Posts com Tags ‘Física’
sábado, fevereiro | 2 | 2013
Se você quiser ver um Físico incomodado, pergunte-lhe sua explicação do “problema da medição”. Primeiro se descobriu que eletrons não tem espaço, tamanho definido, parece uma onda se expandindo ao infinito. Mas no ato da tentativa de medir o tamanho de um átomo, de repente o eletron se encolhe como particula, um atomo se forma e pode ser medido. Isto significa que a vontade de medir faz com que o atomo exista e numa forma que nossa percepção pode entender. Enquanto não estamos medindo, não sabemos como o mundo está sendo composto.
Estudando os mapas, os modêlos da Matrix/DNA, encontrei uma explicação tão lógica e tão simples que é desconcertante. Vou descrevê-la rapidamente e a seguir registrar as informações/definições que vierem surgindo no mundo acadêmico sôbre êsse assunto e desenvolver nossa pesquisa:
EXPLICAÇÃO DA MATRIX/DNA.
Átomo é um sistema natural. Como sistema é uma das formas evolucionarias do sistema universal que apareceu com o Big Bang e vem evoluindo, se transformando em novas mais complexas formas. Mas sendo um sistema natural significa que atomos são algo “vivo” desde que estão tambem sujeitos a um roteiro de existencia: nascimento, crescimento, maturidade, fdegeração, morte, fragmentação… Pode se dizer que isto é uma história existencial comum a todos os sistemas naturais. Existe outra maneira de ver êste roteiro, à qual se tem chamado de “ciclo vital”.
Ora, sistemas estão mudando de forma a cada segundo. Nosso corpo como sistema, por exemplo, a cada segundo tem uma célula morrendo e a maioria sendo substituida por uma cópia, porem nem sempre, ou nunca, a cópia é exatamente igual ao original. Portanto, mesmo que mude apenas o mais insignificante detalhe na mais oculta célula de um corpo, o sistema mudou sua forma, já não é mais o estado da forma a um segundo atrás. Guarde na memória essa idéia de estado da forma porque na Ciência acadêmica muito se fala nela com outro nome: estado quantico do sistema. E ã mudança de uma forma à outra chama-se “colapso de função de onda”.
Como filósofo atrapalhado que sou, muitas vêzes sentado numa pedra ou no alto de uma arvore na selva amazônica eu olhava ao redor e me perguntava:
“Antes êste planeta era totalmente diferente. Só se via as águas de rios e oceanos,o solo era limpo, àrido, desertico, formado de rocha, terra e muita areia. Alem de terra e água, apenas o vento. Basta lembrar da imagem da superficie da Lua, de Marte. Os corpos existentes, pedras,eram imóveis e não mudavam de forma. iriam atravessar uma quase eternidade na mesma forma que surgiram. Mas de repente tudo mudou. Hoje os corpos mudam de forma, se movem… Porque esse mundo fêz essa mudança, para que isto? Qual ou quais as forças estavam aqui naquele planeta deserto que fizeram essa mudança?!”
Bem, 30 anos quebrando os miolos com estas questôes, a elaboração da teoria da Matrix/DNA, e ultimamente a teoria tem levado a modêlos tais que estas forças são explicadas, ao menos teóricamente.
Um dêstes mais importantes modêlos – relacionado com esta questão – é o da figura abaixo:
Observe que a Matrix/DNA está sugerindo que uma onda de luz apresenta o mesmo fenômeno do ciclo vital.A partir da direita, quando a viração mis intensa significa que a energia é mais forte, acontece a fecundação, depois a viração ultravioleta é a forma de bebê da onda, depois entre infra-vermelho e microondas está a forma de adulto, etc. Sugerindo que o Big Bang emitiu uma onda de luz que não parou de avançar, e todas as estrelas continuam a repetir essa emissão ininterruptamente, a matrix/DNA está sugerindo que a luz é o código que imprime vida à matéria, ao sujeitar a matéria a se modelar segundo suas vibrações, e por isso corpos materiais mudam de forma. Isto significa ( se a teoria estiver correta, nunca me canso de repetir isto) que em cada momento de sua existencia, um sistema natural, ou um corpo material na forma de sistema, está expressando um ponto naquela linha de vibração. Nossos corpos, dependendo da nossa idade, da forma em que estão aqui e agora, está expressando uma intensidade especifica, unica, de vibração. Êste é o estado “quantico” do nosso corpo… segundo a minha teoria.
Mas o átomo tambem. Em qualquer dado momento ele estará expressando o nivel de vibração concernente à sua forma, à sua idade, naquele momento. Como a vida de átomos devem ser medidas em escalas de tempo microscópicas, êle deve viver muito pouco, para nós como observadores. Dizem que o tempo de existencia de uma particula é cerca de 17 milionésimos de segundos. Não consigo imaginar o que significa isso, só sei que durante uma piscadela minha, nasceram e morreram muitas gerações de particulas. Não sei qual o tempo de existencia de átomos. Mas deve ser tão rapido para nós que ao ohar para um atomo jamais poderiamos ver uma forma. Ele se transforma tão rapido que veremos um vulto parado em alta velocidade interna, como se tivesse rodopiando. Tambem um hipotético gigante habitante de Jupiter não conseguiria ver uma forma humana, pois quando batesse o olho e tivesse a impressão de ter visto um bebê, já estará vendo um velho curvado de muletas.
Essa incrivel velocidade devida às relativisticas posições de observadores é o que faz aquela estranha e incompreensivel imagem do eletron, se expandindo como nuvem, como onda, sabe-se lá o que…
Bem, se isso for verdade seria impossivel medir um atomo, uma particula. O principio da Incerteza de Heisenberg é assim explicado pela Matrix/DNA: o caso acontece porque particulas estão sujeitas ao ciclo vital. Mas segundo o que os cientistas estão dizendo, uma aproximação humana ou de certos instrumentos, fazem um atomo surgir às suas vistas, com forma e tudo. Segundo a Matrix/DNA, a explicação para isso é que o corpo humano, e tambem a mente humana ( a qual tambem é um sistema natural e apresenta dada vibração em dado momento de sua idade) impõe a sua vibração ao átomo e o resultado é o que o atomo pára, fica como hipnotizado, justamente na forma correspondente à mesma faizxa de vibração que lhe está sendo imposta. Aqui estaria as origens, os principios de todos os fenomenos posteriores na evolução, relacionados à escravagismo, comando, submissão, etc. O poder de uma fonte de vibração maior é tão forte que anula todas as vibrações de uma fonte menor, o átomo deixaria de ser transformado pelo seu ciclo vital e ficaria ali naquela forma enquanto seu corpo estiver tomado pela vibração do homem que o estiver medindo. Em outras palavras, uma onda de luz maior, ou em estado vibratório mais intenso, pode anular ondas menores, ou com vibrações mais fracas.
Explicação simples que chega a ser decepcionante, e acho que é por isso que os cientistas não aceitariam essa explicação se dela tomassem conhecimento. Eles querem algo mais complexo, à altura da inteligencia dêles, como eu tambem queria que a explicação me levasse a lidar com algum grande novo mistério. Mas infelizmente não sou eu que faço o Universo, não tenho culpa disso.
XXXXXX
Pesquisa da Matrix/DNA sôbre: O Problema da Medição
Wikipedia:
O problema da medição em mecânica quântica, é um problema não resolvido de como acontece o colapso da função de onda. A incapacidade de observar esse processo diretamente deu origem as diversas interpretações da mecânica quântica, e possuiu um conjunto chave de questões que cada interpretação devem responder. A função de onda, na mecânica quântica, envoluem de acordo com a equação de Schrödinger em uma superposição linear de diferentes estados, mas a medida real sempre encontra o sistema físico em um estado definitivo. Qualquer evolução futura é baseada no estado do sistema que foi descoberto ao se realizar a medição, significando que a medição “fez alguma coisa” sobre o processo em questão. ( Colapso da função de onda = no geral, sistemas quânticos existem como a superposição de estados fundamentais, e evoluem no tempo segundo a equação de Schrödinger, que é um dos dois processos mencionados no começo deste artigo – um processo incluído em todas as interpretações. A contribuição de cada estado fundamental para toda função de onda é chamada de amplitude. Contudo, quando a função de onda colapsa, da perspectiva de um observador o estado parece “pular” para um dos estados fundamentais e unicamente adquirir o valor das propriedades medidas que são associadas com aquele estado fundamental em particular.)…( Em Física, a Equação de Schrödinger, proposta pelo físico austríaco Erwin Schrödinger em 1925, descreve a evolução temporal do estado quântico de um sistema físico. Essa equação tem uma importância capital na teoria da mecânica quântica, e seu papel é similar ao da segunda Lei de Newton na Mecânica Clássica.)
Sistemas quânticos podem ser descritos por uma função de estado que evolui de maneira linear e determinística, segundo a Equação de Schrödinger. Uma outra maneira de o sistema evoluir é passar instantaneamente, durante o processo de medição, de uma superposição de auto-estados para um auto-estado específico. A primeira forma de evolução não traz problema algum, sendo compatível com o eletromagnetismo de Maxwell e também com a física newtoniana. Para a segunda forma, cria-se um problema ainda não resolvido pela teoria quântica (TQ): como acontece o colapso da função de onda, onde a superposição colapsa num auto-estado? Este problema é conhecido como “O Problema da Medição”. “As raízes do problema se encontram nos primórdios da física quântica”, discutido pelos fundadores da teoria, como Niels Bohr, Albert Einstein e Erwin Schrödinger, entre outros.
Matrix/DNA: Como vimos acima, esta questão está resolvida para a Matrix/DNA. A intensa velocidade de transformações de formas nos parece com uma superposição de formas num unico momento, mas a nossa vibração paraliza essa velocidade e o átomo cai numa forma unica, talvez aquela forma cuja vibração corresponda à nossa vibração naquele momento.
Tags: estado quantico, Física, vibração Postedo na Átomo, Evidências da Matrix/DNA, Física, Partículas, Pesquisas da Matrix/DNA | Sem Comentários »
sexta-feira, julho | 6 | 2012
Nêste capitulo irei registrando tudo o que encontrar de interessante nos temas do titulo para fazer uma pesquisa sob o ponto de vista da Matrix/DNA Theory. A coisa ainda me parece confusa pois meus modêlos estão sugerindo que os diversos bosons e seus respectivos campos são produzidos por cada uma das sete diferenças no espectro da luz, portanto o Higgs field e sua particula não serão a essencia primeira fundamental ( esta continua sendo a luz original) mas sim um produto da luz. A diferença de massa entre estes campos e suas particulas seria um efeito da diferença da velocidade de vibrações da onda de luz.
Mas para elaborar uma teoria geral a respeito ainda preciso estudar e me atualizar nos detalhes dos bosons e seus campos e encaixar isso tudo sôbre o espectro de campo da luz, tal como está sugerido e desenhado em meus modêlos.
1) Primeiro fica registrado minha resposta no link abaixo:
” Êste fórum aberto devia ser uma oportunidade para nos informar o que é e o que significa esta descoberta. Por exemplo: o Higgs boson não é a “particula Deus”, ou “de Deus”, porque não é ela que cria a massa. Esta vem do Campo de Higgs que seria uma espécie de fluido permeando todo o espaço universal. Então para os que acreditam no modêlo de seu Deus, êste criaria massa por mágica a partir do nada e a distribuiria através do campo. Ao invés de particula deveria se dizer “o Campo de Deus”. Estou errado?
Mas o Modelo Padrão tampouco não explica como o Higgs Field cria massa. Seria criada a partir do nada? Por mágica? A teoria responde que o campo possui massa na forma de energia. Ok, então segue a pergunta: ”E o que cria a energia?” Do nada? Por Mágica? A teoria, pelo que sei, não tem a resposta. Isto chama-se “razão circulante”.
Temos que procurar conhecer qual é a natureza da massa e da energia. O Modêlo Padrão não tem essa explicação, assim como não define a fôrça gravitacional, não explica a dark matter, etc. Então, para mim, chegamos a um importante lugar na busca do conhecimento com a descoberta de mais uma particula fundamental, a qual, por ser um boson, deve ser produzida por um campo, assim como o boson “fóton” é produzido pelo campo eletro-magnético. Se descobrimos um boson, deve haver seu campo. Se êste boson é pesado, com muita massa, o seu campo deve conter massa. Mas é como se partíssemos do meio da selva e atingíssemos as praias do continente, estamos nos deparando agora com um oceano desconhecido e algo nos diz que outros continentes existam depois do oceano.
Penso que a Física está chegando nos limites de suas possibilidades. A Física pode explica tudo da estrutura do esqueleto humano, pois é um sistema mecanico, mas quando termina êste, e começa o reino da carne e do sangue, etc., começa a biologia, a quimica… Assim, o aspecto do Universo que estamos dominando o conhecimento com o boson Higgs é relativo ao esqueleto, mas a verdadeira busca começa agora, sôbre as camadas mais complexas que revestem esta infra-estrutura, talvez revelando um Universo com caracteristicas vitais, ou até mesmo tambem com propriedades mentais ou conscientes, como sugerem os modêlos da Matrix/DNA. Se o Modêlo Padrão tivesse descrito o Universo na sua totalidade, teria que responder questões como:
Qual a propriedade que existe nêste campo primordial de Higgs ou qualquer dos outros, que mais tarde tornou possivel êste fenômeno conhecido como ” matéria organizada como código genético? Ou a propriedade que levou a matéria a produzir pensamentos?! Acho que não existe muito motivo para comemorar nossa sabedoria, e sim, mais motivos para ainda chorar a nossa ignorancia. Estou errado?
Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/07/boson-de-higgs-consagra-metodo-cientifico.html#ixzz1zrBFAcnm
xxxxx
2) Questão:
A particula de Higgs seria o tijolinho fundamental do campo de Higgs, segundo sugere, ao que me parece, o Modêlo Padrão. Mas algo aí não bate com a lógica das evidências. recorramos à analogia com o corpo humano. Seus tijolos são as células. Os tijolos destas são os átomos. Dêstes são as particulas. Destas são os quarks. Pois bem. O campo de Higgs, segundo a teoria, é do tamanho do Universo. E teria apenas um tipo de tijolo?! A água tem a molécual H2O, depois os átomos, particulas, quarks. Mas se o Universo é muito maior que o corpo humano, os tijolos fundamentais docampo de Higgs não deveriam serem muito maiores que os tijolos fundamentais dos corpos humanos, que são os quarks?
xxx
3) Noticia mais esclarecedora:
Something like the Higgs boson has been found – probably, according to leaked video
http://blogs.telegraph.co.uk/news/tomchiversscience/100168877/something-like-the-higgs-boson-has-been-found-probably/
Meu comentário postado nêste artigo do Telegraph:
Ver comentários…
Notas: 1) A particula Higgs decai em dois fótons… e outras particulas Z…
Tags: campo de Higgs, energia, Física, massa, Particula de Higgs Postedo na Física, Pesquisas da Matrix/DNA | Sem Comentários »
sábado, abril | 7 | 2012
Todos nós estamos tendo nossos pensamentos voltados a todo tempo para a procura de dinheiro, satisfação das necessidades materiais e consumo da enorme gama de atrativos para divertimento. Porem, uns menos, outros mais, não conseguem evitar aquêles momentos de pensamentos voltados para o mistério das existências das coisas do mundo e as indagações sôbre a nossa própria existência. Estamos nos comportando como uma boiada cega em louca disparada mas a Natureza nos faz às vêzes parar, fazer uma pausa, colocando obstáculos, rios a atravessar, noites de insônia quando o pensamento é convidado a tentar enxergar horizontes mais alem que o usual imediatismo.
Como estivemos lidando apenas com o imediato, correndo apenas dentro dos vales estreitos, não subimos às montanhas à margem dos vales para tentar enxergar mais longe, nos situar e pensar em nosso estado existencial, então naquêles momentos de pausa nossa memória corre a tentar se lembrar do que foi lido rapidamente numa manchete ou visto superficialmente nas telas de uma televisão quando os excêntricos e anormais homens dos picos das montanhas relatam o que estão vendo em horizontes desconhecidos.
Êstes formadores de mentalidades e visões de mundo costumavam serem os ascetas religiosos, mas perderam espaço para os cientistas. São êles quem, agora, como se estivessem nas montanhas gritando em megafones e mal ouvidos pelas pessoas da caravana ruidosa que corre disparada pelo vale, informam o que existe e o que acontece nas regiões à frente, e assim, bem ou mal vão tentando orientar a Humanidade para se dirigir pelos melhores caminhos. O que os cientistas precisam se conscientizar é que isso envolve muita responsabilidade, pois estão determinando, de certa forma decidindo, o futuro não só dêles próprios, como o de seus filhos e próximas gerações. Foram os cientistas que gritaram alertas para o aquecimento global nos aguardando depois da curva do vale e são êles que estão revelando as imagens que vêm desde seu ponto situado fora da caravana sôbre nós. Mas cabe a nós, normalmente simples mortais empurrados ao sabor da caravana e das trilhas dos caminhos, se vamos ouvir seus conselhos e nos inclinar em alguma direção tentando influenciar o destino da caravana, ou simplesmente ignorar tudo o mais e simplesmente continuar sendo levados pelas fôrças das circunstancias e necessidades animalescas. E são as manchetes pregadas pelos repórteres nas paredes rochosas dos vales estampando as ultimas palavras proferidas nos megafones que, nêstes momentos de pausa respiratória para os nossos pensamentos, influenciam inconscientemente nossos comportamentos quando encetamos diuturnamente nossa jornada desvairada. O que ainda mais realça a responsabilidade dos homens dos altos das montanhas, mesmo os profetas não cientistas que ainda conseguem terem suas palavras nas manchetes, como o Papa, o Dalai Lama e outros como Depak Chopra, o qual diz estar vendo imagens de uma consciência cósmica subjazendo tôda a matéria do Universo.
Nesta noite quando o cansaço me venceu e fiz a loucura de diminuir a minha velocidade na vanguarda da caravana, pois assim vou perder dinheiro, e caí na cama sem sono imediato com o pensamento se libertando do corpo animal e pensando em si próprio, me veio à mente a ultima leitura feita num trajeto do trem do Metrô. Trata-se do artigo:
Particle accelerators’ search for nature’s hidden dimensions comes up empty
Tradução? – A Busca no Acelerador de Partículas pelas Dimensões Ocultas na Natureza Retorna Vazia.
Por: Chris Lee
ARS TECHNICA.COM – NEWS/SCIENSE
http://arstechnica.com/science/news/2012/04/search-for-natures-hidden-dimensions-continues.ars
Pensando bem, existe uma mensagem existencial tão profunda no artigo que se agarrou ou se infiltrou no meu subconsciente de maneira que não conseguí afasta-la ao alienar-me no meio do espirito imediatista da caravana nos ultimos dias. Esta mensagem é incomôda como um jato de água fria nas minhas inconfessáveis esperanças que me fazem sonhar que serei algo importante no Universo. O artigo começa dizendo:
“… the people who run the CMS detector at the LHC have just released their most recent results. Apparently, if there are extra dimensions, they haven’t been hiding anywhere the LHC can find them. To add to the misery of extra dimension hunters, the data from Fermilab’s D0 collaboration has also been used to not find extra dimensions…)
Tradução? Algo como: “…as pessoas que operam o Detector CMS do LHC acabaram de comunicar seus mais recentes resultados. Aparentemente, se existem extra-dimensões, elas não têm estado se escondendo em algum lugar onde o LHC pode acha-las. Para acrescentar ao infortunio dos caçadores de extras dimensões, os dados provenientes da colaboração do DO do Fermilab tambem não indicam a existência de extra-dimensões…”
Hein?! Somos meros animais melhorados e com uma mente solitária no Universo, caminhando para lugar nenhum? Mas nem mesmo o mundo do fantasma Gasparzinho, nem ao menos o purgatório das almas penadas? Que noticia deprimente!
Ainda bem que conheço a teórica cosmovisão da Matrix/DNA alem da téorica cosmovisão dos Físicos, pois ela ainda me alimenta estas esperanças, interpreta diferente os resultados do LHC e pode ser que ela esteja mais certa. Antes de nossa análise disso sob a luz dos modêlos e fórmula universal da Matrix/DNA, vamos mencionar mais alguns trechos importantes do artigo:
“…they have now eliminated a large range of possibilities when it comes to hidden dimensions, which puts some limits on the imagination of string theorists…)
Tradução? – “…êles eliminaram uma ampla gama de possibilidades em relação a dimensões ocultas, cujos dados impõe limites à imaginação dos teóricos adeptos da Teoria das Cordas…)
“The two detector teams looked for the same signature of extra dimensions using the wave-like nature of particles. Every particle has a wavepacket, which is the wave-like nature of a particle that is confined by the particle’s mass and motion to a region surrounding the particle’s current location. When a particle is confined in a box that has dimensions about the same size as its wavepacket, the reflections of the waves from the edges of the box will interfere. This interference pattern means that the particle will only be found in certain places and with certain energies. If there are extra dimensions (such as in string theory and some other ideas), then the wavepacket should extend into those. If a dimension is curled up on itself, then it will act a bit like a box: any wavepacket that is longer than the dimension will also interfere with itself. Since the particle will only exist in places the wavepacket constructively interferes with itself, only certain particle masses are permitted.”
Tradução? – ” As duas equipes dos detectores procuraram pelos sinais de extra-dimensões usando a natureza no estado de ondas, das particulas. Cada particula tem um pacote de onda. o qual é a natureza ondulatória de uma particula que é confinada pelo movimento e pela massa da particula a uma região nas redondezas do local onde se encontra a particula. Quando a particula é confinada numa caixa que tem as mesmas dimensões de tamanho do seu pacote, os reflexos das ondas desde as margens da caixa vão interferir no espaço à sua volta. Êste padrão de interferencia significa que a particula irá ser encontrada apenas em certos lugares e com certas energias. Se existem extras-dimensões ( tais como sugeridas pela Teoria das Cordas e outras idéias), então o pacote de ondas deveria se estender a elas. Se uma dimensão é espiralada ou curvada sôbre si mesma, então ela atuará como uma caixa; qualquer pacote de onda que for maior que tal dimensão irá interferir tambem em si mesma. Desde que particulas sómente existem em lugares que o pacote de ondas interfere construtivamente consigo mesmas, sómente particulas com alguma massa serão permitidas…)
Bem… você entendeu? Eu, como o ignorantão em Fisica das Partículas que sou, mas por ter sido metido a bêsta de elaborar uma teoria que mexe com tudo, vivo trombando com esta disciplina e tendo que expremer os miolos buscando entender tudo e sózinho. O que entendí, muito resumidamente, é que de um containner contendo uma particula saem reflexos de ondas que deveriam revelar a presença de alguma coisa, de outras particulas ou pontinhos, que constituissem alguma coisa invisivel nas imediações do container. Isto revelaria que existe um outro aspecto do mundo onde ocorrem eventos aqui mesmo próximo a nós, mas que nem nós nem nossos poderosos tentáculos sensoriais cientificos somos capazes de detectar. E a experiencia com os instrumentos cientificos mais modernos que possuímos, os quais teriam que forçosamente revelar tal dimensão, revela que ela não existe, que o espaço que nos parece vazio, é de fato, vazio. Se estou errado, por favor me corrija, pois preciso levar essa história da Matrix avante com seriedade a qual depende do correto conhecimento da Natureza.
Qual o efeito de tal noticia em seus pensamentos? Para mim são péssimos. Ela sugere que nada mais sou que um mero macaco melhorado, uma verruga incongruente que nada tem a fazer no Universo. Esta noticia é um banho de água fria na minha esperança de ter agraciado com a imortalidade. A revelação de que o mundo frio, mecânico, ao sabor do acaso, sem sentido ou significado existencial, que captamos com nossos sensores, é tudo o que existe. Adeus imaginações de mundos de espiritos irmanados vivendo em paraísos ao redor do trono de Deus: suas dimensões nunca existiram, apenas em meus sonhos.
Mas… espera aí. Quem está dizendo, quase mesmo afirmando, que não existem outras dimensões? O método da busca de conhecimentos da Natureza denominado “Flisica Cientifica”. É o mais concreto e real método que nossa debilidade humana conseguiu na busca do conhecimento da Natureza primitiva e bruta, mas êle tem se revelado capaz? Eu tenho pensado ultimamente que não, e vou explicar porque recorrendo a uma imagem, a uma analogia:
“Imagine que você está fora do planeta Terra, dentro da Estação Espacial internacional. Dentro dela foi criado um viveiro que imita as condições atmosféricas terrestres, onde até as plantas conseguem germinar e crescerem normalmente. Numa bela madrugada de insônia você se senta num ponto que à sua frente esteja a enorme janela de onde vês ao longe o nosso planeta azul, e ao seu lado vês o viveiro. Dentro do viveiro existe uma planta que apresenta na ponta dos galhos umas espécies de caroços esféricos, duros, marrons. Seus olhos zigue-zagueiam ora focalizando o caroço na planta, ora o planeta azul. A certo momento você está dizendo aos seus botões: “É tudo caroço!” Passas horas ali, e vês o caroço da planta começar a estalar, as cascas se abrem como um leque, aparece uma flor branca que abre suas pétalas. Enquanto isso o planeta azul que se parece um caroço ao longe, continua como estático, inerte, no meio do espaço sideral. Então te lembras que na superficie da Terra está ocorrendo um borbulhar de vida, uma turbulencia de movimentos, transformações, nas selvas, nas cidades. Em muitos lugares flôres estão se abrindo, desabrochando, bebês estão nascendo. Do seu ponto no espaço, nada disso podes ver, apenas o distante, quase esférico, frio bólido massivo quase inerte, eterno planeta. E uma pergunta aflora à sua mente:
– “Como isto foi possível? Como aconteceu as origens dessa cena incrivel de vida na superficie dêsse corpo sideral inconsequente, inconsciente?! Que parece estar apenas ao sabor das fôrças fisicas dentro do Sistema Solar, o qual é outro corpo frio, inerte, mecanico?! Não, não é possivel explicar isso racionalmente. A pura e natural longa cadeia de causas e seus efeitos que se tornaram as causas dos efeitos seguintes, que veio desde o Big Bang há 13,7 bilhões de anos, deu aqui um salto evolutivo irracional! Algo mais tem que existir no mundo, algo invisivel, imperceptivel aos meus sentidos e modernos instrumentos cientificos, algo atuando na matéria para ser possivel explicar a existência da biosfera terrestre. Não estou sendo mistico nem apelando para algo sobrenatural: o fato nu e cru é que tem de haver êsse algo oculto. Algo que ou veio de fora dêste sistema astronomico ou estava aqui mesmo sorrateiramente infiltrado no meio da matéria que moveu esta matéria do planeta durante êste salto evolutivo. O que será êsse “algo”, meu Deus?”
Seus olhos vão da flor que recente desabrochou para o distante e silencioso bólido azul no espaço. Foi a Terra sózinha que produziu isto tudo? Então ela contem em si êsse algo misterioso? Foi o sistema solar que atuou por completo na superficie da Terra? Então essa força, êsse algo, está infiltrado e contido dentro do sistema solar? Terá vindo da galaxia? Do Universo? Ou de algo alem do Universo?!
Seja qual for a resposta, você, como astronauta, exímio conhecedor de todos os dados colhidos pelo método da Física, está observando o planeta Terra como os cientistas no laboratório estão observando a particula. Igualmente de dentro do planeta, do seu nucleo ferroso, vem fôrças magnéticas que são projetadas para o espaço. Com uma magistral diferença. Você tem certeza que existe uma outra dimensão de fenômenos naturais no espaço à volta da superficie do planeta, mesmo sem estar vendo-a: é a dimensão onde a matéria se organiza pelos processos biológicos, diferentes dos processos mecanicos e magnéticos na dimensão dos planetas. E os cientistas observando a particula no laboratório estão afirmando que não existe outra dimensão de fenomenos naturais no espaço à volta da superficie do container da particula. Mas êles estão procurando certo? E se as forças que se refletem das particulas caem numa dimensão da matéria organizada de forma diferente das particulas? Como acontece sob nossas vistas na Terra?
Entendeu o que eu queria dizer? O que está se passando nos meus pensamentos esta noite lá nas profundezas do meu cocuruto? Você acha que estou com a razão ou mais por fora que umbigo das meninas que usam mini-blusa?
Diga para os Físicos pegarem todas as fôrças materiais que conhecem ( as eletromagnéticas, as fôrças nucleares fortes ou fracas, a fôrça gravitacional, etc. e etc.) e mostrarem para você como elas, quando projetadas desde o interior da Terra para sua superficie, revelam a existência da dimensão dos fenomenos biológicos que movem a Vida, que você vê e tem certeza que existe. Peça para lhe mostrarem como as fôrças da Terra que se projetam em sua atmosfera interagem e revelam a existência dos passaros voando, do pombo-correio que agora está levando no bico uma carta minha aos cientistas pedindo mais explicações. Não podem. Tôdas as fôrças fisicas conhecidas e todos os elementos materiais fundamentais conhecidos já foram reunidas em containers dentro de laboratórios centenas de vêzes depois que Muller e Urey realizaram sua famosa experiencia pioneira, e tôdas estas experiencias retornaram de mãos vazias, não conseguiram sequer produzir um dos 20 aminoacidos que a Vida usou aqui, quanto mais a façanha de fazer êstes aminoacidos darem por si mesmos os passos evolutivos seguintes que certamente foram dados aqui na Terra a 3,5 bilhões de anos atrás.
Os Físicos podem estarem felizes porque vivem em ricos ambientes e ganham bons salarios, mas eu aqui desde meu gueto miserável me sinto como que abraçado a êles e chorando nosso fracasso de humanos em busca deseperada pela nossa liberdade dêste estado insuportavel de ignorancia existencial. Eu os apecio no mais intimo do meu coração, dependo mortalmente dêles nesta busca desesperada, dos dados que colhem com seu trabalho árduo e me fornecem gratuítamente para ir tentando montar o quebra-cabeças, como o caso de mais esta sensacional experiencia ocorrendo no LHC.
Mas respiro um profundo ressentimento, uma necessidade de gritar-lhes ao ouvido, pois acho que estão fazendo algo perigoso e muito errado. Estão gritando ao megafone, descrevendo imagens e acontecimentos que na realidade não viram nas regiões alem das curvas dos vales por onde avança a caravana dos humanos. Estão falando de suas interpretações tambem, e não apenas dos fatos e dados reais que coletam. Mas os comuns mortais, atarefados em avançar e sobreviverem, ouvem tudo como se fôssem fatos reais. E quando chegam nas bifurcações do caminho, que têm de escolher dentre várias trilhas e destinos, uma ao acaso, o fazem pela intuição que povoa seu subconsciente coletivo, a qual é formada pelos buscadores avançados. Informações erradas podem interferir na escolha do caminho errado, a ponto da caravana toda estar se dirigindo a um precipicio ou pantano de areias movediças. Em nome de nossos filhos, em nome dos que vamos deixar em nosso lugar, para um dia realizarem nossos sonhos de chegar ao conhecimento libertador, parem com isso!
Por acaso não são vocês mesmos que não se cansam de lembrar aos humanos o enorme e doloroso efeito por terem ouvido os misticos religiosos mentirosos durante milhares de anos?
Sei que na maioria a culpa não é dos pesquisadores, mas sim de repórteres inconsequentes e alienados que só se justificam na sua luta pela sobrevivência. Mas temos que manter uma patrulha vigiando o que sai nas manchetes. Temos urgente que mudar os textos do curriculum escolar que está claramente passando uma cosmovisão niilista às nossas crianças, quando claramente transformam teorias, como a do Big Bang, da Biogênese, em verdades comprovadas, e formando visões do mundo nestas mentes inocentes ainda. Como dizia Pink Floyd: “Teachers, leave our kids alone… no que se refere à interpretação dos fatos. Deixem-nos com o seus pensamentos livres para escolherem seus destinos.
As interpretações que impregnam os fatos reais nêstes artigos não me enganam mais. As cenas que estão sendo vistas nos aceleradores de particulas não me dizem se existem ou não outras dimensões de fenomenos naturais alem dos que percebemos. Só sugerem que não será pelo método e recursos da Física que as iremos encontrar, se existirem. Assim como nossos modêlos da teoria astronomica oficial não consegue captar as forças certamente existentes no planeta Terra, ou no sistema galáctico, desde 3,5 bilhões de anos atrás, que produziram esse fantastico espetáculo da Vida na Terra, tambem devem existir dentro daquele minusculo pacote de ondas, forças que produzem reflexos para fora da caixa que podem estar revelando coisas, mas como não se capta tais forças, não se capta o que possa ser revelado. Não vou agora me resumir ao que de animalesco existe em mim, eliminando todas as esperenças de que talvez possua algo imortal como uma alma em outras dimensões, por causa de tais artigos. Mas muita gente, principalmente os jovens aculturados nas universidades, estão deixando se impressionar.
Para quem estiver intereessado em conhecer uma outra interpretação ( muito mais pobre e sem os recursos dos interpretadores nos artigos), veja o que pode sugerir aquelas cenas no LHC:
Existe a grande possibilidade de que existe uma fôrça permeando a matéria que esteja criando a Vida e a qual não é percebida pelo nosso complexo sensorial. Esta possivel força está desenhada na figura abaixo:

xxxx
E mais esta figura:
xxxx
 The MatrixDNA as Closed System
xxx
As duas figuras são duas formas de uma unica e mesma entidade. A primeira é a forma desta entidade, desta fôrça misteriosa, como ela surge originalmente no meio da matéria. São ondas de luz natural, pura. Devido à sua incrivel velocidade (300.000 km/s) e devido sua ampla expansão no espaço a luz atravessa corpos materiais sem interferir quase nada nêles. Mas acontece que já se vão 13,7 bilhões de anos de emissões continuas destas ondas, e essa insistencia de uma força etérea muito fraca, acaba pelo tempo exercendo influencia determinante na matéria. Acontece que essa fôrça não é algo simples. Ela é um código, uma mensagem, uma informação! Contendo sete espécies de vibrações continuas num unico processo, ela transmite à matéria o processo do ciclo vital! Ela imprime movimento e formas na matéria, modelando as sete partes que constituem qualquer sistema natural, desde átomos a corpos humanos. Ela faz a matéria inerte se mover, evoluir. Como fêz a matéria inerte na superficie da Terra se mover elaborando novas combinações, as mesmas nas sequencias do código impresso na luz, e que levou esta matéria a realizar o espetacular salto evolutivo para construir essa estupenda diversidade da nossa biosfera. O código é simples: apenas o moveimento normal de im ciclo vital. Num periodo, num processo de ciclo vital está tudo o que é necessario para conduzir, modelar, a matéria amôrfa e informe, organizando-a num sistema natural funcional. dinamico. Mas essa luz dessa maneira jamais seria captada e entendida dentro dos laboratórios do LHC com os atuais instrumentos que temos lá. Para capta-la seria preciso um outro observador com outra mentalidade, situado num outro ponto do espaço/tempo.
A segunda figura é a mesma onda de luz, porem dentro de um corpo muito denso, massivo, de maneira que ela não pode atravessa-lo e continuar sua espansão. Como ela apresenta ao mesmo tempo as imagens de onda e de raio, dependendo da natureza do observador, no seu aspecto onda circular esférica ela se assenta e se estabelece como está na segunda figura. Se vista na forma de raio, ela une suas duas pontas extremas formando o mesmo circuito esférico e assim vibra dentro do corpo massivo criando regiões internas diferenciadas e especializadas como são as diferentes frequencias e periodos de suas vibrações.
A esta possivel existente entidade estou achando de bom senso denomina-la de Matrix/DNA Universal. De onde ela vem, qual a fonte dessa luz original? Não sei. Não faço a minima idéia, apesar que que ela mesma está sugerindo de onde vem. Pode ser que ela surja pipocando no Universo como bolhas quanticas que estouram formando as ondas. Pode ser que surja devido circunvulações na matéria ou energia escura, que pode criar vórtices, tornados, os quais se desmancham emitindo-a como ondas. Ela está sugerindo que êste Universo é à nossa imagem e semelhança em têrmos de processo da criação, ou seja, que êste Universo é um tipo de Ovo Cósmico onde está ocorrendo um processo de reprodução genética, o qual estamos pensando que é evolução. Se for isso,… a auto-consciencia em cada ser vivente neste cosmos é um gene que está construindo um grande embrião mental, o seu próprio corpo, desde o Big bang, para o dia do seu Big Birth! Não sei. Apenas isto me mantem com esperanças, mesmo que não acredite nela, porque ainda não pude comprova-la em meus testes e nesta longa busca.
É isso que está faltando aos cientistas e aos veiculadores de noticias. Foi isto que faltou aos misticos religiosos que condenaram a Humanidade no espaço de mais de dois mil anos a sofrerem as agruras do atraso cientifico e tecnológico. Falta mencionar as palavras “teoria”, “incerteza racional”, “excessões à lógica natural”, etc. Existe um forte motivo para êste meu esforço em comunicar meus pensamentos nesta noite. Quando leio os mapas da Matrix e tento interpreta-los, penso estar vendo que a Matrix tem duas faces, duas tendencias. Uma construtôra e outra destruidora. Uma boa para nós, outra maligna para nós. Assim como certas bactérias são imprescindiveis e úteis à nossa existência, mas se tratadas errado, podem se tornarem malignas e nos levar à morte.
Relato em outro artigo, como a Matrix se assentou com sua face negra na formação das galaxias originais, e como a nossa ancestral forma da nossa auto-consciencia, ainda ingênua na época, se deixou atrair por ela e caiu no conto do paraiso termodinamico, resultando na queda que nos trouxe a rastejar na Terra. E penso estar vendo essa face tentando se reconstruir aqui agora, atuando de dentro de nós, porque está inscrita em nosso DNA, e atuando sôbre nós, vinda do ambiente externo o qual ela mesmo, como galaxia, tem modelado. Ela está tentando se reproduzir na forma que era no céu, uma incrivel máquina quase-eterna de extraordinaria engenharia existindo como num paraiso para si mesma. Ela parece-me estar se assentando na Terra, a biosfera tôda teria sido apenas mais um produto da genética, e nós humanos, estaremos perdidos dentro dela, existindo apenas como meras peças, felizes mas estupidas, num Admiravel Mundo Novo.
Mas para essa reprodução se concretizar ela precisa aprisionar, algemar, anular a fôrça da auto-consciencia que floresceu aqui. Ela precisa fazer isso começando por fazer essa auto-consciencia desacreditar que ela existe soberana e carregando um propósito para um destino alem deste Universo. E uma das estratégias dêsse processom de reprodução seria matar em nós as buscas pelas dimensões que existem à nossa altura e que aguardam por nós. Se esta estranha teoria estiver correta, os cientistas e os repórteres de tais artigos estão inconscientemente sendo usados como inocentes uteis, rumo à sua própria perdição. Seja como for, errado ou certo, o que resta no final é uma verdade incontestável: as testemunhas de qualquer evento devem se limitarem a descreverem exatamente o que viram ou tocaram. As interpretações ficam a cargo do povo no papel de Juíz.
Mantenho as minhas perguntas:
Quando estou na estação espacial, porque as ondas que se refletem nas paredes superficiais rochosas desta “caixa” contendo a partícula Terra não está revelando aos meus olhos os corpos vivos que sei existirem na dimensão biológica, e a qual cobre como uma capa o espaço à volta dêste planeta? Porque meus olhos e demais sensores apenas captam a dimensão dos fenomenos biológicos quando sou um observador infiltrado dentro desta mesma dimensão?
Porque as ondas que se refletem nas paredes da caixa craniana não revelam aos meus olhos e demais sensores as substancias dos pensamentos, os quais tenho certeza existirem porque existo como uma auto-consciência infiltrada dentro de sua mesma dimensão?
Então porque os Físicos com seus métodos e recursos sensoriais tecnológicos esperam verem dimensões de fenômenos onde êles não estão infiltrados de maneira alguma?! Porque a Física ainda não identificou ou não percebeu as fôrças naturais que produziram a Vida e os pensamentos, eu deveria sair por aí afirmando que as dimensões da Vida e dos pensamentos não existem?! Mas onde estaria a minha ética profissional de homem observador no pico das montanhas? A minha responsabilidade pelo destino da minha própria espécie? O meu respeito pela autonomia e liberdade de pensamento das nossas crianças?
xxxx
Posts e Comentários da Matrix/DNA divulgados pela ARS TECHNICA na seção dos comentários que seguem abaixo do artigo:
TheMatrixDNA | about 2 hours ago | permalink | reply | edit
What’s going on here?! Everybody forgot the Relativist Universe revealed by Einstein’s Cosmo vision?! It is probable that has other dimensions composed by unknown organization of matter, but each observer can see only the levels equal or under his feet. The observers at LHC are seeing reflections of waves into the surrounding space out of the box, trying to see a new state of matter? But…but… what about the observer that is a deep rock seeing the reflections of waves from this big spatial particle that is Earth into the space surrounding the planetary surface?
This observer never could see the dimension of biological phenomenon. That’s the reason the observers at Fermilab and LHC never will see tiny blips of another dimension.
Our solar system, organized in a mechanic fashion, is hidden the forces and elements that produced the dimension of our biosphere. Hundreds of experiments, since Miller and Urey has turning back with empty hands. Same way we don’t know the forces and elements inside particles (or its environment) that could produce or interacting with a surrounding dimension with different order of phenomena.
The models of Matrix/DNA Theory have a suggestion here: search the light for another dimension, not the particles. The models show how any electro-magnetic spectrum from a light wave/ray contains the code for life and works organizing matter at different order of phenomena.
Resposta ao Meu Post:
Joe and the rabid monkeys | 3 days ago | permalink | reply
TheMatrixDNA wrote:
What’s going on here?!…
Not sure if troll, but anyway!
It sure is important to take into account the perceptive faculties of rocks. What are ethologists doing with animals and crap, one may simply wonder. Yes, we should all take a step back and contemplate in awe with our friend Descartes at how many new dimensions may appear if we accept solipsism as our main mehod of deduction. It’s all in the head, man! What can particles tell us about life or emotions anyway, if we can simply include everything we can conceive in our new set of theories. In fact, let’s propose this new theory: monkeys are of a higher cognitive order because they are not limited to abstract thought—since they feel the things around them without needing a multilayered semantics as humans, they are better suited for giving a complete picture of the universe. We don’t need to test particles for other dimensions—particles are limited by their reality and our scientific methods—we just need to ask monkeys, as they may have all of the information we need in their own minds.
Obs.: Ethology (from Greek: ἦθος, ethos, “character”; and -λογία, -logia, “the study of”) is the scientific study of animal behavior, and a sub-topic of zoology.
Solipsismo (do latim “solu-, «só» +ipse, «mesmo» +-ismo”.) é a concepção filosófica de que, além de nós, só existem as nossas experiências. O solipsismo é a consequência extrema de se acreditar que o conhecimento deve estar fundado em estados de experiência interiores e pessoais, não se conseguindo estabelecer uma relação direta entre esses estados e o conhecimento objetivo de algo para além deles. O “solipsismo do momento presente” estende este ceticismo aos nossos próprios estados passados, de tal modo que tudo o que resta é o eu presente. Com o intuito de demonstrar como considerava ridícula esta idéia, Bertrand Russell refere o caso de uma mulher que se dizia solipsista, estando espantada por não existirem mais pessoas como ela.[1]
A neoescolástica define solipsismo uma forma de idealismo, que incorreria no egoísmo pragmático, que insurge pós proposição cartesiana “cogito, ergo sum”; solipsismo é atribuída por Max Stirner como uma reação contra Hegel e sua acentuação do universal; o solipsismo somente tem por certo, inconteste, o ato de pensar e o próprio eu. [2] Assim, tudo o mais pode ser contestado ou posto em dúvida.
xxx
TheMatrixDNA | about an hour ago | permalink | reply | edit
Chuckstar wrote:
“Imagine how far we might get on unifying gravity and quantum mechanics if so many great minds were not wasting their time on vibrating strings.”
I think so many great minds are wasting their time trying to go far supported by gravity and quantum mechanics. Different dimensions are about different state and order of matter organization. With Physics we know the dimension of electro-magnetics, mechanics, and with Biology we know the biological model of organization. We need another scientific method now, another angle of observation, for detecting possible more complex dimensions.
See the tentative at Matrix/DNA Theory: we are trying to see the revelations from reflections of natural light, after discovering that any electro-magnetic spectrum has the code that imprints the dynamic and transformations of life into matter. There is the dimension related to the state of consciousness, also. But, it is not with Physics, which studies the dense skeleton of the Universe, that we will found the meat and the substances of our thoughts.
Last edited by TheMatrixDNA on Sat Apr 07, 2012 4:51 am
xxxx
TheMatrixDNA | about an hour ago | permalink | reply | edit
n7zzt wrote:
it could be that the physics behind these alleged extra dimensions are so unlike ours that they will not be detectable within the confines of our universe. there might have to be the development of more exotic equipment.
I think you are pretty right. But you said the “physics behind…” Why it must to be Physics as we know it, everywhere?! Which are the Physics in the realm of emotions, feelings, hate and love? How works the Physics’ laws in the processes like the gestation of an embryo? Or about the relations between predator and prey? So, I think we need the development of more exotic equipment and searching to figure out at which point at time/space we need to locate ourselves for to grasp something from another possible dimension. For instance: we have applied a different method for calculating the events of life’s origins: comparative anatomy between living and non-living natural systems. We tried a different point as observer. Our results are suggesting that our galaxy has a covertures of primitive biological processes, which cannot be detected by Physics and modern Astronomy, also Physics based. Astronomic systems must be studied by Biology also. I will not believe in any world vision described by Physics alone.
xxxxx
Continuação da Pesquisa relacionada a êste artigo:
O meu primeiro problema com a linguagem acadêmica é sôbre a definição da palavra “dimensão” e do seu uso nêste artigo. Vejamos uma figura onde não só a palavra “dimensão” se aplica como esclarece a nós desavisados o que são as três dimensões dêsse mundo visiveis aos nossos olhos:
 As Três Dimensões Do Visual Humano em Relação ao Cérebro :
E agora vamos buscar definições oficiais:
Wikipedia, português: Dimensão… Meu Deus, os estudantes brasileiros que não lêm Inglês estão perdidos quando precisam fazer trabalhos, pesquisas escolares. Compare a pagina sôbre “dimensão” na Wilipedia em português com a pagina “dimension” em inglês. Não existe um brasileiro ou português que tenha a vontade e algum tempo sobrando para traduzir a pagina para o português?!
Wikipedia, inglês: In physical terms, dimension refers to the constituent structure of all space (cf. volume) and its position in time (perceived as a scalar dimension along the t-axis), as well as the spatial constitution of objects within – structures that have correlations with both particle and field conceptions, interact according to relative properties of mass, and which are fundamentally mathematical in description. These or other axes may be referenced to uniquely identify a point or structure in its attitude and relationship to other objects and occurrences. Physical theories that incorporate time, such as general relativity, are said to work in 4-dimensional “spacetime”, (defined as a Minkowski space). Modern theories tend to be “higher-dimensional” including quantum field and string theories. The state-space of quantum mechanics is an infinite-dimensional function space. The concept of dimension is not restricted to physical objects. High-dimensional spaces occur in mathematics and the sciences for many reasons, frequently as configuration spaces such as in Lagrangian or Hamiltonian mechanics; these are abstract spaces, independent of the physical space we live in.
xxxx
Bem, agora percebo que estamos falando a mesma linguagem. E me pergunto: Como poderia uma suposta rocha inteligente existente em Marte e observando a Terra e vendo com olhos de ver ondas/particulas relacionadas a corpos inanimados, os reflexos das ondas que vem do interior da Terra revelando os corpos dos seres vivos? Certamente ela os veria, e em movimento, mas jamais se atinaria que são corpos vivos, e sim pensaria que são como pedras moles rolando na superficie ao sabor dos ventos.
Agora vamos aos humanos. Seria possivel aos nossos olhos ver corpos em ocultas e desconhecidas dimensões iluminando-as com nossas lanternas, ou seja, com a faixa de onda da luz que nós enxergamos? Ou então, ao menos, perceber que nossa luz bate em vultos invisiveis, ou desviam-se dêles, como está acontecendo em nossa observação da luz de estrêlas distantes? Por exemplo, não vemos os buracos negros, mas supomos existirem devido a uma série de fenomenos que estamos vendo no espaço. Da mesma forma, os observadores no LHC deveriam notar que existe alguma coisa no espaço se vissem algum comportamento anormal das ondas refletidas. Mas nessa escala do extremamente pequeno, nessa ainda nebulosa visão de ondas emitidas por particulas, seria possivel notar qualquer comportamento anormal?
São questões que vão ocupar nossos pensamentos.
xxxx
Post respondido por Matrix/DNA:
NCoppedge | 2 days ago | permalink | reply
I have an interesting theory about basic physics, that momentum may be possible without velocity, as in the case of an object tethered on a slope.
If this is true, then momentum may be possible without force. That would be a revision of basic physics as we know it—-!
Feel free to e-mail me about this principle if it interests you. Obviously the implication is perpetual motion, which isn’t very possible according to all current experts. But it would be interesting if there were some exception, for the most ideal cases.
Momentum without velocity. It seems possible to me. In *certain cases* which is different from universal relativity, but perhaps not so different from the properties of quantum phenomenon. But quite different.
For example, it may be posited that something using the opposite of the properties of photons (that is, momentum without velocity, rather than velocity without momentum) may be a new type of physics. Consider the difference between momentum and force on that subject. Perhaps extra force is possible if momentum does not require velocity.
Resposta da Matrix/DNA:
TheMatrixDNA | about an hour ago | permalink | reply | edit
NCoppedge wrote:
I have an interesting theory about basic physics, that momentum may be possible without velocity, as in the case of an object tethered on a slope.
Hay, NCoppedge,
I think you have a very good point and you should developing it. Physics is missing this issue which could be useful for us developing working static systems, or self-sustained factories.
This issue is not off the topic here because maybe we are inside a dimension of an unknown order of natural phenomena. I ask you to see my theoretical model of a perpetual systemic circuit, called “The Matrix´s Software at the Evolutionary Stage of Closed System” (Google it) and your opinion about. Before doing it, try to think about this:
There is one or more natural forces behind and supporting the known forces by Physics. Maybe the fluctuations in a vacuum, etc. One force could be broken into slices and its fragments still working as a force. Then, this segment of force can become a flowing circuit. If this segment is like a electro-magnetic spectrum of a light wave, it has seven different kinds of vibrations, from gamma-ray to X-ray to…radio. Inside any portion of unanimated matter these different vibrations can model matter as pieces of a system. Then, we have a natural material closed system, as a perpetual motor.
But Nature does not permit the existence of eternal natural systems, because there is entropy. Then, as my theory is suggesting, when this force organized matter as the first galactic systems and they were destroyed by entropy, those systems learned how to recycling itself…as pictured into my model. Final result? The almost eternal Universe. What do you think? I am away off the beam?
But… if the first original galaxies were self-organized as these theoretical models, Physics alone never will grasp the right cosmological model. These models are suggesting that galaxies are half-mechanical/half-biological. It is a new dimension of natural systems which need the Biologists approach and knowledge, also.
xxxx
Post da Matrix/DNA:
TheMatrixDNA | 6 minutes ago | permalink | reply | edit
Joe and the rabid monkeys wrote:
TheMatrixDNA wrote:
What’s going on here?! Everybody forgot the Relativist Universe revealed by Einstein’s Cosmo vision?! It is probable that has other dimensions composed by unknown organization of matter, but each observer can see only the levels equal or under his feet. The observers at LHC are seeing reflections of waves into the surrounding space out of the box, trying to see a new state of matter? But…but… what about the observer that is a deep rock seeing the reflections of waves from this big spatial particle that is Earth into the space surrounding the planetary surface?
This observer never could see the dimension of biological phenomenon. That’s the reason the observers at Fermilab and LHC never will see tiny blips of another dimension.
Our solar system, organized in a mechanic fashion, is hidden the forces and elements that produced the dimension of our biosphere. Hundreds of experiments, since Miller and Urey has turning back with empty hands. Same way we don’t know the forces and elements inside particles (or its environment) that could produce or interacting with a surrounding dimension with different order of phenomena.
The models of Matrix/DNA Theory have a suggestion here: search the light for another dimension, not the particles. The models show how any electro-magnetic spectrum from a light wave/ray contains the code for life and works organizing matter at different order of phenomena.
Not sure if troll, but anyway!
It sure is important to take into account the perceptive faculties of rocks. What are ethologists doing with animals and crap, one may simply wonder. Yes, we should all take a step back and contemplate in awe with our friend Descartes at how many new dimensions may appear if we accept solipsism as our main mehod of deduction. It’s all in the head, man! What can particles tell us about life or emotions anyway, if we can simply include everything we can conceive in our new set of theories. In fact, let’s propose this new theory: monkeys are of a higher cognitive order because they are not limited to abstract thought—since they feel the things around them without needing a multilayered semantics as humans, they are better suited for giving a complete picture of the universe. We don’t need to test particles for other dimensions—particles are limited by their reality and our scientific methods—we just need to ask monkeys, as they may have all of the information we need in their own minds.
Joe and the rabid monkeys… your post is funny, but I think yes, we need to continue testing particles for other dimensions. But we need a new method. First of all, we need a theory different from String theory suggesting the kind of system should existing in a superior or inferior hierarchy of complexity, compared to the complexity inside the particle as wave packet. Then, we need to calculate how to mutate the behavior/properties of that waves having as target, the hypothesized hidden dimensions. And, finally, observing the effects. Do you know why?
Each different observer has a problem: he/she will select some natural data and will ignore others important data of any given object. Then, when the men tried to figure out how could be the image of God, in another hidden dimension, they were based in their set of selected data for to calculating the final picture of God. And their picture suggested a God as the image of man. The same is happening with Physics scientists. We are projecting the data known by Physics over time/space surrounding us. String theory made the same mistake, I think. If are there something… we will not find it by this method, as those men never will meet their imagined gods.
Do you want a sample? It is a hypothesis, but I have a lot of evidences for it. Our cosmological model is wrong, non complete. Stars does not arises how suggested by this model, black holes are totally different than the currently model, etc. Because besides mechanic/gravitational kind of systemic organization, astronomic system are organized also by a primitive biological level of matter organization. Witch does not works in a particle as wavepacket. So, there is a new hidden dimension at here, at our galactic system, which are not being grasped by Physics.
Other sample? Our brain is a evolutionary development from a single physic thermodynamic system. Alzheimer disease is a mal-functioning of entropy that attacks any thermodynamic system. But our medicine does not grasp the fundamental causes of Alzheimer because Biologists, Biochemistries, etc., does not applies Physics in this way. Everybody is projecting his/her own world over unknown worlds… it does not works in this way.
Monkeys cannot giving a complete picture of the Universe, but they can give a better picture of those detail in the jungle related to survivor, better than me. I have learned it living seven years in Amazon jungle, studying natural systems and animals like monkeys. I have learned that I never will be able to grasp details in that natural niche as a monkey does. Like when seeing another animal and knowing if it will attack or not, and when. Maybe the images grasped by eyes able to see only two dimensions are not grasped by eyes able to see three dimensions. Because like those men picturing God, we are mentally projecting the three world dimension over everything else. But, with our intelligence we can discover the right method, as the above, for fixing this kind of problem. What do you think?
xxxx
Tags: dimensão, Física, LHC, Partículas Postedo na Ciência Acadêmica Oficial, Coment/Posts da Matrix/DNA na Internet, Cosmovisão da Matrix/DNA, Filosofia, Física, Luz, Matrix/DNA: Divulg. Posts. Mens., Partículas, Pesquisas da Matrix/DNA, Teorias Existentes Atuais | Sem Comentários »
terça-feira, dezembro | 13 | 2011
Analizando os seguintes artigos na imprensa de ontem sôbre as noticias do CERN:
A Partícula Higgs-Boson é vital para a Vida mas ela existe?
(The Higgs boson: vital to life but is it there?)
“Dicas Tentadoras” mas busca de partícula não obtem prova direta“Tantalizing Hints” but No Direct Proof in Particle Search
- Bom artigo: The Higgs Boson Particle
Posted by JSkot under Physics
Blog: Life, the Universe and Everything
http://jskot.wordpress.com/2007/07/24/higgs-boson/
xxxx
Tags: Física, Higgs boson Postedo na Física | Sem Comentários »
quinta-feira, novembro | 10 | 2011
Tags: Física, tudo que existe Postedo na Física | Sem Comentários »
sexta-feira, setembro | 23 | 2011
Artigo baseado em:
http://www.biology-online.org/biology-forum/post-134634.html#p134634 (Vide abaixo o texto)
A Morte Tem a Resposta para como foi a Origem da Vida
Se não podemos voltar atrás, a 3,5 bilhões de anos, para ver como a Vida começou, podemos ver aqui e agora quando ela termina, ou seja, assistindo a morte de um ser vivo, e saber como ela não começou apenas pelas fôrças físicas do mundo pré-biótico e nem com a contribuição das propriedades químicas na abiogênese.
Nos ultimos momentos antes da morte todas as moléculas bioquimicas do corpo ainda estão intactas e funcionando. No justo momento da morte elas ainda estão lá, mas no momento que os mecanismos regulatórios do organismo cessam, as moléculas começam a se desintegrarem.
Em outras palavras, as leis naturais da Física, da Quimica e da Termo-Dinâmica continuam operando mas sem a diretriz reguladora que foi agora removida, e o resultado é degeneração, desintegração, rumo às suas menores partes constituintes.
Portanto, o curso natural que as leis naturais seguem, é o de destruir as moléculas bioquimicas. Mais exatamente, é o de eliminar os vínculos entre os átomos que os organizam bioquimicamente. Desde que êste é o caso comprovado, como podem aquelas mesmas leis naturais guiarem a construção de vida celular, e quanto mais, o organismo inteiro ?!
Elas tem que serem dirigidas e forçadas a seguirem um diferente caminho para serem bem suscedidas na geração da vida. E o agente desta nova direção tem que ser o mesmo que mantem o organismo regulado e vivo. Ou seja: as leis naturais da organização vital já existiam antes da origem da vida. Claro!
Conclusão: seja lá o que for a vida, ela certamente não é parte constituinte da Física ou da Quimica.
Esta é a razão porque a visão naturalista da origem da vida sem algo como a fórmula da Matrix/DNA, sem a visão sistêmica e diferentes modêlos atômicos e astronômicos, é cientificamente ininteligivel. E portanto, a Teoria do RNA-World, tal como está elaborada, é equivocada e/ou incompleta.
Os cientistas da NASA compreenderam isto muito bem, quando emitiram um reporte estabelecendo que ” não existe plausível hipótese de rotas para formação de moléculas bioquímicas complexas, nem quimicamente nem termodinamicamente.”
A NASA emitiu êste reporte a contra-gôsto, foi forçada a isso pela quantidade de evidências. Se existe uma organização necessitada de dar uma explicação natural para a origem da vida esta é justamente a NASA. Lutando contra a escassez de fundos, se êles provassem que as leis naturais conhecidas, apenas por si só, podem dar inicio ao processo e desenvolvimento da vida, que resolveram o mistério da abiogênesis, e como êles estão envolvidos nesta pesquisa principalmente em astrobiologia, receberiam todos os fundos que necessitam. Mas seus administradores e cientistas foram obrigados a se curvarem perante o óbvio.
xxxxxxxxxxxx
Comentário postado por Matrix/DNA sob o artigo:
Jack, thanks by the existence of this blog, very helpful,
The RNA-World Theory became a scientific joke also. No? For instance, comments about this, please:
See the discussion between Craig Venter, Church and Shapiro, in this video
http://www.edge.org/documents/life/life_index.html
And haw do you refute this argument, for instance?
Theories – Origin of Life
http://www.biology-online.org/biology-forum/about14351-204.html
At the moment just prior to death all the biochemical molecules in the dog are still functioning and intact.
At the very moment of death they are still there, however as you rightly point out the regulatory mechanisms cease and the molecules begin to disintegrate.
In other words, the natural laws of physics, chemistry and thermodynamics continue operating but without the guiding regulation that has now been removed, and the result is degeneration, down to their constituent parts.
Therefore the natural course that natural laws take, breakdown biochemical molecules.
Since that is the case how can those same laws naturally guide the building of cellular life let alone the whole organisms
They have to be guided down the different regulated pathways if they are to succeed.
So whatever life is, it is certainly not a constituent part of physics or chemistry.
That is why a naturalist view of the origin of life is scientifically untenable.
That is also why NASA has been forced to draw the conclusion it has.
If any organisation needed a natural explanation to life’s origin it is they. Just think of all the funding they would receive if they could. There is every incentive for them to prove that they have conquered the problem of Abiogenesis, and if they were able to then I will let you speculate on the news headlines!!
xxxx
And you said: “… if you truly believe you’re onto something, make the most of it and stick to the proper method of conducting science.”
There is no climate for the proper method of conducting science as the supreme goals of the founding fathers, in the Illuminist Movement: science for the search of knowledge about the meaning of existence (against the meaning sold by the church). There is no funding for such enterprise.
First of all, we should go back to Oparin and Stanley/Urey experiment. Why those amino acids do not realize the next step in the lab, becoming proteins and RNA? What is missing in the Urey ingredients? What are determining, in this primordial soup, that life is only left-handed?
Second: We need to fall under the logic that the first complete biological system appeared in a given state of the world. If we bet that there are no supernatural causes, and we are not seeing links between the state of the world and biological systems, we need to understand that our theoretical models of the world are not right (mainly our cosmological models).
I am trying to return to the goals of the founding fathers. The result today is the Matrix/DNA Theory models. It is a suggestion of what is missing in the Urey ingredients. I am making the most of it and sticking to the proper method of conducting naturalism. I am sure nobody has proved facts for debunking the models. But, the deviation of scientific method is too big that the brains today are hard-wired for to escape from a different viewpoint and a return to the thru naturalism.
Tags: Ciência Acadêmica, Física, morte, Origem da Vida, Química Postedo na Abiogênese, Ciência Acadêmica Oficial, Evidências da Matrix/DNA, Matrix/DNA: Divulg. Posts. Mens., molécula, Origem da Vida | Sem Comentários »
quinta-feira, abril | 28 | 2011
Dentro do cérebro acontecem cenas semelhantes às que vemos no céu: estalos de relâmpagos onde raios de energia se ramificam e se desfazem na substância gazoza das nuvens. Se aqui uma árvore com suas longas raízes submersas no solo atraem raios, no cérebro um neurônio com suas longas dendrites atraem os sinais elétricos das sinapses. A semelhança das cenas não é mera coincidência. Foi essa Natureza com raios e trovões que produziu o cérebro e logo, filho de peixe, peixinho parecerá.
Mas não temos os sentidos evoluídos para visualizar de fato o que são os nossos pensamentos, nossa mente foi fecundada ainda ontem nos tempos astronômicos e as ultimas notícias que nos vem das Ciências Neurológicas indicam que ela começou a apenas 200.000 anos atrás. A auto-consciência humana ainda não tem ou não ativou sua própria percepção visual para ver sua imagem refletida num espêlho, portanto se encontra na situação ainda, ou do feto que se forma, ou do recem-nascido que ainda não abriu os olhos e não tem idéia de como é seu corpo.
Mas temos a intuição de que nossa mente não é uma substância comum, palpavel e visivel aos nossos olhos nus. Ela representa mais um grande salto evolutivo, daquêles explicados por Steven Jay Gold em sua teoria do “puntuactun equillibrium”.
Como a Natureza produz novas substâncias que nunca existiram antes ao menos nestas regiões do tempo e espaço? É fácil entender se relembrar-mos como a Matriz/DNA explicou a origem da vida, ou seja, dos sistemas biológicos. Antes o mundo aqui era apenas constituído de esferas astronomicas organizadas num sistema mecânico porque, nossos ultimos ancestrais não-vivos, os sistemas astronomicos, foram confeccionados apenas com os estados sólido e gasôso da matéria. As relações e interações entre êles se resumiam às reações nucleares, radiações, jôgo de fôrças eletro-magnéticas, as quais, em seu conjunto, resultavam num sistema extrema e exclusivamente mecanizado, como o mecanismo de relógio Newtoniano. Mas como explica a Matriz/DNA, êstes sistemas estelares em suas interações produziram novas espécies de astros, como os quasares, pulsares, buracos negros, e daí se montou os sistemas galácticos. Ora, nossos modêlos dêstes sistemas revelam tôdas as premissas ou principios das propriedades vitais que surgiriam mais tarde, desde os processos digestivos à engenharia da reprodução sexual. Portanto as máquinas Newtonianas receberam uma cobertura biológica e estas produziram nas superficies de alguns planetas um novo estado da matéria, nunca existido antes: o líquido. Do liquido se originaram as reações químicas que produziram a “soft matter”, a matéria flexível, maleável, modelável e no fim todos sabemos o resultado; sistemas galácticos geraram sistemas celulares, à sua imagem e semelhança. Filho de peixe, peixinho parecerá.
A caverna puxou os trogloditas e gorilas para um convivio nuclear de cujas reações houve um salto evolutivo mental, e apesar de ainda não entender-mos como foi êsse processo, surgiu daí um novo estado da matéria, e com ela, essa ainda menina-criança que é a auto-consciência humana. Mas quando descemos mais no passado, esclarecidos agora com essa cosmovisão da Matriz/DNA, e munidos do conhecimento do elo entre a vida e a não-vida, não apenas chegamos a um Big Bang biológico como tendo sido um evento semelhante à fecundação reprodutiva, como tambem continuamos além, saímos das fronteiras do Universo e vamos ver os ancestrais da matéria, vórtices fantasmagóricos quânticos, funcionando como bits-informação ou genes do sistema que gerou êste Universo material.
Parece-nos estar-mos dentro de um Ôvo Cósmico, onde a matéria perceptivel seria a placenta, a matéria escura seria o amnion, e nós, sêres pensantes, os genes de nosso futuro e unico corpo… mental! Aleluia!
O problema é que tôda essa História Universal semelhante ao que acontece dentro da barriga de uma mulher grávida indica com fôrça intrigante que aquêle sistema criador misterioso já era… inteligente! Porque pai de peixinho, também peixe parecerá, e se somos como peixinhos inteligentes…
Portanto, ou provavelmente, o sistema extra-universal, ex-machine, era, ou ainda é, auto-consciente, também deve ter uma substância mental, a qual talvez banhe todo o Cosmos como um oceano. Mas suas relações conosco devem ser naturais, sem milagres, e estamos sujeitos aos imprevistos assim como estávamos quando éramos embriões ainda no útero materno. Nosso mundo não parece ter sido inteligentemente desenhado, assim como os pais geradores de um embrião humano não precisaram de inteligência e não a aplicaram para fazê-lo, mas eram inteligentes.
No final disso tudo resta a dúvida: parece mesmo existir uma substância mental como as nuvens no céu, parece que ela é uma substância quase abstrata apesar de ter fôrça para atuar sôbre a matéria, movendo, dirigindo, nosso corpo material, mas teria ela sido criação ao acaso da matéria aqui ou teria ela uma existência extra-universal como uma dimensão à espera de que atingíssemos o grau evolutivo de sistemas biológicos para então se encarnar? Seria a subst6ancia mental uma espécie de característica herdada mas retrógrada, como daquêles genes que entram em ação mais tarde, produzindo bigode nos machos e ovulação nas fêmeas?
Enquanto essa questão me ocupa os pensamentos dia e noite, me fazendo às vêzes na pia do banheiro botar o creme dental no pente e lambuzando os cabelos, minhas mãos tentam trabalhar com os instrumentos disponíveis cada vez mais sofisticados na tentativa de alcançar essa substância. Mas precavido pela Razão de que posso retornar dessa busca deprimido com a possível prova de que ela não passou de mero sonho esperançoso de possuir uma alma que prolongue ao infinito nossa existência.
Certo que estamos abandonados nesta vida solitária mental e sujeitos a tragédias e predadores monstruosos, mas isso sempre aconteceu com todos nossos sistemas ancestrais. Até mesmo nas galáxias o ciclo de existência de um astro passa por duas fases: a primeira onde se vê como ôvo botado fora e abandonado à própria sorte flutuando nos frios espaços interestelares e a segunda onde se descobre que na verdade nunca fôra abandonado, que nunca saíra fora do sistema que o gerou, e que se vê confortavelmente instalado e protegido sob as asas gravitacionais de uma estrêla que o acalenta e o amamenta com sua energia radiosa. Nossa esperança é que a realidade daqui seja a mesma realidade do antes e alem das origens dêste Universo, que apesar de estarmos momentâneamente sujeitos aos desatinos das monstruosidades na matéria que talvez nossos próprios ancestrais ainda não biológicos criaram, na verdade nunca tenhamos sido abandonados por uma possível substância mental que exista naquela realidade além das dimensões quânticas. Oxalá! E graças meus pais extra-universais, pela nossa inteligência, que assim mantem esta vida como uma aventura interessante.
Tags: A Matriz, Abiogênese, Acaso: Teoria, Astronomia, Cérebro, Evolução, Filosofia, Física, Intelligent Designer, Lista das Evidências, Mensagens da Matriz, Sistemas, Sistemas Biologicos Postedo na Abiogênese, Astronomia, Cérebro, Evolução, Intelligent Designer, Sistemas | Sem Comentários »
segunda-feira, março | 14 | 2011
Muitas pessoas reagem com surprêsa achando que estou louco quando digo, por exemplo, que o Universo é uma produção genética, ou que átomos e galáxias apresentam também um código ancestral do DNA. Ou quando solicito a alguém apresentar um unico fato real que disprove que o corpo humano é feito á imagem e semelhança do processo pelo qual o Universo foi feito e ainda se expande. Parece não adiantar eu estar acumulando a cada dia uma montanha de evidências que suportam esta teoria e continuar desafiando quem encontre um unico fato real que faça desmoronar o edifício dessa cosmovisão. Mas não falo por mim e sim sou mensageiro dos resultados de um método de investigação.
A forma atual do moderno intelecto humano foi gerada pelas recentes descobertas das Ciências Naturais, a qual foi desviada do objetivo de seus fundadores no Iluminismo, que era a busca do conhecimento real e total, devido à hegemonia da Física e sua aliada, a Matemática, sôbre o método reducionista. A Física reduz a Natureza ao seu esqueleto mecânico e a Matemática veste a Natureza com uma mente complexa que ela não possui. No corpo humano, entre o esqueleto e a mente complexa há a parte mole, carnal, sob as leis biológicas. A Natureza não possui uma camada mental para construir suas coisas matemáticamente, mas ela também não apresenta apenas o esqueleto mecânico estrutural, pois suas arquiteturas, de átomos a galaxias, são revestidas de uma parte mole, camadas primitivas de leis e regras biológicas. É esta face da Natureza, a nível cosmológico, que a Física e a matemática não podem captar. Por isto, estudantes, intelectuais e cientistas modernos se surpreendem e não aceitam os paralelismos que meus modêlos estão sugerindo, entre a Natureza enquanto Universo, e a Vida como a conhecemos na Terra.
Mas existe uma maneira de explicar levando-os a entender que a evolução (êste processo, no que todos concordamos, que teria iniciado como uma extrema simplicidade e desde então, caminhando para uma crescente complexidade) começou como um pequeno ponto que ao mover-se entre as dimensões do tempo e espaço desenha uma trajetória igual á que uma pedra atirada a um lago desenha em suas águas. Como nossos sentidos são limitados e vemos o efeito na água em apenas duas dimensões, nos parece que as ondas são apenas concêntricas, quando na verdade, o efeito é uma espiral. A pedra continua afundando, deslocando água abaixo, portanto formando uma espiral, mas quem olha de cima não vê a espiral, apenas ondas na superfície. Novas ondas são formadas porque a ultima onda empurra a água para a frente, e quando uma nova onda avança, ela está atingindo um novo território que não foi alcançado pelas ondas anteriores, e nêste novo espaço sempre haverá ciscos, objetos flutuantes, e inclusive temperaturas, densidades, que nunca existiram para as ondas anteriores. Mas a forma de onda parece saltar as linhas divisórias, passando para a onda seguinte, e vai absorvendo as novidades em cada novo território transmitindo-as também, ou não. Assim se propaga a evolução.
Por isso o mundo apresenta padrões repetitivos em todos seus niveis de grandeza, por exemplo, o fato de que um microscópico sistema atômico ser esférico e se constituir de um núcleo e corpos girando à sua volta ser um padrão bem próximo do sistema estelar com um unico núcleo e corpos orbitando à sua volta. Por isso estão descobrindo estes padrões em todos os lugares e começando a entender que o mundo é formado por fractais, formas idênticas que se repetem infinitamente. Por isso estamos descobrindo que o DNA é apenas mais um fractal formado a partir de seus ancestrais existentes antes mesmo da origem da vida nêste planeta.
Mas isso é muito fácil entender. Quando uma onda, a ultima formada, completa sua frequência e período, atinge seu limite, mas a fôrça do evento inicial continua a propagar-se, a nova onda será de qualquer maneira gerada pela onda anterior, e como tal, repetirá sua forma e suas propriedades. Nunca ocorreu de uma nova onda ser diferente das anteriores, digo por exemplo, sendo quadrada. O novo território trará novidades que fará da nova onda uma diferença em relação a tôdas as anteriores, mas estas novidades serão incorporadas apenas depois que uma certa extensão inicial se estruturou copiando os detalhes relativos às ondas, e copiando-os da onda anterior.
É nesta primeira metade de cada onda que o padrão, o fractal se repete na íntegra. Da metade seguinte até seu ultimo limite podem surgir pequeninas variações. Sabendo-se disso devemos entender que a origem e formação de qualquer nova arquitetura natural deverá repetir inicialmente o mesmo processo da origem de tôdas as arquiteturas anteriores, sendo que o posterior desenvolvimento da ultima arquitetura – digamos, o ser vivo – apresentará resquícios do método do desenvolvimento da primeira arquitetura – digamos, o Universo.
Já houve uma teoria que foi forte na sua época sugerindo que durante a embriogênese, o corpo humano repetiria as formas das espécies de animais que o retrocederam na evolução: inicialmente parece um sapinho, um peixe, depois um animal quadrupede e por fim se diferencia tomando a forma humana. Mas se reparar-mos bem, antes da forma do sapinho houveram as formas de célula unica inicial, de mórula, blastula, as quais, são semelhantes às formas do átomo inicial, da nebulosa de átomos e depois do conglomerado de galaxias. Para mim aquela teoria é totalmente lógica, mas A Física e a Matemática deturparam tanto a visão da Natureza que os intelectos doutrinados por elas correram a ridicularizar seu autor.
Se queres conhecer a história do Universo, mas isto é impossivel porque o tempo passado foi muito longo e o espaço muito extenso, volte-se para dentro de seu corpo e conheça sua história. O Universo não é mágico. Êle não pode criar novas informações fundamentais do nada. A complexidade não é resultado de novas informações fundamentais que nunca teriam existido, mas sim de informações parciais e temporárias resultantes da mistura e inter-relações das informações fundamentais, o que se denomina “fuzzy logic”. Portanto, se o Universo gera novos corpos dentro de si mesmo, só pode fazê-lo pela unica maneira para a qual ele tem as informações, ou seja, do jeito que êle foi feito. Por isso somos feitos por um processo que é à imagem e semelhança do processo pelo qual o Universo foi feito. Vejamos êste processo:
Cena 1 – A Hístória do Corpo Humano: O instante inicial de um corpo humano dá-se com uma explosão – quando rompe o invólucro espermático no centro do óvulo.
Cena 2 – A História do Universo: O instante inicial do Universo deu-se com o Big Bang. As causas e o evento em si ainda não são compreendidos. Mas nosso entendimento da evolução se propagando por ondas nos autoriza a projetar as causas e eventos do corpo humano para calcular a história do Universo. Foi nessa tentativa que elaboramos as sub-teorias da existência de um fractal denominado Matriz/DNA, da existência de LUCA, um elo evolucionário entre os sistemas astronomicos e celulares, etc.
Entendendo a evolução como ondas que se propagam da mesma maneira que as ondas se formam na água pela intrusão de uma pedra ajuda-se a esclarecer muitas coisas. Por exemplo, temos na teoria da evolução um problema ainda não resolvido de se encontrar os elos exatos entre diferentes espécies. Êste problema atinge seu clímax quando chegamos ao ponto de acreditar que não existe um elo evolucionário entre o estado do mundo a 4 bilhões de anos atrás e o primeiro sistema celular que surgiu nos seguintes 500 milhões de anos. Assim a História Universal foi dividida por essa cosmovisão dominada pela Física e a Matemática entre dois blocos de histórias sem nenhuma conexão entre eles: quando digo que elaborei um modêlo teórico do elo entre a Evolução Cosmológica, cujo tôpo evolucionário foi o sistema galactico e a Evolução Biológica, cujo primeiro exemplar finalizado foi o sistema celular, me olham como se eu tivesse falando o idioma marciano.
A diferença principal entre ondas concêntricas e ondas em espiral é que na espiral vemos como uma linha continua que conecta tôdas as ondas dentro de um unico todo. É nesta parte da linha oculta conectando e formando cada nova onda e que não vemos na superficie – onde estão ocultos os elos evolucionarios. Não existem quebras no fluir da evolução e sim apenas uma história unica, contínua.
É preciso conhecer ainda mais duas importantes sugestões que vejo interpretando os resultantes modêlos. Primeiro, que a evolução, desde o Big Bang até o homem, foi a evolução de um unico elemento, um unico corpo, um unico sistema natural. Êle começou nêste universo numa forma não material de vórtices quântico – e como mostro em outro artigo, qualquer vórtice natural é um sistema e apresenta tôdas as propeiredades da vida em forma bruta, extremamente simples, assim como a configuração inicial do que mais tarde viria a se expressar como nosso DNA. A partir dêles a evolução venho transformando 6este sistema em átomos, galáxias, sistemas célulares, onde o sistema inicial se encontra muito mais complexo. essa transformação de formas parece obedecer a mesma lei que transforma nosso corpo humano: o ciclo vital. A aparição da organização biológica e do fenomeno mental deve ser devido à expressão de genes retrógrados como aquêles que fazem aparecer bigode no jovem.
Portanto, não se trata da evolução do Universo enquanto aglomerado de galaxias. As galaxias ficaram para trás como nossos ancestrais biológicos. O que carrega a evolução é o corpo dentro do que denominamos universo, o sistema que vem se transformando e chega hoje ao seu tôpo na forma de auto-consciência. Vendo assim, desta forma, fica mais fácil entender a analogia com as ondas na água, porque a história da embriogênese do corpo humano repete as formas cosmológicas de átomos a galáxias e depois continua pelas formas de peixe, de mamíferos inferiores, até chegar á nossa forma humana final. Como fica fácil entender porque digo que o DNA é apenas a ultima forma evolucionaria de uma matriz universal que foi um DNA primitivo como essência de átomos e galaxias. Como fica fácil entender porque a Física não nos conduziu ainda a entender o mundo do passado, pois ela se restringe á mecânica do esqueleto e não capta a cobertura de leis biológicas que vem se expressando através dos tempos revelando que êste é um mundo vivo, gerado genéticamente como nosso corpo humano foi gerado genéticamente pelos nossos pais. E fica fácil entender que a Matemática não é o único e nem o mais importante dos vários idiomas falados pela Natureza.
Tags: Ci6encias Naturais, Evolução, Filosofia, Física, Matemática, ondas Postedo na Evolução | Sem Comentários »
quarta-feira, fevereiro | 23 | 2011
(Êste artigo está com problema, com textos repetidos e diferenças nas cópias: clique no titulo em azul no final do artigo para ver o problema)
-
 O Físico Nassim Haramein - Teoria da Sagrada Geometria
INTERESTING VIEW OF THE SACREDY GEOMETRY THEORY
Para meu tipo de gôsto, foi melhor gastar uma hora de meu tempo assistindo um vídeo com um palestra de um físico excêntrico e meio maluco chamado Nassim Haramein, intitulada “Sacred Geometry & Unified Fields”, do que as muitas horas que gastei assistindo certos filmes que no final nada tinham de alimento para o cérebro.
Aqui descrevo e relato minha opinião mas quem quiser ver os vídeos (são seis partes e em inglês) vá no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=F71qWfxgIu4
O “cara” é uma figura, um “desajustado” no atual esquema da comunidade oficial dos físicos e na sua forma de pensar o Universo. Com uma mente brilhante. Pena que meio desviada da Natureza devido se basear muito na Física e na Matemática, áreas onde os cientistas não o aceitam muito bem, desacomodados que ficam com suas idéias exóticas.
Para se ter uma idéia (apesar de que isto é apenas minha opinião), de como a Física e a Matemática levadas ao extremo intelectual podem conduzir o buscador para fora da realidade, basta ver a conclusão de um “scientific paper” registrado por Nassim e intitulado “The Schwarzschild Proton”. O qual conclui: “ The Schwarzschild proton fortemente sugere que a matéria em tôdas as escalas pode ser organizada por buracos negros, um átomo apresenta fenômenos similares aos dos buraco-negros, e portanto levando à unificação escalar das fundamentais fôrças da matéria.” (The Schwarzschild proton strongly suggests that matter at many scales may be organized by black-holes and black hole-like phenomena and thereby lead to a scale unification of the fundamental forces and matter.)
Para defender essa teoria êle tem registrado um “scientific paper”, intitulado ”The Schwarzschild Proton” que pode ser visto em “pdf” no site:
http://www.theresonanceproject.org/pdf/schwarzschild_proton_a4.pdf
Ora, nos modêlos da minha Teoria da Matriz/DNA, (que contem o modelo ideal perfeito da Matriz para organizar a matéria), também tem um buraco negro, na Função 1, e êle é, de fato, o inicio do processo da organização da matéria em qualquer tipo de sistema natural, mas a história não termina aí, isto é apenas o começo de um processo, apenas 18% do processo total da criação, sendo que depois da atuação do buraco negro vem as atuações de F2, F3, até F7. A Física não pôde até agora enxergar o quadro todo porque ela lida com o aspecto alectro-magnético e mecânico da realidade sem ver que cobrindo todos estes aspectos e até mesmo como fundação preliminar de todos eles existe uma cobertura vital, biológica. Essa cobertura biológica cósmica não pode ser descrita pela linguagem matemática e assim a Física fica sem o elo entre as Evoluções Cosmológica e a Biológica. E apesar de Nassim ser um dissidente e mais exigente que os físicos da Academia, êle é um gênio, muitas vêzes êle tem insights espetaculares que o aproximam demasiado da Matriz, sem no entanto ter tocado-a até agora. Vale a pena ouvi-lo.
Nassim começa de forma bem humorada e agradável a contar o começo de sua vida escolar, como era um sujeito desligado com os pensamentos cheios de visões esotéricas e portanto com dificuldade para se concentrar em qualquer coisa material aqui e agora. Portanto era um aluno difícil. Mas muitos gênios o foram, basta lembrar de Einstein.
Seu primeiro gôsto numa matéria escolar surgiu no dia que o professor iniciou uma disciplina nova, a geometria. E o professor escreveu no quadro negro “Dimensão Zero” e desenhou um ponto dizendo: “Essa coisa chama-se ponto, isso é dimensão zero e isso não existe!”. Em seguida escreveu “Dimensão 1” e desenhou vários pontos alinhados e disse: “Essa coisa chama-se “linha”, mas isso não existe também.” Nassim diz que pensou naquêle momento: “É… parece que vou ter péssimos tempos com essa matéria. Se estou vendo o ponto e a linha como é que isso não existe?!” Em seguida o professor aumentou os pontos de maneira perpendicular dezenhando mais três linhas reultando na figura de um quadrado e escreveu “Dimensão 2”, explicando: ”Isso é um plano e tambem… não existe!”
Nêsse ponto os alunos estavam demasiado encolhidos em suas cadeiras e quase pedindo para sair da classe, achando que o professor estava biruta. Mas a tortura ia terminar logo. Pois o professor desenhou mais alguns planos iguais aquêle, conectando-os e resultou na figura de uma caixa, um cubo, e escreveu “Dimensão 3”, explicando: “Isto é chamado de cubo e isto sim, existe!”
Em seguida Nassim põe um ponto de interrogação dentro do cubo significando “não-existente”. Parece-me que êle quer insinuar que o mundo existe apenas como um container, e o que está dentro não existe (se alguém souber explicar isto, agradeço, aqui não entendí bem seu inglês). Mas o que Nassim diz a seguir é interessante: “Aqui está a base do conhecimento de tudo e isto é uma incógnita que nunca foi solucionada, mas se pensar-mos na solução errada aqui ou se saímos daqui de maneira errada tôdas as nossas teorias, como a String, etc., e todos nossos conceitos firmados estarão errados, porque a nossa base estaria errada.” Só por isso, Nassim já justificou sua existência. E ele não faz como muitos casos da Física oficial imitam o avestruz, escondendo a cabeça na areia ou varrendo os problemas para debaixo do tapête. Não, ele não esquece dêstes mistérios não solucionados que estão lá no principio, como fundação de todo o castelo cientifico-matemático, mistérios êstes que pode revelar no final ter sido nosso castelo teórico construído sôbre areia movediça.
Depois daquela aula Nassim entrou no ônibus a caminho de casa, dormiu e têve um sonho revelador. Porque será que muitas das mais importantes descobertas aconteceram quando o gênio estava viajando e têve um sonho?! Lembram-se de Kekulée? Resolveu um dos maiores mistérios químicos da época que era a questão de como se arranjam os átomos do benzeno e ele viajando numa carruagem sonhou com atomos dançando em forma de… “ ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar…”, e acordou gritando ao mundo: “Os átomos também dançam, a ciranda, a fórmula do benzeno é em forma de ring, de anel! “
Mas Nassim têve assim sua experiência meditativa que todos devemos praticar, se queremos desvendar os segrêdos da existência. Imagine que sua mente está saindo de seu corpo e subindo, sua casa vai se distanciando lá embaixo parecendo um ponto na cidade, a cidade vai parecendo um ponto no continente, o continente um ponto no planeta, o seu corpo um ponto entre seis bilhões de outros pontos, o planeta um ponto no sistema solar e você continua subindo, o sol parece um ponto na galaxia, a galaxia é apenas um ponto entre bilhões de galaxias e quando fora do Universo êste é apenas um ponto ao longe talvez entre uma infinidade de outros pontos… Aí você começa a retornar e entra no ponto que é o Universo e vê uma infinidade de pontos dentro que sào as galaxias e entra na Milk Way e vê uma infinidade de pontos que são as estrêlas, procura a nossa e enfim, de ponto dentro de ponto você retorna a um ponto dentre 6 bilhões de outros que é o seu corpo. Mas não pare aí: olhe a palma de sua mão e vê que ela é formada de bilhões de pontos que parecem galaxias mas são células e olhe dentro das células e vê milhões de pontos que são os átomos e olhe dentro dos átomos e vês particulas, então continue olhando dentro de particulas e mais pontos e … isso parece que nunca vai terminar.
Vendo o mundo assim, desta forma racional e real, qual o sentido da existência? Do mundo, de nós mesmos? Mas eu não tentei obter minha visão do mundo através dêste método porque o ”infinito” é por enquanto uma criação da mente humana que não foi provada cientificamente e porque não acredito no calculo infinitesimal onde a dízima periódica, 0,333333…. ao infinito não teria fim. Eu nunca ví nada infinito mas sim vejo que tudo tem um limite e quando alcançado êste tudo se transforma: se começamos a dividir matéria, a certo ponto não estaremos mais dividindo massa e sim energia apenas e depois não mais energia ordinária e sim vórtices quãnticos… e depois… Como já disse alguém: ‘Para provar que existe infinito alguem teria que ir lá e avançar um pouco alem…”.
Como tambem para provar que o mundo é finito alguem teria que ir no fim e continuar infinitamente alem, para provar que não existe nada depois… nossa visào de mundo deve ser por isso sempre uma questão aberta, e isso evita fundamentalismos, radicalismos e desvios da realidade.
E permita-me mais um parentêsis na palestra do Nassim. Êste exercício mental do observador ver tudo como pontos dentro de pontos pode ser deprimente para nós, pois percebemos que somos meramente um ponto dentre uma infinidade dêles. Mas êste desagradavel pressentimento não tem razão de ser. Pois todos os pontos possuem algo em comum ( a evolução que os conecta, a constituição primordial, um padrão de organização, etc.). Mas existe um ponto que tem uma diferença em relação a tudo o mais. Uma propriedade que é apenas e exclusivamente sua. O corpo humano é o unico ponto conhecido que tem inteligência, auto-consciência. Já nos tiraram do centro do Universo, do centro da criação, querem agora nos tirar a alma… mas o fato de que ainda somos “especiais”, ninguém pode nos tirar.
Mas então, voltando a Nassim, é como se estivéssemos no meio, fôssemos uma grandeza de nivel médio, e se vamos para o maior, acima de nós, chegamos a um ponto, e se vamos para o menor, abaixo de nós, chegamos a outro ponto. Nassim chama nossa atenção para êste assunto. Quando êle chegou em casa disse para a mãe que tinha aprendido uma coisa sensacional na escola, sôbre dimensões. – “O professor – disse êle – estêve ensinando dimensões mas ( para desespero de sua mãe, completou…) o professor está errado!”
E nota que existe um paradoxo. Espiritualistas e povo religioso em geral costumam acreditar que o mundo acima se abre num infinito interminável enquanto a comunidade cientifica levada pelo método reducionista costuma observar o mundo de fora para dentro como se tudo estivesse num sistema fechado. Interessante: os dois estão equivocados.
Nassim observou na época que o finito e o infinito se revelam como pontos fora ou dentro e concluiu que tinha de arrumar uma solução para conectar estes dois disparates. E ele foi pelo caminho da geometria, inicialmente desenhando uma circunferencia, em seguida um triangulo dentro da circunferencia que suscitava uma quantidade de iguais menores circunferencias dentro da maiores e cujas menores poderiam com triangulos se multiplicarem em outras menores ainda e assim ao infinito, chegando bem perto da teoria dos fractais. Assim ele acredita que demonstrou que o finito e o infinito estão relacionados tornando-se a mesma coisa.
(Obs: parei correção ortográfica aqui)
Mas porque geometria? E porque por um triangulo dentro de uma esfera? Só ele poderia explicar. Êste é o mal destas palestras e por isso não gosto delas. Se o expoente adota uma postura ou dá uma explicação que você não entende ou não concorda – e se voc6e não interromper imediatamente para esclarecer aquilo antes de avançar… todo o resto ficará obtuso para tí. Eu por exemplo quando estava pensando o mundo resolví pensar a partir da vida e pus um DNA dentro da incógnita esfera do mundo, quer dizer, um caminho totalmente diferente do caminho de Nassim.
Mas foi válido o que Nassim fêz, num certo sentido. No fim sua figura tem milhares de iguais pontos esféricos dentro de pontos exatamente iguais, mas surge uma diferença marcante no todo. Cada esfera tem um centro, o qual está numa posição dentro da esfera maior que não é a mesma posição de todos os outros centros de todas as outras esferas. É o que diverge dentro de um mundo formado por uma infinidade do mesmo fractal: cada qual tem seu centro unico, especifico, dioferente de tudo o mais. Estaria por aí a causa de que nem um ser humano é igual ao outro? O seu centro, o seu super-ego? Portanto, deixei Nassim continuar a partir de uma premissa que não concordei porque de certa maneira ela tem algum valor, ela retorna de vez em quando tocando a realidade de maneira interessante.
Qual o aspecto interessante em notar que dentro de uma esfera que parece um ponto e que representa o Universo inteiro e onde existe dentro um a infinidade de esferas iguais em diferente dimensões de grandeza, porem o que diverge entre todos é os centros de cada esfera? Que o mundo é dividido em dimensòes escalas. existe a dimensão dos átomos, para nós intocável e invisivel. Existe a dimensão das estr6elas, novamente intocável e mal visivel. e existe a nossa dimensão. Em cada dimensão repartida por seus centros, estes podem se conectarem, interagirem entre si. Uma conexão do tipo horizontal, espacial. Já quando olhamos o todo e vemos todos os diferentes tamanhos ao mesmo tempo uns dentro dos outros, as conexões se tornam dificeis ou não parecem não existirem. Conexão do tipo vertical,temporal, onde as diferenças de dimensões decorreram devido à evolução e a história. É o mesmo problema da minha fórmula da Matriz no seu aspecto de ciclo vital: pode existir uma conexão visivel e sensivel entre uma estrela e um planeta no plano horizontal, espacial, onde ambos existema ao mesmo tempo, mas fica dificel ver o canal de comunicação entre a forma de uma criança e a forma de adulto de uma mesma pessoa, pois as duas não existem ao mesmo tempo, mas a conexão existe, ou existiu. Enfim, a figura de Nassim nos leva a uma visão mais esclarecida de como o mundo parece formado por diferentes camadas de networks. estas diferentes camadas recebe em sua Física o nome de escalas, e Nassim se concentra muito nesse aspecto de escala, como se pode notar em seus “scientific papers”.
Miostrando que dentro de uma unica esfera representando a totalidade do espaço podemos deixar um programa de computador rodando infinitamente criando esferas menores dentro das esferas existentes e que isso nunca teria um limite, Nassim salta para uma conclusão interessante: dentro daquela esfera maior que não se pode escapar, asssim como dentro das menores esferas invisiveis, pode-se inserir a mesma quantidade de informações. Na verdade, dentro do menor ponto possivel, pode-se, em teoria, inserir uma infinidade de informações. Coisa de louco… mas assim é a realidade.
Se nós, como corpos, somos igualmente como um ponto, em nós podemos estocar uma infinidade de informações. Desta forma, através da geometria, da Física, da Matemática, voc6e tem uma noção não apenas espiritual, mas mec6anica, matemática, do potencial de infinitude que é a sua exist6encia. Quer dizer: o que sempre foi pensado apenas em termos de dogma, doutrinas, pensamentos misticos, agora chega a ser pensado dentro da Física. Racionalismo e teologia vem de caminhos opostos convergindo ao mesmo ponto de chegada? Interessante; nêste ponto estou curioso para saber onde êle quer chegar com isso.
Por essa busca do infinitamente grande ou pequeno foi que os físicos começaram a construir os aceleradores de partículas. Pensou-se a um século atrás que os átomos seriam a menor coisa que pode existir, a partícula de Deus. mas depois notou-se que dentro haviam protons, neutrons e dentro destes leptons e mesons e dentro d6estes… sempre a cada nova descoberta se pensou ter chegado finalmente á partícula de Deus. Agora chegamos ao ponto de construir um “colider” com 17 milhas de dist6ancia e custando cêrca de 10 bilhões de dolares para o qual contribuiram cinco nações e tudo isso porque acredita-se que chegaremos dessa vez à particula de Deus: o boson Higgs. Claro que nós, meros comuns mortais já sabemos de antemão qual será o final desse filme: vão pedir dinheiro para construir um de 30 milhas, porque agora têm certeza que vão chegar lá. Claro que eles nào devem acreditar nisso tambem e nós nào negaremos o dinheiro porque queremos que continuem. alem do fato de que a espécie humana é uma errante incorrigivel, nós estamos sempre aprendendo mais algo a cada nova particula que descobrem.
Nassim é um fisico dissidente que discorda dos físicos. Êle acha que ao invés de estar-mos buscando a partícula fundamental deveríamos estar observando os padrões dentre as divisões, principalmente os padrões de conexões entre as diferentes escalas. Porque, diz êle – se entender-mos os padrões das divisões nós vamos entender tôdas as divisões no espaço tempo e assim entender como o Universo funciona e como ele faz suas criações. Nós vamos ter a chave da criação. E isto sim, ao invés de fundamentais de fundamentais de particulas, seria realmente util.
E então Nassim aclama a fundamental questão: “Se você quizer achar a coisa que conecta tôdas as coisas, como ela seria?”
É aqui que todos os espiritualistas pararam, quando alguns povos antigos acreditaram que tudo é o “um”, ou outros como os deístas quando pensaram e acreditaram que encontraram essa coisa e a denominaram de “Deus”. Mas mostre-me Deus e explique como êle faz isso. Sem essa demonstração, racionalmente sua solução não é a solução, é um dogma.
E Nassim encontrou uma coisa que conecta tudo, aliás a unica coisa existente que realmente conecta tudo: “Espaço”.
O espaço está em todo lugar. Entre galaxias, entre estrêlas, entre nós, entre átomos… mesmo o assim chamado “mundo material vivo” é constituído 99,999…% de espaço. dentro de um átomo, tôda sua realidade consiste em 99,999…% espaço! Nós mesmos somos um conjunto vazio!
O que é que faz com que, por exemplo, um diamante que parece tão denso e duro, mas que na verdade cada um de seus átomos está distante dois campos de futebol do mais próximo, parecer denso e duro? Vibrações. O espaço é plemamente preenchido por vibrações, o espaço é vibração. Assim Nassim foi por um caminho diferente dos físicos modernos. Eles estão concentrando suas atenções na 0,00001…% porção da realidade e se esquecendo dos 99,9999… %. Estão coando a agulha e deixando passar os camelos. Não deve ser essa insignificante quantia de matéria que define espaço, mas sim que o espaço é quem define a matéria. Interessante! Decididamente, Nassim vale a pena. É um gênio.
A disciplina da Física chegou, nas décadas de setenta, oitenta, a um ponto crucial chamado “gravitação”. Os maiores gigantes da Física escreveram sôbre gravitação, ela está no cerne da Física relativística, é a Bíblia da Física.
É então que a palestra de Nassim chega ao seu clímax do paradoxal. Êle narra que sempre viveu isolado da comunidade dos físicos pensando em seu mundo particular e conversando apenas com seus botões e de vez em quando mandando algum artigo para publicação. Até que o convidaram, senão intimaram, a que ele comparecesse a uma conferência de Física. Mas nestas conferências discute-se Física avançada, os ultimos assuntos de vanguarda, e entende-se que todo mundo sabe e estão de acordo com as premissas básicas estabelecidas tempos atrás, por isso não se admite perguntas sôbre os fundamentos, as questões basicas que já estão resolvidas. Mas os problemas de Nassim estão realcionados justamente com estas premissas que para êle não estão resolvidas. Sem saber como contornar este problema para expor suas conclusões, Nassim projetou na parede uma figura bem conhecida dos fisicos para explicar gravitação: um homem soprando um balão transparente dentro do qual existem algumas moedas e assim se explicando como o universo se expande e as galaxias se distanciam umas das outras Ver figura abaixo).
E Nassim pede desculpas por retornar ao primitivismo da Fisica para resolver um problema seu e diz que aquele quadro serve para explicar a expansão, não é mesmo? E todo mundo acena a cabeça compassivamente como se faz com um aluno principiante respondendo: sim isto está correto. Quando está todo mundo olhando o balão em expansão, sem mais interêsse, Nassim vai dizendo. “Bem, o que eu queria realmente saber aqui porque eu tenho passado minha vida perguntando isso desde quando ví esse quadro na escola a primeira vez e olha que eu tenho estudado e pensado um bocado, tenho virado e revirado tôdas as equações que levam a esse quadro, mas sempre me faltou uma coisa para entender esse quadro, e eu queria saber porque nunca fiquei sabendo é o seguinte… ( e ele fêz uma pergunta que derrubou a platéia): “Who is this guy? “
- “Quem é êsse homem?!”
- “Quais equações explicam quem é êle?”
Só então que todo mundo foi perceber que existe um homem soprando o balão. Que sem a fôrça emitida pelo homem o balão não expande. Mas eu pensei que ele ia ser linchado ali, pela comunidade dos físicos…
Bem, o salão da conferencia inicialmente caiu num silêncio profundo, alguns estudantes começaram a tossir, alguns não conseguiram segurar e quase morrem na cadeira de tanto rir, os anciões a pigarrear, e o diretor da conferência começou a suar chamando êle para um lado e soprando em seu ouvido: “Escuta, isso aqui é o departamento de Física, você não vai falar a palavra “Deus” aqui, para nossos estudantes e para o publico, pois não”…? E Nassim dirigindo-se à platéia continuou:
- “Uma lei fundamental em Física é a de que a cada ação corresponde uma reação. Então se está havendo expansão por um lado tem que estar havendo contração em outro… O que eu queria mostrar é que esse guy que está soprando o balão tem pulmão, o qual está contraindo. Como fica o caso do Universo?!”
A visão moderna da Física é uma visão machista do Universo, tudo cresce, expande, explode… o Big Bang em seu modêlo sugere que tudo começou com um pequeno átomo onde tôda a energia estava comprimida, mas se estava, alguem pôs ela, prensou, comprimiu-a ali dentro do átomo…
Temos que pensar mais no espaço, no qual acontece a vibração e o qual conecta cada coisa, desde o infinitamente grande ao infinitamente pequeno portanto o espaço deve ser infinitamente denso…
Hoje a Física age como a faxineira que varre a sujeira para debaixo do tapête. Por exemplo a teoria da quãntica funciona porque… hoje, a teoria do campo quantico consegue se safar por um processo que denominaram de “renormalização” de uma densidade da energia que no vacuo tenderia ao infinito se não fôsse removida por essa “renormalização”. Isto porque se notou que no espaço dentro de um átomo existem vibrações tendendo à elevada velocidade, que o vacuo dentro do átomo é infinitamente denso, o que vai bater com a conclusão que Nassim havia chegado sôbre o espaço total apenas por meio do raciocínio. É uma incongruência que o homem hoje esteja espremendo a cabeça com o problema de que não existe energia para todo mundo, que a energia esteja exaurindo, quando dentro de qualquer simples átomo existe um infinita energia comprimida.
Me lembro de Openhauer dizendo que quando o presidente dos e3stados Unidos lhe perguntou se realmente há energia dentro de um átomo para fazer uma bomba, Oppenhauer pensando na bomba at6omica que estava construindo respondeu: “Sim… tem muita, mas muita mesmo, energia…”
Precisávamos achar um finito número para calcular o menor comprimento de onda dessa energia e o achamos com a chamada constante de Plank: 1,666 x 10 (33)cm (leia-se 10 elevado à 33 potências negativas ou seja, 33 zeros!) . Demasiado pequeno. Ainda assim este numero não representa a menor coisa que o Universo pode fazer mas sim apenas o limite ultimo, a menor coisa que nós podemos perceber em nossa relação com o Universo. Mas então quanto dessa menor coisa ou vibração poderíamos conseguir dentro de um cubo, digamos, de um centimetro cubico? 10 (93) gramas/cm3 (leia-se 10 elevado a 93 potências). Em outras palavras isto significa que o vacuo possui uma densidade de energia da ordem de 10(93) gramas por centimetro cubico. Você sabe o que significa esse numero de gramas, 10 seguido de noventa e três zeros? Significa todo o pêso de todas as galaxias juntas, o pêso do Universo! Isto quer dizer que se pegarmos todos os planetas, todas as estrelas, todas as galaxias e prensar-mos isto tudo, conseguiremos por tudo dentro de um cm3 do vacuo! Coisa de louco… mas isto é física e matemática,e… corretas.
Caberia dentro mas ainda nào encheria o cm3 de vacuo. Porque o Universo inteiro é calculado ter 10(55) gramas de massa mais energia. Isto significa que um cm3 de massa e energia do vacuo excede a total masssa do Universo observavel por 33 ordens de magnitude! Quer dizer, dentro de uma pequena fração do vacuo, dentro de um ponto, cabe o Universo e 33 coisas mais do tamanho dele… Coisa de louco.
Tanto que quando os fisicos chegaram a estes numeros quase enlouqueceram. Como vamos tratar a Fisica e torna-la crível e aceitável aos estudantes com esta visão da realidade? Simples: varreram estes numeros para debaixo do tap6ete. O que mais se pode fazer?
A conclusão é que nossa razão não é a mesma razão da natureza, nós não temos capacidade mental para entender a realidade. Ponto final. O que podemos fazer é continuar com nossa física de muletas enquanto ela ainda está produzindo alguns produtos úteis, e outros nem tanto simpaticos, como a bomba atômica ou o aquecimento global.
Uma maneira de salvar a dignidade de nossa razão foi a encontrada nos idos de 1930, quando concluíram que não se pode provar que tôda essa energia está dentro de um minimo ponto do vacuo, que esse numero deveria ser resultado de erros nas equações, e por fim que essa energia não teria em Fisica a menor importancia. Mas como, não tem a menor importancia, se isso teria que ser a coisa mais importante, a base de tôda a fisica natural subsequente?
Por fim, em 1947, um professor de Fisica mostrou por experimentos, aplicando energia em duas placas e tentando unila-las totalmente, que as equações estavam corretas, no que ficou conhecido como o “Casimir Effect”. E é aqui, do Efeito Casimir, que Nassim extrai a mensagem moral, espiritual que êle queria transmitir desde o começo, penso eu. O Efeito Casimir é causado pelo fato do espaço vazio ter “flutuações do vácuo”, pares de “partículas virtuais – antiparticlas virtuais”, que continuamente se formam do vácuo e retornam ao vácuo um instante depois. Tudo no universo é assim, inclusive nós, surgimos repentinamente no mundo, expandimos e essa expansão significa que estamos transmitindo nossa informação ao mundo e depois começamos a retornar de onde viemos, e nesse retorno absorvemos as informações do mundo. Algo mais ou menos assim, salientando a importancia que é nossa responsabilidade quando atuamos no mundo porque – mesmo que não sejamos apenas nós mas uma infinidade de outras coisas interconexas – da maneira como modelamos o mundo ele o será quando voltar-mos. Acho que isso tem algo a ver com a idéia de re-encarnação, ou algo similar, ele não esclarece isso, como não cairia bem para um físico.
Mas as surpresas de Nassim ainda não terminaram. Se considerar-mos aquele numero do Universo, 10 (55), o Universo preenche todos os requisitos para ser um… black hole. Um buraco negro! Uma das evidências? Aponte um facho de lazer para o céu imaginando que ele vai ao infinito. Não vai. No seu caminho haverá uma estrêla e considerando a curvatura do espaço pela teoria de Einstein, o raio deveria se curvar um pouco. Mais adiante outra estrela no caminho do raio e ele se encurva mais. E assim vai, se encurvando até que… o raio retorna por aqui mesmo. Quer dizer, a luz não pode escapar do Universo, como acontece dentro de um buraco negro. E como o Universo é apenas um ponto contendo pontos menores que contem pontos menores ainda infinitamente, então tudo, qualquer átomo no mundo, é um buraco negro.
Tudo está conectado através das diferentes escalas de grandezas portanto deveríamos ter noção do infinito dentro de nós já que a ele estamos conectados. Mas torna-se dificil, senão impossivel tentar-mos ver nossas conexões com o extremamente grande, ao qual não podemos ver. Mas como o infinitamente grande é exatamente o infinitamente pequeno, o grande está projetado dentro do pequeno, significa que o todo está dentro de um átomo, ou dentro de nós. Por isso os mestres orientais como Confucio, Buda, etc., sempre disseram, para conhecer o todo olhe-se para dentro de ti mesmo. Agora a Física com sua Matematica está chegando à mesma conclusão.
Com o resultados de seus calculos sôbre o Schwarzschild Proton, um simples proton apresentando o numero 10 (55), o qual é o mesmo numero da massa do Universo, Nassim pretende ter provado que cada atomo não apenas é um buraco negro, como cada um contem o inteiro Universo. Não é mais simples e metafisical dogma, não é mais mera fantasia de misticos, mas sim provado matematicamente que o todo é um e o um é o todo.
Nassim continua revelando os enganos da Física. Notando que atomos se juntam dentro de um nucleo, mas que isso vai contra o conhecimento geral de que duas cargas iguais se repelem, para explicar isso inventaram uma nova fôrça que não existe: a fôrça forte. Nassim apresenta graficos e modêlos explicando que se explica a atração entre dois protons se eles forem, na verdade, mini-buracos negros. Mas a continuidade dos calculos indicam que dois protons nessa situação devem estarem girando em em torno do outro à velocidade da luz! O que significa que se um buraco negro isolado é escuro, dois juntos é pura luz. Daqui Nassim vai para o corpo humano levando esta noção de que nossos atomos é pura luz para terminar: “You are…light!”
Mas Nassim não é apenas uma mente voltada para as maiores elocubrações do mundo da Fícisca. Enquanto ele calcula e calcula avançando sempre em suas equações matematicas ele tem em paralelo um hobby: estudar as civilizações antigas. E algo que mais lhe chama atenção naquelas civilizações são sua construções, desde as piramides do Egito às pedras na Stonehenge da Escócia ás praças dos rituais mágicos dos maias. E de repente ele descobriu algo: que a complexa matematica da Fisica de hoje já estava lá nas bases dos calculos e nas mensagens finais transmitidas por aqueles templos. Na geometria das construções. Por isso ele acredita que todo o conhecimento do Universo estava presente naquela época na forma de um código. E como jamais o homem simples daquela época poderia ter chegado a esse conhecimento, só existe uma explicação: o código foi deixado por alguma civilização muito supeior que estêve circulando por aqui.
Justo nêste ponto Nassim e a Matriz se encontram brevemente. Pois um dos momentos de maior surprêsa na minha vida foi quando descobri que o estado astronomico do mundo momentos antes da origem da vida – que o modêlo que eu tinha em mãos obtido depois de dezenas de anos de independente calculo – já haviam sido revelados nas bases de tôdas as religiões, desde o Genesis quando descreve o Paraiso, desde o filósofo chinês quando descreve a simbologia do I Ching, até à Doutrina Secreta esotérica quando apresenta sua cosmologia. Como isto foi possivel? A tese de Nassim é uma das possibilidades, e até racional, apesar de que não encontro explicação do porque uma civilização mais inteligente iria transmitir tais conhecimentos a um povo cujo nivel tecnológico não os permitiria usar nada daquilo. A Matriz se saiu com outra hipótese: o código revelado através da cultura antiga é o código humano recebido do Cosmos na forma de DNA e o passado cósmico do homem diz respeito à sua ancestralidade ainda na forma de sistemas simples como atomos e galaxias, cujas existências estão registradas nas regiões que chamamos de DNA-Lixo. Elas transpareceram nas contruçõesantigas porque os antigos eram mais puros e fiéis a nossa ancestralidade natural do que somos hoje e portanto estas lembranças lhes vinham á memória, apesar de vir em rápidos flashes e de forma confusa, o que gerou o misticismo e a enorme confusão fantasiosa das religiões. Mas tambem esta é uma hipótese valida. O que finalmente me interessa é que o quadro sugerido por Nassim – de que o todo está codificado no um e o um codifica o todo – é exatamente o que dizem os modêlos da Matriz/DNA.
Para meu tipo de gôsto, foi melhor gastar uma hora de meu tempo assistindo um vídeo com um palestra por um físico excentrico e meio maluco chamado Nassim Haramein, intitulada “Sacred Geometry & Unified Fields”, do que as muitas horas que gastei assistindo certos filmes que no final nada tinham de alimento para o cérebro.
Aqui descrevo e relato minha opinião mas quem quiser ver os vídeos (são seis partes e em inglês) vá no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=F71qWfxgIu4
O “cara” é uma figura (já dá para notar logo de entrada pelo tamanho de seu cabelo), um “desajeitado “ no atual esquema da sociedade, com tendência a anarquista e certo egocentrismo porém, inofensivo e razoavelmente intencionado. Com uma mente brilhante. Pena que meio desviada da Natureza devido se basear muito na Física e na Matemática, áreas onde os cientistas não o aceitam muito desacomodados que ficam com suas idéias exóticas.
Para se ter uma idéia (apesar de que isto é apenas minha opinião), de como a Física e a Matemática levadas ao extremo intelectual podem conduzir o buscador para fora da realidade, basta ver a conclusão de um “scientific paper” registrado por Nassim e intitulado “The Schwarzschild Proton”. O qual conclui: “ The Schwarzschild proton fortemente sugere que a matéria em tôdas as escalas pode ser organizada por buracos negros e apresenta fenômenos similares aos dos buraco-negros, e portanto levando à unificação escalar das fundamentais fôrças da matéria.” (The Schwarzschild proton strongly suggests that matter at many scales may be organized by black-holes and black hole-like phenomena and thereby lead to a scale unification of the fundamental forces and matter.)
Ora os modêlos da minha Teoria da Matriz/DNA (que contem o modelo ideal perfeito da Matriz para organizar a matéria) contem um buraco negro, na Função 1, êle é, de fato, o inicio do processo da organização da matéria em qualquer tipo de sistema natural,mas a história nào termina aí, isto é apenas o começo de um processo, apenas 18% do processo total da criação, sendo que depois da atuação do buraco negro vem as atuações de F2, F3, até F7. A Física não pôde até agora enxergar o quadro todo porque ela lida com o aspecto alectro-magnético e mecânico da realidade sem ver que cobrindo todos estes aspectos e até mesmo como undação preliminar de todos eles existe uma cobertuea vital, biológica. Cuja linguagem de expressão não é a Matemática. Mas Nassim é um gênio, muitas vêzes êle tem insights espetaculares que o aproximam demasiado da Matriz, sem no entanto ter tocado-a até agora. Vale a pena ouvi-lo.
Nassim começa de forma bem humorada e agradável a contar o começo de sua vida escolar, como era um sujeito desligado com os pensamentos cheios de visòes esotéricas e portanto com dificuldade para se concentrar em qualquer coisa material aqui e agora. Portanto era um aluno dificil. mas muitos gênios o foram, basta lembrar de Einstein.
Seu primeiro gôsto numa matéria escolar surgiu no dia que o professor iniciou uma disciplina nova, geometria. E o professor escreveu no quadro negro “Dimensão 0” e desenhou um ponto e disse: “Essa coisa chama-se ponto, isso é dimensão zero e isso não existe!”. Em seguida escreveu “Dimensão 1” e desenhou vários pontos alinhados e disse: “Essa coisa chama-se “linha”, mas isso não existe também. nassim diz que pensou naqu6ele momento: “É… parece que vou ter péssimos tempos com essa matéria. Se estou vendo o ponto e a linha como é que isso não existe?!” Em seguida o profssor aumentou os pontos de maneira perpendicular dezenhando mais tr6es linhas reultando na figura de um quadrado e escreveu “Dimensão 2”, explicando que isso é um plano e tambem… não existe! Nêsse ponto os alunos estavam demasiado encolhidos em suas cadeiras e quase pedindo para sair da classe, achando que o professor ficou louco. Mas a tortura ia terminar logo. Pois o professor desenhou mais alguns planos iguais aqu6ele e resultou na figura de uma caixa, um cubo, e escreveu “Dimensão 3”, explicando: “isto é chamado de cubo e isto sim, existe!”
Em seguida Nassim fala algo que não entendo bem devido ao inglês e aí prejudica o entendimento da matéria mas êle põe um ponto de interrogação dentro do cubo significando “não-existente”. parece-me que 6ele quer insinuar que o mundo existe apenas como um container, e o que está dentro não existe (se alguém souber explicar isto, agradeço). mas o que nassim diz a seguir é interessante: “Aqui está a base do conhecimento de tudo e isto é uma incógnita que nunca foi solucionada, mas se pensar-mos na solução errada aqui ou se saímos daqui de maneira errada tôdas as nossas teorias, como a String, etc., e todos nossos conceitos firmados estão todos errados, porque a nossa base estaria errada.” Só por isso, Nassim já justificou sua existência. E ele não faz como a maioria dos pensadores e cientistas que fazem como o avestruz, escondendo a cabeça na areia e tocando o barco para a frente do jeito que a maré manda. Não, ele não esquece desse mistério nào solucionado que está lá no principio, como fundação de todo o castelo cientifico-matemático, mistério 6este que pode revelar no final ter sido noos castelo construído sôbre areia movediça.
Depois daquela aula Nassim entrou no ônibus a caminho de casa, dormiu e t6eve um sonho revelador. porque será que muitas das mais importantes descobertas aconteceram quando o g6enio estava viajando e t6eve um sonho?! lembram-se de Kekulée? Resolveu um dos maiores mistérios quimicos da época que era a questào de como se arranjam os átomos do benzeno e ele viajando numa carruagem sonhou com atomos dqançando em cirando e acordou gritando ao mindo: “é em forma de ring, de anel… o benzeno!”
Mas Nassim têve assim sua experiência meditativa que todos devemos fazer um dia, se queremos pensar o mundo. Imagine que sua mente está saindo de seu corpo e subindo, sua casa vai se distanciando lá embaixo parecendo um ponto na cidade, a cidade vai parecendo um ponto no continente, o continente um ponto no planeta, o seu corpo um ponto entre seis bilhões de outros pontos, o planeta um ponto no sistema solar e voc6e continua subindo, o sol parece um ponto na galaxia, a galaxia é apenas um ponto entre bilhões de galaxias e quando fora do universo 6este é apenas um ponto ao longe talvez entre uma infinidade de outros pontos… aí você começa a retornar e entra no ponto que é o Universo e vê uma infinidade de pontos dentro que sào as galaxias e entra na Milk Way e v6e uma infinidade de pontos que são as estrêlas, procura a nossa e enfim, de ponto dentro de ponto voc6e retorna a um ponto dentre 6 bilhões de outros que é o se4u corpo. mas nào pare aí: olhe a palma de sua mão e v6e que ela é formada de bilhões de pontos que parecem galaxias mas sào células e olhe dentro das células e vê milhões de pontos que sào os átomos e olhe dentro de átomos e v6es particulas então plhando dentro de particulas e mais pontos e … isso parece que nunca vai terminar.
Vendo o mundo assim, desta forma racional e real, qual o sentido da existência? Do mundo, de nós mesmos? Mas eu não tento tirar minha visão do mundo dessa visào porque não acredito no calculo infinitesimal onde a dízima periódica, 0,333333…. ao infinito não teria fim. Eu nunca ví nada infinito mas sim vejo que tudo tem um limite quando alcançado 6este a coisa se transforma: se começamos a dividir matéria, a certo ponto não estaremos mais dividindo massa e sim energia apenas e depois nào mais energia ordinária e sim vórtices quãnticos… e depois… Como já disse alguém: ‘Para provar que existe infinito alguem teria que ir lá e avançar um pouco alem…”. Como tambem para provar que o mundo é finito alguem teria que ir no fim e continuar infinitamente alem para provar que não existe nada depois…
Mas então, é como estivéssemos no meio, fôssemos uma grandeza de nivel médio, e se vamos para o maior, acima de nós, chegamos a um ponto e se vamos para o menor, abaixo de nós, chegamos ao mesmo um ponto. Nassim chama nossa atenção para êste assunto. Quando 6ele chegou em casa disse para a mãe que tinha aprendido uma coisa sensacional na escola, sôbre dimensões. – “O professor - disse êle – estêve ensinando que um ponto não existe, mas tudo no mundo é um ponto, e portanto ( para desespero de sua mãe, completou…) o professor está errado!
E nota que existe um paradoxo. Espiritualistas e o povo religioso costuma acreditar que o mundo acima se abre num infinito interminável enquanto a comunidade cientifica levada pelo método reducionista costuma observar o mundo de fora para dentro como se tudo estivesse num sistema fechado. Interessante: os dois estão equivocados.
Nassim observou na época que o finito e o infinito se revelam como pontos fora ou dentro e concluiu que tinha de arrumar uma solução para conectar estes dois disparates. E ele foi pelo caminho da geometria, inicalmente desenhando uma circunferencia, em seguida um triangulo dentro da circunferencia que suscitava uma quantidade de iguais menores circunferencias dentro da maior e cujas menores poderiam com trianfgulos se multiplicarem em outras menores ainda e sassim ao infinito, chegando bem perto da teoria dos fractais. Assim ele acredita que demonstou que o finito e o infinito estão relacionados tornando-se a mesma coisa.
Mas porque geometria? E porque por um triangulo dentro de uma esfera? Só ele poderia explicar. Ê#ste é o mal destas palestras e por isso não gosto delas. Se o expoente adota uma postura ou dá uma explicação que voc6e não entende ou não concorda – e se voc6e não interromper imediatamente para esclarecer aquilo antes de avançar… todo o resto ficará obtuso para tí. Eu por exemplo quando estava pensando o mundo resolví pensar a partir da vida e pus um DNA dentro da incógnita esfera do mundo, quer dizer, um caminho totalmente diferente do caminho de Nassim.
Mas foi válido o que Nassim fêz, numcerto sentido. No fim sua figura tem milhares de iguais pontos esféricos dentro de pontos exatamente iguais, mas surge uma diferença marcante no todo. Cada esfera tem um centro, o qual está numa posição dentro da esfera maior que não é a mesma posição de todos os outros centros de todas as outras esferas. É o que diverge dentro de um mundo formado por uma infinidade do mesmo fractal: cada qual tem seu centro unico, especifico, dioferente de tudo o mais. Estaria por aí a causa de que nem um ser humano é igual ao outro? O seu centro, o seu super-ego? Portanto, deixei Nassim continuar a partir de uma premissa que não concordei porque de certa maneira ela tem algum valor, ela retorna de vez em quando tocando a realidade de maneira interessante.
Qual o aspecto interessante em notar que dentro de uma esfera que parece um ponto e que representa o Universo inteiro e onde existe dentro um a infinidade de esferas iguais em diferente dimensões de grandeza, porem o que diverge entre todos é os centros de cada esfera? Que o mundo é dividido em dimensòes escalas. existe a dimensão dos átomos, para nós intocável e invisivel. Existe a dimensão das estr6elas, novamente intocável e mal visivel. e existe a nossa dimensão. Em cada dimensão repartida por seus centros, estes podem se conectarem, interagirem entre si. Uma conexão do tipo horizontal, espacial. Já quando olhamos o todo e vemos todos os diferentes tamanhos ao mesmo tempo uns dentro dos outros, as conexões se tornam dificeis ou não parecem não existirem. Conexão do tipo vertical,temporal, onde as diferenças de dimensões decorreram devido à evolução e a história. É o mesmo problema da minha fórmula da Matriz no seu aspecto de ciclo vital: pode existir uma conexão visivel e sensivel entre uma estrela e um planeta no plano horizontal, espacial, onde ambos existema ao mesmo tempo, mas fica dificel ver o canal de comunicação entre a forma de uma criança e a forma de adulto de uma mesma pessoa, pois as duas não existem ao mesmo tempo, mas a conexão existe, ou existiu. Enfim, a figura de Nassim nos leva a uma visão mais esclarecida de como o mundo parece formado por diferentes camadas de networks. estas diferentes camadas recebe em sua Física o nome de escalas, e Nassim se concentra muito nesse aspecto de escala, como se pode notar em seus “scientific papers”.
Miostrando que dentro de uma unica esfera representando a totalidade do espaço podemos deixar um programa de computador rodando infinitamente criando esferas menores dentro das esferas existentes e que isso nunca teria um limite, Nassim salta para uma conclusão interessante: dentro daquela esfera maior que não se pode escapar, asssim como dentro das menores esferas invisiveis, pode-se inserir a mesma quantidade de informações. Na verdade, dentro do menor ponto possivel, pode-se, em teoria, inserir uma infinidade de informações. Coisa de louco… mas assim é a realidade.
Se nós, como corpos, somos igualmente como um ponto, em nós podemos estocar uma infinidade de informações. Desta forma, através da geometria, da Física, da Matemática, voc6e tem uma noção não apenas espiritual, mas mec6anica, matemática, do potencial de infinitude que é a sua exist6encia. Quer dizer: o que sempre foi pensado apenas em termos de dogma, doutrinas, pensamentos misticos, agora chega a ser pensado dentro da Física. Racionalismo e teologia vem de caminhos opostos convergindo ao mesmo ponto de chegada? Interessante; nêste ponto estou curioso para saber onde êle quer chegar com isso.
Por essa busca do infinitamente grande ou pequeno foi que os físicos começaram a construir os aceleradores de partículas. Pensou-se a um século atrás que os átomos seriam a menor coisa que pode existir, a partícula de Deus. mas depois notou-se que dentro haviam protons, neutrons e dentro destes leptons e mesons e dentro d6estes… sempre a cada nova descoberta se pensou ter chegado finalmente á partícula de Deus. Agora chegamos ao ponto de construir um “colider” com 17 milhas de dist6ancia e custando cêrca de 10 bilhões de dolares para o qual contribuiram cinco nações e tudo isso porque acredita-se que chegaremos dessa vez à particula de Deus: o boson Higgs. Claro que nós, meros comuns mortais já sabemos de antemão qual será o final desse filme: vão pedir dinheiro para construir um de 30 milhas, porque agora têm certeza que vão chegar lá. Claro que eles nào devem acreditar nisso tambem e nós nào negaremos o dinheiro porque queremos que continuem. alem do fato de que a espécie humana é uma errante incorrigivel, nós estamos sempre aprendendo mais algo a cada nova particula que descobrem.
Nassim é um fisico dissidente que discorda dos físicos. Êle acha que ao invés de estar-mos buscando a partícula fundamental deveríamos estar observando os padrões dentre as divisões, principalmente os padrões de conexões entre as diferentes escalas. Porque, diz êle – se entender-mos os padrões das divisões nós vamos entender tôdas as divisões no espaço tempo e assim entender como o Universo funciona e como ele faz suas criações. Nós vamos ter a chave da criação. E isto sim, ao invés de fundamentais de fundamentais de particulas, seria realmente util.
E então Nassim aclama a fundamental questão: “Se você quizer achar a coisa que conecta tôdas as coisas, como ela seria?”
É aqui que todos os espiritualistas pararam, quando alguns povos antigos acreditaram que tudo é o “um”, ou outros como os deístas quando pensaram e acreditaram que encontraram essa coisa e a denominaram de “Deus”. Mas mostre-me Deus e explique como êle faz isso. Sem essa demonstração, racionalmente sua solução não é a solução, é um dogma.
E Nassim encontrou uma coisa que conecta tudo, aliás a unica coisa existente que realmente conecta tudo: “Espaço”.
O espaço está em todo lugar. Entre galaxias, entre estrêlas, entre nós, entre átomos… mesmo o assim chamado “mundo material vivo” é constituído 99,999…% de espaço. dentro de um átomo, tôda sua realidade consiste em 99,999…% espaço! Nós mesmos somos um conjunto vazio!
O que é que faz com que, por exemplo, um diamante que parece tão denso e duro, mas que na verdade cada um de seus átomos está distante dois campos de futebol do mais próximo, parecer denso e duro? Vibrações. O espaço é plemamente preenchido por vibrações, o espaço é vibração. Assim Nassim foi por um caminho diferente dos físicos modernos. Eles estão concentrando suas atenções na 0,00001…% porção da realidade e se esquecendo dos 99,9999… %. Estão coando a agulha e deixando passar os camelos. Não deve ser essa insignificante quantia de matéria que define espaço, mas sim que o espaço é quem define a matéria. Interessante! Decididamente, Nassim vale a pena. É um gênio.
A disciplina da Física chegou, nas décadas de setenta, oitenta, a um ponto crucial chamado “gravitação”. Os maiores gigantes da Física escreveram sôbre gravitação, ela está no cerne da Física relativística, é a Bíblia da Física.
É então que a palestra de Nassim chega ao seu clímax do paradoxal. Êle narra que sempre viveu isolado da comunidade dos físicos pensando em seu mundo particular e conversando apenas com seus botões e de vez em quando mandando algum artigo para publicação. Até que o convidaram, senão intimaram, a que ele comparecesse a uma conferência de Física. Mas nestas conferências discute-se Física avançada, os ultimos assuntos de vanguarda, e entende-se que todo mundo sabe e estão de acordo com as premissas básicas estabelecidas tempos atrás, por isso não se admite perguntas sôbre os fundamentos, as questões basicas que já estão resolvidas. Mas os problemas de Nassim estão realcionados justamente com estas premissas que para êle não estão resolvidas. Sem saber como contornar este problema para expor suas conclusões, Nassim projetou na parede uma figura bem conhecida dos fisicos para explicar gravitação: um homem soprando um balão transparente dentro do qual existem algumas moedas e assim se explicando como o universo se expande e as galaxias se distanciam umas das outras Ver figura abaixo).
E Nassim pede desculpas por retornar ao primitivismo da Fisica para resolver um problema seu e diz que aquele quadro serve para explicar a expansão, não é mesmo? E todo mundo acena a cabeça compassivamente como se faz com um aluno principiante respondendo: sim isto está correto. Quando está todo mundo olhando o balão em expansão, sem mais interêsse, Nassim vai dizendo. “Bem, o que eu queria realmente saber aqui porque eu tenho passado minha vida perguntando isso desde quando ví esse quadro na escola a primeira vez e olha que eu tenho estudado e pensado um bocado, tenho virado e revirado tôdas as equações que levam a esse quadro, mas sempre me faltou uma coisa para entender esse quadro, e eu queria saber porque nunca fiquei sabendo é o seguinte… ( e ele fêz uma pergunta que derrubou a platéia): “Who is this guy? “
- “Quem é êsse homem?!”
- “Quais equações explicam quem é êle?”
Só então que todo mundo foi perceber que existe um homem soprando o balão. Que sem a fôrça emitida pelo homem o balão não expande. Mas eu pensei que ele ia ser linchado ali, pela comunidade dos físicos…
Bem, o salão da conferencia inicialmente caiu num silêncio profundo, alguns estudantes começaram a tossir, alguns não conseguiram segurar e quase morrem na cadeira de tanto rir, os anciões a pigarrear, e o diretor da conferência começou a suar chamando êle para um lado e soprando em seu ouvido: “Escuta, isso aqui é o departamento de Física, você não vai falar a palavra “Deus” aqui, para nossos estudantes e para o publico, pois não”…? E Nassim dirigindo-se à platéia continuou:
- “Uma lei fundamental em Física é a de que a cada ação corresponde uma reação. Então se está havendo expansão por um lado tem que estar havendo contração em outro… O que eu queria mostrar é que esse guy que está soprando o balão tem pulmão, o qual está contraindo. Como fica o caso do Universo?!”
A visão moderna da Física é uma visão machista do Universo, tudo cresce, expande, explode… o Big Bang em seu modêlo sugere que tudo começou com um pequeno átomo onde tôda a energia estava comprimida, mas se estava, alguem pôs ela, prensou, comprimiu-a ali dentro do átomo…
Temos que pensar mais no espaço, no qual acontece a vibração e o qual conecta cada coisa, desde o infinitamente grande ao infinitamente pequeno portanto o espaço deve ser infinitamente denso…
Hoje a Física age como a faxineira que varre a sujeira para debaixo do tapête. Por exemplo a teoria da quãntica funciona porque… hoje, a teoria do campo quantico consegue se safar por um processo que denominaram de “renormalização” de uma densidade da energia que no vacuo tenderia ao infinito se não fôsse removida por essa “renormalização”. Isto porque se notou que no espaço dentro de um átomo existem vibrações tendendo à elevada velocidade, que o vacuo dentro do átomo é infinitamente denso, o que vai bater com a conclusão que Nassim havia chegado sôbre o espaço total apenas por meio do raciocínio. É uma incongruência que o homem hoje esteja espremendo a cabeça com o problema de que não existe energia para todo mundo, que a energia esteja exaurindo, quando dentro de qualquer simples átomo existe um infinita energia comprimida.
Me lembro de Openhauer dizendo que quando o presidente dos e3stados Unidos lhe perguntou se realmente há energia dentro de um átomo para fazer uma bomba, Oppenhauer pensando na bomba at6omica que estava construindo respondeu: “Sim… tem muita, mas muita mesmo, energia…”
Precisávamos achar um finito número para calcular o menor comprimento de onda dessa energia e o achamos com a chamada constante de Plank: 1,666 x 10 (33)cm (leia-se 10 elevado à 33 potências negativas ou seja, 33 zeros!) . Demasiado pequeno. Ainda assim este numero não representa a menor coisa que o Universo pode fazer mas sim apenas o limite ultimo, a menor coisa que nós podemos perceber em nossa relação com o Universo. Mas então quanto dessa menor coisa ou vibração poderíamos conseguir dentro de um cubo, digamos, de um centimetro cubico? 10 (93) gramas/cm3 (leia-se 10 elevado a 93 potências). Em outras palavras isto significa que o vacuo possui uma densidade de energia da ordem de 10(93) gramas por centimetro cubico. Você sabe o que significa esse numero de gramas, 10 seguido de noventa e três zeros? Significa todo o pêso de todas as galaxias juntas, o pêso do Universo! Isto quer dizer que se pegarmos todos os planetas, todas as estrelas, todas as galaxias e prensar-mos isto tudo, conseguiremos por tudo dentro de um cm3 do vacuo! Coisa de louco… mas isto é física e matemática,e… corretas.
Caberia dentro mas ainda nào encheria o cm3 de vacuo. Porque o Universo inteiro é calculado ter 10(55) gramas de massa mais energia. Isto significa que um cm3 de massa e energia do vacuo excede a total masssa do Universo observavel por 33 ordens de magnitude! Quer dizer, dentro de uma pequena fração do vacuo, dentro de um ponto, cabe o Universo e 33 coisas mais do tamanho dele… Coisa de louco.
Tanto que quando os fisicos chegaram a estes numeros quase enlouqueceram. Como vamos tratar a Fisica e torna-la crível e aceitável aos estudantes com esta visão da realidade? Simples: varreram estes numeros para debaixo do tap6ete. O que mais se pode fazer?
A conclusão é que nossa razão não é a mesma razão da natureza, nós não temos capacidade mental para entender a realidade. Ponto final. O que podemos fazer é continuar com nossa física de muletas enquanto ela ainda está produzindo alguns produtos úteis, e outros nem tanto simpaticos, como a bomba atômica ou o aquecimento global.
Uma maneira de salvar a dignidade de nossa razão foi a encontrada nos idos de 1930, quando concluíram que não se pode provar que tôda essa energia está dentro de um minimo ponto do vacuo, que esse numero deveria ser resultado de erros nas equações, e por fim que essa energia não teria em Fisica a menor importancia. Mas como, não tem a menor importancia, se isso teria que ser a coisa mais importante, a base de tôda a fisica natural subsequente?
Por fim, em 1947, um professor de Fisica mostrou por experimentos, aplicando energia em duas placas e tentando unila-las totalmente, que as equações estavam corretas, no que ficou conhecido como o “Casimir Effect”. E é aqui, do Efeito Casimir, que Nassim extrai a mensagem moral, espiritual que êle queria transmitir desde o começo, penso eu. O Efeito Casimir é causado pelo fato do espaço vazio ter “flutuações do vácuo”, pares de “partículas virtuais – antiparticlas virtuais”, que continuamente se formam do vácuo e retornam ao vácuo um instante depois. Tudo no universo é assim, inclusive nós, surgimos repentinamente no mundo, expandimos e essa expansão significa que estamos transmitindo nossa informação ao mundo e depois começamos a retornar de onde viemos, e nesse retorno absorvemos as informações do mundo. Algo mais ou menos assim, salientando a importancia que é nossa responsabilidade quando atuamos no mundo porque – mesmo que não sejamos apenas nós mas uma infinidade de outras coisas interconexas – da maneira como modelamos o mundo ele o será quando voltar-mos. Acho que isso tem algo a ver com a idéia de re-encarnação, ou algo similar, ele não esclarece isso, como não cairia bem para um físico.
Mas as surpresas de Nassim ainda não terminaram. Se considerar-mos aquele numero do Universo, 10 (55), o Universo preenche todos os requisitos para ser um… black hole. Um buraco negro! Uma das evidências? Aponte um facho de lazer para o céu imaginando que ele vai ao infinito. Não vai. No seu caminho haverá uma estrêla e considerando a curvatura do espaço pela teoria de Einstein, o raio deveria se curvar um pouco. Mais adiante outra estrela no caminho do raio e ele se encurva mais. E assim vai, se encurvando até que… o raio retorna por aqui mesmo. Quer dizer, a luz não pode escapar do Universo, como acontece dentro de um buraco negro. E como o Universo é apenas um ponto contendo pontos menores que contem pontos menores ainda infinitamente, então tudo, qualquer átomo no mundo, é um buraco negro.
Tudo está conectado através das diferentes escalas de grandezas portanto deveríamos ter noção do infinito dentro de nós já que a ele estamos conectados. Mas torna-se dificil, senão impossivel tentar-mos ver nossas conexões com o extremamente grande, ao qual não podemos ver. Mas como o infinitamente grande é exatamente o infinitamente pequeno, o grande está projetado dentro do pequeno, significa que o todo está dentro de um átomo, ou dentro de nós. Por isso os mestres orientais como Confucio, Buda, etc., sempre disseram, para conhecer o todo olhe-se para dentro de ti mesmo. Agora a Física com sua Matematica está chegando à mesma conclusão.
Com o resultados de seus calculos sôbre o Schwarzschild Proton, um simples proton apresentando o numero 10 (55), o qual é o mesmo numero da massa do Universo, Nassim pretende ter provado que cada atomo não apenas é um buraco negro, como cada um contem o inteiro Universo. Não é mais simples e metafisical dogma, não é mais mera fantasia de misticos, mas sim provado matematicamente que o todo é um e o um é o todo.
Nassim continua revelando os enganos da Física. Notando que atomos se juntam dentro de um nucleo, mas que isso vai contra o conhecimento geral de que duas cargas iguais se repelem, para explicar isso inventaram uma nova fôrça que não existe: a fôrça forte. Nassim apresenta graficos e modêlos explicando que se explica a atração entre dois protons se eles forem, na verdade, mini-buracos negros. Mas a continuidade dos calculos indicam que dois protons nessa situação devem estarem girando em em torno do outro à velocidade da luz! O que significa que se um buraco negro isolado é escuro, dois juntos é pura luz. Daqui Nassim vai para o corpo humano levando esta noção de que nossos atomos é pura luz para terminar: “You are…light!”
Mas Nassim não é apenas uma mente voltada para as maiores elocubrações do mundo da Fícisca. Enquanto ele calcula e calcula avançando sempre em suas equações matematicas ele tem em paralelo um hobby: estudar as civilizações antigas. E algo que mais lhe chama atenção naquelas civilizações são sua construções, desde as piramides do Egito às pedras na Stonehenge da Escócia ás praças dos rituais mágicos dos maias. E de repente ele descobriu algo: que a complexa matematica da Fisica de hoje já estava lá nas bases dos calculos e nas mensagens finais transmitidas por aqueles templos. Na geometria das construções. Por isso ele acredita que todo o conhecimento do Universo estava presente naquela época na forma de um código. E como jamais o homem simples daquela época poderia ter chegado a esse conhecimento, só existe uma explicação: o código foi deixado por alguma civilização muito supeior que estêve circulando por aqui.
Justo nêste ponto Nassim e a Matriz se encontram brevemente. Pois um dos momentos de maior surprêsa na minha vida foi quando descobri que o estado astronomico do mundo momentos antes da origem da vida – que o modêlo que eu tinha em mãos obtido depois de dezenas de anos de independente calculo – já haviam sido revelados nas bases de tôdas as religiões, desde o Genesis quando descreve o Paraiso, desde o filósofo chinês quando descreve a simbologia do I Ching, até à Doutrina Secreta esotérica quando apresenta sua cosmologia. Como isto foi possivel? A tese de Nassim é uma das possibilidades, e até racional, apesar de que não encontro explicação do porque uma civilização mais inteligente iria transmitir tais conhecimentos a um povo cujo nivel tecnológico não os permitiria usar nada daquilo. A Matriz se saiu com outra hipótese: o código revelado através da cultura antiga é o código humano recebido do Cosmos na forma de DNA e o passado cósmico do homem diz respeito à sua ancestralidade ainda na forma de sistemas simples como atomos e galaxias, cujas existências estão registradas nas regiões que chamamos de DNA-Lixo. Elas transpareceram nas contruçõesantigas porque os antigos eram mais puros e fiéis a nossa ancestralidade natural do que somos hoje e portanto estas lembranças lhes vinham á memória, apesar de vir em rápidos flashes e de forma confusa, o que gerou o misticismo e a enorme confusão fantasiosa das religiões. Mas tambem esta é uma hipótese valida. O que finalmente me interessa é que o quadro sugerido por Nassim – de que o todo está codificado no um e o um codifica o todo - é exatamente o que dizem os modêlos da Matriz/DNA.
Infelizmente o tempo da palestra terminou quando Nassim ia apresentar figuras como evidências de sua tese sôbre a sabedoria dos antigos, mas êle deixa um nome e enderêço eletronico para quem quiser continuar, como eu farei assim que o tempo permitir:
http://www.theresonanceproject.org/research.html
Um belo e interessante website que merece nossa visita.
Tags: Física, Geometria, Geral, Matemática Postedo na Física, Geral, Numero pi, phi | 1 Comentário »
sexta-feira, setembro | 24 | 2010
Lendo o livro “The Physics Delusion”, de Johan F. Prins, é impossível a mim em certos trechos evitar que os pêlos se arrepiem. Meu Deus! Veja isto: “… the “hundreds of thousands of professors” who taught and did research on superconduction: They are suddenly confronted with the incontestable fact that what they are teaching, and the paradigm within which they have been doing research, have been wrong all along for more than 50 years.”
Como não sou Físico, nêste campo não opino. Mas isto serve como idéia (não como exemplo, pois não sei se a Verdade está com o autor do livro) do que aconteceria se de repente alguns dos modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal estiverem corretos! Você consegue acreditar que ainda é possível – dado o conhecimento científico que temos hoje – que estamos sujeitos a descobertas revolucionárias bem abaixo de nossos narizes fazendo com que todo nosso mundo em que acreditamos, entorne de cabeça para baixo? Como foi quando Copérnico tirou a Terra do centro do Universo? Ou Galileu quando acabou com a crença de milhares de anos de que o céu seria imutável? Ou Darwin quando exorcizou Deus da criação do homem e no seu lugar trouxe o macaco?
Imagine você vivendo nos anos 1,500. Tôda sua vida você viu o Sol movendo-se e a Terra parada. Tudo o que os adultos escreveram e ensinaram a milhares de anos dizendo a mesma coisa. Num belo dia à noite, ouvindo o rádio, vem a noticia de que o Sol sempre estêve parado, é a Terra que se move… (bem, naquela época ainda não havia rádio. Vamos supor então que um amigo te telefona dando a noticia… êpa… também não havia telefone… raios, não importa como você recebeu a noticia). Só quero que imagine como ficaria ansioso pelo amanhecer e como iria correndo olhar o Sol, como ficaria sua cabeça vendo-o mover-se, como pisarias forte no chão pensando: se essa p… tôda está se movendo, quer dizer que estou viajando no espaço?! E a Bíblia mentiu, Deus mentiu, meu professor, meu avô, todos foram enganados?!
O fato é que se a inteligência humana não tivesse recebido essa sacudidela hoje ainda estaríamos viajando a lombo de cavalo, não haveria a Ciência e tecnologia que existe agora. Mas a Ciência e tecnologia que está aí resultou na diferença que de 500 milhões de torturados pela vida em 1.500, hoje existam 5 bilhões. Então seria de bom grado que ocorresse nova sacudidela que produzisse uma Ciência e tecnologia realmente vantajosa para a espécie humana.
Seria possível o nosso mundo virar do avêsso sómente se fomos enganados, que o conhecimento “real” cientifico é bem menor do que nos ensinaram nas escolas, de que o que aprendemos como “leis da Natureza”, não são reais leis da Natureza.
Por exemplo, como ficariam milhões de professores e estudantes se descobrissem de repente que a Terra não é um objeto físico que surgiu espontaneamente do material que sobrou do Sol, como todos aprenderam nos bancos escolares, mas sim que é sua vovó antiga mas ainda presente, uma entidade semi-viva, que tem um ciclo vital, que vai se transformar numa estrêla e inclusive se reproduzir sexualmente?! Que tôda a interpretação dos fundamentos das origens e evolução inserida nos curriculuns escolares pela área da Astronomia está errada? Ou mesmo que o processo de evolução na realidade é tão mais complexo do que Darwin imaginou que as ideologias, os conceitos, os entendimentos do mundo e da vida, baseados na Teoria da Evolução de Darwin, nos ultimos cem anos estiveram errados? Lá no Purgatório, Hitler pularia furioso no pescoço de Darwin gritando: “Você me enganou!” (se é verdade que o evolucionismo influenciou a ideologia nazista, como acreditam alguns, eu não sei).
Estou tentando com afinco acompanhar os debates sôbre essa bombástica matéria, em muitos dos quais o autor se apresenta para se defender, nos fóruns da Internet. Tenho dito que existe uma camada biológica revestindo a Natureza desde os fenômenos microscópicos aos macroscópios, de maneira que a Física sózinha nunca vai conseguir explicar o Universo, sua existência, e nossa existência. Depois que Hawking me ofendeu dizendo que a Física explicou o Universo e suas origens e por isso a Filosofia Naturalista (minha área) estaria morta, sem apresentar provas, e pelo fato de as outras disciplinas permanecerem cegas à tese do revestimento biológico, cheguei a suspeitar – como disse aqui em artigos anteriores, que as universidades, o mundo intelectual enfim, está sob uma ditadura da Física. Ajunte-se a isso o fato de meus modêlos estarem indicando que a Matemática não é a linguagem da Natureza além do alicerce mecânico.
Mas existe um outro assunto me preocupando. A Teoria da Matriz sugere que LUCA se reproduzirá através da biosfera terrestre, e que o homem será engolfado como mera peça de uma engrenagem, se nossa mente não sobrepujar e dominar as fôrças da matéria em nossos corpos. Porque LUCA é uma máquina. Ora, para que isto se realize é preciso que a mente do homem torne-se unica e exclusivamente mecanicista. E para tanto, não terá sobrevivência o biologismo, o vitalismo, o sentimentalismo, o mentalismo e muito menos as perguntas incômodas da Filosofia Naturalista. Segundo a cosmovisão de Hawking no Universo nunca existiu estas coisas, foi tudo invenção na Terra, portanto deve tudo se evaporar e se perder no tempo e espaço.
Será que a Ditadura da Fisica é um mero efeito das tendências viciadas das f’ôrças da matéria que modelam a biosfera e a nós por se encontrarem incrustradas em nossa carga genética? Mas como a Ciência da Física é um produto da mente humana, isto indicaria que LUCA já alcançou nossa mente? Se sim, isso quer dizer que entramos na reta final do processo reprodutivo do pseudo Paraíso do Éden, que esta fatalidade é irreversível? Porque LUCA já estaria de posse das faculdades mentais dos dirigentes acadêmicos? Bem, exatamente isso é o que meus modêlos prevêem que vai acontecer se não despertar-mos a tempo, nas eu pensava que êsse tempo ainda estaria muito distante. Para ajuntar a isso tudo vejo as mulheres crescendo em poder mas mantendo a mesma tendência de sistema fechado em si mesmo. Justamente como profetizaram meus modêlos, entramos na reta final do Admirável Mundo Novo sob o Império da Grande Mãe?
Vejamos apenas o curto texto do livro abaixo:
1.10 Back to common sense
Physics is at present terminally ill! Some physicists know it, and have
mentioned it in books they have written: For example, Lee Smolin in his book
entitled The Trouble with Physics. My experience over the past ten years has
led me to conclude that if one decides to point out a possible alternative
route, which in any way lies outside mainstream-dogma, these same
physicists will ignore you, or silence you as quickly as they can. They know
something is wrong, but do not want to seek solutions which lie outside the
paradigm within which they themselves have been, and still are operating!
The mainstream physicists have become like a person who is searching
for his/her wallet under a streetlamp since there is light under the lamp; even
though the wallet had been lost further away in the dark! And this is occurring
at the time in human history when our survival depends on new paradigmshifts
in physics and other sciences.
It has thus become imperative that we must wrench the control of
physics from the hands of people who are consistently suppressing new
ideas which could lead to paradigm-shifts. It has become clear to me that one
will not be able to convince the mainstream physicists while they have control
over “what must be allowed to be known in physics”. The time has thus come
for the intelligent lay-population to learn about the issues involved and to act
in the interest of the future of human-kind. We all must enter the debate so
that informed and logical conclusions and decisions can be reached.
This book is thus intended for those people with common sense who still
have open minds: The type of person who would not be scared to state that
the “Physics-Emperor” is walking around naked even though the “expertphysicists”
in control of the “physics-church” stand around in admiration,
convinced that the Emperor is wearing the finest “strings” ever conceived
within eleven dimensions!
It will also be beneficial for the “physics-priests” in control of physicsdogma
to read this book: However, I would not be surprised if they will not
allow themselves to benefit from such an experience. It is quite amazing how an “expert” can argue against simple compelling evidence when he/she does not want to believe it. This is reminiscent of what happened 400 years ago
when Galileo handed a telescope to one of the Church’s Cardinals to observe
the mountains on the moon: After having “peered” through the telescope at
the moon the Cardinal said: “I do not see any mountains”. This confirms the
validity of the well-known cliché according to which: “Nobody is as blind as
those who do not want to see”.
I hope this book will help to return physics to its original intent; which is
to model nature so that we can visualise it in terms of logical mechanisms
which relate to our human experience: Although apparently abhorrent to
Heisenberg, I believe that if we cannot visualise physics, we are not
practising physics but voodoo! Our purpose as physicists has always been to
model the primary causes responsible for driving the processes in nature;
instead of viewing nature as being controlled by the whims of gods: Or as
God throwing dice! Or as “spontaneously” changing its symmetry, etc., etc.!
I also hope that this book will serve to wake-up a new generation of
younger scientists who will be brave enough to leave the security of the
street-lamp of mainstream physics-dogma and venture into the dark where
they will surely find the paradigm-shifts which the human race is so
desperately in need of at present.
E mais este trecho:
“Are physicists really so stupid that they cannot understand the latter
simple incontrovertible experimental and logical fact? I believe that they just do not want to concede; since once they do, they will be compelled to admit that the presently-accepted models on superconduction are all wrong: i.e. that there are at least six physicists who received Nobel Prizes for wrong physics.
Furthermore, they will next be compelled to admit that there are large
sections of quantum physics, based on the same concepts, which are
completely wrong: i.e. at least another fifteen physicists who received Nobel Prizes for wrong physics.
They do not want to accept that it is not a scandal when well-accepted
physics is proved to be wrong: On the contrary, when this happens, it
advances physics. It is, however, a scandal when the information which could prove that accepted physics might be wrong is being suppressed; as is
happening at present.
Why is this happening? Just imagine the “hundreds of thousands of
professors” who taught and did research on superconduction: They are
suddenly confronted with the incontestable fact that what they are teaching, and the paradigm within which they have been doing research, have been wrong all along for more than 50 years. This is just too horrible for them to contemplate: They thus rather feign a “sudden” inability to understand when the simplest empirical relationship in physics ever, namely Ohm’s law, applies and when it does not apply.
In addition, those physicists who have not been directly involved in the
field of superconduction, stay out of the fray by claiming that they are not
“experts” in the field: Can it really be true that the majority of physicists alive today are not expert enough to understand the limitations of Ohm’s law? Impossible!
E vejamos apenas mais êste:
It is a great pity that Ohm’s empirical relationship between an applied
voltage V over a resistor and the current I flowing through a resistor, has been called Ohm’s “law”. It is not a law of nature but an empirical relation-ship which only manifests within a material when the charge-carriers suffer
so many consecutive acceleration-scattering events that one can
approximate their movement by an average, constant drift velocity; even
though the charge-carriers are not actually moving with such a constant
velocity (see section 14 for a more in-depth analysis).
Bem… eu tenho dito que para derrubar os modêlos da Teoria da Matriz Universal não adianta virem com outras teorias, tem que apresentarem fatos “reais” e comprovados mecanismos ou leis naturais. Agora vou ter que mudar meu dito. As leis naturais não são mais confiáveis… enquanto não aparecer – se aparecer – físicos que nos convençam que o autor está errado.
Bem… deixa-me acrescentar mais este trechinho só, porque me é irresistível. Está no Q&A do website do autor:
Question 12
| Why do you think that your experimental results cause such strong negative reactions, even downright hostility? |
It really surprises me that (even) scientists can be so dogmatic that they too are willing to reject experimental results in favour of existing theory. “The earth must be stationary!!” In the present case the experimental results are commensurate with the formation of a macro-phase which consists entirely of electrons. The stability of such a phase cannot be explained in terms of classical physics and neither in terms of the Copenhagen interpretation of quantum mechanics. Both branches of physics accept that singular electron-particles represent reality, and therefore, predict that the electrons should “explode” out of the gap. Hence, if one accepts the experimental findings one is forced to conclude that theoretical physics needs to be amended.** Physics that has lasted almost a century and is littered with Nobel Prizes is not easily dethroned. It is far easier and certainly safer (from a career point of view) to maintain that the experiment must be flawed despite the fact that one cannot find a flaw. F urthermore, if a scientist has written numerous papers based on incorrect assumptions, it must be frightening to accept that you have wasted years of your life. I have sympathy with such persons, but I cannot allow my feelings to stand in the way of scientific progress.
** My convictions and predictions are:
(i) time and independent verification will show that the experiment is not flawed
(ii) theoretical physics will have to be amended (as shown further in this book)
(iii) other branches of science will be affected, e.g. chemistry, biology, computing, cosmology
(iv) advanced exciting new technologies will arise
(v) the experiment will become a classic, rivalling the double-slit experiment that Feynman called “the only mystery in physics”
Não entendo disso mas a idéia que me vem à cabeça é que o autor está dizendo que seria possivel assistirmos uma caravana de eletrons formando uma fila ordeira passando no ar como fazem os aviões da esquadrilha da fumaça! Segundo a teoria reinante isto é impossível porque para haver um fluxo de eletrons é preciso um fio conductor. No final do fio os eletrons devem-se espalhar aleatóriamente no espaço e desarranja-se a fila. Mas isso me faz pensar como esse processo microscópio e no nosso passado foi transferido para nós, nossos corpos e nosso macro-ambiente. Existe uma condição em que a matéria natural é condutora de um fluxo de energia (considerando que energia seja bits-informação ativos) sem que sejamos capazes de detectar esse fluxo: o ciclo vital de um corpo. Ainda não entendido como ele funciona (tenho buscado algum material de alguem estudando o que é ciclo vital e não encontro) acho que existe uma força fluindo num corpo para causar aquelas peculiares trasnformações de forma e avanço no tempo. Então o próprio corpo seria o condutor do fluxo da força de um ponto na escala do tempo para o ponto seguinte. Essa força não deve formar nenhum campo elétrico no corpo, nem ao redor dêle, pois se o fizesse, particulas dessa força seriam dispersadas no espaço o que alteraria o período do ciclo vital. Muita coisa aqui conduzindo à suspeita que esse autor está tocando este aspecto invisivel do ciclo vital nos fenômenos naturais, por isso mexe com todas as teorias fundamentais da física, a qual certamente nunca pode detetá-lo a micro e macro níveis.
Só mais êste trechinho aqui:
Question 9
| Your analysis hinges on the requirement that thermodynamic equilibrium has to manifest. What is your justification that you actually have reached equilibrium? |
| Thermodynamic equilibrium manifests when macro-parameters (specifically temperature) do not change, even though a change in micro-parameters occurs. In the present case the major macro-parameter (which relates to temperature) is the current. In this experiment equilibrium must thus have manifested (as mandated by the second law of thermodynamics) when the current remained constant for hours and even days on end. |
| Raios! Se êsse cara conseguiu o equilibrio termo-dinamico ele conseguiu alguma situação de sistema fechado, o qual só foi possível no estado de LUCA. E isto prenuncia a possibilidade do moto-contínuo. Ou não?! |
E só mais esta, prometo:
Question 13
| What areas of theoretical physics are inconsistent with your experimental findings? |
| The most fundamental conclusion is that the Born-interpretation of the wave function as a probability amplitude has to be wrong. This, in turn, forces one to conclude that we live in a causal universe. Here I am in good company as Einstein always maintained that “God does not play dice”. |
Acho que quando o Stephen Hawking diz que o universo não precisa de Deus para ser criado porque universos podem surgirem espontâneamente por sua própria conta êle está acreditando em não-causal universo. Como os modêlos da Matriz chega até às fronteiras do Universo sugerindo uma História Universal que aponta direto para uma causa geradora do universo (um sistema natural que está se reproduzindo aqui) vou torcer para êste autor e Einstein, mesmo que para êles a causa que os modêlos indicam nunca lhes tenha ocorrido.
“Entanglement” foi uma grande surprêsa e é um assunto que tem chamado a atenção de muita gente. Mas talvez exista ainda uma maior surprêsa por trás disso. Veja o texto abaixo:
Only after Einstein’s death could experiments be designed to test whether “entangled particles” can actually communicate faster than the speed of light. This became possible after the Irish physicist, John S. Bell, postulated a now famous inequality-condition which must manifest when the communication is instantaneous.
Against all expectations it was found experimentally that “entangled particles” can communicate faster than the speed of light: The resultant conclusion, which is accepted as correct by those in control of the “physicschurch” at present, is that Einstein has “again” been proved wrong and the Copenhagen-interpretation has been vindicated.
The latter conclusion is wrong: The fact that such instantaneous communication is possible, apparently between ‘two particles’, still does not negate Einstein’s argument that the interpretation of the theory of quantum mechanics is not complete. It does indicate that there must be “a mechanism” which requires a physical explanation. After all, it is an incontrovertible physics-fact that when one jiggles an electron on one side of a room, another electron only jiggles in sympathy on the other side of the room after a time-lag determined by the speed of light. So what would enable two electron-“particles” to communicate faster after they have entangled?
1.9.14 Space without time
There is a way, probably the only way, in which communication can occur
instantaneously: It rests on the postulate that an entangled wave does not
consist of separate “particles”, as interpreted by the Copenhagen-group;
but that it is a single holistic wave. One can then argue that “within” the
“three-dimensional essence” of this holistic wave, the wave is in
instantaneous contact with itself over the whole three-dimensional space its
intensity occupies; even when this “holistic-essence” forms a fragmented
entity within three-dimensional space (see section 32.14
|
Tags: Filosofia, Física, Johan F. Prins, The Physics Delusion Postedo na Física | Sem Comentários »
|