Posts Tagged ‘Luz’

Visão das varias frequências da luz – vídeo de supernova

sexta-feira, maio 3rd, 2019

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Bem… aqui esta nova informação sobre o espectro eletromagnético e ondas de luz. Temos aparelhos que, cada qual, vê numa radiação com frequência de onda especifica…

Luz: Raios gama e’ uma forma de luz invisivel com alevada energia

sexta-feira, março 8th, 2019

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“Many of the fission products decay rapidly and emit gamma radiation, an invisible yet highly energetic form of light

Isto significa que todas as outras formas de radiação são formas de luz, completando assim uma onda.

Luz, atuando como força e mais informações

domingo, março 3rd, 2019

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Nova tecnologia de imagem captura movimento de partículas quânticas com resolução sem precedentes

Nova tecnologia de imagem captura movimento de partículas quânticas com resolução sem precedentes

Os cientistas desenvolveram uma técnica de imageamento espaço-temporal única na escala nanométrica de femtossegundos e observaram a dinâmica do exciton-polariton em disseleneto de tungstênio, um material semicondutor, à temperatura ambiente.
Excitons – quasipartículas eletricamente neutras – têm propriedades extraordinárias. Eles existem apenas em materiais semicondutores e isolantes e podem ser facilmente acessados ​​em materiais bidimensionais (2D) com poucos átomos de espessura, como carbono e molibdenita. Quando esses materiais 2D são combinados, eles exibem propriedades quânticas que nenhum desses materiais possui sozinho.

Um novo estudo da Universidade de Tel Aviv explora a geração e propagação de excitons em materiais 2D dentro de um período de tempo pequeno sem precedentes e com uma resolução espacial extraordinariamente alta. A pesquisa foi conduzida pelo Prof. Haim Suchowski e pelo Dr. Michael Mrejen da Faculdade de Ciências Exatas Raymond & Beverly Sackler e publicada na Science Advances em 1º de fevereiro.

A mecânica quântica é uma teoria fundamental da física que descreve a natureza nas menores escalas de energia. “Nossa nova tecnologia de imagem captura o movimento de excitons em um curto espaço de tempo e em escala nanométrica”, diz o Dr. Mrejen. “Esta ferramenta pode ser extremamente útil para dar uma olhada na resposta do material nos primeiros momentos em que a luz a afetou.”

“Tais materiais podem ser usados ​​para desacelerar significativamente a luz para manipulá-la ou até mesmo armazená-la, recursos altamente procurados para comunicações e para computadores quânticos baseados em fotônica”, explica Prof. Suchowski. “Do ponto de vista da capacidade do instrumento, este tour de force abre novas oportunidades para visualizar e manipular a resposta ultrarrápida de muitos outros sistemas de material em outros regimes de espectro, como o alcance do infravermelho médio em que muitas moléculas vibram.”

Os cientistas desenvolveram uma técnica de imageamento espaço-temporal única na escala nanométrica de femtossegundos e observaram a dinâmica do exciton-polariton em disseleneto de tungstênio, um material semicondutor, à temperatura ambiente.

O exciton-polariton é uma criatura quântica gerada pelo acoplamento de luz e matéria. Devido ao material específico estudado, a velocidade de propagação medida foi de cerca de 1% da velocidade da luz. Nesta escala de tempo, a luz consegue viajar apenas algumas centenas de nanômetros.

“Sabíamos que tínhamos uma ferramenta de caracterização única e que esses materiais 2D eram bons candidatos para explorar um comportamento interessante na interseção ultra-rápida”, diz Mrejen. “Eu devo acrescentar que o material, o disseleneto de tungstênio, é extremamente interessante do ponto de vista de aplicações. Ele sustenta tais estados acoplados à matéria leve em dimensões muito confinadas, até a espessura de um átomo, à temperatura ambiente e na faixa espectral visível.”

Os pesquisadores estão agora explorando maneiras de controlar a velocidade das ondas semicondutoras, por exemplo, combinando vários materiais 2D em pilhas

Entrevista com uma Reptiliana?!

quinta-feira, fevereiro 28th, 2019

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Texto  bastante  longo (umas 3 horas de leitura) e tão estranho que não sei se estou fazendo o certo divulgando-o aqui. Na minha opiniao, enquanto a Neurologia não descobrir como os nossos neurônios produzem, ou se relacionam com nossos pensamentos, não devo crer nem descrer do que o cerebro humano produz que eu não tenha conhecimento real, provado, sobre o assunto. E’ o caso do conteúdo deste artigo. Se isto for produto da imaginação humana, o que é essa imaginação para imaginar o que não existe, tirar algo do Nada?

O autor do artigo, o entrevistador, não é o dono do website “ContactoAlienigena”. O dono inclusive é contra a “suposta” entrevistada, dizendo nos comentarios abaixo que “reptilianos são malignos”, apesar da suposta entrevistada ter mencionado que ela não é uma reptiliana no sentido que humanos dizem. Mas o proprio dono do website tem uma historia estranha, quando diz ter o terceiro olho desenvolvido, que ve imagens de reptilianos, etc.

Os humanos tem seu DNA original deformado por engenharia genetica alienígena? Existem 14 species de extraterrestres visitando e até residindo na Terra? Existiriam cidades subterrâneas? A entrevistada diz que reptilianos comem carne; seria esta explicacao para tantos humanos sumindo, desaparecendo, indo para as listas dos desaparecidos, sem nunca retornarem? Sao hipóteses horríveis. Mas entao não existem deuses do bem, ou algumas especies  poderosas protegendo especies menos evoluídas, como nos protegemos caes e gatos? O que pensar disto tudo? Ou devemos fazer esforço para esquecer, não pensar nada, apostando todas as cartas na hipotese de que nada disso existe?

Algo que me chamou atencao no texto – porque tem alguma relacao com o que sugere a formula da Matrix/DNA, é a menção a um mundo contendo varias camadas de realidade, e camadas como membranas separando estas diferentes realidades, etc. A nossa formula sugere algo assim, quando calcula que teria de haver, mas não captamos, materia ou outra substancia em mais seis níveis que correspondence as outras seis faixas de vibração/frequências da luz universal. Mas o depoimento da entrevistada esta’ demasiado confuso, talvez prejudicado pela traducao.

Em todo caso, e no meu caso, leio estas coisas e procuro não me deixar influenciar por elas. Primeiro que não vejo nada que eu possa fazer para nos beneficiar, nos defender, ou ajudar outros seres. Segundo, porque, como as religioes místicas, podem de alguma forma prejudicarem o desenvolvimento do raciocínio. Mas tambem as leio e não as delego ao esquecimento, mantendo-as em suspenso, pois se houver alguma verdade e aparecer algum sinal sobre elas, eu perderia a oportunidade de pesquisar e aprender mais.

Entrevista com uma Reptiliana.(Atualizado)

https://contatoalienigena.blogspot.com/2015/07/entrevista-com-uma-reptilianaatualizado.html#at_pco=smlwn-1.0&at_si=5c77e26ca9c53e01&at_ab=per-2&at_pos=0&at_tot=1

A centelha de luz no Big Bang: casamento perfeito entre a teoria acadêmica e a teoria da Matrix/DNA

sexta-feira, fevereiro 22nd, 2019

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“Long, long time ago (and I mean really long, this is not a fairy tale), long like 13,7 billion years ago, there was only darkness. Suddenly, a spark of light smaller than an atom entered this darkness and tada, The Universe was born.

This light and the darkness, entangled in an eternal dance, created the 4 fundamental forces of The Universe (Gravity, Electromagnetism, Weak and Strong). The Universe started expanding and very soon the first quarks were created. Then the first electrons, the first protons, and all of this happened in the first second, like literally.”

Esta frase, assim colocada com estas palavras, veio elucidar em inglês como devo fazer minha narrativa em inglês,  e veio emparelhar melhor a minha teoria com a teoria acadêmica. Pois esta frase pode ser entendida como sugere minha teoria como descrevendo um evento de fecundação, com a luz-software/genoma trazendo todas as informações para um processo universal de reprodução. Portanto, ambas as teorias estão de acordo com o fato do evento. O que começa a diferir a partir de agora e’ devido ao mesmo fato ter sido visto por ângulos diferentes devido dois observadores localizados em diferentes pontos do espaço/tempo o que gerou a enorme diferença de interpretações do mesmo evento. Enquanto o observador acadêmico se encontra na civilização e no ambiente acadêmico o observador da Matrix/DNA se encontra isolado e na selva pristina amazônica. 

Frase encontrada no link:

https://www.lifecoachcode.com/2016/07/21/the-mind-blowing-chain-of-events-so-you-can-exist/

Don’t Believe In Destiny?! THIS Is The MIND-BLOWING Chain Of Events So YOU Can Exist…

No inicio havia apenas uma nuvem de substancia escura, cercada pelo nada. Começando a perder porcões que se despregavam da nuvem criou-se um principio de gravitação entre os pedaços dispersados e a grande nuvem de maneira que os pedaços retornavam a nuvem. Com o passar do tempo estas ocorrências se tornavam mais constantes e a nuvem começou  a rodopiar-se sobre si mesma, os encontros com seus pedaços criavam ondas e cristas de ondas se tornaram energia escura. Tantos raios de energia escura foram produzidos que num dado evento a explosão do encontro macico dentre eles criou a energia branca, e com ela se refletiu a luz…

Nada disso. Foi uma possibilidade que me ocorreu agora, mas não vou prosseguir nesta elucubração mental porque ela parece não ter muita sustentação. Mas como foi a real origem do Universo?

 

 

A Onda de Luz Original e a Formula da Matrix/DNA

quinta-feira, fevereiro 14th, 2019

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Esta hipótese sugere que tudo o que foi construído neste Universo são formas de sistemas naturais – desde átomos a galaxias a seres humanos – e o agente construtor surgiu inicialmente na forma de uma onda de luz natural. Isto porque, a hipótese acredita que descobriu, a formula de todos os sistemas nada mais e’ que a anatomia dinâmica de uma onda de luz.

Então vejamos como uma onda de luz se representa na tela do computador medindo sua anatomia, no que chamamos de electromagnetic spectrum:

Light-The-Electro-Magnetic-Spectrum by MatrixDNA THeory

Ao observar e estudar esta senoide partindo de uma fonte (‘a direita) e se desfazendo em partículas ‘a esquerda percebemos que ela imita a formula universal para todos os sistemas naturais, a Matrix/DNA. Por consequência da formula, notamos que a onda de luz apresenta diferentes formas quando se propaga da mesma maneira que um corpo humano muda de formas sob ação do processo do ciclo vital. Estas mudanças de formas foram detectadas nas sete diferentes formas de astros celestes, sugerindo que também estes apareceram pela ação do ciclo vital. Inclusive anotamos no gráfico acima os nomes das formas humanas, dos astros, em cada faixa em que eles com propriedades comuns se encaixam.

Então descobrimos que uma onda de luz natural pode também ser convertida na formula universal. Mas tivemos um problema: pela Historia Cosmológica, a luz natural surgiu antes de todos os sistemas naturais conhecidos – desde as partículas, os átomos, etc. Então antes da formula entrar em ação construindo o primeiro sistema natural, já existia a luz, e com a formula.

Então a dedução obvia é que a primeira onda de luz original surgida antes ou junto com o Big Bang era a formula em si mesma, ou seja, nela estava encriptada a formula. E mais, a forma do corpo dessa onda de luz, a sua anatomia, era a formula em si mesma.

Em vista disso, procuramos desenhar a onda de luz na mesma forma em que temos representado a formula universal, ou seja, na forma de um diagrama simples de software.

Agora vamos puxar para cá a formula universal natural de todos os sistemas naturais:

The Universal Formula of MatrixDNA as Software/Closed System

The Universal Formula of MatrixDNA as Software/Closed System

E assim calculamos como uma onda de luz natural original pode ter se constituído na formula universal, Matrix/DNA.

É  preciso lembrar que um corpo humano muda de forma quase infinitas vezes numa unica existência. A cada milisegundo esta morrendo uma célula e outra sendo feita para ocupar o seu lugar, mas como nunca existe uma célula exatamente igual a outra, a copia que veio substituir veio com algum minimo detalhe diferente, o que significa que o corpo inteiro teve sua forma mudada – a cada milisegundo. Mas por facilidade de comunicação e conveniência de estudo resolvemos resumir todas estas quase infinitas formas em apenas sete formas principais: a de morula, blástula, feto, embrião, baby, criança, adolescente, jovem, adulto, idoso e cadáver. Geralmente resumimos as formas embrionarias apenas numa, o embrião, e omitimos a forma de cadáver. Então essa lembrança é para explicar que na formula-diagrama aparecem esferas intermediadas por setas. As esferas representam os sete estados do corpo, as setas representam o tempo percorrido pelas formas intermediarias que omitimos no desenho. Na verdade as esferas representam o corpo em relação a dimensão espaço, quando ele assume sua forma de partícula material, e as setas representam o corpo em relação a dimensão tempo, quando o corpo assume sua forma de onda do tempo.

Então juntando a onda de luz com a formula da Matrix, temos:

 

A fonte (F1) da luz original deve ter sido algo desconhecido por nos existente antes ou no momento do Big Bang, e no desenho a representamos com uma bateria, mas em todo o caso a função sistêmica continua sendo a mesma em todos os sistemas naturais ( no caso do corpo humano essa fonte é o genoma recebido dos pais e F1 é o ventre gerador).

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MatrixDNA as Light Wave MatrixDNA as Light Wave 2

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 Questao postada no reddit -askphilosopher em 04/15/19
https://www.reddit.com/r/askphilosophy/comments/bdfeky/philosophy_naturalism_applied_at_amazon_jungle/

Philosophy naturalism applied at Amazon jungle discovers a new world view.What do you think?

 You know that all living beings has a formula-template, the DNA. A non scientific but the naturalist philosophy method of connecting the data searching to solve the big puzzle had as result that the DNA is merely a biological product coming from a formula-template that is encrypted into atoms and galaxies, the Matrix/DNA. Now, the observation of a electromagnetic spectrum has suggested that a natural light wave is the formula, and the initial shape of the formula is a light wave. You can see all pictures of this theory at ……….
If it is next to the final truth, it means a total revolutionary world view, where the first light wave from the Big Bang brought the code for all natural systems and life like a genome of the Creator, and that inside this Universe is occurring merely a genetic/computational process of reproduction and we – as all intelligent life forms at other worlds – are genes in this great work. Any philosopher jhere could say something? Thanks.

Fotons, luz: mais informacoes

domingo, fevereiro 10th, 2019

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In this illustration, one photon (purple) carries a million times the energy of another (yellow). Fermi data on two photons from a gamma-ray burst fail to show any travel delay, showing the speed of light’s constancy across energy. Image credit: NASA/Sonoma State University/Aurore Simonnet.

https://scienceblogs.com/startswithabang/2017/06/25/comments-of-the-week-166-from-expanding-faster-than-light-to-periodic-mass-extinctions

Matéria feita direta pela Luz?!

quarta-feira, janeiro 30th, 2019

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Matter from Light

http://milesmathis.com/limat.pdf

It has just been announced in the journal Nature Photonics by researchers at Imperial College that matter will be made directly from light within the year. That’s great, and it may even happen this time, unlike all the other things we are being told. However, the announcement, even if true, is still major misdirection. They are selling you the idea in these mainstream glosses that this will be a natural outcome of QED, but it isn’t. The process is one of the most spectacular predictions of a theory called quantum electrodynamics (QED) that was developed in the run up to the second world war. “You might call it the most dramatic consequence of QED and it clearly shows that light and matter are interchangeable,” [Steven] Rose told the Guardian.

Luz e fótons: PDF bastante explicativo – Uma nova forma de luz?

quarta-feira, janeiro 30th, 2019

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A New Form of Light? No.

http://milesmathis.com/mit.pdf

Scientists at MIT reported yesterday that they had discovered a new form of light. They sent a very weak laserbeam through ultracold Rubidium, and claimed to discover photons with mass coming out the other side moving only 3km/s. That’s .00001c. Here is how they explain that:

As a single photon moves through the cloud of rubidium atoms, it briefy lands on a nearby atom before skipping to another atom, like a bee fitting between fowers, until it reaches the other end. If another photon is simultaneously traveling through the cloud, it can also spend some time on a rubidium atom, forming a polariton — a hybrid that is part photon, part atom. Then two polaritons can interact with each other via their atomic component. At the edge of the cloud, the atoms remain where they are, while the photons exit, still bound together. The researchers found that this same phenomenon can occur with three photons, forming an even stronger bond than the interactions between two photons. ( cont. a ler )

O Trabalho do pensar aumenta minha consciência distanciando-me do passado animal. E você?

terça-feira, janeiro 29th, 2019

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( Este longo texto com tanto palavreado é resultado da busca de uma técnica para desenvolver a mente dos que a mantem estagnada. E para manter o desenvolvimento da minha mente, justificando o investimento de tempo e energia na técnica que aplico)

A maioria dos humanos são os seres do pensamento curto. O cérebro tem uma capacidade instalada para produzir o pensamento longo, mas a maioria dos humanos querem se conservar mantendo-se como pensamentos curtos, por conveniência. E’ mais vantajoso na luta pela sobrevivência e no maior gozo dos prazeres da vida.

Mas pelo ponto de vista da natureza universal, ela sabe que essa atitude não é a escolha mais inteligente. Primeiro porque, se esta escolha é vantajosa para o momento, a curto prazo, ela traz consigo a ameaça da extinção definitiva da espécie humana, a longo prazo. Segundo porque o pensamento curto mantem o ser limitado dentro de uma muralha que cerca uma região curta do espaço e do tempo, como o gado preso num pasto cercado por arame farpado, sem nunca saber o que existe alem do pasto. A natureza universal vê tudo, ela sabe se alem do pasto existe mais coisas boas e ruins para o ser humano, se existem frutas suculentas melhor que a grama, e se existem feras predadoras. Em todo caso, ela também sabe que o ser humano tem capacidade cerebral instalada para, se saltar a cerca, destruir as feras e ficar com as frutas. Ela sabe que aquele pasto não sera mantido eternamente, o planeta esta se transformando, que todo gado preso dentro do pasto vai ser extinto para nunca mais voltar ‘a vida.

Mais ainda que o ser humano, quem tem o pensamento mais curto são todos os outros tipos de animais. Para sobreviver aqui e agora, os outros animais são os mais práticos. Agem mais rápido e com mais eficiência na fuga de um predador e na detecção de um alimento. Então somos conduzidos a deduzir que praticidade e pensamento curto são sinônimos. Mas depois que surgiu a especie humana, constatou-se que esta prolongou o tempo dos pensamentos e isto trouxe uma vantagem em relação aos que ficaram no pensamento curto: os humanos conseguem mais facilidade no acesso e obtenção do alimento e tem mais poder para vencer as feras predadoras, inclusive as microscópicas, como vírus e bactérias que causam as doenças. Isto ocorre porque no homem emergiu uma capacidade cerebral maior que denominamos “inteligencia”. A inteligencia produz a tecnologia, esta a causa das vantagens atuais dos humanos. Então somos conduzidos a deduzir que pensamentos mais longos se tornam em mais inteligencia.

Mas o que fez a espécie humana se prestar ao sacrifício de por seu cérebro a trabalhar mais que os outros animais, ultrapassando o habito do pensamento curto?

Esta questão, depois de ter tentado pensar nela, percebi que não tem fácil resposta, talvez porque tenha ocorrido algum evento com os primatas que eu não conheça. Mas existe uma maneira de encontrar uma resposta, que pode não ser a que ocorreu de fato, porem é uma boa teoria. Encontrei esta resposta comparando hoje duas pessoas: uma que se acondiciona na base do pensamento curto e outra que se investe no sacrifício de prolongar os pensamentos. A primeira diferença no comportamento visível das duas pessoas é que a do pensamento curto se move mais, a do pensamento mais longo procura a imobilidade física e permanece mais tempo imóvel fisicamente. Em contrapartida, é evidente supor que a pessoa que move mais o corpo inteiro, move menos os ingredientes do cérebro, e a pessoa que move menos o corpo, esta’ movendo mais o cérebro. Mas mover mais ou não o corpo pode não ser uma decisão de livre escolha das pessoas. A pessoa pobre é obrigada a se mover fisicamente quando não queria, para sobreviver agora, enquanto uma pessoa rica pode escolher mover-se ou não. Sei que não são todos os casos assim, pois pelos resultados que observamos, existem também pessoas que procuram se manterem paradas, tanto com o corpo quanto com o cérebro. Mas vamos ficar apenas com nossos dois exemplares diferentes.

Também percebemos agora que a oportunidade, ou privilegio, de ter mais pausa física no seu tempo, deixando o corpo descansando, favorece o exercício de “musculação da imaginação no cérebro”, onde um pensamento sobre algo distante que não afeta a sobrevivência agora prolonga-se por prazer. Uma das evidencias disso é a constatação de que os autores de ficção que dão vida a personagens que não existem – como Sherlock Holmes, o Super-Homem, etc. – não vieram dos operários, e sim das classes media ou rica. Por outro lado, se imaginar-mos um avião caindo na selva, tendo uma pessoa rica e outra, pobre, de igual saúde e força física, e ambas sem nada nas mãos, é quase certo que a pobre vai se adaptar mais rápido, aguentar mais as necessidades e as intempéries, e sobreviver por mais tempo. Eu vivi na selva e apendi que a selva não é a academia com ar condicionado ou o bosque onde os ricos exercitam seus músculos. Voltamos ao caso da maior praticidade dos pensamentos curtos.

Mas existe este estranho fenômeno de humanos que sacrificam-se nas satisfações da vida, diminuindo seu consumo sacrificando suas necessidades, e desprezando prazeres, para esforçar o pensamento em algo distante, buscando recompensa futura. Estamos nos lembrando aqui de pessoas como Einstein, Darwin, os filósofos e pesquisadores em geral. São pessoas que se impõem uma especie de freio aos movimentos do corpo, procuram maiores pausas na correria pela vida, não para curtirem os prazeres da imaginação como os autores dos contos dos heróis fictícios, mas para trabalharem com os ingredientes, os recursos do cérebro, em busca de mais poder no futuro. Mas o pior é que estas pessoas sabem que este trabalho pode ser perdido, inutilizado, pois estão procurando no escuro, no desconhecido. Se encontrarem algo, pode ser um conhecimento útil ou inútil para o momento. Se for um conhecimento útil, ele se tornara em um instrumento tecnológico, uma ferramenta, uma arma, etc. Esta atitude e estranha porque vai contra tudo o que a especie humana herdou das suas ancestrais especies animais. Ela surgiu apenas agora, no humano, parece que vinda do nada. Não é logico, pratico, racional, a um animal se desviar da comida ou da fuga de um predador, ao se deparar na selva com um barco caído do céu trazido por um tornado, ou ao sentir apenas uma presença invisível de algo desconhecido, e deter-se procurando saber do que se trata. Mas existem humanos que tem atuado justamente dessa maneira estranha: eles param a sua vida, aguentam o crescer das necessidades até onde não suportam mais, trabalhando um pensamento sobre algo distante, ou invisível porque muito pequeno ou muito grande, sem terem certeza de que vão usufruir de um possível ou não produto resultante do trabalho. Não é irracional porque o irracional nunca faz isso, mas também não é racional, não é um efeito natural da sua linhagem evolutiva. Em outras palavras, isto não vem de dentro dele. E aqui o mistério fica mais estranho.

Depois que passei a pensar ou suspeitar que descobri uma força natural a que denomino de “a formula da Matrix/DNA”, eu teria uma rápida solução para esta questão. A causa para essa emergência deste fenômeno que não existia veio de fora do individuo, mas veio de dentro também, porque ela esta’ fora, sendo o ambiente que o cerca, e esta’ dentro, na forma de seu código genético. Mas como isso é uma teoria, vamos manter essa possível solução em suspenso. Apenas para lembrar, tenho outro artigo que trata uma questão semelhante: porque, cargas d’água, um réptil que botava ovos fora resolveu se sacrificar todo tentando manter os ovos dentro que acabou levando-o a se transformar num mamífero? Esse caso vai contra todos os mecanismos da teoria evolucionaria Darwiniana, e apenas encontrei uma solução plausível quando vi na formula da Matrix/DNA um agente capaz de produzir esta ocorrência, atuando desde fora para dentro do réptil, como também de dentro para fora. Em vista disso vou escolher a solução em que humanos se prestam ao sacrifício no prolongamento de um pensamento distante movido desde fora mas também desde dentro.

Uma das particularidades que tem ocorrido comigo pode ser arrolada como evidencia teórica para a causa vir de fora, e/ou de dentro. Eu tenho sido a espécie do individuo que sacrificou muito da vida investindo o ganho em pausas do corpo físico na correria, para fazer funcionar mais o motor do cérebro. Depois da maturidade a manutenção da vida ficou mais fácil, exigindo menos movimentos, portanto a continuidade do investimento na prolongação dos pensamentos foi mais fácil. Mas me lembro de muitas ocasiões em que estava fazendo um trabalho físico, árduo, braçal, todo sujo e suado do trabalho, quando de repente me veio a mente a lembrança de uma questão em que estivera pensando ultimamente, e logo em seguida, como que por encanto, pintou uma solução. De maneira que minha primeira reação foi exclamar aos meus botoes: ” A solução estava tão obvia! Porque não pensei nisso antes?!” Não tenho duvidas, a solução veio de fora com certeza, mesmo que também tenha vindo de dentro: eu estava com o cérebro concentrado nas mãos, fazendo um trabalho, de maneira alguma desviei o cérebro para aquele tipo de reflexão filosófica naquele momento.

Não é fácil aguentar-se esforçando um pensamento sobre algo que não esta’ influenciando nossa sobrevivência agora, a viver mais tempo, para ver se se torna um conhecimento, ou ao menos uma ideia para avançar num conhecimento. E’ preciso uma força de vontade, mas como é um objetivo sem sentido pratico aqui e agora, esta força de vontade fica estranha. Vou descrever um exemplo que me ocorreu esta manha, quando fiquei na cama depois de acordado, para pensar na minha pesquisa existencial, nas formulas que elaborei, etc.

Comecei me perguntando como funciona o cérebro dos acadêmicos e cientistas modernos quando acreditam nas teorias da abiogêneses e do Big Bang. O que eles pensam sobre o que faz a Natureza que começa no caos e organiza a matéria em arquiteturas, sistemas que funcionam. Como, o que, pegou a matéria distribuída caoticamente no espaço e com ela produziu este sistema solar? Teria sido o mesmo que enfiou primordiais micro-organismos dentro de uma vesícula criando uma célula viva?

Eu sei que eles investiram no pensamento distante ( não na imaginação por ela mesma, mas no pensamento pragmático) quando elaboraram as teorias da abiogêneses e do Big Bang. Mas estas terias envolvem pensamentos muito curtos, pois as respostas são demasiado simples, curtas.  Em curto e grosso… ” foi uma soma estatística de acasos que ocorrem num longo tempo de bilhões de anos”. E’ uma frase composta mais de palavras abstratas que nomes concretos. Soma, estatística, acasos, tempo, estas palavras não são nomes de objetos tocáveis, visíveis, concretos. Então se evidencia a presença do imaginário nessa crença. Fé, esta coisa irracional que os materialistas tanto combatem… nos outros. Isto significa que deram a partida, iniciaram a prolongar um pensamento mais que o habitual popular o faz, porem, logo finalizaram o pensamento, deixando-o como um pensamento curto. E é compreensível porque agiram assim: este pensamento é um avanço numa escuridão e logo começa-se a tropeçar em obstáculos que fazem retornar ao ponto de partida, e isto cansa muito, e logo. A gente normalmente desiste.  A linhagem do pensamento acadêmico começou mesmo foi com os filósofos gregos, ao contrario da linhagem do pensamento religioso. E os primeiros filósofos desistiram depois da curta solução da “geração espontânea”. Espontânea, quer dizer, curta, tao curta como o pensamento que produziu esta solução, que obviamente, hoje o sabemos, era falsa. Mas de lá para cá, mesmo com a evolução das universidades, pouco progresso se somou ao que chegou aqueles filósofos. Apenas “o espontâneo foi ampliado de um período de tempo de algumas horas, ou dias, ou meses, para um espontâneo que se constitui num período de bilhões de anos”. O espontâneo continuou o mesmo, quer dizer, o acaso, não existe um elemento na natureza responsável pela organização ou transformação da matéria em sistemas funcionais”.

O pensamento acadêmico parou no pensamento curto e esperou pelas novidades das descobertas cientificas, durante dois mil anos. A experiencia de Muller/Urey demonstrando que o acaso pode produzir aminoácidos. A descoberta que cristais formados por gelo repetem-se em secções iguais, usada como prova de como ocorrem as longas cadeias moleculares e depois como a molécula de RNA começou o fenômeno da auto-reprodução. A descoberta do principio da evolução na matéria. Todas estas descobertas foram sendo encaixadas no Leito de Procusto construído pela teoria curta da espontaneidade, para retroalimenta-la. Assim como se concluiu não ser necessário a interferência de um Deus para criar as galaxias e a vida, também não é necessária a existência de alguma propriedade especial na Natureza que organizaria a matéria caótica em sistemas funcionais. Continua vitorioso o pensamento curto que produz a solução da geração espontânea.

Mas… e se um filosofo, ou qualquer especialista acadêmico, hoje, tentasse prolongar aquele pensamento dos filósofos gregos a partir do ponto em que pararam e retornaram?

Ele poderia começar fixando na mente aquelas imagens, desenhadas ou fotografadas, do Sistema Solar. Vários objetos de matéria, pesada ou leve, cerca de nove ou dez, suspensos no espaço vazio, mas movendo, por alguma força interna ou externa ou ambas, em trajetórias repetitivamente exatas, idênticas, sincronizados… Esta imagem resultou da imagem existente a alguns bilhões de anos atras, a qual era uma nuvem, uma nébula caótica de átomos leves e pesados, gases e poeira. Mas como? Porque? O que atuou neste espaço de tempo que transformou aquela nuvem nessa espécie de relógio, de maquina de exata engenharia que vemos hoje?!

Neste ponto é fácil compreender o porque dos pensamentos curtos, o porque da desistência. Primeiro porque o individuo pressente que não vai chegar a solução, esta’ trabalhando, se sacrificando atoa. Muito melhor ligar a televisão, jogar um vídeo game, ou sair na rua para encontrar os amigos, ver as meninas, tomar um trago. Claro, somos ainda animais práticos.

Hoje de manha eu poderia ter feito qualquer destas coisas, mas não, permaneci imóvel na cama com a imagem do Sistema Solar na mente. Então me lembrei que em outra ocasião notei que uma laranjeira imita exatamente a forma de uma galaxia. Cheguei a desenhar as duas lado a lado, para melhor visualizar o achado. A galaxia e uma espiral, mas não uma espiral com uma linha que se curva continuamente, ela emite do núcleo, braços, que se espiralizam devido ao seu movimento de rotação. Pois a arvore tem um núcleo, o tronco, o eixo, do qual saem os galhos, os seus “bracos”. Pendurados nos bracos, a galaxia apresenta os planetas, opacos, sem emitirem luz. penduradas nos galhos da arvore vemos as folhas verdes, opacas, que não emitem luz, nenhuma cor clara forte. A galaxia apresenta nas pontas dos seus bracos, as estrelas brilhantes, novas, ou sois também brilhantes, porem mais amarelados; a laranjeira exibe nas pontas de seus galhos, as laranjas amarelas, maduras. Parece que as laranjas estão conectadas diretamente ao Sol, fazendo fotossintetize, tal a semelhança.

Mas na arvore vemos todos os seus objetos ligados, conectados, uns aos outros. Na galaxia vemos todos os objetos estão separados, suspensos no espaço. Vamos tentar prolongar este pensamento com a hipótese de que estejamos sofrendo uma ilusão de ótica como sofriam os que acreditavam no sistema geocêntrico. Ou nos que acreditavam na Terra plana. Vamos imaginarar que também na galaxia existem objetos, como cabos, que estão conectando, segurando todos os demais objetos. Apenas não os podemos ver, mas vamos imaginar que eles existam. De que seriam feitos, qual seria essa matéria invisível, intocável pelos nossos sensores e instrumentos espaciais?!

Antes de Newton, alguém com certeza tentou fazer este sacrifico prolongando este pensamento. Não sei se nesta época já se sabia da existência dos campos magnéticos, com suas linhas curvas magnéticas, se conheciam as equações de Maxwell. Se sim, o individuo começou a suspeitar de uma cena contendo um campo magnético galáctico, onde todos os astros estariam conectados por estas linhas. Mas o fato é que o pensamento curto de antes foi estendido apenas um pouquinho, saltando do curto “espontâneo”, para uma imaginação do campo magnético. Pois esta hipótese começa a ativar a ideia de que algo invisível existindo na natureza montou o sistema galáctico, não teria sido apenas o acaso ou algum Deus poderoso. Mas por ser impossível ver e tocar campos magnéticos, o pensamento novamente ficou parado ai.

Hoje de manha eu tentei avançar um pouquinho mais. E imaginei uma arvore em que seus objetos estivessem separados uns dos outros, boiando no espaço. Arranquei o tronco da arvore do solo e cortei-o separando uma tora. Cortei na base todos os galhos e separei-os no espaço, Arranquei todas as folhas e as laranjas e as arranjei na forma semelhante ‘a da arvore, no espaço. E imaginei um motor giratório embaixo de um tubo vertical fazendo o tubo girar. E dentro do tubo, coloquei a tora. Imaginei levantando com a mente todos os demais elementos – galhos, folhas, laranjas – acima da tora girante e imaginei aquela cena de tudo girando. Tudo separado no espaço, movendo. Ali estava minha galaxia vegetal. Muita loucura? Non-sense? Porque? Ate prova em contrario, quem criou arvores aqui foi esta galaxia, e a sua imagem e semelhança.

Mas o que faria as folhas moverem-se obedecendo a regra geral?! Raios,… decididamente o mundo real não faz sentido, eu tenho que parar por aqui e desistir. Imaginei saindo na rua, me enfurecendo com um estranho que olhava para mim, e dizendo:

– ” Sou um pensamento curto sim, e dai’? Sou assim. Goste de mim assim ou esqueça que existo. Não vou me morder até morrer por isso.”

Tenho que me aceitar assim, com essa inferioridade. Mas ao invés de desistir, novamente tentei fazer mais um esforço. E então me lembrei de Newton de novo. As imagens de Kepler, de Einstein, do Maxwell do electromagnetismo, pipocavam na minha mente, mas ainda não tinha chegado a vez de Einstein, eu estava em Newton ainda. Talvez quando o Newton estava deitado na sombra embaixo da arvore, em sua cabeça ocorreram pensamentos parecidos com os que me ocorria na cama de manha. Eu estava duzentos anos atrasado mas de proposito, pois retornara procurando onde os pensadores erraram para conduzir dessa maneira o homem moderno a acreditar nestas teorias abstratas absurdas. O tudo veio do nada, uma montanha de acasos construiu o código genético, e por ai vai… tudo absurdo! Quando a maçã caiu no espaço Newton a viu separada, notou o problema dos cabos invisíveis, e resolveu o problema transformando o campo magnético numa hipotética força gravitacional. Avançou, chegou ai e parou de novo. O campo gravitacional seria uma especie de nuvem maior que a galaxia que abracava todos os astros e os organizava de maneira a funcionar como um relógio. Hein?!!! Pois é, a humanidade ficou um século brindando em comemoração a tal avanço da inteligencia humana. Realmente um grande avanço, comparado aos pontos que tínhamos parado antes.

Mas então veio Einstein. Que tentou dar mais substancia a esta misteriosa força gravitacional, experimentando a hipótese de imagina-la como sendo uma substancia mais densa do espaço. De maneira que os astros como o Sol ao flutuarem neste oceano de substancia fazia como um objeto mais ou menos pesado faz na água, criando ondas a volta e afundando-se um pouco. Assim, toda a poeira, os detritos, em volta do objeto ficariam circulando mais ou menos em orbitas iguais. Foi outro avanço em cima de onde Newton tinha parado. Agora, algumas falhas não explicadas na teoria do Newton eram melhor explicadas.

Ficamos umas sete desadas parados no ponto de Einstein, ( eu disse ficamos em cima do “ponto” de Einstein” e não em cima do “pinto” do Einstein”, não me confunda…) até quando esta cena imaginaria de um espaço maleável, denso, se curvando, inserida matematicamente nas teorias, começou a nos coçar o cocuruto. O que seria esta substancia do espaço?! Ai pintou a dark matter! Foi por causa do avanço do pensamento por Einstein que chegamos a esta famigerada matéria escura secreta!

Nestes dois seculos e as sete décadas parados no que conecta os astros, com as crenças na força gravitacional e no espaço denso curvo, em paralelo outras cabeças de outras disciplinas pensavam também e surgiram a Teoria do Big Bang e na Biologia a da abiogêneses. Com a chegada da quântica descobrimos preenchendo o vácuo a tal espuma movente quântica, mas ai ficamos mais confusos, pois se parece que a dark matter vem dessa espuma, não esta’ explicado como isso poderia ocorrer. Mas o fato que quero chamar a atenção aqui desde o incio é sobre como a natureza organiza a matéria distribuída caoticamente, seja vinda da espuma ou da escura, em sistemas funcionais, como as galaxias, as células, os corpos humanos e como o nosso pensamento continua curto nesse caso. E o cérebro humano. Em outras palavras quem esta’ perguntando isso sumamente interessado é o cérebro humano que se sente órfão, querendo saber como surgiu neste mundo, quem é seu mentor criador, seu pai e/ou sua mãe?…

O meu cérebro tenta olhar para dentro de si mesmo para ver seus órgãos, suas glândulas, suas massas branca e cinzenta, seus neurônios, mas não consegue ver nada disso, porque meu cérebro é cego. Ou melhor, nunca teve visão própria. Tenta se tocar para sentir seus componentes mas não tem sensores para isso. Estou desconfiando que por isso ele criou o pensamento e me faz esforçar para desenvolve-lo, como se o pensamento seja a ferramenta, o sensor que vai solucionar o mistério de sua existência. Outra maneira – e a mais viável, a que realmente temos aplicado até agora – é usar os sensores de ver e tocar o mundo externo pesquisando como os sistemas ancestrais foram formados, pois assim o cérebro, sabendo ser produto dessa evolução, teria sua resposta. Mas os modernos se tornaram “des-pensadores” quando acreditaram que agora já possuem a resposta definitiva. Foi o acaso. E pronto, assunto encerrado!

Que maneira de novamente manter o pensamento curto. Uma sopa primordial rica em nutrientes é mais complexa que uma camisa suada largada num canto da casa. Nesse ponto o pensamento encompridou um pouquinho nos últimos dois mil anos. Três mecanismos – variação, seleção e hereditariedade – é um conhecimento mais complexo do que a ideia do espontâneo criador na camisa suada, que encompridou o tempo de alguns dias para alguns bilhões de anos. Mas… as partes dos sistemas vivos não estão suspensas no espaço. Nem a força gravitacional, nem a matéria escura do espaço curvo existem dentro de uma célula ou um corpo humano, para serem os responsareis por sua formação. Isto tortura qualquer pensamento buscador, a saída foi para-lo por ai, trocar a força gravitacional e a matéria escura pelo acaso, e pronto. Esta’ certo, vamos ficar esperando novas descobertas cientificas para reencetar o desenvolvimento do pensamento.

Mas eu não aceitei isso. Não acho responsável ficar ensinando as crianças na escola uma coisa que não pode ser a verdade. Acho que a questão devia ser mantida sem resposta, instruindo as mentes jovens a serem e continuarem abertas, buscando, e não apenas esperando. Buscando com outros métodos diferentes dos atuais empregados pelos pesquisadores crente nesta teoria, como eu empreguei um método diferente. Alem disso estamos carecas de saber o prejuízo e malefícios que causam sobre os humanos as crenças cabeludas, sem pé nem cabeça.

Por isso não me arrependo de ter gasto o maior tempo da minha vida no trabalho mental mesmo tendo quase a certeza que dai nada obteria. Afinal meu pensamento deu um passo bem maior e chegou num ponto bem mais avançado do que o em que esta’ parada a universidade. Não sei se deu um passo numa trilha errada, num beco sem saída, num caminho que leva a um abismo, mas o fato é que meu pensamento produziu uma hipótese da existência de um elemento na Natureza que seria capaz de organizar a matéria caótica em sistemas funcionais. Tenho o desenho, o retrato falado do agente criador misterioso – a formula da Matrix/DNA, constituída de ondas de luz – e assim eu trouxe para o cenário algo que todos tem esquecido ou desprezado. Pensaram no campo magnético, na gravitação universal, na matéria escura, mas se cegaram para um elemento que igualmente banha todo o Universo… a Luz! E se eu estiver certo, nunca conheceram a verdadeira luz, jamais imaginaram o que ela é de verdade, o que ela contem em si.

Porem, se meu pensamento foi exercitado ao extremo de minhas possibilidades, a minha imobilidade física me interrompeu, e encontrou-se  com atual imobilidade do pensamento nos outros humanos, com quem parece ter formado um par e se casado. Pois este desprezo da luz não permitiu o desenvolvimento de maior tecnologia na direção dos fótons, a qual estou necessitando para comprovar ou destruir minha teoria. O desenvolvimento desta tecnologia depende de que os outros humanos, que tem os recursos para tal, pense mais, pense agora mais sobre a luz, do qual vai surgir a tecnologia apropriada. A luta para incentivar o alongamento do pensamento curto de hoje foi a razão deste artigo.