Posts Tagged ‘economia’

Os milhoes de sem-teto e trabalhador pobre na miseria na America

domingo, junho 9th, 2019

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The Working Poor and Homeless in the USA

https://www.youtube.com/watch?v=kSloUNWK45s&feature=share

Muito triste ver milhoes de compatriotas americanos nessa pobreza. Na minha anormal opiniao, a base de toda essa tragédia é uma so: errada visao do mundo. Enquanto acreditarem na fabula que os humanos vieram de Adão e Eva e não dos animais da selva não se conscientizarão que humanos trazem em si os tres instintos que são causas de toda essa tragédia: o instinto para grande predador, medio predador e presa. Esta situacao em que os ricos insaciáveis ficam mais ricos a custa dos pobres ficarem mais pobre ( relacao entre o valor do trabalho produtivo e o valor da agiotagem do capital) fé pura relacao predador x presa. Se todos os humanos caíssem na real, todos perceberiam que a maior necessidade para o bem de todos é ver em qual dos tres instintos esta sua psique modelada e fazer de tudo para auto-exorcizar-se dele. O s pobres que na maioria o são devido o instinto de presa tem que reconhecer que este instinto é tão pernicioso e maligno quanto os outros dois, pois ovelhas são os bichos mais egoistas que existem, vivem apenas para si so com os olhos dirigidos para a grama que estao pastando e nada querem saber do resto do mundo. Isto os impedem de descobrir que a salvação deles seria se associarem como familia, no trabalho, no consumo, na politica e tudo o mais. Jesus não aprovou esta familia nuclear e sim disse que a meta tem que ser a grande familia universal, esta é a sagrada familia para Ele. Entao quando o pobre arruma um emprego de sol a sol esta satisfeito porque sua indolência em não querer aprender o conhecimento geral estudando mesmo sozinho não lhe faz apreciar o tempo livre para estudar e asim não da valor ao seu tempo o qual da’ para o predador. E tendo seu emprego cega os olhos para os outros que não tem ou estao mal empregados, em nada os ajudando, nem nas suas reinvindicações politicas.  Assim parece ate que seu sofrimento vem para ver se se curam do demônio em si.

A louca caravana do capitalismo selvagem ( vídeo com dados atualizados)

quinta-feira, maio 23rd, 2019

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One brutal sentence captures what a disaster money in America has become

https://www.businessinsider.com/bottom-half-of-americans-negative-net-worth-2019-5

  • This article was based on the research of the French economist Gabriel Zucman, a “wealth detective” who studies wealth inequality and finds the secret money stashes of the richest people.
  • “The bottom half of Americans combined have a negative net worth,” Ben Steverman wrote in a recent Bloomberg article.

E’ absurdo o que esta acontecendo com o outrora aceitável capitalismo que se tornou neste capitalismo selvagem. Dia a dia as duas classe mais ricas estão invadindo e assaltando a renda da classe pobre, desvalorizando o trabalho real produtivo e os sacrifícios humanos neste tipo de trabalho, de maneira que os jovens da classe pobre obrigados em suas necessidades não sentem a menor motivação para entrarem no trabalho com este salario que em nada vai lhes ajudar a progredirem. Por isso estão preferindo ficar parados e até se drogarem. Mas porque isso aconteceu? Culpa da classe pobre e coisas que lhes ocupam a cabeça, como as religiões. Neste vídeo e no livro destes autores se nota que logo apos o fim da segunda guerra, quando a economia começou a se assentar novamente, os pobres tiveram  melhor renda, o valor do seu trabalho compensava. Mas enquanto os pobres ocupavam seu tempo com outras coisas e nada com o seu planejamento economico, se recusavam a se unirem como classe social, os ricos se uniam atras de computadores especulando indices do mercado acionário, etc. e foram formando sua mafia de classe social, o que lhes permitiu aos poucos, sorrateiramente, irem se apoderando de todos os setores de alta rentabilidade e rebaixando o que pagavam aos pobres, numa clara intencao de manter o escravagismo de humanos. Esta atitude continua e cada vez mais agressiva, começando a tocar neste ponto de ruptura onde a reacao dos pobres comeca a se manifestar na forma de boicote ao mercado de trabalho. Hoje nos USA esta aumentando a procura por empregados mas estes estao cada vez mais escassos. Mas… como explicar psicologicamente as duas atitudes, a da classe no topo e a da classe na base? Para isso o humano tem que apagar da sua mente a visao do mundo que ele tem e trocar por outra. Esta outra exige que se retorne as origens da especie humana segundo o que sugerem os fatos naturais, ao inves da crença nas origens humanas criadas pela imaginação mística fantasiosa. Est nova visao naturalista mostra as origens humanas vindo dos animais das selvas e trazendo esta carga genetica animalizada como modeladora da psique em formacao. Ora, na selva o poder surge no meio do estado do caos e carnificina, e é dominado e exercido pela forssa e o tamanho corporal. A forssa criou os tres instintos genéticos, que são as tres classes sociais selvagens: os grandes predadores – como leoes, anacondas, crocodilos, etc – os medios predadores – como lobos, hienas, raposas – e as presas, como o gado em geral. Sendo esta genetica herdada pela espécie humana ela vai formar a psique e nesta inserir estas tres tendências. De maneira que esta psique abstrata tem modelada em si ou caninos abstratos dos grandes predadores, ou orelhas eretas dos medios predadores ou orelhas caídas das presas. Basta ver como leoes tratam seus domínios em seus territorios, como controlam os lobos e dominam os seus rebanhos de presas para entender a psique do 1% mais rico no sistema social capitalista selvagem. Basta ver como lobos e hienas rondam o domínio dos leoes fazendo-lhes o trabalho de evitar a fuga das presas e mante-las trabalhando dia e noite pata transformarem grama em suculenta carne, para entender a psique da classe media no capitalismo selvagem. E basta ver o comportamento das presas – como são igual as outras duas classes, a extrema expressao do egoismo individualista, como deixam seus filhotes para traz para serem comidos quando os predadores vem fazer a colheita, etc, para entender a psique dos orelhas caídas da classe baixa. Tudo isso é demasiado nojento, repugnante, pois cheira a animal, mesmo que tentem disfarçar o cheiro com perfumes e gravatas. Por outro lado, temos que buscar na Natureza e não nas religioes criadas pelos grandes predadores como estrategia de manipulação psiquico das presas, qual o sentido da vida, o significado da existencia do ser humano, a Natureza esta sugerindo. E quando fazemos esta busca, de súbito se realça um fenomeno natural de fundamental importancia no ser humano que não havia, nunca houve nos ancestrais animais: esse fenomeno que denominamos “auto-consciencia”, o qual ninguem tem ainda minima ideia do que seja, apenas sabemos que existe de fato. A auto-consciencia emergindo deste novo órgão criado apenas no cerebro humano que é o cortex cerebral, mostra para onde a Natureza esta conduzindo a especie humana. Para uma nova forma de sistema natural e com nova substancia material muito menos densa que a materia de osso e carne dos corpos fisicos. Muito distante da realidade animal. E`, sem sombra de duvida, algo novo transcendente, que visa descartar o que existe e existiu até agora, rumo a uma nova dimensao da realidade natural, talvez iluminada e revelada apenas pelas outras seis faixas da luz alem da única que vemos hoje, a chamada faixa da luz visivel. mas entao, quando percebemos esta novidade e o proposito desta Natureza, o que deduzimos como guia para nosso comportamento? Sim porque a qualquer coisa neste universo, qualquer forma de vida, apenas resta a alternativa de se sintonizar com o ritmo transformador e o propósito da Natureza, senao está  definitivamente descartado e eliminado, mesmo que essa eliminação demore 100 milhoes de anos, pois a Natureza atua na escala de tempo astronomico de bilhoes de anos, ela não tem a pressa que os humanos tem. Ora, o que devemos fazer está mais que obvio, claro: nos auto-exorcizar-mos dos tres instintos animalescos. Procurar outro tipo de sistema social, ou uma forma de organizacao social que não seja um sistema, refutar tudo o que visa fortalecer o sistema selvagem animalesco atual. Estes jovens sem saberem hoje o que fazer da vida, devem entender que os humanos nascem condenados a produzirem o que consomem porque nada cai do ceu por milagre, mas tem que procurarem formas de trabalho onde não são predadores-patroes nem presas-empregados e sim socios. Juntarem-se com qualquer de suas misérias de qualquer maneira e criarem por si as iniciativas de trabalho em grupo, boicotando o mercado atual. Ou isso ou… by… by… a Natureza não se preocupa, apenas suas transformações passa por cima, atropelando como fez com dinossauros e está fazendo com todas as formas de predadores e depois com o fim do suporte da vegetação na Terra, vai eliminar todas as especies de presas. Não tem como e nem porque pensar em qualquer outro tipo de sistema social dos que foram até agora criados pela humanidade, como a monarquia, o comunismo, o feudalismo, o capitalismo, etc. Não adianta tentar combater a classe no topo ou a classe na base. O foco tem que ser todo evento que revela a presence de algum dos tres instintos, são os instintos que devem ser criticados, boicotados, refutados. Tambem não se deve pensar em atacar alguma classe social ou algum sistema social, pois ataque, agressividade ou inercia é propriedades desses sistemas, e não se deve imita-los nunca. Mas tenha certeza que apenas exercendo a critica que visa o despertar deste atual encantamento animal vai lhe custar pois ela vai ferir emocionalmente o criticado que ainda se acha feito a imagem do divino, seja leao ou capivara. E` o preço a pagar para tentar salvar nossas futuras geracoes do extermínio total devido esta louca maneira de viver e competir atual. E manter-se informado como o sistema funciona socialmente, principalmente nos numeros macroeconômicos, e este guia neste artigo é uma boa fonte de informacao.

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Pesquisa:

Googlar quem é Gabriel Zucman (the French economist Gabriel Zucman, a “wealth detective” who studies wealth inequality and finds the secret money stashes of the richest people.)

Ler: The world is facing an inequality crisis and there is no clear solution

– https://www.businessinsider.com/the-gap-between-the-richest-and-everyone-else-is-growing-2017-8

Salario minimo: O valor correto ao trabalho real não funciona com o capitalismo?

quarta-feira, maio 8th, 2019

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https://www.yahoo.com/news/post-apartheid-south-africa-inequality-still-display-093847300.html

Exigindo correcao do salario minimo:

South Africans feel the party can no longer coast on its legacy of fighting the brutal system of apartheid. Unemployment in the country of 56 million people soars past 25%. Half of South Africans are in households with per capita income of 1,149 rand ($90) or less a month, they wrote, with little chance to change their fortunes despite working hard as maids or security guards.

Exemplo contra correcao do salario minimo:

 Comentario em 5/7/19
Here’s a real world example of government trying to fix income inequality. American Samoa is a US Territory. In 2009, the Democrats pushed through an incremental hike in their minimum wage. They are American citizens, why shouldn’t hey receive just as much for their labor as every other American? Within three years, the Territorial Governor was on the floor of Congress, begging them to undo the damage. After the first incremental hikes in minimum wage, unemployment jumped from 4% to 25%. One of two tuna canning factories (their major industry) left and set up shop in SE Asia. With fewer ships traveling there to support the tuna industry, the cost of commercial products rose 25%. You never hear this concrete example of failure discussed, when raising the minimum wage is proposed as the harmless way to solve income inequality. Another example closer to home…Detroit…and Chicongo, Baltimore, St. Louis.
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OUTROS COMENTARIOS
5 hours ago
Then how would you fix the inequality? I think we should go back to the 50s. When unions were strong and the american dream was real.
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Interessante comentario. Desigualdade é resultado da diferença de culturas ( ou seja, visao do mundo)
12 hours ago
You can not legislate economic equality. This is not a random distribution, but rather more like a long-term game. As with most games there are people who are better than others depending on what skills are needed. When attempting to identify large demographics, culture is often the base factor. Since legislating culture is not acceptable, you simply can’t legislate economic equality.

O exorcismo dos predadores e presas: Bancos denunciados na America

quarta-feira, abril 3rd, 2019

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Preciso terminar de ver este video (THE BANK FRAUD SILVER BULLET), ler este website ( ABOLISH THE BANKERS), ambos com links abaixo, e fazer a apropriada pesquisa. Parece-me um movimento de grande valor na causa sugerida pela Matrix/DNA world view, que e’ a de lutar para exorcizar da genetica e da psique coletiva da humanidade os instintos herdados dos animais irracionais, do maior predador, do medio predador, e da presa.

Pelo que entendi ate agora, os milhoes de americanos que tiveram suas casadas tomadas pelos bancos o fizeram ilegalmente porque, primeiro, que nenhum banqueiro nunca pôs um centavo de seu nos empréstimos que manobraram para os compradores, pois estes empréstimos foram feitos, na teoria, com dinheiro dos correntistas, dos proprios donos das casas, os quais, na verdade, são os verdadeiros bancos. Mas nem o dinheiro dos correntistas foi usado, este dinheiro vai para outros empréstimos em outros lugares. Os bancos inventaram um papel chamado “deposito colateral” e são estes papeis que servem como empréstimos aos compradores de casas. Não existe dinheiro, apenas um papel que e ilegal e nada vale, apenas vale entre os bancos, que trocam entre si estes papeis sabendo da falcatrua.

O movimento menciona ainda que a maioria destes bancos são estrangeiros e pela Constituicao, não poderiam estar agiotando, emprestando dinheiro ( que não existe de fato) na America, mas com isso estao se apoderando das propriedades dos Americanos.

Eu sinceramente não sei como um homem ou uma mulher qualquer da classe media alta para baixo vive concordando e se acomodando com isso, tirando de si e de seus familiares para dá-los como sacrifício no altar a predadores.  E’ preciso, e  principalmente no Brasil, que estes milhoes da classe media alta para baixo se unam, cada um colabore com  dez centavos, ( no Brasil são 180 milhoes nesta situacao, e apenas um milhão de pessoas, dando dez centavos, junta cem mil reais) e montem uma equipe com pessoas ( de preferencia de contadores formados em cursos e escolas simples escolhidos de suas proprias familias e de maneira alguma de familias fora do movimento), para fazerem uma devassa geral na producao e circulação do dinheiro, desde sua saida das maquinas impressoras do Banco Central, para onde vai esse dinheiro quando sai da maquina, como e quantas vezes os bancos e demais financeiras, companhias de seguro, etc., entram nesta circulação, porque o governo manda dinheiro a familias privadas banqueiras e não para bancos publicos onde os 200 milhoes são donos cada um com uma cota igual, etc. esta equipe entao deve se reunir com todos os povos de todas as cidades, bairros, e explicarem como a coisa esta’ funcionando.

Esse povo chega a ser irritante, vendendo seu trabalho, dias apos dias sem ver a luz do sol, quando deveriam se unirem, montarem suas unidades de producao e serem ócios ficando com todo produto de seu trabalho. Mas isto acontece porque o cerebro ainda tem o medo e o comodismo das presas, os quais paralisam e impedem estes cerebros de darem o próximo passo evolutivo, no qual o cerebro se ocupa com o mais longe, alem dos quintais da casa e do proprio umbigo, e assim passam a ver, a observar o sistema social que eles e seus vizinhos estao obedecendo, a questionar este sistema social, quem o criou, porque, com quais interesses, e porque alguem mais seno eles tem de criar o sistema social, as regras econômicas, politicas, judiciarias? Isto seria mal tambem pois entao, ao vez do regime dos predadores, teríamos o regime das presas, o qual e igualmente erradio, auto-suicida, anti-evolucionario. Mas deveríamos apoiar e incentivar tal movimento porque o outro lado do mal esta no pod e para expulsa-lo, e` preciso antes enfraquece-lo. Mas ao mesmo tempo que se os apoia, tem-se que mudar sua cabeca, para que não se transformem em predadores tambem no poder, ou não eternizem o poder das presas. E` quase impossivel fazer isso porque somos poucos, e quando penso nisso, tristemente chego a uma conclusão:

“Nada mais vai mudar a especie humana senao o despertar da vontade de mudanca brotando de dentro de cada individuo. Pelo que tenho observado desta Natureza, no meu curto tempo de existencia e com os poucos dados que tenho conhecimento, existe um processo natural de evolucao, que apresenta tendências, como partir do mais simples indo cada vez na direcao do mais complexo, e saindo do caos inicial como o fluxo da ordem, a qual, depois de estabelecido leva ‘a transformação, a transcendencia da forma das especies. Mas este processo de evolucao e muito lento par os apressados humanos, pois e um processo universal, astronomico, e opera na escala do tempo astronomico. Entao nada mais resta senao tentar acreditar que este processo existe, que ele e assim como o entendi, e aguardar com tolerância e muita paciência a Terra fazer suas mudancas em milhares ou milhoes de anos… mas enquanto for vivo vou estar lutando para acelerar este processo, vou estar combatendo estes instintos, vou estar incentivando as pessoas a se exorcizarem deles”

THE BANK FRAUD SILVER BULLET

https://www.youtube.com/watch?list=PLG2-R8lTSHwCJuLWnealSCsmWis17QGWr&v=rp2DwSxsGrA

Atuacao dos predadores humanos: o assalto aos bens sociais

quinta-feira, fevereiro 7th, 2019

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A meu ver tem varias falhas no video se for pensado para educar, informar o povo iletrado, os jovens desinformados. Palavras abstratas como liberalismo, mercado, financeiro, etc, sem demonstrar os objetos reais e seus movimentos tornam a mensagem ineficaz. Citar que as culpas são dos homens que ocupavam cargos publicos, como os presidentes, e esconder os nomes das pessoas que pagavam estes laranjas, os que no fim lucraram com os assaltos nas privatizações. As pessoas assaltadas tem que lutarem contra as pessoas assaltantes, as quais tem que serem identificadas, e não contra palavras e conceitos abstratos, ideologias, etc.

Liberalismo Clássico: Analise pela perspectiva de um despossuído

domingo, maio 27th, 2018

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https://en.wikipedia.org/wiki/Classical_liberalism

Despossuído e’ o individuo nasceu sem os recursos para a sobrevivência normais da maioria. O que cresceu na rua casa e pobreza, sem casa e família, e o autentico despossuído ainda nasceu com uma genética mais distante da genética do ancestral animal, que modelou uma psique sem as forças da competição ou acomodação pela sobrevivência, ou seja, sem os instintos para grande predador dos leões, dos médios predadores como lobos e hienas, e para presas como as ovelhas e gado em geral, e com isso assim tendente a rejeitar e combater todos os indícios de instintos animalescos nos humanos. instintos.

Liberalismo, comunismo, capitalismo, monarquia, etc., são para o despossuído palavras abstratas criadas por conveniência de ideologia e discurso, a serem evitadas e combatidas, pois desviam atenção e portanto as soluções dos fatos aqui e agora para o reino da imaginação, do pensamento abstrato. São palavras criados pelos dominantes para justamente desviar a atenção dos capatazes médios predadores e das presas dos seus privilégios sobre os fatos. Mas como e’ impossível iniciar qualquer tentativa de debate com seres humanos sem que eles de inicio mencionam estas palavras, mesmo que não se caia na sua armadilha e recuse-se definitivamente a aceitar e saber definição de tal palavra, o despossuído tem que tentar conhecer o contexto do raciocínio do orador sobre estes nomes. Portanto, aqui vai um inicio de estudo (pelo link acima do Wikipedia):

Classical liberalism is a political ideology and a branch of liberalism which advocates civil liberties under the rule of law with an emphasis on economic freedom. Closely related to economic liberalism, it developed in the early 19th century, building on ideas from the previous century as a response to urbanization and to the Industrial Revolution in Europe and the United States

Eu: Liberdades civis sob regras da lei com enfase na liberdade econômica. Bem, ate’ agora não disseram nada, continuam na abstração como prosseguimento do nome abstrato. Liberdades civis sem listar quais e constatar que funcionam igualmente para todos; regras da lei, sem especificar quem fez estas leis e leis em relacao a que tipo de sistema social; e liberdade econômica sem especificar como sera’ o ponto de partida dos competidores, como são e quais são os recursos iniciais iguais para todos, não tem qualquer significado.

Desenvolvido nos inícios do seculo 19 ( sim, estamos no Brasil e nao no latim romano, e’ 19 mesmo), como prosseguimento de visões dos seculos anteriores, predominantemente ruralista, feudal, mas como uma mutação para adaptação ao surgimento da urbanização e revolução industrial. Bem,… quem dominou durante o feudalismo foram os instintos a grandes predadores pelo meio da força armada bruta ocupando o mais vasto território possível, que recrutava dentre as presas os nascidos mais fortes que eram guindados a capatazes das presas.  Somente os grandes predadores podiam e constituíam mafias porque tinham tempo e recursos para reuniões entre si e evitavam as desvantagens de se confrontarem ( a tao cantada competição e’ para os que estão abaixo de nos, não entre nos), unindo forças para mutuamente defenderem seus territórios e posses. Portanto foram eles que planejaram e escreveram o “liberalismo clássico” quando tramaram como estender seu poder de território para o poder nas cidades, e dominar o lucro da industrialização. Para isso precisavam disciplinar os urbanos e com isso escreveram as leis. As cidades eram vistas como extensão de seus territórios e industrias, e como faziam com as industrias, delegando a administração a seus capatazes, era preciso criar este grupo delegado para aplicar as leis e administrar as cidades, os estados, com isso criaram os governos, ou seja, seus grupos administrativos executando suas ordens. Liberdades civis era uma maneira de maquiavelicamente iludir as presas de que não se tratava de escravagismo explicito e ao mesmo tempo uma forma de deixar os comportamentos da sua esfera no status social fora daquelas leis dirigidas `a plebe.

Vamos vendo que o instinto predador existe e domina, porque existe do outro lado o instinto de presa, evidenciado quando humanos se sujeitaram a entrarem de madrugada numa esteira de produção em serie tal como as robóticas ovelhas que passam o dia pastando e mais nada, e ali ficarem com cérebros imoveis ate o entardecer.

As regras das leis, ou leia-se, as constituições dos estados escritas pelos grandes predadores com intuito de proteger, manter os custos e ampliar as suas posses sugando as presas. Portanto não podia haver Liberdade econômica, já que o Estado começava totalmente viciados, um jogo de cartas marcadas, uma maratona onde alguns corredores se posicionavam em pontos de partida quilômetros a frente da maioria dos corredores. Mesmo considerando a inercia comum do gado, não daria para entender como os corredores posicionados atras podiam aceitar participar daquele jogo e sendo a maioria não partissem para cima dos grandes predadores, porem o simples fato de que poucos grandes predadores, mais um pouco maior de dominados médio-predadores armados, formavam uma mafia, enquanto a grande multidão da plebe super individualista e negligente não formava mafia para se defender e contra-atacar. Assim o planejamento do novo mundo aconteceu sem que a população de súditos tivessem qualquer conhecimento de que estava se desenvolvendo um plano para dirigir suas vidas.

Classical liberals believe that individuals are “egoistic, coldly calculating, essentially inert and atomistic”[9] and that society is no more than the sum of its individual members.

Sim, indivíduos ainda num estado evolutivo muito recente próximo dos ancestrais animais irracionais com o instinto para presas, são realmente assim ( apenas esqueceram de inserir nos “individuals”, eles próprios, pois o predador não e’ inerte a curto prazo). Mas ter por base esta constatação de um estagio provisório da evolução para justificar, manter e conservar o sistema social montado para lhes prover de privilégios, e’ a velha tática dos grandes predadores conservando seus domínios que vem da genética animal irracional. Trata-se de pintar a realidade do que e’ o humano hoje, e baseando-se neste quadro, planeja-se o tipo de governo que pode governar esse tipo de humano mantendo-o eternamente exatamente como ele e’. Se existe aqui já alguma noção de que coisas não podem ser eternizadas porque existe a evolução, rapidamente eles distorcem o conceito de evolução para acreditarem que ela se aplica a eles apenas e não `a rude e sem cérebro plebe. Assim, as regras da lei devem considerar essa necessidade dessa manutenção ao mesmo tempo que deixa uma brecha para as adequadas liberdades civis dos grandes predadores que ficam livres para mudaram-se – seja qual for o custo do ônus a cair sobre as presas – `a media que evolui seu progresso.

A cosmovisão da Matrix/NA sugere que não – a plebe não esta isenta da força da evolução – que somos 8 bilhões de unidades especificas de informação que são necessárias para o proposito da evolução. Assim, o grande meio universal caminha numa direcao enquanto estas sociedades humanas caminham desviadas ou em sentido oposto. Co o meio natural universal tem realmente a força, `a medida que o meio vai mudando pelo processo da evolução essas civilizações se tornam um cisco no seu caminho, e de alguma forma o cisco, a civilização, sera atropelada e destruída pela Natureza. E’ o que tem acontecido com todas as civilizações anteriores e seus mentores, os grandes predadores extintos com suas famílias.

Classical liberals agreed with Thomas Hobbes that government had been created by individuals to protect themselves from each other and that the purpose of government should be to minimize conflict between individuals that would otherwise arise in a state of nature. These beliefs were complemented by a belief that laborers could be best motivated by financial incentive. This belief led to the passage of the Poor Law Amendment Act 1834, which limited the provision of social assistance, based on the idea that markets are the mechanism that most efficiently leads to wealth. Adopting Thomas Robert Malthus‘s population theory, they saw poor urban conditions as inevitable, they believed population growth would outstrip food production and they regarded that consequence desirable because starvation would help limit population growth. They opposed any income or wealth redistribution, which they believed would be dissipated by the lowest orders.[11]

Esta afirmação de Hobbes e’ mentirosa, a teoria nunca foi aplicada na pratica em sistema social nenhum. Na pratica os governos foram criados não proteger os indivíduos uns contra cada outro, mas sim para proteger um grupo minoritário, seu poder e suas posses, que domina sobre a maioria. Todos os exércitos e policias foram criados pelos dominantes e são controlados de maneira que sempre se levantaram contra os 51% da população para defender a minoria no poder. Planejaram que conseguiriam maior produtividade de alguns trabalhadores dando-lhes uma propina sobre seus grandes lucros e para obrigar os trabalhadores a desejarem e buscarem avidamente esta propina extra era preciso criar neles motivos de necessidades de dinheiro, o que era diminuído pela assistência social. Sim, o comercio protegido pelas leis e livre pela moral sem-moral leva a mais riqueza dos proprietários estabelecidos. A constatação de Malthus e’ a afirmação do obvio que se observa no meio animal irracional. Mas como humanos – mesmo em relacao as presas – já possuem alguma evolução em relacao ao irracional absoluto, uma emergência de racionalidade, muitas seriam as soluções para evitar dentre humanos os efeitos dentre os irracionais. Quer dizer, se houvesse uma vontade de acordo com os desígnios evolutivos da natureza e não de acordo com o conservadorismo predador. Então para estes predadores era boa e desejável noticia que a fome diminui estas populações de humanos. O que significa que deve-se planejar os ciclos de aplicação deliberada de não fornecimento do alimento.

Tambem esta’ correta a observância de que a pura e simples distribuição da riqueza dentre a plebe seria um constante dissipar ate a exaustão de qualquer riqueza. Alias, os predadores são hábeis em descobrir na natureza as leis que lhe são vantajosas. Acontece que tanto no caso da super-população quando no caso da administração da economia, em relacao a uma especie que apresenta sinais emergentes do racional, a solução deve vir da própria natureza, já embutida no seu proposito evolucionário. E de fato esta’: a solução e’ o conhecimento do que ocorre com os animais em super-populações e do que ocorreu na historia da humanidade quando especies ou grupos dissiparam os recursos. Se isto funcionou com o predador recém-racional tem que funcionar com a presa recém-racional. Mas os predadores encobriram e esconderam estas lições dos olhos da plebe, quando lhes negou a instrução escolar e os encaminhou para dentro do ambiente artificial das fabricas sem ver a luz do sol e portanto sem descobrir mais elementos da natureza. Adiciona-se a isto o fato de cercear todo tipo de lazer ao escravo plebeu com excessao da posse do macho sobre sua fêmea, lazer este que carreou para si todas as energias suprimidas pela ausência dos outros lazeres. para a humanidade evoluir em sincronia com a evolução do resto da natureza e’ preciso que aqueles que subtraem energias de outrem e pode caminhar mais livre na frente e portanto vai sendo o primeiro a descobrir as novidades do ambiente, ao invés de ocultar estas novidades da caravana que vem atras deve informa-la. Nisto consiste o sistema educacional da sociedade. Os instintos irracionais herdados dos animais também vão sendo exorcizados pelo processo educacional, o qual deve vir junto com a folga econômica das necessidades básicas para se efetivar. Tudo isso e’ evitado pela estrategia de se opor a distribuição igualitária das rendas e riquezas. E cega-se ao fato que mesmo sendo sempre em menor numero, os gastos de cada individuo grande predador em supérfluos e’ uma dissipação considerável da produção humana. A meu ver, a concentração da renda e propriedades nas mãos de poucos grandes predadores dissipa tanto a economia global quanto a distribuição igualitária, porem, tem um resultado evolutivo pior. Façamos um rude e breve calculo:

Cada grande predador consome anualmente o dinheiro equivalente ao que consome 1.000 famílias de pobres. Calculando cada família de pobre como tendo 5 elementos, isto significa que cada grande predador consome igual a  5.000 pobres. Dividindo-se os 8 bilhões de habitantes do planeta por 5.000 pessoas, teríamos a metade do produto total da humanidade gasto por 1.600.000 indivíduos que constituem o 0,01%. Estes um milhão e seiscentos mil gastam a mesma quantia que os 7,99 bilhões restantes ( por favor, esqueçam as exceções, como por exemplo, o Bill Gates, ao contrario do Buffet, não veio da genética dos grandes predadores, e’ exceção). O que significa no presente estado da humanidade que esta tem a metade de sua riqueza dissipada, transformada em pó, lixo, valores imaginários supérfluos. Claro, não contamos aqui os gastos dos médios-predadores, porem isto não tem importam cia porque eles estão inseridos na metade contabilizada aos pobres.

Então no caso da concentração da renda verifica-se que o numero de pobres aumentou, em progressão geométrica, enquanto o numero dos bilionários também cresce, porem, em menor passo, numa progressão aritmética. Se houver igualitária distribuição supõe-se que o numero de pobres vai aumentar pelo mesmo motivo reprodutivo e mais ainda porque puxa ricos para o numero dos pobres. Mas esta suposição pode ser uma falacia. Dentre os pobres, as presas, existe na maioria um limite físico automático inserido na psique destes indivíduos, que e’ os limites das necessidades de luxuria supérflua mais o instinto de sobrevivência futura, ou de criacao dos filhos, que estimula uma poupança. Tudo depende da disponibilidade e ação de uma educação férrea, quase imposta, no sentido de exorcizar o instinto de presa liberando espaço na psique para a evolução intelectual. de qualquer forma, se esta teoria não funciona, o certo e’ que a concentração da renda nas mãos dos poucos grandes predadores e’ condenação certeira `a destruição do sistema social, como provam todas as outras quedas das civilizações anteriores que foram por esse caminho.

Bem, ai’ esta’ desenhado um escopo geral muito resumido da analise do despossuído, cada destas asserções podem ser desdobradas em fatos e exemplos num debate com liberalistas.

Um exemplo: Nota-se pela fala dos grandes predadores que eles tem uma tendencia a terem maior prazer que a plebe com as belezas e benesses da natureza, e com isso a preocupação a nível inconsciente com a questão ecológica, o que leva `a suspeita que a crescente onda de inserção da ecologia nas escolas seja perpetradas por eles. Porem, as madames do bilionário Up Town de New York concorrem ferozmente entre si para conseguirem uma bolsa da Birkin, da Herme’s francesa, a qual tem uma estrategia ou pela falta de artesãos capacitados em manter restrita produção, o que reprime o consumo e por isso alcança os exorbitantes preços de oito mil dólares ate’ 150 mil dólares (veja o livro ” Primates of Park Avenue”). Acontece que estas bolsas são confeccionadas com peles de animais, como crocodilos e calandros, um claro atentado contra a preservação ecológica. Isto ‘e demonstração de que o instinto insaciável do grande predador e’ o cavar de seu próprio tumulo, como aconteceu a corte de :Luis XV, que sabia que seus pescoços estavam indo para a guilhotina porem não paravam suas orgias palacianas explicando que ” sabemos o que nos ameaça porem o que vamos fazer, senão conseguíssemos conter nossos vícios?”

 

Crise no Brasil: A Causa Profunda e Desconhecida – Mensagem da Matrix/DNA

domingo, outubro 30th, 2016

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Postado no Facebook em 10 (Out)/30/2016

Louis Charles Morelli
Eu penso que…

A atual crise no Brasil ( e eterna no mundo) não seja uma punição de deuses a um povo erradio, nem apenas produto do animalista instinto para predador dos aristocratas do Brasil. Esta crise e’ simplesmente o efeito normal, inevitavel, do eterno fluir da longa cadeia de causas e efeitos naturais que comecou com as origens deste mundo. Vou explicar:

Nesta semana passada estive envolvido na pesquisa de um fenomeno natural alardeado no meio cientifico: a descoberta de algo mais sobre o mecanismo do DNA corrigir seus erros na reproducao para evitar que nascam defeituosos. E como sempre, vi algo mais do que os cientistas neste fenomeno, porque eu tenho a formula da Matrix/DNA e eles nem a conhecem.
Pois a crise no Brasil e’ produzida pelo mesmo mecanismo que o sistema social humano herdou do mecanismo em seu sistema genetico.
Os sistemas naturais – como o atomo,o genetico, o social humano – sao feitos de um circuito esferico que funciona como um canal dentro do qual flui a sua energia carregando seus bits de informacao. Este fluxo passa por todas as partes do sistema. Ora, tambem acontece que estes sistemas possuem uma identidade propria, uma especie de mente em relacao ao nosso corpo, que apesar de ser abstrata, invisivel, ela tem uma forssa (sei do erro, mas meu teclado nao fala portugues) que pode mover e dirigir nosso corpo segundo a vontade dela. Esta identidade e’ formada pela soma de todas as informacoes de todas suas partes, mais as informacoes que surgem das interacoes entre estas partes e – no caso dos sistemas abertos – das relacoes entre estas partes e coisas do mundo externo.

Entao, o fluxo flui dentro de um canal estreito, esferico, para o sistema funcionar bem. Acontece que algumas perturbacoes fazem com que particulas deste fluxo se desviem e tentem sair fora do fluxo. Ora, alem de prejudicar, de causar dores no sistema, se isto continuar o sistema morre. Entao a identidade do sistema e’ como um template, uma forma de fundo, que tenta obrigar a forma do fluxo ser igual a ela. E agora vamos chegar a causa destas crises sociais.

Os humanos brasileiros se comportam sempre saindo fora do fluxo. Isto porque a meta suprema da nossa existencia imposta pela Natureza imediata e’ ser parte de um ser que reproduza nosso ancestral e criador – o sistema astronomico que nos envolve e dentro do qual, a forma de sistema biologico, ou seja, a vida,  emergiu –  assim como nossos pais sao nossos ancestrais e criadores. Entao somos objetos de reproducao de algo que não e’ humano, e sim algo que vai abranger a totalidade desta biosfera terrestre. Somos meras partes, pessas.

Ora, a identidade de sistemas precisa que todas suas partes se conectem sob as regras deste processo de reproducao. E os brasileiros – diferente dos Americanos, por exemplo – sao rebeldes a essa conexao. Essa interatividade entre partes, individuos, se realiza pela associacao dos individuos, formando grupos maiores, que serao partes maiores do sistema. Mas os brasileiros se recusam a associarem-se ate dentro da propria familia, muito menos com os vizinhos do seu bairro, menos ainda com os confrades cidadaos de suas cidades. E quanto pior em termos de pais, de nacao. Enquanto nos USA – e a maioria dos paises ricos – existem associacoes para tudo ( associacao dos com bigodes, dos sem bigodes, dos veteranos de guerra, dos motoristas da Uber, das maes e esposas da cidade, etc.), a maioria dos brasileiros nao pertencem, nao formam, associacao alguma. Isto revela o grau de egoismo individualista de um povo.

Entao, a formula da Matrix, a identidade do sistema social brasileiro, que e’ uma criacao natural, atua como o mecanismo de auto-cura do DNA. Ele se agita, estrebucha, se sacode todo, tentando montar e controlar o fluxo das particulas individuais correndo em suas veias, e seus efeitos sao sentidos pelos humanos nas bases dos processos que mais os afetam, como a economia, que se relata aos bens materiais que sao necessarios as suas sobrevivencias.

Os 5.000 aristocratas do Brasil se associam numa mafia para prejuizo da nacao, pois funcionam como um buraco negro da economia, retirando os produtos economicos do pais para levar as suas posses na Europa. A classe media se associa apenas quando seus privilegios ( principalmente como maioria de funcionarios no setor publico) diminuem e ai derrubam os PTs da vida, mas nunca enfrentam os grandes predadores aristocratas. E o povao… estes nao tem a minima consciencia de sociedade, e’ cada um para si e salve-se quem puder. Mas a Natureza flui e de qualquer maneira impoe suas regras, e estas exigem a associacao entre as partes dentro do fluxo geral. O ser ancestral que esta sendo reproduzido aqui era – e ainda e’ – a maquina mais perfeita que a Natureza conseguiu montar, tanto que esta maquina funciona em sincronia com os relogios, uma sincronia eterna. E esta maquina, para ter um baby que a reproduza, apenas o tem quando suas partes estiverem perfeitamente associadas como uma maquina.

Nao devemos permitir que nos tornemos partes de uma maquina, principalmente quando conhecemos o destino desta maquina, que e’ a degeneracao e morte. A “Queda”, da qual somos os atuais resultados. Temos que trilhar um destino a revelia do que quer nosso criador. Mas isto tem que ser feito com inteligencia. Nos precisamos da biosfera terrestre funcionando perfeitamente como uma maquina. Nos libertar do trabalho escravo rotineiro, dos instintos herdados dos animais, dos seres que causam nossa doencas mortais, etc. Nos temos que ir na direcao do ” Admiravel Novo Mundo” previsto por Huxley. Mas nisso entra nossa inteligencia: nossos corpos continam sendo levados pelas regras do erradio criador, mas nossas mentes, nao! Se quisermos, o criador jamais pora’ suas patas sobre nossas mentes. Pois ele nao tem mente, consciencia, nao sabe o poder destas coisas. Estas coisas estao vindo de algo alem do criador imediato, e temos que nos abrir-mos para sua acessibilidade, e manter-nos firmes para continuar sobre seu controle.

Entao os brasileiros tem que associarem como individuos, prinicpalmente nas atividades de suas necessidades basicas, que e’ sua economia. Os Americanos fazem isto quando cada cidadao, depois de conseguirem sua poupanca basica, investem cada dolar comprando acoes de suas corporacoes. Assim se associam economicamente. Mas eles criaram estas corporacoes  e entre eles, se repartem os lucros destas corporacoes. A partir de iniciativas individuais ou de vizinhos de bairro. Enquanto os brasileiros continuarem resistindo a montarem a rede de conexoes que estruturam os sistemas naturais, como o social humano, os individuos sao particulas desviadas do fluxo natural, e como faz o DNA dentro de nossos sistemas celulares, ele se estrebucha, se contorce, distorce, mas acaba expulsando ou se impondo sobre as particulas desviadas e retorna a ser a formula que o construiu. Nesta reacao da identidade do sistema, as particulas as sentem como crises.

Procurem seus familiares e procurem como se associarem nas atividades do trabalho economico. Depois procurem as familias vizinhas e expandam-se como grupo. Depois procurem os cidadaos de sua cidade, de seu estado, de seu pais e estejam prontos para fazerem parte da grande e sagrada familia universal, aquela sonhada por aquele pobre carpinteiro mas que com essa ideia se revelou o mais sabio profeta e genio dos homens: Jesus Cristo!

Bitcoin: Novo Paradigma Afetando o Sistema Social – Deve ser Pesquisado

quarta-feira, janeiro 13th, 2016

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Bitcoin : parece que e’ um novo tipo de moeda simbólica, digital que flue através da Internet. O artigo diz que ela esta revolucionando a economia, a maneira como se faz comercio, e ela esta trazendo uma mudança de paradigma. Em vista disso interessa a Matrix/DNA estar informada sobre bitcoin e tentar uma visão sistêmica abrangente em como sera o novo paradigma.

Bitcoin’s Bold Experiment: A Goldmine for Economic Researchers

https://medium.com/mit-media-lab-digital-currency-initiative/bitcoin-s-bold-experiment-a-goldmine-for-economic-researchers-d3b5e6af8007#.erv1b14jd 

Esta’ a Economia Construída Sobre Um Monumental Equivoco?

sexta-feira, novembro 20th, 2015

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Muito bom artigo, comparando o sistema econômico humano atual com sistemas e evolução biológica, projetando a Matrix/DNA nas ciências econômicas, merece ser aqui traduzido:

Is Economics Built On A “Monumental Mistake?”

http://bigthink.com/errors-we-live-by/self-organization-in-biology-vs-economics-darwin-vs-smith

This is diablog 8 between David Sloan Wilson (DSW) and me (JB).

Este e’ um diablog ( diablog sao pullquotes da BigThink que diferencia dialogo de debate. Debate e’ quando os participantes tentam impor suas tendencias particulares e dialogo e’ quando os vários participantes com suas varias diferentes teorias tentam selecionar o melhor de dada uma e construir uma teoria final), 8 entre David Sloan Wilson (sigla DSW. David e’ o líder do Evolution Institute) e eu (sigla JB):

1) JB: You’ve called an idea that’s cherished in economics “a monumental mistake.” Specifically, the belief that Adam Smith’s “invisible hand” ensures markets self-organize for the best overall outcomes.

1) JB: Você tem definido uma área que e’ idolatrada em economia ” um monumental erro”. Especificamente, a crença de que a “mão invisivel”, por Adam Smith, assegura que os mercados se auto-organizem para o melhor beneficio de todos.

2) JB: Biological self-organization — Darwin’s “invisible hand” — often delivers disaster. What can self-organization, or spontaneous order, in biology teach economics?

2) JB: A auto-organização biológica – que ‘e a “mão invisível” segundo Darwin, geralmente produz desastres. O que pode a auto-organização, ou ordem espontânea, da biologia ensinar para a economia?

3) DSW:  Self-organization isn’t intrinsically good (it can be functional or dysfunctional). 4) DSW: It is indeed a monumental mistake to think that unbridled self-interest will robustly benefit the common good. Instead, it can cause dysfunctional self-organization. 5) DSW: Nevertheless, biology provides breathtaking examples of invisible hand self-organization.  Multicellular organisms and social insect colonies work beautifully as multi-agent societies without their members having the welfare of their society in mind. We can say that confidently because cells and insects don’t even have minds in the human sense! 6) DSW: Self-organization leads to group-functional outcomes in these examples because the group is the unit of selection. Lower-level behaviors that work well
at the group level are winnowed from the much larger set of behaviors that don’t work. But when biological systems are not units of selection, e.g., most ecosystems, they don’t function well as units, as you correctly say.

7) DSW: Like bodies and beehives, human groups function well to the degree that their properties have been winnowed by between-group selection. [Friedrich] Hayek saw this evolutionary aspect of economics, but few understand it correctly.

8) DSW: The bottom line: Spontaneous order worth wanting is possible, but it must be selected. That sounds contradictory, but it makes perfect sense, evolutionarily.

9) JB: I get that that’s how it works in biology. But economists, despite sometimes using biology-like language, are mainly physics-like thinkers. And spontaneous order in physics isn’t “selected.”

10) DSW: You’re right. Economists will never get it right until they switch their mentality from physics to evolution (see Newton pattern vs. Darwin pattern).

11) JB: Robert Frank’s The Darwin Economy distinguishes two “invisible hand” types. Sometimes individual incentives combine to generate good group outcomes. Sometimes they undermine group goals. Bad invisible hands create spontaneous disorder, which local incentives can’t cure (see Markets Dumb As Trees?).

12) DSW: Exactly. Incentives are like mutations. For every one that works, many are counterproductive.

13) JB: Smith’s invisible hand claims selfish incentives have the unintended consequence of group-level benefits. But Darwin’s invisible hand shows they often don’t. Meanwhile markets shouldn’t be interfered with, because of bad “unintended consequences.”

14) DSW: Oddly muddled. Complex systems always include indirect effects (which public policy must monitor and mitigate).

15) JB: Perhaps economists believe people wouldn’t knowingly damage their own long-term interests. But empirically people do, often(sometimes encouraged by economists).

16) DSW: An evolutionary or empirical/behavioural perspective would never make that error.

17) JB: And unlike the rest of biology, humans aren’t limited to mindless random trial and error and “selection.” Our evolved learning,foresight, and coordination abilities mean we can intelligently guide systems away from ruin (vigilantly adjusting to mitigate bad, unintended consequences).

18) DSW: True. But only if we can become wise managers of evolutionary processes.

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Ver outros artigops relacionados abaixo, principalmente o grifado e ler os comentarios postados no artigo:

Earlier diablogs covered: (1) evolution’s score keeping (relative fitness), (2) its built-in team aspects, (3) its self-destructivecompetitions, (4) its blind logic, (5) how division of labor complications, (6) why economics needs a version of evolution’s “inclusive fitness,” and (7) why whatever your politics, you needneedism.

Mexam-se, Homens e Mulheres, Burros e Irresponsáveis com Filhos e Famílias: Reajam Contra os Vampiros que estão te Sugando!

quinta-feira, janeiro 22nd, 2015

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Eu já abri aqui neste website uma associação para consertar o Sistema Econômico do Brasil e do Planeta. Até agora a “associação” só tem um voluntario: eu mesmo. Mas não desistirei até meu ultimo suspiro. Abro agora no Facebook. Se tivesse no minimo 2 pessoas, amanhã mesmo no calçadão de Londrina e na frente de algum banco particular teria duas pessoas portando cartazes: Boicotem os bancos e financeiras particulares . Queremos apenas bancos públicos e com contabilidade transparente total!

Isso seria apenas o começo.

Eu não consigo entender como uma pessoa fica num trabalho de empregado 40 ou 50 horas semanais, com disposição para trabalhar fisicamente, apenas para buscar dinheiro, e tem preguiça mental total que não investe meia hora nesta semana para se informar do que está acontecendo com o dinheiro do mundo! O ar que respiramos, o  espaço de dois metros acima do solo onde pisam nossos pés é riquíssimo, tem um valor em dinheiro para dar educação de graça para todo mundo. Nele correm ondas de som, de imagens, que possibilita a existência dos telefones, das televisões, rádios, Internet. Essas ondas atravessam nossos corpos a todo segundo, alem de estarem no ar que devia nos pertencer. Mas quanto em dinheiro vivo e real você esta recebendo por pessoas particulares estarem nadando em dinheiro por usarem estas dadivas que Deus deu a você , de presente? Porque você recusa um presente da natureza de Deus e o dá de graça a vampiros parasitas, monstros predadores humanos que agora, neste momento, estão tomando champanhe na beira da piscina? E rindo da sua cara que está no trabalho escravo?!

credit  Mário Tomé

Tente se mexer. Este planeta está dominado pior humanos – você é o humano – e não por macacos ou girafas. São humanos como você que decide quem vai ser dono daquela terra, para quem vai o dinheiro impresso na maquina que é sua tambem, etc…. Mas eu não estou vendo você participar com sua decisão, sua vontade, sua opinião, e seu braço forte capaz de surrar os larápios, na direção do todo social. O poder nesta terra é dos humanos, você é da classe que forma a grande maioria, o poder foi dado pela Natureza e Deus a você… e você não se mexe para usa-lo?! Porque você está dormindo assim desde que nasceste, o que aconteceu com sua mente, inteligencia?

Está certo: as ovelhas pastando no vale “sabem” que nada poderão fazer para se defenderem quando os leões predadores descerem da colina para fazerem a colheita do trabalho delas de transformar grama em carne suculenta. Quando eles descem é “pernas para que te quero?”  e cada uma sai correndo desesperada numa direção rezando para não ser a escolhida.  Mas ovelhas não possuem a menor inteligencia e nem uma linguagem para trocarem idéias e fazerem planos, pois se tivessem, e se quisessem, já teriam acabado com os leões, bastando cavar buracos abaixo da colina… ou outra estratégia qualquer.

Tente vencer a preguiça mental, comece lendo este artigo copiado abaixo, e volte para conversar sobre isso com os da sua classe social. Assim se começa… entre na associação ou desapareça da minha frente pois quem vai continuar engordando e fortalecendo meus inimigos vampiros é tambem meu inimigo…

Sistema financeiro brasileiro esteriliza os recursos do país

http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-31-45

Um debate fundamental pede passagem: a esterilização dos recursos do país por meio do sistema de intermediação financeira, que drena em volumes impressionantes recursos que deveriam servir ao fomento produtivo e ao desenvolvimento econômico. Os números são bastante claros e conhecidos, e basta juntá-los para entender 

O crediário 

Comecemos pelas taxas de juros ao tomador final, pessoa física, praticadas no comércio – os chamados crediários. A Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) traz na Tabela 1 os dados de junho de 2014. 

Antes de tudo, uma nota metodológica: os juros são quase sempre apresentados, no Brasil, como “taxa mês”, o que é tecnicamente certo, mas comercial e eticamente errado. É uma forma de confundir os tomadores de crédito, pois ninguém consegue calcular de cabeça juros compostos. O que é usado em todo o mundo é o juro anual. O Banco Itaú, por exemplo, apresenta em seu site as taxas de juros apenas no formato mensal, pois ao ano aparecem como são: extorsivas. 

A média de juros praticados nos crediários, de 72,33%, significa simplesmente que esse tipo de comércio, em vez de prestar decentemente serviços comerciais, se transformou essencialmente num banco. Aproveita-se do fato de as pessoas não entenderem de cálculo financeiro e de disporem de pouco dinheiro à vista para extorqui-las. Aqui, o produtor de “Artigos do Lar”, ao cobrar juros de 104,89% sobre os produtos, trava a demanda, pois esta ficará represada por doze ou 24 meses, enquanto se pagam as prestações, e trava o produtor, que recebe muito pouco pelo produto. É o que temos qualificado de economia do pedágio. Ironicamente, as lojas dizem que “facilitam”. No conjunto do processo, a capacidade de compra do consumidor é dividida por dois, e a capacidade de reinvestimento do produtor estanca. 

Os juros para pessoa física 

Os consumidores não se limitam a comprar pelo crediário, cuja taxa média de 72,33% aparece reproduzida na primeira linha da Tabela 2. Usam também cartão de crédito e outras modalidades de mecanismos financeiros desconhecidos para a imensa maioria dos consumidores. 

Tomando os dados de junho de 2014, constatamos que os intermediários financeiros cobram 238,67% no cartão de crédito, 159,76% no cheque especial e 23,58% na compra de automóveis. Os empréstimos pessoais custam em média 50,23% nos bancos e 134,22% nas financeiras. Estamos deixando aqui de lado a agiotagem de rua, que ultrapassa os 300%. 

Note-se que a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) considera que o juro médio sobre o cartão é de 280%, portanto bem acima da avaliação da Anefac. Segundo a Abecs, 50,1% do crédito para consumo é feito no cartão, 23,5% no crédito consignado, 13,1% no crediário de veículos e 13,3% em “outros”. Trata-se, no caso dos cartões, de cerca de R$ 170 bilhões. É importante lembrar que, mesmo sem entrar no crédito do cartão, uma loja tem de pagar cerca de 5% do valor das compras ao banco, além do aluguel da máquina. Grandes lojas com capacidade de negociação com o sistema financeiro podem pagar menos de 5%, mas de toda forma é um gigantesco imposto privado sobre a metade do crédito de consumo, reduzindo drasticamente a capacidade de compra do consumidor. 

A Abecs considera que essa carteira “está sendo responsável por fomentar o crédito ao consumidor no país”. É uma forma positiva de apresentar o problema, mas desenvolve-se o crédito, e não o consumo. No caso da frequente entrada no crédito rotativo, as pessoas pagarão três ou quatro vezes o valor do produto. Miguel de Oliveira, diretor da Anefac, resume bem a situação: “A pessoa que não consegue pagar a fatura e precisa parcelar, ou entrar no rotativo, na verdade está financiando a dívida do cartão de crédito com outro tipo de crédito. O problema é que essa dívida não tem fim. As pessoas acabam não se dando conta dos juros que terão que pagar” (DCI, 20 ago. 2014). 

Obviamente, com essas taxas de juros, as pessoas, ao fazerem uma compra a crédito, gastam mais com os juros do que com o próprio valor do produto adquirido. Costuma-se apresentar apenas a taxa de endividamento das famílias, próxima de 30%, o que não é informação suficiente, pois elas não só se endividam muito, como se endividam muito comprando pouco. A conta é evidente: em termos práticos, pagam quase o dobro, às vezes mais. Dito de outra forma, compram a metade do que o dinheiro delas poderia comprar, se o fizessem à vista – isso porque a compra à vista já inclui os lucros de intermediação comercial. 

Não é o imposto que é o vilão, ainda que o peso dominante dos impostos indiretos só piore a situação: é o desvio da capacidade de compra para o pagamento de juros. As famílias estão gastando muito mais, resultado do nível elevado de emprego e do aumento do poder aquisitivo da base da sociedade, mas os juros esterilizam a capacidade de dinamização da economia pela demanda que esses gastos poderiam representar. Um dos principais vetores de dinamização da economia está travado. Gerou-se uma economia de atravessadores financeiros. Prejudicam-se as famílias que precisam dos bens e serviços e, indiretamente, as empresas efetivamente produtoras que veem seus estoques parados. Perde-se boa parte do impacto de dinamização econômica das políticas redistributivas. O crédito consignado ajuda, mas atinge apenas 23,5% do crédito para consumo (DCI, 20 ago. 2014) e se situa na faixa de 25% a 30% de juros ao ano, o que parece baixo apenas pelo nível exorbitante que atingem as outras formas de crédito. 

Os juros para pessoa jurídica 

As taxas de juros para pessoa jurídica não ficam atrás. O estudo da Anefac apresenta uma taxa praticada média de 50,06% ao ano, sendo 24,16% para capital de giro, 34,8% para desconto de duplicatas e 100,76% para conta garantida. Ninguém em sã consciência consegue desenvolver atividades produtivas, criar uma empresa, enfrentar o tempo de entrada no mercado e de equilíbrio de contas pagando esse tipo de juros. Aqui, o investimento privado é diretamente atingido. (Fonte: Anefac, 2014. Disponível em: www.anefac.com.br/uploads/arquivos/2014715153114381.pdf.) 

A atividade bancária pode ser perfeitamente útil ao financiar iniciativas econômicas que darão retorno, mas isso implica que o banco utilize o dinheiro dos depósitos para fomentar iniciativas empresariais, cujo resultado dará legítimo lucro ao investidor, permitindo também restituir o empréstimo. A atividade básica de um banco – reunir poupanças de depositantes para transformá-las em financiamento de atividades econômicas – saiu do horizonte dessas instituições. A economia, travada do lado da demanda com o tipo de crédito ao consumo visto anteriormente, tanto nos bancos como nos crediários, é igualmente travada do lado do financiamento ao produtor. Prejudica-se assim tanto a demanda como o investimento, os dois motores da economia. 

As regras do jogo aqui se deformam profundamente. Ao poder se financiar no exterior com taxas de juros cinco ou seis vezes menores do que seus concorrentes nacionais, as grandes corporações transnacionais passam a ter vantagens comparativas impressionantes. Muitas empresas nacionais podem encontrar financiamentos com taxas que poderiam ser consideradas normais, por exemplo, junto ao BNDES e outros bancos oficiais, mas sem a capilaridade que permite irrigar a imensa massa de pequenas e médias empresas dispersas no país. Não é demais lembrar que na Alemanha 60% das poupanças são administradas por pequenas caixas de poupança locais, que irrigam generosamente as pequenas iniciativas econômicas. A Polônia, que segundo a Economist foi o país que melhor enfrentou a crise na Europa, tem 470 bancos cooperativos, que financiam atividades da economia real. Um dos principais economistas do país, J. Balcerek, comenta ironicamente que “nosso atraso bancário nos salvou da crise”. 

Os juros sobre a dívida pública 

Uma terceira deformação resulta do imenso dreno sobre recursos públicos por meio da dívida pública. Se arredondarmos nosso PIB para R$ 4,8 trilhões, 1% são R$ 48 bilhões. Quando gastamos 5% do PIB para pagar os juros da dívida pública, estamos transferindo aos bancos donos da dívida e, por sua vez, a um pequeno grupo de afortunados cerca de R$ 240 bilhões ao ano, que deveriam financiar investimentos públicos, políticas sociais e semelhantes. Para os bancos é muito cômodo, pois em vez de terem de identificar bons empresários e fomentar investimentos, aplicam em títulos públicos, com rentabilidade elevada, liquidez total, segurança absoluta, dinheiro em caixa, por assim dizer, e rendendo muito. 

O efeito aqui é duplamente pernicioso: 1) com a rentabilidade assegurada com simples aplicação na dívida pública, os bancos deixam de buscar o fomento da economia; 2) muitas empresas produtivas, em vez de fazerem mais investimentos, aplicam também seus excedentes em títulos do governo. A máquina econômica torna-se assim refém de um sistema que rende para os que aplicam, mas não para os que investem na economia real. E para o governo é até cômodo, pois é mais fácil se endividar do que fazer a reforma tributária tão necessária. 

Uma deformação sistêmica 

A taxa real de juros para pessoa física (descontada a inflação) cobrada pelo HSBC no Brasil é de 63,42%, quando é de 6,6% no mesmo banco para a mesma linha de crédito no Reino Unido. Para o Santander, as cifras correspondentes são 55,74% e 10,81%. Para o Citibank, são 55,74% e 7,28%. O Itaú cobra sólidos 63,5%. Para pessoa jurídica, área vital porque se trataria de fomento a atividades produtivas, a situação é igualmente absurda. Para pessoa jurídica, o HSBC, por exemplo, cobra 40,36% no Brasil e 7,86 no Reino Unido (Ipea, 2009). 

Comenta o estudo do Ipea: “Para empréstimos à pessoa física, o diferencial chega a ser quase dez vezes mais elevado para o brasileiro em relação ao crédito equivalente no exterior. Para as pessoas jurídicas, os diferenciais também são dignos de atenção, sendo prejudiciais para o Brasil. Para empréstimos à pessoa jurídica, a diferença de custo é menor, mas, mesmo assim, é mais de quatro vezes maior para o brasileiro”. 

Nossa Constituição, no artigo 170, define como princípios da ordem econômica e financeira, entre outros, a função social da propriedade (III) e a livre concorrência (IV). O artigo 173, no parágrafo 4o, estipula que “a lei reprimirá o abuso do poder econômico que vise à dominação dos mercados, à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário dos lucros”. O parágrafo 5o é ainda mais explícito: “A lei, sem prejuízo da responsabilidade individual dos dirigentes da pessoa jurídica, estabelecerá a responsabilidade desta, sujeitando-a às punições compatíveis com sua natureza, nos atos praticados contra a ordem econômica e financeira e contra a economia popular”. Cartel é crime. Lucro exorbitante sem contribuição correspondente produtiva será “reprimido pela lei” com “punições compatíveis”. 

O resultado prático é uma deformação sistêmica do conjunto da economia, que trava a demanda do lado do consumo, fragiliza o investimento e reduz a capacidade do governo de financiar infraestruturas e políticas sociais. Se acrescentarmos a deformação de nosso sistema tributário, baseado essencialmente em impostos indiretos (embutidos nos preços), com frágil incidência sobre a renda e o patrimônio, teremos aqui o quadro completo de uma economia prejudicada em seus alicerces, que avança, sem dúvida, mas carregando um peso morto cada vez menos sustentável. 

A dimensão internacional 

O dreno sobre as atividades produtivas, tanto do lado do consumo como do investimento, é planetário. Faz parte de uma máquina internacional que desde a liberalização da regulação financeira com os governos Reagan e Thatcher, no início dos anos 1980, até a liquidação do principal sistema de regulação, o Glass-Steagall Act, por Clinton, em 2009, gerou um vale-tudo internacional. 

A dimensão internacional tornou-se mais documentada a partir da crise de 2008. O próprio descalabro gerado e o travamento da economia mundial levaram ao levantamento dos dados básicos das finanças internacionais, que curiosamente sempre escaparam do International Financial Statistics do FMI. Resumimos aqui seus principais resultados, para facilitar uma visão de conjunto. 

– O Instituto Federal Suíço de Pesquisa Tecnológica (ETH, na sigla alemã) constatou que 147 grupos controlam 40% do mundo corporativo do planeta, sendo 75% deles instituições financeiras. Pertencem em sua quase totalidade aos países ricos, essencialmente Europa ocidental e Estados Unidos (ETH, 2011). 

– O Tax Justice Network (TJN), em pesquisa coordenada por James Henry, apresenta o estoque de capitais aplicados em paraísos fiscais: da ordem de US$ 21 trilhões a US$ 32 trilhões, para um PIB mundial da ordem de US$ 70 trilhões. Estamos falando de quase um terço a metade do PIB mundial. A economia do planeta está fora do alcance de qualquer regulação e é controlada por intermediários, não por produtores. O rentismo impera (TJN, 2012). 

– O dossiê produzido pela Economist (The missing $20 trillion) arredonda o estoque nos paraísos fiscais para US$ 20 trilhões, mas mostra que são geridos pelos principais bancos do planeta, não em ilhas paradisíacas, mas essencialmente por bancos dos Estados Unidos e da Inglaterra (Economist, 2013). 

– As pesquisas do International Consortium of Investigative Journalists (Icij) têm chegado a inúmeros nomes de empresas e donos de fortunas, com detalhes de instruções e movimentações. Em novembro de 2014 publicam o gigantesco esquema de evasão fiscal das multinacionais, usando o paraíso fiscal que se tornou Luxemburgo. São apresentados em detalhe os montantes de evasão por parte dos bancos Itaú e Bradesco (Icij, 2014). 

– O estudo de Joshua Schneyer, sistematizando dados da Reuters, mostra que dezesseis grupos comerciais internacionais controlam o essencial da intermediação das commodities em escala planetária (grãos, energia, minerais), a maior parte com sede em paraísos fiscais (Genebra, em particular), criando o atual quadro de especulação financeiro-comercial sobre os produtos que constituem o sangue da economia mundial. Lembremos que os derivativos dessa economia especulativa (outstanding derivatives) ultrapassam US$ 600 trilhões, para um PIB mundial de US$ 70 trilhões (BIS, 2013; Schneyer, 2013). 

– O Crédit Suisse divulga a análise das grandes fortunas mundiais, apresentando a concentração da propriedade de US$ 223 trilhões acumulados (patrimônio acumulado, não renda anual). Além disso, basicamente 1% dos mais afortunados possui cerca de 50% da riqueza do planeta. 

Não temos estudos suficientes nem pressão política correspondente para ter o detalhe de como funciona essa engrenagem no Brasil. No entanto, dois estudos nos trazem ordens de grandeza. 

O estudo mencionado do Tax Justice Network, ao identificar estoques de capital em paraísos fiscais, no caso do Brasil, encontra US$ 519,5 bilhões, o que representa cerca de 25% do PIB brasileiro, ocupando o quarto lugar no mundo (disponível em: www.taxjustice.net/cms/upload/pdf/Appendix%203%20-%202012%20Price%20of%20Offshore%20pt%201%20-%20pp%201-59.pdf). 

Tratando da fuga de capitais para o exterior pela via de remessas ilegais, o estudo da Global Financial Integrity (GFI), coordenado por Dev Kar e denominado “Brasil: fuga de capitais, fluxos ilícitos e as crises macroeconômicas, 1960-2012”, estima essa evasão em R$ 80 bilhões por ano entre 2010 e 2012 (cerca de 1,5% do PIB), o que alimenta o estoque de mais de R$ 1 trilhão em paraísos fiscais visto anteriormente. Segundo o relatório, “o governo deve fazer muito mais para combater tanto o subfaturamento de exportações como o superfaturamento de importações, adotando ativamente medidas dissuasivas adicionais em vez de punições retroativas”. Trata-se aqui, dominantemente, das empresas multinacionais. Kofi Annan considera que esse mecanismo drena cerca de US$ 38 bilhões por ano das economias africanas. O mecanismo é conhecido como mispricing, ou trade misinvoicing (GFI, 2014). 

Resgatando o controle 

No plano internacional, enquanto existir a tolerância dos paraísos fiscais por parte das elites norte-americanas e europeias – inclusive nos próprios Estados Unidos, como é o estado de Delaware, e na Europa, como é o caso de Luxemburgo e da Suíça –, dificilmente haverá qualquer possibilidade de controle real. A evasão fiscal torna-se demasiado simples, e a possibilidade de localizar os capitais ilegais, muito reduzida. 

Essa situação pode ser bastante melhorada no controle das saídas, do sub e sobrefaturamento e semelhantes. O relatório da GFI mencionado anteriormente aponta essas possibilidades e reconhece fortes avanços do Brasil nos últimos anos. No plano internacional, surge finalmente o Base Erosion and Profit Shifting (Beps), endossado por quarenta países que representam 90% do PIB mundial, início de redução do sistema planetário de evasão fiscal pelas empresas transnacionais (OCDE, 2014). 

Para enfrentar essa realidade, o governo tem armas poderosas. A primeira é retomar a redução progressiva da taxa Selic, o que obrigaria os bancos a procurar aplicações alternativas, voltando a irrigar iniciativas de empreendedores e reduzindo o vazamento dos recursos públicos para os bancos. A segunda é reduzir as taxas de juros ao tomador final na rede de bancos públicos, conforme foi experimentado em 2013, mas persistindo desta vez na dinâmica. É a melhor forma de introduzir mecanismos de mercado no sistema de intermediação financeira, contribuindo para fragilizar o cartel ao obrigá-lo a reduzir os juros estratosféricos: o tomador final voltaria a ter opções. A terceira consiste no resgate de um mínimo de equilíbrio tributário: não se trata de aumentar os impostos, mas de racionalizar sua incidência. Pesquisa do Inesc (2014, p.21) mostra que “a tributação sobre o patrimônio é quase irrelevante no Brasil, pois equivale a 1,31% do PIB, representando apenas 3,7% da arrecadação tributária de 2011. Em alguns países do capitalismo central, os impostos sobre o patrimônio representam mais de 10% da arrecadação tributária, a exemplo de Canadá (10%), Japão (10,3%), Coreia do Sul (11,8%), Grã-Bretanha (11,9%) e Estados Unidos (12,15%)”. Se acrescentarmos a baixa incidência do imposto sobre a renda e o fato de os impostos indiretos representarem 56% da arrecadação, teremos no conjunto uma situação que clama por mudanças. 

“Convém destacar que a carga tributária é muito regressiva no Brasil porque está concentrada em tributos indiretos e cumulativos que oneram mais os trabalhadores e os mais pobres, uma vez que mais da metade da arrecadação provém de tributos que incidem sobre bens e serviços, havendo baixa tributação sobre a renda e o patrimônio. Segundo informações extraídas da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 2008/2009 pelo Ipea, estima-se que 10% das famílias mais pobres do Brasil destinam 32% da renda disponível para o pagamento de tributos, enquanto 10% das famílias mais ricas gastam 21% da renda em tributos” (Inesc, 2014, p.6). 

A quarta arma consiste em dinamizar um conjunto de pesquisas sobre os fluxos financeiros internos, de maneira a gerar uma transparência maior nessa área em que as pessoas simplesmente não se orientam. Para gerar a força política capaz de reduzir o grau de cartelização, reintroduzindo mecanismos de mercado e transformando o sistema de intermediação financeira, é preciso ter uma população informada. É impressionante o profundo silêncio não só da mídia, mas também da academia e dos institutos de pesquisa sobre o processo escandaloso de deformação da economia pelo sistema financeiro. 

A economia brasileira está sendo sangrada por intermediários que pouco ou nada produzem. Se somarmos as taxas de juros à pessoa física, o custo dos crediários, os juros à pessoa jurídica, o dreno por meio da dívida pública e a evasão fiscal por paraísos fiscais e transferências ilícitas, teremos uma deformação estrutural dos processos produtivos. Tentar dinamizar a economia enquanto arrastamos esse entulho especulativo preso aos pés fica muito difícil. Há mais mazelas em nossa economia, mas aqui estamos falando de uma massa gigantesca de recursos, que são necessários ao país. É tempo de o próprio mundo empresarial – aquele que efetivamente produz riquezas – acordar para os desequilíbrios e colocar as responsabilidades onde realmente estão. O resgate organizado do uso produtivo de nossos recursos é essencial. 

Ladislau Dowbor é doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, Polônia, e professor titular da PUC-SP. Publicado em Le Monde Diplomatique, 01 de dezembro de 2014.