sight. But we are not quite there yet – so the public still needs to be aware that stem cell clinics promising to treat ALS or Alzheimer’s disease (not as part of an approved research protocol, but as a paid treatment) are fraudulent and should be avoided.

7 Responses to “Reprogramming Stem Cells”

# Skeptical Atheiston 04 Mar 2011 at 8:57 am

Amazing, thanks. We are living in an important point of history, we are growing more into oneness and love.

Someday a cure for Alzheimer’s disease will be found. And Souls that choose to incarnate on planet earth will be able to accomplish what they came here to do ( to grow into oneness and love) without having bodies that are ridden with cancer, alzheimers and all the other sad diseases.

In the mean time we have to ensure that people afflicted with these diseases are given unconditional love and compassion and always reminded that they are eternal spiritual beings that are temporarily occupying a human body.

Death is not the End, Death is merely the movement from one plane of existence to another.

We will all be embraced by the loving light where we will meet our loved ones again.

Death is not the end. Oblivion is a myth just like creationism.

Life/Love is eternal.

Love and Peace 

# Heinleineron 04 Mar 2011 at 9:21 am

All those others myths are myths, except mine! Hatred is eternal. Hatred and nihilism 

# mrwilson41on 04 Mar 2011 at 10:44 am

For my friends and family who argue with me about the ethics of stem cell research, I usually find they don’t know what stem cells are. I have often referred them to Dr. Greg Forbes hour lecture, which may be found here: http://www.youtube.com/watch?v=1MdIstM057A – Awesome stuff!

# SARAon 04 Mar 2011 at 12:24 pm

I am really curious about this concept of using the cell to deliver the treatment drug. I can’t figure out how that would work. Does anyone know of a quick summary of that idea?

Thank you for the link Mrwilson41, I have also had those conversations. The media coverage seems to have conflated stem cells and abortions in the minds of people who don’t want to look into the subject.

# sonicon 04 Mar 2011 at 4:25 pm

SARA-

this article will probably help.

http://www.stembook.org/node/695

# BillyJoe7on 04 Mar 2011 at 10:50 pm SA,

A little present for you:

“Science is where beautiful theories are killed by ugly facts, or proved by them.”  

( FRASE PARA A MATRIZ)

Well, this present is more like a kick in the knickerbockers.

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Northwestern University

http://www.eurekalert.org/pub_releases/2011-03/nu-hsc030211.php

Public release date: 4-Mar-2011

Human stem cells transformed into key neurons lost in Alzheimer’s

Discovery may lead to new drugs and neuron transplantation for Alzheimer’s

CHICAGO — Northwestern Medicine researchers for the first time have transformed a human embryonic stem cell into a critical type of neuron that dies early in Alzheimer’s disease and is a major cause of memory loss.

This new ability to reprogram stem cells and grow a limitless supply of the human neurons will enable a rapid wave of drug testing for Alzheimer’s disease, allow researchers to study why the neurons die and could potentially lead to transplanting the new neurons into people with Alzheimer’s. The paper will be published March 4 in the journal Stem Cells. These critical neurons, called basal forebrain cholinergic neurons, help the hippocampus retrieve memories in the brain. In early Alzheimer’s, the ability to retrieve memories is lost, not the memories themselves. There is a relatively small population of these neurons in the brain, and their loss has a swift and devastating effect on the ability to remember.

“Now that we have learned how to make these cells, we can study them in a tissue culture dish and figure out what we can do to prevent them from dying,” said senior study author Jack Kessler, M.D., chair of neurology and the Davee Professor of Stem Cell Biology at Northwestern University Feinberg School of Medicine and a physician at Northwestern Memorial Hospital.

The lead author of the paper is Christopher Bissonnette, a former doctoral student in neurology who labored for six years in Kessler’s lab to crack the genetic code of the stem cells to produce the neurons. His research was motivated by his grandfather’s death from Alzheimer’s.

“This technique to produce the neurons allows for an almost infinite number of these cells to be grown in labs, allowing other scientists the ability to study why this one population of cells selectively dies in Alzheimer’s disease,” Bissonnette said.

The ability to make the cells also means researchers can quickly test thousands of different drugs to see which ones may keep the cells alive when they are in a challenging environment. This rapid testing technique is called high-throughput screening.

Kessler and Bissonnette demonstrated the newly produced neurons work just like the originals. They transplanted the new neurons into the hippocampus of mice and showed the neurons functioned normally. The neurons produced axons, or connecting fibers, to the hippocampus and pumped out acetylcholine, a chemical needed by the hippocampus to retrieve memories from other parts of the brain.

Human skin cells transformed into stem cells and then neurons

In new, unpublished research, Northwestern Medicine scientists also have discovered a second novel way to make the neurons. They made human embryonic stem cells (called induced pluripotent stem cells) from human skin cells and then transformed these into the neurons.

Scientists made these stem cells and neurons from skin cells of three groups of people: Alzheimer’s patients, healthy patients with no family history of Alzheimer’s, and healthy patients with an increased likelihood of developing the disease due to a family history of Alzheimer’s because of genetic mutations or unknown reasons.

“This gives us a new way to study diseased human Alzheimer’s cells,” Kessler said. “These are real people with real disease. That’s why it’s exciting.”

Researcher motivated by his grandfather’s Alzheimer’s disease

Bissonnette’s persistence in the face of often frustrating research was fueled by the childhood memory of watching his grandfather die from Alzheimer’s. “I watched the disease slowly and relentlessly destroy his memory and individuality, and I was powerless to help him,” Bissonnette recalled. “That drove me to become a scientist. I wanted to discover new treatments to reverse the damage caused by Alzheimer’s disease.”

“My goal was to make human stem cells become new healthy replacement cells so that they could one day be transplanted into a patient’s brain, helping their memory function again,” he said.

Bissonnette had to grow and test millions of cells to figure out how to turn on the exact sequence of genes to transform the stem cell into the cholinergic neuron.

“A stem cell has the potential to become virtually any cell in the body, from a heart cell to a layer of skin,” he explained. “Its development is caused by a cascade of things that slowly bump it into a final cell type.”

But it wasn’t enough just to develop the neurons. Bissonnette then had to learn how to stabilize them so they lived for at least 20 days in order to prove they were the correct cells.

“Since this was brand new research, people didn’t know what kind of tissue culture mature human neurons would like to live in,” he said. “Once we figured it out, they could live indefinitely.”

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The research was supported by the National Institutes of Health.

NORTHWESTERN NEWS: www.northwestern.edu/newscenter/

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Relacionado a Alzheimer:

Study: Overeating Linked to Memory Loss in Elderly

http://www.wbay.com/story/16926803/study-overeating-linked-to-memory-loss-in-elderly

Updated: Feb 13, 2012 7:46 PM EST

New research shows overeating can increase the elderly’s risk of memory loss.

This new study shows older people who eat 2,100 or more calories a day had more than double the risk of memory loss compared to people who ate fewer than 1,500 calories a day.

And experts say the more calories older people consume, the more likely they are to have what’s called mild cognitive impairment, or MCI.

Doctors say MCI is the transition between normal forgetfulness caused by aging and early Alzheimer’s disease.

Symptoms of MCI sometimes interfere with day-to-day life.

Porque genes de virus estão conquistando os emprêgos dos genes humanos!

quinta-feira, fevereiro | 3 | 2011

Virus & Cometas: Mais indícios para a Matriz/DNA

Cyanophages, cianobacterial virus, são importantes agentes na horizontal transferência de genes entre diferentes espécies de cianobactérias da flora/fauna marinha, os organismos que fazem fotosíntese predominantes nos oceanos. Êste fenômeno de horizontal transferência de genes entre espécies diferentes é pouco entendido mas muito importante nas nossas vidas, e com a maneira popular como explicamos aqui, tôdo mundo pode entender rápido. 

Vertical transferência de genes é o processo normal: pais passam seus genes para os filhos. Mas existe tambem a horizontal transferência de genes: invasores de corpos maiores alcançam o DNA dêstes e adicionam seus genes, ou absorvem genes, talvez. Assim acaba ocorrendo uma grande salada de espécies diferentes compartilhando, trocando genes. Acho que muitas mutações genéticas e muitas doenças hereditárias tem a horizontal transferência de genes como causa, por isso precisamos estudar êste tema com carinho.

Qual seria a fôrça, ou fôrças, da Natureza que provoca êsse fenômeno, ou ao menos que abre oportunidades para isso ocorrer? Existiria algum objetivo maior – da Vida em si mesma, ou de algo mais contido na Vida – por trás dêste fenômeno? O DNA demonstra que faz muitas coisas para se proteger e manter rigorosamente seu código, criando inclusive duas membranas celulares (a nuclear e a celular) como muralhas fortificadas para se proteger contra invasores. Portanto se essa invasão ocorre é porque existem fôrças mais poderosas que a fôrça do DNA. Ou então porque os invasores usam da inteligência e mandaram um presente de grego, um Cavalo de Tróia, que engana o DNA. Na verdade ocorrem as duas coisas: existe uma fôrça mais poderosa, que é a Matriz, e ela utiliza aqui o ardil do “spaghetti”.  

A Teoria da Matriz/DNA diz que sim, que é a Matriz/DNA Universal quem está por trás disso e explica porque. Para entender melhor precisamos ter a figura do software da Matriz que veio do céu, na memória:

DIAGRAMA-SOFTWARE DA MATRIZ/DNA – SISTEMA FECHADO

Os bits-informação (fótons) emitidos pela matéria de um sistema astronomico envelhecido são como os radicais livres e são dispersos no tempo e no espaço. Mas se dois bits que eram vizinhos antes, no circuito de informações de um sistema astronomico, se encontram, digamos, na superficie de um planeta, ocorre a união automática. É como se dois amigos  chineses da mesma cidade imigram separadamente para New York e um dia se encontram. Assim se formam os bairros com diferenças de etnias, como o bairro dos chineses, dos italianos, dos hispanos, etc. Mas se um italiano for morar no bairro chinês que só comia macarrão do tipo miojo e começar a oferecer spaghetti, a população local, com o tempo, pode incorporar o spaghetti em sua cultura. Assim faz um virus carregando genes sofisticados para fotossíntese quando chega na colonia de genes de uma bactéria fazendo sofregamente uma fotossíntese rudimentar. O DNA local, com o tempo, incorpora os genes diferentes e melhores do virus para fotossíntese.

Qual a vantagem disso para a Matriz Universal?

Ora, os bits-informação que vieram da astronomia para a superficie da Terra, eram como genes não-vivos, semi-biológicos, de LUCA – the Last Universal Common Ancestor  de todos os sistemas biológicos, porque LUCA foi o sistema astronomico mais evoluído que existia. E LUCA veio à Terra como um Deus caído, por ter sucumbido às tentações da matéria em que seu aspecto feminino, massa, tem como supremo objetivo o equilibrio termodinâmico (todo cientista sabe disso), e seu aspecto masculino, energia, tem como supremo objetivo o frenesí e ficção obtidos pelas mais longas aventuras nas mais elevadas velocidades. Por isso mulheres apreciam a segurança e conforto de mansões com marido e filhos enquanto homens apreciam aventuras de conquista e sexo. Constituíram assim um sistema fechado em si mesmo, extremamente egoísta, cortando relações com tudo o mais existente no mundo, fechando as portas à sua Evolução.    Mas além e maior que as galáxias existe o Universo, o qual dispõe de um recurso: degeneração, que causa a morte, segundo principio da termodinamica medido pela entropia, a conhecida Lei de Claudius. O que deveria ser um moto perpétuo eterno foi fragmentado em seus bits e canalizados para um novo mundo, mas foram separados, para vizinhos anteriores caírem em diferentes lugares e em diferentes épocas.  Para chineses em New York não chegarem juntos e no mesmo local e construírem um sistema social e uma cidade igualzinha à da China, pois o super-direitista Presidente Bush não admitiria uma cidade comunista dentro dos EUA, certo? Assim o sistema foi reaberto e a espontânea associação ou aproximação entre os genes semi-vivos foi formando tribos ecléticas, sociedades, miscigenação de raças, gerando novos tipos de circuitos diferentes daquele pecaminoso ancestral.

Ora, já detectamos que o trecho do circuito de LUCA, referente à Função 5, que tinha como ferramenta o cometa, aqui no mundo dos micro-organismos se tornou os virus. Os primeiros só continham uma haste do código genético, denominado RNA. Justamente porque o cometa apenas expressa as informações da meia-face esquerda da Matriz, aquela cujo trecho de circuito vai de F2 a F5 ( observe o diagrama acima). Ora, o cometa é lançado do pulsar, ou seja, F5 é lançado de F4. Justamente F4 é quem tem o potencial latente para transformar-se em, construir, a estrêla. Se você fôr um especialista em construção de usina que produz a luz solar, ninguem melhor do que você será capaz de desenvolver usos uteis dessa luz, dessa energia. Usos úteis como a fotossíntese, que é captação e transformação de energia solar. Isso é em que consite os genes especiais do virus: engenheiros de usinas de energia. Quando se misturam com a comunidade local de engenheiros menos especializados de uma bactéria, facilmente deslocam estas de seus emprêgos, pois o patrão DNA quer a melhor usina que êles sabem fazer. Se as bactérias soubessem o que vai lhes acontecer, resistiriam à tentação mandando o spaghetti para o inferno e continuariam com o miojo. Ou seja, suas usinas mais simples.

Esta é uma maneira de usar uma analogia para explicar por que acontece a horizontal transferência de genes entre diferentes espécies e dentro do contexto da cosmovisão da teoria da Matriz/DNA.

E agora vamos ao artigo que me inspirou a escrever êste pois tem algo mais  importante nêle.

PLOS BIOLOGY JOURNAL

Prevalence and Evolution of Core Photosystem II Genes in Marine Cyanobacterial Viruses and Their Hosts

http://www.plosbiology.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pbio.0040234

“Cyanophages (cyanobacterial viruses) are important agents of  horizontal gene transfer among marine cyanobacteria, the numerically dominant photosynthetic organisms in the oceans. Some cyanophage genomes carry and express host-like photosynthesis genes, presumably to augment the host photosynthetic machinery during infection. To study the prevalence and evolutionary dynamics of this phenomenon, 33 cultured…”

O artigo diz: Alguns cyanophage genomes carregam e expressam genes parecidos com os genes da bactéria hospedeira dedicados à maquinaria fotosintética, presumivelmente para otimizar a maquinaria da hospedeira durante a infecção. Êste é o problema da Ciência sem o conhecimento da  Matriz/DNA: coisas inexplicáveis acontecem, mas como não podemos ficar sem opinar uma explicação, precipitamo-nos a divulgar uma explicação que se melhor pensada, não faz sentido. Você acha mesmo que aquêle mero punhado de átomos que é um virus, arranjado como se fôsse uma ilha ( o RNA ou DNA) cercado de água salôba (citoplasma), contendo ao longe uma muralha protetora circular ou pentagonal (membrana feita com proteina), e nada mais…, estaria por aí se dando ao trabalho de carregar um fardo que ele não usa? Porque e para que possuem genes para fazer fotosíntese, se, pelo que sei, virus não faz fotosíntese?! – só mesmo a Matriz/DNA explica isso). E como um punhado de átomos pode prever o futuro,  como pode saber que a bactéria faz fotosíntese, e como pode entender de fotosíntese melhor que a bacéria? Seria o mesmo caso do fazendeiro que planta milho para alimentar porco para comer o porco quando tiver gordo! Ora… tenha a santa paciência! Êsse amigo biólogo quando explica ao filho que Papai Noel existe e vai dar um presente de natal, não está mentindo: êle se esqueceu que Papai Noel não existe.

A explicação do porque os genes da fotosíntese estão no genoma do vírus está explicada acima. Vírus não tem a menor idéia de que êles transportam engenheiros e ainda mais, os melhores engenheiros em usinas de energia. São os engenheiros da Matriz. Os mesmos que conseguiram fazer obras belas e fantásticas como uma Marylin Monroe, um Albert Einstein, ou mais ainda, a cozinheira idosa e gorducha do restaurante que frequento, uma santa e heróica criatura!

No entanto… a Matriz ainda é apenas uma teoria na cabeça de um maluco… não acredite em mim, tenha a explicação como possibilidade apenas, por enquanto. Mas também não precisa me condenar, não é …? Afinal, além de agora você entender o que é “horizontal gene transfer” = chineses largando o miojo para comer spaghetti - você tambem sabe que os biólogos estão acreditando em coisas mais malucas que eu. Abraços…

Louis Morelli

Príon:Proteínas Que Matam

quinta-feira, janeiro | 13 | 2011

Enovelamento de proteína Fig.1

Um príon é um agregado supramolecular acelular, composto por proteínas com capacidade de modificar outras proteínas, tornando-as cópias das proteínas que o compõem. Um prião não possui ácido nucleico (DNA ou RNA). São conhecidas treze tipos de priões, das quais três atacam fungos e dez afectam mamíferos; dentre estes, sete têm por alvo a nossa espécie.Os Priões são causadores de várias doenças, como a ”doença da vaca louca” e a Alzheimer. Todas as doenças supostamente causadas por príons afetam a estrutura do cérebro ou dos tecidos neurais, não possuem cura e são sempre fatais. Portanto é alvo de estudo pela Teoria da Matriz/DNA.

” A prion is an infectious agent composed of protein in a misfolded form.”

Isto significa que temos de pesquisar o que é “misfolded”:Enovelamento de proteínasSegundo a teoria da Matriz/DNA, proteínas são pedaços, regiões, trêchos do circuito da Matriz. Cada diferente região do circuito Matriz executa uma função especifica, através de um mecanismo especifico, e modelando a matéria numa forma especifica. Portanto, proteínas são funções adequadas pada dadas situações. Mas devido à grande quantidade de proteínas (20,000?) e devido às várias mutações sofridas pela Matriz astronomica na sua conformação a sistema biológico, gerando essa enormidade complexidade que não havia na ancestral, acredito que proteínas sejam formadas não apenas imitando sequências exatas do circuito matricial mas sim tambem compondo novas sequências, devido à fragmentação e re-arranjamento do circuito matricial quando em meio terrestre. É este re-arranjamento, na base da “fuzzy-logic” é que produz, ou permite, a complexidade biológica.

Mas existe um outro fenômeno: o enovelamento da cadeia de aminoacido. No circuito matricial a cadeia de informações flue como um fluxo linear, compondo a esfera. Porque houve essa mutação do linear se tornar novelar? Bem, continuemos buscando informações:

“ O dobramento de proteínas (em inglês: Protein Folding) é um processo químico através do qual a estrutura de uma proteína assume a sua configuração funcional. (Ver Fig.1)Todas as moléculas de proteínas são cadeias heterogéneas não-ramificadas de aminoácidos. Ao dobrar e enrolar-se para tomar uma forma tridimensional específica, as proteínas são capazes de realizar a sua função biológica.O processo contrário chama-se desnaturação, onde uma proteína original é forçada a perder a sua configuração funcional, tornando-se uma cadeia amorfa e não-funcional de aminoácidos. As proteínas desnaturadas podem perder a sua solubilidade e precipitar, tornando-se solidos insolúveis.A sequência de aminoácidos especifica duma proteína (ou estrutura primária) condiciona-a a dobrar-se para tomar a sua configuração natural. Muitas proteínas fazem-no espontaneamente durante ou após a sua síntese no interior das células. Apesar destas macromoléculas aparentarem estar a dobrar-se a si mesmas, de facto a sua dobragem depende em grande medida das características da solução que as rodeia, incluindo o tipo de solvente primário (no interior das células é água ou lípidos), da concentração dos sais, da temperatura e das moléculas que a rodeiam  DNA – Estrutura Química.”

Proteína Tipo Beta-Sheet
Proteína Diagrama de Folha-Beta

 Folha-beta é um padrão estrutural encontrado em várias proteínas, nas quais regiões vizinhas da cadeia polipeptídica associam-se por meio de ligações de hidrogênio resultando em uma estrutura achatada e rígida.

Matriz/DNA: estamos observando como a fórmula da Matriz, no seu estágio astronomico, começou a ser reproduzida na Terra a nível orgânico/biológico. O eixo central de cada haste formado de N representa o fluxo linear do circuíto. Vê-se que o sinal/energia que corre o circuito tem  direção, porem são direções opostas: se numa haste de cima o fluxo se orienta da esquerda para a direita, na outra vai da direita para esquerda. Portanto era para se concluir que cada haste represente meia-face da Matriz e que a face inteira está completa. Mas se a face estivesse fielmente reproduzida, a evolução teria parado aqui. Então voltamos ao desenho e percebemos que as as hastes não estão conectadas como acontece no DNA, onde se forma ponte de H entre tôdas as bases. Na proteína (apenas na Beta?) as duas bases R não se conectam.

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Ver: amilóide

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Ver isto:

http://scp-wiki.wikidot.com/scp-008

Description: SCP-008 is a complex prion. Research into SCP-008 is highly classified and primarily aimed at preventing research which may lead to the synthesis of SCP-008 in the distant future. Traits of the SCP-008 prion include:

  • 100% infectiousness.
  • 100% lethality.
  • Transmission through exposed mucous membranes and all bodily fluids.
  • Not airborne or waterborne.

There is strong evidence to suggest SCP-008 itself did not form naturally on Earth, since variants of similar complexity would have displaced much of the ecosystem. In 1959, a short collaborative effort with the USSR to locate G2 sites and eliminate SCP-008 was negotiated following their discovery. The status of SCP-008 in Russian custody since collaboration ended is unknown.

Addendum 008-1: SCP-500 has been found to be able to completely cure SCP-008 even in the advanced stages of the disease.

Description: SCP-500 is a small plastic can which at the time of writing contains forty-seven (47) red pills. One pill, when taken orally, effectively cures the subject of all diseases within two hours, exact time depending on the severity and amount of the subject’s conditions. Despite extensive trials, all attempts at synthesizing more of what is thought to be the active ingredient of SCP-500 have been unsuccessful. 

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Genética: A Matriz tem a solução para o maior mistério sôbre causas das doenças ?

quarta-feira, dezembro | 1 | 2010
Começou uma grande corrida nos anos 90 para mapear o código genético porque se acreditava no famoso lema: um gene mutado, uma doença. Um consórcio entre govêrnos começou o Projeto Genoma mas a meio caminho tiveram notícia que um cara meio louco, Craig Venter, estava tambem no páreo correndo atrás do mapa, uma iniciativa privada. Ganhou Venter, o mapa foi obtido antes do prazo previsto e todo mundo voltou-se para o mapa: agora é só ver cada gene que produz cada doença e acabar com todas elas. Na  cerimonia inicial estavam até o então Presidente Bill Clinton e o Primeiro Ministro Tony Blair, enquanto Venter era o herói do dia. Claro: iríamos acabar com os inimigos da humanidade, como o cancer, a diabete, a anemia, etc. 
 
Mas já se vão dez anos depois do Projeto Genoma e nenhuma droga foi feita para acabar com nenhuma doença. Porque?! 
O DNA é matreiro e aguardava surprêsas: não existe esse negócio simples de um gene produzindo uma doença, mas sim, cada doença é produzida por vários genes formando um grupo. E os 30,000 genes podem formar bilhões, trilhões, de diferentes grupos…
E agora? Voltamos à estaca zero, a coisa era muito mais complexa do que nossa vã filosofia imaginava.
Um perverso vírus, um reles pequeno amontoado de átomos, pode derrubar um ser humano, po-lo na cama gritando de dor por meses, anos, e finalmente mata-lo. Como é o caso da Aids.  É esse o verdadeiro maior terrorista que temos de - por todos os meios - caça-lo e elimina-lo, e não o Bin Laden.
Os cientistas das Ciências Biológicas dedicados ao método reducionista não têm a menor idéia nem de como começar a desenvolver uma idéia para esta caça. Não tem como ver como e quando a força que produz a diabete sai daquele amontoado de 30,000 genes, e que grupo de quais genes são a fonte daquela perversa força.
Estamos definitivamente derrotados? Vamos ser obrigados a ver um amado parente ou uma criança recem-nascida gritando de dor e morrendo sem nada poder fazer? Mas ela não tem culpa de nada, nasceu ainda agora e não pode sequer se defender… 
E ainda tem gente que diz que esse mundo foi desenhado por um Deus de amor…
Mas…
Existe uma possibilidade! A fórmula da Matriz!
Estes genes se reunem em grupos formando sistemas. E só quando existe um sistema existe matéria produzindo algo. E tôda a matéria, portanto todas as moléculas genéticas, tendem a formar um sistema no modêlo da Matriz. Portanto a solução do problema não é mais um caso para o método reducionista resolver e sim para a abordagem sistêmica, visão de conjunto. E nunguem melhor do que aquêles que possuem a fórmula do sistema universal perfeito – o diagrama da Matriz Universal – pode fazer comparações entre os diversos subsistemas que compõem o DNA e encontrar os êrros de duplicação dos genes, as causas de cada doença.
  
Sabendo disso, o que deve estar acontecendo dentre os genes quando produzem doenças?
Vejamos uma analogia. A bala de hortelã é consumida pelo Raimundo  brasileiro da cidade de Araçá, pela filipina Grishik da cidade de Fujitsum, pelo alemão Fritz da cidade de Stonvagen, etc. Cobertura de caramelo é preferido por Joe dos Estados Unidos, por Beth da Inglaterra , por David de Blangadesh… Portanto, a bala de hortelã faz aparecer um grupo – o grupo de consumidores da bala de hortelã – formado por 10 milhões de pessoas esparramadas no meio de 6 bilhões.
Como identificar e isolar este grupo?
O diabete é assim produzido por um certo numero de genes esparramados entre 30.000. O cancer, outro grupo de outros genes…
Mas o DNA é uma pilha de bilhões de tijolinhos, os quais, bem ou mal, são imitações da Matriz. São bilhões de derivados de um sistema-matricial. Do qual temos a fórmula. E a fórmula é dividida em partes, as quais são “funcões”, de maneira que, observando um gene, é possivel saber qual função ele executa em qualquer grupo a que pertença. Ele é uma das sete partes, e identificando-o pela sua função dá para procurar qual outro gene executa as duas funções vizinhas, E tendo três, pode-se identificar a quarta, a quinta… o sistema completo. O grupo que causa uma determinada doença.
Isto é teoria. Teorias podem não valer nada na pratica. Ou podem ser a solução para um problema. O problema aqui é Aids, diabete, cancer, paralisia, trombose, etc…
 
A seu ver, estes “probleminhas” aí em cima, justificam investir algo numa teoria que pode ser a solução?
Não espere pegar um cancer ou uma Aids para responder…
Qual outra alternativa no momento? Ninguem sabe. O que sabem é explicar o tamanho do problema como diz o texto abaixo:
               
“Hoje, um teste de comparação de um gene com outro em uma rede de 5 mil genes analisando dados de microrray leva apenas alguns segundos. Mas, para fazer a correlação de trios, a demora chega a seis meses. Já para comparar quartetos, seria necessário esperar 824 anos. “Isso dá uma ideia de como é inviável sair testando todas as possibilidades de combinação”, explicou Marcondes.”
Texto obtido no site:
Sob o titulo:
E então? Para 5,000 genes, um grupo de apenas quatro vai demorar 824 anos! Então, para 30.000 genes, um grupo de 200 apenas vai demorar 10 milhões de anos. Dez milhões de anos  a mais, com Aids, diabetes, alzheimer, sinozites…
Vamos esperar dez milhões de anos ou vamos sair de bandeira nas ruas em passeata exigindo que imediatamente dêem chance para a Matriz trabalhar?!
Você decide agora. Espero não encontra-lo no Purgatório dizendo que morreu de trilombite cinco anos antes da Matriz descobrir o remédio que cura trilombite.

Alzheimer: Epidemia Suscita Urgente Pesquisa

quinta-feira, setembro | 30 | 2010

A doença que está tendo o maior custo a nivel global? O artigo abaixo diz que sim. A Teoria da Matriz sugerou um enfoque e explicação inédita sôbre esta doença (verificarei se o artigo foi postado aqui) e agora com este alarme vamos retornar ao tema se houver tempo.

http://www.scienceagogo.com/news/20100827191248data_trunc_sys.shtml

28 September 2010
Report reveals enormous global cost of Alzheimer’s
by Kate Melville

Already costing 1 percent of global GDP and growing rapidly, Alzheimer’s disease and other dementias are the single most significant health and social crisis of the 21st century, warns a new multinational report. “This is a wake-up call,” said Dr Daisy Acosta, Chairman of Alzheimer’s Disease International (ADI, the non-profit international federation of 73 Alzheimer associations around the world). “World governments are woefully unprepared for the social and economic disruptions this disease will cause.”The report, “Global Economic Impact of Dementia,” finds that Alzheimer’s disease and other dementias are exacting a massive toll on the global economy, with the problem set to accelerate in coming years. Report authors Professor Anders Wimo of the Karolinska Institutet, Stockholm, Sweden; and Professor Martin Prince, Institute of Psychiatry, King’s College London; say that the number of people with dementia will double by 2030, and more than triple by 2050.

Perhaps more worrying, the costs of caring for people with dementia are likely to rise even faster than the prevalence – especially in the developing world, as more formal social care systems emerge, and rising incomes lead to higher opportunity costs.

“The scale of this crisis cries out for global action,” said ADI’s Marc Wortmann. “History shows that major diseases can be made manageable – and even preventable – with sufficient global awareness and the political will to make substantial investments in research and care options.”

The report uses improved data on low and middle-income countries from the 10/66 Dementia Research Group studies in Latin America, India and China and representative population-based samples from developing countries to better quantify the cost of informal care systems that have previously been excluded from impact estimates.

Key recommendations the authors make include:

  • Governments worldwide should act urgently to make Alzheimer’s disease a top priority and develop national plans to deal with the social and health consequences of dementia. Funding-wise, a 15-fold increase is required to reach parity with research into heart disease, and a 30-fold increase to achieve parity with cancer research. 
  • The scale of the Alzheimer’s problem is a global challenge, the authors contend, which must be addressed as a top WHO priority and on the G-20/G-8 agenda.

“The care of people with dementia is not just a health issue – it is a massive social issue,” said report co-author Martin Prince. “This is particularly true in low and middle income countries which lack adequate systems of formal care.”

Related:
Alzheimer’s breakthrough: A chemical to make brain cells grow
Microorganisms Behind Schizophrenia And Alzheimer’s?
Cell phones reverse Alzheimer’s in mice
Processed foods linked to Alzheimer’s and diabetes

Source: King’s College London

Uma Investigação Científica Digna de Sherlock Holmes

quinta-feira, março | 18 | 2010

Em 1960, 10.000 bebês nasceram horrivelmente defeituosos, sem pernas, sem braços, dedos surgiam ligados aos ombros. Foi um pânico geral. Era uma peste? Seria um novo vírus? A pronta mobilização da Ciência foi requerida pelos govêrnos, a qual descobriu rápidamente o culpado: uma simples pílula que as grávidas tomavam para amenizar os desconfortos da gravidez! Mas principalmente os estudantes podem aprender muito com êsse evento e até decidirem a serem cientistas se entenderem direitinho como é o trabalho dos cientistas nestes casos. Para evitar o jargão técnico, imaginei uma maneira de explicar a atividade científica através de uma história de mistério policial. É o seguinte: 

Certa feita, numa grande cidade, começou a aparecer pessoas horrivelmente mutiladas. Ainda estavam vivas quando eram encontradas, mas sem pernas e braços. A primeira suspeita caiu sôbre o chupa-cabra mas o prefeito não era supersticioso e tomou uma feliz providência: contratou o grande detective Sherlock Holmes para investigar o mistério. Ouvindo as vítimas ele concluiu que tratava-se de um ritual satânico, mas os criminosos, encapuzados, não deixavam pistas. Holmes identificou 18 tipos de religiões na cidade, mas eram tôdas ramificações das grandes religiões, organizadas, ordeiras. As vitimas relataram que eram embriagadas para o ritual com vinho, Holmes mandou analizar o vinho no sangue das vitimas e descobriu que havia apenas uma religião que usava aquela marca de vinho nas cerimônias. Para não citar nomes e ter meu cocuruto escalpelado pelos fanáticos desta religião vou chama-la de CPS49. Pode? Então é CPS49.

Holmes frequentou uma cerimonia na igreja, viu que era tudo limpo e pacífico então concluiu que deveria haver dentro daquela religião um grupo de fanáticos que atuava secretamente como uma seita fechada. Estudando o caso dia e noite como os cientistas da talidomida, Holmes descobriu que tôdas as vitimas tinham algo em comum: tôdas nasceram em Novembro. Porque? Bem, pensou Holmes, novembro é o signo do escorpião, estamos tratando com místicos, então a chave deve ser o signo do escorpião. Então Holmes fêz um levantamento nos cartórios da cidade sôbre todos os cidadãos vivos do signo escorpião, secretamente convocou igual numero de pessoas das outras religiões e pediu que vigiassem atentamente os escorpianos. Não deu outra: no dia seguinte um espia de Holmes deu o alarma que seu vigiado foi sequestrado, seguiram os criminosos até o local do ritual e prenderam todos. A cidade aliviada voltou à santa paz. Mas algo ainda intrigava Holmes: porque escorpianos? Interrogando os réus descobriu estupefato que êles nem tinham idéia que as vitimas eram de escorpião. Eles escolhiam como vitimas os ateus, porque acreditavam que os ateus eram os responsáveis por Deus estar mandando terremotos para o mundo, etc.  Acontece que as pessoas nascidas em novembro eram as mais propensas para o ateísmo (não dizem os astrólogos que os escorpianos são frios, céticos, calculistas?) talvez porque neste mês a lua esteja virada de costas para nós, sei lá. Holmes acertou, errando.

(Raios, porque não fazem um filme com essa história e me pagam um cachê? Tô vendendo o almoço para comprar a janta…). Mas agora vamos ver como essa história é parecida ao que fizeram os cientistas. 

Primeiro óbviamente interrogaram as mães das vitimas sôbre os remédios que tomaram na gravidez, e tôdas tinham algo em comum: tomaram talidomida. Quando a talidomida entrou primeiro no mercado em 1957, na Alemanha, foi aprovada pela medicina publica e considerada tão inofensiva que foi direto para o balcão a ser vendida sem receita médica. Assim como os govêrnos permitem as igrejas de religiões consideradas inofensivas. E a talidomida era uma droga muito eficiente em várias doenças, notadamente lepra e alguns casos de cancers. Portanto, assim como muitas pessoas precisam de uma religião, pessoas precisavam de talidomida. Havia mesmo tratamentos que se a talidomida fôsse proibida, pessoas poderiam morrer. O que fazer? Proibiram a venda sem receita média e como estavam entre a cruz e a espada, não podendo banir definitivamente e não podendo permitir, concluiram que a talidomida tinha ingredientes medicinais benéficos e maléficos, portanto, tinham que identificar os fanáticos da seita, digo, a substância malígna. Em 1960, biológos começaram a injetar talidomida em ratos de laboratório para causarem as deformações. Daqueles experimentos cientistas desenvolveram umas 30 teorias. Alguns achavam que a talidomida danificava nervos do embrião responsaveis pelo desenvolvimento dos membros; outros disseram que a droga leva células nos membros em desenvolvimento a cometerem suicídio; outros ainda suspeitavam que a droga impedia células de produzir proteínas. Mas infelizmente eles não podiam testar estas teorias, pois não conheciam  quais mecanismos produzem os membros, os quais tinham que ser a nivel de quimica molecular, mas nem mesmo sabiam quais moléculas. Tal como Sir Sherlock que não conhecia os agentes e o local dos rituais.

A talidomida por si mesma tornou a investigação mais complicada. Quando uma pessoa toma a pílula, enzimas começam a fraciona-la em pedaços menores, em substãncias simples, chamados “metabolites”. De fato, talidomida é separada em pelo menos 18 metabolites. As 18 religiões da cidade de Holmes tinham cada qual uma diferente estrutura e doutrina, e cada qual interagia com a sociedade com alguma sútil diferença: uma não assistia televisão, outra proibia meias curtas, outra não admitia que se pendurassem sutiãs nos varais… tinha até uma que treinavam seus cães de estimação de maneira que quando iam latir se viravam na direção da catedral. Cada um dos 18 metabolites tem estruturas químicas diferenciadas entre si e cada qual interage com as células de diferente maneira. Isto desanimava as investigações.

A complexidade da talidomida e o desconhecimento de como o organismo produz os membros atrasou a investigação por 40 anos e só em 2006 uma descoberta reanimou os cientistas. O Dr. William D. Figg do National Cancer Institute mais o Dr. Neil Vangerson, biólogo da Universidade de Aberdeen, na Escócia, experimentaram inocular apenas um metabolite em cada embrião de cobaia e descobriram que apenas um deles produziam os aleijados. Era o metabolite conhecido como CPS49. Em apenas alguns minutos após ser injetado, o CPS49 começava a matar as veias do sangue que estavam se desenvolvendo no local onde os membros seriam produzidos. Mas como, e porque as veias? Para atuar daquela maneira os metabolites tem que se atracarem num local e a um determinado tipo de moléculas do embrião. Mas quais?

Procurando a molécula o Dr Hiroshi Handa do Tokyo Institute of Technology foi aos cartórios da cidade e descobriu o signo do escorpião… raios, o que estou dizendo?… o Dr. Hiroshi lançou-se a inumeros experimentos até que enfim, encontrou-a: é uma proteína conhecida como “celebron”. Estava identificada o tipo comum das vítimas. Como Holmes ficou intrigado com o fato das vitimas serem de escorpião, os cientistas tambem foram surpreendidos: até aquela data ninguém sabia que o celebron tinha atuação na formação dos membros, nem mesmo se sabia o que esse celebron faz. O que fazem os escorpianos que desgosta os fanáticos dentro de uma religião? O que faz essa proteína que desencadeia a furia do CPS49, um metabolite maligno dentro da talidomida?

Bem, hoje sabemos que a talidomida inibe a proteína celebron que desempenha função indispensavel no desenvolvimento dos membros do nosso corpo. Ainda não entendemos os comandos e suas fontes no organismo que produzem estas maravilhas que são nossos braços e pernas, mas nos laboratórios a batalha contra a ignorância continua e quando o descobrir-mos, nossos herdeiros não nascerão mais aleijados e terão membros perfeitos. Eu particularmente acho que se os pesquisadores tomassem conhecimento – mesmo que fôsse apenas a titulo de curiosidade - das fórmulas da Matriz, que são os softwares-comando de instruções que a Natureza aplica para produzir a matéria e organiza-la em estruturas, arquiteturas, e sistemas naturais cada vez mais evoluídos, de acordo com a Teoria da Matriz/DNA, as respostas seriam encontradas bem mais rápido. Por enquanto o que vale é que a facção criminosa dentro da talidomida foi encontrada, esse maligno CPS49 pode ser retirado da talidomida para ela continue a curar outros doentes sem efeitos colaterais, o pesadelo das mães grávidas terminou e a Humanidade pode voltar a dormir em paz. Como fêz Sherlock: identificou nas vitimas o celebron, chegou aos fanaticos da seita CPS49, retirou-os do convivio com a sociedade, manteve a religião, que sendo placebo ou não conforta seus fiéis. E se a cidade não tivesse Holmes? E se nós não tivéssemos a Ciência?  

(Obs: Êste texto foi inspirado pelo artigo “Listening to Thalidomide: From terrible side effects, lessons on how limbs form”, por Carl Zimmer, do New York Times – Science Times – de 16/03/2010 )  


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