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Tabela Periódica: Os Atomos Foram Criados Pelas Estrelas Sob as Leis do Ciclo Vital – Uma Descoberta na Selva Amazonica!

terça-feira, junho 4th, 2013

Tabela Periódica dos Elementos Químicos

Tabela periódica dos elementos químicos

O mesmo mecanismo que fêz seu corpo mudar da forma de bebê para criança e depois para adulto fêz também o átomo mudar da forma de magnésio para a forma do alumínio e depois para silício… O mecanismo chama-se Ciclo Vital. Se você não ver isso na Tabela Periódica dos Elementos Químicos você nunca vai compreender os maravilhosos mistérios ocultos nela. E se você realmente ama seus descendentes e as nossas próximas gerações, quer deixar para eles uma vida mais digna e melhor que a que tivemos, você procurara uma maneira de fazer o que não posso fazer, tentar tornar isso conhecido por todos que lidam com Ciências e Tecnologia, porque a tecnologia de hoje esta fugindo dos objetivos humanos porque a tecnologia se tornou fria porque ela apenas tem detectado mecanismos e processos nos níveis estáticos sem vida da Natureza, e esta exuberância de Vida que descubro agora por trás da Tabela Periódica tendera a retornar a Ciência para o controle humano e assim produzir uma tecnologia viva realmente adaptada para a melhoria da vida humana.

Mas o que é Ciclo Vital e como ele apareceu no Universo? Ciclo Vital é o fenômeno que um corpo material apresenta ao transformar-se em novas formas por si próprio, obedecendo sempre a sequencia do nascimento, crescimento, maturação, degeneração e morte. Os ciclos Vitais são os produtos manifestados materialmente pela ação das ondas de LUZ naturais que foram ou continuam sendo emitidas pelo evento do Big Bang e subjazem toda a matéria do Universo como um infinito oceano movente com marés  que vão e vem. As ondas de LUZ se ampliam no espaço/tempo transformando suas intensidades de vibrações, apresentando sete principais diferentes tipos de vibrações, e ao penetrarem a matéria ou suportarem-na, transmitem estas vibrações a matéria fazendo-as se transformarem nas formas dos ciclos vitais. E todos os produtos, os efeitos, destes corpos materiais, como consequência de estarem sob as regras dos ciclos vitais, os quais estão sob as regras das ondas de luz, apresentam finalmente a mesma vibração que o corpo tinha quando os produziu, e esta especifica vibração é que lhes dão as suas especificas formas e funções neste mundo. Uma criança tem forma e comportamentos diferentes de um adulto, porque são diferentes períodos do ciclo vital, diferentes intensidades de energia e suas vibrações. E por isso também um átomo de carbono tem diferente estrutura e funções das que tem um átomo de oxigênio, eles foram criados em tempos diferentes das vidas das estrelas. Eu juro que vou provar esta teoria mesmo que seja duzentos anos depois de morto, pelas mãos de algum estudante mais dedicado e curioso que estará rebuscando na Internet todas as publicações relacionadas aos elementos químicos, porque não vejo outra alternativa mais logica que essa para explicar porque a Natureza fez as coisas como estão ai a nossa frente hoje.

Esta foi uma importante descoberta  Mas como e porque a formação dos átomos, que não parecem sistemas vivos, foi dirigida pelo ciclo vital?!

Todo mundo se lembra daquela tabela da qual tanto o professor falou e explicou. Mas até ontem ninguém havia percebido um detalhe fundamental que estava oculto naquela tabela como uma mensagem da Natureza querendo se fazer conhecer para que a Humanidade aprenda o que ela é, aprendendo assim  como viver em sintonia com ela, como acompanha-la em seu ritmo de Evolução  e viver com sabedoria.

Em 1869, um químico russo, Dimitri Mendeleiev, um cara que parecia ter uma antena na cabeça sempre ligada a captar os sinais do mundo, descobriu  que existe um padrão de propriedades dos átomos ( por isso eu, na selva amazônica, botei uma antena de TV na cabeça e saí andando pela selva para ver se captava alguns dêsses sinais e assim descobri o fantasma-software da Matriz/DNA). Para explicar o que Mendeleiev descobriu vamos tentar uma analogia:

Imagine que extraterrestres de um planeta distante consigam ver vultos  na Terra (os quais seriam nós, os humanos), sem enxerga-los muito bem. Assim ficam sabendo que existem tais vultos, da mesma maneira que sabemos existirem os átomos na matéria sem poder vê-los. Tentando entender como são e o que são tais vultos os ets. observam nossos movimentos, calculam com aparelhos de raio-X  nossos pêsos, volume, etc., como o turco da loja tenta enxergar quanto dinheiro você tem no bolso.  Nessa altura sabem que existem vultos com comportamentos específicos diferentes dos demais (chineses andam de bicicleta enquanto índios do Amazonas andam de Cadillac… oh… quer dizer, europeus se movem em automóveis, e o Louis Morelli na selva querendo ser rápido e o primeiro a descobrir as coisas anda nas costas de sua velha amiga tartaruga, a Anastácia, etc.). Japoneses brigam praticando judô, Americanos brigam praticando boxe, baianos brigam com acapoeira e Louis na selva briga com onças dando mordidas no rabo delas. Cada um se sai como pode, cada qual tem um comportamento diferente. Mas como os ets. não conseguem ver mais que vultos, não descobriram ainda que alguns humanos são brancos, outros prêtos, outros amarelos. Pior ainda quando chegarem na Arábia com aquelas mulheres de véu e roupas tampando tudo… Serão brancas? Amarelas? Côr de rosa? Até no outro dia aconteceu um caso engraçado. Os ets. conseguiram emitir uma radiação que cria pequemos tornados aqui e com isso um rodamoinho levantou a saia de uma muçulmana uns dez centímetros e viram algo azul (eram  os sapatos), pensaram que ela tôda fôsse azul e  assim catalogaram a espécie dos azuís. O relatório deles está todo errado, mas vamos lá…

Assim estavam os químicos na época de Mendeleiev em relação aos átomos. As medidas de pêso, volume, já tinham dado algo como a chamada massa atômica, e assim foram separando átomos iguais, dizendo: “Êsse átomo tem massa atômica 1,vai se chamar Hidrogênio, êste outro tem massa 7, vai se chamar spaghetti, ou melhor, Lítio… e por aí afora catalogaram os cêrca de 60 tipos de átomos diferentes conhecidos na época.

MasMendeleiev era curioso demais, sua antena estava sempre vibrando, êle queria ser o primeiro a descobrir mais segrêdos dos átomos. Êle agia como um et. mais curioso chamado Tipomov que lá do seu planeta tentava produzir um vento que destelhasse uma casa e êle pudesse ver como os vultos se comportam dentro das casas ( Hoje êle já conseguiu isso e agora está tentando remover cobertores de camas para ver como humanos se comportam debaixo de “las cubiertas, quando o cara diz assim: que bonito ojos tienes… cuidado!)

Mas os químicos humanos também são assim, tentando penetrar nas cavernas atômicas para ver como as partículas se comportam.

Foi então que Mendeleiev descobriu uma coisa interessantíssima, muito curiosa mesmo. É como se os ets. – observando o comportamento das trocas economicas entre dois americanos – decidissem chamar êsse comportamento de “capitalista”; observando dois chineses viram que tinham outra maneira de fazer suas trocas e chamaram a isso de “comunistas”. Os árabes produziam um tipo de vibração mental se ajoelhando, abanando os braços, enquanto dois brasileiros produziam a mesma vibração em pé e fazendo sinais da cruz com as mãos. Chamaram os dois primeiros de muçulmanos e os outros dois de católicos ( a coincidência de porem nomes iguais aos que pusemos é explicada racionalmente porque muçulmanos tem cara de muçulmanos, ora essa!). Assim, sem poderem adivinhar o que iam descobrir mais tarde, estavam a caminho de descobrir que os vultos na Terra se dividem em mais ou menos sete ou oito raças diferentes, desde esquimós a botucudos africanos.

Mas aí, quando pegaram mais grupos para estudar, foram notando que os novos grupos repetiam a mesma característica de algums dos grupos já observados. Sempre quando apontavam o telescópio para o sul do planeta viam argentinos comendo tortillas, apontando para leste viam vietnamitas comendo grilo assado e formigas no espêto. Ora isso os fêz perceber que as diferenças eram como um ciclo localizado, estavam quase descobrindo a divisão entre continentes, nações e até mesmo entre raças.

Pois Mendeleiev tentava fazer uma tabela com os elementos químicos para facilitar a vida dos pesquisadores e têve a idéia óbvia de por os átomos em filas horizontais começando pelos de menor massa atômica e seguir assim, suscessivamente. Mas numa bela madrugada, lutando com sua tabela, êle notou que o lítio, de massa 7,  tinha as mesmas propriedades que o sódio, de massa 23.  E depois os dois – lítio e sódio – tinham as mesmas propriedades, os mesmos comportamentos, como o ponto de ebulição (quer dizer, quanta pinga um átomo toma para ficar bebado com a mente voando nas nuvens ), o ponto de fusão ( quer dizer, qual o comprimento da mini-saia que uma átomo feminina  usa para conseguir se fundir com um átomo masculino), que o átomo de potássio, K 39!  Assim êle estava como os ets., perto de descobrir que a Humanidade é dividida em raças de amarelos, prêtos, brancos, e os azuís com roupas tampando tudo.

Mas a seguir Mendeleiev parece que se engasgou, caiu da cadeira a tossir e acordou seu cão, Petrobovisky, que acorreu a vir acudir o dono. Mendeleiev disse para Petrobovisky não se preocupar, êle não estava engasgado, acontece que êle acabara de fazer uma nova grande descoberta científica! É o seguinte:

Êle notou que entre o Lítio, n.7, e o Sódio, n.23, haviam apenas sete outros elementos na linha horizontal. Tinha o berilio, n.9, o boro, n.11, depois vinha aquêle gordinho sorridente e sociável que fazia amizade com todo mundo e por isso ajuntou átomos para criar a Vida, que é o Carbono, n.12. E depois o nitrogênio, n. 16, e por fim, o flúor, n.19.  Quando chegava no flúor, o próximo numero, 23, do sódio, não tinha propriedades iguais a nenhum dos seis anteriores. Até aí tudo bem, êle já sabia que os elementos tem propriedades diferentes uns dos outros. Mas quando chegou no sódio…

O sódio tinha as mesmas propriedades do lítio. Tudo igual! Mas não era o mesmo átomo, pois êste tinha massa atômica n.7, e o sódio, 23. Como pode?!

Mas a surprêsa não parou aí. Quando êle foi por o próximo número na tabela, que era o magnésio, 24, notou que êste tinha as mesmíssimas propriedades do… de quem? Do berilio, aquêle safado (na minha escola tinha um tal de Berilo que cantou minha namorada!). Mas justamente o berilio era o segundo da fila. Mendeleiev correu a pegar o próximo, que era o Alumínio, n. 27, e deu uma espiada em suas propriedades. Aí quando viu o que viu, Mendeleiev não aguentou mais e deu uma mordida no rabo de Petrobovisky,como sempre fazia quando descobria uma grande descoberta. O alumínio tinha as mesmíssimas propriedades do… boro, justamente o seguinte do berilio. E assim foi acontecendo com os novos que ía pondo na tabela: silício, fósforo, enxôfre… todos repetiam propriedades dos outros na mesma sequência…

Era como se os ets., que já tinham observado que um vulto localizado na região que chamamos Alemanha anda de automóvel igual a outro vulto na região da Inglaterra tambem anda de automóvel e ia pondo alemães e ingleses no mesmo caminhão, enquanto em outro caminhão ía pondo chineses de bicicleta com coreanos de bicicleta e assim… iam cada vez chegando na descoberta que num caminhão tem a raça dos brancos de olhos verdes, no outro tem os amarelos de olhos apertados, etc.

A grande descoberta de Mendeleiev foi a de que entre os átomos existe um padrão: as propriedades químicas dos átomos, ou elementos quimicos, se repetem… periódicamente. A cada seis diferentes numeros atômicos, termina as diferenças entre eles e os próximos repetem tudo dos anteriores. Está entendendo agora de onde vem o nome “Tabela Periódica”? É como os dias da semana, você sabe que depois da segunda-feira vem a terça-feira porque vai repetir a sequência da semana passada… ( isso por enquanto, pois do jeito que o planeta está ficando maluco, doidão, ninguem sabe se êle não vai começar a trocar as bolas, pondo a sexta-feira depois do domingo… o que seria muito bom pois aí já chegaria o s’sabado e assim trabalhariamos só um dia por semana… iac!).

Mas a química parou aí, desde 1869 até hoje, parece que não surgiu nenhum outro Mendeleiev com antena e um cão chamado Petrobovisky para continuar a ter o rabo mordido tôda vez que nôvo segrêdo é desvelado. Pois essa descoberta nos leva a uma outra grande pergunta:

– “Porque a Natureza criou os átomos desta maneira, nesta sequência periódica?!”

Foi preciso nascer um fã do Mendeleiev na selva amazônica, tão deslumbrado com o gênio do cara que tentou imitá-lo pondo uma antena de TV na cabeça,  e como não tem cachorro na selva, adotou a tartaruga Anastácia. Mas Louis é um Mendeleiev frustrado por que nunca conseguiu dar uma mordida no seu bicho de estimação como fazia Mendeleiev; quando êle vai morder o que está fora da casca de Anastácia, que é a sua cabeça… ela recolhe a cabeça para dentro!

A verdade é que Louis se fêz essa grande pergunta e saiu antena vibrando mata afora procurando a resposta. Êle andou prá burro, não achou nada e quando voltou para a cabana, a resposta estava em cima da sua mesa. Era o mapa como desenho da Matriz/DNA, no seu aspecto de sistema fechado em si mesmo.

Enquanto andava na selva Louis pensava: ” Se o átomo de numero 23 era igual ao de número sete, porque Mendeleiev não pôs o mesmo nome nos dois, assim como nós fazemos quando o dia 7 passado foi chamado de segunda-feira e hoje, dia 15, tambem tem o mesmo nome de segunda-feira? Afinal, a diferença entre duas segundas-feira ( ou é duas “segunda-feiras, ou ainda, segundas-feiras?) está apenas no numero do dia no mês, assim como a diferença entre lítio e sódio deveria estar apenas no numero da massa na tabela. Êpa!… Êpa! Espera aí… – disse Louis para a árvore mais próxima – acho que estou tendo mais uma daquelas sagradas intuições que sempre acabam com uma nova descoberta e comigo tentando morder a Anastácia… A antena vibrou mais forte.

– ” Os dias da semana se repetem periódicamente devido a um ciclo repetitivo mecânico de um astro girando em torno de outro ou sôbre si mesmo. A cada sete dias a coisa se repete como numa máquina a engrenagem repete a mesma operação anterior no eterno vai-e-vem.  Por isso, a posição do astro no primeiro giro depois de sete periodos de 24 horas vai ser exatamente igual à posição do astro no giro anterior. No ciclo periódico mecânico não existe diferenciação de comportamentos em cada ponto da esteira em movimento. Quando então é que existe a mesma repetição periódica, porem, onde em cada ponto do avançar do tempo é mudado as propriedades de um corpo rolando ao sabor da História?  Quando o corpo está sob as leis de um ciclo vital! A Natureza que criou os átomos é Vida, e não uma máquina! O filho repete todos os diferentes comportamentos do pai, quando fôr bebê, criança ou adulto! Repetição Periódica!  Acabei de fazer mais uma grande descoberta! Cadê a Anastácia?…”

Todos os sistemas naturais são feitos com um unico corpo sujeito a um ciclo vital que o faz mudar de forma, e portanto de comportamentos, em seis a sete momentos principais de sua existência. Bebês se tornam crianças, estas se tornam adolescentes, êstes se tornam adultos, que se comportam muito diferente dos bebês.

Os primeiros átomos, os mais leves, gasosos, foram criados nas nebulosas de partículas que constituiam êste Universo a 13 bilhões de anos atrás. Êstes atomos foram agrupados pelo resfriamento do Universo e formaram particulas sólidas, destas formaram astros como as estrêlas. Nestas ocorrem um mundo de reações criativas e assim foram sendo criados os outros átomos mais pesados. Mas acontece que estrêlas são a forma luminosa de adultos maduros do Cosmos, penduradas nos ramos das galáxias como as laranjas amarelas são as frutas maduras penduradas nos galhos das árvores que imitam a mesma forma das galáxias porque as arvores são filhas das galáxias, e as estrêlas vieram da forma dos pulsares que são os adultos-jovens do Cosmos como as laranjas maduras vieram das laranjas verdes. Por seu lado os pulsares vieram da forma dos planetas, que são os adolescentes do Cosmos. Ora quando uma estrêla começa suas reações nucleares criadoras de novos átomos, elas começam de dentro para fora, a partir do nucleo central, onde estão as informações dela quando era uma lua-baby, depois parte para a a camada aureolar seguinte, onde estão as informações dela quando era planeta, mas aqui cria um novo grupo de átomos, com propriedades diferentes dos anteriores. Sacou? Por favor, não vá agora sair no quintal buscando seu cachorro para lhe dar uma mordida no rabo, após esta grande descoberta!

Cada nova descoberta sôbre o átomo nos levou a produzir novas  tecnologias. Algumas não muito boas, como a bomba atômica. Agora deixemos mais essa para os quimicos descobrirem como o conhecimento de que átomos são criados obedecendo a sucessão cronológica de um ciclo vital, pode ser utilizado na prática. Eu estou muito esperançoso que vai ser algo realmente bom para nós porque estamos descobrindo vida onde nem sequer imaginávamos existir e tôda tecnologia que emprega as propriedades da vida é mais adequada à nossa natureza humana.

No próximo artigo, nos encontraremos aqui com mais as novas espetaculares descobertas que estamos fazendo a cada dia graças à fórmula da Matriz/DNA. Solón…good-bye…abraços…

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OUTROS ARTIGOS ESCRITOS ANTES SOBRE TABELA PERIODICA E TRAZIDOS PARA CA:

Tabela Periodica dos Elementos e Suas Utilidades

Ver o resto desta interessante tabela em:

http://elements.wlonk.com/ElementsTable.htm

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Interessante! Como a Água-Viva Expressa um Mecanismo Da Galáxia e Engana os Cientistas.

segunda-feira, janeiro 16th, 2012

Água-Viva

Semana passada cientistas anunciaram que conseguiram solucionar um dos maiores mistérios da vida marinha, porem, acertaram ao descrever o processo, mas erraram ao interpretá-lo. Trata-se da questão de como consegue se perpetuar a população de águas-vivas, pois pela lógica elas não deveriam existir mais.

As marés crescem e invadem as margens e praias durante uma metade de um dia e na outra metade diminuem e a água volta para alto-mar. Com isso, o que surgir de vivo na costa do continente que fica boiando próximo à superficie, como o plankton, é sempre arrastado pelas ondas para alto-mar, a cada 12 horas. Mas a água-viva surge nas costas dos continentes como o plankton, flutua  nas ondas como o plankton e se fôsse arrastada para alto-mar a cada 12 horas,  no primeiro arrastão já teria sua espécie desaparecido do planeta, pois ela não sobreviveria devido à falta de alimento, etc. Na verdade, contrário a tôda lógica racional, ela surgiu no planeta a 600 milhões de anos, muito antes de insetos e dinossauros, e continua sobrevivendo muito bem, mantendo uma população residente cuja longevidade de cada individuo é muito mais longa que as 12 horas. Como pode isso?!  Essa questão tem feito, por séculos, os estudiosos e cientistas coçarem a cabeça em desespêro: não é possível! Isto não tem lógica! Nós as vemos sendo levadas pelas ondas para alto-mar, sabemos que a partir de certa distância da costa elas tem que morrer. De onde caem as águas vivas que vemos a cada novo dia nas margens dos continentes ? Do céu?

Na excelente seção de Ciências que o New York Times publica às terças-feiras, veio na semana passada o artigo “So Much More to Jellyfish Than Plasma   and Poison”, em 07 de Junho de 2011. ( Quem quiser ver o artigo traduzido clique aqui: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=1604.)  O grupo de pesquisa liderado pelo Dr. David J. Albert do Roscoe Bay Marine Biological Laboratory in Vancouver, British Columbia, passou décadas observando e perseguindo individualmente cada água-viva até perto do alto-mar e anuncia ter descoberto a solução para o mistério.

Segundo êles, quando a maré diminui e as águas começam a retornar para alto-mar, de fato leva as águas-marinhas tambem. Porem antes que as ondas entrem em alto mar existeu ma região denominada “barra de cascalho”. Então de repente as águas-vivas saltam fora das ondas e mergulham fundo, alcançando a região mais profunda onde as águas não se movem. Ali ficam hibernando e aguardando. Quando após doze horas as ondas começam a retornar devido a maré crescente, elas sobem à tona, embarcam de carona nas ondas e retornam para as margens onde está seu alimento.

Acho que tem muito marmanjo humano campeão de surf que devia estudar as águas-vivas para aprender uns bons truques. Pois na verdade elas são as verdadeiras campeãs das ondas.

Mas como acontece tal fenômeno na Natureza?! Os mesmos cientistas estudam afundo as água-marinhas e já sabem que elas não possuem cérebro, nem sequer um sistema nervoso estruturado. Isto significa que ela não tem como perceber e captar as ondas de água da maré. Então como ela entra e sai da onda na hora certa e local exato?! Como ela sabe – estando no meio das ondas – que mais abaixo tem água parada?!  Como pode ela discernir que existe a barra de cascalhos?  E como pode ela saber que alem da barra de cascalho ela iria morrer, ou que depois da barra existe o alto-mar?!

Os cientistas estão fazendo um esforço titânico, esmiuçando as nervuras e receptores/emissores da água-viva, e com uma prévia intenção: provar  – ao contrário do que se tem acreditado no meio cientifico – que ela possue um estrutura nervosa primitiva porem muito mais evoluída do que se imagina, e essa estrutura seria a razão de tanta sabedoria.

Estão indo no caminho errado porque não conhecem êsse  mundo real em  que existe a Matriz/DNA. Nem sequer nunca imaginaram algo parecido. Pois os modêlos da Matriz/DNA apresenta a solução para o mistério sem apelar para um cérebro e uma sabedoria na água-viva que não existe.

E como explica a Matriz/DNA essa “mágica” da água viva? Resumindo: o DNA da água-viva, a qual é um ser semi-vivo tão primitivo que a conecta com os eventos na origem da vida produzida por este planeta e seu sistema astronomico, continua se comportando da mesma maneira que o DNA/ Matriz astronomico, o qual afinal, é seu pai e sua mãe, seus criadores.

Foi êste planeta Terra, junto com os demais astros que formam o sistema ao qual êle pertence, sistema que tem como nucleo esta fabulosa e dadivosa estrêla da vida que é o Sol, que geraram, criaram a vida na superficie da Terra. E criaram simplesmente obedecendo as leis e mecanismos da evolução universal, na qual sistemas simples mutam e se reproduzem em sistemas com algum grau a mais de complexidade. Pode ser que por trás do nosso sistema estelar, alem das galáxias, antes do Universo, exista alguma Inteligência Suprema, mas se ela existe, ela faz jus a ser chamada de Suprema, ela não precisaria vir aqui ou ficar andando de planeta em planeta para criar a Vida, pois até nossos engenheiros conseguem produzir softwares pré-programados. Para começo de conversa, observe uma água-viva e observe a forma da Via Láctea. O nucleo arredondado, os braços que se extendem para o exterior, a água-viva parece uma cópia da Via-Láctea.  A semelhança na forma não é mera coincidência; minha avó já sabia que ” filho de peixe, peixinho parecerá”.

Mas a explicação da Matriz/DNA é fantástica. Fêz os pêlos dos meus braços se arrepiarem de emoção, fêz meus olhos lacrimejarem de admiração, de como é extraordinária a engenharia oculta nessa Natureza!

Para entendê-la, temos que observar o modêlo do software DNA/Matriz, ou como estava a forma evolutiva da Matriz quando ela construiu as galáxias, ou seja, o hardware material, o corpo concreto,  em que ela iria se “encarnar”.

 

A Matriz/DNA na Forma-Software nas Origens das Galáxias

A Evolução dos Astros Idêntica à Evolução das Organelas Celulares: Assim como um Sistema Elétrico Acende Lãmpadas, Assim a Matriz Universal faz se Manifestarem as Estruturas Materiais.

( clique no desenho para ver melhor, e desculpe a péssima qualidade do desenho pois foi feito com lápis e papel de embrulho enquanto ajoelhado à beira de pantãnos remexendo a lama nesta pesquisa, com a pele tôda queimando devido a centenas de vampirozinhos, os piuns e carapanãs, a sugarem-me o sangue, e sob o sol escaldante da selva amazônica)

Sabemos que a matéria, ou a energia, pode se manifestar como partícula ou como onda. A água-viva representa a partícula da matéria no espaço, o corpo do astro que vai sendo transformado nas seis formas ou funções sistêmicas, apresentadas na figura.  As ondas da maré é a imitação terrestre dos ondas do tempo, que na figura são representadas pelas setas do circuito sistêmico.  Pois a água-viva e sua conexão com as ondas da maré repete o processo do ciclo vital universal onde a matéria ora se apresenta como partícula em relação ao espaço, ora se apresenta como onda em relação ao tempo.

A água-viva não sabe nada, não capta nada, e nem poderia. Ela funciona automaticamente como os ponteiros de um relógio, os quais saltam de numero em numero sem ter noção que estão se movendo e muito menos sabendo que existem numeros ou momentos repetititvos periódicos do tempo. O contexto “ondas + água-viva”  funcionam dentro de um sistema astronomico,  como um relógio, porque ambos são produtos de uma estrutura mecanica, o relógio newtoniano, a mecânica newtoniana. Assim como um relógio move os dois ponteiros, assim a galáxia move a maré e as partículas nela, como as águas-vivas. Parece inacreditável que algo tão gigantesco como a galáxia atue sõbre algo tão pequeno como a água-viva, mas torna-se perfeitamente compreensível quando entendemosque galáxias e águas-vivas são apenas diferentes formas de um unico sistema universal sob evolução, onde tamanho nada diz. Existe um modêlo fractal, que é a figura aqui exposta nêste website e denominada Matriz/DNA, que está na essência dêste sistema, portanto a água-viva é apenas um fractal microscópico de um fractal macroscópico. A estrutura, o esqueleto, o programa-software, é um só, apesar de que mudam suas protuberancias, acessórios, e vistas á distancia por um observador desavisado, as formas externas tornam-se tão diferenciadas que parece não terem afinidades entre si.

Observe na figura que as setas  do circuíto mais o corpo de astro que avança, quando chegam na Função 4  se bifurcam. Um fluxo das setas-ondas continua seu caminho circular para fechar a circunferência, enquanto outro fluxo “desce” na direção de F1. O ciclo diurno da dupla ondas da maré/água-viva repete este processo e chega a um ponto onde a água-viva se desloca e se separa da onda circular, parecendo “descer” verticalmente para as profundezas onde se encontram as águas estacionárias. Todos os movimentos exibidos pela água-viva, tais como o mergulhar, o emergir de volta à superficie, o estacionar nas águas profundas, nada mais é que mera repetição do fluxo representado pela seta que vai de F4 retornando a F1. E a água-viva, assim como a forma do cometa em F5, ressurge nas ondas circulares  e com elas se funde novamente em F1, quando estas atingem o  extremo inferior, da base.

Mas note bem. Estaria correto dizer, como dizem os cientistas, que a água-viva desce e depois sobe? Isto depende do ponto de referencia, o ponto fixo em relação ao qual dizemos que algo está subindo ou descendo. Tomemos como ponto de referencia o nucleo do Sistema planetario, nosso Sol.  Durante metade do dia, o planeta que gira sobre si mesmo tem uma face voltada para o Sol.  Observando desde o Sol diríamos que a superficie dessa face é o ponto mais alto do planeta.  Na outra metade do dia, essa face se desloca para a parte oculta do planeta, então o observador que continua fixo no Sol diria que a mesma face agora é o ponto mais baixo do planeta.  Em relação ao sol, ora, nós americanos estamos em cima e os japoneses lá do outro lado, estão embaixo, ou ora estamos embaixo e os japoneses lá em cima.

Então se pudessemos cavar um poço ininterrupto desde o solo da América e for-mos aparecer com a cabeça saindo num bueiro numa rua de Tóquio, estaria certo dizer que descemos e depois subimos? Ou que mergulhamos na terra e depois emergimos da terra?…

Então, em relação ao Sol, quando a água-viva sai das ondas e mergulha, realmente ela está “descendo” durante a metade do dia. Mas ainda em relação ao Sol, quando na outra metade do dia ela se dirige à superficie, na verdade ela continua descendo… Ela está simplesmente sendo conduzida pelas setas da função 5.

Agora durma com um barulho dêstes… É cada coisa que essa Matriz nos leva a descobrir que nossa pobre cabecinha não vai aguentar muito tempo…

A água viva não mergulha e depois emerge por si mesma, ela simplesmente é conduzida a descer sempre, repitindo o movimento do ancestral de seu DNA, a galáxia inteira! Porque êste processo está registrado em seu DNA, ele foi treinado para agir assim durante 10 bilhões de anos. Foi sómente depois, nos seres vivos mais evoluidos, que esse processo deixou de ser expressado e foi fazer parte do que chamam indevidamente de “lixo-DNA”.

Sinto que aqui e agora não tenhoo tempo e os recursos computacionais gráficos para inserir um desenho que fiz no papel hoje, refletindo esta questão. Devido ao movimento de rotação horizontal da Terra em relação ao Sol, na verdade a maré não vai e volta. Ela sempre só vai numa direção, justamente imitando o sentido do fluxo circularda Matriz/DNA. Acontece que, se nos posicionar-mos no Sol e ficar observando a Terra, um continente qualquer que durante uma metade do dia está se distanciando à esquerda, continua indo para a esquerda quando êle está do outro lado, na face oculta.

Realmente têm razão os pesquisadores em admirarem a complexidade e os comportamentos em uma água-viva. Diz o Dr. Albert:

“Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”. Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.

Aqui está o motivo de meu desêspero por não aparecer ninguém que me ajude a divulgar e se fazer conhecer a cosmovisão da Matriz/DNA. Um grande exército de estudantes e pesquisadores como o Dr. Albert precisam conhecer urgente as fórmulas da teoria. Se êle a conhecesse êle não diria isso e estaria dirigindo sua pesquisa por outro caminho mais correto. Nem sempre quando há comportamentos organizados existe um cérebro controlando. Todos os objetos do mundo são influenciados pela hierarquia dos sistemas naturais. Sistemas longínquos e invisíveis aos nossos olhos podem estarem influenciando uma pedra ou uma planta à nossa frente, sem nos dar-mos conta disso. Por exemplo, o árabe que se torna um homem bomba suicida está se comportando diferente do que seria normal a um ser humano, que procura sobreviver e não se suicidar. Ocorre que acima da sociedade e do homem existe um sistema invisivel chamado “religião” a qual influencia, altera, o comportamento normal do homem.  O sistema longinquo, invisivel que influencia o comportamento da água viva, existe desde a 10 bilhões de anos e é do tamanho de uma galáxia, mas êle está inscrito no DNA da água-viva e êle construiu a biosfera, o ambiente no qual ela existe. A Matriz está dentro de nós e ao nosso redor, em todo lugar. Por isso é de extrema importância que a conhecemos e saibamos de sua existência.

Mas ela faz tudo isso porque a fórmula software da Natureza para organizar a matéria em sistemas, quando dirige essa matéria, repete sempre este mesmo mecanismo. E é através da nossa aprendizagem destes mecanismos, apoiando-se no trabalho de gigantes de paciente e dedicada observação anos a fio de cientistas como o grupo do Dr. Albert, que nossa mente vai angariando informações dessa extraordinária engenharia natural e com esse conhecimento vamos tendo novas intuições para elaborar novas tecnologias que vão ajudando-nos a sobreviver e melhorando nossas condições de vida. Parabéns ao grupo do Dr. Albert e à Teoria da Matriz/DNA.

Observações:

1) Como todos os demais, cada tópico como êsse lançado aqui é uma nova área de pesquisa tendo por base a cosmovisão da Matriz/DNA. Portanto cada tópico fica sempre em aberto para serem acrescentados qualquer novidade, qualquer novo fato relacionado que porventura vai sendo descoberto.

2) ÁGUA-VIVA COM PROTEÍNA CAPAZ DE EMITIR LUZ LASER.

Cientistas americanos induziram uma célula a produzir luz laser, afirma um artigo publicado na revista Nature Photonics. A luz laser se diferencia da normal porque ela tem um espectro mais reduzido de cores, como ondas de luz que oscilam juntas, em sincronia.  A equipe usou uma proteína verde fluorescente, encontrada em uma espécie de água-viva, a Green Fluorescent protein, ou GFP, na sigla em Inglês.  Objeto de muitos estudos, a molécula GFP revolucionou a biologia ao agir como uma  “lanterna” que pode iluminar sistemas vivos.

Comentário da Matriz/DNA:

Não restam duvidas: a água-viva é muito importante para testar-mos a existência ou não da fórmula da Matriz/DNA e para melhor entendê-la. Isto porque a água-viva está – evolutivamente – muito próxima ao nosso ancestral astronomico,  à forma de sistema fechado. Veja como as coisas vão batendo.  Já disse aqui muitas vêzes que a existência de proteínas no nosso mundo é a explicação de que elas são a  forma material-biológica que representa as setas circulares do circuito sistêmico no software-Matriz. Em outras palavras, proteína é a ferramenta material biológica que exerce a função de materializar e fazeratuar o processo do ciclo vital, e o conjunto de tôdas as proteínas é a soma de todas as informações do fluxo de informações do sistema. Ora, no nosso ancestral é o circuíto que “acende” as estrêlas. Quando nossa inteligencia intuitivamente copiou o sistema Matriz na forma de circuito elétrico caseiro, é o circuito elétrico que  acende as lampadas. Portanto, desde que as proteínas representam o circuito total, tinha que ser uma proteína que seria a molécula biológica capaz de produzir luz, e tinha que ser num sistema biológico que fôsse uma das cópias ou reprodução mais fiel do sistema na forma astronomica, ou seja, a água-viva. Não admira que a intuição dos cientistas os induziram a pensar numa “lanterna” acesa dentro de um ser vivo.

Por outro lado,  temos aqui um outro tópico dedicado á luz. Isto porque estamos chegando à conclusão que o principio de tudo nêste Universo está alojado na luz natural, quando estamos descobrindo que as sete formas diferentes de frequências e períodos da onda de luz contem a forma do ciclo vital. Parece que a luz é o tentáculo,  a mão de Deus aqui  nêste mundo, a essência que contem a primeira forma do software da Matriz/DNA. E esta noticia da proteína GFP deve ser levada ao tópico de pesquisa da luz também.

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RELACIONADO:

O artigo abaixo anuncia que às vêzes as ondas arrancam as água-marinhas de seu esconderijo nos cascalhos e as leva para a costa dos continentes, causando enorme estragos. Como ficamos então? Temos que voltar à fórmula da Matrix e ver porque ou quando isso pode acontecer. Talvez encontremos uma nova característica da mudança do clima no planeta. A posição da agua-marinha no cascalho corresponde à posição de F5 se estivesse parada no centro do circuito. Para o circuito esférico (as ondas) arranca-lo de lá, ele teria que se invaginar, varrer o cascalho e retornar ao fluxo normal. Suponhamos que a fórmula se reproduz como template do planeta. O circuito esférico seria a atmosfera. Como a atmosfera desceria adentrando o oceano? Pesada devido poluição? Mas podemos supor tambem que o circuito esférico seja as ondas, o que parece mais certo neste caso. O que exerceria pressão sôbre as ondas para elas se expandirem e descerem mais varrendo áreas mais profundas do oceano?

Primeiro teríamos que correr ao local quando as águas-marinhas estão sendo atacadas. Medir tudo: densidade da água, densidade atmosférica acima da água, velocidade das ondas, e até mesmo medições das águas abaixo do local, pois ao invés de estar sendo empurradas, as ondas podem estarem sendo atraídas para baixo.

Bem… por ora fica o mistério.

Commentary: Rise of the jellyfish

http://www.mcclatchydc.com/2011/12/17/132941/commentary-rise-of-the-jellyfish.html

Posted on Saturday, December 17, 2011
By Fred Grimm | The Miami Herald

It was the invasion of the surreal: thousands and thousands of gelatinous sea creatures, with their dangling venomous tentacles, overwhelming the cooling canal of the St. Lucie nuclear power plant, washing up against the turtle protection nets, clogging the intake screens.

So many jellyfish filled the canal that Florida Power & Light shut down the St. Lucie reactor for two days.

The translucent creatures had been sucked through giant ocean intake pipes, pumped under the dunes and into the canal, with enough trauma to break off tentacles and create another kind of horror show. A marine scientist told me that the canal water became “a tentacle soup,” and thousands of fish, including 400-pound goliath groupers, died, probably from stings around the gills.

“We have jellyfish blooms every year. But this was an explosion,” said Doug Andrews of FPL. “I’ve never seen anything like it.”

The plant was shut down as a precautionary measure on Aug. 22, Andrew said. And divers worked a 24-hour-a-day operation, pulling thousands of dead and dying moon jellyfish out of the water. The clean-up went on for weeks. Andrews described semiopaque creatures with small pink circles at their core. Tons of them. “It was an amazing freak of nature,” Andrews said.

Except that the once freakish blooms of jellyfish are no longer so unusual. A month before the St. Lucie incident, enormous invasions of jellyfish similarly caused shutdowns of nuclear reactors in Shimane, Japan, and Dunbar, Scotland, and to Israel’s biggest electric plant, a coal-fueled operation in Hadera.

A jellyfish bloom was blamed for a massive salmon kill in the Irish Sea in 2007, in waters once regarded as too cold for this kind of phenomenon. A bloom was also blamed for ruining commercial fishing off Angola, in southern Africa.

Last year, fishermen in Japan’s Wakasa Bay found 450-pound orange Nomura jellyfish the size of refrigerators fouling their nets.

Earlier this year, the Chinese Academy of Sciences assigned 30 marine scientists to look into the sudden increase in jellyfish blooms and their devastating effect on commercial fishing. The academy said blooms that once occurred in 40-year cycles now come every year.

Even stranger, freshwater jellyfish have been discovered lately in lakes of Canada, Minnesota and New Hampshire.

Jonathan Gorham, a marine biologist with Inwater Research Group, the non-profit group overseeing the sea turtle protection program at the St. Lucie plant, said he had seen jellyfish blooms in the Gulf of Mexico last summer large enough to disrupt the shrimp harvest.

The invasions of July and August, of course, are anecdotes — data points, Gorham called them — but they coincide, unhappily, with scientific theories that jellyfish, which seem to thrive in warmer waters, are harbingers of global climate change. Marine scientists also wonder whether the anecdotal rise of jellyfish might have to do with the decline of fisheries (less competition for smaller marine life), or from the agricultural nutrients that pollute the oceans. Jellyfish seem to do well in oxygen-depleted dead zones that kill most fish.

Pick your theory. Or all of above. Jellyfish seem to be one of those creatures, like rats, that can adapt to the environmental disasters fomented by man.

But there’s some good news along with the sting of the jellyfish tentacles. (Rub a little white vinegar on the wound). Gorham said that jellyfish are a staple of the sea turtle’s diet. The endangered turtles will eat well.

And after the salmon and grouper and sea bass and snapper have disappeared, we can emulate sea turtles and dine on jellyfish. Eddie Lin, author of Extreme Cuisine, called collagen-rich jellyfish the “food solution” to the coming global warming crisis.

Chinese restaurants, the authentic joints, already serve jellyfish. Usually with sesame oil and rice vinegar over noodles. The food solution to our overheated future is said to have a crunchy texture.

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A NASA Acusa Uma Mãe Exemplar de Ser Um Monstro Canibal!

sexta-feira, junho 17th, 2011
Um telescópio acoplado a um satélite da NASA captou uma cena difusa e incomum a 4 bilhões de anos-luz de distância. Um “flash” de raios gama mais brilhante que qualquer outro visto pelos astronomos. A novidade deve-se ao fato que o evento não é a típica emissão de radiação de elevada energia que frequentemente acompanha o aparecimento de uma supernova. Porque nêstes casos o brilho se apaga em poucos dias e nêste evento agora o flash continua forte apesar de já terem passados 2 meses e meio.
A noticia foi publicada com a figura abaixo feita por artistas os quais se basearam nas orientações e interpretações dos astronomos. Dois “papers” de divulgação científica foram publicados no Science Journal providenciando uma explicação para esta luminosa surprêsa. ” O flash – diz os documentos – é radiação de alta energia produzida por uma estrêla caindo num buraco negro no centro da galáxia.  A razão do flash ser tão brilhante é que o jato de luz está apontado direto na direção da Terra. E o flash é sustentado porque o buraco negro está consumindo a estrêla gradualmente.”
The Birth or Death of a Star?
             
Bem, esta é a interpretação de humanos que viram na tela do computador um sinal forte de luz nas imediações do nucleo de uma galáxia a 4 bilhões de anos-luz daqui. O evento foi confrontado com o modêlo da Teoria Nebular, a teoria  atualmente aceita no meio acadêmico.
Mas…

                     Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA estão sugerindo uma interpretação exatamente contrária: um buraco negro está dando á luz uma nova estrêla.        

                                                  
Observe a figura a seguir que foi feita por mim a muitos anos atrás. Observe à esquerda, onde está o Sugar1, a incrível semelhança entre com a figura da NASA. 

 

E na figura abaixo, também feita por mim a 20 anos atrás quando registrei os originais da teoria, a mesma cena se repete no circulo menor referente ao ciclo vital dos astros. Aqui, o buraco negro nuclear dentro de um quasar emite esferas luminosas de material incandescente com elevado teor energético, esferas estas que serão os germes de um novo astro que mais tarde será uma estrêla supernova e depois uma gigante como o nosso Sol.

Ciclo Vital Humano e Astronomico

 Eu não quero acreditar que estou certo e a NASA esteja equivocada por que não me alegra que a mente humana nua e sózinha seja mais eficaz  que muitas mentes apoiadas num enorme potencial tecnológico. Ciência verdadeira só se faz com instrumentos cientificos. Mas…

O conflito entre meus modêlos e os da NASA não é um conflito cientifico. A Ciencia aqui se resume ao fato do registro do flash, da direção e da esparsa localização. A Ciência termina aqui. Como noutro dia meu rádio captou o ruído de uma forte explosão. Sabendo que a rádio transmissora fica numa cidade a 100 km deduzo a área onde ocorreu a explosão. Comparando o ruído com outros que já ouví minha opinião foi a de explosão de um bujão de gás em alguma casa. Meu vizinho acha que foi o depósito de dinamites da pedreira, outro ainda pensa que foi apenas um trovão porque logo depois choveu. Eu e meus vizinhos estamos tendo um conflito cientifico? Claro que não.

Qualquer mínima mudança no Cosmos deve demorar milhões de anos, por isso nós nunca vimos um processo astronomico completo,  seja o nascimento de um novo astro, seja a formação de um buraco negro, etc. Tudo o que temos são esparsos dados registrados e o resto é teoria. A teoria cosmológica acadêmica que está sendo ensinada nas escolas compreende a teoria do Big Bang para a origem do Universo e a teoria Nebular para a formação dos sistemas e corpos astronomicos. Esta teoria foi formulada com um pensamento igual aos dos filósofos gregos antigos que acreditaram na geração espontânea de micróbios e portanto de tôda a Vida. Nesta teoria não existe uma fórmula , um projeto prévio, atuando sôbre uma nebulosa de gas, poeira e energia para surgir uma galáxia ou um sistema estelar, assim como os gregos não sabiam que existe uma fórmula, um projeto prévio, que é o DNA, e acreditaram que bastaria uma camisa suja num canto para surgirem seres vivos. Já a teoria da Matriz/DNA sugere que existia o projeto prévio e apresenta a fórmula da Matriz.

Eu vou apelar para que oleitor se concentre um momento e pense numa noite estrelada. Agora lembre-se do que a teoria acadêmica está dizendo. Tente imaginar que no céu estrelado esteja ocorrendo cenas de estrêlas sendo devoradas por buracos negros. Em outros pontos estrêlas estariam explodindo, como diz a teoria para explicar as supernovas. Ou seja, a imagem do céu, tranquilo, eterno, imutável que vês é uma ilusão, diz  a teoria, pois ali estão ocorrendo continuamente cenas violentas. Você aceita o que lhe dizem? Sem que nunca ninguém lhe mostrou uma imagem sequer de qualquer violência no Cosmos? Como posso aceitar como verdadeiro quando outros dizem que existe um Deus do tipo descrito por tal religião sem no entanto nunca me mostrarem êsse Deus, senão por um ato de fé e não por uma operação da minha Razão?

Aqui na superficie da Terra existe violência. Aqui presenciamos a Natureza em estado de caos. Mas será que a Natureza Universal, ou seja, a Natureza na sua totalidade, só possue a face do caos? Não existiria tambem o estado de ordem? E se existir o estado de ordem, porque o Cosmos não estaria estabilizado nêste estado? Eventos podem ocorrer, o céu não é imutável, mas as interações e transformações se dão de forma mecânica, harmonicas. Por que não?

Porque, mesmo que no Cosmos não exista violência, o homem as inventaria, assim como se não existisse Deus, o homem o inventaria à nossa imagem e semelhança. Nós somos filhos do caos, fomos produzidos numa biosfera caótica vendo leões devorarem ovelhas, nosso cérebro está hard-wired, pré-programado, para inserir a violência em qualquer reino distante que tenhamos notícia. Então é normal que auto-projetemos nossa natureza na interpretação de regiões onde não podemos ver um evento completo sequer. 

Na figura da NASA aquela esfera oval menor que representa a causa do flash indica aos astronomos que uma estrêla gigante se move ou é movida pela atração gravitacional, no sentido espaço>buraco negro.  Mas esta indicação não parte do fato, do dado cientifico. Na verdade os dados realmente cientificos não registram movimento algum, alem de uma emissão de raios gama na região. A indicação foi produzida pela crença de que existem buracos negros tal como diz a teoria, que são os canibais do espaço pois devoram estrêlas.

Na  figura da Matriz/DNA, a esfera menor representa realmente um corpo esférico, composto de uma espécie de magma incandescente. Mas êle estaria no sentido contrário, ou seja, nucleo galáctico>espaço exterior. Isto porque a teoria diz que : ” quando existe uma nebulosa de poeira, ela gira sôbre si mesma formando um rodamoinho central e  isso é o que chamam de buraco negro. Quando uma velha estrêla termina seu combustivel ela se desfaz em poeira, esta é arrastada na direção do tornado central, adentrando-o. Girando no interior como ocorre num liquidificador, a poeira mais os cometas energizados se amlgamam em bolotas, esferas, e quando atingem certo peso sobem à superficie daí sendo expelidas para o espaço exterior. Ora, o material que sai da fornalha é incandescente com alto teor energético e pode emitir flashes de raios gama. Quando se distancía do vórtice, a esfera é coberta pela poeira que fica ao redor do vórtice e como e essa poeira no espaço interestelar é congelada, forma-se camadas densas em torno do material incandescente, quanto então cessam as emissões de raios gama.

Quem ou o que indicou isso para mim? 30 anos de calculos teóricos envolvendo de átomos a galáxias a DNA. Eu resolví manter sob testes esta indicação porque ela se assemelha surpreendentemente com o processo que nós humanos geramos nossos babies. E eu não acredito que nós inventamos este processo. Acredito que ele seja resultado de uma evolução na qual os astros foram nossos ancestrais, portanto, os principios, as fôrças, as leis naturais que fizeram a cena que vejo aqui entre nós quando nasce um bebê,  já deveriam estar de alguma maneira representada em todos nossos ancestrais, como a Via Láctea. 

Seja como for, os dados cientificos que possuímos até agora sugerem fortemente a existência de algo no nucleo galáctico. Para a Teoria Nebular, trata-se de algo que jamais quereríamos vendo se aproximar de nosso sistema solar, pois seríamos todos devorados, a nossa História terminaria para sempre. Para a Teoria da Matriz/DNA trata-se de algo que executa uma função no sistema galáctico, a mesma função que uma mulher gravida executa aqui: a geração de um novo filho do sistema, da espécie. Não creio que uma estrêla esteja sendo devorada e sim que uma nova estrêla está nascendo. 

Mas vamos dar tempo ao tempo, pois o tempo será o unico juiz autorizado a resolver este conflito de interpretações. 

A seguir algumas menções aos artigos publicados:          

SCIENCE – AAAS

ScienceShot: Powerful Jet Being Produced by Star-Eating Black Hole
by Yudhijit Bhattacharjee on 16 June 2011, 2:00 PM
On 28 March, NASA’s Swift satellite observed a flash of gamma rays brighter than anything astronomers had seen before. It soon became evident that the event wasn’t a typical gamma ray burst, an emission of high-energy radiation that often accompanies a supernova explosion. The flash didn’t die out but was sustained for weeks, and although it has faded in intensity, it is still going strong 2½ months later. Two papers published online today in Science provide an explanation for this luminous surprise. The flare is in fact a high-energy jet of radiation produced by a star falling into a black hole at the center of a galaxy 4 billion light-years away. The reason the flare is so bright is that the jet is pointed straight in the direction of Earth. And it’s sustained because the black hole is consuming the star gradually. “That’s because as the black hole rips the star apart, the mass swirls around like water going down a drain, and this swirling process releases a lot of energy,” says Joshua Bloom, an astronomer at the University of California, Berkeley, and lead author of one of the two papers. Bloom expects the flare to fade out over the next year.
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Scientists ID mysterious flash in distant galaxy

http://www.newsvine.com/_news/2011/06/16/6874732-scientists-id-mysterious-flash-in-distant-galaxy

E o site da Nasa da Missão Swift:

http://www.nasa.gov/mission_pages/swift/main/index.html

E aqui, no artigo abaixo publicado alguns dias depois do anuncio da NASA, está um exemplo de como uma simples hipótese especulativa imediatamente ganha ares de verdade sacramentada na imprensa. Assim fizeram nas escolas com a teoria da Evolução segundo Darwin, com a teoria do Big Bang, sôbre as quais os textos dos livros escolares começam dizendo que é uma teoria mas a partir da metade do curso para frente a menção de teoria desaparece e passam a afirma-la como verdade sacramentada. Como a teoria está incompleta e não pode ser cientificamente provada, e  devido ela instigar ao ateísmo, foi prejudicada pelo enorme bombardeio dos contras, religiosos, e agora ela tenta se defender sem ter as armas decisivas para tal.

Gamma-ray flash came from star being eaten by massive black hole

Published: Thursday, June 16, 2011 – 13:36 in Astronomy & Space
http://esciencenews.com/articles/2011/06/16/gamma.ray.
flash.came.star.being.eaten.massive.black.hole

A bright flash of gamma rays observed March 28 by the Swift satellite may have been the death rattle of a star falling into a massive black hole and being ripped apart, according to a team of astronomers led by the University of California, Berkeley. When the Swift Gamma Burst Mission spacecraft first detected the flash within the constellation Draco, astronomers thought it was a gamma-ray burst from a collapsing star. On March 31, however, UC Berkeley’s Joshua Bloom sent out an email circular suggesting that it wasn’t a typical gamma-ray burst at all, but a high-energy jet produced as a star about the size of our sun was shredded by a black hole a million times more massive.

Careful analysis of the Swift data and subsequent observations by the Hubble Space Telescope and the Chandra X-ray Observatory confirmed Bloom’s initial insight. The details are published online today (Thursday, June 16) in Science Express, a rapid publication arm of the journal Science.

“This is truly different from any explosive event we have seen before,” Bloom said.

What made this gamma-ray flare, called Sw 1644+57, stand out from a typical burst were its long duration and the fact that it appeared to come from the center of a galaxy nearly 4 billion light years away. Since most, if not all, galaxies are thought to contain a massive black hole at the center, a long-duration burst could conceivably come from the relatively slow tidal disruption of an infalling star, the astronomers said.

“This burst produced a tremendous amount of energy over a fairly long period of time, and the event is still going on more than two and a half months later,” said Bloom, an associate professor of astronomy at UC Berkeley. “That’s because as the black hole rips the star apart, the mass swirls around like water going down a drain, and this swirling process releases a lot of energy.”

Bloom and his colleagues propose in their Science Express paper that some 10 percent of the infalling star’s mass is turned into energy and irradiated as X-rays from the swirling accretion disk or as X-rays and higher energy gamma rays from a relativistic jet that punches out along the rotation axis. Earth just happened to be in the eye of the gamma-ray beam.

Bloom draws an analogy with a quasar, which is a distant galaxy that emits bright, high-energy light because of the massive black hole at its center gobbling up stars and sending out a jet of X-rays along its rotation axis. Observed from an angle, these bright emissions are called active galactic nuclei, but when observed down the axis of the jet, they’re referred to as blazars.

“We argue that this must be jetted material and we’re looking down the barrel,” he said. “Jetting is a common phenomenon when you have accretion disks, and black holes actually prefer to make jets.”

Looking back at previous observations of this region of the cosmos, Bloom and his team could find no evidence of X-ray or gamma-ray emissions, leading them to conclude that this is a “one-off event,” Bloom said.

“Here, you have a black hole sitting quiescently, not gobbling up matter, and all of a sudden something sets it off,” Bloom said. “This could happen in our own galaxy, where a black hole sits at the center living in quiescence, and occasionally burbles or hiccups as it swallows a little bit of gas. From a distance, it would appear dormant, until a star randomly wanders too close and is shredded.”

Probable tidal disruptions of a star by a massive black hole have previously been seen at X-ray, ultraviolet and optical wavelengths, but never before at gamma-ray energies. Such random events, especially looking down the barrel of a jet, are incredibly rare, “probably once in 100 million years in any given galaxy,” said Bloom. “I would be surprised if we saw another one of these anywhere in the sky in the next decade.”

The astronomers suspect that the gamma-ray emissions began March 24 or 25 in the uncatalogued galaxy at a redshift of 0.3534, putting it at a distance of about 3.8 billion light years. Bloom and his colleagues estimate that the emissions will fade over the next year.

“We think this event was detected around the time it was as bright as it will ever be, and if it’s really a star being ripped apart by a massive black hole, we predict that it will never happen again in this galaxy,” he said.

Source: University of California – Berkeley

Água-viva: mais que plasma e veneno

segunda-feira, junho 13th, 2011
New York Times
Por Por Natalie Angier, de Baltimore | New York Times – qui, 9 de jun de 2011

Até conhecer Doug Allen, o magro aquarista veterano com rabo de cavalo que me conduziu pela exposição extremamente popular de águas-vivas (também conhecidas como medusas ou alforrecas) no Aquário Nacional, minha experiência pessoal com elas se resumia basicamente a usá-las como desculpa para não ir nadar: “Uma água-viva pode me queimar!” Não foi isso o que aconteceu com 1.800 pessoas na costa da Flórida semana passada? Então, quando Allen parou de repente, trepou numa escada até o topo de um dos tanques e perguntou se eu queria segurar uma medusa-da-lua, meu primeiro impulso foi derrubar alguns alunos que estavam na frente enquanto eu disparava para a porta. Meu segundo impulso…

Tarde demais. Uma medusa-da-lua com sete centímetros de diâmetro havia sido largada em minhas mãos e meu medo logo se dissolveu em fascinação. A água-viva cintilava e brilhava. Com os tentáculos recolhidos, ela lembrava um sabonete de glicerina redondo, quem sabe um diafragma transparente, e parecia ao mesmo tempo firme, balançante e viscosa, como uma fatia de fígado envolta em ovo cru. E com todo o vigor de meus carinhos, não detectei ardência.

“O veneno da medusa-da-lua comum é muito fraco”, disse Anders Garm, que estuda águas-vivas na Universidade de Copenhague. “Seria preciso beijá-la para sentir”. Não havia risco disso, mas quando nos separamos, ela havia deixado um beijo na palma da minha mão, um filme grudento surpreendentemente difícil de tirar. Obrigada, minha pequena lua de mel.

Entre o grande inventário de criaturas multicelulares da natureza, a água-viva parece o outro definitivo, o mais alienígena possível que seres móveis podem ser em relação a nós dentro do reino animal. Onde fica a cabeça, o coração, as costas, a frente, os conjuntos idênticos de partes e órgãos? Onde está a simetria bilateral?

Ainda assim, se alguma dinastia taxonômica está destinada a receber o título de mais original, da designação de animal terráqueo genuinamente emblemático, e também para marcar o resto de nós, alienígenas arrivistas, esse posto cabe à água-viva. Um grupo diversificado de milhares de espécies de invertebrados pegajosos em formato de saco encontrado pelo mundo inteiro, a água-viva é um animal absurdamente antigo, datando de 600 milhões a 700 milhões de anos atrás ou mais. É praticamente o dobro da idade dos primeiros peixes ósseos e insetos, três vezes mais velhos do que os primeiros dinossauros.

“É o animal com múltiplos órgãos mais antigo da Terra”, disse David J. Albert, especialista em água-viva do Laboratório Biológico Marinho Roscoe Bay, Vancouver, Colúmbia Britânica.

Mesmo com toda sua nobre antiguidade, a água-viva tem sido há muito tempo ignorada ou mal compreendida pelas principais correntes científicas, rejeitadas como um protoplasma estúpido com boca. Agora, numa série de novos estudos, pesquisadores descobriram que existe uma complexidade muito maior e sutileza nas medusas do que podemos ver. Na edição de 10 de maio de ‘Current Biology’, Garm e seus colegas descrevem o surpreendente sistema visual do cubozoário no qual um conjunto interativo de 24 olhos de quatro tipos distintos _ dois dos quais muito parecidos com os nossos _ permite que essa água-viva navegue feito um marinheiro experimentado pelos manguezais onde habita.

Em ‘The Journal of Experimental Biology’, Richard A. Satterlie, biólogo marinho da Universidade da Carolina do Norte, campus de Wilmington, recentemente contestou o senso comum de que a água-viva não tem qualquer semelhança com o sistema nervoso central de que nós, vertebrados mais evoluídos, nos orgulhamos tanto. A distribuição das células nervosas da água-viva pode ser comparativamente mais espalhada do que num animal com cérebro e medula espinhal óbvios, afirmou Satterlie, mas a disposição está longe de ser confusa. Investigações detalhadas recentes da arquitetura neural e sua atividade revelaram evidências de ‘condensação neuronal’, lugares onde os neurônios se aglutinam para formar estruturas distintas que atuam como centros integradores _ recebendo a informação sensorial e a traduzindo na resposta apropriada.

“No fim das contas, a água-viva faz muito mais do que as pessoas pensam e quando os livros escolares dizem que elas não têm sistemas nervosos centralizados, isso está completamente errado”.

Albert dá um passo além, insistindo ser justo declarar que a água-viva tem cérebro. Ele passou anos estudando a população residente de medusa-da-lua em Roscoe Bay, começando pela simples questão: como pode haver uma população residente? A maré enche e esvazia a baía todos os dias. As águas-vivas deveriam ser como o plâncton, à mercê das marés. Então por que não são simplesmente levadas pela maré para o mar aberto, somente com um boa-noite da lua?

Albert descobriu que as águas-vivas não são flutuadoras passivas. Quando a maré começa a vazar, elas pegam a onda até atingirem uma barra de cascalho, quando então mergulham atrás de águas tranquilas. Elas permanecem nesse oásis calmo até a maré começar a encher, quando sobem e são levadas para a baía. Ele também descobriu que as águas-vivas têm medidores de salinidade e, no verão, evitam a água doce lançada na baía pelo degelo das montanhas, voltando a mergulhar até encontrarem um nível de sal agradável. Elas gostam de se agregar em bandos e, por meio de assinaturas moleculares na parte externa dos sinos, podem distinguir entre medusas amigas e espécies predatórias de água-viva que podem comê-las.

“Se uma medusa-da-lua é tocada por uma água-viva predadora, ela se vira e nada para cima”, disse Albert. “Mas quando bate em outra espécie benigna de água-viva, como costuma fazer, não acontece nada”.

O registro de atividade da água-viva cresceu demais para ser ignorado. “Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”, ele argumentou durante uma entrevista telefônica. “Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.

Escrevendo no começo do ano para ‘Neuroscience and Biobehavioral Reviews’, ele sumarizou suas observações comportamentais sob o título “O que uma água-viva tem na cabeça?” Ao que ele respondeu: “Muita coisa”. Cérebro, beleza e também cafonice. Entre as medusas em exibição em Baltimore estavam as que pareciam corações pulsantes, outras, cogumelos malhados, também havia algumas como guarda-sóis com babados demais, e esta aqui daria um chapéu elegante para um casamento real.

“É um abajur estilo ‘lâmpada de lava’ vivo”, disse Jack Cover, curador-chefe do aquário. Segundo Allen, os visitantes ficam tão hipnotizados por elas que “as águas-vivas têm uma popularidade próxima da dos golfinhos”. O que é uma coisa boa, considerando que a infraestrutura necessária para manter saudáveis as sílfides de carne mole pode custar milhões. “Manter águas-vivas é uma arte refinada”, disse Vicky Poole, gerente da exposição. “É quase como manter muco”.

Todavia, elas não têm problemas para sobreviverem na natureza e são encontradas em alto-mar, regiões costeiras, lagunas e algumas se viram na água doce. Com uma exigência modesta de oxigênio, as águas-vivas podem viver em “zonas mortas” depois das algas e outras águas poluídas impraticáveis para a maioria da vida marinha _ nada surpreendente para um grupo que sobreviveu a cinco extinções em massa.

Águas-vivas adultas variam em tamanho desde a australiana irukandji, do tamanho de uma unha, à medusa-juba-de-leão, que tem um sino de 2,5 a 3 metros de diâmetro e tentáculos arrastando-se por 30 metros ou mais.

Uma característica das águas-vivas é a simetria radial, um plano corporal concêntrico mais comumente associado a flores do que animais e que lhes permite nadar ou flutuar em linhas retas. Todas elas são carnívoras, alimentando-se de plâncton, crustáceos, ovas de peixe, pequenos peixes e outras medusas, ingerindo e expelindo pelo mesmo buraco conveniente no meio do sino.

Elas não caçam de forma ativa e usam os tentáculos como redes flutuantes. Se um peixe tocar nas extensões muitas vezes invisíveis, a pressão aciona as células do tentáculo responsáveis pela ferroada a lançar arpões minúsculos com neurotoxinas. Nas espécies mais venenosas, as toxinas agem rápida e inequivocamente, para impedir qualquer dano ao delicado tecido do predador.

“Se uma água-viva fosse engolir um pitu que não estivesse completamente morto”, explicou Garm, “ele furaria seu estômago”. Alguns desses venenos infalíveis terminam tendo potência suficiente para matar animais muito maiores que a medusa não tem intenção de comer, como humanos. O mais famoso é a medusa australiana vespa-do-mar, cujo ferrão pode matar um homem adulto em questão de segundos ou minutos. Contudo, como os arpões são rasos, os australianos descobriram que podem se proteger enquanto nadam em águas com vespas-do-mar simplesmente cobrindo a pele exposta com uma meia-calça.

As medusas da classe Cubozoa parecem levar muitas coisas a extremos. Num novo relatório sobre cubozoários, Garm e seus colegas buscaram entender por que as criaturas desenvolveram uma bateria de olhos tão complexa. Alguns dos tipos de olhos servem apenas para medir a luz e a sombra, como em outras águas-vivas. A equipe se concentrou num tipo de olho refinado só encontrado em cubozoários. Os olhos têm córnea, cristalino e retina, como os de humanos, e ficam suspensos em pedúnculos com cristais pesados numa ponta, uma espécie de giroscópio para garantir que eles estão sempre apontados para cima. “O cristal funciona como peso”, disse Garm. “Não importa como a água-viva se reorienta, o pedúnculo dobra e os olhos são virados para cima”.

Por que olhar fixamente para o céu? Os pesquisadores determinaram que ela olha para cima buscando orientação navegacional. Os animais vivem e se alimentam entre as raízes subaquáticas das árvores de manguezais sombrios. De noite, são levadas das árvores e afundam no leito lodoso da laguna aberta. De manhã, precisam voltar às raízes ou passar fome. Elas rumam à superfície e os olhos voltados para cima vasculham o céu, até encontrar a copa das árvores do mangue, quando começam a nadar para casa.

A Mente É Uma Substância? Está a Um Passo Nessa Confirmação a Matriz/DNA

quinta-feira, abril 28th, 2011

Dentro do cérebro acontecem cenas semelhantes às que vemos no céu: estalos de relâmpagos onde raios de energia se ramificam e se desfazem na substância gazoza das nuvens. Se aqui uma árvore com suas longas raízes submersas no solo atraem raios, no cérebro um neurônio com suas longas dendrites atraem os sinais elétricos das sinapses. A semelhança das cenas não é mera coincidência. Foi essa Natureza com raios e trovões que produziu o cérebro e logo, filho de peixe, peixinho parecerá.

Mas não temos os sentidos evoluídos para visualizar de fato o que são os nossos pensamentos, nossa mente foi fecundada ainda ontem nos tempos astronômicos e as ultimas notícias que nos vem das Ciências Neurológicas indicam que ela começou a apenas 200.000 anos atrás. A auto-consciência humana ainda não tem ou não ativou sua própria percepção visual para ver sua imagem refletida num espêlho, portanto se encontra na situação ainda, ou do feto que se forma, ou do recem-nascido que ainda não abriu os olhos e não tem idéia de como é seu corpo.

Mas temos a intuição de que nossa mente não é uma substância comum, palpavel e visivel aos nossos olhos nus. Ela representa mais um grande salto evolutivo, daquêles explicados por Steven Jay Gold em sua teoria do “puntuactun equillibrium”.

Como a Natureza produz novas substâncias que nunca existiram antes ao menos nestas regiões do tempo e espaço? É fácil entender se relembrar-mos como a Matriz/DNA explicou a origem da vida, ou seja, dos sistemas biológicos. Antes o mundo aqui era apenas constituído de esferas astronomicas organizadas num sistema mecânico porque, nossos ultimos ancestrais não-vivos, os sistemas astronomicos, foram confeccionados apenas com os estados sólido e gasôso da matéria. As relações e interações entre êles se resumiam às reações nucleares, radiações, jôgo de fôrças eletro-magnéticas, as quais, em seu conjunto, resultavam num sistema extrema e exclusivamente mecanizado, como o mecanismo de relógio Newtoniano. Mas como explica a Matriz/DNA, êstes sistemas estelares em suas interações produziram novas espécies de astros, como os quasares, pulsares, buracos negros, e daí se montou os sistemas galácticos. Ora, nossos modêlos dêstes sistemas revelam tôdas as premissas ou principios das propriedades vitais que surgiriam mais tarde, desde os processos digestivos à engenharia da reprodução sexual. Portanto as máquinas Newtonianas receberam uma cobertura biológica e estas produziram nas superficies de alguns planetas um novo estado da matéria, nunca existido antes: o líquido. Do liquido se originaram as reações químicas que produziram a “soft matter”, a matéria flexível, maleável, modelável e no fim todos sabemos o resultado; sistemas galácticos geraram sistemas celulares, à sua imagem e semelhança. Filho de peixe, peixinho parecerá.

A caverna puxou os trogloditas e gorilas para um convivio nuclear de cujas reações houve um salto evolutivo mental, e apesar de ainda não entender-mos como foi êsse processo, surgiu daí um novo estado da matéria, e com ela, essa ainda menina-criança que é a auto-consciência humana. Mas quando descemos mais no passado, esclarecidos agora com essa cosmovisão da Matriz/DNA, e munidos do conhecimento do elo entre a vida e a não-vida, não apenas chegamos a um Big Bang biológico como tendo sido um evento semelhante à fecundação reprodutiva, como tambem continuamos além, saímos das fronteiras do Universo e vamos ver os ancestrais da matéria, vórtices fantasmagóricos quânticos, funcionando como bits-informação ou genes do sistema que gerou êste Universo material.

Parece-nos estar-mos dentro de um Ôvo Cósmico, onde a matéria perceptivel seria a placenta, a matéria escura seria o amnion, e nós, sêres pensantes, os genes de nosso futuro e unico corpo… mental! Aleluia!

O problema é que tôda essa História Universal semelhante ao que acontece dentro da barriga de uma mulher grávida indica com fôrça intrigante que aquêle sistema criador misterioso já era… inteligente! Porque pai de peixinho, também peixe parecerá, e se somos como peixinhos inteligentes…

Portanto,  ou provavelmente, o sistema extra-universal, ex-machine, era, ou ainda é, auto-consciente, também deve ter uma substância mental, a qual talvez banhe todo o Cosmos como um oceano. Mas suas relações conosco devem ser naturais, sem milagres, e estamos sujeitos aos imprevistos assim como estávamos quando éramos embriões ainda no útero materno. Nosso mundo não parece ter sido inteligentemente desenhado, assim como os pais geradores de um embrião humano não precisaram de inteligência e não a aplicaram para fazê-lo, mas eram inteligentes.

No final disso tudo resta a dúvida: parece mesmo existir uma substância mental como as nuvens no céu, parece que ela é uma substância quase abstrata apesar de ter fôrça para atuar sôbre a matéria, movendo, dirigindo, nosso corpo material, mas teria ela sido criação ao acaso da matéria aqui ou teria ela uma existência extra-universal como uma dimensão à espera de que atingíssemos o grau evolutivo de sistemas biológicos para então se encarnar? Seria a subst6ancia mental uma espécie de característica herdada mas retrógrada, como daquêles genes que entram em ação mais tarde, produzindo bigode nos machos e ovulação nas fêmeas?

Enquanto essa questão me ocupa os pensamentos dia e noite, me fazendo às vêzes na pia do banheiro botar o creme dental no pente e lambuzando os cabelos, minhas mãos tentam trabalhar com os instrumentos disponíveis cada vez mais sofisticados na tentativa de alcançar essa substância. Mas precavido pela Razão de que posso retornar dessa busca deprimido com a possível prova de que ela não passou de mero sonho esperançoso de possuir uma alma que prolongue ao infinito nossa existência.

Certo que estamos abandonados nesta vida solitária mental e sujeitos a tragédias e predadores monstruosos, mas isso sempre aconteceu com todos nossos sistemas ancestrais. Até mesmo nas galáxias o ciclo de existência de um astro passa por duas fases: a primeira onde se vê como ôvo botado fora e abandonado à própria sorte flutuando nos frios espaços interestelares e a segunda onde se descobre que na verdade nunca fôra abandonado, que nunca saíra fora do sistema que o gerou, e que se vê confortavelmente instalado e protegido sob as asas gravitacionais de uma estrêla que o acalenta e o amamenta com sua energia radiosa. Nossa esperança é que a realidade daqui seja a mesma realidade do antes e alem das origens dêste Universo, que apesar de estarmos momentâneamente sujeitos aos desatinos das monstruosidades na matéria que talvez nossos próprios ancestrais ainda não biológicos criaram, na verdade nunca tenhamos sido abandonados por uma possível substância mental que exista naquela realidade além das dimensões quânticas. Oxalá! E graças meus pais extra-universais, pela nossa inteligência, que assim mantem esta vida como uma aventura interessante.

Doenças: Matriz Explicando Porque Archaea Não Causa Doenças?

quinta-feira, março 24th, 2011

A diferença que faz virus produzirem doenças e archaeas não produzirem parece estar na diferente localização das duas espécies na Matriz Astronômica, ou LUCA. Já temos mostrado vários indícios em que os vírus parecem ter vindo do trecho entre F4 e F5, ou seja, seriam aqui os representantes de pulsares e cometas, as partes masculinas de LUCA. Dois motivos são apontados para a razão de existirem virus doentíos: a) procuram a parte fêmea do circuíto, a qual está no DNA ou mitocondria das células, para se reproduzirem, mas com isso danificam a célula; b) estão no princípio da ativação da entropia. A principal diferença da archaea que lhe valeu um terceiro lugar na evolução desde o ultimo comum ancestral, ao lado dos reinos “eucariotes” e “bactérias” está na membrana externa. Tôdas as membranas são formadas por duas camadas paralelas de lípideos e basta saber que membrana é o representante do circuíto total externo para entender o porque das duas camadas: representam os dois fluxos esféricos. Mas enquanto nos outros organismos estas duas camadas podem facilmente serem separadas (como em LUCA os dois fluxos se separam), na archaea existe uma forte ponte entre as duas camadas impedindo sua separação. Ora, o trecho de LUCA onde os dois fluxos são inseparáveis é entre E1 e F3 ( saída do black hole, passagem pelo astro-baby e finalização no planeta). Isto significa que archaea está ainda antes, na evolução do que os virus. Mas explicaria porque nenhuma das quatro espécies d6estes micro-organismos não causam doenças no corpo humano, apesar de muitas habitarem o corpo humano: elas vieram do trecho de LUCA onde a energia é apenas construtiva. E também esta ligação entre as duas camadas explicaria porque a archaea difere de bactéria e eucariotes no sentido que possuem enzimas para operar nas duas faces das moléculas, a left-handed e a right-handed: apesar de, como todos os seres vivos, representar apenas a parte esquerda de LUCA, nela são expressadas com igual intensidade os dois fluxos, que compreendem a totalidade da face de LUCA.

Veja figura a seguir:

Archaea membrana

Membrane structures. Top, an archaeal phospholipid: 1, isoprene chains; 2, ether linkages; 3, L-glycerol moiety; 4, phosphate group. Middle, a bacterial or eukaryotic phospholipid: 5, fatty acid chains; 6, ester linkages; 7, D-glycerol moiety; 8, phosphate group. Bottom: 9, lipid bilayer of bacteria and eukaryotes; 10, lipid monolayer of some archaea

E para prosseguir esta tese, deixemos já registrado o que a Wikipedia fala sôbre a membrana da archaea:

Membranes

Archaeal membranes are made of molecules that differ strongly from those in other life forms, showing that archaea are related only distantly to bacteria and eukaryotes. In all organisms cell membranes are made of molecules known as phospholipids. These molecules possess both a polar part that dissolves in water (the phosphate “head”), and a “greasy” non-polar part that does not (the lipid tail). These dissimilar parts are connected by a glycerol moiety. In water, phospholipids cluster, with the heads facing the water and the tails facing away from it. The major structure in cell membranes is a double layer of these phospholipids, which is called a lipid bilayer.

These phospholipids are unusual in four ways:

Bacteria and eukaryotes have membranes composed mainly of glycerol-ester lipids, whereas archaea have membranes composed of glycerol-ether lipids. The difference is the type of bond that joins the lipids to the glycerol moiety; the two types are shown in yellow in the figure above. In ester lipids this is an ester bond, whereas in ether lipids this is an ether bond. Ether bonds are chemically more resistant than ester bonds. This stability might help archaea to survive extreme temperatures and very acidic or alkaline environments. Bacteria and eukaryotes do contain some ether lipids, but in contrast to archaea these lipids are not a major part of their membranes.
The stereochemistry of the glycerol moiety is the reverse of that found in other organisms. The glycerol moiety can occur in two forms that are mirror images of one another, called the right-handed and left-handed forms; in chemistry these are called enantiomers. Just as a right hand does not fit easily into a left-handed glove, a right-handed glycerol molecule generally cannot be used or made by enzymes adapted for the left-handed form. This suggests that archaea use entirely different enzymes for synthesizing phospholipids than do bacteria and eukaryotes. Such enzymes developed very early in life’s history, suggesting an early split from the other two domains.
Archaeal lipid tails are chemically different from other organisms. Archaeal lipids are based upon the isoprenoid sidechain and are long chains with multiple side-branches and sometimes even cyclopropane or cyclohexane rings. This is in contrast to the fatty acids found in other organisms’ membranes, which have straight chains with no branches or rings. Although isoprenoids play an important role in the biochemistry of many organisms, only the archaea use them to make phospholipids. These branched chains may help prevent archaean membranes from leaking at high temperatures.
In some archaea the lipid bilayer is replaced by a monolayer. In effect, the archaea fuse the tails of two independent phospholipid molecules into a single molecule with two polar heads; this fusion may make their membranes more rigid and better able to resist harsh environments. For example, the lipids in Ferroplasma are of this type, which is thought to aid this organism’s survival in its highly acidic habitat.

Modêlo Cosmológico de Brasileiro Ganha do Modêlo Internacional Ensinado Nas Escolas!

quinta-feira, março 10th, 2011
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Galáxias Distantes Reforçam a Teoria da Matriz/DNA

Na imagem, o amontoado de pontos vermelhos mostra grupo de galáxias mais distantes já encontrado.

Bilhões de estudantes – incluindo todos nós dessa geração –  podem ter aprendido  na escola uma teoria equivocada que foi ensinada não como sendo teoria, mas verdade comprovada! Se isto for realmente comprovado em breve, repetir-se-á o que ocorreu por volta de 1500, quando por milhares de anos a Humanidade acreditou que era o Sol que girava em torno da Terra, um simples estudioso que não seria considerado nem um astronômo amador nos tempos modernos, ousou dizer que estava tudo ao contrário! Mas os fatos não permitem que um engano dure por muito tempo, e novos fatos reais fazem com que se começa a descobrir a verdade. No curriculum escolar de todo o mundo ensina-se que depois do Big Bang se formaram galáxias e depois os sistemas estelares, quando há uma nova teoria de um autor brasileiro que não é astronômo sugerindo que foi ao contrário. Ao invés da galáxia mecânica e matemática dos físicos o novo modêlo sugere uma galaxia semi-mecânica/semi-biológica que preenche os requisitos necessários para o mundo ter gerado os sistemas biológicos, ou seja, os seres vivos. O brasileiro passou seis anos na selva amazônica  estudando sistemas naturais e foi conduzido pelos resultados de seus calculos  baseados na biosfera da selva virgem a se interessar pelo sistema astronômico à nossa volta, pois seus resultados apontavam para o céu onde estaria a fonte das fôrças que geraram a Vida na Terra. Mas a solução exigia que o céu fôsse diferente do que transmite a denominada Teoria Nebular Astronômica, que faz parte da Standard Theory, a qual é mundialmente aceita em tôdas as academias de Ciências. 

O brasileiro têve que registrar no Brasil e nos Estados Unidos a 25 anos atrás os direitos autorais de uma fórmula e como argumento a favor tinha que incluir seu modêlo cosmológico, muito a contragôsto porque astronomia, cosmologia, não eram suas especialidades e não podia acreditar que seus modêlos estavam certos e o mundo errado. Mas nos ultimos 25 anos tem acompanhado de perto tôdas as noticias astrônômicas e descobertas científicas publicadas e a cada nova descoberta sempre acontece o mesmo: os textos dizem algo como “este novo fato ou novo mecanismo não se encaixa adequadamente nas correntes teorias e indica que devem serem revisadas”, ou então, principalmente em astronomia é comum a cada nova foto ou elemento capturado no espaço vir com a ressalva de que tal fato contraria a Teoria Nebular. Mas para surprêsa do brasileiro, tôdas as fotos, todos os novos fatos veiculados se encaixam em seus modêlos e reforçam sua teoria indicando que ela têve incrível capacidade de previsão. Isto não apenas em astronomia, e sim em tôdas as áreas cientificas. Mas como tratava-se de um pesquisador solitário na selva, não tendo ligação com o mundo cientifico e intelectual externo, e por ser extremamente exigente em relação a seus resultados, apenas fêz como Darwin, ou seja, permaneceu 30 anos revisando seus dados e calculos, reunindo evidências, testando-os com os fatos reais antes de divulgar sua teoria publicando um livro. O brasileiro até agora limitou-se a registrar uma síntese da teoria num website na Internet onde está a cada dia registrando mais evidências, mas como continua isolado e nada fêz para divulgar o site, e ainda porque sua teoria é tão diferente de tudo que foi feito e pensado até hoje, parece que ninguém quer entendê-la e assim permanece quase desconhecida. Existe um exército de até 15.000 visitantes mensais vendo o website, pessoas de tôdas as partes, notadamente dos USA, Russia, Alemanha, etc., mas não se sabe como chegaram no website já que nada foi divulgado e o que lhes está interessando nêle.

Agora a ultima noticia que chega ao autor o fêz postar comentários em alguns blogs. Trata-se do artigo abaixo. A recente foto de galáxias muito distantes sugerem que há algumas galaxias surgidas a apenas 3 bilhões de anos depois da origem do Universo, porem suas estrêlas, que deveriam ainda estar em formação algumas e as outras serem muito jovens, segundo os modêlos teóricos da Teoria Nebular,  são na realidade maduras, velhas! Como se explica isso, pela Teoria Nebular? Não se explica, não há como explicar, e os astrônomos no artigo dizem que os modêlos terão que serem recalculados.

Mas então o autor brasileiro em seu comentário sugere que a ordem da criação do mundo, na Teoria Nebular, pode estar ao contrário. Ela indica que primeiro se formaram as nebulosas das galáxias e sómente depois, dentro delas, se formaram as estrêlas e os sistemas estelares, como o nosso Sistema Solar. Após solicitar que apresentem os fatos reais que os levaram a construir esta teoria e não ter recebido respostas, êle supõe que estes modêlos são resultados de puros calculos teóricos e portanto podem estarem equivocados. Por outro lado seus modêlos estão sugerindo o contrário: que primeiro se formaram as estrêlas, os sistemas estelares, e foi da evolução d6estes que surgiram as galáxias tal como se apresentam hoje. E agora? E o Sol que gira em torno da Terra, como as escolas da antiguidade ensinaram durante mais de mil anos, ou é a Terra que gira em torno do céu, como se atreveu a afirmar um obscuro astronomo amador chamado Nicolau Copérnico?

Louis Morelli adverte que esta parte distante da história cosmológica em seu modêlo não está bem esclarecida ainda por êle, a leitura dos mapas pode induzir a êrros, mas a seu favor está a lógica da macro-evolução universal. Sistemas estelares são mais simples, sistemas galácticos são mais complexos. A evolução tem caminhado sempre do mais simples para o mais complexo, e não o contrário. Sistemas estelares são mais simples porque são constituídos de poucos tipos de astros: estrêla, planeta, e talvez cometas, se estes forem gerados dentro do sistema. Mas existem vários outros tipos de astros, como os quasares, os pulsares, buracos negros, e as fotos recentes tem indicados muitos outros que ainda não se sabe como catalogar. Estes astros não foram encontrados até agora dentro de sistemas estelares, mas está comprovado que estão dentro de sistemas galácticos. Ora, um sistema que possua maior diversidade de elementos, de “peças”, forçosamente é o mais complexo.

Segundo, afirma o autor, astros, sejam quais forem os primeiros a aparecerem, foram inicialmente formados por átomos e átomos leves. Estes constituiram por exemplo estrêlas, as quais, e sómente então produziram novas espécies de átomos, mais pesados e complexos.E sómente então surgiram os demais tipos de astros, com os novos átomos. Ora, a evolução não dá saltos inexplicáveis e não vai para a frente retornando para tras para depois recomeçar. Sempre, na evolução, vale o velho ditado popular: filho de peixe, peixinho será. Certamente não será uma girafa ou uma águia. isto afirma que mesmo considerando extremas mutações, sempre que um novo sistema é gerado, êle mantem as configurações parecidas com o sistema que o gerou. E sistemas estelares são muito mais parecidos com sistemas atômicos que os sistemas galácticos. Foi uma nebulosa de átomos que gerou os primeiros astros, os primeiros sistemas. É de se supor que a fórmula de sistema que existia a nível micro-cósmico tenha sido a fórmula projetada a nivel macrocósmico para organizar a colônia de átomos em novo sistema. Ora, átomos são formados de um nucleo e elétrons à volta, muito mais parecido com sistemas estelares que os mais complexos galácticos. Novamente a lógica sugere esta ordem cronológica.

Terceiro, o autor brasileiro foi obrigado a calcular e desenhar um modêlo cosmológico a partir do que indicava uma fórmula obtida pelo método da anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos, após muitas novidades ter aprendido observando os sistemas da biosfera amazônica. Os modêlos teóricos cientificos de como teria sido o estado do mundo a 4 bilhões de anos atrás não tinham as fôrças e elementos necessários para produzir, dentro de uma galáxia, o primeiro sistema celular biológico. Mas a fórmula que se encaixava como produtora de tôda a abiogênese, desde a matéria orgânica, as primeiras moléculas como aminoácidos, as primeiras proteínas, o primeiro RNA e daí para o primeiro DNA, tinha a aparência de um sistema astronomico. Mas bem diferente da teoria acadêmica, praticamente tudo ao contrário: enquanto a teoria acadêmica diz, por exemplo, que buracos negros surgem da morte de estrêlas, a fórmula da vida na Terra indicava de que de onde ela veio, estrêlas são geradas por buracos negros! Que buracos negros não são os fantasmas e monstros canibais sugeridos pela teoria acadêmica, ao contrário, são simples vórtices magnéticos compostos de fragmentos de cadáveres estelares que desempenham um papel muito semelhante ao feminino na vida, como gerador de novos rebentos, e após turbilhonar e energizar bólidos dessa poeira na forma de germes de estrêlas, se dissolvem. A fórmula sugere algo totalmente inusitado: os sistemas galácticos foram formados pelo mesmo processo simbiôntico e evolutivo entre organelas que formou as primeiras células. Um unico e primeiro tipo de astro, que pode ter sido na forma de estrêlas, passou por sucessivas transformações exatamente como os corpos humanos passam por transformações produzidas pelo ciclo vital. Foi a fixação de sete diferentes formas de um unico tipo de astro numa rêde de interconexões que gerou o primeiro sistema galáctico. Assim como as diferentes organelas da célula podem ter sido resultado das transformações de um unico tipo inicial de micro-organismos, e depois, por simbiose, foram conectadas num sistema.

Seja como for, o modêlo cosmológico do brasileiro é tão diferente de tudo que se tem imaginado que êle nunca iria acreditar que podia ser o correto, apenas a enorme avalancha de dados astronomicos que tem sido captados recentemente e todos indo se arranjarem exatamente como previu sua fórmula o está fazendo prestar mais atenção a seus modêlos. Quanto á fórmula, que parece ser o código cósmico que a Vida recebeu na forma de DNA, está igualmente sendo a cada dia comprovada pelos novos dados fornecidos pelas Ciências nas outras áreas. Mas tambem a idéia da evolução biológica era diferente de tudo que se tinha imaginado antes, e Darwin temia publica-la, correndo o risco de errar e ser ridicularizado. Vamos acompanhar com atenção os próximos avanços, os novos dados que forem coletados, tanto no nivel astronômico como no biológico, pois tambem estamos ficando cada vez mais atraídos por essa nova cosmovisão que o autor intitulou “A Matriz/DNA Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” cuja pequena parte ‘foi incluida no site theuniversalmatrix.com.

A seguir o artigo a que nos referimos agora:             

Galáxias distantes podem implicar em revisão de teorias

09/03/2011

http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/galaxias+distantes+podem+implicar+em+revisao+de+teorias/n1238144657957.html

Grupo de galáxias ‘maduras’ está com a mesma estrutura de quando o universo tinha apenas três bilhões de anos

Astrofísicos descobriram grupos de galáxias distantes que parecem “jovens”, apesar de serem “maduras”, o que pode obrigar uma revisão das teorias do início do universo, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela American Association for the Advancement of Sciences (AAAS, na sigla em inglês).

“Medimos a distância até os grupos de galáxias mais distantes jamais encontrados”, afirmou Raphael Gobat, que liderou a pesquisa do Observatório Europeu do Sul.

“O surpreendente é que muitas delas não se parecem às usuais galáxias com estrelas em formação observadas no princípio do universo”, explicou Gobat.

Os astrofísicos realizaram estas medições a partir do Very Large Telescope (VLT) do Observatório de La Silla, no Chile, e do telescópio Subaru, no Havaí.

Os conjuntos de galáxias, que se reúnem por meio da gravidade ao longo do tempo, em teoria não existiriam durante a primeira formação do universo.

No entanto, os resultados mostraram que as estruturas localizadas estão do mesmo modo como eram quando o universo tinha apenas três bilhões de anos, ou seja, menos de um quarto de sua idade atual. Estes conjuntos de galáxias não são compostos por estrelas em formação, como se supunha, mas por estrelas de mais de um bilhão de anos unidas por uma nuvem de gás quente. Portanto, a conclusão da equipe de astrofísicos é que “os conjuntos de galáxias já existiam quando o universo era muito mais novo”.

“Se futuras observações encontrarem muitas mais, nosso entendimento dos primeiros períodos do universo deverá ser revisto”, afirmou Gobat. 

Astrofísicos descobriram grupos de galáxias distantes que parecem “jovens”, apesar de serem “maduras”, o que pode obrigar uma revisão das teorias do início do universo, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela American Association for the Advancement of Sciences (AAAS, na sigla em inglês).

“Medimos a distância até os grupos de galáxias mais distantes jamais encontrados”, afirmou Raphael Gobat, que liderou a pesquisa do Observatório Europeu do Sul.

“O surpreendente é que muitas delas não se parecem às usuais galáxias com estrelas em formação observadas no princípio do universo”, explicou Gobat.

Os astrofísicos realizaram estas medições a partir do Very Large Telescope (VLT) do Observatório de La Silla, no Chile, e do telescópio Subaru, no Havaí.

Os conjuntos de galáxias, que se reúnem por meio da gravidade ao longo do tempo, em teoria não existiriam durante a primeira formação do universo.

No entanto, os resultados mostraram que as estruturas localizadas estão do mesmo modo como eram quando o universo tinha apenas três bilhões de anos, ou seja, menos de um quarto de sua idade atual. Estes conjuntos de galáxias não são compostos por estrelas em formação, como se supunha, mas por estrelas de mais de um bilhão de anos unidas por uma nuvem de gás quente. Portanto, a conclusão da equipe de astrofísicos é que “os conjuntos de galáxias já existiam quando o universo era muito mais novo”.

“Se futuras observações encontrarem muitas mais, nosso entendimento dos primeiros períodos do universo deverá ser revisto”, afirmou Gobat.

O Demonio Matricial em Ação: Mais uma de suas Técnicas

quarta-feira, fevereiro 23rd, 2011

The Demon Matrix in Action: One more of its Techniques

O excelente artigo abaixo escrito por uma conselheira educacional e professora norte-americana me fêz descobrir mais uma das maneiras que ameaçam perigosamente o futuro da liberdade da mente humana. Segundo os modêlos da Teoria da Matriz/DNA, o nosso DNA é vivo e biológico mas êle veio do mundo anterior naturalmente, do mundo das galáxias e dos átomos, os quais portanto são nossos ancestrais. Mas nessa história dos nossos não-biológicos ancestrais a evolução dêles foi muito influenciada por uma tendência da matéria que é construir para si mesma um “paraíso fechado” onde existe equilibrio termodinamico, proteção e segurança sem trabalho, para sua parte massa, e,  campo aberto para a alta velocidade e fricções que comprazem sua parte “energia”. Dominados por seu lado material, o espirito ainda primitivo dos nossos ancestrais não-biológicos caíram na armadilha de construírem LUCA – the Last Universal Common Ancestor – segundo o modêlo que apresento aqui neste website. Foi o verdadeiro Paraíso do Eden para a matéria mas um inferno insuportável para a mente, ou espirito, na sua fase da infancia do crescimento. Como resultado, caíram aqui para rastejarem sendo filhos da necessidade e até agora estamos tentando nos levantar de novo.

Mas o problema é que nós como seres biológicos surgimos como bactérias surgem dentro de um corpo, portanto, o meio ambiente é ainda dominado pelo corpo, temos que dançar a musica que êle toca. Portanto, alem de LUCA ser a base de nossa herança genética, estando portanto dentro de nós, ele é o senhor do mundo externo a nós, estamos dentro dele. Esta herança de um êrro que nós mesmo cometemos na forma de nossos antepassados é o que se chama “gene egoísta”, e tende a nos conduzir a reconstruir o paraíso perdido, a mesma armadilha que nos complicou a existência e nossa evolução. Genética e ambientalmente somos conduzidos a refazer o sistema fechado em si mesmo que funcionava ou funciona ainda como uma maquina perfeita, o relógio newtoniano, dirigindo e mantendo a estrutura astronomica. 

Mas se continuar isto, tôda a biosfera terrestre estará conectada com a maquina astronomica e nós humanos sem o perceber-mos estaremos nos tornando uma mera peça do sistema mecânico. Nossa mente e auto-consciência que ainda está em sua fase primitiva, larvária, será pêga pela máquina antes que a percebamos e amordaçada, algemada, emprisionada, deixará de evoluir, até que novamente o Universo acione sua lei da degenerescência entrópica, nos salve da prisão, para recomeçar-mos de novo.

Esta teórica visão do mundo surgiu da minha interpretação dos modêlos da Matriz/DNA e quando me deparei com ela fiquei muito preocupado, óbviamente. Como ainda é teoria não sei se tudo isto está correto ou se apenas parte dela. Mas o bom samaritano deve ser previdente. Ficar de olho no que está ocorrendo à volta. Sempre me faço esta questão: “Estamos vendo sinais de que estejamos sendo conduzidos para o Admiravel Mundo Novo de Huxley sob o Império do Big Brother de Orwell, profecias que foram perfeitas descrições do que seremos se reconstruir-mos LUCA aqui na Terra? ‘

Pelo menos uma pessoa, ou seja eu, tenho que ficar de olho aberto. E sempre que vejo algo suspeito indo naquela direção, vou registrar nêste website, de maneira que, se um dia conseguir provar a existência da Matriz/DNA, os que ficarem já terão o trabalho adiantado. Vai daí que por acaso lí na Internet o artigo em questão que seria um exemplo e uma evidência que os modêlos da Matriz/DNA estariam corretos.

O que pode abrir um sistema fechado, para desespêro de LUCA, é sua parte masculina, a qual tem o poder de manter a reciclagem do sistema re-ejaculando a energia e o pacote de informação que replica o sistema, mas isto se ele dirigir o jato da sua ejaculação para dentro do sistema, na direção da parte feminina que se aloja no nucleo, na Função 1. Ora, é da Natureza masculina a força centrífuga, a expansão, e para isso êle precisa existir como sistema aberto. O fato de que a parte masculina contribuiu para construir o sistema fechado em LUCA  foi sua fraqueza perante as tentações da matéria formando seu corpo, e por deixar-se convencer pela sua anti-cara-metade, a parte feminina que tem as tendencias da fôrça centrípeta, de internalizar-se. Adão foi convencido por sua Eva a qual já havia caído na armadilha da serpente enrolada no sistema de circuito esférico como é o corpo de LUCA. Então, tanto para os Adões como para as Evas de agora, a salvação depende de que nossa metade masculina exerça a sua natureza. Mas o homem está ameaçado. 

Pois o artigo em questão está revelando algo que eu não havia notado mas cujos efeitos nocivos eu sentí, e acho que todos os homens sentiram, quando ainda crianças e jovens nas escolas. O modêlo de escola que existe parece ter sido uma artimanha de LUCA. A escola típica engole o aluno homem para dentro de uma sala fechada, a classe, e ali o põem sentado horas a fio, imóvel, assistindo aula teórica. Ora, a escola devia ser uma área aberta, quase uma fazenda, com ar livre e muito espaço para o aluno homem extravazar sua tendência natural, que é o movimento, e movimento extrovertido, para fora, para a expansão, o mexer nas coisas e tentar transforma-las, etc.. Do jeito que nossas escolas estão desenhadas elas são adequadas para meninas, que tem como tendência a de ficarem sentadas dentro de um ambiente doméstico, protegido, seguro.

O resultado dessa distorção está aparecendo agora e a cada dia mais forte. Veja as estatísticas apresentadas pela genial conselheira nêste artigo, relacionadas ao rendimento de homens nas escolas de hoje. Mas porque sómente agora este efeito está se revelando a ponto de ser notado por quem nem sequer conhece a Matriz/DNA? Porque antes as horas de aula eram em menor numero, os recreios eram mais extensos, os alunos só tinham a escola oficial. Hoje as escolas aumentaram suas cargas horárias, o curriculum teórico é muito pesado e precisa ser comprimido tornando os recreios menos extensos, e alem disso o aluno sai da escola oficial e geralmente cai em outra, fazendo algum curso suplementar. Está do jeito que LUCA quer, podando no homem sua possibilidade de abrir o sistema e se conformando a ser uma mera peça estática, sentada. O intrépido caçador de aventuras, o desbravador, o amante do conhecimento de sistemas desconhecidos, atraído para os mistérios de terras longinquas, está sendo amordaçado, manietado, para se tornar um monumento estático, sedentário, uma peça sentada e assentada na engrenagem. Precisamos mudar isso, nossas crianças-meninos estão sendo torturadas pelo inimigo, o qual, aliás, existe dentro de nós e somos nós mesmos. O resultado está bem explicito nas estatisticas, e com Matriz/DNA ou sem Matriz alguma isto é preocupante. Vejamos o artigo:

http://loridayconsulting.com/wordpress/

It’s Your Day

Topics in Education for Parents, Teachers, and Schools

Boys and Girls Learn Differently: What Makes Boys’ Learning Unique

Por: Lori Day

January 1st, 2011

Boys, boys’ education, and how boys learn in America are popular topics among parents and schools these days. Crosby, Stills, Nash & Young sang that we should teach our children well and feed them of our dreams, but for millions of parents of sons, dreams are only that, and boys are falling behind educationally at an alarming rate in this country.  According to Michael Gurian, author of the book titled The Minds of Boys: Saving Our Sons from Falling Behind in School and in Life, boys get the majority of D’s and F’s in most schools, make up 80% of the discipline problems, are four times more likely than girls to be diagnosed with ADHD and medicated, account for 70% of diagnosed learning disabilities, become 80% of the high school dropouts, and now make up less than 44% of the college population.  If you look in your newspaper in June, you will see the photos and bios of valedictorians from many of your local high schools, and will notice that the majority of them these days are girls.  Our boys need our attention, and although some of what I’m about to write pertains to girls as well as boys, and although gender differences naturally fall across a continuum and no single description fits all boys or all girls, there are nonetheless a number of characteristics that differentiate the two genders generally speaking.

As the mother of a female only child, my parenting experience, while not always idyllic, has been relatively peaceful.  As a toddler, my daughter was sedentary and cautious, and seemed to have nowhere she needed to go.  She would sit in one spot on the floor for hours with a pile of books, “reading” to herself.  I could shoot from room to room accomplishing tasks, and she would smile up at me from her place on the living room rug as if wondering, what’s the hurry?  She was much like I was as a child, and nothing like the brothers I had grown up with who requisitioned large expanses of the floor plan of our house for their games, commandeering space like an army of two.  The entire finished basement was needed for indoor hockey (and windows were expendable).  Outdoors, acres of woods were barely enough for their imaginary villages and the conquering of foreign lands. Unwitting trees were the patient recipients of nails and ropes and bungee cords, bending uncomplainingly to the weight of whatever animate or inanimate objects were tied, strapped or hung from them.  Once, my brother devised a pulley system to ferry a dangling ceramic soap dish full of birdseed back and forth between his bedroom window on the third floor and a distant pine tree in the back yard, only to have it immediately collapse under its own weight, sending the heavy chunk of porcelain careening downward in a 90-degree arc until it came into abrupt contact with a doomed sliding glass door.  This was a terrific lesson in physics.  It was also funny.

Boys learn by doing and by moving their bodies through space.  As Gurian explains in his book, the primitive hunters men used to be were the product of hundreds of thousands of years of evolution.  Spatially-developed male brains resulted from physical interaction with the environment that allowed sensory input to stimulate the right hemisphere and build white matter and synapses in ways that would be useful for survival.  Even though the concept of the square school with the square classroom with one teacher to 20 or more kids has been around for a few hundred years, our boys are still young hunters whose brains need the same types of stimulation to grow and be healthy as did their male ancestors millennia ago. Our schools are vastly different from the setting of family, tribe and natural environment that used to be the educational milieu for growing boys. Our modern educational system works for many children, particularly girls, but for some boys (and girls) it places constraints on a very normal and necessary experiential type of learning that some kids require.

I am not advocating for a return to life in caves and an educational system for boys involving the activities and rituals described in my college anthropology book.  What I do advocate for is a greater understanding and appreciation for who boys are and how they learn best, and the subtle modifications to “how it’s always done” that would benefit millions of children.  Simple changes to the pace and tempo of the school day, such as incorporating several brief recesses throughout the day, devoting more time to physical education, and including more hands-on activities go a long way towards alleviating some of the natural restlessness of boys and harnessing male energy in positive ways.  Increasing a boy’s exposure to the arts nurtures his creative side and provides a counterbalance to the athletic nature of many boys.  Including more multi-sensory approaches to the teaching of academics, particularly reading and writing, helps boys reach their potential as learners, facilitating access across the corpus callosum to the left hemisphere of the brain where verbal skills, often less developed than in girls, reside.  Gurian’s book provides many other concrete examples of small things that parents and teachers can do that strengthen boys’ skills and that honor the true nature of boys.

Once an admissions director at an all-boys school, I would awake very early every morning and leave my sleepy daughter as she got ready for school, heading to the 304 boys who awaited me there.  Coffee helped me with this dramatic transition, but so did my excitement for whatever adventures the day would bring.  Many people ask me why I chose to work at a boys’ school, and my usual answer includes some version of, “Why not?”  I am fascinated by boys, by the way they think and learn, by their very difference from me and from the child I am raising.  Just as we collectively addressed the needs of girls over the past couple of decades and closed their achievement gaps in math and science, let us now turn our attention to our nation’s boys and take equally deliberate steps to assure their success in school and in life, as Michael Gurian suggests.  The revolution in brain science over the past ten years gives us the knowledge and the tools we need to do this, and we must, for as a society we are setting our boys up to fail in a system that is stacked against them, stacked against the very way they are neurologically wired. This is not to say that social and cultural influences are not contributing factors to who boys are today, but we now have medical evidence, once elusive, that illuminates the very significant role biology plays in male/female brain development and learning. We do not need to throw the baby out with the bath water, but we do need to become better educated about how boys and girls really are different, and how to best meet the needs of each.  At some colleges today, boys are being given a boost in the admissions process because they have become a minority.  If we do not address boys’ educational needs earlier in life than this, the skewing of college enrollment, and thus opportunity in life, will only get worse.

The other day I stood and watched a fourth-grade boy tossing a Nerf football with some friends on a patch of grass in front of his school.  It was a sunny day without much wind, and the ball spiraled to the right of the boy, to the left, over his head, seemingly always just out of reach, yet he caught it every time.  The perfect synchronization between his legs propelling him upward, in whatever direction necessary, and his outreached hands awaiting the ball, seemed almost a dance.  The physicality of it had that kind of beauty, and I observed with awe, knowing that my own body, even at that age, could never have accomplished what this boy made look so easy. I thought about how this very simple act, seen every single day in yards and on fields and playgrounds everywhere, was not just toning this boy’s muscles or improving his eye-hand coordination—it was actually developing neural pathways in his brain through which information will always travel, be processed, and be recalled during his lifetime.  This boy, and millions like him, and girls like him, which there surely are…all of them are in our hands.  Meeting the learning needs of all of our children is a lofty yet imperative goal.  The African proverb “It takes a village to raise a child” is an overused but apt statement, and in the villages of schools and of families and of communities, we must join together to nurture and celebrate what it is to be female and what it is to be male and the very essence and value of the difference. And after all, boys will be boys.

A seguir meu comentário postado no blog acima:

Louis Morelli says:

Hay Ms. Lori, thanks by the very useful article. (Sorry due the poor English, it is not my native language). I have copied your article and pasted inside my article “O Demonio Matricial em Ação: Mais uma de suas Técnicas” (The Demon Matrix in Action: One more of its Techniques) because this issue is a good evidence for my theory.

I will follow your blog because you have good insights and an interesting new way for approaching new problems about education. Since that may theoretical models (The Universal Matrix/DNA of Natural Systems and Life’s Cycle) are suggesting a different and third solution for Macro-Evolution in relation to Darwin and Intelligent Designer, and since that this issue is being largely debated in America, I should appreciate reading an article from yours about this issue. Cheers, Louis Morelli.

I Ching, Adão e Eva no Éden Paraíso, As estancias de Dzian, e a Matriz/DNA

segunda-feira, fevereiro 7th, 2011

A analize dos modêlos da Matriz/DNA me levou a uma estonteante surprêsa: quando procurei encaixar a cosmologia dentro do diagrama/software da matriz/DNA como sistema fechado perfeito e surgiu um modêlo cosmológico em que os astros estariam sob os mecanismos do ciclo vital, percebí que êste modêlo astronomico, o qual revelaria o sistema natural mais evoluído que existia momentos antes das origens da vida na Terra, já tinha sido descrito por parábolas, analogias, a milhares de anos antes, na forma da filosofia e simbologia do I Ching, assim como na fábula de Adão e Eva no paraíso do Éden, e fortes indicações que o modêlo de buraco negro da Matriz/DNA bate com as descrições do vórtice das sete voltas das estancias de Dzian, que foi a fonte de tôdas as correntes esotéricas. procurando a causa desta estonteante coincidência, cheguei à temporária e provisonal ainda hipótese de que o modêlo astronomico da Matriz/DNA esteja registrado na memória do nosso DNA, nos trechos considerados “junk DNA”. Nêste artigo procurarei relacionar todos os artigos e material para esquematizar uma pesquisa.

– Ver este post em

http://www.davidicke.com/forum/showthread.php?t=118934&page=2

echoes_of_a_dream
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Default The Hyperdimensional Informational Construct

DNA, Language and the I Ching

Quote:
“We appear to be memory coils (DNA carriers capable of experience) in a computer-like thinking system which, although we have correctly recorded and stored thousands of years of experiental information, and each of us possesses somewhat different deposits from all the other life forms, there is a malfunction, a failure of memory retrieval. Therefore it is in the process of self-repair, which includes: rebuilding our subcircuit via linear and orthogonal time changes, as well as continual signaling to us to stimulate blocked memory banks within us to fire and hence retrieve what is there.” — Philip K. Dick

The structure of DNA as we know it is made up of “letters” (represented by the base pairs ATCG) which form “words” that are instructions to build an amino acid compound. There are 64 such “words” and one or more of these words represent the instruction and information necessary to create one of the 22 amino acids used to create the protein structure of a living body. You could say our bodies are made up of a living language.

In 1968, Marie-Louise von Franz, a disciple of Carl Jung, published an essay in which she speculated that there might be some structural link between the I Ching and DNA. A year later Dr. Martin Schonberger published an article in which he presented “the astonishing parallels between the natural science of the I Ching and the latest discoveries of nuclear genetics”. If the I Ching is an accurate analogy for the syntax of the genetic code, then what does that imply about our fate?

Recent research by Russian scientists have found that the sequencing of the codons of the non-coding regions of DNA (~97% of the genome) follow the rules of some kind of biological language. Research further revealed that the codons actually form words and sentences, just like our ordinary human language follows rules of grammar. Scientists have conducted much research on the origins of human languages and the origins of the grammatical rules that are so essential to all human languages. However, they have continually failed to find the source, but this research suggests that the origins of language may be surprisingly attributed to DNA. According to these findings our DNA is not only responsible for the construction of our body, but also serves as data storage and communication.

The vibrational behaviour of DNA was also studied and experients show that live DNA will always react to modulated laser rays and even to radio waves in the proper frequencies are being used. This scientifically explains why affirmations, hypnosis and other such methods have such strong effects on human beings. It is entirely normal and natural for our DNA to react to language. These studies prove the importance of our thoughts, words and language on out very being since they have the inherent ability to shape us into the person we are.

Could it be possible by looking at the structure of DNA for us to reconstruct a new syntax, grammar and vocabulary? Could it be, as Fulcanelli suggests, that fragments of the original language of light can be found in the divinatory systems used by all nautes, shaman and initiates?

Resources:

Tony Smith’s Home Page

http://www.valdostamuseum.org/hamsmith/ichgene6.html

 I Ching (Ho Tu and Lo Shu),

Genetic Code,

Tai Hsuan Ching, and

the D4-D5-E6-E7-E8 VoDou Physics Model

0 Tao, Simplex Physics
1 bit
2 superposition qbit
4 spacetime
16 fermions Ilm-al-Raml
256 Cl(8) IFA
65,536 Torah Genes
2^32 ~ 4 x 10^9 Genome Base Pairs
2^64 ~ 16 x 10^18 Brain Electrons Planck
2^128 ~ 256 x 10^36 Brain GraviPhotons Uncertainty
2^256 ~ 65,536 x 10^72 Particles in Universe

Chinese cosmology begins with the undivided Tai Chi,
then separating into Yin-Yang, ... :
Let o represent the undivided Tai Chi, a scalar point of origin: 

     |     |
     |     |
_____|_____|_____
     |     |
     |  o  |
_____|_____|_____
     |     |
     |     |
     |     |     

Then add 4 vector directions of Physical Spacetime:
   1, i, j, k  of the quaternions
to get the 5 Elements:    

     |     |
     |  i  |
_____|_____|_____
     |     |
  j  |  o  |  1
_____|_____|_____
     |     |
     |  k  |
     |     |     

Then add 4 vector directions of Internal Symmetry Space:
   E, I, J, K  of the octonions,
which are the basis for the D4-D5-E6-E7 physics model,
to get 9 directions: 

     |     |
  J  |  i  |  I
_____|_____|_____
     |     |
  j  |  o  |  1
_____|_____|_____
     |     |
  K  |  k  |  E
     |     |     

The 10th direction is Yin-Yang reflection
of the 8 vector directions   1, i, j, k, E, I, J, K.  

Now, identify the 3x3 square with the Magic Square 

     |     |
  4  |  9  |  2
_____|_____|_____
     |     |
  3  |  5  |  7
_____|_____|_____
     |     |
  8  |  1  |  6
     |     |     

whose central number, 5, is also
central in the sequence   1,2,3,4, 5, 6,7,8,9
which sequence corresponds
to the octonions          1,i,j,k, 0, E,I,J,K 

whose total number for each line is 15,
the dimension of the largest Hopf fibration
and the dimension of the imaginary sedenions.

If you take into account the direction in which you add each
of the 8 ways, and add all directed ways together
you get a total of 16x15 = 240
which is the number of vertices of a Witting polytope. 

The total of all 9 numbers of the Magic Square is 45,
the dimension of the D5 Lie algebra Spin(10)
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
in which
the D4 Spin(8) subgroup of Spin(10) corresponds
to 28 bivector gauge bosons
and the 16-dimensional homogeneous space
Spin(10) / Spin(8)xU(1)
corresponds to an 8-dimensional complex domain
whose Shilov boundary is RP1 x S7
corresponding to an 8-dimensional spacetime.  



Perhaps about 5,300 years ago, China's first emperor, Fu Xi, saw, rising from the Yellow River, a dragon-horse with markings of the

Ho Tu,

shown here in its ancient and modern forms:
 
 
Fu Xi interpreted the 4 directions and 4 diagonal directions
of the Ho Tu in terms of the Earlier Heaven arrangement
of the 8 trigrams of the I Ching:
 
 
The 8 trigrams of the I Ching are similar to
the 16 tetragrams of Ilm al-Raml (the Science of the Sands)
attributed to the third Islamic prophet, Idris,
which were preserved from the Global Early Civilization
as the FA of the Fon people of Benin (Dahomey).

Baba Eyiogbe says “… It is indeed part of the Ifa tradition that Ifa was brought to China, but in a more limited form. This is sometimes attributed to a warrior path of Obatalá, Obatalá Ayaguna. This path of Obatalá is the Ifa diviner for the other paths of Obatalá as well (when Orunmila does not do it directly). …”.

It seems to me as though Vedic divination and Tai Shuan Ching are based on the Triality aspect of the 256-dimensional Cl(8) Clifford algebra of IFA, while I Ching is based on the 64-dimensional Cl(6) Clifford subalgebra of the Cl(8) of IFA.

When the 8 trigrams are combined in pairs
according to the Fu Xi Earlier Heaven Ho Tu arrangement
to make 64 hexagrams of the I Ching, 

you get a very symmetrical I Ching pattern

Although the Earlier Heaven arrangement of the 8 trigrams
does not exactly correspond to the binary number
sequence from 0 through 7
(it is 0,1,2,3,7,6,5,4 instead of 0,1,2,3,4,5,6,7),
the Earlier Heaven arrangement of the 64 hexagrams
does correspond to the binary number
sequence from 0 through 63.  




According to two 13 February 2001 articles in The New York Times by Nicholas Wade: “… Dr. J. Craig Venter and colleagues at Celera Genomics report in …[ Science 291 (16 February 2001) 1304-1351 ]… that they have identified 26,588 human genes for sure, with another 12,731 candidate genes. … Celera’s rival, the publicly funded consortium of academic centers, has come to a similar conclusion. Its report in …[ Nature 409 (15 February 2001) 860-921, where they say “… Genes (or at least their coding regions) comprise only a tiny fraction of human DNA, but they represent the major biological function of the genome and the main focus of interest by biologists. ….” ]… pegs the probable number of human genes at 30,000 to 40,000. Because the current gene-finding methods tend to overpredict, each side prefers the lower end of its range, and 30,000 seems to be the new favorite estimate. … Most of the repetitive DNA sequences in the 75 percent of the genome that is essentially junk ceased to accumulate millions of years ago, but a few of sequences are still active and may do some good. The chromosomes themselves have a rich archaeology. Large blocks of genes seem to have been extensively copied from one human chromosome to another, beckoning genetic archaeologists to figure out the order in which the copying occurred and thus to reconstruct the history of the animal genome.

As the modest number of human genes became apparent, biologists in both teams were forced to think how to account for the greater complexity of people, given that they seem to possess only 50 percent more genes than the roundworm. It is not foolish pride to suppose there is something more to Homo sapiens than Caenorhabditis elegans. The roundworm is a little tube of a creature with a body of 959 cells, of which 302 are neurons in what passes for its brain. Humans have 100 trillion cells in their body, including 100 billion brain cells.

Several explanations are emerging for how to generate extra complexity other than by adding more genes. One is the general idea of combinatorial complexity – with just a few extra proteins one could make a much larger number of different combinations between them. …

The two teams’ first scanning of the genome suggests … ways in which humans have become more complex than worms.

One comes from analysis of what are called protein domains. Proteins, the working parts of the cell, are often multipurpose tools, with each role being performed by a different section or domain of the protein. Many protein domains are very ancient. Comparing the domains of proteins made by the roundworm, the fruit fly and people, the consortium reports that only 7 percent of the protein domains found in people were absent from worm and fly, suggesting that “few new protein domains have been invented in the vertebrate lineage.” But these domains have been mixed and matched in the vertebrate line to create more complex proteins. …

Evolution has devised another ingenious way of increasing complexity, which is to divide a gene into several different segments and use them in different combinations to make different proteins. The protein-coding segments of a gene are known as exons and the DNA in between as introns. The initial transcript of a gene is processed by a delicate piece of cellular machinery known as a spliceosome, which strips out all the introns and joins the exons together. Sometimes, perhaps because of signals from the introns that have yet to be identified, certain exons are skipped, and a different protein is made. The ability to make different proteins from the same gene is known as alternative splicing. The consortium’s biologists say that alternative splicing is more common in human cells than in the fly or worm and that the full set of human proteins could be five times as large as the worm’s.

Another possible source of extra complexity is that human proteins have sugars and other chemical groups attached to them after synthesis.

There’s a different explanation of human complexity, which is simply that the new low-ball figure of human genes derived by Celera and consortium is a gross undercount. Dr. William Haseltine, president of Human Genome Sciences, has long maintained that there are 120,000 or so human genes. … Dr. Haseltine … remains unshaken in his estimate of 100,000 to 120,000 genes. He said last week that his company had captured and sequenced 90,000 full-length genes, from which all alternative splice forms and other usual sources of confusion have been removed. He has made and tested the proteins from 10,000 of these genes. The consortium and Celera have both arrived at the same low number because both are using the same faulty methods, in his view. … Dr. Haseltine notes that the gene-finding methods used by the two teams depend in part on looking for genes like those already known, a procedure that may well miss radically different types of genes. His own method, capturing the genes produced by variety of human cell types, is one that Dr. Venter says in his paper is the ultimate method of counting human genes. … Dr. Eric S. Lander of the Whitehead Institute last week challenged Dr. Haseltine to make public all the genes he had found in a 1 percent region of the genome and let others assess his claim. … Dr. Haseltine said yesterday that he was contemplating the best way to respond and that he was “planning to do so in one form or another, in the open literature.”

Turning from genes to chromosomes, one of the most interesting discoveries in this week’s papers concerns segmental duplications, or the copying of whole blocks of genes from one chromosome to the other. These block transfers are so extensive that they seem to have been a major evolutionary factor in the genome’s present size and architecture. They may arise because of a protective mechanism in which the cell reinserts broken-off fragments of DNA back into the chromosomes.

In Celera’s genome article, Dr. Venter presents a table showing how often blocks of similar genes in the same order can be found throughout the genome. Chromosome 19 seems the biggest borrower, or maybe lender, with blocks of genes shared with 16 other chromosomes. … Segmental duplication is an important source of innovation because the copied block of genes is free to develop new functions. …

Celera ordered the world’s most powerful civilian computer to calculate how to assemble its

27 million 500-base pair fragments into an entire genome.

Its rival, the public consortium of academic centers, felt no need for a massive computer and assembly program because its genome decoding strategy didn’t require one. But a computational biologist at the University of California, Santa Cruz, whose supervisor had been asked to help identify genes, realized the genome had to be assembled before gene identification could begin. In four weeks Jim Kent wrote an assembly program that put the consortium’s jumble of DNA fragments into coherent order. It was this assembled sequence on which most of the consortium’s genome analysis is based. Mr. Kent also wrote a browser, a program that aligns the known genes and other interpretive information in tracks above the actual genome sequence. Anyone wanting to take a tour of the human genome, with Mr. Kent’s browser as their guide, can do so at genome.ucsc.edu. …

One of the most intriguing hints that new biology may be discovered in the genome comes from an initial survey of the mouse genome, which Celera said this week it had assembled. Laying the mouse genome sequence over the human sequence is extremely revealing because most of the DNA has diverged in the 100 million years since mouse and man last shared a common ancestor. The DNA regions that are similar between the two species are those important enough to have been conserved. At a stroke, almost all the genes fall out as noticeably similar. So too do many of the control regions of DNA that precede the genes.

And Dr. Craig Venter, president of Celera, has now stated that there is a third category of similar DNA regions, which are not genes but are too extensive to be control regions. No one yet knows what the mystery regions are doing. …”.

 

According to a 21 January 2003 article in The New York Times by Andrew Pollack:  

“… RNA and DNA are strings of chemical units called bases that embody the genetic code. The bases are represented by the letters A, C, G and either T in DNA or U in RNA. The C base always binds to G. A binds only to T or U. So a single strand of DNA or RNA can bind to another strand that has the complementary bases. Under what is known as the central dogma of genetics, genes, which are the recipes for making proteins, are part of the DNA of the chromosomes. When a protein is to be made, the DNA is copied onto a corresponding piece of single-stranded RNA, known as messenger RNA, that delivers the recipe to the cell’s protein-making machinery. Proteins make up most of a cell and perform most of its functions, including turning genes on and off.But new evidence suggests that some RNA is not merely the intermediary between DNA and protein, but the end product. Some huge stretches of DNA that do not contain protein-coding genes and have been considered “junk” actually hold the code for some of this RNA. …

… in addition to the DNA’s containing the recipes for proteins, a lot more DNA was being copied into RNA. The recently deciphered mouse genome was found to have about twice as much in common with the human genome as could be accounted for by protein-coding genes. … At least part of this overlap appears to be genes that produce RNA as their end product. What all of this RNA is doing is not clear … But mounting evidence suggests that at least some RNA is involved in regulating the way genes are turned on or off. … the most radical view: that RNA provides the command and control of cells. Proteins … are like bricks and beams. But the RNA determines whether those bricks and beams become office buildings or houses. This RNA network … provides the complexity that separates higher life forms from simpler ones. …”.

… Some genes … produce tiny RNA’s, known as micro-RNA’s or miRNA, which are about 21 to 23 bases, or letters, in length. The micro-RNA’s bind to matching pieces of messenger RNA, turn it into a double strand and keep it from doing its job. The process effectively stifles the production of the corresponding protein. …

… RNA interference, or RNAi …[occurs when]… double-strand RNA … would silence the gene corresponding to that RNA. …

… small interfering RNA’s or siRNA’s …[are]… pieces of about 21 to 23 bases … Each short segment attracts a phalanx of enzymes. Together, they seek out messenger RNA that corresponds to the small RNA and destroy it. …

… micro-RNA’s appear to be formed as longer stretches of RNA that fold back on themselves like hairpins to create double strands. The sequence of bases is sort of like a palindrome, so that when the folding occurs, complementary bases line up, and the two arms of the hairpin stick together. …

… small RNA’s bind to chromosomes to shut down genes more permanently than can be done by stifling messenger RNA. …

… viruses … sometimes create double-strand RNA when they replicate … Mammalian cells, confronted with long double-strand RNA, basically destroy themselves as a defense against pathogens. But two years ago scientists at the Max Planck Institute found that short double-strand RNA, again about 21 to 23 bases, would not set off the self-destructive response but would silence the corresponding gene. …”.

According to a 7 July 2001 BBC article by Helen Briggs: “… Two rival teams that cracked the human genome may have underestimated the number of human genes, according to a new computer analysis. Scientists in the United States claim

humans are built from 66,000 genes,

nearly twice as many as the current consensus. … a … team, based at Ohio State University, Columbus, Ohio, has reanalysed the raw data, using a supercomputer, and come up with a higher estimate for the number of human genes. “We ended up with a higher estimated number of genes than the other two teams because we compared 13 different gene databases to the DNA sequences in the draft genome produced by the Human Genome Project,” said Bo Yuan of Ohio State University. … The discrepancy seems to arise from the process used to analyse human genetic data. … The genome is the complete list of coded instructions needed to make a person There are 3.1 billion letters in the DNA code in every one of the 100 trillion cells in the human body If all of the DNA in the human body were put end to end, it would reach to the Sun and back more than 600 times. … Buried within these coded instructions are the genes – ‘sentences’ which hold the instructions for the proteins of which human tissue is made. The genes occupy only about a hundredth of the length of the huge string of DNA, broken up into the 46 chromosomes in every cell. To fish out the genes, which are hidden among the long continuous string of letters, scientists rely on genetic databases. … The Ohio State University team says Celera’s genome map, and particularly, the Human Genome Project map relied mainly on two databases to locate the genes. They used these two databases plus 11 others. “We used more experimental evidence in assembling our map, and that suggests that there are probably between 65,000 and 75,000 transcriptional units,” said Dr Yuan. A transcriptional unit is a length of DNA that shows strong evidence of being a gene but which requires future verification. This is where the dispute arises. “Some researchers are unsettled by the certainty with which the Human Genome Consortium is presenting its lower gene count,” said Fred Wright of Ohio State University. “In my view, the final number of genes – when it is known – will lie somewhere between their high of 40,000 and our value of 70,000.” … Arguments over how many genes it takes to build a human being look set to continue. A gene sweepstake set up by scientists attending the Cold Spring Harbor Genome Meetings in the United States is still taking entries. To date, there have been 165 bets, ranging from 27,462 to 153,478 human genes. So far, the money is on 61,710. …”.


In cond-mat/0204078, Jimenez-Montano, Mora-Basanez, and Poschel say:

“… the genetic code may be represented by a six-dimensional boolean hypercube in which the codons (actually the code-words …) occupy the [ 2^6 = 64 ] vertices (nodes) in such a way that all kinship neighborhoods are correctly represented. This approach is a particular application to binary sequences of length six of the general concept of sequence-space, first introduced in coding theory by Hamming …

… The six-dimensional hypercube …

… Each node is labeled with the corresponding amino acid …

… It is well known in the field of Genetic Algorithms that a proper encoding is crucial to the success of an algorithm. Furthermore in … R. A. Caruana and J. D. Schaffer, Representation and hidden bias: Gray vs. binary coding for genetic algorithms, in: J. Laird (ed.), Proceedings of the Fifth International Conference on Machine Learning, Morgan Kauffman Publ. Inc., 153-161 (San Mateo, 1988). … it is shown the superiority of Gray coding over binary coding for the performance of a genetic algorithm. As it was shown above the structure of the genetic code is precisely the structure of a Gray code. …”.

 


 

Katya Walter has shown that the Fu Xi Earlier Heaven
Ho Tu arrangement of the 64 hexagrams
can represent the DNA genetic code:
 
 
Since the DNA genetic code can be represented by
4 things taken 3 at a time,
or  (2x2) x (2x2) x (2x2) = 64, 

and since the I Ching (which is based on 6 bars,
each of which can be in 2 states - broken or unbroken)
can be represented by 2 things taken 6 at a time,
or  2 x 2 x 2 x 2 x 2 x 2 = 64, 

and since pairs of octonionic half-spinors of the Spin(0,8)
Clifford algebra Cl(0,8) on which the D4-D5-E6-E7 physics model is based
can be represented by 8 things taken 2 at a time,
or  (2x2x2) x (2x2x2) = 64, 

the genetic code, the I Ching, and the D4-D5-E6-E7 physics model
are all just different representations
of the same fundamental structure.  

The fundamental structure of 8 trigrams can not only be extended
to 8x8 = 2^6 = 64 hexagrams,
but also to 24-grams, of which there are 8^8 = 2^24 = 16,777,216.
24-grams are directly related to Golay codes and the Leech lattice.  

In that connection,
the hexacode H6 is related to Golay codes and the Leech lattice.
The hexacode H6 can be used to construct
quantum-error-correcting codes that are based on GF(4),
and
an RNA code is based on 4 nucleotides UGAC, taken 3 at a time.
Katya Walter has shown that
the I Ching representation of the DNA genetic code
can be transformed in a natural way to
an I Ching representation of the RNA genetic code.  

The same fundamental structure is also shared
by Penrose tilings and musical sequences. 

Further,
you can represent genetic information by
DNA sequence music (215k wav).  

Katya Walter has shown that the representation of the DNA code by Fu Xi's Ho Tu arrangement of the I Ching is not superficial. The 55 points of the Ho Tu diagram can be divided into 27 SouthEast points and 28 NorthWest points, if the central point is put into the NorthWest part. The G-C base pair has 15 ring atoms and 12 other atoms, just as the SouthEast part has 15 even points and 12 odd points. The T-A base pair has 15 ring atoms and 13 other atoms, just as the NouthWest part has 15 even points and 13 odd points.
 
If the central point is allowed to remain central,
and represent a U(1) propagator phase,
then both the SouthEast and NorthWest parts
have 15 even points and 12 odd points,
so that they represent
the 15 generators of the Spin(6) that gives
conformal gravity and the Higgs mechanism
and
the 12 generators of the SU(3)xSU(2)xU(1) standard model,
that is,
all the gauge bosons of the D4-D5-E6-E7-E8 VoDou Physics model spacetime.  

Note that, to represent physical structures
such as the DNA code and the D4-D5-E6-E7 model gauge bosons,
the proper axis for the Ho Tu diagram is NorthEast-SouthWest,
which is different
from the North-South axis used to represent abstract Yin-Yang
binary math structure.  

Such a diagonal axis will be used in the Lo Shu diagram,
which is more oriented to representations of physical structures,
as opposed to abstract structures.  



China's third emperor Huang Di started the present Chinese calendar on 10 February 2697 BC. About 4,200 years ago, when Comet Hale-Bopp last appeared, Yu (father of the first emperor of the Xia dynasty) saw, rising from the Lo River, a turtle with markings of the

Lo Shu,

shown here in its ancient and modern forms:
 
 
Yu interpreted the 4 directions and 4 diagonal directions
of the Lo Shu in terms of the Later Heaven arrangement
of the 8 trigrams of the I Ching:
 
 
Note that the Yu Later Heaven Lo Shu arrangement of the 8 trigrams
is not very symmetrical with respect to abstract Yin-Yang
binary structure,
but is very symmetrical with respect to a NorthEast-SouthWest axis
and the physical representation of the 5 Elements.
The NorthEast-SouthWest axis is Earth-Earth-Earth,
SouthEast and East are Wood,
NorthWest and West are Metal, and
South is Fire and North is Water. 

Although the Lo Shu is not very symmetrical with respect
to abstract Yin-Yang binary structure,
the Lo Shu diagram does have the interesting mathematical
structure of a Magic Square:
 
 

In addition to Square tilings of the plane,
there are Hexagonal tilings.  

The only Magic Hexagon that exits also has central number 5: 

            15             

      14           13      

 9           8           10

       6            4      

11           5           12

       1            2      

18           7           16

      17           19      

             3             

There are 15 sums, 5 parallel to each of its 3 axes.
Each sum is 38 = 2x19, and there are 1+6+12 = 19 cells.
19x19 is the dimension of the lattice of a WeiQi board. 



Perhaps because of its lack of abstract Yin-Yang binary symmetry, the Later Heaven Lo Shu arrangement of the 8 trigrams did not lead Yu to make a corresponding arrangement of the 64 hexagrams. It was not until about 3,100 years ago that Wen-wang (father of the founder of the Zhou dynasty) made a Lo Shu arrangement of the 64 hexagrams.  
 
Since Wen-wang's son Wu-wang named him (posthumously) as
the first emperor of the Zhou dynasty,
Wen-wang is known as King Wen,
and his arrangement of the 64 hexagrams
often called the King Wen arrangement. 

King Wen created his arrangement while imprisoned by
the Shang emperor.  It was not an arrangement to describe
abstract principles, but to describe his life and how it
could be useful in overthrowing the corrupt Shang emperor
and setting up a better government.
The 64 King Wen hexagrams are arranged in 32 dual pairs.
For 28 of the pairs, one is the other turned upside down.
8 hexagrams are the same turned upside down,
so they make up 4 pairs of opposites.
The 28 upside-down symmetric pairs have a similar symmetry
to the 28-dimensional antisymmetric real 8x8 matrices
that represent Spin(0,8) of the D4-D5-E6-E7 physics model. 

King Wen's arrangement is designed for life in our physical world,
beginning with pure Yang, forward moving Heaven,
and ending with a hexagram described by two characters
that mean "not yet across (a river)",
so that its ending is really also a beginning,
just as in real life.
Perhaps that is why the King Wen arrangement is the one
most often seen in present-day I Ching books. 

Another son of King Wen was the Duke of Zhou,
the brother of King Wu (Wu-wang).
When King Wen wrote about the 64 hexagrams,
he wrote for each entire hexagram a Judgment.
The Duke of Zhou wrote a poetic text, the Line Text,
for each hexagram Judgment.
Each poem line corresponds to a hexagram line,
and each whole poem goes with
the Chinese characters for each hexagram Judgment. 

Much later commentaries, such as the Ten Wings,
have been added to the present-day I Ching books. 

My opinion about such later commentaries is
the same as that of Rosemary and Kerson Huang:
"The poetic aspect of the I Ching,
however, has been obscured by the Ten Wings.
How can you enjoy poetry if every line is followed
by government regulations on how to read it?"

The King Wen I Ching sequence was used by Terence McKenna to construct his Timewave model of history.

 


Of course, it is possible to make other arrangements of the 8 trigrams and 64 hexagrams of the

I Ching

than the Fu Xi and King Wen arrangements. 

The 8 trigrams can be arranged in 8! = 40,320 different orders.
As well as ordering the 8 trigrams differently,
you can pick subsets of the 8 trigrams.
That can also be done in many ways:
there are 2^8 = 256 subsets of the 8 trigrams.
The number of subsets of the 8 trigrams is
the dimension of the Cl(0,8) Clifford algebra
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
and
is related to ordering the 8 trigrams
by the Clifford sequence corresponding
to the binary numbers from 0 through 7

You can arrange the 64 hexagrams
in 64! (about 1.27 x 10^89) different orders.  

As well as ordering the 64 hexagrams differently,
you can pick subsets of the 64 hexagrams.
That can also be done in many ways:
there are 2^64 (about 1.844 x 10^19) subsets of the 64 hexagrams.
The number of subsets of the 64 hexagrams is
useful in estimating the Planck mass. 

If you want more possibilities,
consider the (2^64)! possible orderings
of all 2^64 subsets of the 64 hexagrams. 

If you want still more,
consider the possible orderings
within each of the 2^64 subsets of the 64 hexagrams. 

The ordering of the
64 hexagrams in the HuangLao Daoist Mawangdui Silk Text
may be related to historical events of the time period
from 613 BC (Emperor Zhuang of Chu)
to the time the manuscript was copied,
probably about 202-195 BC (Emperor Liu Bang of Han).   

A natural ordering of the 64 hexagrams is
the I Ching lattice of Billy Culver

in which the 64 hexagrams are in groups of
4 + 16 + (12+12) + 16 + 4 = 4 + 16 + 24 + 16 + 4  = 64
This can be seen as a 4-fold expansion of the
       1   4   6   4   1
level of the Su Meru triangle.



Another order is based on the
       1   6  15  20  15   6   1
level, with 2^6 = 64 elements, of the Su Meru triangle:

(Here, the hexagrams are denoted by numbers representing them in the binary Fu Xi Earlier Heaven sequence, as binary numbers from 0 through 63, with broken lines denoted by – -.)

 
----------------------

 0                                   1 hexagram with 0    - -

----------------------

 1   2   4   8  16  32               6 hexagrams with 1   - -

----------------------

 3   6  12  24  48

 5  10  20  40

 9  18  36                          15 hexagrams with 2   - -

17  34

33

----------------------

 7  14  28

11  22

13  26  

19

21

25

======================      10+10 = 20 hexagrams with 3   - -          

                    38 = 63 - 25

                    42 = 63 - 21 

                    44 = 63 - 19  

                37  50 = 63 - 13   

                41  52 = 63 - 11  

            35  49  56 = 63 - 7    

----------------------

                    30 = 63 - 33

                29  46 = 63 - 17

            27  45  54 = 63 - 9     15 hexagrams with 4   - -

        23  43  53  58 = 63 - 5

    15  39  51  57  60 = 63 - 3

----------------------

31  47  55  59  61  62 = 63 - 1      6 hexagrams with 5   - -

----------------------

                    63 = 63 - 0      1 hexagram with 6    - -    

----------------------

Still another interesting order for the hexagrams uses the order of this 8x8 Magic Square whose sum is 260. It is constructed by writing the numbers 1...64 in sequence and then reversing the order of the green entries: 64 2 3 61 60 6 7 8 9 55 54 12 13 51 50 16 17 47 46 20 21 43 42 24 40 26 27 37 36 30 31 32   32 34 35 29 28 38 39 25   41 23 22 44 45 19 18 48 49 15 14 52 53 11 10 56 8 58 59 5 4 62 63 1   Since 8x8 = 64 = 4x4x4 is both a square and a cube (the smallest such number greater than 1) you can use the same numbers and a similar method to construct a 4x4x4 Magic Cube with sum 130. Here is such a cube as constructed by Meredith Houlton: 1 63 62 4 60 6 7 57 56 10 11 53 13 51 50 16 48 18 19 45 21 43 42 24 25 39 38 28 36 30 31 33   32 34 35 29 37 27 26 40 41 23 22 44 20 46 47 17   49 15 14 52 12 54 55 9 8 58 59 5 61 3 2 64 The sum of the 8x8 Magic Square, 260, is twice the sum (130) of the 4x4x4 Magic Cube. The Maya calendar uses a period of 260 days, the Tzolkin, as well as a period of 365 days, the Haab.
A version of the

Tai Hsuan Ching

was written by Yang Hsiung,
who lived from about 53 BC to about 18 AD.  

As the I Ching is based on hexagrams of binary lines,
for a total of 2x2x2x2x2x2 = 8x8 = 64 hexagrams,
the Tai Hsuan Ching is based on tetragrams of ternary lines,
for a total of 3x3x3x3 = 9x9 = 81 tetragrams.

It seems to me as though Vedic divination and Tai Shuan Ching are based on the Triality aspect of the 256-dimensional Cl(8) Clifford algebra of IFA, while I Ching is based on the 64-dimensional Cl(6) Clifford subalgebra of the Cl(8) of IFA.

 
The progression from the I Ching to the Tai Hsuan Ching
is similar to a number of things:
 
The numbers shown in the arrangement below
are the ternary numbers plus 1,
as the ternary numbers go from 0 to 80
instead of from 1 to 81.
 
 
The ternary number arrangement is similar to
the Fu Xi binary number arrangement of the I Ching. 

The 81 tetragrams correspond to the 81 verses
of the Tao Te Ching.  

The Tai Hsuan Ching may be at least as
old as the King Wen arrangement of the I Ching,
since such tetragrams have been
found on Shang and Zhou dynasty oracle bones.  

To construct the Tai Hsuan Ching,
start with the 3x3 I Ching Magic Square  

     |     |
  4  |  9  |  2
_____|_____|_____
     |     |
  3  |  5  |  7
_____|_____|_____
     |     |
  8  |  1  |  6
     |     |     

whose central number, 5, is also
central in the sequence   1,2,3,4, 5, 6,7,8,9
which sequence corresponds
to the octonions          1,i,j,k, 0, E,I,J,K 

whose total number for each line is 15,
the dimension of the largest Hopf fibration
and the dimension of the imaginary sedenions. 

If you take into account the direction in which you add each
of the 8 ways, and add all directed ways together
you get a total of 16x15 = 240
which is the number of vertices of a Witting polytope. 

The total of all 9 numbers is 45,
the dimension of the D5 Lie algebra Spin(10)
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
in which
the D4 Spin(8) subgroup of Spin(10) corresponds
to 28 bivector gauge bosons
and the 16-dimensional homogeneous space
Spin(10) / Spin(8)xU(1)
corresponds to an 8-dimensional complex domain
whose Shilov boundary is RP1 x S7
corresponding to an 8-dimensional spacetime.  

Notice that the 3x3 Magic Square gives
the gauge bosons and the spacetime
of the D4-D5-E6-E7 physics model
but
does not contain the spinor fermions. 

The 3 generations of spinor fermions
corresond to a Lie Algebra Magic Square.  

The Tai Hsuan Ching construction will
give us the spinor fermions,
and therefore corresponds to
the complete D4-D5-E6-E7 physics model. 

To construct the Tai Hsaun Ching,
consider the Magic Square sequence as a line 

3   8   4   9   5   1   6   2   7

with central 5 and opposite pairs at equal distances. 

If you try to make that, or a multiple of it,
into a 9x9 Magic Square whose central number
is the central number 41 of 9x9 = 81 = 40+1+40,
you will fail because 41 is not a multiple of 5. 

However, since 365 = 5x73 is
the central number of 729 = 364+1+364 , you can
make a 9x9x9 Magic Cube with 9x9x9 = 729 entries,
each 9x9 square of which is a Magic Square.
The Magic Cube of the Tai Hsaun Ching
gives the same sum for all lines parallel to an edge,
and for all diagonals containing the central entry. 

The central number of the Magic Cube, 365,
the period of a Maya Haab.  

The total number for each line is 3,285 = 219 x 15.
The total of all numbers is 266,085  =  5,913 x 45. 

Since 729 is the smallest odd number greater than 1
that is both a cubic number and a square number,
the 729 entries of the 9x9x9 Magic Cube with central entry 365
can be rearranged to form
a 27x27 Magic Square with 729 entries and central entry 365. 

27 = 3x3x3 = 13+1+13 is a cubic number with central number 14,
and there is a 3x3x3 Magic Cube with central entry 14
(14 is the dimension of the exceptional Lie algebra G2)
and sum 42:  

10  24   8       26   1  15        6  17  19
23   7  12        3  14  25       16  21   5
 9  11  22       13  27   2       20   4  18

The lowest dimensional non-trivial representation
of the Lie algebra E6 is 27-dimensional,
corresponding to the 27-dimensional Jordan algebra
of 3x3 Hermitian octonionic matrices.  

E6 is the 78-dimensional Lie algebra
that is used in the D4-D5-E6-E7 physics model
in which
the 32-dimensional homogeneous space
E6 / Spin(10)xU(1)
corresponds to a 16-dimensional complex domain
whose Shilov boundary is two copies of RP1 x S7
corresponding to Spin(8) spinors, representing
8 fermion particles and 8 fermion antiparticles.  

All 4 components of the D4-D5-E6-E7 model,
arising from the 4 fundamental representations of Spin(8),
are contained within E6:
8 half-spinor fermion particles;
8 half-spinor fermion antiparticles;
8-dimensional spacetime
      (4 Physical Spacetime dimensions and
       4 Internal Symmetry dimensions);
and 28 gauge bosons
      (12 for the Standard Model,
       15 for Conformal Gravity and the Higgs Mechanism, and
        1 for propagator phase).  

The Lie algebra E6 is 72+6 = 78-dimensional,
and has Weyl group of order 72x6! = 51,840
which is the symmetry group of the 6-dimensional polytope 2_21
with 27 vertices and 27+72 faces
which is also the symmetry group of the 27 line configuration:
 

The 78 dimensions of E6 correspond to the 78 Tarot cards. 

Since E6 as used in the D4-D5-E6-E7 physics model
represents the two half-spinor representations of Spin(8),

 

For Spin(n) up to n = 8,
here are is their Clifford algebra structure
as shown by the Yang Hui (Pascal) triangle
and the dimensions of their spinor representations
 
n                                           Total            Spinor
                                          Dimension        Dimension

0                   1                   2^0 =   1= 1x1         1
1                 1   1                 2^1 =   2= 1+1         1
2               1   2   1               2^2 =   4= 2x2       2 = 1+1
3             1   3   3   1             2^3 =   8= 4+4         2
4           1   4   6   4   1           2^4 =  16= 4x4       4 = 2+2
5         1   5  10  10   5   1         2^5 =  32=16+16        4
6       1   6  15  20  15   6   1       2^6 =  64= 8x8       8 = 4+4
7     1   7  21  35  35  21   7   1     2^7 = 128=64+64        8
8   1   8  28  56  70  56  28   8   1   2^8 = 256=16x16     16 = 8+8
Since each row of the Yang Hui (Pascal) triangle
corresponds to the graded structure of an exterior algebra
with a wedge product, call each row a wedge string.  

In this pattern, the 28 and the 8 for n = 8 correspond
to the 28 gauge bosons of the D4 Lie algebra
and to the 8 spacetime (4 physical and 4 internal symmetry)
dimensions that are added when you go to the D5 Lie algebra. 

The 8+8 = 16 fermions that are added when you go to E6,
corresponding to spinors, do not correspond to any single
grade of the n = 8 Clifford algebra with graded structure
1   8  28  56  70  56  28   8   1
but correspond to the entire Clifford algebra as a whole. 

The total dimension of the Clifford algebra
is given by the Yang Hui (Pascal) triangle
pattern of binary expansion (1 + 1)^n,
which
corresponds to the number of vertices of
a hypercube of dimension n.  

The spinors of the Clifford algebra of dimension n
are derived from the total matrix algebra of dimension 2^n
with pattern 

n                    

0                   1
1                 2
2               4
3             8
4          16
5        32
6      64
7   128
8 256                

This can be expanded to a pattern 

n                                    

0                   1
1                 2   1
2               4   2   1
3             8   4   2   1
4          16   8   4   2   1
5        32  16   8   4   2   1
6      64  32  16   8   4   2   1
7   128  64  32  16   8   4   2   1
8 256 128  64  32  16   8   4   2   1

in the same form as the Yang Hui (Pascal) triangle.  

Call each row a spinor string.   

For a given row in the binary (1+1)^n Yang Hui (Pascal) triangle
the string product of a spinor string and a wedge string 

(2^N, 2^(N-1),  2^(N-2), ... , 2^(N-J), ... ,    4,     2, 1)
(1 ,   N   , N(N-1)/2,...,N^k J^(N-k)/(k!(N-k)!)J),...,N(N-1)/2,N,1)

gives the rows of the ternary (1+2)^n power of 3 triangle

n                                                           

0                     1                          3^0 =     1
1                   2    1                       3^1 =     3
2                4    4    1                     3^2 =     9
3              8    12   6    1                  3^3 =    27
4           16   32   24    8    1               3^4 =    81
5         32   80   80   40   10    1            3^5 =   243
6       64  192  240  160   60   12    1         3^6 =   729
7    128  448  672  560  280   84   14    1      3^7 = 2,187
8  256 1024 1792 1792 1120  448  112   16    1   3^8 = 6,561

Just as the binary (1+1)^n triangle corresponds to the I Ching,
the ternary (1+2)^n triangle corresponds to the Tai Hsuan Ching.
The ternary triangle also describes
the sub-hypercube structure of a hypercube.  

The ternary power of 3 triangle is not only
used in representations of the spinors in the D4-D5-E6-E7 model,
it was also by Plato in describing cosmogony and music.  

 


 

The 9x9x9 Magic Cube of the Tai Hsuan Ching

has central entry 365,
and 365 = 73 x 5 is the whole number of days in a solar year.
The corresponding Maya 365-day period is called the Haab. 

The 8x8 Magic Square and 4x4x4 Magic Cube of the I Ching
have sums 260 and 130 = 260/2,
and 260 = 13 x 5 x 4  is the number of days in a Maya Tzolkin.  

The common period of the Maya Haab and Tzolkin
is   73 x 5 x 13 x 4 = 18,980 days or 52 Haab.  

The synodic period of Venus is 584 = 73 x 8.  

The common period of the Maya Haab and
the synodic period of Venus
is 73 x 5 x 8 = 37,960 days or 104 Haab. 

The common period of the Maya Haab and Tzolkin and
the synodic period of Venus
is 73 x 5 x 8 = 2,929 days or 8 Haab. 

Since the 8x8 = 4x4x4 = 64, and 584 = 2 x 260 +  64.
the synodic period of Venus is naturally expressible in
terms of the 8x8 Magic Square and the 4x4x4 Magic Cube. 

Here is the 9x9x9 Magic Cube:
 

1

 
543  179  616  252  689  397   33  470  106

107  544  180  617  244  690  398   34  471

472  108  545  172  618  245  691  399   35

 36  473  100  546  173  619  246  692  400

401   28  474  101  547  174  620  247  693

685  402   29  475  102  548  175  621  248

249  686  403   30  476  103  549  176  613

614  250  687  404   31  477  104  541  177

178  615  251  688  405   32  469  105  542

2

 
 97  534  170  607  324  680  388   24  461

462   98  535  171  608  316  681  389   25

 26  463   99  536  163  609  317  682  390

391   27  464   91  537  164  610  318  683

684  392   19  465   92  538  165  611  319

320  676  393   20  466   93  539  166  612

604  321  677  394   21  467   94  540  167

168  605  322  678  395   22  468   95  532

533  169  606  323  679  396   23  460   96

 

3

 
452   88  525  242  598  315  671  379   15

 16  453   89  526  243  599  307  672  380

381   17  454   90  527  235  600  308  673

674  382   18  455   82  528  236  601  309

310  675  383   10  456   83  529  237  602

603  311  667  384   11  457   84  530  238

239  595  312  668  385   12  458   85  531

523  240  596  313  669  386   13  459   86

 87  524  241  597  314  670  387   14  451

 

4 Thanks to Jeff Knox for correcting my error in row 1, col 5, where I had written 231 by mistake.

 
  6  443  160  516  233  589  306  662  370

371    7  444  161  517  234  590  298  663

664  372    8  445  162  518  226  591  299

300  665  373    9  446  154  519  227  592

593  301  666  374    1  447  155  520  228

229  594  302  658  375    2  448  156  521

522  230  586  303  659  376    3  449  157

158  514  231  587  304  660  377    4  450

442  159  515  232  588  305  661  378    5

 

5

 
361   78  434  151  507  224  580  297  653

654  362   79  435  152  508  225  581  289

290  655  363   80  436  153  509  217  582

583  291  656  364   81  437  145  510  218

219  584  292  657  365   73  438  146  511

512  220  585  293  649  366   74  439  147

148  513  221  577  294  650  367   75  440

441  149  505  222  578  295  651  368   76

 77  433  150  506  223  579  296  652  369

 

6

 
725  352   69  425  142  498  215  571  288

280  726  353   70  426  143  499  216  572

573  281  727  354   71  427  144  500  208

209  574  282  728  355   72  428  136  501

502  210  575  283  729  356   64  429  137

138  503  211  576  284  721  357   65  430

431  139  504  212  568  285  722  358   66

 67  432  140  496  213  569  286  723  359

360   68  424  141  497  214  570  287  724

 

7

 
279  716  343   60  416  133  489  206  643

644  271  717  344   61  417  134  490  207

199  645  272  718  345   62  418  135  491

492  200  646  273  719  346   63  419  127

128  493  201  647  274  720  347   55  420

421  129  494  202  648  275  712  348   56

 57  422  130  495  203  640  276  713  349

150   58  423  131  487  204  641  277  714

715  351   59  415  132  488  205  642  278

 

8

 
634  270  707  334   51  407  124  561  197

198  635  262  708  335   52  408  125  562

563  190  636  263  709  336   53  409  126

118  564  191  637  264  710  337   54  410

411  119  565  192  638  265  711  338   46

 47  412  120  566  193  639  266  703  339

340   48  413  121  567  194  631  267  704

705  341   49  414  122  559  195  632  268

269  706  342   50  406  123  560  196  633

 

9

 
188  625  261  698  325   42  479  115  552

553  189  626  253  699  326   43  480  116

117  554  181  627  254  700  327   44  481

482  109  555  182  628  255  701  328   45

 37  483  110  556  183  629  256  702  329

330   38  484  111  557  184  630  257  694

695  331   39  485  112  558  185  622  258

259  696  332   40  486  113  550  186  623

624  260  697  333   41  478  114  551  187

 

References:

 
Andrews, W. S., Magic Squares and Cubes (Dover 1960). 

Arguelles, Jose, Earth Ascending (3rd ed) (Bear 1996).
(Jose Arguelles noticed similar correspondencies between
8x8 Magic Squares, the I Ching, and the Mayan calendar, at
least as early as the first edition of Earth Ascending in 1984.)

Coxeter, H. S. M., Math. Z. 200 (1988) 3-45.  

Huang, Kerson and Rosemary, I Ching (Workman 1987). 

Lau, Kwan, Feng Shui for Today (Tengu 1996). 

Nylan, Michael, The Canon of Supreme Mystery by Yan Hsiung,
A Translation with Commentary of the T'ai hsuan ching
(State University of New York Press 1993 -  A popular version
is entitled The Elemental Changes (Roger Clough has a web page
with some notations of errata, such as typos etc.)

Schele, Linda and Freidel, David, A Forest of Kings
(Quill, William Morrow 1990). 

Shaughnessy, Edward, I Ching (Ballantine 1996). 

Walter, Katya, Tao of Chaos (Element 1994). 

Walters, Derek, Chinese Astrology (Aquarian 1992). 

Walters, Derek, The Alternative I Ching (Aquarian Press 1987),
originally published in 1983 under the title The Tai Hsuan Ching.   

Wells, David, The Penguin Dictionary of Curious and
Interesting Numbers (Penguin 1986). 

Williams, C. A. S., Chinese Symbolism and Art Motifs (Tuttle 1974). 

Wong, Eva, Feng Shui (Shambhala 1996). 

Wong, Eva, Taoism (Shambhala 1997). 

Yates, Robin D. S., Five Lost Classics:
Tao, Huang-Lao, and Yin-Yang in Han China (Ballantine Books 1997).

 

The I Ching web site of Chris Lofting, which has a lot of very interesting philosophical discussion.

The I Ching web site of Christopher Garrity, which relates the 8×8 I Ching Matrix to a Matrix of the 8 Colors of the SU(3) Color Force: white; red, blue, and green; and their complementary colors.

The T’ai Hsuan Ching website of Roger Clough has a lot of interesting information about the Tai Hsuan Ching.

Michael Nylan and Nathan Sivin have a web page with their 1987 (revised 1995) article entitled The First Neo-Confucianism An Introduction to Yang Hsiung’s “Canon Of Supreme Mystery” (T’ai Hsuan Ching, Ca. 4 B.C.).


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Porque genes de virus estão conquistando os emprêgos dos genes humanos!

quinta-feira, fevereiro 3rd, 2011

Virus & Cometas: Mais indícios para a Matriz/DNA

Cyanophages, cianobacterial virus, são importantes agentes na horizontal transferência de genes entre diferentes espécies de cianobactérias da flora/fauna marinha, os organismos que fazem fotosíntese predominantes nos oceanos. Êste fenômeno de horizontal transferência de genes entre espécies diferentes é pouco entendido mas muito importante nas nossas vidas, e com a maneira popular como explicamos aqui, tôdo mundo pode entender rápido. 

Vertical transferência de genes é o processo normal: pais passam seus genes para os filhos. Mas existe tambem a horizontal transferência de genes: invasores de corpos maiores alcançam o DNA dêstes e adicionam seus genes, ou absorvem genes, talvez. Assim acaba ocorrendo uma grande salada de espécies diferentes compartilhando, trocando genes. Acho que muitas mutações genéticas e muitas doenças hereditárias tem a horizontal transferência de genes como causa, por isso precisamos estudar êste tema com carinho.

Qual seria a fôrça, ou fôrças, da Natureza que provoca êsse fenômeno, ou ao menos que abre oportunidades para isso ocorrer? Existiria algum objetivo maior – da Vida em si mesma, ou de algo mais contido na Vida – por trás dêste fenômeno? O DNA demonstra que faz muitas coisas para se proteger e manter rigorosamente seu código, criando inclusive duas membranas celulares (a nuclear e a celular) como muralhas fortificadas para se proteger contra invasores. Portanto se essa invasão ocorre é porque existem fôrças mais poderosas que a fôrça do DNA. Ou então porque os invasores usam da inteligência e mandaram um presente de grego, um Cavalo de Tróia, que engana o DNA. Na verdade ocorrem as duas coisas: existe uma fôrça mais poderosa, que é a Matriz, e ela utiliza aqui o ardil do “spaghetti”.  

A Teoria da Matriz/DNA diz que sim, que é a Matriz/DNA Universal quem está por trás disso e explica porque. Para entender melhor precisamos ter a figura do software da Matriz que veio do céu, na memória:

DIAGRAMA-SOFTWARE DA MATRIZ/DNA – SISTEMA FECHADO

Os bits-informação (fótons) emitidos pela matéria de um sistema astronomico envelhecido são como os radicais livres e são dispersos no tempo e no espaço. Mas se dois bits que eram vizinhos antes, no circuito de informações de um sistema astronomico, se encontram, digamos, na superficie de um planeta, ocorre a união automática. É como se dois amigos  chineses da mesma cidade imigram separadamente para New York e um dia se encontram. Assim se formam os bairros com diferenças de etnias, como o bairro dos chineses, dos italianos, dos hispanos, etc. Mas se um italiano for morar no bairro chinês que só comia macarrão do tipo miojo e começar a oferecer spaghetti, a população local, com o tempo, pode incorporar o spaghetti em sua cultura. Assim faz um virus carregando genes sofisticados para fotossíntese quando chega na colonia de genes de uma bactéria fazendo sofregamente uma fotossíntese rudimentar. O DNA local, com o tempo, incorpora os genes diferentes e melhores do virus para fotossíntese.

Qual a vantagem disso para a Matriz Universal?

Ora, os bits-informação que vieram da astronomia para a superficie da Terra, eram como genes não-vivos, semi-biológicos, de LUCA – the Last Universal Common Ancestor  de todos os sistemas biológicos, porque LUCA foi o sistema astronomico mais evoluído que existia. E LUCA veio à Terra como um Deus caído, por ter sucumbido às tentações da matéria em que seu aspecto feminino, massa, tem como supremo objetivo o equilibrio termodinâmico (todo cientista sabe disso), e seu aspecto masculino, energia, tem como supremo objetivo o frenesí e ficção obtidos pelas mais longas aventuras nas mais elevadas velocidades. Por isso mulheres apreciam a segurança e conforto de mansões com marido e filhos enquanto homens apreciam aventuras de conquista e sexo. Constituíram assim um sistema fechado em si mesmo, extremamente egoísta, cortando relações com tudo o mais existente no mundo, fechando as portas à sua Evolução.    Mas além e maior que as galáxias existe o Universo, o qual dispõe de um recurso: degeneração, que causa a morte, segundo principio da termodinamica medido pela entropia, a conhecida Lei de Claudius. O que deveria ser um moto perpétuo eterno foi fragmentado em seus bits e canalizados para um novo mundo, mas foram separados, para vizinhos anteriores caírem em diferentes lugares e em diferentes épocas.  Para chineses em New York não chegarem juntos e no mesmo local e construírem um sistema social e uma cidade igualzinha à da China, pois o super-direitista Presidente Bush não admitiria uma cidade comunista dentro dos EUA, certo? Assim o sistema foi reaberto e a espontânea associação ou aproximação entre os genes semi-vivos foi formando tribos ecléticas, sociedades, miscigenação de raças, gerando novos tipos de circuitos diferentes daquele pecaminoso ancestral.

Ora, já detectamos que o trecho do circuito de LUCA, referente à Função 5, que tinha como ferramenta o cometa, aqui no mundo dos micro-organismos se tornou os virus. Os primeiros só continham uma haste do código genético, denominado RNA. Justamente porque o cometa apenas expressa as informações da meia-face esquerda da Matriz, aquela cujo trecho de circuito vai de F2 a F5 ( observe o diagrama acima). Ora, o cometa é lançado do pulsar, ou seja, F5 é lançado de F4. Justamente F4 é quem tem o potencial latente para transformar-se em, construir, a estrêla. Se você fôr um especialista em construção de usina que produz a luz solar, ninguem melhor do que você será capaz de desenvolver usos uteis dessa luz, dessa energia. Usos úteis como a fotossíntese, que é captação e transformação de energia solar. Isso é em que consite os genes especiais do virus: engenheiros de usinas de energia. Quando se misturam com a comunidade local de engenheiros menos especializados de uma bactéria, facilmente deslocam estas de seus emprêgos, pois o patrão DNA quer a melhor usina que êles sabem fazer. Se as bactérias soubessem o que vai lhes acontecer, resistiriam à tentação mandando o spaghetti para o inferno e continuariam com o miojo. Ou seja, suas usinas mais simples.

Esta é uma maneira de usar uma analogia para explicar por que acontece a horizontal transferência de genes entre diferentes espécies e dentro do contexto da cosmovisão da teoria da Matriz/DNA.

E agora vamos ao artigo que me inspirou a escrever êste pois tem algo mais  importante nêle.

PLOS BIOLOGY JOURNAL

Prevalence and Evolution of Core Photosystem II Genes in Marine Cyanobacterial Viruses and Their Hosts

http://www.plosbiology.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pbio.0040234

“Cyanophages (cyanobacterial viruses) are important agents of  horizontal gene transfer among marine cyanobacteria, the numerically dominant photosynthetic organisms in the oceans. Some cyanophage genomes carry and express host-like photosynthesis genes, presumably to augment the host photosynthetic machinery during infection. To study the prevalence and evolutionary dynamics of this phenomenon, 33 cultured…”

O artigo diz: Alguns cyanophage genomes carregam e expressam genes parecidos com os genes da bactéria hospedeira dedicados à maquinaria fotosintética, presumivelmente para otimizar a maquinaria da hospedeira durante a infecção. Êste é o problema da Ciência sem o conhecimento da  Matriz/DNA: coisas inexplicáveis acontecem, mas como não podemos ficar sem opinar uma explicação, precipitamo-nos a divulgar uma explicação que se melhor pensada, não faz sentido. Você acha mesmo que aquêle mero punhado de átomos que é um virus, arranjado como se fôsse uma ilha ( o RNA ou DNA) cercado de água salôba (citoplasma), contendo ao longe uma muralha protetora circular ou pentagonal (membrana feita com proteina), e nada mais…, estaria por aí se dando ao trabalho de carregar um fardo que ele não usa? Porque e para que possuem genes para fazer fotosíntese, se, pelo que sei, virus não faz fotosíntese?! – só mesmo a Matriz/DNA explica isso). E como um punhado de átomos pode prever o futuro,  como pode saber que a bactéria faz fotosíntese, e como pode entender de fotosíntese melhor que a bacéria? Seria o mesmo caso do fazendeiro que planta milho para alimentar porco para comer o porco quando tiver gordo! Ora… tenha a santa paciência! Êsse amigo biólogo quando explica ao filho que Papai Noel existe e vai dar um presente de natal, não está mentindo: êle se esqueceu que Papai Noel não existe.

A explicação do porque os genes da fotosíntese estão no genoma do vírus está explicada acima. Vírus não tem a menor idéia de que êles transportam engenheiros e ainda mais, os melhores engenheiros em usinas de energia. São os engenheiros da Matriz. Os mesmos que conseguiram fazer obras belas e fantásticas como uma Marylin Monroe, um Albert Einstein, ou mais ainda, a cozinheira idosa e gorducha do restaurante que frequento, uma santa e heróica criatura!

No entanto… a Matriz ainda é apenas uma teoria na cabeça de um maluco… não acredite em mim, tenha a explicação como possibilidade apenas, por enquanto. Mas também não precisa me condenar, não é …? Afinal, além de agora você entender o que é “horizontal gene transfer” = chineses largando o miojo para comer spaghetti – você tambem sabe que os biólogos estão acreditando em coisas mais malucas que eu. Abraços…

Louis Morelli