Posts Tagged ‘esponjas’

Fotons reconstruindo sistemas astronômicos em miniatura na Terra: exemplo do mecanismo nas células de esponjas

segunda-feira, janeiro 1st, 2018

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Neste vídeo, em …., os cientistas cortam um pedaço de uma esponja do mar, separam suas células e as deixam assim num novo habitat. Dizem que a comunicação entre as células e’ interessante, porem no caso das esponjas, são formidáveis. Então, não sabem como e porque, entre muitas outras células, as células da esponja se auto-identificam, reconhecem-se umas as outras, e voltam a se juntarem, e dali reconstroem a esponja, exatamente como a anterior de onde vieram. Sem nunca ter sabido deste mecanismo, eu imaginei exatamente isto quando calculava como as “partículas-informação”, provavelmente na forma de fótons, teriam reproduzido na Terra e microscopicamente o sistema astronomico de onde vieram. Pelo simples fato de ter previsto a existência deste mecanismo, mesmo que seja em outra situação, já’ e’ suficiente para mérito ao meu método de investigação.

No vídeo chamam-se de ressuscitação da esponja. Posso usar também este termo? Ressuscitação dos building blocks astronômicos?

Guardar e pesquisar mais este detalhe, estando no video em 25:00

Origens da Vida – O Início de Tudo – National Geographic Channel – Completo

Sinapses: Exemplo de prévios design?

quarta-feira, setembro 6th, 2017

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Quando a NASA publicou a foto mais profunda do Universo, muita gente confundiu-a com a imagem do interior do cérebro, pois são quase iguais. E alguns disseram: ” O Universo parece um cérebro!”. O que diriam agora estas pessoas se soubessem o que acabo de descobrir, que as sinapses entre neurônios são evoluções de interações entre astros celestes? Talvez diriam: ” Parece que o Universo também pensa!”

Como a Natureza inventou esta extraordinária engenharia que são as sinapses, devido `as quais nos podemos pensar? As sinapses neuroniais são a base da mente, da consciência. Então a consciência existe como mero produto do acaso, ou existe um Universo tunelado para produzir consciência, a qual já estaria programada a acontecer desde antes do Big Bang?

Agora – quando pesquisadores procuram conhecer as origens e evolução das sinapses – descobrimos que as esponjas, que ainda não tinham nem sequer um sistema nervoso, já tinham os genes ( ou seja, as informações), que mais tarde vieram ser os genes das sinapses (veja links e o texto abaixo). Como a acadêmica visão de mundo explicou isto? Que aqueles genes deveriam estar produzindo outra coisa ( a qual não sabem qual seria), e na evolução foram selecionados quando sua função ficou obsoleta e passaram a executar outra, ou sofreram alguma mutação por acaso. Sim, se os genes estavam la’ é porque estavam com alguma função, pois o DNA não contem genes sem função. E’ possível que a teoria acadêmica esteja correta, e se sim, o sistema nervoso teria surgido por puro acaso, tudo teria começado quando um gene sofreu uma mutação por erro de transcrição e ao invés de fazer sua função passou a fazer outra, a qual justamente iria criar a nossa capacidade de pensar… segundo a teoria acadêmica. Ou não, pois ainda tem gente que não evoluiu mais que o inexistente cérebro das esponjas, pois não param para pensar…

SpongeColorCorrect.jpg

Esponjas (poríferas)

Mas existe outra teoria que acho mais racional ( a qual, segundo a teoria acadêmica, surgiu no meu cérebro por mais uma mutação ao acaso). Para todas as questões sobre qualquer fenômeno e eventos naturais ela tem uma explicação extraída de seus modelos e formulas. Então vamos consultar estes modelos perguntando:

“Existia algum mecanismo/processo no ancestral sistema astronomico onde uma peça tinha a função de ejectar informação, como é o mecanismo dos neurônios ejetando informações pelas sinapses?”

E a resposta da Matrix/DNA é: ” Sim: a F1 e a F4, ejectavam corpos que eram informações para construir as peças e reproduzir o sistema. Portanto, o fenômeno que hoje denominamos de “sinapses” é mera continuidade evolutiva de um especifico mecanismo dos sistemas naturais, dentro da evolução universal. Como pode ser visto nestas representações da formula:

The MatrixDNA as Closed System

The MatrixDNA as Closed System

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

A Matrix/DNA sugere que sistemas são produtos da evolução cosmológica e elabora modelos dos mais complexos sistemas astronômicos sugerindo similar. Então ela indica que idades com sistemas biológicos.  Então ela sugere nestes modelos que já existiam mecanismos, processos, fazendo estas funções de emitir objetos como sinais carregando informações de uma peça para outra. Ora, se isto for correto, os genes com estas informações tinham que ter sido inseridos nos primeiros sistemas biológicos que eram ainda protótipos, ensaios, do que viria a ser a reprodução final do sistema ancestral. “Afinal – conjectura a teoria – babys não tem bigodes porem os genes para produzi-los estão la’ desde a fecundação.”

Então, segundo a Matrix/DNA, para a qual este Universo ‘e como a placenta dentro da qual esta’ sendo gerado um embrião na forma de sistema universal auto-consciente, num mero caso de reprodução genética, a presença da consciência aqui já estava programada antes do Big Bang.

Informações em:

https://www.hindawi.com/journals/aai/2010/845723/

Constraints of Biological Neural Networks and Their Consideration in AI Applications

” …  While the functional evolutionary origins of synapses are unclear, recent studies have demonstrated that the genes required to produce proteins necessary for synaptic transmission are found in the genomes of sponges, which lack nervous systems [7]. Therefore, it is probable that synaptic transmission has its origins in exploiting proteins produced for another purpose. While synaptic processing is responsible for the successful functioning of animal nervous systems, it is developed from evolutionary modification of a “best available” solution, and in some cases may be constrained by the slow transmission rates of the process.”

A Post-Synaptic Scaffold at the Origin of the Animal Kingdom

http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0000506

“Highly conserved protein interaction motifs and co-expression in sponges of multiple proteins whose homologs interact in eumetazoan synapses indicate that a complex protein scaffold was present at the origin of animals, perhaps predating nervous systems. A relatively small number of crucial innovations to this pre-existing structure may represent the founding changes that led to a post-synaptic element”. …. The core potential for evolving synapses in sponges may extend to other types of junctions. As metazoan cell types emerged, both orthologs and paralogs of the genes found here became components of junctions other than synapses as well. Therefore, the set of protosynaptic genes (as well as other genes) might be viewed not as prototypical with regard to synaptic junction evolution, but as a set of genes capable of giving rise to a diversity of junctions.

Wikipedia: Sponges

” Sponges contain genes very similar to those that contain the “recipe” for the post-synaptic density, an important signal-receiving structure in the neurons of all other animals. However, in sponges these genes are only activated in “flask cells” that appear only in larvae and may provide some sensory capability while the larvae are swimming. This raises questions about whether flask cells represent the predecessors of true neurons or are evidence that sponges’ ancestors had true neurons but lost them as they adapted to a sessile lifestyle.”

(neurônios,sinapses,cérebro)

Esponjas Seriam o LUCA Terrestre Animalizado?

quarta-feira, setembro 1st, 2010

Artigo publicado no ScienceNews sugere que as esponjas são a base da evolução animal. Porem elas surgiram já com 18.000/30.000 genes! Genes são armazenadores e processadores de informações, portanto não deve existir gene sem informação estocada nêle. Então pergunto: eram informações sôbre o que?

Bem…,  pode ser informações sôbre si  próprios, ou seja desde que surgiu o primeiro gene até a molécula somar os 18.ooo, o qual seria praticamente o registro da história de milhões ou bilhões de anos da biogênesis mais a história da evolução dos seres unicelulares. E ainda podemos supor que as esponjas descendem de algum tipo de vegetal primitivo, o qual seria a fonte de mais informações. 

Mas a Teoria da Matriz está sugerindo outra coisa: são tôdas as informações acima, mais as informações do planeta Terra no papel de LUCA, mais tôdas as informações da Evolução Cosmológica desde o Big Bang.

O artigo tem pontos importantes a serem reestudados quando tiver-mos tempo:

1) O cancer só existe nos seres multicelulares. Não existem naqueles que permaneceram unicelular. Então é preciso focalizar LUCA como “unicelular” e cuja multiplicação era mera auto-reciclagem, para lembrar que o multicelularismo foi uma invenção na Terra. Porem a diferenciação celular indica que a invenção visava apenas ampliar as partes de LUCA para assim permitir a livre produção da complexidade. Talvez as células cancerosas seriam aquelas que resistem à diferenciação? Qual o fator inibidor da diferenciação?

2) Uma intuição inquetante me ocorreu quando lia dois artigos cruzados – êste artigo e o outro sôbre fractais ( vide aqui Ecossistemas de Menger, Visto pela Matriz) . Teremos que pesquisar isto, parece-me muito importante. Pois aqui os pesquisadores dizem:  

” Srivastava and her colleagues also note that sponges have 705 genes — more than any other animal — encoding kinases, proteins that attach a phosphate molecule onto other proteins. The researchers don’t know why sponges would need so many of the proteins.”

E numa resposta a um comentário meu no artigo de fractais o autor explica:

” Considero importante que a idéia de fractais seja observada em biologia do ponto de vista dinâmico e não estático. Um tipo de movimento fractal. Isto é consistente com o conceito de átomo no qual, quando organizados em moléculas, acumulam mais espaços vazios do que cheios. Então, quanto mais condensada a matéria estruturada em moléculas, mais espaço haverá entre elas. Transpondo para fractais em biologia, acredito que quanto maior a comunicação ou interação entre os componentes de um sistema, menos saturado o sistema ficará.”

Não seria o caso da causa da esponja enfatizar a produção da kinase para unir proteínas entre si e assim resolver o problema da tendência dos átomos em criar espaços vazios entre si?! Pois basta ver uma esponja para “sentir” como a Evolução deve ter-se sentido ao ver e apalpar aquêle corpo que era na época o tôpo da evolução, a sua obra mais aprimorada. Era muito mole, quase informe e sem a consistência necessária para desempenhar as funções que o sistema biológico teria que assumir. Para tanto ela rebuscou nos ancestrais astronomicos todos os elementos e mecanismos que serviram para preencher espa;cos vazios e unir matéria, e trouxe-os todos para a pilha de nucleotídeos que era o DNA da esponja. Foi uma operação de emergência. Necessitando concentração de fôrças e recursos. Por isso a quantia exagerada de 705 genes para produzir o elemento colante, denominado kinase. Depois que estes genes trabalharam e transformaram a esponja na espécie seguinte, menos “esponjosa”, mais consistente, o aparato exagerado reunido na forma de 705 genes deixou de ser necessário, o que os fêz atrofiarem nas espécies seguintes… Então qual o problema dos pesquisadores? O que eles não estão vendo aqui? Seja como for, “ufa!”, esta novidade trouxe farto material novo para expandir nosso entendimento da coisa tôda.

Vamos ao artigo em ScienceNews ?

http://www.sciencenews.org/view/generic/id/61805/title/Sponge_genes_surprise

Sponge genes surprise

Primitive animals have untapped genetic potential

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Scientists have deciphered the genetic makeup of a sponge, shown here living inside a coral, and have found that these primitive animals are surprisingly complex. The common ancestor of all animals may have resembled a certain absorbent, yellow, porous someone who lives in a pineapple under the sea.

The evidence lies in the genes, not the pants.

A complete genetic catalog of the sponge Amphimedon queenslandica suggests that the first animals already had a complex kit of genetic tools at their disposal. Sponges harbor between 18,000 and 30,000 genes — roughly the same number as humans, fruit flies, roundworms and other animals, an international team of researchers reports in the Aug. 5 Nature.

Comparison of the sponge’s genetic blueprints with those of other animals reveals that sponge genes are lined up in the same way as those of other animals. Analyses in the new study also support the idea that sponges form the base of the animal branch of the evolutionary tree, says April Hill, an evolutionary developmental biologist at the University of Richmond in Virginia who was not involved in the work.

“That makes them a pretty important group,” Hill says.

Recently, some scientists had suggested that comb jellies, not sponges, were the first multicellular animals (SN: 4/5/08, p. 214).

Sponges don’t make certain types of organs, such as muscles, nerves and epithelial tissues like skin or gut linings, which help form a barrier to the outside world in more complex animals. Yet proteins that nerve cells use to communicate and connect with each other are among those encoded in sponges’ genes, the researchers say. So are proteins needed for epithelial tissues. Sponges also have some genes that are important in other animals for helping the immune system tell an animal’s own cells apart from foreign cells.

“The thing that really captivates me the most is that so many gene families evolved between the unicellular organisms and the animals,” says Hill. “You see a lot of innovation.”

One thing that really struck researchers, says lead author Mansi Srivastava of the Whitehead Institute in Cambridge, Mass., was that genes shared between humans, sponges and other animals are some of the very genes involved in cancer. “So cancer is really a disease of multicellularity,” she says. “Cancer arises when multicellularity is interfered with.”

Srivastava and her colleagues also note that sponges have 705 genes — more than any other animal — encoding kinases, proteins that attach a phosphate molecule onto other proteins. The researchers don’t know why sponges would need so many of the proteins.