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Termodinamica: A Segunda Lei Obedecida Pela Matrix/DNA Formula

quarta-feira, março 15th, 2017

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Muito se debate a respeito da questão de que seres vivos não obedecem a segunda lei da termodinâmica.

A Segunda lei da Termodinâmica estabelece que, num sistema fechado, nenhum processo ocorre que aumente a rede de organização ( ou diminui a rede de entropia) do sistema.

A minha formula de sistema total, completo, funcional, isolado, fechado em si mesmo, apresenta a mesma lei. Vejamos:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Para que aumente o nível de organização de um sistema – o que implicaria em aumento de complexidade, evolução – é necessário nova informação, no sentido de que informação seja qualquer novo elemento com forma e função inexistentes antes. Como nada cria informação do nada, e o sistema e’ fechado, não realizando trocas de nenhuma especie com o mundo externo, nenhuma nova informação ira’ surgir dentro deste sistema.

Também a entropia, uma vez iniciada, não teria mais como o sistema estanca-la. No sistema fechado da Matrix/DNA a entropia tem inicio quando partículas saem fora do circuito de informação/energia, indo para o interior em direcao ao núcleo. Isto significa que na próxima rodada do circuito o sistema não mais sera’ de tanta perfeição como nas rodadas anteriores, e o aumento destas partículas desviadas acaba desmanchando o sistema.

A Ciência Academica Oficial não tem a formula natural universal para sistemas naturais, por isso faz grande confusão entre sistemas, processos e partes ativas ou desativadas despregadas de sistemas. Por exemplo, vejamos um texto onde essa falha produz erros conceituais:

” Devido a segunda lei da termodinâmica, o Universo tomado como um todo esta inevitavelmente movendo-se na direcao do estado de completo caos e acaso, sem qualquer ordem, padrão, ou beleza. Este destino foi popularizado no seculo 19 como a “morte quente” do Universo”.

Ora, não existe nenhuma prova de que o Universo constitua um sistema. Onde esta’ o núcleo? Quais são as partes funcionais e como funcionam? Como estão conectadas?

Conforme a Matrix/DNA o Universo deve ser uma massa de sistemas – as galaxias, ou conglomerados de aglomerados de galaxias – mas não um sistema, mesmo porque, sua função como reprodutor genético lhe da’ mais a forma disforme e função de placenta. Mas sem a formula da Matrix/DNA realmente muito se confunde sobre o que realmente são sistemas naturais.

Então o falho conhecimento sobre sistemas causa esse tipo de desentendimento, por exemplo, entre a vida e a teoria termodinâmica, ou mais exatamente entre os conceitos biológicos e as rígidas leis da Física. Vejamos:

Quando a entropia teve inicio num sistema astronomico, mais preferivelmente um sistema galáctico, ela se inicia na periferia e seus produzidos radicais livres são colapsados para o interior, já que do sistema fechado nada escapa. Estes bits-informação podem se encontrarem na superfície de um planeta na mesma época e causarem o caos entre si pois bits distantes uns dos outros no sistema não se reconhecem e não possuem a tendencia para se conectarem. Disputam espaço, energia, etc. Mas quando bits que foram vizinhos no circuito do sistema se encontram, se reconhecem e se reagrupam tentando reconstruir o sistema para o qual foram modelados. Tudo acontece normalmente como meteoritos no espaço são atraídos para astros e não para gazes.

Este caos inicial produz a continuidade do aumento da entropia, já que o sistema esta’ se enfraquecendo e mais partículas se desviam do circuito. Eu diria mesmo – e isto me ocorreu apenas agora – que, desde que o Sol esta sob entropia, perdendo sua energia, o sistema solar tende a desaparecer pela entropia. ( mas se a formação do sistema se deu pelo primeiro método original, os planetas ainda ativados vão sair antes do sistema, na forma de estrelas, ou novos sois).

O sistema esta’ morrendo, a operação automática de auto-reciclagem vai parar de funcionar, mas na verdade ele não esta’ desaparecendo, e sim, se transformando. Pois os bits reagrupados vão re-ergue-lo, dentro de seu próprio corpo, porem, devidos as abruptas mutações devido a gênese diferente de sistema fechado para sistema aberto, o sistema se transforma de astronômico em biológico. Então a entropia produz o caos, mas no caos ocorre a mutação, transformação e reordenação do estado de ordem. Este é outro detalhe que a Ciência Oficial e a teoria da termodinâmica não alcançaram ainda.

Segunda Lei da Termodinâmica: Importante para Entender LUCA Porém Ainda Está por ser Descoberta

sexta-feira, maio 27th, 2011

The Matrix/DNA as Closed System

Pela primeira vez na História da Humanidade nós conseguimos conhecer um sistema natural fechado, pela Teoria da Matriz/DNA: a fórmula acima. E quando observamos o sistema, percebemos que de fato existem nêle algumas das propriedades aventadas na Teoria da Termodinâmica dos Sistemas, a qual foi elaborada meio aleatóriamente antes de se conhecer o que é realmente um sistema, completo. 

O estudo da termodinâmica tem causado muita confusão e ainda não apareceu quem a entendeu e a explicou de forma inteligível (como podemos ver no texto abaixo de PentchoValey) . Lieb and Yngvason (1999) num extenso estudo da teoria concluíram que ” do pedagógico ponto de vista, termodinâmica é uma tragédia”. E “a termodinâmica é um triste pantano de obscuridade”. Mas justamente isto ainda acontece porque a teoria foi elaborada sem ter-se o objeto concreto à vista. Ninguém nunca viu um sistema fechado totalmente, para discernir o que é um sistema aberto e nem mesmo o que é sistema.

O segrêdo dos sistemas  naturais está nas funções universais e estas são visíveis nas formas que um corpo adquire durante um ciclo vital. Conectar a idéia de sistema natural á idéia do “vital”, da “vida”, é fundamental para entender porque a matéria de repente se organiza em algo funcional. Só funciona o que é vivo, ou faz parte de um conjunto vivo, ao menos na Natureza. No entanto, a teoria da termodinâmica ignora totalmente a presença das funções universais nos sistemas e nunca fêz a conexão da dinâmica dos sistemas com a dinâmica dos corpos vivos. 

As primeiras aplicações práticas da teoria termodinâmica começaram com o postulado da primeira lei,sôbre a conservação da energia. E sempre se lembra da segunda lei nos diversos projetos tecnológicos, porque esta trata da degradação e perturbancia dos sistemas. Reza esta lei que todo trabalho pode ser completamente convertido em calor mas que o calor não pode ser reconvertido completamente em trabalho. Ora, agora com a fórmula da Matriz/DNA podemos entender porque aumenta o estado de desordem (a qual começa na Função 6) , e porque o trabalho  é convertido em calor (tôda a fase  de energia crescente e construtiva da face esquerda   da Matriz  se torna uma estrêla, ponto maximo do acúmulo de calor).  Assim, de entendimento em entendimento, baseado no objeto visivel, a termodinâmica não mais será uma tragédia do ponto de vista pedagógico, basta desenhar a fórmula no quadro negro e o estudante vai captando facilmente o que os postulados dizem.

Mas os postulados devem passar por algumas reformulações. O calor não pode ser convertido completamente em trabalho apenas nos sistemas abertos, pois a interação de partes do sistema com elementos do mundo externo faz com que a energia potencial inicial do sistema se perca, ou aumente.  Mas no sistema fechado o trabalho realizado é sempre totalmente recuperado por um mecanismo que é um truque genial da Natureza: na bifurcação na Função 4, a metade do potencial de trabalho é poupada e lançada com o ramo lateral direto ao local onde o sistema se encontrará como cadaver, quase morrendo, para reaviva-lo!  Então existe o trabalho própriamente dito, o qual visa realizar os objetivos do sistema, que são o transporte do fluxo de informações, as transformações de formas, a geração de novos corpos, etc. E existe uma segunda parte de trabalho que nada produz para o sistema, apenas trabalha para manter o sistema trabalhando. E este novo mecanismo pode nos levar a idéias para novas tecnologias aperfeiçoando nossas  máquinas e equipamentos, inclusive nosso sistema social.  

Nêste capitulo iremos tentar arrumar tempo para fazer um estudo detalhado da termodinamica por isso abaixo já vai algum material compilado:

  Wikipedia:

A segunda lei da termodinâmica ou segundo princípio da termodinâmica expressa, de uma forma concisa, que “A quantidade de entropia de qualquer sistema isolado termodinamicamente tende a incrementar-se com o tempo, até alcançar um valor máximo”. Mais sensivelmente, quando uma parte de um sistema fechado interage com outra parte, a energia tende a dividir-se por igual, até que o sistema alcance um equilíbrio térmico.

(Nota dêste autor: primeiro, pediríamos ao autor da teoria que apresente o sistema natural em que êle se baseia. Tenho certeza que provaríamos tratar-se de um sistema aberto, pois sistema natural fechado não existe e não pode existir de fato (o software-matriz de sistema fechado é um sonho da Natureza de conseguir a extrema perfeição pela eternidade, que nunca será realizado. Se um dia ela o conseguisse a História terminaria.)

Segundo, nunca uma parte de um sistema fechado interage com outra parte, muito menos  por meio de energia. Como o José criança poderia interagir com o mesmo José adulto? Se as duas formas não podem existir ao mesmo tempo? Mas os que não conhecem ainda a fórmula geral de um sistema, costumam dar o nome de sistema tôda vez que vê duas coisas interagindo. Café quente misturado com leite frio faz as duas partes interagirem e no final ocorre o equilibrio da temperatura dentro do copo. Dizer que dentro do copo existe um sistema é depreciar demasiado o significado de sistemas e alem disso, trata-se de uma conexão aberta, ao menos, os dois interagem com o copo, com o ar, etc..)    

Enquanto a primeira lei da termodinâmica estabelece a conservação de energia em qualquer transformação, a segunda lei estabelece condições para que as transformações termodinâmicas possam ocorrer.

Wikipedia: Entropia

A entropia  é uma grandeza termodinâmica que aparece geralmente associada ao que se denomina, não em senso comum [1], de “grau de desordem” de um sistema termodinâmico. Em acordo com a segunda lei da termodinâmica, trabalho pode ser completamente convertido em calor, mas calor não pode ser completamente convertido em trabalho. Com a entropia procura-se mensurar a parcela de energia que não pode mais ser transformada em trabalho em transformações termodinâmicas.

Pentcho Valev
pvalev@yahoo.com

em

Nature Network Foruns

http://network.nature.com/groups/sciencewriters/forum/topics/962

Jos Uffink: “Snow stands up for the view that exact science is, in its own right, an essential part of civilisation, and should not merely be valued for its technological applications. Anyone who does not know the Second Law of Thermodynamics, and is proud of it too, exposes oneself as a Philistine. Snow’s plea will strike a chord with every physicist who has ever attended a birthday party. But his call for cultural recognition creates obligations too. Before one can claim that acquaintance with the Second Law is as indispensable to a cultural education as Macbeth or Hamlet, it should obviously be clear what this law states. This question is surprisingly difficult. The Second Law made its appearance in physics around 1850, but a half century later it was already surrounded by so much confusion that the British Association for the Advancement of Science decided to appoint a special committee with the task of providing clarity about the meaning of this law. However, its final report (Bryan 1891) did not settle the issue. Half a century later, the physicist/philosopher Bridgman still complained that there are almost as many formulations of the second law as there have been discussions of it (Bridgman 1941, p. 116). And even today, the Second Law remains so obscure that it continues to attract new efforts at clarification. A recent example is the work of Lieb and Yngvason (1999)… The historian of science and mathematician Truesdell made a detailed study of the historical development of thermodynamics in the period 1822-1854. He characterises the theory, even in its present state, as ‘a dismal swamp of obscurity’ and ‘a prime example to show that physicists are not exempt from the madness of crowds’ …Clausius’ verbal statement of the second law makes no sense…. All that remains is a Mosaic prohibition ; a century of philosophers and journalists have acclaimed this commandment ; a century of mathematicians have shuddered and averted their eyes from the unclean…..Seven times in the past thirty years have I tried to follow the argument Clausius offers….and seven times has it blanked and gravelled me…. I cannot explain what I cannot understand…..This summary leads to the question whether it is fruitful to see irreversibility or time-asymmetry as the essence of the second law. Is it not more straightforward, in view of the unargued statements of Kelvin, the bold claims of Clausius and the strained attempts of Planck, to give up this idea? I believe that Ehrenfest-Afanassjewa was right in her verdict that the discussion about the arrow of time as expressed in the second law of the thermodynamics is actually a RED HERRING.”

From the pedagogical point of view, thermodynamics is a disaster. As the authors rightly state in the introduction, many aspects are “riddled with inconsistencies”. They quote V.I. Arnold, who concedes that “every mathematician knows it is impossible to understand an elementary course in thermodynamics”. Nobody has eulogized this confusion more colorfully than the late Clifford Truesdell. On page 6 of his book “The Tragicomical History of Thermodynamics” 1822-1854 (Springer Verlag, 1980), he calls thermodynamics “a dismal swamp of obscurity”. Elsewhere, in despair of trying to make sense of the writings of some local heros as De Groot, Mazur, Casimir, and Prigogine, Truesdell suspects that there is “something rotten in the (thermodynamic) state of the Low Countries” (see page 134 of Rational Thermodynamics, McGraw-Hill, 1969).”

Pentcho Valev
pvalev@yahoo.com

Humano: Se estudares, teras a transcendencia; se nao, desapareceras para sempre

terça-feira, março 17th, 2009

O leitor nao deve levar o conteudo deste artigo muito a serio porque ele me parece tendencioso, nao e’ puro fruto da Razao. Tendencioso porque, sendo um intelectual, me incomoda esta enorme massa de iletrados que nao assimilam nenhuma pratica  de reflexao da auto-consciencia e apreciam apenas as praticas de reflexao do fisico. Portanto, deve me ser impossivel evitar tentar (`a insistencia exagerada),  convencer este povo a seguir o meu caminho. Mas escrevo mais este assunto porque outra face anti-filosofica esta’ emergindo e tomando conta da juventude. Refiro-me `a mecanizacao, `a robotizacao super-especializada do cerebro humano que tenta nos impor os selfish genes herdados do LUCA. E aqui, pode ser que o aspecto tendencioso seja uma sutil manifestacao de saude, de autocura, da Razao. Vejamos se o argumento a seguir e’ valido…  

A especie humana sera’ incluida no tronco da arvore da Evolucao – como estao os atomos e as galaxias incluidos, pelo menos em mais de dez bilhoes de anos – ou sera’ desviada como um galho que seca e se extingue, desaparecendo para sempre, como foram os dinossauros? Baseando-se no que conhecemos das experiencias anteriores, uma coisa e’ certa: o corpo humano nao e’ a ultima forma da Evolucao, ele sera’ substituido por  outros mais poderosos e complexos, portanto somos apenas uma forma provisoria. E’ a pequinez e configuracao do nosso cerebro que nos impoe o limite fatal. 

A proxima forma vira’, e ela vera’ e tratara’ a especie humana como nos vemos e tratamos os macacos hoje? Triste, nao e’? Principalmente lembrando que estamos falando dos nossos herdeiros, dos netos de nossos filhos… uma raca tornada inferior…

Mas porque podemos ter a certeza que nao somos a ultima forma da Evolucao? Por acaso temos uma bola de cristal mostrando-nos o futuro? Nao, mas sabemos que o corpo humano nao pode alcancar a complexidade necessaria para a especie  que ira conhecer o mundo, a qual, portanto, sera mais poderosa.  Fatalmente, inevitavelmente, nascemos com a mesma sorte que teve os macacos.

Tente pensar, imaginar, o dia em que uma especie inteligente ficara’ face a face com a Verdade…

Essa “Verdade” e’ algo tao descomunal que ela resolvera’ uma questao insoluvel para o nosso cerebro: o mundo e’ um punhado de materia cercado pelo nada absoluto por todos os lados… ou nao? Essa materia nao pode ter tido um comeco desde o nada,… ou pode? De repente estar-se-a face a face com um Deus que ‘e maior nao apenas que nosso sistema solar, nao apenas maior que uma galaxia, nao apenas maior que um Universo, mas talvez ainda maior que um numero infinito de universos… como nossos olhos veriam esta face?!  Seja o que for a Verdade, ou a comprovacao da inexistencia da Verdade, elas nao podem caber no nosso cerebro humano.

O mundo nao pode ter tido um comeco a partir do Nada, esta e’ uma afirmacao da Razao Humana em que ela nao admite contestacoes. Mas o mundo tambem nao pode ficar sem ter tido um comeco. Um coisa infinitamente eterna que nao tem um comeco e um fim, ao menos uma reciclagem, tambem e’ outra afirmacao da Razao Humana que nao pode ser derrubada sem antes passar por cima do cadaver da propria Razao. 

Entao, deduz-se obviamente que no dia da Verdade, ou no dia da ausencia dela, la’ nao estara’ a Razao Humana. A Razao foi produzida num tempo e espaco do mundo onde tudo e’ regido pela Lei da Causacao – todo efeito tem um causa. Mas certamente o mundo nao foi produzido por esta Lei, ele nao a obedece, tanto e’ que, ou ele nao precisou de uma causa para ser o comeco do efeito que ‘e hoje, ou ele ja surgiu como efeito vindo de um outro mundo que nao produziu a Razao Humana… e nao tem lugar para ela.  

Resumindo, o mundo tem complexidades que a Razao Humana jamais alcancaria, portanto ha’ espacos para a Evolucao gerar novas formas e preenche-lo,  e como aconteceu ate’ agora, alguma nova combinacao probabilistica ou organizacao da materia vai fazer aparecer essa forma. Definitivamente nao somos a ultima forma, teremos o lugar que os macacos tem hoje.

Mas nem tudo esta’ irremediavelmente perdido, ainda temos uma porta aberta para nossa salvacao. Refiro-me `a auto-transformacao, que e’ contraria `a possibilidade das novas poderosas formas virem de outras linhagens evolucionarias, incluindo as possiveis existentes linhagens extra-terrestres. Refiro-me `a transcendencia que pode emergir de dentro da propria especie, seja ela promovida por um grupo apenas de humanos ou pela especie inteira.  Caimos aqui novamente na velha questao de que ou a especie humana se desenvolveu a partir da transcendencia de algum tipo de macaco ou se a especie humana e’ o resultado hoje de uma linhagem evolucionaria particular que surgiu desde LUCA por sua propria conta e risco. 

Seja como for, acredito que a auto-transformacao e’ possivel, mas a condicao necessaria e suficiente ‘e que forcemos o nosso cerebro a organizar seus neuronios numa forma de circuito sistemico diferente do qual ele opera hoje.  Pois certo esta’ que este cerebro com este circuito nao vai a lugar algum: ao inves de operar segundo a classica lei de causacao continua – onde todo efeito depende de uma causa que seja um fenomeno diferente do efeito – o cerebro capaz de entender melhor este mundo que nao foi produzido por este processo, tera’ que operar com o circuito da retro-alimentacao – onde o efeito seja um fenomeno igual a sua propria causa. Onde o efeito desca no tempo e no espaco para ser a causa de si proprio como efeito.

Sera’ esta transformacao possivel para nos? Creio que sim, parece que estamos a caminho dela, pelo menos alguns grupos de seres humanos. Naquela reuniao de cientistas em Genebra a 50 anos atras inventaram a Cibernetica ( estou ficando de memoria curta… quem estava la? Max Winer, Rosen… nao sei o que?). Foi um excelente passo na mudanca da forma como o cerebro pensa.

Mudar a forma do circuito operacional do cerebro (o hard-wire) e’ possivel com a mudanca de visao do mundo, mas nao qualquer visao, e sim aquela em que o mundo comece a ser explicado de forma que nao se fundamente na causacao continua. Um mundo que se explique sem comecos e sem fins sem eternidades e sem finitudes ou infinitudes. E me parece que a visao de mundo fundamentada na Matriz – a qual e’ quase toda baseada em retro-alimentacao – e’ uma forte indicada para isso. Um desses indicios e’ que os modelos da Matriz tem ja’ oferecido quadros explicativos da existencia do mundo que nao necessitam de comecos e fins (como o grafico alinhando universos compondo a mesma imagem do DNA, ou como o quadro onde a substancia de um mundo proton se lanca ao espaco, se transforma durante a viagem e chega tornando-se ou construindo um anti-mundo neutron, do qual depois ela retorna se transformando e criando um anti-mundo proton… infinitamente).

Mas uma coisa e’ certa, com visao da Matriz ou sem ela: o cerebro humano tem que esforcar-se para mudar. Tem que  correr atras de informacao, ou seja, estudar muito e muito. E saber selecionar as informacoes que vai absorver, ou seja, nao aquelas de qual cosmetico e’ melhor para o condicionamento dos cabelos, mas sim daquelas informacoes naturais que revelem a verdadeira Natureza. E estar sempre consciente que as causas e efeitos que vemos aqui na nossa biosfera nao sao as dominantes no mundo, pois nessa biosfera existe apenas a metade do processo do mundo, a metade que se refere a situacao de caos, enquanto a outra metade que se refere a situacao de ordem nao se apresenta aqui, temos que ir busca-la alem da Terra.  Tem que engolir em seco e aceitar sim, a conversa do chato que nos vem falar de ribossomos, mitocondrias, ou das novidades obtidas pelo novo LHC sobre o mundo das particulas, pois ali, no meio destas coisas, estao os circuitos sistemicos do mundo real.  Tem que estar esperto e atento para saber separar fatos de suas vestimentas teoricas, misticas, etc. Pois o mundo e’ produto de uma Lei maior que nao ‘e a Lei da Causacao Continua, a qual tem hard-wired nosso cerebro, mas tambem e’ certo que essa Lei maior esta’ vivente e operando no meio deste mundo, portanto, temos que levar nosso cerebro a sua mesa de cirurgia e deixar-se ser hard-wired por ela.

Quem fizer isto, tem a chance de ser transformado, conseguir a auto-transcendencia e ser a forma mais poderosa do amanha. Quem nao o fizer, que va’ aprendendo a gostar de bananas e viver chutado cada vez mais para os guetos das selvas. Mas como nos somos uns irremediaveis sentimentaloides, e gostamos pra’ caralho dos nossos semelhantes que carregam nosso sangue de especie, nao podemos aceitar a ideia que alguns vao ser salvos e outros nao ( como sao absurdas as religioes que pregam isso! arre!), por isso temos que estar aqui cutucando e empurrando para a frente os preguicosos…