Posts Tagged ‘economia’

Crise no Brasil: A Causa Profunda e Desconhecida – Mensagem da Matrix/DNA

domingo, outubro 30th, 2016

xxxx

Postado no Facebook em 10 (Out)/30/2016

Louis Charles Morelli
Eu penso que…

A atual crise no Brasil ( e eterna no mundo) não seja uma punição de deuses a um povo erradio, nem apenas produto do animalista instinto para predador dos aristocratas do Brasil. Esta crise e’ simplesmente o efeito normal, inevitavel, do eterno fluir da longa cadeia de causas e efeitos naturais que comecou com as origens deste mundo. Vou explicar:

Nesta semana passada estive envolvido na pesquisa de um fenomeno natural alardeado no meio cientifico: a descoberta de algo mais sobre o mecanismo do DNA corrigir seus erros na reproducao para evitar que nascam defeituosos. E como sempre, vi algo mais do que os cientistas neste fenomeno, porque eu tenho a formula da Matrix/DNA e eles nem a conhecem.
Pois a crise no Brasil e’ produzida pelo mesmo mecanismo que o sistema social humano herdou do mecanismo em seu sistema genetico.
Os sistemas naturais – como o atomo,o genetico, o social humano – sao feitos de um circuito esferico que funciona como um canal dentro do qual flui a sua energia carregando seus bits de informacao. Este fluxo passa por todas as partes do sistema. Ora, tambem acontece que estes sistemas possuem uma identidade propria, uma especie de mente em relacao ao nosso corpo, que apesar de ser abstrata, invisivel, ela tem uma forssa (sei do erro, mas meu teclado nao fala portugues) que pode mover e dirigir nosso corpo segundo a vontade dela. Esta identidade e’ formada pela soma de todas as informacoes de todas suas partes, mais as informacoes que surgem das interacoes entre estas partes e – no caso dos sistemas abertos – das relacoes entre estas partes e coisas do mundo externo.

Entao, o fluxo flui dentro de um canal estreito, esferico, para o sistema funcionar bem. Acontece que algumas perturbacoes fazem com que particulas deste fluxo se desviem e tentem sair fora do fluxo. Ora, alem de prejudicar, de causar dores no sistema, se isto continuar o sistema morre. Entao a identidade do sistema e’ como um template, uma forma de fundo, que tenta obrigar a forma do fluxo ser igual a ela. E agora vamos chegar a causa destas crises sociais.

Os humanos brasileiros se comportam sempre saindo fora do fluxo. Isto porque a meta suprema da nossa existencia imposta pela Natureza imediata e’ ser parte de um ser que reproduza nosso ancestral e criador – o sistema astronomico que nos envolve e dentro do qual, a forma de sistema biologico, ou seja, a vida,  emergiu –  assim como nossos pais sao nossos ancestrais e criadores. Entao somos objetos de reproducao de algo que não e’ humano, e sim algo que vai abranger a totalidade desta biosfera terrestre. Somos meras partes, pessas.

Ora, a identidade de sistemas precisa que todas suas partes se conectem sob as regras deste processo de reproducao. E os brasileiros – diferente dos Americanos, por exemplo – sao rebeldes a essa conexao. Essa interatividade entre partes, individuos, se realiza pela associacao dos individuos, formando grupos maiores, que serao partes maiores do sistema. Mas os brasileiros se recusam a associarem-se ate dentro da propria familia, muito menos com os vizinhos do seu bairro, menos ainda com os confrades cidadaos de suas cidades. E quanto pior em termos de pais, de nacao. Enquanto nos USA – e a maioria dos paises ricos – existem associacoes para tudo ( associacao dos com bigodes, dos sem bigodes, dos veteranos de guerra, dos motoristas da Uber, das maes e esposas da cidade, etc.), a maioria dos brasileiros nao pertencem, nao formam, associacao alguma. Isto revela o grau de egoismo individualista de um povo.

Entao, a formula da Matrix, a identidade do sistema social brasileiro, que e’ uma criacao natural, atua como o mecanismo de auto-cura do DNA. Ele se agita, estrebucha, se sacode todo, tentando montar e controlar o fluxo das particulas individuais correndo em suas veias, e seus efeitos sao sentidos pelos humanos nas bases dos processos que mais os afetam, como a economia, que se relata aos bens materiais que sao necessarios as suas sobrevivencias.

Os 5.000 aristocratas do Brasil se associam numa mafia para prejuizo da nacao, pois funcionam como um buraco negro da economia, retirando os produtos economicos do pais para levar as suas posses na Europa. A classe media se associa apenas quando seus privilegios ( principalmente como maioria de funcionarios no setor publico) diminuem e ai derrubam os PTs da vida, mas nunca enfrentam os grandes predadores aristocratas. E o povao… estes nao tem a minima consciencia de sociedade, e’ cada um para si e salve-se quem puder. Mas a Natureza flui e de qualquer maneira impoe suas regras, e estas exigem a associacao entre as partes dentro do fluxo geral. O ser ancestral que esta sendo reproduzido aqui era – e ainda e’ – a maquina mais perfeita que a Natureza conseguiu montar, tanto que esta maquina funciona em sincronia com os relogios, uma sincronia eterna. E esta maquina, para ter um baby que a reproduza, apenas o tem quando suas partes estiverem perfeitamente associadas como uma maquina.

Nao devemos permitir que nos tornemos partes de uma maquina, principalmente quando conhecemos o destino desta maquina, que e’ a degeneracao e morte. A “Queda”, da qual somos os atuais resultados. Temos que trilhar um destino a revelia do que quer nosso criador. Mas isto tem que ser feito com inteligencia. Nos precisamos da biosfera terrestre funcionando perfeitamente como uma maquina. Nos libertar do trabalho escravo rotineiro, dos instintos herdados dos animais, dos seres que causam nossa doencas mortais, etc. Nos temos que ir na direcao do ” Admiravel Novo Mundo” previsto por Huxley. Mas nisso entra nossa inteligencia: nossos corpos continam sendo levados pelas regras do erradio criador, mas nossas mentes, nao! Se quisermos, o criador jamais pora’ suas patas sobre nossas mentes. Pois ele nao tem mente, consciencia, nao sabe o poder destas coisas. Estas coisas estao vindo de algo alem do criador imediato, e temos que nos abrir-mos para sua acessibilidade, e manter-nos firmes para continuar sobre seu controle.

Entao os brasileiros tem que associarem como individuos, prinicpalmente nas atividades de suas necessidades basicas, que e’ sua economia. Os Americanos fazem isto quando cada cidadao, depois de conseguirem sua poupanca basica, investem cada dolar comprando acoes de suas corporacoes. Assim se associam economicamente. Mas eles criaram estas corporacoes  e entre eles, se repartem os lucros destas corporacoes. A partir de iniciativas individuais ou de vizinhos de bairro. Enquanto os brasileiros continuarem resistindo a montarem a rede de conexoes que estruturam os sistemas naturais, como o social humano, os individuos sao particulas desviadas do fluxo natural, e como faz o DNA dentro de nossos sistemas celulares, ele se estrebucha, se contorce, distorce, mas acaba expulsando ou se impondo sobre as particulas desviadas e retorna a ser a formula que o construiu. Nesta reacao da identidade do sistema, as particulas as sentem como crises.

Procurem seus familiares e procurem como se associarem nas atividades do trabalho economico. Depois procurem as familias vizinhas e expandam-se como grupo. Depois procurem os cidadaos de sua cidade, de seu estado, de seu pais e estejam prontos para fazerem parte da grande e sagrada familia universal, aquela sonhada por aquele pobre carpinteiro mas que com essa ideia se revelou o mais sabio profeta e genio dos homens: Jesus Cristo!

Bitcoin: Novo Paradigma Afetando o Sistema Social – Deve ser Pesquisado

quarta-feira, janeiro 13th, 2016

xxxx

Bitcoin : parece que e’ um novo tipo de moeda simbólica, digital que flue através da Internet. O artigo diz que ela esta revolucionando a economia, a maneira como se faz comercio, e ela esta trazendo uma mudança de paradigma. Em vista disso interessa a Matrix/DNA estar informada sobre bitcoin e tentar uma visão sistêmica abrangente em como sera o novo paradigma.

Bitcoin’s Bold Experiment: A Goldmine for Economic Researchers

https://medium.com/mit-media-lab-digital-currency-initiative/bitcoin-s-bold-experiment-a-goldmine-for-economic-researchers-d3b5e6af8007#.erv1b14jd 

Esta’ a Economia Construída Sobre Um Monumental Equivoco?

sexta-feira, novembro 20th, 2015

xxxx

Muito bom artigo, comparando o sistema econômico humano atual com sistemas e evolução biológica, projetando a Matrix/DNA nas ciências econômicas, merece ser aqui traduzido:

Is Economics Built On A “Monumental Mistake?”

http://bigthink.com/errors-we-live-by/self-organization-in-biology-vs-economics-darwin-vs-smith

This is diablog 8 between David Sloan Wilson (DSW) and me (JB).

Este e’ um diablog ( diablog sao pullquotes da BigThink que diferencia dialogo de debate. Debate e’ quando os participantes tentam impor suas tendencias particulares e dialogo e’ quando os vários participantes com suas varias diferentes teorias tentam selecionar o melhor de dada uma e construir uma teoria final), 8 entre David Sloan Wilson (sigla DSW. David e’ o líder do Evolution Institute) e eu (sigla JB):

1) JB: You’ve called an idea that’s cherished in economics “a monumental mistake.” Specifically, the belief that Adam Smith’s “invisible hand” ensures markets self-organize for the best overall outcomes.

1) JB: Você tem definido uma área que e’ idolatrada em economia ” um monumental erro”. Especificamente, a crença de que a “mão invisivel”, por Adam Smith, assegura que os mercados se auto-organizem para o melhor beneficio de todos.

2) JB: Biological self-organization — Darwin’s “invisible hand” — often delivers disaster. What can self-organization, or spontaneous order, in biology teach economics?

2) JB: A auto-organização biológica – que ‘e a “mão invisível” segundo Darwin, geralmente produz desastres. O que pode a auto-organização, ou ordem espontânea, da biologia ensinar para a economia?

3) DSW:  Self-organization isn’t intrinsically good (it can be functional or dysfunctional). 4) DSW: It is indeed a monumental mistake to think that unbridled self-interest will robustly benefit the common good. Instead, it can cause dysfunctional self-organization. 5) DSW: Nevertheless, biology provides breathtaking examples of invisible hand self-organization.  Multicellular organisms and social insect colonies work beautifully as multi-agent societies without their members having the welfare of their society in mind. We can say that confidently because cells and insects don’t even have minds in the human sense! 6) DSW: Self-organization leads to group-functional outcomes in these examples because the group is the unit of selection. Lower-level behaviors that work well
at the group level are winnowed from the much larger set of behaviors that don’t work. But when biological systems are not units of selection, e.g., most ecosystems, they don’t function well as units, as you correctly say.

7) DSW: Like bodies and beehives, human groups function well to the degree that their properties have been winnowed by between-group selection. [Friedrich] Hayek saw this evolutionary aspect of economics, but few understand it correctly.

8) DSW: The bottom line: Spontaneous order worth wanting is possible, but it must be selected. That sounds contradictory, but it makes perfect sense, evolutionarily.

9) JB: I get that that’s how it works in biology. But economists, despite sometimes using biology-like language, are mainly physics-like thinkers. And spontaneous order in physics isn’t “selected.”

10) DSW: You’re right. Economists will never get it right until they switch their mentality from physics to evolution (see Newton pattern vs. Darwin pattern).

11) JB: Robert Frank’s The Darwin Economy distinguishes two “invisible hand” types. Sometimes individual incentives combine to generate good group outcomes. Sometimes they undermine group goals. Bad invisible hands create spontaneous disorder, which local incentives can’t cure (see Markets Dumb As Trees?).

12) DSW: Exactly. Incentives are like mutations. For every one that works, many are counterproductive.

13) JB: Smith’s invisible hand claims selfish incentives have the unintended consequence of group-level benefits. But Darwin’s invisible hand shows they often don’t. Meanwhile markets shouldn’t be interfered with, because of bad “unintended consequences.”

14) DSW: Oddly muddled. Complex systems always include indirect effects (which public policy must monitor and mitigate).

15) JB: Perhaps economists believe people wouldn’t knowingly damage their own long-term interests. But empirically people do, often(sometimes encouraged by economists).

16) DSW: An evolutionary or empirical/behavioural perspective would never make that error.

17) JB: And unlike the rest of biology, humans aren’t limited to mindless random trial and error and “selection.” Our evolved learning,foresight, and coordination abilities mean we can intelligently guide systems away from ruin (vigilantly adjusting to mitigate bad, unintended consequences).

18) DSW: True. But only if we can become wise managers of evolutionary processes.

xxxxx

Ver outros artigops relacionados abaixo, principalmente o grifado e ler os comentarios postados no artigo:

Earlier diablogs covered: (1) evolution’s score keeping (relative fitness), (2) its built-in team aspects, (3) its self-destructivecompetitions, (4) its blind logic, (5) how division of labor complications, (6) why economics needs a version of evolution’s “inclusive fitness,” and (7) why whatever your politics, you needneedism.

Mexam-se, Homens e Mulheres, Burros e Irresponsáveis com Filhos e Famílias: Reajam Contra os Vampiros que estão te Sugando!

quinta-feira, janeiro 22nd, 2015

xxxx

Eu já abri aqui neste website uma associação para consertar o Sistema Econômico do Brasil e do Planeta. Até agora a “associação” só tem um voluntario: eu mesmo. Mas não desistirei até meu ultimo suspiro. Abro agora no Facebook. Se tivesse no minimo 2 pessoas, amanhã mesmo no calçadão de Londrina e na frente de algum banco particular teria duas pessoas portando cartazes: Boicotem os bancos e financeiras particulares . Queremos apenas bancos públicos e com contabilidade transparente total!

Isso seria apenas o começo.

Eu não consigo entender como uma pessoa fica num trabalho de empregado 40 ou 50 horas semanais, com disposição para trabalhar fisicamente, apenas para buscar dinheiro, e tem preguiça mental total que não investe meia hora nesta semana para se informar do que está acontecendo com o dinheiro do mundo! O ar que respiramos, o  espaço de dois metros acima do solo onde pisam nossos pés é riquíssimo, tem um valor em dinheiro para dar educação de graça para todo mundo. Nele correm ondas de som, de imagens, que possibilita a existência dos telefones, das televisões, rádios, Internet. Essas ondas atravessam nossos corpos a todo segundo, alem de estarem no ar que devia nos pertencer. Mas quanto em dinheiro vivo e real você esta recebendo por pessoas particulares estarem nadando em dinheiro por usarem estas dadivas que Deus deu a você , de presente? Porque você recusa um presente da natureza de Deus e o dá de graça a vampiros parasitas, monstros predadores humanos que agora, neste momento, estão tomando champanhe na beira da piscina? E rindo da sua cara que está no trabalho escravo?!

credit  Mário Tomé

Tente se mexer. Este planeta está dominado pior humanos – você é o humano – e não por macacos ou girafas. São humanos como você que decide quem vai ser dono daquela terra, para quem vai o dinheiro impresso na maquina que é sua tambem, etc…. Mas eu não estou vendo você participar com sua decisão, sua vontade, sua opinião, e seu braço forte capaz de surrar os larápios, na direção do todo social. O poder nesta terra é dos humanos, você é da classe que forma a grande maioria, o poder foi dado pela Natureza e Deus a você… e você não se mexe para usa-lo?! Porque você está dormindo assim desde que nasceste, o que aconteceu com sua mente, inteligencia?

Está certo: as ovelhas pastando no vale “sabem” que nada poderão fazer para se defenderem quando os leões predadores descerem da colina para fazerem a colheita do trabalho delas de transformar grama em carne suculenta. Quando eles descem é “pernas para que te quero?”  e cada uma sai correndo desesperada numa direção rezando para não ser a escolhida.  Mas ovelhas não possuem a menor inteligencia e nem uma linguagem para trocarem idéias e fazerem planos, pois se tivessem, e se quisessem, já teriam acabado com os leões, bastando cavar buracos abaixo da colina… ou outra estratégia qualquer.

Tente vencer a preguiça mental, comece lendo este artigo copiado abaixo, e volte para conversar sobre isso com os da sua classe social. Assim se começa… entre na associação ou desapareça da minha frente pois quem vai continuar engordando e fortalecendo meus inimigos vampiros é tambem meu inimigo…

Sistema financeiro brasileiro esteriliza os recursos do país

http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-31-45

Um debate fundamental pede passagem: a esterilização dos recursos do país por meio do sistema de intermediação financeira, que drena em volumes impressionantes recursos que deveriam servir ao fomento produtivo e ao desenvolvimento econômico. Os números são bastante claros e conhecidos, e basta juntá-los para entender 

O crediário 

Comecemos pelas taxas de juros ao tomador final, pessoa física, praticadas no comércio – os chamados crediários. A Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) traz na Tabela 1 os dados de junho de 2014. 

Antes de tudo, uma nota metodológica: os juros são quase sempre apresentados, no Brasil, como “taxa mês”, o que é tecnicamente certo, mas comercial e eticamente errado. É uma forma de confundir os tomadores de crédito, pois ninguém consegue calcular de cabeça juros compostos. O que é usado em todo o mundo é o juro anual. O Banco Itaú, por exemplo, apresenta em seu site as taxas de juros apenas no formato mensal, pois ao ano aparecem como são: extorsivas. 

A média de juros praticados nos crediários, de 72,33%, significa simplesmente que esse tipo de comércio, em vez de prestar decentemente serviços comerciais, se transformou essencialmente num banco. Aproveita-se do fato de as pessoas não entenderem de cálculo financeiro e de disporem de pouco dinheiro à vista para extorqui-las. Aqui, o produtor de “Artigos do Lar”, ao cobrar juros de 104,89% sobre os produtos, trava a demanda, pois esta ficará represada por doze ou 24 meses, enquanto se pagam as prestações, e trava o produtor, que recebe muito pouco pelo produto. É o que temos qualificado de economia do pedágio. Ironicamente, as lojas dizem que “facilitam”. No conjunto do processo, a capacidade de compra do consumidor é dividida por dois, e a capacidade de reinvestimento do produtor estanca. 

Os juros para pessoa física 

Os consumidores não se limitam a comprar pelo crediário, cuja taxa média de 72,33% aparece reproduzida na primeira linha da Tabela 2. Usam também cartão de crédito e outras modalidades de mecanismos financeiros desconhecidos para a imensa maioria dos consumidores. 

Tomando os dados de junho de 2014, constatamos que os intermediários financeiros cobram 238,67% no cartão de crédito, 159,76% no cheque especial e 23,58% na compra de automóveis. Os empréstimos pessoais custam em média 50,23% nos bancos e 134,22% nas financeiras. Estamos deixando aqui de lado a agiotagem de rua, que ultrapassa os 300%. 

Note-se que a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) considera que o juro médio sobre o cartão é de 280%, portanto bem acima da avaliação da Anefac. Segundo a Abecs, 50,1% do crédito para consumo é feito no cartão, 23,5% no crédito consignado, 13,1% no crediário de veículos e 13,3% em “outros”. Trata-se, no caso dos cartões, de cerca de R$ 170 bilhões. É importante lembrar que, mesmo sem entrar no crédito do cartão, uma loja tem de pagar cerca de 5% do valor das compras ao banco, além do aluguel da máquina. Grandes lojas com capacidade de negociação com o sistema financeiro podem pagar menos de 5%, mas de toda forma é um gigantesco imposto privado sobre a metade do crédito de consumo, reduzindo drasticamente a capacidade de compra do consumidor. 

A Abecs considera que essa carteira “está sendo responsável por fomentar o crédito ao consumidor no país”. É uma forma positiva de apresentar o problema, mas desenvolve-se o crédito, e não o consumo. No caso da frequente entrada no crédito rotativo, as pessoas pagarão três ou quatro vezes o valor do produto. Miguel de Oliveira, diretor da Anefac, resume bem a situação: “A pessoa que não consegue pagar a fatura e precisa parcelar, ou entrar no rotativo, na verdade está financiando a dívida do cartão de crédito com outro tipo de crédito. O problema é que essa dívida não tem fim. As pessoas acabam não se dando conta dos juros que terão que pagar” (DCI, 20 ago. 2014). 

Obviamente, com essas taxas de juros, as pessoas, ao fazerem uma compra a crédito, gastam mais com os juros do que com o próprio valor do produto adquirido. Costuma-se apresentar apenas a taxa de endividamento das famílias, próxima de 30%, o que não é informação suficiente, pois elas não só se endividam muito, como se endividam muito comprando pouco. A conta é evidente: em termos práticos, pagam quase o dobro, às vezes mais. Dito de outra forma, compram a metade do que o dinheiro delas poderia comprar, se o fizessem à vista – isso porque a compra à vista já inclui os lucros de intermediação comercial. 

Não é o imposto que é o vilão, ainda que o peso dominante dos impostos indiretos só piore a situação: é o desvio da capacidade de compra para o pagamento de juros. As famílias estão gastando muito mais, resultado do nível elevado de emprego e do aumento do poder aquisitivo da base da sociedade, mas os juros esterilizam a capacidade de dinamização da economia pela demanda que esses gastos poderiam representar. Um dos principais vetores de dinamização da economia está travado. Gerou-se uma economia de atravessadores financeiros. Prejudicam-se as famílias que precisam dos bens e serviços e, indiretamente, as empresas efetivamente produtoras que veem seus estoques parados. Perde-se boa parte do impacto de dinamização econômica das políticas redistributivas. O crédito consignado ajuda, mas atinge apenas 23,5% do crédito para consumo (DCI, 20 ago. 2014) e se situa na faixa de 25% a 30% de juros ao ano, o que parece baixo apenas pelo nível exorbitante que atingem as outras formas de crédito. 

Os juros para pessoa jurídica 

As taxas de juros para pessoa jurídica não ficam atrás. O estudo da Anefac apresenta uma taxa praticada média de 50,06% ao ano, sendo 24,16% para capital de giro, 34,8% para desconto de duplicatas e 100,76% para conta garantida. Ninguém em sã consciência consegue desenvolver atividades produtivas, criar uma empresa, enfrentar o tempo de entrada no mercado e de equilíbrio de contas pagando esse tipo de juros. Aqui, o investimento privado é diretamente atingido. (Fonte: Anefac, 2014. Disponível em: www.anefac.com.br/uploads/arquivos/2014715153114381.pdf.) 

A atividade bancária pode ser perfeitamente útil ao financiar iniciativas econômicas que darão retorno, mas isso implica que o banco utilize o dinheiro dos depósitos para fomentar iniciativas empresariais, cujo resultado dará legítimo lucro ao investidor, permitindo também restituir o empréstimo. A atividade básica de um banco – reunir poupanças de depositantes para transformá-las em financiamento de atividades econômicas – saiu do horizonte dessas instituições. A economia, travada do lado da demanda com o tipo de crédito ao consumo visto anteriormente, tanto nos bancos como nos crediários, é igualmente travada do lado do financiamento ao produtor. Prejudica-se assim tanto a demanda como o investimento, os dois motores da economia. 

As regras do jogo aqui se deformam profundamente. Ao poder se financiar no exterior com taxas de juros cinco ou seis vezes menores do que seus concorrentes nacionais, as grandes corporações transnacionais passam a ter vantagens comparativas impressionantes. Muitas empresas nacionais podem encontrar financiamentos com taxas que poderiam ser consideradas normais, por exemplo, junto ao BNDES e outros bancos oficiais, mas sem a capilaridade que permite irrigar a imensa massa de pequenas e médias empresas dispersas no país. Não é demais lembrar que na Alemanha 60% das poupanças são administradas por pequenas caixas de poupança locais, que irrigam generosamente as pequenas iniciativas econômicas. A Polônia, que segundo a Economist foi o país que melhor enfrentou a crise na Europa, tem 470 bancos cooperativos, que financiam atividades da economia real. Um dos principais economistas do país, J. Balcerek, comenta ironicamente que “nosso atraso bancário nos salvou da crise”. 

Os juros sobre a dívida pública 

Uma terceira deformação resulta do imenso dreno sobre recursos públicos por meio da dívida pública. Se arredondarmos nosso PIB para R$ 4,8 trilhões, 1% são R$ 48 bilhões. Quando gastamos 5% do PIB para pagar os juros da dívida pública, estamos transferindo aos bancos donos da dívida e, por sua vez, a um pequeno grupo de afortunados cerca de R$ 240 bilhões ao ano, que deveriam financiar investimentos públicos, políticas sociais e semelhantes. Para os bancos é muito cômodo, pois em vez de terem de identificar bons empresários e fomentar investimentos, aplicam em títulos públicos, com rentabilidade elevada, liquidez total, segurança absoluta, dinheiro em caixa, por assim dizer, e rendendo muito. 

O efeito aqui é duplamente pernicioso: 1) com a rentabilidade assegurada com simples aplicação na dívida pública, os bancos deixam de buscar o fomento da economia; 2) muitas empresas produtivas, em vez de fazerem mais investimentos, aplicam também seus excedentes em títulos do governo. A máquina econômica torna-se assim refém de um sistema que rende para os que aplicam, mas não para os que investem na economia real. E para o governo é até cômodo, pois é mais fácil se endividar do que fazer a reforma tributária tão necessária. 

Uma deformação sistêmica 

A taxa real de juros para pessoa física (descontada a inflação) cobrada pelo HSBC no Brasil é de 63,42%, quando é de 6,6% no mesmo banco para a mesma linha de crédito no Reino Unido. Para o Santander, as cifras correspondentes são 55,74% e 10,81%. Para o Citibank, são 55,74% e 7,28%. O Itaú cobra sólidos 63,5%. Para pessoa jurídica, área vital porque se trataria de fomento a atividades produtivas, a situação é igualmente absurda. Para pessoa jurídica, o HSBC, por exemplo, cobra 40,36% no Brasil e 7,86 no Reino Unido (Ipea, 2009). 

Comenta o estudo do Ipea: “Para empréstimos à pessoa física, o diferencial chega a ser quase dez vezes mais elevado para o brasileiro em relação ao crédito equivalente no exterior. Para as pessoas jurídicas, os diferenciais também são dignos de atenção, sendo prejudiciais para o Brasil. Para empréstimos à pessoa jurídica, a diferença de custo é menor, mas, mesmo assim, é mais de quatro vezes maior para o brasileiro”. 

Nossa Constituição, no artigo 170, define como princípios da ordem econômica e financeira, entre outros, a função social da propriedade (III) e a livre concorrência (IV). O artigo 173, no parágrafo 4o, estipula que “a lei reprimirá o abuso do poder econômico que vise à dominação dos mercados, à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário dos lucros”. O parágrafo 5o é ainda mais explícito: “A lei, sem prejuízo da responsabilidade individual dos dirigentes da pessoa jurídica, estabelecerá a responsabilidade desta, sujeitando-a às punições compatíveis com sua natureza, nos atos praticados contra a ordem econômica e financeira e contra a economia popular”. Cartel é crime. Lucro exorbitante sem contribuição correspondente produtiva será “reprimido pela lei” com “punições compatíveis”. 

O resultado prático é uma deformação sistêmica do conjunto da economia, que trava a demanda do lado do consumo, fragiliza o investimento e reduz a capacidade do governo de financiar infraestruturas e políticas sociais. Se acrescentarmos a deformação de nosso sistema tributário, baseado essencialmente em impostos indiretos (embutidos nos preços), com frágil incidência sobre a renda e o patrimônio, teremos aqui o quadro completo de uma economia prejudicada em seus alicerces, que avança, sem dúvida, mas carregando um peso morto cada vez menos sustentável. 

A dimensão internacional 

O dreno sobre as atividades produtivas, tanto do lado do consumo como do investimento, é planetário. Faz parte de uma máquina internacional que desde a liberalização da regulação financeira com os governos Reagan e Thatcher, no início dos anos 1980, até a liquidação do principal sistema de regulação, o Glass-Steagall Act, por Clinton, em 2009, gerou um vale-tudo internacional. 

A dimensão internacional tornou-se mais documentada a partir da crise de 2008. O próprio descalabro gerado e o travamento da economia mundial levaram ao levantamento dos dados básicos das finanças internacionais, que curiosamente sempre escaparam do International Financial Statistics do FMI. Resumimos aqui seus principais resultados, para facilitar uma visão de conjunto. 

– O Instituto Federal Suíço de Pesquisa Tecnológica (ETH, na sigla alemã) constatou que 147 grupos controlam 40% do mundo corporativo do planeta, sendo 75% deles instituições financeiras. Pertencem em sua quase totalidade aos países ricos, essencialmente Europa ocidental e Estados Unidos (ETH, 2011). 

– O Tax Justice Network (TJN), em pesquisa coordenada por James Henry, apresenta o estoque de capitais aplicados em paraísos fiscais: da ordem de US$ 21 trilhões a US$ 32 trilhões, para um PIB mundial da ordem de US$ 70 trilhões. Estamos falando de quase um terço a metade do PIB mundial. A economia do planeta está fora do alcance de qualquer regulação e é controlada por intermediários, não por produtores. O rentismo impera (TJN, 2012). 

– O dossiê produzido pela Economist (The missing $20 trillion) arredonda o estoque nos paraísos fiscais para US$ 20 trilhões, mas mostra que são geridos pelos principais bancos do planeta, não em ilhas paradisíacas, mas essencialmente por bancos dos Estados Unidos e da Inglaterra (Economist, 2013). 

– As pesquisas do International Consortium of Investigative Journalists (Icij) têm chegado a inúmeros nomes de empresas e donos de fortunas, com detalhes de instruções e movimentações. Em novembro de 2014 publicam o gigantesco esquema de evasão fiscal das multinacionais, usando o paraíso fiscal que se tornou Luxemburgo. São apresentados em detalhe os montantes de evasão por parte dos bancos Itaú e Bradesco (Icij, 2014). 

– O estudo de Joshua Schneyer, sistematizando dados da Reuters, mostra que dezesseis grupos comerciais internacionais controlam o essencial da intermediação das commodities em escala planetária (grãos, energia, minerais), a maior parte com sede em paraísos fiscais (Genebra, em particular), criando o atual quadro de especulação financeiro-comercial sobre os produtos que constituem o sangue da economia mundial. Lembremos que os derivativos dessa economia especulativa (outstanding derivatives) ultrapassam US$ 600 trilhões, para um PIB mundial de US$ 70 trilhões (BIS, 2013; Schneyer, 2013). 

– O Crédit Suisse divulga a análise das grandes fortunas mundiais, apresentando a concentração da propriedade de US$ 223 trilhões acumulados (patrimônio acumulado, não renda anual). Além disso, basicamente 1% dos mais afortunados possui cerca de 50% da riqueza do planeta. 

Não temos estudos suficientes nem pressão política correspondente para ter o detalhe de como funciona essa engrenagem no Brasil. No entanto, dois estudos nos trazem ordens de grandeza. 

O estudo mencionado do Tax Justice Network, ao identificar estoques de capital em paraísos fiscais, no caso do Brasil, encontra US$ 519,5 bilhões, o que representa cerca de 25% do PIB brasileiro, ocupando o quarto lugar no mundo (disponível em: www.taxjustice.net/cms/upload/pdf/Appendix%203%20-%202012%20Price%20of%20Offshore%20pt%201%20-%20pp%201-59.pdf). 

Tratando da fuga de capitais para o exterior pela via de remessas ilegais, o estudo da Global Financial Integrity (GFI), coordenado por Dev Kar e denominado “Brasil: fuga de capitais, fluxos ilícitos e as crises macroeconômicas, 1960-2012”, estima essa evasão em R$ 80 bilhões por ano entre 2010 e 2012 (cerca de 1,5% do PIB), o que alimenta o estoque de mais de R$ 1 trilhão em paraísos fiscais visto anteriormente. Segundo o relatório, “o governo deve fazer muito mais para combater tanto o subfaturamento de exportações como o superfaturamento de importações, adotando ativamente medidas dissuasivas adicionais em vez de punições retroativas”. Trata-se aqui, dominantemente, das empresas multinacionais. Kofi Annan considera que esse mecanismo drena cerca de US$ 38 bilhões por ano das economias africanas. O mecanismo é conhecido como mispricing, ou trade misinvoicing (GFI, 2014). 

Resgatando o controle 

No plano internacional, enquanto existir a tolerância dos paraísos fiscais por parte das elites norte-americanas e europeias – inclusive nos próprios Estados Unidos, como é o estado de Delaware, e na Europa, como é o caso de Luxemburgo e da Suíça –, dificilmente haverá qualquer possibilidade de controle real. A evasão fiscal torna-se demasiado simples, e a possibilidade de localizar os capitais ilegais, muito reduzida. 

Essa situação pode ser bastante melhorada no controle das saídas, do sub e sobrefaturamento e semelhantes. O relatório da GFI mencionado anteriormente aponta essas possibilidades e reconhece fortes avanços do Brasil nos últimos anos. No plano internacional, surge finalmente o Base Erosion and Profit Shifting (Beps), endossado por quarenta países que representam 90% do PIB mundial, início de redução do sistema planetário de evasão fiscal pelas empresas transnacionais (OCDE, 2014). 

Para enfrentar essa realidade, o governo tem armas poderosas. A primeira é retomar a redução progressiva da taxa Selic, o que obrigaria os bancos a procurar aplicações alternativas, voltando a irrigar iniciativas de empreendedores e reduzindo o vazamento dos recursos públicos para os bancos. A segunda é reduzir as taxas de juros ao tomador final na rede de bancos públicos, conforme foi experimentado em 2013, mas persistindo desta vez na dinâmica. É a melhor forma de introduzir mecanismos de mercado no sistema de intermediação financeira, contribuindo para fragilizar o cartel ao obrigá-lo a reduzir os juros estratosféricos: o tomador final voltaria a ter opções. A terceira consiste no resgate de um mínimo de equilíbrio tributário: não se trata de aumentar os impostos, mas de racionalizar sua incidência. Pesquisa do Inesc (2014, p.21) mostra que “a tributação sobre o patrimônio é quase irrelevante no Brasil, pois equivale a 1,31% do PIB, representando apenas 3,7% da arrecadação tributária de 2011. Em alguns países do capitalismo central, os impostos sobre o patrimônio representam mais de 10% da arrecadação tributária, a exemplo de Canadá (10%), Japão (10,3%), Coreia do Sul (11,8%), Grã-Bretanha (11,9%) e Estados Unidos (12,15%)”. Se acrescentarmos a baixa incidência do imposto sobre a renda e o fato de os impostos indiretos representarem 56% da arrecadação, teremos no conjunto uma situação que clama por mudanças. 

“Convém destacar que a carga tributária é muito regressiva no Brasil porque está concentrada em tributos indiretos e cumulativos que oneram mais os trabalhadores e os mais pobres, uma vez que mais da metade da arrecadação provém de tributos que incidem sobre bens e serviços, havendo baixa tributação sobre a renda e o patrimônio. Segundo informações extraídas da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 2008/2009 pelo Ipea, estima-se que 10% das famílias mais pobres do Brasil destinam 32% da renda disponível para o pagamento de tributos, enquanto 10% das famílias mais ricas gastam 21% da renda em tributos” (Inesc, 2014, p.6). 

A quarta arma consiste em dinamizar um conjunto de pesquisas sobre os fluxos financeiros internos, de maneira a gerar uma transparência maior nessa área em que as pessoas simplesmente não se orientam. Para gerar a força política capaz de reduzir o grau de cartelização, reintroduzindo mecanismos de mercado e transformando o sistema de intermediação financeira, é preciso ter uma população informada. É impressionante o profundo silêncio não só da mídia, mas também da academia e dos institutos de pesquisa sobre o processo escandaloso de deformação da economia pelo sistema financeiro. 

A economia brasileira está sendo sangrada por intermediários que pouco ou nada produzem. Se somarmos as taxas de juros à pessoa física, o custo dos crediários, os juros à pessoa jurídica, o dreno por meio da dívida pública e a evasão fiscal por paraísos fiscais e transferências ilícitas, teremos uma deformação estrutural dos processos produtivos. Tentar dinamizar a economia enquanto arrastamos esse entulho especulativo preso aos pés fica muito difícil. Há mais mazelas em nossa economia, mas aqui estamos falando de uma massa gigantesca de recursos, que são necessários ao país. É tempo de o próprio mundo empresarial – aquele que efetivamente produz riquezas – acordar para os desequilíbrios e colocar as responsabilidades onde realmente estão. O resgate organizado do uso produtivo de nossos recursos é essencial. 

Ladislau Dowbor é doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, Polônia, e professor titular da PUC-SP. Publicado em Le Monde Diplomatique, 01 de dezembro de 2014. 

“Predadores Humanos Animalizados: Trabalho Escravo de Crianças nos USA Apoiado Por Republicanos e Fazendeiros!

terça-feira, setembro 9th, 2014

Um(a)  human(a) que faz isso está a declarar guerra contra mim e se tornando totalmente repulsivo (a), asqueroso, cortando todas as possibilidades de dialogo pacifico. Vou realmente ficar rondando-o procurando uma oportunidade de retira-lo da sociedade. E toda sua familia e amigos e fãs tambem são culpados, pois são o seu suporte e partilham o produto da rapina.

Crianças trabalhando como escravas na América em pleno século XI ! Quem são os animais culpados disso? Como revela a reportagem, os patrões dos politicos republicanos, os próprios politicos, e fazendeiros. Alem destes o são o pai e a mãe e demais parentes de tais crianças, e todos os cidadãos que não se alinham numa militância feroz aqui e agora para acabar com isso e por estes monstros na cadeia!

Workers harvesting tobacco on a farm in Deep Run. North Carolina remains the nation’s largest producer of tobacco. Credit Travis Dove for The New York Times

Sei que pareço extremista por isso mas tenho razões de sobra. Nascido órfão e caindo na rua, já tendo sido roubado em meu direito moral a meu pedaço de terra, fui sequestrado por estas famílias “cristãs”, ” politicamente corretas”,  para fazer o trabalho sujo que todos eles geram quando consomem mas evitam-no fazer como quem foge da peste. E tambem caí nestas fazendas de escravos. Fiquei por isso fisicamente deformado, o que me autorizaria a dar-lhes o troco, deformando-os fisicamente tambem, mas nunca nem pensei em fazê-lo, porque não sou tão animal como eles são.  Estas crianças lá agora estão levantando as 5 horas da manhã, sendo tocadas como cavalos para o meio da lavoura, vão carregar nas costas o fardo de folhas úmidas com seu veneno entrando-lhes na pele, nos narizes, na boca, e vão ter que aguentar esta tortura até às seis horas da tarde, 12 horas por dia! Escravidão bruta mantida por homens engravatados e sua mulheres perfumadas. Bandidos! Assassinos!

Como cidadão americano naturalizado, não seria moral da minha parte atuar fisicamente para mudar isso. Pois nem meus avos, nem meus pais, estavam aqui trabalhando para construir o pais e participar da sua legislação. Mas eu trabalhei aqui muitos anos, o que já me dá o direito moral de expressar verbalmente a minha posição social e politica neste país. Mas quanto ao Brasil é outra história. Lá meus avós e pais construíram o país, eu tambem, tenho todo o direito de agir fisicamente contra o que entendo ser errado no sistema social. E surpreendentemente, no Brasil existe a legislação: é proibido por lei o trabalho de menores de 18 anos. Como diz o artigo: ” Brazil, India and some other tobacco-producing nations already prohibit anyone under 18 from working on tobacco farms.”

Definitivamente o partido republicano conseguiu minha aversão total agora. E as tais familias de fazendeiros. E vou procurar quem são os patrões destes políticos, ou seja, quem financiou a campanha politica deles. Vou procurar nomes de pessoas, não marcas de corporações, que são escudos deles para esconde-los.  Para te-los na mira. Certamente devem fazer parte dos “1%”. E onde estão os menos-animalizados do México, da América Latina, onde estão produzindo estes escravos? Tambem estão partilhando da carnificina, imperturbáveis? Vamos ver isso tambem.

Se tem que ser produzido tabaco, se alguém prefere usa-lo para algo, e todo mundo é livre para produzir e usar o que quiser, ou os usuários vão lá no campo fazer isso ou inventem maquinas para fazê-lo. Sequestro. rapto, escravagismo, terrorismo, tortura sado-masoquista… nunca, jamais será aceitável.

Interessante é que igrejas, sinagogas, etc., deixem estes animais entrarem aos domingos, e não os repelem! Tambem são todos vendidos… em nome de seu Deus!

xxxx

Just 13, and Working Risky 12-Hour Shifts in the Tobacco Fields

http://www.nytimes.com/2014/09/07/business/just-13-and-working-risky-12-hour-shifts-in-the-tobacco-fields.html?_r=0

“For years, public health experts and federal labor officials have sought to bar teenagers under 16 from the tobacco fields, citing the grueling hours and the harmful exposure to nicotine and other chemicals, but their efforts have been blocked. Three years ago, Hilda Solis, then the labor secretary, proposed declaring work in tobacco fields and with tractors hazardous — making that type of work illegal for those under 16. Opponents of child labor note that Brazil, India and some other tobacco-producing nations already prohibit anyone under 18 from working on tobacco farms.

The Obama administration withdrew Ms. Solis’s proposed rule after encountering intense opposition from farm groups and Republican lawmakers. Agricultural organizations said the move would hurt family farms and make it harder for young people to learn farming skills.”

Meu comentario: S eu tivesse poder para tal, ao ouvir estes animais dizendo isso, imediatamente os prenderia, identificaria tambem quem mandou eles dizerem isso, leva-los- ia aos campos de tabaco, pegaria um chicote e diria:

“Então voces acham que isso é bom para outros humanos, não é? Eu tambem acho que isso é bom para vocês. Amanhã acordem às 5, compareçam às 6 lá no meio da plantação, quero no minimo 1000 quilos até às 6 da tarde. Vamos!”

Absurdos Tramados Pelos Predadores do Brasil: Aposentadoria dos Burocratas Dominantes no Governo

domingo, fevereiro 16th, 2014

Câmara deve votar hoje a PEC que aumenta de 70 para 75 anos a idade para aposentadoria

http://www.brasilcontracorrupcao.com/2013/09/camara-deve-votar-hoje-pec-que-aumenta.html

Meu comentario postado no artigo: 

 Louis Charles Morelli ·  Quem mais comentou · Queens
Aqui nos USA me despertei para mais um dos absurdos tramados pelos predadores do Brasil, agora no tocante a aposentadoria. Enquanto um rico construtor aqui, pagando 600.000,00 dólares anuais de impostos, vai se aposentar com salario de 1.200,00 dólares, um empregado aposentado da Receita Federal no Brasil se aposenta com 16.000,00 reais!!! 6.000,00 dólares!!!!
E este americano que tem familiares no Brasil ficou sabendo que outros aposentados do serviço publico recebem até 24.000,00 reais!!! O americano simplesmente não consegue acreditar no que ouviu. Aqui a maioria dos servidores é aposentada com salario minimo, por isso durante a vida pagam fundos de pensão, como o chamado “401k”. O que a Dilma está fazendo que não se levanta urgente contra essa aberração?! E o povão, como admite isso? Vamos bloquear, parar imediatamente a fonte que está entregando este dinheiro roubado dos cofres públicos a bandidos que não tem a minima consciência moral de se recusar a ser interceptador de bens roubados…. Todos os servidores públicos tem que ganhar o mesmo salario igual quando se aposentam, e aqueles que ganham mais e querem melhor aposentadoria que paguem fundos de pensão. Claro!

Emprego: 4 horas 3 vezes na semana

sábado, fevereiro 15th, 2014

http://www.dgabc.com.br/Noticia/296031/emprego-4-horas-3-vezes-na-semana?referencia=navegacao-lateral-detalhe-noticia

Este item – deslocamento da massa humana do trabalho escravagista rotineiro para evolução de cérebro e auto-consciência – é fundamental para a cosmovisão da Matrix/DNA, por isso deixamos aqui registrado este artigo com link acima.

Meus comentários postados no artigo:

Louis Charles Morelli ·  Quem mais comentou · Queens

Itens a considerar:
1) As máquinas pertencem aos ricos que ganham seu dinheiro ficando com 50% do produzido por cada trabalhador. Obviamente tudo farão para aumentar para 60, 70%. A melhor solução seria os trabalhadores estabelecerem sociedades fortes comprando as maquinas, tirando fora esse atravessador. Porem, no Brasil, a educação familiar e escolar condiciona o aprendiz a nem sequer pensar em fazer sociedade com seus próprios irmãos! Um dos segredos do sucesso dos USA foi a capacidade do povo se reunir em sociedades para o trabalho, inventando as sociedades anonimas de maneira que a maioria hoje obtém sua principal renda operando com ações:
2) A ociosidade para uma mentalidade despreparada pode ser sua ruína. Um exemplo são os afro-americanos que tiveram a vida facilitada sem trabalhar e se tornaram demasiadamente obesos. Portanto, em paralelo a redução do trabalho nas atividades escravagistas rotineiras, é preciso fomentar uma visão de mundo em que os indivíduos tornem-se voluntariamente bastante ativos e altruístas para construir algo benéfico à Humanidade alem de se tornarem desejosos na busca de conhecimentos sobre a natureza, o que motiva o gosto pelas Ciências como um hobby e com esta produzindo melhor tecnologia.
3) A ultima arquitetura que aqui e agora ocupa o tôpo da evolução é este novo sistema natural ainda desconhecido que se denomina “auto-consciência”. Esta se alimenta e opera informações, sendo-lhe as mais saudáveis as informações sobre os fenômenos naturais e o mundo real. Bilhões de trabalhadores, principalmente na Asia estão sendo desviados dos caminhos dessa evolução porque tem o tempo gasto em atividades rotineiras que são entorpecimento cerebral. Portanto estes sistemas sociais estão colocando os humanos contra a força suprema e inevitável da Natureza, a qual sempre passa por cima dos obstáculos mesmo que tenha de elimina-los. O que aí está não tem futuro.
Louis Charles Morelli ·  Quem mais comentou · Queens

O titulo do artigo “Emprego 4 horas por dia 3 vezes por semana” não revela o sistema ideal pois neste o trabalhador é dono de seu produto e portanto seu patrão, fazendo parte como sócio na sua comunidade de produção.

Novo Artigo no MSN Requerendo sua Participação e a minha Intervenção no Debate

terça-feira, fevereiro 11th, 2014

xxxxxx

Where is Wall Street’s wealth going? Not the economy

http://money.msn.com/investing/post–where-is-wall-streets-wealth-going-not-the-economy

Corporate profits and share prices are at all-time highs, but companies have been tightfisted with their cash, reluctant to hire more workers or invest in new equipment.

E veja meu comentario postado no artigo da MSN.COM

Louis Charles Morelli
30 minutes ago
avatar

How a non-economist, a naturalist phylosopher living at Amazon jungle and watching these things by Internet, think about it?

 

This is natural evolution at work. Unemployed workers ( as the preys) need to wake up that they must join into associations for buyng goods and creating their jobs, throught out the boycott to corporations ( as the pedrators). That’s sad, but the very fact is that Humanity still mimicks the rules of the salvage jungle and the instincts of our ancestrals animals, keeping the division of big predators ( the bussiness-man billionaire), middle predators ( the middle class) and the slaves workers ( the low class). So, this salvage capitalism instead going to a democratic capitalism.

 

What should be the stimulus for waking up the preys and leading them to real action – non-violent reaction? The preys does not have the capacity for joining forces due their genetics being dominated by the selfish gene inherited from the ancestrals, everyone trying to survivor alone by him/herself. A big tool favouring the nourishment of the selfish gene is religions, which drives the  “must be the love for humankind” towards the fear of ghost gods and imagined conspiracy with talking ghosts friends in the sky. But, if is there a God, He does not need you to be servant to Him, He prefers that you love and help yours brothers, which are His sons.

 

And the vampirism towards these preys is the cause that all ancestrals mafias installed at the power created civilizations, empires, that went down. Nature does not defend its creatures, but its vingeance is unavoidable. The preys need to begin understanding things like this one, for changing their mentality.

 

The other strong tool applied by those big predators is the traditional culture interpreting wrong each natural phenomena and saling these interpretations as mental control. It is administrated by scholar curricula today, made from the pseudo-scientific world view. See other world view and its interpretations of all natural phenomena, totally different, as the Matrix/DNA Theory. So, the preys need applying their idle time due unemployment into this corrections caused by this cultural millenar matrix.

– See more at: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=7692#sthash.OK0iS1yo.dpuf

Movimento social contra os 1% como no nazismo contra judeus? Bilionário diz que sim. Solução pela Matrix/DNA

domingo, janeiro 26th, 2014

A maior falha dos seres humanos hoje – aquela que gera todos os problemas econômicos, que é a base fundamental da nossa existência, em qualquer tipo de regime social – é  a incapacidade de se unirem para trabalharem e  participarem das decisões sociais alem dos quintais de suas casas. E a causa maior que produz essa falha crucial é o ser humano ser ainda primitivo, tendo sua mente dominada pela sua genética elementar, que vem dos instintos animais, e antes disso, veio do criador da vida na Terra, o sistema astronômico que nos envolve, que se desviou dos desígnios d evolução universal para ser um sistema fechado em si mesmo, extrema expressão do egoismo, encriptado em nosso DNA na forma do que Dawkins denominou  ” gene egoísta”. Por exemplo, no lucido raciocínio do autor do texto abaixo, onde está a causa que gera todos os problemas citados no texto? Na minha não crível opinião nem por mim mesmo, a causa está no fato que pessoas que moram na mesma quadra, no mesmo bairro,  na mesma cidade, no mesmo pais, são incapazes de se reunirem para procurarem em conjunto qualquer meio para iniciarem uma fabrica em sociedade. Por não fazerem, permitem que um tendente a predador o faça, e assim começa todas as desigualdades sociais, econômicas, politicas, etc. Todo humano consciente tem que ter como missão prioritária a militância social para combater as causas desse egoismo generalizado, e promover, apoiar mesmo, todas as iniciativas altruístas. Esta a causa suprema da militância da visão de mundo denominada ” Matrix/DNA” .

Baseado no artigo:

Progressive Kristallnacht Coming?

http://online.wsj.com/news/articles/SB10001424052702304549504579316913982034286

Um mega-bilionário Americano envia uma carta ao editorial do WSJ reclamando que está havendo uma perseguição aos 1% que lembra o inicio do nazismo contra os judeus.

Bill Gates: Três Mitos que Bloqueiam o Progresso dos Pobres

quinta-feira, janeiro 23rd, 2014

Clique no link abaixo e leoa em português, um dos mais proveitosos e fascinantes documentos emitidos que visam corrigir equívocos em nossa maneira de ver e pensar, e se torna uma grande e valiosa ajuda para “A Grande Causa da Humanidade”. mas é preciso ler e reler o documento, para se memorizar os argumentos e os números, para se estar preparado a refutar com veemência e eficiência toda vez que se ouvir alguém a pronunciar estes mitos, principalmente em comentários e fóruns na Internet, ou em debates comunitários e políticos.  Creio que nós humanos viemos – a nossa parte de auto-consciência –  de algum lugar superior para aqui executar uma missão: ajudar outros e a nós mesmos a nos purificar-mos de algumas impurezas que estavam atrapalhando existências. Esta é uma grande oportunidade. O exemplo de Bill e Melinda Gates, que como todos os outros bilionários poderiam passear a vida de barriga para cima ao sol, dentro de um luxuoso iate,  tomando haikiri de abacaxi, e no entanto se arriscam suas vidas e descem a carnificina para dali tentar salvar e levantar seres humanos que não tinham a menor esperança… é uma evidencia da crença que aqui estamos para esta missão, tendo já alguns acordados para ela.

Carta Annual Gates- 2014

http://annualletter.gatesfoundation.org/pt#section=home