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Sol Escuro descoberto aqui perto, mas o que significa?

terça-feira, maio 4th, 2010

Sol escuro pode ser vizinho mais próximo do Sistema Solar

Com informações da New Scientist – 03/05/2010. Veja noticia completa no site: 

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias

Enquanto uma teoria diz que o astro está indo, outra diz exatamente o contrário, quer dizer, está voltando. Em outras palavras, e analógicamente, uma teoria diz que o astro já passou da meia-idade, que é uma velhinha quase morrendo, enquanto a outra diz que não, o astro ainda não chegou à meia-idade, que é uma jovem entrando na puberdade. Um unico  e mesmo fato cientifico (o astro existe) dando margem a duas interpretações antagônicas, devido a visibilidade  ser muito precária e falta de mais dados concretos. Vejamos o que existe de fato concreto e depois veremos a outra interpretação dêstes fatos:

1) É um astro que emite energia, porém calculada em apenas 0,000026 por cento da energia emitida pelo Sol. Essa energia é emitida na faixa do infravermelho, e não na faixa visível do espectro.

2) Foi achado por Philip Lucas e seus colegas da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, a partir dessa radiação infravermelha que ela emite. Foi denominado como UGPS 0722-05.

3) Tem aproximadamente o tamanho de Júpiter.

4) Paralaxe: A distância estimada em 9,6 milhões de anos-luz ainda é preliminar. O cálculo foi baseado no fenômeno óptico chamado paralaxe. Até agora, porém, os astrônomos que descobriram o astro UGPS 0722-05 ainda não dispõem de medições de paralaxe suficientes para fazer o cálculo com precisão. O resultado deverá ser refinado ao longo dos próximos meses.

Êstes são os fatos reais contidos no longo artigo. O resto é teoria, interpretações baseada nos modêlos teóricos da Teoria  Nebular, a atual eleita pela Comunidade Astronômica. Não há como pôr o astro numa balança para pesa-lo, mas os modêlos da teoria indicam que tenha uma massa de 3 a 4 vêzes a massa de Jupiter, mesmo que tais calculos sugiram ser o astro do mesmo tamanho de Jupiter. Não há como saber a idade do astro, portanto nem seu estágio evolutivo, mas os modêlos da Teoria Nebular sugerem que o astro deve ser uma “estrêla”, e do tipo “anã-marrom”. É impossível alcança-lo com uma sonda equipada com termometro, mas os modêlos sugerem que é um astro com temperaturas entre 130 e 230 graus Celsius.

Segundo os teóricos relatam no artigo, é a anã-marrom mais fria que existe e tambem a mais escura que existe. Um momento. Justamente uma anã-marrom mais próxima que todas as outras, portanto a mais confiavel em dados, é excessão à regra?! Não deveria ser o contrário? Ou seja: um astro com dados mais confiaveis deveria ser o exemplar estabelecido e classificado com um nome de espécie. Portanto, todos os outros astros mais distantes e menos confiaveis teriam que apresentar dados muito próximos para se classificarem na mesma espécie. É mais inteligente usar o crocodilo que temos em mãos como parâmetro para a espécie dos répteis ou o dinossauro que está lá distante no tempo e do qual só temos fosseis?

Ultimamente, com o bombardeio de imagens enviadas por tantos observadores, está acontecendo muito das noticias virem repletas de chavões como “o novo astro é diferente do que se entende pela sua espécie” ou, “o astro apresenta excessões à regra”. A Teoria Nebular já não está se aguentando mais pois ela separou os astros em algumas poucas formas fixas e agora tem que fazer malabarismos para enquadrar os novos astros nestas formas. Ora, segundo a teoria da Matriz/DNA, astros são como seres humanos, mudam de forma a cada minuto, pois a cada minuto está mudando o estado ao menos de uma célula de seu corpo.

O problema aqui está no fato que a Teoria Nebular acredita que astros surgem ao acaso por geração espontânea e permanecem ao longo da existência na mesma forma que nasceram. Quando admitem que um astro se transforma, como no caso de uma supernova, seria apenas através de violências no Cosmos, explosões, enquanto qualquer humano humilde que está vendo o céu a ôlho nu sente que lá a matéria está organizada no estado de ordem, porque vê quietude, harmonia. O problema do homem comum é que enquanto ele vê imobilidade, êle pensa em eternidade, enquanto vê grandisiodade pensa em majestade, e daí começa a raciocinar que deve ser  obra de seres eternos, deuses, e como vêem ordem, começam a atribuir qualidades dêste estado moral aos deuses, qualidades que se chocam com as caracteristicas do mundo biosférico e humano onde reina o caos. Por isso nas várias religiões os humanos estão sempre em conflito com os deuses e desobedecendo-os,  pois os deuses querem um estado de harmonia e nós humanos produzidos por esta face caótica da Natureza agimos com impulsividade, violência. Mas os astronomos modernos foram justamente pelo caminho contrário.

A Física que dominou nossa cosmovisão iniciou aqui na face caótica, é fria, insensivel e violenta, assim dominou o pensamento cientifico até agora e esta visão do imediato foi projetada sôbre as coisas do espaço sideral, surgindo daí uma cosmovisão que tem de ter violência em seus processos. Buracos Negros, apesar de nunca definidos, seriam monstros devoradores de mundo, canibais do espaço, o Universo teria surgido de uma explosão atômica (não dizem que antes era um minusculo átomo?), e por aí a fora. Mas nunca ninguem viu ou filmou um ato violento no Cosmos. Então porque se acredita em violência no céu?! Nunca ninguem viu deuses organizando astros segundo uma perfeita mecanica newtoniana, para funcionarem como um relógio. Então porque se acredita que existam deuses no céu?! Enquanto isso, a teoria da Matriz/DNA, ao aplicar o método da anatomia comparada entre sistemas naturais animados e inanimados, mas acreditando que a dinamica dos animados já existia como principios mecânicos e latentes nos inanimados, levou algo da imprevisibilidade caótica da Terra para o céu, é certo, deixando algo ao sabor dos eventos casuísticos, mas cuidando para não torcer e deformar o reino da ordem; e por outro lado, trouxe um pouco da ordem do céu para a Terra, principalmente na decodificação dos significados nos genes e DNA, acreditando que êste, como uma matriz caída do céu, existe aqui numa luta árdua para tentar conter o bombardeio que vem do caos e conservar algo de ordem para manter o contrôle da situação. Ela não projetou na astronomia nem deuses nem violências, porém, pode tambem ter errado ao projetar retroativamente os principios vitais sôbre o passado e revestir a conjuntura astronomica com uma cobertura semi-biológica.  

Bem, a teoria da Matriz/DNA sugere a seguinte explicação para o astro encontrado e que “parece”, ao longe, um estrêla escura:

” Para que UGPS 0722-05 seja uma estrêla, e apresente o atual brilho, ela teria que estar envolta em uma nuvem de poeira estelar muito densa, a qual seria os dejetos da estrêla, e já não deveria ser esférica, mas sim deformada. Pois seria um astro no seu final de existência, onde ocorreria alguma tênue reação nuclear ainda, que estaria consumindo as ultimas partículas de energia de seus átomos. Como um quase-cadáver, na Função 7 da Matriz, de fato estaria se tornando cada vez mais fria. Mas sua massa teria que ser no minimo dez vezes menor que a massa do Sol, o qual é um astro que já passou de sua meia-idade. Esta nuvem de poeira já deveria estar apresentando uma certa forma espiral rotatória, inicando um eixo imaginário, evoluindo para tornar-se um quasar contendo um buraco branco. Mas como nada foi noticiado sôbre tal nuvem de poeira ao redor, resta a alternativa mais provavel de que o astro seja uma pré-estrêla, bem próxima ainda da forma anterior de pulsar, o qual é um velho planeta. Pulsares são os estágios proto-vitais do ciclo proto-vital em que as reações nucleares avançaram tanto partindo do centro na direção da periferia do corpo, que a ultima camada superficial está próxima a colapsar-se. Se o astro apresenta já alguma luminosidade própria e na coloração avermelhada é devido a energia exalada pelas reações internas estarem ultrapassando uma casca quase transparente, e de tão fina, já não mais suporta os vulcões que se exauriram. Portanto êste astro não mais ejecta magma, ou seja, não mais produz cometas, tanto que os tais não devem ser encontrados nos seus arredores. No momento que a camada superficial se colapsar, desabrochará uma super-nova. sómente então pode-se referir ao astro como sendo uma estrêla. 

Comparando-o com o ciclo vital humano, o corpo deste astro produz uma certa dificuldade para o calculo de seu exato estágio, devido ser hermafrodita. Tanto pode ser visto como um homem no fim de sua atividade sexual ( os astros apenas apresentam um curto periodo de atividade sexual, onde os machos, se comparado com humanos, finalizaria essa atividade por volta dos 30 anos) como pode ser visto como a fêmea que está entrando na fase procriativa para iniciar a ser fecundada. Mas como disse, o hermafroditismo ainda não está tão conhecido para que se defina estas separações entre o aspecto macho e fêmea.

Um detalhe que tem-me intrigado: nas ultimas semanas têm descoberto astros gigantes nas proximidades ou mesmo dentro do sistema solar. Incrível que – se temos lançado nossos observadores mecânicos a distâncias incriveis no profundo espaço, e tempos tão remotos que estamos conjecturando sôbre as origens do Universo, porque astros gigantes e atá emitindo luninosidade aqui perto nunca foram vistos? Será que de repente o mito de Nêmesis e suas correlações com a profecia maia e 2012 fêz com que os atronomos retroagissem suas lentes à procura dela? Mas não são êles que dizem ignorar os mitos?