Posts Tagged ‘espaço’

Idéia: As doenças sistêmicas não poderiam ter como causa a atemporalidade da network fotônica?

quarta-feira, agosto 29th, 2018

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Num dos últimos artigos aqui, cheguei a uma conclusão de que a mente não reconhece tempo e espaço, ela não tem lugar no espaço nem nas idades. Seria atemporal. Em outros artigos cheguei a conclusão que a mente nada mais é que uma nova forma do sistema universal. E antes tinha chegado a conclusão que a formula para sistema universal surgiu na forma de luz. O copo humano é um sistema, formado de ossos, órgãos, etc. Tudo isto se refere a espaço, ocupam um lugar no espaço. Mas o corpo humano é também outro sistema em relacao ao tempo: se alinhar-mos todas as formas diferentes do corpo na mesma sequencia etária, acabamos por obter a mesma formula para sistemas.

Alem disso, alongo tempo minhas formulas e modelos vem sugerindo que as doenças mortais milenares, como câncer, diabetes, tem causas não localizadas, mas sim resultantes de mal funcionamento do sistema.

Ora isto pode significar que os genes ou outros elementos no corpo que estão inertes, ou em estado potencial apenas, porque vão atuar em formas mais avançadas na idade, podem retroagir entrando em atividade numa forma precoce. Isto causaria enorme distúrbio no sistema. Doenças…

Fica aqui registrada esta ideia maluca repentina porque tem nexo, para refletir nela com mais tempo…

Por exemplo, uma criança ou jovem pode estar tendo algum comportamento errado em relacao a forma que lhe esta definida no futuro quando for adulto ou idoso…

Espaço e tempo: Teoria de Seth (Jane Roberts) bate com a sugestão da Matrix/DNA Theory

terça-feira, agosto 28th, 2018

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WHAT IS THE NATURE OF TIME AND SPACE?

https://www.sethlearningcenter.org/q_time_space.html

“The settings in your physical environment…the physical aspects of life as you know it, are all camouflages.

Matrix/DNA: Camuflagens no sentido de que você chamaria de camuflagens as formas anteriores do seu corpo que não existem mais para você agora, como a forma de morula, blastula, feto, criança, etc… Todas as paisagens físicas do Universo ate agora, todas as vidas da Natureza, foram e ainda são formas criadas na grande obra de gerar uma consciência cósmica, a forma final para o dia do grande nascimento.

The brain is a camouflage pattern. It takes up space. It exists in time. The mind takes up no space, it does not have its basic existence in time.

Matrix/DNA: Grande! Somos habituados a questionar se nossa mente esta dentro da cabeça, ou fora da cabeça, etc. Ora… O cérebro é um objeto físico, então ele toma um lugar no espaço físico. A mente não é um objeto físico, para ela não existe espaço físico, então não faz sentido querer situa-la num ponto do espaço… O mesmo acontece com o tempo: a vida dura 70 anos? Pode ser, para o corpo físico. Para a mente não existe tempo, não existe 70 nem um milhão de anos, ela não tem um tempo para existir ou não.

The reality of the inner universe does not take up space, nor does it have its basic existence in time. Your camouflage universe, on the other hand, takes up space and has an existence in time, but it is not the real and basic universe, any more than the brain is the mind.

Your idea of space is some completely erroneous conception of an emptiness to be filled… True inner space is to the contrary vital energy, itself alive, possessing abilities or transformation, forming all existences, even the camouflage reality with which you are familiar, and which you attempt to probe so ineffectively.

This basic universe of which I speak expands constantly in terms of intensity and quality and value, in a way that has nothing to do with your idea of space. The basic universe beneath all camouflage does not have existence in space at all, as you envision it… Space is a camouflage… ”

Matrix/DNA: Acho fácil perceber como nossa ideia de espaço não tem fundamento na realidade. Suponha que esse aglomerado de galaxias que forma este Universo tenha realmente um limite, chega a certo ponto e terminam as galaxias. O que temos ‘a frente? Espaço? Certamente não o espaço como cremos, o que pode ter é o vazio infinito. Mas se alguém construísse mais uma galaxia e a colocasse depois da ultima galaxia, o intervalo de “nada” que ficasse entre as duas seria por nos chamado de espaço. Seria medido, ate ocupado, ou seja, de repente teríamos materializado este espaço, apenas em nossa crença… O mesmo pode-se dizer que este “tempo”, uma ideia inventada por nos para podermos mediar a sequencia de eventos e situar um evento em tal estado do mundo outrora, não existe de fato, ou como algum tipo de energia, fluido, substancia, etc. 

From the book, Seth Speaks, page 235:

“As I have said many times, time as you think of it does not exist.”

From the book, The Nature of Personal Reality, page 152:

“…the fact is that all ‘time’ is simultaneous.”

From the book, Seth Speaks, page 245:

“There are an infinite number of inner universes…”

E’ o espaço cheio de espuma quântica? Ver sugestão da Matrix/DNA

segunda-feira, agosto 7th, 2017

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Is Space Full of Quantum Foam?

I think that Physics and Math arrives to the last limits of the mechanic organization of matter, when trying to see the deepest into space. Also, their scientific tools are limited to at least three slices from the seven slices of light ( our brain’s sensors are limited to one slice, the visible light and percepted vibrational state). Physics and Math deals only with bone-skeleton and its mechanics, in a living body. Can not reach the soft meat and its more complex organization of matter. Where is, at the reign of fundamental particles, the principles that will express the biological organization? What if the space is fulled with a kind of membrane and its properties? Like something from outside this universal space can cross it and another things can not ( like long light waves)? Is it not the time for Biologists, Neurologists, being called fot to study this problem, for participating in a Theory of Everything? Skeletons are produced by living soft meat, inserted into genetics. What if galaxies are also in this way? At Matrix/DNA Theory we are discovering that this galaxy has a soft coberture of biological properties. What if beyond the limits of galaxies – after a kind of membrane – is there life? For sure, Physics and Math alone, plus our limited scientific instruments, never will grasp the foundations of this universe’s existence.

O Tamanho do Espaço do Universo e o Tamanho de Espaço Cedido a um Humano

segunda-feira, outubro 31st, 2016

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(Post no Facebook em 10 (out)/31/2016)

 Em que estou a pensar?
Em que existem alguns humanos dizendo que um Deus desenhou, projetou, o mundo…!!!
Acabo de ler a reportagem de uma menina de 10 anos que vive como outras milhões na Índia. Ela sai ao amanhecer com uma cesta pesada na cabeça para vender paezitos no cais do porto e volta ao anoitecer, para um caixote de madeira onde estão sua mãe e mais três irmãos… e ela a unica a ganhar para sustentar todos.
Mas eu sei (porque já passei por isto) que milhões, ou bilhões, de humanos vivem em quartinhos de 2 metros quadrados, e só. Então olho para este imenso Universo, com bilhões de galaxias com zilhões de quilômetros quadrados, trilhões de estrelas e planetas, e muito mais ainda espaços vazios… e olho para um humano a quem apenas se concede 2 metros quadrados….
Claro, o mundo esta’ gozando na cara destes humanos. Isto e’ o extremo do masoquismo, da crueldade, e’ um chamado para a guerra, e’ um projeto de porco feito para porcos.
Eu nem quero pensar quem criou ou planejou isto. Não quero suspeitar que foi alguem com um minimo de inteligencia, de consciência, de sentimentos tais como os humanos os conhecem. Pois se fosse algo ou alguem com alguma mentalização, seria o mais terrível inimigo e torturador da nossa especie, dos meus irmãos. Nem tanto em nome da minha vingança, mas no pensar o que esta criatura odiosa fez ou faz com meus irmãos, eu a mataria lentamente, cortando os pedaços pouco a pouco, e ainda seria pouco.
Se existisse um Deus como mente aquele livro repugnante chamado Biblia – escrito por um povo parasita e ladino – ele não seria para ser amado ou temido, mas para ser odiado.
Trilhões de espaços entre galaxias… tudo inútil, desperdiçado,e humanos não tem 2 metros quadrados para viverem…. pois ainda estão ameaçados de serem expulsos senão pagarem o aluguel…
Por isso entrei de corpo e alma na selva virgem procurando a causa maldita da origem da vida aqui. Encontrei. E quando encontrei comecei a segunda etapa, a entrar mentalmente no espaço cósmico, a gora a busca do que causou a origem deste Universo. Acho que encontrei. Agora me resta também entrar de corpo total como astronauta para virar este Universo de pernas pro ar em busca do que penso ser o culpado. Não terei tempo para faze-lo mas deixo conhecimentos que ajudarão as próximas gerações a perseguirem esta meta. E quando o encontrarem, lembrem-se dos bilhões de irmãos que aqui foram torturados e façam a guerra sem piedade! Contra aquilo que não possui sentimentos, nos devemos esconder os nossos tambem.
Por enquanto, toda vez que ouço um humano dizer que ama ou teme um Deus, que existe como onipotente, onipresente, e bla-bla-bla… me da vontade de lhe dar um murro na cara! vai ser burro assim na cochinchina!
 
O mundo vai continuar assim e aquela menina vai continuar a ficar com a coluna torta e os dentes estragados justo porque estes burros tornam-se totalmente inúteis para a energia e persistência que exige a guerra para desenhar para ela um mundo melhor, digno de humanos.

Acabei de descobrir que o espaço tambem não existe!

quarta-feira, abril 13th, 2016

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O espaço é criado pela matéria. Se sumir a matéria, some o espaço.

Imagine você observando o Nada infinito (se é que isto existe, mas quem sou eu para contestar os gurus da Física Moderna como o Lawrence Krauss que escreve um livro chamado ” Do Nada Veio Tudo” e os estudantes-fãs caem matando em cima comprando adoidado este livro? E eu, tambem abestado, estou economizando na pipoca quando estou assistindo um filme para juntar dinheiro e comprar este livro…).

Você flutuando no Nada absoluto, so’ existe sua consciência observando. De repente surge uma esfera de matéria neste Nada. Diremos que a esfera tem um tamanho, e ai já começamos a criar o conceito humano de “espaço”. Esta bola de matéria emite um campo circular de ondas radioativas em volta dela. Aumentou o tamanho da matéria. E de repente da esfera sai uma esfera menor que viaja dentro das ondas e pára em certo ponto. Você pode querer medir a distancia entre as duas esferas. Pronto,… você criou o segundo conceito humano – distancia – que vai te levar no final a acreditar em “espaço”.

Entre as duas esferas você nada vê, ou melhor, vê o Nada. Sim, Nada e’ o pano de fundo de tudo! ( segundo o que estão me ensinando os professores). Mas você vai teimar que não, que aquilo e’ “espaço”, e vai insistir tanto neste nome inventado por humanos, que você vai acabar acreditando que ele existe, que é uma entidade, que tem uma substancia, etc…

Entre as duas bolas existe um campo magnético. Então vamos dizer que a matéria tem o tamanho entre as duas bolas, mais as duas bolas, e quando estiveres viajando entre as duas bolas dirás que estás no espaço sideral, ou no espaço vazio entre as paredes do seu quarto… Mentira! Você esta’ no Nada. Você e o campo magnético e suas duas bolas invadiram território pertencente ao Nada. E isto e’ ilegal! Ora bolas!

Em artigo anterior já tinha percebido que tempo também não existe, é apenas um conceito criado pelos humanos para organizar os eventos numa sequencia para depois ele ficar sabendo o que aconteceu antes do que.

Tambem em outro artigo aqui começamos a destrinchar desde a matéria do sistema solar, descemos aos átomos, as partículas, para descobrir que é tudo “espaço” ( já to eu tambem caindo na armadilha!)… que e’ tudo vazio, matéria não existe. Se matéria não existe e e a matéria que cria o espaço então ai é que estamos ferrados. Parece mesmo que vivemos numa simulação de computador ou seja lá o que for que queiram os deuses no… no.. espaço… glup…

Como eu nasci com o instinto de Robin Hood – aquele que tomava dos ricos e dava para os pobres – e não gosto de ver injustiças, vou pegar uma vassoura e varrer tudo deste universo para fora e limpar o Nada. Detesto ver invadirem os direitos dessa criatura indefesa. Vou por tudo no latão de lixo. Claro, isto implica que no final eu também tenho que me por no latão e puxar a tampa, fechando-o.

Moral desta historia descoberta agora:

” E’ melhor estar dentro de um latão de lixo com a consciência  limpa do que estar livre no espaço (glup) com a consciência suja…”.

Espaço Interestelar: Pesquisa Sobre Moléculas e Outros Componentes

sábado, janeiro 2nd, 2016

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O que existe nos imensos espaços entre as estrelas, ou sistemas estelares, se a estrela conter planetas,etc.?!

Bem… alem da provável dark matter ( e dark energy?), as ciências astronômicas tem detectado grãos de poeira e moléculas. Então este assunto e’ de muita importância para a Matrix/DNA Theory porque… segundo esta teoria por estes espaços viajam os ” genes semi-vivos”, ou seja, os bits-informação do building block astronomico que produzem os building blocks dos sistemas biológicos, ou seja, da Vida.

Neste capitulo vamos armazenar a pesquisa deste assunto.

1) O link abaixo conduz a um interessante e resumido PDF:

Interstellar Molecules

( foi obtido a partir de: http://prospect.rsc.org/blogs/cw/wp-content/uploads/2015/12/Interstellar-Hydrogen-Bonding-Poster-.pdf

e de:  http://prospect.rsc.org/blogs/cw/2015/12/09/isacs18-poster-prize-winner-emmanuel-etim/#more-16567  )

2) Chemistry WorldBlog 

http://prospect.rsc.org/blogs/cw/2015/12/09/isacs18-poster-prize-winner-emmanuel-etim/#more-16567

ISACS18 poster prize winner: Emmanuel Etim

Posted by Jennifer on Wed 9 Dec 2015
Categories: Conferences | [14] Comments

Chemistry World was pleased to sponsor a poster prize at ISACS18 (Challenges in Organic Materials and Supramolecular Chemistry), held in Bangalore, India, last month. PhD student Emmanuel Etim from the Indian Institute of Science, India, was the winner with his poster titled: Interstellar hydrogen bonding.

Emmanuel Etim

Emmanuel explains his work:

‘We are interested in understanding the chemistry of interstellar molecules – ie molecules that exist in the space between the stars – because of their importance in astrochemistry, astrophysics, astrobiology, astronomy and related fie

Over 200 of these molecules have been detected in different astronomical sources largely via their rotational spectra. Isomerism is a conspicuous feature of these molecules with over 40% of the known molecules (excluding the diatomics and other special species like the C3, C5, which cannot form isomers) observed in more than one isomeric form.

But why are some isomers observed and others are not has been a question for decades. In addressing this question, we investigated 130 molecules from 31 isomeric groups and we found a unique relationship, which accounts for the detection of some isomers and the non-detection of others. According to the Energy, Stability and Abundance (ESA) relationship, interstellar abundances of related species are directly proportional to their stabilities. However, we observed some deviations from the ESA relationship in a few isomeric groups: Where the most stable isomers are not observed and where the most stable isomers are not the most abundant. What could be responsible for these deviations?

How are these molecules formed? Reactions that occur on the surfaces of interstellar dust particles have been invoked in the formation of molecular hydrogen; as well as for the synthesis of larger interstellar molecules. Water molecules constitute about 70% of the interstellar dust grains (interstellar ice). These water molecules serve as the platform for hydrogen bonding. This interstellar hydrogen bonding causes a greater portion of these molecules to be attached to the surface of the dust grains. This reduces the overall abundances of the molecules in the gas phase.

Our high level quantum chemical calculations for the hydrogen bond interaction between the interstellar molecules (known and possible) and water, shows a direct correlation between the binding energies of these complexes and the abundances of the interstellar molecules. This accounts for the observed deviations from the ESA relationship.

From both ESA relationship and interstellar hydrogen bonding, we predicted ketenes as potential candidates for astronomical observation. In line with this, ketenyl radical has just been observed in space.

Finally, the weakly bound complexes that are formed in the interstellar medium (ISM), are they detectable? The conditions in the terrestrial laboratories where weakly bound complexes are observed are similar to the conditions in ISM and the high binding energies of the complexes imply that these complexes are detectable in ISM.’

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Postei o seguinte comentário no Chemistry world blog:

 

Física e Cosmologia: O que é “espaço”?

quinta-feira, maio 14th, 2015

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Para ler:

Interactive: What Is Space?

Imagine the fabric of space-time peeled back layer by layer.

Origem da Vida em Meteóritos? Novas indicações (3)

terça-feira, agosto 9th, 2011

Xanthine em Meteóritos

Hypoxanthine em Meteóritos

Porque esta corrida na busca das origens da Vida é importante tambem para Você:

Pessoas deístas ou não-especializadas em Ciências tendem a negligenciar êste assunto que constantemente está vindo nas manchetes porque acham que isso é assunto de desocupados que deveriam estarem gastando nosso dinheiro e ocupando seu tempo na busca de soluções para os problemas práticos urgentes. Mas devem lembrarem-se que existem muitos hoje em dia gastando nosso dinheiro em luxúria e supérfluos que com certeza nada vão adicionar à Humanidade. Esta atividade tem sim, muitas utilidades práticas e atuais, a primeira sendo que nesta busca vai se penetrando mais fundo em dimensões da Natureza não alcançadas pelos nossos sentidos sensoriais e com isso entendendo melhor o que é o mundo, a existência, o que o mundo quer de nós para nos recompensar e não destruir-nos, e principalmente, descobrindo sempre novos mecanismos da Natureza, os quais são reaplicados na evolução da tecnologia e no combate às doenças. Veja, por exemplo, abaixo, como esta nova descoberta da NASA está sugerindo uma nova abordagem para entender e combater o mosquito causador da malária. Por isso êste assunto está aqui na Matrix/DNA.

Alguns cientistas estão começando a falar a linguagem da Matrix/DNA. Sem terem conhecimento dos modêlos e da cosmovisão desta teoria estão praticamente repetindo coisas que dissemos aqui e a 20 anos atrás quando interpretei os modêlos. Por exemplo, vejamos esta frase do Dr. David Rothery, diretor do Planetary Science and the Search for Life at the Centre for Earth, Planetary, Space and Astronomical Research, na Inglaterra.

“Êstes resultados adicionam pêso à idéia de que os building blocks da vida estão espalhados em nosso sistema solar, e presumivelmente também em outros sistemas planetários. O que é importante é se os ingredientes ocorrem frequentemente para se fazer inevitável que a vida iniciará em qualquer lugar que reuna as condições necessárias, e isto está parecendo o mais provável”

Os modêlos da Matrix/DNA sugerem que as partículas-informação para erigir sistemas biológicos provêm da entropia dos astros, os quais apresentam um ciclo vital que constitui um circuito sistêmico exatamente igual a um par de bases de nucleotídeos. Portanto a vida pode começar em qualquer lugar de qualquer galáxia. Mas nas Ciências ainda predomina a idéia de que êstes ingredientes básicos se organizaram em um unico ponto num unico lugar e num unico momento. Está errado, segundo a Matrix/DNA, e o equívoco acontece porque desconhecem o aspecto “vital” dos astros.

Vejamos a noticia, tal como foi publicada em VEJA:

Meteoritos podem conter elementos de DNA

Uma nova pesquisa sobre dez meteoritos ricos em carbono mostra que contêm alguns elementos básicos de DNA, confirmando a hipótese segundo a qual a vida na Terra poderia ter vindo do espaço.

Cientistas haviam detectado elementos de DNA em meteoritos desde os anos 60, mas não tinham certeza sobre se sua criação ocorrera no espaço ou resultava de uma contaminação, ao contato com a vida na Terra.

Este último estudo, presente na mais recente edição dos Anais da Academia Americana de Ciências (PNAS) de 8 a 12 de agosto, comprova que nucleobases, os elementos constitutivos do DNA, chegaram realmente à Terra em meteoritos, em grande quantidade e diversidade.

Esta última descoberta aumenta o número crescente de indicações, segundo as quais as reações químicas no interior dos meteoritos e nos cometas podem produzir elementos essenciais de moléculas biológicas, destacam os autores.
Pesquisadores haviam, anteriormente, encontrado aminoácidos em amostras de elementos provenientes do cometa Wild 2, como parte da missão Stardust, da Nasa.
Os aminoácidos são indispensáveis à produção de proteínas, a molécula da vida.
Para esta última pesquisa, os cientistas analisaram amostras de 12 meteoritos ricos em carbono, nove deles encontrados na Antártica.
Também encontraram adenina e guanina, nucleobases do DNA.
Os cientistas descobriram pela primeira vez em dois desses meteoritos restos de três moléculas ligadas a “nucleobases análogas”.
Essas últimas aportam a primeira prova de que esses elementos constatados em dois meteoritos provêm mesmo do espaço e não de uma contaminação terrestre.
Com efeito, nenhuma dessas nucleobases análogas foi detectada em amostras de gelo e de solo coletadas perto da zona de impacto dos meteoritos portadores.

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E aqui um trecho da noticia no Cosmos Magazine:
http://www.cosmosmagazine.com/news/4621/dna-has-alien-origin?

Alien DNA

The findings suggest that life was partly created in space, essentially meaning that strands of DNA are in fact alien in origin.

“These results add weight to the idea that the building blocks for life are widespread in our Solar System, and presumably also in and around other planetary systems, commented David Rothery, chair of Planetary Science and the Search for Life at the Centre for Earth, Planetary, Space and Astronomical Research in the UK.

“What’s important is whether the ingredients occur often enough to make it well-nigh inevitable that life will get started wherever there is a suitable habitat, and this is looking increasingly likely.”

( Veja excelente/crítico comentário sôbre esta noticia em:
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Fragmentos de DNA no meteorito e a busca pela origem da vida. 10/08/2011. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fragmentos-dna-meteorito-origem-vida. )

COMENTÁRIO DA MATRIX/DNA, postado na VEJA:

Esta informação não confirma a hipótese que a vida veio do espaço. Existem ao menos mais duas alternativas igualmente possíveis:

1) se elementos do DNA podem aparecer em meteóritos e cometas, porque não tambem em planetas?;

2) A vida não veio do espaço (esta é a teoria da panspermia), não houve “origem” da Vida, os seres vivos são sistemas biológicos e apenas produto da evolução dos sistemas astronomicos, ao qual a Terra pertence (esta é a teoria da Matrix/DNA).
Na sua responsabilidade a imprensa tem que evitar ser o porta-voz de ideologias que amanhã podem estarem no curriculum escolar formando a mentalidade dos jovens, os quais, ao serem doutrinados em visões do mundo equivocadas perdem a livre iniciativa de pensar e buscar a verdade por si mesmos.

Esta é uma oportunidade para pesquisadores brasileiros. A crença de que a Vida veio do espaço está crescendo porque não conseguem fazerem os aminoácidos de Urey darem o próximo passo que seria formarem proteínas e RNA. Desistem dêsse caminho e buscam outras soluções para as origens da Vida e conhecimento de importantes mecanismos naturais. Mas no Amazonas nós descobrimos a possibilidade da existência da Matrix/DNA e seria esta fórmula que estaria faltando ser aplicada aos aminoácidos elaborados na Terra. Vale a pena tentar êste caminho, pois se acertar-mos, recuperamos o atraso cientifico do Brasil e colocamos o país na vanguarda de uma nova Ciência. ( veja a fórmula no site da “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”).

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Tradução do comentário em Inglês:

This information does not confirm the hypothesis that life came from space. There are at least two equally possible alternatives:

A) If DNA’s elements can appear in meteorites and comets, why not also on planets?;

2) Life did not come from space (this is the theory of panspermia), but from the evolution of the whole space as a system. There was no “origin” of life, living beings are biological systems and only product of the evolution of astronomical systems, to which the Earth belongs (this is the Matrix / DNA Theory).

The press has a responsibility to avoid being the spokesman of ideologies that tomorrow may be in the school curriculum forming the minds of young people who, when they are indoctrinated with wrong views of the world lose their own initiative to think and seek the truth themselves.

This is an opportunity for “thinkers outside the box” researchers. The belief that life came from space is growing because they can not make the Urey’s amino acids making the next step that should be to form proteins and RNA. So, they did give up this way and are seeking another solutions to the origins of life and knowledge of important natural mechanisms. But in the Amazon we have discovered the possibility of the existence of the Matrix / DNA and would be this formula that is missing for the amino acids produced in the Earth. (See the formula on the website of “The Matrix Universal Vital Natural Systems and Cycles”).

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A seguir, a noticia original da NASA, analizada segundo uma breve olhada nos mod6elos da Matrix/DNA;

NASA Researchers: DNA Building Blocks Can Be Made in Space – 08.08.11

NASA-funded researchers have evidence that some building blocks of DNA, the molecule that carries the genetic instructions for life, found in meteorites were likely created in space. The research gives support to the theory that a “kit” of ready-made parts created in space and delivered to Earth by meteorite and comet impacts assisted the origin of life.

Matrix/DNA: Realmente a pesquisa reforça a teoria de que teria sido necessário à Terra receber alguns ingredientes elaborados em algum outro lugar porque aqui não haveria condições para os building blocks aqui elaborados dessem os passos seguintes formadores de proteínas e RNA. Mas a teoria citada não considera a hipótese da Matrix/DNA, a qual sugere algumas diferenças no atual modêlo teórico sôbre sistemas estelares e galácticos que capacitariam à dupla Sol+Terra darem êstes passos. Êste impasse apenas poderá ser resolvido se experimentalmente aplicar-se os modêlos da Matrix/DNA sôbre a matéria inorganica/organica terrestre e obter-se as tais proteínnas, ou então acompanhar a chegada das fotos do espaço que vêm quase que diáriamente mostrando novos tipos de astros, cujo conjunto um dia poderá provar ou desaprovar os modêlos da Matrix/DNA ou da corrente teoria acadêmica.

“People have been discovering components of DNA in meteorites since the 1960’s, but researchers were unsure whether they were really created in space or if instead they came from contamination by terrestrial life,” said Dr. Michael Callahan of NASA’s Goddard Space Flight Center, Greenbelt, Md. “For the first time, we have three lines of evidence that together give us confidence these DNA building blocks actually were created in space.” Callahan is lead author of a paper on the discovery appearing in Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America.

The discovery adds to a growing body of evidence that the chemistry inside asteroids and comets is capable of making building blocks of essential biological molecules. For example, previously, these scientists at the Goddard Astrobiology Analytical Laboratory have found amino acids in samples of comet Wild 2 from NASA’s Stardust mission, and in various carbon-rich meteorites. Amino acids are used to make proteins, the workhorse molecules of life, used in everything from structures like hair to enzymes, the catalysts that speed up or regulate chemical reactions.

Matrix/DNA: Segundo nossos modêlos, não existe a propagada explosão de astros como geralmente sugerem noticias baseadas no atual modêlo cosmológico. Segundo nossos modêlos, meteóritos provêm de duas fontes: a) cometas desfeitos que não adentraram buracos negros, e, b) cadáveres estelares em decomposição. Nos dois casos devem existir enorme potencial latente para produzir os building blocks biológicos, principalmente nos meteóritos provenientes de cometas, os quais possuíriam energia em estado mais intenso de prosseguimento do circuito sistêmico. Mas nos dois casos, “provávelmente”, tais meteóritos trariam apenas os buildings blocks relacionados à sua meia-face da Matrix, ou seja, dos cometas para a meia-face esquerda e dos detritos estelares para a meia-face direita. De qualquer forma, esta pista pode nos ajudar a solucionar os segrêdos, se constatar-mos que os ingredientes são apenas de uma meia-face ou outra.

In the new work, the Goddard team ground up samples of twelve carbon-rich meteorites, nine of which were recovered from Antarctica. They extracted each sample with a solution of formic acid and ran them through a liquid chromatograph, an instrument that separates a mixture of compounds. They further analyzed the samples with a mass spectrometer, which helps determine the chemical structure of compounds.
The team found adenine and guanine, which are components of DNA called nucleobases, as well as hypoxanthine and xanthine. DNA resembles a spiral ladder; adenine and guanine connect with two other nucleobases to form the rungs of the ladder. They are part of the code that tells the cellular machinery which proteins to make. Hypoxanthine and xanthine are not found in DNA, but are used in other biological processes.

Matrix/DNA: Ok… isto significa que temos mais trabalho a fazer. É mencionado aqui o nome de dois elementos que precisaremos pesquisar o que se sabe a respeito dêles: hypoxanthine e xanthine.
Vejamos Wikipedia:

Hypoxanthine is a naturally occurring purine derivative. It is occasionally found as a constituent of nucleic acids where it is present in the anticodon of tRNA in the form of its nucleoside inosine. It has a tautomer known as 6-Hydroxypurine. Hypoxanthine is a necessary additive in certain cell, bacteria, and parasite cultures as a substrate and nitrogen source. For example, it is commonly a required reagent in malaria parasite cultures, since Plasmodium falciparum requires a source of hypoxanthine for nucleic acid synthesis and energy metabolism. In August 2011, a report, based on NASA studies with meteorites found on Earth, was published suggesting hypoxanthine and related organic molecules, including the DNA and RNA components adenine and guanine, may have been formed extraterrestrially in outer space.

Hypoxanthine em Meteóritos

Ora, esta fórmula imediatamente nos mostra que a Matrix é repetida duas vêzes e nas duas predomina o nitrogênio, um elemento com numero atômico 7, portanto pertencente à meia-face direita da Matrix ( uma face entrópica, relacionada á morte dos sistemas, prova disso como vamos ver a seguir é que a hypoxanthine é necessária para constituir o veneno da malária). (Não se esquecendo que vale apena dar uma olhada em Wikipedia para recordar o que é purine e seus derivados)

Então temos que recapitular algo do Nitrogênio:

Wikipedia:

Nitrogen is the largest single constituent of the Earth’s atmosphere (78.082% by volume of dry air, 75.3% by weight in dry air). It is created by fusion processes in stars, and is estimated to be the seventh most abundant chemical element by mass in the universe.

Molecular nitrogen and nitrogen compounds have been detected in interstellar space by astronomers using the Far Ultraviolet Spectroscopic Explorer. Molecular nitrogen is a major constituent of the Saturnian moon Titan’s thick atmosphere, and occurs in slightly appreciable to trace amounts in other planetary atmospheres.

Nitrogen is present in all living organisms, in proteins, nucleic acids, and other molecules. It typically makes up around 4% of the dry weight of plant matter, and around 3% of the weight of the human body. It is a large component of animal waste (for example, guano), usually in the form of urea, uric acid, ammonium compounds, and derivatives of these nitrogenous products, which are essential nutrients for all plants that cannot fix atmospheric nitrogen.

Matrix/DNA: Bingo! Nitrogênio é criado na fusão de estrêlas, justamente a Função 6 da Matrix, onde começa a meia-face direita e o principio entrópico. E é encontrado nos excrementos de animais, ou seja, produtos entrópicos. Tudo está indicando que êstes meteóritos vieram de alguma estrêla morta. E sugere que a hypoxanthine é uma molécula right-handed… será mesmo? Onde podemos ver isso? A palavra “”inosine” nos leva às riboses das quais se diz que: “Ribose is an organic compound. The term may refer to any of two enantiomers: almost always to D-ribose, which occurs widely in nature and is discussed here; or to its synthetic mirror image L-ribose, which is not found in nature and is of limited interest”. Ok… mas hypoxanthine é produzida apenas no espaço onde L é muito encontrado).
O fato de que nitrogenio seja o maior constituinte de uma lua sugere que luas seriam formadas a partir de detritos estelares dispersos que não foram aborvidos no vórtice reciclador?! É possível.

Voltemos à hypoxanthine:

“Plasmodium falciparum requires a source of hypoxanthine for nucleic acid synthesis and energy metabolism”. Humm… tenho um interêsse extra nisso, pois como vitima da malária no Amazonas onde peguei o virus vivax mas tambem o falciparum ( que é a forma menos mortal da doença) me interessa agarrar os calcanhares desta pesquisa para tentar aniquilar estas pestes). A coisa continua a fazer sentido sob a luz da Matrix/DNA, pois êstes virus tem ação entrópica).

Vamos agora à “Xanthine”:

Xanthine em Meteóritos

Wikipedia:
Xanthine is a purine base found in most human body tissues and fluids and in other organisms. A number of stimulants are derived from xanthine, including caffeine and theobromine.[1]

Xanthine is a product on the pathway of purine degradation.

Xanthine is subsequently converted to uric acid by the action of the xanthine oxidase enzyme.

Studies reported in 2008, based on 12C/13C isotopic ratios of organic compounds found in the Murchison meteorite, suggested that xanthine and related chemicals, including the RNA component uracil, were formed extraterrestrially.

Matrix/DNA: Ótimo! Xanthine é produto da degradação. Face direita e entropia na cabeça! E vemos novamente a predominancia de nitrogênio. Tudo isto merece um estudo mais detalhado, a ser feito quando tiver-mos tempo, se Deus quiser. (…Êpa!… Deus? … Um agnóstico deu uma escorregada aqui, mas por favor, não conte para ninguém…).

Voltando ao artigo da NASA:

Also, in two of the meteorites, the team discovered for the first time trace amounts of three molecules related to nucleobases: purine, 2,6-diaminopurine, and 6,8-diaminopurine; the latter two almost never used in biology. These compounds have the same core molecule as nucleobases but with a structure added or removed.

It’s these nucleobase-related molecules, called nucleobase analogs, which provide the first piece of evidence that the compounds in the meteorites came from space and not terrestrial contamination. “You would not expect to see these nucleobase analogs if contamination from terrestrial life was the source, because they’re not used in biology, aside from one report of 2,6-diaminopurine occurring in a virus (cyanophage S-2L),” said Callahan. “However, if asteroids are behaving like chemical ‘factories’ cranking out prebiotic material, you would expect them to produce many variants of nucleobases, not just the biological ones, due to the wide variety of ingredients and conditions in each asteroid.”

The second piece of evidence involved research to further rule out the possibility of terrestrial contamination as a source of these molecules. The team also analyzed an eight-kilogram (17.64-pound) sample of ice from Antarctica, where most of the meteorites in the study were found, with the same methods used on the meteorites. The amounts of the two nucleobases, plus hypoxanthine and xanthine, found in the ice were much lower — parts per trillion — than in the meteorites, where they were generally present at several parts per billion. More significantly, none of the nucleobase analogs were detected in the ice sample. One of the meteorites with nucleobase analog molecules fell in Australia, and the team also analyzed a soil sample collected near the fall site. As with the ice sample, the soil sample had none of the nucleobase analog molecules present in the meteorite.

Thirdly, the team found these nucleobases — both the biological and non-biological ones — were produced in a completely non-biological reaction. “In the lab, an identical suite of nucleobases and nucleobase analogs were generated in non-biological chemical reactions containing hydrogen cyanide, ammonia, and water. This provides a plausible mechanism for their synthesis in the asteroid parent bodies, and supports the notion that they are extraterrestrial,” says Callahan.

“In fact, there seems to be a ‘goldilocks’ class of meteorite, the so-called CM2 meteorites, where conditions are just right to make more of these molecules,” adds Callahan.

The team includes Callahan and Drs. Jennifer C. Stern, Daniel P. Glavin, and Jason P. Dworkin of NASA Goddard’s Astrobiology Analytical Laboratory; Ms. Karen E. Smith and Dr. Christopher H. House of Pennsylvania State University, University Park, Pa.; Dr. H. James Cleaves II of the Carnegie Institution of Washington, Washington, DC; and Dr. Josef Ruzicka of Thermo Fisher Scientific, Somerset, N.J. The research was funded by the NASA Astrobiology Institute, the Goddard Center for Astrobiology, the NASA Astrobiology: Exobiology and Evolutionary Biology Program, and the NASA Postdoctoral Program.

( Anexo existe um interessante vídeo)
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