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Tentáculo Global Tira o Fogão da Mãe e a Coloca na Esteira da Fabrica de Alimento Cozido

quinta-feira, novembro 26th, 2015

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( Este artigo visa colocar todos os aspectos gerais do problema humano da alimentação na mesa ( não alimento na mesa da cozinha mas sim relatórios na mesa de debates…kikiki…), ao lado da formula da Matrix/DNA para buscar soluções)

Todo filosofo como eu e’ obrigado constantemente a sair correndo dos altos píncaros da filosofia para satisfazer sua necessidade de… alimentação ( e você pensou que eu ia dizer o que?). Ninguem ainda conseguiu se livrar desta “mardita” necessidade animalesca, primitiva, meio nojenta principalmente no seu aspecto carnívoro. Então apesar de ser coisa de animais o filosofo tem todos os dias que parar de conectar momentum quântico com os flashes de raios gama emitidos pelos quasares e pensar na alface, no fogão, na linguiça, o pão com manteiga. Mas ele não deixa de ser filosofo mesmo quando esta’ comendo a linguiça e portanto olha para o prato, para a linguiça e se pergunta:

– ” Porque?! De onde veio? Qual o significado existencial deste fenômeno chamado linguiça e como ele veio parar neste prato?!” – Pronto… ai começa uma salada de pensamentos revisando a cena da moedeira de carne, do gado nos matadouros públicos, da linha de esteira das fabricas cheia de mulheres tao frustradas por terem nascido sem ” aquilo” que ficam loucas a enfiar carne na tripa e fazendo um montão de salsichas.

Definição de uma fabrica de salsichas: ” Uma coleção de mulheres frustradas com seu sexo e que não conseguiram casamento obcecadas em fazerem moldes de salsichas, procurando descobrir a origem da vida para dar vida `a salsicha e procurando o molde da salsicha perfeita”. 

( Coitadas. Sao vitimas escravizadas e precisamos tira-las de la’, ao invés de ficar fazendo piadas da sua vida trágica). Portanto voltemos ao trabalho serio do filosofo que vai tentar neste almoço encontrar a solução mental para o problema global da alimentação.

Primeiro foi um ambiciosa família crescendo com uma mercearia, comprando a outra próxima e transformando esta família em seus empregados, e assim chegamos ao Pão de Açúcar, WallMart, etc.  E então as grandes redes de restaurante e corporações dos alimentos prontos convencem ser inviável “cada casa uma cozinheira” para pô-las todas em suas esteiras de produção mecânica em serie. A Humanidade nunca tinha suspeitado que tal armadilha a esperava logo na esquina. Mas…

Nos nunca iriamos dar os saltos evolucionários necessários para chegar as nossas aventuras e conquistas espaciais, se tivéssemos mantido o velho estilo de “cada casa, uma mãe, cozinheira”.  Primeiro porque o lar ainda e’ o lugar mais aconchegante, prazeroso e seguro que existe, não iriamos arrancar as pessoas de dentro dele para serem astronautas. Veja como acontece quando tentamos arrancar um dos cônjuges agarrados no seu lar nuclear atômico, ou o seo próton ou a dona nêutron, uma explosão atômica! O casal esperneia não permitindo separarem-nos, e prefere antes explodir o mundo! Segundo, que as mulheres perfazem a metade da população humana, e enquanto elas se mantiverem como domesticas, alienadas da mecânica, física, tecnologia, os homens sozinhos não conseguem construir o lar global aqui para se libertarem e conquistarem o Universo, e manterem a perpetuação de suas comunidades em cada lugar que forem conquistando.

Sabendo-se que a Humanidade sera’ inevitavelmente extinta se ela não transformar a família nuclear em família universal no modelo sugerido pelo grande filosofo Jesus Cristo, vemos que a ação predatória das corporações esta sendo um mal necessário. Mas,… quando e’ que os seres humanos vão aprender a conduzir sua própria vida de maneira que o acaso e a Natureza não precisem mais escrever o certo por linhas tortas e aplicar cirurgias corretoras dolorosas? E’ claro que deve existir uma outra maneira mais saudável e menos dolorosa de tirar ( eu diria libertar), a mulher-mãe, do fogão, ao mesmo tempo que todos tenham uma boa alimentação. Eu mesmo, nas minhas super precárias condições, tive tempo para pensar e planejar um tipo de cidade, de sistema social, onde para cada cidade apenas uma praça de alimentação industrializada e automatizada, faria chegar a cada casa pelos tubos e caindo dentro do micro-ondas, o prato que o cidadão pedir. Mas ai, teria antes que ser uma cooperativa, sem fins lucrativos, pois e’ este fim lucrativo para uns poucos que emporcalha tudo.

Nesse momento o filosofo se lembra que o filosofo e’ o mais incapacitado individuo no fogão e no conhecimento de como anda a alimentação dos humanos. Eu sabia fazer omelete, batata frita e batata inteira cozida, mas parei de fazer batata cozida no dia que comecei a ler um livro ao lado da panela no fogo e só acordei quando a panela explodiu na minha cara e foi um corre-corre para não deixar o fogo se alastrar pela casa. Por isso o filosofo corre ao Google e digita pedindo  a ultima analise mais sucinta e completa sobre como anda a alimentação hoje. E antes de continuar esta apresentação da solução que vamos encontrar na formula da Matrix/DNA vou inserir a seguir o artigo encontrado, que vem bem a calhar por estar em vídeo e texto escrito ao mesmo tempo ( para acompanhar o video falado lendo o texto escrito clique no botão “show transcript”, abaixo do vídeo). Como esta’ em Inglês, vou ter que copiar o texto aqui e ir traduzindo-o na medida do possível. Então vamos la’:

Absurd Figure About Apples that Captures the Global Food Crisis

Absurda Situação Sobre Maças que Explica a Crise Global de Alimentos ( desculpe a falta do til na maça porque o tio caiu embaixo da mesa e não tenho tempo para procura-lo agora)

http://bigthink.com/videos/ruth-reichl-on-feeding-the-world-via-the-free-market

Ruth Reichl is the author of My Kitchen Year: 136 Recipes That Saved My Life which came out in September 2015.

Ruth Reichl e’ a autora de ” Meu Anus da Cuzinha ( ohhh, desculpe, quero dizer…) : Meu ano da Cozinha: 136 receitas que salvaram minha vida”

Ruth, former editor-in-chief of Gourmet Magazine and restaurant critic at both The New York Times and Los Angeles Times, says we have a food crisis.

Ruth, antiga editora-chefe do Gourmet Maganize e critica de restaurante para o New York Times e Los Angeles Times, diz que temos uma crise fud… ohhh… desculpe. Food crisis quer dizer, uma crise de alimentos. ( I don’t não sei porque me meto a traduzir! Olhe como escrevi ” magazine” ai atras… e voce passou batido hein?… Te peguei nesssa, cara…Bahhh)

But it’s not the crisis that most people are aware of. The specter of overpopulation has convinced many that the only way to feed large, undernourished populations is by growing more food — a lot more food.

Mas nao e’ a crise que a maioria das pessoas esta pensando. O espectro da superpopulacao tem convencido muitos que a unica maneira de alimentar grandes e famintas populacoes e’ produzindo mais alimentos – uma grande quantidade de mais alimentos.

( Retornar para concluir traducao. Tenho que parar agora porque o bule de cafe ta’ apitando na cozinha )

But that view ignores the fact that, for example, 70 percent of all apples grown in Mexico last year were thrown out, completely wasted. She explores other myths such as the belief that factory farms are more efficient that small, family-run farms. Finally she presents a new approach to solving our global food crisis. Reichl is the author of My Kitchen Year: 136 Recipes That Saved My Life, which came out in September 2015.