Posts Tagged ‘Jupiter’

Os turbilhoes na superfície de Júpiter: Previsão correta e mais uma evidencia para a Matrix/DNA Theory

domingo, setembro 2nd, 2018

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Intricate swirls in Jupiter's volatile northern hemisphere are captured in this image from NASA's Juno spacecraft. Bursts of scattered bright-white 'pop-up' clouds appear with some visibly casting shadows on the neighboring cloud layers beneath them.

Aqui estamos realmente assistindo a formação de um pulsar e posteriormente, de uma supernova… segundo meus modelos teóricos compondo a Matrix/DNA Theory. De dentro para fora cresce um germe de estrela, comendo o que resta de nutrientes nas camadas externas através das reações nucleares e a pressão gerada produz gigantescos vulcões com estes turbilhoes na superfície. Quanto mais os nutrientes pesados são processados, maior e mais leve Júpiter fica, e esta leveza o livra da força magnética do núcleo solar ate que ele um dia saia do sistema e vá brilhar como mais uma estrela. Os acadêmicos se riem e acham estranho que eu use metáforas do mundo vivo para descrever fenômenos astronômicos porque eles são misticos duvidando que a Vida foi criada por e dentro de sistemas astronômicos que seriam – segundo eles – não-vivos e por isso precisam de assombrações como o Acaso Magico para explicar origens espontâneas de astros e da vida, o que e’ um absurdo. O tempo com mais informações, sera o juiz de quem esta certo ou errado.

 

Ooops! Nova Imagem de Jupiter Alerta Matrix/DNA Sobre a Equitativa Distribuicao de Fotons prevista pela Teoria

quarta-feira, maio 31st, 2017

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Ha anos vem acontecendo o mesmo. Os academicos nao apenas sugerem suas teorias, mas afirmam-na como porta-vozes cientificos, e como estas teorias vao contra meus modelos, eu retruco com outra teoria e eles simplesmente ignoram. Mas entao a tecnologia se desenvolve e fornece cada vez instrumentos mais potentes na colecao de dados.  E quando os novos dados chegam sempre dizem como nesta noticia agora:

“We’re seeing a lot of our ideas were incorrect and maybe naïve,” Scott J. Bolton, the principal investigator of the Juno mission, said during a NASA news conference on Thursday.

Os modelos teoricos deles tem tantos remendos que minha admira que ainda nao perceberam que do modelo original nao resta mais nada. Enquanto isso, quando tenho tempo de analizar os novos dados e compara-los com meus modelos, descubro que estavam justamente previstos e mais, os novos dados me fazem perceber novos dados que ainda nao tinha observado. vejamos exemplos com as figuras abaixo:

https://www.nytimes.com/2017/05/25/science/nasa-juno-spacecraft-jupiter-storms.html?rref=collection%2Fsectioncollection%2Fscience&action=click&contentCollection=science&region=rank&module=package&version=highlights&contentPlacement=2&pgtype=sectionfront

NASA’s Jupiter Mission Reveals the ‘Brand-New and Unexpected’ (may,25,2017)

As faixas tipo listas de zebra bate com a nocao de aneis espiralados que a Matrix/DNA sugeriu na existencia de estruturas que dao o nascimento a estrelas. Veja neste meu modelo desenhado rusticamente a mao na selva amazonica:

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

I can’t write a long text here explaining it, but at the …. oh, raios, eu estava escrevendo em portugues,… Eu nao posso escrever longos textos aqui para explicar mas o cone espiralado na rustica figura acima ‘e o berco de estrelas. E porque digo isso? Porque o meu modelo esta sugerindo que planetas que se encontram no estado em que Jupiter esta hoje, em milhoes ou bilhoes de anos acabam saindo do Sistema solar e se tornam novas estrelas, pois no seu nucleo cresce um germe estelar.

Mas nao e’ esse fato que levou a Matrix/DNA a comemorar a boa-nova. O fato e’ que os aneis que se ve na figura de Jupiter – em numero de seis – explica maravilhosamente uma questao que eu andava procurando e nao tinha acertado com uma solucao satisfatoria. a questao de como uma estrela emite todos os tipos de suas informacoes por radiacao em tao curto tempo como foi necessario para dirigir a criacao da vida na Terra. Com a existencia das faixas emitindo magneticamente ( como diz o artigo: strong magnetic fields), agora sei como todos os tipos de fotons chegam aqui ao mesmo tempo para se reunirem e reproduzirem o sistema de onde vieram usando atomos da Terra. Hallelluyah!

Assim, enquanto os academicos estao neste momento puxando os cabelos ao compararem os novos dados com seus modelos e verem que nada bate, eu estou vibrando com o acerto dos meus modelos… mais uma vez nos ultimos 30 anos de tantas vitorias igual a essa.

Vamos ao segundo fato usando a imagem abaixo que tambem foi obtida agora pela NASA:

Multiple images combined show Jupiter’s south pole, as seen by NASA’s Juno spacecraft from an altitude of 32,000 miles. The oval features are cyclones.

Ciclones? Justo o que desenhei a 30 anos atras? Vejamos outro desenho dos meus modelos:

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

Veja no desenho a figura que esta mais `a direita, cheia de pintas. Este o resultado do que meus calculos apontaram como sendo um pulsar. As pintas sao gigantescos vulcoes que tomam toda a superficie emitindo cometas. Jupiter esta no ponto de gigante e velho planeta se transformando em pulsar paara depois se tornar uma estrela, supernova. Diz ainda meus resultados que estes vulcoes vao se formando nos planetas novos devido aberturas que vao surgindo na crostra como valvulas de escape do material sob forte pressao resultante das reacoes produzidas pelo nucleo digerindo os atomos da crostra. mas como o planeta gira por rotacao e por translacao, o que se ve nestes gifgantes gasosos acima dos vulcoes que vao se formando e’ a lava e fumaca emitida na forma de cyclone, espiralados. Entao, estou dizendo que embaixo de cada cyclone deste, e produzindo estes ciclones, estao os vulcoes. Assim minha teoria se torna cientificamente testavel, pois chefgaremos um dia mais perto de Jupiter e descobriremos o que produz estes ciclones.

Enquanto isso vou continuar a ler o artigo para ver como eles explicam estes ciclones baseados nos modelos deles. yac,yac,yac…

Jupiter seria o Pulsar (F4) da Matrix/DNA?

terça-feira, julho 5th, 2016

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Cada vez mais estamos descobrindo características de Júpiter que se assemelham com as características previstas para a Função 4 na formula da Matrix a 30 anos atras. O planeta de fato deveria ser a F4 se este sistema solar estiver montado sob a formula avançada perfeita da Matrix/DNA que foi a organizadora da primeira geração de sistemas astronomicos. Mas como ainda não resolvi de qual geração e’ o sistema solar, e tenho pendido a acreditar que ‘e da segunda geração, não tenho observado Júpiter como um perfeito F4. Porem… os novos dados ( como as recentes medições de seu campo magnético) sugerem que tenho errado.

“Júpiter é uma esfera gasosa que já foi descrita por especialistas como “um monstro que gira a tal velocidade que faz com que sua gravidade lance pedras gigantes, cometas e raios cósmicos para fora”.

Em outras palavras, “qualquer coisa que se aproxime pode se converter em sua arma”, alertou Scott Bolton, investigador chefe da missão.”

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=desafios-sonda-juno-jupiter&id=010175160703#.V3vIREYrJ1s

Júpiter e seu Importante Campo Magnetico

sexta-feira, julho 1st, 2016

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Esta nova informação captada sobre Júpiter é mais uma evidencia reforçando o nosso modelo teórico astronomico, a Matrix/DNA. Em português e depois do texto abaixo resumo uma explicação da Matrix/DNA.

Júpiter e seu Campo Magnetico

Ler mais: Juno mission page, NASA article on Juno’s magnetometer.
The post Jupiter’s Magnetosphere Will Blow Your Mind While it Kills Your Spacecraft primeiro apareceu em  Universe Today.

Jupiter is a huge planet, but its magnetosphere is mind-blowingly massive. It extends out to nearly over 5 million kilometers (3 million miles) wide on average, 150 times wider than Jupiter itself and almost 15 times wider than the Sun, making it one of the largest structures in the Solar System.
“If you were to look up into the night sky and if we could see the outline of Jupiter’s magnetosphere, it would be about the size of the Moon in our sky,” said Jack Connerney, deputy principal investigator and head of the Juno mission magnetometer team. “It’s a very large feature in our Solar System, and it’s a pity we can’t see it.”
But the Juno spacecraft is about to change our understanding of Jupiter’s magnetosphere and allow scientists to “see” for the first time Jupiter’s magnetic field.
And today, NASA announced that Juno has entered Jupiter’s magnetic field. Listen to the video below as the spacecraft gathered data as it crossed the bow shock:

A magnetosphere is the area of space around a planet that is controlled by the planet’s magnetic field. The stronger the magnetic field, the larger the magnetosphere. It is estimated that Jupiter’s magnetic field is about 20,000 times stronger than Earth’s.
Magnetic fields are produced by what are known as dynamos – an electric current created from the convection motion of a planet’s interior. Earth’s magnetic field is generated by its circulating core of molten iron and nickel. But what creates Jupiter’s dynamo? Is it like Earth’s or could it be very different? Jupiter consists predominantly of hydrogen and helium, and it is currently unknown if there is a rocky core at the center of the planet.
“With Jupiter, we don’t know what material is producing the planet’s magnetic field,” said Jared Espley, Juno program scientist for NASA Headquarters, “What material is present and how deep down it lies is one of the questions Juno is designed to answer.”
Juno has a pair of magnetometers to basically look inside the planet. The magnetometers will allow scientists to map Jupiter’s magnetic field with high accuracy and observe variations in the field over time. The instruments will be able to show how the magnetic field is generated by dynamo action deep in the planet’s interior, providing the first look at what the magnetic field looks like from the surface of the dynamo where it is generated.
“The best way to think of a magnetometer is like a compass,” said Connerney. “Compasses record the direction of a magnetic field. But magnetometers expand on that capability and record both the direction and magnitude of the magnetic field.”
But Jupiter presents a lot of problems as far as being nice to instruments. Trapped within the magnetosphere are charged particles from the Sun that form intense radiation belts around the planet. These belts are similar to the Earth’s Van Allen belts, but are many millions of times stronger.
To help protect the spacecraft and instrument electronics, Juno has a radiation vault about the size of a car trunk made of titanium that limits the radiation exposure to Juno’s command and data handling box (the spacecraft’s brain), power and data distribution unit (its heart) and about 20 other electronic assemblies. But the instruments themselves need to be outside of the vault in order to make their observations.
The magnetometer sensors are on a boom attached to one of the solar arrays, placing them about 40 feet (12 meters) from the body of the spacecraft. This helps ensure that the rest of the spacecraft does not interfere with the magnetometer.
But there are other ways to help limit the amount of radiation exposure, at least in the first part of the mission.
Scientists designed a path that takes Juno around Jupiter’s poles so that the spacecraft spends the least amount of time possible in those blistering radiation belts around Jupiter’s equator. Engineers also used designs for electronics already approved for the Martian radiation environment, which is harsher than Earth’s, though not as harsh as Jupiter’s.
That elliptical orbit — between radiation belt and the planet — also puts the spacecraft very close to Jupiter, about 5,000 km above the cloud tops, enabling a close-up look at this amazing planet.
“This is our first opportunity to do very precise, high-accuracy mapping of the magnetic field of another planet,” Connerney said. “We are going to be able to explore the entire three-dimensional space around Jupiter, wrapping Jupiter in a dense net of magnetic field observations completely covering the sphere.”
By studying Jupiter’s magnetosphere, scientists will gain a better understanding about how Jupiter’s magnetic field is generated. They also hope to measure how fast Jupiter is spinning, determine whether the planet has a solid core, and learn more about Jupiter’s formation.
“It’s always incredible to be the first person in the world to see anything,” Connerney said, “and we stand to be the first to look down upon the dynamo and see it clearly for the first time.”

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Explicação da Teoria da Matrix/DNA

 O campo magnético – ou magnetosfera – de Júpiter é surpreendente, pois é massivamente fora do normal. Ela se estende por cerca de 5 milhões de quilômetros em volta do planeta, uma área 150 vezes maior que Júpiter como planeta e quase 15 vezes mais larga do que a magnetosfera do Sol, tornando-a uma das maiores estruturas do Sistema Solar.

Isto vai contra o senso comum baseado no conhecimento oficial e teórico acadêmico. Primeiro porque contradiz nossas ideias sobre o que são campos magnéticos.

Segundo a corrente teoria, campos magnéticos astronômicos são produzidos pelo que se conhece como dínamos – uma corrente elétrica criada de um movimento de convecção no interior do planeta. O campo magnético da Terra é gerado pela circulação de seu núcleo composto de ferro incandescente e níquel. Mas o que gera o dínamo de Júpiter, se pela atual teoria Júpiter consiste predominantemente de gazes apenas, hidrogênio e hélio, e não se sabe se ele tem um núcleo denso…

Com este novo dado, o logico sera rever este modelo teorico de Jupiter, pois seu campo magnetico esta indicando que seu nucleo e’ ainda mais denso e talvez mais incandescente que o da Terra.

Mas com essa informacao, o nosso modelo teorico astronomico se sentiu mais uma vez confortavelmente instalado em bases solidas. para explicar permita-me trazer para ca duas figuras desse modelo

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

Human and Earth Life Cycle by MatrixDNA

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

Segundo a teoria oficial acadêmica, todos os tipos de astros se formam espontaneamente por sua própria conta e risco pelo circular de uma nuvem de gaz e poeira inicial. Segundo a nossa teoria, os sete tipos de astros conhecidos são formados por um comando de instruções pre-existente nestas nebulosas ( tal como o comando de instruções dos genes no DNA), e são formas variadas de um único astro ao longo de sua existência. Em outras palavras estou sugerindo que os efeito da força do ciclo vital – aquele que faz um único corpo humano apresentar sete principais diferentes formas ao longo de sua vida, desde a forma de morula, blástula, feto, embrião, criança…, ate a de cadáver, não foi inventado ou criado pela vida neste planeta, pois os próprios astros como este planeta já estariam sob essa força. Por isso, a figura acima mostrando a sequencia de metamorfoses de fomas de um único astro vem comparada na primeira figura com a sequencia das metamorfoses do corpo humano.

Quem esta certo, quem esta errado:… Eu sou torcendo para que eu esteja errado, pois seria muito fácil consertar a cabeça de uma unica pessoa que a cabeça de todos os professores e estudantes que aprenderam o modelo acadêmico. Porem, ate agora ninguém me trouxe um fato sequer, real e comprovado cientificamente, que nossa teoria estaria errada.

Seja como for, segundo a nossa teoria, e em termos de galaxias, novos astros são formados a partir do núcleo galáctico com massiva e solida incandescente massa em tamanhos menores que planetas, pois estas ejeções do núcleo serão as sementes de um novo astro. Com o passar do tempo esta semente vai se afastando do núcleo, entrando em áreas mais frias, quando são formados as coberturas de poeira estelar congelada. Afastando-se mais do núcleo o astro de cobertura congelada e núcleo efervescente quase se congelando também pode cair na orbita de uma estrela. E como acontece com as sementes vegetais biológicas, a energia da estrela penetra o astro ativando seu núcleo enquanto degela a superfície formando os oceanos. Neste estado, o de planeta, o astro deve ter uma mais fraca magnetosfera. Porem ao continuar de afastando agora da estrela também ( porque o núcleo comendo de dentro para fora a crosta rochosa vai tornando o astro mais leve, enfraquecendo a atracão gravitacional da estrela), o núcleo vai crescendo, o planeta se tornando mais gasoso pelo cozimento da rocha e água, e seu campo magnético deve se tornar bem mais forte, alem de expandir-se.

Justo o estado de Júpiter descoberto agora. Mas ainda esta semelhança com nossos modelos não é motivo para que eu acredite em meus modelos, os dados totais colhidos até agora ainda não me satisfazem. E tem outro problema que esta me fazendo ficar sempre com um pé atras quando preciso defender ou divulgar os meus modelos e tenho que falar do sistema solar.

Acontece que esta teoria também sugere outra novidade: assim como a primeira as primeiras células vivas tiveram dois processos diferentes de formação, assim também foram a galaxias. Primeiro a forma de simbiose, unindo organelas esparsas num único sistema… depois e a partir dai a células aprenderam a se formarem por si próprias, reproduzindo-se. Quanto as galaxias, também o foram pela simbiose e depois pela auto-reciclagem da poeira estelar de sistemas mortos, deixando porem nestes restos mortais o tal comando de instruções – partículas, elementos, repetindo comportamentos do velho sistema o que as tornam como memorias que ativam a formação de novos sistemas. E ainda não identifiquei de qual geração é esta nossa Via Láctea. Se da primeira, ou da segunda.`Porque assim como o processo da auto-reprodução das células mudou inclusive  os arranjos atômicos e conexões dentro das células, assim também os sistemas estelares de segunda geração devem ter mudado algumas coisas tais que fazem diferenciar as origens de seus astros. A origem de um ribossomo numa célula moderna é diferente da origem do primeiro micro-organismo tornando ribossomo na célula original. E sem saber qual a geração desta galaxia, não posso festejar mais esta aparente vitoria da nossa teoria. Mas… pela logica me parece que as mudanças de origens não foram tao significantes, pois Júpiter esta perfeitamente se encaixando no modelo.

Descoberta de planeta igual Jupiter em outro sistema indica a existencia de sistema solar 2.0

quinta-feira, julho 16th, 2015

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Pegasi

Outro gêmeo de Jupiter em volta de outra estrela. Source: ESO/M. Kornmesser/Nick Risinger Source: Supplied

Nota: Quando dizem “2.0”, eu penso que significa que o sistema solar é uma duplicata do nosso sistema solar e bem próximo da exatidão, por isso o zero depois do ponto. Se fosse um pouco mais diferente seria 2.1 ou 2.2, etc. Se estou errado, por favor, me corrijam. mas o artigo é mais uma afirmação de que os correntes modelos astronômicos de formações de sistemas estelares e galácticos estão muito incipientes ainda e atesta minha briga solitária de que estes modelos tem que tem participação de bioquímicos e biólogos, pois na minha macaquica opinião de semi-macaco recém saído da selva amazônica, as propriedades vitais que mais tarde foram reveladas nos sistemas biológicos que surgiram dentro do único sistema solar que conhecemos com mais detalhes tem que terem estado presente de alguma maneira nos sistemas astronômicos, pois foram estes que produziram os sistemas biológicos. Estas propriedades vitais biológicas tem que terem sido representadas por suas congeneres menos evoluídas, seus princípios básicos naturais, nos processos de formação dos sistemas astronômicos, pois não posso acreditar que a matéria estupida de um planetinha perdido na imensidão sideral tenha inventado do nada coisas tao complexas que nunca teriam existido no Universo. E depois dizem que a logica do macaco e’ inconsistente. Para mim e meus macaquicos raciocínios, inconsistentes são as logicas que os acadêmicos estão aplicando nos seus modelos astronômicos. O meu modelo teórico e’ diferente e do modelo deles porque eu considerei o final produto destes sistemas – que foi a vida biológica – para calcular o modelo, e eles estão se esquecendo disso por isso sua teoria prossegue sendo obrigada a sugerir que a vida caiu do céu de graça, ou seja, seria produto do acaso. E nesta luta não posso deixar passar estes artigos sem chamar atenção para este problema postando a versão que emerge da Matrix/DNA Theory na seção de comentários.

Qual a utilidade pratica que estou visando ao destacar e trazer estes assuntos astronômicos para cá… Acontece que o departamento de astrobiologia da NASA e da agencia europeia ESA estão gastando bilhões na busca de vida la fora e um exercito de astronômicos profissionais e amadores espalhado pelo mundo estão ávidos na busca destes novos mundos possivelmente habitáveis. na minha opinião, enquanto não conhecerem a formula e os modelos da Matrix/DNA Theory estarão desperdiçando tempo e dinheiro ( o que significa que estão desperdiçando os produtos do trabalho árduo e sofrido de milhões de seres humanos), pois esta teoria sugere muitas novidades que não estão sendo aplicadas para se realizar esta busca.

Discovery of ‘twin Jupiter’ points to Solar System 2.0

http://www.news.com.au/technology/science/discovery-of-twin-jupiter-points-to-solar-system-20/story-fnjwlcze-1227444156515

Meu comentario enviado e aguardando moderaçao:

Louis C. Morelli

Thu, 16, July, 2015

The article says: ” If life was to evolve in these challenging conditions, it would need to be very different to our own.”

That’s the problem of theoretical models made by Physics and Math alone. Why don’t you think in the opposite way, like: “If this theoretical challenging conditions are not suitable for life, the real conditions would need to be very different to our theoretical models”…

The unique stellar system we know is suitable for life when is 5 billion years old, which, rationally suggests that the normal and most part of other solar systems are also suitable for life when is 5 billion years old.

The problem of astronomical models made only by Physics is that they forget the final result of a solar system: it creates life in within. Would be better saying: the evolution of solar systems is tunneled to be a biological system. Our system afirms this conclusion. So,…

The formation of first biological system must be a little bit more complex than the formation of solar and galactic systems, but, must be considered when calculating formation of their astronomical ancestors. Only Matrix/DNA Theory’s astronomical model is based in this logical consistence.

Vida na Lua Europa: Esta previsao da Matrix/DNA sera testada em breve

quinta-feira, junho 18th, 2015

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A NASA enviou uma nova missao a Lua Europa, do planeta Jupiter. Europa tem se tornado de extremo interesse depois que se descobriu agua no satellite jupiteriano, e onde ha’  agua, as promessas de vida sao grandes. O meu teorico modelo astronomico que e’ diferente do teorico modelo acreditado pela NASA esta sugerindo que e possivel existir vida la. Porem seria ao nivel microbiano, muito acida e portanto mortal para nos, pois todos os indicios na minha formula indicam que Jupiter e sua lua estao na fase entropica ( e assim a vida la’ estaria em vias de extincao e nao evolucao). By the way, para quem estiver interessado veja o link abaixo onde tem um bom video explicativo, e a seguir o meu comentario postado na noticia da NASA:

NASA's profile photo

NASA

june, 16, 2015

All systems GO for our new mission to Jupiter’s icy moon Europa! Could a liquid water ocean beneath Europa’s surface have the ingredients to support life? This new mission may find out.

https://plus.google.com/+NASA/posts/AUj3vwrdkwj?cfem=1&pid=6161469389948777922&oid=102371865054310418159

Louis Charles Morelli

June/18/2015 – 12:40 AM

If there are life in Europa, it must be mortal, poisoning to us. Due two factors: 1) Europa must be very old, was aggregated to Jupiter when this planet was young and solid. While becoming a gas giant, Jupiter is escaping from Sun’s gravitational force and Europa destiny is to be rocks in the frontier belt. 2)Radiation from Sun arrives very weak at Europa and since that this radiation carries on the seed for life, a long time it has not been strong enough for germinating at Europa or keeping in good health possible life there. These two factors are pointing out that any way Europa is in state of entropy, systemic decay. So, maybe billion years ago could have life in Europa, but due the state of Jupiter and due its location inside a weak vibrational orbital, this life is not going to develop, but going to its extinction. It must be letal to us because it should be very acid.( These suggestions is what I am interpreting based on Matrix/DNA Theory astronomical model)