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Cerebro: Duas consciencias diferentes nos dois hemisferios?

sexta-feira, outubro 12th, 2018

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O PARADOXO DO CÉREBRO DIVIDIDO ( Uma nova perspectiva no entendimento dos hemisférios)

Uma diferença entre a imagem baseada na hierarquia corporativa de uma empresa – e a verdadeira estrutura do cérebro, pode ser observada no caso curioso de pacientes com cérebro dividido. Um traço incomum do cérebro é que ele tem duas metades, ou hemisférios, o direito e o esquerdo, praticamente idênticos. Durante muito tempo os cientistas se perguntaram por que o cérebro tem essa redundância desnecessária, pois consegue funcionar mesmo quando um hemisfério é totalmente removido. Nenhuma hierarquia corporativa apresenta essa estranha característica. Além disso, se cada hemisfério tem consciência, isso significa que temos dois centros de consciência dentro do mesmo crânio?

O dr. Roger W. Sperry, do California Institute of Technology, ganhou o Prêmio Nobel em 1981 ao mostrar que os dois hemisférios cerebrais não são cópias exatas um do outro, e de fato desempenham funções diferentes. Essa descoberta causou furor na neurologia (e gerou uma indústria duvidosa de livros de autoajuda que pregam a aplicação da dicotomia cérebro-esquerdo/cérebro direito na vida diária.) O dr. Sperry estava tratando de epiléticos, que às vezes sofrem de convulsões do tipo “grande mal” provocadas pelo descontrole do processo contínuo de realimentação (ou ciclos de feedback) entre os dois hemisférios do cérebro. Tais convulsões – causadas pelo mesmo processo que gera o som estridente da microfonia – podem até matar. O dr. Sperry começou por cortar o corpo caloso, que liga os dois hemisférios do cérebro, de modo que não mais se comunicassem, e assim não compartilhassem informações entre os lados direito e esquerdo do corpo. Isso geralmente fazia parar o processo de realimentação e as convulsões. A princípio, os pacientes com cérebro dividido pareciam perfeitamente normais. Continuavam alertas e mantinham uma conversa naturalmente, como se nada tivesse acontecido. Porém, uma análise mais minuciosa desses indivíduos mostrou que havia algo muito diferente neles.

Normalmente, os hemisférios se complementam, com os pensamentos indo e vindo de um a outro. O cérebro esquerdo é mais analítico e lógico. É onde se encontram as habilidades verbais, ao passo que o direito é mais holístico e artístico. Mas o cérebro esquerdo é dominante, é o que toma as decisões finais. Os comandos passam do cérebro esquerdo para o direito por meio do corpo caloso. Se essa conexão é cortada, o cérebro direito fica livre da ditadura do esquerdo. Talvez o cérebro direito tenha vontade própria, contrariando os desejos do esquerdo dominante. Resumindo, pode haver duas vontades agindo dentro do mesmo crânio, às vezes brigando pelo controle do corpo. Isso cria a estranha situação em que a mão esquerda (controlada pelo hemisfério direito) começa a agir de forma independente de nossos desejos, como se fosse um apêndice externo. Há um caso documentado de um homem que estava a ponto de abraçar sua esposa com uma das mãos, quando descobriu que a outra mão tinha uma intenção diferente: dar um soco no rosto dela. Uma mulher relatou que estava pegando um vestido com uma das mãos enquanto a outra mão pegava uma roupa totalmente diferente. E um homem não conseguia dormir à noite com medo de que a mão rebelde fosse estrangulá-lo. Às vezes, pessoas com cérebro dividido pensam que estão vivendo em um desenho animado, com uma das mãos tentando controlar a outra. Alguns médicos chamam isso de “síndrome do dr. Fantástico” [dr. Strangelove], por causa da cena do filme em que uma das mãos do doutor luta contra a outra.

Após estudos detalhados de pacientes com cérebro dividido, o dr. Sperry concluiu que poderia haver duas mentes distintas operando num único cérebro. Ele escreveu que cada hemisfério é “de fato um sistema consciente em si mesmo, capaz de perceber, pensar, lembrar, raciocinar, querer, se emocionar, tudo isso num nível caracteristicamente humano, e (…) os dois hemisférios podem estar passando por experiências mentais diferentes, e até conflitantes, ao mesmo tempo”. Quando entrevistei o dr. Michael Gazzaniga, da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, uma autoridade em pacientes de cérebro dividido, perguntei como podem ser feitos experimentos para testar essa teoria. Há várias formas de comunicação com cada hemisfério sem o conhecimento do outro. Pode-se, por exemplo, colocar no sujeito óculos especiais em que aparecem perguntas diferentes diante de cada olho, de modo que é fácil direcionar perguntas a cada hemisfério separadamente. O difícil é tentar obter uma resposta de cada hemisfério. Como o cérebro direito não consegue falar (os centros da fala estão situados no lado esquerdo) é difícil obter suas respostas. Dr. Gazzaniga me disse que, para descobrir o que o cérebro direito estava pensando, ele criou um experimento em que esse hemisfério (mudo) conseguia “falar” usando peças com letras, como num jogo de palavras cruzadas. Ele começou perguntando ao cérebro esquerdo do paciente o que ele iria fazer depois que se formasse. O paciente respondeu que queria ser projetista. Tudo ficou mais interessante quando a mesma pergunta foi feita ao cérebro direito (mudo), que soletrou as palavras “piloto de carro de corrida”. Sem o conhecimento do cérebro esquerdo dominante, o cérebro direito tinha planos totalmente diferentes para o futuro. O cérebro direito tinha, literalmente, uma mente própria. Rita Carter escreve: “As implicações possíveis nos deixam aturdidos. Sugerem que todos nós podemos estar carregando por aí um prisioneiro mudo dentro do crânio, com uma personalidade, ambições e consciência de si muito diferentes das que acreditamos ter no cotidiano.” Talvez haja verdade na afirmação de que “dentro dele existe alguém ansiando por ser livre”. Isso significa que os dois hemisférios podem ter crenças diferentes. Por exemplo: o neurologista V. S. Ramanchandran descreve um paciente de cérebro dividido que, ao ser perguntado se era religioso, disse que era ateu, mas o cérebro direito declarou o contrário. Pelo visto, é possível ter duas posições religiosas opostas residindo no mesmo cérebro. Ramanchandran prossegue: “O que acontece quando essa pessoa morre? Um hemisfério vai para o céu e o outro vai para o inferno? Não sei a resposta.” É concebível, portanto, que uma pessoa de cérebro dividido possa ser republicana e democrata ao mesmo tempo. Se perguntarmos em quem ela vai votar, ela dirá o candidato do cérebro esquerdo, pois o direito não consegue falar. Mas dá para imaginar o caos na cabine de votação quando essa pessoa tem que usar só uma das mãos.

A causa criadora do córtex e a volta do ciclo de domínio do hemisfério direito.

domingo, março 4th, 2018

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E a sugestão para uma técnica para desenvolver nosso equilíbrio e maior eficiência cerebral

Acho que acabei de encontrar a solução para outro intrigante mistério. Porque nas origens da historia humana houve tata produção de religiões e mitologias? E porque o cérebro ou mente humana mudou de maneira que hoje não existe mais esta grande produção?

Bem, o que acabei de perceber e’ que isto foi uma feliz ocorrência. A principal diferença entre cérebros humanos e primatas e’ que nosso cérebro cresceu mais e o que mais cresceu dentro dele foi o cortex. O córtex e’ a região centralizada no topo do cérebro, na região da testa. Não tendo este cortex, os primatas mesmo assim já tinham o cerebro dividido verticalmente em hemisférios direito e esquerdo. E’ sabido que o esquerdo lida com o mundo pratico real, e’ frio e calculista, talhado para a sobrevivencia, a competição, etc. O direito e’ mais zen, holístico, imaginativo, querendo existir no mundo da lua, ou talvez direcionado a entrar em ocultas dimensões da realidade para expandir nosso alcance e conhecimento. Portanto seria logico inferir que religiões e mitologias venham do hemisferio direito.

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Então a grande produção delas nas nossas origens indicaria que o direito estava bem ativo, e a grande evolução na vida pratica com a tecnologia na modernidade indicaria que o esquerdo passou a dominar o direito. E isso tem mais uma logica:

Os nossos ancestrais animais, insetos, bactérias, aves, peixes e sei la mais o que, tinham antenas desenvolvidas que captam coisas como o campo magnético da Terra, e como a Matrix/DNA esta sugerindo que inclusive corpos humanos tem um campo magnetico e funcional, complexo como um sistema, talvez animais captam algo disso nos nossos corpos. Lembro-me de vários casos como evidencias para esta hipótese.  Essa antena foi encolhendo com a evolução do resto do corpo e do cerebro, o que e’ um grande mistério, pois se era tremendamente útil, porque se atrofiou? Pensa-se que hoje no cerebro humano esta antena se encolheu tanto que não passa de uma pequena glandula do tamanho de uma ervilha, a chamada glândula pineal. A pineal tem cristais de apatita, os quais reagem ao magnetismo ou outros efeitos de campos magneticos. Tudo bate…

O importante aqui e’ a beleza e elegância que se destaca deste processo evolucionário. Se num individuo um dos hemisférios domina totalmente e o outro se encolhe recessivo, esse cara caminha pendendo inclinado pendendo sob o sobrepeso de um lado e deve  fazer muitas besteiras. Mas se houver estas trocas de ciclos de dominância/recessividade, a natureza vai aos poucos corrigindo os atritos do conflito. isto significa que sempre nestes ciclos existiria uma fase em que o conflito esta quase controlado, existe uma época de ceta paz, quando os dois se unem e trabalham juntos e quando isso acontece, produzem uma grande novidade e muito benéfica, que e’ o alimento que se colocara no meio das duas fazendo crescer o… cortex. Assim evoluiu o cérebro inventando esta novidade que e’ o cortex.

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Isso indica que os nossos primatas, que estavam mais próximos dos ancestrais com antena, tinham maior capacidade que nos de captar o culto a nos hoje. Como nada entendiam de planetas, astronomia, biologia, DNA, etc, faziam uma confusão dos diabos com as visões e indícios que captavam e estas confusões criaram as lendas mitológicas. Então, se isso for verdade, nestas lendas devem existir elementos reais da verdade. La vou eu novamente me lançar a mais um oceano de informações e mistérios, como se já não chegasse os milhares em que estou dentro e atolado ate o cocuruto…

 

Sugestão de técnica para desenvolver o cérebro:

Para entender isso e’ preciso observares neste site a formula da Matrix/DNA. Ela e’ o template de todos os sistemas naturais, o cérebro e’ um deles, então a anatomia do cérebro e’ a anatomia da formula. de fato a formula tambem tem duas meias-faces. O fluxo energético de informações começa na base de baixo em F1 e se dirige para a esquerda no sentido horario, alcançando F2. Quando chega a F4, o fluxo se bifurca e tem duas alternativas: ou continua em frente desenhando a esfera ou despenca com velocidade retornando rumo a base, a F1. Pois bem…

Nas época dos ciclo alternativo de dominância/recessividade entre hemisférios direito e esquerdo, depende exatamente do que faz o fluxo de informações. Quando o esquerdo esta dominante, significa que o fluxo chega no topo de F4, onde se representa pelo córtex cerebral e ao invés de continuar adentrando o direito, ele retorna imediatamente para a base. Apenas o esquerdo fica funcionando, enquanto o direito fica em dormência, em estado potencial apenas. Mesmo quando o ciclo entorna, como no caso dos primatas produzindo mitologias, o direito não funciona bem, pois ele depende sempre que o fluxo passe pelo esquerdo primeiro.  Não vejo como o fluxo poderia iniciar em F4 e não vejo como, ao chegar em F1, o fluxo pudesse subir em linha reta direto para F4 mantendo apenas o direito em atividade. Infelizmente o cérebro ainda esta num estagio intermediário de sua evolução, as dimensões ocultas estão ainda distantes do nosso alcance normal, vamos ter que assistir este levantar do direito porem, um levantar muito tímido. mas ai e’ que entra a nossa engenhosidade. Podemos acelerar essa evolução e começar desde já a ter bons lucros. pela meditação. Eu tenho esporadicamente me lembrado disso e de vez em quando aplicado essa técnica. Ela consiste em você se lembrar da formula, fixar imaginariamente F1 na região do hipocampo que e’ a base central do cérebro atras da boca ou do nariz, imaginar o turbilhão do qual sai o fluxo lhe percorrendo o cérebro pela esquerda de baixo para cima esfericamente, e quando o fluxo chega em F4, no cortex, faça um esforço para evitar que caia, imagine-o seguindo em frente, atravessando a ponte sobre a massa do corpo caloso e entrando no direito… Aviso urgente: não torne isso uma obcecação, não faça muito este exercício pois le pode comprometer sua eficiência neste mundo mundano na competição pela sobrevivência e apego as coisas reais do aqui e agora. Mas tambem não deixe de faze-lo de vez em quando pois o nosso horizonte mental deve crescer para o lado das dimensões ocultas e isto só se o direito for livre e estimulado a trabalhar. não me vá’ agora ficar produzindo novas mitologias como a hidra de lerna com varias serpentes na cabeça, super-heróis como Hércules e Aquiles, imaginar cobras falantes no paraíso, ou ficar desenhando discos voadores nas pardes da casa/caverna…  Vão te olhar estranho achando que ficastes lele’ da cuca… quase como eu…

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A proposito, estou acompanhando e dialogando com um pessoal que esta revelando coisas muito estranhas sugerindo que estão captando estas coisas por meio do paranormal ( o que seria um retorno ao nosso primitivo ou uma reviravolta nos ciclos pondo agora o hemisfério direito novamente no domínio do cérebro. Se alguém tiver curiosidade o debate esta acontecendo no Google+, tente este link:

https://plus.google.com/+RickKaneAccidentalScientist/posts/fb9UffrBPvw