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quinta-feira, julho | 19 | 2012
The Christian Science Monitor
Ancient spiral galaxy baffles astronomers
By Space.com Staff, Space.com / July 19, 2012
http://www.csmonitor.com/Science/2012/0719/Ancient-spiral-galaxy-baffles-astronomers-video
De acôrdo com as interpretações do que tem sido observado e os modêlos astronomicos resultantes das simulações em computadores, a Teoria Oficial Cosmológica Acadêmica sugeria que as primeiras galáxias formadas logo após o Big Bang seriam deformadas, caóticas. Porem agora captaram as imagens de uma galáxia daquela época que contradiz tôda essa teoria. Ela é tão harmônica, organizada e bonita como é nossa Via Láctea! Enquanto isso, o modêlo cosmológico da Teoria da Natrix/DNA previu a 30 anos atrás que deveria serem encontradas galáxias promordiais como essa.
Quando eu estava na selva amazônica pensando nas origens da vida e apaixonado pela magia da matéria organizada em operativos sistemas naturais, ao mesmo tempo que odiava o caos da biosfera selvagem que nos criou, jamais tive a intenção de entrar na área dos cientistas capacitados da civilização com seu enorme potencial tecnológico e inferir um novo modêlo cosmológico. Mas a sôpa primordial dos pantanos não tinha condições de se mexer sózinha e criar as primeiras moléculas organicas, muito menos coisas tão complexas como o código genético, e sempre que observava um punhado daquela lama nas minhas mãos, revirando-a para lá e para cá e pensando, procurando algum aminoácido, era impossivel evitar de considerar a enorme influência na quimica primordial da energia que vinha do sol e me queimava a nuca tropicalmente enquanto eu estava ajoelhado à beira do pantano. Por isso comecei a procurar alguma sombra de onde meu olhar inquiridor ziguezagueava entre a lama do pantano e a esfera brilhante do sol pendurada no céu. O sol beijava o pantano e seu encanto se infiltrava em sua matéria fazendo-a ficar abobalhada de extase e prostrando-se submissa ao que o sol quisesse fazer o que ela. Mas o que queria fazer o sol? Talvez trazer a ideologia e o regime de regras do estado de ordem, quase automatico, descrito na impecável mecânica newtoniana, e impor sua ideologia à aquela matéria preguiçosa que apenas procurava se acomodar na inércia se conseguisse um estado eterno de equilibrio termodinamico.
O filho do namoro entre o sol e a matéria do pantano foi um meio-têrmo entre a inércia total e o estado de ordem total, um novo estado que denominamos “caos”. A tortura a que estava submetido pelas agressões dos espinhos e dos venenos da selva, a queimação e a tremedeira pela febre da malária, o constante assisitir de vitimas imoladas por horrendos predadores, tudo isso me dava a certeza que a biosfera terrestre é produto do caos e isto justificava a minha cabeça humana selvagem ainda, confusa e sem juízo, cometendo tantos êrros irracionais. Mas foi essa insistência da luz do sol invadindo minha lama e o cérebro dentro do meu cocuruto que me obrigou a levantar a cabeça para o céu e me perguntar: “Qual a razão de sêres o que és? Está certo que sua matéria tenha se comportado como qualquer matéria, procurando a inércia no equilibrio termodinamico, mas pelo certo eras para ser uma gigantesca nebulosa disforme pairando no espaço sideral, como na verdade estás agora, porem contra tudo o que é lógico, antes de encontrar seu estado de ordem, trilhastes o caminho de se produzir como incriveis arquiteturas sistêmicas funcionais que trabalham como um relógio! Qual foi essa fôrça com mania de relojoeiro? Preciso conhecê-la, pois ela entrou tambem na minha ancestral e querida sôpa primordial e dirigiu seus ingredientes a formar um sistema funcional, a primeira célula viva! Que fôrça natural é essa, meu Deus, que existe desconhecida, alem das sete fôrças já detectadas?! Ela está entrando na lama na minha mão vinda do sol, com certeza. Ela está dentro da energia do sol. Óh, Sol, quem és tu?!”
Eu comparava aquela lama, pensando nela como a sôpa primordial, como uma espécie de forma disforme que foi o inicio da evolução das espécies, com uma outra forma disforme, conhecida como mórula, que foi o inicio da evolução do meu corpo, o qual por ser o ápice aqui e agora daquela evolução, devia sintetitzar em si a História da Evolução. Mas a matéria disforme dentro de um óvulo não fecundado começa a funcionar devido uma força sutil e quase invisivel que nela penetra e flutua, modelando-a, impondo suae regras, transmitindo um modêlo de sistema, e esta fôrça eram os genes, que vieram de corpos ex-machine, fora do óvulo, alem do espaço/tempo do universo ovular onde se formaria a nova criatura. Então a energia do sol deveria estar trabalhando como os genes! A energia solar, fragmentada em fótons, e êstes podem terem sido os ancestrais inanimados dos genes.
Ora, conhecendo-se o embrião, a forma do filho depois de nascido, é possivel se desenhar uma figura aproximada de seus criadores, mesmo que nunca os tenhamos visto. Foi então que peguei a primeira célula primordial, a filha do Sol e da Terra, e comecei com a anatomia comparada, a mexer com os cientistas da civilzação, invadindo a área dêles, mas com o mesmo objetivo supremo, a mesma grande causa humana, que é o combate à nossa maior inimiga mortal, aquela nos escraviza e nos faz débeis: a ignorancia da nossa própria existencia, o desconhecimento do que ou quem nos criou.
Não foi culpa minha, foi sem querer, eu não queria, pois não seria tão estupidamente pretencioso de querer fazer o trabalho para o qual nada entendia e não tinha qualquer ferramenta adequada. Mas na selva onde definhava e esperava a morte salvadora eu não tinha outra ocupação senão levantar a mão tentando agarrar o mistério da minha vida que estava morrendo. E êsse mistério era uma coisa, real, concreta, natural, oculta no sol pela sua auréola de intensa luz que me cegava os olhos e não me permitia ver no seu interior o que é que estava emitindo a fôrça misteriosa.
Resultou disso tudo um novo modêlo cosmológico. Minhas galaxias primordiais de 10 bilhões de anos atrás funcionavam de maneira muito diferente do modêlo que havia visto na civilização. Pior: meus sistemas estelares primordiais eram diferentes do sistema estelar atual como o solar quando ainda não formavam os sistemas multi-estelares que denominamos “galáxias”, assim como as primeiras células que formaram os procariontes, os seres unicelulares, eram diferentes das células modernas que formam os sistemas multicelulares.
Claro que eu nuca acreditei e não acredito em meus modêlos, pois eu nascí ófão e fui criado na rua, sou e sempre fui como um animal selvagem, não acredito em nada que não possa ver e pegar porque a luta constante pela sobrevivencia não permite tempo para acreditar em outras coisas. Um cérebrozinho acobertado pela densa folhagem da selva não poderia desvendar os segredos do Universo, mas tambem não acredito nos modelos acadêmicos porque bilhões de cérebros confinados num pontinho perdido no espaço sideral tambem não teria chance de acertar com a solução final para esse imenso cosmos.
Modelos cosmológicos serão ainda por muito tempo apenas teóricos, acontece que uns, apesar de mais erros que acêrtos, estarão mais próximos da verdade que outros. É o futuro, e os fatos obtidos no futuro que serão os juzes das teorias, ninguem mais. E não é culpa minha que a algum bom tempo as informações e imagens que estamos captando tem torcido e distorcido o modêlo acadêmico enquanto o modêlo imaginado como filho do Sol e da Terra no meio da selva amazonica continua garboso desfilando de dono da verdade e ficando cada dia mais importante, a cada um destes novos fatos que vem trazendo o futuro. Não é culpa minha.
Esta ultima imagem, como os próprios cientistas formados intelectualmente pelo modêlo acadêmmico reconhecem no artigo acima, contradiz os resultados das interpretações e simulações computacionais a respeito de galaxias primordiais. Mas o modelo academico faz acreditarem que as primeiras galaxias eram tão caóticas que mais pareciam destroços de uma colisão de trens – como diz o autor no artigo. O modêlo acadêmico sugere que a 10 bilhões de anos atrás galaxias eram disformes porque foram formadas por colisões entre elas e que gazes vindo do meio intergalactico desregulavam a formação de estrelas fazendo buracos negros crescerem mais rápidos do que hoje.
Os meus modêlos se baseiam na forma como o mesmo Universo criou os primeiros sistemas celulares com a matéria daquele pantano. É previsivel que muitos arranjamentos de moléculas nunca evoluiram para formar um sistema celular funcional, mas agumas das tentativas o fizeram, finalmente. E assim conseguiu-se o modêlo de célula primitiva procarionte. Então meus modelos sugerem que BX442 foi uma das tentativas que deu certo, e se queremos elaborar um modelo de como foram as galaxias bem suscedidas a 10 bilhões de anos atras, baseiem-se num método analogo quando hoje comparamos uma celula antiga procarionte como uma celula moderna de um organismo multicelular.
Enfim, BX442 está mais de acordo com o modelo cosmológico da Matrix/DNA.
Vejamos no link acima, o artigo ( e o vídeo com a simulação computacional).
A seguir, algins posts e discussão da Matrix/DNA na Internet:
http://www.csmonitor.com/Science/2012/0719/Ancient-spiral-galaxy-baffles-astronomers-video#disqus_thread
Tags: Astronomia, BX442, galaxia Postedo na Astronomia, Evidências da Matrix/DNA | Sem Comentários »
domingo, junho | 10 | 2012
Qual a realidade nua e crua da nossa existência? Existe uma estrutura fixa material denominada galáxia que contem o sistema solar o qual funciona como um relógio e pela eternidade, ou ao menos até onde nossa mente consegue alcançar. Nessa estrutura fixa e movente acontece que, em alguns pontos do solo dêste planeta, alguns átomos-nutrientes, como potássio, cálcio, carbono, são “sugados” de suas posições eternas e formam corpos moventes que se movem na superficie por algum tempo e logo retornam ao solo às suas posições eternas. A alguns dêstes corpos moventes e durante seus curtos períodos de existência, denomina-se “seres humanos”. A galáxia estava aí, vindo da eternidade do passado, a emergência e desaparecimento dêstes corpos aconteceram sem em nada perturbá-la ou alterá-la, e calcula-se que depois do desaparecimento dêles a galaxia continuará na sua eternidade futura.
 A Solidão de um Homem e seu Planeta Observando sua Lua e sua Galáxia
Esta é a realidade da nossa existência se vista pela ótica da galáxia, considerada apenas como mais um observador relativo. Qualquer letra, ponto ou virgula que fôr acrescentada a esta simples definição de ser humano, pelos seres humanos, não terá a menor importancia para a galáxia. Diga-se que ser humano tem sentimentos, mente, etc., para a galáxia é apenas blá-blá-bla, pois a Humanidade é algo tão minusculo que se torna um fenômeno desprezível, ao menos, por enquanto.
Estabelecida esta estrutura básica, indiscutível, das existências do mundo e seres humanos, teríamos agora que buscar outros observadores, antes de tirar conclusões precipitadas. A primeira tentação é obedecer a lei da dicotomia ou dualidade eterna, aquela que tambem tem sido comprovada que, se existe algum movimento no mundo, é porque existem pares de fenômenos simétricos na forma e assimétricos na tendência que ora se atraem, ora se repelem. Me refiro à dualidade quente/frio, curto/comprido, masculino/feminino, etc. Então qual seria o segundo elemento observador do par no assunto que reune galáxias e seres humanos? Ora, evidente, o observador simétrico e assimétrico seria o ser humano. Como o observador humano define a galáxia e a si mesmo? Obtida esta definição, o próximo passo seria buscar a definição final no meio-têrmo, no ponto de equilibrio, pois se sabe que o que mantem o mundo em movimento é um equilibrio entre os contrários, uma terceira fôrça que surge do conjunto dêles. Mas nos sentimos mal fazendo isso porque temos um problema. Não está confirmado que o observador humano possa ser o elemento oposto do observador galáxia, porque o humano não surgiu em igual condições que seu oposto, a galáxia, e sim surgiu dentro dela e, enquanto não aparecer provas em contrário, foi criado exclusivamente por ela. O observador humano é sim, o elemento oposto formando o par de observação, no tocante à conexão galáxia-ser humano, mas isto apenas por enquanto. Não sabemos o futuro, se a Humanidade vai desaparecer ou vai se tornar uma espécie de virus infectando tôda a galáxia a ponto de se tornar visivel e importante para ela. Só existiria êste par dicotomico se a Humanidade de alguma maneira produzisse algum efeito alterador na galáxia, e isso não acontece, por enquanto, portanto, temos que afastar a tentação de convidar o observador humano à posição de observador oposto da galáxia.
Sem algum outro observador relativista alem da galáxia, nada mais se tem a fazer que se subemeter à definição do unico observador que existe, a própria galáxia. E aceitar sem altenrnativas sua definição do que somos nós: meras verrugas incongruentes que emergem e desaparecem num “pum” sem nada terem a fazer no Universo. Desta forma, o unico comportamento sensato esperado do individuo humano é tentar aborver do ambiente o maximo possivel de coisas que lhe dêem satisfação enquanto existir. Assim, comportamentos como dar dinheiro para um outro individuo que a humanidade em seu devaneio define como seu “filho”, é insensato. Ir numa igreja é perder o tempo de estar gozando mais numa piscina, participar de uma reunião para ajudar as vitimas do terremoto no Haiti é insensato.
Mas determinam a s leis sobejamente comprovadas que a todo fenomeno natural tem que haver seu oposto. Se existem particulas, tem que haver suas anti-particulas, se existe, se existe matéria, tem que haver a anti-matéria, se existe observador, tem que haver o observador opôsto acenando com a definição oposta. E onde está, quem é?
Penso que outro observador no mesmo nível de grandeza da galáxia, se fixaria num pormenor irresistível: qual a fôrça que faz os átomos-nutrientes, dentro da galáxia, se levantarem de dentro do solo, brotar à superficie, se mover por 80 anos? Se a galáxia desconhece, não percebe, não dá a minima importancia a êstes corpos, então não é ela que emite esta fôrça. Não é pela vontade dela. Que fôrça é esta? De onde vem, de fora da galáxia, penetrando-a? Ou emerge por acaso dos elementos que compõem sua estrutura?
O observador imaginado iria sem duvida tentar investigar essa fôrça. E os humanos poderiam lhe sugerir uma pista advinda de sua aprendizagem dos fenomenos envolvidos em suas existências: dentro do corpo humano existe algo denominado DNA que pode fazer aparecer dentro do corpo, virus. Eu acho que o observador imaginario ao ouvir isto exclamaria: “Bingo total!”. A Humanidade, se considerada a realidade nua e crua até agora conhecida, pode ser comparada a uma espécie de virus que surgiu dentro do corpo da galáxia.
Então tôda a atenção da investigação se direciona agora para êste fenômeno: o DNA criando virus. Êstes virus surgem num local ou em varios locais do corpo? Êles se fixam no local que surgem até a morte do corpo? Sum? Então a Humanidade permanecerá na Terra, a galáxia irá morrer, e a humanidade desaparecer nesta morte? Os virus se espalham para outras regiões? A humanidade se espalhará dentro do corpo da galáxia? Os virus extrapolam as fronteiras do corpo e infectam outros corpos? A Humanidade ultrapassará as fronteiras da galáxia e habitar outras galáxias? A Humanidade ultrapassará as fronteiras do Universo – êste super-aglomerado de aglomerados de galáxias – e irá habitar outros universos? Uma coisa é certa: o que fazem êstes virus criados pelo DNA, à Humanidade será possível fazer tambem.
Na busca de tentar obter a definição oposta do observador oposto da galáxia como observadora, não temos outra alternativa senão refrear nosso esforço enquanto buscamos mais informações dêste fenômeno do “DNA humano criando virus”. E depois observar êstes virus, tudo o que fazem, e calcular o que fariam se tivessem a inteligencia e conhecimento atual da Humanidade. Não temos como avançar aqui por ora. Temos que esperar estas informações, que apenas o setor da pesquisa prática pode obter.
Não existe razão “racional” para conferir o status de observador ao ser humano. Assim como não teria nexo se esperar e aceitar uma observação de um rodamoinho que surge no quintal de casa, se move por alguns segundos, e desaparece. Tal observação não teria o menor valor, a não ser como um breve relato do que é o mundo dentro dos limites do quintal. A unica observação de valor existente é a da galáxia, e ela sugere que o comportamento sensato é: viva o máximo melhor possível o seu momento em seu local, esqueça as intenções de melhorar os outros momentos e os outros locais. Mas em sã consciência sabemos que êsse comportamento tem que estar errado. Porque tem que existir a definição oposta do observador oposto, a qual vai sugerir um diferente comportamento, mas igualmente será uma sugestão errada. O comportamento certo terá que ser calculado como o resultado do equilibrio entre as duas definições opostas. Se ainda nem conhecemos o anti-observador com sua anti-definição, estamos muito longe de descobrir qual o comportamento sensato. Por isso eu me entrego como perdido e me deixo levar ao sabor das vontades do mundo, apenas fazendo uma pequena pressão para expressar o comportamento sugerido pela galáxia, porque isso me convem.
Estou mentindo a mim mesmo. Não é assim que tenho me comportado exatamente. Não tenho sido extritamente racional, no sentido que “Razão” deve ser um elemento natural, produzido pelas e submetido às fôrças naturais. Tenho sido um virus anormal, extraviado. Um virus normal quando chega num ponto “b”, o qual se bifurca num caminho de subida e outro de descida, se não sentir cheiro de algo desejado no caminho de subida, fatal e naturalmente se dirigirá pelo caminho menos sacrificado, que é o de descida. Pois tenho sido um virus que tem escolhido, sem explicação racional, fazer o sacrificio do caminho da subida. E assim é no minimo os 90% dos humanos, que todo dia se levantam, e ao ivés de saurem procurando diretamente a comida, como qualquer animal, escolhem o caminho do trabalho escravo. Porque?!
A resposta só pode estar lá atrás: aquela fôrça misteriosa que não vem da galaxia ou então surge por mero acaso dentro da galaxia que faz os átomos-nutrientes subirem de desde o interior do solo para brotarem como um corpo e se moverem por 80 anos.
Todos os seres humanos sabem que existe essa fôrça, mesmo os nativos analfabetos da selva amazônica, sem terem que fazer nenhum árduo exercicio intelectual como estamos fazendo agora. E esta percepção desta fôrça tem sido a causa de muitas diferentes teorias existentes, cada qual expressando a preferencia num tipo de causa ou fonte desta fôrça. São tôdas teorias que tornam os virus desviados do racional, uns mais, outros menos. Existem as teorias extremas como a defendida pelo homem bomba suicida do Oriente Médio. Seria inacreditavel que um virus de repente e por vontade própria se exploda a si mesmo. Mas acontece que o suicida árabe não é apenas um virus, dentro de seu corpo tem um cérebro que produz certos efeitos. O ato do suicidio dentro da galaxia tambem não é causado por uma fôrça emitida pela vontade da galáxia. Então chegamos a três alternativas: ou existem muitas fôrças externas á galáxia, ou emergem muitas fôrças que emergem pelo acaso, ou a fôrça que produz o homem suicida é a mesma que produz o fenomeno dos átomos nutrientes formarem corpos moventes.
Bem, nêste momento meu cérebro cansa e me dou por derrotado uma vez mais, saindo daqui para deixar o vento me levar para onde êle quiser, sem nenhuma intenção de direção pré-programada, pois que não tenho ainda a menor noção de qual é o comportamento certo. Tirei de util dêste sacrificante exercicio intelectual o conhecimento de que para a galáxia, sou proporcionalmente o que é para mim um rodamoinho: nada. Tornados são rodamoinhos crescidos, são para mim problemas sérios, talvez meus futuros sejam um sério problema para a galáxia. mas o que importa é que por ora sou um rodamoinho, sou nada. Sou tambem, para a galáxia, um virus. Eu não tenho a menor percepção dos virus criados pelo meu DNA que habitam meu corpo. Mais uma vez, sou nada. O que de valor tirei dêste sacrificio foi o conselho de que devo rir da vida, nunca levar nada a sério, assim é mais sensato. Mas sei que não seguirei êste conselho. Adquirí o vicio de ficar forçando a Humanidade e o mundo a se tornarem perfeitos segundo munha crença do que significa perfeição. Estou completamente vencido por êste vicio.
Todos tem diferentes teorias, eu tenho uma. Nela, parece-me, assim á distancia, que tem a explicação de como atua essa f6orça e de onde ela veio quando chegou à supergficie da terra. Ela sugere que a galáxia tem uma forma, que essa forma é justamente o ancestral do meu DNA. Isto explicaria como a galaxia produz humanos dentro dela. É o mesmo caso de como eu produzo virus dentro do meu corpo. Mas não explica o que é a fôrça, nem a fonte da fôrça, que está dentro dêstes DNA’s, que produz humanos e virus. A minha teoria sugere que o mesmo DNA vem de um ancestral, o qual estava dentro dos átomos, antes das origens das galáxias. Então a origem e fonte desta fôrça está se afastando demasiado de minhas possibilidades de agarra-la. Mas não vou desistir. Deixo 6este artigo aqui registrado para voltar a lê-lo, corrigi-lo, enquanto em minhas meditações e pesquisas continuarei buscando a origem e a fonte desta fôrça. Já nêste momento não estou considerando mais a possibilidade de que ela seja uma emergencia do acaso. Pois vejo seus efeitos se repetirem iguais em duas situações totalmente diferentes, significando que é uma constante, e não um acidente ao acaso. Até a próxima…
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segunda-feira, maio | 23 | 2011
Galaxia com a Forma do DNA
A recente bombástica revelação da NASA foi a de que existem galáxias com a mesma forma do DNA! A 20 anos atrás eu estudava a biosfera do Amazonas e notei que havia um padrão repetitivo em todos os sub-sistemas conhecidos, desenhei êsse padrão na forma de uma fórmula, um diagrama de software, e denominei-a de “Matrix/DNA”. A “Matrix” parece ser uma fórmula que surgiu inicialmente como um vórtice e vem evoluindo, sendo o DNA a sua face biológica. Ela tem organizado a matéria na forma de sistemas, desde antes das origens do Universo, criando assim, átomos, galáxias, árvores e corpos humanos. Portanto, naquela época apresentei esta teoria dizendo: ” as galáxias tambem possuem DNA, se êstes resultados estiverem corretos”. Claro, ninguém poderia tê-lo entendido sem conhecer o método utilizado e o desenvolvimento da pesquisa.
O fato é que a Matrix/DNA tem explicado desde então tudo o que de material existe por nós conhecido, e vem explicando tudo o que vai sendo descoberto. A ponto de eu ter chegado à conclusão de que nada mais nêste mundo material é segrêdo, está tudo elucidado. Não está aqui, nêste universo material, ainda, o tesouro supremo, a resposta para o sentido e significado da nossa existência. Porem, como a Matrix revelou que êste universo é uma produção genética – o que indica que seu criador é algo simplesmente natural, ainda havia a esperança de que, na continuidade da busca, chegássemos cada vez mais perto dêle.
Porém, então aconteceu a dois mêses atrás, quando observava um gráfico do espectro da luz ( como ela se divide em frequências e períodos, e como cada divisão apresenta uma cor diferente), e meu fraco coração desembestou a bater quase me saindo pela bôca: estava ali,na luz, o início de tudo, as origens primordiais do código da vida e do processo dos ciclos vitais! A luz muda de cor,do violeta para o infra-vermelho, pelo mesmo mecanismo que nosso corpo muda de forma, da criança para o adulto. Tudo é produto de um código feito de luz!
Se existe Deus, a Luz é seu braço, é seu toque nêste Universo, é sua varinha mágica. Nela e através dela, Deus dissemina o código criador de mundos. Se não existe Deus, de qualquer maneira, o que veio de seja lá o que foi que deflagrou a existência dêste universo material, o fêz através da luz.
Isto me fêz desmoronar intelectualmente. Porque eu posso lidar com a matéria, desvendar seus ultimos segrêdos, pois a matéria é palpável, acessível aos sofisticados instrumentos cientificos que são extensões dos nossos sentidos. Mas com a luz, não. A luz é uma abstração como é a mente, algo intocável. Sei que um facho de luz foi transformado em corrente elétrica por uma das mais fascinantes experiências cientificas recentemente, mas mesmo assim, ela continua sendo um fantasma. Como trabalhar com um fantasma?
Se agora a resposta fundamental, a solução suprema para a questão da nossa existência e da existência do mundo jaz em algo não acessível ao toque, à manipulação, isto significa que a espécie humana nunca terá a resposta. Foi para mim um golpe mental mortal. Tôda uma vida dedicada exclusivamente com tôda minhas energias numa busca de vida ou morte… e descubro que o tesouro que procuro está oculto atrás e além da luz, é definitivamente inalcançável, ao menos para nossa tecnologia materializada. Sinceramente, a partir de então passei a desejar a paz da morte, sumir de um mundo que me quer como escravo ignorante até sôbre a minha própria existência. Nada me apega a êste mundo a não ser esta missão, e ela é irrealizável, então, nada mais tenho a fazer aqui.
Mas… enquanto a morte não vem, e como sou teimoso, não pude evitar de pensar o seguinte… “Já que meu cérebro não pode parar de pensar enquanto a benfazeja morte não vem, porque não – apenas a título de passar o tempo e por mera curiosidade – procurar o que a Humanidade sabe ou diz sôbre as quatro ultimas fronteiras onde estacionei: a luz, hologramas, o cérebro e a mente.
Por isso me bateu forte esta noticia da NASA:
Magnetic forces at the center of the galaxy have twisted a nebula into the shape of DNA, a new study reveals. The double helix shape is commonly seen inside living organisms, but this is the first time it has been observed in the cosmos.
“Nobody has ever seen anything like that before in the cosmic realm,” said the study’s lead author, Mark Morris of the University of California at Los Angeles. “Most nebulae are either spiral galaxies full of stars or formless amorphous conglomerations of dust and gas — space weather. What we see indicates a high degree of order.” These observations, made with NASA’s Spitzer Space Telescope, are detailed in Thursday’s issue of the journal Nature.
My God! É justamente isto, cem por cento exato, o que a Matriz/DNA previu a 20 anos atrás: “ O DNA que existe como essência dos seres vivos é meramente a forma biológica de uma Matriz Extra-Universal, que tem moldado desde átomos a galáxias! Ela é responsável pelos estados de ordem, do mais simples aos mais complexos.”
Fôrças eletro-magnéticas são campos gerados no escôpo da luz, e parece-me, vice-versa. Não faz parte do processo da Evolução que a fórmula da Matriz modele galáxias à sua imagem e semelhança. Isto não teria utilidade alguma. A forma do DNA, ou melhor, de sua unidade fundamental de informação ( um par vertical e horizontal de nucleotideos), apenas precisa estar sedimentada na estrutura da galáxia, que é o sistema resultante dos sete tipos de astros se conectados entre si. Mas nada impede que – após ter completado seu trabalho na estrutura fundamental – as emanações eletro-magnéticas de uma porção cósmica de luz, que contem o código da existência, continue a influenciar o arranjo da galáxia inteira.
O leitor não pode imaginar o grau de profundidade de conhecimento do que estou dizendo, por falta de treino nesta área. Descobrir que o nosso DNA está relacionado com galáxias… como indicou esta foto, é algo tão espetacular no nosso pequenino mundo mental de tantos labores filosóficos e cientificos, que a Humanidade ainda não captou ou não conseguiu digerir o significado desta noticia. Tem-se acreditado que a vida surgiu por força da acumulação de eventos protagonizados por simples fôrças naturais, porque isto teria que acontecer um dia, estatísticamente. Mas estas fôrças sempre foram buscadas a nivel microscópico, pois segundo ainda o que se tem acreditado, a vida surgiu microscópicamente numa pequenina porção de sôpa primordial em algum lugar nas profundezas de algum oceano. Mas agora estamos vendo a essência da vida a nível “MACROSCÖPICO”! Do tamanho de galáxias!
Os meus modêlos sugeriram a 20 anos atrás que a Natureza joga com o invisível pequeno da mesma maneira que com o absurdamente grande, passando de um nivel ao outro sem o menor escrúpulo, sem se distorcer ou sentir qualquer impacto. Até criei uma nova palavra: “giantologia”. Para esquematizar os processos naturais em que a Natureza aplica nanotecnologia e, vive-versa, ou seja, giantologia. Nosso corpo faz isso perante nossos olhos: êle se miniaturiza dentro de um espermatozóide, ou óvulo, sem se deformar ou perder qualquer detalhe, e depois se agigantesca a partir destas suas micro-formas. Assim sugerí um mecanismo genético o qual teria feito com que a célula seja a cópia miniaturizada fiel do DNA que paira no céu.
Os meus modêlos viram dentro das galáxias que existe uma essência no mesmo formato do nosso DNA. Pela primeira vêz deixei de imitar os quimicos positivistas a se ajoelhar na beira dos pantanos remexendo a lama na busca do cêpo original que deflagrou a vida na Terra, e olhei para cima, na direção da Milk Way. Posso ser um zumbí morto-vivo a quem Deus nunca deu sequer um metro de terra meu mesmo para descançar meus ossos, sempre tendo que trabalhar duro no dia para pagar o quarto da pensão à noite. Posso ser um cadáver ambulante que sonha com a morte libertadora por não aguentar os limites que me foram impôstos ao nascer. Mas… êsse prazer, essa indescritível satisfação, de ter lutado contra meu algoz pela liberdade, de ter visto esta foto tirada pela Nasa ontem, a 20 anos atrás quando do meio da selva amazônica levantei os olhos da mente para o céu… vale mais que tôdas as riquezas e posses nêste planeta.
Certa vez, ouvindo à volta da fogueira as revelações do curandeiro nativo que se embebedava com suas poções feitas à moda do Santo Daime, êle tentou explicar que em estado de transe saía dêste nosso mundo e entrava numa outra realidade. Mas era uma realidade pobre, simples demais, pois era tôda constituída de luz, uma luz muito forte, contínua, que se perdia de vista. Do meio da sua nova realidade êle olhava para nosso mundo e via um mundo de sombras. A luz era real, êle sentia isso, o nosso mundo era uma fantasia incongruente. O nosso mundo tôdo estava assentado sôbre êste oceano de luz. Mas – prosseguia êle a dizer – nós não vemos a luz com nossos olhos porque ela é demasiado forte para nós e nos cega, por isso vemos como fundo do céu, a escuridão. Quando na verdade seria o contrário. Lembrei-me então do efeito sentido quando na escuridão da selva de repente apontava o facho de luz da lanterna para meu rosto. Ficava cego repentinamente. O que o índio dizia fazia sentido, porem fui burro ao não perceber a profundidade do que êle estava dizendo. Não o percebí porque não acreditava no que êle dizia, um mero nativo selvagem. Preferí levar a coisa na brincadeira e pensar numa piada, lembrando de Platão descrevendo as sombras da caverna e me perguntando se tambem Platão não estaria bêbado quando disse aquilo. Mas acho que aquela conversa ficou gravada no inconsciente e me fêz 30 anos depois descobrir o código na luz. Pois me lembrei novamente da conversa do índio quando lí pela primeira vêz uma matéria sugerindo que 95% do Universo parece ser algo como uma “dark energy”, uma matéria escura. Não seria o caso de que o que os cientistas estão pensando ser escuro seja exatamente a luz na sua mais elevada essência e pureza? Isto agora faria sentido: o Universo está assentado sôbre uma fôrma de um sistema natural, funcional e caminha para ser reproduzido nesta forma.
Se Deus nos fêz pequenos para nos recolher-mos aos nossos limites e insignificância, que Êle se cuide, pois a mente dêste ser pequenino está crescendo a ponto de já conseguir alcançar Suas galáxias antes mesmo que nossos tentáculos materiais! E isto lampeja como uma centelha de luminiscência, uma esfuziante alegria alicerçada na quase certeza de que nossas futuras gerações vão conseguir com a mente que hoje ajudamos a evoluir, a tocar Sua luz e desvendar o código final que nos libertará de todos os limites. Pois se com a mente apenas conseguimos ver o que estava invisivel numa galáxia, isto levanta a esperança de que esta mente será capaz de ver o que está oculto além da luz.
Tags: Astronomia, DNA, galaxia, Mensagens da Matriz, NASA Postedo na Astronomia | Sem Comentários »
quarta-feira, maio | 18 | 2011
 Nebulosa com forma do DNA
Conforme o artigo abaixo foi descoberta uma galáxia com forma de DNA. A Teoria da Matriz/DNA trouxe uma idéia nunca pensada antes: o código da vida seria apenas uma forma mais evoluída de uma fórmula-matriz que vem organizando a matéria em sistemas desde as origens do mundo. Isto porque observei que um mesmo padrão de circuíto sistêmico que se encaixa perfeitamente no DNA tambem está presente desde átomos a galáxias. Isto foi em 1980. E agora descobre-se estruturas astronômicas com formato do DNA. Claro que pode ser apenas aparências, não vamos nos precipitar. Nunca estudei nebulosas sob o ponto de vista da Matriz/DNA, procurando sua presença ali, ou como a Matriz teria passado por elas. Mas o novo fato vai merecer êste estudo.
Astrônomos descobrem nebulosa com forma de DNA na Via Láctea
Astrônomos divulgaram no dia 15/03 (quarta-feira) que descobriram uma nebulosa torcida como se fosse a dupla hélice do DNA. “Ninguém viu nada assim antes no cosmos”, disse Mark Morris, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles. A maioria das nebulosas é como “conglomerados de poeira e gás sem forma definida”, disse Morris em comunicado, acrescentando “o que estamos vendo indica um alto grau de ordenamento“.
A descoberta da nebulosa torcida, que tem um comprimento de 80 anos-luz, no centro da Via Láctea, foi publicada na revista científica Nature.
“Vemos duas cadeias intercaladas enroladas uma na outra, como numa molécula de DNA”, disse Morris. As cadeias da nebulosa podem ter sido torcidas por campos magnéticos no centro da Via Láctea. Esses campos magnéticos são indiretamente produzidos pelo buraco negro que está no centro da galáxia. Mas antes da matéria ser engolida ela escapa pelas bordas do buraco negro, gerando um movimento de rotação. Esse movimento gera os campos magnéticos, que por sua vez torcem a nebulosa, afirmou Morris.
Mas o que exatamente cria a onda de torção ainda é um mistério, mas Morris não acredita que o culpado seja o buraco-negro, e sim um disco de gás que orbita o buraco-negro, chamado “disco circumnuclear”, que Morris acredita ser a “âncora” do campo magnético.
A nebulosa está relativamente próxima do buraco negro, a apenas 300 anos-luz de distância. A Terra está a mais de 25 mil anos luz desse mesmo buraco.
Referência: http://newsroom.ucla.edu/portal/ucla/Astronomers-Report-Unprecedented-6903.aspx?RelNum=6903
Artigo da Yahoo (em português);
Artigo da Universe Today;
Artigo da Science a gogo
Tags: A Matriz, Astronomia, DNA, galaxia, nebulosa Postedo na Astronomia, DNA | Sem Comentários »
quinta-feira, março | 10 | 2011
xxx

- Galáxias Distantes Reforçam a Teoria da Matriz/DNA
Na imagem, o amontoado de pontos vermelhos mostra grupo de galáxias mais distantes já encontrado.
Bilhões de estudantes – incluindo todos nós dessa geração – podem ter aprendido na escola uma teoria equivocada que foi ensinada não como sendo teoria, mas verdade comprovada! Se isto for realmente comprovado em breve, repetir-se-á o que ocorreu por volta de 1500, quando por milhares de anos a Humanidade acreditou que era o Sol que girava em torno da Terra, um simples estudioso que não seria considerado nem um astronômo amador nos tempos modernos, ousou dizer que estava tudo ao contrário! Mas os fatos não permitem que um engano dure por muito tempo, e novos fatos reais fazem com que se começa a descobrir a verdade. No curriculum escolar de todo o mundo ensina-se que depois do Big Bang se formaram galáxias e depois os sistemas estelares, quando há uma nova teoria de um autor brasileiro que não é astronômo sugerindo que foi ao contrário. Ao invés da galáxia mecânica e matemática dos físicos o novo modêlo sugere uma galaxia semi-mecânica/semi-biológica que preenche os requisitos necessários para o mundo ter gerado os sistemas biológicos, ou seja, os seres vivos. O brasileiro passou seis anos na selva amazônica estudando sistemas naturais e foi conduzido pelos resultados de seus calculos baseados na biosfera da selva virgem a se interessar pelo sistema astronômico à nossa volta, pois seus resultados apontavam para o céu onde estaria a fonte das fôrças que geraram a Vida na Terra. Mas a solução exigia que o céu fôsse diferente do que transmite a denominada Teoria Nebular Astronômica, que faz parte da Standard Theory, a qual é mundialmente aceita em tôdas as academias de Ciências.
O brasileiro têve que registrar no Brasil e nos Estados Unidos a 25 anos atrás os direitos autorais de uma fórmula e como argumento a favor tinha que incluir seu modêlo cosmológico, muito a contragôsto porque astronomia, cosmologia, não eram suas especialidades e não podia acreditar que seus modêlos estavam certos e o mundo errado. Mas nos ultimos 25 anos tem acompanhado de perto tôdas as noticias astrônômicas e descobertas científicas publicadas e a cada nova descoberta sempre acontece o mesmo: os textos dizem algo como “este novo fato ou novo mecanismo não se encaixa adequadamente nas correntes teorias e indica que devem serem revisadas”, ou então, principalmente em astronomia é comum a cada nova foto ou elemento capturado no espaço vir com a ressalva de que tal fato contraria a Teoria Nebular. Mas para surprêsa do brasileiro, tôdas as fotos, todos os novos fatos veiculados se encaixam em seus modêlos e reforçam sua teoria indicando que ela têve incrível capacidade de previsão. Isto não apenas em astronomia, e sim em tôdas as áreas cientificas. Mas como tratava-se de um pesquisador solitário na selva, não tendo ligação com o mundo cientifico e intelectual externo, e por ser extremamente exigente em relação a seus resultados, apenas fêz como Darwin, ou seja, permaneceu 30 anos revisando seus dados e calculos, reunindo evidências, testando-os com os fatos reais antes de divulgar sua teoria publicando um livro. O brasileiro até agora limitou-se a registrar uma síntese da teoria num website na Internet onde está a cada dia registrando mais evidências, mas como continua isolado e nada fêz para divulgar o site, e ainda porque sua teoria é tão diferente de tudo que foi feito e pensado até hoje, parece que ninguém quer entendê-la e assim permanece quase desconhecida. Existe um exército de até 15.000 visitantes mensais vendo o website, pessoas de tôdas as partes, notadamente dos USA, Russia, Alemanha, etc., mas não se sabe como chegaram no website já que nada foi divulgado e o que lhes está interessando nêle.
Agora a ultima noticia que chega ao autor o fêz postar comentários em alguns blogs. Trata-se do artigo abaixo. A recente foto de galáxias muito distantes sugerem que há algumas galaxias surgidas a apenas 3 bilhões de anos depois da origem do Universo, porem suas estrêlas, que deveriam ainda estar em formação algumas e as outras serem muito jovens, segundo os modêlos teóricos da Teoria Nebular, são na realidade maduras, velhas! Como se explica isso, pela Teoria Nebular? Não se explica, não há como explicar, e os astrônomos no artigo dizem que os modêlos terão que serem recalculados.
Mas então o autor brasileiro em seu comentário sugere que a ordem da criação do mundo, na Teoria Nebular, pode estar ao contrário. Ela indica que primeiro se formaram as nebulosas das galáxias e sómente depois, dentro delas, se formaram as estrêlas e os sistemas estelares, como o nosso Sistema Solar. Após solicitar que apresentem os fatos reais que os levaram a construir esta teoria e não ter recebido respostas, êle supõe que estes modêlos são resultados de puros calculos teóricos e portanto podem estarem equivocados. Por outro lado seus modêlos estão sugerindo o contrário: que primeiro se formaram as estrêlas, os sistemas estelares, e foi da evolução d6estes que surgiram as galáxias tal como se apresentam hoje. E agora? E o Sol que gira em torno da Terra, como as escolas da antiguidade ensinaram durante mais de mil anos, ou é a Terra que gira em torno do céu, como se atreveu a afirmar um obscuro astronomo amador chamado Nicolau Copérnico?
Louis Morelli adverte que esta parte distante da história cosmológica em seu modêlo não está bem esclarecida ainda por êle, a leitura dos mapas pode induzir a êrros, mas a seu favor está a lógica da macro-evolução universal. Sistemas estelares são mais simples, sistemas galácticos são mais complexos. A evolução tem caminhado sempre do mais simples para o mais complexo, e não o contrário. Sistemas estelares são mais simples porque são constituídos de poucos tipos de astros: estrêla, planeta, e talvez cometas, se estes forem gerados dentro do sistema. Mas existem vários outros tipos de astros, como os quasares, os pulsares, buracos negros, e as fotos recentes tem indicados muitos outros que ainda não se sabe como catalogar. Estes astros não foram encontrados até agora dentro de sistemas estelares, mas está comprovado que estão dentro de sistemas galácticos. Ora, um sistema que possua maior diversidade de elementos, de “peças”, forçosamente é o mais complexo.
Segundo, afirma o autor, astros, sejam quais forem os primeiros a aparecerem, foram inicialmente formados por átomos e átomos leves. Estes constituiram por exemplo estrêlas, as quais, e sómente então produziram novas espécies de átomos, mais pesados e complexos.E sómente então surgiram os demais tipos de astros, com os novos átomos. Ora, a evolução não dá saltos inexplicáveis e não vai para a frente retornando para tras para depois recomeçar. Sempre, na evolução, vale o velho ditado popular: filho de peixe, peixinho será. Certamente não será uma girafa ou uma águia. isto afirma que mesmo considerando extremas mutações, sempre que um novo sistema é gerado, êle mantem as configurações parecidas com o sistema que o gerou. E sistemas estelares são muito mais parecidos com sistemas atômicos que os sistemas galácticos. Foi uma nebulosa de átomos que gerou os primeiros astros, os primeiros sistemas. É de se supor que a fórmula de sistema que existia a nível micro-cósmico tenha sido a fórmula projetada a nivel macrocósmico para organizar a colônia de átomos em novo sistema. Ora, átomos são formados de um nucleo e elétrons à volta, muito mais parecido com sistemas estelares que os mais complexos galácticos. Novamente a lógica sugere esta ordem cronológica.
Terceiro, o autor brasileiro foi obrigado a calcular e desenhar um modêlo cosmológico a partir do que indicava uma fórmula obtida pelo método da anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos, após muitas novidades ter aprendido observando os sistemas da biosfera amazônica. Os modêlos teóricos cientificos de como teria sido o estado do mundo a 4 bilhões de anos atrás não tinham as fôrças e elementos necessários para produzir, dentro de uma galáxia, o primeiro sistema celular biológico. Mas a fórmula que se encaixava como produtora de tôda a abiogênese, desde a matéria orgânica, as primeiras moléculas como aminoácidos, as primeiras proteínas, o primeiro RNA e daí para o primeiro DNA, tinha a aparência de um sistema astronomico. Mas bem diferente da teoria acadêmica, praticamente tudo ao contrário: enquanto a teoria acadêmica diz, por exemplo, que buracos negros surgem da morte de estrêlas, a fórmula da vida na Terra indicava de que de onde ela veio, estrêlas são geradas por buracos negros! Que buracos negros não são os fantasmas e monstros canibais sugeridos pela teoria acadêmica, ao contrário, são simples vórtices magnéticos compostos de fragmentos de cadáveres estelares que desempenham um papel muito semelhante ao feminino na vida, como gerador de novos rebentos, e após turbilhonar e energizar bólidos dessa poeira na forma de germes de estrêlas, se dissolvem. A fórmula sugere algo totalmente inusitado: os sistemas galácticos foram formados pelo mesmo processo simbiôntico e evolutivo entre organelas que formou as primeiras células. Um unico e primeiro tipo de astro, que pode ter sido na forma de estrêlas, passou por sucessivas transformações exatamente como os corpos humanos passam por transformações produzidas pelo ciclo vital. Foi a fixação de sete diferentes formas de um unico tipo de astro numa rêde de interconexões que gerou o primeiro sistema galáctico. Assim como as diferentes organelas da célula podem ter sido resultado das transformações de um unico tipo inicial de micro-organismos, e depois, por simbiose, foram conectadas num sistema.
Seja como for, o modêlo cosmológico do brasileiro é tão diferente de tudo que se tem imaginado que êle nunca iria acreditar que podia ser o correto, apenas a enorme avalancha de dados astronomicos que tem sido captados recentemente e todos indo se arranjarem exatamente como previu sua fórmula o está fazendo prestar mais atenção a seus modêlos. Quanto á fórmula, que parece ser o código cósmico que a Vida recebeu na forma de DNA, está igualmente sendo a cada dia comprovada pelos novos dados fornecidos pelas Ciências nas outras áreas. Mas tambem a idéia da evolução biológica era diferente de tudo que se tinha imaginado antes, e Darwin temia publica-la, correndo o risco de errar e ser ridicularizado. Vamos acompanhar com atenção os próximos avanços, os novos dados que forem coletados, tanto no nivel astronômico como no biológico, pois tambem estamos ficando cada vez mais atraídos por essa nova cosmovisão que o autor intitulou “A Matriz/DNA Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” cuja pequena parte ‘foi incluida no site theuniversalmatrix.com.
A seguir o artigo a que nos referimos agora:
Galáxias distantes podem implicar em revisão de teorias
09/03/2011
http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/galaxias+distantes+podem+implicar+em+revisao+de+teorias/n1238144657957.html
Grupo de galáxias ‘maduras’ está com a mesma estrutura de quando o universo tinha apenas três bilhões de anos
Astrofísicos descobriram grupos de galáxias distantes que parecem “jovens”, apesar de serem “maduras”, o que pode obrigar uma revisão das teorias do início do universo, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela American Association for the Advancement of Sciences (AAAS, na sigla em inglês).
“Medimos a distância até os grupos de galáxias mais distantes jamais encontrados”, afirmou Raphael Gobat, que liderou a pesquisa do Observatório Europeu do Sul.
“O surpreendente é que muitas delas não se parecem às usuais galáxias com estrelas em formação observadas no princípio do universo”, explicou Gobat.
Os astrofísicos realizaram estas medições a partir do Very Large Telescope (VLT) do Observatório de La Silla, no Chile, e do telescópio Subaru, no Havaí.
Os conjuntos de galáxias, que se reúnem por meio da gravidade ao longo do tempo, em teoria não existiriam durante a primeira formação do universo.
No entanto, os resultados mostraram que as estruturas localizadas estão do mesmo modo como eram quando o universo tinha apenas três bilhões de anos, ou seja, menos de um quarto de sua idade atual. Estes conjuntos de galáxias não são compostos por estrelas em formação, como se supunha, mas por estrelas de mais de um bilhão de anos unidas por uma nuvem de gás quente. Portanto, a conclusão da equipe de astrofísicos é que “os conjuntos de galáxias já existiam quando o universo era muito mais novo”.
“Se futuras observações encontrarem muitas mais, nosso entendimento dos primeiros períodos do universo deverá ser revisto”, afirmou Gobat.
Astrofísicos descobriram grupos de galáxias distantes que parecem “jovens”, apesar de serem “maduras”, o que pode obrigar uma revisão das teorias do início do universo, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela American Association for the Advancement of Sciences (AAAS, na sigla em inglês).
“Medimos a distância até os grupos de galáxias mais distantes jamais encontrados”, afirmou Raphael Gobat, que liderou a pesquisa do Observatório Europeu do Sul.
“O surpreendente é que muitas delas não se parecem às usuais galáxias com estrelas em formação observadas no princípio do universo”, explicou Gobat.
Os astrofísicos realizaram estas medições a partir do Very Large Telescope (VLT) do Observatório de La Silla, no Chile, e do telescópio Subaru, no Havaí.
Os conjuntos de galáxias, que se reúnem por meio da gravidade ao longo do tempo, em teoria não existiriam durante a primeira formação do universo.
No entanto, os resultados mostraram que as estruturas localizadas estão do mesmo modo como eram quando o universo tinha apenas três bilhões de anos, ou seja, menos de um quarto de sua idade atual. Estes conjuntos de galáxias não são compostos por estrelas em formação, como se supunha, mas por estrelas de mais de um bilhão de anos unidas por uma nuvem de gás quente. Portanto, a conclusão da equipe de astrofísicos é que “os conjuntos de galáxias já existiam quando o universo era muito mais novo”.
“Se futuras observações encontrarem muitas mais, nosso entendimento dos primeiros períodos do universo deverá ser revisto”, afirmou Gobat.
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segunda-feira, janeiro | 31 | 2011
Hubble Finds Galaxy Beyond Key Benchmark
Wired
http://www.wired.com/wiredscience/2011/01/galaxy-distance-milestone/
Para a Matriz/DNA Theory provar que a Matriz Universal é a responsável por organizar a matéria em sistemas, e que foi ela quem construiu LUCA (the Last Universal Common Ancestor) no modêlo de LUCA que ela sugere, ela precisa provar que as primeiras, ou a primeira, galaxia foi formada no modêlo de LUCA. Eu estava pensando que essa prova seria para sempre impossível, como é para a teoria cientifica provar como foi a origem da vida. Mas descobrí que é possível: nós estamos vendo imagens emitidas no espaço de objetos que existiram cada vez mais distante no passado, ultrapassando as outrora imaginarias barreiras dos que diziam ser impossivel ir alem do nivel “redshift 10″. Agora, segundo teorias ainda não confirmadas, a ultima mais distante galaxia detectada existia a apenas 400 milhões de anos depois que aconteceu o Big Bang. É uma galaxia de poucas estr6elas as quais brilham de um modo não-comum. Numa coisa o cientista se aproximou da visão da Matriz quando diz: “Galaxias são como seres humanos: elas crescem mais rápido quando são jovens.” Isto está me cheirando á prova de que aquela primordial galaxia estava sob o processo do ciclo vital.
A propósito postei o seguinte comentário abaixo do artigo:
Tags: Astronomia, galaxia, galaxias, wired Postedo na Astronomia | Sem Comentários »
terça-feira, novembro | 23 | 2010
A cosmologia acadêmica é a mais crível por enquanto, óbviamente. Enquanto isso , os modêlos da cosmologia da Teoria da Matriz/DNA sugerem ou prevêem características para as galáxias que não batem com as teorias da cosmologia acadêmica. Isto se deve princ ipalmentye a dois diferentes tipos de pensamentos os quais feram ddois diferentes métodos na tentativa de conectar os poucos dados que dispomos sôbre cosmologia. O método acadêmico – penso eu – prefere conectar os dados usando os reciocinios da nossa matemática e alguns dos mecanismos certos ou errados obtidos pela disciplina da Física; o método que apliquei foi fixar os fenômenos que vejo na Terra e da Terra aqui e hoje, principalmernte a biosfera, ter em mente os mecanismos da evolução biológica, calcular a redução dessa história rumo aos principios/fôrças/leis naturais que acredito existam na cosmologia e com isso tudo em mãos tento então conectar os dados reais de que dispomos tomando o cuidado de, ao ler os relatórios de dados, separar o que é fato do que é teoria. Ou seja, eu calculo a cosmologia partindo do seu futuro que é o aqui e agora e descendo ao passado, na crença de que exista uma evolução universal única com as mesmas leis para todo o Universo.
Sôbre as origens, formação e estado atual das galáxias existem sérias contradições entre as duas teorias. Em vista disso, nêste capítulo ou categoria iremos registrando o que vamos encontrando e que seja digno de atenção para memorizar/pesquisar.
1) O centro da Milk Way é retangular? O que então sôbrre a forma espiral, os braços da galáxia? Como a fórmula da Matriz explica isso?
Veja artigo completo em:
1) It’s a barred spiral.

You might know that the Milky Way is a spiral galaxy, perhaps the most beautiful galaxy type. You’ve seen ‘em: majestic arms sweeping out from a central hub or bulge of glowing stars. That’s us. But a lot of spirals have a weird feature: a rectangular block of stars at the center instead of a sphere, and the arms radiate away from the ends of the block. Astronomers call this block a bar, and, you guessed it: we have one.
Is fact, ours is pretty big. At 27,000 light years end-to-end, it’s beefier than most bars. Of course, space is a rough neighborhood. Who wouldn’t want a huge bar located right downtown?
By the way, the image above is not a photograph, it’s a drawing– there’s no way to get outside the galaxy and take a picture like this looking back. It would be a loooong walk home! Click the picture to embiggen and get more details (which is true for all the pictures in this post).
8) Spiral arms are an illusion.
Well, they’re not an illusion per se, but the number of stars in the spiral arms of our galaxy isn’t really very different than the number between the arms! The arms are like cosmic traffic jams, regions where the local density is enhanced. Like a traffic jam on a highway, cars enter and leave the jam, but the jam itself stays. The arms have stars entering and leaving, but the arms themselves persist (that’s why they don’t wind up like twine on a spindle).
Just like on highways, too, there are fender benders. Giant gas clouds can collide in the arms, which makes them collapse and form stars. The vast majority of these stars are faint, low mass, and very long-lived, so they eventually wander out of the arms. But some rare stars are very massive, hot, and bright, and they illuminate the surrounding gas. These stars don’t live very long, and they die (bang!) before they can move out of the arms. Since the gas clouds in the arms light up this way, it makes the spiral arms more obvious.
We see the arms because the light is better there, not because that’s where all the stars are.
Comentário postado no artigo:
Great post, very user friendly.
I knew all – 8, ok 7 – and a half, of these.
I have to admit, while I understand that the spiral arms are an illusion, I still don’t grasp how they occur. I’m not sure the traffic jam analogy works. I understand that gas and dust can slam into slower moving gas and dust and create stars that illuminate the arms. However, cars speed up again when they exit the traffic jam leaving the slower cars behind and can then run into a second traffic jam. But and I don’t suppose the stars or gas and dust speed up when they leave the arm. So how do we get the second spiral arm (as we move out from the center)? And why are the arms spiraled as opposed to concentric rings?
Spatially Challenged…
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quarta-feira, julho | 29 | 2009
Esta foto, foi recentemente divulgada pela NASA, e vejamos como foi interpretada sob a visão da Teoria da Matriz/DNA:
É mais um reforço a favor dos modelos desta teoria. Porém, à primeira vista (não tive ainda tempo de analisar a foto devidamente), temos uma controvérsia nas interpretações com o pessoal da NASA que se baseiam na Teoria Nebular. Eles sugerem que os corpos luminosos em volta do nucleo sejam estrelas; nossos modelos sugerem que sejam germes de estrelas, ou seja, as esferas recem abortadas do buraco branco que se dirigirão pasra o horizonte de eventos onde terão de passar por um cinturão de poeira e debris estelar, a qual vai se agregar à esfera e constituir-se na placenta, ou seja, nas camadas sólidas de rochas que mais tarde vão se tornar as camadas geológicas, quando então o astro será um planeta. Depois disso tornar-se-à um pulsar e só então desabrochará como uma estrela, uma supernova. Mas… imagine uma forma de vida inteligente não feita de carbono quando observasse de longe a superficie da Terra e de muito longe detectasse os animais. Para eles tanto gatos como hipopótamos como seres humanos seria tudo a mesma coisa, digamos “vladzolim”. Se não são capazes de distinguir um rinoceronte de um macaco, muito menos poderiam diferenciar dois individuos da mesma espécie – um baby e um adulto. Pois isto está ocorrendo com os analistas da NASA: a esta distancia tudo é estrela, tanto os bebês quanto as gigantes supernovas. A não ser que nossos modelos estejam errados, possibilidade que não pode deixar de ser considerada.
. Também diferimos quanto ao nome a ser dado àquele objeto central, e quanto à teoria do processo de sua formação. Enquanto eles denominam-no “buraco negro” e arrolam uma grande dissertação teórica sobre o processo e o significado de buracos negros, nós preferimos denomina-lo “buraco branco” e arrolamos uma dissertação teórica bastante diferente. Por enquanto nem eu nem eles temos dados concretos para provar e desacreditar nenhum dos dois modelos. De qualquer maneira, estamos comemorando mais este grande feito da NASA, agradecendo pelo fornecimento de mais um dado real, que é o alimento que continua mantendo viva e crescendo a Teoria da Matriz/DNA! (Ufa! Passamos por mais este duro teste…)
http://www.jpl.nasa.gov/news/news.cfm?release=2009-114
NASA’s Spitzer Images Out-of-This-World Galaxy
July 23, 2009
Tradução de alguns trechos do texto da NASA:
O Spitzer Telescope obteve a imagem de uma estranha criatura da escuridão: uma galaxia fria com um objeto no seu centro parecido com um olho. A galaxia, denominada NGC1097, tem a forma de espiral com longos braços de estrelas. O “olho” no centro da galaxia é certamente um monstruoso buraco negro, circundado por um anel de estrelas. Nesta visão infra-vermelha colorida do Spitzer, a area em volta do invisivel buraco negro é azul e o anel de estrelas, branco.
O buraco negro está sendo alimentado de gás e poeira e de vez em quando por uma ocasional estrela. ( Meu comentário: não consigo digerir isto! Alguém, olhando para o céu estrelado, já viu alguma cena de violência lá?! Choques de astros, explosões, etc., esta mania de transferir mentalmente para os reinos distantes e ainda desconhecidos os valores humanos criados nesta vida sob uma biosfera violenta e caótica… ora, eu olho para o céu e vejo um estado de ordem, não de caos. Realmente quem fez os modelos da Teoria Nebular sequer imaginou a cena de uma estrela sendo devorada por um elemento gigante invisivel?! Para começar, qualquer evento no Cosmos toma milhões, bilhões de anos e com nosso tempinho de existência jamais veríamos um movimento sequer desta cena. Então porque imaginar que ela acontece, quando vai contra a realidade que estamos vendo?!
Estou avisando: a ASTRONOMIA está cometendo o mesmo êrro que a Biologia cometeu no ultimo seculo, êrro tão grave que hoje faz a comunidade cientifica ter que se levantar em cuidados e protestos para que a fúria publica não tire a Teoria da Evolução das escolas. Assim como a Teoria da Evolução tal como está, ainda nos seus primórdios e incompleta, incapaz de explicar muito e preencher enormes lacunas, a Teoria Nebular também está engatinhando, e por palavras bombásticas e de efeito sobre babies recem-nascidos criando uma expectativa que eles quando crescerem não vão poder corresponder é um prejuízo à Ciência. )
Tags: , A Matriz, Astronomia, buracos negros, galaxia, Galáxia NGC 1097, NASA's Spitzer Space Telescope, Noticias Cient. c/Comentarios, Sem Categoria, Universo Postedo na Astronomia, Sem Categoria, Universo | Sem Comentários »
quinta-feira, dezembro | 11 | 2008
11 de Dezembro de 2008
Trabalho apresentado em :
Sob o titulo:
Neuron-Galaxy
Categoria: Curiosidades da Matriz
Ja’ haviamos escrito a 30 anos atras que tratavamos a biosfera amazonica como se fosse um cerebro , um prototipo primitivo do cerebro mamifero. O cerebro seria uma especie evoluida a partir da biosfera, portanto muitas das caracteristicas da biosfera estavam ainda contidas e sendo expressadas no cerebro, assim como a especie dos mamiferos conserva ainda muitas das caracteristicas das bacterias. Um dos maiores misterios buscados pela neurologia moderna e pela Teoria da Matriz ja’ naquela epoca e’ o seguinte: como os neuronios estao conectados `a mente?! Como eles produzem os pensamentos?! Pois com essa questao insistindo em minha mente e me incomodando eu intuia que as relacoes entre neuronios, executadas atraves de sinapses, eram uma evolucao a partir das conexoes entre os diversos elementos da biosfera, onde as “sinapses” eram representadas por latidos, urros, lutas, cheiros, acao quimica de venenos e ate mesmo o devorar de uns pelos outros. Estas relacoes sofreram mutacoes ate tornarem-se meros sinais eletricos carregados por substancias quimicas principalmente devido `a mudanca no item mobilidade: enquanto os elementos da biosfera sao auto-moventes, os neuronios sao imoveis. Mas a producao da mente pelo cerebro tambem eu a sentia na selva, ou seja, a biosfera produz uma especie de mente que nos sentimos presente a todo momento na selva, uma entidade a que denominamos “o espirito selvagem”. Os nativos o sentem com muita intensidade e a convivencia com o saudoso curandeiro e xaman D. Pedro – um especialista em espirito selvagem - me levaram tambem a intuir, senao sentir de verdade, a existencia desta forca que deve ser a expressao do software matricial, principalmente quando me encontrava reduzido a condicoes sub-humanas e delirando nos estados de coma febril. Por exemplo, temos neuronios onde estao registrados nossos deveres, e neuronios onde estao registrados os instintos animais do prazer. Entre eles ocorre uma luta encarnicada, produzindo tempestades em que projeteis na forma de raios cruzam o espaco atrves dos dendritos. Quando a artilharia do prazer ataca a cidadela do dever e esta se encontra indefesa, acendo o cigarro, ou atendo outro vicio qualquer, ou ainda vou para a zona ao inves de ir vender meus produtos. A forma mental humana herdada do espirito selvagem e’ imediatista, inconsequente, nao quer saber de passado e futuro, e ai’ cometemos as eternas burradas que depois – quando os neuronios do dever voltam `a posicao de dominancia – nos faz arrepender-nos, mas que sabemos vamos repeti-las. Ao menos obtivemos algum avanco, pois o leao apenas atende o comando dos neuronios selvagens e jamais se arrepende de ter devorado a presa.
Entendiamos que, tendo o sistema cerebral sido criado pelo sistema biosferico, aquele devia ser `a imagem e semelhanca deste, sempre seguindo as premissas de que os sistemas naturais se reproduzem, que a biosfera e’ um sistema ancestral do sistema cerebral, e nao se esquecendo da manhosa dica popular da minha avo’ que dizia: “ filho de peixe, peixinho sera’”. O cerebro humano e’ uma producao deste sistema biosferico, uma producao efetivada atraves do processo genetico, portanto, e’ uma geracao da mesma linhagem evolucionaria. Precisamos desesperadamente saber o que e’ a “mente” portanto temos que investigar suas causas primeiras geradoras, temos que descer ao nivel de repteis, biosfera, galaxias, atomos, etc..
. Pois agora alguns cientistas seguem o mesmo caminho que fizemos. Mas vao mais longe do que eu ia quando ainda me arrastava na biosfera sem conhecer ainda a matriz astronomica! Nao conectaram o cerebro `a sua ancestral biosfera, mas desceram muito mais no tempo, conectaram-no aos sistemas astronomicos galacticos! E estao plenamente cheios de razao.
Por favor, acesse o link fornecido acima e veja a figura, a qual nao consigo copia-la neste blog (alguem por favor pode me ensinar isso?).
Traduzindo para o portugues, o texto acima da figura diz:
“ Uma e’ apenas alguns micrometros no tamanho. A outra e’ bilhoes de anos-luz. Um mostra neuronios do cerebro de um rato. A outra ‘e uma imagem simulada do Universo. Juntas elas mostram um surpreendente similar padrao encontrado em tao diferenciados fenomenos naturais.” David Constantine.
E embaixo da primeira imagem, leia-se:
“Mark Miller, um estudante graduado da Brandels University, esta’ pesquisando como tipos particulares de neuronios no cerebro estao conectados entre si. Esticando pequenos pedacos do cerebro de um rato, ele pode identificar as conexoes visualmente. A imagem acima mostra tres celulas neuroniais `a esquerda (duas vermelhas e uma amarela) e suas conexoes.”
Embaixo da segunda imagem leia-se:
“ Um grupo internacional de astrofisicos usaram uma simulacao de computador no ultimo ano para recriar como o universo cresceu e evoluiu. A imagem simulada acima e’ uma tirada do Universo que evidencia um amplo aglomerado de galaxias (amarelo brilhante) circundado por milhares de estrelas, galaxias e materia escura.”
Este fantastico exercicio dos cientistas nos induz a recordar que a Matriz esta’ sugerindo que o evento do Big Bang foi em tudo igual um evento de fecundacao sexual. Isto significaria que o sistema natural que esta’ evoluindo aqui, denominado no seu aspecto total de “universo”, e nas suas faixas etarias de “sistema na forma do vortice quantico”, “sistema na forma de atomo”, “sistema na forma astronomica”, o “sistema na forma celular”, o “sistema na forma cerebral”, o “sistema da auto-consciencia”, etc., foi gerado pelo processo da reproducao sexual, e portanto, o universo material deve possuir uma especie de gerador hermafrodita, ou geradores bisexuais. Ora, se o Universo fisico material e’ filho de algo ou alguem, se a atual e ultima forma evolucionaria deste sistema universal sao os sistemas corpo humano e sistema da auto-consciencia, e se estamos vendo que o sistrema fisico cerebral humano possui uma auto-consciencia, entao o(s) gerador(s) do Universo provavelmente, pela logica, deve ter tambem uma auto-consciencia.
Em outras palavras, nossa auto-consciencia ‘e uma reproducao genetica ainda nos seus primordios de uma auto-consciencia ex-machine, alem do Universo… E isto e’ intrigante. Porque o pai/mae da auto-consciencia humana nao se comunica com ela? Talvez por que ela esta’ nos seus primordios, nas fases de gestacao ou como bebe recem-nascido, e sabemos que nesta fase nem uma mae humana consegue se comunicar com seu filho.
Mas e quanto ao nosso ancestral astronomico representado na imagem simulada do computador: ele se parece com o cerebro, devera’ ele entao ter uma auto-consciencia tambem? Certamente nao. O que ele deve ter e’ uma das formas muito primitivas do software universal que mais tarde iria desabrochar como mente ou auto-consciencia no ser humano. Como diz o ditado chines: a alma dorme na pedra, sonha no vegetal, acorda no animal e desperta no homem”… como estaria ela nos tempos mais remotos ainda em que a forma do sistema universal era o galactico? Talvez nem dormindo ainda estava, pois o corpo fisico era ainda uma morula, quando muito uma blastula, portanto, o quadro geral astronomico povoado por galaxias, apesar da forma semelhante `a cerebral, nao deve possuir o adendo do cerebro que ‘e a mente. Esta questao e’ semelhante `aquela que hoje ocupa a midia devido ao aborto: “quando o feto pode ser considerado um ser humano, quando o ser que ainda se encontra em gestacao recebe a alma ( ou desenvolve a mente)?
Enfim, o que interessa mais aqui e’ anotar o surpreendente padrao, o qual nao deveria mais surpreender ninguem se conhecessem a Teoria da Matriz Universal. Todos os sistemas naturais possuem a mesma primeira forma estrutural, mesmo que a aparencia final sugira nao haver um elo evolucionario entre eles, por causa das possiveis infinitas derivacoes ou desdobramentos da formula sistemica matricial. Ponto para nois… yac…yac…
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The current models will require re-evaluation … perhaps rewriting, or perhaps being thrown out and replaced based on the new observations. That is the strength of science: it is constantly open to being rewritten in the face of new evidence, should contrary evidence be revealed.
These models are wrong as you only need one case to prove it wrong and there you have it. The strength of science is not because of a built in ability to have a constant rewriting. That’s just explaining human nature when someone bets on something and loses, so they try something else. The strength of science lies in the scientific method that shows something will occur over and over and develop theories from that from which there will be NO exceptions. What this shows is the assumptions were wrong on these models and the models are therefore also wrong.
But, what occurred 13,7 billion years ago are not known, then, how we can develop theories that it could occur again in laboratory experiments? But you are right and we have a method for solving this puzzle.
The problem about scholar current model is that they begins with time zero and the following sequence are broken apart in the way that the initial process results very different from the process Nature uses today for organizing matter into natural systems. I tried a method that starts today, taking the modern process and calculating its evolutionary reduction of complexity towards the time zero. The final result is a new cosmological model were the sequence is not broken and had predicted just the kind of galaxy as BX422 10 billion years ago. Of course, this model is not complete and the right one, but it is better.
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Are you meaning to say that you weren’t trying to use one aspect of a model to throw the entire thing out? And did you forget writing “occur over and over”? That’s what told me that you focus on repeats vs. elimination. Finding something currently incongruent with a model doesn’t necessarily mean that the model has “bad parts”. It can also mean that there are missing parts, and should not be thrown out. I still hold to my “people like you” comment. Any tendancy to tell the scientific community to just throw out models or start over is clue to someone who has ulterior motives behind what they say. Either that, or it’s a basic lack of understanding in scientific progress, both historic and modern. You don’t throw out data and models based off of an anomalous observation.
The problem is that the current model throw out others models that suggests new aspects that were not inserted. The current cosmological model does not show the forces and elements that were existing at primordial galaxies that acted creating biological systems. Then, the beliefs that life is product by chance. I am trying to suggest models showing where and how were those forces and elements since the Big Bang, but the scientific community are such deviated from the rational way that they think such model is non-sense.
New ideas are all good and fun, but they need empirical backing. Your posts lack that. You want to judge the scientific community as not being rational or open-minded. You have to give them something concrete, not just what would tie up the loose ends in your mind. These issue are much more complex than what could be expressed in a comment thread, but your emphatic statements aren’t uncommon nor unlike many other “fringe theories” expressed on these threads. You don’t offer anything worth any serious scientific curiosity because there is no substance, and your ideas are too fringe to contend in a PR arena.
Logan: “You don’t offer anything worth any serious scientific curiosity because there is no substance, and your ideas are too fringe to contend in a PR arena.”
Which substance is there in the current model that brakes apart cosmological evolution from biological evolution with no connection between them?! A model that can not see the last non biological ancestral containing the natural forces and elements enough for producing its offspring, the biological systems, aka “life”? If I am suggesting a new model showing these forces and elements, if you reacts in a rational way you have no other rational alternative than analyses the facts suggested by the new model. A non rational response is not doing that and believing that it is a fringe idea.
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It’s not possible to develop a theory or law that will never be proven wrong. Since observations drive these explanations, you can only reduce the likelihood that the model is wrong. A perfect law would require perfect observations made by perfect observers in a deterministic universe. And if laws were made that were unfalsifiable, science would be relegated to being a religion.
Nope. If the perfect law is natural it should leads to a materialist natural world vision. Religions emerges from non-perfect observers that can not see the natural realm.
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http://news.yahoo.com/finding-spiral-galaxy-puzzles-astronomers-184134663.html
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Conferir se apareceu meus comentarios em:
http://www.charlotteobserver.com/2012/07/19/3391694/hubble-telescope-spots-a-spiral.html#storylink=omni_popular