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Modus tollens e Falseabilidade: Logica Cientifica Academica e a Logica Policiando a Minha Razao

domingo, agosto 23rd, 2015

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O quye vemos e conhecemos de fato aqui e agora, na media dimensao dos humanos, e’ a unica base confiavel para teorizar sobre os intocaveis pelo complexo sensorial humano, das dimensoes do macrocosmo, do microcosmo, e das invisiveis faixas das radiacoes eletromagneticas.  Esta logica se baseia na crenca de que a Historia Universal tem sido uma unica cadeia de causas e efeitos, nada supernatural ou anti-natural inflienciou o fluir dessa cadeia. Que e’ a base fundamental da logica que desenvolveu a Teoria da Matrix/DNA.

Neste capitulo eu me  golpeio, me torturo a mim mesmo, procurando se esta logica, a logica que pratico, e’ racional, pois meu objetivo nao e` uma vitoria para afirmar-me e impor-me, e sim, me ajoelhar perante a Verdade.

O modus tollens aponta uma primeira observaco como falsa, ou que  a primeira observacao de um fenomeno nao e valida para inferir sobre os universias porque no meio do caminho da distancia entre o aqui e agora e o universal, os fenomenos se transformam.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Modus_tollens

Modus tollens (Latim: modo que nega) ou negação do consequente, é o nome formal para a prova indireta.

É um argumento comum, simples:

Se P, então Q.
Q é falso.
Logo, P é falso.
Exemplos:
Se existe fogo aqui, então aqui também há oxigênio.
Não há oxigênio aqui.
Então aqui não há fogo.
Se eu piso em uma casca de banana, eu caio.
Eu não caí.
Então não pisei em uma casca de banana

Falseabilidade

https://pt.wikipedia.org/wiki/Falseabilidade

 

Falseabilidade ou refutabilidade é a propriedade de uma asserção, ideia, hipótese ou teoria poder ser mostrada falsa. Conceito importante na filosofia da ciência (epistemologia), foi proposto por Karl Popper nos anos 1930, como solução para o chamado problema da indução.

Para uma asserção ser refutável ou falseável, é necessário que haja pelo menos um experimento ou observação factíveis que, fornecendo determinado resultado, implique a falsidade da asserção. Por exemplo, a asserção “todos os corvos são pretos” poderia ser falseada pela observação de um corvo vermelho.

Popper defendeu que a ciência não poderia ser baseada em tal inferência. Ele propôs a falseabilidade como a solução do problema da indução. Popper viu que apesar de um enunciado existencial singular como “este cisne é branco” não poder ser usado para afirmar um enunciado universal, ele pode ser usado para mostrar que um determinado enunciado universal é falso: a observação existencial singular de um cisne negro serve para mostrar que o enunciado universal “todos os cisnes são brancos” é falso. Em lógica chamamos a isto de modus tollens.

Popper rejeitava o princípio indutivista dos positivistas do Círculo de Viena, por ela não proporcionar conveniente sinal diferençador do caráter empírico, não-metafísico, de um sistema teórético(sic); em outras palavras, consiste em ela não proporcionar adequado “critério de demarcação”, que para Popper, era o mais importante dos dois.

Denomino problema de demarcação o problema de estabelecer um critério que nos habilite em distinguir entre as ciências empíricas, de uma parte, e a Matemática e a Lógica, bem como os sistemas metafísicos, de outra. Esse problema foi abordado por Hume, que tentou resolvê-lo. Com Kant, tornou-se o problema central da teoria do conhecimento. Se, acompanhando Kant, chamarmos o problema da indução “problema de Hume”, poderíamos chamar ao “problema de Kant” o problema da demarcação

Explanation

https://en.wikipedia.org/wiki/Modus_tollens

The argument has two premises. The first premise is a conditional or “if-then” statement, for example that if P then Q. The second premise is that it is not the case that Q . From these two premises, it can be logically concluded that it is not the case that P.

Consider an example:

If the watch-dog detects an intruder, the watch-dog will bark.
The watch-dog did not bark.
Therefore, no intruder was detected by the watch-dog.
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Modus ponens ( e’ uma espécie de Occan Razor)

Na lógica proposicional, modus ponendo ponens (em latim significa “a maneira que afirma afirmando”, muitas vezes abreviado para MP ou modus ponens[1] [2] [3] [4] ) ou a eliminação da implicação é uma válida e simples forma de argumento e regra de inferência. Ele pode ser resumido como “P implica em Q, P é afirmado verdade, portanto, Q deve ser verdade.”

Como modus ponens é um dos conceitos mais utilizados na lógica não deve ser confundido com uma lei da lógica, mas sim como um dos mecanismos aceitos para a construção de provas dedutivas, que inclui a “regra de definição” e a “regra de substituição”[6] modus ponens permite eliminar uma instrução condicional de uma prova lógica ou argumento e, assim, não levar esses antecedentes para frente em uma seqüência sempre crescente de símbolos; por essa razão modus ponens é às vezes chamado a regra do desapego.[7] Enderton, por exemplo, observa que “modus ponens pode produzir fórmulas mais curtas de mais longas”,[8] e Russell observa que “o processo de inferência não pode ser reduzido a símbolos. Seu único registro é a ocorrência de ⊦ q [consequente] … uma inferência é o lançamento de uma premissa verdadeira, que é a dissolução de uma implicação “.

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Mathematical logic

Mathematical logic is a subfield of mathematics exploring the applications of formal logic to mathematics. It bears close connections to metamathematics, the foundations of mathematics, and theoretical computer science.[1] The unifying themes in mathematical logic include the study of the expressive power of formal systems and the deductive power of formal proof systems.

Mathematical logic is often divided into the fields of set theory, model theory, recursion theory, and proof theory. These areas share basic results on logic, particularly first-order logic, and definability. In computer science (particularly in the ACM Classification) mathematical logic encompasses additional topics not detailed in this article; see Logic in computer science for those.

History[edit]

Mathematical logic emerged in the mid-19th century as a subfield of mathematics independent of the traditional study of logic (Ferreirós 2001, p. 443). Before this emergence, logic was studied with rhetoric, through the syllogism, and with philosophy. The first half of the 20th century saw an explosion of fundamental results, accompanied by vigorous debate over the foundations of mathematics

Raciocínio indutivo

Na lógica, um raciocínio indutivo é um tipo de raciocínio ou argumento que partindo de premissas particulares obtém uma conclusão universal. Alternativamente, pode ser definido como um argumento no qual a conclusão tem uma abrangência maior que as premissas.

Dedução e indução

A lógica diferencia duas classes fundamentais de argumentos: os dedutivos e os indutivos. Os argumentos dedutivos são aqueles em que as premissas fornecem um fundamento definitivo da conclusão, enquanto nos indutivos as premissas proporcionam somente alguma fundamentação da conclusão, mas não uma fundamentação conclusiva[1] , identificando dessa maneira os conceitos de dedução e raciocínio válido. Uma outra maneira de expressar essa diferença é dizer que numa dedução é impossível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa, mas no raciocínio indutivo no sentido forte isso é possível, mas pouco provável[2] . Num raciocínio dedutivo a informação da conclusão já está contida nas premissas, de modo que se toda a informação das premissas é verdadeira, a informação da conclusão também deverá ser verdadeira. No raciocínio indutivo a conclusão contém alguma informação que não está contida nas premissas, ficando em aberto a possibilidade de que essa informação a mais cause a falsidade da conclusão apesar das premissas verdadeiras.