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De onde vem a inteligência comprovada do bolor verde que cobre o pão velho?!

quarta-feira, abril 17th, 2019

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Chamamos de “bolor” aquelas manchas ou substancias de massas gelatinosas que aparecem sobre materiais orgânicos em decomposição. Algumas figuras de bolor:

Por Lairich Rig, CC BY-SA 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?purid=13643375

 

Plasmódio com a sua rede de “veias”. By bernard bradley

Estes bolores são formados e constituídos por microorganismos muito simples, com uma so célula, que poderiam viver como organismos unicelulares livres, mas que se agregam em massas mucilaginosas macroscópicas, formando colônias.

Ate ai, tudo bem, toda criança está cansada de ver isso na Natureza e não se dá muita atenção a isso. Mas acontece que cientistas japoneses estudando e fazendo experiências com estes bolores descobriram algo surpreendente que nunca ninguém foi capaz de imaginar…

O bolor, essa massa disforme, tem principio de inteligencia! Age demonstrando ser inteligente! 

Um artigo da BBC News, no link abaixo, diz:

When slime is not so thick (Quando o bolor não é tão “grosso, espesso”)

http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/944790.stm

A descoberta deu-se no seguinte experimento: os cientistas fizeram numa placa uma série de canais na forma de um labirinto. Numa ponta puseram um pouco de bolor e no final do caminho mais fácil colocaram alimento orgânico em decomposição, a comida preferida das minúsculas criaturas. No inicio, como era de se esperar, a massa de bolor se multiplicou espalhando-se por todas as aberturas, todos os caminhos. Mas quando a massa encontrou a comida, ela começou a se transformar. Ela começou a diminuir, quando se esperava que ela ia crescer, engordar ainda mais, claro, pois está tendo alimento. Mas ela começou a cortar de seu corpo as extensões apenas de alguns canais, enquanto num canal ela começou a emagrecer e se esticar o máximo possível. No final ela ficou como uma tira fina e só num caminho, que vai de onde ela partiu até o ponto do alimento. E acontece que dos 4 caminhos possíveis, os outros três davam muitas voltas desnecessárias, alguns retornavam ao ponto de partida. Havia um único caminho mais fácil, que ia direto para a comida, e foi esse que a massa escolheu e se fixou. Com isso ela se alimentou muito melhor pois havia muito menos criaturas para dividir o mesmo alimento, economizando energia, etc. Exatamente o que uma fila de humanos teria escolhido, se tivessem que passar de mão em mão uma pilha de tijolos por um labirinto ate o ponto onde estariam construindo uma parede. Ou então recolhendo algo do ponto final.

  • “Não tem como discutir. Apenas algo com alguma inteligencia procederia assim.”

Anunciando sua descoberta no Journal Nature, os pesquisadores disseram que eles acreditam que o organismo mudou sua forma para maximizar sua eficiência na colheita e portanto sua chance de sobreviver. (Announcing their findings in the journal Nature, the researchers say they believe the organism changed its shape to maximise its foraging efficiency and therefore its chances of survival.)

Raios… eu copiei e colei o texto tal como esta’ escrito no artigo da BBC News porque fiquei com a pulga atras da orelha quando li isso. Quando me deparei com a palavra “maximise” não acreditei no que estava lendo, mas constatando que era verdade, corri nos dicionários suspeitando que aprendi o inglês errado. Pois eu aprendi que se escreve com “z”, “maximize”, e não com “s”. E os dicionários disseram que quem esta’ certo sou eu, o inglês que escreveu o texto esta’ errado… Talvez alguém esta’ precisando de um pouco da inteligencia das bactérias…

Mas, vejam como são as placas e o labirinto. Na imagem da esquerda se nota como, em situação normal, a massa se alastra por todos os canais, sem qualquer orientação. Na placa da direita se mostra como ficou a massa (quase um fio fino e por um só caminho) depois do achado do alimento.

Slime Bio-Mimetic Control Research Center

Agora, cá entre nos, deixa-me sussurrar algo em segredo ao seu ouvido, mas por favor não vá dizer a ninguém, senão a academia cientifica no poder hoje pode me mandar para a fogueira como herege.

Ora, essas criaturas e a massa que formam não tem o menor resquício de um cérebro, nem mesmo algo que se pode chamar de um principio de sistema nervoso. Para mim esta’ obvio que esse comportamento não pode ter sido produzido por inteligencia destas criaturas. Mas então o que foi de inteligente que orientou de fora esta massa? Bem, existe uma outra cena na Natureza onde vemos criaturas sem sistema nervoso se orientando na direção do alimento. Estou me referindo as plantas que crescem sempre com a ponta o mais próxima da luz do sol possível. E para isso não apenas o tronco, mas os galhos se torcem, se distorcem, se esticam todo, fazem voltas contornando obstáculos de sombra, com a determinação unica de obter o máximo de luz para a fotossíntese. Não acho que essas criaturas façam fotossíntese ( a pesquisar), mas fazem algo parecido com a quimiossíntese, um método mais primitivo e anterior na evolução, mas que faz quimicamente criaturas simples mudarem de forma na direção de alimento ou luz ou calor.

Mas porque os cientistas não pensam nisso, parece que nem se lembram disso ao observar a massa, ao menos no “paper” nada dizem disso?! Já vão correndo concluindo que as  criaturas tem alguma inteligencia?! Claro que eles conhecem as origens e a historia evolutiva anterior de onde veio estas criaturas, melhor do que eu conheço. Então porque lhes dá esse branco na cabeça quando observam o fenômeno, a ponto de não ligarem esta cena com a outra tao velha conhecida?

A causa é que uma equivocada visão do mundo se formou uma doutrina acadêmica passando de geração de estudantes a novas gerações de maneira que os neurônios são configurados de maneira a formarem networks que não copiam a network dos movimentos naturais, ou seja, raciocínios dessincronizados com a Natureza.  Devido a isso estes lapsos são inevitáveis e o pior, jamais estes cérebros vão aceitar serem reconfigurados a não ser na base do porrete, ou seja, com uma enorme massa de novos dados que sejam impossíveis de questionar.

Esta visão de mundo esta’ pondo coisas onde não cabem, onde a Natureza não poe. Tudo agora virou moda, esse negocio de adornar um punhado de átomos com personalidade própria, intenções inteligentes que se comportam para produzir planejados resultados futuros, como fazem com os punhados de átomos chamados de genes… “os genes são egoístas e tudo fazem para perpetuarem-se pela reprodução a qualquer custo…”… um punhado de átomos que tem consciência que existe futuro e que querem estarem vivos no futuro…

Ora,… convenhamos…

Agora são microcélulas fazendo mapas, traçando rotas, e o pior, modelando as curvas de seus corpos no mesmo modelo que veem o mapa de cima…

Nem humanos conseguem fazer isso. Eu ganhei um sapato caríssimo do meu ex-boss, lindo de morrer, mas quando enfiei o pé não aguentei andar, estava apertado e doendo demais. Eu daria tudo para poder usar os sapatos, então se pudesse encolheria meu pé alguns centímetros para caberem no sapato. Massas de bolor fazem isso eu não posso, são mais cientificas e inteligentes que eu…

Colonias de formigas e abelhas montaram sistemas sociais que beiram a perfeição, tudo funciona com eficiência máxima, todo o trabalho dividido em equipes e cada qual especializado na sua função. Seria a rainha uma reencarnação de algum maestro de orquestra que tinha a mania de comer todas as candidatas antes de aceita-las na orquestra e voltou para pagar seus pecados na forma de formiga? Pensando nessa hipótese eu peguei uma rainha, botei ela numa caixa de vídeo e fiquei berrando em cima dela: “Ei,… Bethoven!”. Se ela não apresentava nenhuma reação eu voltava a carga: “Ei, Mozart!”…

Não tem disso, não são maestros reencarnados, comprovei isso com essa experiencia cientifica super sofisticada.

Esta visão do mundo só consegue ver os fenômenos naturais pela meia parte esquerda de uma porta entreaberta, na qual esta escrito “método reducionista”. A outra folha direita da porta onde esta’ escrito “método sistêmico” fica fechada tampando a metade do mundo. Questão de miopia decorrente da total dominância do hemisfério esquerdo do cérebro e ausência dos atributos sistêmicos do hemisfério direito.

Assim quando estes pesquisadores vão observar o fungo ou seja la o que for do bolor, assim como quando observam as formigas, ou os genes, concluem rapidamente que só podem serem inteligentes para fazerem o que fazem. Porque se a evolução universal é uma só cadeia de causas e efeitos eles a dividiram em cosmológica e biológica e agora nestes punhados complexos de átomos organizados de forma biológica eles só consideram a evolução biológica. Assim não enxergam as causas que vem da Historia Natural Universal desde seus primórdios.

Quando na selva eu dava mordidas nos rabos de macacos que ficavam pulando em cima de mim e me enchendo o saco sem deixar eu ler meus livros ou escrever minhas equações, descobri que o DNA não surgiu por acaso e nem pelo simples desenrolar de reações químicas, mas sim que ele veio de outro DNA muito maior e muito mais antigo, que existe em galaxias, átomos e começou la’ no Big Bang, na forma de uma simples onda de luz natural. Trata-se da formula universal para todos os sistemas naturais a qual chamei de Matrix/DNA. Pois observando agora a experiencia dos cientistas eu vejo na formula o que é que de fora da massa, esta’ modelando a massa informe daquela maneira, o que é que esta vendo de cima o mapa, mas por ele estar igualmente dentro de todas as criaturas que constituem a massa, ele modela a massa coletiva e orienta-a a imitar a sua própria figura como sistema. Assim como, quando observando a sociedade das formigas, descobri que tudo o que elas fazem é o mesmo o que robots montados pela formula do sistema fariam.

Quando eu era um girino na barriga da minha mãe, eu era desajeitado pra burro, nem pernas para andar tinha. Meu corpo foi mudando de forma, gerou bracos, pernas, língua para lamber, fuckinha para fukinhar, etc. Na cabeça destes cientistas japoneses, o girino tem inteligencia e modela o corpo de acordo com necessidades futuras que vão ser necessárias num mundo la fora que o girino nunca viu. Não lhes ocorre olharem fora da barriga, para o corpo da mulher para perceberem que quem esta modelando o girino e alguém, um corpo, que esta fora e ao mesmo tempo, na forma de genoma, dentro do pequeno universo do girino. Na cabeça destes cientistas, se eles interromperem o tubo que leva através da placenta o alimento para o girino, o girino vai se mover, entrar no tubo, dar as mil voltas do tubo enrolado ate chegar onde o alimento parou….

Este processo que gera, de um corpo isolado e inerte, a sua transformação em varias formas diferentes, chamamos de ciclo vital, o qual foi o principio que montou o primeiro sistema neste Universo… e ele esta’ encriptado numa simples onda de luz.  O Ciclo vital se torna o fluxo de informações que percorre todo o sistema. Acontece que no circuito total tem um trecho em que as partes menores todas se dirigem para a parte que emite luz.  Este trecho se evoluiu para a forma biológica da fotossíntese.  Mas o que aproxima as partes menores da parte que emite luz não é a luz propriamente dita e sim os corpúsculos dela, os fótons, que estão tanto dentro das partes menores como estão no corpo que emite a luz. Estes fótons todos tende-se a alinharem-se na forma de montarem uma copia do sistema, por isso se auto atraem e se posicionam exatamente como estavam na onda de luz. Esta atracão gerou o processo que denominamos “comer”.

Pois na matéria orgânica em decomposição estão fótons presos que estão escapando pela decomposição, fótons buscados pelos fótons que estão no corpo da criatura e portanto em toda a massa. A coisa e muito mais complexa do que se vê no laboratório. No dia que esses cientistas descobrirem a formula universal, eles vão ter vontade imensa de construir aparelhos que sejam capazes de verem sinapses fluorescentes mas ainda ocultas aos nossos censores biológicos e artificiais mecânicos, formadas por fótons que estão dentro dos elétrons que estão dentro dos átomos que estão dentro do DNA que estão tanto nas criaturas numa ponta como na matéria orgânica em decomposição na outra ponta. E vão aprender que estes conceitos como ~comida”, ou “comer” na verdade não existem, são meros produtos apresentados a nossos olhos pela atividade de fótons que possuem a tendencia eterna de se procurarem e se juntarem onde estiverem com o sonho de recomporem o ciclo vital. A coisa toda é muito mais complexa do que imaginam.