Posts Tagged ‘joelho’

Formas Biológicas Reproduzidas de LUCA (1) – O Joelho da Galáxia

quinta-feira, agosto 11th, 2011

Joelho

A figura acima está no link:

http://discovermagazine.com/photos/06-beetle-screwdriver-machines-created-by-evolution

E seguida do seguinte texto, o qual copiamos para, a seguir, analiza-lo à luz da Matrix/DNA :

The Turn of the Screw

When researchers peered at the knees of the Papuan weevil recently, they had a surprise coming to them. Their massive electron micrographs of the joint showed tiny, perfectly formed screws and nuts, with a thread far more delicate than those made by humans. The weevil, it appeared, used them to lock its knees for stability when it landed.

This was the first time scientists had seen such structures in nature. But simple machines–defined by Renaissance natural philosophers as the lever, the wheel and axle, the wedge, the screw, the inclined plane, and the pulley–are hidden beneath the skins and exoskeletons of many a creature. Some of them, like the wheel, are so curiously rare as to have become examples of natural limits on biology. Others, like the lever, are so common that myriad examples exist in the human body alone. Here’s a tour of the simple machines that make (the animals of) the world move.

xxxxx

Ok. O fenômeno conhecido como “parafuso” já existia nas galáxias a bilhões de anos atrás. É a maneira como a “cria” do Buraco Negro – a Função 1 – circula à volta e por dentro do vórtice nuclear. O vórtice é espiral, portanto na forma da “porca”, e quando a massa mais energia degradada que está dentro dêle gira horizontalmente, ora entrando, ora saindo, o vórtice faz o exato papel das rôscas, enquanto o conteúdo interno imita os parafusos (veja o desenho do software/Matrix).

Moral da História: o ser humano não cria nada do nada, até os parafusos são produções materializadas de uma mente que guarda a memória do mecanismo desde sua remota ancestralidade.

Porque e como a Natureza nos fez mover por pernas e nao por rodas!

sexta-feira, janeiro 2nd, 2009

A boca humana e’ o resultado atual de uma longa e e lenta evolucao da boca cosmica, que por sua vez foi o resultado de uma longa e lenta evolucao a partir da boca quantica. A boca cosmica e’ um vortice situado no centro do building block dos sistemas astronomicos, cujo sistema de mastigacao consiste no seu girar como um liquidificador, jogando pedacos de rochas e bolas energeticas uma contra as outras e fragmentando-as. Se no Cosmos nao existe dentaduras e o movimento bocal e’ horizontal ao inves do movimento vertical com que as bocas humanas trituram seus alimentos, para fazer essa inversao a Natureza aplicou aquele processo que nos humanos copiamos intuitivamente, que vemos nas maquinas de hoje, onde uma roda dentada gigante girando horizontalmente tem correias indo para rodas menores que vao se inclinando ate’ que a ultima rodinha esta na posicao vertical. Como a boca humana nao esta solta no espaco interstelar, ela nao pode girar sobre si mesma, pois ai giraria o nosso corpo inteiro toda vez que fossemos jantar no restaurante… A Natureza deu seu jeitinho, transformou circulos magneticos em dentes, etc.

‘E’ preciso entender essa tal de Mae Natureza: seu objetivo supremo e’ manter a reproducao do sistema extra-universo que transmitiu seus genes num espalhafatoso Big Bang – assim como a mulher gravida tem como objetivo supremo gerar o filho mais perfeito possivel. Enquanto seu filho esta ainda no projeto, repetindo as fases anteriores da Evolucao – como a morula que reproduz as nebulosas atomicas no inicio do Universo e depois o amontoado de corais no inicio da evolucao dos seres vivos, a blastula que reproduz a nebulosa de sistemas estelares e galaticos, o feto que reproduz as formas de peixe, reptil, mamifero e ate o sistema hermafrodita das galaxias antes de iniciar sua diferenciacao sexual e’ reproduzido naqueles nove meses da historia da embriogeneses… –  a Natureza nao se importa muito com materiais e formas, o imprescindivel e’ que cada nova arquitetura tenha as sete funcoes sistemicas universais representadas por orgaos/pecas que executem-nas eficazmente.

Pois entao surgiu as pernas humanas. A finalidade destas nao era a de serem comidas por crocodilos, nem de servirem de modelos para canos de botas feitos com coro de crododilos, nem as pernas femininas tinham apenas a finalidade de sentirem as caricias dos labios masculinos… (por falar nisso eu aprendi uma tecnica inedita e super-gostosa quando observava pica-paus passando o bico nas pernas das arvores…. candidatas curiosas por favor, me mandem um e-mail…)

A Natureza tinha muitas outras opcoes, muitos outros mecanismos de auto-movimento, ja desenvolvidos em formas evolucionarias anteriores, inclusive o eficiente mecanismo de locomocao por rodas. Eu ja fiz no papel um desenho de um corpo humano com coxas que terminam nos joelhos, cujas coxas estao abertas e das quais saem internamente uma ponta de eixo da roda que esta no lugar da perna e pes. Ficou engracado, vou procurar alguem que entenda de desenho no computador para faze-lo e por neste artigo. Por pouco nao somos daquele jeito, e por pouco as fabricas de sapatos nao existiriam, sendo substituidas por fabricas de capas de roda… Mas eu nao duvido muito se nalgum planeta qualquer por ai’ nao encontrarmos extra-terrestres na forma do desenho. A Natureza esta’ pouco se lixando se pernas ou rodas, o importante e’ que a funcao universal da auto-locomocao em superficies concretas seja desempenhada. 

Mas aqui nao, a Natureza optou por pernas: assim como fez com a boca, ela transformou o que era …………. no Cosmos, e  depois, cilios nas celulas, em… “pernas”!  E aqui vamos parando este artigo/exercicio/teste  por hoje. A finalidade e’ a de que voce preencha o espaco dos pontinhos acima, para aprender esta incrivel tecnica de entender a Natureza. Para tanto, dirija-se aos modelos da Matriz, tanto do software como do hardware do nosso ultimo nao-vivo ancestral, procure o pedaco do corpo que se move, observe qual tipo de ferramenta ele usa para auto-mover-se, obtenha o nome e escreva-o sobre os pontinhos. Boa sorte!…