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A Matrix/DNA Causa Pânico no Journal “The State Column”

sábado, dezembro 3rd, 2011

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A Matrix não resistiu de tanto rir e baixou sôbre a redação do jornal. Acontece que ontem publicaram um artigo… ” O Espião Kepler, da NASA, Continua a Descobrir Atordoantes e Estranhos Planetas! ”

( Veja: “NASA’s Kepler continues to discover astounding and strange planets” –
Read more: http://www.thestatecolumn.com/science/nasa-kepler-new-planets-strange/#ixzz1fVqA13Yh )

Ok, a noticia não foi o motivo das gargalhadas celestiais da Matrix, mas sim os comentários dos leitores postados no artigo. Por exemplo:

– – “Achem um planeta para mandar o Israel inteiro para lá!” – esta acho que foi escrita por algum palestino…

– Eu acabei de descobrir a descoberta da NASA de novos descobertos planetas… ( I just discovered NASA’s discovery of newly discovered planets.)

– “Occupy Uranius, Jupiter…” – essa é de algum dos anônimos do Occupy Wall Street moviment…

– Se a noticia veio da NASA, não acredite nela… (If it is from NASA, you can’t Trust it.)

E a coisa continua…

Aí uma voz poderosa vinda dos céus soou na redação do jornal, exclamando:

” I can’t believe I laughed at this til i couldn’t breathe. I’m pathetic !”

Em seguida a Matrix como sempre me usou como seu cavalo médium e dirigiu minhas mãos para postar um comentário que já foi visto pela comunidade astronomica mundial e que gerou, inclusive da NASA, um bombardeio de telefonemas:

From: Louis Morelli

The Matrix at The State Column Journal

Humorists, Occupy The State Column!

Here is the place for write weird things?
Let’s go on… I will register here what said an abducted friend of mine:

There are no two earthlike planets as there
are no two human beings equals. Planets were created like human beings, by
reproductive mechanical Newtonian process (black holes is the female, pulsar is
the male and comets are spermatozoons emitted by pulsars which fecundates black
holes). So, there are infinite forms of astronomical bodies. There was no
origin of life because biological systems (aka life) are merely evolutionary
continuation of astronomical systems, which has already all life’s properties
(metabolism, vital cycle, reproduction, etc.). Then, life ( in the shape of biological
systems) is everywhere where the physical conditions permit it to flourishes,
because the galaxy emits from itself the seeds of biological systems.

The first original galaxy(ies) was produced
like the first cell system: by symbioses. Nature got from the cloud of
primordial light atoms a solid body and applied the mechanisms of vital cycles:
the body got seven different shapes. These shapes aligned naturally building a
circuit, which became a system. Like in the first cell formation a first common
ancestral developed under vital cycle the shapes of nucleus, centriolos, ribosomes,
mitochondria and by symbioses became a cell system. But, like later cells
systems learned how to reproduce itself, later stellar system learned how to recycle itself: a new
stellar system is born from the death of an old one.

Astronomical systems had DNA. The
configuration of the original galaxy is the same configuration of a base-pair
of nucleotides. Each nitrogenous base performs a specific function like each
astronomical body performs in an original galaxy. By entropy causing nanotechnology,
the photons emitted by stars radiation has the bias to organize themselves like
the system where they came from… these are the seeds of life.

A lot of surprising revelations like this is
at the website about “The Matrix/DNA Theory” and I am the team of one alone
testing these affirmations… thousands of evidences registered in the site are
telling us that the whole thing makes sense. Now, you excuse-me but I need go
out for pick up more photons coming from the sun because I am building a new
living being in my lab…

Read more: http://www.thestatecolumn.com/science/nasa-kepler-new-planets-strange/#ixzz1fVvSczOH

Agora, vamos esperar o bombardeio de ovos chocos sôbre a minha cacunda, porque a Matrix apronta as dela e eu fico aqui pagando o pato…

Descoberta de Novo Sistema com Seis Planetas Abala Teoria Oficial

quinta-feira, fevereiro 10th, 2011

E como fica o modêlo astronômico da teoria da Matriz/DNA, agora? Nenhuma alteração. Nas suscessivas gerações de replicações do sistema original devem ocorrer diversidade de formas.

Inovação Tecnológica

http://www.inovacaotecnologica.com.br/index.php 

Sistema com seis planetas surpreende astrônomos

Redação do Site Inovação Tecnológica – 03/02/2011

 

Ele não é apenas um sistema planetário como nunca se viu antes.

O que o telescópio espacial Kepler agora revelou foi um sistema planetário que ninguém esperava encontrar.

Há 2.000 anos-luz da Terra, a estrela agora batizada de Kepler-11 é bem parecida com o Sol.

Mas os planetas ao seu redor transformam em poeira cósmica os modelos de formação de planetas considerados válidos até hoje.

São seis planetas identificados até agora ao redor da Kepler-11, variando entre 2,3 e 13,5 vezes a massa da Terra – os maiores têm dimensões comparáveis a Urano e Netuno.

Cinco deles têm períodos orbitais entre 10 e 47 dias, o que significa que a órbita de todos eles fica dentro de uma região que cabe dentro da órbita de Mercúrio. É um sistema planetário absolutamente compactado.

O sexto planeta é maior e só um pouco mais distante, com um período orbital de 118 dias e uma massa ainda indeterminada – se estivesse em nosso Sistema Solar, orbitaria entre Mercúrio e Vênus.

Teorias.pó

Nenhum modelo de formação planetária apontaria a possibilidade de tal adensamento de planetas na proximidade das estrelas. E menos ainda com a sua composição provável, muito semelhante à de Urano e Netuno, que ficam muito mais distantes da nossa estrela.

Não é para menos. As teorias de formação de planetas foram feitas tendo como base de estudo unicamente o Sistema Solar, que era o único que os cientistas conheciam até poucos anos atrás. À medida que novos exemplos de sistemas planetários são encontrados, torna-se mais fácil elaborar teorias melhores.

“O sistema planetário Kepler-11 é incrível”, disse Jack Lissauer, membro da equipe científica do telescópio Kepler. “Ele é incrivelmente compacto, ele é incrivelmente plano e há um número surpreendentemente grande de planetas grandes orbitando perto da sua estrela”.

“Não sabíamos que tais sistemas poderiam existir,” resume ele.

As densidades dos planetas (derivadas da massa e do raio) fornecem pistas sobre suas composições. Todos os seis planetas têm densidades mais baixas do que a da Terra, provavelmente formados por uma misturas de rochas e gases, possivelmente incluindo água.

A parte rochosa responde pela maior parte da massa dos planetas, enquanto o gás responde pela maior parte do seu volume.

“Parece que os dois mais internos poderiam ser formados principalmente de água, possivelmente com uma fina pele de gás, hélio-hidrogênio, por cima, como mini-Netunos,” disse Jonathan Fortney, outro membro da equipe. “Os mais afastados têm densidades inferiores à da água, o que parece indicar atmosferas significativas de hélio-hidrogênio.”

Cérebros quentes

Isto é surpreendente, porque um planeta pequeno e quente não deveria conseguir manter uma atmosfera tão leve.

“Estes planetas são muito quentes por causa de suas órbitas próximas, e quanto mais quente eles são, mais gravidade precisam para manter a atmosfera,” explicou Fortney.

“Meus alunos e eu ainda estamos trabalhando nisso, mas nossas hipóteses são de que todos estes planetas provavelmente começaram com uma atmosfera de hélio-hidrogênio mais massiva, e nós vemos os restos dessas atmosferas naqueles mais distantes. Os mais próximos provavelmente já perderam a maioria dela.”