Posts Tagged ‘Evolução’

Alan Sokal e o descarrilamento da Ciencia do seculo XX

sexta-feira, junho 16th, 2017

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https://universoracionalista.org/alan-sokal-o-pior-inimigo-da-ciencia-nao-e-deus-sao-os-politicos-e-a-propaganda/

Alan Sokal: “O pior inimigo da Ciência não é Deus; são os políticos e a propaganda”

Sokal demonstra arrogancia quando afirma porque acredita que as Ciencias Humanas seja o metodo correto na busca do conhecimento. Entao ele diz: ” As ciências usam as observações, os experimentos e a reflexão racional sobre dados empíricos, métodos que os seres humanos devem usar para chegar a um conhecimento confiável.”

Ocorre que a Ciencia Humana nunca agiu assim. Ela sempre foi antromorfizada e dirigida por ideologias e interesses monetarios e poder. Por exemplo, existem algumas experiencias e observacoes que servem como fatos empiricos confiaveis para induzirem a reflexao racional a concluir que existe evolucao biologica, ao contrario da crenca de que algum deus magico teria criado as especies prontas. Por outro lado outros tantos fatos conduzem a reflexao racional a concluir que houve ou ainda exista a evolucao cosmologica ( desde as particulas para atomos para galaxias).

Pois bem: se houve evolucaoo desde o ano zero (Big Bang) ate’ a completa formacao dos sistemas astronomicos `a 10 bilhoes de anos atras, e a seguir houve a evolucao biologica nos ultimos 3,5 bilhoes de anos, o que deve a reflexao raxional concluir? Que existe uma evolucao unica iuniversal. Claro.
No entanto, e nunca vou entender o porque, separaram as duas evolucoes de maneira que o ultimo topo da evolucao cosmologica nao pode ser o ancestral direto do primeiro ser biologico. Quebraram a evolucao universal em dois blocos sem nenhuma conexao entre si, e no vazio do meio, deu no que deu, criaram uma mistica, tal como fizeram as religioes. A mistica do Deus Acaso magico Absoluto. Capaz de criar humanos e auto-consciencia a partir de uma material insossa, disforme, estupida, de um pequeno planeta perdido na imensidao cosmica.

Claro que a reflexao racional saiu voandop pela janela  nesse caso. Entao inventaram um acaso construtor da extraordinaria engenharia que vemos perante nossos olhos aqui, e continuaram baseando-se nessa mistica para inventor a forca basilar da evolucao que sempre comecaria por uma mutacao ao acaso.
bastou-me manter a reflexao racional para descobrir que o modelo teoorico astronomico esta errado e por isso a busca pelo processo da origem da vida esta’ emperrada no item ” condicoes iniciais”. Nos ultimos dias alegam que ainda nao chegaram la’ somente porque ainda nao descobriram qual era o estado do mundo quando a vida apareceu, ou seja, as tais condicoes iniciais. Com os meus modelos astronomicos ( claro, tambem teoricos) a concepcao do mundo tomou outro rumo, as duas evolucoes tornaram-se uma unica e as premissas para a evolucao biologica foram encontradas no ultimo topo da evolucao cosmologica. inclusive encontramos o elo evolucionario entre uma galaxia e um primeiro ser vivo, ou seja, um sistema celular completo e functional.

Entao vem a pior consequencia deste comportamento ideologico insano que tanto esta prejudicando a maioria dos humanos que pode nos levar a total extincao. A visao de mundo errada e’ financiada e apenas experiencias ditadas por essa visao sao feitas. As doencas milenares continuam sem solucao e matando, 90% da populacao mundial continua sendo escravizada no trabalho rotineiro absurdo e as conquistas da Ciencia nao os alcanca, em nada esta’ melhorando suas vidas. A minha visao de mundo denominada Matrx/DNA Theory esta sugerindo calhamacos de novas experiencias cientificas sobre estas areas que mais torturam a humanidade, porem, nao existem vontade nem financiamentos para tais experiencias. Com isso, a Ciencia retroalimenta uma ideologia saindo fora daquela sua meta designada pelos pais fundadores do Iluminismo. Sokal nunca sequer pensou nisso que estou dizendo, por isso ele vem a publico afirmando com conviccao algo que os resultados sendo observados contrariam plenamente.

A Evolução em 550 Milhões de Anos. (vídeo)

quarta-feira, maio 3rd, 2017

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Assista 550 milhões de anos em 40 segundos.

https://www.facebook.com/UniversoRacionalista/videos/827397647377127/

 

Louis Charles Morelli – Maio – 5/2/2017

A teoria neste vídeo sempre gera incansável polemica entre cristãos, judeus e islâmicos de um lado e hindus, chineses e ateus, do outro lado. Basta ver os comentários no artigo original. Mas existem vários detalhes a considerar:

1) A interpretação dos evolucionistas esta errada. Por exemplo, quando havia apenas repteis, todos botavam os ovos fora e a prole abandonada a própria sorte. Muitas vezes eram os próprios genitores que devoravam os ovos e filhotes. Mas dentre os repteis um iniciou a manter os ovos dentro ate desenvolver toda a parafernália da gestação interna, o que o transformou num mamífero. Os mecanismos Darwinistas – Variação por erro genético, Seleção natural e hereditariedade – jamais poderá explicar esta transformação. A fêmea gravida jamais teria sido selecionada como mais adaptada em lugar da não-gravida, e não existe causa conhecida, racional, do porque uma réptil teria se sacrificado dessa maneira.

Muitas outras falhas na interpretação darwinista vemos nesse enredo do vídeo. Mas isso não significa que a evolução natural não exista e que não seja ela a responsável pela enorme diversificação de formas vivas. O problema dos darwinistas é que a evolução é universal e não apenas biológica terrestre. Esta foi mero prosseguimento da evolução cosmológica, e nesta, descobrimos mais quatro mecanismos, os quais explicam todas as falhas darwinistas, inclusive porque e como o réptil foi transformado em mamífero. O único individuo dentre os humanos que se prestou a fazer este trabalho – unir a evolução cosmológica `a evolução biológica – fui eu, e como resultado surgiu a Teoria da Matrix/DNA. Mas o mais importante é que desta nova interpretação salta aos olhos uma explicação do sentido existencial, do proposito do porque houve este enredo evolucionário. E o mais importante e’ que esta explicação é justamente o fruto que nasceria do cruzamento das duas interpretações entre os dois grupos antagônicos. Aqui o deus dos cristãos e muçulmanos é elevado a um nível muito mais alto, porem tao alto que se torna espetacularmente natural, para satisfazer as exigências de hindus, chineses e ateus. Claro que ainda não é a Verdade Ultima, o cérebro humano jamais poderia alcançar e processar as informações desta, porem é um grande passo evolucionário na sua direcao

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Video Origens da Vida: Debate entre “Cristianismo x Darwinismo x Matrixismo

domingo, abril 30th, 2017

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Debate acontecendo na secao de comentarios de video no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=xyhZcEY5PCQ&lc=z12sxpuigvrfw5esg23mw3wh4r2qfdwhi04.1493527632428355

Edward Payne Edward Payne – 04/29/2017

There are scientific laws that says information can never come from matter (soupy primordial water) and can never happen spontaneously, so evo. magic (poof life appeared) never happened, it is scientifically impossible.
As is life improving by millions of small mistakes (mutations) over millions of yrs. because mutations always take away genetic information and is never beneficial.And of course there is the fact that there has never been a fossil found that supports the evo theory not one transition fossil has ever been found and never will be found, thats a fact.
The theory is the religion of the dead and dying according to evo everything must die, even whatever it is in the process of making. It is a mass murderer, a serial killer on a never ending killing spree, nothing would ever satisfy it and it could never recognize perfection because it is always in the process of killing even whatever it is making.
What is seen in fossils and alive today are all fully formed creatures self sustaining and reproducing after their kind, the only improvement would be if evo could give them eternal life, but it cannot because it kills all its offspring. Who does that sound like, satan right, so satan and evolution are buddies and walk hand in hand looking for anyone to kill. But God sent His Son to destroy the works of evo and satan, that through Jesus no one has to die but all can enter into eternal life, it is one way or the other and by rejecting Jesus you automatically accept satan. That is why there are only three peoples on earth today.
Choose Jesus and receive eternal life, reject Jesus and suffer eternal death, where you will be alive but considered dead and you will be forgotten forever in a terrible place. But in Jesus you will receive life abundantly, eternally.
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Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 04/30/2017
You began talking about facts and, then, you jumped to non-facts, at least, no known facts by me and my ancestors. Keep what you can not prove as facts for yourself, we only accept known facts. Evolution is a fact that I can see at embryogenesis: shapes transforming into new shapes and getting complexity. I can see the enormous diversity of life at manny shapes and the differences in graduation of complexity, but, I couldn’t see how it happened. Searching the answer the only known fact I know – embryogenesis – at individual level is projected into the collective level of life an it fits in. Magical supernatural ghosts creating shapes one by one is not unknown fact by me neither by my grandfather, so, this hypothesis is out of question. I can bring embryogenesis over the table, so, please, bring on your supernatural fact over the table.
There are different theories of evolution and you know one, the Darwinian theory plus its Modern Synthesis or neo-Darwinism. I think the amount of fossils, the evidences for an evolving DNA, etc., strongly suggests a natural process of evolution, but not the neo-Darwinian theory. As you said, there are serious gaps. But another theory of evolution described as ” The Universal Matrix for All Natural Systems and Life’s Cycles”, or Matrix/DNA Theory, suggests strongly and rational explanations that fits these gaps, because it is a theory linking cosmological evolution and biological evolution in a unique logic lineage. The big mistake by neo-Darwinians and those believing in abiogenesis theory is that they are separating universal evolution into two blocks without any link between them.
Matrix/DNA, doing comparative anatomy between the so called ” non-living systems”, as atoms, astronomic systems, and living systems starting from the first cell, projected a drawing of the suspect evolutionary link and it is just this galaxy, but, also a different theoretical model than that accepted by modern astronomy. It happens that the mechanisms and processes found at this cosmological model fits well the Darwinian gaps at biological level. Now, I really bet for evolution. And I learned that there was no origins of life here, and so, cosmological embryogenesis with mutations and natural nanotechnology.
Your argument about evolution is the science of death is wrong from Matrix/DNA perspective. What matters is not the hardware of natural systems, but, so, the software running inside them. There is a unique universal natural system that was born at the Big Bang, and it has changing shapes till today. An atom or a galaxy are such your ancestor like a bacteria is. All these systems had a kind of universal matrix as template, like a genetic code, and DNA is merely its biological shape here and now. It never has died, it is 13,8 billion years old We see now that there was a purpose for this “universal evolution”. Like a human body reveals consciousness at 6 or 8 months old, this universal system used to reveal it at 13,8 billions years old. What is the problem? Merely a relativistic issue. We know that it is not each human brain that creates consciousness first time in the universe: there was consciousness at Earth before. it was encrypted at my genetics since the little big bang when the membrane’s spermatozoon exploded inside an ovule and my life began.
Finally, there is no evolution inside this egg-universe. What we are watching are merely steps of a reproductive process like we see at embryogenesis. it means that here is being reproduced by natural process the unknown thing that uses universes for its reproductions.
And like here must be there, this unknown thing already has consciousness, but it is not magical, everything here is natural. And probably, this unknown thing is not watching what we are doing, our sufferings, our claims, like a pregnant woman can not knows which are the problems of the genes building her baby.
You see: my world view is totally based on facts that I can see here and now, and can prove it. Do not tell me about supernatural mechanisms and processes because you can not show and prove them. Keep them to yourself, so, no problems with that. Cheers…
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mhammad alkhateeb – 5/5/2017 – 6 hours ago
Mocking creationists does not make you scientific, i have watched the whole video and you can not be sure about anything related to the beginning of life, there are a lot of assumptions that are not proven yet.

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 5/5/2017 25 minutes ago

And the problem is bigger: all best fittest went extincts or are going to extinction. Where are the dinosaurs? The eagle of the sky, the whale of the ocean, the lion of the continent? Unique possible answer: is not the fittest that is selected and the environment does not selects… it must be something else, unknown yet. Only Matrix/DNA Theory has a plausible explanation here: the selector is the galactic Matrix/DNA.
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At the end of the day, Atheists and Scientists will have to receive this by faith; Atheists because, humanity, like, come on! who would deny its own existence! so they have to come up with something other than religion beliefs, so they hide themselves behind the curtains of Science, and Scientists because, well… They have nowhere else to go, lol; Yup! well, not so different from us Christians huh! Who would have thought! Let’s see who’s the delusional one here. Receive by faith that a big bang exploded into existence out of nothingness, and that nothingness created rocks and a hot soup in a rock created life form, and life form continued advancing through time and “evolving” into what we are today… In contrast to the Christian faith that the Bible (a Holy Book inspired by God himself) narrates in Genesis 1:1 In the beginning God created the heavens and the earth. Science is a religion, thankfully for Atheists, Science is a religion of peace, so if you ever want to convert to Christianity and leave those irrational stories that something came from nothing, (contrary to Islam that the penalty for leaving such cult is death) and bunch of baloney then I invite you to follow Christ 😀 Or if you want to explore other “religions”, then do so! 😀 if you keep thinking there is nothing beyond this universe, and there is no God, no Spirits, no souls, no nothing, then, I advise you to continue thinking that the hot soup created all life and eventually yourself and everyone else around, then and just then, in that case I would also think this is a rational approach, But since I’m already Christian I can’t just leave my faith, I must continue 😀

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli 5/5/2017 3 minutes ago

First, please, you need to prove scientifically there is a God and he is like you believe he is. Second, prove that someone human has talking or seeing this god. And that this human wrote a book called Bible. If you can not prove that, or can not show lots of real facts known scientifically that can be used as parameter and evidence, it is waste of time going ahead with your theory. “Scientists will have to receive this by faith; … They have nowhere else to go”. Nope. This is one theory but scientists has others theories to go on…” ” … a big bang exploded into existence out of nothingness, and that nothingness created rocks…” But,.. you own body had its first moment after a big bang, when exploded the spermatozoon’s membrane at the center of an ovule. So, besides the evidences pointing towards a cosmological beginning described by Big Bang Theory, we have here facing our eyes that nature do it, and through it nature develops a complex system like your body. What’s the fact, the natural parameter, for a magical god? ” … and a hot soup in a rock created life form…” Nope. There was no origins of life at Earth, but merely an evolutionary development of a universal system existing since the Big Bang. This system emits by radiation bits-information in shape of photons that entering the electrons of planetary atoms drive these atoms to biological combination. The evidence is that a unit of information of DNA ( a lateral base-pair of nucleotide) is equal the unit of information for galaxies and atoms. See the models… If you says that a rat is a living system, then, you need saying that galaxies and atoms (our simplest ancestors), are also living. ” … In contrast to the Christian faith that the Bible (a Holy Book inspired by God himself) narrates in Genesis…) Sorry, I have no time for reading mythology of foreign and ancient people with zero scientific knowledge. And I never saw nobody talking to any god, so, I can not believe it is possible. But you are free, believe what you want…
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Marwan Yafi 5/4/2017 – 1 day ago
Origin of Life – How Life Started on Earth: Creation by Allah, be exalted.

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 25  seconds ago

A very bad engineer. Any human engineer can do a better job. Have you seem a beast eating a living kid in the jungle? What evil Allah…!
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just wanna learn about the origin of life n i get a 50 min long documentary about niggas talmbout minerals and crystals n shit
nature has to build the ovule, the amniotic liquid ( the hardware) and the placenta for inserting the software-program called DNA, before beginning the construction of a new baby. The minerals, rocks, water, etc., were the formation of the hardware for beginning life. The software came and was inserted into these materials. From where? Of course: from who was living at that time, it is surrounding us by all sides and is encrypted into our genetics as the ” junk DNA”: the Milk Way. See at my avatar above or my website how how it fits very well.
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And it just so happened that earth became perfectly round, just the precise size to inhabit life, and in the exact precise position from the Sun to inhabit life.

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 2 hours ago

You are right, it was designed. Like babies are previously designed by parents. Since we discovered that the unit of information of our DNA is equal the unit of information of this whole galaxy. which means that this galaxy is our creator parent, we learned that biological systems (aka, life) was previously designed. If you want to know how and which was the process applied by Nature, see Matrix/DNA world view. Mother giraffe designed its babies too, but it did not applied any intelligence..
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Out of the millions of species in this world, we humans are the only ones that evolved into a super intellect being that is able to create and fabricate the world we see it now. Not one other species has involved into something intelligent. We are created in the likeness and image of God. That means we share attributes of God. We create, we strive for social connection, we are compassionate and we share love. Not all species share this. Evolution are signs of dominion of this world. We created the “Theory” of evolution because we can. Life was designed by our creator, an everlasting GOD, and not something that evolved out nothing. Evolution should be consider a religion, because, you’re believing into an idea or theory, out of blind faith. If evolution became a fact. Then religion wouldn’t exist because it would disprove everything the Bible in particular represents.

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 5/5/17

Only from the brain of a human fetus or embryo 6 or 8 months old emerges consciousness. It does not emerges before the fetus shape. It means that the brain evolved from ancestors were not prepared for receiving or processing the information for consciousness. But, any human body or any brain is a system that came from less evolved systems, like bacteria, galaxies, atoms… There is a unique universal system under evolution, it gets different shapes like your body can be a fetus, a baby, an adult. This universal system is cosmological, then its time scale is astronomic. it does not matter that it takes 13,8 billion years for this universal system developing a brain able to the next shape, consciousness system. If you god is the thing that generates universes as egg and reproduces itself through this universal system, and if your god is a conscious being, ok, you ate right. It is everything natural process, no magics needed
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What if cells were there as soon as the Universe came to be? Is that completely impossible?

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – 5/5/17

Cells have seven principal organelles which performs the same systemic function of seven kinds of astronomic bodies in the system called galaxy. These astronomic bodies performs functions like the seven layers and its electrons performs at an atom. And these seven electronic layers of atoms performs same functions as the seven different frequencies/vibrations of a wave of light as result of the radiations. This wave of light was emitted at the Big Bang. So, yes, not the cells, but its ancestors were there as soon the Universe came to be. That’s why the first moment of the existence of your own body mimics exactly the first moment of the Universe’s existence: the spermatozoon membrane of your father exploded in a kind of big bang at the center of an ovule… If you want see this whole universal history look for ” The Universal Matrix for all natural Systems and Life’s Cycles”
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The bible says we came from dust of the Earth but the key ingredient your missing.  Go back and read the bible, it says God breathed LIFE.  There is no evidence of Abiogenesis and there will never be.  God is LIFE.  Go play in your mud and play with ingredients, but God is the one you seek.

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli –   5/5/17

Wrong. God said to me: ” If you want know Me, If you want to know how I think, look at my job, Nature. The art work reveals the mind of the artist.” So, if you want to be smart like did those ancient parasites that wrote the bible for not working hard looking Nature, do not invite me for doing that. I prefer studying Nature and the best method for doing it is the scientific method. I have learned lots more than you about how the generator of this universe thinks…
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I think this show is hogwash.  Earth was not formed this way at all.  Easiest way to know is by seeing there are no planets formed this way now.

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 5/5/17

There is two ways for formation of a cell system: 1) symbiosis among micro-organelles as was made the first cell; 2) Then, the cells learned how to replicate themselves, this is the second method. But the stupid matter of this planet did not invented these two ways. They came from the cells’ ancestors, the galactic systems, which has planets as its elements. The Matrix/DNA Theory’s astronomical model discovered how was the first method, the symbyosis method, for formation of original galaxies. Now we are searching how is the modern process, how stellar or galactic systems learned to replicate themselves. You are right: Earth was not formed as suggested by the academic astronomical model.
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Come on now, don’t you know that we all came from some god-thingy that snapped his fingers and made all the life that we have today. I mean, this science stuff….who has the time to think about this?

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 6 days ago

Those that has no time for listening people talking about ghosts and talking snakes…

Novidade na Teoria da Evolucao Academica: The time-dependent rate phenomenon

sábado, abril 1st, 2017

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Este assunto me fez elaborar a seguinte frase ( baseada na cosmovisão da Matrix/DNA):

” O Universo vai eliminar a Vida para todo o sempre pelo mesmo motivo que um corpo humano produz  – por necessidade temporária – a placenta, e depois a elimina apos dar a luz `a forma que ele buscava. E a forma que o Universo busca aqui não é a vida – apenas uma necessidade provisoria – mas sim a Consciência Cósmica.”

Vamos supor um exemplo:

Um cientista descobriu que cavalos tiveram uma mutação num gene num longo período de tempo – milhões de anos – que era Adenina e passou a ser Timina. Esta mutação se fixou até hoje. Mas acontece que do cavalo que tinha A, logo alguns milhares de anos depois um fóssil revelou que tinha Guanina. E mais alguns milhares de anos – curtos períodos de tempo – o A que se tornara Guanina agora era Citosina. Porem, no final dos milhões de anos, a Guanina e a Citosina foram breves mutações que desapareceram. Apenas a mutação de Adenina para Timina se fixou ate’ hoje.

Isto complica muito o calculo da evolução dentro de uma especie. primeiro porque não se sabe qual sera’ fixada, ou seja, qual foi realmente a mutação genotípica que mudou o fenótipo.

O fenômeno é comparado com o mercado de ações na Bolsa de Valores. quando, em curtos períodos de tempo, ocorre agitações mudando as posições das 500 mais. Porem passado um tempo maior, observa-se que o mercado parece ter sido calmo pois as empresas que estavam no topo continuam no topo, apenas mutando uma ou duas.

Surge então uma busca para elaborar uma formula matemática que ajude nestes cálculos. O fenômeno foi denominado de ” razão ou proporção dependente do tempo”, o “time dependent rate”.

O artigo esta’ na Wired, em:

https://www.wired.com/2017/03/evolution-slower-looks-faster-think/?mbid=social_fb

A evolução é mais lenta do que parece e mais rápida do que você pensa

Evolution Is Slower Than It Looks and Faster Than You Think

E como fica isso agora em relacao a Matrix/DNA?

`A primeira vista, numa breve olhadela na formula, penso que é um fenômeno simples previsível pela formula da Matrix/DNA, pois trata-se apenas do relativismo que resulta da hierarquia dos sistemas ou das interelacoes entre um sistema e suas partes internas. O cavalo é um sistema único, porem muito complexo, com bilhões de detalhes, sub-sistemas, órgãos, etc. Ocorrem mutações constantemente nos sub-sistemas, principalmente devido a mudanças ambientais, imigrações, variação dos recursos das necessidades, etc. Mas variações ambientais como nas mudanças físicas das placas tectônicas, produzem vários eventos transitórios – por exemplo, terremotos, tornados, mudanças drásticas de temperaturas, eras glaciais – até que as placas se ajeitam de maneira que apresentam pouca diferença com o jeito que estavam antes. E cada daqueles eventos transitórios afetou mais um órgão especifico ou sub-sistema, e nele produziu uma mutação buscando rapidamente se adaptar. Porem não era para o organismo se adaptar ao jeito que estavam as placas quando ocorriam os eventos transitórios, mas sim se adaptar a como ficou as placas no final.

Assim também deve ocorrer com as mutações genéticas em relacao a sub-sistemas, órgãos. Elas podem temporariamente mudar algo no fenótipo do sub-sistema, mas esta mudança não aparece no sistema inteiro, o qual é mais devagar em suas mudanças, e é quem finalmente dita as regras sobre suas mutações internas. O organismo inteiro deve acompanhar o tempo lento do meio externo, assim sua mutação finalmente selecionada sera’ a ultima, porque esta se encaixou no modelo final. Mas… como disse, não fiz ainda o estudo necessário para crer nessa hipótese.

E’ bom lembrar aqui que estou considerando uma teoria muito importante dentro da Matrix/DNA sobre sistemas: um sistema cria uma identidade abstrata como se fosse a mente do sistema ao conter todas as informações de todas as partes e mais as informações produzidas nas inter-conexões entre as partes. Esta entidade mantem o equilíbrio termodinâmico do sistema inteiro ( na verdade esta identidade do sistema vem do aspecto software se contrapondo ao aspecto hardware de todo sistema natural, mas isto é outra longa historia dentro da Matrix/DNA).

Deu para entender porque elaborei a frase acima agora? A própria historia universal devera’ apresentar uma mutação de longo tempo e final que para chegar a ela, teve que produzir varias mutações intermediarias descartáveis. Duas destas mutações provisorias foram: a mutação de uma nebulosa de átomos em galaxias e a mutação de sistema astronomico para sistema biológico ( ou seja, Vida)

Comentarios postados no artigo da Wired:

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It is not time-dependent rate. It is a relativistic issue dependent from the hierarchy of systems: if the observer stands at the minor sub-system he will see several provisional mutations only; if other observer stands at the bigger system he will see the final and selected mutation only (accordingly with the Matrix/DNA Theory of Evolution).

The phenomenon can happens also inside a system in relation to its internal parts. Suppose an environmental change, like new accommodation of continents or tectonic plates. Between the initial and final configurations of the plates, occurs several mutational provisional events, like glacial age, earthquakes, etc. Each one affects an organ or sub-system belonging to an organism, which will have a fast mutation trying its adaptation to the new external state. But, finally, the initial and final state of the whole event did not change too much. The whole organism in search of its thermodynamic equilibrium and adaptation to the final state will correct, deleting or selecting the mutation that fits well.

This article plus Matrix/DNA world view made the following thought:

The Universe will discard forever the mutations from atoms to galaxies to life, by the same motive a human body produces the provisional placenta and discards it after the birth of the shape that the body was looking for. because the final shape the Universe is looking for is Cosmological Consciousness. So, this is the long time mutation, while the other were short time mutations.

Or maybe microevolution is scientifically accurate but macroevolution is philosophical speculation.

 

Arvore da Evolucao dos Sistemas Biologicos: Novo Modelo Academico

domingo, março 26th, 2017

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link: https://futurism.com/lab-grown-meat-startup-may-add-thanksgiving-turkey-to-the-menu/

New Timetree Shows Life is Still Evolving at a Steady Rate

Temple University’s Center for Biodiversity director Stephen Blair Hedges, says: “We have produced a timetree of most described prokaryote species that has revealed a constant diversification rate, remarkably similar in that respect to eukaryotes and probably resulting from the same mechanism, the random nature of lineage survival over millions of years. Our results were contrary to the popular alternative model that predicts a slowing down of diversification as niches fill up with species.Tracing down the origins of species has long been a major goal in biology.”

The new tree of life constructed by the researchers. Credit: Temple University

The new tree of life constructed by the researchers. Credit: Temple University

O que fazer agora para acelerar o exorcismo dos instintos herdados dos animais predadores e fracos?

quarta-feira, março 22nd, 2017

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Alguém interessado nisto?

Uma cientista neurológica brasileira esta defendendo a teoria que o córtex humano cresceu diferente dos outros animais devido aos humanos cozinharem o alimento, obtendo assim muito mais energia dos alimentos que os outros animais. E o cérebro, principalmente o cortex, é grande consumidor de energia.

Concordo mas penso que esta não é a historia toda. O cozimento do alimento criou uma diferença muito grande no mecanismo de se alimentar do predador de quem herdamos nossa metade predadora, carnívora, assassina, violenta. O predador puramente animalizado – e inclua os macacos nisso – precisam de quatro dentes proeminentes, os caninos, para por forca e matar e arrancar a carne dos ossos e triturar os músculos. Com o advento do cozimento, a carne e os musculos ja vem mais tenros, moles, os caninos são menos usados, e por outro lado, o resto da dentadura, os dentes menores ou onde existiam falhas de dentes, precisam crescer para melhorar mastigar a carne e os vegetais, mantendo a nossa metade herdada dos animais vegetarianos. E isto já começou com os macacos, que são tanto carnívoros quanto vegetarianos. Portanto começou antes da invenção do cozimento.

O menor uso e menor força ou energia dirigida aos caninos os fez atrofiar, através de milhares ou milhões de anos da historia evolutiva. Isto foi enviando mais energia vegetal ao cérebro, uma energia que foi sendo desviada do sistema límbico, do caroco reptiliano ou resquício do cérebro animal predador, parra o topo do cérebro onde se formou e desenvolveu o córtex.

O córtex menos violento e menos assassino começou a captar de uma dimensão paralela do meio externo as partículas ou bolhas microscópicas da consciência cósmica. Esta não é um pano de fundo do mundo material, pois ao contrario, a dimensão material é uma especie de calo desta dimensão. O acumulo destas partículas foi desenvolvendo o feto de consciência. A qual emerge no meio dos instintos animalescos, e dessa fusão surge o pensamento continuo, ou psique.

Mas esta psique primaria ainda é projeção do cérebro primitivo animal pois os genes criam uma arquitetura – o córtex – no mesmo modelo do cérebro inteiro do animal. Então nesta psique meio abstrata esta também projetada os caninos. Se pudéssemos tirar uma foto das pessoas que se comportam como predadores de humanos e animais, veríamos na psique deles a proeminência dos caninos, ou ao menos, o foco onde se dirige e se concentra a energia que move estes instintos.

O fato é que a Humanidade precisa mudar, exorcizar eliminar estes resquícios de caninos da psique, e este é um dos mais importantes objetivos se a humanidade quer melhorar suas condições de existência e ate sobreviver ate alcançar sua transcendência, ou então ser extinta no meio deste caminho evolucionário. E o que podemos fazer de fato a respeito disso, agora?

Temos que de alguma maneira interferir na vida dos predadores. Claro tambem sabemos que existe a outra metade da historia: no cortex existe a metade herdada das presas, dessa massa devoradora da vegetação, inconsequentemente e desenfreadamente auto-reprodutora, reacionária a qualquer mudança evolutiva. Temos tambem que exorcizar isso do cérebro e da psique. Mas como?

Bem, aqui fica o texto para ser repensado e consertado em seus erros e a questão no ar para raciocinar.

Evolucao: Texto Atualizado e Bem Informado

sábado, fevereiro 11th, 2017

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Creio que ninguém racionalmente possa negar a existência do processo da evolução natural. Eu posso vê-la com meus olhos aqui e agora em 9 meses observando como uma pequena bolota de células se transforma – evoluindo do mais simples para o mais complexo – para a forma de feto, embrião, etc. Observar o acervo de milhões de fosseis alinhados numa sequencia evolucionaria e’ outra maneira de inclinar-se a aceitar a evolução como fato.

O problema humano se refere `as diferentes interpretações do que se vê, porque a evolução natural se estende a dimensões no tempo e espaço que não podemo ver, então temos que elaborar teorias e esta teorias indicam significados, um sentido ou falta de sentido neste fenômeno da evolução natural. Isto nos afeta sobremaneira porque o sentido ou falta de sentido da evolução implica diretamente no sentido da nossa existência como humanos. E outra forma muito importante de nos afetar e’ que cada interpretação, cada sentido encontrado, e’ a fonte dos valores morais, os quais vão modelar nossos sistemas sociais, nossas inter-relações entre humanos e nosso comportamento perante o mundo externo.

A mais influenciável teoria da evolução natural vem do meio acadêmico. Digamos que seja a Teoria Academica da Evolução (TAE). No tocante restritamente particular `a minha pessoa, tenho também em consideração outra teoria, minha própria, a teoria universal da Matrix/DNA, digamos aqui, Teoria da Matrix/DNA da Evolucao (TME).

O estado de espirito da Academia se projeta tanto nas suas teorias da origem do Universo, da origem da vida, como da evolução natural. A mesma visão de mundo vê o mesmo significado de existência nestes três eventos. Isto também ocorre com a TME. Com uma importante diferença:

A TAE baseia-se na existência produzida por Acaso. Com isto, o processo da origem do Universo não e’ o mesmo processo da origem da vida e não e’ o mesmo processo de nenhum destes dois eventos que  dirige a evolução. Claro, se os três eventos, ou mesmo apenas dois deles fossem executados pelo mesmo processo naos seria acaso, seria uma regra, uma lei natural. Por seu lado, a TME sugere e apresenta o processo que produz a embriogênese e evolução de um sistema biológico como sendo o mesmo processo que teria produzido a origem do universo e da vida e que dirige a evolução universal. Enfim, as duas visões do mundo sugerem um sentido da vida e valores morais totalmente diferentes.

No texto a seguir ( obtido no link abaixo) vamos ver uma ótima sintetização da historia, evolução e estado atual da TAE:

http://simbiotica.org/teorias.htm

Unidade na Diversidade

Aparentemente a diversidade é a regra no mundo biológico, sendo, até ao final do século XIX, considerada a sua característica principal. Os biólogos calculam que existam, atualmente, entre 30 a 50 milhões de espécies, das quais apenas  2 milhões foram descritas e denominadas.

No entanto, a partir do início do século XX os estudos bioquímicos fizeram ressaltar as semelhanças estruturais e fisiológicas dos indivíduos. Todos estes factos parecem apontar para uma origem comum para todos os seres vivos actuais, seguida de uma enorme diversificação.

As explicações para estes factos foram surgindo ao longo dos séculos, sempre baseadas em princípios religiosos, filosóficos e culturais, podendo ser atualmente classificadas  em dois grandes grupos:

  • Hipóteses fixistas – aceites sem discussão até ao século XVIII, consideram que as espécies, uma vez surgidas, se mantiveram inalteradas ao longo do tempo;
  • Hipóteses evolucionistas – também conhecidas por transformistas, surgiram no século XIX e consideram as espécies atuais o resultado de lentas e sucessivas transformações sofridas por espécies que já existiam no passado.

Fixismo

Existiram numerosas hipóteses fixistas ao longo da história da Biologia, umas mais duradouras que outras, umas mais fundamentadas que outras. Considerando-se que as espécies permaneceram imutáveis ao longo das eras, surge novamente a necessidade de identificar a causa do surgimento das espécies ancestrais.

Dessas hipóteses salientam-se as mais conhecidas:

  • Hipótese da geração espontânea – originalmente apresentada por Aristóteles, por sua vez influenciado por Platão (que referia que os seres vivos eram cópias imperfeitas de formas perfeitas de uma ideia – essencialismo) , considerava que os seres vivos seriam constantemente formados, a partir de matéria não-viva como o pó e a sujidade. Os seres vivos estariam organizados num plano, designado Scala Naturae, eterna e imutável, pelo que os organismos assim formados não teriam a possibilidade de alterar as suas características;
  • Hipótese Criacionista – baseada na reunião de escritos bíblicos e das teorias universalmente aceites de Aristóteles, considera que Deus terá criado todas as espécies, animais e vegetais, num único ato. Após esse momento, as espécies permaneceriam imutáveis, sendo qualquer imperfeição resultante das condições ambientais.

Evolucionismo

Durante a segunda metade do século XVIII começaram a surgir as primeiras ideias transformistas, contrariando o dogma criacionista-essencialista, que dominava firmemente o pensamento ocidental á muitos séculos. O centro da polêmica deixou de ser o facto de existir ou não evolução, passando a ser o mecanismo dessa evolução.

Duas novas áreas de conhecimento vieram revolucionar a visão da ciência relativamente ao mecanismo de formação das espécies:

  • Sistemática – esta ciência teve um desenvolvimento extraordinário durante o século XVIII, tendo como ponto alto o trabalho de Lineu, botânico sueco que estabeleceu o sistema hierárquico de classificação dos organismos, ainda hoje utilizado. Os estudos de Lineu, cujo objectivo era revelar o plano de Deus, permitiram a outros cientistas identificar semelhanças e diferenças entre seres vivos e uma possível origem comum a todos eles, originando terreno fértil para as ideias evolucionistas;
  • Paleontologia – no século XVIII, o estudo dos fósseis revelou a presença de espécies, distintas em cada estrato geológico, que não existiam na atualidade, contrariando a imutabilidade defendida pelo fixismo.

Novamente, numerosos cientistas conceituados propuseram teorias tentando esclarecer estes fenómenos, nomeadamente:

  • Erros – teoria proposta por Pierre Maupertuis no início do século XVIII, considerava que todos os organismos derivavam de uma mesma fonte original, apresentando ligeiras alterações em relação aos progenitores ao longo das gerações, devido a acasos e erros na reprodução. Estes erros eram devidos ao facto de o descendente resultar da união de uma “semente” masculina e de uma “semente” feminina, formadas por partes que se organizavam no embrião  graças a uma “memória” que podia ser errada. Deste modo, a partir de uma única espécie, poderiam obter-se numerosas outras aparentadas entre si, devido a diversos graus de “erro”;
  • Variações geográficas – teoria da autoria de Georges Leclerc, Conde de Buffon, intendente do Jardim do Rei em Paris em 1739, referia a existência de variações geográficas entre indivíduos da mesma espécie. O povoamento inicial teria sido feito por um certo número de espécies, as quais teriam sofrido uma sucessão de variações geográficas adaptativas, de acordo com as condições geográficas e alimentação do local para onde teriam migrado. Esta variação seria devida a sucessivas degenerações da espécie inicial, indicando já uma visão transformista do mundo natural. Buffon foi, também, o primeiro a questionar a idade da Terra, tendo proposto que a sua verdadeira idade seria de cerca de 70000 anos;
  • Hipótese catastrofista – teoria da autoria de Cuvier, naturalista muito conceituado na época (1799), que considerava que cataclismos locais (glaciações, dilúvios, terramotos, etc.) sucessivos teriam aniquilado as formas de vida preexistentes nessa zona, sobrevindo a cada um desses cataclismos um novo povoamento com novas espécies, vindas de outros locais. Deste modo explicava a descontinuidade entre estratos geológicos. Seguidores de Cuvier levaram esta teoria ao extremo de catástrofes globais destruírem a totalidade das espécies da Terra, sendo depois repostas por novos actos de criação divina (teoria das criações sucessivas). Esta teoria, portanto, tenta encontrar um meio termo entre o fixismo, que considera correto, e as evidências fósseis encontradas.

Apenas no século XIX as ciências em geral abandonam a visão estática do mundo, até então prevalecente:

  • Newton apresenta explicações matemáticas para o movimento dos planetas e objetos na Terra;
  • Descobrimentos revelam grande diversidade de organismos, até então desconhecidos;
  • Hutton, geólogo, indica uma idade da Terra muito superior ao até então aceite;
  • Lyell, em 1830, apresenta uma explicação para a descontinuidade biológica entre os diversos estratos geológicos. Este geólogo considerou a ação erosiva da chuva e dos ventos a responsável pela eliminação dos estratos em falta, provocando a ilusão de descontinuidade entre eles. Esta teoria ficou conhecida como  Lei do uniformismo, que inclui o Principio das causas atuais, segundo o qual os fenômenos que provocaram determinadas alterações geológicas no passado são iguais aos que provocam os mesmos acontecimentos no presente.

Um aspecto é de salientar na análise de todas estas teorias, é que nenhuma delas propõe um mecanismo de evolução.

As verdadeiras teorias explicativas do mecanismo da evolução só surgiram após da avaliação da idade da Terra em milhares de milhões de anos, por oposição á idade considerada desde o tempo de Aristóteles, que era de cerca de 6000 anos. Este facto permitiu a existência de uma evolução muito lenta, ao longo de incontáveis gerações de indivíduos.

Jean-Baptiste de Monet, cavaleiro de Lamarck é considerado o verdadeiro fundador do evolucionismo, elaborando uma teoria que considera a ação evolutiva das circunstâncias ambientais a causa da variabilidade existente nos organismos vivos. No entanto, como não conseguiu apresentar provas concretas para a sua teoria e como não tinha amigos e relações importantes no meio científico, as suas ideias não foram levadas a sério, apesar de alguns dos seus discípulos terem continuado a defender as suas ideias, como Saint-Hilaire, que realizou importantes estudos de anatomia comparada. Lamarck é, também, o autor do termo Biologia, que baptiza em 1802.

Teoria de Lamarck

Lamarck era um botânico reconhecido e estreito colaborador de Buffon no Museu de História Natural de Paris. No entanto, tal não o impediu de ser severamente criticado pelas suas ideias transformistas, principalmente por Cuvier, tendo as suas teorias sucumbido ao fixismo da época.

A propósito dos seus trabalhos de sistemática, Lamarck enunciou a Lei da gradação, segundo a qual os seres vivos não foram produzidos simultaneamente, num curto período de tempo, mas sim começando pelo mais simples até ao mais complexo. Esta lei traduz a ideia de uma evolução geral e progressiva.

Lamarck defendia a evolução como causa da variabilidade mas admitia a geração espontânea das formas mais simples.

Observando os seres vivos à sua volta, Lamarck considerava que, por exemplo, o desenvolvimento da membrana interdigital de alguns vertebrados aquáticos era devida ao “esforço” que estes faziam para se deslocar na água.

Assim, as alterações dos indivíduos de uma dada espécie eram explicadas por uma acção do meio, pois os organismos, passando a viver em condições diferentes iriam sofrer alterações das suas características.

Estas ideias levaram ao enunciado da Lei da transformação das espécies, que considera que o ambiente afecta a forma e a organização dos animais logo quando o ambiente se altera produz, no decorrer do tempo, as correspondentes modificações na forma do animal.

O corolário desta lei é o princípio do uso e desuso, que refere que o uso de um dado órgão leva ao seu desenvolvimento e o desuso de outro conduz á sua atrofia e, eventual, desaparecimento.

Todas estas modificações seriam depois transmitidas às gerações seguintes – Lei da transmissão dos caracteres adquiridos.

O mecanismo evolutivo proposto por Lamarck pode ser assim resumido:

  • variações do meio ambiente levam o indivíduo a sentir necessidade de se lhe adaptar (busca da perfeição);
  • o uso de um órgão desenvolve-o e o seu desuso atrofia-o (lei do uso e desuso);
  • modificações adquiridas pelo uso e desuso são transmitidas aos descendentes (lei da transmissão dos caracteres adquiridos).

Deste modo, a evolução, segundo Lamarck, ocorre por ação do ambiente sobre as espécies, que sofrem alterações na direção desejada num espaço de tempo relativamente curto.

Alguns aspectos desta teoria são válidos e comprováveis, como ocaso do uso e desuso de estruturas. É sabido que a atividade física desenvolve os músculos e que um organismo sujeito a infecções desenvolve imunidade. Do mesmo modo, uma pessoa que fique paralisada, sofre atrofia dos membros que não utiliza.

No entanto, também existem numerosas críticas ao Lamarquismo:

  • a necessidade de adaptação, a “busca de perfeição” pelos organismos, não pode ser provada;
  • modificações devidas ao uso e desuso são adaptações individuais somáticas (fenotípicas), não são transmissíveis, não devendo ser confundidas com adaptações evolutivas, as quais implicam sempre uma modificação genética. Este facto foi comprovado por uma famosa experiência realizada por Weissman em 1880, que cortou caudas a sucessivas gerações de ratos e estes sempre nasceram com cauda;
  • Lamarck afirmava que a função determinava a estrutura mas tal não é verdade pois os caracteres surgem independentemente da ação do meio (como os caracteres inconvenientes ou nefastos). Actualmente considera-se a relação função/estrutura como biunívoca.

Pode-se concluir daqui que a teoria de Lamarck foi um importante marco na história da Biologia mas não foi capaz de explicar convenientemente o mecanismo da evolução.

No entanto, deve ser referida a existência dos chamados neo-lamarckistas, uma minoria no panorama actual da Biologia, mas que defendem que o meio realmente modela o organismo. Consideram possível a presença de proteínas citoplasmáticas que alteram o DNA, tentando explicar à luz da genética molecular os fundamentos lamarckistas. Reconhecem, no entanto, que apenas alterações nos gâmetas podem ser transmitidas á descendência.

Os anos seguintes foram férteis na recolha de dados de anatomia comparada, geologia e paleontologia, de tal modo que a teoria evolutiva de Darwin (1859) teve um impacto muito maior.

Desde essa data que a teoria da seleção natural de Darwin e Wallace se tornou um dos grandes princípios unificadores da Biologia, juntamente com a teoria celular e a dupla hélice do DNA.

Teoria de Darwin

Darwin era um médico sem vocação, filho de uma família abastada e com enorme interesse na natureza, tendo por esse motivo feito uma viagem de 5 anos no navio cartográfico Beagle, aos 22 anos. No início da sua longa viagem, Darwin acreditava que todas as plantas e animais tinham sido criadas por Deus tal como se encontravam, mas os dados que recolheu permitiram-lhe questionar as suas crenças até à altura.

Darwin sofreu várias influências, as quais permitiram a criação da sua teoria sobre a evolução dos organismos:

  • Charles Lyell, devido à sua lei do uniformismo e à idade da Terra, terá mostrado a Darwin que o mundo vivo poderia ter tido tempo para sofrer alterações muito graduais. Igualmente, devido a essa mesma lei, a falta de fósseis não mais poderia ser argumento contra a evolução;
  • Diversidade dos organismos de zona para zona e dentro da mesma espécie, embora pudessem ser notadas semelhanças, talvez devido a uma origem comum. Esta diversidade parecia relacionada com variações ambientais. Tal facto tornou-se aparente na sua viagem às Galápagos;
  • Selecção artificial, um aspecto do qual Darwin tinha experiência pessoal, devido a ser um criador de pombos conceituado. A escolha de certos cruzamentos leva a que características dos descendentes sejam muito diferentes das dos seus ancestrais, o que considerou poder ser uma pista para o modo como a natureza actuava (selecção natural, por oposição á selecção artificial ,devida ao Homem);
  •  Thomas Malthus, no seu trabalho Essai sur la population, considerou que a população humana cresce muito mais rapidamente que os meios de subsistência pois a população cresce geometricamente (2n) e os alimentos crescem aritmeticamente (2n). Deste modo, a Terra estaria rapidamente superpovoada pois a sua população duplicaria a cada 25 anos e os homens sofreriam a acção da selecção natural (fome, doenças, miséria, desemprego, etc.), que eliminaria as famílias pobres e de poucos recursos, os indivíduos de classe baixa, de modo geral. Darwin, abstraindo-se dos conceitos racistas e de classes implícitos na teoria de Malthus, transpô-la para as populações naturais, onde existiria uma “luta pela vida”: um ambiente finito, com recursos finitos, não pode sustentar um número infinito de indivíduos.

O crescimento das populações naturais faz-se segundo uma curva sigmóide, em que após uma fase inicial de crescimento exponencial (a natalidade é superior á mortalidade pois há muito alimento disponível), a população entra numa fase de desaceleração do crescimento (quando a mortalidade é superior à natalidade devido á escassez de alimento), a população estabiliza (quando a mortalidade e a natalidade são iguais).

Este “patamar” é bastante estável, mantendo-se a população nesse ponto durante gerações, se não surgirem alterações importantes no meio ambiente ou outro tipo de intervenções externas.

Darwin não se satisfez com o facto de as populações naturais funcionarem desse modo, quis, também, descobrir o modo como esse equilíbrio é atingido e mantido.

Dado que o ambiente não fornece os meios de subsistência a todos os indivíduos que nascem, é necessário que ocorra uma luta pela sobrevivência, sendo eliminados os indivíduos excedentes, mantendo-se a população num estado estacionário á volta de um valor mais ou menos constante.

Deste modo, é necessário conhecer os fenómenos que regulam o número de indivíduos numa população, ou seja, os factores que afectam as taxas de mortalidade e natalidade.

Os principais factores desse tipo são:

  • Abastecimento de alimento – depende dos autotróficos existentes e do fornecimento de energia radiante;
  • Predação – afecta a grandeza das populações de presas e de predadores;
  • Parasitismo – afecta o crescimento da população de hospedeiros;
  • Competição – intra ou interspecífica, pelo alimento, nicho ecológico, fêmea, etc., afecta o crescimento populacional;
  • Cooperação – favorece o crescimento populacional das espécies envolvidas.

Nas populações naturais existe variabilidade, mas como avaliá-la numericamente ?

O estudo dos caracteres quantitativos é fácil pois estes podem ser traduzir-se em valores numéricos e gráficos. Verifica-se que todas as características das populações apresentam uma distribuição quantitativa que, em gráfico, segue uma curva em forma de sino, simétrica em relação a um ponto médio e máximo, ou seja, uma curva normal.

Esse ponto médio (ponto de ajuste ou de aferição) varia com as populações e deve corresponder, teoricamente, ao ideal para a característica considerada, nesse momento e nesse ambiente.

Com base nos dados que foi recolhendo, Darwin formou a sua teoria sobre o mecanismo da evolução mas decidiu não a publicar, instruindo a sua mulher para o fazer após a sua morte. No entanto,  por insistência de alguns amigos e da mulher, começou a preparar a sua publicação, em 4 volumes, em 1856.

Em 1858, recebeu uma inesperada carta de um naturalista, Alfred Wallace, que descrevia resumidamente as mesmas ideias sobre a evolução. Mesmo assim, publicou a sua A origem das espécies em 1859, onde descrevia a teoria da seleção natural, a qual pode ser resumida da seguinte forma:

  • existe variação entre os indivíduos de uma dada população;
  • cada população tem tendência para crescer exponencialmente, se o meio o permitir, levando à superprodução de descendentes;
  • o meio não suporta tantos descendentes logo desencadeia-se uma luta pela sobrevivência entre os membros da população;
  • indivíduos com caracteres que lhes confiram uma vantagem competitiva num dado meio e tempo são mantidos por selecção e produzem mais descendentes – reprodução diferencial -, enquanto os restantes são eliminados, não se reproduzindo – sobrevivência do mais apto;
  • por reprodução diferencial, as características da população vão mudando num espaço de tempo mais ou menos alargado.

A teoria de Darwin considera que o ambiente faz uma escolha dos indivíduos, tal como o Homem faz na domesticação. Saliente-se, ainda, o facto que Darwin considerava possível a herança dos caracteres adquiridos, tal como Lamarck.

No entanto, para Darwin as forças responsáveis pela variação e pela selecção são diferentes: a variação ocorre ao acaso, sem qualquer orientação evolutiva, enquanto a selecção muda a população conferindo maior êxito reprodutivo às variantes vantajosas.

O vigor, a força, a duração da vida de um dado indivíduo apenas são significativos em termos da população na medida em que podem afectar o número de descendentes que lhe sobrevivem.

O ser mais apto é, deste modo, um conceito relativo (uma característica pode não ser favorável mas ter pouco significado no conjunto de muitas outras características favoráveis que constituem o genoma do indivíduo) e temporal (uma característica favorável num dado momento pode ser altamente desfavorável noutro, como o exemplo das borboletas Biston betularia bem o demonstra).

Existem dois tipos principais de selecção: a selecção artificial e a selecção natural.

A selecção artificial, como o nome indica, é devida á intervenção humana nos ecossistemas e na reprodução dos organismos, sejam eles animais ou vegetais. O papel do Homem corresponde ao da competição e da luta pela sobrevivência na natureza, “escolhendo” os indivíduos que sobrevivem e os que são eliminados. Deste modo, controlando os indivíduos que se reproduzem, condiciona-se o património genético das gerações futuras, bem como a sua evolução.

A seleção natural é definida como um conjunto de forças ambientais que atuam nas populações, tanto no sentido positivo (sobrevivência diferencial e capacidade reprodutora diferencial), como no sentido negativo (mortalidade diferencial).

Neodarwinismo

O principal problema, ou ponto fraco, da teoria de Darwin era a origem e a transmissão das variações que se verificam entre os indivíduos de uma mesma espécie.

Apenas em 1930 e 1940 os investigadores combinaram as ideias de Darwin com os dados, entretanto surgidos, de genética, etologia e outros.O resultado foi o surgimento de uma teoria denominada teoria sintética da evolução ou Neodarwinismo, que combina as causas da variabilidade com a selecção natural.

Estudos genéticos demonstraram que os fenótipos dos indivíduos resultam da acção do meio sobre os respectivos genótipos. Um genótipo é, potencialmente, capaz de originar uma multiplicidade de fenótipos, os quais se podem concretizar, se o ambiente necessário para as suas potencialidades se manifestarem existir.

Existem dois tipos de variação fenotípica: variações não hereditárias ou flutuações , devidas á influência do meio sobre o genótipo, e as variações hereditárias resultantes da expressão fenotípica de diferentes genótipos. Estas últimas são as únicas com interesse evolutivo.

Weissman considerou nos indivíduos a existência de duas linhas celulares independentes, que designou o soma e o gérmen. O gérmen, formado pelas células sexuais, era considerado imortal pois era transmissível. Deste modo, apenas as alterações que envolvam as células sexuais são hereditárias e têm influência evolutiva.

É certo que é pela reprodução que são transmitidos os caracteres das espécies de geração em geração. No entanto, se a reprodução assexuada tende a manter as características, a reprodução sexuada tende a aumentar a variabilidade dessas populações e das espécies.

De que modo isso acontece ?

  • Meiose, processo de produção de células haplóides – gâmetas -, apresenta alguns aspectos particulares que favorecem o aumento da variabilidade nos descendentes, nomeadamente:
  • separação ao acaso dos homólogos – cada ser diplóide apresenta pares de cromossomas homólogos, metade de origem paterna e metade de origem materna. Durante a meiose (processo fundamental para a formação das células sexuais, devido á redução cromossómica) dá-se a recombinação génica. As células haplóides resultantes do processo apresentam os cromossomas resultantes da separação ao acaso dos homólogos. Considerando uma célula com apenas 4 cromossomas (2 pares), as células-filhas podem ficar uma de quatro combinações possíveis de dois cromossomas. Este facto resulta de o número de combinações ser 2n, em que n é o número de pares de cromossomas (no caso humano será 223 =  8388608 possibilidades);
  • crossing-over – o sobrecruzamento dos cromossomas durante a meiose I pode fazer aumentar a variabilidade genética dos gâmetas. O cross-over permite a recombinação de genes localizados em cromossomas homólogos. Dado que cada cromossoma contém milhares de pares de bases e  que o cross-over pode ocorrer entre qualquer delas, as combinações são incalculáveis.

A fecundação, o fenómeno que permite transmitir ao novo indivíduo a constituição genética dos dois gâmetas. A união de dois dos gâmetas, entre milhares deles formados ou possíveis, faz com que a constituição genética de um novo indivíduo seja totalmente imprevisível.

Resumindo, a reprodução sexuada pode contribuir para a variabilidade das populações por  três vias: distribuição ao acaso dos cromossomas homólogos, sobrecruzamento e união ao acaso dos gâmetas formados. No entanto, a reprodução sexuada não cria nada de novo, apenas rearranja o que já existe nos progenitores.

O mesmo não se pode dizer das:

  • Mutações – as mutações, génicas e cromossómicas, alteram, respectivamente, a sequência nucleotídica (estrutura) e o arranjo dos genes ao longo do cromossoma. As mutações génicas podem ser delecções (perda de um ou mais nucleótidos), duplicações (acrescento de um ou mais nucleótidos) ou inversões (troca de posição entre nucleótidos). As alterações no número de cromossomas são geralmente devidas á não disjunção na meiose, por altura da separação os homólogos, levando á falta ou ao excesso de cromossomas de um dado par nos gâmetas produzidos. De um modo ou de outro, a mensagem é alterada, reflectindo-se na sequência de aminoácidos das proteínas sintetizadas, nas suas propriedades e, finalmente, nas características evidenciadas pelos organismos.

Por esta ordem de ideias, as mutações eliminam certos genes e originam outros. A maioria das mutações produz alterações tão profundas que os indivíduos delas portadores não são viáveis mas existem casos em que a mutação pode ser favorável, conduzindo á sua fixação. Deste modo, as mutações podem ser um importante factor de variabilidade e criação de novas espécies. É o caso das chamadas mutações tandem, duplicações de genes inteiros, que permitem a  libertação de um dos genes duplicados para a evolução para outra função, sem impedir o desenrolar da função.  Saliente-se, por último, que as mutações, tal como qualquer característica, também apresentam um valor relativo e temporal.

Um bom exemplo do efeito de uma pequena mutação nas características evidenciadas pelo indivíduo é o caso da hemoglobina S, a qual se forma por uma troca de um nucleótido na posição 6 da cadeia b da molécula:

DNA                 … C A T…                                             …C T T…

RNA                 … G U A…         em vez de                      …G A A…

aminoácido        … Val …                                               … Glu …

 

ou seja

 

hemoglobina S                   em vez de                  hemoglobina normal

Esta mutação provoca a doença anemia falciforme pois a hemoglobina mutante precipita nos glóbulos vermelhos, deformando-os. Este facto faz com que os glóbulos vermelhos, vistos ao M.O.C. apresentem um aspecto de foice.

A hemoglobina mutante não é eficiente no transporte de O2, logo os indivíduos portadores deste gene modificado apresentam uma menor capacidade respiratória, morrendo jovens em casos de homozigotia.

Esta situação potencialmente incapacitante é, no entanto, mantida em certas populações africanas particularmente sujeitas á malária, pois os glóbulos vermelhos falciformes não permitem a infecção pelo parasita causador da malária. Deste modo os indivíduos heterozigóticos para a anemia falciforme são seleccionados, pois a sua incapacidade respiratória não é dramática e são menos sujeitos á morte por malária.

Este exemplo apenas reforça a ideia de que é a população e não o indivíduo a unidade de evolução pois estes não são heterozigóticos por opção, atendendo ás vantagens fisiológicas que tal facto lhes permite em termos de adaptação ao meio, tal como não podem escolher se os seus descendentes o podem ser.

No que se refere á sua  constituição genética, cada população é como um sistema aberto, em que existe um contínuo fluxo de genes: negativo pela morte e positivo pela reprodução.

Outros importantes factores de variabilidade são:

  • Selecção natural – a recombinação genética e a mutação, referidas anteriormente, originam a variabilidade e a selecção natural “escolhe” entre os indivíduos portadores dessa variabilidade os que irão sobreviver, exercendo a sua acção continuamente, favorecendo os melhor adaptados. Conclui-se daí que a selecção natural diminui a variabilidade;
  • Isolamento – também diminui a variabilidade pois preserva e diferencia a população isolada em relação ás suas parentes mais diretas.

Considerando todas estas contribuições, bem como a intervenção directa de cientistas como Huxley, Dobzhansky e Simpson, a teoria sintética da evolução, ou Neodarwinismo, pode ser resumida da seguinte forma:

  • nas células, são os cromossomas que transportam os genes responsáveis pelo desenvolvimento dos caracteres de um indivíduo;
  • os gâmetas, formados por meiose, transportam metade da constituição cromossómica da espécie, devido á separação dos homólogos;
  • durante a meiose pode ocorrer cross-over, formando novas combinações genéticas;
  • mutações aumentam a variabilidade;
  • após a fecundação refaz-se o número diplóide da espécie, resultando uma descendência com diferentes possibilidades de combinações;
  • o potencial reprodutor das espécies é enorme, logo é sobre a variedade de descendentes que a selecção vai actuar, pois o meio não os pode manter a todos;
  • indivíduos melhor adaptados a um dado meio têm maior probabilidade de atingir a idade adulta – ser mais apto;
  • seres melhor adaptados reproduzem-se mais e transmitem os seus genes à geração seguinte – reprodução diferencial;
  • a população, formada agora por um novo conjunto genético (alguns genes surgiram e outros foram eliminados), pode, por isolamento, preservá-lo e evoluir.

Críticas às teorias darwinistas da evolução

As maiores críticas às teorias darwinistas estão relacionadas com a dificuldade em explicar o surgimento de estruturas complexas, que dificilmente teriam origem em apenas um acontecimento, por ação da seleção natural, como o olho, o cérebro, etc.

Um exemplo dessa dificuldade está na explicação da origem das asas dos insectos. As asas dos insectos são expansões do tegumento dorsal, não resultando de membros modificados.

Dada a complexidade da estrutura actual, é razoável considerar que inicialmente teriam surgido pequenas saliências dorsais no corpo dos indivíduos.

Porque teriam sido seleccionadas ?

Experiências demonstraram que as proto-asas trariam mais dificuldades que vantagens, pois não permitiam que o indivíduo planasse de modo controlado. Considerar que a selecção natural sabia antecipadamente a vantagem que o indivíduo teria com as asas plenamente desenvolvidas é tão absurdo como considerar que estas teriam surgido por uma única mutação, prontas a usar.

Novas experiências permitiram esclarecer, de algum modo, essa dificuldade pois revelaram que as proto-asas são excelentes termorreguladores, o que pode justificar a sua selecção. Actualmente as asas dos insectos desempenham essas duas funções.

Os principais críticos às teorias darwinistas consideram que estas não permitem explicar a macroevolução (diversificação dos grandes grupos), apenas explicando a microevolução (diversificação das espécies).

Deste modo, foram surgindo teorias alternativas, ainda não comprovadas, baseadas na teoria de Darwin mas com algumas alterações:

  • Neolamarckismo – o motor para a evolução seria a intervenção do meio sobre o genótipo, fazendo aparecer novos genes ou alelos. Este facto seria possível por acção de mutagénios, que aumentariam a taxa de mutação. No entanto, a principal dificuldade desta teoria é o facto de um aumento do número de mutações não conduzir a uma evolução direccionada pois as mutações continuam a ser aleatórias;
  • Teoria neutralista – esta teoria considera que o papel da selecção natural se reduz ao de eliminar as mutações negativas. Segundo esta teoria a maioria das mutações seria neutra do ponto de vista adaptativo, podendo fixar-se na população sem qualquer vantagem para os indivíduos delas portadores;
  • Teoria do equilíbrio pontuado – segundo esta teoria, a evolução decorreria em curtos períodos de alterações bruscas e radicais, em que se formariam numerosas espécies (a maioria das quais acabaria por se extinguir), intervalados por longos períodos de calma e de evolução muito lenta das espécies sobreviventes. As espécies novas seriam formadas por pequenas populações marginais da espécie-mãe, onde as mutações se espalhariam rapidamente. Neste caso, a sobrevivência da espécie não se deve exclusivamente à “sobrevivência do mais apto” mas também um pouco ao acaso.

Oportunidade Pratica para Matrix/DNA: As Simples e Brutas Regras da Evolução Podem Fazer Máquinas Criativas

terça-feira, dezembro 6th, 2016

xxxx Obs. Voltar a este artigo porque e muito importante para buscar atividade prática e lucrativa para a formula)

Evolution’s Brutally Simple Rules Can Make Machines More Creative

http://singularityhub.com/2016/12/04/evolutions-brutally-simple-rules-can-make-machines-more-creative/#.WEW6sEBSwOs.facebook

BY  ON DEC 04, 2016

evolutionary-algorithms-31

Computer-designed satellite antenna. Image Credit: NASA

Ideia/informacao resumida: Biological evolution can take millennia to show noticeable results. Fortunately, computers make it possible to cycle through virtual generations incredibly quickly, and because evolutionary systems involve large populations of individual candidates they are “embarrassingly parallelizable”. In other words, they can take advantage of highly-scalable parallel computing, where many calculations are carried out simultaneously on multiple processors. ( Evolucao biologica pode durar milênios para mostrar um resultado notável. Felizmente, computadores tornam possível circular através de virtual gerações incrivelmente rápido, e porque sistemas evolucionários envolvem grandes populações de individuais candidatos, eles sao ” embaraçosamente paralelizaveis”. Em outras palavras, eles têm a vantagem da computação paralela em alta escala, onde muitos calculos podem ser feitos simultaneamente, em múltiplos processadores.)

Traducao do Artigo:

Despite nature’s bewildering complexity, the driving force behind it is incredibly simple. 

Apesar da desconcertante complexidade na natureza, a força diretora por trás dessa complexidade e’ simples.

( Matrix/DNA : Uau! Ate que enfim estão dizendo o que a formula da matrix/DNA mostrou a 30 anos atras. Todas as arquiteturas naturais, que sao todos os sistemas naturais, de atomos a galaxias a cerebros humanos, foram construidos por uma unica formula natural, que, a primeira vista, e’ de uma simplicidade desconcertante. Porém, `a medida que vamos imaginando os movimentos e conexões que esta formula e’ capaz de fazer, vamos vendo que nas suas entrelinhas existem todos os mecanismos, todos os processos, toda a complexidade conhecida deste mundo.)

‘Survival of the fittest’ is an uncomplicated but brutally effective optimization strategy that has allowed life to solve complex problems, like vision and flight, and colonize the harshest of environments.

“Sobrevivência do mais adaptado” e’ uma estratégia otimizada, nao-complicada, mas brutalmente eficiente que tem permitido `a vida resolver os mais complexos problemas., como a visão e o voo, e colonizar os mais severos ambientes.

Researchers are now trying to harness this optimization process to find solutions to a host of science and engineering problems. The idea of using evolutionary principles in computation dates back to the 1950s, but it wasn’t until the 1960s that the idea really took off. By the 1980s the approach had crossed over from academic curiosities into real-world fields like engineering and economics.

Pesquisadores estão agora tentando imitar este processo de otimização para achar soluções para grande quantidade de problemas em ciências e engenharia. A ideia de usar principios evolucionarios em computacao remonta aos anos 1950, mas foi apenas em 1960 que a ideia avançou. Nos 80 esta abordagem tinha atravessado sobre a curiosidade acadêmica para o mundo real nas suas areas como engenharia e economia.

Applying natural selection to computing

Aplicando seleção natural na computação

Evolutionary algorithms are numerous and diverse, but they all seek to replicate key features of biological evolution, such as natural selection, reproduction and mutation.

Algoritmos na evolução sao numerosos e diversos, mas todos eles procuram replicar caracteristicas chaves da evolução biológica, tal como seleção natural, reprodução e mutação.

( continuar tradicao)

Typically these methods rely on a kind of trial and error — a large population of potential solutions to a problem are randomly generated and tested against a so-called “fitness function.” This lets the system rank the solutions in order of how well they solve the problem.

 

 

EES: Extended Evolutionary Synthesis – O Clamor por Uma Nova Teoria da Evolução

segunda-feira, dezembro 5th, 2016

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( Este artigo deve ser lido e acoplado com outro que iniciei ontem sobre o mesmo assunto “Lista dos rebeldes..”)

The extended evolutionary synthesis: its structure, assumptions and predictions

http://rspb.royalsocietypublishing.org/content/282/1813/20151019

Kevin N. Laland, Tobias Uller, Marcus W. Feldman, Kim Sterelny, Gerd B. Müller, Armin Moczek, Eva Jablonka, John Odling-Smee

(A copia e traducao deste paper tem a finalidade de estudar os detalhes, memorizar os novos temas da biologia evolucionária, e ao mesmo tempo, registrar as análises da Matrix/DNA Theory)

Abstract

Scientific activities take place within the structured sets of ideas and assumptions that define a field and its practices.

Atividades cientificas tomam lugar dentro de um estruturado conjunto de ideias e conjecturas que definem o campo e suas praticas.

( Matrix/DNA : Este o meu argumento quando me pedem fatos para provar as sugestões extraordinárias da minha teoria, como por exemplo, provar o meu modelo astronomico. A interpretação humana do mundo e’  baseada nos cinco sentidos sensoriais humanos e os instrumentos tecnologicos que ampliam o poder desta sentidos limitados. Como, por exemplo, somos praticamente cegos, pois so podemos ver uma pequena faixa dentre as sete faixas de luz emitidas pelas radiações eletromagnéticas, sendo que estas invisíveis faixas tornam invisíveis e intactas a maioria da realidade de qualquer fenômeno natural, como somos muito lentos para entender os eventos e elementos do mundo microscópico que acontecem em velocidades vertiginosas, como somos muito rápidos para entender os eventos e elementos do mundo macroscópico que acontecem em escalas de tempos astronômicos, e como com certeza nos falta ainda importantes sensores ( como as antenas organicas dos insetos) para captar outras dimensoes paralelas `as nossas, nosso espectro conhecível da natureza e’ demasiado limitado ainda. Pouco avançamos em relacao aos nossos ancestrais animais irracionais cujo espectro de conhecimento se limita ao espaço imediato circundante e ao tempo presente. Este imediatista conhecimento e’ o que tem impedido, por exemplo, `a curiosidade humana desejar saltar da superfície terrestre para englobar o Cosmos quando se estuda um fenômeno como a evolução. Para satisfazer esta lacuna e indolência inventa-se que a evolução na superfície da Terra foi inventada na Terra e nos últimos 4 bilhões de anos e nada tem a ver com a evolucao cosmologica que aconteceu nos 10 bilhoes de anos anteriores. Porque somos capazes de perceber apenas o que está no teto do edifício da evolução, acreditamos que o teto e’ tudo o que existe e se ignora totalmente o edificio que o suporta. O maior problema e’ que esta pequena faixa de sensores naturais e seus correspondentes instrumentos cientificos nos faz acreditar que conhecemos algo extenso do mundo e desenvolvemos mais e instrumentos e mais ideias projetando apenas esua pequena faixa, ficando a maior parte que esta fora desta faixa sem ser perturbada pelas nossas pesquisas. Entao, por enquanto, nao existem metodos, ideias, instrumentos, sensores, para comprovar os meus modelos teoricos de atomos, galaxias, celulas, cerebros, consciencias e evolucao. Existe – e isto e’ o mais importante – a logica e raciocinio sobre a longa cadeia de causas e efeitos que vem desde o Big Bang ate a ponta atual final desta avalancha de eventos, que e’ esta nova forma de sistema natural a que sdenominamos mente ou consciencia humana, a qual, ao mesmo tempo, e’ o topo da complexidade, e portanto da evolucao, aqui nesta diminuta regiao deste Universo e neste rizivel microscopico tempo cosmico. Como dise Einstein, ” O autor nao tem que provar sua teoria, apenas tem que mostrar que ela faz mais sentido que as outras existentes”.

The conceptual framework of evolutionary biology emerged with the Modern Synthesis in the early twentieth century and has since expanded into a highly successful research program to explore the processes of diversification and adaptation.

A estrutura conceitual da biologia evolucionária emergiu com a Moderna Síntese no início do século xx e tem desde então se expandido numa altamente e bem sucedida programação de pesquisa para explorar os processos da diversificação e adaptação.

Nonetheless, the ability of that framework satisfactorily to accommodate the rapid advances in developmental biology, genomics and ecology has been questioned.

Todavia, a habilidade desta estrutura para acomodar satisfatoriamente o rápido avanço em biologia desenvolvimentista, genomica e ecologia tem sido questionada.

We review some of these arguments, focusing on literatures (evo-devo, developmental plasticity, inclusive inheritance and niche construction) whose implications for evolution can be interpreted in two ways—one that preserves the internal structure of contemporary evolutionary theory and one that points towards an alternative conceptual framework.

Nos revemos alguns destes argumentos, focalizando na literatura (evo-devo, plasticidade desenvolvimentista, inclusive herança e construção de nicho) cujas implicações para a evolução podem ser interpretadas de duas maneiras – uma que preserva a estrutura interna da teoria contemporânea evolucionária e outra que aponta na direcao de uma concepção alternativa desta estrutura.

The latter, which we label the ‘extended evolutionary synthesis’ (EES), retains the fundaments of evolutionary theory, but differs in its emphasis on the role of constructive processes in development and evolution, and reciprocal portrayals of causation. In the EES, developmental processes, operating through developmental bias, inclusive inheritance and niche construction, share responsibility for the direction and rate of evolution, the origin of character variation and organism–environment complementarity.

A ultima, a qual denominamos de ” sintese evolucionaria extendida” (EES), mantém os fundamentos da teoria evolucionária, mas difere na sua ênfase a função do processo construtivo no desenvolvimento e evolução, e recíprocas figuras da causacao. Na EES, processos desenvolvimentistas, operando através de tendências de desenvolvimento, inclusive herança e construção dos nichos, compartilha responsabilidade para a direcao e razão da evolução, a origem da variação das características e dos organismos – complementaridade ambiental.

We spell out the structure, core assumptions and novel predictions of the EES, and show how it can be deployed to stimulate and advance research in those fields that study or use evolutionary biology.

Nos expomos a estrutura, conjecturas essenciais e predições novas da EES, e mostramos como pode ser aceita para estimular o avanço na pesquisa destes campos de estudos da biologia evolucionaria.

1. Introduction

To make progress, scientists must specify phenomena that require explanation, identify causes and decide on what methods, data and analyses are explanatorily sufficient.

Para progredir, os cientistas devem especificar os fenômenos que requerem explicação, identificar causas e decidir quais métodos, dados e análises serão suficientes como explicações.

( continuar traducao)

 

In doing so, they may inadvertently create a ‘conceptual framework’—a way of thinking for their field, with associated assumptions, concepts, rules and practice, that allows them to get on with their work [13]. Conceptual frameworks are necessary in science, but they, and their associated practices, inevitably encourage some lines of research more readily than others. Hence, it is vital that the conceptual frameworks themselves evolve in response to new data, theories and methodologies. This is not always straightforward, as habits of thought and practice are often deeply entrenched. In this regard, alternative conceptual frameworks can be valuable because they draw attention to constructive new ways of thinking, additional causal influences, alternative predictions or new lines of enquiry.

Lista dos Rebeldes `a Atual Biologia Evolucionaria para serem comunciados da Matrix/DNA

segunda-feira, dezembro 5th, 2016

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A Royal Society promoveu um evento ” The     que provocou uma série de artigos na Internet, citando nomes dos rebeldes non-religiosos a Modern Synthesis. Salvei o PDF com  a relacao dos palestrantes, o qual ainda pode ser visto googlando o nome do evento.

Vou acompanhar estes artigos registrando aqui e procurando no google os nomes destes rebeldes, tentando faze-los conhecer a minha teoria, pois sao mais acessíveis a ideia.

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New trends in evolutionary biology: biological, philosophical and social science perspectives

https://royalsociety.org/science-events-and-lectures/2016/11/evolutionary-biology/

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THE THIRD WAY

http://www.thethirdwayofevolution.com/

WEBSITE REUNINDO OS REBELDES

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Pharyngula:

You don’t get to revise evolutionary theory, until you understand evolutionary theory

http://scienceblogs.com/pharyngula/2016/12/04/you-dont-get-to-revise-evolutionary-theory-until-you-understand-evolutionary-theory/

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Kevin Laland’s new view of evolution

https://sandwalk.blogspot.com/2016/12/kevin-lalands-new-view-of-evolution.html?showComment=1480920234038#c9049514565749969572

e minha participacao nos comentarios deste artigo:

Another new view of evolution.

Maybe someday some notable person will wake up with a truly novel view, one that recognizes that random DNA replication errors cannot produce hyper-complex, integrated, highly specific and functioning biological systems.

But probably not.

Already there is a truly novel view, txpiper. The evolution we are watching as microscopyand biological beings is anything more than the routines steps of a universal process of reproduction reproduction of a natural system that triguered the Big Bang by a commom genetic process like the origin of your own body was triguered by a microspic big bang when exploded the membrane of a spermatozoon. This new view is called ” The Universal Matrix/DNA for All Natural Systems and Life’s Cycles”, or “The Matrix/DNA Theory”. So, this “evolution” has a direction and random mutations can occurs but will be selected only if fits in the reproductive process.

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Evolution evolves: Beyond the selfish gene

https://www.newscientist.com/article/mg23130920-600-evolution-evolves-beyond-the-selfish-gene/

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Is the “Modern Synthesis” effectively dead?

http://sandwalk.blogspot.ca/2013/12/is-modern-synthesis-effectively-dead.html

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