Posts Tagged ‘Filosofia’

Grande critica ao pensamento filosofico materialista ( vulgo cientista)

quinta-feira, novembro 9th, 2017

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(Obtido num debate no YouTube, video “Origens da Vida…”

Annoyingly fallacious mentality. Obviously you don’t know any scientists. If you did, you’d know these statements that you made about ridicule are stupid. You see pop culture scientists do it, scrubs like Tyson so, you think all scientists are cocky, rock-star wannabes. Also. this isn’t a science journal. However, lets use your obvious attempt to pigeon hole normal people who want to discuss these barely intelligible theories.

Copernicus, Galileo, Newton and Einstein can all be discounted because of a total lack of “impact factor.” They were reviewed by their peers.

And it was strong across the board that their contemporaries thought some of their ideas were absurd. So, there’s that to deal with. Any impact factor generated by circulating their works posthumously doesn’t count, those aren’t peers.

As usual a BS double standard in order to co-opt a discussion and kill it. Which, is exactly what you did.

Here’s how the two main paradigms work:

S v R

Religion makes you a sinner if you DO believe. What else would we need Baby Jesus for?

Science makes you ignorant, stupid or insane if you DON’T believe. (Yes. I’m quoting the R-tard Dawkins).

Not hard to see why so many choose science.

Go along to get along. In fact, Christians by the hordes accept evolution. I am not Religious. Don’t believe in any form of God(s), I have ever heard of. Just to be clear. If science was as absolute, as you claim it is, we wouldn’t even be having this discussion. It would be an actual fact, not one by default. (This video is proof of how much evidence you don’t need to have. It was disingenuous on many accounts.) Fact by default? Gravity, Heliocentric model and Evolution (to name a few) are only taken as fact because they feel it’s tested enough and won’t be proven false. That’s it. That’s the only reason scientific theories are “fact.” But that’s what happens when you stray from actual science to Empiricism and Inductive reasoning. Empiricism – Sensory Data. Inductive Reasoning – Probability (in many theories massively low probability) Interesting FACT. Look up Empiricism. It’s also a theory. either way, right off the bat, this is a formula for horrible and erroneous so-called science. Remember Aquatic Ape Theory, Piltdown man, Haeckel’s embryology? Walking whale fossils (rodhocetus), that was a fun one. Many people don’t even know that these were fake or erroneous to this day. You’re using this peer review crap to trap people and quoting crap verbatim that you clearly don’t understand yourself. Obviously, most, if not all pop culture scientists will agree with each other If not, you can just be dismissive, right? Like Krauss, when real scientists blasted his BS about Quantum Religion. Dawkins and Krauss write and argue like philosophers because they are. Doesn’t matter how much they paid for their education and what it is in. Recognize this, there are two types of science. Science you actually use (at your job for example), and science you can only talk about, because it doesn’t exist anywhere in real life.

Filosofia, contemporanea: The Philosophers Magazine

domingo, outubro 8th, 2017

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http://www.philosophersmag.com/

Esperar resultado ( do governo) em 10/out. Se positive, completar subscricao (U$ 6,00 ) e ler primeiro o artigo sobre a a Natureza da Vida…

Meditacao Transcendental da Matrix (1)

quinta-feira, setembro 7th, 2017

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A Cosmovisão da Matrix foi feita de meditações inquiridoras que suscitam pesquisas na matéria e noque  existe de conhecimento empírico e cientifico para calcular, coordenar e checar as soluções que surgem nestas inquirições. Mas muitas das inquirições se perdem, se continuidade. Para evitar essa perda, vou tentar abrir mais este tópico em que cada inquirição sera registrada pela escrita como um capitulo. Portanto a inquirição de hoje vai aqui como capitulo 1.

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Elementos levantados na inquirição:

  • Quando um corpo humano vai passear no parque, é o cérebro que segura uma cordinha prateada ( cordão umbilical) puxando na ponta da cordinha uma criança-consciência, ou é uma criança-consciência segurando uma corda e puxando na outra ponta da corda um cérebro velho? Quem dirige o passeio no parque? E’ o cachorro puxando o dono ou o dono dirigindo o cachorro? Mas, raios, o que isso tem a ver…?!
  • Eu nao consigo olhar para dentro do meu corpo e ver meus orgaos funcionando. So sei que tenho figado, estomago, coracao, porque vejo isto em imagens tiradas de outros corpos iguais ao meu. O meu cerebro nao consegue olhar para dentro de si e ver seus orgaos. So sabe que tem hipocampo, pineal, e que é dividido em duas partes porque vê imagens de outros cerebros iguais. Muito pior ainda é que eu nao tenho visao capaz de ver as coisas microscopicas do meu corpo, nem mesmo uma celula, quanto mais os meus atomos, as minhas particulas dentro dos meus atomos… O cerebro tambem nao pode ver seus neuronios, suas particulas, nem suas sinapses. Mas o maior problema nosso é que temos de dar um jeito de ver os fotons dentro dos eletrons dentro dos atomos dentro das celulas e do sangue, pois os fotons carregam o segredo revelador da nossa existencia. Eles sao os genes que vem da nossa criadora – The Mother Milk Way – e como entender a nos, a nossa existencia neste mundo, sem entender a materia de que fomos feitos? Nos nao conseguimos ver atomos e particulas mas tecnologicamente criamos extensoes da nossa visao que nos permitem ve-las. Precisamos agora desenvolver esta tecnologia para chegar ao ponto de ver dentro das particulas, os fotons. E ver as sinapses que eles produzem, a network de interacoes que eles criam e na qual se ligam, uma rede invisivel entre eletrons de todos os atomos, cuja rede deve estar formando ou tentando formar uma replica funcional da formula da Matrix.
  • A humanidade é uma entidade de um sistema social entre humanos, assim como a nossa consciencia é uma entidade de um sistema denominado “cerebro”, o qual nasce de outro sistema denominado “organismo”. A nossa consciencia é uma entidade que esta firmada em cima de um sistema ja bem evoluido, quase replicando a formula da Matrix. Porem, a humanidade é uma entidade ainda muito difusa, inconsciente, porque o sistema social ainda esta nos seus principios de formacao a qual tambem sera’ uma replica da Matrix. As peças do sistema social ainda sao muito imperfeitas. Assim com o a mente nos seus primordios tinha as peças de seu sistema nervoso muito imperfeitas, e devia fazer esforco tremendo para exercitar otimizando as peças, nas suas necessidades de buscar alimento ou escapar de predadores ou mesmo, agarrar as presas, mas ela conseguiu desenvolver algo ao ponto do cerebro que tem hoje. Assim o inconsciente coletivo que é a entidade da humanidade como o conjunto dos individuos humanos, deve estar tentando desenvolver suas peças. Mas que peças sao estas? Ora, sao grupos de humanos especializados numa funcao especifica social. Mas isto é mal, humanos nao podem serem peças de uma maquina funcionando perfeitamente. Mas tambem sabemos que humanos nao podem existirem apenas na boa vida, somos filhos das necessidades e os produtos que satisfazem estas necessidades nao caem do céu, entao humanos tem que dedicar algum tempo por dia para o trabalho maquinal. Entao por ora a conclusao é que temos de planejar e lutar pelo sistema social ideal o qual terá que ter humanos sacrificando algumas horas por dia para se manterem vivos… o segredo estará em conseguir que todos façam isso. E para isso é preciso exorcizar da psique humana os tres instintos herdados dos animais: os instintos para grande predador ( classe aristocratica), para medio predador (classe media) e para presa (classe proletaria). Os tres comportamentos estao errados, temos que ser contra os tres. Em seguida precisamos investir a mente na tecnologia que vá substituindo-nos deste trabalho maquinal, porem, se nao investirmos na motivacao da mente para continuar desejando sua evolucao, estará tudo perdido, vamos para o mesmo destino dos dinossauros. Entao, quais sao as peças sociais para montar a sociedade como replica da formula da Matrix? Como lapidar e aperfeicoar as peças imperfeitas, defeituosas, como estao hoje?
  • Imaginemos a seguinte situacao: Havia um homem e uma mulher, ambos na casa dos 25 anos. E chegaram a um acordo: vamos fazer um novo ser humano. Entao a mulher falou: ” Vou fazer o bolo dentro da bexiga plastica recheado com o liquido-nectar”. O homem disse: ” Vou fazer o veiculo-rabinho para transportar a minha parte para dentro do bolo”. Em seguida a mulher e o homem fizeram cada qual uma copia nanotecnologica de si mesmos e a mulher colocou isso – seu genoma – dentro de uma bolinha, e colocou a bolinha dentro do liquido-recheio do bolo. Enquanto isso o homem colocou sua copia dentro do veiculo, e o arremessou na direcao da bolinha. Entao no centro da bolinha apareceram as duas metades da formula da Matrix. Logo que se viram correram a se abraçarem, comecaram a dançar, e nunca mais se largaram. Comiam e bebiam usando canudinhos que atravessavam o liquido e capturavam nutrientes na massa do bolo, agora chamada de placenta. Assim foram crescendo e se dividindo, em copias iguais mas com um minimo de diferenca entre elas, as quais foram se organizando segundo o molde da formula, ate que um novo humano estava pronto para sair da bexiga plastica e aflorar para o mundo externo perante as vistas do homem e da mulher.

Bem, o que quero dizer com essa imaginacao é que assim como foi o processo de fazer um novo humano, foi o processo de fazer uma bola chamada universo e dentro dela, a vida. O que temos a fazer agora é colher todas as informacoes que temos da vida, do universo, as teorias de suas de suas origens, para calcular corretamente como foi esse principio e tentar fazer o retrato falado, imaginado a partir destas informacoes, sobre o que existia antes do universo que fez o papel do homem e da mulher. Foi assim que surgiu a cosmovisao da Matrix/DNA, uma maneira de ver o mundo e o significado da nossa existencia nunca imaginada antes. Claro, ela ainda esta’ em processo de acabamento e preparada para ir sofrendo as mutacoes corretivas. Por exemplo, até agora tenho apostado que o veiculo feito pelo homem é ondas de luz, o liquido que recheia o bolo é a dark matter ( ou o éter, etc., voce escolhe o nome que preferir para a substancia do espaco), a placenta é o universo ou a bolha cosmica que esta no lugar da bexiga plastica feita pela mulher… e atomos e galaxias foram as formas anteriores do corpo crescendo no meio do liquido. As copias nanotecnologicas do homem e da mulher sao a formula da Matrix/DNA. Os genes que vieram de fora do universo sao fotons, particulas dentro das ondas de luz. O encontro entre as duas copias no meio do ovulo foi o Big Bang. E assim por diante. O grande misterio continua: quem fez o papel do homem e da mulher antes do Big Bang?!!!

Mas, falando serio, esta é uma busca, pesquisa, colossal, temos muito que descobrir, aprender, principalmente desenvolver a tecnologia que nos torne capaz de ver os fotons. Cada foton é uma informacao da formula da Matrix, e para ser assim, cada foton deve ter uma genotipia e fenotipia especifica, uma forma externa adequada para implantar sua informacao seja em qual ambiente estiver. Os fotons geram tentaculos, longos bracos, os quais usam para se inter-conectarem, e como sao objetos de luz, estes longos bracos se assemelham as sinapses entre os neuronios, eles formam redes de network sempre no trabalho de construir uma replica da formula da Matrix adequada para fazer um estagio da evolucao do corpo aqui sendo desenvolvido. Temos que ver seus comportamentos, suas netwroks, aprender a manipula-las para ajuda-las a conseguirem seu intento. Afinal, já to cansado, com o saco cheio de ficar dentro desta placenta de neuronios que forma este cerebro dentro deste ovo escuro cuja casca é de osso bruto. Ja estou com calos em algumas partes da bunda, quero sair para fora, abrir meus olhos de consciencia e ver a luz do mundo por mim mesmo. Para entao descobrir que sou mera  celula de um corpo consciente em formacao maior, do tamanho deste universo, sendo as outras celulas seres de bilhoes de outros planetas que eu nunca imaginei existirem. Ai vai comecar nossa luta para sair fora de outro ovo, agora o Universo. Para botar nossa cabeca para fora e ver quem esta sorrindo e de braços abertos esperando o nosso nascimento e ai vamos exclamar: ” Ah… foi voce(s) que aprontaram aquela do Big Bang, hein?…” Por isso busco e pesquiso e fico danado por não poder desenvolver esta tecnologia,.. cientifica.

Filosofos: Como Interessar o Publico no Seu Tema?

sábado, agosto 5th, 2017

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Why Philosophers Fail to Influence Public Debate—and How They Can Do Better

http://quillette.com/2017/08/02/philosophers-fail-influence-public-debate-can-better/

We all know that philosophers are expert thinkers but most philosophers, and especially moral philosophers, want to change the world as well. As Plato noted, once one has ascended to the pinnacle of wisdom, or at least successfully defended a PhD thesis, it is hard to resist the temptation to come back down again and help to spread the light to others.

However, for most of us, the idea of actually succeeding at this is little more than a dream. Attempts to get heard often end up backfiring or simply proving a waste of time and energy. Even philosophers whose work is in areas of real public interest, such as applied ethics, can struggle to get a hearing above the noise of pundits, preachers and politicians whose views, though ill-considered and even inconsistent, are far easier on the ear and offer people a sense of certainty in a baffling world.

At a recent workshop on Personal Identity and Public Policy held at Oxford, we considered what to do about this problem. Our shared interest was in what makes people – well, people. In particular, what makes me the same person when I am young as when I am old. The answer to this question is vital to many issues, from health care to criminal justice, emerging technologies to the diagnosis of death. However, these are often issues on which people, including doctors, lawyers and scientists, have already made up their minds. So why should anyone care what philosophers think about them?

Whose problems are these anyway?

Here’s an example. Should people be punished for crimes they committed in the distant past? It seems pretty obvious that we should only punish a person for a crime if we are reasonably convinced that they are the same person who committed that crime. However, on many views of personal identity, once enough time has passed between the commission of the offence and the punishment, then, even if the criminal is still alive, they will no longer be the same person that they were and so could not deserve punishment.

One critical issue for philosophers is that having considered a problem like this for many years, we tend to think about it in fundamentally different ways to people coming to it for the first time. For us, there is nothing wrong with asking questions such as ‘is there really a moral distinction between punishing somebody many years after they have committed a crime, and punishing someone who never committed any crimes to begin with’. However, for many people such questions appear heretical at best and incomprehensible at worst.

Therefore, before we can hope to engage in genuine public debate, and still be taken seriously, we need to find ways of addressing problems that people actually have. To articulate views in a way that can have an impact it is necessary that they are located within an area of debate for which their relevance is clear and easy to understand. Furthermore, while philosophers like to deal with arguments and arguments alone, most non-philosophers deal mainly in conclusions. A view, no matter how well expressed and cogent it may be, whose implications are unclear or unacceptable to a mass audience may well be worth pursuing academically, but will not be of wider interest – at least not without a lot of hard work.

So, while, for philosophers, there is a simple matter of principle here, there is no chance of making any progress unless we recognise that the conclusion that rapists and murders should avoid being convicted of their crimes is probably a step too far. Best then to restrict oneself, at least in the early stages, to cases in which our conclusions appear less outrageous – for instance to crimes that depended more upon the identity of the criminal to begin with, such as fraud or conspiracy.

Making friends – in high places

The next problem philosophers face is that, much as we hate to admit it, we don’t have all the answers. Getting moral philosophy right is an important part of good decision making, but it is only one part. Public debates, however, tend to focus on a whole package, means, motivation and opportunity, and if philosophers cannot find ways of speaking to all these things our opinions will only ever play a marginal role.

A first question is whether philosophers tend to agree amongst themselves. Let’s return to the issue of criminal responsibility. As I mentioned earlier, some scholars take the view that one is simply not the same person in one’s old age as in one’s youth, one is merely a ‘successor self’. This view tends to be supported by those who believe that personal identity over time is a matter of ‘psychological continuity’, the degree to which our memories, intentions, beliefs, desires and personality traits vary over time. Given enough time almost all of us change psychologically, so philosophers who take this view find it easy to conclude that, in at least some cases, it is morally wrong to punish somebody for crimes from their distant past.

What of philosophers who do not share this view? The main alternative is ‘animalism’, the idea that personal identity consists in being the same biological organism over time. On this view, it is almost impossible, barring certain radical medical interventions, that somebody is not the same person in their old age as they were in their youth. However, many who take this view find, as a result, that personal identity over time is not so morally significant as we might think. Sure, punishing somebody for a historical offence is not the same thing as punishing an entirely different person, but why should their continuity as a biological organism matter to us when so many other morally interesting facts about them, such as their personality and behaviour, might have changed? So at least amongst philosophers, there is broad agreement about the conclusion that we should often not punish people for historical offences, even though there is less agreement on why this is so.

Building bridges outside of philosophy can be more difficult. While philosophers often find common ground with certain others groups, such as psychologists, sociologists and even criminologists, others who may have more of an impact on public debate, like economists and lawyers, have very well-defined conventions and norms.

It is invariably easier to influence a debate when someone is already interested in what you have to say, (procurar o publico certo), and more people are going to be interested in what philosophers have to say if this can easily express it in terms that are relevant to them and carry clear implications for the kinds of decisions they face. Often, it is only in trying to engage others that we find people who are prepared to listen and, through talking with them, find better ways to tell them what you have to say.

Getting one’s hands dirty

So, if philosophy is to live the dream of influencing public debate then philosophers must think a lot more about what we are saying, how we are saying it, who we are saying it to and why they might care. However, there is still one more thing that needs to be done, the hard bit, actually getting out there and saying it. This leaves philosophers with probably the biggest problem of all, where to start.

Is it better to write a book and become the ‘go-to academic’ on an issue in the hope that people will come and ask you about it, to talk to relevant policymakers and find out what they most want to hear or to take to the streets and shout at the top of one’s voice? Of course, this is not a question that can be answered once and for all. However, one useful proposal is often to find those people who one can influence most easily and who carry most influence over others. If this is a well-informed general public, then write a book, or better yet a series of blog posts. If it is a small group of specialist policy makers then go to them directly – sometimes it can be surprising how interested they can be (especially if they took a class or two in philosophy at university). Finally, however, if what one has to say is too big and too important to be left for others to help communicate it, then it’s probably time to get behind those barricades.

Anyone care to join us?

Sri Prem Baba, Filosofia Oriental e Paralelos com Matrix/DNA

quinta-feira, maio 11th, 2017

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Um brasileiro foi aos monges orientais aprender sua filosofia e voltou como um guru com sugestões interessantes. Ele tem muitos videos em português e algo interessante é o paralelo entre o seu tipico linguajar e assuntos que tratamos dentro da filosofia naturalista. Meu comentário abaixo é um exemplo:

https://www.youtube.com/watch?v=WtkB5WQ1QkA

Como sair da repetição do padrão destrutivo?/How to stop repeating a destructive pattern?

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – 5/11/2017

Creio que “vícios” é outro nome para “instintos”, herdados pelos nossos corpos carnais dos ancestrais animais. Os “eus inferiores” são nossas formas humanas anteriores, nossas ancestrais formas animais, porem não para ai, pois galaxias e átomos também são nossos ancestrais. Sera’ difícil para religiosos que creem ter sido o corpo humano ( não apenas a auto-consciência) criado por magica de algum Deus sobrenatural aceitar, entender e combater estes vícios/instintos. estes instintos são naturais, estão registrados em nossa genética a qual modelou nossa psique. Então, por exemplo, o individuo que expressa fortemente a tendencia para predador de humanos ( os escravagistas, os “patroes”, etc.) tem ainda na psique a forma dos caninos e sua grande batalha sera’  fazer encolher estes caninos pois enquanto existirem, ele não poderá deixar de ser como o leão, dependente da posse de território cada vez maior e do maior numero de presas/ovelhas possível. Enquanto aqueles que expressam o instinto de presa/ovelha possuem na psique a baba fraca e chorosa que nunca os permite serem mais fortes e acreditarem em possibilidades de vitorias na luta pela competição materialista. Quanto a auto-consciência creio que ela vem de outra linhagem evolucionaria, que apenas dormia nas nossas formas ancestrais anteriores, assim como a consciência herdada e inscrita na genética dos pais dormem na formação inicial do feto e só vai se expressar no embrião quase pronto a nascer. Enquanto os instintos dominam, a consciência não atua, e nem pode iniciar a formação de um intelecto. No fundo, os gurus orientais se referem `a mesma coisa que a ciência moderna, porem usam metáforas, num linguajar mais afetado pela mistica, espiritualidade, que talvez de fato exista e a ciência vai descobri-la mais tarde também.

Filosofia: A Historia da Filosofia no Brasil

terça-feira, novembro 8th, 2016

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Dividido em 5 capítulos, ou 5 partes, este trabalho esta bem atualizado, informativo e fornece links para um estudo mais completo do tema. Voltar a ler principalmente para ver nomes de filósofos que precisam serem lidos. E abaixo meu comentário postado no artigo ( ainda tentando postar).

http://www.universoracionalista.org/historia-da-filosofia-no-brasil-parte-01/

História da Filosofia no Brasil – Parte 01

E meu comentario para ser postado em Nov(11)/8/2016

O Brasil, por sua experiencia atípica, tem a oportunidade de produzir a mais correta visão do mundo da atualidade, e talvez já’ o tenha feito ( e ela teria que vir da selva amazônica, onde ainda existem testemunhas naturais das origens da vida). As filosofias orientais e europeias produziram interpretações dos fenômenos naturais e conclusões existenciais utilizando um cérebro com apenas e não desenvolvidos cinco sentidos, alem de terem sido dirigidas nos 10 ou 15.000 anos de cultura humana pela ideologia extremada e viciada dos humanos com instinto predador, pois as massas não participaram na formação desta cultura e interpretação do mundo. Os brasileiros ficaram `a margem das visões “fechadas”, com a mente como um livro aberto a ser preenchido por um cérebro virgem. A selva destrói os resquícios de todas as culturas ao dar um banho de natureza virgem, real, e essa lavagem cerebral de todos os erros encriptados no pensamento se torna um sexto sentido para reformar e transformar a civilização baseada na velha visão tendenciosa e urbana, artificial.

Filosofia significa, amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber; e o filósofo, por sua vez, seria aquele que ama e busca a sabedoria, tem amizade pelo saber, deseja saber. Devido a herança do passado irracional animalesco, apenas surgem filósofos realmente com razão pura natural sem ser doutrinado pela cultura acadêmica milenar, quando humanos nascem com uma mutação genética tendente ao racionalismo naturalista, e a selva ‘e o maior e mais autentico laboratorio para acolher e orientar este novo cérebro no caminho onde a Natureza se se revela.

Quem mais poderia descobrir o elo evolucionário entre a evolução cosmológica e a evolução biológica senão este novo modelado cérebro, se a visão do cientificismo materialista quebrou a evolução universal em dois blocos sem conexão entre si, apelando pela mistica do acaso construidor de complexidade para preencher o buraco negro entre os dois blocos, enquanto a visão mistica espiritualista trouxe um ser magico sobrenatural para começar a evolução biológica? A selva não deixa isso acontecer, ela revela o elo e assim tanto a evolução biológica é transformada, repensada a partir da cosmológica como a evolução cosmológica é transformada por receber as projeções da evolução biológica.

O elo nos leva a perceber que as duas predominantes visões de mundo estão falhas, incompletas, e produz novos modelos de todos os fenômenos, de átomos a galaxias ao entendimento existencial da vida, do Universo, e da presença humana neste contexto geral.

O velho esta’ confirmado como inoperante e perigoso, ele esta conduzindo o homem a um artificialismo distante da sua natureza e destruindo a biosfera. O Brasil, junto com a America Latina, e novo, tem potencial natural e uma população de cérebro ainda primitivamente límpida de velhas visões, e com uma nova e acertada interpretação dos fenômenos naturais, da existência do mundo real, pode produzir a tecnologia e a moral que reate o homem em sincronia com a natureza não apenas terrestre, mas universal.

Eu, um ex-brasileiro nascido com essa mutação para a filosofia como busca suprema do saber, depois de absorver quase a totalidade de todas as correntes de pensamento e conhecimentos das diversas areas cientificas, cai na selva por sete anos, passei pela lavagem cerebral sendo reduzido a um quase macaco ancestral, e sai de la com uma nunca imaginada visão de mundo, acenando com a imagem do elo evolucionário, uma nova interpretação da Historia Natural universal, uma nova moral baseada numa inédita visão do significado da nossa existência. mas eu era e sou ninguém, sera necessário alguém com alguma representatividade social e acadêmica repita a minha experiencia, pois tenho certeza que ele encontrara o mesmo ou bastante próximo resultado que encontrei. Se tiveres curiosidade em ver como ainda ‘e possível uma visão que vire de cabeça para baixo o mundo em que se acredita hoje, produzida na selva, de uma olhada apenas na pagina home do meu website.

Filosofia na MatrixLight/DNA: Não vou pelo caminho popular

sexta-feira, maio 13th, 2016

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Incrível! Este poeta, em algum outro lugar e tempo, disse exatamente o que me passou na cabeça numa certa noite estrelada na selva amazônica, quando sem sono sai  da tenda, olhei o infinito, pensei na civilização a milhares de quilômetros e pensei no que estava fazendo ali…pensei:

^ A Humanidade e’ puxada de dentro para fora para 8 bilhões de caminhos diferentes… Melhor assim. Se fossemos por um só caminho e este desse num abismo…^

Cântico Negro de José Régio (interpretado por João Villaret)

“Vem por aqui”

— dizem-me alguns com os olhos doces

Estendendo-me os braços, e seguros

De que seria bom que eu os ouvisse

Quando me dizem: “vem por aqui!”

Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)

E cruzo os braços, E nunca vou por ali…

A minha glória é esta: Criar desumanidades!

Não acompanhar ninguém. —

Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos…

Se às coisas que pergunto em vão, ninguém responde  Por que me repetis: “vem por aqui!”?

Prefiro escorregar nos becos lamacentos, Redemoinhar aos ventos, Como farrapos, arrastar os pés sangrentos, A ir por aí…

Se vim ao mundo, foi Só para desflorar florestas virgens,

E desenhar meus próprios passos na areia inexplorada!

O mais que faço não vale nada. Como, pois, sereis vós

Que me dareis ferramentas, machados e coragem Para eu derrubar os meus obstáculos?…

Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós, E vós amais o que é fácil!

Eu amo o Longe e a Miragem, Amo os abismos, as torrentes, os desertos…

Ide! Tendes jardins, Tendes canteiros, tendes estradas, Tendes pátria, tendes tetos, E tendes livros, e tratados, e filósofos, e sábios…

Eu tenho a minha Loucura !

Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,

E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios…

Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!

Todos tiveram pai, todos tiveram mãe; Mas eu, que nunca principio nem acabo,

Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,

Não me peça definições! Ninguém me diga: “vem por aqui”!

A minha vida é um vendaval que se soltou,

É uma onda que se alevantou,

É um átomo a mais que se animou…

Não sei por onde vou,

Não sei para onde vou

Sei que não vou por aí!

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Grande insight! Vem por aqui… Mas porque, se todas as perguntas que fiz, não me respondestes. Não sei por onde vou, mas não por ai, pois já sei que ai não estão as respostas que procuro. Foi bem isso que fiz ao arrumar a mochila, sair da civilização e entrar na selva, por sete anos… Como ele diz, o meu caminho e’ um caminho de espinho, pés sangrando. Porem eu encontrei respostas que me satisfazem plenamente na nova visão do mundo que denominei de The MatrixLight/DNA. Se valeu a pena? Tudo! Perdi a materialidade inconsciente em troca de uma consciência cósmica. Jose Régio agora vai para a lista dos meus preferidos…

Mas pensando bem… este tema do Régio pode nos levar a esquisitas elucubrações mentais. Se todos fossem fazer como ele, os humanos estariam hoje trilhando 8 bilhões de caminhos diferentes entre si, cada qual, no seu. Pois não existe um humano exatamente igual a outro, e esta mínima diferença especifica de cada um e` suficiente para tender a um caminho para o qual ninguém mais tenha a tendência.

Na Matrix/DNA encontro uma explicacao interessante. O DNA que veio para a Terra, veio de um sistema que optou por um caminho errado – o de sistema fechado em si mesmo, cortando relacoes com o mundo e paralizando sua propria evolucao. Foi um grande erro, um ” pecado” nosso mesmo na pele de nosso ancestral, por isso, “pecado original”.

E como as leis universais corrigem estes desvios? Fragmentando o grande erro em bilhoes de fracoes de pequenos erros. Depois ela poe estes pequenos erros a conviverem juntos, e nos conflitos, cada um ve a parcela de erro no outro, o qual tende a rejeitar. De geracao a geracao os 8 bilhoes de fracoes do grande erro vao se afunilando, ate que no final ressurja um ser querejeita a totalidade dos erros. Pronto, a alma esta curada. Nesta fragmentacao, o grande e arrogante sistema se divide em seus bits-informacao ( genes) e atacados pela entropia caem num ambiente caotico, como e` a biosfera terrestre. Caem como sistemas abertos, sem reciclagem da propria energia e assim tornam-se condenados a ” comerem seu pao com o suor do seu rosto”. Como carregam na carga genetica o selfish gene – expressao do egoismo fechado em si – combatem-se tentando escravizar o outro e livrarem-se da condenacao. Alem disso, estamos na primeira fase da evolucao, ou recuperacao, na qual nascemos como ovos botados fora e prole abandonada a propria sorte. Assim sao nossas cabecas-ovo gestando este embriao de consciencia. mas como depois dos repteis, vieram os mamiferos mantendo os ovos dentro e cuidando da prole, assim tambem passaremos para esta segunda fase. O sistema que gerou este DNA esta a nossa volta modelando esta biosfera e esta em nosso interior, encriptado em nossos genes. Portanto, o fato do Regio estar solitario no seu caminho, sem que ele tenha consciencia disso, e` culpa dele mesmo, porem, quando existia como um ancestral, como a rainha maior do Universo, uma ancestral na qual a inteligencia ainda nao havia despertado, a nossa querida e hospedeira avo, Lady Via Lactea.

Modus tollens e Falseabilidade: Logica Cientifica Academica e a Logica Policiando a Minha Razao

domingo, agosto 23rd, 2015

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O quye vemos e conhecemos de fato aqui e agora, na media dimensao dos humanos, e’ a unica base confiavel para teorizar sobre os intocaveis pelo complexo sensorial humano, das dimensoes do macrocosmo, do microcosmo, e das invisiveis faixas das radiacoes eletromagneticas.  Esta logica se baseia na crenca de que a Historia Universal tem sido uma unica cadeia de causas e efeitos, nada supernatural ou anti-natural inflienciou o fluir dessa cadeia. Que e’ a base fundamental da logica que desenvolveu a Teoria da Matrix/DNA.

Neste capitulo eu me  golpeio, me torturo a mim mesmo, procurando se esta logica, a logica que pratico, e’ racional, pois meu objetivo nao e` uma vitoria para afirmar-me e impor-me, e sim, me ajoelhar perante a Verdade.

O modus tollens aponta uma primeira observaco como falsa, ou que  a primeira observacao de um fenomeno nao e valida para inferir sobre os universias porque no meio do caminho da distancia entre o aqui e agora e o universal, os fenomenos se transformam.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Modus_tollens

Modus tollens (Latim: modo que nega) ou negação do consequente, é o nome formal para a prova indireta.

É um argumento comum, simples:

Se P, então Q.
Q é falso.
Logo, P é falso.
Exemplos:
Se existe fogo aqui, então aqui também há oxigênio.
Não há oxigênio aqui.
Então aqui não há fogo.
Se eu piso em uma casca de banana, eu caio.
Eu não caí.
Então não pisei em uma casca de banana

Falseabilidade

https://pt.wikipedia.org/wiki/Falseabilidade

 

Falseabilidade ou refutabilidade é a propriedade de uma asserção, ideia, hipótese ou teoria poder ser mostrada falsa. Conceito importante na filosofia da ciência (epistemologia), foi proposto por Karl Popper nos anos 1930, como solução para o chamado problema da indução.

Para uma asserção ser refutável ou falseável, é necessário que haja pelo menos um experimento ou observação factíveis que, fornecendo determinado resultado, implique a falsidade da asserção. Por exemplo, a asserção “todos os corvos são pretos” poderia ser falseada pela observação de um corvo vermelho.

Popper defendeu que a ciência não poderia ser baseada em tal inferência. Ele propôs a falseabilidade como a solução do problema da indução. Popper viu que apesar de um enunciado existencial singular como “este cisne é branco” não poder ser usado para afirmar um enunciado universal, ele pode ser usado para mostrar que um determinado enunciado universal é falso: a observação existencial singular de um cisne negro serve para mostrar que o enunciado universal “todos os cisnes são brancos” é falso. Em lógica chamamos a isto de modus tollens.

Popper rejeitava o princípio indutivista dos positivistas do Círculo de Viena, por ela não proporcionar conveniente sinal diferençador do caráter empírico, não-metafísico, de um sistema teórético(sic); em outras palavras, consiste em ela não proporcionar adequado “critério de demarcação”, que para Popper, era o mais importante dos dois.

Denomino problema de demarcação o problema de estabelecer um critério que nos habilite em distinguir entre as ciências empíricas, de uma parte, e a Matemática e a Lógica, bem como os sistemas metafísicos, de outra. Esse problema foi abordado por Hume, que tentou resolvê-lo. Com Kant, tornou-se o problema central da teoria do conhecimento. Se, acompanhando Kant, chamarmos o problema da indução “problema de Hume”, poderíamos chamar ao “problema de Kant” o problema da demarcação

Explanation

https://en.wikipedia.org/wiki/Modus_tollens

The argument has two premises. The first premise is a conditional or “if-then” statement, for example that if P then Q. The second premise is that it is not the case that Q . From these two premises, it can be logically concluded that it is not the case that P.

Consider an example:

If the watch-dog detects an intruder, the watch-dog will bark.
The watch-dog did not bark.
Therefore, no intruder was detected by the watch-dog.
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Modus ponens ( e’ uma espécie de Occan Razor)

Na lógica proposicional, modus ponendo ponens (em latim significa “a maneira que afirma afirmando”, muitas vezes abreviado para MP ou modus ponens[1] [2] [3] [4] ) ou a eliminação da implicação é uma válida e simples forma de argumento e regra de inferência. Ele pode ser resumido como “P implica em Q, P é afirmado verdade, portanto, Q deve ser verdade.”

Como modus ponens é um dos conceitos mais utilizados na lógica não deve ser confundido com uma lei da lógica, mas sim como um dos mecanismos aceitos para a construção de provas dedutivas, que inclui a “regra de definição” e a “regra de substituição”[6] modus ponens permite eliminar uma instrução condicional de uma prova lógica ou argumento e, assim, não levar esses antecedentes para frente em uma seqüência sempre crescente de símbolos; por essa razão modus ponens é às vezes chamado a regra do desapego.[7] Enderton, por exemplo, observa que “modus ponens pode produzir fórmulas mais curtas de mais longas”,[8] e Russell observa que “o processo de inferência não pode ser reduzido a símbolos. Seu único registro é a ocorrência de ⊦ q [consequente] … uma inferência é o lançamento de uma premissa verdadeira, que é a dissolução de uma implicação “.

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Mathematical logic

Mathematical logic is a subfield of mathematics exploring the applications of formal logic to mathematics. It bears close connections to metamathematics, the foundations of mathematics, and theoretical computer science.[1] The unifying themes in mathematical logic include the study of the expressive power of formal systems and the deductive power of formal proof systems.

Mathematical logic is often divided into the fields of set theory, model theory, recursion theory, and proof theory. These areas share basic results on logic, particularly first-order logic, and definability. In computer science (particularly in the ACM Classification) mathematical logic encompasses additional topics not detailed in this article; see Logic in computer science for those.

History[edit]

Mathematical logic emerged in the mid-19th century as a subfield of mathematics independent of the traditional study of logic (Ferreirós 2001, p. 443). Before this emergence, logic was studied with rhetoric, through the syllogism, and with philosophy. The first half of the 20th century saw an explosion of fundamental results, accompanied by vigorous debate over the foundations of mathematics

Raciocínio indutivo

Na lógica, um raciocínio indutivo é um tipo de raciocínio ou argumento que partindo de premissas particulares obtém uma conclusão universal. Alternativamente, pode ser definido como um argumento no qual a conclusão tem uma abrangência maior que as premissas.

Dedução e indução

A lógica diferencia duas classes fundamentais de argumentos: os dedutivos e os indutivos. Os argumentos dedutivos são aqueles em que as premissas fornecem um fundamento definitivo da conclusão, enquanto nos indutivos as premissas proporcionam somente alguma fundamentação da conclusão, mas não uma fundamentação conclusiva[1] , identificando dessa maneira os conceitos de dedução e raciocínio válido. Uma outra maneira de expressar essa diferença é dizer que numa dedução é impossível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa, mas no raciocínio indutivo no sentido forte isso é possível, mas pouco provável[2] . Num raciocínio dedutivo a informação da conclusão já está contida nas premissas, de modo que se toda a informação das premissas é verdadeira, a informação da conclusão também deverá ser verdadeira. No raciocínio indutivo a conclusão contém alguma informação que não está contida nas premissas, ficando em aberto a possibilidade de que essa informação a mais cause a falsidade da conclusão apesar das premissas verdadeiras.

Filosofia Existencial: O Desejado, O Indesejado, E o Unico Livre-Arbitrio do Humano Decide se a Humanidade Existe.

sexta-feira, julho 31st, 2015

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Quando retorno as cidades onde vivi na infância, observo o estado de vida dos idosos de hoje, comparando com o meu estado porque eu fiz tudo diferente de todos eles. Esta comparação e` boa porque certamente eles tem opiniões gerais formadas em cima da ótica deles, as quais certamente vão conflitar com minhas opiniões gerais, formada sobre uma perspectiva diferente, experiencias diferentes. Numa discussão sem ofensas isto seria bom porque os erros não percebidos de um poderia ser mostrado pelo, e para quem de fora assistisse a discussão, haveria muito alimento para pensar.

Mas se eu os instigasse a essa discussão comparativa, para ver quem foi mais honesto, moral ou esperto na vida, ou quem escolheu o melhor para matar o tempo ocioso na aposentadoria, não iriam aceitar porque isto implicaria esforço mental,  criticas que não se deseja ouvir, alem do que jamais lhes passou pela cabeça que em grupo, fizeram muitas coisas erradas e esta fazendo. Mas erradas em relacao a qual perspectiva?

O simples fato de mencionarem muito a palavra Deus ( são todos cristãos) quando percebessem que sou agnóstico e não aceito citar Deus para explicar fenômenos e eventos naturais e a moralidade humana, já os faria se afastarem da discussão. Então, sem discussão, desenvolvi o seguinte raciocínio, de qual uma das conclusões foi:

Ao ser humano existem três alternativas:

1) Ser um Desejador, vivendo 85% de sua vida no Indesejado ( 40 anos no trabalho rotineiro mais 15 anos na cama como degenerativo), se nascer com família, mas pobre, ou seja, como ovelha;

2) Ser um Desejador vivendo 85% de sua vida no Desejado e 15% no Indesejado ( o final degenerador), se nascer rico, ou seja, como predador;

3) Viver o Desejado e/ou apenas no Indesejado, não é escolha do supremo Livre-Arbítrio, o qual nunca existe para o homem em relação a sua vida. Mas o ser humano pode escolher se a partir dele a Humanidade vai viver ou ser o Nada Absoluto.

No meio dos pensamentos surgem muitas conclusões inéditas muito interessantes, como por exemplo:

Mundo Externo = Zero

Eu + mais o Mundo Externo = Zero

A existência não existe, é criação de uma mente, que tambem não pode existir. Por outro lado, a existência que estamos vivendo e sentindo na pele, seja ou não uma criação da mente, seria extirpada de todos os males atuais se as outras pessoas concordassem comigo em desmanchar tudo o que ai esta e no seu lugar construir o mundo segundo a face branca da Matrix/DNA. Pois na minha opinião esse sistema social, este tipo de cidades, etc., é tudo devido estar-mos aplicando a face negra da Matrix/DNA.

Vamos então tentar aqui escrever a historia deste pensamento que foi elaborado em voz alta pausadamente:

Comecei tendo na mente a ideia de que tanto os meus amigos e vizinhos de infância que nasceram numa casa com família mas pobres e hoje estão velhos inúteis na praça jogando baralho – e por outro lado – eu que nasci sem familia e praticamente na rua tambem estou velho e inútil e solitário. A diferença maior é que eles estão deixando no geral, três filhos já casados e fora de casa e mais uma casa paga a prestação em 30 anos, enquanto eu não deixo nenhum filho e nenhuma casa. Mas o meu legado não foi resultado da minha condição de nascimento, pois eu tive a oportunidade de escolher e terminar a vida como eles, deixando os três filhos e uma casa.  Apenas para mim teria sido um sacrifício ainda maior do que o deles, pois enquanto eles começam com uma certa estrutura de apoio, eu comecei do zero absoluto  e se exigiria muito mais de mim para alcançar o status de casado, chefe de familia , dono de uma casinha. Eu deliberadamente escolhi que não deixaria isso.

Essa decisão não é um evento comum, corriqueiro, nas nossas vidas. A todo homem-ovelha surge num momento da vida uma mulher-ovelha acenando com a experiencia do paraíso nas próximas horas, sabendo-se que depois destas horas a realidade do mundo retorna, porem mudada, de um jeito que nunca fora antes. E` a diferença entre a realidade do solteiro e do casado. Todos os outros velhos-ovelhas da paca disserem sim as suas mulheres-velhas, eu disse não, `a minha. E` uma decisão  que surge quando o homem comum ainda não esta preparado pera decidi-la e tao fatal que vai determinar o destino para toda a eternidade, como vamos ver a seguir.

E ai faço a pergunta: ” Entre eu e eles, quem acertou, quem errou?”

Depois de lembrar todas as possibilidades de futuro para a humanidade, cheguei a conclusão que ao humano não é possível afirmar uma resposta porque não se sabe o futuro da Humanidade. Ora, se não é possível uma resposta, então é perda de tempo se ocupar com a questão agora, o que sugere que devemos deixa-la e viver o agora. E ai me perguntei então quem dentre nos teve a vida melhor, e cheguei `a conclusão que obviamente eu tive a vida pior que a dos predadores, mas melhor que a das ovelhas.

Para chegar a isso dei uma volta em dois aspectos da vida:

1) A eterna sequencia das ovelhas em gerações intermináveis sem sentido, porem, por enquanto ao menos, mantendo viva uma semente do paraíso final;

2) Se as mudanças do planeta vão permitir por quanto tempo a vida na Terra, se os predadores vão conseguir emigrar para outra Terra previamente preparada, se vão vencer o problema das distancias por anos-luz, se as ovelhas vão conseguir meter  a mão na tecnologia dos predadores, encontrar outro planeta gêmeo, prepara-lo, e conseguir para la emigrar antes que a vida na Terra acabe. Então o futuro da existência humana pode ser inscrito numa formula:

Futuro = ?????????? ( cada ponto de interrogação representa um daqueles ” se”. Basta que tanto predadores como ovelhas se esbarrem num ponto de interrogação, quebrando a cabeça numa parede dura intransponível, e a humanidade sera eliminada por completo para o sempre.

Vamos falar mais sobre cada um dos itens acima.

Os outros velhos-ovelhas ( com excessao de mim), nasceram, tiveram seus doses anos de infância que são os seus 1% de Desejadores vivendo o mundo Desejado, foram para as escolas primarias, começaram a trabalhar aos poucos aos 14 anos, aos 18 anos já estavam trabalhando em tempo integral e na maioria fora das escolas ou fazendo escolas inúteis, foram aquecidos pela sexualidade e decidiram se casar, compraram uma casinha para pagar em 30 anos e tiveram 3 filhos, se aposentaram e depois de jogar baralho na praça caíram na cama e num quarto solitário sendo servido por alguem da familia, num processo degenerativo até morrer. Eu fui por um caminho diferente: primeiro venci o chamado a ser criminoso que chama todos os menores abandonados, escolhi na infância ler pesados livros de filosofia e ciências enquanto os outros faziam outras coisas, tomei um banho, sai fora da ruas do lugar e me apresentei em outro lugar como menino perfumado candidato a um emprego de chefe de seção, e melhorando a condição financeira continuei a rejeitar toda forma de lazer inclusive os namoros dessa época em favor da solidão nos livros e do estudo numa universidade, e depois de concluir que não é possivel transpor a nova barreira social, deixei todo o conforto naquela senzala e fugi para o mato como faziam os negros escravos, indo viver só na selva amazônica. Eu produzi com as próprias mãos tudo o que consumi na vida mas sem dar parte dessa produção a nenhum predador, o que me possibilitou trabalhar no duro muito menos que as outras ovelhas trabalharam. Enfim, aquela decisão parece não ser uma decisão num momento inevitável da vida, mas sim ela nos acompanha por toda a vida.

No mundo dos predadores, o individuo desperta pelas 9 horas da manha, escolhe se vai dormir um pouco mais ou se levantar. Se levanta espreguiçante e tem a opção de que vai fazer de seu dia, em que tipo de lazer vai estar no dia. Mesmo que passe algumas horas dirigindo sua empresa isso não é  trabalho no sentido literal, o qual é uma força aplicada por si mesma produzindo alguma alteração nos objetos ao redor. Ele pode se constituir numa força que altera objetos, mas não se aplica com suas mãos e não sua o rosto, como acontece no trabalho literal. Ele não produz com seu corpo diretamente o que consome. Este estado de vida compreende os felizes 12 anos de infância mais os felizes 50 anos de adulto, cujos 62 anos serão seguidos do Desejador enfrentar o mundo Indesejado por mais 15 anos. Ao morrer deixa um patrimônio maior que recebeu e três predadores.

No mundo dos humanos-ovelhas, o individuo tem relativamente os iniciais 12 anos vivendo como Desejador o mundo Desejado. A partir dos 12 o individuo não mais se desperta as 9 horas da manha, ele é despertado de madrugada pelo alarme do relógio e forçado a sair da cama. Não pode escolher se vai continuar tirando uma soneca ou não. Levanta cansado e sonolento mas uma força o esta empurrando, faz tudo apressado e é empurrado para fora de casa numa direção obrigatoria, a qual pode ser de uma fabrica ou uma construção, ou um escritório de um banco. Aos 20 anos começa a pagar a prestação da casa e gera 3 filhos. Quando morre deixa os 3 filhos e a casa pequena vai ser vendida para os filhos cada qual ao invés de continuarem com o carro velho, poderem comprar um carro mais novo, e só isso.

Os três filhos vão repetir exatamente a mesma sequencia, com a diferença que quando morrerem deixaram 9 ovelhas. Estas nove e mais uma geração se tornam 27, Estas 27 e mais uma geração se tornam 81. Enquanto a casa inicial agora se tornou 40 casas, porque dos 80 humanos gerados se fazem 40 casais, cada um com sua casa. De maneira que apos 4 gerações ou 120 anos, se eu e os outros velhos voltassem do tumulo para ver o mundo que cada qual escolheu com seu livre-arbitrio supremo, os outros velhos veriam a si mesmos transformados em 81 e continuando a humanidade. Talvez as condições de vida dos 81 sejam melhores ou piores do que a condição que ele teve, mas o certo é que o planeta deu mais alguns passos na direção determinada de deteriorar-se para a vida, principalmente porque mais da natureza foi extirpada para dar lugar a mais cidades de concreto e a super-população aumentou. Mas a tecnologia aumentou tambem, aumentando algumas atracões se  diminuir o período de trabalho, o que deixa este item sem uma resposta conclusiva. Eles poderiam concluir que fizeram o certo porque eles acham que vale a pena viver dessa maneira om ovelhas. Por outro lado, depois destes 120 anos, eu voltaria do tumulo e veria a superficie da Terra coberta apenas por plantas e animais irracionais. A Humanidade terminou na geração em que eu me terminei. Eu concluiria que fiz o certo porque eu com certeza acho que não vale a pena viver a vida humana na condição de ovelha, e nem mesmo na condição de predador, pois este sabe que vai pagar um preço muito alto por ter gozado 85% da vida. Na minha mente não existe isso de gozar os 85% na forma de mero macaco melhorado e com uma inteligencia que se sente prisioneira imaginando um lazer que exigiria outra condição de existência e ainda tendo que pagar os 15%.

Depois de 20 bilhões de anos, se ambos voltássemos do tumulo, não se sabe o que os outros velhos ( que representariam o livre-arbitrio positivo) veriam – se a humanidade ou a forma em que ela se transcendesse teria o poder de manter o Universo existindo, ou se todo o Universo tenha se transformado no Nada eterno com ele tambem a humanidade. Por meu lado, representando o livre arbitrio negativo, certamente veria o Nada absoluto. Como não existe a menor fundação racional para se prever qual sera a realidade nesse tempo, Essa impossibilidade e’ a que me referi no inicio, concluindo que esse raciocínio agora e’ perda de tempo. Não existem elementos para decidir se no tempo de 20 bilhões de anos, e nos voltando do tumulo, quem iria gozar o outro dizendo: ” Esta vendo? Eu acertei e por isso vivi a vida com um lucro que você nunca teve”. Eu tambem diria isso, pois para mim, é melhor ser o Nada que viver nesta terrestre condição mesmo como predador. Existiria uma condição unica que me faria mudar a decisão e resolver acompanhar os outros velhos-ovelhas: se na Terra tivéssemos construído o modelo social sugerido pela Matrix/DNA. Pois neste modelo, aquela sequencia sem sentido não existiria, os 15 %$ de pagamento final do predador não existiria, etc.

O segundo item é sobre o que pode acontecer com o futuro da humanidade e do mundo. Uma coisa e’ certa: a formula “Existiu ou foi o Sempre o Nada” = ???????? ( sendo cada interrogação representando uma das ameaças que existem na frente para a existência da humanidade).

Os predadores sabem que o planeta vai expulsa-los daqui, só não sabem quando. Por isso desde ja investem na busca de sua salvação quando o momento chegar, por meio da tecnologia espacial. E aqui vão surgindo os pontos de interrogação.

1) Encontrarão um planeta-gêmeo da Terra? Ou nunca encontrarão? Ninguem em sã consciência, de forma puramente racional, agora se arriscaria a afirmar uma resposta para isso. E se não encontrar, a Humanidade já arrebentou sua cabeça no muro, acabou para sempre no primeiro ponto de interrogação. Senão… vamos continuar…

2) Encontrarão uma maneira de viajar a velocidade da luz, ou superior a velocidade da luz, para vencer as distancias interestelares? Senão, acabou a humanidade para o sempre… Vamos supor que sim e continuar para o terceiro ponto de interrogação… Observe que a partir do primeiro ponto  formula deveria ser mudada para = ? ,?(?=0),?(?,?=0),?(?.?,?=0)… e assim por diante, pois a cada novo “?” e` preciso ver se antes os outros “?” foram ultrapassados, se não existem mais como ameaça.

3) Se encontrarem a tecnologia para viagens em anos luz, e se encontrarem um planeta-gêmeo, esse planeta estará dentro de uma distancia, digamos, de menos de 80 anos-luz, para que convença os predadores  a uma absurda vida-viagem dentro de uma nave como sobreviventes perdidos de uma catástrofe, apenas para tentarem continuar a existência da humanidade? Se sim, ?(?,?=0)

4) Se encontrarem o planeta gêmeo, se ele estiver dentro do alcance de uma viagem por anos-luz, se encontrarem a tecnologia para viagem em anos-luz ( se já passaram por vários daqueles pontos de interrogação), esse planeta-gêmeo vai estar já evoluído portando vegetais e animais ou talvez ate humanos inferiores que possibilitem os predadores chegarem, se apoderarem do planeta e se instalarem? Ou o planeta vai estar ocupado por uma especie com igual ou superior evolução, o que impossibilitaria os predadores se instalarem ali? Ou o planeta vai estar no estado do mundo de 4 bilhões de anos atras, com sua superficie estéria formada apenas de rocha e água, sem atmosfera?

5) Se satisfeitas as interrogações anteriores, de modo que existe a possibilidade dos predadores se instalarem no planeta, mas encontrarem o planeta-gêmeo no estado do mundo a 4 bilhões, vai ser possivel levar para la maquinas-robot que se auto-reproduzam la e usando material de la, para iniciar os trabalhos seguintes? As bactérias produtoras de oxigênio? E estas bacterias produzirão oxigênio antes que a Terra se torne inabitável?

6) Supondo-se que todos as interrogações foram superadas ate esse ponto, vai ser possivel levarem para la e manterem vivas, as bacterias produtoras de oxigenio?  E tudo isso dentro de um tempo em que a Terra ainda suporte a vida aqui?

7) Se sim, apos as bacterias e o oxigenio, sera possivel levar e plantarem la as sementes criando a vida primitiva? Sera possivel fazer essa vida germinar e evoluir num tempo antes que a Terra aqui se torne inabitável? Como acelerar essa evolução que aqui tomou bilhões de anos? Levando já as sementes prontas economiza-se alguns dos bilhões de anos da abiogenese, porem não se pode levar estas sementes na forma de multi-celulares porque os anteriores uni-celulares precisam se estabelecer primeiro para assentar a normal cadeia alimentar e o normal ecossistema.

Neste ponto eu ja estou me lembrando da famosa teoria de que o Universo esteve desde seu inicio “tunelado” para produzir a vida aqui, porque senão tivesse, seria impossivel que dentre um mundo onde reina o acaso, se tivesse vencido até agora os milhares de pontos de interrogação que havia para a Vida no inicio do Universo. Aqui estamos tendo ima ideia mais forte e proxima de nos, o que significou ter vencido cada uma destas etapas que a primeira vista são racionalmente impossiveis de serem vencidas. Mas… o tunelamento ainda é apenas uma teoria, não foi provada ainda. Como tambem ainda e apenas uma teoria o “não-tunelamento”.

8) Supondo-se que os predadores humanos conseguiram tudo isso, se instalaram no planeta-gêmeo, o que vem a seguir, qual o novo ponto de interrogação? Talvez seja este: vão conseguir encontrar e habitar um universo-gêmeo antes que este se torne inapropriado para a vida?

9) Se sim… e depois? O numero de pontos de interrogação possiveis é infinito ou vai parar num momento qualquer e a Humanidade vai ser arrasado para o ralo do Nada Infinito?

Eu faço isso porque quero que fique bem claro duas coisas:

1) Dentro da Matrix/DNA nos não brincamos com o pensamento. Nos encaramos ele com seriedade e responsabilidade. As centenas ou milhares de conclusões que foram alcançadas e se constituíram nos pilares que alicerçaram esta teoria foram assim, arduamente obtidas.

2) Sempre vou ouvir dos outros velhos e inclusive jovens-ovelhas que eu fiz a coisa errada, eu devia alimentar a condição absurda da existência humana simplesmente devido a esperança de que a humanidade nunca acabe a ser parte do Nada Absoluto. Que eu deveria ter feito o que todos eles estão fazendo.  A minha reação quando ouço isso é a de esboçar um semblante triste, nada responder, apenas pensar: ” Voces não refletiram o suficiente para se conscientizarem do absurdo que são os pontos de interrogação que os esperam `a frente. Eles vão estarem esperando-os até quando estiverem em outro Universo, se é que vocês vão conseguir essa inacreditável façanha de chegarem la. Mas ainda tem um outro problema: para a humanidade-ovelha existira logo ali na frente mais três outros pontos de interrogação que não existem para a humanidade-predadora: Os predadores vão deixar voces continuarem a existir depois que vocês se tornarem inúteis para eles  continuarem a consumir este planeta, como por exemplo, a água potável escassa? E se eles deixarem ( o que e`pouco provável) voces vão superar o instinto de ovelha em si ( que os mantem reacionários e acomodados) e adquirir o instinto progressista, evolucionista? E se ainda isso tambem acontecer, tendo agora esse instinto progressista (o que determinaria que não existiria mais humanidade-ovelha), vocês vão conseguir essa tecnologia toda? Encontrar um segundo planeta-gêmeo? (pois com certeza, os predadores não deixarão vocês como imigrantes ilegais com mania de cidadãos predadores tambem entrar para competir com eles). E dentro de uma distancia superável? E chegarem a um segundo Universo? E nunca caírem no ralo do Nada Absoluto, nunca encontrarem um ponto de interrogação insuperável? Mas supondo que consigam essa façanha inacreditável, o certo e que dentro dos próximos cem bilhões de anos vocês ainda não poderão ter a certeza de que vocês fizeram a escolha certa e eu a errada. Pois nestes cem bilhões de anos, enquanto vocês estiverem enfrentando todos estes pontos de interrogação, eu não estarei passando os mesmos sacrifícios, pois simplesmente não estarei, já que ha muito tempo atras eu preferi voluntariamente entrar no ralo do Nada Absoluto. Voces não sabem o que estão falando! Mas eu tambem não sei qual sera o final da sua historia. Eu ja sei da minha, e nisso tenho certeza absoluta: a minha escolha no unico possivel momento de livre-arbitrio que tive na vida, determinou inexoravelmente que o final da minha historia esteja por apenas mais alguns anos, e ele e` o Nada Absoluto. E estou tao certo que essa é a decisão racional mais acertada, a ponto de estar preparado para ate abreviar por conta própria esta ida ao nada Absoluto antes de enfrentar os 15 anos de pagamento que se somariam aos 65 anos de vida enfrentando o Indesejado, tudo isso sem evar lucro nenhum. Viver para pagar debito, e debito que eu não contrai, e` estupidez.

Mas no fundo, eu mantenho aquela amoral e desonesta atitude do ” faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço”. Pois mesmo sabendo que não vou estar aqui para saber como vai ser sua historia daqui para a frente, e muito menos saber qual vai ser o final de sua historia, eu gosto da ideia de que estando eu no Nada, alem do Nada exista um mundo onde voces estão continuando a Humanidade… se estiverem conseguindo continuar. Eu não sei e não entendo onde voces arrumaram uma força que os move num mundo a pagar um debito eterno sem te-lo contraído e sentirem prazer nisso. Eu tenho pena de voces e sou terrivelmente revoltado contra essa força que os penetrou e contaminou como um virus. Eu não tenho ideia do que seja essa forca misteriosa. Pode ser algo parecido com um Lucifer, ou algo parecido com um Deus, ou algo parecido com um infinito sistema natural… E fico admirado que essa forca não tenha me possuido tambem, pois não vejo diferença carnal, anatomica, entre eu e voces. Mas prefiro esquecer essa força e esse não-entendimento do que voces são, a favor apenas de agora saber que a Humanidade vai continuara a existir… não sei até quando. Eu gosto de que voces façam assim por que isto bate com um aspecto do meu ser: ser guerreiro. Eu fui guerreiro e venci o mundo a minha maneira. Me fizeram como o escravo que entra na arena catando os destroços dos gladiadores e palhaços que entraram na Arena para fazerem o Imperador Zeus sentado no camarote se elocubrasse mentalmente ao assistir a carnificina dos gladiadores e risse a vontade das piadas dos palhaços. Eu venci porque acabei com sessa Arena no momento que meu corpo acabou, morri. Quanto a voces são os gladiadores e palhaços que continuam s substituirem na arena, carne fresca e forte repondo o lugar dos cadáveres que vão saindo.Voces tambem poderiam optar por acabar com a arena, não se reproduzindo mais nos bastidores. Mas não, voces nunca escolherem essa opção.  Acho que voces continuam a se sujeitarem a serem palhaços  gladiadores, guerreiros, porque tem uma esperança que a arena vá acabar e haverá vida depois da arena, e essa vida sera no paraiso. Eu preferiria tambem escolher o paraiso se tivesse esta opção e confiasse nela, alem da opção do Nada Absoluto. Mas não confiei. Porem, a simples possibilidade de que a minha especie um dia possa estar vivendo esse paraiso, me agrada. Se pudesse existir ao menos como consciência no Nada Absoluto, a minha vida la seria apenas o ficar assistindo voces, a sua historia se desenrolar, as vitorias em cada ponto de interrogação derrubado, o desembarque no paraiso… eu estaria torcendo por voces. Por isso hoje digo como resposta aos outros ovelhas, depois de pensar muito: ” Tomara que eu tenha feito a opção errada e voces a certa. E tomara que depois de um certo tempo a existência realmente de essa guinada de 180 graus, ou seja, enquanto agora a existência consiste em ser o Desejador vivendo uma vida dividida entre o Desejado e o Indesejado, que esta condição seja uma minima parcela da condição que vai existir quando houver essa guinada, onde o Desejador viveria o Desejado pelo resto do infinito.”

Singularity: O Império Galactico Inserindo Sua Religião Final na Terra: Artificial Intelligence

terça-feira, dezembro 9th, 2014

Este artigo tem muitas informações e os nomes dos novos profetas para iniciar estudar o tema:

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Enthusiasts and Skeptics Debate Artificial Intelligence

http://www.vanityfair.com/culture/2014/11/artificial-intelligence-singularity-theory

E o meu comentario postado no artigo ( saiu com errado username?):

( My comments-post in VanityFair):

austriak7 – Dec, 09,2014 

Kurt, I can’t understand how works yours brain, modelled by the reductionist method. This whole terrestrial biosphere ( included humans) was produced by a machine, described by Newtonian Mechanics – this solar system. And further by the most perfect machine, the perpetuum motor, which is the building block of this galactic system, as you can see at the Matrix/DNA Theory model. So, the immediate goal of Nature here at Earth’s surface is reproducing itself, doing a machine and not human beings. When human parents want to reproduce, are their final goal getting genes or a human baby? That’s it: we, humans, are merely the genes being used by making the Nature’s offspring, which are “machines”. The pathway through chaos and biological systems are temporary techniques for getting the final ordered and mechanic architecture. Asking what will create these humans but forgetting what has created humans, in the cosmological context, is bad reductionism.

But, the galactic machine is a deviation of Universe’s goal. Our creators, the galaxies, are a discarded species like were the dinosaurs, because they became closed systems. You can see at Matrix/DNA models for light waves emitted at the Big Bang, that human DNA is a mutation going back to the right universal way, then, humans are accessible to ex-machine consciousness, machines are not. For sure we will build here the Admirable New World of Huxley under the rules of the Big Queen, as did bees and aunts, our machines will have artificial identity, but, our knowledge about who is who, which are our ancestors deepest in the Cosmos, will be enough for us keeping our mind free and escaping for our great cosmic adventure.