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Diferenca entre Luz e Radiacao: Desacoplamento da Materia da Radiacao

domingo, março 5th, 2017

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Qual a diferença entre Luz ( pela definição da MatrixDNA) e radiação e espectro eletromagnético? Qual a diferença entre o estado inicial da luz no Universo visto pela teoria acadêmica e pela teoria da MatrixDNA? O texto a seguir lança alguma luz na questão:

Texto lido em ( seguindo o texto vem nosso estudo e conclusão):

http://www.bertolo.pro.br/fisica_cosmologia/Cosmologia/Cosmology/decoupling.htm

Era do Desacoplamento

Em todos os instantes iniciais, antes de cerca de 105 anos, a formação dos átomos foi sufocada pelas colisões energéticas de partículas com outras partículas. Para o elétron instalar-se numa vizinhança, grande o suficiente, de um próton, para as forças eletromagnéticas os ligarem, um certo período de paz relativa teve que ser estabelecido. O universo inicial foi, porém, algo mais calmo. As partículas eletricamente carregadas (principalmente prótons e elétrons) fortemente interagiram com radiação altamente energética (fótons) de tal um modo que nenhuma estrutura eletricamente neutra (tais como átomos) fosse capaz de existir. Quando a matéria estiver em um estado eletricamente carregado como este, é dita estar num estado de plasma. Daí a analogia do universo inicial com uma festa selvagem que tem sido usada para a época muito inicial do universo, a “festa” ainda continua a plena velocidade neste momento. Fique tranqüilo, as “fações anti-sociais” como os neutrinos já se foram, e as partículas exóticas, como os quarks, tem sido subjulgados em outras partículas, como os elétrons e prótons, e os fótons “social butterfly” ainda estão tendo um tempo selvagem juntos. Porém, é inevitável que as partículas eventualmente se ligarão eletricamente, pois o universo continua a se expandir. Esta expansão significa que as partículas se esfriam, o que é igual a dizer que a energia cinética que elas previamente tiveram das colisões com outras partículas, começa a se encolher. Aí entra um ponto, quando o fluxo de colisões não é grande o suficiente para prevenir a ligação elétrica. Finalmente são formados átomos estáveis. Estes átomos são os átomos mais simples desde que só os núcleos mais simples tiveram chance de serem formados no universo inicial. Conseqüentemente, o átomo mais abundante é o átomo de Hidrogênio. A maioria do universo seria Hidrogênio atômico (aproximadamente 75%). O resto seria principalmente Hélio

Os fótons que adoram interagir com partículas carregadas por espalhamento delas, têm agora que competir com estruturas atômicas eletricamente neutras. O número de fóton espalhando cai. Uma multidão de fótons, de repente nada tem a fazer. A festa finalmente terminou. Os fótones fluem fora passado os átomos recentemente formados. É dito agora que o universo é transparente a fótones. Este período, entre 1/10 de um milhão de anos e um milhão de anos após o big bang, veio ser chamado de ERA DO DESACOPLAMENTO pois os fótons desacoplam das partículas carregadas durante este período. Eles seguem adiante os “passos” dos neutrinos que fluiram para fora anteriormente,  somente 1 segundo após o big bang. A era anterior a este tempo de desacoplamento às vezes é chamada de ERA DOMINADA PELA RADIAÇÃO, pois a radiação foi tão crucial ao desenvolvimento deste estágio mais primitivo. A radiação destes instantes mais primitivos era a principal forma de energia. A matéria era a princípio quase inexistente e somente gradualmente tornou-se significante quando o número de partículas elementares foram produzidas do instante posterior a Era Inflacionária em diante. Quando os fótons desacoplaram, o último controle significante que radiação teve sobre a matéria diminuiu. Conseqüentemente, depois que este tempo de desacoplamento a era é chamada de ERA DOMINADA PELA MATÉRIA.

Fig 1: Desacoplamento da Materia e Radiacao – Big Bang Theory ( verde significa a era inicial de plasma de hidrogenio. Amarelo sinifica a formacao do primeiro atomo, de hidrogenio).

 

Os fótons que são libertados constituem uma nuvem de radiação que cobre o universo inteiro. Considerando que o  universo está principalmente vazio, não há nada que capturaria todos estes fótons. Conseqüentemente, eles ainda deveriam estar hoje ao redor. Além disso, desde que o big bang aconteceu em todos lugares, que estes fótons deveriam estar em todos lugares. Esta é uma predição da teoria do Big Bang.

Matrix: E esta teoria de que os fótons do Big Bang devem estar em todos os lugares ainda hoje seria a causa da radiação de fundo cósmica. Eles seriam a radiação. A radiação que segue este tipo de curva foi observada como vinda de todas as direções do espaço em 1965, nos Bell Laboratories Estados Unidos, por Arno Penzias e Robert Wilson.

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” … Após a temperatura ter atingido níveis mais baixos, aproximadamente 3000 K, a Nucleossíntese Primordial cessou, pois, não mais existia calor suficiente para prosseguir com as reações de formação de novos elementos

Neste momento, o Universo tornou-se transparente à radiação. Este processo é conhecido como desacoplamento da matéria e da radiação (figura 1)

Nesta fase, com o decrescimento da temperatura a níveis cada vez menores, prótons puderam combinar com elétrons livres para formar o primeiro átomo, o átomo de Deutério. E, tendo o átomo de Deutério grande instabilidade, pares destes átomos puderam se unir formando uma molécula de Hidrogênio,H2.  2

A partir desta época, a matéria estava livre para se condensar. Agora, a matéria passa a dominar o panorama. O que antes era domínio da radiação passa a ser domínio dos átomos e moléculas e a gravidade reivindica o seu poder.

A gravidade, atraindo a matéria para regiões mais densas que outras da vizinhança durante milhões de anos, provocou a formação de grandes nuvens moleculares de onde serão formadas as estrelas e da reunião das estrelas, galáxias.

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Analise da MatrixDNA:

Primeiro, o conhecimento agora de que a teoria sugere ter havido nas origens do universo uma separação entre matéria e radiação ( que seria luz para Matrix) incita uma suspeita inquietante e muito profunda. Houve um conflito da matéria ou da formula da Matrix quando o sistema astronomico se formou como sistema fechado, cortando relações com o resto do mundo. Então seria o segundo conflito. Isto sugere a inquietante possibilidade de que neste universo existe duas entidades opostas, sempre se defrontando. E como estas substancias destas duas identidades vieram de antes do Big Bang, então parece que o conflito vem do alem do universo. E seriamos nos uma destas duas entidades ou um terceiro elemento que fica pagando o pato nestas guerras? Tenho que tentar esquecer esta suspeita, de entidades em conflito ( deuses e demônios?!), pois nunca poderia resolver isto.

Segundo, estes fótons seriam os bits-informação genéticos escapados da formula da Matrix na onda de luz primordial. Ou seriam os fótons negativos, escuros, do reino da energia negra e dark matter, que estão retornando, recompondo a luz, tendo como meta retornar a fonte da luz? Novamente sinto que estou saindo fora do aqui e agora pratico, vamos esquecer isto…

 

Como a Matemática salta entre os diferentes estados da luz

segunda-feira, fevereiro 27th, 2017

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Antes, os fenômenos pertinentes a relatividade geral de Einstein eram vistos separadamente dos fenômenos pertinentes ao electromagnetismo. Então Kaluza teve uma ideia. Experimentou adicionar uma nova dimensão imaginada (falava-se apenas em três dimensões, Einstein sugeriu que o tempo seria uma quarta dimensão. Então se e’, Kaluza adicionou a quinta dimensão pensando que era a quarta e sem ter ideia do que ela significaria), para calcular as equações de Einstein. E para sua surpresa, surgiram espontaneamente as equações de Maxwell, que descreviam o magnetismo (ver historia de Kaluza no link abaixo). Kaluza escreveu para Einstein que incentivou-o a publicar sua teoria, em 1921.

Quando eu calculei num gráfico cartesiano os passos dados pela evolução universal, desde o instante zero do Big Bang até o momento presente e aqui, deu como resultado que a evolução é curva, e não linear. Isto é logico e racional, pois a evolução de um tipo de sistema, partindo de um ponto, encurvando-se ate retornar ao ponto de partida, significa que o sistema evolui até seu máximo e se transformou, transcendendo-se. Então, o sistema universal que começou como uma partícula, se tornou átomo, depois galaxia, depois célula, depois cérebro, depois embrião de super consciência, e esta’ indo para seu fim, significa que todas estas formas materiais do sistema funcionaram como a placenta que se descarta e dela nasce uma transcendente forma: a superconsciência.

Suspeitei também que se a evolução for realmente curva – se os resultados no meu gráfico estiverem corretos – e sabendo-se que a evolução da matemática é linear, então chegaria a um ponto que a matemática sairia fora do caminho da realidade para se perder no reino da imaginação. Assim como a imaginação sai da realidade quando produz as misticas religiosas. Pois enquanto a linha da evolução vai se encurvando, a linha da matemática que começou paralela a essa linha, continua reta e assim, perde o bonde da realidade. De fato – penso eu que não sou matemático – acho que os matemáticos tem produzido toneladas de cálculos e equações que se tornam papeis amassados e jogados no lixo porque não encontram aplicação pratica.

Mas acontece em muitos casos que um calculo e equações que não encontram tradição pratica agora, passado um tempo, despontam acertando com a realidade. exemplos clássicos pode ser a teoria na matemática da curvatura da luz, de Einstein, que depois mais tarde foi comprovada por um experimento, a ideia da antimatéria de Dirac, até a quântica de Plank. Isto significa que a reta linear da matemática que saiu momentaneamente da sintonia com a linha curva da evolução, de alguma maneira, também se encurvou e retornou a se emparelhar com a evolução, re-embarcando no bonde la na frente.

Esquisito! Porque isso acontece? Como? Como encurvar a logica linear da matemática? A resposta esta na… luz!

Nos somos quase cegos, mudos, surdos, insensíveis. Pois o mundo total se expressa na sua inteireza apenas quando e’ observado por uma visão que vê as sete frequências do espectro eletromagnético, cujo conjunto eu digo que é ( mas posso estar errado) uma onda de luz natural. Não luz estelar, que é uma segunda forma mais grosseira da luz, e sim aquela ou aquelas ondas de luz emitidas com o Big Bang. E nesta figura esta a interpretação de uma onda de luz segundo a Matrix/DNA:

Light-The-Electro-Magnetic-Spectrum by MatrixDNA THeory

São sete faixas de luz necessárias para se ver qualquer objeto material na sua inteireza, mesmo que seja uma pedra. Porem, nos só vemos uma faixa – a chamada faixa da luz visível – por enquanto. Ajudados por alguns instrumentos tecnológicos que funcionam como extensões da nossa visão biológica, vemos sombras, contornos, de algumas coisas, mostradas pelas duas faixas vizinhas, a da direita e a da esquerda. Mas não percebemos esta alguma coisa apenas em relacao a visão, estes objetos nos estão ajudando a sentir o tato, a ouvir estas coisas também. Estamos percebendo diferentes estados vibratórios dos objetos, ainda ocultos aos nossos cinco sentidos. Então nossa inteligencia se ocupa destas sombras e contornos e elabora teorias. Sobre o que existe nas dimensões das faixas vizinhas.

Um dos métodos de elaborar estas teorias avançadas é justamente a matemática. Existem outros, tal como o que apliquei para elaborar a teoria geral da Matrix/DNA, que é uma tateação cega dos aspectos biológicos invisíveis dos objetos. Se estas teorias não alcançam a evolução do conhecimento humano até chegar onde elas chegaram, la’ na frente, os autores morrem sem saber se são validas ou não. Se algum novo conhecimento prova que os cálculos da teoria estão errados, ela vai para o lixo. Mas se algum experimento ou descoberta nova lembra equações teóricas, a matemática retorna a pauta do dia. Então, de alguma maneira, o autor da equação adicionou algo novo na sua teoria, algo inusitado, fora da linha normal do pensamento escolar, algo que encurvou a matemática. Acho que a ideia maluca do Dirac sobre raiz quadrada negativa, ou do Einstein de que a energia é apenas massa acelerada, deve ser exemplos destas adições encurvadoras, que fazem a matemática dar um salto saindo da realidade aqui e agora, mas entrando no reino abstrato da imaginação humana, para se retornar a realidade anos, ou seculos depois,

Então, a ideia do Kaluza seria mais um exemplo disso. Quando ele publicou suas equações, ninguém lhe prestou muita atenção, principalmente porque na época as cabeças pensantes do ramo estavam interessadas na teoria quântica. As equações de Kazula foram retiradas das prateleiras dos porões empoeirados das bibliotecas quando emergiu a teoria das cordas. Pois aqui Kazula se encaixava na realidade – ao menos na realidade provável sugerida pela teoria das cordas. mas o que acho mais admirável em Kaluza é que ele foi o primeiro humano a pensar – ao menos o primeiro a publicar este pensamento – que o nosso mundo seja composto de mais dimensões do que as três que ordinariamente percebemos. Ora, ele estava prevendo o que agora descubro estar embutido na onda original da luz.

A ideia de Kaluza era arrojada e bizarra na época, mas apenas isso, pois parecia não ter nada a ver com o mundo em volta de nos. Mas esta particular ideia – embora ainda não sabemos se esta certa ou errada – teve um enorme impacto na Física do ultimo seculo e continua a guiar muito da pesquisa de ponta.

Dentro destas sete faixas da luz, existe a divisão em sete micro-faixas, penso eu. Então, a percepção de fenômenos como a gravitação universal, a curvatura da luz, etc., mais atinentes a relatividade geral, seria uma destas microfaixas.  E o electromagnetismo estaria numa outra microfaixa, não vizinha da relatividade. O que Kaluza fez foram as equações pertinentes a microfaixa situada como elo entre as duas. Sensacional. Assim como o meu método me levou a produzir o modelo teórico do elo entre a evolução cosmológica e a biológica.

Nos temos que fazer todos os esforços possíveis para acelerar o desenvolvimento dos nossos cinco sensores naturais e fazer emergir mais alguns. Exemplo clássico é a antena externas dos insetos capaz de detectar algo dos campos magnéticos que no nosso cérebro esta atrofiada no interior do cérebro a ponto de se tornar um mero caroco – a glândula pineal. Temos que continuar a forçar o desenvolvimento tecnológico dos instrumento s de percepção, como Galileo fez ao pegar o instrumento óptico mais potente da época – uma simples luneta – e ficar polindo, engrossando, experimentando, na tentativa de aumentar o poder da lente. A recompensa vem, como veio para ele, ao ser o primeiro homem da historia a ver coisas no céu que seus vizinhos jamais imaginaram. E temos que respeitar e guardar qualquer nova equação, por mais absurda que seja, nunca deita-la ao lixo, pois ela pode estar cem anos a nossa frente, e com ela, podemos reduzir estes cem a cinquenta. As vezes a matemática rígida é tao saltitante como uma cabrita. Mas estes saltos são ótimos para acelerar a evolução da nossa vindoura superconsciência.

https://en.wikipedia.org/wiki/Theodor_Kaluza

 

 

A Dualidade da Luz Como Onda e Particula e a Teoria Quântica – Excelente Video

segunda-feira, fevereiro 6th, 2017

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https://www.youtube.com/watch?v=e5_V78SWGF0#t=1838.990453

Mas antes de assistir os dois videos, veja meus comentários abaixo postados no Youtube. Você tera’ uma visão diferente e mais completa sobre os fenomenos apresentados…

Quantum Theory Made Easy [1]

Louis Charles Morelli  Louis Charles Morelli – 02/05/2017

The whole magnetic spectrum propagates into spacetime at the exactly way that a living body propagates into spacetime. I had discovered this after discovering the universal matrix/dna formula for all natural systems. If our body expands and grows changing shapes and energy intensity after fecundation – from blastula to fetus to embryo to baby to kid to teenager to adult, to senior to cadaver and then, dissipates as fragments – the electromagnetic spectrum ( a light wave?) expands and grows after the source changing the same sequence of energy and creating shapes – as gamma rays to infrared to ultraviolet to X-ray, till being fragmented into photons.
If we say that the force responsible for our body growing and changing shapes is called “life’s cycle”, this force was manifested in this Universe first time by waves of light ( probably resulting from the Big Bang). If it is correctly, it means that those cosmic light waves contains the code for building natural systems from the scratch that must be the inertial dark matter. Un another words, cosmic wave of light are the carriers of life’s code. Photons are the first ancestrals of genes. They behavior as primitive living things like the light waves they comes from. They have a lifelong drive by the life’s cycle force.
That’s why happens the Heisenberg uncertainty: if we fix our body at any given moment, we have its aspect as particle, but we don’t have its whole history of 70 years, we can not fix its aspect time. The Matrix/DNA formula is a light wave transformed Into a natural working system, where each different radiation becomes each piece of that system. The formula is encrypted into the individual unit of information of DNA ( a lateral base pair of nucleotides), it is encrypted into the building blocks of galaxies, it is encrypted into any atom system, that’s why I called it Matrix/DNA. ( If you are interested Google ” The Universal MatrixDNA for all natural systems and life’s cycles”. But, remember, it is merely a theory developed by a layman studying natural systems at Amazon jungle.
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Segundo video:

Quantum Theory Made Easy [2]

Louis Charles Morelli  Louis Charles Morelli – 02/05/2017
Thanks a lot and be sure I will try to donate what I can. My Matrix/DNA Theory suggests lots of new interpretations about these issues because it is a different and never tried approach. The quantum dimension is the link between the Physical aspect of matter/energy and its biological aspect. So, the questions not answered by Physics will be answered by Biology, or the living aspect embracing the microscopic and macroscopic worlds.
The Matrix/DNA formula for all natural systems suggests an explanation why it is wave and particle. The formula shows a systemic circuit running its lifelong existence and it is alternated into particles and waves. At any given moment the circuit is a wave ( when seeing the thing in its time aspect, seeing the movement that gives its age) nut it contains the particle and it reaches a peak when shows the properties of particle ( when seeing its space aspect its matter’s shape) although the particle contains the wave. Then the circuit continues running from the particle as wave, but the wave contains the particle and can express it accordingly the state of the external world ( the formula is at my website)
This whole messy becomes clear when we discover that particles/waves composes a systemic circuit that works like a systemic living body. Studying a human body, Physics and Math applies to its mechanic skeleton aspect. For studying the body beyond the skeleton ( the soft meat and substances, genetics and hard-wired neurons,etc), we need change the Physics method for the Biological method, where Math does not have too much to do. Since in the Matrix/DNA Theory we discovered that atoms and galaxies are systems that contains a tiny cover of biological properties, we grasp the whole thing. The stranger things at quantum dimensions are not unnatural, they are aspects of biological organization of matter, so they are stranger only while we are applying only Physics for investigating them. Remember that the skeleton is the solid mechanistic framework of a human body ( as atoms and galaxies are the framework of biological systems) but the human skeleton was built by a system containing biological properties ( our parents). Understanding the biological properties of an atom or an astronomic system as a human body system is necessary to know the universal formula that build them.
The formula is a system with seven principal pieces, which are different in vibrational/frequency/shapes states due the systemic circuit being the force of life’s cycle. So, the seven different electronic layers of an atom are primitive potential expression of seven different connected parts. At a human body system, these electronic layers evolves as the seven principal organs. At cell systems, they are the seven principal organelles. So, an atom does not expresses all its “organs” at same time, only those layers occupied by electrons. Evolving to astronomic systems, as the building blocks of galaxies, these parts becomes the seven known types of astronomi bodies: stars, planets, black holes, quasars, etc. ( ok, this is merely a theory, under testings. If you are interested, Google “The Universal Matrix/DNA formula for all natural systems”).

Evidencia de Influencia de Universos Paralelos Sobre Nosso Universo

sábado, janeiro 7th, 2017

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Humanos são quase cegos e insensíveis. Qualquer objeto natural neste nosso mundo – seja uma pedra, a lua, um corpo humano – contem em si as substancias de sete universos paralelos, porem nos apenas captamos nestes objetos uma dimensão, um universo. Para entender isso sera’ melhor observar a figura do espectro eletromagnético abaixo.

Nos vemos apenas o que uma faixa de onda da radiação cósmica (a qual denominamos de luz e produz sete tipos diferentes de energia) nos revela, e sentimos apenas esta faixa dos objetos quando os pegamos com nossas mãos. Não é difícil entender isto se lembrar-mos que a Física descobriu que no minimo 95% do nosso sistema solar é vazio, apenas 5% e’ matéria tal como a captamos. Estes 95% de espaço vazio esta’ sendo suspeito de conter massa e energia escura ( segundo nossa perspectiva de quase cegos). Mas o sistema solar é uma especie de edifício que tem como tijolinhos fundamentais os átomos. Novamente quando se observa um átomo, ele aparece no minimo 95% vazio, sendo apenas cinco por cento constituído de matéria na forma de partículas. Acontece que quando vemos mais a fundo estas partículas (prótons, elétrons, neutrons) novamente volta o nosso pesadelo: elas são apenas 5% constituídas de partículas menores, os quarks, fermions, léptons. E quando vamos ver estas…

Enfim, o nosso mundo se resume, se reduz ao vazio. Parece que a matéria que percebemos de fato não existe, ela seria criacao da nossa visão e nossos outros sentidos sensoriais. Isto porque nossa visão e nossos sentidos são feitos com esse mesmo tipo de matéria. Então também nossa visão e nossos sentidos não existiria, … sobrando então apenas a mente, ou alma, como queiram chamar isso. Todas estas sete dimensões, ou universos, seriam construídos pelos fótons que resultam no final da propagação de uma onda (observe na figura abaixo a faixa F7, na extrema margem `a esquerda, quando o espectro da onda se decompõem em fótons), cujos fótons caem dispersos na substancia espacial e tentam desesperadamente retornarem a se comporem como uma unica onda e assim fazem o caminho reverso da onda, começando por construir o universo de F6, depois o de F5, etc, até chegar a fonte, que deve ser extra-universal, antes e alem do nosso Big Bang. Nesta situação estes fótons seriam escuros e negativos, contrastando com os luminosos e positivos que vinham na onda. Voltando a fonte significa que o filho prodigo perdido e vivendo no chiqueiro faz o caminho de retorno `a casa de seus pais… metaforicamente falando.

Eu descobri esta analogia com o mito cristão ( e as religiões orientais dizem mais ou menos a mesma coisa) quando botei os dois baloes de Yukawa nas origens do nosso Universo a rolarem num gráfico cartesiano ao sabor do tempo e do espaço mas dirigidos pelo mecanismo da evolução cosmológica. Os baloes se tornaram átomos, depois galaxias, etc., ate chegarem a forma de autoconsciência, mas neste ponto, o final da historia chega ao mesmo ponto de sua partida, mostrando que foi uma historia vazia, como e’ o nosso universo ( o gráfico chama-se ” Do Big bang ao Big Birth” foi feito na selva a 30 anos atras e não me lembro se o trouxe para este website ou se ainda esta no fundo de alguma gaveta esquecido. Ou se foi perdido na selva naquela vez que estava atravessando um igarapé quando notamos que tinha aqueles jacarés gigantes na água – o jacaré-acanga – e tive que jogar longe na água a pesada mochila para poder correr e me salvar. Perdi muitos desenhos e cálculos para conhecer o mundo em nome de salvar minha vida, uai! … Eu nunca concordei com a ideia de ter vindo ao mundo para ser apenas um almoço de jacaré).

No final o gráfico mostrou que a forma do nosso universo é a forma do DNA. Então percebi que meus neurônios – que foram realmente quem estava fazendo a experiencia – se auto-projetaram na pesquisa e assim, antropomorficamente, viram o universo a sua imagem e semelhança. Guiado por outra cosmovisão, Einstein morreu acreditando que o universo teria a forma cilíndrica. Bem, cilíndrico é a aparência de um filamento do DNA visto a distancia, então, de alguma forma, Einstein também não conseguiu evitar o danado do antropomorfismo, projetando a realidade humana, o próprio umbigo, como sendo a fonte de onde se projetaria a realidade do mundo. Dando prosseguimento ao vicio dos autores da Bíblia que se viram na face de seu criador. Então cheguei a conclusão que o Universo é relativo, ou seja, ele pode ter mil faces diferentes, cada uma para satisfazer o gosto de um observador. Ele se veste de acordo com o sabor do fregues que o observa. No gráfico vemos sete possibilidades de sete formas diferentes e isso veio mais tarde bater quando aprendi sobre o espectro eletromagnético com suas sete faixas visionarias. No fim, todas estas faces relativísticas que são reais nos seus pontos do tempo e espaço, formam um oitava face final… a face do nosso real criador, ou da fonte primeira destes sete universos.

Na minha cosmovisão da Matrix/DNA, este nosso mundo nada mais é que as coisas fabricadas por fótons misturados `a substancia do espaço – que pode ser essa dark matter e energia – fótons estes que escapam (devido a entropia da luz) das ondas de luz ( ou radiação cósmica), natural, e escapam do trecho da onda que chamamos de luz visível. Então nosso universo exprime ou expressa esta faixa com sua especifica frequência/vibração. Não temos ideia de onde vem essa separação por frequências/vibrações e porque é assim, pois isso vem de antes do Big Bang, do alem do nosso universo.

Mas cada uma das outras seis faixas da luz cria um universo especifico. E seus tijolinhos fundamentais não devem ser átomos como os nossos, são coisas que não conseguimos imaginar. Assim se levantam edifícios ate mesmo ocupando o mesmo espaço onde estamos, sem que tenhamos a menor percepção de sua existência. Eles devem serem constituídos também de apenas 5% de sua substancia fundamental e no fim devem serem vazios também. Mas não são os 5% que ocupamos e sim outros 5%. Então quando pegamos uma pedra, ela pode ter uma aureola de “matéria” deste outro universo, a qual atravessa nossas mãos, ou nossas mãos a atravessa, sem que a percebemos e sem que a vemos.

Mas não creio que estamos fadados eternamente a essa cegueira e insensibilidade. Na figura do espectro vemos que não existe faixa isolada, cada uma depende de todas as outras para existir, e elas se interagem, se conectam. Creio que com a evolução vamos desenvolver mais estes sensores limitados que temos no cérebro e inclusive desenvolver novos tipos de sensores que ainda nem conseguimos imaginar o que sejam. E esta evolução continuara’ a ser movida pelo feed-back entre luz e dark matter, melhorando nossos hardwares os quais por sua vez vão facilitando o retorno de nossos fótons que compõem nosso software/consciência. Com melhores hardwares nos impulsionamos o desenvolvimento da nossa consciência a qual parece ser a substancia fonte da luz natural. A nossa consciência ainda esta’ no estado embrionário ou de baby recém-nascido, pois ela nem sequer abriu os seus próprios olhos, para ver a forma de seu corpo e a substancia de que é feita. Tendo em vista nossa teoria, vamos agora ao artigo que como sempre, são as descobertas e avanços científicos e tecnológicos que estão nos proporcionando elementos para cada vez mais desenvolver-mos nossa cosmovisão. E este artigo apresenta novidades as quais já estariam previstas pelas bases da nossa cosmovisão, portanto, seria mais uma previsão acertada previamente, ou no minimo, mais uma evidencia arrolada para reforçar nossa cosmovisão. ( Não se desanime pelo artigo em inglês não ter sido ainda traduzido mas observe que no meio do inglês tem as nossas analises em português):

https://www.newscientist.com/article/2112537-smallest-sliver-of-time-yet-measured-sees-electrons-fleeing-atom/

Smallest sliver of time yet measured sees electrons fleeing atom

(traduzir)

It’s like catching light in action.

Matrix/DNA: Comecou bem. O que faz diferentes universos são as sete diferentes frequências/vibrações da onda de luz.

For the first time, physicists have measured changes in an atom to the level of zeptoseconds, or trillionths of a billionth of a second – the smallest division of time yet observed.

Matrix/DNA: Hummm… isto quase elimina o tempo do nosso Universo, ou seja, a linha que conecta varias formas diferentes de um único ciclo vital – em outras palavras, isto e’ isolamento e separação dos eventos, ou movimentos. Isto tornaria mais fácil para forças de um universo paralelo entrar no nosso universo através das brechas criadas por esta separação. Mais explicitamente dizendo, seria fótons escapados de uma frequência vizinha invadindo nosso espaço e ao penetrar nossos elétrons, ajuda-os a escaparem também.

In this case, the speed demon was an electron escaping the bonds of its parent atom. When light strikes electrons, they get excited and can break free from their atoms. The photon’s energy is either entirely consumed by one electron or divided among several. This electron ejection is known as the photoelectric effect, and was described by Albert Einstein in 1905.

Previous experiments studying this effect could only measure what happened after the electron was kicked out of an atom, says Martin Schultze at the Max Planck Institute of Quantum Optics in Garching, Germany.

 Now, he and his colleagues have seen the other end of the process. They measured the entire ejection of electrons from a helium atom from start to finish with zeptosecond precision (10-21 seconds), marking the smallest time slot ever measured.

Quick getaway

In a series of experiments, the team fired an unspeakably brief, extremely ultraviolet laser pulse at a helium atom to start exciting its pair of electrons. This pulse lasted just 100 to 200 attoseconds, or 10-18 seconds. But by making many readings and calculating their statistical spread, they were able to measure events at a rate of 850 zeptoseconds.

They also fired a near-infrared laser pulse, lasting just four femtoseconds (1 femtosecond is 10-15 seconds). This pulse was able to detect an escaping electron as soon as it was freed from the helium atom. Depending on the electromagnetic field of the laser pulse, the electron either accelerated or decelerated.

Matrix/DNA: Ok, então eles teriam feito dois universos paralelos (um formado por infravermelho e outro por ultravioleta) emitirem seus fótons e invadirem nosso universo. Cabe-nos agora puxar para cá o espectro e analisar a posição destes universos em relacao ao nosso.

 

Light - The Electro-Magnetic Spectrum as The Code for Systems and Vital Cycles

Light – The Electro-Magnetic Spectrum as The Code for Systems and Vital Cycles

Matrix/DNA: EXATAMENTE! Este tipo de satisfação nos propicia quando nossa visão de mundo acerta nossas previsões com os fatos reais! Temos o infravermelho como nosso primeiro vizinho universo paralelo `a nossa esquerda, e o ultravioleta como nosso primeiro vizinho `a direita. Pelo que deduzo da figura, o ultravioleta (onda mais curta, tempo mais acelerado) tende a acelerar o elétron, enquanto o infravermelho tende a desacelera-lo, e tornaria nosso mundo mais lento. 

“Using this information, we can measure the time it takes the electron to change its quantum state from the very constricted, bound state around the atom to the free state,” says Marcus Ossiander at the Max Planck Institute.

Matrix/DNA: Quando alcançamos o quantum state estamos atingindo o limite microscópico do nosso universo, o que significa que estamos nas fronteiras entre nosso universo e nossos dois vizinhos, `a esquerda ou `a direita. E’ compreensível que nesta fronteira, os fótons aprisionados em nossos elétrons tentem escapar para o lado de la da fronteira e montar o tipo de matéria que existe la’ ( que não deve ser uma matéria baseada em átomos como seus tijolinhos fundamentais).

The ejections took between 7 and 20 attoseconds, according to Schultze, depending on how the electron interacted with the nucleus and the other electron.

“We only need to know the time centre of the pulses very precisely, and our technique allows us to measure this to very high precision,” Ossiander says. “An even shorter pulse would give better time resolution, but the resolution can far exceed the pulse duration. We can confirm this by doing statistics for a lot of measurements and calculate the statistical standard error of the mean, which in our case is 850 zeptoseconds.”

The researchers were also able to measure how the electrons divided up the laser’s energy, taking an even or uneven share. In some cases, one of the two electrons grabbed all of the energy. Several factors influenced this energy split, from the quantum correlation between the electrons to the electromagnetic state of the laser field, Schultze says.

Two’s company

One reason for choosing helium is because it has just two electrons, allowing direct measurement of their quantum mechanical behaviour. For an atom with more electrons, some assumptions would be needed about how the energy was divided and the time taken for ejection.

The results are an important window into the quantum behaviour of atoms, especially how their electrons work, Schultze says. Understanding that could lead to insights into phenomena like superconductivity or quantum computing.

“There is always more than one electron. They always interact. They will always feel each other, even at great distances,” he says. “Many things are rooted in the interactions of individual electrons, but we handle them as a collective thing. If you really want to develop a microscopic understanding of atoms, on the most basic level, you need to understand how electrons deal with each other.”

Matrix/DNA: Porque um humano interage com outro humano? Não por causa de seus corpos brutos, materiais, os quais são insensíveis e cegos perante a presença de outros corpos. Nós interagimos devido ao software que temos em nossos corpos, aos quais chamamos de mente. Este software, seja no seu estado primitivo totalmente inconsciente ou no estado mais evoluído com um embrião de consciência como e’ o caso humano, e’ constituído de luz e o que interage são as suas diferentes frequências, de preferência na sequência de seu ciclo vital, como esta demonstrado na figura. Elétrons são os corpos-objetos cegos e insensíveis, não são eles que se interagem, mas sim os fótons de luz que estão dentro deles.

Visualisation of electron leaving atom

An electron makes its escape Schultze/Ossiander

Pesquisa:

extremely ultraviolet laser pulse

Vide: Cheap lasers could capture electrons in motion

https://www.newscientist.com/article/dn19255-cheap-lasers-could-capture-electrons-in-motion/

 

Luz e Ondas Eletromagnéticas: Importantes Informacoes

sexta-feira, novembro 11th, 2016

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(Wiki) – Ondas eletromagnéticas são normalmente descritas por qualquer uma das seguintes propriedades físicas: frequência (ƒ), comprimento de onda (λ), ou por energia de foton (E). O comprimento de onda é inversamente proporcional a frequência da onda, a qual representa o números de períodos existentes na unidade de tempo. Desta forma, raios gama tem comprimentos do tamanho de frações do tamanho de um átomo, enquanto o comprimento de ondas no extremo oposto do espectro podem ser tão grandes quanto o universo. A energia de um fóton é diretamente proporcional à frequência de onda, portanto os raios gama possuem a maior energia, enquanto ondas de rádio possuem energias extremamente baixas.

Interpretacao:

Qual a diferenca entre “ondas eletromagneticas” e luz?

A luz é uma onda eletromagnética, cujo comprimento de onda se inclui num determinado intervalo dentro do qual o olho humano é a ela sensível.[1] Trata-se, de outro modo, de uma radiação electromagnética que se situa entre a radiação infravermelha e a radiação ultravioleta.

A onda ou radiação eletromagnética é uma oscilação em fase dos campos elétricos e magnéticos, que, autossustentando-se, encontram-se desacoplados das cargas elétricas que lhe deram origem.  Dentro do ponto de vista da Mecânica Quântica, podem ser entendidas, ainda, como o deslocamento de pequenas partículas, os fótons.

Portanto a radiacao de um corpo, ou emissao de radiacao, nao sai em linhas retas formando raios, mas sim na forma de ondas. Como a desta figura:

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Representação do vetor campo elétrico de uma onda eletromagnética circularmente polarizada

Fotons: Importante Fenômeno Natural da Luz para a Matrix/DNA

sexta-feira, novembro 11th, 2016

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1 – Extraido de https://pt.wikipedia.org/wiki/Radia%C3%A7%C3%A3o_eletromagn%C3%A9tica

Wiki –  Um feixe luminoso é composto por pacotes discretos de energia, caracterizados por consistirem em partículas denominadas fótons. A frequência da onda é proporcional à magnitude da energia da partícula. Como os fótons são emitidos e absorvidos por partículas, eles actuam como transportadores de energia. A energia de um fóton é calculada pela equação de PlanckEinstein:

{\displaystyle \displaystyle E=hf}\displaystyle E=hf.

Nesta equação, E é a energia, h é a constante de Planck, e f é a frequência.

Se um fóton for absorvido por um átomo, ele excita um elétron, elevando-o a um alto nível de energia. Se o nível de energia é suficiente, ele pula para outro nível maior de energia, podendo escapar da atração do núcleo e ser liberado em um processo conhecido como fotoionização. Um elétron que descer ao nível de energia menor emite um fóton de luz igual a diferença de energia. Como os níveis de energia em um átomo são discretos, cada elemento tem suas próprias características de emissão e absorção

Os Instintos Predador/Presa na Onda de Luz Primordial e o Plano para Exorciza-los

sexta-feira, outubro 21st, 2016

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A maior causa de sofrimento e contentamento da Humanidade, e a causa que pode levar a Humanidade a sua extinção e’ o fenômeno dos instintos de predadores e presas. O único beneficio deste instinto seria o contentamento do rico/predador, mas em todas as especies estes se condenaram a sua extinção. Então deduzo que uma das maiores causas da humanidade agora e’ o exorcismo deste instinto da alma humana.

mas para lidar com um fenômeno e’ preciso estuda-lo o mais que se possa, tentando desvendar a causa de sua origem, como foi suas origens, o que ele significa no contexto de existência natural universal. E a cosmovisão da Matrix/DNA me levou a ver este fenômeno surgindo junto com o primeiro momento deste Universo,… o que significa que ele vem de alem.

Este fenômeno esta determinado, encriptado na onda de luz natural emitida com o Big Bang, a qual contem a formula para todos as arquiteturas, todos os sistemas naturais funcionais da natureza e portanto, esta inserido no código da vida. Eu já o havia detectado na formula quando ela constrói os sistemas galacticos, por isso havia procurado sua presença nos principios antes das galaxias, talvez no mundo atomico, e nao encontrei. Hoje um pensamento, uma observação de uma situação real, me levou a encontra-lo no seu nascedouro aqui neste Universo.

Eu observava o trabalho de empregados com a presença do dono do negocio, pelo aspecto predador/presa. Como se comportam ambos. E uma das caracteristicas anotadas e’ que o predador determina a direcao que as presas seguem. Ele e’ o dono da terra, do território, e de tudo que ela contem, então ele dirige o gado dentro da propriedade e inclusive ordena a direcao que as presas devem seguir fora da propriedade e tambem as decisões sobre o futuro. Se ele ‘e um inveterado construtor dilapidando o ecossistema, ele esta conduzindo as presas a viverem num ambiente dilapidado, no futuro.

E foi quando pensava nisso que surgiu a solução da origem deste fenômeno.

Numa onda de luz, a sua frequência/vibração – logo que emitida por uma fonte – começa com a maior intensidade que sera’ alcançada pela onda. A partir da primeira faixa de onda, começa a decair a intensidade, a força vibratoria. Mas isto significa tambem que as ondas posteriores dependem mortalmente da existência da primeira faixa mais forte, dependem da sua energia. Os empregados dependem mortalmente da energia ( o dinheiro) fornecido pelo patrão.

Mas ao fornecer a energia, e a causa para para as seguintes faixas de onda existirem, a primeira determina que as outras ondas sigam na direcao que ela veio, que ela esta trilhando. Por isso os grandes predadores humanos determinam as escolhas politicas, sociais, ambientais, das presas, e determinam seu futuro.

Para esclarecer o que estou sugerindo, vamos trazer aqui o objeto em que me baseio, a formula da Matrix/DNA na sua forma primordial de ondas de luz.

 

Wave of Light - The Electro-Magnetic Spectrum

Wave of Light – The Electro-Magnetic Spectrum

Como interpretar isto vendo na figura o instinto predador/presa? Observe o gráfico com alinha serpenteante, a senoide. Pelo que entendo, esta seria a imagem que aparece na tela do medidor computadorizado, medindo o espectro luminoso de todas as radiações existentes. na realidade – penso eu – estas ondas acontecem de forma circular, e concêntricas. Assim como se formam e se expandem as ondas a partir do ponto onde cai uma pedra num tanque de água.

O ponto onde cai a pedra, ou seja, o ponto inicial a partir da fonte emissora da luz, esta’ `a esquerda. A primeira faixa da onda, o gamma ray, e’ a faixa com maior vibração, maior intensidade, maior força. Ela fornece a energia para a existência e sobrevivência da segunda faixa. A segunda fornece `a terceira, e assim por diante. Quando desta forma inicial da formula para sistemas a natureza evolui ao ponto de produzir o sistema social humano, vamos ver nos campos de produção, a presença do proprietario ( a primeira faixa), a do chefe de seção ou capataz ( a segunda faixa), e assim por diante.

O supremo objetivo nosso agora ‘e exorcizar da psicologia humana os instintos que foram herdados dos animais, os quais herdaram isto do mundo microscopico, o qual herdou das dimensões astronomicas, etc., chegando ao primeiro manifestante que foi esta forma da formula. E como fazer isto?

Como mudar a onda? Parece ser impossivel, mas ou encontramos uma maneira, ou vamos continuar sendo torturados nesta péssima condição de existência humana, os conflitos vão continuar, etc., ate ser-mos extintos.

`A primeira vista me surge duas alternativas: 1) fazer com que todas as faixas seguintes tenham a mesma força da primeira; 2) fazer uma fonte que inicie uma onda com uma força menor porem que o restante da força subtraída seja distribuída igualmente para as outras faixas.

Em ambas as alternativas, sinto que seria necessário aplicar sete fontes ao invés de uma, como acontece naturalmente. No lapso de espaço/tempo que uma faixa produz outra, se colocaria uma fonte aumentando a energia da ultima.

Uma outra possibilidade seria conseguir uma situação sistêmica onde o esquema geral permanece o mesmo que o original, porem onde as faixas anteriores não depredem, não cobrem nada das faixas posteriores.

Ha’ que se registrar tambem que quando a formula chega ao estagio de sistema fechado em si mesmo, o sentido ou direcao do circuito se apresenta invertido. No building block de galaxias, são as faixas posteriores que se tornam predadoras das anteriores. Nos dois casos – de ambos os sentidos – as faixas posteriores tornam-se maiores que as anteriores. Mas o papel de predador se inverte. No caso da formula na forma de luz, o predador e mais forte e’ a faixa menor, a presa e’ a faixa maior e mais fraca. na realidade vemos isto quando, por exemplo, os menores virus depredam as maiores células.

Agora temos que sair do reino da luz e ir para o reino dos sistemas sociais humanos. O que seria estas fontes. Como aplica-las?

E assim interrompo este ensaio escrito, para dar trato as bolas e refletir sobre o assunto…

Imagem de Ísis Coincide com A Genese pela Matrix/DNA

sexta-feira, setembro 9th, 2016

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Para quem conhece a Matrix/DNA, e suspeita de alguma verdade nela, as vezes fica impressionado com intuicoes dos antigos de 5.000 anos atras! ja citei varios casos de coincidencias espantosas com o que sugere a formula e modelos teoricos da Matrix/DNA nos mitos antigos. Agora me deparo, por acaso, com mais uma. Observe esta imagem:

ÍSIS Negra, a Grande Mãe Cosmica

ÍSIS Negra, a Grande Mãe Cosmica

A menção a Deusa Ísis e seu significado me parece que esta no Livro dos Mortos, de um sábio fundador da mitologia egípcia, chamada Thor. Pois bem,… na sua cosmologia mais distante, quase beirando a metafisica, pois chega aos limites deste Universo perceptível aos nossos sentidos e limitado as teorias do nosso racionalismo, a Matrix/DNA esta sugerindo que no principio, onde surgiu este Universo, era o espaço, e este tinha uma substancia, uma matéria escura, ou dark matter. Esta substancia teria o mesmo significado existencial que tem o liquido amniótico num ovulo não-fecundado. De repente neste espaço surgiu uma fonte de luz que se abriu causando um Big Bang, que teria o mesmo significado existencial quando um espermatozoide alcança o centro de um ovulo e sua membrana se rompe bruscamente liberando sua carga genética.

Na imagem, Ísis, representando essa substancia espacial negra, de significado feminino, segura o ventre onde surge uma fonte de luz…

Incrível, não?

Luz: Uma Nova Ciencia Sobre a Luz em Contradicao a Ciencia Academica

quarta-feira, agosto 3rd, 2016

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Temos que abrir mais um imenso capitulo de pesquisa a partir do artigo com link abaixo. Esta diferente interpretacao da luz traz muitas coincidencias com a teoria da Luz pela Matrix/DNA ( como ” a eletricidade ‘e luz eterica caida”, ou “o corpo humano se comporta como a luz”, etc. Portanto o texto tem aqui que ser copiado, relido, sublinahdo cada topico relacionado `a Matrix, cada autor e depois no final, ver as referencias. Talvez seja por isto que a minha analise da Luz pela Matrix esteja emprrada nao conseguindo aplicacoes praticas na realidade: minha fonte de dados tem sido a teoria academica, a partir da interpretacao de Newton na camara escura, mas se essa teoria estiver muito incompleta, ou errada, estou na fonte errada. Ai’ nao e’ de se estranhar que a luz, no seu aspecto vital, nao se encaixa na luz academica, com seu aspecto mecanico.

http://aetherforce.com/newton-wrong-goethe-right-tom-brown-shows-us-truth-light/?utm_content=buffer36a69&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer

Newton was wrong, Goethe was right. Tom Brown Shows us the truth about Light

When we open our eyes and view our surroundings this is possible because of a phenomenon we term “light.” What is the origin and cause of this “light” so necessary for optical perception of the objective world? Battles have raged over this question. It has been claimed to have been answered many times over the centuries, but has it truly been answered? Is light a particle, a wave, a Janus-headed aberration mixing the two and confusing the mind, or is the expression of a cosmic force which the gravity-bound viewpoint of modern science is unable to understand in its entirety due to definable yet immeasurable aspects? At the root of all this is the question of the formation of colors. Modern science claims that color is a mere rate of vibration impinging upon our eye, that it is but an illusion… But there are flaws in this view, serious flaws which anyone of average intelligence can see for themselves if they but look.

Modern conceptions of color formation generally derive from the basic experiment of Sir Isaac Newton where he closed himself into a dark room and allowed in only the tiniest slit of light. This slit of light was directed to pass through a prism and onto a white surface. The result was the spectrum of red, orange, yellow, green, blue, indigo, and violet. Newton concluded from this single experiment that the colors of this spectrum are “hidden” or “contained” in light and can be extracted with the prism. Newton declared that as a result of his experiments he discovered that “white” light contains all colors and black is the absence of all colors. Certain pigment mixing experiments may mislead one to consider this viewpoint, but a full analysis of prismatic experiments will quash this error in thinking.

The linear mode of thought arising along with the Newtonian concept of the spectrum has given rise to modern conceptions of the “electromagnetic spectrum”. This grand spectrum is one in which all energies, be they light, sound, diverse electrical waves, etc., are claimed to line up like well-trained soldiers marching in perfect order, from zero to infinity, in hierarchy of what is alleged to be their true nature—their vibratory rate. While there can be no doubt that the electromagnetic spectrum has a specific, engineerable reality, whose conception has provided us the many volition-saving products of technology, we should not jump to the conclusion that it is an all-encompassing reality until we take all experimental considerations into account.

Universal Approach

While Newton followed the analytical, scientific methods in his path of discovery, the great poet Goethe took a more universal approach. Rather than simply studying light and color by shutting himself into a dark room and reproducing the experiments of Newton, which of course he did very methodically to assess the results firsthand, he chose to discern the nature of color in its full glory and expression in the manifest world.

Goethe accepted that Newton’s experiment showed scientific truths, but he was not so rash as to leap to the same hasty conclusions. He could clearly see that Newton was in error in his deduction of the red-orange-yellow-blue-indigo-violet (ROYGBIV) spectrum as a primary attribute of light alone. Goethe clearly saw that the ROYGBIV spectrum was a manufactured product of a specific arrangement of slit and prism, a secondary effect of the process of color formation.

In Newton’s theory of gravity the most important question goes unasked: that of how the falling apple got up in the tree in the first place, what made it grow through various formative stages into its fruiting stage—all the time growing in the opposite direction to the force of gravity? In this same manner the larger part of color formation theory—that gleaned from observing and understanding the essence of light and color in Nature—was lost from this gravity-bound viewpoint.

Now, let us consider that glamorous, classic experiment of Sir Isaac Newton. He is isolated from the natural field of light in his darkened room, with his apparatus allowing in only a small beam of light which is directed through a tiny aperture which then permits a smaller slit of light through, then on through a prism onto a white surface (actually Newton ran the light through a circular hole, but we will consider the more common slit-form of the experiment). The concept of the “ROYGBIV spectrum as the absolute structure of the components of white light” comes from this setup (just think of it … studying light in the dark!). Now let us take over the experiment and widen this slit: green disappears, with the white of the projection surface taking its place. We see two bands of colors, red-yellow and blue-violet, facing each other as polarities across a white middle. Bring the slit together again and green again reappears when yellow and blue intermingle. Forgetting for the moment all sorts of theories, examination of the observable phenomena shows that color formation consists of border effects between light and dark areas. The red is over the shadow, or black portion of the projection and the yellow is in the illuminated, or white portion. Blue appears on the white and violet on the black. The results of this experiment can be more easily observed by looking through a prism at diagrams which illustrate the borders in various arrangements.

Let us continue our experiment by reversing the borders across which our experimental light is travelling. Rather than running the light through a slit, let us run it around an object whose width can be easily manipulated. If we are looking through the prism at a card let us look at several dark lines of varying width on a white background. What we now see is another spectrum: yellow, red, magenta, violet, and blue (YRMVB). If we widen the object or line magenta disappears and we have darkness separating our two polarities, yellow-red and violet-blue, red and violet over the dark side of the slit, and yellow and blue over the illuminated side.

View chart through a prism to see the various color phenomena appearing at the borders between light and dark..

If all the colors of the Newtonian spectrum are contained in light, then shouldn’t all the colors of this second, or Goethean spectrum be contained in darkness? The actions of infrared and ultraviolet rays which are below and above the Newtonian spectrum are well known and studied, but what appears above and below the Goethean spectrum? Research carried on by Professor August Kirschmann has shown that “a broad zone distinguished by the absence of ultra-violet rays extends into the colorless light adjacent to the yellow. Adjoining the blue there would probably also turn out to be a zone with the absence of infra-red rays. To the theories of present day physics this is a mystery, since according to these theories ultra-violet as well as infra-red rays must be present in the colorless zones, just as in any white light.”

We must also question the wavelength theory of light. It no doubt has an engineerable reality attached to it, but how does magenta fit in? It doesn’t, even though green and magenta can be clearly discerned as being formed from the two color poles. All prismatic colors are not allowed into the “electromagnetic” spectrum, and thus magenta must have no wavelength. It is considered to be a secondary mixture, unlike it’s polar opposite, green. How is the wavelength deduced? By use of diffraction gratings and similar objects which manufacture colors along borders. Thus it may be considered that the wavelengths have a certain reality, but that it is a secondary activity related to the interaction of the materials used in its production, and thus may not be a primary attribute.

Thinking along these lines gives rise to grave concerns with the present conception of the linear electromagnetic spectrum. This is not to say that the experiments giving rise to this conception are incorrect, rather, their interpretation has produced a comprehension of only part of our functioning reality, and with the attitude that this is the whole story on the energies of the universe.

Goethe combined the two projectable spectrums together to create a color circle (Fig. 3 in the above chart) which takes in the true structure of prismatic colors. Let us start travelling his circle at red, then follow around to orange, yellow, green, blue, purple and then back to red. To fully understand this diagram we must define the colors as Goethe used them in this circle: “red” is what we shall term magenta, it is the central prismatic color in the dark slit experiment, Goethe also termed it pur-pur, peach-blossom, or pure-red; “orange is what is red”; yellow, green and blue are as they are, and “purple” is violet. Goethe had clear reasons for these designations. It is outside the scope of this present article to explore them or the full range of experiments available along these lines. We shall suffice here to organize the basic structure of color phenomena.

There are many color circles presented by proponents of various theories of light and color, and these cover a wide range from various interpretations of Newton’s spectrum through to industrial pigment grading charts. Goethe’s color circle is based on actual prismatic phenomena. This color circle is expressed around the six pointed star, the ancient designate of the maxim “as above, so below”.

Goethe felt that green was actually the lowest among the “living” colors (white, black and grey being “dead”). As a mixture of what he considered the two true colors, yellow and blue, it was closest to the grey, created by mixing black and white. He said, “Green reminds us of a molecular mixture”, and he saw green as the dissolving of light via the mixture of yellow and blue.

On the other hand he called magenta “pure red” and considered it the ascent of color towards its highest point, “The path to culmination in pure red appears more dynamic; the appearance of green has more of an atomistic nature.” It is clear that Goethe considered green and magenta to be polar opposites.

For reasons now becoming clear the light slit (ROYGBIV) spectrum will be forthwith designated as the “physical” spectrum, and the dark slit (YRMVB) spectrum as the “etheric”. It will be discerned that this true structure of color has a direct and profound relationship with the structure and function of the human body.

Let There Be Light…

An interesting and important researcher in color theory was Dinshah Pestanji Ghadiali. Known as “Dinshah”, in the 1920s he introduced his color healing system known as Spectro-Chrome. While Dinshah was an ardent disciple and tireless defender of Newton and his theory of color, it is apparent from the study of Dinshah’s conception of the structure of color that his system is quite useful for understanding the Goethean color circle. In fact, the prismatic colors around the six-sided star as presented by Goethe are the fundamental structure of the Dinshah Spectro-Chrome system as seen in the chart at right.. Dinshah’s research was based on the works of Newton and Edwin Babbitt. Curiously, Goethe’s color theory never gets even the slightest mention in a shelf full of books and magazines written by Dinshah.

Dinshah’s yogic sensitivity combined with his scientific research provided him with indications that this color structure is directly related to the function and structure of the human body. Red he saw as being directly relating to the function of the liver and the red blood cells. Violet relates to the spleen. The “white” blood cells, Dinshah claimed, are really “violet” in nature. To green Dinshah gave the role of governing the head and its functions. This triangle of liver, spleen and head relates directly to the red, violet, green triangle. Green is also the dominant physical color and is used to stabilize physical functions of the body. To the Yellow-Blue-Magenta triangle Dinshah related the functions and flows of the body. Yellow acts as a motor stimulant for muscles. Blue, a motor depressant. Magenta rules the energetic flows and was used for balancing the sexual energies and the heart.

We can see in this structure a direct correlation to Goethe’s idea of green being “atomistic” and magenta being the higher, upward striving side of the color circle. Dinshah stated his belief that green and magenta were “the same color”, but that they rotated in opposite directions during their oscillations in the ether. In effect he agreed with the wavelength theory, but felt that magenta had the same wavelength as green.

To get the 12 colors used in Dinshah’s Spectro-Chrome therapeutic system five glass slides were used: Red, Yellow, Green, Blue and Violet, all “tuned” for each individual color treatment machine to produce the proper full color circle. They were thus called “attuned color waves” and they were mixed as follows. Red + Yellow = Orange; Yellow + Green = Lemon; Green + Blue = Turquoise; Blue + Violet = Indigo; Red + Blue = Scarlet; Red + Violet = Magenta; Violet + Yellow = Purple. What Dinshah considered to be the etheric colors are italicized.

The operation of the Spectro-Chrome system was simple, but precise and profound. Specific colored lights were projected upon a person, either on the whole of the body or on specific parts. Long standing, or sluggish conditions, such as tumors, were seen to be on the ultra-green, that is from green to violet. Infra-green colors, those from red to green, were used to “normalize” these conditions. For recent, sudden, or red conditions, such as burns, bruises, etc., one would normalize using the ultra-green colors. For conditions relating to the circulatory and sexual functions of the body one would use the etheric colors between red and violet: scarlet, magenta and violet.

Color, consciously or unconsciously, is a profound alterant on our human physical, mental and spiritual states, the fundamental functions of those curious beings who stand fully upright between the lightness of heaven and the darkness of earth, and are structured and sustained by that interaction.

Skyward

Should your glance on mornings lovely
Lift to drink the heaven’s blue,
Or when sun, veiled by sirocco,
Royal red sinks out of view—
Give to Nature praise and honor,
Blithe of heart and sound of eye,
Knowing for the world of color
Where its broad foundations lie.

–Goethe

Let us observe the sky. During a cloudless day we see two distinct atmospheric colors, yellow and blue, which we now know Goethe considered as the only true colors. The yellow is the dot of the sun and the blue is the dome of the atmosphere. The red-yellow pole of color formation is observed as the sun moves from overhead towards the horizon, it progressively darkens through orange-gold-red colors of diverse variance, until it disappears beneath the horizon. As the sun sinks the blue sky turns darker towards the black sky of night, lit only by the stars. Mountain climbers and jet pilots have reported seeing the sky turn to violet at high altitudes. We can see that this is the blue-violet pole.

In terms of propagation the yellow light of the sun can be seen as a radial transmission wave, or rays, directly connecting the atmosphere with the solar body itself. This red-yellow pole is a longitudinal, instant direct connection. At night the longitudinal beam of stars can be seen. It is possible, given this line of thought, to conceive of the probability that the starlight we see is an instant transmission, a direct “real-time” connection to the star we are viewing.

The domed blue sky can be attributed to the luminescence of the atmosphere by the solar wind—that energetic stream which the sun continually feeds into space. The solar wind takes approximately eight minutes to travel to Earth from the Sun, though some atomic particles carried by it may take longer. It cannot travel the distance to other star systems and this is why we see only the longitudinal rays of stars at night. We could see them during the day if it were not for the blue sky. Actually, a transverse light filter may be manufactured by digging a deep well and climbing down to the bottom. One may use this device to view stars during the day. Viewing distant objects through a tube produces a similar, but less profound effect, the objects appear more clearly.

As the solar energy cannot be separated from the life force, we look to Wilhelm Reich’s observations of atmospheric orgone for help in understanding the structure of this blue atmosphere. Reich discovered, learned to isolate and scientifically study the life energy which he termed “orgone”. Its observable form is that of a pulsing vesicle which has specific properties. Reich reported that among the observed optical properties, the orgone was bluish and that it moves through the atmosphere in a “corkscrew” pattern. We can see this as a progressive, life-positive, transverse wave. Once one begins to “read” the clouds, they will notice this corkscrew pattern as a regular function of cloud formation. Its signature manifests in diverse metamorphosis, but once recognized, it will be readily noticed.

From the Ethers

The glow retreats, done is the day of toil;
it yonder hastes, new fields of life exploring;
Ah, that no wing can lift me from the soil,
upon its track to follow, follow soaring…
Goethe

These words running through the young Nikola Tesla’s mind released from within his imagination the discovery of the rotating electric field, the result of which is the polyphase AC current in use worldwide today. Through this signal instance one can see that Goethe’s works have transformed our world. However, the potential within them for far greater things will be appreciated by those with the eyes to see. Carrying with him the profound poetic vision of the 19th century natural scientists, Tesla went on to far greater inventions, inventions whose understanding is not possible with modern conceptions of the physical nature of the universe. He speaks of wireless power extracted from the luminiferous ether and delivered freely to anywhere on earth; of transmitting and recording thought through electrical analogs of the optic structure. There is good reason to believe that Tesla had working models of these fantastic devices.

Rudolf Steiner, editor of Goethe’s scientific archives at Weimar following his university years, was a prolific writer and lecturer. Among his thousands of lectures, ranging from simple means whereby one may attain stages of higher consciousness on through medicine, anthropology, philosophy, history, he gave three full scientific courses, Warmth, Light and Astronomy. Steiner was no stranger to Goethe’s color theories or to the science of electricity.

Steiner attributed all energetic activities to the “sensible”, the “supersensible”, and the “subsensible” realms. The sensible is what we directly perceive with our physical senses. The supersensible is that which is above the normal range of our senses. In order to “see” into that realm one’s senses must be in an aware and open state, which allows a higher consciousness to function. That which is below our senses, the “subsensible”, is beneath matter and is studied through the dissection and dissolution of material substance. This is most especially the case of the products of material dissolution, the protons, neutrons, electrons and related cloud chamber patterns claimed to be particles. We need meters and machines to “sense” this realm.

While light has the eye to perceive it, no organ has developed in the human body for the perception of electricity and thus it is subsensible. Electricity and electrons are very real, our electronic technologies depend on their reality for operation. However, we must understand their true place in the structure of the universe if we wish to progress in our knowledge.

According to Steiner the supersensible realm contains four ethers, Life, Tone, Light and Warmth, which are reflected in the four sensible states of matter, solid, liquid, gaseous and plasmic. Steiner stated his impression that electricity is the fallen Light Ether. It is an interesting thought, for which I have not as yet found any correlation in his scientific works. However, our knowledge is always progressing with further research and we shall see a relationship emerge from acknowledging certain polarities discovered in electrical waves.

In order to progress in our understanding of the relationship between light and electricity we must interject some basic concepts on projective geometry. Projective geometry was considered by Steiner to be the truly universal geometry, of which the Cartesian system is but a subset. Relegated to pure inertial matter, the Cartesian x,y,z coordinate system fails in interpretation of the geometry of living systems.

In projective geometry the point and the plane are the same object at different perspectives. This is quite easy to perceive with the use of the imagination: envisage a minute point, plastic in nature; this point begins to expand until we see it as a ball; we can put our arms around this ball as it continues to expand like a balloon being filled with air; as our the ball expands our arms move wider and wider apart, until when the ball is expanded to infinity our arms are stretching straight out at our sides. We are here against a plane, and can see that the plane is a sphere expanded to infinity. If we take our plane at infinity and progressively reduce it, it becomes again a sphere and finally a point. Further study will indicate that the polarity of point and plane are mediated by the line, or ray.

Back to our model, where we may continue reducing on past the observable point to a sphere expanding towards the infinite plane on the interior of the point. This reverse situation is in the realm of counterspace. Steiner considered the etheric energies to be operating in this inner space. Modern science, of course, tries to penetrate the inner realm of matter, but does so in a crude and destructive manner, destroying what it looks into, and mistaking the particles of decay for the “building blocks”.

Electricity

Electricity has always been recognized as operating with inherent polarities. We know of positive and negative electricity, obtained through friction against glass and resin and related substances. The polarity of the colors of the electric fields surrounding the anodes and cathodes in vacuum tubes are well known, they are respectively reddish, with radial forms, and bluish, with planar (sphere at infinity) forms. These colors and shapes are directly related to atmospheric color, but in relationship to electrical power usage we must turn to certain modern researches to observe the full range of polarities inherent in transmitted electrical waves.

The researches of Eric Dollard have provided us with an understanding of the basic nature of electrical propagation. Dollard has demonstrated, through experimentation with discharges from inductors and capacitors, that the realm of electricity contains many polar phenomena.

In experiments in Borderland Labs, circa 1988, the polarities of magnetism and dielectricity, and their geometric relationships in transverse and longitudinal waves, were clearly demonstrated (see references 7,8,9). Dollard demonstrated the inverse relationship between the coil, or magnetic inductor, and the condenser, or dielectric inductor, and their usage in propagation of the electrical polarities.

The coil, or magnetic inductor, is used for the storage and return of magnetic energy in electrical circuits. This energy is stored in space, being the magnetic field around the inductor. The coil is spatially open, and this space is used for the storage and return of the magnetic energy. The discharge from a magnetic coil, being electromagnetic in nature, is taken as the magnetic pole in our developing picture. This pole propagates as red/yellow discharges, suggesting a relationship with natural color formation.

When the magnetic pole predominates, as in electromagnetism, the propagation has been shown to be a retarded transverse wave, slower than the speed of light. Eric’s engineering mathematics, solidly based on a thorough study of the works of Tesla, Steinmetz and Heaviside, describes the transverse electromagnetic wave (TEM) to be like a sail against the wind, which allows us to easily picture its retarded propagation characteristics.

As all electricity is considered to be “electromagnetic” in nature, it is easy to see why people have trouble understanding the reality behind Tesla’s work. Electromagnetism is only one side of electrical phenomena, just as Newton’s spectrum is only one side of color phenomena. But let us move on to learn of the “other side” of electricity, which has really been right in front of us all along.

The condenser, capacitor, or dielectric inductor, is used for the storage and return of dielectric energy in electrical circuits. Dielectric energy commonly manifests as “static” electricity, though it is anything but static. The condenser is spatially closed and the dielectric energy is stored in counterspace, that is within the component, which consists of insulating materials that are generally considered as not allowing electricity to pass. The dielectric manifestation of electricity is taken as the electric pole, which propagates as blue/violet sparks when discharged from a condenser.

Orgone accumulators are a type of capacitor and the blue optical properties of orgone may be seen when using one. This indicates a strong relationship between dielectricity and orgone.

The electrical pole is dominant in the transmission of Longitudinal Magneto-Dielectric (LMD) Waves which have been measured at speeds well above the speed of light. This is the form of electricity Tesla was propagating from his Magnifying Transmitter. The LMD wave is totally misunderstood in modern electrical theory, and is functionally a direct connection between transmitter and receiver, which renders them as one unit.

This LMD propagation can be best understood from the perspective of projective geometry. Let us take the earth as an electrical plane at infinity, which it is as far as electrical and geological engineering generally consider it. What Tesla did with his Magnifying Transmitter was to change the electrical perspective from the plane to the point! Thus during the operation of the Tesla Magnifying Transmitter the earth became a single point electrode which could be tapped at any point as though it were the output terminal of the transmitter.

In projective geometry the line mediates between point and plane and in our example the LMD wave appears to manifest as a direct line between transmitter and receiver. Let us picture this line as a solid rod. If one pushes the rod longitudinally, the opposing end reacts instantly, there is no time lag. On the other hand, the TEM wave can be pictured using a piece of rope that is given a sharp shake, the wave can then be seen travelling down the length, loosing energy as it goes, taking its time to reach the end.

When the magnetic and dielectric inductors, now pictured as polar in function, are combined in parallel, upon electrical stimulation there is created an oscillating circuit (OC). Depending upon the specific engineering of the OC it can produce predominantly TEM or LMD waves. Oscillating circuitry allows us communication via radio waves of diverse sorts.

There is an interesting analogy of oscillating circuits to the human structure: The inductor is like our coiled intestines representing the metabolic pole of the body and the capacitor relates to the plates of the skull, connected with the nerve polarity in the body. In the body the nerve and metabolic poles interact to allow the rhythmic system to function, allowing us to communicate using our breath.

Analog computers

To fully understand the polarities inherent in electrical propagation we turn to the use of analog computers in the study of electrical propagation. These computers are demonstrated, with measuring equipment, in reference 8.

At left is a schematic of an assembly of two capacitors and two inductors forming an element of an analog computer used to study the characteristics of TEM and LMD waves. The transverse and longitudinal components move at 90o to each other, that is the transverse along the transmission line, and the longitudinal at 90o to it. This can be understood more clearly from the following diagrams:

At right is an analog computer of a classic transmission line for use in determining the characteristics of TEM waves. The power source is at left. Magnetic distribution, as measured by a pickup coil, is highest at left and lowest at right. Dielectric distribution, as measured by a unique multipactor-photomultiplier detector, is lowest at left and highest at right. The magnetic and dielectric components are in space opposition. Finger testing shows that the coils are hot on the left where magnetism is highest and cool on the right where it is lowest, and the capacitors are cool on the left where dielectricity is lowest and warm on the right where it is highest. This type of circuit produces weak oscillations and has slower than light propagation characteristics. The TEM wave can be seen as an unnatural form of electrical propagation. We can relate this to the concept of Newton’s apple falling.

At left we have an analog computer of the longitudinal magneto-dielectric component of an electric wave which travels at 90o to the TEM component. This configuration is used for determining the character of LMD waves. Source, again, is at left. Magnetic distribution measures low at the left and rises towards the right. Dielectric distribution measures low at the left and high at the right. The components are in space conjunction, in contradiction to the Law of Electromagnetic Induction which says these components must be in quadrature relationship in space and time! Finger testing shows coils cool on the left rising to hot on the right in direct relation to the quantity of magnetism distributed through the circuit, and capacitors are cool on the left and hot on the right, again in direct relationship to the distribution of dielectricity in the circuit. This circuit produces strong, sharp oscillations (high “Q”). This is the natural form of electricity, as Tesla well knew, and propagates faster than light. We can relate this to the growth of the tree which produced Newton’s apple.

To Steiner a tree’s growth-producing etheric energies would exist in counterspace. To Dollard the LMD wave propagates in counterspace. In living systems such as plants, this counterspatial energy can be understood to partake of the shaping of the plants. Interestingly enough, Dollard’s Tesla apparatus was capable of emitting discharges (or possibly implosive charges as the equipment indicated current flowing to ground during discharge) which looked uncannily like plants. Pictured at left is a free air discharge and at right is a discharge burned into wood. Changing the pulse rate and bandwidth Dollard could produce discharges that varied from scrawny desert bushes to lush foliage. This is the living, ignored side of electricity so absent from our modern textbooks, just as the etheric spectrum is absent. A magnetic or dielectric discharge at the same frequency each has its own peculiar characteristics. Which is to be placed in the linear electromagnetic spectrum? Or are we ready to rethink our basic concepts?

We can see from these observations that electricity and light are directly related as inverse functions of color formation and wave propagation phenomena. We thus build a picture in our imagination of electricity being the fallen Light Ether. One piece that doesn’t fit exactly is the previously mentioned vacuum tube anode/cathode color scheme which has the same color/propagation characteristics as atmospheric color—there is no reversal in that instance. This may be due to the nature of electricity operating within the vacuum tube, and this possibility is being considered. In a vacuum tube driven Tesla Magnifying Transmitter we would get LMD waves propagating from it, but internal to some tubes we could get opposing color/propagation effects, so a logic develops as we look into this question.

This chart summarizes and attempts to map the salient polarities of the generalized color/propagation characteristics of atmospheric light and electrical waves & discharges into geometric form for further study. The in vacuo cathode/anode propagation forms are in brackets to separate them from the general picture until we understand that situation better. Much further research and thought needs to be directed into this area, and these color/electricity relationships should be taken as a preliminary excursion into an exciting new area of research. This information is presented as a guidepost and cornerstone for others to build upon, and may very well be updated through alteration or refinement as research continues.

The crude and improper concepts of electricity and color formation which the modern world view has shackled our civilization with must be overcome. In order to progress to higher, more refined levels in the generation of power to sustain our civilization’s endeavors it is fundamental that all energies are properly understood and defined. The only way to do this is to observe the totality of phenomena with our full range of human capabilities, and work upwards from there. This will elevate the characteristics of our endeavors towards those which are most life-positive and fruitful.

References

  1. Newton, I.; Opticks or A Treatise of the Reflections, Refractions, Inflections & Colours of Light, 1730 Edition, Dover Publications, New York, 1979.
  2. Goethe, J.W. von; Theory of Colours, 1840 Edition, The M.I.T. Press, Cambridge, Massachusetts, 1987.
  3. Proskauer, H.O.; The Rediscovery of Color — Goethe versus Newton Today, Anthroposophic Press, Spring Valley, New York, 1986
  4. Lehrs, Ernst; Man or Matter — Introduction to a Spiritual Understanding of Nature on the Basis of Goethe’s Method of Training Observation and Thought, Rudolf Steiner Press, London, 1958.
  5. Ghadiali, D.P.; Spectro-Chrome Metry Encyclopaedia, Vols I-III, Spectro-Chrome Institute, Malaga, New Jersey, 1939
  6. Ghadiali, D.P.; Triumph of Spectro-Chrome, Spectro-Chrome Institute, Malaga, New Jersey, 1944.
  7. Borderland Labs; Free Energy Research, 1987
  8. Borderland Labs; Transverse & Longitudinal Electricity, 1988
  9. Borderland Labs; Tesla’s Longitudinal Electricity, 1988
  10. Dollard, Eric; Dielectric & Magnetic Discharges in Electrical Windings, Borderlands, 1986

© 1996-2008 Thomas Joseph Brown

Luz tem Interacoes com a Materia que sao discriminadas pelos instrumentos eletronicos, como previu a Matrix/DNA

segunda-feira, julho 18th, 2016

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… from a theoretical standpoint, “Most light-matter interaction processes are ‘forbidden’ by electronic selection rules, which limits the number of transitions between energy levels we have access to,” Soljačić explains.

For example, spectrograms, which are used to analyze the elemental composition of materials, show a few bright lines against a mostly dark background. The bright lines represent the specific “allowed” energy level transitions in the atoms of that element that can be accompanied by the release of a photon (a particle of light). In the dark regions, which make up most of the spectrum, emission at those energy levels is “forbidden.”

Read more at: http://phys.org/news/2016-07-realms-light-matter-interaction.html#jCp

Study opens new realms of light-matter interaction

July 15, 2016 by David L. Chandler

Matrix/DNA: A Matrix/DNA sugere que os sistemas naturais ditos inanimados ou não-vivos executam funções mecânicas que se tornaram, com a evolução, as propriedades vitais. Então ela sugere um novo e diferente modelo teórico para sistemas atômicos e astronômicos, nos quais, as ocultas funções biológicas aparecem e podem serem identificadas. Esta sugestão e’ totalmente estranha ao mundo intelectual acadêmico moderno, cujos cérebros não conseguem processar o significado disso e seus efeitos no mundo real. Mas isto acontece porque as ciências tem focalizado e percebido apenas os aspectos mecânicos e eletromagnéticos destes sistemas, e esta percepção limitada cresce devido o feed-back proporcionado pelos instrumentos científicos que são meras extensões dos sensores cerebrais. Assim, os instrumentos científicos reforçam a crença em que o mundo real contem apenas o que se percebe, e as características biológicas – que não são mecânicas nem eletromagnéticas – não são admitidas por este mode de ver o mundo.

Mas o esforço das pesquisas vão aprimorando tanto os sensores cerebrais como suas extensões tecnológicas e com isso vão entrando nas faixas das dimensões indivisíveis e adivinhando ou descobrindo novos fenômenos. Estes novos fenômenos vão, por sua vez, confirmando os modelos teóricos da Matrix/DNA.

Trechos do artigo dignos de nota:

With this new study, Kaminer says, “we demonstrate theoretically that these constraints can be lifted” using confined waves within atomically thin, 2-D materials. “We show that some of the transitions which normally take the age of the universe to happen could be made to happen within nanoseconds. Because of this, many of the dark regions of a spectrogram become bright once an atom is placed near a 2-D material.”

Electrons in an atom have discrete energy levels, and when they hop from one level to another they give off a photon of light, a process called spontaneous emission. But the atom itself is much smaller than the wavelength of the light that gets emitted—about 1/1,000 to 1/10,000 as big—substantially impairing the interactions between the two.

The trick is, in effect, to “shrink” the light so it better matches the scale of the atom, as the researchers show in their study. The key to enabling a whole range of interactions, specifically transitions in atomic states that relate to absorbing or emitting light, is the use of a two-dimensional material called graphene, in which light can interact with matter in the form of plasmons, a type of electromagnetic oscillation in the material.

Pesquisa:

Plasmons:

https://en.wikipedia.org/wiki/Plasmon

In physics, a plasmon is a quantum of plasma oscillation. As light consists of photons, the plasma oscillation consists of plasmons. The plasmon can be considered as a quasiparticle since it arises from the quantization of plasma oscillations, just like phonons are quantizations of mechanical vibrations. Thus, plasmons are collective (a discrete number) oscillations of the free electron gas density. For example, at optical frequencies, plasmons can couple with a photon to create another quasiparticle called a plasmon polariton.