Posts Tagged ‘Geral’

Noturnos: 5 Dicas para Tornar-se Diurnos, Rapido

sexta-feira, outubro 4th, 2013

How To Trick Yourself Into Becoming A Morning Person

(Tradução: Como se tornar um galo ou uma galinha… opa… quero dizer, como treinar você mesmo para se tornar uma pessoa madrugadora)

http://www.businessinsider.com/how-to-trick-yourself-into-becoming-a-morning-person-2013-10

man yawning

A qualquer momento posso precisar disso, já que muitos anos trabalhando a noite toda me bagunçou o relógio biológico. Portanto registro o link aqui.

Os 16 materiais mais caros do mundo.

terça-feira, agosto 27th, 2013

Esta materia vou aqui copiar na integra porque quero pequisar alguns destes materiais ( o que sao, para que servem, etc. E pensar que vi tanto material, tantas pedras brutas diferentes na selva amazonica, que poderia ser um destes aqui…

http://myscienceacademy.org/2013/01/14/top-16-expensive-materials-in-the-world/

TOP 16 EXPENSIVE MATERIALS IN THE WORLD

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16) Saffron: ( Açafrão) ( 11 dolares a grama)

Wikipedia:  O açafrão é extraído dos estigmas de flores de Crocus sativus, uma planta da família das Iridáceas. É utilizado desde a Antiguidade como especiaria (pimenta), principalmente na culinária do Mediterrâneo — região de onde a variedade é originária — no preparo de risotos, aves, caldos, massas e doces. É um item essencial à paella espanhola. É tida como uma das mais caras ou a mais cara especiaria do mundo uma vez que, para se obter um quilo de açafrão seco, são processadas manualmente cerca de 150.000 flores, e é preciso cultivar uma área de aproximadamente 2000  m².1Quando seca, a flor desprende de seus órgãos um pigmento amarelo e um óleo volátil, tradicionalmente usado como corante de tecidos.

Flor de açafrão, ao anoitecer, com carpelos vermelhos visíveis.

 Flor de açafrão, ao anoitecer, com carpelos vermelhos visíveis.

14) Rhodium ( Rodio, 58 dolares a grama)

ródio é um elemento químico de símbolo Rh de número atômico 45 (45 prótons e 45 elétrons) e de massa atómica igual a 102,9 u. À temperatura ambiente, o ródio encontra-se no estado sólido.

Está situado no grupo 9 ( 8 B ) da Classificação Periódica dos Elementos. É um metal de transição, pouco abundante, do grupo da platina. É encontrado normalmente em minas de platina e é empregado como catalisador e em ligas de alta resistência com a platina.

12 – Methanphetamine – ( Metanfetamina, 100 dolares a grama)

metanfetamina (MA) é uma droga estimulante do sistema nervoso central (SNC), muito potente e altamente viciante, cujos efeitos se manifestam no sistema nervoso central e periférico. A metanfetamina tem-se vulgarizado como droga de abuso devido aos seus efeitos agradáveis intensos tais como a euforia, aumento do estado de alerta, da auto-estima, do apetite sexual, da percepção das sensações e pela intensificação de emoções. Por outro lado, diminui o apetite, a fadiga e a necessidade de dormir

Idéias Geradas pela Matrix/DNA: Três Dicas para Pensar Diferente, Fora da Caixa

domingo, novembro 4th, 2012

3 Ways To Think Outside The Box

Posted by: Nerd on October 30, 2012 in LifestyleNerdNash

http://nerdatthecooltable.com/2012/10/3-ways-to-think-outside-the-box/

When employees arrive at a brainstorming meeting at MBooth, a communications agency in Manhattan, they see confetti strewn across the table, posters with prompts like, “Tell me an idea inspired by the word electricity,” and a picture of Ryan Gosling with the caption, “Hey girl, what would get me to shop here?” They are given a marker and ten minutes to write ideas on the walls.

The unusual experience is carefully designed to help them think outside the box.

Andrew Rossi, MBooth’s creative director, is responsible for making the agency a hub of innovation. He stepped into the role in 2009 when fresh ideas were starting to run dry. “Clients stay with us for a long time,” he says. “We were thinking about the same clients over and over and (our ideas) were just getting stale.”

Rossi started researching how creativity works and overhauled MBooth’s creative process, earning an award for ’2012 Creative Agency of the Year’ from the Holmes Report.

Here, Rossi shares three tips that can help your company come up with original ways to reach your business goals:

1. Set parameters to focus your ideas. Ironically, too much freedom can hinder your creativity. Boundaries help your memory function, giving your ideas more depth and breadth. “Too many times, people start off really broad,” Rossi says. “That’s a lot of pressure. It’s easier to anchor an idea somewhere.”

As you brainstorm, focus your thinking by asking specific questions. For example, if you’re looking for new marketing strategies, list ten things you could do on Facebook or five ideas that involve crowdsourcing. Play with a variety of prompts and write down whatever comes to mind, no matter how loosely associated.

Ok. Preciso aumentar a auduência para Matrix/DNA no Facebook, Twitter, Google+, etc. O que eu poderia fazer nestas redes sociais?

1) Todo dia iniciar Internet por elas;

2)

2. Search for random inspiration. To think outside the box, you need to trigger your brain to make connections it normally wouldn’t make. To do that, look for inspiration that seems entirely unrelated to the problem.

Rossi often prompts his team with unexpected words, like pineapple or sparkles for a car company. “Nine times out of 10, the ideas people are excited about are generated by the ridiculous random prompt,” he says. To find prompts, look at popular photos on Pinterest and trending words on Twitter, or click ‘I’m Feeling Lucky’ in a Google search.

3. Aim for quantity, not quality. While you’re generating ideas, turn off your internal editor. Exhaust your good ideas and start throwing out suggestions that seem absurd or wrong. Remember, you can always make a bad idea better after the fact.

Rossi finds that speed and friendly competition help people churn out ideas without judgment. Once, he put 100 one dollar bills in the center of a table and told his team they could take one every time they said an idea. “In 15 minutes, we came up with 100 ideas,” he says. “Fifty of them were really interesting.”

Sensacional!… Para Evolução da Nossa Mente: Slide Show das Dimensões Entre Objetos do Universo

sexta-feira, setembro 16th, 2011

Apesar de todos os absurdos da minha existência de miserável menor sem familia criado na rua, às vêzes a vida vale a pena e consegue me arrancar um sorriso feliz, quando vejo uma obra espetacular da inteligencia humana, e assim, altruística, exposta gratuítamente, para elevar nossa mente desde o solo deste planeta rumo às maiores dimensões do Cosmos. Veja a obra “googlando” o link abaixo, mas veja com calma, meditando sôbre cada dimensão dentro da dimensão final, e vice-versa. Porque o mundo é assim? O que pensaria um objeto natural do tamanho de Jupiter se soubesse que dentro dêle, formando o corpo dêle, existem vários outros “seres” vivendo outros mundos devido as possibilidades oferecidas pelas diferenças entre as dimensões das grandezas?! Se existe um criador inteligente por trás disso tudo, do que mais êle seria capaz, o que teria pensado quando fêz o mundo assim, como êle conseguiria operar na nano-escala da mesma maneira que controla a macro-escala?! Meu Deus… êsse mundo ainda guarda muitas fascinações que irão deleitar as mentes de nossas futuras gerações. Tenho pena dos nossos antepassados, que morreram sem terem a menor idéia da existência destas qualidades dêste mundo onde existiram, porque ficaram se conflitando e se destruindo por ninharias quando o tesouro para satisfazer a todos estava logo ali à espera…

HTwins.net

The Scale of the Universe

Observe que existe no site a versão em português. E antes de começar deves puxar o cursor para a ponta esquerda.

http://htwins.net/scale/pt.html

Senão der, vá aqui:

http://primaxstudio.com/stuff/scale_of_universe/index.php

E a seguir o comentário que deixei abaixo do slide:

” Wonderful! Congratulations. Sugestion for next job: comparison between the dimensions of phetus grow, from fecundation to baby. At the side of each human shape, choose a identical shape of Universe’s evolution. Example: blastulae=atomic nebulae; multicellular body=galaxy. As Matrix/DNA Theory suggests that embryiology recapitulates cosmological evolution. Should be good inserting the shaples of Haeckel’s laws of recapitulation. Cheers …”

A FACE DE LUCA – O Verdadeiro Adão/Eva Que Caiu do Céu

quinta-feira, agosto 18th, 2011

The ” Last Universal Common Ancestral”

>> O Deus caido do Paraiso e Criador da Vida na Terra <<

Há 200 anos, desde a fantástica idéia de Charles Darwin, um exército de neo-darwinistas atacando em tôdas as frentes ( da biologia molecular à geologia ), tem revirado a lama de pantânos e o lôdo do fundo de oceanos à procura da criatura microscópica que teria sido o elo entre o mundo inanimado e o mundo dos seres vivos. Denominado “LUCA”, sigla inglesa para “Last Universal Common Ancestral”, êste se tornaria o personagem provocador da maior revolução no pensamento de um filósofo naturalista, quando, em uma solitária incursão nas regiões mais longinquas e selvagens ainda intocadas da Selva Amazonica (ultima testemunha ainda virgem dos eventos nas origens da Vida ), observava os sistemas naturais e aplicando o método da anatomia comparada entre sistemas vivos e inanimados, foi obrigado pelas pistas e evidências acumuladas a levantar os olhos para o céu e, deslumbrado, ver a… face de LUCA. 

Agora observando a figura desta face entendemos que LUCA foi e continua a ser a obra da Natureza mais espetacular de todos os tempos! Êle é uma máquina perfeita, um verdadeiro moto-continuo, porem êle morre como qualquer outro ser mortal. Êle existe mas não existe ao mesmo tempo. Ele contem uma estrutura como a do DNA, como qualquer outro ser vivo, mas não se trata do DNA.

Na figura a seguir mostramos um retrato falado desse ser que ainda nos dias de hoje é um dos mais influentes sobre nossas vidas:        

LUCA - The Last Common Ancestral

LUCA é um PROTO-SISTEMA formado por um unico corpo (astro) que se transforma pela ação do CICLO VITAL .  LUCA é a unidade fundamental (building block) das GALÄXIAS, e reproduz-se microscópicamente como NUCLEOTIDEO, o building block ou unidade fundamental de informação do RNA e DNA.

Para entender quem é LUCA e como ele “desenhou” nossa existencia, precisamos antes recordar o que é ciclo vital, e vamos tomar como exemplo, o humano.

Ciclo Vital Humano pela…

“Teoria da Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”

Nesta figura o Ciclo Vital usa apenas um corpo (hermafrodita) para formar um protótipo de sistema natural completo. A Natureza nunca cria do nada diretamente alguma coisa, antes ela faz experiências com formas mais simples, ensaios, protótipos, só então finalmente os fixam como existentes. Por exemplo, antes ela fêz corpos simples, como átomos e astros, e os pôs a rolar sob o processo de um ciclo vital, e só então ela fixou o circuíto sistêmico daí resultante como o primeiro sistema vivo, o sistema celular. Para entender o que é o LUCA que existe mas não existe, é preciso lembrar um retrato falado de todo corpo humano  tal como o meu e o seu, quando nós tambem existimos em relação a um ponto no tempo e espaço, mas não em relação às totalidades do tempo e espaço. Não é possível a você entender quem foi meu avô se eu apenas lhe mostrar uma foto dêle e numa casa. Se a foto era dêle quando bebê, você não consegue fazer idéia de como êle era quando adulto, e vice-versa. Tambem se a cidade era de quando êle tinha 10 anos você não consegue ver seus movimentos e lugares quando estava com 50. A explicação está num fenômeno descoberto por um cientista genial, da Fisíca, o grande Heisenberg: se você fixa uma partícula num ponto do espaço para medir volume, definir sua forma, etc., não consegues medir sua velocidade, idade, etc., e vice-versa. Isto porque as partículas foram nossas ancestrais, portanto as propriedades do ciclo vital já estavam existindo nelas em seus principios mais simples. Como consequencia desta Lei, o mundo, num dado momento qualquer, só pode ver seu corpo como criança ou então como adulto, nunca as duas formas ao mesmo tempo. LUCA é assim: enquanto visto numa forma e idade apenas podemos estar vendo um planeta ou um pulsar que não explica como êle pode ter sido nosso ancestral, mas se visto em tôdas as suas formas e lugares fixos numa só figura ou filme, aí sim, entendemos tudo. Por isso nunca ser humano algum tinha visto LUCA, quando na realidade é impossivel deixar de vê-lo a cada momento que abrimos os olhos!

Isto acontece porque nêste mundo material que existimos, desde as origens do Universo a Natureza tem se esforçado em organizar a matéria em sistemas cada vez mais evoluídos. Para tanto ela usa uma fórmula invisivel, como é o software que opera o hardware de seu computador, ou a mente que dirige seu corpo à ação. Vejamos essa fórmula, á qual denomino de “A Matriz Universal”:

DIAGRAMA DO PROTO-SISTEMA “LUCA” - The Last Universal Common Ancestral

Mas a vida é assim. Milhões viram maçãs caindo mas apenas Newton se perguntou: “Why?!” (Porque?!). Da mesma forma, milhões já viram gravuras de uma célula vital, que foi o primeiro ser vivo realmente completo, todos vêm que a célula é um sistema e não uma parte, mas apenas um filósofo isolado na selva estudando sistemas teria a pachôrra de passar as noites solitárias se perguntando: “Why?!” – ” Por que um sistema? Se o planeta que a gerou é uma parte e não um sistema, como podem partes gerarem sistemas? Ou não terá sido apenas a Terra, e sim o sistema a que ela pertence? Mas então como será êste sistema?!”

Existir como parte e não existir como sistema ao mesmo é uma consequencia do que se denomina “Ciclo Vital”: os corpos mudam, tem suas formas transformadas a cada milionésimo de segundo, ou seja, em cada menor fração de tempo possivel ele perdeu ou recebeu pelo menos alguma nova particula. Observe novamente a figura do ciclo vital humano: 

… Um dêsses microbios que vivem apenas algumas horas dentro de um corpo humano, jamais acreditaria que o corpo-universo onde êle existe muda tanto de forma, a ponto de um baby tornar-se um ancião de bengala na mão. Qualquer deles juraria que o corpo humano surge da forma que êle e milhares de suas gerações o conhecem. Nós somos como micróbios em relação ao tamanho e tempo do Cosmos. Vai daí que acreditar na teoria da geração espontanea dos astros foi um passo racionalmente lógico, como foi a crença na geração espontânea da Vida pelos pensadores gregos. Pois nós estamos a milhares de anos vendo as formas de astros no céu, e agora podemos vê-los com potentes instrumentos, e ainda estamos cometendo o mesmo tipo de êrro lógico grego. E na escola nossas crianças são ainda ensinadas que cada forma de astro celeste surge por geração espontânea, ao acaso – como efeito direto de uma nebulosa de poeira estelar!

Mas… segure-se na cadeira: êles são tão vivos quanto nós somos, nêste aspecto. As cinco ou seis formas diferentes de astros que conhecemos… são as formas de morula, embrião, baby, criança , adulto, e até a forma do cadaver, de um unico astro! Os astros  – apesar da aparente forma esferica sem maior significado, tambem nascem, crescem, tornam-se sexualmente ativos, se reproduzem, tornam-se anciãos e morrem como cadaveres!

Qual seria a verdadeira foto sua, se um pretendente extraterrestre na Internet espacial lhe pedisse? Se mandasse uma atual, não iria lhe dar muita informação sobre como e quem és. Se mandasse uma na forma de baby…ia piorar as coisas para o deslumbrado extraterrestre. Enfim, a verdadeira e correta foto para uma inteligência de outro mundo entender e conhecer a espécie humana teria que conter ao menos suas sete formas principais e dar alguma pista mostrando que uma se transforma na outra. Mas nós somos inteligencias de outro mundo em relação às especies astronomicas… Entendeu? Nós nunca olhamos antes para nossos tata-tataravós que estão no céu com o olhar do entendimento. Nunca nos apercebemos dêle, o qual gerou nossos ancestrais biológicos mais primitivos, o qual está à nossa volta por todos os lados que nos viramos, do qual existimos dentro de seu corpo, enquanto êle está dentro de nós, inscrito e registrado no nosso código genético… e nem sabíamos que ele existe!  

De fato, que algum dia pudesse passar por uma cabeça humana a idéia de que planetas se transformam em pulsares e êstes em estrêlas, que um pulsar é “marido” de uma “quasar”, que astros despejam no espaço óvulos e espermatozóides como algumas criaturas primitivas despejam nas águas dos oceanos… parece mesmo coisa de louco! Mas tambem pareceria louco aos olhos de todos os micróbios que vivem dentro de um corpo humano adulto hoje e tivessem vendo por um poro da pele um baby distante num berço, o micróbio que dissesse que aquêle corpo em que estão foi um baby no passado… Não se precipite rindo de mim, pois muitas são as armadilhas no nosso caminho preparadas pelo relativismo do tempo e espaço.

(Bem, continuaremos a falar de LUCA nêste artigo voltando aqui sempre que nesta vida quase sem tempo sobre algum tempo e haja mais alguma novidade…)    

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Pesquisa Sôbre LUCA – Obs: Notar que na categoria LUCA existem vários diferentes artigos que precisam ser reunidos numa só pagina.

 – Artigos relacionados:

Bom site para se atualizar sobre LUCA: http://www-archbac.u-psud.fr/Meetings/LesTreilles/LesTreilles_e.html

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ActionBioscience.org 

http://www.actionbioscience.org/newfrontiers/poolearticle.html#getinvolved       

What is the Last Universal Common Ancestor (LUCA)?

Anthony M. Poole

LUCA, the last universal common ancestor, is still an enigma but scientists have been able to:

  • find more answers in the genetic code
  • revise and reconstruct evolutionary trees
  • understand more about the role of gene swapping in evolution 

Cells are so small that even a cluster of these cells from a mouse only measures 50 microns. Image from wikibook Cell Biology textbook, John Schmidt.

In the study of early life on Earth, one name towers above the rest: LUCA. LUCA is not the name of a famous scientist in the field; it is shorthand for Last Universal Common Ancestor, a single cell that lived perhaps 3 or 4 billion years ago, and from which all life has since evolved. Amazingly, every living thing we see around us (and many more that we can only see with the aid of a microscope) is related. As far as we can tell, life on Earth arose only once.

Answers in the genetic code

Life comes in all shapes and sizes, from us humans to bacteria. So how do we know that all life has evolved from a single cell? The answer is written in the language of the genetic code 

The genetic code spells out DNA.

  • The genetic code is the language in which most genes are written into DNA.
  • Such genes are recipes for making proteins.
  • Proteins are what make the cell tick, doing everything from making DNA to digesting the food we eat and extracting the nutrients.
  • Incredibly, the exact same code is used in humans and bacteria, so a gene from a human being can be put into a bacterium, and the bacterium will make the human protein — this is how insulin is made.

The genetic code is universal for all life.

That the genetic code is universal to all life tells us that everything is related. All life regenerates itself by producing offspring, and over time small changes in the offspring result in small changes to the protein recipes. But because the recipes are written in the same language (the genetic code), it is possible to compare these recipes (and other genes) to build the equivalent of a family tree.

Family trees

The tree of life explains relationships among all living things.

In this way, biologists have succeeded in making the mother of all family trees — the tree of life. The tree aims to establish the relationships between all living things, and has already revealed some surprises. Most striking is the discovery of the archaea (image B).1 These are simple organisms that, to look at them, are indistinguishable from bacteria (image C). 2 Before the prototype tree of life was built in 1977, it was thought that life had two major branches, the eukaryotes (e.g., plants, animals & fungi) and the prokaryotes (bacteria, and what are now known as archaea). The decision to split life into two branches was largely based on the visual difference between cells. Eukaryotes all possess a cell nucleus while prokaryotes  don’t. But despite appearances, archaea and bacteria are as different from one another as either is from eukaryotes. So, the tree of life is now known to consist of:

  • Archaea
  • Bacteria
  • Eukaryota

It is astounding that as recently as 25 years ago we were blissfully unaware that we and bacteria shared the planet with a third form of life!

Reconstructing LUCA

Which features of the archaea, bacteria, and eukaryotes can be traced to LUCA?

The tree of life is without doubt one of the great achievements in biology (image F). But for some researchers it is merely a means to an end. These researchers are trying to reconstruct LUCA, the cell from which all life has evolved.3 The question they are asking is, “which features of the archaea, bacteria and eukaryotes can be traced back to their common ancestor, LUCA?” This should be a very simple task — simply compare all three groups and choose the features that are common to all. By rights, LUCA’s reconstruction should be a done deal what with 70 or so complete genomes across the whole tree having been deciphered. (A genome houses all the genes in an organism, and a ‘catalogue’ of these genes is obtained by sequencing the organism’s DNA.) Unfortunately, it’s not that simple, for two reasons:

  • genes get lost
  • genes get swapped

How can we tell if a gene is ancient?

DNA provides clues to the age of a gene.

  • The implication of genes being lost is that when we compare genomes to see which genes are common across all life (that is, which are ‘universal’), we underestimate how many genes were originally in LUCA. Some of the genes that are not universal can be added to LUCA because clues to their origin can be found by looking at what they do. While we can make an educated guess as to whether a non-universal gene was in LUCA, most genes that are not universal are probably ‘new inventions’, specific to one of the three major branches of the tree. In fact, many may only be specific to one small group of, say, the archaea.
  • Another way to check if a gene is ancient is to look at whether it is a recipe for protein or RNA. This is an important clue because some RNAs date back to an even earlier period than the time when LUCA lived. The logic goes thus: if an RNA is older than LUCA, then LUCA had it too, even if that RNA is no longer universal.While dealing with gene loss is tricky, it is not an insurmountable hurdle — it just means reconstructing LUCA will be peppered with a lot of educated guesswork, and probably a few gaps. But gene swapping is another matter altogether — it threatens to fell the tree of life, and consign LUCA to the dustbin.

Horizontal gene transfer is another term for gene swapping.

Gene swapping (or horizontal gene transfer as it’s often called by biologists) has been known about for decades. What biologists are only now beginning to look at is the extent to which genes are transferred between organisms. Comparing two bacteria from the same species reveals major differences.9 For example, Escherichia coli is a common gut bacterium that is part of our natural gut flora. But the O157:H7 strain causes severe gastrointestinal ailments. The genomes of both a harmless variant (K-12) and the O157:H7 strains have been deciphered and compared, and the result is striking.

  • 1387 of the 5416 (26%) genes in O157:H7 are not in K-12.
  • 528 of K-12’s 4405 (12%) genes are not in O157:H7.

Many of the O157:H7 genes are arguably foreign genes that have been borrowed from elsewhere. If we compare two people, or even a person with a chimpanzee, there’s nowhere near this kind of variation — humans all share the same genes, and humans and chimps may well have only a handful of genes that are different between our two species.

On a broader level, a now famous comparison of Escherichia coli K-12 to Salmonella enterica (another species of bacterium often responsible for food poisoning) concluded that:

  • At minimum, 17% of the K-12 genome has been borrowed since these two bacteria split from a common ancestor around 100 million years ago.10
  • LUCA would have roamed the Earth 3-4 billion years ago, so if all genes are so easily swapped, any evidence for LUCA would have effectively been scrambled because genomes are so severely shuffled.6

Not all genes are equally swappable.

So where does this leave LUCA? A pessimist would say that LUCA is out of reach. However, it is far from obvious that all genes are equally swappable. Some, like genes for antibiotic resistance, are the gene equivalent of gypsies:

  • when there is antibiotic present, they provide a bacterium with resistance11
  • once the antibiotic disappears, they too are often lost

Other genes produce proteins that lock together with other proteins into large protein complexes, much like a 3D jigsaw. The ability for one jigsaw piece to be swapped with the equivalent jigsaw piece from another organism will depend on how similar the jigsaws are. Escherichia coli K-12 and O157:H7 could probably exchange such genes with relative ease, but a bacterium and an archaeon probably wouldn’t have a hope of doing so, even though such jigsaws perform the same biological role.12 Is gene swapping as common across other branches of the tree? We animals don’t tend to swap protein recipes like bacteria do, but we have done this in the past. There is now overwhelming evidence that we are part bacterium.13,14

Evidence indicates gene swapping in human DNA.

  • Our bacterial ancestry comes in the form of mitochondria  tiny power plants housed in our cells.
  • The DNA of your mitochondria is miniscule, with only a handful of genes. But mitochondria were once full-blown bacteria that took up residence in and struck up a partnership with one of our distant single-celled ancestors.
  • Since then, much of the DNA from the original bacterium has been thrown away, but a lot of it has ended up in the DNA of our nucleus.

The good news for LUCA biologists is that we seem to be pretty successful at identifying which bits of our nuclear DNA came from the mitochondrion, and which bits were already there. So to some extent, it might be possible to disentangle parts of the tree of life. But is it enough to save LUCA?

One or many LUCAs?

Carl Woese suggests there may be more than one LUCA.

Carl Woese, one of the key players in the bid to reconstruct the tree of life, has added another twist to the LUCA puzzle. He has got researchers fired up by suggesting that:

  • LUCA was also into gene swapping, and on a much larger scale than what we observe in modern bacteria
  • gene swapping was once more important than inheritance from parent to offspring, and that early archaea, bacteria and eukaryotes each emerged independently from a ‘sea’ of gene transfer8

It’s not clear how his claims could be tested, but they are certainly food for thought — if he’s right there never was a single LUCA, but more of a community of genes loosely associated with cells.

Conclusion: LUCA is still a puzzle but science continues to find pieces of the puzzle.

The jury is still out as to how to reconstruct LUCA, and whether horizontal gene transfer will turn this task into a futile one. However, if not all genes are equal in the game of horizontal gene transfer, biologists stand an outside chance. Either way, there are plenty of exciting challenges, and many unknowns for those trying to build the tree of life and reconstruct our origins. For instance, just this year a member of a new group of microscopic archaea has been identified from a deep-sea trench.15 To give you some sense of perspective as to the significance of this discovery, it is roughly equivalent to discovering the first plant! Whether there was one or many LUCAs, these are definitely exciting times.

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My Name is LUCA – The Last Universal Common Ancestor

Anthony Poole

Looking down a microscope at a human cell, there is not a lot that it seems to share in common with a bacterial cell. But just as linguists have been able to establish that all human languages have a common origin, so it turns out that all cellular life has a common origin. The ancestor of all life on Earth today has been dubbed LUCA, short for Last Universal Common Ancestor. The fact that there must have been a LUCA was first made clear in the 1960s when the genetic code was deciphered and found to be universal. Almost forty years since the code was cracked, the emphasis is now on trying to reconstruct LUCA, but the emerging picture is substantially complicated by new insights into the evolutionary history of life.

1. Introducing LUCA

LUCA is short for Last Universal Common Ancestor, and it is from this organism that every living cell on the planet has descended. LUCA does not represent the earliest stage in the evolution of life — it is widely accepted that before the evolution of proteins and DNA (which are common to all cellular life) there was a period where RNA carried out the roles now performed by proteins and DNA [Jeffares & Poole 2000]. There are a lot of uncertainties when we go this far back in evolutionary time and perhaps all we can be certain of is that, at a point in Earth’s history (probably over 3 billion years ago), cells emerged which stored recipes for making both proteins and RNA on a third molecule, DNA.

Nevertheless, studying LUCA is not science fiction. In the same way as humans and chimpanzees shared a common history until less than 10 million years ago, all modern lifeforms shared a common history back as far as the split that gave rise to the three ‘domains’ of life we now know of as archaea, bacteria and eukaryotes; that is, back as far as LUCA. That there are three domains was first established by Carl Woese and colleagues, who found that the group called prokaryotes was actually two groups, the archaea and bacteria [Woese & Fox 1977; Woese et al. 1990]. Amazingly, this work has largely stood the test of time, and though it is argued that there has been extensive gene swapping between these two groups [Pennisi 1998, 1999; Doolittle 1999; Eisen 2000], recent analyses using complete genomes supports Woese and colleagues’ decision to split prokaryotes into archaea and bacteria [Snel et al. 1999; Sicheritz-Pontén & Andersson 2001; Brown et al. 2001].

Woese and colleagues’ discovery rested on an even more astounding one — all life stores its genetic information on DNA, using a common code which we call the genetic code. The information is stored as packets, called genes — recipes for making RNA, and proteins. The languages of DNA and RNA are so similar they may as well be called dialects, but both are markedly different from the language of protein.

Mais um ponto para Matrix/DNA: As informações estocadas no RNA e DNA tem que serem semelhantes porque ambas traduzem o circuito do sistema na exata posição em que se encontra cada ponto do circuito. Já as proteínas são amalgamas de pontos do circuito sem reproduzir a sequência do circuito

 For RNA and DNA, the information-carrying part of both molecules is made up of four bases (analogous to letters in an alphabet) read in a linear fashion, as with written human languages. In RNA, the four bases are A, G, C and U. In DNA, A, G and C are also used, while T is used instead of U. Establishing the evolutionary basis for this change from U to T is not a trivial exercise, and is an interesting problem in itself [Poole et al. 2001]; but in terms of the actual language, the difference is as minor as the variant spelling of English words, e.g., civilisation and civilization.

Segundo a Matriz/DNA esta diferença é muito importante. U representa a F5 que é a função do ramo lateral responsável pela metade da reciclagem do sistema. Se quando a face esquerda de LUCA, representada biológicamente como RNA, replicou-se construindo seu lado direito, tivesse mantido U, o DNA seria um sistema fechado em si mesmo, e se o primeiro par de nucleotídeos pudesse se replicar, todos os outros milhões de nucleotideos seriam exatamente iguais, ou seja, não haveria um código maior do que um unico bit de informação. Então, para F4 não produzir F5 no momento da origem do DNA, mas sendo necessário que a intensidade do circuito entre F4 e F6 permaneça como no original, uma outra forma intermediária entre F4  e F6 foi expressada. E esta outra forma é representada pela base Timina. Ao menos é esta a primeira conclusão que extraio dos modêlos.   

The unearthing of the genetic code, and the subsequent demonstration that it is common to all life (a gene from a human can be read by the translation machinery of a bacterium) is without a doubt a key piece of evidence in establishing that there was a LUCA. But what else can we find out about LUCA? Knowing that the genetic code had arisen tells us there was probably a LUCA, but gives us very little information on the nature of LUCA.

In a nutshell, the study of LUCA broadly revolves around two questions:

  • What features are common to all cellular life?
  • What sets the three domains — archaea, bacteria and eukaryotes — apart from one another?

At first sight, building a list of LUCA features might seem a fairly straightforward process, especially now that advances in technology allow all the genes possessed by an organism to be identified by sequencing its genome. A sensible approach would perhaps be to compare all the genes from representative genomes of archaea, bacteria and eukaryotes. Those genes that are common to all three domains were in the LUCA and those that aren’t must have been added later. Unfortunately, it’s not that straightforward, for two main reasons:

  • Some genes appear to have moved from organism to organism like genetic gypsies, confounding our ability to distinguish between features that are universal and date back to LUCA, and features that are universal because of genes moving about.
  • Some genes which were found in LUCA may no longer be universal. That means it may be impossible to distinguish some LUCA features from genes that arose later, say in the evolution of eukaryotes.

Ask any two researchers to give an overview of what they think the LUCA was like, and you will no doubt get different answers. With such a tricky scientific endeavour as this — working out what an organism that lived billions of years ago was like — this is hardly surprising. Some of my own views on one aspect of the LUCA question are to be found in an earlier piece posted on Actionbioscience.org which I co-wrote with Dan Jeffares [Jeffares & Poole 2000], but what follows is a broader overview of the fast-growing field of ‘LUCA biology.’

2. The minimal genome project

One hands-on approach to trying to uncover the biology of the LUCA has been to look for genes that are universal — that is, genes that all life forms possess. Once a list of these genes has been made, they also lead to another possibility: perhaps this list encapsulates the essence of cellular life — the minimum number of genes required to make a cell. In 1996, with the sequences of the first two bacterial genomes (Mycoplasma genitalium & Haemophilus influenzae) in hand, Arcady Mushegian & Eugene Koonin [Mushegian & Koonin 1996] tried exactly this. The most striking features of their minimal genome were:

  • A mere 256 genes
  • No biosynthetic machinery for making the building blocks of DNA

From this they tentatively concluded that LUCA stored its genetic information in RNA, not DNA, and made suggestions on how to further reduce the number of genes in their minimal genome. The work heralded the arrival of comparative genome studies, and there is no doubt that a good number of the genes in their 256-strong list do date back to the LUCA. However, the work was squarely criticised because of the omission of DNA [Becerra et al. 1997]. Both these bacteria are human parasites and it seems most likely that they did away with parts of the machinery for making their own DNA because they can steal from the host (i.e., the organism infected with these pathogens). Indeed, why put in the effort to make your own when it’s there for the taking?

Regardless of whether or not DNA was a part of the LUCA (I think it was [Poole et al. 2000], but there are plenty of researchers that beg to differ [e.g., Leipe et al. 1999]), this omission highlighted a wider problem with the minimal genome. Namely, the genomes you begin with probably affect the final set of genes. This is a problem for the following reasons:

  • How many genomes must be compared before we are confident we aren’t leaving anything out?
  • ‘Lifestyle’ can affect the final list (in Mushegian & Koonin’s work, the minimal gene set may in fact be a generic set required for parasitism in humans, and has little in common with what was required for a free-living cell to go about its business billions of years ago)
  • Gene losses: if a gene was in the LUCA, but now remains in only one of the three domains, this method would consistently leave it off the list of LUCA genes.
  • Finally, if genes can move from organism to organism (so-called horizontal or lateral gene transfer), certain genes may have done such a good job of spreading that they sometimes appear to date back to the time of LUCA, whereas in actual fact, they arose more recently.

Despite its limitations, the minimal genome concept is probably the best attempt to put money where mouth is and come up with a hard list of genes that may have been a feature of the LUCA. It is also the only sensible framework we currently have. That said, if gene transfer is extreme, genes will have moved about so often that this and related methods are rendered futile [Doolittle 1999].

Koonin has recently published an updated minimal gene set, using 21 complete genomes [Koonin 2000]. Surprisingly, of the 256 genes in the original set, only 81 remain, and this list is clearly insufficient to describe either the minimum number of genes required for a cell to function, or the genetic makeup of LUCA.

While working out which genes were part of LUCA is no easy task, the various attempts [Mushegian & Koonin 1996; Kyrpides et al. 1999; Hutchison et al. 1999] are a good starting point, and have served to highlight important problems that must be dealt with in the field of ‘LUCA biology.”

3. LUCA genomics

As the minimal genome work demonstrates, the major issues are:

  • How much does reliance on universal features underestimate the genetic makeup of LUCA?
  • How much gene swapping has gone on during the evolution of life from LUCA to the present?

The magic number of universal features is likely to shift about, and there have been plenty of criticisms of all the attempts to reconstruct the LUCA. Nevertheless, universal features are important because they describe a lower limit from which to build upon, and importantly, all these attempts converge on agreement insofar as concluding that LUCA was quite complex. Some of the gaps will be relatively simple to fill, but others may be close to impossible.

LUCA biologists are aware that universal features may underestimate the complexity of LUCA to some extent, but another concern is emerging that could cause even more headaches — the spectre of ‘horizontal gene transfer’ (also called lateral gene transfer):

  • If there is lots of gene swapping between organisms, the tree of life becomes more like a web, and it may not be possible to disentangle the branches.
  • If genes are extremely nomadic, truly universal features cannot be distinguished from genes that have successfully spread themselves by gene transfer.

The problem of gene transfer was made apparent in a landmark study of two bacterial genomes, Escherichia coli and Salmonella. Jeffery Lawrence & Howard Ochman [Lawrence & Ochman 1998] concluded that, since diverging from a shared ancestor 100 million years ago, at least 10% of the E. coli genome has been acquired in somewhere in excess of 200 horizontal gene transfer events.

In an equally insightful commentary, William Martin [Martin 1999] has discussed the implications of this work for our ability to reconstruct phylogenetic trees:

  • The further back in time an evolutionary divergence, the greater the likelihood that any given gene in a genome has been transferred.
  • Indeed, it may be the case that all bacterial genes have been subject to horizontal gene transfer at some point in their evolutionary history.
  • This could undermine the utility of phylogenetic tree reconstruction for deep divergences.

Currently, there is a lot of debate over whether gene transfer is so rampant that evolutionary trees cannot be built, or whether the levels of gene transfer are negligible. Both extremes are currently championed in the literature, and ironically, when it comes to the LUCA, Carl Woese’s work is central to both — many of those that view Woese’s three domains as correct have been arguing for little or insignificant levels of transfer, whereas Woese has recently suggested that very early in evolution, gene transfer between organisms was more important than inheritance from generation to generation [Woese 1998].

While it sounds like Woese is being inconsistent, his more recent claim is limited to the earliest periods in the evolution of life, and arose from concerns that LUCA was beginning to appear totipotent, a crazy notion that would have LUCA as the ultimate source for all life’s diversity:

  • A fertilised egg is totipotent — from a single cell it will develop into all the different cells and tissues that make up an adult human being.
  • If genes move between organisms, LUCA might mistakenly appear totipotent because many features would be incorrectly counted as universal.

Extrapolating Lawrence & Ochman’s result back billions of years may not be realistic. But what if horizontal transfer was the default state? This is the idea Woese has developed. His argument is that genes were so free to exchange that there were no distinct lineages — genes moved more through horizontal transfer than by vertical inheritance. As the genetic system becomes more accurate and as the complexity increases, more genes become interdependent, and transfer gives way to vertical inheritance. Woese argues that translation (and therefore the genetic code) was the first thing to be fixed or crystallised, with other cellular functions following later. From this horizontal transfer dominated system, the three domains (archaea, bacteria and eukaryotes) each emerged independently as lineages.

This is certainly food for thought, but there are several issues:

  • Gathering evidence to support it is not exactly easy since there’s no real way to establish that horizontal transfer was the initial state.
  • Koonin’s shrinking minimal gene set (Koonin 2000), shows that the minimal genome approach is not creating a totipotent LUCA. Instead, the number of genes ascribable to LUCA is becoming smaller as more genomes are added.
  • Another problem has to do with the switch from horizontal transfer to vertical inheritance. How many genes would have been able to partake in global transfers before becoming crystallised and therefore unable to transfer? Would it really have been complex enough for the ancestors of the three domains of life to have emerged independently as distinct lineages?

Gene transfer is going to be a hotly debated topic for a while, and will continue to confound the reconstruction of the LUCA. The problem is a complex one:

  • Horizontal gene transfer has been demonstrated — e.g., the spread of antibiotic resistance.
  • Limitations of the methods for building evolutionary trees can give false evidence for gene transfer.
  • Methods that don’t make use of evolutionary information are being used to examine genetic relationships and, in many cases, the data that have been used to argue for horizontal gene transfer are weak.
  • There is little consensus on the reliability of methods for detecting horizontal gene transfer.
  • What data are required to demonstrate ancient horizontal gene transfer events?
  • If natural selection is considered, most horizontal gene transfers will probably result in the gene being lost — by analogy, the organism needs a new gene like a fish needs a bicycle! For instance, antibiotic resistance genes won’t spread and be maintained by selection unless the organisms with the genes are being assaulted with the antibiotic.

This last point has been too often ignored, and there has been little attempt to establish patterns (e.g., are all genes equally nomadic?). So how should LUCA biologists deal with horizontal gene transfer?

  • If we accept that there is or has been massive unbridled horizontal gene transfer between the three domains [e.g., Doolittle 1999], we must conclude that all our tools for looking into the evolutionary past are invalidated, which means we might as well give up on the question of the LUCA. We know that there are demonstrated cases of horizontal gene transfer, but this extreme position is like throwing the baby out with the bathwater.
  • If we take as our starting point the opposite extreme, that the effect of horizontal gene transfer has been negligible, we are in a much better position — we still have our tools in place, and any suggestions of horizontal gene transfer will need to be backed up with good evidence.

There is no doubt a middle ground can be found, but amidst the furore over horizontal gene transfer, a number of researchers, making use of whole genome sequences, have reported results suggesting gene transfers have minimal effect on the ability to recover evolutionary trees [e.g., Snel et al. 1999; Sicheritz-Pontén & Andersson 2001]. These results suggest that it is possible to reconstruct the tree of life, and moreover, conclude that the 3 domain structure of the tree, as first reported by Woese and his colleagues, is supported by whole genomes.

In a timely article, Chuck Kurland has firmly criticised the eagerness of many to attribute horizontal gene transfer [Kurland 2000]. One particularly interesting aspect of his exposition is that he suggests a number of non-scientific factors that have contributed to the hype around horizontal gene transfer, and is as much a comment on how science currently operates as it is about gene transfer.

The root of the tree of life is hard to pin down [Pennisi 1999], and unbridled horizontal transfers early in the evolution of life can’t easily be distinguished from the limits of the sensitivity of our phylogenetic tools — that researchers have failed to reach a consensus on the shape of the tree does not mean that there must therefore have been horizontal transfer.

Indeed, there is another issue here — the reliability of the methods used for building evolutionary trees. Many researchers are very confident of the reliability of these methods, yet it is well known that these are based on mathematical algorithms which are convenient, but which do not necessarily accurately model real biological sequence evolution. These methods are likely to be robust for recent evolutionary events, and are definitely the most robust of the methods for detecting gene transfers. The problem is that near the root of the tree of life, they may be just too inaccurate to be useful for scrutinizing the very earliest events in evolution. In a worst-case scenario, the situation might in fact be a bit like timing the 100M sprint at the Olympics with a sundial!

David Penny, Bennet McComish and their coworkers have recently tried to address this question by investigating how far back in time the standard models used in evolutionary tree building can go before they start to go wrong. Their overall conclusion is that the models used do seem to do a little better than might be expected from theory, but that the models still do poorly for very early evolutionary events. Penny and colleagues also criticise the recent trend in reporting conflicting trees as evidence for horizontal gene transfer — given how hard it seems to accurately reconstruct the tree of life, it is hard to say whether conflicting answers are evidence for gene transfer, or just reflect the limitations of the methods for building the trees. Their testing of the models suggests that it is just not reasonable to say that there is horizontal gene transfer just because two trees made with two different genes don’t come back with the same relationships between organisms. They make the following comment, which sums up the problem very succinctly:

“… there are major difficulties between data sets for ancient divergences. It is difficult to see why researchers are so confident in their results when the relatively recent divergences within mammals, birds, or flowering plants are only now being resolved.”

This work of Penny et al. [2001] and the picture coming from evolutionary trees of whole genomes [Snel et al. 1999; Sicheritz-Pontén & Andersson 2001] seems to bolster Kurland’s provocative assertion that horizontal transfer is ‘an ideology that is begging for deconstruction.’

Nevertheless, horizontal gene transfer does occur to some extent — Lawrence & Ochman’s 1998 paper is but one of many demonstrating this. Moreover, many of the technologies biologists use for inserting genes are simply human exploitation of what has been described as natural genetic engineering. The following naturally occurring mechanisms of ‘genetic engineering’ are routinely used in molecular biology laboratories:

  • Plasmids: small, usually circular, pieces of DNA that often carry genes that enable them to move from one bacterium to another.
  • Viruses: many will naturally insert themselves into the DNA of the organism they are infecting, and can be engineered to carry extra pieces of DNA.
  • Natural or assisted DNA uptake by bacterial cells.
  • Restriction endonucleases: molecular scissors that allow precise ‘cutting’ of DNA.

We also know it is possible to identify ancient gene transfers that may have occurred as far back as 2 billion years ago. Biologists can readily identify genes in the eukaryote repertoire that have come in via the mitochondrion, a compartment in the eukaryote cell which is bacterial in origin. Indeed, the handful of genes remaining in this compartment have been shown to be bacterial in origin, as have some that have since taken up residence in the eukaryote nucleus [Lang et al. 1999].

Returning for a moment to the biology of nomadic genes, the consensus emerging from studies of bacteria is that we should indeed start thinking of bacterial (and perhaps archaeal) genomes as being an ever changing collection of genes, but only to a degree [Hacker & Carniel 2001]:

  • Genes which are central to the running of any cell — these are often referred to as housekeeping genes — make up the ‘core’ genome.
  • Genes which come and go make up the flexible genome.

The flexible genome might be a window into the nomadic gene pool of bacteria — Lan & Reeves [2000] point out that closely related strains of bacteria differ in the genes they carry by as much as 20%, and this requires we reevaluate how we categorise species of bacteria. The hope is that the flexible genome can tell us how a particular bug is currently making its living. Losing genes isn’t in itself particularly surprising for organisms that are in competition to reproduce as fast as they can [Jeffares & Poole 2000] — genes that aren’t being used aren’t kept. ‘Use it or lose it’ is the maxim of natural selection, and there are plenty of examples wherever you look in biology (our appendix and tail bone both appear to have headed in that direction for instance).

If this picture of core and flexible genomes is correct, it is good news for LUCA research because many universal features can in theory be recovered. This goes too for the ancient horizontal transfers seen with the mitochondrion. We should be optimistic that some patterns of horizontal gene transfer can be analyzed, though we still need to exercise care when looking so far back in time.

4. Fusion

When it comes to horizontal gene transfer, the hype about archaea and bacteria is arguably a case of squabbling over crumbs when compared to what seems to have happened in the early evolution of the eukaryotic cell. The now popular idea that eukaryotes emerged from a massive fusion (the ultimate gene transfer) event between a bacterium and an archaeon is also raising problems for LUCA biology.

While fusion is all about the origin of the eukaryotes, it is also about LUCA:

  • Fusion scenarios challenge Woese’s division of the living world into three domains.
  • Rather than a tree with three branches all tracing back to the LUCA, fusion has two lineages, with the eukaryotes emerging by fusion.
  • Fusion is in conflict with the emerging picture of the direct link between eukaryote biology and the RNA world.

A number of researchers have argued that the genes in the average eukaryote look to be a mixture of bacterial-like and archaeal-like. That is to say, at the genetic level, eukaryotes look to be some sort of genetic fusion between archaea and bacteria [Ribeiro & Golding 1998; Rivera et al. 1998; Horiike et al. 2001].

In understanding this, it has been helpful to divide genes into two categories: informational or operational [Rivera et al. 1998]. Informational genes are those which are involved with the copying, storing and regulation of genetic information, while operational genes are the recipes for making proteins for synthesis and breakdown of molecules in the cell, and are largely involved in energy metabolism.

Consistent with earlier research [see Gupta & Golding 1996] Rivera and colleagues found that there was rhyme and reason to the mixture of bacterial and archaeal genes in eukaryotes:

  • For informational genes — archaea and eukaryotes share more in common
  • For operational genes — bacteria and eukaryotes share more in common

Mark Ridley [2000] has suggested a good analogy for what many think has happened — a business merger. Instead of doubling up and having two departments for every aspect of the new company (Eukaryote Inc.), only one of each was kept, with the result being that the informational department came from Archaea Inc. and the ‘operational department’ from Bacteria Inc.

With the ongoing debate on how much horizontal gene transfer there is between organisms, the most exciting contribution to this picture looks not at the genes, but at gene networks. Taking a page from the study of complex networks such as the Internet, Eörs Szathmáry and colleagues [Podani et al. 2001] have recently shown that, while eukaryotic operational genes appear bacterial in origin, the structure of the metabolic network that these genes make up is in fact much much more like what is observed in archaea. In keeping with the business merger analogy, this is perhaps equivalent to keeping the management structures of Archaea Inc. in place.

This is an exciting picture, and there is no question that modern-day eukaryotes are the product of some sort of fusion [Ribeiro & Golding 1998; Horiike et al. 2001]. However, the tricky thing is working out what it all means for the origin of the eukaryotic cell. These are some of the outstanding issues:

  • Why has such a merger apparently only happened once?
  • No one has ever observed modern bacteria and archaea fusing.
  • Why is it we don’t see ‘anti-eukaryotes’ (that is, organisms which have the operational genes of archaea and the informational genes of bacteria)?
  • A number of features found exclusively in eukaryotes are tricky to explain by a fusion event.

Indeed, there are a number of ways of explaining the fusion data, and consequently, there are quite a few different opinions on how the eukaryotes came to be [Minkel 2001].

If eukaryotes are the result of a fusion between a bacterium and an archaeon, then the 3 domain picture that Carl Woese’s work supports would be wrong. Fusion would imply that everything in eukaryote biology is either a recent innovation specific to this domain, or an offshoot of the biology of archaea and bacteria. In other words, if you want to know about LUCA, archaea and bacteria are the only two domains worth looking at. This is an assumption that is often made, regardless of fusion, and a point against which some researchers, myself included, have argued [see Jeffares & Poole 2000; also Forterre & Philippe 1999; Poole et al. 1999].

To make sense of the motivation behind the many emerging fusion scenarios for the origin of the eukaryote cell and how these might impact on LUCA biology, it helps to concentrate on the big picture, rather than wading through the details of the various scenarios. Laura Katz [1998] has written a good overview of the various fusion scenarios, though several new scenarios have been published since then [e.g., Margulis, et al., 2000; Horiike et al. 2001; Bell 2001; Hartman & Fedorov 2002]. Fusion theories have developed out of the endosymbiotic theory for the origin of the mitochondrion:

  • The endosymbiotic theory was first formulated by Mereschkowsky at the beginning of the 20th century, but reintroduced and updated by Lynn Margulis in the 1970s [Martin et al. 2001].
  • This theory argues that the mitochondrion, sometimes called the powerhouse of the cell, was originally a bacterial cell that took up residence in the ancestor of modern eukaryotes.
  • Both structural and genetic similarities have shown without a shadow of a doubt that the endosymbiotic theory is correct — the DNA in the mitochondrion is more closely related to bacteria than to the DNA stored in the eukaryotic cell nucleus.
  • It is now widely accepted that this event happened once only.

Despite much agreement, there is ongoing debate surrounding the endosymbiotic theory:

1. How was this partnership founded (e.g., oxygen-based or hydrogen-based metabolism)?

2. Was the host that ultimately engulfed the bacterium a eukaryote or an archaeon?

The first question opens up a whole can of worms (which we’ll avoid here), and is a current source of intense debate [Andersson & Kurland 1999; Rotte et al. 2000]. The second question is what has the major impact on LUCA biology, but these two questions have been unnecessarily muddled. The bottom line is that the genomic & gene network data supporting fusion between an archaeon and a bacterium can as easily be made to fit a fusion between a eukaryote and a bacterium.

The state of the field is as follows:

  • Everyone agrees that the mitochondrion evolved from a bacterial ancestor (though there is current debate as to what the bacterial ancestor was like, and how it interacted with its host).
  • There is disagreement as to whether the host was a eukaryote, or an archaeon.
  • Archaea-Bacteria fusion hypotheses require all genes found only in eukaryotes to have arisen post-LUCA, post-fusion — that is, they are indirectly descended from LUCA.
  • This comes into conflict with the picture of LUCA from RNA [Jeffares & Poole 2000], and Woese’s tree of life [Woese et al. 1990] — both require that eukaryotes were directly descended from LUCA.

So how do we distinguish between an archaeal and a eukaryotic host? The key is in two parts — one is historical and the other requires careful thought about how archaea and eukaryotes might be related:

1. The historical aspect centres around understanding the shift in thinking from the original picture of an ancient eukaryote playing host to the now largely agreed-upon picture of an archaeon playing host. This shift largely revolves around the changing branches in the eukaryote evolutionary tree [Dacks 2002].

2. The relationship between archaea and eukaryotes cuts to the heart of how researchers view the evolution of cells.

Archaezoa – missing links lost 

So why is it that fusion hypotheses have become so popular? Indeed, this goes against the classical interpretation, most thoroughly espoused by Tom Cavalier-Smith [1987], who identified a disparate group of eukaryotes that appeared to him to be missing links — the so-called Archaezoa, which look like eukaryotes but lack mitochondria. His hypothesis, that the Archaezoa evolved before the introduction of mitochondria into the eukaryote lineage, held sway for many years, though has recently been dropped in favour of fusion:

  • There is growing evidence that all eukaryotes once harboured mitochondria
  • Thus, the Archaezoa have probably all lost their mitochondria, rather than never having had them [Embley & Hirt 1998].
  • For instance, one group of the Archaezoa called the microsporidia are now widely accepted to have been incorrectly placed very deep on the eukaryotic tree. Indeed, probably most of the Archaezoa, if not all, are incorrecly placed on the tree. Rather than being missing links leading back to the origin of eukaryotes, they probably arose more recently [see Dacks & Doolittle 2001; Keeling 1998; Dacks 2002].
  • If the Archaezoa aren’t a series of missing links, the origin of eukaryotes may have been concurrent with the endosymbiosis that gave rise to mitochondria.

The conclusion from the above is that all eukaryotes probably had a mitochondrion, and without the Archaezoa, the only ancestor of eukaryotes is archaea. Voilà! We have fusion.

A case of throwing the baby out with the bathwater? 

The important point to keep in mind about the picture for fusion is that it is a partial one, based largely on gene data. There are a large number of differences in the general structure of eukaryotic and prokaryotic (archaeal & bacterial) cells that aren’t explained by fusion [Poole & Penny 2001]. However, the major inconsistency is that the picture provided from trees is not the same for the relationship between archaea and eukaryotes, and that of bacteria and eukaryotes [Poole & Penny 2002, submitted]:

  • Margulis’ hypothesis is evidenced from trees. There is now overwhelming agreement that the mitochondria branch is within the bacterial tree, specifically within a subgroup called the alpha-proteobacteria [Lang et al. 1999], and a bacterial origin is also observed for chloroplasts (where photosynthesis takes place in plants and other photosynthetic eukaryotes).
  • Comparisons of relevant genes from eukaryotes and archaea should give this picture also, yet the evidence points to archaea and eukaryotes being very distinct domains.
  • This has strong parallels to the way the Archaezoa case is being treated — if there are no modern groups of archaea that appear to have split from the trunk of the tree of life before the appearance of eukaryotes, should we accept fusion? Stronger evidence was certainly required in testing the origin of the mitochondrion!
  • Another issue has to do with missing links. If the disappearance of the missing links (the Archaezoa) is used to suggest fusion, it is surely just as reasonable to argue against fusion on exactly the same grounds — there are no intermediates between eukaryotes with mitochondria and the archaea. For example, we don’t see examples of archaea with mitochondria in them, or archaea with nucleus-like structures.

With perhaps a couple of billion years separating the divergence of archaea and eukaryotes, it would be incorrect to require that the archaeon in the fusion must have been just like modern archaea. This cuts right to the heart of the problem — there is no inherent requirement that evolution leaves behind a series of intermediates for us to use to piece together the different evolutionary trajectories of archaea and eukaryotes. As with Chinese whispers, the end point may be very different from the starting phrase, but with evolution, all we have to look at is a number of different endpoints, from which we can only guess at the starting phrase!

While the specifics of the Archaezoan hypothesis are most probably wrong, it should not be thrown out completely. Explanations of eukaryote origins by fusion or via Margulis’ original scenario each suffers from the disappearance of intermediate forms, but this is expected. As Stephen Jay Gould had often said, evolution results in bushes, not ladders.

A number of researchers [Forterre & Philippe 1999; Andersson & Kurland 1999; Penny & Poole 1999] maintain that the data for fusion can be reconciled with Lynn Margulis’ endosymbiotic theory and Carl Woese’s three-domain tree. Indeed, David Penny and I have argued that fusion does the worst job of explaining the available data [Penny & Poole 1999; Poole & Penny 2001]. For instance, fusion doesn’t fit with the hypothesis that some eukaryote features, which have since been lost in archaea and bacteria, actually date back to the LUCA (see Jeffares & Poole 2000).

What it very tentatively implies is that archaea and eukaryotes may have shared a more recent ancestor than either shares with bacteria, as is often shown in textbooks, but this too is not certain, since the relationships between these three groups is also a point of controversy [see Forterre & Philippe 1999; Pennisi 1999]!

5. Conclusions

We are now entering a very exciting period in uncovering the history of the LUCA — the field has been given a major boost from a broader range of ideas being applied to the problem:

  • Acknowledging the technical challenges with building the tree of life is an important step in the right direction. So is the idea of using the RNA world period in the origin of life for establishing aspects of the nature of the LUCA (see Jeffares & Poole 2000).
  • Despite the deluge of genome data available, it is hard to say whether we will ever actually manage to get a complete list of genes which LUCA possessed. We may pick out certain characteristics, but each needs to be evaluated with extreme care. The minimal genome study of Mushegian & Koonin [1996] demonstrates this and, in its failure, it stands as a strong caveat. Most researchers have toyed with this idea, and many were probably disappointed (then later relieved) that Mushegian & Koonin beat them to it!
  • Horizontal gene transfer is likely to be a factor in confounding such efforts, but it is better to err on the side of caution with respect to how pervasive this is in the history of life. The emerging picture from genome research suggests that not all genes transfer equally easily, and that there may be an ecological underpinning to the nature of gene transfer.
  • The fusion hypothesis has important consequences for the LUCA — if correct, the LUCA must have been like bacteria and/or archaea, because those unique features of the biology of eukaryotes had not yet evolved.
  • The three domain tree that emerged from Woese’s original work permits features of all three domains to trace back to the LUCA while the fusion hypothesis, in its strictest form, does not. Unless an argument for loss of a feature in all modern archaea can be made, it is diametrically opposed to the nature of the LUCA as suggested from RNA world fossils [Jeffares & Poole 2000].

Currently, many major assumptions are being questioned:

  • Were there three domains or two, with the third arising by fusion?
  • Was LUCA prokaryote-like or eukaryote-like or even a mixture?
  • Is the genetic code the only one possible?
  • Was early evolution more reliant on horizontal gene transfer than inheritance?
  • Was there one or more LUCAs?

Each of these questions could easily fill a book, and it has become impossible to cover every aspect of LUCA biology in one article. To the casual observer, the field of LUCA biology looks to be in disarray, with everyone having their own pet theory. This can be exciting, frustrating, and, at times, bordering on the absurd, but above all it is a sign of healthy debate! Many views and varied approaches to the problem means some exciting answers to some fundamental questions about life’s origins are just around the corner…

 

 

  

TELEVISÃO: Como foi a História dessa Invenção

sábado, agosto 13th, 2011

1817 – O químico sueco Jakob Berzelius descobre que uma corrente elétrica modifica o elemento químico selênio;

Wikipédia = Selênio

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O selênio (português brasileiro) ou selénio (português europeu) (do grego σελήνιον, resplendor da lua) é um elemento químico de símbolo Se , número atômico 34 ( 34 prótons e 34 elétrons ) e com massa atómica igual a 78 u. À temperatura ambiente, o selênio encontra-se no estado sólido. É um não metal do grupo dos calcogênio ( 16 ou VIA ) da Classificação Periódica dos Elementos.

É um elemento essencial para a maioria das formas de vida. Um dos seus usos é para a fabricação de células fotoelétricas. Foi descoberto em 1817 por Jöns Jacob Berzelius ao visitar uma fábrica de ácido sulfúrico.

1838 – O pintor, editor e inventor americano Samuel Morse – hã, hã – pesquisava o eletromagneto – a “coisa” se magnetiza por meio da passagem de uma corrente elétrica. Um belo dia, com isso, ele inventou o telégrafo;

1873 – O telegrafista irlandês Joseph May resolve melhorar as transmissões telegráficas prejudicadas pelo enfraquecimento dos sinais. Viu que o selênio transmitia os impulsos elétricos com maior intensidade dependendo da sua exposição à luz. Era o princípio da célula fotoelétrica – conversão de luz em corrente elétrica;

1879 – O americano Thomas Edison lidera um grupo de pesquisadores que testa um filamento de papel carbonizado que brilhava por dias. Daí… inventou a lâmpada! Que mais tarde evoluiu para válvulas de televisão;

1880 – O inventor francês Maurice Leblanc criou um sistema que projetava uma imagem atrás da outra. Assim… elas pareciam se movimentar;

1884 – O estudante alemão Paul Nipkow criou um transmissor mecânico. Tratava-se de um disco de ferro com furos eqüidistantes dispostos em espiral. Ao girar o disco, a imagem de um objeto era quebrada em pequenos pontos. Mas, se a velocidade do giro fosse alta o suficiente, a imagem exposta atrás dos buracos voltaria outra vez à forma original;

1884 – No mesmo ano, o físico alemão Heinrich Hertz – hã – prova a existência de ondas eletromagnéticas. E, ainda, que elas podem ser medidas;

1901 – O italiano Guglielmo Marconi constrói um aparelho que codifica as ondas eletromagnéticas em sinais elétricos. O princípio do rádio. Mas há quem conteste. O gaúcho Padre Roberto Landell de Moura teria, três anos antes, inventado o rádio.
1901 – O russo Boris Rosing pesquisa tubos de imagem;
1920 – O americano Charles Jenkins cria um disco perfurado que captava e transmitia imagens. Enquanto isso, o inglês John Lodgie Baird conseguiu o mesmo feito;
1923 – O russo naturalizado americano, Vladimir Zworykin, inventa o iconoscópio – um tubo a vácuo com uma tela de células fotoelétricas. Quatro anos depois, transmite imagens a uma distância de 45 quilômetros trabalhando para a Radio Corporation of America (RCA). Na mesma época, John Baird faz uma demonstração de transmissão de imagem na Inglaterra. A British Broadcasting Corporation (BBC) o contrata;
1931 – A RCA tem sua antena e os estúdios da National Broadcasting Corporation (NBC), no ultimo andar do Empire State, em Nova York;
1935 – a França constrói sua antena no alto da Torre Eiffel;
1936 – A BBC transmite a coroação do rei Jorge VI.

A partir de 1940, a TV se firma com sistema totalmente eletrônico. Em 1953, a imagem é enviada “a cores”. Em 1962, o satélite Telstar I permitiu a primeira transmissão, experimental, entre os Estados Unidos e a Europa – “ao vivo”. Para o Brasil, a primeira transmissão ao vivo se deu em 20 de julho de 1969. O que aconteceu nesse dia? O homem pisou na Lua. Quem viu, não esquece.

Manual para Comunicação entre Estudantes e Cientistas, em Inglês

sexta-feira, maio 27th, 2011

Para estudantes e mesmo cientistas brasileiros, principalmente para participarem dos foruns e postar comentários em Inglês, aqui vai uma boa dica.

Bem… apesar de eu não ser cientista e êste trabalho não tem pretensão de ser cientifico de acôrdo com a ciência oficial acadêmica, estou tendo que dialogar com êles por escrito em Inglês, por isso vem bem acalhar um ebook online e gratuíto ensinando  tudo. Fica aqui registrado para estuda-lo quando tiver tempo: 

SCITABLE

by Nature Education

English Communication for Scientists

http://www.nature.com/scitable/ebooks/english-communication-for-scientists-14053993

Luz: A Fórmula Para Criar a Vida?

quinta-feira, março 3rd, 2011

LUZ Criando Vida: A Maior Descoberta de Todos Os Tempos?

( translation from Portuguese to English by Google translate)

Esta descoberta aconteceu dia 03 de março de 2011, às 03;00 da manhã. Eu penso que é uma das maiores descobertas de todos os tempos. Nós e tudo o mais no Universo somos criados pela Luz!

Já descobrí a Matriz/DNA Universal, descobrí LUCA, encontrei a fórmula para um Sistema Natural Fechado Perfeito, e muitas outras coisas mais. Mas essa da LUZ sinto que foi a descoberta mais importante de tôdas,  foi quando eu cheguei mais próximo da fonte criadora de tudo e sinto que daqui não tem mais como avançar com esta forma e inteligência precária humana.

Será Deus? Pois quem, ou o que, criou, emitiu, a LUZ,  é a Fonte da LUZ, é o Supremo Criador!

Um raio de luz é algo vivo! Tal como nós, humanos! Porem mais do que nós, êle é um código genético, como o DNA! Aliás, êle criou o DNA. Êle é a Matriz universal! Um raio de luz tem um período de existência e durante êsse período êle apresenta um ciclo vital. Como nós, êle passa pelas formas de embrião, bebê, criança, jovem, adulto e morre, se desfazendo em fragmentos como um cadáver! Isto é fenomenal!

Estamos tocando as vestes de Deus! 

A Luz é como um DNA puro que na primeira vez que se moveu na substância primordial gerou a primeira partícula, a qual já era um sistema natural, e a qual evoluiu para a forma de átomo, de galáxias, de células vivas, de plantas e animais, de homens, e agora da auto-consciência!

Até ontem já sabiamos como foi tôda essa evolução, mas a fonte das origens permanecia desconhecida, estávamos parados nos vórtices quânticos pipocando no espaço mesmo antes do Big Bang, mas qual era a fonte dêstes vórtices, o que realmente eram êstes vórtices que já apresentavam em si as sete propriedades vitais na forma das fôrças naturais primordiais? Agora descobrimos: não são apenas vórtices, são as ondas de uma LUZ! 

Então a LUZ existe antes do Universo! E veio de algo, de algum lugar além do Universo e já veio com a fórmula para criar tudo o que aqui existe hoje!

É a presença de uma mensagem operativa em código, e a recente presença da auto-consciência como ultimo produto dessa evolução que não me deixa outra alternativa senão a de concluir que a FONTE dessa LUZ é uma Inteligência!

Meu Deus… nêsse momento é indescritível o estado de maravilhamento em que me encontro! E orgulhoso; cheguei aos pés de Deus condizindo-me pela minha inteligência e no maior dos sacrifícios. Um menor abandonado que cresceu ao relento e ficou raquítico pela fome e que chega aos 50 anos sem nada, tão nu como veio ao mundo, mas foi uma luta de gigante!e a FONTE é Deus e êle está me permitindo tocar seus pés… êle porque êle testemunhou e decidiu que eu mereço.

Perdoe-me o desabafo.

Agora me admiro porque eu estudei a vida tôda sem parar, todas as áreas de tôdas as Ciências mas exatamente quando chegava na Física da LUZ eu não me aprofundava, passava por cima. Tinha o pré-julgamento que a luz é algo tão imaterial, tão intocável, abstrato, que ela não deveria ter nenhuma influência importante nas origens e evolução. Quantas vêzes me passou perante a cara o gráfico do espectro eletro-magnético e nunca lhe dediquei mais que um piscar do olhar! Mas o segrêdo supremo estava ali! Só fui olhar com curiosidade para o gráfico ontem quando lia o artigo abaixo e o autor disse a palavra “biofóton”. Biofóton… era a mesma imagem, a mesma solução que meus calculos haviam produzidos e aos quais denominei “genes semivivos”. Oriundos da radiação estelar. O circuito do ciclo vital estava flutuando em minha mente quando olhei o gráfico e de repente, tudo se esclareceu…

A LUZ! A chama criadora de Deus! seja êle um ser onipotente ou ser natural, mortal, tão frágil como eu, mas assim o amaria ainda mais! Assim o perdoaria tudo, como Pai e/ou Mãe ausente e irresponsável que tem sido.  o Perdoarei e o amarei se sempre continuar ausente, porque errar é do natural. Porque é o meu criador, o que me gerou, o carrego em minhas veias, e isso basta saber.      

Observe a figura acima. O Espectro eletro-magnético, ou seja, o campo da  LUZ, é uma onda que se amplifica formando ondas sucessivas, e isto é registrado no gráfico na forma da linha serpenteante. Tudo começa com uma fonte, que produza uma vibração. No inicio a frequência da luz é a mais elevada e a linha avança diminuindo a intensidade de vibração. Mas seja em qualquer meio que ela se propaga, digamos, no éter, as mudanças de frequência geram as várias côres, em primeiro lugar. Mas se propagando em alguma substância mais densa, estas mudanças produzem efeitos diferentes, profundos, na substância. essa substância, seja éter, matéria escura, amnion universal, ou mesmo matéria mais densa, vai sendo modelada e apresentando o que na sua dimensão representa as formas de feto, criança, adulto, ou seja, é animada por um ciclo vital.

Antes já tinha percebido como a Natureza gera um novo sistema natural, seja um átomo, uma galáxia, ou uma célula. Ela dispõe inicialmente de uma porção qualquer de substancia informe, como por exemplo, de poeira estelar. Adensando gravitalmente se no espaço sideral ou pela força de atração entre os fragmentos da substância se na ausencia de gravitação, e formando uma espécie de bolota qualquer ela lhe aplica a dinâmica do ciclo vital, o qual está bem explicito na fórmula da Matriz/DNA. Sob o ciclo vital a esfera se transforma a cada momento como nosso corpo se transforma tôdo segundo quando morre uma célua ou desaparece uma partícula, ou surge outra. Assim a forma original apresenta diversas diferentes formas que são fractais derivados de uma matriz inicial. mas a natureza não faz isso apenas uma vez. Ela faz muitas bolotas e mistura-as espalhando-as no espaço. De maneira que a probabilidade de que diferentes individuos que se encontram num mesmo local e num mesmo momento apresentando as diferentes formas físicas se conectam e formam um sistema. Assim um unico micro-organismo pode ter nascido na forma de um lisossomo, cresceu e tinha a forma de ribossomo, o qual continuou  e apresentou a forma de mitocondria, se encontraram vários dêles e em diferentes idades numa sôpa primordial qualquer e por simbiose se interconectaram dando origem ao primeiro sistema celular, o primeiro ser vivo!

Não olhe e não pense na luz artificial da lâmpada. Nem mesmo preste culto ainda á luz natural do Sol. Esta é uma herdeira, uma descendente muito distante, depois de incontáveis gerações. Pense na primeira. Quando a Luz chegou e ainda aqui tudo eram trevas.  

Raios, lá se vão não sei quantas noites sem dormir e não me lembro agora a quantos dias tive uma refeição normal. Para que continuar esquentando a cabeça para saber como explicar a quem vai receber tudo isso de mão beijada? Que vá nas formas aqui mesmo nêste site e entenda o resto. Para mim chega: o Universo está desvendado! Não há mais a minima brecha na sua História Total, de 13.7 bilhões de anos. Ainda fui um pouco mais alem disso, antes dêle nascer. Já tenho a idéia para onde isto vai. Agora só resta conhecer a FONTE. Mas esta, tudo indica, está muito aquém da minha capacidade. Serei louco se emprregar o resto da vida nessa busca. Eu paro por aqui. Boa noite!      

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Luz, Biofótons, Genes Semivivos: Registros para Pesquisas (Fazer Artigo)

http://mondovista.com/dnax.html

Is the DNA the Next Internet? Are humans really beings of light?

Dan Eden for viewzone.com

I get lots of suggestions for stories, and I really appreciate them. But some of them are too good to be true. An example of this was a story of a giant human skeleton — maybe 40 feet tall — that was discovered by a Russian archaeological team. The story had photos and links accompanying it and looked promising. But when the links were researched they went in a circle. Each link used the other link as the source. Finally the elements of the photos turned up and we recognized a good Photoshop job had fooled everyone.

I had this same experience this week when I was sent an article where a Russian (again) scientist, Pjotr Garjajev, had managed to intercept communication from a DNA molecule in the form of ultraviolet photons — light! What’s more, he claimed to have captured this communication from one organism (a frog embryo) with a laser beam and then transmitted it to another organisms DNA (a salamander embryo), causing the latter embryo to develop into a frog!

But this was just the beginning.

Dr. Garjajev claims that this communication is not something that happens only inside the individual cells or between one cell and another. He claims organisms use this “light” to “talk” to other organisms and suggested that this could explain telepathy and ESP. It was like human beings already had their own wireless internet based on our DNA. Wow!

I tried to find a scientific journal that had this experiment. All I could find were blogs and other websites that carried the same story, word for word, without any references. That is until I stumbled on the work of Fritz-Albert Popp. Then everything I had just read seemed very plausible.

Fritz-Albert Popp thought he had discovered a cure for cancer. I’m not convinced that he didn’t.

It was 1970, and Popp, a theoretical biophysicist at the University of Marburg in Germany, had been teaching radiology — the interaction of electromagnetic (EM) radiation on biological systems. Popp was too early to worry about things like cellphones and microwave towers which are now commonly linked with cancers and leukemia. His world was much smaller.

He’d been examining two almost identical molecules: benzo[a]pyrene, a polycyclic hydrocarbon known to be one of the most lethal carcinogens to humans, and its twin (save for a tiny alteration in its molecular makeup), benzo[e]pyrene. He had illuminated both molecules with ultraviolet (UV) light in an attempt to find exactly what made these two almost identical molecules so different.

Why Ultra-violet light?

Popp chose to work specifically with UV light because of the experiments of a Russian biologist named Alexander Gurwitsch who, while working with onions in 1923, discovered that roots could stimulate a neighboring plant’s roots if the two adjacent plants were in quartz glass pots but not if they were in silicon glass pots. The only difference being that the silicon filtered UV wavelengths of light while the quartz did not. Gurwitsch theorized that onion roots could communicate with each other by ultraviolet light.

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Unlocking the secrets of a plant’s light sensitivity

http://dpb.carnegiescience.edu/article/unlocking-secrets-plant%E2%80%99s-light-sensitivity

Article | December 13, 2010

Palo Alto, CA— Plants are very sensitive to light conditions because light is their source of energy and also a signal that activates the special photoreceptors that regulate growth, metabolism, and physiological development. Scientists believe that these light signals control plant growth and development by activating or inhibiting plant hormones. New research from Carnegie plant biologists has altered the prevailing theory on how light signals and hormones interact. Their findings could have implications for food crop production.
It was previously known that a plant hormone called brassinosteroid is essential for plant’s responses to light signals. This crucial steroid-type hormone is found throughout the plant kingdom and regulates many aspects of growth and development. Surprising new research from a team led by Carnegie plant biologist Zhi-Yong Wang shows that light does not control the level of brassinosteroid found in plants as was expected. Instead brassinosteroid dictates the light-sensitivity of the plant. It does this by controlling the production of a key light-responsive protein.

( Bem… isto parece ter implicações filosóficas e até religiosas. Deus est;a no ar, êle não força sua entrada em sua mente, é você quem escolhe ser receptivo a êle ou não. O que o artigo diz é que a luz está no ar, ela não é a responsável por produzir maior ou menor capacidade da planta para capta-la, e sim é a planta que determina, através de um estado (o estado de um hormonio) sua disponibilidade para a luz entrar ou não).
The team’s findings on interactions between brassinosteroid and light in sprouting seedlings have changed the prevailing model for understanding the relationship between light conditions and hormone signals in regulating photosynthesis and growth. Their results are published in Developmental Cell on December 14.
While under the soil’s surface, in the dark, plant seedlings grow in a special way that speeds the process of pushing the budding stem out into the air, while simultaneously protecting it from damage. This type of growth is called skotomorphogenesis. Once exposed to light, seedlings switch to a different, more regular, type of growth, called photomorphogenesis, during which the lengthening of the stem is inhibited and the leaves expand and turn green.
Many components are involved in this developmental switch, including brassinosteroid. Previous studies showed that mutant plants created to be deficient in brassinosteroid grew as if they were in the light, even when in the dark. Research also showed that many genes responded to stimulation from light and brassinosteroid in opposite ways. But scientists were unsure how this antagonistic process worked, especially after they found the levels of brassinosteroid in plant cells were not significantly different between plants grown in the dark or in the light.

Não entendo. Afinal o brassinosteroid não é o responsável pelo nível em que a planta se dispõe a receber a luz, como diz a frase acima?)

The Carnegie team’s new research identifies a protein called GATA2 as a missing link in this communications system. This protein tells developing seedlings which type of growth to pursue.
GATA2 is part of the GATA factor class of proteins, which are found in plants, fungi and many animals. GATA factors promote the construction of a variety of new proteins, the recipes for which are encoded in DNA. It does this by switching on and off different genes. In Arabidopsis, the experimental mustard plant used in this study, there are 29 genes for different members of the GATA factor family. Some of these have been demonstrated to play a role in flower development, the metabolism of carbon and nitrogen, and the production of the green pigment chlorophyll.
Wang’s team found that GATA2 switches on many genes that are turned on by light but turned off by brassinosteroid. It then showed that brassinosteroid inhibits the production of GATA2 and light stabilizes the presence of GATA2 protein in plant cells.

(Ok. Luz tem o poder de forçar sua entrada acionando ou expressando GATA2 que seleciona alguns genes relacionados ao crescimento das plantas. Mas então entra em ação os brassinosteroids que inibem estes genes. Com isso a luz estabiliza ou desacelera a produção da proteína GATA2 nas células das plantas.)
First, the team showed that GATA2 functions to turn on select plant growth genes in the presence of light. The scientists genetically manipulated Arabidopsis plants to cause the GATA2 protein to be overproduced. As a result, the plants started to show patterns of growing in light, even when they were in the dark. This manipulation demonstrates that GATA2 is a major promoter of light-type growth.

(Então a luz influenciando a planta está dentro da planta, em GATA2, e não no espaço exterior?)
What’s more, this is the same reaction that was produced when plants were genetically manipulated to be brassinosteroid-deficient. This means that the over abundance of GATA2 had the same result as the scarcity of brassinosteroids. These results show that GATA2 proteins and brassinosteroid hormones have antagonistic effects on developing plants.
Next, the Carnegie team showed that brassinosteroid is actually involved in inhibiting the actions of GATA2. Brassinosteroids turn on a protein that prevents GATA2 from working when the seedling is in the dark. This inhibition of GATA2 is stopped by exposure to light. This likely happens due to the involvement of yet another protein—one that is widely involved in light-signaling— although further study is needed to be sure.
Together all these results show that GATA2 is an important factor in signaling light-type growth. It also serves as a communications junction between internal plant systems that are turned on by light and those that are turned on by brassinosteroids.
“Brassinosteroids and light antagonistically regulate the level of GATA2 activity, and thus the creation of proteins stimulated by GATA2,” says Wang. “As a result, GATA2 represents a key junction of crosstalk between brassinosteroid and light signaling pathways.”
The framework created by this research leaves plenty of avenues for further study of the various components of light signaling in plants. Some other members of the GATA class of proteins may be involved, as well as other light (?)-

( Qual outra luz?!)

This study was supported, in part, by grants from the National Institute of General Medical Sciences, National Science Foundation of China, and Ministry of Agriculture of China.

The Carnegie Institution for Science (carnegiescience.edu) is a private, nonprofit organization headquartered in Washington, D.C., with six research departments throughout the U.S. Since its founding in 1902, the Carnegie Institution has been a pioneering force in basic scientific research. Carnegie scientists are leaders in plant biology, developmental biology, astronomy, materials science, global ecology, and Earth and planetary science.

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Phycociyanin/Cyanobateria é o maior captador de energia solar (bio-fótons), ou produtor de bio-fótons, pois foi a principal produtora de oxig6enico para formar a atmosfera terrestre, através da fotossintese. Notar suas propriedades relacionadas a cores da luz e comprimentos de ondas.

Ficocianina

Phycocyanin

From Wikipedia, the free encyclopedia

Phycocyanin is a pigment from the light-harvesting phycobiliprotein family, along with allophycocyanin and phycoerythrin. It is an accessory pigment to chlorophyll. All phycobiliproteins are water-soluble and therefore cannot exist within the membrane as do carotenoids, but aggregate forming clusters that adhere to the membrane called phycobilisomes. Phycocyanin is a characteristic light blue colour, absorbing orange and red light, particularly near 620 nm (depending on which specific type it is), and emits fluorescence at about 650 nm (also depending on which type it is). Allophycocyanin absorbs and emits at longer wavelengths than Phycocyanin C or Phycocyanin R. Phycocyanins are found in Cyanobacteria (previously called blue-green algae). Phycobiliproteins have fluorescent properties that are used in immunoassay kits.  The product phycocyanin, produced by Aphanizomenon flos-aquae and Spirulina, is used in the food and beverage industry as a natural coloring agent ‘Lina Blue’ and is found in sweets and ice cream.

The phycobiliproteins are made of subunits having a protein backbone to which a linear tetrapyrrole chromophores are bound.

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TGDAILY
Team produces weird optical phenomena – and rewrites the rules of refraction

http://www.tgdaily.com/general-sciences-features/58245-team-produces-weird-optical-phenomena-and-rewrites-the-rules-of-refr

Posted on September 2, 2011 – 06:26 by Kate Taylor

Researchers at the Harvard School of Engineering and Applied Sciences (SEAS) have induced light rays to behave in a way that defies the laws of reflection and refraction – and produced some weird fun-house images on the way.

The discovery has meant a rewriting of the rule books for the centuries-old mathematical laws that predict the path of a ray of light bouncing off a surface or traveling from one medium into another.

“Using designer surfaces, we’ve created the effects of a fun-house mirror on a flat plane,” says co-principal investigator Federico Capasso.

“Our discovery carries optics into new territory and opens the door to exciting developments in photonics technology.”

The conventional laws governing the way light moves from one medium to another – from air to glass, say – predict the angles of reflection and refraction based only on the incident (incoming) angle and the properties of the two media.

But while studying the behavior of light impinging on surfaces patterned with metallic nanostructures, the researchers realized that the usual equations didn’t cover the bizarre phenomena observed in the lab.

Essentially, the group’s discovered that the boundary between two media, if specially patterned, can itself behave like a third medium.

“Ordinarily, a surface like the surface of a pond is simply a geometric boundary between two media, air and water,” explains Nanfang Yu, a research associate in Capasso’s lab.

“But now, in this special case, the boundary becomes an active interface that can bend the light by itself.”

What makes the difference is an array of tiny gold antennas etched into the surface of the silicon used in Capasso’s lab and structured on a scale much thinner than the wavelength of the light hitting it.
This means that, unlike in a conventional optical system, the engineered boundary between the air and the silicon imparts an abrupt phase shift – a phase discontinuity – to the crests of the light wave crossing it.

Each antenna in the array is a tiny resonator that can trap the light for a given amount of time before releasing it. A gradient of different types of nanoscale resonators across the surface of the silicon can effectively bend the light before it even begins to propagate through the new medium.

The resulting phenomenon breaks the old rules, creating beams of light that reflect and refract in arbitrary ways, depending on the surface pattern.

The textbooks now need to be changed, adding a new term to the equations – the gradient of phase shifts imparted at the boundary.
“By incorporating a gradient of phase discontinuities across the interface, the laws of reflection and refraction become designer laws, and a panoply of new phenomena appear,” says Zeno Gaburro, a visiting scholar in Capasso’s group.

“The reflected beam can bounce backward instead of forward. You can create negative refraction. There is a new angle of total internal reflection.”

Comentário da Matriz/DNA: (estudar isso melhor)

A INTERESSANTE VISÃO DA TEORIA DA SAGRADA GEOMETRIA – Nassim Haramein

quarta-feira, fevereiro 23rd, 2011

(Êste artigo está com problema, com textos repetidos e diferenças nas cópias: clique no titulo em azul no final do artigo para ver o problema)

  • O Físico Nassim Haramein –  Teoria da Sagrada Geometria

INTERESTING VIEW OF THE SACREDY GEOMETRY THEORY

Para meu tipo de gôsto, foi melhor gastar uma hora de meu tempo assistindo um vídeo com um palestra de um físico excêntrico e meio maluco chamado Nassim Haramein, intitulada “Sacred Geometry & Unified Fields”, do que as muitas horas que gastei assistindo certos filmes que no final nada tinham de alimento para o cérebro. 

 Aqui descrevo e relato minha opinião mas quem quiser ver os vídeos (são seis partes e em inglês) vá no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=F71qWfxgIu4 

O  “cara” é uma figura, um “desajustado” no atual esquema da comunidade oficial dos físicos e na sua forma de pensar o Universo. Com uma mente brilhante. Pena que meio desviada da Natureza devido se basear muito na Física e na Matemática, áreas onde os cientistas não o aceitam muito bem, desacomodados que ficam com suas idéias exóticas. 

Para se ter uma idéia (apesar de que isto é apenas minha opinião), de como a Física e a Matemática levadas ao extremo intelectual podem conduzir o buscador para fora da realidade, basta ver a conclusão de um “scientific paper” registrado por Nassim e intitulado “The Schwarzschild Proton”. O qual conclui: “ The Schwarzschild proton fortemente sugere que a matéria em tôdas as escalas pode ser organizada por buracos negros, um átomo apresenta fenômenos similares aos dos buraco-negros, e portanto levando à unificação escalar das fundamentais fôrças da matéria.” (The Schwarzschild proton strongly suggests that matter at many scales may be organized by black-holes and black hole-like phenomena and thereby lead to a scale unification of the fundamental forces and matter.)

Para defender essa teoria êle tem registrado um “scientific paper”, intitulado  “The Schwarzschild Proton” que pode ser visto em “pdf” no site:

http://www.theresonanceproject.org/pdf/schwarzschild_proton_a4.pdf 

Ora, nos modêlos da minha Teoria da Matriz/DNA,  (que contem o modelo ideal perfeito da Matriz para organizar a matéria), também tem um buraco negro, na Função 1, e êle é, de fato, o inicio do processo da organização da matéria em qualquer tipo de sistema natural, mas a história não termina aí, isto é apenas o começo de um processo, apenas 18% do processo total da criação, sendo que depois da atuação do buraco negro vem as atuações de F2, F3, até F7. A Física não pôde até agora enxergar o quadro todo porque ela lida com o aspecto alectro-magnético e mecânico da realidade sem ver que cobrindo todos estes aspectos e até mesmo como fundação preliminar de todos eles existe uma cobertura vital, biológica. Essa cobertura biológica cósmica não pode ser descrita pela linguagem matemática e assim a Física fica sem o elo entre as Evoluções Cosmológica e a Biológica. E apesar de Nassim ser um dissidente e mais exigente que os físicos da Academia, êle  é um gênio, muitas vêzes êle tem insights espetaculares que o aproximam demasiado da Matriz, sem no entanto ter tocado-a até agora. Vale a pena ouvi-lo. 

Nassim começa de forma bem humorada e agradável a contar o começo de sua vida escolar, como era um sujeito desligado com os pensamentos cheios de visões esotéricas e portanto com dificuldade para se concentrar em qualquer coisa material aqui e agora. Portanto era um aluno difícil. Mas muitos gênios o foram, basta lembrar de Einstein. 

Seu primeiro gôsto numa matéria escolar surgiu no dia que o professor iniciou uma disciplina nova, a geometria. E o professor escreveu no quadro negro “Dimensão Zero” e desenhou um ponto dizendo: “Essa coisa chama-se ponto, isso é dimensão zero  e isso não existe!”. Em seguida escreveu “Dimensão 1” e desenhou vários pontos alinhados e disse: “Essa coisa chama-se “linha”, mas isso não existe também.” Nassim diz que pensou naquêle momento: “É… parece que vou ter péssimos tempos com essa matéria. Se estou vendo o ponto e a linha como é que isso não existe?!” Em seguida o professor aumentou os pontos de maneira perpendicular dezenhando mais três linhas reultando na figura de um quadrado e escreveu “Dimensão 2”, explicando: “Isso é um plano e tambem… não existe!”

Nêsse ponto os alunos estavam demasiado encolhidos em suas cadeiras e quase pedindo para sair da classe, achando que o professor estava biruta. Mas a tortura ia terminar logo. Pois o professor desenhou mais alguns planos iguais aquêle, conectando-os e resultou na figura de uma caixa, um cubo, e escreveu “Dimensão 3”, explicando: “Isto é chamado de cubo e isto sim, existe!” 

Em seguida Nassim põe um ponto de interrogação dentro do cubo significando “não-existente”. Parece-me que êle quer insinuar que o mundo existe apenas como um container, e o que está dentro não existe (se alguém souber explicar isto, agradeço, aqui não entendí bem seu inglês). Mas o que Nassim diz a seguir é interessante: “Aqui está a base do conhecimento de tudo e isto é uma incógnita que nunca foi solucionada, mas se pensar-mos na solução errada aqui ou se saímos daqui de maneira errada tôdas as nossas teorias, como a String, etc., e todos nossos conceitos firmados estarão errados, porque a nossa base estaria errada.” Só por isso, Nassim já justificou sua existência. E ele não faz como muitos casos da Física oficial imitam o avestruz, escondendo a cabeça na areia  ou varrendo os problemas para debaixo do tapête. Não, ele não esquece dêstes mistérios não solucionados que estão lá no principio, como fundação  de todo o castelo cientifico-matemático, mistérios êstes que pode revelar no final ter sido nosso castelo teórico construído sôbre areia movediça. 

Depois daquela aula Nassim entrou no ônibus a caminho de casa, dormiu e têve um sonho revelador. Porque será que muitas das mais importantes descobertas aconteceram quando o gênio estava viajando e têve um sonho?! Lembram-se de Kekulée? Resolveu um dos maiores mistérios químicos da época que era a questão de como se arranjam os átomos do benzeno e ele viajando numa carruagem sonhou com atomos dançando em forma de… ” ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar…”, e acordou gritando ao mundo: “Os átomos também dançam, a ciranda, a fórmula do benzeno é em forma de ring, de anel! ”  

Mas Nassim têve assim sua experiência meditativa que todos devemos praticar, se queremos desvendar os segrêdos da existência. Imagine que sua mente está saindo de seu corpo e subindo, sua casa vai se distanciando lá embaixo parecendo um ponto na cidade, a cidade vai parecendo um ponto no continente, o continente um ponto no planeta, o seu corpo um ponto entre seis bilhões de outros pontos, o planeta um ponto no sistema solar e você continua subindo, o sol parece um ponto na galaxia, a galaxia é apenas um ponto entre bilhões de galaxias e quando fora do Universo êste é apenas um ponto ao longe talvez entre uma infinidade de outros pontos… Aí você  começa a retornar e entra no ponto que é o Universo e vê uma infinidade de pontos dentro que sào as galaxias e entra na Milk Way e vê uma infinidade de pontos que são as estrêlas, procura a nossa e enfim, de ponto dentro de ponto você retorna a um ponto dentre 6 bilhões de outros que é o seu corpo. Mas não pare aí: olhe a palma de sua mão e vê que ela é formada de bilhões de pontos que parecem galaxias mas são células e olhe dentro das células e vê milhões de pontos que são os átomos e olhe dentro dos átomos e vês particulas, então continue olhando dentro de particulas e mais pontos e … isso parece que nunca vai terminar. 

Vendo o mundo assim, desta forma racional e real, qual o sentido da existência? Do mundo, de nós mesmos? Mas eu não tentei obter minha visão do mundo através dêste método porque o “infinito” é por enquanto uma criação da mente humana que não foi provada cientificamente e porque não acredito no calculo infinitesimal onde a dízima periódica, 0,333333…. ao infinito não teria fim. Eu nunca ví nada infinito mas sim vejo que tudo tem um limite e quando alcançado êste tudo se transforma: se começamos a dividir matéria, a certo ponto não estaremos mais dividindo massa e sim energia apenas e depois não mais energia ordinária e sim vórtices quãnticos… e depois… Como já disse alguém: ‘Para provar que existe infinito alguem teria que ir lá e avançar um pouco alem…”.

Como tambem para provar que o mundo é finito alguem teria que ir no fim e continuar infinitamente alem, para provar que não existe nada depois… nossa visào de mundo deve ser por isso sempre uma questão aberta, e isso evita fundamentalismos, radicalismos e desvios da realidade.

E permita-me mais um parentêsis na palestra do Nassim. Êste exercício mental do observador ver tudo como pontos dentro de pontos pode ser deprimente para nós, pois percebemos que somos meramente um ponto dentre uma infinidade dêles. Mas êste desagradavel pressentimento não tem razão de ser. Pois todos os pontos possuem algo em comum ( a evolução que os conecta, a constituição primordial, um padrão de organização, etc.). Mas existe um ponto que tem uma diferença em relação a tudo o mais. Uma propriedade que é apenas e exclusivamente sua. O corpo humano é o unico ponto conhecido que tem inteligência, auto-consciência. Já nos tiraram do centro do Universo, do centro da criação, querem agora nos tirar a alma… mas o fato de que ainda somos “especiais”, ninguém pode nos tirar. 

Mas então, voltando a Nassim, é como se estivéssemos no meio, fôssemos uma grandeza de nivel médio, e se vamos para o maior, acima de nós,  chegamos a um ponto, e se vamos para o menor, abaixo de nós, chegamos a outro ponto. Nassim chama nossa atenção para êste assunto. Quando êle chegou em casa disse para a mãe que tinha aprendido uma coisa sensacional na escola, sôbre dimensões. – “O professor  – disse êle – estêve ensinando dimensões mas ( para desespero de sua mãe, completou…) o professor está errado!” 

E nota que existe um paradoxo. Espiritualistas e povo religioso em geral costumam acreditar que o mundo acima se abre num infinito interminável enquanto a comunidade cientifica levada pelo método reducionista costuma observar o mundo de fora para dentro como se tudo estivesse num sistema fechado. Interessante: os dois estão equivocados. 

Nassim observou na época que o finito e o infinito se revelam como pontos fora ou dentro e concluiu que tinha de arrumar uma solução para conectar estes dois disparates. E ele foi pelo caminho da geometria, inicialmente desenhando uma circunferencia, em seguida um triangulo dentro da circunferencia que suscitava uma quantidade de iguais menores circunferencias dentro da maiores e cujas menores poderiam com triangulos se multiplicarem em outras menores ainda e assim ao infinito, chegando bem perto da teoria dos fractais. Assim ele acredita que demonstrou que o finito e o infinito estão relacionados tornando-se a mesma coisa.

(Obs: parei correção ortográfica aqui) 

Mas porque geometria? E porque por um triangulo dentro de uma esfera? Só ele poderia explicar. Êste é o mal destas palestras e por isso não gosto delas. Se o expoente adota uma postura ou dá uma explicação que você não entende ou não concorda – e se voc6e não interromper imediatamente para esclarecer aquilo antes de avançar… todo o resto ficará obtuso para tí. Eu por exemplo quando estava pensando o mundo resolví pensar a partir da vida e pus um DNA dentro da incógnita esfera do mundo, quer dizer, um caminho totalmente diferente do caminho de Nassim. 

Mas foi válido o que Nassim fêz, num certo sentido. No fim sua figura tem milhares de iguais pontos esféricos dentro de pontos exatamente iguais, mas surge uma diferença marcante no todo. Cada esfera tem um centro, o qual está numa posição dentro da esfera maior que não é a mesma posição de todos os outros centros de todas as outras esferas. É o que diverge dentro de um mundo formado por uma infinidade do mesmo fractal: cada qual tem seu centro unico, especifico, dioferente de tudo o mais. Estaria por aí a causa de que nem um ser humano é igual ao outro? O seu centro, o seu super-ego? Portanto, deixei Nassim continuar a partir de uma premissa que não concordei porque de certa maneira ela tem algum valor, ela retorna de vez em quando tocando a realidade de maneira interessante. 

Qual o aspecto interessante em notar que dentro de uma esfera que parece um ponto e que representa o Universo inteiro e onde existe dentro um a infinidade de esferas iguais em diferente dimensões de grandeza, porem o que diverge entre todos é os centros de cada esfera? Que o mundo é dividido em dimensòes escalas. existe a dimensão dos átomos, para nós intocável e invisivel. Existe a dimensão das estr6elas, novamente intocável e mal visivel. e existe a nossa dimensão. Em cada dimensão repartida por seus centros, estes podem se conectarem, interagirem entre si. Uma conexão do tipo horizontal, espacial. Já quando olhamos o todo e vemos todos os diferentes tamanhos ao mesmo tempo uns dentro dos outros, as conexões se tornam dificeis ou não parecem não existirem. Conexão do tipo vertical,temporal, onde as diferenças de dimensões decorreram devido à evolução e a história. É o mesmo problema da minha fórmula da Matriz no seu aspecto de ciclo vital: pode existir uma conexão visivel e sensivel entre uma estrela e um planeta no plano horizontal, espacial, onde ambos existema ao mesmo tempo, mas fica dificel ver o canal de comunicação entre a forma de uma criança e a forma de adulto de uma mesma pessoa, pois as duas não existem ao mesmo tempo, mas a conexão existe, ou existiu. Enfim, a figura de Nassim nos leva a uma visão mais esclarecida de como o mundo parece formado por diferentes camadas de networks. estas diferentes camadas recebe em sua Física o nome de escalas, e Nassim se concentra muito nesse aspecto de escala, como se pode notar em seus “scientific papers”. 

Miostrando que dentro de uma unica esfera representando a totalidade do espaço podemos deixar um programa de computador rodando infinitamente criando esferas menores dentro das esferas existentes e que isso nunca teria um limite, Nassim salta para uma conclusão interessante: dentro daquela esfera maior que não se pode escapar, asssim como dentro das menores esferas invisiveis, pode-se inserir a mesma quantidade de informações. Na verdade, dentro do menor ponto possivel, pode-se, em teoria, inserir uma infinidade de informações. Coisa de louco… mas assim é a realidade. 

Se nós, como corpos, somos igualmente como um ponto, em nós podemos estocar uma infinidade de informações. Desta forma, através da geometria, da Física, da Matemática, voc6e tem uma noção não apenas espiritual, mas mec6anica, matemática, do potencial de infinitude que é a sua exist6encia.  Quer dizer: o que sempre foi pensado apenas em termos de dogma, doutrinas, pensamentos misticos, agora chega a ser pensado dentro da Física. Racionalismo e teologia vem de caminhos opostos convergindo ao mesmo ponto de chegada? Interessante; nêste ponto estou curioso para saber onde êle quer chegar com isso. 

Por essa busca do infinitamente grande ou pequeno foi que os físicos começaram a construir os aceleradores de partículas. Pensou-se a um século atrás que os átomos seriam a menor coisa que pode existir, a partícula de Deus. mas depois notou-se que dentro haviam protons, neutrons e dentro destes leptons e mesons e dentro d6estes… sempre a cada nova descoberta se pensou ter chegado finalmente á partícula de Deus. Agora chegamos ao ponto de construir um “colider” com 17 milhas de dist6ancia e custando cêrca de 10 bilhões de dolares para o qual contribuiram cinco nações e tudo isso porque acredita-se que chegaremos dessa vez à particula de Deus: o boson Higgs. Claro que nós, meros comuns mortais já sabemos de antemão qual será o final desse filme: vão pedir dinheiro para construir um de 30 milhas, porque agora têm certeza que vão chegar lá. Claro que eles nào devem acreditar nisso tambem e nós nào negaremos o dinheiro porque queremos que continuem. alem do fato de que a espécie humana é uma errante incorrigivel, nós estamos sempre aprendendo mais algo a cada nova particula que descobrem. 

Nassim é um fisico dissidente que discorda dos físicos. Êle acha que ao invés de estar-mos buscando a partícula fundamental deveríamos estar observando os padrões dentre as divisões, principalmente os padrões de conexões entre as diferentes escalas. Porque, diz êle – se entender-mos os padrões das divisões nós vamos entender tôdas as divisões no espaço tempo e assim entender como o Universo funciona e como ele faz suas criações. Nós vamos ter a chave da criação. E isto sim, ao invés de fundamentais de fundamentais de particulas, seria realmente util. 

E então Nassim aclama a fundamental questão: “Se você quizer achar a coisa que conecta tôdas as coisas, como ela seria?” 

 É aqui que todos os espiritualistas pararam, quando alguns povos antigos acreditaram que tudo é o “um”, ou outros como os deístas quando pensaram e acreditaram que encontraram essa coisa e a denominaram de “Deus”. Mas mostre-me Deus e explique como êle faz isso. Sem essa demonstração, racionalmente sua solução não é a solução, é um dogma. 

E Nassim encontrou uma coisa que conecta tudo, aliás a unica coisa existente que realmente conecta tudo: “Espaço”. 

O espaço está em todo lugar. Entre galaxias, entre estrêlas, entre nós, entre átomos… mesmo o assim chamado  “mundo material vivo” é constituído 99,999…% de espaço. dentro de um átomo, tôda sua realidade consiste em 99,999…% espaço! Nós mesmos somos um conjunto vazio! 

O que é que faz com que, por exemplo, um diamante que parece tão denso e duro, mas que na verdade cada um de seus átomos está distante dois campos de futebol do mais próximo, parecer denso e duro? Vibrações. O espaço é plemamente preenchido por vibrações, o espaço é vibração. Assim Nassim foi por um caminho diferente dos físicos modernos. Eles estão concentrando suas atenções na 0,00001…% porção da realidade e se esquecendo dos 99,9999… %. Estão coando a agulha e deixando passar os camelos. Não deve ser essa insignificante quantia de matéria que define espaço, mas sim que o espaço é quem define a matéria. Interessante! Decididamente, Nassim vale a pena. É um gênio. 

A disciplina da Física chegou, nas décadas de setenta, oitenta, a um ponto crucial chamado “gravitação”. Os maiores gigantes da Física escreveram sôbre gravitação, ela está no cerne da Física relativística, é a Bíblia da Física. 

É então que a palestra de Nassim chega ao seu clímax do paradoxal. Êle narra que sempre viveu isolado da comunidade dos físicos pensando em seu mundo particular e conversando apenas com seus botões  e de vez em quando mandando algum artigo para publicação. Até que o convidaram, senão intimaram, a que ele comparecesse a uma conferência de Física. Mas nestas conferências discute-se Física avançada, os ultimos assuntos de vanguarda, e entende-se que todo mundo sabe e estão de acordo com as premissas básicas estabelecidas tempos atrás, por isso não se admite perguntas sôbre os fundamentos, as questões basicas que já estão resolvidas. Mas os problemas de Nassim estão realcionados justamente com estas premissas que para êle não estão resolvidas. Sem saber como contornar este problema para expor suas conclusões, Nassim projetou na parede uma figura bem conhecida dos fisicos para explicar gravitação: um homem soprando um balão transparente dentro do qual existem algumas moedas e assim se explicando como o universo se expande e as galaxias se distanciam umas das outras Ver figura abaixo).

E Nassim pede desculpas por retornar ao primitivismo da Fisica para resolver um problema seu e diz que aquele quadro serve para explicar a expansão, não é mesmo? E todo mundo acena a cabeça compassivamente como se faz com um aluno principiante respondendo: sim isto está correto. Quando está todo mundo olhando o balão em expansão, sem mais interêsse, Nassim vai dizendo. “Bem, o que eu queria realmente saber aqui porque eu tenho passado minha vida perguntando isso desde quando ví esse quadro na escola a primeira vez e olha que eu tenho estudado e pensado um bocado, tenho virado e revirado tôdas as equações que levam a esse quadro, mas sempre me faltou uma coisa para entender esse quadro, e eu queria saber porque nunca fiquei sabendo é o seguinte… ( e  ele fêz uma pergunta que  derrubou a platéia): “Who is this guy? “

– “Quem é êsse homem?!”

– “Quais equações explicam quem é êle?”

Só então que todo mundo foi perceber que existe um homem soprando o balão. Que sem a fôrça emitida pelo homem o balão não expande. Mas eu pensei que ele ia ser linchado ali, pela comunidade dos físicos…

Bem, o salão da conferencia inicialmente caiu num silêncio profundo, alguns estudantes começaram a tossir, alguns não conseguiram segurar e quase morrem na cadeira de tanto rir, os anciões a pigarrear, e o diretor da conferência começou a suar chamando êle para um lado e soprando em seu ouvido: “Escuta, isso aqui é o departamento de Física, você não vai falar a palavra “Deus” aqui, para nossos estudantes e para o publico, pois não”…? E Nassim dirigindo-se à platéia continuou:

– “Uma lei fundamental em Física é a de que a cada ação corresponde uma reação. Então se está havendo expansão por um lado tem que estar havendo contração em outro…  O que eu queria mostrar é que esse guy que está soprando o balão tem pulmão, o qual está contraindo. Como fica o caso do Universo?!”

A visão moderna da Física é uma visão machista do Universo, tudo cresce, expande, explode… o Big Bang em seu modêlo sugere que tudo começou com um pequeno átomo onde tôda a energia estava comprimida, mas se estava, alguem pôs ela, prensou, comprimiu-a ali dentro do átomo…

Temos que pensar mais no espaço, no qual acontece a vibração e o qual conecta cada coisa, desde o infinitamente grande ao infinitamente pequeno portanto o espaço deve ser  infinitamente denso…

 Hoje a Física age como a faxineira que varre a sujeira para debaixo do tapête. Por exemplo a teoria da quãntica funciona porque… hoje, a teoria do campo quantico consegue se safar por um processo que denominaram de “renormalização” de uma densidade da energia que no vacuo tenderia ao infinito se não fôsse removida por essa “renormalização”. Isto porque se notou que no espaço dentro de um átomo existem vibrações tendendo à elevada velocidade, que o vacuo dentro do átomo é infinitamente denso, o que vai bater com a conclusão que Nassim havia chegado sôbre o espaço total apenas por meio do raciocínio. É uma incongruência que o homem hoje esteja espremendo a cabeça com o problema de que não existe energia para todo mundo, que a energia esteja exaurindo, quando dentro de qualquer simples átomo existe um infinita energia comprimida.

Me lembro de Openhauer dizendo que quando o presidente dos e3stados Unidos lhe perguntou se realmente há energia dentro de um átomo para fazer uma bomba, Oppenhauer pensando na bomba at6omica que estava construindo respondeu: “Sim… tem muita, mas muita mesmo, energia…”

Precisávamos achar um finito número para calcular o menor comprimento de onda dessa energia e o achamos com a chamada constante de Plank: 1,666 x 10 (33)cm (leia-se 10 elevado à 33 potências negativas ou seja, 33 zeros!) . Demasiado pequeno. Ainda assim este numero não representa a menor coisa que o Universo pode fazer mas sim apenas o limite ultimo, a menor coisa que nós podemos perceber em nossa relação com o Universo. Mas então quanto dessa menor coisa ou vibração poderíamos conseguir dentro de um cubo, digamos, de um centimetro cubico? 10 (93) gramas/cm3 (leia-se 10 elevado a 93 potências). Em outras palavras isto significa que o vacuo possui uma densidade de energia da ordem de 10(93) gramas por centimetro cubico. Você sabe o que significa esse numero de gramas, 10 seguido de noventa e três zeros?  Significa todo o pêso de todas as galaxias juntas, o pêso do Universo! Isto quer dizer que se pegarmos todos os planetas, todas as estrelas, todas as galaxias e prensar-mos isto tudo,  conseguiremos por tudo dentro de um cm3 do vacuo! Coisa de louco… mas isto é física e matemática,e… corretas.

Caberia dentro mas ainda nào encheria o cm3 de vacuo. Porque o Universo inteiro é calculado ter 10(55) gramas de massa mais energia. Isto significa que um cm3 de massa e energia do vacuo excede a total masssa do Universo observavel por 33 ordens de magnitude! Quer dizer, dentro de uma pequena fração do vacuo, dentro de um ponto, cabe o Universo e 33 coisas mais do tamanho dele… Coisa de louco.

Tanto que quando os fisicos chegaram a estes numeros quase enlouqueceram. Como vamos tratar a Fisica e torna-la crível e aceitável aos estudantes com esta visão da realidade? Simples: varreram estes numeros para debaixo do tap6ete. O que mais se pode fazer?

A conclusão é que nossa razão não é a mesma razão da natureza, nós não temos capacidade mental para entender a realidade. Ponto final. O que podemos fazer é continuar com nossa física de muletas enquanto ela ainda está produzindo alguns produtos úteis, e outros nem tanto simpaticos, como a bomba atômica ou o aquecimento global.

Uma maneira de salvar a dignidade de nossa razão foi a encontrada nos idos de 1930, quando concluíram que não se pode provar que tôda essa energia está dentro de um minimo ponto do vacuo, que esse numero deveria ser resultado de erros nas equações, e por fim que essa energia não teria em Fisica a menor importancia. Mas como, não tem a menor importancia, se isso teria que ser a coisa mais importante, a base de tôda a fisica natural subsequente?

Por fim, em 1947, um professor de Fisica mostrou por experimentos, aplicando energia em duas placas e tentando unila-las totalmente, que as equações estavam corretas, no que ficou conhecido como o “Casimir Effect”. E é aqui, do Efeito Casimir, que Nassim extrai a mensagem moral, espiritual que êle queria transmitir desde o começo, penso eu. O Efeito Casimir é causado pelo fato do espaço vazio ter “flutuações do vácuo”, pares de  “partículas virtuais – antiparticlas virtuais”, que continuamente se formam do vácuo e retornam ao vácuo um instante depois. Tudo no universo é assim, inclusive nós, surgimos repentinamente no mundo, expandimos e essa expansão significa que estamos transmitindo nossa informação ao mundo e depois começamos a retornar de onde viemos, e nesse retorno absorvemos as informações do mundo. Algo mais ou menos assim, salientando a importancia que é nossa responsabilidade quando atuamos no mundo porque – mesmo que não sejamos apenas nós mas uma infinidade de outras coisas interconexas – da maneira como modelamos o mundo ele o será quando voltar-mos. Acho que isso tem algo a ver com a idéia de re-encarnação, ou algo similar, ele não esclarece isso, como não cairia bem para um físico.

Mas as surpresas de Nassim ainda não terminaram. Se considerar-mos aquele numero do Universo, 10 (55), o Universo preenche todos os requisitos para ser um… black hole. Um buraco negro! Uma das evidências? Aponte um facho de lazer para o céu imaginando que ele vai ao infinito. Não vai. No seu caminho haverá uma estrêla e considerando a curvatura do espaço pela teoria de Einstein, o raio deveria se curvar um pouco. Mais adiante outra estrela no caminho do raio e ele se encurva mais. E assim vai, se encurvando até que… o raio retorna por aqui mesmo. Quer dizer, a luz não pode escapar do Universo, como acontece dentro de um buraco negro. E como o Universo é apenas um ponto contendo pontos menores que contem pontos menores ainda infinitamente, então tudo, qualquer átomo no mundo, é um buraco negro.

Tudo está conectado através das diferentes escalas de grandezas portanto deveríamos ter noção do infinito dentro de nós já que a ele estamos conectados. Mas torna-se dificil, senão impossivel tentar-mos ver nossas conexões com o extremamente grande, ao qual não podemos ver. Mas como o infinitamente grande é exatamente o infinitamente pequeno, o grande está projetado dentro do pequeno, significa que o todo está dentro de um átomo, ou dentro de nós. Por isso os mestres orientais como Confucio, Buda, etc., sempre disseram, para conhecer o todo olhe-se para dentro de ti mesmo. Agora a Física com sua Matematica está chegando à mesma conclusão.

Com o resultados de seus calculos sôbre o Schwarzschild Proton, um simples proton  apresentando o numero 10 (55), o qual é o mesmo numero da massa do Universo, Nassim pretende ter provado que cada atomo não apenas é um buraco negro, como cada um contem o inteiro Universo. Não é mais simples e metafisical dogma, não é mais mera fantasia de misticos, mas sim provado matematicamente que o todo é um e o um é o todo.

Nassim continua revelando os enganos da Física. Notando que atomos se juntam dentro de um nucleo, mas que isso vai contra o conhecimento geral de que duas cargas iguais se repelem, para explicar isso inventaram uma nova fôrça que não existe: a fôrça forte. Nassim apresenta graficos e modêlos explicando que se explica a atração entre dois protons se eles forem, na verdade, mini-buracos negros. Mas a continuidade dos calculos indicam que dois protons nessa situação devem estarem girando em em torno do outro à velocidade da luz! O que significa que se um buraco negro isolado é escuro, dois juntos é pura luz. Daqui Nassim vai para o corpo humano levando esta noção de que nossos atomos é pura luz para terminar: “You are…light!”

Mas Nassim não é apenas uma mente voltada para as maiores elocubrações do mundo da Fícisca. Enquanto ele calcula e calcula avançando sempre em suas equações matematicas ele tem em paralelo um hobby: estudar as civilizações antigas. E algo que mais lhe chama atenção naquelas civilizações são sua construções, desde as piramides do Egito às pedras na  Stonehenge da Escócia  ás praças dos rituais mágicos dos maias. E de repente ele descobriu algo: que a complexa matematica da Fisica de hoje já estava lá nas bases dos calculos e nas mensagens finais transmitidas por aqueles templos. Na geometria das construções. Por isso ele acredita que todo o conhecimento do Universo estava presente naquela época na forma de um código. E como jamais o homem simples daquela época poderia ter chegado a esse conhecimento, só existe uma explicação: o código foi deixado por alguma civilização muito supeior que estêve circulando por aqui.

Justo nêste ponto Nassim e a Matriz se encontram brevemente. Pois um dos momentos de maior surprêsa na minha vida foi quando descobri que o estado astronomico do mundo momentos antes da origem da vida –  que o modêlo que eu tinha em mãos obtido depois de dezenas de anos de independente calculo – já haviam sido revelados nas bases de tôdas as religiões, desde o Genesis quando descreve o Paraiso,  desde o filósofo chinês quando descreve a simbologia do I Ching, até à Doutrina Secreta esotérica quando apresenta sua cosmologia. Como isto foi possivel? A tese de Nassim é uma das possibilidades, e até racional, apesar de que não encontro explicação do porque uma civilização mais inteligente iria transmitir tais conhecimentos a um povo cujo nivel tecnológico não os permitiria usar nada daquilo. A Matriz se saiu com outra hipótese: o código revelado através da cultura antiga é o código humano recebido do Cosmos na forma de DNA e o passado cósmico do homem diz respeito à sua ancestralidade ainda na forma de sistemas simples como atomos e galaxias, cujas existências estão registradas nas regiões que chamamos de DNA-Lixo. Elas transpareceram nas contruçõesantigas  porque os antigos eram mais puros e fiéis a nossa ancestralidade natural do que somos hoje e portanto estas lembranças lhes vinham á memória, apesar de vir em rápidos flashes e de forma confusa, o que gerou o misticismo e a enorme confusão fantasiosa das religiões.  Mas tambem esta é uma hipótese valida. O que finalmente me interessa é que o quadro sugerido por Nassim – de que o todo está codificado no um e o um codifica o todo  – é exatamente o que dizem os modêlos da Matriz/DNA. 

Para meu tipo de gôsto, foi melhor gastar uma hora de meu tempo assistindo um vídeo com um palestra por um físico excentrico e meio maluco chamado Nassim Haramein, intitulada “Sacred Geometry & Unified Fields”, do que as muitas horas que gastei assistindo certos filmes que no final nada tinham de alimento para o cérebro. 

 Aqui descrevo e relato minha opinião mas quem quiser ver os vídeos (são seis partes e em inglês) vá no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=F71qWfxgIu4 

O  “cara” é uma figura (já dá para notar logo de entrada pelo tamanho de seu cabelo), um “desajeitado “ no atual esquema da sociedade, com tendência a anarquista e certo egocentrismo porém, inofensivo e razoavelmente intencionado. Com uma mente brilhante. Pena que meio desviada da Natureza devido se basear muito na Física e na Matemática, áreas onde os cientistas não o aceitam muito desacomodados que ficam com suas idéias exóticas. 

Para se ter uma idéia (apesar de que isto é apenas minha opinião), de como a Física e a Matemática levadas ao extremo intelectual podem conduzir o buscador para fora da realidade, basta ver a conclusão de um “scientific paper” registrado por Nassim e intitulado “The Schwarzschild Proton”. O qual conclui: “ The Schwarzschild proton fortemente sugere que a matéria em tôdas as escalas pode ser organizada por buracos negros e apresenta fenômenos similares aos dos buraco-negros, e portanto levando à unificação escalar das fundamentais fôrças da matéria.” (The Schwarzschild proton strongly suggests that matter at many scales may be organized by black-holes and black hole-like phenomena and thereby lead to a scale unification of the fundamental forces and matter.) 

Ora os modêlos da minha Teoria da Matriz/DNA (que contem o modelo ideal perfeito da Matriz para organizar a matéria) contem um buraco negro, na Função 1, êle é, de fato, o inicio do processo da organização da matéria em qualquer tipo de sistema natural,mas a história nào termina aí, isto é apenas o começo de um processo, apenas 18% do processo total da criação, sendo que depois da atuação do buraco negro vem as atuações de F2, F3, até F7. A Física não pôde até agora enxergar o quadro todo porque ela lida com o aspecto alectro-magnético e mecânico da realidade sem ver que cobrindo todos estes aspectos e até mesmo como undação preliminar de todos eles existe uma cobertuea vital, biológica. Cuja linguagem de expressão não é a Matemática.  Mas Nassim é um gênio, muitas vêzes êle tem insights espetaculares que o aproximam demasiado da Matriz, sem no entanto ter tocado-a até agora. Vale a pena ouvi-lo. 

Nassim começa de forma bem humorada e agradável a contar o começo de sua vida escolar, como era um sujeito desligado com os pensamentos cheios de visòes esotéricas e portanto com dificuldade para se concentrar em qualquer coisa material aqui e agora. Portanto era um aluno dificil. mas muitos gênios o foram, basta lembrar de Einstein. 

Seu primeiro gôsto numa matéria escolar surgiu no dia que o professor iniciou uma disciplina nova, geometria. E o professor escreveu no quadro negro “Dimensão 0” e desenhou um ponto e disse: “Essa coisa chama-se ponto, isso é dimensão zero  e isso não existe!”. Em seguida escreveu “Dimensão 1” e desenhou vários pontos alinhados e disse: “Essa coisa chama-se “linha”, mas isso não existe também. nassim diz que pensou naqu6ele momento: “É… parece que vou ter péssimos tempos com essa matéria. Se estou vendo o ponto e a linha como é que isso não existe?!” Em seguida o profssor aumentou os pontos de maneira perpendicular dezenhando mais tr6es linhas reultando na figura de um quadrado e escreveu “Dimensão 2”, explicando que isso é um plano e tambem… não existe! Nêsse ponto os alunos estavam demasiado encolhidos em suas cadeiras e quase pedindo para sair da classe, achando que o professor ficou louco. Mas a tortura ia terminar logo. Pois o professor desenhou mais alguns planos iguais aqu6ele e resultou na figura de uma caixa, um cubo, e escreveu “Dimensão 3”, explicando: “isto é chamado de cubo e isto sim, existe!” 

Em seguida Nassim fala algo que não entendo bem devido ao inglês e aí prejudica o entendimento da matéria mas êle põe um ponto de interrogação dentro do cubo significando “não-existente”. parece-me que 6ele quer insinuar que o mundo existe apenas como um container, e o que está dentro não existe (se alguém souber explicar isto, agradeço). mas o que nassim diz a seguir é interessante: “Aqui está a base do conhecimento de tudo e isto é uma incógnita que nunca foi solucionada, mas se pensar-mos na solução errada aqui ou se saímos daqui de maneira errada tôdas as nossas teorias, como a String, etc., e todos nossos conceitos firmados estão todos errados, porque a nossa base estaria errada.” Só por isso, Nassim já justificou sua existência. E ele não faz como a maioria dos pensadores e cientistas que fazem como o avestruz, escondendo a cabeça na areia e tocando o barco para a frente do jeito que a maré manda. Não, ele não esquece desse mistério nào solucionado que está lá no principio, como fundação  de todo o castelo cientifico-matemático, mistério 6este que pode revelar no final ter sido noos castelo construído sôbre areia movediça. 

Depois daquela aula Nassim entrou no ônibus a caminho de casa, dormiu e t6eve um sonho revelador. porque será que muitas das mais importantes descobertas aconteceram quando o g6enio estava viajando e t6eve um sonho?! lembram-se de Kekulée? Resolveu um dos maiores mistérios quimicos da época que era a questào de como se arranjam os átomos do benzeno e ele viajando numa carruagem sonhou com atomos dqançando em cirando e acordou gritando ao mindo: “é em forma de ring, de anel… o benzeno!” 

Mas Nassim têve assim sua experiência meditativa que todos devemos fazer um dia, se queremos pensar o mundo. Imagine que sua mente está saindo de seu corpo e subindo, sua casa vai se distanciando lá embaixo parecendo um ponto na cidade, a cidade vai parecendo um ponto no continente, o continente um ponto no planeta, o seu corpo um ponto entre seis bilhões de outros pontos, o planeta um ponto no sistema solar e voc6e continua subindo, o sol parece um ponto na galaxia, a galaxia é apenas um ponto entre bilhões de galaxias e quando fora do universo 6este é apenas um ponto ao longe talvez entre uma infinidade de outros pontos… aí você  começa a retornar e entra no ponto que é o Universo e vê uma infinidade de pontos dentro que sào as galaxias e entra na Milk Way e v6e uma infinidade de pontos que são as estrêlas, procura a nossa e enfim, de ponto dentro de ponto voc6e retorna a um ponto dentre 6 bilhões de outros que é o se4u corpo. mas nào pare aí: olhe a palma de sua mão e v6e que ela é formada de bilhões de pontos que parecem galaxias mas sào células e olhe dentro das células e vê milhões de pontos que sào os átomos e olhe dentro de átomos e v6es particulas então plhando dentro de particulas e mais pontos e … isso parece que nunca vai terminar. 

Vendo o mundo assim, desta forma racional e real, qual o sentido da existência? Do mundo, de nós mesmos? Mas eu não tento tirar minha visão do mundo dessa visào porque não acredito no calculo infinitesimal onde a dízima periódica, 0,333333…. ao infinito não teria fim. Eu nunca ví nada infinito mas sim vejo que tudo tem um limite quando alcançado 6este a coisa se transforma: se começamos a dividir matéria, a certo ponto não estaremos mais dividindo massa e sim energia apenas e depois nào mais energia ordinária e sim vórtices quãnticos… e depois… Como já disse alguém: ‘Para provar que existe infinito alguem teria que ir lá e avançar um pouco alem…”. Como tambem para provar que o mundo é finito alguem teria que ir no fim e continuar infinitamente alem para provar que não existe nada depois…  

Mas então, é como estivéssemos no meio, fôssemos uma grandeza de nivel médio, e se vamos para o maior, acima de nós,  chegamos a um ponto e se vamos para o menor, abaixo de nós, chegamos ao mesmo um ponto. Nassim chama nossa atenção para êste assunto. Quando 6ele chegou em casa disse para a mãe que tinha aprendido uma coisa sensacional na escola, sôbre dimensões. – “O professor  – disse êle – estêve ensinando que um ponto não existe, mas tudo no mundo é um ponto, e portanto ( para desespero de sua mãe, completou…) o professor está errado! 

E nota que existe um paradoxo. Espiritualistas e o povo religioso costuma acreditar que o mundo acima se abre num infinito interminável enquanto a comunidade cientifica levada pelo método reducionista costuma observar o mundo de fora para dentro como se tudo estivesse num sistema fechado. Interessante: os dois estão equivocados. 

Nassim observou na época que o finito e o infinito se revelam como pontos fora ou dentro e concluiu que tinha de arrumar uma solução para conectar estes dois disparates. E ele foi pelo caminho da geometria, inicalmente desenhando uma circunferencia, em seguida um triangulo dentro da circunferencia que suscitava uma quantidade de iguais menores circunferencias dentro da maior e cujas menores poderiam com trianfgulos se multiplicarem em outras menores ainda e sassim ao infinito, chegando bem perto da teoria dos fractais. Assim ele acredita que demonstou que o finito e o infinito estão relacionados tornando-se a mesma coisa. 

Mas porque geometria? E porque por um triangulo dentro de uma esfera? Só ele poderia explicar. Ê#ste é o mal destas palestras e por isso não gosto delas. Se o expoente adota uma postura ou dá uma explicação que voc6e não entende ou não concorda – e se voc6e não interromper imediatamente para esclarecer aquilo antes de avançar… todo o resto ficará obtuso para tí. Eu por exemplo quando estava pensando o mundo resolví pensar a partir da vida e pus um DNA dentro da incógnita esfera do mundo, quer dizer, um caminho totalmente diferente do caminho de Nassim.  

Mas foi válido o que Nassim fêz, numcerto sentido. No fim sua figura tem milhares de iguais pontos esféricos dentro de pontos exatamente iguais, mas surge uma diferença marcante no todo. Cada esfera tem um centro, o qual está numa posição dentro da esfera maior que não é a mesma posição de todos os outros centros de todas as outras esferas. É o que diverge dentro de um mundo formado por uma infinidade do mesmo fractal: cada qual tem seu centro unico, especifico, dioferente de tudo o mais. Estaria por aí a causa de que nem um ser humano é igual ao outro? O seu centro, o seu super-ego? Portanto, deixei Nassim continuar a partir de uma premissa que não concordei porque de certa maneira ela tem algum valor, ela retorna de vez em quando tocando a realidade de maneira interessante. 

Qual o aspecto interessante em notar que dentro de uma esfera que parece um ponto e que representa o Universo inteiro e onde existe dentro um a infinidade de esferas iguais em diferente dimensões de grandeza, porem o que diverge entre todos é os centros de cada esfera? Que o mundo é dividido em dimensòes escalas. existe a dimensão dos átomos, para nós intocável e invisivel. Existe a dimensão das estr6elas, novamente intocável e mal visivel. e existe a nossa dimensão. Em cada dimensão repartida por seus centros, estes podem se conectarem, interagirem entre si. Uma conexão do tipo horizontal, espacial. Já quando olhamos o todo e vemos todos os diferentes tamanhos ao mesmo tempo uns dentro dos outros, as conexões se tornam dificeis ou não parecem não existirem. Conexão do tipo vertical,temporal, onde as diferenças de dimensões decorreram devido à evolução e a história. É o mesmo problema da minha fórmula da Matriz no seu aspecto de ciclo vital: pode existir uma conexão visivel e sensivel entre uma estrela e um planeta no plano horizontal, espacial, onde ambos existema ao mesmo tempo, mas fica dificel ver o canal de comunicação entre a forma de uma criança e a forma de adulto de uma mesma pessoa, pois as duas não existem ao mesmo tempo, mas a conexão existe, ou existiu. Enfim, a figura de Nassim nos leva a uma visão mais esclarecida de como o mundo parece formado por diferentes camadas de networks. estas diferentes camadas recebe em sua Física o nome de escalas, e Nassim se concentra muito nesse aspecto de escala, como se pode notar em seus “scientific papers”.  

Miostrando que dentro de uma unica esfera representando a totalidade do espaço podemos deixar um programa de computador rodando infinitamente criando esferas menores dentro das esferas existentes e que isso nunca teria um limite, Nassim salta para uma conclusão interessante: dentro daquela esfera maior que não se pode escapar, asssim como dentro das menores esferas invisiveis, pode-se inserir a mesma quantidade de informações. Na verdade, dentro do menor ponto possivel, pode-se, em teoria, inserir uma infinidade de informações. Coisa de louco… mas assim é a realidade. 

Se nós, como corpos, somos igualmente como um ponto, em nós podemos estocar uma infinidade de informações. Desta forma, através da geometria, da Física, da Matemática, voc6e tem uma noção não apenas espiritual, mas mec6anica, matemática, do potencial de infinitude que é a sua exist6encia.  Quer dizer: o que sempre foi pensado apenas em termos de dogma, doutrinas, pensamentos misticos, agora chega a ser pensado dentro da Física. Racionalismo e teologia vem de caminhos opostos convergindo ao mesmo ponto de chegada? Interessante; nêste ponto estou curioso para saber onde êle quer chegar com isso. 

Por essa busca do infinitamente grande ou pequeno foi que os físicos começaram a construir os aceleradores de partículas. Pensou-se a um século atrás que os átomos seriam a menor coisa que pode existir, a partícula de Deus. mas depois notou-se que dentro haviam protons, neutrons e dentro destes leptons e mesons e dentro d6estes… sempre a cada nova descoberta se pensou ter chegado finalmente á partícula de Deus. Agora chegamos ao ponto de construir um “colider” com 17 milhas de dist6ancia e custando cêrca de 10 bilhões de dolares para o qual contribuiram cinco nações e tudo isso porque acredita-se que chegaremos dessa vez à particula de Deus: o boson Higgs. Claro que nós, meros comuns mortais já sabemos de antemão qual será o final desse filme: vão pedir dinheiro para construir um de 30 milhas, porque agora têm certeza que vão chegar lá. Claro que eles nào devem acreditar nisso tambem e nós nào negaremos o dinheiro porque queremos que continuem. alem do fato de que a espécie humana é uma errante incorrigivel, nós estamos sempre aprendendo mais algo a cada nova particula que descobrem.  

Nassim é um fisico dissidente que discorda dos físicos. Êle acha que ao invés de estar-mos buscando a partícula fundamental deveríamos estar observando os padrões dentre as divisões, principalmente os padrões de conexões entre as diferentes escalas. Porque, diz êle – se entender-mos os padrões das divisões nós vamos entender tôdas as divisões no espaço tempo e assim entender como o Universo funciona e como ele faz suas criações. Nós vamos ter a chave da criação. E isto sim, ao invés de fundamentais de fundamentais de particulas, seria realmente util. 

E então Nassim aclama a fundamental questão: “Se você quizer achar a coisa que conecta tôdas as coisas, como ela seria?” 

 É aqui que todos os espiritualistas pararam, quando alguns povos antigos acreditaram que tudo é o “um”, ou outros como os deístas quando pensaram e acreditaram que encontraram essa coisa e a denominaram de “Deus”. Mas mostre-me Deus e explique como êle faz isso. Sem essa demonstração, racionalmente sua solução não é a solução, é um dogma. 

E Nassim encontrou uma coisa que conecta tudo, aliás a unica coisa existente que realmente conecta tudo: “Espaço”. 

O espaço está em todo lugar. Entre galaxias, entre estrêlas, entre nós, entre átomos… mesmo o assim chamado  “mundo material vivo” é constituído 99,999…% de espaço. dentro de um átomo, tôda sua realidade consiste em 99,999…% espaço! Nós mesmos somos um conjunto vazio! 

O que é que faz com que, por exemplo, um diamante que parece tão denso e duro, mas que na verdade cada um de seus átomos está distante dois campos de futebol do mais próximo, parecer denso e duro? Vibrações. O espaço é plemamente preenchido por vibrações, o espaço é vibração. Assim Nassim foi por um caminho diferente dos físicos modernos. Eles estão concentrando suas atenções na 0,00001…% porção da realidade e se esquecendo dos 99,9999… %. Estão coando a agulha e deixando passar os camelos. Não deve ser essa insignificante quantia de matéria que define espaço, mas sim que o espaço é quem define a matéria. Interessante! Decididamente, Nassim vale a pena. É um gênio. 

A disciplina da Física chegou, nas décadas de setenta, oitenta, a um ponto crucial chamado “gravitação”. Os maiores gigantes da Física escreveram sôbre gravitação, ela está no cerne da Física relativística, é a Bíblia da Física. 

É então que a palestra de Nassim chega ao seu clímax do paradoxal. Êle narra que sempre viveu isolado da comunidade dos físicos pensando em seu mundo particular e conversando apenas com seus botões  e de vez em quando mandando algum artigo para publicação. Até que o convidaram, senão intimaram, a que ele comparecesse a uma conferência de Física. Mas nestas conferências discute-se Física avançada, os ultimos assuntos de vanguarda, e entende-se que todo mundo sabe e estão de acordo com as premissas básicas estabelecidas tempos atrás, por isso não se admite perguntas sôbre os fundamentos, as questões basicas que já estão resolvidas. Mas os problemas de Nassim estão realcionados justamente com estas premissas que para êle não estão resolvidas. Sem saber como contornar este problema para expor suas conclusões, Nassim projetou na parede uma figura bem conhecida dos fisicos para explicar gravitação: um homem soprando um balão transparente dentro do qual existem algumas moedas e assim se explicando como o universo se expande e as galaxias se distanciam umas das outras Ver figura abaixo). 

   

E Nassim pede desculpas por retornar ao primitivismo da Fisica para resolver um problema seu e diz que aquele quadro serve para explicar a expansão, não é mesmo? E todo mundo acena a cabeça compassivamente como se faz com um aluno principiante respondendo: sim isto está correto. Quando está todo mundo olhando o balão em expansão, sem mais interêsse, Nassim vai dizendo. “Bem, o que eu queria realmente saber aqui porque eu tenho passado minha vida perguntando isso desde quando ví esse quadro na escola a primeira vez e olha que eu tenho estudado e pensado um bocado, tenho virado e revirado tôdas as equações que levam a esse quadro, mas sempre me faltou uma coisa para entender esse quadro, e eu queria saber porque nunca fiquei sabendo é o seguinte… ( e  ele fêz uma pergunta que  derrubou a platéia): “Who is this guy? “

– “Quem é êsse homem?!”

– “Quais equações explicam quem é êle?”

Só então que todo mundo foi perceber que existe um homem soprando o balão. Que sem a fôrça emitida pelo homem o balão não expande. Mas eu pensei que ele ia ser linchado ali, pela comunidade dos físicos…

Bem, o salão da conferencia inicialmente caiu num silêncio profundo, alguns estudantes começaram a tossir, alguns não conseguiram segurar e quase morrem na cadeira de tanto rir, os anciões a pigarrear, e o diretor da conferência começou a suar chamando êle para um lado e soprando em seu ouvido: “Escuta, isso aqui é o departamento de Física, você não vai falar a palavra “Deus” aqui, para nossos estudantes e para o publico, pois não”…? E Nassim dirigindo-se à platéia continuou:

– “Uma lei fundamental em Física é a de que a cada ação corresponde uma reação. Então se está havendo expansão por um lado tem que estar havendo contração em outro…  O que eu queria mostrar é que esse guy que está soprando o balão tem pulmão, o qual está contraindo. Como fica o caso do Universo?!”

A visão moderna da Física é uma visão machista do Universo, tudo cresce, expande, explode… o Big Bang em seu modêlo sugere que tudo começou com um pequeno átomo onde tôda a energia estava comprimida, mas se estava, alguem pôs ela, prensou, comprimiu-a ali dentro do átomo…

Temos que pensar mais no espaço, no qual acontece a vibração e o qual conecta cada coisa, desde o infinitamente grande ao infinitamente pequeno portanto o espaço deve ser  infinitamente denso…

 Hoje a Física age como a faxineira que varre a sujeira para debaixo do tapête. Por exemplo a teoria da quãntica funciona porque… hoje, a teoria do campo quantico consegue se safar por um processo que denominaram de “renormalização” de uma densidade da energia que no vacuo tenderia ao infinito se não fôsse removida por essa “renormalização”. Isto porque se notou que no espaço dentro de um átomo existem vibrações tendendo à elevada velocidade, que o vacuo dentro do átomo é infinitamente denso, o que vai bater com a conclusão que Nassim havia chegado sôbre o espaço total apenas por meio do raciocínio. É uma incongruência que o homem hoje esteja espremendo a cabeça com o problema de que não existe energia para todo mundo, que a energia esteja exaurindo, quando dentro de qualquer simples átomo existe um infinita energia comprimida.

Me lembro de Openhauer dizendo que quando o presidente dos e3stados Unidos lhe perguntou se realmente há energia dentro de um átomo para fazer uma bomba, Oppenhauer pensando na bomba at6omica que estava construindo respondeu: “Sim… tem muita, mas muita mesmo, energia…”

Precisávamos achar um finito número para calcular o menor comprimento de onda dessa energia e o achamos com a chamada constante de Plank: 1,666 x 10 (33)cm (leia-se 10 elevado à 33 potências negativas ou seja, 33 zeros!) . Demasiado pequeno. Ainda assim este numero não representa a menor coisa que o Universo pode fazer mas sim apenas o limite ultimo, a menor coisa que nós podemos perceber em nossa relação com o Universo. Mas então quanto dessa menor coisa ou vibração poderíamos conseguir dentro de um cubo, digamos, de um centimetro cubico? 10 (93) gramas/cm3 (leia-se 10 elevado a 93 potências). Em outras palavras isto significa que o vacuo possui uma densidade de energia da ordem de 10(93) gramas por centimetro cubico. Você sabe o que significa esse numero de gramas, 10 seguido de noventa e três zeros?  Significa todo o pêso de todas as galaxias juntas, o pêso do Universo! Isto quer dizer que se pegarmos todos os planetas, todas as estrelas, todas as galaxias e prensar-mos isto tudo,  conseguiremos por tudo dentro de um cm3 do vacuo! Coisa de louco… mas isto é física e matemática,e… corretas.

Caberia dentro mas ainda nào encheria o cm3 de vacuo. Porque o Universo inteiro é calculado ter 10(55) gramas de massa mais energia. Isto significa que um cm3 de massa e energia do vacuo excede a total masssa do Universo observavel por 33 ordens de magnitude! Quer dizer, dentro de uma pequena fração do vacuo, dentro de um ponto, cabe o Universo e 33 coisas mais do tamanho dele… Coisa de louco.

Tanto que quando os fisicos chegaram a estes numeros quase enlouqueceram. Como vamos tratar a Fisica e torna-la crível e aceitável aos estudantes com esta visão da realidade? Simples: varreram estes numeros para debaixo do tap6ete. O que mais se pode fazer?

A conclusão é que nossa razão não é a mesma razão da natureza, nós não temos capacidade mental para entender a realidade. Ponto final. O que podemos fazer é continuar com nossa física de muletas enquanto ela ainda está produzindo alguns produtos úteis, e outros nem tanto simpaticos, como a bomba atômica ou o aquecimento global.

Uma maneira de salvar a dignidade de nossa razão foi a encontrada nos idos de 1930, quando concluíram que não se pode provar que tôda essa energia está dentro de um minimo ponto do vacuo, que esse numero deveria ser resultado de erros nas equações, e por fim que essa energia não teria em Fisica a menor importancia. Mas como, não tem a menor importancia, se isso teria que ser a coisa mais importante, a base de tôda a fisica natural subsequente?

Por fim, em 1947, um professor de Fisica mostrou por experimentos, aplicando energia em duas placas e tentando unila-las totalmente, que as equações estavam corretas, no que ficou conhecido como o “Casimir Effect”. E é aqui, do Efeito Casimir, que Nassim extrai a mensagem moral, espiritual que êle queria transmitir desde o começo, penso eu. O Efeito Casimir é causado pelo fato do espaço vazio ter “flutuações do vácuo”, pares de  “partículas virtuais – antiparticlas virtuais”, que continuamente se formam do vácuo e retornam ao vácuo um instante depois. Tudo no universo é assim, inclusive nós, surgimos repentinamente no mundo, expandimos e essa expansão significa que estamos transmitindo nossa informação ao mundo e depois começamos a retornar de onde viemos, e nesse retorno absorvemos as informações do mundo. Algo mais ou menos assim, salientando a importancia que é nossa responsabilidade quando atuamos no mundo porque – mesmo que não sejamos apenas nós mas uma infinidade de outras coisas interconexas – da maneira como modelamos o mundo ele o será quando voltar-mos. Acho que isso tem algo a ver com a idéia de re-encarnação, ou algo similar, ele não esclarece isso, como não cairia bem para um físico.

Mas as surpresas de Nassim ainda não terminaram. Se considerar-mos aquele numero do Universo, 10 (55), o Universo preenche todos os requisitos para ser um… black hole. Um buraco negro! Uma das evidências? Aponte um facho de lazer para o céu imaginando que ele vai ao infinito. Não vai. No seu caminho haverá uma estrêla e considerando a curvatura do espaço pela teoria de Einstein, o raio deveria se curvar um pouco. Mais adiante outra estrela no caminho do raio e ele se encurva mais. E assim vai, se encurvando até que… o raio retorna por aqui mesmo. Quer dizer, a luz não pode escapar do Universo, como acontece dentro de um buraco negro. E como o Universo é apenas um ponto contendo pontos menores que contem pontos menores ainda infinitamente, então tudo, qualquer átomo no mundo, é um buraco negro.

Tudo está conectado através das diferentes escalas de grandezas portanto deveríamos ter noção do infinito dentro de nós já que a ele estamos conectados. Mas torna-se dificil, senão impossivel tentar-mos ver nossas conexões com o extremamente grande, ao qual não podemos ver. Mas como o infinitamente grande é exatamente o infinitamente pequeno, o grande está projetado dentro do pequeno, significa que o todo está dentro de um átomo, ou dentro de nós. Por isso os mestres orientais como Confucio, Buda, etc., sempre disseram, para conhecer o todo olhe-se para dentro de ti mesmo. Agora a Física com sua Matematica está chegando à mesma conclusão.

Com o resultados de seus calculos sôbre o Schwarzschild Proton, um simples proton  apresentando o numero 10 (55), o qual é o mesmo numero da massa do Universo, Nassim pretende ter provado que cada atomo não apenas é um buraco negro, como cada um contem o inteiro Universo. Não é mais simples e metafisical dogma, não é mais mera fantasia de misticos, mas sim provado matematicamente que o todo é um e o um é o todo.

Nassim continua revelando os enganos da Física. Notando que atomos se juntam dentro de um nucleo, mas que isso vai contra o conhecimento geral de que duas cargas iguais se repelem, para explicar isso inventaram uma nova fôrça que não existe: a fôrça forte. Nassim apresenta graficos e modêlos explicando que se explica a atração entre dois protons se eles forem, na verdade, mini-buracos negros. Mas a continuidade dos calculos indicam que dois protons nessa situação devem estarem girando em em torno do outro à velocidade da luz! O que significa que se um buraco negro isolado é escuro, dois juntos é pura luz. Daqui Nassim vai para o corpo humano levando esta noção de que nossos atomos é pura luz para terminar: “You are…light!”

Mas Nassim não é apenas uma mente voltada para as maiores elocubrações do mundo da Fícisca. Enquanto ele calcula e calcula avançando sempre em suas equações matematicas ele tem em paralelo um hobby: estudar as civilizações antigas. E algo que mais lhe chama atenção naquelas civilizações são sua construções, desde as piramides do Egito às pedras na  Stonehenge da Escócia  ás praças dos rituais mágicos dos maias. E de repente ele descobriu algo: que a complexa matematica da Fisica de hoje já estava lá nas bases dos calculos e nas mensagens finais transmitidas por aqueles templos. Na geometria das construções. Por isso ele acredita que todo o conhecimento do Universo estava presente naquela época na forma de um código. E como jamais o homem simples daquela época poderia ter chegado a esse conhecimento, só existe uma explicação: o código foi deixado por alguma civilização muito supeior que estêve circulando por aqui.

Justo nêste ponto Nassim e a Matriz se encontram brevemente. Pois um dos momentos de maior surprêsa na minha vida foi quando descobri que o estado astronomico do mundo momentos antes da origem da vida –  que o modêlo que eu tinha em mãos obtido depois de dezenas de anos de independente calculo – já haviam sido revelados nas bases de tôdas as religiões, desde o Genesis quando descreve o Paraiso,  desde o filósofo chinês quando descreve a simbologia do I Ching, até à Doutrina Secreta esotérica quando apresenta sua cosmologia. Como isto foi possivel? A tese de Nassim é uma das possibilidades, e até racional, apesar de que não encontro explicação do porque uma civilização mais inteligente iria transmitir tais conhecimentos a um povo cujo nivel tecnológico não os permitiria usar nada daquilo. A Matriz se saiu com outra hipótese: o código revelado através da cultura antiga é o código humano recebido do Cosmos na forma de DNA e o passado cósmico do homem diz respeito à sua ancestralidade ainda na forma de sistemas simples como atomos e galaxias, cujas existências estão registradas nas regiões que chamamos de DNA-Lixo. Elas transpareceram nas contruçõesantigas  porque os antigos eram mais puros e fiéis a nossa ancestralidade natural do que somos hoje e portanto estas lembranças lhes vinham á memória, apesar de vir em rápidos flashes e de forma confusa, o que gerou o misticismo e a enorme confusão fantasiosa das religiões.  Mas tambem esta é uma hipótese valida. O que finalmente me interessa é que o quadro sugerido por Nassim – de que o todo está codificado no um e o um codifica o todo  – é exatamente o que dizem os modêlos da Matriz/DNA.

Infelizmente o tempo da palestra terminou quando Nassim ia apresentar figuras como evidências de sua tese sôbre a sabedoria dos antigos, mas êle deixa um nome e enderêço eletronico para quem quiser continuar, como eu farei assim que o tempo permitir:

http://www.theresonanceproject.org/research.html

Um belo e interessante website que merece nossa visita. 

O filme “The Matrix” mostra três êrros da Humanidade que devem ser corrigidos urgente!

segunda-feira, janeiro 10th, 2011

 

The Matrix

Os virus do cancer abandonam uma célula e emigram para outra destruindo a todas e assim fazemos nós humanos com nossa emigração. Enquanto a Máquina Inteligente do filme “The Matrix” tratava os humanos colocando-os no mundo dos sonhos de muita gente alienada e consumista de hoje, nós tratamos os animais enjaulando-os ou levando-os para o matadouro. Não dependemos de comer carne, mas o fazemos porque gostamos. E uma sociedade rica mas ordeira, disciplinada, egualitária, seria insuportável para as pessoas cujo mundo só tem graça onde existe competição, fortes emoções e anarquia.

Êstes temas são excelente material para nossa reflexão. Foi inspirado num post copiado abaixo que está no site:

http://www.imdb.com/title/tt0133093/usercomments?start=46 

” While watching this movie the audience is supposed to join the position of Neo, the freedom fighter, the elected, the one, the saviour of human kind blablabla and his nice company… but, I mean,

 how the heck can you disagree with Agent Smith when he says:

— ” […] Every mammal on this planet instinctively develops a natural equilibrium with the surrounding environment, but you humans do not. You move to an area, and you multiply, and multiply, until every natural resource is consumed. The only way you can survive is to spread to another area. There is another organism on this planet that follows the same pattern. A virus. Human beings are a disease, a cancer of this planet, you are a plague […] ” —

Ok, you can be the typical egoistic/egocentric/selfish type of guy who thinks that humans have the right of exploiting everything just ‘cause they can do it, but still you must admit that the (supposedly) bad-guy of the movie is speaking the truth there.

Then again he says:

 — “Did you know that the first Matrix was designed to be a perfect human world? Where none suffered, where everyone would be happy. It was a disaster. No one would accept the program. Entire crops were lost. Some believed we lacked the programming language to describe your perfect world. But I believe that, as a species, human beings define their reality through suffering and misery. The perfect world was a dream that your primitive cerebrum kept trying to wake up from. Which is why the Matrix was redesigned to this: the peak of your civilization.” —

I found myself smiling at this, have you ever noticed the way some ppl without any apparent reason to be unhappy invent some problems they actually have not, create some paranoia or exaggerate little things just to waste their time in troubles? Ha!Ha! More than once I heard somebody saying the world would be a boredom if everything was right, no thrill, no revolutionary ideals to spread, no fights, no enemies to crush…

I see Agent Smith is right once again, human beings find their way to progress by taking how more distance is possible from nature, and sophisticating their tastes and needs, that’s why the best Matrix is just a copy of one of ours (supposedly) more evolved civilizations, with all its faults.

 Are you thinking machines here are blameworthy for the way they use humans? At least they induce us in a realistic dream of a real life, we don’t do the same with all the animals we grow jailed, we puff-up and then we slaughter for our pleasure. (PLEASURE, not survival, ‘cause we don’t need to eat meat to live, we just do it because we like it).

So, IMO this movie has a pretty stimulating plot filled with annoying Hollywood-type exaggerate action… all in all I rate it a 6½ out of 10, ‘cause it’s entertaining and offers some cues for a reflection.”

E agora? O aquecimento do planeta Terra não é o equivalente à febre que nosso corpo produz quando infectado por virus? Quais serão os anti-corpos que o corpo da Terra está sintetizando para nos atacar como intrusos? Algo simbolizado como os quatro cavaleiros do apocalipse?