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Arvore da Evolucao dos Sistemas Biologicos: Novo Modelo Academico

domingo, março 26th, 2017

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link: https://futurism.com/lab-grown-meat-startup-may-add-thanksgiving-turkey-to-the-menu/

New Timetree Shows Life is Still Evolving at a Steady Rate

Temple University’s Center for Biodiversity director Stephen Blair Hedges, says: “We have produced a timetree of most described prokaryote species that has revealed a constant diversification rate, remarkably similar in that respect to eukaryotes and probably resulting from the same mechanism, the random nature of lineage survival over millions of years. Our results were contrary to the popular alternative model that predicts a slowing down of diversification as niches fill up with species.Tracing down the origins of species has long been a major goal in biology.”

The new tree of life constructed by the researchers. Credit: Temple University

The new tree of life constructed by the researchers. Credit: Temple University

O que fazer agora para acelerar o exorcismo dos instintos herdados dos animais predadores e fracos?

quarta-feira, março 22nd, 2017

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Alguém interessado nisto?

Uma cientista neurológica brasileira esta defendendo a teoria que o córtex humano cresceu diferente dos outros animais devido aos humanos cozinharem o alimento, obtendo assim muito mais energia dos alimentos que os outros animais. E o cérebro, principalmente o cortex, é grande consumidor de energia.

Concordo mas penso que esta não é a historia toda. O cozimento do alimento criou uma diferença muito grande no mecanismo de se alimentar do predador de quem herdamos nossa metade predadora, carnívora, assassina, violenta. O predador puramente animalizado – e inclua os macacos nisso – precisam de quatro dentes proeminentes, os caninos, para por forca e matar e arrancar a carne dos ossos e triturar os músculos. Com o advento do cozimento, a carne e os musculos ja vem mais tenros, moles, os caninos são menos usados, e por outro lado, o resto da dentadura, os dentes menores ou onde existiam falhas de dentes, precisam crescer para melhorar mastigar a carne e os vegetais, mantendo a nossa metade herdada dos animais vegetarianos. E isto já começou com os macacos, que são tanto carnívoros quanto vegetarianos. Portanto começou antes da invenção do cozimento.

O menor uso e menor força ou energia dirigida aos caninos os fez atrofiar, através de milhares ou milhões de anos da historia evolutiva. Isto foi enviando mais energia vegetal ao cérebro, uma energia que foi sendo desviada do sistema límbico, do caroco reptiliano ou resquício do cérebro animal predador, parra o topo do cérebro onde se formou e desenvolveu o córtex.

O córtex menos violento e menos assassino começou a captar de uma dimensão paralela do meio externo as partículas ou bolhas microscópicas da consciência cósmica. Esta não é um pano de fundo do mundo material, pois ao contrario, a dimensão material é uma especie de calo desta dimensão. O acumulo destas partículas foi desenvolvendo o feto de consciência. A qual emerge no meio dos instintos animalescos, e dessa fusão surge o pensamento continuo, ou psique.

Mas esta psique primaria ainda é projeção do cérebro primitivo animal pois os genes criam uma arquitetura – o córtex – no mesmo modelo do cérebro inteiro do animal. Então nesta psique meio abstrata esta também projetada os caninos. Se pudéssemos tirar uma foto das pessoas que se comportam como predadores de humanos e animais, veríamos na psique deles a proeminência dos caninos, ou ao menos, o foco onde se dirige e se concentra a energia que move estes instintos.

O fato é que a Humanidade precisa mudar, exorcizar eliminar estes resquícios de caninos da psique, e este é um dos mais importantes objetivos se a humanidade quer melhorar suas condições de existência e ate sobreviver ate alcançar sua transcendência, ou então ser extinta no meio deste caminho evolucionário. E o que podemos fazer de fato a respeito disso, agora?

Temos que de alguma maneira interferir na vida dos predadores. Claro tambem sabemos que existe a outra metade da historia: no cortex existe a metade herdada das presas, dessa massa devoradora da vegetação, inconsequentemente e desenfreadamente auto-reprodutora, reacionária a qualquer mudança evolutiva. Temos tambem que exorcizar isso do cérebro e da psique. Mas como?

Bem, aqui fica o texto para ser repensado e consertado em seus erros e a questão no ar para raciocinar.

Evolucao: Texto Atualizado e Bem Informado

sábado, fevereiro 11th, 2017

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Creio que ninguém racionalmente possa negar a existência do processo da evolução natural. Eu posso vê-la com meus olhos aqui e agora em 9 meses observando como uma pequena bolota de células se transforma – evoluindo do mais simples para o mais complexo – para a forma de feto, embrião, etc. Observar o acervo de milhões de fosseis alinhados numa sequencia evolucionaria e’ outra maneira de inclinar-se a aceitar a evolução como fato.

O problema humano se refere `as diferentes interpretações do que se vê, porque a evolução natural se estende a dimensões no tempo e espaço que não podemo ver, então temos que elaborar teorias e esta teorias indicam significados, um sentido ou falta de sentido neste fenômeno da evolução natural. Isto nos afeta sobremaneira porque o sentido ou falta de sentido da evolução implica diretamente no sentido da nossa existência como humanos. E outra forma muito importante de nos afetar e’ que cada interpretação, cada sentido encontrado, e’ a fonte dos valores morais, os quais vão modelar nossos sistemas sociais, nossas inter-relações entre humanos e nosso comportamento perante o mundo externo.

A mais influenciável teoria da evolução natural vem do meio acadêmico. Digamos que seja a Teoria Academica da Evolução (TAE). No tocante restritamente particular `a minha pessoa, tenho também em consideração outra teoria, minha própria, a teoria universal da Matrix/DNA, digamos aqui, Teoria da Matrix/DNA da Evolucao (TME).

O estado de espirito da Academia se projeta tanto nas suas teorias da origem do Universo, da origem da vida, como da evolução natural. A mesma visão de mundo vê o mesmo significado de existência nestes três eventos. Isto também ocorre com a TME. Com uma importante diferença:

A TAE baseia-se na existência produzida por Acaso. Com isto, o processo da origem do Universo não e’ o mesmo processo da origem da vida e não e’ o mesmo processo de nenhum destes dois eventos que  dirige a evolução. Claro, se os três eventos, ou mesmo apenas dois deles fossem executados pelo mesmo processo naos seria acaso, seria uma regra, uma lei natural. Por seu lado, a TME sugere e apresenta o processo que produz a embriogênese e evolução de um sistema biológico como sendo o mesmo processo que teria produzido a origem do universo e da vida e que dirige a evolução universal. Enfim, as duas visões do mundo sugerem um sentido da vida e valores morais totalmente diferentes.

No texto a seguir ( obtido no link abaixo) vamos ver uma ótima sintetização da historia, evolução e estado atual da TAE:

http://simbiotica.org/teorias.htm

Unidade na Diversidade

Aparentemente a diversidade é a regra no mundo biológico, sendo, até ao final do século XIX, considerada a sua característica principal. Os biólogos calculam que existam, atualmente, entre 30 a 50 milhões de espécies, das quais apenas  2 milhões foram descritas e denominadas.

No entanto, a partir do início do século XX os estudos bioquímicos fizeram ressaltar as semelhanças estruturais e fisiológicas dos indivíduos. Todos estes factos parecem apontar para uma origem comum para todos os seres vivos actuais, seguida de uma enorme diversificação.

As explicações para estes factos foram surgindo ao longo dos séculos, sempre baseadas em princípios religiosos, filosóficos e culturais, podendo ser atualmente classificadas  em dois grandes grupos:

  • Hipóteses fixistas – aceites sem discussão até ao século XVIII, consideram que as espécies, uma vez surgidas, se mantiveram inalteradas ao longo do tempo;
  • Hipóteses evolucionistas – também conhecidas por transformistas, surgiram no século XIX e consideram as espécies atuais o resultado de lentas e sucessivas transformações sofridas por espécies que já existiam no passado.

Fixismo

Existiram numerosas hipóteses fixistas ao longo da história da Biologia, umas mais duradouras que outras, umas mais fundamentadas que outras. Considerando-se que as espécies permaneceram imutáveis ao longo das eras, surge novamente a necessidade de identificar a causa do surgimento das espécies ancestrais.

Dessas hipóteses salientam-se as mais conhecidas:

  • Hipótese da geração espontânea – originalmente apresentada por Aristóteles, por sua vez influenciado por Platão (que referia que os seres vivos eram cópias imperfeitas de formas perfeitas de uma ideia – essencialismo) , considerava que os seres vivos seriam constantemente formados, a partir de matéria não-viva como o pó e a sujidade. Os seres vivos estariam organizados num plano, designado Scala Naturae, eterna e imutável, pelo que os organismos assim formados não teriam a possibilidade de alterar as suas características;
  • Hipótese Criacionista – baseada na reunião de escritos bíblicos e das teorias universalmente aceites de Aristóteles, considera que Deus terá criado todas as espécies, animais e vegetais, num único ato. Após esse momento, as espécies permaneceriam imutáveis, sendo qualquer imperfeição resultante das condições ambientais.

Evolucionismo

Durante a segunda metade do século XVIII começaram a surgir as primeiras ideias transformistas, contrariando o dogma criacionista-essencialista, que dominava firmemente o pensamento ocidental á muitos séculos. O centro da polêmica deixou de ser o facto de existir ou não evolução, passando a ser o mecanismo dessa evolução.

Duas novas áreas de conhecimento vieram revolucionar a visão da ciência relativamente ao mecanismo de formação das espécies:

  • Sistemática – esta ciência teve um desenvolvimento extraordinário durante o século XVIII, tendo como ponto alto o trabalho de Lineu, botânico sueco que estabeleceu o sistema hierárquico de classificação dos organismos, ainda hoje utilizado. Os estudos de Lineu, cujo objectivo era revelar o plano de Deus, permitiram a outros cientistas identificar semelhanças e diferenças entre seres vivos e uma possível origem comum a todos eles, originando terreno fértil para as ideias evolucionistas;
  • Paleontologia – no século XVIII, o estudo dos fósseis revelou a presença de espécies, distintas em cada estrato geológico, que não existiam na atualidade, contrariando a imutabilidade defendida pelo fixismo.

Novamente, numerosos cientistas conceituados propuseram teorias tentando esclarecer estes fenómenos, nomeadamente:

  • Erros – teoria proposta por Pierre Maupertuis no início do século XVIII, considerava que todos os organismos derivavam de uma mesma fonte original, apresentando ligeiras alterações em relação aos progenitores ao longo das gerações, devido a acasos e erros na reprodução. Estes erros eram devidos ao facto de o descendente resultar da união de uma “semente” masculina e de uma “semente” feminina, formadas por partes que se organizavam no embrião  graças a uma “memória” que podia ser errada. Deste modo, a partir de uma única espécie, poderiam obter-se numerosas outras aparentadas entre si, devido a diversos graus de “erro”;
  • Variações geográficas – teoria da autoria de Georges Leclerc, Conde de Buffon, intendente do Jardim do Rei em Paris em 1739, referia a existência de variações geográficas entre indivíduos da mesma espécie. O povoamento inicial teria sido feito por um certo número de espécies, as quais teriam sofrido uma sucessão de variações geográficas adaptativas, de acordo com as condições geográficas e alimentação do local para onde teriam migrado. Esta variação seria devida a sucessivas degenerações da espécie inicial, indicando já uma visão transformista do mundo natural. Buffon foi, também, o primeiro a questionar a idade da Terra, tendo proposto que a sua verdadeira idade seria de cerca de 70000 anos;
  • Hipótese catastrofista – teoria da autoria de Cuvier, naturalista muito conceituado na época (1799), que considerava que cataclismos locais (glaciações, dilúvios, terramotos, etc.) sucessivos teriam aniquilado as formas de vida preexistentes nessa zona, sobrevindo a cada um desses cataclismos um novo povoamento com novas espécies, vindas de outros locais. Deste modo explicava a descontinuidade entre estratos geológicos. Seguidores de Cuvier levaram esta teoria ao extremo de catástrofes globais destruírem a totalidade das espécies da Terra, sendo depois repostas por novos actos de criação divina (teoria das criações sucessivas). Esta teoria, portanto, tenta encontrar um meio termo entre o fixismo, que considera correto, e as evidências fósseis encontradas.

Apenas no século XIX as ciências em geral abandonam a visão estática do mundo, até então prevalecente:

  • Newton apresenta explicações matemáticas para o movimento dos planetas e objetos na Terra;
  • Descobrimentos revelam grande diversidade de organismos, até então desconhecidos;
  • Hutton, geólogo, indica uma idade da Terra muito superior ao até então aceite;
  • Lyell, em 1830, apresenta uma explicação para a descontinuidade biológica entre os diversos estratos geológicos. Este geólogo considerou a ação erosiva da chuva e dos ventos a responsável pela eliminação dos estratos em falta, provocando a ilusão de descontinuidade entre eles. Esta teoria ficou conhecida como  Lei do uniformismo, que inclui o Principio das causas atuais, segundo o qual os fenômenos que provocaram determinadas alterações geológicas no passado são iguais aos que provocam os mesmos acontecimentos no presente.

Um aspecto é de salientar na análise de todas estas teorias, é que nenhuma delas propõe um mecanismo de evolução.

As verdadeiras teorias explicativas do mecanismo da evolução só surgiram após da avaliação da idade da Terra em milhares de milhões de anos, por oposição á idade considerada desde o tempo de Aristóteles, que era de cerca de 6000 anos. Este facto permitiu a existência de uma evolução muito lenta, ao longo de incontáveis gerações de indivíduos.

Jean-Baptiste de Monet, cavaleiro de Lamarck é considerado o verdadeiro fundador do evolucionismo, elaborando uma teoria que considera a ação evolutiva das circunstâncias ambientais a causa da variabilidade existente nos organismos vivos. No entanto, como não conseguiu apresentar provas concretas para a sua teoria e como não tinha amigos e relações importantes no meio científico, as suas ideias não foram levadas a sério, apesar de alguns dos seus discípulos terem continuado a defender as suas ideias, como Saint-Hilaire, que realizou importantes estudos de anatomia comparada. Lamarck é, também, o autor do termo Biologia, que baptiza em 1802.

Teoria de Lamarck

Lamarck era um botânico reconhecido e estreito colaborador de Buffon no Museu de História Natural de Paris. No entanto, tal não o impediu de ser severamente criticado pelas suas ideias transformistas, principalmente por Cuvier, tendo as suas teorias sucumbido ao fixismo da época.

A propósito dos seus trabalhos de sistemática, Lamarck enunciou a Lei da gradação, segundo a qual os seres vivos não foram produzidos simultaneamente, num curto período de tempo, mas sim começando pelo mais simples até ao mais complexo. Esta lei traduz a ideia de uma evolução geral e progressiva.

Lamarck defendia a evolução como causa da variabilidade mas admitia a geração espontânea das formas mais simples.

Observando os seres vivos à sua volta, Lamarck considerava que, por exemplo, o desenvolvimento da membrana interdigital de alguns vertebrados aquáticos era devida ao “esforço” que estes faziam para se deslocar na água.

Assim, as alterações dos indivíduos de uma dada espécie eram explicadas por uma acção do meio, pois os organismos, passando a viver em condições diferentes iriam sofrer alterações das suas características.

Estas ideias levaram ao enunciado da Lei da transformação das espécies, que considera que o ambiente afecta a forma e a organização dos animais logo quando o ambiente se altera produz, no decorrer do tempo, as correspondentes modificações na forma do animal.

O corolário desta lei é o princípio do uso e desuso, que refere que o uso de um dado órgão leva ao seu desenvolvimento e o desuso de outro conduz á sua atrofia e, eventual, desaparecimento.

Todas estas modificações seriam depois transmitidas às gerações seguintes – Lei da transmissão dos caracteres adquiridos.

O mecanismo evolutivo proposto por Lamarck pode ser assim resumido:

  • variações do meio ambiente levam o indivíduo a sentir necessidade de se lhe adaptar (busca da perfeição);
  • o uso de um órgão desenvolve-o e o seu desuso atrofia-o (lei do uso e desuso);
  • modificações adquiridas pelo uso e desuso são transmitidas aos descendentes (lei da transmissão dos caracteres adquiridos).

Deste modo, a evolução, segundo Lamarck, ocorre por ação do ambiente sobre as espécies, que sofrem alterações na direção desejada num espaço de tempo relativamente curto.

Alguns aspectos desta teoria são válidos e comprováveis, como ocaso do uso e desuso de estruturas. É sabido que a atividade física desenvolve os músculos e que um organismo sujeito a infecções desenvolve imunidade. Do mesmo modo, uma pessoa que fique paralisada, sofre atrofia dos membros que não utiliza.

No entanto, também existem numerosas críticas ao Lamarquismo:

  • a necessidade de adaptação, a “busca de perfeição” pelos organismos, não pode ser provada;
  • modificações devidas ao uso e desuso são adaptações individuais somáticas (fenotípicas), não são transmissíveis, não devendo ser confundidas com adaptações evolutivas, as quais implicam sempre uma modificação genética. Este facto foi comprovado por uma famosa experiência realizada por Weissman em 1880, que cortou caudas a sucessivas gerações de ratos e estes sempre nasceram com cauda;
  • Lamarck afirmava que a função determinava a estrutura mas tal não é verdade pois os caracteres surgem independentemente da ação do meio (como os caracteres inconvenientes ou nefastos). Actualmente considera-se a relação função/estrutura como biunívoca.

Pode-se concluir daqui que a teoria de Lamarck foi um importante marco na história da Biologia mas não foi capaz de explicar convenientemente o mecanismo da evolução.

No entanto, deve ser referida a existência dos chamados neo-lamarckistas, uma minoria no panorama actual da Biologia, mas que defendem que o meio realmente modela o organismo. Consideram possível a presença de proteínas citoplasmáticas que alteram o DNA, tentando explicar à luz da genética molecular os fundamentos lamarckistas. Reconhecem, no entanto, que apenas alterações nos gâmetas podem ser transmitidas á descendência.

Os anos seguintes foram férteis na recolha de dados de anatomia comparada, geologia e paleontologia, de tal modo que a teoria evolutiva de Darwin (1859) teve um impacto muito maior.

Desde essa data que a teoria da seleção natural de Darwin e Wallace se tornou um dos grandes princípios unificadores da Biologia, juntamente com a teoria celular e a dupla hélice do DNA.

Teoria de Darwin

Darwin era um médico sem vocação, filho de uma família abastada e com enorme interesse na natureza, tendo por esse motivo feito uma viagem de 5 anos no navio cartográfico Beagle, aos 22 anos. No início da sua longa viagem, Darwin acreditava que todas as plantas e animais tinham sido criadas por Deus tal como se encontravam, mas os dados que recolheu permitiram-lhe questionar as suas crenças até à altura.

Darwin sofreu várias influências, as quais permitiram a criação da sua teoria sobre a evolução dos organismos:

  • Charles Lyell, devido à sua lei do uniformismo e à idade da Terra, terá mostrado a Darwin que o mundo vivo poderia ter tido tempo para sofrer alterações muito graduais. Igualmente, devido a essa mesma lei, a falta de fósseis não mais poderia ser argumento contra a evolução;
  • Diversidade dos organismos de zona para zona e dentro da mesma espécie, embora pudessem ser notadas semelhanças, talvez devido a uma origem comum. Esta diversidade parecia relacionada com variações ambientais. Tal facto tornou-se aparente na sua viagem às Galápagos;
  • Selecção artificial, um aspecto do qual Darwin tinha experiência pessoal, devido a ser um criador de pombos conceituado. A escolha de certos cruzamentos leva a que características dos descendentes sejam muito diferentes das dos seus ancestrais, o que considerou poder ser uma pista para o modo como a natureza actuava (selecção natural, por oposição á selecção artificial ,devida ao Homem);
  •  Thomas Malthus, no seu trabalho Essai sur la population, considerou que a população humana cresce muito mais rapidamente que os meios de subsistência pois a população cresce geometricamente (2n) e os alimentos crescem aritmeticamente (2n). Deste modo, a Terra estaria rapidamente superpovoada pois a sua população duplicaria a cada 25 anos e os homens sofreriam a acção da selecção natural (fome, doenças, miséria, desemprego, etc.), que eliminaria as famílias pobres e de poucos recursos, os indivíduos de classe baixa, de modo geral. Darwin, abstraindo-se dos conceitos racistas e de classes implícitos na teoria de Malthus, transpô-la para as populações naturais, onde existiria uma “luta pela vida”: um ambiente finito, com recursos finitos, não pode sustentar um número infinito de indivíduos.

O crescimento das populações naturais faz-se segundo uma curva sigmóide, em que após uma fase inicial de crescimento exponencial (a natalidade é superior á mortalidade pois há muito alimento disponível), a população entra numa fase de desaceleração do crescimento (quando a mortalidade é superior à natalidade devido á escassez de alimento), a população estabiliza (quando a mortalidade e a natalidade são iguais).

Este “patamar” é bastante estável, mantendo-se a população nesse ponto durante gerações, se não surgirem alterações importantes no meio ambiente ou outro tipo de intervenções externas.

Darwin não se satisfez com o facto de as populações naturais funcionarem desse modo, quis, também, descobrir o modo como esse equilíbrio é atingido e mantido.

Dado que o ambiente não fornece os meios de subsistência a todos os indivíduos que nascem, é necessário que ocorra uma luta pela sobrevivência, sendo eliminados os indivíduos excedentes, mantendo-se a população num estado estacionário á volta de um valor mais ou menos constante.

Deste modo, é necessário conhecer os fenómenos que regulam o número de indivíduos numa população, ou seja, os factores que afectam as taxas de mortalidade e natalidade.

Os principais factores desse tipo são:

  • Abastecimento de alimento – depende dos autotróficos existentes e do fornecimento de energia radiante;
  • Predação – afecta a grandeza das populações de presas e de predadores;
  • Parasitismo – afecta o crescimento da população de hospedeiros;
  • Competição – intra ou interspecífica, pelo alimento, nicho ecológico, fêmea, etc., afecta o crescimento populacional;
  • Cooperação – favorece o crescimento populacional das espécies envolvidas.

Nas populações naturais existe variabilidade, mas como avaliá-la numericamente ?

O estudo dos caracteres quantitativos é fácil pois estes podem ser traduzir-se em valores numéricos e gráficos. Verifica-se que todas as características das populações apresentam uma distribuição quantitativa que, em gráfico, segue uma curva em forma de sino, simétrica em relação a um ponto médio e máximo, ou seja, uma curva normal.

Esse ponto médio (ponto de ajuste ou de aferição) varia com as populações e deve corresponder, teoricamente, ao ideal para a característica considerada, nesse momento e nesse ambiente.

Com base nos dados que foi recolhendo, Darwin formou a sua teoria sobre o mecanismo da evolução mas decidiu não a publicar, instruindo a sua mulher para o fazer após a sua morte. No entanto,  por insistência de alguns amigos e da mulher, começou a preparar a sua publicação, em 4 volumes, em 1856.

Em 1858, recebeu uma inesperada carta de um naturalista, Alfred Wallace, que descrevia resumidamente as mesmas ideias sobre a evolução. Mesmo assim, publicou a sua A origem das espécies em 1859, onde descrevia a teoria da seleção natural, a qual pode ser resumida da seguinte forma:

  • existe variação entre os indivíduos de uma dada população;
  • cada população tem tendência para crescer exponencialmente, se o meio o permitir, levando à superprodução de descendentes;
  • o meio não suporta tantos descendentes logo desencadeia-se uma luta pela sobrevivência entre os membros da população;
  • indivíduos com caracteres que lhes confiram uma vantagem competitiva num dado meio e tempo são mantidos por selecção e produzem mais descendentes – reprodução diferencial -, enquanto os restantes são eliminados, não se reproduzindo – sobrevivência do mais apto;
  • por reprodução diferencial, as características da população vão mudando num espaço de tempo mais ou menos alargado.

A teoria de Darwin considera que o ambiente faz uma escolha dos indivíduos, tal como o Homem faz na domesticação. Saliente-se, ainda, o facto que Darwin considerava possível a herança dos caracteres adquiridos, tal como Lamarck.

No entanto, para Darwin as forças responsáveis pela variação e pela selecção são diferentes: a variação ocorre ao acaso, sem qualquer orientação evolutiva, enquanto a selecção muda a população conferindo maior êxito reprodutivo às variantes vantajosas.

O vigor, a força, a duração da vida de um dado indivíduo apenas são significativos em termos da população na medida em que podem afectar o número de descendentes que lhe sobrevivem.

O ser mais apto é, deste modo, um conceito relativo (uma característica pode não ser favorável mas ter pouco significado no conjunto de muitas outras características favoráveis que constituem o genoma do indivíduo) e temporal (uma característica favorável num dado momento pode ser altamente desfavorável noutro, como o exemplo das borboletas Biston betularia bem o demonstra).

Existem dois tipos principais de selecção: a selecção artificial e a selecção natural.

A selecção artificial, como o nome indica, é devida á intervenção humana nos ecossistemas e na reprodução dos organismos, sejam eles animais ou vegetais. O papel do Homem corresponde ao da competição e da luta pela sobrevivência na natureza, “escolhendo” os indivíduos que sobrevivem e os que são eliminados. Deste modo, controlando os indivíduos que se reproduzem, condiciona-se o património genético das gerações futuras, bem como a sua evolução.

A seleção natural é definida como um conjunto de forças ambientais que atuam nas populações, tanto no sentido positivo (sobrevivência diferencial e capacidade reprodutora diferencial), como no sentido negativo (mortalidade diferencial).

Neodarwinismo

O principal problema, ou ponto fraco, da teoria de Darwin era a origem e a transmissão das variações que se verificam entre os indivíduos de uma mesma espécie.

Apenas em 1930 e 1940 os investigadores combinaram as ideias de Darwin com os dados, entretanto surgidos, de genética, etologia e outros.O resultado foi o surgimento de uma teoria denominada teoria sintética da evolução ou Neodarwinismo, que combina as causas da variabilidade com a selecção natural.

Estudos genéticos demonstraram que os fenótipos dos indivíduos resultam da acção do meio sobre os respectivos genótipos. Um genótipo é, potencialmente, capaz de originar uma multiplicidade de fenótipos, os quais se podem concretizar, se o ambiente necessário para as suas potencialidades se manifestarem existir.

Existem dois tipos de variação fenotípica: variações não hereditárias ou flutuações , devidas á influência do meio sobre o genótipo, e as variações hereditárias resultantes da expressão fenotípica de diferentes genótipos. Estas últimas são as únicas com interesse evolutivo.

Weissman considerou nos indivíduos a existência de duas linhas celulares independentes, que designou o soma e o gérmen. O gérmen, formado pelas células sexuais, era considerado imortal pois era transmissível. Deste modo, apenas as alterações que envolvam as células sexuais são hereditárias e têm influência evolutiva.

É certo que é pela reprodução que são transmitidos os caracteres das espécies de geração em geração. No entanto, se a reprodução assexuada tende a manter as características, a reprodução sexuada tende a aumentar a variabilidade dessas populações e das espécies.

De que modo isso acontece ?

  • Meiose, processo de produção de células haplóides – gâmetas -, apresenta alguns aspectos particulares que favorecem o aumento da variabilidade nos descendentes, nomeadamente:
  • separação ao acaso dos homólogos – cada ser diplóide apresenta pares de cromossomas homólogos, metade de origem paterna e metade de origem materna. Durante a meiose (processo fundamental para a formação das células sexuais, devido á redução cromossómica) dá-se a recombinação génica. As células haplóides resultantes do processo apresentam os cromossomas resultantes da separação ao acaso dos homólogos. Considerando uma célula com apenas 4 cromossomas (2 pares), as células-filhas podem ficar uma de quatro combinações possíveis de dois cromossomas. Este facto resulta de o número de combinações ser 2n, em que n é o número de pares de cromossomas (no caso humano será 223 =  8388608 possibilidades);
  • crossing-over – o sobrecruzamento dos cromossomas durante a meiose I pode fazer aumentar a variabilidade genética dos gâmetas. O cross-over permite a recombinação de genes localizados em cromossomas homólogos. Dado que cada cromossoma contém milhares de pares de bases e  que o cross-over pode ocorrer entre qualquer delas, as combinações são incalculáveis.

A fecundação, o fenómeno que permite transmitir ao novo indivíduo a constituição genética dos dois gâmetas. A união de dois dos gâmetas, entre milhares deles formados ou possíveis, faz com que a constituição genética de um novo indivíduo seja totalmente imprevisível.

Resumindo, a reprodução sexuada pode contribuir para a variabilidade das populações por  três vias: distribuição ao acaso dos cromossomas homólogos, sobrecruzamento e união ao acaso dos gâmetas formados. No entanto, a reprodução sexuada não cria nada de novo, apenas rearranja o que já existe nos progenitores.

O mesmo não se pode dizer das:

  • Mutações – as mutações, génicas e cromossómicas, alteram, respectivamente, a sequência nucleotídica (estrutura) e o arranjo dos genes ao longo do cromossoma. As mutações génicas podem ser delecções (perda de um ou mais nucleótidos), duplicações (acrescento de um ou mais nucleótidos) ou inversões (troca de posição entre nucleótidos). As alterações no número de cromossomas são geralmente devidas á não disjunção na meiose, por altura da separação os homólogos, levando á falta ou ao excesso de cromossomas de um dado par nos gâmetas produzidos. De um modo ou de outro, a mensagem é alterada, reflectindo-se na sequência de aminoácidos das proteínas sintetizadas, nas suas propriedades e, finalmente, nas características evidenciadas pelos organismos.

Por esta ordem de ideias, as mutações eliminam certos genes e originam outros. A maioria das mutações produz alterações tão profundas que os indivíduos delas portadores não são viáveis mas existem casos em que a mutação pode ser favorável, conduzindo á sua fixação. Deste modo, as mutações podem ser um importante factor de variabilidade e criação de novas espécies. É o caso das chamadas mutações tandem, duplicações de genes inteiros, que permitem a  libertação de um dos genes duplicados para a evolução para outra função, sem impedir o desenrolar da função.  Saliente-se, por último, que as mutações, tal como qualquer característica, também apresentam um valor relativo e temporal.

Um bom exemplo do efeito de uma pequena mutação nas características evidenciadas pelo indivíduo é o caso da hemoglobina S, a qual se forma por uma troca de um nucleótido na posição 6 da cadeia b da molécula:

DNA                 … C A T…                                             …C T T…

RNA                 … G U A…         em vez de                      …G A A…

aminoácido        … Val …                                               … Glu …

 

ou seja

 

hemoglobina S                   em vez de                  hemoglobina normal

Esta mutação provoca a doença anemia falciforme pois a hemoglobina mutante precipita nos glóbulos vermelhos, deformando-os. Este facto faz com que os glóbulos vermelhos, vistos ao M.O.C. apresentem um aspecto de foice.

A hemoglobina mutante não é eficiente no transporte de O2, logo os indivíduos portadores deste gene modificado apresentam uma menor capacidade respiratória, morrendo jovens em casos de homozigotia.

Esta situação potencialmente incapacitante é, no entanto, mantida em certas populações africanas particularmente sujeitas á malária, pois os glóbulos vermelhos falciformes não permitem a infecção pelo parasita causador da malária. Deste modo os indivíduos heterozigóticos para a anemia falciforme são seleccionados, pois a sua incapacidade respiratória não é dramática e são menos sujeitos á morte por malária.

Este exemplo apenas reforça a ideia de que é a população e não o indivíduo a unidade de evolução pois estes não são heterozigóticos por opção, atendendo ás vantagens fisiológicas que tal facto lhes permite em termos de adaptação ao meio, tal como não podem escolher se os seus descendentes o podem ser.

No que se refere á sua  constituição genética, cada população é como um sistema aberto, em que existe um contínuo fluxo de genes: negativo pela morte e positivo pela reprodução.

Outros importantes factores de variabilidade são:

  • Selecção natural – a recombinação genética e a mutação, referidas anteriormente, originam a variabilidade e a selecção natural “escolhe” entre os indivíduos portadores dessa variabilidade os que irão sobreviver, exercendo a sua acção continuamente, favorecendo os melhor adaptados. Conclui-se daí que a selecção natural diminui a variabilidade;
  • Isolamento – também diminui a variabilidade pois preserva e diferencia a população isolada em relação ás suas parentes mais diretas.

Considerando todas estas contribuições, bem como a intervenção directa de cientistas como Huxley, Dobzhansky e Simpson, a teoria sintética da evolução, ou Neodarwinismo, pode ser resumida da seguinte forma:

  • nas células, são os cromossomas que transportam os genes responsáveis pelo desenvolvimento dos caracteres de um indivíduo;
  • os gâmetas, formados por meiose, transportam metade da constituição cromossómica da espécie, devido á separação dos homólogos;
  • durante a meiose pode ocorrer cross-over, formando novas combinações genéticas;
  • mutações aumentam a variabilidade;
  • após a fecundação refaz-se o número diplóide da espécie, resultando uma descendência com diferentes possibilidades de combinações;
  • o potencial reprodutor das espécies é enorme, logo é sobre a variedade de descendentes que a selecção vai actuar, pois o meio não os pode manter a todos;
  • indivíduos melhor adaptados a um dado meio têm maior probabilidade de atingir a idade adulta – ser mais apto;
  • seres melhor adaptados reproduzem-se mais e transmitem os seus genes à geração seguinte – reprodução diferencial;
  • a população, formada agora por um novo conjunto genético (alguns genes surgiram e outros foram eliminados), pode, por isolamento, preservá-lo e evoluir.

Críticas às teorias darwinistas da evolução

As maiores críticas às teorias darwinistas estão relacionadas com a dificuldade em explicar o surgimento de estruturas complexas, que dificilmente teriam origem em apenas um acontecimento, por ação da seleção natural, como o olho, o cérebro, etc.

Um exemplo dessa dificuldade está na explicação da origem das asas dos insectos. As asas dos insectos são expansões do tegumento dorsal, não resultando de membros modificados.

Dada a complexidade da estrutura actual, é razoável considerar que inicialmente teriam surgido pequenas saliências dorsais no corpo dos indivíduos.

Porque teriam sido seleccionadas ?

Experiências demonstraram que as proto-asas trariam mais dificuldades que vantagens, pois não permitiam que o indivíduo planasse de modo controlado. Considerar que a selecção natural sabia antecipadamente a vantagem que o indivíduo teria com as asas plenamente desenvolvidas é tão absurdo como considerar que estas teriam surgido por uma única mutação, prontas a usar.

Novas experiências permitiram esclarecer, de algum modo, essa dificuldade pois revelaram que as proto-asas são excelentes termorreguladores, o que pode justificar a sua selecção. Actualmente as asas dos insectos desempenham essas duas funções.

Os principais críticos às teorias darwinistas consideram que estas não permitem explicar a macroevolução (diversificação dos grandes grupos), apenas explicando a microevolução (diversificação das espécies).

Deste modo, foram surgindo teorias alternativas, ainda não comprovadas, baseadas na teoria de Darwin mas com algumas alterações:

  • Neolamarckismo – o motor para a evolução seria a intervenção do meio sobre o genótipo, fazendo aparecer novos genes ou alelos. Este facto seria possível por acção de mutagénios, que aumentariam a taxa de mutação. No entanto, a principal dificuldade desta teoria é o facto de um aumento do número de mutações não conduzir a uma evolução direccionada pois as mutações continuam a ser aleatórias;
  • Teoria neutralista – esta teoria considera que o papel da selecção natural se reduz ao de eliminar as mutações negativas. Segundo esta teoria a maioria das mutações seria neutra do ponto de vista adaptativo, podendo fixar-se na população sem qualquer vantagem para os indivíduos delas portadores;
  • Teoria do equilíbrio pontuado – segundo esta teoria, a evolução decorreria em curtos períodos de alterações bruscas e radicais, em que se formariam numerosas espécies (a maioria das quais acabaria por se extinguir), intervalados por longos períodos de calma e de evolução muito lenta das espécies sobreviventes. As espécies novas seriam formadas por pequenas populações marginais da espécie-mãe, onde as mutações se espalhariam rapidamente. Neste caso, a sobrevivência da espécie não se deve exclusivamente à “sobrevivência do mais apto” mas também um pouco ao acaso.

Oportunidade Pratica para Matrix/DNA: As Simples e Brutas Regras da Evolução Podem Fazer Máquinas Criativas

terça-feira, dezembro 6th, 2016

xxxx Obs. Voltar a este artigo porque e muito importante para buscar atividade prática e lucrativa para a formula)

Evolution’s Brutally Simple Rules Can Make Machines More Creative

http://singularityhub.com/2016/12/04/evolutions-brutally-simple-rules-can-make-machines-more-creative/#.WEW6sEBSwOs.facebook

BY  ON DEC 04, 2016

evolutionary-algorithms-31

Computer-designed satellite antenna. Image Credit: NASA

Ideia/informacao resumida: Biological evolution can take millennia to show noticeable results. Fortunately, computers make it possible to cycle through virtual generations incredibly quickly, and because evolutionary systems involve large populations of individual candidates they are “embarrassingly parallelizable”. In other words, they can take advantage of highly-scalable parallel computing, where many calculations are carried out simultaneously on multiple processors. ( Evolucao biologica pode durar milênios para mostrar um resultado notável. Felizmente, computadores tornam possível circular através de virtual gerações incrivelmente rápido, e porque sistemas evolucionários envolvem grandes populações de individuais candidatos, eles sao ” embaraçosamente paralelizaveis”. Em outras palavras, eles têm a vantagem da computação paralela em alta escala, onde muitos calculos podem ser feitos simultaneamente, em múltiplos processadores.)

Traducao do Artigo:

Despite nature’s bewildering complexity, the driving force behind it is incredibly simple. 

Apesar da desconcertante complexidade na natureza, a força diretora por trás dessa complexidade e’ simples.

( Matrix/DNA : Uau! Ate que enfim estão dizendo o que a formula da matrix/DNA mostrou a 30 anos atras. Todas as arquiteturas naturais, que sao todos os sistemas naturais, de atomos a galaxias a cerebros humanos, foram construidos por uma unica formula natural, que, a primeira vista, e’ de uma simplicidade desconcertante. Porém, `a medida que vamos imaginando os movimentos e conexões que esta formula e’ capaz de fazer, vamos vendo que nas suas entrelinhas existem todos os mecanismos, todos os processos, toda a complexidade conhecida deste mundo.)

‘Survival of the fittest’ is an uncomplicated but brutally effective optimization strategy that has allowed life to solve complex problems, like vision and flight, and colonize the harshest of environments.

“Sobrevivência do mais adaptado” e’ uma estratégia otimizada, nao-complicada, mas brutalmente eficiente que tem permitido `a vida resolver os mais complexos problemas., como a visão e o voo, e colonizar os mais severos ambientes.

Researchers are now trying to harness this optimization process to find solutions to a host of science and engineering problems. The idea of using evolutionary principles in computation dates back to the 1950s, but it wasn’t until the 1960s that the idea really took off. By the 1980s the approach had crossed over from academic curiosities into real-world fields like engineering and economics.

Pesquisadores estão agora tentando imitar este processo de otimização para achar soluções para grande quantidade de problemas em ciências e engenharia. A ideia de usar principios evolucionarios em computacao remonta aos anos 1950, mas foi apenas em 1960 que a ideia avançou. Nos 80 esta abordagem tinha atravessado sobre a curiosidade acadêmica para o mundo real nas suas areas como engenharia e economia.

Applying natural selection to computing

Aplicando seleção natural na computação

Evolutionary algorithms are numerous and diverse, but they all seek to replicate key features of biological evolution, such as natural selection, reproduction and mutation.

Algoritmos na evolução sao numerosos e diversos, mas todos eles procuram replicar caracteristicas chaves da evolução biológica, tal como seleção natural, reprodução e mutação.

( continuar tradicao)

Typically these methods rely on a kind of trial and error — a large population of potential solutions to a problem are randomly generated and tested against a so-called “fitness function.” This lets the system rank the solutions in order of how well they solve the problem.

 

 

EES: Extended Evolutionary Synthesis – O Clamor por Uma Nova Teoria da Evolução

segunda-feira, dezembro 5th, 2016

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( Este artigo deve ser lido e acoplado com outro que iniciei ontem sobre o mesmo assunto “Lista dos rebeldes..”)

The extended evolutionary synthesis: its structure, assumptions and predictions

http://rspb.royalsocietypublishing.org/content/282/1813/20151019

Kevin N. Laland, Tobias Uller, Marcus W. Feldman, Kim Sterelny, Gerd B. Müller, Armin Moczek, Eva Jablonka, John Odling-Smee

(A copia e traducao deste paper tem a finalidade de estudar os detalhes, memorizar os novos temas da biologia evolucionária, e ao mesmo tempo, registrar as análises da Matrix/DNA Theory)

Abstract

Scientific activities take place within the structured sets of ideas and assumptions that define a field and its practices.

Atividades cientificas tomam lugar dentro de um estruturado conjunto de ideias e conjecturas que definem o campo e suas praticas.

( Matrix/DNA : Este o meu argumento quando me pedem fatos para provar as sugestões extraordinárias da minha teoria, como por exemplo, provar o meu modelo astronomico. A interpretação humana do mundo e’  baseada nos cinco sentidos sensoriais humanos e os instrumentos tecnologicos que ampliam o poder desta sentidos limitados. Como, por exemplo, somos praticamente cegos, pois so podemos ver uma pequena faixa dentre as sete faixas de luz emitidas pelas radiações eletromagnéticas, sendo que estas invisíveis faixas tornam invisíveis e intactas a maioria da realidade de qualquer fenômeno natural, como somos muito lentos para entender os eventos e elementos do mundo microscópico que acontecem em velocidades vertiginosas, como somos muito rápidos para entender os eventos e elementos do mundo macroscópico que acontecem em escalas de tempos astronômicos, e como com certeza nos falta ainda importantes sensores ( como as antenas organicas dos insetos) para captar outras dimensoes paralelas `as nossas, nosso espectro conhecível da natureza e’ demasiado limitado ainda. Pouco avançamos em relacao aos nossos ancestrais animais irracionais cujo espectro de conhecimento se limita ao espaço imediato circundante e ao tempo presente. Este imediatista conhecimento e’ o que tem impedido, por exemplo, `a curiosidade humana desejar saltar da superfície terrestre para englobar o Cosmos quando se estuda um fenômeno como a evolução. Para satisfazer esta lacuna e indolência inventa-se que a evolução na superfície da Terra foi inventada na Terra e nos últimos 4 bilhões de anos e nada tem a ver com a evolucao cosmologica que aconteceu nos 10 bilhoes de anos anteriores. Porque somos capazes de perceber apenas o que está no teto do edifício da evolução, acreditamos que o teto e’ tudo o que existe e se ignora totalmente o edificio que o suporta. O maior problema e’ que esta pequena faixa de sensores naturais e seus correspondentes instrumentos cientificos nos faz acreditar que conhecemos algo extenso do mundo e desenvolvemos mais e instrumentos e mais ideias projetando apenas esua pequena faixa, ficando a maior parte que esta fora desta faixa sem ser perturbada pelas nossas pesquisas. Entao, por enquanto, nao existem metodos, ideias, instrumentos, sensores, para comprovar os meus modelos teoricos de atomos, galaxias, celulas, cerebros, consciencias e evolucao. Existe – e isto e’ o mais importante – a logica e raciocinio sobre a longa cadeia de causas e efeitos que vem desde o Big Bang ate a ponta atual final desta avalancha de eventos, que e’ esta nova forma de sistema natural a que sdenominamos mente ou consciencia humana, a qual, ao mesmo tempo, e’ o topo da complexidade, e portanto da evolucao, aqui nesta diminuta regiao deste Universo e neste rizivel microscopico tempo cosmico. Como dise Einstein, ” O autor nao tem que provar sua teoria, apenas tem que mostrar que ela faz mais sentido que as outras existentes”.

The conceptual framework of evolutionary biology emerged with the Modern Synthesis in the early twentieth century and has since expanded into a highly successful research program to explore the processes of diversification and adaptation.

A estrutura conceitual da biologia evolucionária emergiu com a Moderna Síntese no início do século xx e tem desde então se expandido numa altamente e bem sucedida programação de pesquisa para explorar os processos da diversificação e adaptação.

Nonetheless, the ability of that framework satisfactorily to accommodate the rapid advances in developmental biology, genomics and ecology has been questioned.

Todavia, a habilidade desta estrutura para acomodar satisfatoriamente o rápido avanço em biologia desenvolvimentista, genomica e ecologia tem sido questionada.

We review some of these arguments, focusing on literatures (evo-devo, developmental plasticity, inclusive inheritance and niche construction) whose implications for evolution can be interpreted in two ways—one that preserves the internal structure of contemporary evolutionary theory and one that points towards an alternative conceptual framework.

Nos revemos alguns destes argumentos, focalizando na literatura (evo-devo, plasticidade desenvolvimentista, inclusive herança e construção de nicho) cujas implicações para a evolução podem ser interpretadas de duas maneiras – uma que preserva a estrutura interna da teoria contemporânea evolucionária e outra que aponta na direcao de uma concepção alternativa desta estrutura.

The latter, which we label the ‘extended evolutionary synthesis’ (EES), retains the fundaments of evolutionary theory, but differs in its emphasis on the role of constructive processes in development and evolution, and reciprocal portrayals of causation. In the EES, developmental processes, operating through developmental bias, inclusive inheritance and niche construction, share responsibility for the direction and rate of evolution, the origin of character variation and organism–environment complementarity.

A ultima, a qual denominamos de ” sintese evolucionaria extendida” (EES), mantém os fundamentos da teoria evolucionária, mas difere na sua ênfase a função do processo construtivo no desenvolvimento e evolução, e recíprocas figuras da causacao. Na EES, processos desenvolvimentistas, operando através de tendências de desenvolvimento, inclusive herança e construção dos nichos, compartilha responsabilidade para a direcao e razão da evolução, a origem da variação das características e dos organismos – complementaridade ambiental.

We spell out the structure, core assumptions and novel predictions of the EES, and show how it can be deployed to stimulate and advance research in those fields that study or use evolutionary biology.

Nos expomos a estrutura, conjecturas essenciais e predições novas da EES, e mostramos como pode ser aceita para estimular o avanço na pesquisa destes campos de estudos da biologia evolucionaria.

1. Introduction

To make progress, scientists must specify phenomena that require explanation, identify causes and decide on what methods, data and analyses are explanatorily sufficient.

Para progredir, os cientistas devem especificar os fenômenos que requerem explicação, identificar causas e decidir quais métodos, dados e análises serão suficientes como explicações.

( continuar traducao)

 

In doing so, they may inadvertently create a ‘conceptual framework’—a way of thinking for their field, with associated assumptions, concepts, rules and practice, that allows them to get on with their work [13]. Conceptual frameworks are necessary in science, but they, and their associated practices, inevitably encourage some lines of research more readily than others. Hence, it is vital that the conceptual frameworks themselves evolve in response to new data, theories and methodologies. This is not always straightforward, as habits of thought and practice are often deeply entrenched. In this regard, alternative conceptual frameworks can be valuable because they draw attention to constructive new ways of thinking, additional causal influences, alternative predictions or new lines of enquiry.

Lista dos Rebeldes `a Atual Biologia Evolucionaria para serem comunciados da Matrix/DNA

segunda-feira, dezembro 5th, 2016

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A Royal Society promoveu um evento ” The     que provocou uma série de artigos na Internet, citando nomes dos rebeldes non-religiosos a Modern Synthesis. Salvei o PDF com  a relacao dos palestrantes, o qual ainda pode ser visto googlando o nome do evento.

Vou acompanhar estes artigos registrando aqui e procurando no google os nomes destes rebeldes, tentando faze-los conhecer a minha teoria, pois sao mais acessíveis a ideia.

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New trends in evolutionary biology: biological, philosophical and social science perspectives

https://royalsociety.org/science-events-and-lectures/2016/11/evolutionary-biology/

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THE THIRD WAY

http://www.thethirdwayofevolution.com/

WEBSITE REUNINDO OS REBELDES

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Pharyngula:

You don’t get to revise evolutionary theory, until you understand evolutionary theory

http://scienceblogs.com/pharyngula/2016/12/04/you-dont-get-to-revise-evolutionary-theory-until-you-understand-evolutionary-theory/

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Kevin Laland’s new view of evolution

https://sandwalk.blogspot.com/2016/12/kevin-lalands-new-view-of-evolution.html?showComment=1480920234038#c9049514565749969572

e minha participacao nos comentarios deste artigo:

Another new view of evolution.

Maybe someday some notable person will wake up with a truly novel view, one that recognizes that random DNA replication errors cannot produce hyper-complex, integrated, highly specific and functioning biological systems.

But probably not.

Already there is a truly novel view, txpiper. The evolution we are watching as microscopyand biological beings is anything more than the routines steps of a universal process of reproduction reproduction of a natural system that triguered the Big Bang by a commom genetic process like the origin of your own body was triguered by a microspic big bang when exploded the membrane of a spermatozoon. This new view is called ” The Universal Matrix/DNA for All Natural Systems and Life’s Cycles”, or “The Matrix/DNA Theory”. So, this “evolution” has a direction and random mutations can occurs but will be selected only if fits in the reproductive process.

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Evolution evolves: Beyond the selfish gene

https://www.newscientist.com/article/mg23130920-600-evolution-evolves-beyond-the-selfish-gene/

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Is the “Modern Synthesis” effectively dead?

http://sandwalk.blogspot.ca/2013/12/is-modern-synthesis-effectively-dead.html

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Religious Forum: Participacao da Matrix/DNA Theory

quarta-feira, novembro 30th, 2016

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Comentario/resposta postado no Forum “Religious Forum”

http://www.religiousforums.com/threads/question-about-evolution.193071/

( notar que registrei uma conta através da minha conta do Google, pondo meu e-mail e o nome :Louis Morelli (nao foi feito passyword, username, etc).

Question About Evolution

Discussion in ‘Science and Technology‘ started by Animore, in 11/30/2016 at 7:14 PM.

I know this is a stupid question, but bear with me here. This is not skepticism of any kind, but a mere question.
If a cause of natural selection is mutation, how would that work, if mutation is a random process? I’m stuck here. If natural selection is adaptation, then how could genetic mutation be a part in it if it’s random? Thanks in advance.

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Louis Morelli New Member

Animore, I think I got your problem, because it is my problem also. Environment is not static, it is changing, and not by random, the changes obeys the laws of Physics. So, will be adapted the mutation that follow laws, that walks and dance in syntony with the environment’s movement. The academic official understanding of evolution is not the knowledge of the long chain of causes and effects that’s coming and advancing since the Big Bang ( and since before it because there was an ex-machine chain producing the Big Bang). We can’t know if is there evolution, or, for example, if we are watching a merely process of reproduction of the thing that was existing before the Big Bang. We are inside this chain, rolling with the chain, we have no view about where it came from and where it is going. As says the Godel’s incompleteness theorem: ” Nobody can knows the thru about a system standing inside it”. Then, we have an academic official “theory” believing in evolution.

I think that natural selection selects what is naturally designed. Natural design is the force producing all mutations. A random mutation should be produced by something coming outside the long chain (which is nature itself), so, a non-natural force. I think that due the existence of another theory, which I think is more rational than the Modern Synthesis from Darwinian theory. It is called ” The Universal Matrix of Natural Systems and Life’s Cycles”, or Matrix/DNA Theory, which is not known by the academic world.
Matrix/DNA built an astronomical model which is exactly equal an unity of information of the DNA – a base-pair of nucleotides. it is the theoretical model that should be the evolutionary ( or reproductive?) link between cosmological and biological evolution. So, if at 4 billion years ago occurred a mutation in the way that terrestrial atoms were doing their connections and producing water, rocks,air, and went to producing RNA, DNA… which already was existing 10 billion years ago at the astronomical system to which this planet belongs,…it was not atomic mutations by random, but, by natural design. If you are interested in seeing this theory, google it. Cheers,…

Eras Geológicas e Historia da Evolução Biologica

quinta-feira, novembro 3rd, 2016

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eras-geologicas-e-evolucao-biologica

The Geologic History of Earth. Note the timescales. We are currently in the Holocene, which has been warm and moist and a great time to grow human civilization. But the activity of civilization is now pushing the planet into a new epoch which scientists call the Anthropocene. Ray Troll/Troll Art

 

 

Origin of Life and Molecular Evolution

quinta-feira, outubro 27th, 2016

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Trata-se de um pacote de videos/aulas intitulado “Origin of Life and Molecular Evolution”. Sendo uma abordagem academica atualizada, ela difere da abordagem e interpretacoes da minha Matrix/DNA Theory. Vou aqui ver os principais videos (comecando pelo segundo, do Jack Szostak) e registrar os pontos em conflito, analizando-os.

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Primeiro video visto:

Jack Szostak: Reconstructing the First Cells

https://www.youtube.com/watch?v=jmMU0b20FSg&list=PLrkvqYtQI86BdmETUlItRNyW0GDocutuw&index=2

Jack esta aqui pregando uma teoria da origem da vida. Se essa teoria estiver errada, ou muito incompleta, ainda não sera esta geração de jovens e estudantes que irão eliminar as grandes doenças mortais, tradicionais, pois a geração de Jack que acreditou e obedeceu a esta teoria, não o fez. E isto e’ tao grave que algum querido seu, ou ate’ mesmo você, venha também a ser torturado ate a morte… por causa de uma teoria errada.

Primeiro estou copiando aqui meus comentários postado no debate no Youtube. A seguir, estou analisando os principais pontos focados no video.

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Meus comentários postado no Youtube:

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – Out(10)/25/2016

Instead abiogenesis, it should be called “astronomical embryogenesis with mutations and natural nanotechnology”. At Matrix/DNA Theory we got the model of the building block of astronomical systems, which is just the same building block of biological systems. Academic science did not get this rational and logical evolutionary pathway due the academic astronomical model is wrong, not complete. Our model is just the evolutionary link between cosmological and biological evolution, which is unknown to academic science, that’s why the origins of life seems to be by chance to atheists and by intelligent design to deists. Both would be supernatural and magical creators of life and there was no such thing, everything occurred naturally. How was the process for transformation of that astronomical system into biological system? A simple precursor of genetics performed by entropy attacking a closed astronomic system, fragmenting it into bits-informations which are spreaded into the space and time. Any place where these bits meets again, they reproduces the system that they belong, but, since the new environment is so different, and at planets’ surfaces there is a new state of matter – the liquid state – there are several mutations. The key here is that our astronomical model shows that biological processes already was occurring in astronomical systems in a mechanistic and electromagnetic shape.
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… and one more question to Jack, It is regarding DNA repair: How the cell knew, that the DNA is unstable and there will be DNA copy-errors after each DNA division? How the cell knew there will be a lot of errors? Where the DNA repair mechanism came from?
I am not Jack and I am sure his answer would be different. From Matrix/DNA Theory the answer is: The building blocks of DNA ( a lateral pair of nucleotides) are reproductions of a unique system ( the system is LUCA, as you can see its face at our website). Like among 8 billions humans there is no one exactly equal like other, these building blocks are different because the sum of them composes the system in a larger size (which is the complete DNA). It is like small fractals composing a big fractal. So, the copy of building block that had some error will be corrected by the circuity of the larger system.
The problem is that only Matrix/DNA got the real complete and working natural system Academic science does not know it. Then, the academic science does not know to think systems. They are confusing system with parts of systems and processes between parts. Like Dr. Jack here says that membrane is a system. It is not, it is a part of a system, the system is the cell. Every natural system has its own identity ( a kind of mind of the system) which is composed by the sum of information of all parts, plus the information that arises inside the system due interactions among parts. If it is an opened system, there are the information with the external world also. This identity performs the energetic/informational circuity of the system, which is its identity. Like te brain produces the mind. And this happens with all natural systems, from atoms, to galaxies, to cells.
We can think with an example: We have a social system called USA. The social system is composed by individuals, which are systems themselves. If are born criminals that prejudices the social system, the criminal is expelled or corrected in the jail. Where humans’ social systems learned doing this? Humans social systems are big fractals coming from smaller fractals which already was doing it, like the DNA.
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HA! Atheists are the  delusional desperate ones, abiogenesis has failed for decades now! If lifeless molecules could self assemble all on there own,  abiogenesis would be a fact! There would be no debate on weather it could happen
Louis Charles Morelli – Out(10)/27/2016
But,… where did you get the proof that there was abiogenesis and that lifeless molecules could assemble on there own?! And can you proof any other hypothesis for life’s origins? My theory (The Matrix/DNA Theory) is that was no life’s origins. If there was “origins” of something that never had before in this Universe, it would be by magics. This is what creationists and atheists believe. That a supernatural ghost god or an absolute chance process made the origins by magics. In Matrix/DNA world view, the world here and now is totally explained only by this Nature that we know. But it change the interpretations of natural facts and events. If you says that an animal is a living system, you must say that a galactic system is alive also, because all properties of the animals’ body are existing in galaxies also. You are using the word “life” in a wrong way.
+Louis Charles Morelli I’ll just put you right on one small point, “atheist’s” do not, “believe life arose by chance or by magic”.  That is nonsense.  Atheist’s simply have no believe in a god or gods.  I am an atheist, I don’t know how life arose on Earth but is was possibly not by chance and definitely not by magic. If however, life arrived here on an asteroid for example, you might consider that to be “chance?
Good Jim, then, please, help us to keep rationality driving this investigation about life’s origins. There are lots of atheists advocating absolute chance and it is a mystical belief. Others are seriously advocating that life came from non-life, and there is no scientific proved fact. We must have no prior judgement. For example, Dr. Szostack is suspect for doing this investigation. He begins believing and applying the Darwinian version or theory of evolution. My theory is suggesting that this theory is far away from being complete. Darwin pointed out only 3 variables, we are finding at least seven variables for a complete theory of evolution. If Darwinian theory was applied at the process of life’s origins, it must came from cosmological evolution, because the state of the world at that time was modeled by cosmological evolution. And Darwin did not work cosmological evolution. So, Dr. Szostack is doing the great work of reproducing technologically a modern living cell, but this has nothing to do with creating life from non-living matter. Life distributed to other planets by asteroids is possible and in relation to the host planet it can be an event by chance or not. But this life came from somewhere and not had origins by chance, if my theory is a little bit more correct. Biological systems (aka, “life”) are merely evolution of prior existing non-biological systems, like the theoretical model we have.
To 5tonyvvvv – They did it from scractch.   2010 it was done   Daniel G. Gibson, et al. 2010. Creation of a Bacterial Cell Controlled by a Chemically Synthesized Genome. Science 329:52–56 right there: synthesized genome! from scratch. You are either too fucking dumb to understand the word genome, or too fucking stupid and delirious to even try to grasp the facts
Nope, Tico. They did not created a bacterial cell from scratch. They build a synthetic genome and inserted it into the cytoplasm of a living cell, which made the following steps. creating life from scratch would be necessary creating the primitive state of the planet and beginning with the RNA-world, not the DNA-world. 5tonyvvvv must be wrong believing in intelligent design, but, nobody knows how it happens naturally. Only Matrix/DNA Theory has the best – the most rational – hypothesis
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Analise dos Principais Pontos do Video:
Momento do video 00:42
Jack diz que o melhor metodo para entender as origens da vida e’ extendendo a abordagem da sintetica quimica organica e justamente construindo estruturas que se comportem como celulas simples ou que ao menos com nossa limitada imaginacao pensamos como as celulas simples se pareciam. A isto se chama de experimental abordagem.
Matrix/DNA: Esta abordagem pode conduzir a erros, tal como já o provou Luis Pasteur na famosa discussão da cerveja com o químico positivista Linnus Pauling (?). Por exemplo, a seguir jack mostra a figura de um conjunto de átomos chamados de ácidos e imediatamente pula para a mostragem de uma membrana – que em laboratorio, se viu transformar  o acido. Para nos da Matrix/DNA a membrana biológica e’ mera evolução da região do horizonte de eventos nuclear da galaxia, pois ambos ocupam a posição 2 da formula da Matrix/DNA. Se assim for, naquele grupo de átomos formando ácidos existia fotons-bits decaídos do sistema astronomico, e eles dirigiram os átomos terrestres a formarem aquele grupo com aquela combinação de átomos. Então, para testar a proposta de Jack nos exigiríamos que fosse recolhidas varias amostras destes ácidos das mais diferentes regiões ou ambientes, para ver se todas produzem o mesmo efeito. E possível que uma amostra vindo de um ambiente não alcançado pela luz solar, pelo material nuclear terrestre, ou por partículas da radiação cósmica, não produza o efeito. Porque não teria os bits-informação. Em outras palavras estamos repetindo a experiencia de Pasteur, ou seja, produzindo um vácuo no tubo do ensaio onde esta o acido e fechando o tubo de maneira que nada externo entre nele. Pasteur provou que quando se impedia o ar de entrar na garrafa, o composto não formava vida, e portanto, o que aparecia como vida eram micróbios já vivos trazidos pelo ar.
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Momento 1:54
Uma evidente contradicao estaria revelando uma subjetiva ideologia envolvida na teoria da abiogenesis?
Os varios e diferentes ambientes, as extremas opostas condicoes ambientais, onde se encontrou vida indica apenas a capacidade da vida se adaptar, nao diz nada sobre a origem da vida, diz Jack. Mas logo a seguir ele diz: “… no inico da vida a transicao entre quimica da Terra primitiva para a mais simples e primeira biologia.”
Ora, a meu ver, existe uma contradicao patente aqui. Se os varios ambientes e circunstancias nada dizem da origem da vida, como ele deduziu que o inicio da vida foi pelo processo da transformacao da quimica inorganica da Terra em principios biologicos da vida?! A premissa – condições diferentes – nada diz sobre como foi a origem da vida, portanto essa premissa nao serve para nenhuma conclusao. de onde ele tirou a afirmacao de que ele sabe como foi a origem da vida entao?
Para se concluir que da quimica inorganica vieram os principios vitais, e’ preciso mostrar onde e como na quimica inorganica daquele tempo estavam os precursores – as forcas e os elementos naturais – que evoluiram ou se transformaram naqueles principios vitais. E pelo que sei ate hoje nao o fizeram. Apenas a Matrix/DNA Theory sugere onde estavam e como eram todos os precursores.
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Momento 2:20
Jack completa sua afirmação acima dizendo que para ele – formado com um background em biologia – a chave do segredo para a transformação da quimica orgânica nos principios biológicos foi a Teoria Darwiniana da Evolução.
Ok, A Matrix/DNA concorda que a chave do segredo foi o processo da evolução natural, apesar de que não concorda que a evolução natural seja explicada pela teoria Darwiniana. mas deixando este conflito de lado, retorna o problema fundamental citado acima. Para provar que a evolução atuou nas forças e elementos da quimica organica, e dessa atuação resultaram os processos biologicos, e’ preciso pegar cada força e elemento, traze-lo para a mesa do laboratorio, aplicar o mecanismo da evolução darwiniana e obter processos biológicos. E eu exigiria que isso fosse feito em ambiente esterilizado sem contacto com o ar natural, como exigiu Pasteur. Nem Jack nem ninguem nunca apresentou uma prova desta maneira. E a Matrix/DNA sugere que o que fez a quimica inorgânica produzir resultados biológicos foi um elemento vindo de fora da quimica inorganica que se infiltrou nos elétrons dos átomos terrestres envolvidos naquela química. Porem, tambem ainda não provei isso. Mas sera muito mais fácil para mim provar que o modelo astronomico da minha teoria existe e assim ficaria evidente a existência daquele elemento externo, do que Jack colher, isolar, cada elemento da Terra a 4 bilhões de anos atras, e provar que teriam se transformados em principios biológicos. Apenas o tempo – que trara’ novas descobertas – poderá resolver este conflito, e eu, particularmente, sinto que o tempo estará a meu favor. Porem eu sou suspeito em dar opinião aqui, e sei disso. Parece que Jack não percebe que tambem e’ suspeito. Porque eu fui para a selva sem ter sido doutrinado por crença ou ideologia nenhuma e apenas colhi o que a selva tem de real para montar uma teoria, e Jack foi educado por profissionais de biologia que já tinham uma teoria não so’ preferida, mas sim eleita como incontestável.  Como prova que assim acreditam, lembro o enorme salto no escuro que Jack deu momentos atras ao pular das diferentes condições da vida para a afirmação que a vida veio da quimica orgânica   Uma ideologia.
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Momento 2;55
A seguir Jack aforma que a real questão e’ como conseguir sistemas químicos que apresentem evolução darwiniana ou se comportando biologicamente. Ok, mas não vale aqui apresentar sistemas químicos orgânicos já com vida ou processos biológicos iniciados. E’ preciso apresentar sistemas químicos inorgânicos. E que existiam na Terra naquela época. Mas claro, ele não vai apresentar isso e vai novamente dar outro salto no escuro.
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Momento 4:41
Jack diz que a questão principal e’ saber se essa transição da química para a biologia e’ um processo fácil – apenas uma serie de simples passos que nos ainda não entendemos por inteiro, ou se existe algum ” bottleneck” ( algum gargalo, pescoço de garrafa, bico de funil ), alguma coisa que faz a transição incrivelmente difícil e portanto rara, e o que ele pensa que devemos fazer e’ simplesmente ir no laboratorio e fazer simples experimentos tentando trabalhar varias possibilidades e ver se assim nos conseguimos conclusões sobre como a vida começou.
Matrix/DNA: Novamente ele esta’ sendo contraditório pois ele ja obteve sua conclusão de como a vida começou: transição com transformação da quimica inorgânica para processos biológicos pela teoria darwiniana da evolução.
Ora, existem muitas outras possibilidades para explicar como a vida começou. Não se discute que substancias da quimica organica tenham sido ingredientes da vida. O que se discute e’ se todos os ingredientes da vida primordial estavam naquela quimica inorganica da Terra e se foram meramente passos ao acaso que dirigiram esta transformação. Pode ter ocorrido por exemplo, a presença de alguma civilização inteligente fazendo experiencias cientificas, ou ela mesmo espalhando esta vida. Nessa hipotese perfeitamente possivel, o ingrediente que nao estaria na quimica inorganica da Terra seria a força aplicada pela inteligencia alienígena. Pois ao menos a nossa teoria, sugere outra possibilidade. A de que os ingredientes da quimica inorganica foram antes modelados para se tornarem sistemas não inorganicos por um elemento vindo de fora da quimica inorganica da Terra. Então esse elemento estava tambem na quimica inorganica, mas apenas desde que começou a transição e não antes.
E esse elemento passou para os primeiros sistemas organicos. Alem disso, o processo aplicado para dirigir essa transição não foram passos ao acaso, mas sim um principio inorganico rudimentar da genética – tal como e’ explicado na Matrix/DNA Theory. Não existe um gargalo apenas, mas sim um tunelamento, um principio universal produzindo e dirigindo a vida onde as condições ambientais sejam boas searas.
Parecem diferenças pequenas mas o fato e’ que estas diferenças mudam totalmente o conceito, o significado e o sentido da existência deste mundo e da vida. Sao duas diferentes visões de mundo, cada uma construiria um sistema social e uma civilização humana bem diferente da outra. Portanto, e’ uma diferença fundamental, uma questão de vida ou morte para a Humanidade, pois uma visão de mundo pode levar ao sucesso da humanidade e outra pode levar a sua extinção. E eu particularmente conclui que a visão de mundo da academia atual levara a humanidade a sua extinção, enquanto a minha levaria ao sucesso. Mas como sempre, sou suspeito em dar essa opinião.
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Porque a Matrix/DNA E’ A Terceira Alternativa Entre Religiao e Ateismo

quarta-feira, outubro 19th, 2016

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https://www.youtube.com/watch?v=gHbYJfwFgOU#t=18

 

Gary Bell Gary Bell ( evolutionist, atheist) – 10/19/2016

The numbskullery of creationists and their tiny deluded thoughts.  Everyone understands that life came from inanimate and inorganic matter or as cretins put it “rocks”, they believe that “rocks” came to life through magical incantations from one of thousands of invisible wizards while biochemists, palaeontologists and physicists have produced reams of evidence that the process could happen quite naturally via the dissipation of heat more than 3.5 billion years ago.
Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli1 second ago

One understand that life didn’t came from magical ghosts if he/she is based only in our experience with the external world. But, I don’t understand that life came from inanimate and organic matter  either.
The first living being was a system, and containing the genetic phenomena. Then, life came from a system and through genetic process. Inanimate and inorganic matter is not a system, it is mass.
The search for the mysterious system that must have been at the primordial soup was the starting point of Matrix/DNA Theory. Which system was there, besides atoms systems? Apparently, no one else. Which systems were existing at that time? Atoms, stellar and galactic systems. Which of them could evolutionary jump to the shape of a biological organic system? Apparently, no one.
But, there is a method that could produce a result: comparative anatomy among all those systems. Then we find it, the mysterious system. Atoms took a shower of complexity when evolved into astronomical systems, at the point that terrestrial atoms could reproduce that complexity inside that soup. Atoms with astronomical complexity are the evolutionary link between cosmological and biological evolution. So, there was no life created by gods, but there was no origins of life by chance, either. Everything was natural. But,… still, Matrix/DNA is a theory under tests.