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Nas diferencas entre as duas versoes da Historia universal, emerge a fe religiosa da versao academica

terça-feira, abril 16th, 2019

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David Christian: A Grande história

(legendado em portugues)

https://www.ted.com/talks/david_christian_big_history/discussion

https://www.youtube.com/watch?v=yqc9zX04DXs

Interessante nova ideia deste autor é sobre o “collective learning”, onde o conhecimento humano avançaria como um bólido unico formado por todas as mentes cada uma conhecendo algo especifico. A formacao de Gaia?

The wrong arguments from faith in this version of history:

Os argumentos errados baseados na fé, nesta versao da Historia

1: Complexity arose from simplicity.

1: Complexidade surge da simplicidade.

Matrix/DNA Theory: This video about the beginning of time is theory, very metaphysical, it is not proved. The Universe is shown to us here and now that He makes simplicity coming from complexity also. I am telling about the extreme simplicity of a single initial cell that came from a larger complex organism, for becoming itself a complex organism. This is the real fact about what the Universe does. So, as nobody knows what was the beginning, we can’t know which came first, if there was no complexity before the theorized Big Bang, or if there are another alternatives we don’t know. Dr. David is doing a statement of faith, not rationality.

Matrix/DNA Theory: Este video sobre o inicio do tempo é teorico, muito metafisico, isto não esta’ provado com fatos. O Universo tem mostrado para nos aqui e agora que Ele faz surgir simplicidade desde a complexidade tambem. Estou falando da simplicidade de uma simples celula inicial que veio de um complexo organismo, para se tornar ela mesma outro complexo organismo. Este é o real fato provado sobre o que o Universo faz. Entao, como ninguem conhece o que foi o inicio, nos não podemos saber o que veio primeiro, se havia ou não complexidade antes do teorizado Big Bang, ou se foram outras alternativas que nos desconhecemos. O Dr. David esta’ fazendo uma declaração de fé, não de racionalidade.

2: The Universe is ruled by entropy.

2: O Universo é dirigido pela entropia.

Matrix/DNA Theory: Godel’s theorem: ” Nobody can knows the ultimate Truth of a system standing inside it”. So, Mr. David statement is about faith, not rationality.

Matrix/DNA: Teorema de Godel: “Ninguem pode conhecer a Verdade de um sistema estando dentro dele”. Assim, a declaração de Mr. David é uma declaração de fé, não do racionalismo.  

3. The second law of thermodynamics determines that the Universe goes from order to chaos.

3: A segunda lei da termodinâmica determina que o Universo vai da ordem para o caos.

Matrix/DNA: Nope. Closed systems goes from order to chaos, by natural degeneration measured as entropy. Opened systems goes the opposite way, from chaos to order. Since nobody knows which kind of system is the Universe, this is again a statement of faith. This mistake in the human interpretation of order and entropy is due Physics not knowing the universal natural formula as template of all natural systems, as DNA is the formula-template of all biological systems.

The fact is: the modern minds controlling the State’s Science is becoming a religion.

Matrix/DNA: Nao. Sistemas fechados vao da ordem para o caos, por degeneração natural medida pela entropia. Sistemas abertos vao na oposta direcao, do caos para a ordem. desde que ninguem conhece qual especie de sistema o Universo é, esta novamente é uma declaração de fé. Este equivoco da interpretacao humana sobre ordem e entropia é devido ‘a Fisica desconhecer a formula natural universal como template de todos os sistemas naturais, de atomos a galaxias a celulas, assim como o DNA é a formula-template de todos os sistemas biologicos.

O fato é que as modernas mentes no controle das Ciencias Acadêmicas estao se tornando religiosas.

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Traducao para Portugues:

Os argumentos errados baseados na fé, nesta versao da Historia

1: Complexidade surge da simplicidade.

Matrix/DNA Theory: Este video sobre o inicio do tempo é teorico, muito metafisico, isto não esta’ provado com fatos. O Universo tem mostrado para nos aqui e agora que Ele faz surgir simplicidade desde a complexidade tambem. Estou falando da simplicidade de uma simples celula inicial que veio de um complexo organismo, para se tornar ela mesma outro complexo organismo. Este é o real fato provado sobre o que o Universo faz. Entao, como ninguem conhece o que foi o inicio, nos não podemos saber o que veio primeiro, se havia ou não complexidade antes do teorizado Big Bang, ou se foram outras alternativas que nos desconhecemos. O Dr. David esta’ fazendo uma declaração de fé, não de racionalidade.

2: O Universo é dirigido pela entropia.

Matrix/DNA: Teorema de Godel: “Ninguem pode conhecer a Verdade de um sistema estando dentro dele”. Assim, a declaração de Mr. David é uma declaração de fé, não do racionalismo.

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Tradution to English:
The wrong arguments from faith in this version of history:
1: Complexity arose from simplicity.
Matrix/DNA Theory: This video about the beginning of time is theory, very metaphysical, it is not proved. The Universe is shown to us here and now that He makes simplicity coming from complexity also. I am telling about the extreme simplicity of a single initial cell that came from a larger complex organism, for becoming itself a complex organism. This is the real fact about what the Universe does. So, as nobody knows what was the beginning, we can’t know which came first, if there was no complexity before the theorized Big Bang, or if there are another alternatives we don’t know. Dr. David is doing a statement of faith, not rationality.
2: The Universe is ruled by entropy.
Matrix/DNA Theory: Godel’s theorem: ” Nobody can knows the ultimate Truth of a system standing inside it”. So, Mr. David statement is about faith, not rationality.
3. The second law of thermodynamics determines that the Universe goes from order to chaos.
Matrix/DNA: Nope. Closed systems goes from order to chaos, by natural degeneration measured as entropy. Opened systems goes the opposite way, from chaos to order. Since nobody knows which kind of system is the Universe, this is again a statement of faith. This mistake in the human interpretation of order and entropy is due Physics not knowing the universal natural formula as template of all natural systems, as DNA is the formula-template of all biological systems.
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4: The scrambled egg does not return as complex egg.

Matrix/DNA: This return is just what the Universe does by returning history from future to past. The scrambled egg goes back to be an egg which goes back to be a chicken. it is relative to which point in history the observer is focused.

 

 

Corrupcao no Brasil e a Historia dos Predadores Oligarquicos

sexta-feira, fevereiro 2nd, 2018

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Os primeiros registros de práticas de ilegalidade no Brasil, que temos registro, datam do século XVI no período da colonização portuguesa. O caso mais freqüente era de funcionários públicos, encarregados de fiscalizar o contrabando e outras transgressões contra a coroa portuguesa e ao invés de cumprirem suas funções, acabavam praticando o comércio ilegal de produtos brasileiros como pau-brasil, especiarias, tabaco, ouro e diamante. Cabe ressaltar que tais produtos somente poderiam ser comercializados com autorização especial do rei, mas acabavam nas mãos dos contrabandistas. Portugal por sua vez se furtava em resolver os assuntos ligados ao contrabando e a propina, pois estava mais interessado em manter os rendimentos significativos da camada aristocrática do que alimentar um sistema de empreendimentos produtivos através do controle dessas práticas.

Um segundo momento refere-se a extensa utilização da mão-de-obra escrava, na agricultura brasileira, na produção do açúcar. De 1580 até 1850 a escravidão foi considerada necessária e, mesmo com a proibição do tráfico, o governo brasileiro mantinha-se tolerante e conivente com os traficantes que burlavam a lei. Políticos, como o Marquês de Olinda e o então Ministro da Justiça Paulino José de Souza, estimulavam o tráfico ao comprarem escravos recém-chegados da África, usando-os em suas propriedades. Apesar das denúncias de autoridades internacionais ao governo brasileiro, de 1850 até a abolição da escravatura em 1888, pouco foi feito para coibir o tráfico. Isso advinha em parte pelos lucros, do suborno e da propina, que o tráfico negreiro gerava a todos os participantes, de tal forma que era preferível ao governo brasileiro ausentar-se de um controle eficaz. Uma fiscalização mais rigorosa foi gradualmente adotada com o compromisso de reconhecimento da independência do Brasil. Um dos países interessados em acabar com o tráfico escravo era a Inglaterra, movida pela preocupação com a concorrência brasileira às suas colônias açucareiras nas Antilhas.

Com a proclamação da independência em 1822 e a instauração do Brasil República, outras formas de corrupção, como a eleitoral e a de concessão de obras públicas, surgem no cenário nacional. A última estava ligada à obtenção de contratos junto ao governo para execução de obras públicas ou de concessões. O Visconde de Mauá, por exemplo, recebeu licença para a exploração de cabo submarino e a transferiu a uma companhia inglesa da qual se tornou diretor. Prática semelhante foi realizada por outro empresário brasileiro na concessão para a iluminação a gás da cidade do Rio de Janeiro, também transferida para uma companhia inglesa em troca de 120 mil libras. O fim do tráfico negreiro deslocou, na República, o interesse dos grupos oligárquicos para projetos de grande porte que permitiriam manter a estrutura de ganho fácil.

A corrupção eleitoral é um capítulo singular na história brasileira. Deve-se considerar que a participação na política representa uma forma de enriquecimento fácil e rápido, muitas vezes de não realização dos compromissos feitos durante as campanhas eleitorais, de influência e sujeição aos grupos econômicos dominantes no país (salvo raras exceções). No Brasil Império, 1822-1889, o alistamento de eleitores era feito a partir de critérios diversificados, pois somente quem possuísse uma determinada renda mínima poderia participar do processo. A aceitação dos futuros eleitores dava-se a partir de uma listagem elaborada e examinada por uma comissão que também julgava os casos declarados suspeitos. Enfim, havia liberdade para se considerar eleitor quem fosse de interesse da própria comissão. A partir disso ocorria o processo eleitoral, sendo que os agentes eleitorais deveriam apenas verificar a identidade dos cidadãos que constava na lista previamente formulada e aceita pela comissão.

Com a República, proclamada em 1889, o voto de “cabresto” foi a marca registrada no período. O proprietário de latifúndio apelidado de “coronel” impunha coercitivamente o voto desejado aos seus empregados, agregados e dependentes. Outra forma constante de eleger o candidato era o voto comprado, ou seja, uma transação comercial onde o eleitor “vendia” o voto ao empregador. A forma mais pitoresca relatada no período foi o voto pelo par de sapatos. No dia da eleição o votante ganhava um pé do sapato e somente após a apuração das urnas o coronel entregava o outro pé. Caso o candidato não ganhasse o eleitor ficaria sem o produto completo. Deve-se considerar que a maior parte das cidades não possuía número de empregos suficiente que pudessem atender a oferta de trabalhadores, portanto a sobrevivência econômica do eleitor/empregado estava atrelada a sujeição das vontades do coronel.

Outro registro peculiar desse período é o “sistema de degolas” orquestrado por governadores que manipulavam as eleições para deputado federal a fim de garantir o apoio ao presidente, no caso Campos Sales (presidente do Brasil de 1898 a 1902). Os deputados eleitos contra a vontade do governo eram simplesmente excluídos das listas ou “degolados” pelas comissões responsáveis pelo reconhecimento das atas de apuração eleitoral. Todos os governos, até 1930, praticavam degolas.

Uma outra prática eleitoral inusitada ocorreu em 1929, durante as disputas eleitorais à presidência entre os candidatos Júlio Prestes (representante das oligarquias cafeicultoras paulistas) e Getúlio Vargas (agregava os grupos insatisfeitos com o domínio das oligarquias tradicionais). O primeiro venceu obtendo 1 milhão e 100 mil votos e o segundo 737 mil. Entretanto os interesses do grupo que apoiava Getúlio Vargas, acrescido da crise da Bolsa de Nova York, que levou à falência vários fazendeiros, resultou numa reviravolta do pleito eleitoral. Sob acusações de fraude eleitoral, por parte da aliança liberal que apoiava o candidato derrotado, e da mobilização popular (Revolução de 30), Getúlio Vargas tomou posse como presidente do país em 1930. Talvez essa tenha sido uma das mais expressivas violações dos princípios democráticos no país onde a fraude eleitoral serviu para a tomada de poder.

Durante as campanhas eleitorais de 1950, um caso tornou-se famoso e até hoje faz parte do anedotário da política nacional: a “caixinha do Adhemar”. Adhemar de Barros, político paulista, era conhecido como “um fazedor de obras”, seu lema era “Rouba, mas faz!”. A caixinha era uma forma de arrecadação de dinheiro e de troca de favores. A transação era feita entre os bicheiros, fornecedores, empresários e empreiteiros que desejavam algum benefício do político. Essa prática permitiu tanto o enriquecimento pessoal, para se ter uma idéia, em casa, Adhemar de Barros costumava guardar para gastos pessoais 2,4 milhões de dólares, quanto uma nova forma de angariar recursos para as suas campanhas políticas.

O período militar, iniciado com o golpe em 1964, teve no caso Capemi e Coroa- Brastel uma amostra do que ocultamente ocorria nas empresas estatais. Durante a década de 80 havia um grupo privado chamado Capemi (Caixa de Pecúlios, Pensões e Montepios), fundado e dirigido por militares, que era responsável pela previdência privada. O grupo era sem fins lucrativos e tinha como missão, gerar recursos para manutenção do Programa de Ação Social, que englobava a previdência e a assistência entre os participantes de seus planos de benefícios e a filantropia no amparo à infância e à velhice desvalida. Este grupo, presidido pelo general Ademar Aragão, resolveu diversificar as operações para ampliar o suporte financeiro da empresa. Uma das inovações foi a participação em um consórcio de empresas na concorrência para o desmatamento da área submersa da usina hidroelétrica de Tucuruí (empresa estatal). Vencida a licitação pública em 1980 deveria-se, ao longo de 3 anos, concluir a obra de retirada e de comercialização da madeira. O contrato não foi cumprido e o dinheiro dos pensionistas da Capemi dizia-se que fora desviado para a caixinha do ministro-chefe do Sistema Nacional de Informações (SNI), órgão responsável pela segurança nacional, general Otávio Medeiros que desejava candidatar-se à presidência do país. A resultante foi a falência do grupo Capemi, que necessitava de 100 milhões de dólares para saldar suas dívidas, e o prejuízo aos pensionistas que mensalmente eram descontados na folha de pagamento para a sua, futura e longínqua, aposentadoria. Além do comprometimento de altos escalões do governo militar o caso revelou: a estreita parceria entre os grupos privados interessados em desfrutar da administração pública, o tráfico de influência, e a ausência de ordenamento jurídico.

Em 1980 o proprietário da Coroa-Brastel, Assis Paim, foi induzido pelos ministros da economia Delfim Netto, da fazenda Ernane Galvêas e pelo presidente do Banco Central, Carlos Langoni, a conceder à Corretora de Valores Laureano um empréstimo de 180 milhões de cruzeiros. Cabe ressaltar que a Coroa-Brastel era um dos maiores conglomerados privados do país, com atuações na área financeira e comercial, e que o proprietário da Corretora de Valores Laureano era amigo pessoal do filho do chefe do SNI Golbery do Couto e Silva.

Interessado em agradar o governo militar, Paim concedeu o empréstimo, mas após um ano o pagamento não havia sido realizado. Estando a dívida acumulada em 300 milhões de cruzeiros e com o envolvimento de ministros e do presidente do Banco Central, a solução encontrada foi a compra, por Paim, da Corretora de Valores Laureano com o apoio do governo. Obviamente a corretora não conseguiu saldar suas dívidas, apesar da ajuda de um banco estatal, e muito menos resguardar o prestígio dos envolvidos.

A redemocratização brasileira na década de 80 teve seu espaço garantido com o fim do governo militar (1964-1985). Em 1985 o retorno dos civis à presidência foi possível com a campanha pelas Diretas-Já, que em 1984 mobilizou milhares de cidadãos em todas as capitais brasileiras pelo direito ao voto para presidente. Neste novo ciclo político o Impeachment do presidente Collor constitui um marco divisor nos escândalos de corrupção.

Durante as eleições para presidente em 1989 foi elaborado um esquema para captação de recursos à eleição de Fernando Collor. Posteriormente, foi revelado que os gastos foram financiados pelos usineiros de Alagoas em troca de decretos governamentais que os beneficiariam. Em abril de 1989, após aparecer seguidamente em três programas eleitorais, Collor já era um nome nacional. Depois que Collor começou a subir nas pesquisas, foi estruturado um grande esquema de captação de dinheiro com base em chantagens e compromissos que lotearam previamente a administração federal e seus recursos. Esse esquema ficou conhecido como “Esquema PC”, sigla baseada no nome do tesoureiro da campanha, Paulo César Farias, e resultou no impeachment do presidente eleito. Segundo cálculos da Polícia Federal estima-se que este esquema movimentou de 600 milhões a 1 bilhão de dólares, no período de 1989 (campanha presidencial) a 1992 (impeachment).

Nossa breve história da corrupção pode induzir à compreensão que as práticas ilícitas reaparecem como em um ciclo, dando-nos a impressão que o problema é cultural quando na verdade é a falta de controle, de prestação de contas, de punição e de cumprimento das leis. É isso que nos têm reconduzido a erros semelhantes. A tolerância a pequenas violações que vão desde a taxa de urgência paga a funcionários públicos para conseguir agilidade na tramitação dos processos dentro de órgão público, até aquele motorista que paga a um funcionário de uma companhia de trânsito para não ser multado, não podem e não devem mais ser toleradas. Precisamos decidir se desejamos um país que compartilhe de uma regra comum a todos os cidadãos ou se essa se aplicará apenas a alguns. Nosso dilema em relação ao que desejamos no controle da corrupção é esquizofrênico e espero que não demoremos muito no divã do analista para decidirmos.

Profa. Dra. Rita Biason
Departamento de Relações Internacionais
UNESP – Campus Franca
Publicado em:
http://www.contracorrupcao.org/2013/10/breve-historia-da-corrupcao-no-brasil.html

 

Interessante Historia da Grande Depressão de 1929

quarta-feira, março 8th, 2017

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Um grande momento de aprendizagem na minha vida. Achei um website de uma de uma mulher de 103 anos contando a historia vivendo no Tenessee de 190o,  como era a escola na epoca, e como passaram pela Grande Depressão de 1929. Esta historia devia ser lida por brasileiros que não tem noção de como o povo americano sofreu para chegar onde chegou hoje. E ao mesmo tempo me deparo com a noticia de que esta sendo prevista uma grande depressão no Brasil (veja no link abaixo). Achei o momento oportuno para comparar as duas situações, e para prever o que pode acontecer no Brasil. Sugiro que va’ ao website com link abaixo e veja a coleção de fotos daquela época. Uma obra prima!) ( para quem não lê inglês, prometo que voltarei aqui para traduzir)

A maior depressão da História do Brasil

https://www.conversaafiada.com.br/economia/a-maior-depressao-da-historia-do-brasil

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e o link para ver o website fonte da historia:

From Little Lot to the Great Depression

http://www.krampf.com/content/little-lot-great-depression

Lizzie Jim Sanders

My mother wrote the following story about my grandmother, Lizzie Jim Sanders. It was published in the local paper of Hickman County, TN. Little Lot (in Hickman County) is the name of the town where my grandmother grew up. It’s about 40 miles south of Nashville, in a very rural part of Tennessee.

LIzzie Jim, a garota de branco,(quarta da esq. para dir) na sua infância no Tenesse In this picture, left to right – Ewell Coleman (Mammy’s brother), Hershel Hub Sanders (baby), Lizzie Coleman Sanders (Mammy), Lizzie Jim Sanders Farmer (young girl), Rufus C. Coleman, Mattie Totty Coleman, Grace Sanders Anderson (young girl), Dewey Keys (son of Louella Coleman Keys, Aunt Lou, who was Mammy’s sister). I don’t know the name of the cow behind the bush. Rufus C. and Mattie Totty Coleman wer

From Little Lot to the Great Depression

( De um pequeno sitio para a Grande Depressão)

Lizzie Jim Sanders graduated from Little Lot School in 1922, and with her diploma in hand, headed for Nashville. She took her extra homemade dress in a sack, along with a little “egg money” from her mother. Her cousin, Dewey Keys, had gone to Nashville a year or two before her. He came back to marry Rose Fitts, and they had a home in Nashville where Lizzie could stay. Rose even had a job lined up for her.

Por volta de 1900, eles tinham que irem com baldes no posco longe da casa para obter a água para beber, tomar banho e lavar roupas. This is Jim Sanders on the Jones farm, going to the well in the middle of the field. In the summer, the well near the house would go dry, and they would have to walk to the well in the field for water to drink, take a bath, and wash clothes.

First, Lizzie changed her name to Elizabeth. It sounded more like a “city” name. Then she went with Rose to Federal Can Company, where she got a job running a machine that made cans for Maxwell House coffee and King Leo Peppermint candy. The owners treated the employees well, and the workers were friendly. Elizabeth felt at home in her new job. And it paid “by the piece”, so the faster she worked, the more money she made.

 

She lived just a short walk across the bridge over the Cumberland River from downtown Nashville. There were more stores than she had ever seen. Soon she was
spending most of her paycheck in those stores. She had never had a “store bought” dress. Now she had a closet full of them. She bought coats with fur collars, shoes with silver buckles on them, and every Saturday she had her blonde hair shampooed and set with curls and waves.

Elizabeth met Robert Farmer, who also worked at the factory. They were married in 1926. They rented a room from Dewey and Rose, who had turned their home into a rooming house. Soon, they moved into a rented house of their own.

Escola no Tenessee em 1910. Robert Farmer, que viria a se casar com Lizzie Jim em 1926 e’ o garoto mais alto de cabelo preto e paleto escuro, terceiro da dir. para esq. na fila de tras.

Work at the factory began to slow down. To keep from laying off anyone, the owners cut everyone’s hours. Some weeks they would work three days, some they would work two days, and then sometimes there would not be enough work for even one day for everyone.

The owners began to serve a lunch of white beans and cornbread to the workers every day. It saved the workers a few precious cents. Some people could not get by on the smaller salary, and lost their houses or apartments. Often they came to stay with Elizabeth and Robert until they could find a way to get back to their hometown. One by one their friends had to leave Nashville and go back home. There were just not enough jobs available.

Hickman County was close enough that Elizabeth and Robert could make a trip back there on the weekend and bring back food. In the summer, there were vegetables from the large garden, fruit from the fruit trees and eggs aplenty from the many hens. In the winter there were canned berries and fruit, and smoked meat from the hogs they killed. And they ate plenty of catfish from the Duck River, and fried chicken, rabbit and squirrel.

Their friends begged to go “home” with them, and thought the large farm on Duck River where Mr. Sanders worked was like paradise. They could catch fish in the river, hunt rabbits and squirrels, and eat food prepared by Elizabeth’s mother. It was difficult to get in the car and go back to the real world where work was harder and harder to get, and bills stacked up, and broken things did not get fixed because of lack of money.

Difficult times make people do desperate things. A number of people found a way out by jumping off one of the bridges in Nashville that crossed the Cumberland River. One day, as Elizabeth walked across the bridge closest to where they lived, a man came running past her and leaped over the rail into the river to his death.

Daily, people knocked on the kitchen door, asking for a sandwich to eat, and offering to do a little work for it. The summer heat was oppressive, and many people took their blankets and slept in the parks.

Eventually, the factory could not meet expenses. The owners sold it to a larger company, and as the hard times began to end, the new owners announced that they were moving to Memphis, and anyone who wanted to transfer would have a job waiting in Memphis.

In 1933, Elizabeth and Robert and most of the workers who were still employed packed up their belongings and headed for Memphis. Once again, Elizabeth had a relative there who let them spend one night – but only one – and helped them find a room to rent.

With the larger company, and better times, work picked up. Hard times teach hard lessons. There were no more coats with fur collars. There were no fancy shoes with silver buckles. And dresses went back to being well made, but home made. Remembering how it was with no money, Elizabeth and Robert made sure to save a small portion of each paycheck.

They never used the word “Depression”. They were too busy living it to give it a name. They were fortunate that they were not in debt, and they had Hickman County to feed them. Even today, at 103 years, Elizabeth is very careful with every penny she has, with one exception. She decided many years ago that the beauty shop is definitely a necessity, not a luxury.

Lizzie Jim com 103 anos, em Menphis, e todas as criancas sao seus netos. Left to right – Mike Hill, Shelly Hill Harwell, Ronnie Sanders (in back), Dicky Evans, Rob Krampf (in yellow shorts), Mammy, Sandra Evans, Sharla Krampf Brechbill. Taken at Riverside Park in Memphis.

 

Lizzie Jim sobreviveu `a Grande Depressão e com 100 anos de idade tinha esta casa

 

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Second Grade in 1912

Several years ago, my second graders wrote letters to my grandmother, Lizzie Jim Sanders Farmer. She and my mother, Shirley Farmer Krampf, wrote this as a reply.

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I was in second grade a very long time ago. It was 1912, Tenessee. Many of the things that you have at home and at school had not been invented yet. A hundred years from now, people will wonder how you were able to live without some on the things that will be invented between now and then. Since they have not been invented, we don’t even know what they will be.

When I was in second grade, I lived a long way from a city. I lived in a little community. Farms were all around it. It was about 15 miles from a small town and fifty miles from a city. To get to the small town or the city, we had to ride in a wagon pulled by a mule. My house had no electricity because no one in our area had electricity. Even though electricity had been invented, the wires that carry electricity did not come out into the farmland until many years later. We got our light from lamps filled with oil, and from the fireplace. Anything that has to be plugged into the wall, we did not have.

No refrigerator, no freezer, no TV, no video games, no CD player, no Ipod.
no computer.

I walked about a mile and a half to school when I was in second grade. A few years later, we moved from the very small community to the farm where my father worked, and I had to walk about three miles to school. On rainy days, my father took us on a mule. If the weather was very bad, we stayed home and worked in the barn shelling corn or cleaning out the stalls where the cows stayed. Sometimes we cleaned the ashes out of the fireplace and the stove, and saved them outside in a bucket. My mother used the ashes to make hominy from dried corn. We could make it to eat in the wintertime, when the corn was no longer growing in the garden. She also used the ashes to make soap.

When we lived in the small community, we had a cow and some chickens. From the cow, we got milk and butter. From the chickens, we got eggs, and we had chicken for dinner on special occasions. We got our water from a well.
We also put things that we needed to keep cool, like milk, down in the well, because the water in the well was cool. There was usually a small shelf dug out in the wall of the well, where you could set a couple of things.

We bought some food from the small general store. It was one room, only a little bigger than your classroom. We could buy flour, meal, and sugar, and dry beans and spices. Sometimes they had pieces of candy. We could also buy shoes and socks, and fabric to make our clothes. It was sort of like WalMart if you took away all the things that required electricity or refrigeration or had not been invented yet. WalMart would not be very big today if you took all those things away. Some things had been invented that were only in large cities like San Francisco.

I think I was about 10 or 11 when we moved to live on the farm. The farm was large and several families had little houses there to live in. At one time, there were 14 children who lived there with their families. We played games together. The owner of the farm lived in a large, white house and the rest of us lived in small houses. Our house had a small kitchen with a stove. There were two small bedrooms with a stove that used wood to heat the rooms and a larger room with a fireplace and two beds. The larger room was only used when company came, because we had to save the wood so it would last all winter. Upstairs, there was a large room with no heat. It had three beds in it. It was like an attic. My brothers slept up there. My sister slept in a small bed downstairs.

Now I will answer your questions.

The school that I went to had two rooms. Several grades were in the same room. I carried my books to school in a “book satchel” which was a cloth bag with handles. My mother made it. We did not have much to carry home. Usually, I carried a tablet with my spelling words, a pencil and my geography book. If it was raining, we did not take a book home because we did not want to get it wet.

We had some homework. We had to learn spelling words. I was good in spelling and every Friday we had a spelling bee. Even though I was good at spelling words, sometimes I had to sit down.

We had reading homework every night. I liked to read. My father could not read or write. When he was growing up, he was never able to live close enough to a school to go to it.

My mother could read and write, but she could not read hard words. She only went to school a few years. Because I learned to read really well, I still enjoy reading. I read the newspaper every night. I read the advertisements, too, and I like to look at the clothes that are for sale.

When I moved to the city, I got a library card. I went to the library every week to get books to read.

We had a blackboard at school and wrote on it with chalk. Markers and whiteboards had not been invented. I did my work in a tablet that cost a nickel. I used a pencil to write with. I think it cost a penny.

I liked geography. I did not like arithmetic. I learned how to do it because I wanted to know how much money I needed to buy candy, and to make sure I got the right amount of pennies back from the storekeeper. But I did not like arithmetic because you have to think a lot to learn it.

I had friends at school. And some people who were not friends at school, but I had to be nice to them anyway. One girl did not have a lot of food at home. Sometimes she took my lunch and ate it. That meant that I did not have any lunch that day. We had to bring our lunch, or go home to eat. I usually took a biscuit sandwich, with ham or bacon or egg on it. If we had sweet potatoes, I would take a baked sweet potato. We drank water.

One day a boy took a cup of water up to the top of the steps that went outside. When we went out to play at recess, he poured the water on us.
He got in a lot of trouble, and had to stay in at recess for several days.

I can still remember the names of the boys and girls in my class. Kate Grimes. Georgia Grimes (she needed help walking) Thelma Anderson. Cornell Easlely. Edith Anderson (she was stuck up). Pauline Ferguson. Odell Ferguson. Elese Baker (she is the one who took my lunch). Lily Worley. Ruby Harvell. Paul Baker. James Baker. Hobert Baird. Easley Bratton. Paul Jones. Malcolm Baker. “Dummy” Baird (it was not nice of us to call him “Dummy” and I cannot remember what his real name was) and Pauline Neely.

I did not have a bicycle. No one I knew had a bicycle. The roads were not smooth, and you could not ride a bicycle on them. I learned to ride a bicycle when I was grown up. I did not have a camera. Only professional photographers had cameras. They traveled around the country, taking photographs of families. They would stay with a family for a few days and take pictures. Then they would bring the photographs back in a few weeks. Even poor families wanted the photographs to hang on their wall, because it was something we had not seen before. It was almost like a miracle.

We did not have many toys. At Christmas we usually got one toy, an orange and a peppermint stick of candy. Oranges were rare, and we thought they were very good. We did not have orange juice at the store. Oranges had to come from a long way off because orange trees do not grow in Tennessee.

We played games. We played with balls and jump ropes and marbles, and jacks. We played hide and seek and other games like that. Sometimes we played with things that we should not play with. One afternoon on the farm, we pulled a large hay wagon up to the top of a hill and all the kids on the farm got in it and rode in it down the hill (without any mule pulling it). There was no way to guide it. It was fun and no one got hurt. So we pulled it back up the hill and were going to do it again. It could have turned over and hurt us because we could not guide which way it would go. The man who owned the farm saw us and made us stop. He told our fathers. We got in big trouble and never tried to do that again.

My bed looked much like the bed you sleep in, but the mattress was made out of straw, covered in fabric. It had a place where you could add more straw when you needed to. We had to shake it once in a while to fluff it up. On top of the straw was a “featherbed”. It was like a pillow filled with feathers, and it was large enough to cover the straw mattress. It needed to be
fluffed once in a while to make it more comfortable. Both of these mattresses needed to be taken outside in the sun occasionally to freshen them and make them smell good. We had pillows filled with feathers from chickens that we killed and cooked for dinner. Some pillows were filled with duck feathers. You can pluck feathers from live ducks – without hurting them – if you know how. They will grow more feathers to replace them.

My mother made the soap that our clothes were washed in. She used water poured thru ashes and grease from the meat we cooked. It made a soap called lye soap. She put our clothes in a very large kettle over a fire in the yard. She put water and soap in it and stirred them with a big stick. Then she poured out that water and put in more. We had to bring buckets of water from the well. She rinsed them in the pot over the fire, and took them out with the big stick. She wrung the water out and hung them over a clothesline to dry. It was hard work.

Most of the time we had soap from the store to use when we took a bath. We washed our hair with the same soap. My mother kept a large barrel in the yard where the rainwater ran off the house. We used it to wash our hair in because it made our hair soft. There were no factories nearby, so there was no pollution in the water. We took a bath in a large tub, out in the yard behind the well house, in the summertime. In the winter, we had to take a bath in a small wash basin, near the stove. We washed as well as possible, but we liked taking a bath in summer better.

I don’t remember too much about brushing our teeth. I know that there was a kind of tree that had little branches. If we pulled off one of the little branches and smashed the end, it would splinter apart into little pieces kind of like the bristles on your toothbrush. Later on, we had store-bought toothbrushes. Sometimes we used baking soda on our toothbrush. And sometimes we could get toothpaste or tooth powder from the store.

We did not have a bathroom. We had a little shed outside with a toilet in it.
If you have ever gone to a carnival or someplace that had Porta-potties, you will know what ours looked like.

My mother cooked our meals on a big stove that you had to put wood into to make it hot. My father lit the fire with a match, but every night, he piled the ashes up on the hot coals left from the wood. The next morning, there would still be some fire left and all he had to do was put on some more wood.

For breakfast, we had bacon, or sausage, or ham which came from the pigs that we raised. We had eggs, and biscuits. We took leftovers from breakfast for our lunch. For dinner, we had lots of vegetables in the summer. In the winter, we had potatoes, and apples, and biscuits with butter and jelly or syrup. And we had pie or cake that my mother made, for dessert.

We only had one cow, and we needed her to get milk from, so we did not have hamburgers or roast, or steak for dinner.

When I was about 10 years old, my mother bought a pretty piece of red fabric from the general store. She said she would make me a dress out of it when she had time. She made all of my clothes, and all of my sister’s clothes, and shirts for my two brothers. She made our pajamas, and our underwear.

One day, when my mother was out working in the garden, I got the piece of fabric out of the drawer. I wanted a dress out of it today. I decided that I could make it myself. I had watched her lots of times. I had even used the sewing machine to sew a little bit when I tore my dress.

I laid the piece of material on the floor and smoothed it out. I got my other dress – I only had two dresses – and put it on the floor so I could see it. Then I got the scissors and some pins, and cut the red fabric in pieces. I put red thread in the sewing machine, and sat down to sew the pieces together. I knew just how to push the pedal up and down to make the sewing machine work.

My mother came in and saw that I had cut up the red fabric. She looked really sad. She was a gentle woman and never yelled at us. She never spanked us. But we knew that we had done something wrong when she looked so sad. She did not have any money to buy more fabric. It had taken a long time to save money to buy this fabric.

She picked it up to see if somehow she could still use it. What a surprise! I had done a good job. I had made a dress. It did not look as fancy as it would have if she made it, but it was good enough to wear to school. My mother was happy. If I could make this, I could make clothes for my sister and brothers. This would give my mother more time to work in the garden and to take care of the chickens.

Every one has a talent for something. Each person just has to find out what that talent is. Some people can paint pictures. Others can build houses, or take care of animals, or work in the fields. My talent is sewing. I can make patterns for the things that I want to sew. Then I can cut out the pieces and sew them together to make something pretty. I have been sewing for 91 years. I have sewed a lot of things, and most of them turned out just fine – just like the red dress did.

I hope I have answered your questions about what it was like when I was your age. If you have more questions, let me know.

Where was this?:
Little Lot, Tennessee
When was this?:
1912

A História da Origem da Vida que Não Fala da História da Origem da Vida…

quarta-feira, abril 15th, 2015

xxxx

O físico brasileiro Marcelo Gleiser conta em 18 minutos no vídeo com link abaixo a história do Universo segundo sua crença pretendendo com isto ter explicado tambem a história da origem da vida em palestra patrocinada pelo TED. É preciso notar que o discurso de Gleiser neste vídeo está sendo repetido para todos os jovens nos bancos escolares e formando sua visão do mundo a qual expressa um tipo de significado para a existência destes jovens. No final da sua narrativa Gleiser afirma que somos importantes não porque somos filhos especiais de alguem ou o centro do mundo mas porque nós acontecemos contra todas as possibilidades e não existem outros humanos no Universo! Aqui da Matrix/DNA nós temos a aprovar toda iniciativa que divulgue o atual conhecimento cientifico do Universo, mas temos a desaprovar alguns itens no que se refere à formação intelectual das nossas crianças, que desavisadas e perante o sacerdote-pagé da tribo moderna como o dono do conhecimento, não possuem conhecimento para analisar e encontrar os  pontos falhos em tal visão do mundo.

1) Imagine o vídeo de um orador que se propõe a contar a história da origem do automóvel. Mostra a foto de um automóvel e começa com fotos da parte da fabrica que produz a lataria, depois fala sobre as origens do ferro e aço que compõe a lataria e pare a palestra por aqui. Ora você sairá sem nada saber sobre a história do carro, ele nada falou do mais importante que é seu conteúdo, não mostrou as partes das fabricas que desenvolveram os motores e toda a restante parafernália interna, não mostrou quem guiou o processo todo na história do carro pois não mostra um humano sequer e nem explicou que antes do carro e da fábrica a idéia veio do desenvolvimento da carroça, da roda, etc.

É por isso que estou insistindo que físicos devem antes estudarem biologia, química, neurologia, psicologia, antes de falar em origens da vida, e ainda faço uma analogia: se tiver-mos que descrever um homem pela Física só teremos a descrição do esqueleto ósseo e sua mecânica, ficando totalmente a parte carnal e cabeluda ignorada.

Agora, observe esta foto:

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Com essa imagem Marcelo inicia sua palestra. Mas isto é imagem do  que? Pode ser a imagem vista por um alienígena do  tamanho de uma partícula eléctron vivendo dentro de um átomo dentro de uma célula dentro de um corpo humano. Ao apontar seu telescópio para o espaço ao redor ele veria o mundo povoado de átomos na forma destes pontos luminosos que estamos aí vendo as galaxias. Se o nosso alienígena nunca saiu do seu mundinho como ele poderia sequer imaginar que aqueles átomos formam estruturas, arquiteturas, partes de um sistema, denominados ribossomas, mitocôndrias, e depois que estas partes formam um complexíssimo sistema celular, os quais constituem órgãos de um ainda muito mais complexo corpo humano? Com esta foto de um dos  nossos telescópios Marcelo é convencido que sabemos muito do mundo a ponto de várias vezes ele se referir a teorias das ciências humanas vigentes hoje  como “fatos”. Ele inicia sua palestra falando que os humanos sempre gostaram de tentar explicar nossa existência e por isso em cada época criaram narrativas de histórias imaginadas,  mitos, mas se esquece de lembrar que agora ainda mais uma vez o que temos é um novo mito adequado ao irrisório conhecimento  desta época. O que não é  de se admirar pois todos os indivíduos desavisados de cada época acreditaram piamente que seus mitos eram a verdade definitiva. Sempre me lembro de uma máxima fantasticamente correta proferida por Goethe: “Não se pode saber a verdade de um sistema estando dentro dele”.

Agora observe outras fotos como essa que se segue:

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É uma foto tambem de regiões do  espaço distante porem vemos aí mais cores onde aparecem formações que pensamos serem gazes, poeiras. Porque? A nossa visão e nossos telescópios são limitados a ver apenas uma ou algo de outras vizinhas faixas do espectro de  uma onda de luz. Por isso, por exemplo, a olho nu limitado à faixa da luz visível, vemos um cérebro e detectamos apenas a massa cinzenta, o sangue vermelho e alguns carocinhos que podem ser glândulas. Mas quando apontamos um outro tipo de olho artificial que consegue ver por exemplo na faixa do Raio-X, vemos muito mais neste cérebro, como sinapses por circuitos fluindo de energia  química, etc. Temos a sensação de que existe algo mais ali, como os pensamentos, a mente, porem ainda não existe nenhum olho  artificial para revelar isso. Para se ver e entender um sistema por inteiro é preciso ver com no minimo sete olhos diferentes do humano que abordem todas as dimensões do objeto e o telescópio da primeira imagem é apenas um tipo de olho. Não adianta vir de dentro da própria Física Moderna a teoria M das cordas que prenuncia a existência de no minimo 11 dimensões, o humano é inquieto e apressado formalizando conclusões sobre objetos vistos em apenas uma de suas dimensões. Na foto colorida o que pensamos ser gazes e poeira seria tambem visto pelo alienígena partícula como manchas formadas por átomos que na verdade estão formando um pequeno pedaço de um ribossomo. Que isto não seja uma critica ironica e negativista contra a verdade piamente acreditada pelos físicos modernos pois tambem na minha cosmovisão surge a possibilidade de que as galaxias nada mais  seriam que meros fósseis talvez ainda vivos de nossos ancestrais distantes como são as amebas e lagartos, portanto, o Universo pode não ser um sistema e sim mera massa de pequenos sistemas.

É fantástico as dimensões do Universo mostrando quando somos pequenos mas isso é meramente Física e Matemática que estuda tamanhos, comparações relativas de medidas porem, sinto muito, mas as imagens e a narrativa nada explica da história da vida. Assim como ficaria totalmente sem sentido mostrar um filme da história de 9 meses na embriogênese de um novo ser humano sem falar nada do DNA que está invisível oculto no meio da placenta e é quem está dirigindo toda aquela história, tambem fica sem sentido contar a história da vida que vem desde o Big Bang sem falar da Matrix/DNA  que está invisível nos sistemas e corpos astronômicos.

Assim como o nosso hipotético descritor do automóvel se esqueceu de explicar a carroça antes das origens da fabrica, e o filme da embriogênese se esqueceu de falar do pai e da mãe que deflagrou o big bang do novo baby dentro de um óvulo, Marcelo nada disse sobre o antes que explicaria o Universo tal como acredita tenha começado. Apenas a Teoria da Matrix/DNA apresenta uma explicação racional para a inclusive a história da carroça. Mas fica nossos parabéns porque é  sempre louvável estas divulgações como aqui feita por Marcelo e pelo TED.

 

TED – Dr. Marcelo Gleiser – Nossas Origens (LEGENDADO)

  https://www.youtube.com/watch?v=oxoBtBipik8

A Natureza Dividida em Dois Blocos e O Abismo do Meio Preenchido com as Místicas Deísta e Probabilística

quarta-feira, fevereiro 24th, 2010

 Enquanto a Ciência não descobrir as fôrças e elementos que produziram o primeiro ser-vivo no estado do mundo a 4 bilhões de anos atrás prevalece a idéia do acaso e enquanto não conectar as leis da realidade subatômica com a nossa realidade prevalesce a idéia da incerteza. Assim o mundo está dividido em dois blocos tanto no seu aspecto espacial quanto temporal, entre os blocos existe um abismo e preenche-se este abismo com a mística deísta e ateísta. A única sugestão racional conectando todos os blocos com elementos naturais está nos modelos da desconhecida Teoria da Matriz/DNA.    

A controversa divisão da realidade espacial em dois mundos pela Teoria Quântica e a divisão  da realidade temporal pela Teoria da Evolução não existem de fato, está sugerindo A Teoria da Matriz/DNA. Estas equivocadas separações divO problema édeverm-se a que a dimensão subatômica está sendo estudada por pessoas que vem préviamente doutrinadas pela mentalidade da Física e da Matemática, quando deveriam também trazer a mentalidade da Biologia assim como o vitalismo de Pasteur pois o mundo subatomico também é regido pelas propriedades elementares da Vida. A divisão temporal em duas Histórias pela teoria da Evolução Biológica e Cosmológica  também não existe pelo mesmo problema da falta de conexão entre a Física/Matemática e a Biologia Vitalista: seus modêlos teóricos dos sistemas naturais inorgânicos seriam  também regidos pelas propriedades vitais.

Quanto aos deístas ocidentais, nem é preciso falar: a Vida teria sido produzida por mágica, nada tendo a ver com a evolução anterior. 

Nós vemos a auto-consciência existente nos seres humanos como um bebê recém nascido que está começando a aprender sôbre a realidade do mundo externo a ela, e êste artigo inicia um estudo relacionado á psicologia dos bebês porque suspeito que esta Ciência pode nos trazer a resposta para esta pergunta: Porque o bebê auto-consciência tem a tendência de dividir a realidade em duas, sem conexão de uma parte com a outra?

Nada entendo de bebês nem de psicologia infantil mas  tenho notado que um bebê vê um caminhão como um objeto para brincar e não útil para trabalhar, parece que trocando a realidade por um mundo de fantasia, ou então dividundo o mundo entre aqu6ele imediatamente real que lhe produz a fome e o leite que suga de outro irreal que produz do nada bonecas e caminhões e tudo mais que lhe cai no berço. Então neste detalhe da criança humana estaria a explicação do mesmo comportamento apresentado pelo adulto do oeste moderno. O Físico e o Matemático vive mentalmente um mundo gerado pelas leis da Física e sua lógica e como estas não explicam as produções dos mundo vivo, os produtos dêste lhes parecem pertencer a um mundo que surge de fora da sua lógica de causas e efeitos sem necessidade de explicações porque a auto-consciência nos seus primórdios ainda aceita a co-existência de mundos divididos ao acaso. Mas vamos ver como e porque digo que a alta classe intellectual do mundo modern divide o mundo em duas partes. Existe esta grande diferença entre o pensar do homem que lida exclusivamente com a matéria e diz que o certo é procurer explicar como funciona a Natureza mas nunca perguntar porque, pois isto nos leva sempre a um beco sem saída; e o pensar do filósofo naturalista como eu que lida mais com a pesquisa das conexões entre os fatos e diz que o mais certo é, além de procurar como funciona, tentar responder  porque o mundo produz a coisa que funciona assim. Portanto eu agradeceria muito se êste tema fosse conhecido e do interêsse dos psicólogos e neurologistas, pois êles podem encontrar as explicações para questões pertinentes à mente humana.      

  • 1) Separação do tempo

A História Universal de 13,7 bilhões de anos está dividida em dois blocos distintos sem conexão entre eles. De um lado temos a história da Evolução Cosmológica que vem do Big Bang até hoje e do outro temos como que uma história lateral que surgiu não se sabe como: a história Biológica ou história do pós-vida. Ninguém conseguiu mostrar onde estão – mo mundo que antecedeu as origens da vida – as forces e mecanismos que teriam produzido as propriedades da Vida, tais como o código com intruções e memorizações genetico,o sistema nervoso, a reprodução de corpos, o sistema sexual, digestive, o metabolism, etc. Apenas a Teoria da Matriz/DNA sugere um modelo do Cosmos de opnde extrai os principios fisicos e mec6anicos de todas estas propriedades, mas como ela se encontra sob rtestes, é desconhecida e indesejada pelos setores que dominam o conhecimento naturalista que apenas aceitam teorias formuladas por cientistas aprovados em suas instituições e a teoria não foi elaborada por estes cientistas, vamos aqui tambem ignora-la. O fato frio e intragavel mas real é que na esfera intellectual da humanidade o mundo está dividido em duas interpretações de ordens de fenomenos, duas lógicas,dois significados. Mas é preciso notar que estas coisas – interpretações, lógicas, significados – sào coisas abstratas, parece-me que são propriedades da mente humana, portanto nao se pode dizer que no mundo real exista esta divisão. Porque no mundo real, os elementos materiais dois tempos continuam a existirem ni mesmo espaço e as vezes se intercambiando seus elementos.   

Então em relação à dimensão tempo, a euto-consciência em seu estágio atual dividiu I mundo observavel e perceptivel peklos nossos sentidos em duas partes. Não é uma divisão entre dois tempos, pois o mundo não-vivo continua sua história normal; trata-se melhor do caso de em dado momento da historia antifga ter surgido uma linha do tempo que flue paralela à primeira.

  • 2) Separação do espaço

 A chegada da Teoria da Mecânica Quântica revelou fenômenos na dimensão microscopica que eram desconhecidos antes dela porem estes fenomenos nao existiriam e nao poderiam existir no macrocosmo, assim está entendendo a auto-consciência nesse seu atual estágio. Crescida e instruida nas experiencias com o médio-cosmos e tendo tentaculos adentrando o macrocosmos ela não pode entender e aceitar como fazendo parte do mundo que ela conhece estes fenomenos como o gato morto-vivo de Schrödinger ou a incerteza de Heinserberg. Este chegou a dizer numa conferencia que as particulas elementares na dimensão microscopic dificelmente podem ser chamadas de “reais”, na verdadeira acepção da palavra..Mas novamente, tanto a experiencia imaginaria de Schrödinger como a incerteza de Heisenberg nao coisas do mundo real externo e sim propriedades da mente humana. A equação de Schrödinger e o calculo das probabilidades já tem sido denunciados como sendo numerous abstratos e não a realidade. Dizem que não faz sentido reduzir a matéria a numeros ou qualquer outra entidade Matemática. A Teoria da Matriz também encontrou um mecanismo que faz a Matemática deixar de ser a única linguagem da Natureza para ser a linguagem que traduz apenas uma certa camada de ordem de fenômenos que constitui apenas 13% da verdadeira e ultima linguagem (não posso expor aqui o mecanismo que contem graficos e portanto é muito longo). Mas existe aqui uma novidade:  já se provou com experiências que um átomo pode aparecer em dois pontos diferentes do espaço no mesmo e exato instante. Eu não ví, não sou cientista, mas acredito na seriedade dos que fazem os “peer-review”. O fato do átomo ficar em dois lugares ao mesmo tempo pode vir a reunir os dois mundos em relação ao espaço, pois já se pesquisam isso com afinco porque pode, inclusive,  ajudar a projetar computadores mais velozes.

Curioso é notar que em outra instância da mente não existe esta divisão. Pois muitas mentes humanas vislumbraram e acreditaram  que a dupla presença de um mesmo corpo faz parte do mundo real médio e macrocosmico. Refiro-me às idéias ventiladas sobre transmigração das almas, ectoplasma, energia das pirâmides, no poder dos pendulos e cristais. A diferença notável entre estes dois tipos de consciência – a que não divide o mundo em dois e a que divide – é que a segunda se resume à consci6encia do chamado “western mindset” enquanto a primeira aparece em meio a todos os outros estados de consciência. Significa isto algo?

Bem, mesmo dentro do “western mindset”  existe uma divisão nesta crença sôbre a divisão do mundo em duas dimensões espaciais. A idéia de separar o mundo entre as coisas extremamente pequenas e as grandes partiu de Niels Bohr e de Werner Heisenberg, como primeira conclusão que tiveram perante as experiências que tinham em mãos. Bohr afirmava que os mundos macroscópico e microscópico eram “complementares”. Ambos se submetiam às regras quânticas, mas nos objetos grandes o efeito era desprezível e, por isso, podia ser descartado. Mas  os físicos americanos David Wineland e Chris Monroe, do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia, protagonistas da espetacular experiência em 1996 em que conseguiram fazer um átomo aparecer em dois pontos diferentes do espaço ao mesmo tempo, contestam: “Bohr e Heisenberg  forçaram uma divisão aparentemente arbitrária entre os mundos classico e quântico”.

A Teoria da Matriz/DNA fêz suas incursões pelo mundo subatômico, levada pelas projeções de seus modêlos. Lá – inclusive na época antes do surgimento da matéria – ela encontra as raízes da duplicação dos corpos, e ao aplicar o ciclo vital aos vórtices imateriais e mesmo aos materiais ela encontra explicações do porque não podemos identificar um corpo no tempo e no espaço no mesmo exato instante, oferecendo uma solucão para o problema de Heisenberg. Enfim, eu acredito que a Ciência irá descobrir mais e irá unificar o mundo espaço/temporal numa só realidade. Que ela vai descobrir no mundo antes das origens da vida a existência dos mecanismos e processos que já faziam algo como código genético, auto-duplicação, circuito nervoso de automação, etc. A Teoria da Matriz/DNA está mostrando que uma diferente abordagem da Natureza pode nos levar a estas descobertas, ela mesmo está sugerindo onde estavam estes princípios. Mas como ela vem da selva primitiva e não dos campus universitários, ela não conta. Vamos esperar para ver.

O Irracional Mundo Quântico…Dominado Pelo Racionalismo da Matriz?

terça-feira, outubro 20th, 2009

 O comentário abaixo, lido no web site Beliefnet.com, além de ser muito interessante, me acendeu uma luzinha lá no cocuruto. Parece que a Matriz tocou sem querer neste fenomeno a 20 anos atrás e resolveu um problema da quantica que eu nào sabia que era um problema. Mas se tiver mesmo uma relação entre o que os modelos sugeriram e o mundo quântico, ela desvenda a estranheza e a impreditabilidade do nível quântico, sugerindo que a Razão Humana não apenas pode entende-lo como também prevê-lo e domina-lo. Vamos ver o comentário feito por Gordon J. Glover, em October 15, 2009 1:54 PM, que tem o website http://www.beyondthefirmament.com , no blog Astronomy and Faith do Beliefnet.com em:

 http://blog.beliefnet.com/scienceandthesacred/2009/10/astronomy-and-faith_comments.html

     “Just consider the inherent wierdness of the quantum level. If sub-atomic events unfolded on scales that we could percieve, we would probably be forced, in our ignorance, to invoke some sort of spirit realm to explain them. How did my wife run only one errand, and yet she got groceries and picked up the dry cleaning? Answer: she followed two different paths and performed both tasks at the same time! To prove it, there is food in the fridge and starched shirts in my closet. The only problem is that if I open the fridge and observe the groceries, my shirts revert back to being at the cleaners. And if I open the closet and observe my shirts, the groceries “wave function” collapses back to the grocery store. What kind of twilight-zone world is this? These exact situations are encountered when the fundamental building blocks of matter are studied — blurring the line between science and philosophy.”

Essa história do tempo indo para frente e para trás ao mesmo tempo já me fez ficar meio zonzo porque os modelos da Matriz estão sugerindo que isto realmente acontece. Pena que não posso agora por um gráfico que fiz a 25 anos atrás na selva amazônica, num papel de embrilhar pão e agachado sôbre joelhos quando parei numa caminhada atacado pir uma intuição. Mas vou deixar este artigo em suspenso e se não encontra-lo vou tentar refazê-lo e por aqui. Pondo os rastros do Universo,  como se fosse um sistema natural sob evolução,  subindo uma escada aparece uma linha que sobe tres degraus (nasce, cresce, estabiliza ou amadurece) e escorrega dois degraus (degeneração pela entropia e fragmentação do cadaver) e então a partir do segundo degrau volta a subir ( pelo ramo paralelo da reprodução) mais tres degraus, para escorregar mais dois… e assim continua repetindo esse ciclo.

 Agora retiramos a escada e extraimos apenas a linha das pegadas, com seu desenho peculiar, e projetamo-lo sobre o grafico cartesiano tendo como coordenadas o tempo e o espaço. Queremos saber se a existência do Universo, com estes ciclos todos, tem algum sentido racional. Onde as duas coordenadas se cruzam, consideremos como ponto zero, ponto de partida e ali escrevemos “Big Bang”. Transportemos a linha reportando seu ciclo para este grafico calculando o periodo da evolução desde o Big Bang até o primeiro sistema atômico. Continuando somemos mais um ciclo, que seria do sistema atômico ao sistema estelar. E assim por diante… o resultado final vai ser surpreendente! Sobressai seim. um sentido para a existência do Universo, e muito racional. A linha que retrata as pegadas deixadas pelo caminhar do Universo sob evolução se encurva tôda e retorna ao ponto de partida! Porém’apesar de chegar no mesmo ponto do Big Bang, o que chegou não é mais o que partiu. A matéria tôda que iniciou com o reino das partículas se desfez e foi descartada como a placenta é descartada quando nasce um baby e o que retornou foi uma substancia abstrata, que nesta época de hoje tem a forma da mente humana. O que significa isto?

Muito! Significa que a história da vida do Universo tinha um propósito, e único. Quando a linha do tempo retorna ao espaço zero não ocorre um Big Bang para dentro, como foi o anterior, mas sim um Big Bang para fora. Quer dizer: se todo o espaço serviu como uma espécie de ovo gestando esta “mente” ( e não se surpreenda se esta tal de dark matter for uma espécie de liquido amniótico, enquanto a dark energy então deverá ser uma espécie de energia da gestante que nutre todo embrião), o corpo material que tinha nascido com o Big Bang se desfez, e no segundo Bang, o que nasce, para alem deste espaço, para alem deste Universo que desaparece, é uma forma unicamente “mental”. Por isso denominei o grafico naquele dia ali na selva de “Do Big Bang ao Big Birth”. E com aquele grafico, somado com outras pistas sugeridas pelos modelos, foram surgindo as indicações de que este Universo deve ser uma produção genética, que as propriedades vitais deviam existirem ao menos em estado latente nos sistemas ancestrais, que não houve origens da vida, etc..  

Mas vamos então ver esse negócio de tempo no nível quantico. O comentarista acima disse que se abrir a geladeira o alimento comprado pela irmã estará lá, porëm suas camisas estariam retornando para a lavanderia. E se abrir o guarda-roupa, as camisas vão estar lá, porem aí a comida sai da geladeira e retorna ao super-mercado…

Mas naquela linha que retrata as pegadas do Universo deixadas no grafico tambem acontece a mesma coisa, ou seja, o tempo vai para a frente, normalmente, mas sempre no final de cada ciclo ele dá uma volta sobre si mesmo, retorna ao passado, alcancá um ponto lá atras da linha e recomeça novamente, desde aquele ponto a ir para a frente. Ou seja, o tempo ao reverso bem abaixo do nosso nariz, sem que o percebamos. Mas é facil entender. O que é na realidade, o tempo? O que ”e este tão decantado fenomeno fantasmagórico que tem desaviado a mente humana desde os primórdios, milhares de pensadores se ocuparam dele, centenas de definições foram feitas, e … continuamos sem entender o que é isto? Simples: tempo é uma palavra criada pelo ser humano para uma coisa que não existe na realidade. O que existe é sucessão de eventos. Colocando estes eventos na ordem certa, um após outro considerando-se causas e efeitos, aparece uma medida cronológica, mas apenas isto. Tanto se fantasiou, tanto cresceu uma superstição num fantasma, que hoje se pensa que tempo seja uma entidade, algo que exista de per se. Mostrem-mo-lo. Não existe.

Quando a linha do Universo no grafico vai para traz, siginifica que a entropia atacou o sistema, o qual começa a se desfazer a partir da superficie ou periferia, rumo ao centro. Isto significa que o sistema vai perdendo as ultimas informações que ele conquistou ao evoluir. Ou seja, o sitema está involuindo, retornando a sua infancia, não em idade, mas em forma. Nós não vemos isso ocorrer porque essa involução ocorre numa linha paralela à linha da evolução: a linha que vinha subindo a escada chega a um ponto, ni terceiro degrau, ali se estagna por alguns momentos porem sem deixar de mover-se horizontalmente e no sentido reverso ( para dentro), aí começa a cair, desenha um meio circulo e reencontra a linha que vinha subindo, num ponto do passado, ou seja, antes do sistema adquirir 80% das informações que o possibilitaram dar o seu salto evolutivo. Vai daí que, por exemplo, quando um dos répteis se tornou mamífero, a evolução continuou através do mamifero, mas enquanto ela ia em frente, os répties decaíam, a começar pela ultima de sua mais evoluida forma, os dinossauros. E essa queda está ocorrendo, até que os répteis tornados um beco sem saída, se tornem uma ramo que sai da arvore genealógica, seque e se extinga. Para eles, a sucessão de causas e efeitos está caminhando ao contrario, e como os humanos acharam que denominar esse caminhar de “tempo”, o tempo está ao reverso. Foi assim com atomos, galaxias,… e vai acontecer com mamiferos se não tomar-mos cuidado… a involução começa pelo desaparecimento da ultima forma mais evoluida, no caso, a espécie humana. Não se apavore que isto não vai acontecer pois em nös surgiu a mente consciente e esta vai ao Big Birth, e não vai acontecer porque desmascaramos a Matriz que já nos levou à queda uma vez, mas não vamos repetir a mesma burrada do Adão, certo?

Bem, tudo isso ficará mais claro quando eu retornar aqui com os calculos do Universo subindo a escada do tempo… glug… digo, da História, e do grafico cartesiano intitulado “Do Big Bang ao Big Birth.