Posts com Tags ‘genes’

Função Sistêmica no DNA: Identificação, Debate Encode x Niilistas

segunda-feira, abril | 13 | 2015

xxxx

Inspirado no artigo:

A sciencey word salad

http://freethoughtblogs.com/pharyngula/2015/04/02/a-sciencey-word-salad/#more-23263

Boa discussão sobre funções no genoma se encontra na seção de comentarios. Aqui cita o link abaixo: 

(PDF) – On the Immortality of Television Sets: “Function” in the Human Genome According to the Evolution-Free Gospel of ENCODE

http://gbe.oxfordjournals.org/content/5/3/578.full.pdf+html

 

Porque Humanos Desenvolveram Cérebro Diferente dos Macacos? Por um Êrro Genético!? A Ciência Oficial Diz que Sim e a Matrix/DNA Explica que Não.

domingo, março | 1 | 2015

xxxx

Baseado no surpreendente artigo:

Xeroxed gene may have paved the way for large human brain

( Xerocado gene pode ter pavimentado o caminho para o grande cérebro humano)

http://news.sciencemag.org/biology/2015/02/xeroxed-gene-may-have-paved-way-large-human-brain

By   - 26 February 2015 2:00 pm

Comparação do tamanho de cérebros entre primatas. (Observe que a parte frontal em diferentes cores se refere ao córtex pré-frontal e foi onde se deu o maior avanço)

De lagartos a gorilas e chimpanzés, todas as espécies intermediarias deixaram de desenvolver um cérebro maior e talvez mais inteligente como o humano, simplesmente porque eles tinham um gene que impedia esse desenvolvimento. Então, dentre os chimpanzés ocorreu uma divisão na espécie, uma continuando a ser os velhos chimpanzés e a outra – os Denisovans – se desenvolveram em Neandertais. Nesse meio tempo, aquele gene indevido desapareceu e no seu lugar surgiu um novo gene que começou a produzir muitas novas camadas inferiores de células cerebrais. Estas camadas se parecem  como aquelas fundações ou alicerces que fazemos na terra para depois construir os edifícios em cima. Assim, sobre as novas camadas surgiam novos grupos de neurônios, como edifícios. A cidade cresceu, quer dizer, o cérebro cresceu. E assim do Neanderthal  se desenvolveu o humano atual, enquanto a linhagem dos velhos chimpanzés continuam do mesmo  jeito com seu gene trapalhão.

Mas porque e como da espécie dos chimpanzés saiu uma nova espécie? Bem,… tem aquela história da mutação  ou clivagem do cromossoma 23, ou 24, se me lembro bem. E qual era a principal diferença entre os chimpanzés e a nova espécie dos Denisovans?

A principal diferença foi que a espécie saída dos chimpanzés era os “cabeções”, pois tinham o cérebro maior. E isto porque um gene em alguns indivíduos da velha espécie dos chimpanzés não conseguiu fazer uma cópia completa dele mesmo. Com isto, um outro gene, denominado ARHGAP11B, apareceu na genética dos Denisovans e alavancou o crescimento do cérebro! Nem lagartos, nem ratos, nem chimpanzés possuíam o tal do ARHGAP11B, mas este gene foi encontrado apenas nesta linhagem que saiu dos macacos e chegou nos humanos.

Bem… isso é o que esta noticia – publicada pela conceituada e insuspeitada Science, da AAAS.ORG – estonteante nos revela. Pelo meu fraco entendimento de leigo, entendi que um casual erro de leitura e duplicação por algumas enzimas, inventou nada mais, nada menos, que os… humanos!!! Em outras palavras, somos uma aberração descabida na Natureza! Ou seja: seres inteligentes e dotados de auto-consciência são aberrações naturais… causadas por mal-função dos elementos e fôrças naturais.

Mas isto vai mais longe – sempre segundo minha leiga opinião : Como um acidente é impossível de ocorrer duas vezes exatamente iguais ( pois se isto  acontecer não é mais acidente, e sim eventos padrões normais na Natureza, isto deve significar que em nenhum outro lugar do Universo e do mundo existiu, existe, ou existirá outros seres inteligentes dotados de auto-consciência!

Estou certo ou errado no meu raciocínio? Se errado… onde e porque errei?

E por todas cargas d’água… me recuso a aceitar que aquele tenha sido um erro natural. Sou teimoso, ignorante,mula empacada, mas não me curvo às evidencias descobertas e comprovadas pelos cientistas. Principalmente porque a minha incomum e inédita visão do  mundo que inclui a determinante fórmula natural da Matrix/DNA me  trás da memória um evento evolucionario ocorrido nas origens da Vida que as demais visões de mundo, inclusive a que domina o  maio cientifico e acadêmico hoje, não fizeram o mesmo arrancando aquele evento da memória, na hora de interpretar o que ocorreu com os velhos chimpanzés. Me refiro a quando no mundo dominava a célula vegetal e nela houve uma mutação cujos novos indivíduos mutados se tornaram as células animais. Vejo aí nos dois casos o mesmo mecanismo, o mesmo processo, e um propósito pré-determinado pela evolução. Se um evento se repete igual ao menos duas vêzes, quer dizer que não é um êrro acidental, e sim um padrão, um evento obrigatório quando se apresentam determinadas circunstancias.

A fórmula da Matrix/DNA sugere que a divisão da velha célula vegetal se deu porque ela se constituiu em sistema fechado em si mesma. E quando isso ocorre ou a Natureza retira a espécie do tronco da árvore da evolução, descartando-a, levando-a constituir um galho lateral, e apenas deixando-a existir por um tempo enquanto não atrapalha muito ou é útil aos demais elementos situados ainda no tronco. Enquanto isso a Natureza retorna no tempo evolucionário do tronco encontrando uma espécie anterior ao descartado que ainda era um sistema aberto, e por ali continua a evolução. Dentre os macacos o que tem o corpo como a mais perfeita e poderosa máquina não é o do chimpanzé, e sim do gorila. Mas como podemos ver no gráfico acima, os gorilas possuem o cérebro menor que o chimpanzé, e a julgar pelo que veio depois, concluímos que o gorila se encaminhou por  caminhos errados ( a maior facilidade na vida os acomodou, levando-os a se tornarem um sistema fechado, e apenas desenvolveram o corpo baixo ao invés do cérebro – como estão fazendo a maioria da juventude humana agora lutando desesperadamente nas academias de modelação física enquanto não dedicam tempo e mente para a busca do conhecimento intelectual… e se continuarem assim… tambem serão os inferiores no futuro até serem tambem descartados). Os chimpanzés inferiores ao tamanho dos gorilas tiveram que continuar a forçar o cérebro em novas maneiras de competir e sobreviver aos gorilas e com isso aumentaram um pouco o tamanho de seus cérebros. Mas basta ver um vídeo que corre pela Internet de um bando de chimpanzés atacando, trucidando e comendo macacos espécies de macacos menores, e deduzir que os gorilas começaram a  diminuir em numero porque já estavam condenados,para concluir que numa certa época os chimps dominaram. E novamente os vivos caíram na eterna armadilha… parando de desenvolver o cérebro e obrigando a natureza a forçar uma nova divisão no tronco da árvore da evolução. Então essa interpretação cientifica materialista de evolução por erros acidentais peca pelo vicio do reducionismo, onde as mais amplos horizontes no tempo e no espaço de onde se vê a macro-evolução universal é reduzida ao limitado tempo e espaço da evolução biológica e com isso a muitos equívocos sobre como realmente a Natureza funciona.

De ratos a chimpanzés havia um gene X. A linhagem dos humanos saída dos chimpanzés não tem mais o gene X.  O gene X não existe em nós porque um primitivo humano não conseguiu copia-lo completo. Isto é fato, comprovado pelos cientistas. Não posso duvidar e muito menos negar esse fato.

De ratos a chimpanzés nunca houve o gene Y. A linhagem dos humanos saída dos chimpanzés conseguiu produzir o gene Y (ou melhor, o tal ARHGAP11B ). O gene Y atua no desenvolvimento embrionário produzindo muitos novos neurônios, o que faz o cérebro ser o maior existente na Terra. Isto é fato comprovado pelos cientistas. 

Então como não aceitar a “verdade” que os cientistas tiveram que engolir e aceitar? Sou algum débil mental? ( eu acho  que não em relação aos humanos, mas certamente sou ou serei um débil mental se comparado com os cérebros humanos do futuro, ou com possíveis seres existentes em outros mundos e mais evoluídos).

Eu continuo a suspeitar que a verdade que salta aos olhos dos cientistas não seja a “verdade ultima” porque eu suspeito que exista a fórmula da Matrix/DNA, para sistemas naturais. E se ela existe de fato, o evento em que aquele gene não conseguiu se duplicar corretamente, foi devido a ação sutil da fórmula. Sutil, demorada, lenta, mas inevitável. Trata-se da fórmula para todos os sistemas naturais, o cérebro é em si, isolado do resto do corpo, um sistema natural. Ele esteve incompleto durante toda a história evolucionaria da forma biológica dos sistemas naturais, e devido a alguns indícios, continua ainda incompleto como sistema, nos humanos. Não foi um erro, não foi um acidente casual, foi o acêrto que continua acertando.

Genes são pacotes de nucleotídeos. Nucleotídeos são pedaços bi-laterais do DNA que se tornam uma unidade fundamental de informação quando se juntam seis nucleotídeos, três pares laterais e formam um códon. Cada unidade de informação é, em si mesma um sistema natural completo e funcional. Desde que este sistema natural chamado códon pode se dividir em bilhões de indivíduos diferenciados entre si ( assim como a espécie humana é uma só forma, porem dividida em 8 bilhões de cópias onde todas diferem entre si em algum minimo detalhe que seja), cada gene é um pacote de cópias diferenciadas entre si ( assim como numa fábrica, cada grupo de trabalhadores faz uma especifica tarefa).

Então cada gene como pacote é um sistema natural em si mesmo, derivado e evoluído a partir do sistema dos pacotes menores dos nucleotídeos. A soma de todos os genes-sistemas chama-se DNA ( com mais um pouquinho de lixo no meio, que na verdade, não é lixo). O qual em si é um grande pacote, mas tambem, um sistema, na mesma linha dos sistemas anteriores. Ora, como podemos ver na fórmula universal para sistemas naturais, enquanto qualquer sistema estiver se formando, ocorrem competições entre suas partes, com algumas querendo mais privilégios, alimentos, etc., que as outras partes, e de fato, algumas partes crescem demasiado e dominam o sistema em formação. Como cada parte representa uma função sistêmica, então o que ocorre é uma dominância de expressão de uma função. Isto ocorreu quando as primeiras células-sistemas eram apenas vegetais. A função sistêmica numero 7, que era representada pelo cloroplasto, dominou a célula, se conectou direto com o Sol e surgiu a fotossíntese, o que tornou essa dupla célula+estrela um sistema fechado em si mesmo, porta fechada para a evolução. Mas nada nem ninguem interrompe a evolução para sempre, então numa nova célula os genes para função 7 não conseguiram se replicar por completo e desapareceram, dando origem a uma nova espécie de células, a célula animal… sem o cloroplasto. Porem a célula sem fazer síntese com o Sol tornou-se filha da necessidade, um sistema aberto, precisando mover-se e procurar outro alimento… mas é justamente através dos necessitados e não dos acomodados, que a evolução pode fluir. Ora… no ponto de vista de cientistas que desconhecem a história maior, a não cópia integral do gene para cloroplasto teria sido um erro, um acidente casual. A mesma história deve ter ocorrido na espécie dos chimpanzés. Eu já estou cansado de dizer aqui que, quando comparo o nosso ancestral astronomico com os corpos de todos os seres vivos, é o macaco, como gorilas, que parecem uma reprodução mais fiel daquele ancestral que o corpo humano. Pois aquele ancestral astronomico era e é a mais perfeita maquina já produzida pela Natureza, enquanto o corpo do gorila, do chimpanzé é a mais perfeita maquina dentro os biológicos. A partir daqueles macacos o corpo mamífero teve algumas involuções de órgãos básicos para a sobrevivência na biosfera. Aprendí isso a duras penas competindo com macacos por sete anos na selva amazônica… e apanhando mais que bumbum de moleque peralta. Essa involução produzindo um salto na evolução ocorreu ao menos duas vezes – nas células e nos macacos – portanto não é um evento ao acaso, é um padrão repetitivo.

Então vejamos como foi esse “erro” mágico que acabou inventando coisas como a mente e a auto-consciência. A antiga fábrica do Ford Modelo T ( que mais parecia uma carroça) não produziu mais o modelo T e agora produz o Lincoln ( por assim dizer). Os operários do grupo X que produzia a carroceria de madeira deram lugar a operários do grupo Y que produzem carrocerias com polietileno.  Foi um tremendo e acidental erro de engenharia? Não… foi a evolução simples e matreira se movendo por suas sendas naturais. Nada nem ninguem pode interrompê-la, muito menos um grupinho qualquer formado por cópias diversificadas de um sistema que veio das estrelas e chamado LUCA – the Last Universal Common Ancestor de todos os sistemas biológicos.

Segundo está sugerindo a Matrix/DNA, este Universo é um mero aglomerado de ancestrais nossos da espécie denominada “galáxia” e no qual está ocorrendo um mero processo de reprodução genética da coisa desconhecida que existia/e/ou existe ainda alem deste Universo.  Se aqui está aparecendo coisas como inteligencia, auto-consciência, e sabe-se mais o que vai aparecer por aí, é porque aquela coisa desconhecida já possuía ou possui estas coisas. Assim como um feto de humanos desenvolve um cérebro e nos seis ou 7 meses este cérebro está num estado evolutivo tal que pode manifestar os princípios da auto-consciência,porque a auto-consciência não foi inventada por cada embrião, mas sim veio de uma coisa que existia/existe alem do pequeno universo do embrião… assim a auto-consciência apareceu e terá de aparecer em muitos outros lugares diferentes deste Universo. Não foi um erro acidental que levou o meu estado embrionário a produzir a minha consciência… mas é possível que alguns alienígenas feitos de ferro e borracha e sem vida igual a nossa assistindo o desenvolvimento de um embrião num tubo de ensaio sem ver nenhum outro ser humano, vai acreditar que a emergência da auto-consciência se deu por um erro de transcrição no processo genético. Ora…

Pelo amor de Deus… parem de interpretar e crer em interpretações vendo apenas um pequeno instante e pequeno espaço da Natureza Universal. E com isso alimentando e reforçando cada vez mais esta visão de mundo materialista, nihilista, contrária à dignidade humana, afirmando que seríamos meras verrugas incongruentes que nada teria a fazer neste mundo.

Como sou teimoso como um burro empacado e continuo a suspeitar inclusive da teoria da Matrix/DNA, resta-me lembrar da maravilhosa cabeça grande e ainda mais amável auto-consciência da minha mãe e desejar ardentemente que o que os cientistas chamam de erros acidentais desse tipo continuem a ocorrerem… quanto mais melhor!

E ainda temos mais um problema. Sendo que esse “erro” ocorreu depois que uma nova espécie já havia se separado dos chimpanzés, então uma outra mutação anterior ocorreu nos próprios chimpanzés que levou à separação. Talvez seja imigração de um grupo para diferente território… ou talvez seja novamente outro erro de cópia genética. Então existem com certeza outros genes que os chimpanzés tem e nós não temos, e vice-versa. Precisamos encontra-los e quando isso ocorrer… talvez os cientistas comecem a vislumbrar a ação sutil da Matrix.

xxxx

A seguir copio o artigo em inglês para traduzi-lo em português, o que é bom para mim, pois escrever e copiar os artigos importantes tem sido ótimo para aprender mais e guardar os dados na memória:

Last week, researchers expanded the size of the mouse brain by giving rodents a piece of human DNA.

Na ultima semana, pesquisadores expandiram o tamanho do cérebro de ratos ao darem aos rodentes um pedaço do DNA humano.

Now another team has topped that feat, pinpointing a human gene that not only grows the mouse brain but also gives it the distinctive folds found in primate brains.

Agora outra equipe suplantou aquele feito, identificando um gene humano que não sómente faz crescer o cérebro do rato, mas tambem dá a ele as distintas camadas encontradas no cérebro dos primatas.

The work suggests that scientists are finally beginning to unravel some of the evolutionary steps that boosted the cognitive powers of our species.

O trabalho sugere que os cientistas estão finalmente começando a desvelar algums dos passos evolucionarios que deflagrou os poderes cognitivos da nossa espécie.

( tradução a continuar)

 “This study represents a major milestone in our understanding of the developmental emergence of human uniqueness,” says Victor Borrell Franco, a neurobiologist at the Institute of Neurosciences in Alicante, Spain, who was not involved with the work.

The new study began when Wieland Huttner, a developmental neurobiologist at the Max Planck Institute of Molecular Cell Biology and Genetics in Dresden, Germany, and his colleagues started closely examining aborted human fetal tissue and embryonic mice. “We specifically wanted to figure out which genes are active during the development of the cortex, the part of the brain that is greatly expanded in humans and other primates compared to rodents,” says Marta Florio, the Huttner graduate student who carried out the main part of the work.

That was harder than it sounded. Building a cortex requires several kinds of starting cells, or stem cells. The stem cells divide and sometimes specialize into other types of “intermediate” stem cells that in turn divide and form the neurons that make up brain tissue. To learn what genes are active in the two species, the team first had to develop a way to separate out the various types of cortical stem cells.

After months of work, the researchers finally hit upon a solution. They added distinctive fluorescent tags to stem cells so they could isolate each type of cortical cell. Then they surveyed the active genes in each variety of stem cell. The human tissue had 56 genes that their mouse counterparts lacked, the team found. The one that was the most active in dividing human fetal stem cells was ARHGAP11B, a gene already under suspicion for aiding human evolution.

Several years ago, another group had discovered that this gene had arisen after an ancestral gene made an incomplete copy of itself. Because humans had the additional version whereas chimps did not, they concluded that the duplication occurred after the human and chimp lineages split off. Neither mice nor chimps have ARHGAP11B, but modern humans and their ancient relatives, the Denisovans and Neandertals, do. “That it was a human-specific gene duplication made it very exciting,” Huttner says.

After their genetic comparison of human and mice highlighted the same gene, he and his colleagues decided to put ARHGAP11B into developing mice. The number of cortex stem cells nearly doubled in the animals, and their brains sometimes developed folds, the researchers report online today in Science. The folds are not seen in mice but are found in primates. The researchers further discovered that the inserted gene causes some of the mouse’s early brain stem cells to make more intermediate stem cells than the animals usually have. In addition, those intermediates divided more frequently than normal before beginning to convert into neurons. These various effects ultimately increased the size of the mouse brain.

The result “emphasizes the likelihood that this gene was indeed important during mammalian evolution for the design of a new brain, bigger and more complex,” Borrell Franco says. Most likely, he adds there are more genes that are also involved in this design waiting to be discovered. 

—–

E meu comentário publicado no artigo da Science AAAS.Org 

Avatar

Congratulations to those researchers, but they made a mistake about the interpretations of the phenomena. Saying that “this gene had arisen after an ancestral gene made an incomplete copy of itself ” produces the belief that it was an event by chance due an error, which is not the case accordingly to Matrix/DNA Theory’s models. Same event has occurred when the plant cells divided and had arisen the animal cells, when the gene for chloroplast did not worked well. So, it is a pattern in evolution’s process. The Matrix/DNA formula for natural systems explains how and why such events occurs. That gene of chimpanzees was performing a normal function leading the brain as a system to be a closed system, which is against the evolutionary force and triggers the action towards opened systems, and expression of related genes. The complete explanation can be seen in this article ” Porque Humanos Desenvolveram Cérebro Diferente dos Ancestrais? Por um Êrro Genético…!?”, in Portuguese.

 

Como os Sistemas Sociais Capitalista e Comunista imitam o DNA-LIXO e o fim das espécies

quarta-feira, janeiro | 28 | 2015

O DNA tem apenas 10% de genes trabalhando no sentido de carregar a evolução natural para a frente. Os outros 90% de genes não codificam ou expressam proteínas nem caracteres genéticos hereditários e já foi chamado por biólogos mecanicistas de DNA-Lixo.

Pois  hoje a fórmula da Matrix/DNA me fez perceber mais uma destas fantásticas manifestações da Natureza.

Todos os sistemas sociais criados pelos humanos até agora imitaram/imitam exatamente o que eu assistia na selva bruta. Estes sistemas são divididos em três classes sociais: 1) a classe mais rica, composta dos grandes predadores parasitários; 2 ) a classe dos predadores menores – ou médio predadores – que suportam administrativamente a classe acima, vive das migalhas que sobram e  tambem parasitam a terceira classe; 3) a classe da grande massa, as ovelhas e prêsas, cuja unica ocupação na vida é trabalhar transformando grama em carne suculenta para a colheita das duas classes acima.

Mas o pior é que não apenas a humanidade ainda está sendo reflexo de sua herança animal e praticando as mesmas regras dos animais nas selvas. Ainda se expressa na genética a nível psicológico as características que vem lá das origens da vida, desde a formação do DNA.

O que os materialistas mecanicistas chamam de “lixo”, no DNA, nada mais é que a manutenção dos registros da História Natural antes das origens dos sistemas biológicos, ou seja, da Vida. São genes registrando ou recordando o antepassado do DNA biológico quando faziam átomos e depois galaxias, ou seja, a estrutura, o esqueleto, que viria mais tarde a ser o suporte da Vida. Ora, vemos nos sistemas sociais humanos, tambem cerca de 90% dos indivíduos apenas suportando, produzindo o suporte dos outros 10%. Então  provavelmente temos mais um exemplo da história se repetindo, ou seja, mais uma pista de como funcionam os micro-ciclos da macro-evolução.

Mas isto é demasiado preocupante. Pois vemos no reino animal que os 10% de predadores sempre seguiram o caminho errado e acabaram sendo condenados à extinção. Isso é fácil entender porque. Forma os seus corpos uma matéria cujo supremo sentido de existência é buscar o estado de equilíbrio termodinâmico para seu aspecto massa enquanto mantem seu aspecto energia em elevado frenesi. Isso se traduz em termos humanos para o objetivo supremo de conseguir uma propriedade que seja um palácio-paraíso e poder sobre seus escravos, o qual é o caminho  trilhado por todos os humanos até hoje – tenham ou não  conseguido este objetivo. Assim, sua tendencia é se tornar um sistema fechado em si mesmo. Mas as galaxias já conseguiram este estado antes e delas herdamos o tal gene egoísta, o qual justamente representa este supremo objetivo.

É preocupante porque vemos em todos estes sistemas sociais os humanos trilhando o mesmo caminho das espécies que foram condenadas à extinção. Ao invés dos 10% escolherem serem o suporte carregador da evolução natural como são os 10% do DNA, eles se acomodam super-especializando num modo de existência – apenas almejando aumentar seu poder e riqueza e manter este status – tornando-se conservadores de uma forma provisoria da evolução, tentando assim fecharem as portas à evolução. Uma alternativa para evitar este destino macabro seria entenderem e assimilarem os valores morais que emanam da cosmovisão da Matrix/DNA,pois assim, todos seriamos salvos.

E quanto aos 90%? É uma sina pré-determinada que eles tem de existirem e manterem-se nessa absurda condição de existência? Como se suportaria a vida no espaço sideral sem os átomos e a s galaxias? Como se suportariam os inventores e antenas intelectuais da espécie humana sem a comida e as casas feitas pelos 90%? Esta questão é importante e vou mante-la sob pesquisa, mas desde já me se apresenta uma alternativa: A espécie humana é diferente de tudo o que a Natureza fêz até hoje porque ela é mentalizada. Isto pode significar que nós não temos que repetir o passado, mas como consciência que emerge de dentro da Natureza, devemos encetar um novo  salto mutativo evolutivo, gerando um sistema social que não precise ser nem 1% lixo.

 

 

 

O DNA Disperso das Bactérias… Estava Escrito nas Estrêlas

segunda-feira, janeiro | 26 | 2015

Você sabia que seu corpo não é… bem… não é seu? Vocé só é dono/dona de 10% de seu corpo. Os outros 90% não lhe pertencem.

Calma, não fique alarmado/a porque não vou denunciar mais uma dessas teorias da conspiração, dizendo que alguma companhia ou governo se apossou do titulo de propriedade de 90% do seu corpo.

Acontece que seu corpo é formado por bilhões ou trilhões de células, mas 90% destas células pertencem a outros seres vivos, chamadas “bactérias”. Você é um eco-sistema ambulante! Portanto louco daquele que negligencia, ignora o conhecimento sobre o que é, como vivem, o que precisam, quem é, uma bactéria. Estará ignorando a maior parte de si mesmo. Vamos então aprender algo muito importante sôbre as bactérias.

Observe a estrutura básica de uma bactéria

 

As bactérias são dos seres vivos mais primitivos que apareceram na Terra, consistem apenas de uma célula, a qual está incompleta em relação as células mais modernas, como as que compõem 10% dos nossos corpos. Elas não possuem uma membrana separando o núcleo do resto da célula. Sem uma membrana nuclear, o seu DNA fica disperso, nadando, no liquido da célula, o citoplasma. Ora, isto nos leva a pensar que o ser ainda mais  primitivo que existia antes e evoluiu para bactéria, também não tinha membrana nuclear, que seu DNA tambem estava livre da cela nuclear. E é justamente isso que descobrimos depois da fórmula da Matrix/DNA. Acontece que esse ancestral da bactéria não estava na superfície da Terra e o seu corpo inteiro nada mais era que o próprio DNA. As organelas que hoje temos em nossas células – como ribossomos, mitocôndrias, lisossomos, etc. – estavam “dentro” do DNA! Eram as bases nitrogenadas e açucares que hoje constituem os nucleotídeos. Coisa de louco… mas totalmente racional.

Sugere a fórmula, que os sistemas astronômicos como os estrelares e galácticos, tiveram uma unidade fundamental comum a todos eles, assim como o DNA é hoje aqui na Terra, a unidade fundamental comum a todos os seres vivos. Essa unidade fundamental é como um tijolo, um bloco de uma construção, mas como esse nome no idioma português fica meio esquisito,vamos usar o nome em inglês: “building block”. Portanto, os sistemas astronômicos tiveram seu building block, mas a grande surpresa é que, ao montar a anatomia desse building block astronomico, a Matrix/DNA nos levou a perceber que se ele for miniaturizado – ou seja, reduzido seu tamanho astronomico para o tamanho microscópico – ele tem a mesma figura e funcionalidade de um par lateral de nucleotídeos… que é o building block do DNA! Imediatamente gritamos “Heureka!!!”… ao descobrir que o DNA nada mais é que o atual produto evolucionário de um building block universal, uma “Matriz”, que vem desde antes da formação dos primeiros astros e galaxias!

 

Mas tínhamos um problema: como é que o building block astronomico veio parar na superficie da Terra e levantar-se, sair caminhando como um ser vivo?!

Tem que ter sido por um mecanismo parecido com o processo genético: memória registrada de um corpo-sistema adulto, duplicação dessa memória e separação entre as duas duplicatas, transmissão dessa segunda cópia para um novo ambiente externo, construção de outro corpo-sistema obedecendo a ordem cronológica de como os dados foram registrados na memória, nova duplicação dessa memória, e assim se dá o ciclo da Vida que denominamos “genética”. Porque denominamos os dados registrados nessa memória, de “genes”.

Mas porque o processo genético tem que ter sido o mesmo aplicado na passagem do building block astronomico, para o building block dos seres vivos? Ora… pura dedução racionalista: não conhecemos outro processo natural que faça isso, todas as passagens posteriores dos building blocks biológicos foram por este processo, seria ilógico inventar imaginariamente outro processo por achar que antes os building blocks se moviam, se transmitiam, de modo diferente.

Então o que descobrimos quando aplicamos o processo genético para calcular como uma galaxia caiu na Terra e diminuiu tanto de tamanho e saiu por aí engatinhando atrás de comida?!

Não posso aqui descrever completamente como foi esse calculo,  pois isto demandaria um livro. Então vamos resumir.

O building block astronomico é um sistema e dinamico, funcional, quase assim como é o corpo de um ser vivo. Com uma importante diferença: enquanto o building block do DNA e todos os seres vivos são sistemas abertos – interagem com as coisas do mundo externo a eles, evoluem, etc. – o building block astronomico é um sistema fechado em si mesmo, não interagindo com nada desse mundo e pretendendo ser eterno, sem se transformar e evoluir. Tais sistemas seriam uma espécie de moto continuo, um motor perpétuo, se não existisse a lei natural da degeneração e morte, a qual pode ser medida por nós. A unidade de medição dessa degeneração não é o metro nem o quilo, ela se chama “entropia”. E quando  a entropia ataca o building block astronomico ela não começa pelo centro nuclear do sistema, mas sim pela superficie, pela periferia do sistema. Nos sistemas abertos, a degeneração e morte já está determinada no DNA, ela vem de dentro para fora; no sistema fechado ela vem de fora para dentro, como ocorre nas erosões das rochas. Parece até que Deus ou o Universo tem um propósito para as coisas que existem dentro do Universo formando a Natureza, esse propósito determina que haja evolução, que ninguem fique parado e eternizado numa forma provisória dessa evolução, por isso todas as formas são  provisórias, todas tem que serem transformadas e as antigas desaparecem, e se alguem tentar o contrario, não adianta, pois o Universo tem uma carta escondida nas mangas e aciona-a: “A Morte!” Brrrrr….

Começando de fora para dentro, a degeneração vai fazendo com que as menores particulas de um corpo saiam fora do seus canais e fluxos normais, de suas posições anteriores, e como o sistema é fechado não permitindo que nada entre nem saia dele, estas particulas degradadas de massa e energia se interiorizam, indo direto para o centro do sistema. Voces já ouviram falar nos temidos e nocivos radicais livres que se movem dentro dos nossos corpos? Pois são as tais partículas entrópicas, com a diferença que nossos corpos são sistemas abertos e podem expulsa-los.

Assim um sistema termodinâmico em equilíbrio começa a desmoronar e colapsa-se sobre si mesmo. Mas em se tratando de sistema astronomico, esse colapso demora milhões ou bilhões de anos humanos. Graças a esse tempo gigantesco, seres vivos podem surgirem dentro de um sistema em colapso, tem tempo para evoluírem e emigrarem para fora de um sistema solar e de galaxias antes que caiam sobre suas cabeças. Ora, quando os radicais -livres, que são as menores particulas de um sistema, e por isso vamos chama-las de bits-informação de um sistema, caem em direção a um centro nuclear, eles podem encontrarem no caminho um obstaculo, tal como um planeta, e assim se quedam e se agregam ao planeta. Ao continuarem caindo se juntam em certos locais. Acontece que cada particula imita o tôdo, é o todo miniaturizado, e se o todo é um sistema funcional, como são os sistemas vivos, estas particulas parecem e se comportam como “vivas”. Ao se encontrarem com suas antigas vizinhas vão se conectando e depois se conectam com as que eram vizinhas mais distantes… e acabam por recriar o sistema de onde vieram… em miniatura! Isso é o mesmo que… genética! Esta era a forma não-viva, cosmológica, da genética, antes dela chegar a nós. Um corpo humano adulto, medindo 2 metros e pesando 80 quilos, é reduzido a um microscópico óvulo ou espermatozóide, transmitido para um novo ambiente, e dali, um corpo humano é formado com 30 centimetros e 3 quilos, para crescer e ter as mesmas medidas do corpo do qual veio! Nanotecnologia e giantologia naturais! Esse mundo não é mesmo… bonito ?!

E fica ainda mais bonito quando percebemos como agora… que tudo já estava escrito nas estrêlas!

Mas notamos que existe uma diferença na transmissão genética entre um buiding block astronomico para um building block do DNA, e na transmissão da memória de um corpo humano adulto para um bebê: enquanto no caso humano o genoma vai encerrado dentro de um pacotinho, uma membrana nuclear ( como é o espermatozóide, o óvulo), no caso astronomico ele vai “disperso”, com seus bits separados, no tempo e no espaço.

Êpa!… Êpa! Pera aí… Você disse “disperso”? Mas já ouvi essa palavra hoje e aqui… onde foi mesmo?

Dissemos que o DNA da bactéria está disperso no citoplasma. Ele tambem não tem uma membrana como nos espermatozóides ou nas células modernas. Mas o DNA das bactérias já apresentas um grande avanço evolutivo em relação a seu ancestral que paira nos céus: ao menos, ele não tem seus bits, seus genes dispersos.

Você percebeu como fica bonita a História do Mundo quando conseguimos entender mais coisas e começamos a juntar os palitinhos? A conetar os elos evolucionários? A bactéria é uma forma intermediaria entre o ancestral celeste e a primeira célula realmente completa na Terra. Antes era a dispersão total, dos genes separados entre si e das cópias da “Matriz/DNA” tambem separadas entre si. Depois os genes conseguiram se unir e formar um todo coeso, mas esse todo ainda era disperso no ocano de citoplasma. Depois se gerou uma membrana para separar o todo coeso do resto da matéria externa, nada mais é disperso agora. Assim caminha a evolução: passo a passo, degrau por degrau, os building blocks vão construindo um edifício cada vez mais sólido, perfeito. Uma bolinha inicial no meio de um oceano – uma mórula no meio amniótico – se torna um forte e belo edifício… glup… quero dizer… um belo bebê!

Mas parece mesmo que tem alguma inteligencia fantástica por trás disso tudo! Essa diferença entre transmissão de dados dispersos ou empacotados causa um resultado tambem bem diferente: se os genes chegam num ambiente dispersos, se juntam meio caoticamente e formam sistemas incompletos, de muitas formas diferentes; se os genes chegam todos unidos dentro de uma nave ou capsula membranosa, só existe uma forma possível a ser gerada, que é a cópia exata do sistema de onde vieram. Por isso que os genes vindos do céu criaram na terra essa enorme diversidade de formas de seres vivos…, enquanto os genes que vieram de nossos pais só poderiam criar uma unica forma de ser vivo… à imagem e semelhança de nossos pais. Entendeu agora de onde surgiu essa diversidade das espécies? E o mundo não é mesmo uma belezura?

Devido o mundo e suas criações – como os corpos humanos – serem belos, é que eu queria ser o dono único do meu corpo total. Estou mesmo decidido a botar estes 90% de bactérias para fora…

Glup… Mas aí vou ficar com apenas 18 centimetros de altura, 8 quilos, e não acho que meu corpo vai funcionar mais direito. Está decidido! Podem ficar aí… donas bactérias.


U.S.A: Copyright Washington n. 000998487/2001-02-20 | Brasil: Reg. Dir. Autorais - Brasília n. 106.158/11-12-1995 | Louis Charles Morelli