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O Mistério da Auto-Consciência: o Fisicalismo, o Panpsiquismo, a Combinação de Mini-Consciências, Cosmopsiquismo/Idealismo ou Universal Reproducionismo da Matrix/DNA?

sábado, julho 7th, 2018

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https://hypescience.com/poderia-o-disturbio-de-personalidade-multipla-explicar-a-vida-o-universo-e-tudo-mais/comment-page-1/#comment-309846

Poderia o distúrbio de personalidade múltipla explicar a vida, o universo e tudo mais?

Meu comentario enviado a HypeScience (verificar se foi publicado):

Louis Morelli em Julho/07/2018

Todas estas complicadas e metafisicas suposições podem ser compiladas e resolvidas numa só racional e naturalista suposição: a de que neste Universo esta ocorrendo um mero processo de reprodução genética da coisa que o criou através de um Big Bang ( cujo evento e’ exatamente igual ao instante da fecundação que cria uma nova vida), a qual deve ser um sistema natural auto-consciente.
Um embrião de 8 meses já possui uma consciência enquanto dentro dele existem milhões de genes executando cada qual uma missão da qual devem ter alguma ofuscada consciência. Mas a coisa fica mais interessante quando descobrimos que os genes possuem como anatomia uma formula natural funcional igual a que se nota como formadora do cérebro, e desde que o cérebro e’ a estrutura da qual emerge a consciência, se deduz que a consciência esta sendo formada como uma nova forma de sistema natural e pela mesma formula.
Estas suposições emergiram como resultado dos meus cálculos e modelos teóricos elaborados pelo método da anatomia comparada entre todos os sistemas naturais conhecidos, de átomos a galaxias a cérebros. Como os modelos estão sugerindo que esta formula e’ constituída de fótons (biofótons) eu suspeito que o fenômeno da múltipla personalidade tem origem num defeito do “big bang” inicial de um indivíduo onde, ao invés de apenas uma copia da formula se manifestar, ao evento convergem varias copias ao mesmo tempo, consolidando algo como uma superposição quântica de camadas de luz, a qual se fixa durante a vida do individuo ( não admira que a DPI foi constatada laboratorialmente apenas em relacao a cegueira, que justamente envolve a luz).

Sei que resumir a coisa assim fica difícil de entender, para isso seria necessário dar uma olhada no meu website, nos modelos, na formula e nos métodos utilizados. Mas se temos um parâmetro real, físico, visível aqui perante nossos olhos, explicando a relacao de uma consciência sendo construída por múltiplas microscópicas consciências, para que vamos rebuscar teorias metafísicas? Estes exercícios filosóficos mentais são bonitos porem complicam, desviando a razão para uma área que cheira `a mistica desnecessariamente. Esta faltando a navalha de Occam para estes filósofos.

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Analise do texto e pesquisa dos links:

Distúrbio da personalidade múltipla – oficialmente conhecido como Distúrbio da Dissociativo de Identidade (DDI) – e’ uma condição na qual a psique dá origem a múltiplos centros de consciência operacionalmente separados, cada um com sua própria vida interior privada. Foi constatado laboratorialmente primeiro com a mulher que esporadicamente afirmava estar cega nada vendo apesar de ter os olhos normais e abertos, e o MRI constatou que a parte do cérebro relacionada com a visão estava inativa. Porem quando a mulher dizia estar vendo tudo, a mesma região estava ativa.

Realidade física e o problema difícil da consciência

De acordo com a visão metafísica dominante do fisicalismo (segundo a teoria do fisicalismo, todos os aspectos da realidade, inclusive estados mentais e afetivos, somente adquirem plena compreensibilidade e concretude se analisados como realidades físicas), a realidade é fundamentalmente constituída por coisas físicas externas e independentes da mente. Os estados mentais, por sua vez, devem ser explicáveis em termos dos parâmetros dos processos físicos no cérebro.

Um problema-chave do fisicalismo, no entanto, é sua incapacidade de compreender como nossa experiência subjetiva – como é sentir o calor do fogo, a vermelhidão de uma maçã, a amargura da decepção e assim por diante – poderia surgir de meros arranjos de coisas físicas.

O Problema difícil da consciência

Entidades físicas, como partículas subatômicas, possuem propriedades relacionais abstratas, como massa, spin, momentum e carga. Mas não há nada sobre essas propriedades, ou sobre a maneira como as partículas são organizadas em um cérebro, em termos das quais se pode deduzir como é o calor do fogo, a vermelhidão de uma maçã ou a amargura da decepção. Isso é conhecido como o “problema difícil da consciência”.

Panpsiquismo

Para contornar esse problema, alguns filósofos propuseram uma alternativa: essa experiência é inerente a toda entidade física fundamental na natureza. Sob esse ponto de vista, chamado “panpsiquismo constitutivo”, a matéria já tem experiência desde o início, não apenas quando se organiza na forma de cérebro. Até mesmo partículas subatômicas possuem alguma forma muito simples de consciência. Nossa própria consciência humana é, então, alegadamente constituída por uma combinação das vidas interiores subjetivas das inúmeras partículas físicas que compõem nosso sistema nervoso.

Problema de Combinação de Mini-Consciências

Como nada na ciência e na filosofia é muito fácil de ser explicado, o panpsiquismo constitutivo tem um problema crítico próprio: não há nenhuma maneira coerente de esclarecer como os pontos de vista subjetivos de várias partículas subatômicas poderiam se combinar para formar pontos de vista subjetivos de nível mais alto, como o meu e seu. Isso é chamado de “problema de combinação”.

Resposta da Matrix/DNA: Eles não se combinam, e sim se agregam pela evolução de um sistema inicial que foi fragmentado e volta a se reconstituir.  Exemplo: o genoma dos pais e’ um sistema dividido em duas copias diferenciadas que se fragmentam na fecundação para suas partículas genéticas se amalgamarem e tornarem-se um só sistema, igual ao anterior, com a maior complexidade emergida da mistura.

Cosmopsiquismo ou Idealismo

Uma forma de resolvê-lo é postular que, embora a consciência seja de fato fundamental por natureza, ela não é fragmentada como matéria. A ideia é estender a consciência para todo o tecido do espaço-tempo, em vez de limitá-la às partículas subatômicas individuais. Essa visão – chamada de “cosmopsiquismo” na filosofia moderna, mas que pode ser reduzida ao que classicamente tem sido chamado de “idealismo” – é que existe apenas uma consciência universal. O universo físico como um todo é a aparência extrínseca da vida interior universal, assim como o cérebro e o corpo vivos são a aparência extrínseca da vida interior de uma pessoa.

Resposta da Matrix/DNA: Na formação de um novo cérebro humano, emerge uma nova consciência sem conhecimento que e’ copia de uma existente consciência com conhecimento, a de seus pais, ou da especie humana. Porque não também em relacao ao sistema natural que esta se desenvolvendo dentro do Universo? Cada forma de vida em cada galaxia e’ uma nova consciência sem conhecimento que e’ copia de uma consciência com conhecimento do sistema antes e alem do Universo. Não se pode no entanto que pode-se estender esta consciência extra-universal a todo espaço-tempo existente, porque podem existir outros universos, populações de universos, cada qual com uma consciência distinta. E indo mais alem, pode ser que todas as distintas consciências de todos os universos sejam produzidas por uma consciência ainda superior a elas…  

Uma Unica Consciencia Universal se contradiz com as diferenciadas consciencias individuais?

Não é preciso ser um filósofo para perceber o problema óbvio dessa última ideia: as pessoas têm campos de experiência particulares e separados. Normalmente, não podemos ler os pensamentos de tudo que existe, nem estamos cientes do que está acontecendo no universo o tempo todo, certo? Seria bom, mas…

Portanto, para que o idealismo seja sustentável, é preciso explicar – pelo menos em princípio – como uma consciência universal dá origem a múltiplos centros de cognição privados, mas simultâneos, cada um com uma personalidade e senso de identidade distintos

Resposta da Matrix/DNA : Não existe esse problema quando entendemos que no Universo esta ocorrendo um processo de reprodução genética. Os genes são individualizados e separados na formação de um novo corpo enquanto o corpo não existe ainda no interior do universo ovular. Mas antes deste processo de embriologia eles se juntavam numa só consciência ( ou um casal de corpos de uma só especie) e depois do corpo formado voltam a ser uma consciência.

Solucao final academica: O DDI deve acontecer na relacao entre nossas consciências e a consciência universal. Os alter-egos

É aqui que entra a dissociação. Sabemos empiricamente que a consciência pode dar origem a muitos centros operacionalmente distintos de experiência simultânea, cada um com sua própria personalidade e senso de identidade.

Portanto, se algo análogo ao DDI acontece em um nível universal, uma única consciência universal poderia, como resultado, dar origem a muitos alter egos com vidas internas privadas, como a sua e a minha. Nesse caso, todos seríamos alter egos da consciência universal.

Se alguma forma de DDI universal acontece, os alter egos da consciência universal devem ter uma aparência extrínseca. Kastrup teoriza que essa aparência é a própria vida: os organismos metabolizadores são simplesmente o que os processos dissociativos de nível universal parecem.

Conforme ele explica ao portal Scientific American, o idealismo é uma visão tentadora da natureza da realidade, na medida em que elegantemente contorna dois problemas indiscutivelmente insolúveis: o problema difícil da consciência e o problema da combinação. A dissociação oferece um caminho para explicar como uma consciência universal pode se tornar muitas mentes individuais, proporcionando uma maneira coerente e empiricamente fundamentada de dar sentido à vida, ao universo e a tudo que existe.

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O artigo acima e’ traducao compilada de:

https://blogs.scientificamerican.com/observations/could-multiple-personality-disorder-explain-life-the-universe-and-everything/

Could Multiple Personality Disorder Explain Life, the Universe and Everything?

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Ver outros links nos dois artigos acima relacionados ao tema:

 

Adolescentes atuais apreciam Filosofia, apesar do esforço acadêmico em elimina-la

segunda-feira, abril 9th, 2018

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Grande noticia e oportunidade.  

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2018/04/09/filosofia-vira-aula-pop-entre-adolescentes.htm

Filosofia vira aula pop entre adolescentes…

” Em um momento em que a Filosofia perdeu espaço na grade curricular do ensino médio como uma disciplina obrigatória – o texto da reforma não coloca Filosofia e Sociologia como disciplinas específicas, mas como “estudos e práticas” …

Ver:

No Youtube: Alimente o Cerebro ( com 100.000 seguidores)

Na Netflix, a serie Merli

A Filosofia na Ciência e’ especulação inútil?

quarta-feira, fevereiro 14th, 2018

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https://universoracionalista.org/a-filosofia-da-ciencia-nao-e-especulacao-inutil-ela-nos-torna-cientistas-melhores/

A filosofia da ciência não é especulação inútil – ela nos torna cientistas melhores

E meu comentario enviado ao artigo em 2/14/18 ( aguardando moderação)

Penso que sem a filosofia naturalista os cientistas se tornam atiradores cegos e marionetes de manipuladores com interesses pessoais que não a busca de conhecimento. Vou tentar citar uns dois exemplos:1) Os cientistas se dividem entre deístas e ateus mas ambos acreditam nas origens da vida de maneira que ela aconteceu espontaneamente sem ter sido um mero prosseguimento evolucionário vindo da anterior evolução, dita cosmológica. Então temos esse exercito de cientistas na correria da busca de LUCA – the last universal ancestor – crendo que vão acha-lo fresquinho saindo de reações químicas entre os inorgânicos. Por separarem arbitrariamente a posterior evolucao biologica da anterior evolucao cosmologica, nao atentam para a busca de um elo evolucionario entre as duas historias. Assim criam um abismo entre dois blocos da historia natural e para preencher este abismo tem que recorrer ao imaginario: os ateus crendo num acaso magico e os deistas buscando provas do inteligente designer. Eu posso ser um lunatico anormal, mas para mim nao consigo entender como esta funcionando essa mentalidade. Por tudo o que e’ sagrado neste mundo, a Razao determina que a primeira celula biologica tem que ter sido gerada pelo sistema mais evoluido da evolucao cosmologica. Entao podem estarem tropecando na solucao, no elo perdido, sem o verem, pois nao o estao procurando. Mas o que tem a filosofia a ver com isto? Ora, e’ dom do filosofo buscar o conhecimento do que o mundo empirico e cientifico possui de dados reais e ficar jogando de quebra-cabecas, tentando conectar estes fatos para ver se extrai a grande figura. E quando o filosofo faz isso, ele tem que conectar as informacoes da evolução universal em nao separa-la. Copérnico, Einstein, Darwin, etc., não foram atiradores manipulados ou as cegas eles pensaram filosoficamente antes e perceberam que havia uma direcao de busca que a pratica cientifica reducionista não pode apontar. Quando eu pensei como filosofo ao tentar montar o quebra-cabecas facilmente desenhei a face do elo perdido e estou a sua procura, sabendo que na sopa dos inorganicos havia algo mais, e decisivo.

2) E’ impressionante o montante de videos no Youtube com fotos registrando Orbs e coisas que parecem insetos transparentes (pesquisem por exemplo Rick Kane). Muitos dos autores dizem que ja comunicaram organizacoes cientificas sugerindo metodos e instrumentos para capturarem estas “coisas”, mas o desprezo pela proposta e’ inquebrantavel. Porque? Porque tais “supostos” fenomenos foram antes impregnados com termos como paranormal, fantasmagorico, etc. ? Nao tanto, o motivo principal e’ que nenhum dos capitalistas financiadores da ciencia estao vendo alguma possibilidade de lucro imediato nisso. Um autor diz ter constatado que as “coisas” evitam o infra-vermelho, sao invisiveis `a nossa luz visivel, porem captadas por flashes. Nao e’ questao de acreditar ou nao, a Ciencia nao tem opiniao, tem fatos a pesquisar. Podemos estar perdendo a oportunidade de ter os primeiros sinais das realidades existentes em mundos paralelos revelados pelas outras 4 faixas das radiacoes eletromagneticas porque a Ciencia nao esta cumprindo o que veio a fazer tal como formulado pelos fundadores iluministas. Mas quem esta sugerindo que existem realidades que nao percebemos porque o espectro eletromagnetico sugere isso? Novamente a filosofia que tem tentado conectar as diferentes faixas da luz numa grande quadro inteligivel.

Do hermafroditismo ao bissexual: Qual a causa dessa transformação? A versão da Matrix/DNA

segunda-feira, janeiro 22nd, 2018

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No site Filovida foi publicado este artigo que sucitou um comentario da Matrix/DNA copiado abaixo ( nao foi publicado no envio, talvez aguardando moderacao. Verificar)

http://filovida.org/blog/2015/12/06/a-arche-dos-sexos/

A Arché dos sexos

E meu comentario enviado em 22/jan/18

Louis C. Morelli:

Bruno, se você aprecia raciocinar este tema,existe uma nova “visão do mundo” que sugere bastante “food for thought”. Ela tende a unir os 10 bilhões de anos da evolução comologica com os ultimos 3,8 bilhões de anos da evolução biológica numa unica linha de evolução universal. Então ela sugere novos modelos teóricos ( como são os ditos “cientificos”) de átomos e astronômicos que apresentam de forma rudimentar as propriedades que mais tarde são encontradas mais evoluídas definindo os seres vivos.

E nestes modelos, tanto o hermafroditismo quanto a divisão dos seculos existiram muito antes das origens da vida, em níveis eletromagnéticos, mecanicistas, etc. E’ incrível como estão representados no modelo dos building blocks das galaxias, as formas dos órgãos genitais, a ejaculação dos espermatozoides e movimentos destes no espaço sideral, a embriogênese dos corpos, etc.

Se estes modelos forem os corretos, nasce um nova possibilidade sobre o mistério do porque uma célula hermafrodita se tornou bissexual: “Existe um unico sistema universal que se formou com o Big Bang e vem evoluindo, chegando `a forma humana. Então átomos, galaxias, são formas evolucionarias deste sistema, da mesma maneira que são células biológicas, corpos humanos. Toda vez que o sistema vai se transformar numa nova forma se repete um ciclo, em que a ultima forma se divide em duas forças iguais ou simétricas no genótipo porem opostas no fenótipo. Isto gera a famosa dualidade universal que produz o quente e o frio, o grande e o pequeno, etc. Inicialmente estas duas opostas se chocam em conflitos competitivos, com isso alimentam o caos ambiental que já foi produzido pela entropia que fragmenta a ultima forma, ate chegarem a um ponto de exaustão quando então começam a se aproximarem e unirem-se, terminando numa nova forma completa onde os dois se juntam num só corpo.

Segundo essa nova cosmovisão que se chama Matrix/DNA ( porque ela apresenta uma formula dinâmica que se encaixa como template para todos os sistemas naturais conhecidos, inclusive como sendo o template dos building blocks do DNA, o qual portanto, nada mais e’ que a forma biológica de uma Matrix universal), este ciclo ocorreu quando da nebulosa de átomos surgiram os sistemas estelares, quando da galaxia surgiu a célula vital, etc. No seu texto o método cientifico termina constatando a mudança do hermafroditismo para a sexualidade porem sem mostrar a causa dessa transformação, e os estudiosos relegam a uma hipotética “inteligencia” na Natureza como causa disso. Ora, não existe inteligencia na Natureza, a não ser, como diz a Matrix/DNA que a nossa embriogênese parece ser um projeto inteligente, o mesmo a genética, e então o que esta ocorrendo neste Universo-placenta nada mais e’ que um processo de reprodução genética do desconhecido sistema que existia antes do Big Bang. Por isso temos a impressão de inteligencia na Natureza. Se o post não te interessa, desculpe-me, pois eu gosto de conhecer todas as perspectivas… “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”, e’ o website desta cosmovisão.

Frases para a Matrix/DNA: ” O Todo, em Tudo”

segunda-feira, janeiro 22nd, 2018

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” O Todo, em Tudo”

Anaxágoras, me parece o nome, e parece ser um filosofo grego, parece que foi quem disse isso. Tratava-se de um assunto da filosofia mas que também era comentado entre padres do oriente cristão. Estes padres que se recolhiam isolados por dias, semanas, em jejum e meditação, diziam que a alma humana esta acima do humano natural e seus limites, ao que chamavam de “nus”( significava o intelecto, ou o espirito), ou algo parecido. O Nuns estaria acima do Logo, que significa a razao. Isto ia bater com o assunto na filosofia.

Para a Matrix/DNA, varias vezes a leitura e interpretações de seus modelos teóricos tem sugerido que a Natureza pratica a nanotecnologia, quando ela colapsa uma grande arquitetura mas mantendo sua infra-estrutura. Como e’ o caso de um adulto da especie humana com 100 quilos e dois metros ser reproduzido num genoma microscópico. Então vamos reservar esta lista para acrescentar os itens onde os modelos sugerem que o todo esta em tudo:

  1. Um fóton e’ uma copia miniaturizada do inteiro corpo da onda de luz de onde ele se desprendeu;
  2. A galaxia ( ou os building blocks dela) se projeta em inteiro através de sua luz estelar e outras, e fragmentadas em fótons eles penetram elétrons de átomos na superfície da Terra. Na tendencia e tentativa de reproduzirem o sistema de onde vieram, produzem os 3 bilhões de anos da abiogênese e terminam por criar a célula biológica, a qual imita a infraestrutura funcional do sistema astronomico;

PESQUISA:

Anaxagoras

Googlar : o todo em tudo”

Nuns (?)

Respeitáveis argumentos questionando a nossa posição como filósofos naturalistas e a teoria acadêmica da abiogêneses

segunda-feira, dezembro 18th, 2017

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Comentario extraido do youtube sobre o video:

https://www.youtube.com/watch?v=xyhZcEY5PCQ

niwrad – publicado mais ou menos em 30/11/2017

This video is a pseudoscience dressed up as science for the purpose of promoting a philosophy of naturalism – the belief that every phenomena that exists in nature is the product of natural processes.

Well, when we compare scientific knowledge about the behavior of natural processes with the naturalistic belief that these processes produced the collection of matter with the ability to use surrounding material to reproduce and maintain its structure(life), the pseudoscientific character of this belief is obvious. Every instance of knowledge gained through observation and experimentation shows that all processes in nature head toward a state of minimum total potential energy and NOT toward a state that will provide a collection of matter the ability to use surrounding material for its reproduction and maintenance. So believing in abiogenesis is believing that nature can do something we know from observation and experimentation it can’t do.

Este vídeo é uma pseudociência vestida como ciência com o objetivo de promover uma filosofia do naturalismo – a crença de que todo fenômeno que existe na natureza é o produto de processos naturais.

Bem, quando comparamos o conhecimento científico sobre o comportamento dos processos naturais com a crença naturalista de que esses processos produziram a coleção de matéria com a capacidade de usar o material circundante para reproduzir e manter sua estrutura (vida), o caráter pseudocientífico dessa crença é óbvio . Toda instância de conhecimento adquirida através de observação e experimentação mostra que todos os processos na natureza se dirigem para um estado de energia potencial mínima total e NÃO para um estado que providencie uma coleção de matéria a capacidade de usar o material envolvente para sua reprodução e manutenção. Então, acreditar na abiogênese é acreditar que a natureza pode fazer algo que sabemos de observação e experimentação que não pode fazer.

Resposta da Matrix/DNA:

De fato, eu desconheço na natureza alguma outra situação onde um certo arranjo de matéria torna-se auto-reprodutivo. Quanto ao segundo argumento, de que não existam parâmetros para uma porcão de matéria que mantenha sua estrutura não existem nem nos dados reais científicos, pois tudo esta sujeito a entropia e decai. Mas existem situações em outras circunstancias onde uma porcão de matéria mantem por um certo tempo sua estrutura e com um potencial inicial de energia: átomos, sistema estelar, galaxias. Ou não?

Voltando ao primeiro argumento, o fato de eu desconhecer não significa que não exista. Mesmo assim, temos um racional e forte modelo teórico – desconhecido da comunidade cientifica – em que uma simples porção de matéria seja reproduzida, pelo processo da auto-reciclagem. E’ o nosso modelo sobre os building blocks dos sistemas astronômicos. E neste modelo, a porcão de matéria formando uma estrutura utiliza material circundante, que e’ a energia de uma estrela fora do sistema.

Mas como se trata de uma teoria ainda não provada, o argumento contra a filosofia naturalista e’ respeitável, o que serve também inclusive para nos, defensores desta teoria não-cientifica que interpreta os fenômenos naturais por uma perspectiva diferente da visão cientifica acadêmica,  questionar a teoria da abiogêneses.

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O argumento matematico

Mathematics also contradicts this naturalistic belief since life is just a specific arrangement of matter, and in order for natural processes to find it, they must scan through its various arrangements. But given the fact that the ratio between non-living and living arrangements of matter is many orders of magnitude larger than the total number of matter rearrangements in the history of Universe, it is mathematically impossible to find life through matter rearrangement process.

Simply put, science disproves philosophy of naturalism, and shows that this video is a pure propaganda.

Grande critica ao pensamento filosofico materialista ( vulgo cientista)

quinta-feira, novembro 9th, 2017

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(Obtido num debate no YouTube, video “Origens da Vida…”

Annoyingly fallacious mentality. Obviously you don’t know any scientists. If you did, you’d know these statements that you made about ridicule are stupid. You see pop culture scientists do it, scrubs like Tyson so, you think all scientists are cocky, rock-star wannabes. Also. this isn’t a science journal. However, lets use your obvious attempt to pigeon hole normal people who want to discuss these barely intelligible theories.

Copernicus, Galileo, Newton and Einstein can all be discounted because of a total lack of “impact factor.” They were reviewed by their peers.

And it was strong across the board that their contemporaries thought some of their ideas were absurd. So, there’s that to deal with. Any impact factor generated by circulating their works posthumously doesn’t count, those aren’t peers.

As usual a BS double standard in order to co-opt a discussion and kill it. Which, is exactly what you did.

Here’s how the two main paradigms work:

S v R

Religion makes you a sinner if you DO believe. What else would we need Baby Jesus for?

Science makes you ignorant, stupid or insane if you DON’T believe. (Yes. I’m quoting the R-tard Dawkins).

Not hard to see why so many choose science.

Go along to get along. In fact, Christians by the hordes accept evolution. I am not Religious. Don’t believe in any form of God(s), I have ever heard of. Just to be clear. If science was as absolute, as you claim it is, we wouldn’t even be having this discussion. It would be an actual fact, not one by default. (This video is proof of how much evidence you don’t need to have. It was disingenuous on many accounts.) Fact by default? Gravity, Heliocentric model and Evolution (to name a few) are only taken as fact because they feel it’s tested enough and won’t be proven false. That’s it. That’s the only reason scientific theories are “fact.” But that’s what happens when you stray from actual science to Empiricism and Inductive reasoning. Empiricism – Sensory Data. Inductive Reasoning – Probability (in many theories massively low probability) Interesting FACT. Look up Empiricism. It’s also a theory. either way, right off the bat, this is a formula for horrible and erroneous so-called science. Remember Aquatic Ape Theory, Piltdown man, Haeckel’s embryology? Walking whale fossils (rodhocetus), that was a fun one. Many people don’t even know that these were fake or erroneous to this day. You’re using this peer review crap to trap people and quoting crap verbatim that you clearly don’t understand yourself. Obviously, most, if not all pop culture scientists will agree with each other If not, you can just be dismissive, right? Like Krauss, when real scientists blasted his BS about Quantum Religion. Dawkins and Krauss write and argue like philosophers because they are. Doesn’t matter how much they paid for their education and what it is in. Recognize this, there are two types of science. Science you actually use (at your job for example), and science you can only talk about, because it doesn’t exist anywhere in real life.

Filosofia, contemporanea: The Philosophers Magazine

domingo, outubro 8th, 2017

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http://www.philosophersmag.com/

Esperar resultado ( do governo) em 10/out. Se positive, completar subscricao (U$ 6,00 ) e ler primeiro o artigo sobre a a Natureza da Vida…

Meditacao Transcendental da Matrix (1)

quinta-feira, setembro 7th, 2017

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A Cosmovisão da Matrix foi feita de meditações inquiridoras que suscitam pesquisas na matéria e noque  existe de conhecimento empírico e cientifico para calcular, coordenar e checar as soluções que surgem nestas inquirições. Mas muitas das inquirições se perdem, se continuidade. Para evitar essa perda, vou tentar abrir mais este tópico em que cada inquirição sera registrada pela escrita como um capitulo. Portanto a inquirição de hoje vai aqui como capitulo 1.

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Elementos levantados na inquirição:

  • Quando um corpo humano vai passear no parque, é o cérebro que segura uma cordinha prateada ( cordão umbilical) puxando na ponta da cordinha uma criança-consciência, ou é uma criança-consciência segurando uma corda e puxando na outra ponta da corda um cérebro velho? Quem dirige o passeio no parque? E’ o cachorro puxando o dono ou o dono dirigindo o cachorro? Mas, raios, o que isso tem a ver…?!
  • Eu nao consigo olhar para dentro do meu corpo e ver meus orgaos funcionando. So sei que tenho figado, estomago, coracao, porque vejo isto em imagens tiradas de outros corpos iguais ao meu. O meu cerebro nao consegue olhar para dentro de si e ver seus orgaos. So sabe que tem hipocampo, pineal, e que é dividido em duas partes porque vê imagens de outros cerebros iguais. Muito pior ainda é que eu nao tenho visao capaz de ver as coisas microscopicas do meu corpo, nem mesmo uma celula, quanto mais os meus atomos, as minhas particulas dentro dos meus atomos… O cerebro tambem nao pode ver seus neuronios, suas particulas, nem suas sinapses. Mas o maior problema nosso é que temos de dar um jeito de ver os fotons dentro dos eletrons dentro dos atomos dentro das celulas e do sangue, pois os fotons carregam o segredo revelador da nossa existencia. Eles sao os genes que vem da nossa criadora – The Mother Milk Way – e como entender a nos, a nossa existencia neste mundo, sem entender a materia de que fomos feitos? Nos nao conseguimos ver atomos e particulas mas tecnologicamente criamos extensoes da nossa visao que nos permitem ve-las. Precisamos agora desenvolver esta tecnologia para chegar ao ponto de ver dentro das particulas, os fotons. E ver as sinapses que eles produzem, a network de interacoes que eles criam e na qual se ligam, uma rede invisivel entre eletrons de todos os atomos, cuja rede deve estar formando ou tentando formar uma replica funcional da formula da Matrix.
  • A humanidade é uma entidade de um sistema social entre humanos, assim como a nossa consciencia é uma entidade de um sistema denominado “cerebro”, o qual nasce de outro sistema denominado “organismo”. A nossa consciencia é uma entidade que esta firmada em cima de um sistema ja bem evoluido, quase replicando a formula da Matrix. Porem, a humanidade é uma entidade ainda muito difusa, inconsciente, porque o sistema social ainda esta nos seus principios de formacao a qual tambem sera’ uma replica da Matrix. As peças do sistema social ainda sao muito imperfeitas. Assim com o a mente nos seus primordios tinha as peças de seu sistema nervoso muito imperfeitas, e devia fazer esforco tremendo para exercitar otimizando as peças, nas suas necessidades de buscar alimento ou escapar de predadores ou mesmo, agarrar as presas, mas ela conseguiu desenvolver algo ao ponto do cerebro que tem hoje. Assim o inconsciente coletivo que é a entidade da humanidade como o conjunto dos individuos humanos, deve estar tentando desenvolver suas peças. Mas que peças sao estas? Ora, sao grupos de humanos especializados numa funcao especifica social. Mas isto é mal, humanos nao podem serem peças de uma maquina funcionando perfeitamente. Mas tambem sabemos que humanos nao podem existirem apenas na boa vida, somos filhos das necessidades e os produtos que satisfazem estas necessidades nao caem do céu, entao humanos tem que dedicar algum tempo por dia para o trabalho maquinal. Entao por ora a conclusao é que temos de planejar e lutar pelo sistema social ideal o qual terá que ter humanos sacrificando algumas horas por dia para se manterem vivos… o segredo estará em conseguir que todos façam isso. E para isso é preciso exorcizar da psique humana os tres instintos herdados dos animais: os instintos para grande predador ( classe aristocratica), para medio predador (classe media) e para presa (classe proletaria). Os tres comportamentos estao errados, temos que ser contra os tres. Em seguida precisamos investir a mente na tecnologia que vá substituindo-nos deste trabalho maquinal, porem, se nao investirmos na motivacao da mente para continuar desejando sua evolucao, estará tudo perdido, vamos para o mesmo destino dos dinossauros. Entao, quais sao as peças sociais para montar a sociedade como replica da formula da Matrix? Como lapidar e aperfeicoar as peças imperfeitas, defeituosas, como estao hoje?
  • Imaginemos a seguinte situacao: Havia um homem e uma mulher, ambos na casa dos 25 anos. E chegaram a um acordo: vamos fazer um novo ser humano. Entao a mulher falou: ” Vou fazer o bolo dentro da bexiga plastica recheado com o liquido-nectar”. O homem disse: ” Vou fazer o veiculo-rabinho para transportar a minha parte para dentro do bolo”. Em seguida a mulher e o homem fizeram cada qual uma copia nanotecnologica de si mesmos e a mulher colocou isso – seu genoma – dentro de uma bolinha, e colocou a bolinha dentro do liquido-recheio do bolo. Enquanto isso o homem colocou sua copia dentro do veiculo, e o arremessou na direcao da bolinha. Entao no centro da bolinha apareceram as duas metades da formula da Matrix. Logo que se viram correram a se abraçarem, comecaram a dançar, e nunca mais se largaram. Comiam e bebiam usando canudinhos que atravessavam o liquido e capturavam nutrientes na massa do bolo, agora chamada de placenta. Assim foram crescendo e se dividindo, em copias iguais mas com um minimo de diferenca entre elas, as quais foram se organizando segundo o molde da formula, ate que um novo humano estava pronto para sair da bexiga plastica e aflorar para o mundo externo perante as vistas do homem e da mulher.

Bem, o que quero dizer com essa imaginacao é que assim como foi o processo de fazer um novo humano, foi o processo de fazer uma bola chamada universo e dentro dela, a vida. O que temos a fazer agora é colher todas as informacoes que temos da vida, do universo, as teorias de suas de suas origens, para calcular corretamente como foi esse principio e tentar fazer o retrato falado, imaginado a partir destas informacoes, sobre o que existia antes do universo que fez o papel do homem e da mulher. Foi assim que surgiu a cosmovisao da Matrix/DNA, uma maneira de ver o mundo e o significado da nossa existencia nunca imaginada antes. Claro, ela ainda esta’ em processo de acabamento e preparada para ir sofrendo as mutacoes corretivas. Por exemplo, até agora tenho apostado que o veiculo feito pelo homem é ondas de luz, o liquido que recheia o bolo é a dark matter ( ou o éter, etc., voce escolhe o nome que preferir para a substancia do espaco), a placenta é o universo ou a bolha cosmica que esta no lugar da bexiga plastica feita pela mulher… e atomos e galaxias foram as formas anteriores do corpo crescendo no meio do liquido. As copias nanotecnologicas do homem e da mulher sao a formula da Matrix/DNA. Os genes que vieram de fora do universo sao fotons, particulas dentro das ondas de luz. O encontro entre as duas copias no meio do ovulo foi o Big Bang. E assim por diante. O grande misterio continua: quem fez o papel do homem e da mulher antes do Big Bang?!!!

Mas, falando serio, esta é uma busca, pesquisa, colossal, temos muito que descobrir, aprender, principalmente desenvolver a tecnologia que nos torne capaz de ver os fotons. Cada foton é uma informacao da formula da Matrix, e para ser assim, cada foton deve ter uma genotipia e fenotipia especifica, uma forma externa adequada para implantar sua informacao seja em qual ambiente estiver. Os fotons geram tentaculos, longos bracos, os quais usam para se inter-conectarem, e como sao objetos de luz, estes longos bracos se assemelham as sinapses entre os neuronios, eles formam redes de network sempre no trabalho de construir uma replica da formula da Matrix adequada para fazer um estagio da evolucao do corpo aqui sendo desenvolvido. Temos que ver seus comportamentos, suas netwroks, aprender a manipula-las para ajuda-las a conseguirem seu intento. Afinal, já to cansado, com o saco cheio de ficar dentro desta placenta de neuronios que forma este cerebro dentro deste ovo escuro cuja casca é de osso bruto. Ja estou com calos em algumas partes da bunda, quero sair para fora, abrir meus olhos de consciencia e ver a luz do mundo por mim mesmo. Para entao descobrir que sou mera  celula de um corpo consciente em formacao maior, do tamanho deste universo, sendo as outras celulas seres de bilhoes de outros planetas que eu nunca imaginei existirem. Ai vai comecar nossa luta para sair fora de outro ovo, agora o Universo. Para botar nossa cabeca para fora e ver quem esta sorrindo e de braços abertos esperando o nosso nascimento e ai vamos exclamar: ” Ah… foi voce(s) que aprontaram aquela do Big Bang, hein?…” Por isso busco e pesquiso e fico danado por não poder desenvolver esta tecnologia,.. cientifica.

Filosofos: Como Interessar o Publico no Seu Tema?

sábado, agosto 5th, 2017

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Why Philosophers Fail to Influence Public Debate—and How They Can Do Better

http://quillette.com/2017/08/02/philosophers-fail-influence-public-debate-can-better/

We all know that philosophers are expert thinkers but most philosophers, and especially moral philosophers, want to change the world as well. As Plato noted, once one has ascended to the pinnacle of wisdom, or at least successfully defended a PhD thesis, it is hard to resist the temptation to come back down again and help to spread the light to others.

However, for most of us, the idea of actually succeeding at this is little more than a dream. Attempts to get heard often end up backfiring or simply proving a waste of time and energy. Even philosophers whose work is in areas of real public interest, such as applied ethics, can struggle to get a hearing above the noise of pundits, preachers and politicians whose views, though ill-considered and even inconsistent, are far easier on the ear and offer people a sense of certainty in a baffling world.

At a recent workshop on Personal Identity and Public Policy held at Oxford, we considered what to do about this problem. Our shared interest was in what makes people – well, people. In particular, what makes me the same person when I am young as when I am old. The answer to this question is vital to many issues, from health care to criminal justice, emerging technologies to the diagnosis of death. However, these are often issues on which people, including doctors, lawyers and scientists, have already made up their minds. So why should anyone care what philosophers think about them?

Whose problems are these anyway?

Here’s an example. Should people be punished for crimes they committed in the distant past? It seems pretty obvious that we should only punish a person for a crime if we are reasonably convinced that they are the same person who committed that crime. However, on many views of personal identity, once enough time has passed between the commission of the offence and the punishment, then, even if the criminal is still alive, they will no longer be the same person that they were and so could not deserve punishment.

One critical issue for philosophers is that having considered a problem like this for many years, we tend to think about it in fundamentally different ways to people coming to it for the first time. For us, there is nothing wrong with asking questions such as ‘is there really a moral distinction between punishing somebody many years after they have committed a crime, and punishing someone who never committed any crimes to begin with’. However, for many people such questions appear heretical at best and incomprehensible at worst.

Therefore, before we can hope to engage in genuine public debate, and still be taken seriously, we need to find ways of addressing problems that people actually have. To articulate views in a way that can have an impact it is necessary that they are located within an area of debate for which their relevance is clear and easy to understand. Furthermore, while philosophers like to deal with arguments and arguments alone, most non-philosophers deal mainly in conclusions. A view, no matter how well expressed and cogent it may be, whose implications are unclear or unacceptable to a mass audience may well be worth pursuing academically, but will not be of wider interest – at least not without a lot of hard work.

So, while, for philosophers, there is a simple matter of principle here, there is no chance of making any progress unless we recognise that the conclusion that rapists and murders should avoid being convicted of their crimes is probably a step too far. Best then to restrict oneself, at least in the early stages, to cases in which our conclusions appear less outrageous – for instance to crimes that depended more upon the identity of the criminal to begin with, such as fraud or conspiracy.

Making friends – in high places

The next problem philosophers face is that, much as we hate to admit it, we don’t have all the answers. Getting moral philosophy right is an important part of good decision making, but it is only one part. Public debates, however, tend to focus on a whole package, means, motivation and opportunity, and if philosophers cannot find ways of speaking to all these things our opinions will only ever play a marginal role.

A first question is whether philosophers tend to agree amongst themselves. Let’s return to the issue of criminal responsibility. As I mentioned earlier, some scholars take the view that one is simply not the same person in one’s old age as in one’s youth, one is merely a ‘successor self’. This view tends to be supported by those who believe that personal identity over time is a matter of ‘psychological continuity’, the degree to which our memories, intentions, beliefs, desires and personality traits vary over time. Given enough time almost all of us change psychologically, so philosophers who take this view find it easy to conclude that, in at least some cases, it is morally wrong to punish somebody for crimes from their distant past.

What of philosophers who do not share this view? The main alternative is ‘animalism’, the idea that personal identity consists in being the same biological organism over time. On this view, it is almost impossible, barring certain radical medical interventions, that somebody is not the same person in their old age as they were in their youth. However, many who take this view find, as a result, that personal identity over time is not so morally significant as we might think. Sure, punishing somebody for a historical offence is not the same thing as punishing an entirely different person, but why should their continuity as a biological organism matter to us when so many other morally interesting facts about them, such as their personality and behaviour, might have changed? So at least amongst philosophers, there is broad agreement about the conclusion that we should often not punish people for historical offences, even though there is less agreement on why this is so.

Building bridges outside of philosophy can be more difficult. While philosophers often find common ground with certain others groups, such as psychologists, sociologists and even criminologists, others who may have more of an impact on public debate, like economists and lawyers, have very well-defined conventions and norms.

It is invariably easier to influence a debate when someone is already interested in what you have to say, (procurar o publico certo), and more people are going to be interested in what philosophers have to say if this can easily express it in terms that are relevant to them and carry clear implications for the kinds of decisions they face. Often, it is only in trying to engage others that we find people who are prepared to listen and, through talking with them, find better ways to tell them what you have to say.

Getting one’s hands dirty

So, if philosophy is to live the dream of influencing public debate then philosophers must think a lot more about what we are saying, how we are saying it, who we are saying it to and why they might care. However, there is still one more thing that needs to be done, the hard bit, actually getting out there and saying it. This leaves philosophers with probably the biggest problem of all, where to start.

Is it better to write a book and become the ‘go-to academic’ on an issue in the hope that people will come and ask you about it, to talk to relevant policymakers and find out what they most want to hear or to take to the streets and shout at the top of one’s voice? Of course, this is not a question that can be answered once and for all. However, one useful proposal is often to find those people who one can influence most easily and who carry most influence over others. If this is a well-informed general public, then write a book, or better yet a series of blog posts. If it is a small group of specialist policy makers then go to them directly – sometimes it can be surprising how interested they can be (especially if they took a class or two in philosophy at university). Finally, however, if what one has to say is too big and too important to be left for others to help communicate it, then it’s probably time to get behind those barricades.

Anyone care to join us?