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Ciência e Corrupção Econômica: O mesmo processo que engana o povo, engana intelectuais e cientistas.

sábado, março | 12 | 2011

 A séculos certas máfias dominam a economia na Humanidade, o povo vê as noticias na televisão todo dia mas não é informado quem ou o que está por trás dos eventos. No ultimo século a Ciência vem conseguindo descrever todos os eventos que ocorreram para a origem do universo, da vida e sua evolução, cientistas e estudantes  assistem estas descrições mas não são informados sôbre as fôrças que estão por trás produzindo os eventos.

É no mínimo curioso êste paralelismo de ignorância entre povos e cientistas. A Natureza está sempre nos escondendo algo e parece que sua regra é: “Ou você busca se informar mais profundamente além das imediatas aparências ou serás ignorante e portanto débil e escravo”. Todo ser humano tem quer despertado para esforçar-se mais na busca das informações certas e não deixar-se dominar pela sua melhor acomodação na situação atual e local, pois um passo a mais e descobre-se que existe um nível superior de vida muito melhor do que aquêle que aceitamos como fatalidade e assim nos acomodamos.  

Vejamos na prática como isso funciona nos dois casos:

Cena 1: O trabalhador e a dona de casa tôdas as noites depois de um dia sacrificado no trabalho forçado instala-se confortavelmente no sofá em frente à televisão para assistir primeiro, o noticiário do dia. Na verdade a economia é o agente que mais produz as notícias, desde as passeatas , os indices da macro-economia mostrando elevação ou baixa na taxa de desemprêgo, no preço dos imóveis ou da gasolina, a compra ou venda de tal mega-emprêsa, a denuncia da secretaria contra o patrão por questões sexuais, o casamento de fulano com fulana, o ataque da guerrilha colombiana, etc. A televisão narra a ocorrência e rápidamente passa para os comerciais ou a nova noticia. E o casal de telespectadores pensa que é bem informado, e de acordo com as noticias êles concluem que nada mais têm a fazer que no dia seguinte se levantarem cêdo e repetir o dia anterior.

Mas quem procura mais informações geralmente em livros pesados e dificeis de ler, como por exemplo “O Capital” de Marx, “A Riqueza das Nações”, de Adam Smith, ou “O Protocolo dos Sábios de Sião”, ou ainda “A Ditadura dos Cartéis”, “A IOS e a Finança Mundial”, “A Industria farmacêutica e a segurança nacional”, “As Familias Rotchild e Rockefeller e os Bancos em Walt Street”, etc. e etc. , sabe que existem e quem são os manipuladores controlando os cordéis por trás dos acontecimentos  daquelas  meras narrações de noticias. E sabe que existem meios de combater e eliminar aquelas causas perniciosas e inimigas da Humanidade, mas nada pode fazer porque o que dá o poder aos manipuladores é justamente a ignorância do povão.

Cena 2: O estudante e cientista especializado em alguma área restrita dêste método cientifico reducionista assistem vídeos sôbre as origens e evolução do Universo e da Vida, e pensam que estão bem informados, acima da grande massa do povo ignorante e supersticioso. Mas os filmes, vídeos, palestras e mesmo a maioria dos livros n6estes temas se limitam a descrever os eventos. Por exemplo assista-se a série de vídeos do professor Jack Szostak, de uma universidade americana, intitulada “Origins The Series” onde tem a parte 1 com “The Origins of Life”, a parte 2 com “The Origins of Genetic Code” e assim por diante. O enderêço no Youtube é:   http://www.youtube.com/watch?v=rtmbcfb_rdc

Nêstes vídeos está tudo surpreendentemente descrito: começando a partir da matéria já tornada orgânica (quer dizer, dando o famoso salto no inicio), os vídeos vão descrevendo os eventos como o primeiro nucleotideo se duplicou e as cópias se alinharam formando RNA e DNA, como começou a competição e alimentação, como surgiu o código genético, etc. Qualquer ser humano racionalmente bem equilibrado sairá desta sessão de filmes com certas conclusões: a ciência, os cientistas, descobriram tudo, como tudo aconteceu pela simples suscessão de causas e efeitos, o universo todo estava tunelado para dar nêsse resultado que produziu coisas como a vida e inteligência humana, e estava tunelado por simples sorte nossa, pois devem existir muitos universos em que uma evolição nunca começou, ou ela parou em algum lugar, ou se desviou por outros caminhos. As histórias mentirosas dos antigos falando na existência de deuses, do paraíso, Adão e Eva, Jeová e Mahomé, tudo mentira deslavada, pura imaginação vagabunda e inconsequente. E assim o estudante ou o cientista especializado em geologia conclui que nada mais há para êle fazer senão amanhã cêdo voltar ao trabalho repetindo o dia anterior.

Tanto para o cidadão comum da primeira cena como os normais da segunda cena podem estarem (e de fato estão) cometendo um terrível equivoco pelo qual pagam muito caro e estão condenando seus herdeiros das próximas gerações ao mesmo sacrificio. Se o casal no sofá conhecesse  os agentes ocultos no poder, se desligassem a televisão em cada noticia e procurassem tôda e qualquer informação relacionada, se pensassem e trocassem informações e idéias com pessoas da mesma classe social, com os vizinhos do bairro, da cidade, do país, com os grupos internacionais… descobririam que os acontecimentos economicos não são simples efeitos das causas naturais e ações e reações dos elementos mostrados no noticiario resumido. Da mesma forma, se estudantes, intelectuais e cientistas especializados em disciplinas limitadas, desligassem o vídeo em cada um dos eventos narrados para tentarem entender o todo, como por exemplo, a replicação do primeiro nucleotideo: porque o nucleotídeo se replicou? Simples ação das forças atômicas de atração ou repulsão, da termodinâmica, do contexto ambiental? Mas quais foram exatamente estas fôrças, como elas estavam nos átomos, no sistema solar, no ambiente geral, antes dêste evento ocorrer? Porque na História de todo o Universo e da matéria nunca foi registrado nada se replicando antes? Como e porque tôdas estas fôrças convergiram exatamente para o mesmo e unico ponto das imensas dimensões do tempo e do espaço?!

Ao fazer isto o telespectador descobre que o vídeo apenas relata o que aconteceu com os elementos envolvidos no evento, mas nada sôbre o que dirigia estes elementos e o ambiente no local e momento do evento. Certamente não obterá respostas para suas questões nem no vídeo e nem com os autores do vídeo, pois êles não sabem, como a jornalista tambem não conhece as forças ocultas do que narra sorrindo para transmitir boa impressão.

Todos os eventos narrados no vídeo ocorreram dentro de um sistema astronômico e os elementos envolvidos são constituidos por elementos dos sistemas atômicos e sub-atômicos. Estes macro-sistemas e micro-sistemas são influenciados dentro de uma hierarquia de sistemas, e foram por sua vez produzidos por sistemas ainda mais alem, dos quais quase nada sabemos, como são os casos do universo ou possivel multi-universos atuando sôbre o macro, e da dimensão quântica atuando sôbre o micro. As máfias economicas tem o poderoso chefão, os gerentes, os chefes, os sub-chefes, de maneira que no noticiario só aparecem os agentes comprados por ultimo, como os politicos, os policiais, os bandidos, os presidentes das estatis, etc.  O povo ignora os sábios do sião, os Rotchild, os Rockfellers… quanto mais os poderosos chefões. Tal como a tribo dos quixoxó ainda primitiva e meio-perdida na selva amazônica entrega seu ouro em troca de bugigangas para outros nativos que viajam ao grande rio e vão entrega-lo nos barcos, e os quixoxós não tem a menor idéia que são explorados e estão pagando á uma civilização distante de cara-pálidas que se denomina de país, nação. De repente o clima em suas terras muda, a chuva vem como nunca antes, ou aparece um bombardeio de aviões de traficantes ou garimpeiros, ou seja, mil eventos podem ocorrer mudando sua história sem que eles jamais se apercebessem da existência de fôrças ocultas responsáveis para que os eventos se dessem daquela maneira. E se existe um império galáctico que venha a dar uma olhada por aqui a cada cinco mil anos, talvez buscar alguma colheita do que plantaram… como a tribo de negros no coração da África terá a noção de que pertencem a êste império se nem sabem que existem galáxias?

Eu tive uma péssima vida e culpo o péssimo desenho ou projeto dêste mundo mais as imperfeições dos humanos como a causa de minha vida estúpida. Aos humanos ainda dou um desconto porque na verdade são vítimas como eu. Sempre me preparei para o suicidio no dia seguinte, pois é mais inteligente ser o nada absoluto do que ser  um zumbí vivo torturado. Mas sempre tive essa teimosa idéia ou sonho de me vingar contra meus algozes – sejam deuses ou descomunais fôrças naturais – antes de cair definitivamente. E para empreender esta batalha, ou até mesmo tentar vencê-la, é preciso investigar e obter informações sôbre o inimigo. A vida humana pode ser muito melhor se os seres humanos atuarem da maneira certa, os que estão oprimidos não estão sendo os agentes intelectuais, então quem são os errados opressores intelectuais? Por isso lí uma montanha de livros e prestei uma atenção diferente aos eventos por onde andei. Mas a Vida em geral na Terra poderia ter sido muito diferente se tivesse havido um projeto inteligente e sensível, amoroso, aos seres viventes. Os fatos evidenciam o contrário. Então o que, ou quem, está errado e por trás das origens e manutenção desta Vida? Aqui não adianta buscar nos livros, nas universidades, nas igrejas, pois já fiz essa busca e retornei de mãos vazias. Então só me restou algo: prestar atenção aos elementos envolvidos e aos eventos que ocorrem sempre desenhando a melhor sugestão da força ou elemento que pode estar por trás dos elementos e eventos. Como o delegado pede ao desenhista um retrato falado do suspeito.

Então descobrí que o método da anatomia comparada entre dois conhecidos elementos constantes da linha evolucionária pode revelar a imagem de um terceiro elemento oculto nesta mesma linhagem, ou fora dela. Fui lá na selva bruta onde as origens aconteceram e devido não ter sido invadida pelo homem branco os elementos de hoje ainda podem ser as testemunhas dos eventos nas origens. Assim cheguei na Matriz/DNA. Ela corresponde ao retrato falado e preenche formidavelmente os requisitos que foram necessarios para ter sido o agente por trás de todos os elementos e eventos descritos naqueles vídeos.

Mas então percebí que estou retornando à estaca zero: de nada adianta uns poucos saberem quem é e onde está o mal, se a grande massa de estudantes e cientistas mantem-se acomodados na ignorância atual, e dão o poder para a Matriz/DNA continuar manipulando os cordéis de nós todos, como marionetes. E o pior: fazem isso com arrogância, rindo-se da ignorancia dos outros ignorantes!

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quarta-feira, março | 2 | 2011
The Mission For Every Human Being

The Mission For Every Human Being

Missão: A Transformação da Terra Num Planeta Ajardinado e Fundação de uma só Familia Universal Humana

Estás observando o que está acontecendo no planeta? Revoluções no mundo árabe, o polo magnético da Terra mudando e com outras causas planetárias produzindo os efeitos que nos surpreendem a cada dia na televisão, os segrêdos sendo revelados pela Wikileaks, uma avalancha de novos websites na Internet divulgando mensagens de “sêres extraterrestres” sôbre os necessários cuidados e preparação para as mudanças nas energias sutís e no DNA a nível coletivo (digite os nomes Metraton, ou Archanjo Gabriel, ou “Pleiâdes” no Google e veja os resultados). Até pela primeira vez , mulheres e homens simples tornando-se presidentes! E etc. Por coincidência para essa época existia as profecias e o calendário Maia, tudo apontando para 2012.

Algo muito interessante dentre estas novidades foi a divulgação na Internet de um desenho como uma espécie de diagrama de software que pode ser a fórmula invisível que comanda o DNA e que tem sido usado pela Natureza desde as origens do Universo para conduzir tôda a massa e a energia da matéria a formar corpos e se organizar em sistemas funcionais. É a fórmula do que seria um mundo perfeito, um móto perpétuo funcionando automáticamente como uma máquina, e a evolução consistiria na tendência da Natureza de retirar a matéria do caos na origem e sempre melhorando-a visando êste final estado de suprema ordem. Se a Natureza ainda não conseguiu um ser, um sistema exatamente igual sua fórmula, ela nos serve de incrível ferramenta para consertar-mos tudo o que está errado aqui ( por exemplo eliminar tôdas as causas das doenças), e criar um ambiente tecnológico automatizado, nos libertando finalmente para viver um novo mundo jamais imaginado. A fórmula que foi denominada de “A Matriz/DNA Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” se encontra sob testes mas já tem provado extraordinária capacidade de previsão e as evidências apoiando sua real existência estão se acumulando e sendo listadas no seu website. Real ou não, são ocorrências como estas que de repente nos faz perceber ou alimentar a esperança de que a nossa sorte depende apenas de um “clique” no lugar certo e no momento da oportunidade.  Nos Estados Unidos e na Inglaterra alguns “antenados” parece terem pescado a oportunidade. Por exemplo, alguns fóruns reunindo intelectuais e cientistas ateus estão debatendo o tema e questionando o autor enquanto alguns pastores da igreja americana saíram correndo a alardear que o autor teria sido inspirado por Jesus Cristo, que a tal “Matrix/DNA” seria a fórmula de Deus em Sua criação e criaram websites como “The emergence of a new cosmology”, ou “The Divine Matrix” conclamando os criastãos a assumirem a fórmula antes que os ateus a utilizem para o ateísmo como fizeram com a teoria da evolução. E aqui me pergunto: se nada vai me custar, porque não embarcar na onda do momento, que ao menos, é alegre e emocionante?

Mesmo para um cético como eu, alguns acontecimentos cujos fatos não há como duvidar, estão chamando nossa atenção. Por exemplo, de repente todos os povos de todos os países torceram pelos manifestantes nas ruas e ficaram indignados com as agressões sôbre êles. Várias outras ocorrências atuais parecem sugerir que de fato está havendo uma mutação psicológica a nível do DNA mundial: o gene egoísta perdendo o domínio e em seu lugar emergindo com forte expressão um gene altruísta. A aura manifestada por êste novo estado do consciente coletivo parece estar reforçando a justiça na Terra, denunciando as tramas, derrubando os ditadores, espalhando a democracia…

Sem nos basear-mos nas revelações  que não podemos comprovar mas sem perder a oportunidade dos bons efeitos do que está ocorrendo e sendo comprovado, vejo surgir a grande oportunidade de nós mesmos – independente do que possa estar ocorrendo em dimensões não observadas –  fazer-mos com que a melhoria da vida de todos aconteça de fato. Podemos mandar a realidade atual indesejada para os sonhos do passado e tornar os nossos sonhos de melhoria no futuro, em realidade aqui e agora. Se todos unidos tiver-mos a vontade e fizer-mos um esfôrço para que o gene altruísta finalmente tenha um bom parto, nasça e se afirme para sempre… pela primeira vez na Terra todos ganharão sem que seja necessário alguém perder. Vamos ver como isso poderá ser feito. 

Desde o momento em que nascí até agora, não houve um momento sequer em que eu estava onde queria estar, fazendo o queria estar fazendo, sendo exatamente do jeito que eu queria ser. Faça um teste agora mesmo contigo, mas com honestidade, e me diga: Você está agora onde queria estar? De verdade?! Você está agora fazendo o que queria estar fazendo? Você está agora como queria estar, ou seja, só ou com as pessoas que querias do seu lado? Seus musculos, seu corpo, estão na medida ideal que te satisfaz e funcionando tudo muito bem? Tudo certo na sua familia? Na sua casa, no seu país, no seu planeta?

Se estiver tudo certo não perca tempo continuando a ler isto, mas se algo precisa ser mudado não perca esta oportunidade.     

Eu acho que a maioria está mais ou menos na mesma situação que estou, que sempre estive. E isto tem que mudar. Podemos fazê-lo? Ora, e o que de mais sensato existiria para fazer justo agora, senão estar tentando as mudanças para melhor?

Pense assim: ”O meu bem-estar vem em primeiro lugar. Sou humano(a), herdei o gene egoísta sem o pedir, e não sou nenhum santo super-homem para ser sacrificado como Jesus Cristo, nem uma heroína como Joana D’Ark. Mas meu bem-estar depende que todos os seres humanos ( com excessão dos inimigos e agressores de seres humanos), estejam em seu bem-estar também, e depende ainda de que o meio-ambiente geral esteja modelado exatamente para meu confôrto e segurança total. Pois se tiver alguem mal, chorando, reclamando, ameaçando-me e ao meu espaço e patrimonio com algum tipo de agressão, e até mesmo guerra, ou porque está doente, ou porque está na miséria, ou porque alguma coisa mais, eu não vou poder estar em paz e feliz mesmo que esteja no tôpo do mundo.

Se no lugar que estou o clima não é perfeito, ou se o futuro estiver inseguro porque eventos por acaso catastróficos possam ocorrer a qualquer momento,  se porque o ambiente está contaminado de criminosos, ambiciosos inescrupulosos, ou ainda contaminado por outro tipo de elementos, bichos, virus, etc…, eu tambem não estarei em paz e confortavelmente instalado.

Pondo a coisa desta maneira meu maior desejo é que o mundo seja um tipo de Paraíso do Eden ( não como era o imaginado para Adão e Eva, com leões vindo lamber suas caras pedindo afago e serpentes se enrolando para servirem de seus travesseiros, mas um mundo sem Internet, aviões, massmallow e dôce de abóbora, não dá…). Mas nossa experiência de vida e nosso atual conhecimento de como o mundo é e como ele tem funcionado até agora, sugere que um mundo perfeito seja impossível (psiu!.. não diga isso para a Natureza, deixa ela iludida continuar tentando sua fórmula, pois se ela souber a verdade ela pára com a evolução).

Pode ser impossível mas o mais próximo possível dêle deve ser buscado, e pelo que a Humanidade está fazendo agora, ele está sendo buscado. A coisa mais inteligente que um individuo tem a fazer na vida é descrever uma grande meta, muito elevada mas possível, e alimenta-la sempre, isto o manterá sempre com ânimo para o seu progresso. Ao nível dos sonhos, é bom imaginar um quadro de sua vida como seria seu paraiso ideal, por esse quadro imaginário flutuando acima de sua cabeça,  como a estrêla-guia que orientou os caminhos dos reis magos. E enquanto está patinando prisioneiro na superficie dêste planetinha perdido, sempre que puder arrume um tempinho para dirigir seus atos na direção de construir aquele quadro e tornar o sonho em realidade, começando na base do tijolo em cima de tijolo, como a criança põe suas moedas no porquinho pensando que assim vai ser rica. Claro que ele vamos morrer sem nunca terminar sua construção, nunca alcançar o alvo final, mas assim teremos um grande ideal, em que se ocupar até na velhice, e nem veremos a morte chegar… ocupados que estaremos. E ainda pode-se pensar que a morte tambem pode ser um passo na direção da realização de seu sonho.

Deixando o grande sonho de lado por um momento, vamos pensar nas respostas para as três perguntas acima. Onde eu queria estar justo neste momento? Tomando cerveja no calçadão de Paris? Fazendo o que? Bem… isso é segrêdo seu, não se alarme que não vou revelá-lo aqui. E a seguir esta pergunta: existem os recursos  no Universo que poderiam fazer isto ser real? Certamente a resposta será “sim”. Então, se existem os recursos no mundo para que você pudesse estar agora onde queria estar, fazendo o que queria estar fazendo… porque estás no lugar errado, fazendo o que não gosta, vivendo insatisfeito(a)? Corra atras dêles, de uma maneira ou outra, os recursos são reais, existem, e se não pode obtê-los, existe outra fórmula que pode ajuda-lo: a união faz a fôrça e move montanhas!

Devido ao gene egoísta não estávamos acostumados a ver esta solução. Para a falta dos recursos materiais as explicações eram muitas e diversas. A primeira que surge é culpando os ricos, os politicos, os malvados e errados dentro de casa, da vizinhança, do trabalho, da escola, do planeta. Todos os espaços da Terra em que daria para viver bem já tem donos, o dinheiro está sumido em poder dos bancos, nos bolsos dos parasitas, etc., e você nunca consegue pegar a quantidade que está precisando.

Mas raios! O planeta tem muitos recursos naturais, todos os minerais que precisamos, uma fartura de tipos de aimentos saborosos, lugares com paisagens paradisiacas… e quem domina tudo isso, quem atua sôbre tudo isso, são… seres humanos. Homens e mulheres, tais como você. Você é um humano? Então é você quem é o(a) responsavel pelo jeito que as coisas são e estão aqui,  é você enquanto humano, o elemento fundamental que forma e constitui a Humanidade. Não são as girafas nem as formigas que estão aí controlando tudo, elas diriam que é você quem o está fazendo.

Então qual o problema, porque é que está tudo errado para você neste momento? Porque existem milhões, bilhões de outros humanos que são os culpados? Porque existem muitos elementos e forças no meio deste planeta que não consegues controlar, pois acontecem por acaso e contra sua vontade?

Então vamos focalizar estes dois problemas. O que existe em comum  ou diferente entre você, seu corpo, sua forma de pensar, seu imaginado paraiso ideal, e os outros humanos, seus corpos, suas formas de pensar, e seus diferentes tipos de paraisos imaginados?

Se está tudo errado é porque está tudo diferente entre você e o resto dos humanos. Ao menos o está, entre você e os poderosos, ou entre você e a maioria dos que vivem à sua volta.

Se está tudo meio-errado, meio-certo, os outros seres humanos se dividem em metade normal e simpática para você e metade anormal e indesejavel, que precisam mudar. Ou então a maioria é igual a você, mas uma minoria no poder é a errada, a diferente.

Se está tudo certo para você… bem, nem vou pensar nisso porque se para você estivesse tudo certo você não teria chegado lendo isso até êste ponto.

Em que os outros, o resto do mundo, são diferentes de você? Ou ao menos a maioria? Ou ao menos os que tem poder? Nasceram com mais sorte, com herança, boa familia, corpo saudavel e bonito, têm muitas oportunidades, são lembrados e chamados para as coisas boas… e você não nasceu com tudo isso? Ou então existe a maioria dos diferentes porque nasceram em piores condições que você, sem a exemplar educação e ensino de uma familia como a sua, etc.? Êstes nascimentos diferentes do seu explicam as diferenças e é exatamente por isso que pensam de maneira tôda errada? Ou eles pensam tudo certo e você, devido às dificuldades e carências de infancia, o lugar inadequado onde nasceu, criou muitos problemas afetando sua eficiência na vida, te conduziu a muitos vicios que não consegues vencer, de maneira que você é quem está sempre pensando o errado e êles, o certo, como tem demonstrado os tombos e caídas que tens levado, com suas lições da vida?

É muita gente no mundo e praticamente todos estão distantes, você não entende e nada sabe direito sobre os “outros”. Como eles estão agora? Quantos estão onde queriam estar e quantos não estão? O que estão pensando ou por falta de informação, deixando de pensar? Que tipo de mundo ideal este pessoal imagina em suas cabeças? A maioria quer ganhar dinheiro para montar um “boteco” bem lucrativo na praia? Êste é o sonho maior dêles, ou um sonho reduzido às possibilidades do mundo?

Acho que estas são as mais importantes questões para as quais precisamos de respostas agora, já que esta vida tem ser mudada, de um jeito ou de outro. Em que somos diferentes, o que estamos pensando, o que cada um de nós está querendo?

Felizmente hoje existe a Internet. Ela pode funcionar por baixo de todos os poderes, basta ver os casos do Wikileaks, as recentes vitórias sôbre ditadores no Oriente Médio, etc. Não estou aqui pensando em revoluções contra ninguém, mas tenho descoberto que temos na Internet o veículo exato para ter-mos estas respostas, e talvez, até uma união planetária fazendo algo junto. Como estamos fazendo a Wikipedia, etc. A Internet tem ainda a propriedade do anonimato e isto faz com que pessoas confessem desejos intimos publicamente. Meninos dizem se preocupados porque estão achando que o pipi parou de crescer, meninas divulgando que acham que estão grávidas… coisas que não falam nem com os amigos. Então porque não o fazemos, porque não usamos a ferramenta ideal que caiu em nossas mãos? O prêmio final seria espetacular: você vivendo onde está desejando viver, fazendo o que desejaria estar fazendo, junto com quem você se sente bem, com o poder cientifico e tecnológico muito maior a seu serviço também e não controlado em poder de estranhos! Te tornarias de repente como um(a) bôbo(a) alegre… rindo á tôa! Para o resto da Vida!

E se descobrir-mos que a grande maioria, a quase totalidade, inclusive muitos dos ricos, dos politicos, dos favelados que se tornam bandidos, dos muçulmanos, etc., estão todos insatisfeitos, e os três ítens principais – estar onde queria estar, fazendo o que queria estar fazendo, rodeado por quem queria estar rodeado – tivessem planos e gôstos muito parecidos com os seus? Afinal o que mais temos em comum, nós, todos os seres humanos, em essência, na mais intima das intimidades, é o… DNA! E êsse DNA, tanto o dos outros, como o nosso mesmo, ainda é um grande mistério, não sabemos de onde veio e a que veio. E pessoas que o estudam tem dito que tôdas as cópias do DNA, esteja onde e em quem estiver, tem tôdas elas um unico e mesmo supremo objetivo. Até dizem quais as metas incubadas nêsse supremo objetivo: sobreviver, se alimentar, se reproduzir e sempre em maior numero, se acomodar confortavelmente no mundo fisico…

Isto aí não está parecendo o seu quadro do paraíso? Ao menos nas suas condições básicas, não está tudo igual? Então se a nível de DNA, desse denominador comum em todos nós, não existe diferenças, quem disse que a nível de cabeças, de mentes, de maneira de pensar, somos todos muito diferentes um dos outros? Teria as diferentes experiências de vida de cada um sido tão fortes que teria conectado os neuronios nos cérebros todos de maneira muito diferentes? O politico que hoje age como felino sagaz e não resiste a uma corrupção, é maioria nos congressos, ou é minoria? É um incorrigivel inimigo da Humanidade, ou… foi educado de maneira errada, ou está sendo forçado a fazer o que faz, pois teria no fundo da mente desejos parecidos com os nossos? E mudaria se nós mudássemos? A mente humana teria se desviado demasiado do comando de instruções invisivel que salta das conexões das moléculas em nosso DNA? De maneira que nossos egoísmos fôssem tão diferenciados que mesmo querendo montar uma unica máfia na terra, não conseguiriamos? Ou que nossos altruísmos sejam tão diferenciados que nunca existiria uma ONU de todos capaz de aprovar uma decisão comum?

Acho que não, que nossa natureza, e a mente de todos estão a nosso favor. Me baseio em casos como agora, em que o mundo todo se levanta e reclama contra o Coronel Kadhafi e a favor do povo líbio. A maioria está se sentindo mal com a carnificina, inclusive bandidos nas cadeias estão revoltados, politicos que estão nos bordéis fazendo discursos sérios contra o ditador, até vejo prostitutas nas igrejas rezando e pedindo para Deus intervir e terminar com aquilo. Nem vou citar a enorme avalancha de sites que estão aparecendo a cada momento dizendo que estão trazendo mensagens de outros planetas, de um certo Metraton, outro Archanjo Gabriel, do povo das Pleiades, etc., com instruções para que saibamos como se proteger e bem usar as novas energias dos eventos cósmicos que estariam ocorrendo, os mesmos que foram profetizados pelos maias para 2012…  E para não falar de movimentos propondo novos tipos de sociedades, que realmente estào levando a coisa a sério e construindo cidades modêlos, como o Z…. Talvez até êste chamamento que estou escrevendo agora esteja sendo inspirado por algum anjo invisivel nas minhas costas… Se isto tudo for verdade, estamos no momento certo! Existe um alto potencial de altruísmo no sangue que está correndo nas veias da Humanidade e precisamos desentravar essa fôrça, dirigi-la no sentido em que todos vivam melhor, fazendo melhor e rindo com mais felicidade. E temos a Internet para fazer isso, aqui e agora…   

Então é possivel que uma grande investigação, com um amplo e eficiente questionário, nos desse a resposta para aquela urgente suprema questão sobre o aqui e agora, e a resposta nos surpreendesse: estamos todos, a quase totalidade, querendo a mesmas coisa! Não é que hoje, uma quarta-feira com o sol do meio-dia, todos queriam estarem numa praia ensolarada, comendo e bebendo do melhor, e com a pessoa, ou pessoas que mais apreciam: não, a maioria respondeu que querem tambem isso mas para os finais de semana, não conseguem esquecer que hoje é dia de fazer algo util para avançar em seus objetivos, e portanto queriam estar mexendo, fazendo, aprendendo, trabalhando! Claro, fazendo o que gostam de fazer.

Se a maioria tivesse tivesse um padrão comum com poucas variações do mundo desejado, o próximo passo seria saber detalhes, exatamente onde queriam e como estariam fazendo o que? Acho que encurtaria tudo se pulássemos para o nivel do imaginário de todos, pedindo que cada um descreva seu objetivo final, seu tipo de paraiso desejado. Com todos os quadros em mãos, ou sôbre a mesa, começariamos a fazer comparações entre o nosso e os dos outros e dos outros entre si. Surgiriam muitas perguntas, criticas, até agressividades, do tipo: “Mas quem iria se f… produzindo as coisas que você estaria consumindo?”… E isto serviria para cada qual ir dando uma burilada nos seus quadros, ajeitando-os para se conformarem com problemas que não haviam pensado. E quando alguem dá uma mudada no quadro final, tem que vir para o aqui e agora e dar alguma mudada no que está fazendo e na sua idéia do que queria estar fazendo, onde queria estar, e com quem queria estar.

Existe hoje a Internet para se fazer isso. Só não participaria quem é masoquista, se conformou que vai ser infeliz pelo resto da vida porque o mundo não tem como ser mudado. Criacionistas antiquados diriam que o mundo é assim por que é a vontade de Deus que quer que soframos. Espiritualistas diriam que êste é o karma. Radicais inimigos dos povos diriam que somos comunistas, anarquistas, idealistas, que êles são os donos, superiores e sabem que o mundo assim é o melhor. Mas êstes grupos hoje constituem a minoria e vão sempre serem inúteis para as grandes causas da Humanidade. Por outro lado, os humanos normais, aqueles que entenderam que o nosso mundo sôbre a terra, com as cidades, as estradas, as fazendas, etc., foram feitas por humanos, e que “eu sou o humano que faz”, seriam os mais animados participantes e motivadores.

Resta o segundo problema: o mundo externo e seu poder sôbre nós. Uns dizem que o mundo natural, externo ao nosso corpo, está muito mal desenhado, mal projetado e as coisas acontecem por acaso sem nosso controle. Outros entendem que o mundo natural na superficie do planeta e até no cosmos que nos rodeia é muito rico em recursos, nós temos a inteligencia suficiente, então é só desenvolver mais a Ciência,  e aplicar êsse conhecimento na tecnologia… e portanto seria facil controlar tudo e instalar o final quadro do paraiso mais votado pela maioria.

Tambem estes dois pontos de vista, opostos entre si, se dialogados, poderiam se tornarem um unico ponto de vista e maneira de visão, e tipo de motivação, senão para todos, ao menos para a maioria.

Mas vamos por fim supor que as opiniões fossem tão diferentes, supor que nossos cérebros estejam tão diferentemente produzidos, que não haja acordo em quase nada. Ainda assim haveria a possibilidade de você encontrar o seu grupo, um numero surpreendente de afins, cujo grupo chegasse ao mesmo desejo de: “Ora, se os outros não querem, vamos separar um espaço para nós, unir-mos forças, cada dia por um tijolinho, e ver no que vai dar…”

Mesmo com essa não muito otimista solução acho que ainda vale a pena participar disto aqui. Você dificelmente teria sua vida prática aqui e agora mudada, dificelmente iria conseguir estar onde sempre desejou estar, fazendo o trabalho e o hobby que sempre desejou fazer. Mas as coisas erradas que existem aqui e agora, os obstáculos que estão sempre no seu caminho, diminuindo seu bem estar aqui e agora, teriam menas forças sobre ti. Porque o aqui e agora perderia muito de sua realidade crua e indesejável, sua mente estaria em outro lugar, vivendo um sonho, mas não um débil e solitario sonho de uma pessoa só, e sim um sonho coletivo, um sonho em grupo, um sonho em que te daria imensa satisfação. Te daria a oportunidade de saber que existem, onde estão, o que estão fazendo, as suas almas intelectuais-gêmeas, que estarão sempre presente no seu sonho. E terias pressa para terminar o que estás fazendo que não queria estar fazendo, para ir fazer o que gostas de fazer, e estar onde te sentes bem: na Internet vivendo e convivendo com os seus, onde o sonho é a realidade, aqui e agora. E ainda, como gorjeta, poderia até estar vendo a cada dia mais um tijolinho construindo o seu paraiso final, o qual pode chegar na metade, o suficiente para estar a apto a recebe-lo(a) enquanto ainda estiveres com Vida.

Vamos dar continuidade a esta idéia? Porque não participar, ao menos, no inicio, só observando?

Então para não deixar a coisa esfriar e para já experimentar uma maneira de como a coisa pode evoluir, vou dar os primeiros passos, informando resumidamente os quatro ítens: onde eu queria estar agora, o que eu queria estar fazendo, com quem eu queria estar, e por fim, o quadro resumido do que penso ser o tipo de paraiso ideal.

Vamos lá? Mas se você ler eu informando o meu, não seria muito honesto de sua parte não informar o seu. Ok?

Então vamos lá:

ONDE EU QUERIA ESTAR JUSTO AGORA.

Bem, eu queria estar no meu tipo de Paraiso Perfeito, é óbvio. Mas ele não existe, então tenho que reduzir minhas pretensões. Então eu queria estar trabalhando numa grande universidade meio isolada no campo, como professor ou apenas cientista pesquisador, e ter uma casa perto da universidade. Uma casa simples, pequena, sem luxo e sem nada supérfluo (odeio quando vejo recursos naturais, e trabalho, energia, da humanidade, desperdiçados em supérfluo, pela luxúria e vaidades). Mas com um quintal grande, com árvores, e um galpão com oficina e um laboratório. O imprescindível na casa seria uma sala tôda de vidro com visão para o jardim e a rua, grandes venezianas para serem abertas, com uns quatro computadores, boa Tv, onde passaria a maior parte do tempo livre, procurando informações na Internet e participando de debates, tele-conferências, etc. Alguem mais viveria na casa? Quem? Bem, não estaria casado. Ainda tenho esperanças na sagrada familia como pensou Jesus Cristo, onde todos são pais, irmãos, filhos… e esta familia nuclear é o maior empecilho para se chegar à Sagrada Fmilia. Mas seria bom ter mais gente, com comportamento e gostos mais ou menos iguais, talvez alguem da familia, e/ou outros que frequentassem a universidade. Participaria como voluntário de algum grupo que prestasse serviços na vizinhança, como por exemplo, ir fazer massa, assentar tijolos, ajudando um vizinho que precisasse fazer uma casa, uma garagem… e o grupo tambem prestasse socorros em ocasiões e áreas de calamidade publica. Adotaríamos uma cidade bem pobre do terceiro mundo, e em reuniões, vendo vídeos do lugar, estaríamos tentando melhorar a vida daquelas pessoas. Uma viagem de duas semanas de férias (uma urbana, como Paris, Veneza, outra para a natureza, como as Bahamas, um hotel-fazenda…) a cada seis meses. E se a NASA precisasse de um voluntário astronauta suicida para uma nave que iria muito longe prometendo grandes conhecimentos para a humanidade, mas que a nave nunca mais voltaria, eu iria sem problema nenhum… Algo mais? Acho que por ora basta.  

Bem, com isso, resumidamente expliquei onde queria estar agora e acabei já respondendo a segunda questão: O QUE QUERIA ESTAR FAZENDO AGORA. E acho que tambem respondí a terceira questão: COM QUEM QUERIA ESTAR AGORA. O pessoal da universidade, alguem da familia, o grupo de trabalho voluntário, as pessoas na Internet…  

 Não seria realmente feliz, pois isto não resolveria os problemas dos outros e estaria ainda débil, sujeito aos vários tipos de tragédias, desde terremotos, virus, pragas, agressores externos, etc. O desenvolvimento rápido que preciso não seria rápido, estaria lento demais como agora e desviado dos meus objetivos. Desenvolvimento da Ciência e tecnologia, para a  busca de conhecimento, de poder sôbre a matéria, para a aventura no Cosmos, levando uma mensagem amistosa para outros seres do Universo, tudo isso mais focalizado em responder as grandes questões da existência, hoje e com esta sociedade está tudo desviado. A Ciência e a tecnologia é financiada por quem visa lucro pessoal e poder sôbre seres vivos.

Então, alem de estar vivendo e fazendo e convivendo no nivel descrito acima, eu teria um sonho oculto para o qual estaria tentando fazer algo tambem. Portanto, falta a quarta questão: QUAL É O MODÊLO DO SEU PARAÍSO PERFEITO?

 Se não existe nada parecido com o Paraíso Ideal, temos que começar a construí-lo. Isso é ridículo, nunca vou conseguir sair do começo. Mas existem os recursos naturais para fazer um lugar bem parecido com o perfeito. O que falta? Gente. Isto seria resolvido se houvesse mais gente com a mesma idéia e vontade. Então estou dando o primeiro passo: este chamamento e questionário é para averiguar se há gente. Muita gente tem sonhos de fazer seu paraiso no estilo de mansão dentro de uma vila, e alguns o conseguem, mas não é este o tipo do meu paraiso. Preciso da gente certa. Então lançando este chamamento e este questionario, estou exatamente fazendo a coisa correta. Quando resolver esse problema da gente, teremos que escolher um espaço, mesmo que seja apenas para o protótipo, e já ir debatendo o modêlo do que começar a fazer no espaço.

 Bem, no meu modêlo de Paraíso para esta forma ainda pouco evoluída humana, resumindo tudo, eu queria que a Terra fosse um planeta ajardinado e automatizado, tôda a produção feita por robôs. A Terra seria como nossa casa, para vir-mos descansar nos períodos entre as viagens exploradoras espaciais. As cidades seriam na forma do estádio do Maracanã, com três niveis, três andares, sendo que no ultimo andar era só para os trens elétricos. De qualquer ponto dos niveis abaixo poderíamos pegar elevadores para o terceiro nivel e ali pegar o trem para ir a qualquer outro ponto da cidade. No campo do meio da cidade teria  a praça, o jardim, um templo para tôdas as crenças meditar ou rezar ou pular ritual, sem fazer barulho importunando os outros, o clube social, os parques para as crianças. No nivel de baixo seriam as moradias, casas/apartamentos iguais para todo mundo, mas cada moradia teria uma extensão muito grande como quintal, na área externa do estádio, uma área de alguns alqueires, onde, aí sim, cada qual faria suas coisas diferentes, poderia criar animais, plantar algo, um bosque, ou até mesmo fazer um buraco até o nucleo da Terra para assar seu churrasco na brasa natural…, o direito de cada um seria respeitado na sua propriedade. Claro que a forma esférica da cidade obrigaria que tanto as casas como êsse grande quintal fossem na forma triangular, mas isso se resolveria. Depois do circulo da area dos quintais, viria a avenida circular onde seriam permitidos os carros. depois da avenida seria o anel das industrias, etc., e depois a área agricola. A base de chegada e lançamento das naves espaciais seria muito importante. Estradas, carros, só depois do anel rural. No segundo andar, as escolas, as universidades, os serviços publicos (todo trabalho braçal e rotineiro feito por robos) e os stands da cooperativa social (não haveria comércio privado, nem bancos privados, etc), de onde uma pessoa na sua casa veria os produtos numa tela, apertaria o que escolheu e os produtos viriam através de dutos cair direto na sua cozinha, ou se fôsse um frago assado, cairia direto no micro-ondas.

Eu queria que o lugar tivesse uma gigantesca oficina com todas as ferramentas e instrumentos de trabalho e transformações existentes, e depósitos com todos os elementos e substancias naturais, muitos trazidos de outros planetas. Que tivesse um gigantesco laboratório como bancadas para todos os tipos de pesquisas cientificas, desde as relacionadas ao microcosmos até a que estaria procurando melhorar as sondas e naves espaciais com telescópios para ver o macro universo. No segundo andar uma grande área de escolas e universidades tendo todos os tipos de cursos de maneira que qualquer um poderia escolher a sala e entrar e sair quando quisesse: não teria valor os diplomas, e sim o conhecimento real. Mas o importante em todos estes lugares seriam as pessoas ali, nenhum inimigo, nenhum adversário, nenhum mal comportado, todos muito bem relacionados.

E à Noite? E nos finais de semana? Bem… aí a vida séria, o compromisso social, e o grande ideal, teriam um “break”. Lunch time, pessoal, que ninguem é máquina, ninguem é de ferro. Um grande clube de campo, quase uma fazenda, ou mesmo no campo central ou fora mas não distante da cidadela, na área verde que existe bem próximo á beira do mar. Uma noite linda, estrelada, clima temperado, bastante ar puro… salão de jogos, piscinas, quadras de todos os esportes, bares com cerveja por todos os lados, sem empregados, cada qual serve-se o que quer, e discotecas, com mulheres apenas de bikini dançando nos palcos, em volta daqueles mastros, e eu pudesse subir nos palcos, dar um agarro nelas… a não ser que houvesse um “love”especial ao lado. Mas sem fazer publicidade de casal, de sub-grupo, sem coxixos no ouvido, ninguem alardeando sua condição sexual, em local publico. Ok, se alguns querem estar na diversão como casal então teria a área restrita para êles, não podem ir agarrados na área dos solteiros. Teria as áreas para crianças, criança quer viver com criança, jovens querem viver com jovens, idosos se dão melhor com idosos… Nesta sociedade todos os adultos se sentiriam responsáveis pelo cuidado, provisão e proteção de todas as crianccas, por isso, os pais seriam mais livres. Como sou muito intelectual, queria ter pessoas intelectuais pragmaticas em rodas de sentados ao ar livre tomando cerveja e trocando idéias. Com garra: “Vocês criacionistas são todos uns bocós, a Terra de seis mil anos é a maior besteria que já ouví…” – “E vocês evolucionistas e céticos são todos uns deprimidos, a sôpa primordial inventando a extraordinaria engenharia do DNA, do código genético… é a maior besteira que já ouví…”.  Tudo numa boa, no outro dia o pessoal da bancada cientifica procurando evidencias para o Intelligent Designer estaria conversando e trocando idéias com o pessoal da bancada cientifica tentando reproduzir o Big Bang…”

Tá tudo pensado ( ou quase tudo), tenho os desenhos feitos na cabeça. Claro que, depois de comparado e debatido com as idéias dos outros, êsse projeto provavelmente mudaria tanto para melhor que ficaria quase irreconhecível.

Bem… aí está o primeiro e rápido esboço onde minhas confissões íntimas foram postas no livro aberto que é a Internet.

E então, que tal? Estou louco de ansiedade para saber do seu sonho, quem é você, o que pensa. E se gostar, ajude a espalhar isso. Enquanto isso estarei…

Esperando… esperandooooo….

Louis Morelli é autor de “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”, exposta em http://theuniversalmatrix.com

A HISTÓRIA DE LÚCIFER

sábado, fevereiro | 26 | 2011

Por acaso me deparei com êste artigo e não conseguí larga-lo enquanto não lí tudo. É impressionante. Eu não sei o que pensar, não tenho opinião a respeito, pois nunca tive nenhuma experiência com outra coisa que não seja a matéria, aqui e agora. Cada qual tira a sua conclusão, ou conclusão nenhuma. O que me deixa intrigado é que, se isto for tudo mera produçào de uma mente humana, como é que nossa mente consegue produzir tal coisa?! De onde uma mente tiraria tantos detalhes compondo uma fábula?! Ou pode ser verdade tudo isso? Não sei o que dizer.

O autor dêste texto (o qual sugere que é um ser de estâncias superiores) está sugerindo uma versão que amenizaria a sêde humana por justiça contra o demonio. Temos, ao menos eu tenho, a opinião de que, se o mal não existia e alguém o criou, quando me lembro de tantas torturas e horrores pelos quais passaram tantos seres humanos, e mesmo eu, que tive a vida aqui perdida devido ás imperfeições do mundo, êste alguém que criou o mal deveria ser linchado em praça publica. Impossível perdoar. Basta lembrar que nêste momento existem bilhões de crianças sofrendo devido carências de recursos ou desmandos de adultos… o mal que é o produtor dêste “bad design”, e o produtor do mal, não podem de forma alguma serem perdoados. reinvidico como Bush disse sôbre Bin Laden quando derrubaram as torres: “Bring on them to Justice!”

O autor sugere que criaram o mal sem saber que o faziam. E que Deus seria uma espécie de playboy que está lá em alguma praia do Havaí curtindo a vida achando que sua criação é perfeita, que está tudo totalmente sob contrôle, que tôdas as almas estão predeterminadas a serem boas e felizes. Que êle, quando ficou sabendo do que estava acontecendo aqui (porque o Senhor de outro Universo lhe telefonou fazendo fofocas de Lucifer e contando tudo), desceu surprêso e resolveu aprender na própria carne como é essa novidade do “mal” que êle achava que jamais poderia ser produzido dentro de seu programa. Se isto for verdade, você sendo humano e vendo a carnifina que tem acontecido aqui, perdoaria um pai cometendo tal vacilação? Como um pai não saberia que na porta das escolas existem traficantes e outros bandidos tentando sediciar seus filhos inocentes? E não se manteria vigilante? Essa história não está bem contada – na minha reles opinião de mortal humano.

O autor assim tenta justificar Satã, Lúcifer, o inferno, e vampiros que existiriam por aí sugando nossas energias. Ora, para o inferno! Se eu sou Lucifer, uma entidade mais poderosa do Universo, co-criador dos seres vivos aqui, não haveria como não ter sabido a bilhões de anos atrás que na Terra existem pr6esas, vitimas sendo torturadas, devoradas por predadores, ainda no reino das bactérias, dos insetos. Eu teria tomado providências imediatamente, que rolem cabeças dentre meus chefes e sub-chefes que estào fazendo isso e de qualquer forma que isto seja terminado imediatamente! Não, eles ficaram assistindo a tudo, até deixaram a coisa chegar na espécie humana que com suas emoções e consciência sofrem dobrado,… Isto não tem justificativa perante um tribunal da justiça, certo? 

E Deus teria vindo aqui, sido crucificado, sentindo o p6eso do mal na própria pele, a 2.000 anos atrás e … apesar de ser o ser super-poderoso, não varreu o mal para alem do nada! Ora, tenha a santa paciência, como posso acreditar nisso? Quantas bilhões de almas foram torturadas sem precisão nestes dois mil anos?

Bem… na minha busca pessoal pela explicação da existência cheguei à fórmula da Matriz/DNA que satisfez minha exigência racional. Mas se a Matriz/DNA explicou tudo a nível material, desde o presente até momentos antes do Big Bang, de lá não consigo passar. Baseado na História daqui posso projetar uma opinião sôbre o que há alem do ultimo limite d6este universo: mais Natureza. A fonte geradora deste universo deve ser algo tão natural como nós, portanto, sujeita a êrros, a cair em tentações, e os filhos pagam o pato. O que me consola é que, sendo natural e auto-consciente, a fonte criadora tem que ter a nossa psicologia, os nossos sentimentos e emoções, a nossa ética. Se estamos em desgraça como filhos seria porque os pais não são mágicos, e tambem sofrem pelo nosso sofrimento, ou mesmo, não sabem da nossa situação. A êste Deus eu perdoaria, mas a um onipotente, jamais.

A não ser que… a Matriz/DNA está sugerindo através de seus modêlos materiais que as estruturas materiais que foram nossos antepassados, como os átomos e as galaxias cometeram um êrro fatal, e por má intenção. O sistema fechado em si mesmo quase descrito pela mecânica Newtoniana em que se tornaram nossos antepassados é tão errado como os humanos que hoje tudo fazem sem escrupulos e egoísticamente para terem uma mansão dentro de uma vila onde até as torneiras sejam de ouro, e se obtida esta, fechariam os portões cortando relações com o resto do mundo para assim viverem seu paraíso pela eternidade. Com isso estariam fechando as portas à sua própria evolução enquanto são ainda formas primitivas. Imaginem as vacas  em bom pasto de relva saborosa, sombra e água corrente frêsca, cada qual tendo seu boi e bezerros, estancando a evolução para sempre… nós humanos sabemos que o que é paraíso para vacas para nós seria insuportável. Então a minha lógica racional, materialista, acabou por indicar que surgimos num ambiente caótico pela açào da entropia que foi acionada devido a um êrro nosso mesmo, na pele de nossos ancestrais. Se isso realmente aconteceu, significaria que Lucifer e os outros que fizeram o terrível experimento de onde brotou a novidade do mal, foram nossos antepassados, ou melhor, nós o fizemos. teríamos assim o dom do livre-arbitrio e Deus respeitaria nossa vontade. Mas mesmo assim. Se meu filho abandonar minha casa, ou até mesmo sair atirando-me a terra na cara, e depois eu vê-lo definhando numa cama com cancer ou Aids, ou sendo devorado por um leão, nada no mundo me impediria de imediatamente salva-lo. 

Portanto, para o autor do texto abaixo, fica nosso aviso para Lucifer e nosso requisito para que essa história seja melhor explicada, se querem que acreditemos nela e afrouxemos as garras da Justiça. Pois nós humanos temos essa ética: podemos perdoar os êrros e desatinos de nossos pais, mesmo que nos tenham custado a Vida; podemos perdoar os êrros e mesmo espancamentos de nossos filhos. Podemos perdoar a tudo e a todos em quem vemos nossa igual condição natural. Mas a deuses mágicos e onipotentes, que tenham vacilado em nosso cuidado, e tenham nos custado tantas torturas, a estes não somos capazes de perdoar. A não ser que por trás desta história ainda existam coisas muito alem do que nossa pobre inteligência possa captar.

Tente ler o texto tôdo, acho que nunca mais o esquecerá. Será que isso tudo aconteceu mesmo? 

 http://www .luzdegaia.org/index.htm

Conferência por Rodrigo Romo.
Hotel Sheraton, Lisboa, 25 de Fevereiro de 2005
(Os comentários entre parênteses, são de Vitorino de Sousa, que fez a transcrição e a adaptação do que foi dito)
Boa noite. Obrigado pela presença.
Bom, o tema para hoje é um tanto ou quanto crítico e problemático, pois aborda aspectos religiosos pesados:
como é que Lúcifer penetra na estrutura religiosa terrestre há mais de 450 000 anos? Como é que, ao
longo da história da Humanidade, vários semideuses (extraterrestres de várias civilizações galácticas) – os chamados
“anjos caídos” – foram confundidos com Lúcifer que, por sua vez, foi confundido com Satã ou a seita de
Baal, dos Sumerianos?… A Ordem do Dragão Negro surgiu na região central de Órion, na estela Rigel. Esta
estrela representa o berço das raças reptilianas, os Dracos, formatados a partir de um propósito essencial:
sobrevivência biológica, mental, e emocional nas piores condições geológicas e ambientas de existência.
Vejamos desde o início:
O Co-criador do nosso universo local, Nebadon, é Micah (Sananda/Jesus). A Astronomia afirma que a nossa
galáxia (Via Láctea) está localizada no chamado quadrante das 21 galáxias, que é considerado uma zona de
livre arbítrio pelo Comando Estelar. Neste quadrante existe uma proposta evolutiva multi-racial e multinacional
(há outras) onde todos os Filhos viventes têm o direito de aprender a ser co-criadores com Deus. Neste sentido,
as Mónadas Superiores de Escala Maior, que dão origem ao nosso Eu Superior, manifestam-se através de um
processo de encarnação, por via da alma. Daí surge a fragmentação de almas e o primeiro arquétipo da “alma
gémea”… que passamos a vida a procurar e nunca encontramos.1 Então, neste quadrante das 21 galáxias –
regido por Sananda/Jesus – todos os seres cósmicos das Hierarquias dos Arcanjos, Serafins, Querubins, Elohins,
etc., manifestaram o propósito de criar, não um, mas vários protótipos existenciais. O nome de Sananda começou
a tornar-se conhecido, substituindo a energia de Jesus, porque sempre que as pessoas se lembravam de
Jesus Cristo, lembravam-se de Jesus crucificado. Por isso, foi necessário mudar esse conceito para uma visão
de uma entidade alegre e carinhosa. Mas é o mesmo ser.
Segundo os escritos de recebidos por canalização, Nebadon tem cerca de 200 biliões de anos. Mas, como tal
é possível se a Astrofísica afirma que o nosso Universo tem somente cerca de 15 a 22 biliões de anos? Esse
valor está correcto mas diz respeito à manifestação física, palpável, que os cientistas registam através de técnicas
desse próprio plano físico, mas que não conseguem captar os outros cerca 90% da matéria do Universo.
Qual é o maior enigma actual da Astrofísica? É que os mais de 100 biliões de galáxias já detectadas pelo telescópio
espacial Houble representam apenas de 8 a 12% da massa total do Universo. Onde está o resto? Trata-se
de uma energia invisível, que está além do plano físico. É aqui que surge a Teoria Quântica das realidades paralelas.
Desta forma, passa a ser compreensível a informação, recebida por canalização, de que o nosso Universo
tem cerca de 200 biliões de anos, porque estamos a lidar com uma idade não relacionada com a fisicalidade
que nós percepcionamos, mas sim com os outros planos paralelos transdimensionais… que é, precisamente,
onde actua Shtareer, que me foi fornecendo essas datas.
Mas, afinal, como chegamos a Lúcifer?
Quando essas 21 galáxias foram estruturadas, cada uma delas recebeu uma Hierarquia Administrativa que
faria a gerência e a produtividade, ao nível da qualificação e da quantidade das almas a serem distribuídas pelo
Processo Evolutivo. Os famosos Arcanjos foram distribuídos para fazerem a vistoria geral de cada galáxia, trabalhando
com pequenas constelações onde iria ser colocado o Projecto de Vida. A responsabilidade pela zona
chamada “Braço de Órion” ou “Constelação de Órion” foi atribuída a Lúcifer, o 37º Arcanjo “abaixo” de Deus
(Micah). Diz-se, inclusive, que é o Arcanjo mais célebre da Criação. A sua função era, pois, administrar e reger
os processos evolutivos de todas as raças pertencentes ao braço espiral de Órion, ao qual nós pertencemos.
Anágora é uma galáxia vizinha da nossa Via Láctea, situada a cerca de 3255 milhões de anos-luz, mas tem
uma regência diferente. Quando surgiu a frase cósmica “Crescei e multiplicai-vos”, ela foi aplicada a todas as
partes do Universo, sem excepção. Então, todos os Seres das Ordens Espirituais começaram a procriar. O Ser
que equivale a Jesus (Micah/Sananda) em Anágora chama-se Anhotak. É um ser da Ordem de Lanonadeck que
1 – Veja o texto de Shtareer “Complemento Divino” em www.velatropa.com, botão “Sirva-se”, ligação para ”Yasmin”.
habita a 15ª dimensão de consciência.2 Também ele, evidentemente, respeitou a instrução do Pai: “Crescei e
multiplicai-vos”, e começou a multiplicar-se naquela galáxia, que escolhera como o seu Centro de Procriação.
Mas descobriu uma coisa fantástica, extremamente interessante e muito profunda: ele podia “alimentar-se” das
emoções e das percepções dos seus Filhos. Anhotak tinha descoberto uma fonte inesgotável de “alimento”,
êxtase e autocrescimento. Portanto, esta era uma forma magnífica (e diferente!) de co-criar, crescer e evoluir.
E, no início, os seus filhos sempre acabavam por regressar a ele, com todo o conhecimento adquirido através
das experiências vividas ao longo do seu desenvolvimento, já que a frase real não é “Crescei e multiplicai-vos”,
mas “Crescei, multiplicai-vos e regressai a mim”. Mas o Arcanjo Anhotak passou a “esquecer-se” desta última
parte da frase e deixou de permitir que os seus Filhos voltassem para a Casa do Pai.
Esta é a grande diferença que separa Anhotak (galáxia Anágora) de Sananda (galáxia Via Láctea).
Porquê?… Micah foi bem claro quando deu este comando a todos os seus Arcanjos: “Crescei, multiplicai-vos
e regressai a mim para que, juntos, cheguemos ao Pai Maior. Por conseguinte, os Co-criadores que acatam a
Frequência Crística permitem que os seus Filhos cresçam, despertem a sua consciência, ascendam, se fundam à
Fonte do EU SOU e se somem na Consciência Crística/Mahatma/Búdica universal para que, juntos, façam a
transcendência cósmica para as Esferas Maiores.
Essa é a chave. Mas Anhotak descobriu que isso podia ficar para mais tarde! Então, começou a arrebanhar
raças e raças, limitando-as até à 7ª ou 8ª dimensão de consciência, impedindo-as de ascender. Com isto, criou
uma sociedade altamente racional, com baixa intuição para que as diversas raças não pudessem “chegar” à
espiritualidade, ficando assim presas na famosa Matriz de Controlo. Portanto, a Matriz de Controlo não é da
Terra, vem de fora, é cósmica e tem milhares de anos! Então, os Seres que estão ao serviço da proposta de
vida da Anhotak (não reintegração na Consciência Crística), acreditam e actuam com base naquilo que, para
eles, é real. Embora esses irmãozinhos actuem de uma forma que, para nós, é indevida, estão a
comportar-se de acordo com o que acreditam ser a verdade, e crendo que somos nós que estamos
errados. Quando nós conseguimos compreender essa forma evolutiva, torna-se mais fácil aceitar o comportamento
de um ser não Confederado (não filiado na Confederação Intergaláctica).
Então, aquela passagem bíblica em que o “diabo” tenta Jesus, não tem o objectivo de o tirar do caminho; é
uma tentativa de provar que a verdade do outro (Anhotak) é superior à de Jesus. É um confronto ideológico e
político intergaláctico! Portanto, a galáxia Anágora tornou-se o centro administrativo e jurídico existencial dessas
raças, em grande parte reptilianas e insectóides. Porquê?…
Quando um planeta qualquer passa pelo processo de adaptação geológica, quais são as primeiras formas de
vida que vão suportar as intempéries das alterações geológicas? Os insectos e depois os répteis! Por isso, essas
duas formas biológicas de vida foram escolhidas propositadamente para criarem os Impérios das super-raças e
das superpotências. Os reptilianos e os insectóides não têm sentimentos, pois isso não faz parte da sua
matriz genética original. Têm, contudo, um enorme poder intelectual, uma mentalidade racional 1000 vezes
superior a um Humano. O QI de um reptiliano de nível inferior anda pelos 600 ou 700. Não tem, por isso, comparação
com o nosso (que dificilmente chega aos 100!). Um reptiliano de nível superior chega a um QI de
2600! Mas eles não têm emoções. Então, qual é a grande dificuldade de um reptiliano?… Sentir! Eles são
regidos (geneticamente) por processos lógicos (equivalentes ao hemisfério esquerdo humano).
Notem: um reptiliano não é um assassino, não é um ser malvado; apenas é regido por um comportamento e
racionalização diferentes. Aí é que está o problema (do preconceito dos Humanos em relação aos “maus”). Os
valores éticos e morais de um reptiliano não são iguais aos nossos… e olha que nós não somos nenhum modelo
de ética e comportamento! Então, temos de ter cuidado, porque a nossa ética é muito questionável.
Certa vez, no Brasil, tive contacto com uma cidade intraterrena de Zetas e Grays. Quando me projectei para
conversar com eles e tentei questionar o seu comportamento, eles disseram: “Quem são vocês para questionarem
o nosso comportamento? Vocês matam por dinheiro. São capazes de matar a própria mãe por dinheiro;
por egocentrismo destroem o planeta que vos dá o alimento. Na nossa sociedade, nós não matamos; respeitamos
a vida. Para nós, vocês (Humanos) representam um vírus letal, que está a destruir o próprio planeta que
vos alimenta.” Se reflectirmos sobre o que eles disseram, verificamos ser verdade: a nossa sociedade está a
destruir a Mãe Terra. Matamo-nos por bens materiais, não respeitamos a vida de nada nem de ninguém. Por
isso, estamos nesta situação mundial, que continuará enquanto a nossa consciência não foi despertada e realinhada.
A posição deles é bem interessante, apesar de serem considerados “não confederados”. Mas é só porque
a sua ética é totalmente diferente do conceito crístico – o regresso à Luz.
Então, há mais ou menos 16.7 biliões de anos, na nossa Via Láctea, Lúcifer, juntamente com uma regência
de seres da Ordem Lanonadek, dá início ao projecto de plantar vida num universo “astral”, de 4D a 6D, que,
2 – A Ordem de Lanonadek é uma Ordem de Co-criadores Cósmicos extraterrestres com o poder de co-criar a nível genético.
São os antigos deuses de que falam todas as Escrituras, incluindo a Bíblia.
com o tempo e a instabilidade magnética da Via Láctea, viria a cristalizar-se nos níveis mais densos de 1D a 3D.
Isto, é claro, não aconteceu de um dia para o outro, demorou alguns milhões de anos.
As primeiras formas de vida a cristalizarem-se no nosso “Braço de Órion” – o nome correcto é “Constelação
de Satânia”, donde derivou o nome de Satã, que entra na história mais tarde – foram as formas marinhas, os
insectos e os répteis. A forma reptiliana, surgida em Órion com cerca de 713 espécies distintas, começa a cristalizar-
se fisicamente – como nós entendemos este conceito – há cerca de 14.3 biliões de anos. O centro desta
manifestação ocorre nas estrelas Shaula, Gareb, Spica e em Antares, que é a estrela mais brilhante da constelação
de Escorpião. Também temos outras formações na constelação de Draco, em Rigel – que foi o ponto mais
importante onde se formou o grande império de Órion. Basicamente, o formato reptiliano e insectóide existe em
quase toda a Via Láctea, por uma questão natural de sobrevivência.
O arquétipo adâmico – como nós entendemos o Adão humano – começou a chegar ao nosso quadrante da
Via Láctea, a nível telúrico, há cerca de 9.8 biliões de anos. A sua cristalização física (3D) só viria a ocorrer há
7.4 biliões de anos numa estrela da constelação de Lira. Esse sistema estelar, muito próximo da estrela Vega, a
26 anos-luz da Terra, foi escolhido para manifestar a primeira experiência genética mista, entre Humanos e
Reptilianos, para formar o famoso Draco, com cerca de 50% do padrão genético reptiliano e 50% do padrão
genético adâmico, Humano.
Até aqui, o plano (coordenado pelo Arcanjo Lúcifer) correu muito bem. Só que, no decorrer do processo,
Lúcifer, solicitou ajuda para a administração do seu trabalho co-criativo nos vários sistemas estelares (do seu
“Braço de Órion” ou “Constelação de Satânia”). Um dos candidatos a essa tarefa foi aquele que conhecemos
como Satã, um Lanonadek de segunda ordem da galáxia de Anágora, filho directo de Anhotak. Lúcifer conhecia
Anhotak e sabia que esse Arcanjo tinha uma proposta de vida distinta. Mas, como havia um propósito semelhante
para o grupo das 21 galáxias, achou que não havia inconveniente em chamar Satã.
Quem esteve contra esta “requisição”? O Arcanjo Gabriel. Ele foi o primeiro a perceber que aquilo iria dar
alguns “probleminhas”! Mas ninguém lhe deu atenção porque o Plano Maior previa que, no futuro, por maiores
que fossem os problemas, tudo acabaria por se resolver. Desta forma, cosmicamente, foi permitido que Satã
viesse (da galáxia de Anágora para a Via Láctea), co-criar ao serviço de Lúcifer. Mas… quem “assinaria” tudo
o que fosse feito?… Lúcifer!… Qualquer “borrada” feita abaixo dele, seria da sua responsabilidade!
Então, o que é que fez Satã?
Ele vinha de uma experiência de co-criação na qual inseria geneticamente, nas suas criações, entre 30 a
50% de negatividade. Desta forma, Anhotak, que se alimentava do campo energético emocional dos
seus filhos, criava as condições para que, em Anágora, eles fossem altamente competitivos, se entregassem
ao confronto, à competição e à sobrevivência. Lúcifer não valorizou esse “pequeno” aspecto e deu carta branca
a Satã… que começou a inserir, nos Filhos de Vega (os Dracos, a mistura entre Humanos e Reptilianos) uma
composição genética de competição e de confronto, na ordem de quase 60% de negatividade, dando origem a
uma sociedade altamente competitiva e guerreira.
Assim foi colocada a primeira semente de guerra no nosso sector da galáxia.
Todavia, não é em Vega, mas em Rigel que surge o Grande Império de Órion, através da Ordem Draconiana,
com um índice de negatividade mais baixo, mas também pela mão de Satã. Quando Lúcifer se apercebe do
que estava a acontecer, reconhece um aspecto interessante nessa proposta evolutiva: qualquer alma que
encarnasse naquelas raças, iria experimentar, ao máximo possível, o seu potencial de co-criação…
para o bem ou para o mal (o “célebre” livre arbítrio!). Naquela época, Lúcifer criara, por decreto, no quadrante
de Órion, a reencarnação obrigatória dentro das diversas raças, o que significava que a alma aprenderia
pelo sofrimento ou não, conforme as suas escolhas. Perfeito! Este processo cármico iria garantir a evolução
de todos (sem perder de vista a reintegração crística).
Acontece, porém, que, com o passar do tempo, Satã aliciou para junto de si muitos Seres ligados à Luz, que
começaram a gostar da história de criar uma condição evolutiva onde ninguém mais ascencionasse (não reintegração
crística), ficando presos até à 7D, doando o ectoplasma produzido no medo, na raiva, no confronto, no
sofrimento e na ilusão (onde muitos dos actuais Humanos ainda se encontram!). Então, em termos telúricos,
os famosos “vampiros” absorvem o ectoplasma gerado pelas nossas emoções negativas. Foi
em decorrência deste processo que começou a surgir um Império que era uma cópia fiel de Anágora, regida
pelo Arcanjo Anhotak.
Foi aí que a coisa saiu do controlo e que começou o grande problema de Lúcifer, pois fora condescendente e
conivente com uma situação que devia ter controlado. Mas ele apostara na ideia de que aquele projecto
permitiria uma via evolutiva muito mais refinada do que o padrão existente nas outras galáxias e
dos outros universos. O mais interessante é que esta situação era do conhecimento do Conselho (Superior)
Melchizedek e do Conselho Voronandek! Por conseguinte, quando as pessoas tentam “crucificar” Lúcifer, há
muito mais “gente” lá em cima que aceitou o desafio. Essa é a questão!
No nosso quadrante, começam então a formar-se raças com alto poder competitivo… como a nossa sociedade
terrestre ainda o demonstra. Assim, no decorrer dos processos evolutivos, surge a poderosa força astronáutica
desse Império, e começam os problemas. O que aconteceu com a colonização europeia nas Américas (e
noutras artes do mundo) é uma réplica do que aconteceu no cosmos: começaram os grandes confrontos estelares…
que foram descritos, por George Lucas, nos filmes da série Guerra das Estrelas. A Ordem de Jedi e a
Ordem dos Sith são, respectivamente, a Ordem dos Cavaleiros de Metraton – conhecidos como os Cavaleiros de
Maytreia – e os Cavaleiros da Ordem do Dragão Negro. Essas pessoas com poderes extrafísicos, que dominavam
o poder encarnacional, existiam e formavam esses impérios. Então, no decorrer de milhares e milhares de
anos, muitos impérios surgiram e decaíram, muitas guerras foram travadas, muitas destruições planetárias de
nível apocalíptico, ocorreram.
Entretanto, segundo o decreto de Lúcifer, as almas continuavam obrigadas a encarnar sistematicamente nas
diversas raças, para poderem evoluir.
Então, o Arcanjo Miguel, apoiado pelas Hierarquias das Fraternidades Cósmicas, começa a inserir o Projecto
Avatárico em cada uma dessas raças: Seres ascencionados da Hierarquia Superior, predispunham-se a encarnar
dentro de certas Raças com o objectivo de despertar a Consciência Crística. Lúcifer apoia o projecto de
Miguel e “convida” vários dos seus comandados para começarem a inserir, nessas raças, Avatares da Ordem
Lanonadek com o intuito de despertarem a consciência dos seres através da via da religião.
Lúcifer é uma entidade de nível vibracional de 16 a 18D, que nunca encarnou em nenhum planeta e sempre
orbitou como um Arcanjo. A questão é que cada planeta de Satânia, criado pela Ordem Reptiliana,
tinha um deus chamado Lúcifer ou Baal. É assim que o nome deste Arcanjo começa a surgir como cocriador
local, porque ele era a instância máxima do quadrante!
Um parêntese para dizer o seguinte:
1) A Hierarquia Arcangélica trabalha o aspecto espiritual da evolução.
2) A Hierarquia dos Elohins trabalha com a estabilidade atómico/molecular dos corpos, inclusive o físico.
3) A Ordem Lanonadek (Lúcifer) é a responsável pela fixação dos padrões de ADN, que cristalizarão a forma
de vida material. São os geneticistas, por assim dizer.
Então, como geneticista, o papel de Lúcifer era co-criar. Portanto, era ele que “assinava” a documentação
relacionada com esses projectos. É considerado o Deus Criador em muitos planetas do nosso quadrante, porque,
na consciência desses seres, Lúcifer era o autor dos seus moldes biológicos. Por isso, em muitas das nossas
religiões antigas – Atlântida, Lemúria, Suméria, etc. – se fala de Baal e Lúcifer. Para toda essa gente ele era
o co-criador racial, era a Regência Máxima.
Mas vejamos outros aspectos:
À medida que cada planeta foi evoluindo e envolvendo-se com a proposta energética de Lúcifer, a população
começou a criar um holograma dessa entidade na sua consciência e na do planeta. Da mesma forma que nós
temos um holograma de Jesus crucificado, de St. Germain e tantos outros seres que conhecemos ou de quem
“ouvimos falar” – criado pelas nossas formas-pensamento, que projectam uma energia (capaz de formar uma
“imagem” na consciência) – também os povos desses planetas criaram um holograma de Lúcifer de acordo
com a suas crenças. Isto originou um holograma multidimensional da consciência de Lúcifer, fragmentada na
cultura religiosa de cada um desses povos.
É aqui que começa o grande problema. Porquê?
Porque, muito tempo depois, a guerra (como consequência do alto índice de negatividade dos padrões
genéticos) chegou ao ponto culminante de destruir 7 ou 8 estrelas, com seus respectivos planetas e populações
– uma chacina absurda. É então que, pela primeira vez na história conhecida das nossas civilizações estelares, a
Confederação Intergaláctica intervém, através de Shtareer, de Miguel e outras Hierarquias Superiores, impedindo
o confronto físico e pondo finalmente ordem na situação.
Neste contexto, o que é que foi determinado?
Todos os seres que tinham violado a primeira lei “Não matarás”, a segunda lei “Ama o próximo como a ti
mesmo”, e a terceira lei “Respeita o livre arbítrio do próximo”, foram encerrados numa grande Barreira de Frequência
(véu) e chamados às suas responsabilidades reiniciando o seu ciclo de reencarnações em 37 planetas
de exílio (entre eles a Terra). Trata-se de um exílio temporário para, partindo de um novo ADN contendo a
herança hereditária de todos os grandes impérios (que se guerreavam entre si), acabar de vez com a
competitividade. É assim que o ADN dos Humanos terrestres possui uma carga hereditária das 22 Raças Cósmicas
que se odiavam entre si, por motivos religiosos, políticos, etc. Portanto, como a nossa alma, durante muitas
encarnações, encarnou na Raça Reptiliana – que não podia ver a Raça Humana – foi obrigada a encarnar também
como Humana. Ou seja, para acabar de vez com a percepção psicológica, vivida no passado, da competitividade
de uma Raça em relação a outra, a alma teve de encarnar aqui, guardando a herança hereditária
de todas as raças que achava serem suas inimigas.
Este foi o Grande Plano… que Lúcifer também apoiou.
A verdade é que, no princípio, não se sabia até que ponto uma alma, com o ADN manipulado negativamente,
poderia levar a sua maldade. Naquele momento da História Galáctica não se conhecia o limite da maldade.
Aliás, nem se sabia que a maldade era ilimitada. Por conseguinte, o problema existia porque Lúcifer apostou
num projecto sem estar precavido, sem estar devidamente apoiado, até juridicamente. Lúcifer não sabia o
que poderia acontecer. Era uma incógnita. Quando ele se dirigia ao Pai e lhe perguntava: “O que é que vai
acontecer?”… Micah não respondia! Não respondia porque nunca tinha estado aqui em baixo. Micah partia do
princípio que uma alma divina provinha de Deus. Por mais que descesse até aqui para brincar à “dualidade”,
sendo umas vezes boazinha e outras vezes mazinha, manter-se-ia num parâmetro de equilíbrio. Portanto, o
desequilíbrio criado artificialmente, por via genética, por Satã e seus Irmãos, jamais cabia na cabeça de Sananda.
Isso era algo impossível. Desta forma, Lúcifer nunca obtinha uma resposta do Comando Superior acerca do
que eles achavam do projecto. É essa falta de comunicação que Lúcifer expõe nos seus escritos.
O opositor do projecto foi Gabriel, pois, a longo prazo, apercebera-se de que a coisa não ir ser tão fácil
quanto se imaginava. Mas Lúcifer julgou que bastaria colocar uma Barreira de Frequência para limitar o processo.
Ninguém imaginava que a coisa chegasse onde chegou e que as nossas limitações genéticas criariam uma
“bomba atómica” emocional.
Imaginem todos nós, trancados aqui (nesta sala) a pão e água; não tardaria a atingirmos o desespero. Foi o
que aconteceu no cosmos!
É por isso que cada um de nós está a passar por esse processo, vivendo em sociedades altamente racionais
e evoluídas tecnologicamente (mas com baixo índice de espiritualidade). Desenvolvemos a percepção emocional
e racional, e aprendemos a respeitar aquilo que temos como certo. Portanto, tudo foi manipulado de uma forma
totalmente indevida pelas hostes intermediárias… cujos membros acabaram também por cair na dualidade
(tendo de passar a encarnar), por terem seguido projecto de Anhotak, totalmente desarmónico em relação ao
projecto original do Arcanjo Miguel.
Por conseguinte, havia uma segregação energética: as Hierarquias de Luz Crísticas orbitavam lá em cima e
as outras orbitavam aqui em baixo. Estas, porém, não eram más; não se tratava de seres malvados; apenas
tinham propostas diferentes. Cada Raça, do seu ponto de vista, achava-se na razão do que pregava.
Porém, muito frequentemente usavam a guerra como forma de comunicarem os seus valores.
Foi essa forma de agir que saiu do controlo.
Quando começou o exílio nos 37 planetas, quem é que pagou a conta?… Lúcifer, pois fora ele que assinara
o projecto!
Aqui na Terra, com a manipulação religiosa, consideramos Lúcifer como um grande Anjo Caído. Mas quem
era o seu colaborador directo?… Satã, que fora chamado para a Terra, que estava perto de Rigel (700 anos-luz
aproximadamente) onde tinham ocorrido os maiores confrontos bélicos. Aliás, Satã já tinha desenvolvido alguns
projectos, como Maldek3 e Niburú, que também não tinham dado um resultado muito harmónico. Então, devido
ao aprisionamento terrestre dos seres das 22 raças, as religiões por eles formadas são baseadas em Baal e em
Marduk, os nomes herméticos de Lúcifer.
É em face destas situações culturais e religiosas que começam a surgir os seres da Ordem Crística (como
Miguel postulara para acabar com a situação satânica). Sanat Kumara, por exemplo, vindo de Vénus há 18.6
milhões de anos, funda na Terra a famosa Fraternidade Azul de Vénus, que acabaria por se tornar na Fraternidade
Branca da Terra. Com a chegada dessa Entidade, a Terra inicia um processo de evolução através do Cristo,
confrontando a evolução pela dor e pela terminologia dos Filhos de Satã. Nasce assim uma nova etapa evolutiva
da Terra, onde começa surgir a imagem negativa de Lúcifer como um Anjo Caído. A Humanidade,
através de rituais de oferendas de magia negra, cria um arquétipo de um falso Lúcifer de 6D, porque
a maior parte dos seres espaciais, caídos ou renegados, eram de 5D e 6D. Surge então o holograma do
Lúcifer terrestre de 6D, porque na verdade, ele nunca esteve aqui (3D). Quem esteve aprisionado aqui foi
Satã. E nós confundimos os dois!
Desta forma, no plano astral e no Umbral, começa a surgir um holograma do “diabo”, formatado por nós
através da magia negra, ao qual, erradamente, demos o nome de Lúcifer e outros nomes, que se referem a
antigos Comandantes Estelares extraterrestres aprisionados na Terra para passarem pelo processo evolutivo
encarnacional, mesmo no Umbral, a fim de corrigirem o desvio infligido sobre a Humanidade através da manipulação
genética. Assim se formatam os Tronos do Umbral – a que a tradição religiosa chama “inferno”. Foi
3 – Planeta que orbitava entre Marte e Júpiter. Foi destruído numa guerra nuclear. Actualmente é o conhecido “Cinturão de
Asteróides” do nosso sistema Solar.
neste processo que separámos o Céu da Terra, à superfície ou no subsolo. Por isso, muitas pessoas se assustam
quando ouvem falar dos intraterrenos, porque acham que qualquer ser intraterreno é um ser negativo. Mas
isso não existe.4
Então, o que é que surge desta situação?
Há mais de 450.000 anos começam a formar-se Impérios Umbralinos, digamos assim. O Umbral da Terra e
dos outros 36 planetas, têm sete dimensões para baixo, cada uma delas subdividida em 7 frequências, o que
totaliza 49 níveis de Umbral ou 49 “infernos”, cada um deles com uma regência específica. Foi por estes diversos
níveis que estes seres negativados se subdividiram. Desta forma, os Tronos dos Potentados da Luz controlam
a nossa evolução e os Tronos Negativados do Umbral controlam a evolução umbralina. E nós estamos no
meio! Portanto, nós subimos ou descemos consoante as nossas escolhas e manifestações. Podemos assim
explicar as Religiões, o Ocultismo, o Espiritismo, tal como os Comandos Estelares e a verdadeira origem de
Lúcifer dentro de todo este contexto.
Como se disse, o Arcanjo Lúcifer nunca esteve na Terra, encarnado ou aprisionado; esteve supervisionando.
Num encontro que tivemos extrafisicamente, ele deu-me a entender que foi leviano, foi um Pai que não soube
colocar o Filho no seu verdadeiro lugar. Foi libertino ao passar a mão na cabeça do Filho (Satã) sem saber o
que esse Filho andava a congeminar. Portanto, a grande falha de Lúcifer foi ter sido totalmente conveniente
e não se ter preocupado detalhadamente com o processo. Essa foi a grande falha dele. Mas o
“diabo” – como lhe chamavam – já se retratou perante Sananda/Jesus e começou a trabalhar em prol no grande
Resgate Cósmico da Terra.5
Na verdade, o que é que aconteceu a nível do Grande Jogo Cósmico?
Quando ocorreu o clímax do Grande Confronto Cósmico e o Arcanjo Miguel interveio, com a sua frota, por
conta própria sem pedir ordem a ninguém, o Chefe (Micah/Sananda/Jesus) foi chamado, pois tinha acontecido
algo inédito: um Arcanjo tinha intervido no processo evolutivo da galáxia! É aí que o “Velho” resolve tirar os
óculos, largar a bengala e dizer: O que é que está a acontecer? (Risos). Foi naquele momento que Micah se
apercebeu da magnitude do que significava ter aberto um espaço chamado Universo de Livre Arbítrio.
Naquela época, Shtareer, que estava no seu Universo, chamado Shinkara, veio trazer a Micah o arquétipo
co-criacional de Shinkara, que também era um padrão de dualidade. Só que, para manter o projecto estruturado,
esse padrão de dualidade, sob o comando de Shtareer, fora controlado e permitira, no máximo, 15 a 22%
de negatividade e competitividade no ADN daqueles seres. Quando Shtareer soube que Satã e Lúcifer estavam
a trabalhar com taxas muito superiores, apercebeu-se que a coisa daria problemas. Veio então falar com Micah.
Na verdade, Micah nunca acreditou na maldade de ninguém. Ele não conseguia conceber que um Filho Cósmico
chegasse ao ponto de arquitectar uma destruição em massa. Do ponto de vista de um Ser Cósmico
daquela grandeza, tal coisa não tem nexo, não faz sentido, não pode existir. É como virem dizer a alguém que
o filho é assassino. “Não pode ser! Eu viu-o nascer! Como pode ser um assassino?”… Jesus, naquele plano, não
conseguia conceber que um Filho dele chegasse a tal ponto. Quando ocorre a Grande Intervenção de Miguel e
outros Seres, gera-se um grande problema porque Micah, não convencido da dualidade, disse: “Eu vou descer e
experimentar fisicamente cada um desses (37) mundos, para saber o que é essa dualidade de que vocês tanto
falam”. Aí, quem teve um ataque cardíaco – se assim se pode dizer – foi Gabriel e Metraton, porque, nunca na
História Cósmica, um co-criador desse gabarito tinha descido para um nível de 3D, usando um corpo biológico
humano! Não havia registos disso. Mas Micah disse que ia quebrar a regra porque, antes de criar qualquer sentença,
queria entender os seus Filhos. Então, foi criado um Projecto Avatárico em cada um desses mundos.
Foi assim que Sananda desceu em cada um dos 37 planetas; não só na Terra.
O factor inédito deste processo foi que os seres renegados, Anhotak, Satã e seus acólitos, jamais acreditavam
que o próprio Pai viesse ao nível físico. Naquela passagem bíblica em que Satã vai ao deserto tentar Jesus,
Satã não tinha ideia de quem era aquele ser. Ele supôs que era um Filho da Alta Hierarquia, mas nunca imaginou
que fosse o próprio Criador. Então, o encontro de Satã com Sananda, já com a Consciência Crística acoplada
(depois do baptismo), significou a quebra de todos os seus paradigmas.
Tal como nós, Jesus viveu na carne os grandes problemas da dualidade, dos quais reclamamos. Mas os
Seres Ascensionados têm dificuldade em entender os nossos problemas materiais, porque vibram em outra
oitava de energia. Era o que acontecia com Micah até Jesus os experimentar, ao vivo. Como também esteve
nos outros 36 planetas, conseguiu entender o que se passava.
4 – Veja no final deste texto o que diz Kryon sobre este mesmo assunto,
5 – Vejam-se, pelo menos, as suas canalizações no botão “Sirva-se” de www.velatropa.com, ligação para “Lúcifer”.
Foi aí que Micah criou o conceito da Operação Resgate: todas as almas passariam, a nível cósmico, pela
divisão do trigo do joio, sem excepção. A Operação Resgate não seria uma operação física de resgate, mas
sim uma libertação energética através da consciência de cada um. Nós vamos elevarmo-nos através da
consciência porque Jesus verificou que eram típicos os ciclos de decadência consciencial (como ocorrera na
Atlântida e na Lemúria). E porquê?… Porque, quando os Comandos Estelares evacuavam o planeta, voltavam a
colocar as pessoas aqui, uns tempos depois… sem terem aprendido nada. Por isso, o projecto foi alterado e
vamos ter de despertar a consciência a partir dos próprios processos internos. Por essa razão, na Convergência
Harmónica, foi declarado que a Terra não seria aniquilada numa 3ª Guerra Mundial ou num cataclismo, como
nós acreditávamos que iria acontecer. Por isso, as profecias chegam até 1985 ou 86 e depois não se concretizaram.
Se considerarmos as profecias de Edgar Cayce, a Califórnia era para ter afundado em 1985. Mas não ocorreu.
Depois passou para 87, e também não afundou… Voltaram a adiar para 2002, mas ainda está lá, porque o
Projecto da Terra foi mudado através da interferência divina do Pai, no caso Micah/Sananda/Jesus. Assim,
todos os arquétipos cósmicos dos Arcanjos, Elohins, Serafins, etc., começaram a actuar na reconstrução da
malha electromagnética da Terra para recuperar a nossa verdadeira consciência.
Foi aí que eu me deparei com o holograma de Lúcifer de 6D que, até há um ano e meio atrás, não sabia que
existia. Eu conheço o Lúcifer original, mas não o do holograma de 6D formatado por nós, pois sempre me projecto
acima de 8D. Então, apercebi-me que somos nós que criamos os hologramas, através dos rituais religiosos
das nossas fés, no plano astral e telúrico. Foi assim que criámos o diabo, que nunca existiu! Criámos um
holograma com chifres, rabo e um tridente na mão… mas esquecemo-nos de que o tridente é um ceptro de
poder representativo da Trindade – o Pai/Mãe, o Filho e o Espírito Santo – e não uma ferramenta do diabo. É o
símbolo de Neptuno, o Senhor dos Mares. Mas, para nós, simboliza o quê?… O garfinho para espetar no nosso
traseiro! (risos). Então, foi através das crenças religiosas que criámos diversas correlações de Lúcifer e tantas
outras divindades que, para nós, representam o demónio.
Na verdade, originalmente, esses demónios eram o quê?… Seres do espaço que não respeitavam as três leis
máximas. Isso, porém, não significa que sejam demónios; significa que têm uma consciência e uma
conduta ética questionável. O problema não são eles, somos nós que, com o nosso fanatismo, criámos
aquelas frequências intermediárias negativas. Então, quando, depois de desencarnar, nos manifestamos através
do processo mediúnico, começamos a lutar, a ofender, a exigir sangue, a pedir bebida, fumo, etc. Ou seja,
criamos um holograma e, quando desencarnamos, encorporamo-lo e ficamos presos a ele. Então, enquanto a
nossa consciência não despertar, estamos presos e, consequentemente, vibramos naquela energia. Assim,
quando nos manifestamos mediunicamente, demonstramos aquilo que acreditamos ser real.
Esse é o grande problema das Escolas de Magia, da Umbanda e do Candomblé e suas correspondências no
mundo inteiro, porque não trabalham no conceito crístico da luz, mas no conceito do dinheiro. Cada um chega
lá e paga para que eles dêem um jeito na sua vida, usando, de forma indevida, as entidades ditas demoníacas,
para aprisionarem as pessoas nessa linha de trabalho. A questão é que, infelizmente, muitas dessas pessoas
alimentam conceitos religiosos e apreciam posturas de intercâmbio com esses “demónios” do outro plano.
E aqui voltamos a falar da energia de Lúcifer.
O que significa “Lúcifer”?… Luz, aquele que é feito de luz!… Então, Lúcifer jamais foi um Anjo Caído. Cometeu
os seus erros, concordo, mas não com a intenção destrutiva que as pessoas imaginam. Satã também cometeu
erros?… Cometeu. Mas porque foi ensinado no contexto de um padrão evolutivo distinto.
Querem ver um paralelo com os Humanos?… Imaginemos uma criança que, desde pequena, frequenta a
Academia Militar. Ela vai ser ensinada a obedecer e a seguir ordens; senão obedecer, castigo! Cresce sob este
parâmetro: “O superior mandou, eu cumpro.” Foi o que aconteceu com Satã, que foi criado num ambiente ditatorial.
Aquilo que fazia e divulgava era a realidade dele. A maldade primordial não partiu dele; partiu de uma
série de situações que Anhotak criou (em Anágora). As pessoas perguntam: “Então, Anhotak é o diabo?”…
Digamos que ele foi o pivot da situação, gerada há biliões de anos atrás. Talvez nem ele conhecesse a envergadura
do que estava a acontecer e do que daí resultaria. Então, quando foi criado o processo reencarnacional,
nós passámos, a nível cósmico, a experimentar várias raças, vários processos evolutivos para entendermos o
que fora feito em cada ciclo. Nós temos lembrança plena desse processo reencarnacional extraterreno, das
encarnações em várias raças.
Bom, então, quando é que eu conheci esse famoso Lúcifer de 6D (holograma)?
Certa vez, fui chamado para fazer um trabalho no deserto chileno, mais propriamente no Vale da Lua – a
cratera de um vulcão extinto, a 2100 metros de altitude – devido aos sacrifícios feitos ali no tempo anterior à
chegada dos Espanhóis. Quando as naves começam a aterrar (para colaborar no trabalho), defrontei-me com o
holograma 6D de Lúcifer. Como estava sintonizado com Shtareer foi possível fazer o que tinha de ser feito. De
facto, no passado, tinham usado o holograma de Lúcifer para os rituais de magia. Então, para poder libertar
essas almas, a nível umbralino, eu tinha de fazer a libertação e a reinversão de um dos 7 fractais de Lúcifer.
Esse fractal foi aprisionado e entregue a Shtareer e Miguel, tendo sido feita a sua despolarização e a libertação
do elemental que fora usado para o criar.
E o que era aquele holograma?… Era o que nós tínhamos usado no passado para os trabalhos de magia
negra! Cada oferenda, cada matança feita em nome de Lúcifer e de Satã, criava um holograma energético
maligno, aprisionando todas as entidades que tinham morrido em nome daquilo. Então, para poder
libertar esses seres, eu tinha de fazer a despolarização daquele arquétipo. Apesar de ter utilizado o meu corpo
físico, quem fez o trabalho foi Shtareer, Miguel e o Shiva. Foi interessante porque verifiquei que aquele arquétipo
representava as energias de ódio, raiva e poder do holograma terrestre do “diabo”. Mas um holograma só
tem o poder que você lhe der, por ter medo. Quando você sai da frequência do medo, aquilo não
tem como interagir consigo, porque não passa de uma ilusão. É como se você olhasse para uma grande
caricatura do diabo e ficasse com medo. Mas, se souber que se trata de uma caricatura sem qualquer realidade,
a coisa não tem como interagir com a tua energia. As pessoas que lidam com essas energias negativas interagem
com um diabo aparente; é o seu “diabo interno” que entra naquela sintonia.
Nesse trabalho, apesar de todos os boicotes que tivemos de enfrentar para nos impedir de chegar ao local,
libertámos 15.700 almas que estavam dentro daquele vulcão extinto.
Resumindo: através das nossas crenças religiosas, nós fomentámos teluricamente hologramas que passaram
a alimentar-se dessas energias. É aí que entram quase todas as linhas ritualistas de magia negra. No passado,
fomos obrigados a passar por rituais satânicos. Não deve ter sido nada agradável; daí o nosso medo subconsciente
dos nomes de Satã e de Lúcifer. Ou seja, durante o processo histórico extraterrestre e terrestre, nós
vivemos etapas onde as ditaduras religiosas criaram impérios pelo medo e pelo poder. E nós, obviamente,
adquirimos experiências nada agradáveis. Daí as fobias e traumas em relação a várias divindades religiosas. É
aí que ainda existe o nosso diabo interno. Ou seja, as experiências mal sucedidas geraram um arquétipo do
diabo, ao qual a Igreja chama Lúcifer e Satã. E nós aceitámos esse dogma! Então, o problema não é Lúcifer
ou Satã; é a nossa informação acerca de quem é o diabo na nossa vida. O que é que isso representa
na nossa existência? O facto é que, no nosso processo encarnacional, todos nós já tivemos um pé no Umbral!
Como funciona o Umbral?… É bem simples, e é importante saber:
O Universo é regido por vibrações e frequências. Quando nós estamos para desencarnar, o nível de frequência
em que nos encontramos determina exactamente o lugar onde vamos parar depois da
passagem. Se desencarnamos com ódio, raiva e rancor, em relação a uma situação ou a uma pessoa, cria-se
um holograma que se cristaliza do outro lado. Ficamos presos aqui e do outro lado, e entramos para o reino
umbralino, que tem vários níveis distintos de energia. Ao contrário, quando, ao desencarnar, nos entregamos a
Deus e passamos de alma lavada, porque resolvemos tudo o que havia para rever durante a vida, ou seja,
estamos tranquilos, vamos para um padrão mais elevado. Então, quando a pessoa está altamente negativada e
numa situação pesada, passa para outro lado num nível muito baixo, e vai ser servido por entidades da mesma
frequência, que o vêem como “carne nova”. Essa pessoa passa a ser escravo do “bando” já existente nessa
frequência, que é regido por uma entidade negativada.
Então, esses seres umbralinos acreditam piamente que Lúcifer e Satã são o mesmo ser, que é o diabo! De
facto, o holograma de Lúcifer, de Satã ou de qualquer um desses seres, existe realmente mas é alimentado por
nós. Assim, quando alguém trabalha com o lado negro da Força, na magia negra, para prejudicar os outros,
está alimentando seres que vibram naquela energia, que querem alimento, aquele sangue, aquele cadáver para
fazerem o que lhes foi pedido.
Temos, portanto, os dois lados; o lado luminoso e o lado demoníaco, que, infelizmente, a maior parte de nós
usou nas religiões do passado. Lembrem-se de que chegámos a oferecer a vida de crianças para aplacar a ira
de Deus. Então, cultural e religiosamente, todos nós fizemos matanças, porque tal era permitido pelas estruturas
religiosas. Todos nós desenvolvemos esse lado obscuro devido à cultura religiosa. Também isso temos de
resgatar na nossa consciência planetária que, basicamente, é o respeito pela vida, o respeito pelo próximo.
Foi essa falta de respeito que desencadeou a grandes guerras estelares. (Apontando para cima) Isso também
é para vocês! Cada vez que desrespeitamos a vida, criamos um carma.
O nosso passado encontra-se com o nosso presente, e a Terra está passando por um salto quântico estelar.
Kryon diz que, através do Implante Neutralizador, temos de nos libertar do passado, da raiva, da culpa, do
medo. Só que, muitas vezes, o medo provém de experiências extrafísicas de confrontos passados, algo que
está armazenado na memória quântica celular. Assim, eu preciso de entender que, no meu passado, por exemplo,
devido a uma crença religiosa ou racial, eu achava que tinha de matar todos os Dracos porque eles não
prestavam. Ainda hoje, na nossa sociedade terrestre, estamos em guerra por causa de disputas religiosas,
sociais, económicas e militares. As pessoas ainda se agridem por cauda de equipas de futebol! Então, o despertar
de consciência diz que temos de perdoar. Mas perdoar a quem?… A nós mesmos! E o que é que eu tenho
de perdoar a mim mesmo?… Os meus medos, derivados das experiências mal sucedidas do passado.
Escrevi muito sobre Lúcifer para que pudéssemos entender a origem da mentira que foi formatada pelas instituições
religiosas sobre ele, sobre Satã e sobre a nossa própria participação nessas situações, quando praticávamos
magia negra porque a religião permitia. Libertar o passado é simplesmente entender que vivemos
um holograma institucionalizado pelas religiões da época. Mas eu liberto-me quando percebo que
esse passado só tem força quando eu o potencializo.
Os Comandos Estelares, os Irmãos do Espaço – Sirianos, Pleiadianos, Canopeanos, Marcianos, Maldekianos,
Rigelianos, Veganianos, etc. – todos eles cometeram o mesmo erro: egocentrismo, disputas de poder!… E
todos eles estão cobrando o carma, aqui na Terra. Porque é que vocês acham que uma esquadra gigantesca de
Sirianos, Pleiadianos, Arcturianos, etc. está ajudando a Humanidade?… Será porque são bonzinhos?… Não!…
Eles estão aqui aguardando o nosso regresso, a aprendizagem que temos para lhes entregar, fruto das nossas
experiências na Terra. A maior parte dos Irmãos do Espaço, que trabalham connosco na Terra, estão aprendendo
através de nós. Como?… Por telemetria sensorial. Imaginemos uma pessoa que seja Pleiadiana. Essa
pessoa tem o Comando Pleiadiano acoplado a ela teluricamente, monitorando-a 24 horas por dia. Assim, tudo o
que ela experimenta, passa para eles a nível sensorial. Conclusão: todo o Grupo Pleiadiano vai compreender o
processo de vida da Terra. Então, eles esperam que essa pessoa saia da Terra e volte para as Plêiades com as
experiências que aqui viveu.
Quinto medo – O medo do lado obscuro
Excerto do capítulo 12 (OS Nove Medos) do Livro 9 de Kryon – O Novo Começo.
Agora, vamos abordar aquilo a que se chama «o medo do obscuro». Aqui têm uma informação que sabem
intuitivamente: essa coisa de «lado obscuro», pura e simplesmente não existe!
Através de toda a história da Humanidade, em todas as culturas, os Humanos relacionaram a energia da
escuridão com outra entidade, outro poder, que, por desejar ascender, tudo faz por agarrá-los e derrubá-los.
Ao longo da vossa infância, tiveram medo dos «monstros» e outras entidades que estavam ali para vos «agarrar
»6 Há quem vos tente impingir a ideia de que, quem não pensa de certa forma, será capturado por entidades
obscuras ou corre o sério risco de ser «possuído». Isto não é verdade, nem nunca foi! São os Humanos que
criam o seu lado obscuro, pois têm o poder da luz, tal como têm o poder da escuridão.
Permitam-me ser mais específico, pois alguns perguntaram: «Kryon, é possível que seres humanos tenham
uma vibração tão baixa que lhes permita criar obscuridade noutra pessoa?»
A resposta é. Claro que é possível! Um exemplo: o que é que acontece quando tentam encontrar o caminho
para um certo local de uma casa quase às escuras? De repente, a pequena luz que facilitava a deslocação…
desaparece…. e logo vocês ficam congelados! Agora, vejam: O que ocorre se o «caminho» que tentam encontrar
é a vossa linha de vida? Começam logo a sentir medo, ficam sem se poderem mexer! Sem luz, de repente,
começam a perguntar-se que «outra coisa» poderá estar ali… desatam a ouvir coisas… enfim, o medo começa
a possuí-los. Mas, afinal, o que é que aconteceu? Bom, a luz, simplesmente, apagou-se; vocês, porém, criaram
as condições para que o medo surgisse e fizesse o seu trabalho.
Há Humanos do «outro lado» capazes de vos enviar escuridão? Sim, há… e sempre houve quem estivesse em
condições de fazer isso.
Acaso não vos parece natural, meus caros, a capacidade de escolherem entre a escuridão e a luz? Acaso não
faz sentido que a consciência se veria limitada se só pudesse enviar luz? No entanto, eis aqui o que também
têm que saber – isso não vai continuar durante muito mais tempo! O exemplo que acabámos de dar pode ser
horripilante, a menos que quem está dentro na escuridão daquela casa, disponha de uma luz adicional. Reparem,
não há igualdade nos matizes de luz; cada um deles é uma energia em si mesmo. Podem manifestar o
matiz que desejarem, mas aquele que manifestarem tem a sua própria vibração.
Há muito tempo atrás, informámos que a luz é activa e que a escuridão é passiva. Os matizes possuem energias
vastamente diferentes Quando se encontram numa casa escura e abrem uma porta, não é a escuridão
que sai para o exterior; é a luz que entra! O que é que isto ensina em relação ao poder da luz?
Ensina que os matizes de nível vibratório mais elevado são mais activos e mais poderosos; ensina que é mais
fácil e mais rápido gerar uma energia positiva. São precisos mais Humanos para criar uma baixa vibração
do que para criar uma outra mais elevada.
Considerem uma casa cheia de gente, totalmente às escuras. Se chegar um Trabalhador da Luz, toda a casa
se ilumina. Àqueles que têm medo do escuro, vou dizer o seguinte: têm medo, porque ainda não compreende-
6 – «Se não comes sopa toda vem aí o papão p’ra te levar, ouviste?», diz a mãe.
ram o vosso poder de se transformarem num Farol de Luz. Podem estar na situação mais obscura; podem estar
rodeados daqueles que – às dezenas e dezenas – tratam de vos envolver em escuridão, no entanto, um só Ser
Humano iluminado anulará toda a escuridão!
E vocês admiram-se por nós estarmos tão excitados? É que o matiz «normal» do planeta durante os últimos
anos, simplesmente, subiu de nível! Já que, na vossa forma de pensamento linear de 3D, adoram criar plataformas,
nós ajudaremos com o seguinte: colectivamente, este planeta decidiu elevar a energia considerada
«normal», para outro registo de vibração. É por isso que vocês se encontram aqui, presentemente
e a Rede está a ser ajustada.7 A diferença entre escuridão e luz, assim como o que está de permeio, recebeu
um incremento como nunca recebera. E, aqueles que continuam entretidos a criar obscuridade sentem cada
vez mais dificuldade em encontrar lugares sem luz. Compreendem isto? Qualquer entidade individual, que se
tenha manifestado através do véu, deu-vos esta informação: vocês, queridos Humanos, estão capacitados para
criarem qualquer tipo de vibração. Em tempos, quase tudo possuía um lado obscuro, tão escuro que os segredos
foram ocultados durante séculos. Acaso notaram, nos últimos tempos, alguma diferença no que toca a
conspirações e segredos? De facto, nada disso consegue manter-se escondido durante muito tempo! Pensam
que todas as revelações com que se deparam são apenas coincidências? Dado que os níveis mais elevados
estão a ser «abertos», segredos e conspirações deixaram de ter a «baixa vibração» para se agarrarem. Não
têm, porque vocês iluminam esses «terrenos» com a vossa luz! Isto ocorre na política, nos negócios… até ao
nível dos governantes dos países.8 Agora, o tema é: Responsabilidade. Acabou o tempo dos «escondidinhos
». O que isto vos diz sobre a luz e a escuridão? E sobre o equilíbrio no vossa planeta?

Este texto pode ser divulgado livremente

7 – Este ajuste terminou em Dezembro de 2002.
8 – Note-se o que está a acontecer em Portugal, de há uns meses para cá. A partir de 2002, houve, de facto, um aumento
extraordinário no que toca à emergência de toda a espécie de escândalos e situações obscuras – corrupção, pedofilia, redes
clandestinas de droga, prostituição, etc. Numa outra direcção – mas também inserida neste movimento do «trazer à luz», já
em Janeiro de 2003, a Loja Maçónica do Grande Oriente Lusitano abriu as suas portas completamente, imagine-se, e apresentou-
se ao povo português com um manifesto de «mobilização nacional» para ajudar na recuperação global do país. De
facto, espantoso. Ah!… lembrei-me agora! Senhores do Reiki e Karuna: Essa coisa de manter os símbolos secretos… tem os
dias contados!

O Demonio Matricial em Ação: Mais uma de suas Técnicas

quarta-feira, fevereiro | 23 | 2011

The Demon Matrix in Action: One more of its Techniques

O excelente artigo abaixo escrito por uma conselheira educacional e professora norte-americana me fêz descobrir mais uma das maneiras que ameaçam perigosamente o futuro da liberdade da mente humana. Segundo os modêlos da Teoria da Matriz/DNA, o nosso DNA é vivo e biológico mas êle veio do mundo anterior naturalmente, do mundo das galáxias e dos átomos, os quais portanto são nossos ancestrais. Mas nessa história dos nossos não-biológicos ancestrais a evolução dêles foi muito influenciada por uma tendência da matéria que é construir para si mesma um “paraíso fechado” onde existe equilibrio termodinamico, proteção e segurança sem trabalho, para sua parte massa, e,  campo aberto para a alta velocidade e fricções que comprazem sua parte “energia”. Dominados por seu lado material, o espirito ainda primitivo dos nossos ancestrais não-biológicos caíram na armadilha de construírem LUCA – the Last Universal Common Ancestor – segundo o modêlo que apresento aqui neste website. Foi o verdadeiro Paraíso do Eden para a matéria mas um inferno insuportável para a mente, ou espirito, na sua fase da infancia do crescimento. Como resultado, caíram aqui para rastejarem sendo filhos da necessidade e até agora estamos tentando nos levantar de novo.

Mas o problema é que nós como seres biológicos surgimos como bactérias surgem dentro de um corpo, portanto, o meio ambiente é ainda dominado pelo corpo, temos que dançar a musica que êle toca. Portanto, alem de LUCA ser a base de nossa herança genética, estando portanto dentro de nós, ele é o senhor do mundo externo a nós, estamos dentro dele. Esta herança de um êrro que nós mesmo cometemos na forma de nossos antepassados é o que se chama “gene egoísta”, e tende a nos conduzir a reconstruir o paraíso perdido, a mesma armadilha que nos complicou a existência e nossa evolução. Genética e ambientalmente somos conduzidos a refazer o sistema fechado em si mesmo que funcionava ou funciona ainda como uma maquina perfeita, o relógio newtoniano, dirigindo e mantendo a estrutura astronomica. 

Mas se continuar isto, tôda a biosfera terrestre estará conectada com a maquina astronomica e nós humanos sem o perceber-mos estaremos nos tornando uma mera peça do sistema mecânico. Nossa mente e auto-consciência que ainda está em sua fase primitiva, larvária, será pêga pela máquina antes que a percebamos e amordaçada, algemada, emprisionada, deixará de evoluir, até que novamente o Universo acione sua lei da degenerescência entrópica, nos salve da prisão, para recomeçar-mos de novo.

Esta teórica visão do mundo surgiu da minha interpretação dos modêlos da Matriz/DNA e quando me deparei com ela fiquei muito preocupado, óbviamente. Como ainda é teoria não sei se tudo isto está correto ou se apenas parte dela. Mas o bom samaritano deve ser previdente. Ficar de olho no que está ocorrendo à volta. Sempre me faço esta questão: “Estamos vendo sinais de que estejamos sendo conduzidos para o Admiravel Mundo Novo de Huxley sob o Império do Big Brother de Orwell, profecias que foram perfeitas descrições do que seremos se reconstruir-mos LUCA aqui na Terra? ‘

Pelo menos uma pessoa, ou seja eu, tenho que ficar de olho aberto. E sempre que vejo algo suspeito indo naquela direção, vou registrar nêste website, de maneira que, se um dia conseguir provar a existência da Matriz/DNA, os que ficarem já terão o trabalho adiantado. Vai daí que por acaso lí na Internet o artigo em questão que seria um exemplo e uma evidência que os modêlos da Matriz/DNA estariam corretos.

O que pode abrir um sistema fechado, para desespêro de LUCA, é sua parte masculina, a qual tem o poder de manter a reciclagem do sistema re-ejaculando a energia e o pacote de informação que replica o sistema, mas isto se ele dirigir o jato da sua ejaculação para dentro do sistema, na direção da parte feminina que se aloja no nucleo, na Função 1. Ora, é da Natureza masculina a força centrífuga, a expansão, e para isso êle precisa existir como sistema aberto. O fato de que a parte masculina contribuiu para construir o sistema fechado em LUCA  foi sua fraqueza perante as tentações da matéria formando seu corpo, e por deixar-se convencer pela sua anti-cara-metade, a parte feminina que tem as tendencias da fôrça centrípeta, de internalizar-se. Adão foi convencido por sua Eva a qual já havia caído na armadilha da serpente enrolada no sistema de circuito esférico como é o corpo de LUCA. Então, tanto para os Adões como para as Evas de agora, a salvação depende de que nossa metade masculina exerça a sua natureza. Mas o homem está ameaçado. 

Pois o artigo em questão está revelando algo que eu não havia notado mas cujos efeitos nocivos eu sentí, e acho que todos os homens sentiram, quando ainda crianças e jovens nas escolas. O modêlo de escola que existe parece ter sido uma artimanha de LUCA. A escola típica engole o aluno homem para dentro de uma sala fechada, a classe, e ali o põem sentado horas a fio, imóvel, assistindo aula teórica. Ora, a escola devia ser uma área aberta, quase uma fazenda, com ar livre e muito espaço para o aluno homem extravazar sua tendência natural, que é o movimento, e movimento extrovertido, para fora, para a expansão, o mexer nas coisas e tentar transforma-las, etc.. Do jeito que nossas escolas estão desenhadas elas são adequadas para meninas, que tem como tendência a de ficarem sentadas dentro de um ambiente doméstico, protegido, seguro.

O resultado dessa distorção está aparecendo agora e a cada dia mais forte. Veja as estatísticas apresentadas pela genial conselheira nêste artigo, relacionadas ao rendimento de homens nas escolas de hoje. Mas porque sómente agora este efeito está se revelando a ponto de ser notado por quem nem sequer conhece a Matriz/DNA? Porque antes as horas de aula eram em menor numero, os recreios eram mais extensos, os alunos só tinham a escola oficial. Hoje as escolas aumentaram suas cargas horárias, o curriculum teórico é muito pesado e precisa ser comprimido tornando os recreios menos extensos, e alem disso o aluno sai da escola oficial e geralmente cai em outra, fazendo algum curso suplementar. Está do jeito que LUCA quer, podando no homem sua possibilidade de abrir o sistema e se conformando a ser uma mera peça estática, sentada. O intrépido caçador de aventuras, o desbravador, o amante do conhecimento de sistemas desconhecidos, atraído para os mistérios de terras longinquas, está sendo amordaçado, manietado, para se tornar um monumento estático, sedentário, uma peça sentada e assentada na engrenagem. Precisamos mudar isso, nossas crianças-meninos estão sendo torturadas pelo inimigo, o qual, aliás, existe dentro de nós e somos nós mesmos. O resultado está bem explicito nas estatisticas, e com Matriz/DNA ou sem Matriz alguma isto é preocupante. Vejamos o artigo:

http://loridayconsulting.com/wordpress/

It’s Your Day

Topics in Education for Parents, Teachers, and Schools

Boys and Girls Learn Differently: What Makes Boys’ Learning Unique

Por: Lori Day

January 1st, 2011

Boys, boys’ education, and how boys learn in America are popular topics among parents and schools these days. Crosby, Stills, Nash & Young sang that we should teach our children well and feed them of our dreams, but for millions of parents of sons, dreams are only that, and boys are falling behind educationally at an alarming rate in this country.  According to Michael Gurian, author of the book titled The Minds of Boys: Saving Our Sons from Falling Behind in School and in Life, boys get the majority of D’s and F’s in most schools, make up 80% of the discipline problems, are four times more likely than girls to be diagnosed with ADHD and medicated, account for 70% of diagnosed learning disabilities, become 80% of the high school dropouts, and now make up less than 44% of the college population.  If you look in your newspaper in June, you will see the photos and bios of valedictorians from many of your local high schools, and will notice that the majority of them these days are girls.  Our boys need our attention, and although some of what I’m about to write pertains to girls as well as boys, and although gender differences naturally fall across a continuum and no single description fits all boys or all girls, there are nonetheless a number of characteristics that differentiate the two genders generally speaking.

As the mother of a female only child, my parenting experience, while not always idyllic, has been relatively peaceful.  As a toddler, my daughter was sedentary and cautious, and seemed to have nowhere she needed to go.  She would sit in one spot on the floor for hours with a pile of books, “reading” to herself.  I could shoot from room to room accomplishing tasks, and she would smile up at me from her place on the living room rug as if wondering, what’s the hurry?  She was much like I was as a child, and nothing like the brothers I had grown up with who requisitioned large expanses of the floor plan of our house for their games, commandeering space like an army of two.  The entire finished basement was needed for indoor hockey (and windows were expendable).  Outdoors, acres of woods were barely enough for their imaginary villages and the conquering of foreign lands. Unwitting trees were the patient recipients of nails and ropes and bungee cords, bending uncomplainingly to the weight of whatever animate or inanimate objects were tied, strapped or hung from them.  Once, my brother devised a pulley system to ferry a dangling ceramic soap dish full of birdseed back and forth between his bedroom window on the third floor and a distant pine tree in the back yard, only to have it immediately collapse under its own weight, sending the heavy chunk of porcelain careening downward in a 90-degree arc until it came into abrupt contact with a doomed sliding glass door.  This was a terrific lesson in physics.  It was also funny.

Boys learn by doing and by moving their bodies through space.  As Gurian explains in his book, the primitive hunters men used to be were the product of hundreds of thousands of years of evolution.  Spatially-developed male brains resulted from physical interaction with the environment that allowed sensory input to stimulate the right hemisphere and build white matter and synapses in ways that would be useful for survival.  Even though the concept of the square school with the square classroom with one teacher to 20 or more kids has been around for a few hundred years, our boys are still young hunters whose brains need the same types of stimulation to grow and be healthy as did their male ancestors millennia ago. Our schools are vastly different from the setting of family, tribe and natural environment that used to be the educational milieu for growing boys. Our modern educational system works for many children, particularly girls, but for some boys (and girls) it places constraints on a very normal and necessary experiential type of learning that some kids require.

I am not advocating for a return to life in caves and an educational system for boys involving the activities and rituals described in my college anthropology book.  What I do advocate for is a greater understanding and appreciation for who boys are and how they learn best, and the subtle modifications to “how it’s always done” that would benefit millions of children.  Simple changes to the pace and tempo of the school day, such as incorporating several brief recesses throughout the day, devoting more time to physical education, and including more hands-on activities go a long way towards alleviating some of the natural restlessness of boys and harnessing male energy in positive ways.  Increasing a boy’s exposure to the arts nurtures his creative side and provides a counterbalance to the athletic nature of many boys.  Including more multi-sensory approaches to the teaching of academics, particularly reading and writing, helps boys reach their potential as learners, facilitating access across the corpus callosum to the left hemisphere of the brain where verbal skills, often less developed than in girls, reside.  Gurian’s book provides many other concrete examples of small things that parents and teachers can do that strengthen boys’ skills and that honor the true nature of boys.

Once an admissions director at an all-boys school, I would awake very early every morning and leave my sleepy daughter as she got ready for school, heading to the 304 boys who awaited me there.  Coffee helped me with this dramatic transition, but so did my excitement for whatever adventures the day would bring.  Many people ask me why I chose to work at a boys’ school, and my usual answer includes some version of, “Why not?”  I am fascinated by boys, by the way they think and learn, by their very difference from me and from the child I am raising.  Just as we collectively addressed the needs of girls over the past couple of decades and closed their achievement gaps in math and science, let us now turn our attention to our nation’s boys and take equally deliberate steps to assure their success in school and in life, as Michael Gurian suggests.  The revolution in brain science over the past ten years gives us the knowledge and the tools we need to do this, and we must, for as a society we are setting our boys up to fail in a system that is stacked against them, stacked against the very way they are neurologically wired. This is not to say that social and cultural influences are not contributing factors to who boys are today, but we now have medical evidence, once elusive, that illuminates the very significant role biology plays in male/female brain development and learning. We do not need to throw the baby out with the bath water, but we do need to become better educated about how boys and girls really are different, and how to best meet the needs of each.  At some colleges today, boys are being given a boost in the admissions process because they have become a minority.  If we do not address boys’ educational needs earlier in life than this, the skewing of college enrollment, and thus opportunity in life, will only get worse.

The other day I stood and watched a fourth-grade boy tossing a Nerf football with some friends on a patch of grass in front of his school.  It was a sunny day without much wind, and the ball spiraled to the right of the boy, to the left, over his head, seemingly always just out of reach, yet he caught it every time.  The perfect synchronization between his legs propelling him upward, in whatever direction necessary, and his outreached hands awaiting the ball, seemed almost a dance.  The physicality of it had that kind of beauty, and I observed with awe, knowing that my own body, even at that age, could never have accomplished what this boy made look so easy. I thought about how this very simple act, seen every single day in yards and on fields and playgrounds everywhere, was not just toning this boy’s muscles or improving his eye-hand coordination—it was actually developing neural pathways in his brain through which information will always travel, be processed, and be recalled during his lifetime.  This boy, and millions like him, and girls like him, which there surely are…all of them are in our hands.  Meeting the learning needs of all of our children is a lofty yet imperative goal.  The African proverb “It takes a village to raise a child” is an overused but apt statement, and in the villages of schools and of families and of communities, we must join together to nurture and celebrate what it is to be female and what it is to be male and the very essence and value of the difference. And after all, boys will be boys.

A seguir meu comentário postado no blog acima:

Louis Morelli says:

Hay Ms. Lori, thanks by the very useful article. (Sorry due the poor English, it is not my native language). I have copied your article and pasted inside my article “O Demonio Matricial em Ação: Mais uma de suas Técnicas” (The Demon Matrix in Action: One more of its Techniques) because this issue is a good evidence for my theory.

I will follow your blog because you have good insights and an interesting new way for approaching new problems about education. Since that may theoretical models (The Universal Matrix/DNA of Natural Systems and Life’s Cycle) are suggesting a different and third solution for Macro-Evolution in relation to Darwin and Intelligent Designer, and since that this issue is being largely debated in America, I should appreciate reading an article from yours about this issue. Cheers, Louis Morelli.

Intuição: Assunto que influencia nossas vidas e nos interessa. Grande Artigo

terça-feira, fevereiro | 1 | 2011
Quando tento rever o processo que me levou à descoberta da fórmula da Matriz Universal encontro problemas: não consigo refazer os passos antecedentes e não sei em que estava pensando ou que fato estava acontecendo no momento que desenhei a fórmula. Como nada entendo desta operação mental, escolhí uma palavra-jargão para definir a causa da idéia: I N T U I Ç Ã O.
Mas o que é intuição? Podemos provocar intuições? São elas boas e/ou más para nós? Tôda vez que de repente nos “pinta” uma idéia e saímos atrás do objetivo que essa idéia indicou, foi uma intuição?
Eu vejo o cérebro como uma network de interactions entre informações registradas em neuronios da memória e demais neuronios. A memória é o nucleo, como a molécula de açucar num nucleotideo enquanto os demais neuronios se dividem primeiro em duas grandes regiões com personalidades diferentes, os hemisférios direito e esquerdo. Dentro de cada hemisfério existe ainda outra sub-divisão entre duas regiões. Então todo estimulo que entra no cérebro exigindo um pensamento vai diretamente á memória onde se compara o novo dado com o que se tem e faz expressar os dados relacionados ao novo dado. Da memória sai um fluxo de sinais levando estes dados no sentido horário, portanto vai atingir primeiro a região mais baixa do hemisfério esquerdo. Aqui ocorre a fase do deslumbramento, da surpresa, da curiosidade, ou indiferença, como reage uma criança a qualquer estímulo externo. Se o estimulo não exige ação êle retorna ã memória se foi considerado real para ser estocado como novo dado; se não, ele se evapora. Se o estimulo exige ação o fluxo de sinais vai para a região seguinte, a região superior ainda dentro do hemisfério esquerdo. Esta região é a do raciocinio crítico, um quase animalesco comportamento, onde o ser responde como criatura carnal lutando pela sobrevivência e se esta estiver resolvida, buscando os prazeres. Corresponde à idade do jovem, que é impetuoso, meio libertino ou anarquista, mais egoísta que altruísta. Desta região pode sair prontamente a ação, sem o fluxo passar ao hemisfério direito, principalmente se o estímulo representa uma situação de emergência. Se houver tempo o fluxo vai passar para o HD, o qual lida mais com as abstrações, como dizem, a construção espacial e temporal de uma idéia, onde o fluxo vai ser analizado em têrmos das leis e costumes sociais, vai ser comparado com a existência dos outros e inferir qual a interfer6encia nos outros, etc. Nêste ponto o fluxo se comporta como um adulto jovem. Chega então o fluxo ao quarto compartimento, onde entra as questões mais abstratas, como a moral, a religião, etc. Depois disso tudo o fluxo repete tudo outro vez porem de forma bastante rápida, no cortex cerebral. O qual é uma nova construção cerebral de nível superior onde se aloja a auto-consciência. Se o fluxo não foi despachado antes, aqui é o ultima parada.
Portanto, a configuação acima repete a fórmula da Matriz-software de sistema perfeito ou aberto: os dois hemisférios são as duas meias-faces da Matriz, a memória é a F1, as duas regiões do HE são F2 e F3, as duas do HD são F6 e F7 se o estímulo conduziu a apenas uma reflexão ou memorização. F4 é o cortex que ejacula a idéia (F5) para fora ou retorna-a à memória para ser repensada no nivel prático. 
Tendo esquematizado assim o problema devemos retornar agora com nossa questão: O que é intuição? Onde ela ocorre? Como ela surge?
Devemos esperar por mais dados reais da psicologia, da psiquiatria e principalmente das técnicas de MRI, para estudar êste assunto. Por isso registramos o excelente artigo abaixo e neste capitulo iremos acrescentando tudo o que novo for surgindo. Por enquanto eu opinaria que intuição é algo que nasce no HD, quando êste toca niveis profundos abstratos e talvez holograficos da Natureza e ela pode ser tornar a causa apaixonante de uma pessoa se, quando ela bater no cortex identifica-se com algum aspecto da nossa ainda misteriosa auto-consciência. 
Vamos ao artigo que será traduzido quando tiver-mos tempo ou se antes uma boa alma fazer isso para nós. Comecei a analizar o documento: o que está grifado em vermelho foi o que achei importante para a Matriz/DNA e o que está em azul são meus comentários)
 

Rationally Speaking

http://rationallyspeaking.blogspot.com/

Monday, January 31, 2011

Are Intuitions Good Evidence?

by Julia Galef
 
In Episode 16 of the Rationally Speaking podcast, Massimo said that despite some disagreements over particular philosophical issues, there is at least a consensus within the field about the rules of how to argue. I agree to a large extent. Philosophers more or less all concur about the rules of deductive logic and what constitutes a formal logical fallacy, as Massimo rightly pointed out. That’s not to say that no one ever makes a mistake, of course, but they do share standards of argumentation towards which they all strive. That commitment to rigorous thought is why I tend to love talking to philosophers, and it’s why I’ve ended up with an amusingly philosopher-heavy friend group.
( Esta é uma falha da ideologia dos céticos ( o autor faz parte de um movimento de céticos): acreditar que existe o perfeito pensamento o qual seria o rigoroso pensamento e o qual seria uma virtude dos céticos e racionalistas. Ora, a Razão só poderia existir como perfeita se ela conhecesse o tôdo e fôsse um espelho (mental) do todo. Assim ela operaria em perfeita sincronicidade com as operações do todo. Mas é válido a busca do pensamento mais rigoroso possível baseado unicamente nos fatos reais conhecidos e comprovados por todos ou por experimentos cientificos. Assim procedí, extremamente materialista e lógico segundo a lógica baseada nos poucos dados que conhecemos, na investigação que me levou à fórmula da Matriz/DNA).
 
Most philosophical arguments, however, occur not in the neat and orderly garden of formal logic, but in the wilderness outside its walls. Which means that the consensus on “how to argue” can get a little fuzzy. In particular, there’s one interesting controversy about philosophical methodology that I mentioned during the show but didn’t have time to elaborate on1: Is it legitimate to cite one’s intuitions as evidence in a philosophical argument?
It’s an important question, because appeals to intuitions are ubiquitous in philosophy. What are intuitions? Well, that’s part of the controversy, but most philosophers view them as intellectual “seemings.” George Bealer, perhaps the most prominent defender of intuitions-as-evidence, writes, “For you to have an intuition that A is just for it to seem to you that A… Of course, this kind of seeming is intellectual, not sensory or introspective (or imaginative).”2
( Bate com o que eu disse acima. Podemos ter intuições a cada minuto mas só damos valor e seguramos algumas quando um fluxo de dados bate no cortex, na área da auto-consciência, a qual é uma emergência de nível evolutivo superior alcançando ou tocando dimensões ainda obscuras ao nosso conhecimento, e o fluxo de identifica com algum aspecto do nosso auto-consciente. É portanto uma produção intelectual, não haveria como ser sensórea.)
   
 Other philosophers have characterized them as “noninferential belief due neither to perception nor introspection”3 or alternatively as “applications of our ordinary capacities for judgment.”4
Philosophers may not agree on what, exactly, intuition is, but that doesn’t stop them from using it. “Intuitions often play the role that observation does in science – they are data that must be explained, confirmers or the falsifiers of theories,” Brian Talbot says.5 Typically, the way this works is that a philosopher challenges a theory by applying it to a real or hypothetical case and showing that it yields a result which offends his intuitions (and, he presumes, his readers’ as well).
For example, John Searle famously appealed to intuition to challenge the notion that a computer could ever understand language:
“Imagine a native English speaker who knows no Chinese locked in a room full of boxes of Chinese symbols (a data base) together with a book of instructions for manipulating the symbols (the program). Imagine that people outside the room send in other Chinese symbols which, unknown to the person in the room, are questions in Chinese (the input). And imagine that by following the instructions in the program the man in the room is able to pass out Chinese symbols which are correct answers to the questions (the output)… If the man in the room does not understand Chinese on the basis of implementing the appropriate program for understanding Chinese then neither does any other digital computer solely on that basis because no computer, qua computer, has anything the man does not have.”
Should we take Searle’s intuition that such a system would not constitute “understanding” as good evidence that it would not? Many critics of the Chinese Room argument argue that there is no reason to expect our intuitions about intelligence and understanding to be reliable.
Ethics leans especially heavily on appeals to intuition, with a whole school of ethicists (“intuitionists”) maintaining that a person can see the truth of general ethical principles not through reason, but because he “just sees without argument that they are and must be true.”6 Intuitions are also called upon to rebut ethical theories such as utilitarianism: maximizing overall utility would require you to kill one innocent person if, in so doing, you could harvest her organs and save five people in need of transplants. Such a conclusion is taken as a reductio ad absurdum, requiring utilitarianism to be either abandoned or radically revised – not because the conclusion is logically wrong, but because it strikes nearly everyone as intuitively wrong.
British philosopher G.E. Moore used intuition to argue that the existence of beauty is good irrespective of whether anyone ever gets to see and enjoy that beauty. Imagine two planets, he said, one full of stunning natural wonders – trees, sunsets, rivers, and so on – and the other full of filth. Now suppose that nobody will ever have the opportunity to glimpse either of those two worlds. Moore concluded, “Well, even so, supposing them quite apart from any possible contemplation by human beings; still, is it irrational to hold that it is better that the beautiful world should exist than the one which is ugly? Would it not be well, in any case, to do what we could to produce it rather than the other? Certainly I cannot help thinking that it would.”7
Although similar appeals to intuition can be found throughout all the philosophical subfields, their validity as evidence has come under increasing scrutiny over the last two decades, from philosophers such as Hilary Kornblith, Robert Cummins, Stephen Stich, Jonathan Weinberg, and Jaakko Hintikka (links go to representative papers from each philosopher on this issue). The severity of their criticisms vary from Weinberg’s warning that “We simply do not know enough about how intuitions work,” to Cummins’ wholesale rejection of philosophical intuition as “epistemologically useless.”
One central concern for the critics is that a single question can inspire totally different, and mutually contradictory, intuitions in different people. Personally, I’ve often been amazed at how completely I disagree with what a philosopher claims is “intuitively” the case. For example, I disagree with Moore’s intuition that it would be better for a beautiful planet to exist than an ugly one even if there were no one around to see it. I can’t understand what the words “better” and “worse,” let alone “beautiful” and “ugly,” could possibly mean outside the domain of the experiences of conscious beings. I know I’m not alone in my disagreement with Moore, yet I’ve also talked to other well-respected professional philosophers who claim to share his intuition.
It’s common, in fact, for philosophers’ intuitions to diverge. If we want to take philosophers’ intuitions as reason to believe a proposition, then the existence of opposing intuitions leaves us in the uncomfortable position of having reason to believe both a proposition and its opposite. “We all know from even casual philosophical discussion that philosophers don’t always share one another’s intuitions,” Rutgers’ Alvin Goldman writes. Just to pick one of myriad examples, here is the eminent Hilary Putnam reacting to David Lewis’ appeals to metaphysical intuitions: “[F]ar from sharing these intuitions, I feel that I don’t even understand what they mean,” he complained.8 And Cummins and Weinberg both propose that the degree of disagreement on intuition may be understated by selection bias. “I suspect there is overall less agreement than standard philosophical practice presupposes, because having the ‘right’ intuitions is the entry ticket to various subareas of philosophy,” Weinberg says.
But the problem that intuitions are often not universally shared is overshadowed by another problem: even if an intuition is universally shared, that doesn’t mean it’s accurate. For in fact there are many universal intuitions that are demonstrably false. Consider our intuitive notions about math. It seems intuitively obvious that there must be more rational numbers than positive integers – because, after all, there are an infinite number of rational numbers between any two positive integers. Yet we can prove that set of rational numbers is the same size as the set of positive integers.
Our naïve beliefs about physics are no better. People who have not been taught otherwise typically assume that an object dropped out of a moving plane will fall straight down to earth, at exactly the same latitude and longitude from which it was dropped. What will actually happen is that, because the object begins its fall with the same forward momentum it had while it was on the plane, it will continue to travel forward, tracing out a curve as it falls and not a straight line. “Considering the inadequacies of ordinary physical intuitions, it is natural to wonder whether ordinary moral intuitions might be similarly inadequate,” Princeton’s Gilbert Harman has argued,9 and the same could be said for our intuitions about consciousness, metaphysics, and so on.
We can’t usually “check” the truth of our philosophical intuitions externally, with an experiment or a proof, the way we can in physics or math. But it’s not clear why we should expect intuitions to be true. If we have an innate tendency towards certain intuitive beliefs, it’s likely because they were useful to our ancestors. But there’s no reason to expect that the intuitions which were true in the world of our ancestors would also be true in other, unfamiliar contexts, such as objects being dropped from airplanes. (Or the emergence of consciousness from a complex system of unconscious components.)
And for some useful intuitions, such as moral ones, “truth” may have been beside the point. It’s not hard to see how moral intuitions in favor of fairness and generosity would have been crucial to the survival of our ancestors’ tribes, as would the intuition to condemn tribe members who betrayed those reciprocal norms. If we can account for the presence of these moral intuitions by the fact that they were useful, is there any reason left to hypothesize that they are also “true”? The same question could be asked of the moral intuitions which Jonathan Haidt has classified as “purity-based” – an aversion to incest, for example, would clearly have been beneficial to our ancestors. Since that fact alone suffices to explain the (widespread) presence of the “incest is morally wrong” intuition, why should we take that intuition as evidence that “incest is morally wrong” is true?
The still-young debate over intuition will likely continue to rage, especially since it’s intertwined with a rapidly growing body of cognitive and social psychological research examining where our intuitions come from and how they vary across time and place. I’ll be following it with interest – as a metaphilosophical question, its resolution bears on the work of literally every field of analytic philosophy, except perhaps logic. Can analytic philosophy survive without intuition? (If so, what would it look like?) And can the debate over the legitimacy of appeals to intuition be resolved with an appeal to intuition?
                                                  xxx
[Note: Massimo will publish a response to this friendly attack in a couple of days, as soon as he has figured out what his intuitions about Julia's arguments are.]
[Julia's Note: This was certainly meant as friendly, but not as an attack! I'm just explaining an interesting controversy in the field.]
————
(1) My disagreement with Massimo in the show begins around 20:30 and seems, in retrospect, to be primarily due to my characterization of appeals to intuition as a “rule of inference” among philosophers. Massimo (I believe) took “rule of inference” to refer to a formal rule of deduction, and replied that philosophers do not disagree about formal logic, whereas I was using “rule of inference” to mean, basically, “philosophical methodology.”
(2) George Bealer (1996). A priori knowledge and the scope of philosophy.
(3) Sosa, E. (1998). ‘Minimal Intuition’, in M. De Paul and W. Ramsey (eds.), Rethinking Intuition, Lanham, MD: Rowman and Littlefield.
(4) Timothy Williamson (2004). Philosphical ‘Intuitions’ and Scepticism About Judgement.
(5) Talbot, Brian (2009). How to Use Intuitions in Philosophy.
(6) Harrison, J. (1967). “Ethical Objectivism,” In P. Edwards (Ed.), The Encyclopedia of Philosophy (Vols. 3-4, pp. 71-75).
(7) Moore, G. E. (1903). Principia Ethica.
(8) Putnam, Hilary (1995). Renewing Philosophy.
(9) Harman, G. (1999). “Moral Philosophy Meets Social Psychology: Virtue Ethics and the fundamental Attribution Error,” Proceedings of the Aristotelian Society (New Series), 119: 316–31.

O filme “The Matrix” mostra três êrros da Humanidade que devem ser corrigidos urgente!

segunda-feira, janeiro | 10 | 2011

 

The Matrix

Os virus do cancer abandonam uma célula e emigram para outra destruindo a todas e assim fazemos nós humanos com nossa emigração. Enquanto a Máquina Inteligente do filme “The Matrix” tratava os humanos colocando-os no mundo dos sonhos de muita gente alienada e consumista de hoje, nós tratamos os animais enjaulando-os ou levando-os para o matadouro. Não dependemos de comer carne, mas o fazemos porque gostamos. E uma sociedade rica mas ordeira, disciplinada, egualitária, seria insuportável para as pessoas cujo mundo só tem graça onde existe competição, fortes emoções e anarquia.

Êstes temas são excelente material para nossa reflexão. Foi inspirado num post copiado abaixo que está no site:

http://www.imdb.com/title/tt0133093/usercomments?start=46 

” While watching this movie the audience is supposed to join the position of Neo, the freedom fighter, the elected, the one, the saviour of human kind blablabla and his nice company… but, I mean,

 how the heck can you disagree with Agent Smith when he says:

– ” [...] Every mammal on this planet instinctively develops a natural equilibrium with the surrounding environment, but you humans do not. You move to an area, and you multiply, and multiply, until every natural resource is consumed. The only way you can survive is to spread to another area. There is another organism on this planet that follows the same pattern. A virus. Human beings are a disease, a cancer of this planet, you are a plague [...] ” –

Ok, you can be the typical egoistic/egocentric/selfish type of guy who thinks that humans have the right of exploiting everything just ’cause they can do it, but still you must admit that the (supposedly) bad-guy of the movie is speaking the truth there.

Then again he says:

 – “Did you know that the first Matrix was designed to be a perfect human world? Where none suffered, where everyone would be happy. It was a disaster. No one would accept the program. Entire crops were lost. Some believed we lacked the programming language to describe your perfect world. But I believe that, as a species, human beings define their reality through suffering and misery. The perfect world was a dream that your primitive cerebrum kept trying to wake up from. Which is why the Matrix was redesigned to this: the peak of your civilization.” –

I found myself smiling at this, have you ever noticed the way some ppl without any apparent reason to be unhappy invent some problems they actually have not, create some paranoia or exaggerate little things just to waste their time in troubles? Ha!Ha! More than once I heard somebody saying the world would be a boredom if everything was right, no thrill, no revolutionary ideals to spread, no fights, no enemies to crush…

I see Agent Smith is right once again, human beings find their way to progress by taking how more distance is possible from nature, and sophisticating their tastes and needs, that’s why the best Matrix is just a copy of one of ours (supposedly) more evolved civilizations, with all its faults.

 Are you thinking machines here are blameworthy for the way they use humans? At least they induce us in a realistic dream of a real life, we don’t do the same with all the animals we grow jailed, we puff-up and then we slaughter for our pleasure. (PLEASURE, not survival, ’cause we don’t need to eat meat to live, we just do it because we like it).

So, IMO this movie has a pretty stimulating plot filled with annoying Hollywood-type exaggerate action… all in all I rate it a 6½ out of 10, ’cause it’s entertaining and offers some cues for a reflection.”

E agora? O aquecimento do planeta Terra não é o equivalente à febre que nosso corpo produz quando infectado por virus? Quais serão os anti-corpos que o corpo da Terra está sintetizando para nos atacar como intrusos? Algo simbolizado como os quatro cavaleiros do apocalipse?

Existe Algo Oculto Acima da Matriz Atuando Aqui?

sábado, janeiro | 8 | 2011

Veja-se este vídeo espetacular… e os outros que o seguem.

http://vimeo.com/10701736

Quando o virus  bateriogafo T4 se aproxima de uma bactéria é a mesma cena do pouso de uma nave num planeta isolado. Descendo e se aproximando do solo a nave já abre, ainda no espaço, e extende seus quatro pés que é seu trem de pouso até pousar suavemente. O virus t4 faz exatamente isso!

Mas não pode. Nem uma gigantesca árvore pode mover seus ramos para agarrar alguma coisa.  Não pode mas êle faz. Isso não é racional. Isto quer dizer que a nossa Razão não é eficiente. Ela acerta algumas coisas no nível imediato e grosseiro à nossa volta, mas quando se trata de planejar de acordo com a mais profunda verdade, de acordo com as fôrças que atuam, ela não trabalha bem. Se acertar é por sorte, acaso. Ainda existem coisas ocultas na Natureza que não foram passadas como conhecimento para nossa Razão. Pobre dos intelectuais céticos e cientificistas que acreditam no… “a vida é oportunista fluindo num mundo ao acaso”. Isto é o que sugere nossa Razão, mas fatos como o do T4 provam que nossa razão está falhando. Como tambem pobre do Morelli que um dia quase acreditou no…” a matriz explica todo o Universo material, o qual é meramente uma produção genética/computacional”. Ou a Matriz tem coisas das mais importantes que ainda não descobrí, ou existe algo mais forte que ela atuando aqui nêste universo material.

Dá para aceitar que um escorpião ou uma aranha enrijeça e extenda seus grilhões ao se aproximar de uma prêsa, dá para aceitar que o bicho tenha instintos automáticos que de fato preveem o futuro do que vai acontecer ali. mas quanto a um virus, não dá. Aquilo é um puro amontoado de átomos formando uma cápsula de proteína, um cilio… a unica coisa que ele possui mais complexa é um RNA ou DNA. Fica quase evidente que tquem tem a capacidade de previsào aí é o RNA/DNA. O qual é uma mera molécula de ácido desoxirribonucleico. isso náo pode prever o futuro, tal como, saber que vai pousar, e em cima de uma bactéria e não um pedaço de ferro onde ele quebraria a ponta de sua broca penetrante. Já deu para perceber que vírus é um pedaço da Matriz na sua forma astronomica, o pedaço correspondente a função 5, cometa. mas olhando para o estágio evolutivo dessa função quando estava produzindo a forma de cometa, não vemos aí os principios brutos que teriam evoluido para a engenharia de pouso. Certo que o cometa abre caminho no meio de rochas e poeira estelar que está em volta do vortex, mas ele não tem trem de pouso.

Então… alguma forma evolutiva da Matriz entre LUCA e seres vivos deve existir… ou ocorreu a interferencia de algum agente desconhecido que possuía estes recursos. Mas olhando para o Universo, para a Natureza, sabendo da Matriz… fica dificil aceitar que ainda exista algo oculto a nós. E temos mais dois exemplos disso.

Um, é o caso da mente ou auto-consciência humana. Existem teoremas matemáticos bem racionais ( se me lembro bem, de Godel) demonstrando que o cérebro humano não recursos para produzir a auto-consciência. Outro é o caso de dois corpos astronomicos – uma estrela se seu planeta –  ter entrado em ciclo vital e produzido os outros corpos astronomicos.

São saltos que foram preenchidos por uma ou algumas fôrças ainda desconhecidas. Não tem como se livrar disso: não existe conexão racional entre o ancestral e sua cria.

É bom ter isto em mente para vencer a fobia de pensar que a Matriz resolveu tudo e é a unica necessaria e suficiente fôrça na Natureza que produziu tudo o que aí está. É deprimente, mas temos que aceitar o fato.

Infelizmente vamos ter que fazer o que odiamos e condenamos em outros. Vamos ter que procurar fantasmas, dar uma olhadela nas varias místicas existentes. Talvez seja algo quantico, ou algo holografico, ou…

… mas a lógica dos fatos não pode nos deixar duvidas: existe uma força fantasma influenciando no mundo material e em nossas vidas. Temos que sair em campo procurando-a. Quase sempre a Ciência acaba por descobrir e quando o faz demonstra que não era nada fantastico, nada supernatural. Oxalá seja assim também desta vez.

Homem e Mulher: Entendendo as Diferenças Naturais e Psicológicas

sábado, dezembro | 4 | 2010

Estas diferenças vem desde as origens do Universo ou mesmo antes disso e não conhecer estas origens é nunca entender o sexo oposto. O primeiro ser vivo, a célula ainda desnucleada, era hermafrodita, mas houve a divisão de um corpo em dois corpos quase iguais, dos quais  a principal notável característica diferencial foi a separação dos órgãos sexuais. O fato da semelhança física na forma geral porem com a diferença sexual que manteve a complementaridade anterior significou que, da separação física, resultou a bi-lateral simetria das formas, a qual é um aspecto relacionado ao fenótipo genético. Mas a separação foi mais profunda do que as aparências revelam e dizem respeito aos significados e propósitos ultimos da existência da Natureza Universal. Estes significados se revelam nas diferenças entre os dois corpos, diferenças de caráter, de comportamentos, de valores, de tendencias, de psicologia, os quais são evidentemente opostos entre si, por isso apresentam a assimetria, e as suas relações conflituosas constituem o genótipo genético. Porque as diferentes idéias entre os sexos sôbre casamento, familia, filhos, disponibilidade sexual, etc? Porque as duas naturezas são diferentes, e essa natureza já veio dividida antes mesmo de suas origens materiais, como se nosso mundo resultasse de uma entidade caída e fragmentada devido a um conflito de dupla personalidade e que aqui visa se corrigir e recompor-se.  

O quadro todo está bem circunscrito na figura do DNA que se constitui na essência da Natureza inscrita como essencia humana e carrega estas cargas genéticas: duas hastes laterais, simétricas entre si, representando os corpos na sua totalidade, os dois tipos fenotipicos, e quatro bases variaveis e ativas internas representando as relações, interações e conflitos, a história genótipica, entre os dois corpos. Cada secção do DNA é composta por três bases-pares de nucleotideos, e isto significa que o primeiro par inicia seus contactos em base de conflitos de carater e tendências que geram o caos ambiental, o segundo par assenta um equilibrio interativo gerado pelas mutuas desvantagens decorrentes dos conflitos, e o terceiro par representa o inicio do desfazimento da aliança na segunda fase, a separação pela degeneração dos corpos que tenderam ao eterno equilibrio estéril e abre as portas à continuidade da evolução. Mas antes que a morte dos corpos se efetue e interrompa a perpetuação da espécie, é acionada uma quinta variavel, a base uracila,o agente reprodutor das seccões do DNA, que toma as providências para que novo ciclo de tres bases recomece. E assim, passando da fase de conflitos e caos para a fase de acasalamento e ordem e se desmanchando pelas fases de degeneração transformadora para reinicio de novo ciclo mais evoluído, aquela escada em caracol de três em três degraus vem crescendo e registrando a evolução.

A mulher representa uma meia-face de uma personalidade sob duplo conflito e o homem representa a outra meia-face. Enquanto ela tende ao extremo para a introspecção, o homem tende ao extremo para a dispersão. Isto porque a Natureza se divide num dualismo em que um lado dela tende à extremada posição do egoísmo como sistema fechado em si mesmo e o outro lado tende à extremada posição alienante e dispersiva do sistema aberto desde si mesmo. Jamais a mulher vai entender porque o homem prefere o bar e a rua à tardesinha ao invés de vir correndo para casa como ela faria e o homem jamais vai entender porque a mulher fica telefonando, perguntando, chamando e furiosa quando êle chega mais tarde, se os dois não conhecerem suas duas diferentes naturezas. E para conhecer isto é necessário regredir ainda mais no tempo, entrando fundo no passado até mesmo antes das origens da matéria, antes do Big Bang.

Quem descobriu a luz que ilumina nosso entendimento sôbre as diferenças sexuais foi um genial físico japonês, Hideki Yukawa, quando desvendou as forças de atração e repulsão entre as partículas que se constituem os tijolinhos básicos de tôda a matéria natural, notadamente o mecanismo da cola nuclear entre prótons e neutrons, o casal nuclear que vive rodeado de suas crias, os elétrons. Foram desde estes processos, fluindo na matéria, que hoje constituem nossos corpos, que se desenvolveram tôda a parafernália que hoje constituem as genitálias sexuais e determinaram os instintos animais e psicológicos humanos daí decorrentes. Mas a descoberta destes processos nas origens da natureza material nos orientou a desvendar a causa primeira, o principio não-material do fenômeno sexual no estado do mundo antes de acontecer o momento fecundador que originou este universo, quando ainda, seja do eter espacial ou do oceano de matéria e energia escura, pipocavam os vórtices não-materiais, provavelmente de dimensão e natureza quantica, e provavelmente trazendo os bits-informação tais como genes de um sistema ou universo que existia antes e alem. Por isso o fenômeno sexual tem sido um aspecto muito importante ocupando a cabeça de seres humanos, pois foi de um ato sexual, reduzido a eventos quanticos, que tudo por aqui começou. Descrever e recordar os eventos daquela época é assistir o primeiro intercurso sexual ocorrido no Universo, depois dos primeiros conflitos e antes do primeiro acasalamento dos dois simétricos e auto-complementares na forma, mas assimétricos e auto-excludentes no caráter.

As diferenças que hoje prejudicam os relacionamentos entre homens e mulheres, se tomar-mos por base o que está indicando a Física do Mestre Yukawa e os fenômenos dessa ainda misteriosa dimensão quântica, nos relembra os textos sagrados da maioria das religiões, pois quando descrevemos e observamos os resultados de nossos calculos surpreendentemente parece que estamos transcrevendo os textos sagrados: havia uma entidade antes e alem da criação deste Universo, uma entidade hermafrodita que reunia tudo o que há hoje num só corpo, mas que tinha um problema de conflito interno onde a cada momento se alternavam o bem e o mal em relação a uma situação que se revelavam sendo o mal e o bem na situação seguinte, uma situação desequilibrada e insustentável que necessitava de uma correção para alcançar o equilibrio, e para tal propósito esta entidade se projetou fragmentada em suas unidades fundamentais de informação num processo de queda em colapso tornando-se este mundo material. Ora acabamos de descrever em outras palavras o deus caído e denominado Lúcifer, porem, em termos de simples transmissão hereditária e por um processo meramente genético. Não sei como depois de tantos estudos fomos chegar à mesma solução que os mestres autores dos textos sagrados já sabiam a muito tempo, talvez por mera intuição decorrente do fato de que este passado deve estar registrado em nossa memória genética. Para nós, filósofos naturalistas, o que havia antes das origens era um sistema natural impossivel de ser imaginado pelo nosso pequeno e limitado cérebro porem quase com certeza devia ser constituido de inteligência, baseando-se no fato que a inteligência se manifestou aqui; para os místicos, seríamos descendentes de um anjo-deus caído por defeito de personalidade: Lúcifer.

Existia um vasto e negro oceano do que denominamos “dark-matter”. Nele pipocavam o que pareceriam bolhas se vistas de cima, porem, tambem pareceriam vórtices, remoinhos, se vistas de lado. Estes infinitamente minusculos vórtices surgiam inicialmente apenas como meros pontos dos quais emergia uma linha espiralada constituindo um vórtice girando no sentido horário, existiam por mera frações de bilionésimos de segundos e explodiam se demanchando por excesso de energia. O imenso oceano teria assim permanecido eternamente sem alterações outras que a cena parecendo povoado de peixinhos que desapareciam tão espontaneamente como surgiam. Mas em dado momento apareceu no centro deste oceano como que uma nave alienigena e tresloucada, pois que explodiu ou desfez-se, liberando sua tripulação, os quais eram exatamente do mesmo tamanho que as bolhas quando atingiam sua grandeza máxima. Estas bolhas moveram-se como balões abertos no ar que escapam rodopiando em espiral até tornarem-se apenas um ponto. Com a novidade que a linha espiral formada por este movimento girava no sentido anti-horário, portanto contrário à população que já se encontrava ali. Eram em tudo ao contrário: se uma nascia como ponto e se enchia de energia até desfazer-se por excesso a outra nascia como bolha cheia de energia e se esvaziava até se desfazer por falta – e aqui vamos começando a entender porque no ato sexual o corpo do homem descarrega matéria com energia enquanto o corpo da mulher se carrega com eles. Se uma nascia fria como bolha e se esquentava como ponto a outra nascia quente como ponto e se esfriava como bolha. Se uma rodopiava desde o norte apontando para o sul, a outra nascia rodopiando desde o sul e apontando para o norte. Assim um carater, uma personalidade em duplo conflito era fragmentado sendo as duas tendencias opostas separadas em todas suas fundamentais unidades. Mas nesta separação já estava lançado o destino inevitável final, que seria a reunião total, porque os dois contrarios conservaram a suprema bi-lateral simetria nas suas formas que se auto-complementavam: fôssem quais fôssem suas diferenças, os dois eram da mesma e unica espécie, evidenciada pela aparência fenótipica. Os dois eram pontos, os quais se transformavam em vórtices, que se transformavam em bolhas, assim como homens e mulheres são transformados pelo ciclo vital, quando os dois são embriões, os dois se transformam em crianças, e depois se transformam em adultos. Tudo o que é e acontece aqui, tinha sua correspondencia sendo e acontecendo lá, antes das origens dêste mundo.

A melhor maneira de ver, sentir com a alma e a inteligência, o que acontecia nas nossas origens é reproduzir aquelas formas e eventos com nossas próprias mãos. Ponha as duas mãos à sua frente, uma cerrada e a outra aberta. Agora feche a que estava aberta enquanto abre a que estava cerrada. Tens à sua frente a imagem que verias na superficie do negro oceano quando tudo o que existia eram apenas as bolhas tornando-se pontos e vice-versa.

(Texto interrompido a ser continuado assim que o tempo permitir)       

Filosofia Metafisica: Pensamentos originados pelo Numero Phi

sábado, novembro | 27 | 2010

(este texto está desarrumado e incompleto, registrado aguardando término)

Ainda estou atordoado com esta recente descoberta proporcionada pela fórmula da Matriz: a causa, a fonte primeira, da Proporção Áurea, como querem os matemáticos e ateus, ou da Divina Proporção, como  querem os místicos e religiosos, simbolizada pelo Número Pi, ou Phi – pois parece-me que estou tocando ou as vestes de Deus ou o máximo segrêdo do Universo, pois nunca chegamos tão perto!

O que é a Proporção Aúrea? Observe a imagem abaixo do diagrama da fórmula da Matriz. Vamos representar uma volta completa pela circunferência pelo número 1 cm. Agora vamos reiniciar uma segunda volta, sempre começando pela Função 1. Mas quando chegar-mos à Função 4, paremos por aqui. Foi dada meia volta, o que vamos representar por 0,5 cm. Portanto temos 1,5 cm. Agora, ao invés de seguir o fluxo da circunfer6encia, vamos desviar nossa linha pelo ramo lateral que emerge da Função 4 e retorna à Função 1. Partindo do ponto central do quadrado 4 e pontando na direção do nucleo, vamos andar 0,1888 cm e parar aqui. Onde estamos? No momento que emerge da Função 4, a Função 5. Neste ponto temos 1,6888, o numero Phi.

E o que significa a Função 5? É a força universal que modela o agente criador da reprodução. Ela criou o cometa no espaço sideral,o espermatozóide no corpo humano, o RNA na célula, a uracila no nucleotideo. E o que tem isto a ver com o numero Phi que vemos criando a bi-lateral simetria, que é a origem da beleza das formas, das Artes, etc.? Tudo! Basta saber que a fórmula da Matriz representa um ser sendo transformado por um ciclo vital. Que a evolução do ciclo é representada pelo fluxo de informações que corre no circuito, começando pela Função 1 e indo no sentido horario até retornar ao ponto de partida. Portanto, a fórmula primeiro constrói o lado esquerdo da face. Assim como, na origem da Vida, primeiro foi construído o RNA, que é uma haste parecida com a haste esquerda do DNA.  Quando termina o lado esquerdo da face, o fluxo continua, agora para construir o lado direito. Assim como o RNA, depois de milhões de anos, se reproduziu numa haste direita e formou o DNA. Mas tanto os nucleotideos de RNA como do DNA só se reproduzem se atuar o agente reprodutor, a uracila. A qual é o numero Phi.

Em suma: a bi-lateral simetria é a reprodução de uma metade de um corpo qualquer em outra metade à sua imagem e semelhança. Mas para que seja criada uma arquitetura natural com bi-lateral simetria tem que atuar a força natural responsavel pelo fenômeno da reprodução. E esta força é ativada quando o fluxo da criação alcança seu ponto 1,6888. 

Se eu fôsse crente diria que você está de parabéns. Acabou de conhecer a geometria e a matematica não como se apresentam no pensamento dos homens mas como funcionam no pensamento de Deus quando realiza Suas criações.

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A matéria bruta do Universo, a massa sem forma, foi movida desde o caos primordial por uma tendência misteriosa para produzir esta profusão de formas que vemos hoje, constituindo-se em sistemas naturais, e atingir um estado de ordem funcional onde sómente então começa a se delinear as formas belas e a racionalidade previsível. Esta força misteriosa está por traz do problema que nossa Ciência ainda não solucionou, ou seja, como a matéria informe construiu o primeiro sistema, o primeiro átomo, e como desde este átomo se desenvolveram os outros sistemas, desde os galacticos aos corpos humanos.

Pois se houvesse sómente a matéria, constituída por massa e energia, e segundo a composição que dela conhecemos hoje, não tinha como nem porque ela sair de seu estado inicial onde a massa se esparrama pelo espaço sem qualquer forma-padrão e a energia apenas produz relampagos, eventos caóticos ao acaso. O Universo teria ficado patinando neste estado infinitamente.  Mas não foi o que aconteceu, havia algo mais na matéria que a fez dar passos evolutivos e chegar onde chegou. Tanto ateus como religiosos se esquecem convenientemente deste estado do mundo no priuncipio e dão um salto descomunal levado por suas imaginações, uns sugerindo que a invisivel e desconhecida variavel que havia ali era simplesmente uma força mal explicada denominada acaso, e outros sugerindo que esta variavel era uma inteligência mal explicada denominada Deus. 

Até o dia em encontrei a fórmula da Matriz eu estivera tendendo para o lado do pensamento cientifico e ateu moderno, o qual acredita que tudo tenha iniciado como mero fruto do acaso.  Não me alinhei definitivamente com eles porque eu sou um genuíno cético, aquele que só acredita no que pode ver e tocar. Mas a fórmula da Matriz me fêz ver que eu poderia construir um Universo inteiro igual ao que vejo hoje com tudo que nele existe, inclusive a auto-consciência humana, se eu tivesse em mãos aquela fórmula. Portanto, seja o que for que existiu antes da origem deste Universo, tendo aquela forma  pode ter feito o mesmo. Se o Universo foi realmente criado e construído com aquela fórmula, então não foi por acaso.

Mas isto ainda não é suficiente para se correr precipitadamente a dizer que existe uma inteligência por traz da criação. Uma girafa produz uma forma, e viva, sem aplicar nenhuma inteligência.  Apenas deixa a Natureza fluir através dela. Portanto, numa certa época cheguei à visão de que o Universo pode não ser fruto do acaso, mas sim, trata-se de mero ovo cósmico dentro do qual ocorre um processo de reprodução genética natural.  

 O problema é que a fórmula  apresenta um conceito de geometria espacial e calculo matemático. Estes fenômenos da bi-lateral simetria, da reprodução, da funcionalidade de um sistema natural, que são todos explicados pela Proporção Áurea, a qual é baseada na geometria e na matemática, sugere desconcertantemente a possibilidade de ter havido a atuação de alguma forma de  inteligência participando da criação  da coisa ou sistema que gerou genéticamente este Universo. 

Vamos supor que universos despontam espontaneamente por vibrações quanticas como sugere a vanguarda do pensamento cientifico atual, na voz de Stephen Hawking. Ele já deu aqui um inconsequente gigantesco salto imaginativo ao dizer “universos despontam”. Pois o que pode surgir inicialmente é matéria informe. A não ser que nas vibrações quanticas existam um poropósito pré-definido de apresentar como produto, universos. Sem propósito, o que as vibrações poderiam produzir seria matéria informe. Por mais que a massa seja movida pelo incessante movimento da energia, por mais que sejam os resultados de infinitas combinações é impossivel à matéria por si só chegar ao numero Pi. Porque?

Porque o Pi apenas surge quando já foram construídas e conectadas quatro arquiteturas naturais, três das quais só podem ser produzidas se aplicado o ciclo vital sobre a primeira.

Então vamos supor como quer a teoria do acaso que o caos primordial produziu uma arquitetura por todos os lados ao mesmo tempo, a qual se assentou definitivamente como tijolo basico da matéria. Que eventos ao acaso possam produzir uma particula, digamos, quark, num determinado ponto, é plausivel. Mas ela seria inevitavelmente destruída dentre os eventos ao acaso que continuam a ocorrer no mundo externo a ela. Para que ela sobrevivesse por longo tempo suficiente para evoluir, como a primeira célula sobreviveu e evoluiu na Terra, seria preciso uma certa manutenção de ordem por um certo tempo, como ocorria na Terra naquela época. Mas no caos primordial não havia ordem alguma e muito menos duradoura. Todos os fazimentos eram desfazidos…  Como se a primeira célula surgiu segurando-se num planeta que no instante seguinte seria desfeito. Ora então a teoria do acaso recorre à possibilidade de que de infinitos eventos ao acaso tenha surgido num ponto um quark. Até aí, tudo bem, não sei mesmo o que é um quark, aceito qualquer idéia. Mas a matéria era muita e se ocorreu a aparição de um quark num ponto, os outros quase infinitos pontos daquela matéria continuaram caóticos, o que não dava sustentabilidade ao tal quark. Mas aí a teoria começa a apelar: suponhamos que dentre infinitas possibilidades muitas vezes tenha surgido um quark naquele ponto e nada ou outras coisas surgiam nos noutros pontos. Mas suponhamos que quando numa daquelas vezes que voltou a surgir o quark no mesmo ponto, em outros trezentos pontos distantes tambem surgiram quarks. Ok, todos seriam desfeitos ainda. Mas suponha que dentro da eternidade outra vez surgiu quarks em 500 pontos. Ou seja, o mesmo tipo de acidente que fêz uma força vibracional se chocar com outras num ponto, tambem aconteceu em outros quinhentos pontos…

Bem, já temos uma idéia do que o teorista do acaso quer propor. Que a primeira célula surgida na Terra teve em seguida a Terra desaparecida sob seus pés, mas que por uma feliz coincidencia toda a matéria não só da Terra como de todo o Universo ressurgiu a seguir na forma de células prontas! E assim umas se agarraram às outras e formaram uma colonia de células tal como são os nossos recifes de corais. Neste ponto só me resta mandar nosso teorista do acaso ir dormir. Não precisa nem lembra-lo do problema seguinte: esta universal colonia de quarks estaria flutuando no espaço sem ter mundo material externo algum. Não sei como poderiam sobreviver e ainda evoluir como o Universo material evoluiu. Concluindo: a não ser que os cientistas coloquem matéria em boa quantidade no collider da Europa, fazendo essa matéria se chocar caóticamente até o dia que todos os choques produzam uma arquitetura universal que se fixe perante nossos olhos… nunca vou me alinhar na fila dos ateus. E mais: vou tender para a possibilidade do universo como ovo cósmico reproduzindo um sistema genéticamente, e quiçá, se mais atordoantes novidades surgirem do numero Phi, vou começar a tender para a possibilidade de que o sistema que está sendo reproduzido teve, em algum momento de sua ancestralidade, sido criado por uma forma de inteligência. Não tenho outra saída à luz dos conhecimentos atuais.            

Pensando nisso, a partir daquele dia fiquei boiando nas nuvens, esta era uma novidade que eu não esperava e mudava tudo o que eu supunha saber e pensava ser a verdade.

Não se trata da mera questão de saber se a fórmula realmente existe ou é apenas uma criação da minha mente. O fato é que a fórmula tem todos os requisitos para produzir o Universo tal como se encontra hoje a partir de meros vórtices imateriais. Então opiniões humanas discutindo se a fórmula existe na Natureza de nada valem porque a mente humana, o conhecimento cientifico atual, não tem a capacidade para solucionar esta questão. Manda a lógica que agora só nos resta uma alternativa. Continuar investigando qual o certo: acaso ou prévio design? As duas soluções supremas são perfeitamente, lógicamente, racionalmente possíveis, e uma não é melhor que a outra, à luz dos fatos reais e comprovados que conhecemos até este momento .

Quando vejo uma cena na selva de uma fera atacando e estraçalhando uma horrorizada e indefesa ovelha, ou fico sabendo que o agente de segurança do Carajás que estava desaparecido e foi encontrado quase inteiro mas móido dentro de uma jibóia, e imagino o terror daquele homem sentindo-se enrolado pela cobra e vendo sua bocarra se aproximando para enguli-lo sem que ele pudesse se mexer e escapar dela… perco totalmente a esperança de que haja algum tipo de Deus. Ou de alguma inteligência superior à humana criando por vontade própria uma fórmula quantica viva capaz de produzir universos e vidas como a nossa. Impossível que uma inteligência superior não tivesse o minimo de compaixão e permitisse acontecer estes horrores.

Mas, por outro lado, quando vejo fenômenos naturais comprovados como a magistral proporção que gera a beleza através da bi-lateral simetria, e vejo que esta proporção é uma produção geométrica espacial com bases sólidas matematicas, retorna a esperança, pois isto não poderia de maneira alguma ser produzida por um acaso onde faltasse a inteligência.

Assim vivo oscilando entre duas possíveis soluções para as existências do mundo e a nossa própria: depende da cena que vejo em cada momento. Por isso hoje me sinto o mais infeliz dos humanos pois todos tem algo em acreditar e eu não tenho, perdido entre duas alternativas que não tenho como saber qual a correta. No final de tudo a deprimente certeza que vou morrer sem resolver o mistério da minha existência, pois o meu cérebro e a minha Razão são demasiado pequeninos para alcançar esta suprema solução.

Vamos então entrar agora nas explicações do reino de aparência mágica e inteligente do numero Phi.   

Imagine a cozinheira fazendo a massa para um bolo que terá a forma, digamos, de uma pessoa. Ela começa a modelar a massa pela base, fazendo os dois pés, mas é importante notar que ela focaliza um ponto central e vai levantando a forma de maneira que as partes esquerda e direita dêste ponto central sejam iguais, aplicando a famosa bi-lateral simetria que dá a beleza às formas. Ela constrói sua imagem baseada no seu conhecimento de uma imagem que ela já viu antes e conhece muito bem. Portanto ela parte de uma imagem préviamente existente. O segundo ponto importante a notar é que a cozinheira não tem a pretensão de fazer a imagem de um ser humano  real, com vida. Sua produção final será um mero boneco, uma estátua. 

A Natureza ( que na minha definição seria a força universal ou o próprio Universo que se expande e se transforma) pode ser comparada, a grosso modo, com a cozinheira de bolos que ao invés de jogar a massa sem forma trabalhada dentro do forno, trabalha-a antes, modelando-a, obtendo formas. Mas é dificel acreditar que a Natureza inconsciente tenha propósitos, planos futuros, para as formas que ela produz. No entanto, quando olhamos mais à frente e vemos como estas formas produzidas estão se comportando, descobrimos estupefatos que elas serviram a um propósito.  A imagem do boneco serviu para o prazer estético dos convivas, a imagem do réptil serviu para produzir a imagem do mamifero. Quer queiramos ou não, até agora a Natureza tem se comportado como a cozinheira consciente que sabe préviamente o que quer quando trabalha a massa.

Mas existem diferenças patentes entre a Natureza e a cozinheira quando modelam a massa.

a) a cozinheira tem prévias imagens já construídas na mente, ela apenas reproduz imagens; a Natureza não tinha imagem alguma de mamiferos quando modelava a massa de répteis, ou seja, ela têve que criar uma nova imagem. E não se trata da cozinheira criando uma imagem que nunca existiu, sem plano algum, por exemplo, trocando a imagem de braços por martelos. Isto é fácil a qualquer um fazer. A Natureza tinha que criar uma imagem nova, nunca vista antes, que atendesse a um plano futuro: a imagem do mamifero produziu uma arquitetura mais complexa, o cérebro humano. O Homem com martelos no lugar dos braços jamais poderia produzir a próxima forma biológica mais complexa. Portanto, o fato incontestável é que a Natureza sempre criou imagens novas nunca existentes antes, e tôdas as imagens anteriores eram protótipos da imagem ultima existente agora, como mostram as evidências.

Raios! Como um ser inconsciente pode fazer isso?! Eu acho que não pode. Seria o mesmo que dizer que o conjunto de tôdas as particulas do Universo constituem uma espécie de cozinheira que desde o Big Bang já tinha em mente fazer um bolo que apresentasse imagens de seres humanos, que ela nunca viu antes e ainda mais: vivos!

Prefiro a tese da fórmula matricial no meio da matéria. Esta explica tudo, racionalmente, o que aconteceu depois do Big Bang, ao menos.

Está bem. Os ateus vão retrucar que estou abordando a coisa pelo lado errado. Que o agente da evolução não teria sido a Natureza, nem a cozinheira, mas a imagem. Ela é que possui a força de se mover, se adaptar, variar, evoluir, de forma em forma.

Minha resposta? Acertaram na môsca!

A imagem é um simbolo representando uma arquitetura concreta, material, natural. E o que mais é a fórmula da Matriz? Senão um simbolo abstrato na forma de imagem que contem em si todas as formas que essa arquitetura adquiriu durante sua história de evolução? Ela desponta como a mais forte candidata a ser a invisivel variavel que tem movido as coisas dentro do Universo e produzido tudo o que aí está. 

b) A cozinheira produz formas estáticas enquanto a Natureza produz arquiteturas vivas, dinamicas. Terá a cozinheira um dia a capacidade de fazer bolos com imagens de pessoas e animais que vivem e se movem na superficie do bolo estragando toda a decoração? A resposta é sim, talvez em 20 bilhões de anos. Basta a ela inserir como ingredientes todos os elementos básicos da Natureza e imitar a história da evolução natural. Mas quando a Natureza começou a fazer seu bolo, era apenas uma quantidade de massa disforme e energia movendo-se caóticamente. E não tinha na mente a recordação de imagem alguma de pessoas e animais, muito menos de processo evolutivo, do método evolutivo.

Vem então os ateus correndo apontar para sua teoria: o que existe hoje, pessoas, animais, a Vida em si, estão aí simplesmente porque aconteceu, porque dentre as infinitas possibilidades daquela massa disforme inicial, este quadro universal era um dos possiveis. A cozinheira nào prrecisava ter imagem mental alguma, bastava simplesmente mexer com a massa, fazendo experiencias, descartando formas, aprovando outras.

Estes caras são uns pentelhos! E não é que têm razão?! Como saio dessa agora salvando a fórmula da Matriz?

Achei! Heureka! Bastou pensar um minuto e recordar qual o motivo de todo este pensamento: a bi-lateral simetria.

Vamos supor a Natureza como sendo a cozinheira dos ateus. Ela fêz os ingredientes, aprovou uns, descartou outros. Depois tentou combinar estes ingredientes e obtêve átomos. Continuou e obteve galáxias. Até aqui são todos sistemas inanimados. Agora eu peço por favor a um ateu onde, no modelo deles de galaxia, de atomos, ou sistemas estelares, está o numero Phi? Sei onde estava a bi-lateral simetria naquelas épocas, desde as particulas ela já existia. Mas a Razão Áurea nunca foi apontada em átomos e sistemas astronomicos. Simplesmente porque estes são esféricos, as partes movem-se por todos os lugares internos, será dificel encontrar uma correspondencia entre o tamanho da circunferencia e um ponto fixo interno que sirva como base para achar Phi. Eu vou ao extremo de afirmar categóricamente que o Phi nunca será encontrado nos ditos sistemas inanimados, que ele apenas surgiu junto com os sistemas biológicos. Por  isso apenas estes apresentam o fenômeno da auto-reprodução.

Então a cozinheira dos ateus teria descoberto a geometria e a matemática ao observar sua ultima forma, a galáxia? Tambem não pois a matematica já se aplicava à Física de antes. Como essa cozinheira saltou dos sistemas não-vivos que não possuem o Phi, para os sistemas vivos que dependem do Phi? Ao menos da reprodução que ele proporciona, para não citar a funcionalidade das formas simétricas?

Resposta dos ateus: como tudo o mais na Natureza, o Phi era uma possibilidade da matéria, e como tal, ele surgiu espontaneamente. A Natureza viu, gostou, aprovou e aí ele está até hoje.

Pode ser. Por isso nunca descartei a teoria do acaso. Ela continua em minha mente como viva possibilidade e sempre é chamada quando estou estudando um novo assunto natural. Como lhe tenho dado espaço aqui.

Mas existe a outra possibilidade. Se a origem e evolução das galáxias foi tal como sigerida pela Teoria da Matriz, o Phi nunca surgou in Universo espontaneamente. Ele está nos seres vivos porque veio de LUCA. Ele está em LUCA porque veio dos vórtices quanticos imateriais antes do Big Bang. E aí então me perco nas brumas da escuridão: não sei se a matematica e a geometria surgiram espontaneamente antes das origens dêste Universo ou se foi em algum momento, dentro da evolução dos universos, criada por alguma inteligência.      

Para responder esta questão cientificamente de maneira que a solução seja inquestionável só existiria uma maneira: voltar no tempo e assistir com nossos próprios olhos a cena quando pela primeira vez surgiu uma forma bi-lateralmente simétrica. Mas isto nos é impossível. Segundo os calculos da Teoria da Matriz/DNA, a primeira forma simétrica surgiu neste espaço onde hoje se encontra este nosso Universo antes mesmo de surgou a primeira matéria e isto teria sido antes do Big Bang, a mais de 13,7 bilhões de anos atrás. A primeira construção simétrica terá sido os dois tipos de vórtices quanticos que, unidos deram origem à semi-matéria e depois, quatro dêles teria constituido a primeira particula material, o quark. Um vortice spin right, girando para a direita, é a meia face que se une a um vórtice spin left, girando para a esquerda, e fixam-se com face completa, onde o fenótipo é bi-lateral simétrico e o genótipo é assimétrico. Bem, essa teoria das origens está explicada em outro artigo neste website sob o tutulo “As bolhas de Yukawa”.

Desenvolvendo os calculos a partir destes vórtices chegamos a perceber que os vórtices quanticos eram muito mais complexos do que se poderia imaginar: eles continham sete forças brutas, que deram origem às sete funções sistêmicas universais que construíram desde átomos, às galaxias, aos corpos humanos. A teoria é bastante lógica e racional aja visto que na verdade chegamos a este quadro das origens partindo do futuro – do mundo tal como está construído hoje – e fomos descendo rumo ao passado cada vez mais distante, principalmente orientado pelo elo denominado LUCA – the Last Universal Common Ancestor – entre a matéria inanimada e a Vida. É racional porque o resultado final, a História do Universo, é a mesma tanto faz se partirmos do passado no momento incial e chegamos no dia de hoje, ou se partimos de hoje e regredimos ao instante inicial.

Então desponta a estonteante conclusão: a Natureza material não inventou, não criou a bi-lateral simetria nem a assimetria, pelo contrário, esta Natureza foi criada a partir de um plano, uma fórmula não material que já possuía em si estes fenômenos. Esta fórmula é invisivel, apenas conceitual, parece que existe apenas na dimensão quantica, mas ela é uma força igual à nossa mente, a qual tambem é invisivel e apenas conceitual mas que tem o poder de atuar na matéria e  influenciar a matéria por uma simples vontade, como por exemplo, quando ela move nossos braços e assim pode até transformar o mundo externo ao nosso redor.

Não há como um exigente agnóstico e cético como eu escapar dessa inquestionável conclusão: a Natureza material produz formas simétricas e belas, a simetria é um fato incontestável, mas assim como a cozinheira tem a simetria na mente e portanto numa forma abstrata e não-material antes de modelar a massa, assim tambem os vórtices quanticos abstratos possuiam em si a simetria antes de produzir e modelar a massa material.

Mas o mais surpreendente de tudo é que quando vamos analizar inteligentemente um vórtice qualquer, tal como os remoinhos que surgem do ar no quintal da nossa casa, e tal como os furacões e tornados que surgem nos mares do Caribe, cujos remoinhos são movimentos de forças invisiveis aos nossos olhos, e são cópias exatas e atuais dos vórtices quanticos que deram origem a este Universo, descobrimos que eles são uma produção de um planejamento geométrico e matemático! Cujo planejamento só poderia ter como fonte três alternativas: ou foi  elaborado por uma inteligência extra-universal; ou fou produto espontãneo de um infinito processo de reprodução genética de um corpo-sistema existente antes e alem deste universo, corpo este que obedece a um esqiema geométrico-matematico; ou é efeito de deuses peraltas e moleques que na maneira dos nossos hackers se deleitam em criar softwares quanticos vivos que produzem universos… canalizados para nos produzirem. O que me interessa aqui é a conclusão inevitavel: a Natureza só existe como tal porque é assentada numa fórmula geométrica, matematicalmente calculada.

E uma das grandes impressionantes evidências desta fórmula é o Numero Pi, ou Phi. O que é o Pi? A formula da Matriz Perfeita é um circuito redondo, uma circunferencia. Quando essa fórmula chegou ao nivel evolutivo de produzir o sistema meio-mecanico, meio-biológico que é a galaxia, ela se manifestou pela primeira vez na Natureza em toda sua exuberancia, em sua maxima perfeição. Ela, a partir de um astro, construiu LUCA, o nosso mais antigo ancestral semi-vivo.  Em seguida ela teria que construir o primeiro sistema vivo com a massa do astro. Desde que a imagem contendo a bi-lateral simetria já existia no céu, de forma invisivel e abstrata como essa imagem existe na mente da cozinheira, ela desce completa sôbre a superficie de um astro para modelar sua massa. A formula completa significa um volta completa do circuito que perfaz a curcunferencia. Uma volta completa é matematicamente simbolizada pelo numero 1, sendo que nele já esta subtentendido a imagem com simetria.

Cromossoma Y em Extinção: Correta Previsão da Matriz

quarta-feira, setembro | 29 | 2010

Como é que é?! O cromossoma Y está desaparecendo? Vai acabar os homens do planeta, só ficarão as mulheres?! E como vão se reproduzir? Quem vai trocar pneus?

Pois fomos surpreendidos com a informação no artigo abaixo. A tempos o cromossoma Y vem perdendo genes. Quando houve a divisão em X e Y no DNA, os dois cromossomas contavam com cêrca de mil genes. Atualmente o X ainda mantem a mesma quantidade, mas o Y perdeu 800 !!! E parece que está indo a perder mais, até desaparecer por completo!

Bem, sabemos que a Teoria da Matriz/DNA apresentou um modêlo com uma idéia violenta: X cromossoma contem o circuito inteiro do sistema-corpo enquanto Y cromossoma contem apenas a metade esquerda do circuito, onde se manifesta a função reprodutiva do macho. Portanto X contem Y e Y contem apenas metade de X. A informação de que o X possui mais genes que Y vem corroborar os modelos.

Mas não é apenas esta previsão que foi confirmada. Outra muito macabra o foi tambem. A de que LUCA está se reproduzindo aqui no nosso meio. E em LUCA o dominio é matriarcal, feminino. A função feminina está localizada no nucleo do sistema, ela recicla o sistema, nela tôdas as informações se encontram separadas e portanto submissas a novo arranjo sob comando, e no nucleo está o cérebro do sistema. Deixando momentaneamente o terreno técnico e entrando na dimensão metafisica, vale lembrar que na parábola bíblica Eva teria sido enganada pela serpente, mas no sentido literal da descrição do sistema termodinamico LUCA, EVA “criou” a serpente, pois o sistema tem como circuito a forma exata de uma serpente engolindo a própria cauda, quer dizer, reciclando-se eternamente. O engano foi de Eva ao crer que a felicidade suprema estaria no tipo de Paraíso que ela criou, um sistema fechado em si mesmo, extrema expressão do egocentrismo, porta fechada à evolução dela mesma. Enquanto isso, Adão parece que acomodou-se e anulou-se no leito nupcial e desativou-se sua tendência aventureira: o Pulsar que deveria emitir cometas para fora do sistema abrindo-o, voltou-se para a direção do nucleo emitindo-os apenas a nivel interno. As primeiras sociedades de seres vivos mais perfeitas imitaram bem este regime de sistema: formigas e abelhas. Sociedades matriarcais.

Mas minha leitura dos mapas da Matriz induziu-me a supor que esta reprodução de LUCA se daria a nivel de biosfera, sendo a espécie humana apenas uma peça da engrenagem, apesar de privilegiadamente situada no nucleo. Portanto deduzí que a sociedade humana iria ser modelada nesta regra geral mecanicista no estilo do Admirável Mundo Novo governado pela Big Mother. Nunca procurei ver ou calcular isso a nivel de DNA, como isso seria representado no DNA, principalmente humano. Agora com esta noticia vem a suspeita aterradora que a ação reprodutiva de LUCA está atuando desde o DNA, com a meta de anular as caracteristicas masculinas da espécie. Inclusive eliminar a peculiaridade da psique masculina! Se isto for verdade, então de nada adiantará nenhuma ação nossa em salvaguardar a liberdade da mente humana. A Matriz está falando às paredes, gritando no vazio!?

Será que a extinção da psique masculina, a liberdade da mente humana, já estava escrita nas estrêlas mesmo antes das origens da Vida? Que no primeiro DNA da primeira bactéria já estava registrado que futuramente haveria a criação e separação dos cromossomas sexuais, e mais tarde ainda, a eliminação do Y? Mas será possível que é sina inextinguivel do espirito universal  vivendo na matéria ficar cometendo o mesmo êrro, o mesmo pecado original do Paraíso do Éden, para sempre? E Deus? Nunca nos perdoará, nunca virá em nosso socorro, abandonou-nos para toda a eternidade?

Bem, deixemos a metafisica de lado e vamos retornar com os pés no chão, estudando o artigo cientifico publicado no website:     

Scienceagogo

http://www.scienceagogo.com/news/20090616231446data_trunc_sys.shtml

17 July 2009
Male chromosome facing extinction
by Kate Melville

It has long been suspected that the sex chromosome that only males carry is deteriorating and could disappear entirely within a few million years, but until now, no one has understood the evolutionary processes that control the Y chromosome’s demise. Now, a pair of Penn State scientists has discovered that the Y chromosome has evolved at a much more rapid pace than its partner chromosome, the X chromosome, leading to a dramatic loss of genes on the Y chromosome at a rate that, if maintained, eventually could lead to the Y chromosome’s complete disappearance.

Humans have 23 pairs of chromosomes, which are the structures that hold our DNA, but just one pair of these chromosomes are sex chromosomes, while the others are referred to as non-sex chromosomes. “In eutherian mammals [humans and other non-marsupial mammals], the sex chromosomes contain an additional region of DNA whereas, in the egg-laying mammals and marsupials [such as opossums and platypuses], this additional region of DNA is located on the non-sex chromosomes,” said Penn State’s Kateryna Makova. “At first, bits of DNA within this additional region were readily swapped between the X and Y chromosomes, but some time between 80 and 130 million years ago, the region became two completely separate entities that no longer swapped DNA. One of the regions became specifically associated with the X chromosome and the other became specifically associated with the Y chromosome.”

Writing in PLoS Genetics, Makova explains that by comparing the DNA of the X and Y chromosomes in eutherian mammals to the DNA of the non-sex chromosomes in the opossum and platypus, the researchers were able to go back in time to the point when the X and Y chromosomes were still swapping DNA, just like the non-sex chromosomes in the opossum and platypus. The scientists then were able to observe how the DNA of the X and Y chromosomes changed over time relative to the DNA of the non-sex chromosomes. “Our research revealed that the Y-specific DNA began to evolve rapidly at the time that the DNA region split into two entities, while the X-specific DNA maintained the same evolutionary rate as the non-sex chromosomes,” said Makova.

After determining that the Y chromosome has been evolving more rapidly and has been losing more genes as a result, they wanted to find out why the Y chromosome has not already disappeared entirely. “Today, the human Y chromosome contains less than 200 genes, while the human X chromosome contains around 1,100 genes,” said co-researcher Melissa Wilson. “We know that a few of the genes on the Y chromosome are important, such as the ones involved in the formation of sperm, but we also know that most of the genes were not important for survival because they were lost, which led to the very different numbers of genes we observe between the once-identical X and Y. Although there is evidence that the Y chromosome is still degrading, some of the surviving genes on the Y chromosome may be essential, which can be inferred because these genes have been maintained for so long.”

Makova and Wilson then decided to test the hypothesis that some of the genes on the Y chromosome are being maintained because they are essential. The team’s approach was to compare the expression and function of genes on the Y chromosome with analogous genes on the X chromosome. “If the genes’ expressions and/or functions were different, then it would make sense that the genes on the Y chromosome would be maintained because they are doing something that the genes on the X chromosome can’t do,” explained Makova. “This hypothesis turned out to be correct.”

Although some of the genes on the Y chromosome have been maintained, most of them have died, and the team found evidence that some others are on track to disappear, as well. “Even though some of the genes appear to be important, we still think there is a chance that the Y chromosome eventually could disappear,” said Makova. “If this happens, it won’t be the end of males. Instead, a new pair of non-sex chromosomes likely will start on the path to becoming sex chromosomes.”

In the future, the team plans to use its newly generated data to create a computer model that tracks the degeneration of the Y chromosome. The scientists hope to determine how long it will take for the Y chromosome to disappear.

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Apenas para lembrar o leitor, vamos repetir aqui o modêlo da Matriz sôbre a origem e significado dos cromossomas sexuais: (clique na Imagem para ver melhor)

Cromossomas Sexuais: As origens que vem das Estrêlas


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