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Luz: Parada como pano de fundo por todo o Universo, cada trecho gerando diferente ambiente

quarta-feira, maio 29th, 2019

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Devemos nossa atual compreensão desses mistérios ao gênio mais famoso que já existiu: Albert Einstein. Curiosamente, quando ele começou a desenovelar o significado de metros e segundos, réguas e relógios, sua ambição era (aparentemente) mais modesta. Einstein queria entender o comportamento da luz.

Àquela altura, na aurora do século 20, todo mundo estava mais ou menos satisfeito com a ideia de que a luz era uma onda, oscilando por um meio material chamado apenas de “éter luminífero”. Ninguém sabia o que ele era, mas toda onda precisa ter um meio para se propagar, certo? Como ter uma onda no mar sem água? Como ter uma onda acústica sem ar? Deveria haver algo que servisse como meio material para a luz.

( O que leva a dedução que o reprodutor natural antes do Big Bang emitiu um genoma que se situou numa area do mundo onde havia uma substancia para hospedar o genoma na forma de onda de luz. esta area do mundo se tornou este Universo.)

No fim do século 19, diversos experimentos tentaram detectar esse tal “éter”, medindo a variação da velocidade da luz através dele, mas tudo que conseguiram foi demonstrar que ela era sempre a mesma, pouco importando qualquer outro movimento. Na prática, era como se o éter não existisse.

Para além dos experimentos, as consagradas equações do eletromagnetismo formuladas por James Clerk Maxwell no século 19 pareciam sugerir que a velocidade da luz no vácuo era de fato sempre a mesma. Foram elas que instigaram Einstein, aos 16 anos, a pensar como seria apostar corrida com um raio de luz. E esse experimento mental o levaria, dez anos depois, à relatividade.
Para revolucionar a física, Einstein transformou o mistério em pressuposto: e se realmente a velocidade da luz no vácuo for sempre a mesma, independentemente de qualquer estado de movimento?

Dito assim, pode não parecer grande coisa, mas as conclusões são estonteantes. Quer ver? Imagine que você está num carro a 30 km/h e tem outro automóvel vindo na pista ao lado, na direção contrária, a outros 30 km/h. Você terá a impressão de que ele passará por você a 60 km/h. As velocidades se somam.

Agora, imagine que, em vez de um carro, quem está vindo na direção contrária é um raio de luz. Para não nos torturar com as contas, vamos imaginar que a velocidade dele fosse de apenas 100 km/h. O senso comum diria que você o verá se aproximar a 130 km/h (a sua velocidade somada à dele). Mas não. A velocidade que você medirá dele será de 100 km/h. E, se houver alguém parado à beira da estrada, ele também medirá 100 km/h. As velocidades não se somam.

Como é possível? Eis a chocante realidade: se a velocidade da luz é constante e igual para todos os observadores, o que deve variar são os quilômetros e as horas. O espaço e o tempo têm de ser relativos.

Em essência, em 1905, Einstein reescreveu Shakespeare. Já dizia Shakespeare, “o mundo todo é um palco”. Ok, mas que palco é esse? Pode existir uma pergunta mais fundamental do que, afinal de contas, o que são o espaço e o tempo? Não é o mundo todo que é um palco; em vez disso, cada observador tem seu próprio palco! E a única coisa que unifica todos os palcos é a constância da velocidade da luz, o que traz conclusões assustadoras e encantadoras. Exemplo: se fosse possível atingir a velocidade da luz, o tempo pararia por completo para você.

(E’ como se o genoma no tamanho do Universo esteja parado, e desde que da onda sem as particulas radicais livres, o mundo material vai se formando sobre ele)

Certo. Mas como não percebemos isso no dia a dia? Bem, a questão é que a velocidade da luz não é 100 km/h. É de estonteantes 300 mil km/s, um número tão grande, comparado às velocidades do cotidiano, que podemos “arredondar” esses pequenos efeitos sobre o espaço e o tempo para zero em condições normais.

Falhas na Inteligencia Humana devido a Relatividade do Tempo e Espaco

quarta-feira, abril 8th, 2009

No’s vamos nos tornar muito mais “inteligentes”, isto e’, nos posicionar mais confortavel, saudavel, poderosos e ricos na Natureza, `a medida que vamos corrigindo nossos erros de raciocinio devido `as ilusoes relativisticas  produzidas pela nossa pobre percepcao da realidade. Este artigo comeca assim, baguncado, citando os primeiros itens que precisam serem corrigidos e os quais serao desenvolvidos `a medida que nos desenvolvemos. Portanto:

1)Proporcionalmente ao tamanho dos astros no Cosmos, os seres humanos sao bilhoes de vezes menores que os eletrons no atomo; 

A nossa mente tem tido muita dificuldade em aprender sobre as causas e origens dos fenomenos naturais na superficie da Terra porque tem dificuldade em ligar estes fenomenos aos seus correpondentes fenomenos no Cosmos. Nao conseguimos fazer eficientemente os calculos de proporcoes e medidas de tempo e espaco. Com isso ficamos criando misticas fantasiosas como criancas e quebrando a cara porque erramos na interpretacao dos sentidos, significados e objetivos da existencia de tais fenomenos. Desde ha’ muito existe a controversia se o espaco e’ vazio ou possui alguma substancia, e tem-se falado em eter, e os positivistas tem desmentido isso, e agora surgem com a ideia do espaco ser preenchido com a tal “dark matter”, como se voltassem atras e para nao darem o braco a torcer renomearam o eter.  O principal obstaculo para nos aceitar-mos que o espaco seja preenchido por algo vem do fato que podemos mover nosso corpo nele sem encontrar resistencia, e isso nos da’ a sensacao de estarmos nos movendo no vazio. Porem, quando vemos varias estruturas materiais movendo-se ou sendo movidas dentro da celula, cujo espaco e’ preenchido por uma substancia, podemos suspeitar tambem dessa quase certeza.

Vamos assistir um filme sobre as coisas se movendo dentro de uma celula? Veja por exemplo, http://vcell.ndsu.nodak.edu/animations/photosystemII/photosystemII.htm , onde moleculas, proteinas, e ate’ mesmo as gigantescas organelas se movem naquele espaco. Para nao falar da facilidade dos protons, eletrons, fotons…  Agora vamos sair da celula e pensar em termos de Cosmos.

O sistema solar pode ser, em relacao `a Via Lactea, de um tamanho proporcional ao que um atomo e’ em relacao `a celula. Portanto, cada planeta do sistema solar pode ser comparado a cada particula do atomo. E como existem seis bilhoes de humanos agarrados na superficie de um planeta, podemos agora ter uma nocao de qual o nosso tamanho em relacao ao tamanho do Cosmos: e’o mesmo tamanho de seis bilhoes de coisinhas que cabessem agarradas num eletron!

– “VATAPA’ SARURU… O DIABO QUE O CARREGUE! VAI SER PEQUENO ASSIM NA CASO DO C…!!!”

Acho que somos, nestas proporcoes, menores ainda que os fotons, pois um foton pode energizar e excitar um eletron, e um ser humano nao consegue sacudir e mover um planeta.

Ora, com esse tamanho, com essa “minusculidade”, nos podemos nos mover dentro do Universo, ou seja, dentro do corpo do Cosmos, passando por dentro de seus atomos, e ainda desviando-nos de suas particulas… que sao astros celestes.

Mas quando vamos nos mover neste espaco, somos atraidos pelos corpos densos materiais e neles ficamos presos. isso nos da’ uma ideria do porque a luz nao atravessa corpos mateiriais. Voce pode ver que a luz do sol chega numa arvore ou num telhado, mas os fotons de luz se perdem dentro deles tanto quer do outro lado tem sombra. Acho que os fotos sao atraidos e ficam agarrados nos objetos como nos ficamos agarrados no planeta ao inves de boiar no espaco. 

Portanto, o fato do nosso corpo atravessar livremente o espaco nao significa que o espaco seja vazio, assim como particulas se movem dentro de atomos e mesmo organelas se movem dentro de celulas, como se o espaco dentre elas fosse vazio, sem  precisarem nadar. Pois temos a impressao que se o espaco fosse preenchido por alguma substancia, para nos mover-mos atraves dela teriamos que ter nadadeiras ou bater os bracos, nadando. Particulas, atomos, moleculas e mesmo organelas sem cilios movem-se no liquido sem precisarem nadar. 

Mas disso decorre ja’ outro problema: o que e’, qual a forma do Universo? Ora, vamos supor que um eletron mova-se em toda area dentro do atomo e com isso possa saber a forma do atomo. mas esta’ dentro de um atomo que junto com outros milhoes formam uma celula, e se o eletron nao sai ou nao tem telescopio para ver la’ fora, nao tem a menor ideia da existencia de celulas. Mas ele esta’ dentro de uma. Nos, menores que eletrons ja sabemos a forma do eletron a que estamos agarrados, do atomo em que nosso eletron esta dentro, e ate mesmo da celula que nosso atomo esta, ou seja, a Via Lactea. E fomos mais longe… ja estamos vendo as celulas vizinhas, como Andromedra, Orion, etc..

Mas… quando e’ que aquele eletron movendo-se dentro do atomo que poderia saber que seu atomo esta dentro de uma celula, iria saber que sua celula esta dentro de um figado? Assim, nao sabemos o que forma as galaxias que estamos vendo proximas a nos. Vai ser preciso ver muitas bilhoes de galaxias, andar por dentro de todas, e ve-las do lado de fora para saber que tipo de forma ela tem. E claro, e’ bem possivel que ai’ ainda estejamos vendo apenas um orgao, de algum corpo… Talvez o Cosmos tenha um corpo, talvez este corpo esteja neste momento jogando futebol… nos nao temos, cientifica e espiritualmente nenhuma autoridade para contestar esta racional possibilidade.

E’ triste, e’ deprimente, ter consciencia da nossa pequenez e debilidade, mas e’ preciso suportar e manter essa consciencia. Pessoas existem que estao captando alguns fluxos de substancias e e expansoes dentro de um orgao do Universo e ja estao achando que entendem de Universo, a forma de seu corpo, suas origens, etc.. E essa ilusao de entendimento os levam a se comportarem e tomarem decisoes que os farao quebrarem a cara, pois a Natureza fatalmente sempre corrige os ruidos dentro de si mesma.

Um destes comportamentos falhos de inteligencia produz o irracional ceticismo e desaprovacao da Teoria da Matriz por parte de alguns. Irracional porque nao existem fatos para embasarem  a predisposta negativa rejeicao asim como o desconhecimento do orgao que estou dentro e a pior ignorancia sobre o que exista alem desse orgao certamente me fez fazer uma teoria cheia de erros, se nao estiver tudo errado… O IMPORTANTE E’ TER CONSCIENCIA DA NOSSA PEQUENEZ EM RELACAO AO COSMOS, POIS ASSIM VAMOS AUMENTANDO O TAMANHO DESSA CONSCIENCIA, OU SEJA, DIMINUINDO A DIFERENCA ENTRE O MICRO-TAMANHO DA NOSSA INTELIGENCIA E  O MACRO-TAMANHO DO COSMOS. 

(Dos muitos erros que fiz neste pensamento, voce pode detectar algum? Tens algo a acrescentar? Por favor, informe, pois quero que a minha consciencia cresca. Uma boa tatica para fazer cada consciencia crescer e’ trazer `a mesa o produto da colheita de informacoes que cada consciencia faz no seu campo de atuacao. Assim soma-se tudo  e todas as conciencias presentes crescem juntas. Note que a informacao e’ algo inusitado: pode-se come-la quantas vezes quiser, passar o prato com elas para todos da mesa,  que elas sempre continua ali no prato!… ).