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quinta-feira, junho | 9 | 2011
Recapitulando artigos anteriores, nós da Matrix/DNA chegamos num impasse que parece intransponível: a fórmula da Matriz desvenda tudo o que existe no Universo material, o mundo material não tem mais segrêdos para nós e tudo de novo material que for-mos encontrando daqui para a frente se encaixará na história da Matrix. Tentando avançar além da matéria – porque aqui não encontramos as respostas ultimas à razão da existência – de repente descobrimos que um espectro de luz natural contem o código da vida, assim como é o animador dos ciclos vitais. Nêste ponto o mundo ruiu a nossos pés, pois somos bons em desvendar os segrêdos do mundo que de alguma forma conseguimos sentir, ver, apalpar, manipular, mas a luz natural é algo tão imaterial, tão abstrato, tão fantasmagórico, que em nada podemos tocá-la. Terá a resposta suprema sido ocultada de nós para sempre, por tras da luz natural? O que existe além da luz? Qual é a fonte dessa luz? Porque ela é tão complexa a ponto de ter a fórmula da criação? A Luz seria o braço, as mãos, de Deus?
Eu particularmente pensei em desistir de tudo, mandar o mundo parar porque quero descer. Não há para mim razão ou motivação alguma para continuar a viver nesta forma de eterno ignorante d aprópria existência. Mas como meu cérebro não suporta ficar sem trabalhar de policia, continuei a dar uma olhada de soslaio no que aparece nas noticias sôbre a luz, e mais algumas coisas que deixaram pontos de interrogação, como a mente, holografia, cérebro, e claro, a dimensão quântica. Portanto criei aqui uma categoria para cada um dêsses assuntos e aí vou registrando e pensando no que vai surgindo de novo. Agora vêm me dizer que criaram luz do… nada! Claro, isso só poderia ser brincadeira. Mas chegaram perto: um aparelho no vácuo quântico parece materializar fotons de luz! Tais fotons podem ser arrancados do aparelho pelas fôrças do vácuo quântico ou pode ser, como apostam os pesquisadores, terem sido criados pelo vácuo quantico.
Mas os pesquisadores não tem êsse problema de saber que na luz está o código da criação. Acho que para êles, luz é apenas luz, nada mais. Se for como eles pensam, é racional supor que apenas as vibrações do vácuo podem criar de si mesmas a luz. Mas se a luz for o que penso que é, o vácuo quântico é apenas a ponte entre nós, o nosso mundo real e a fonte criadora do nosso mundo. Portanto, por tras do vácuo quântico e fomentando aquelas vibrações está o supremo mistério da nossa existência, o qual vai se materializando na forma de fotons – os quais são - segundo a Matriz/DNA – particulas informação da coisa que nos criou.
Portanto fica aqui registrado êste artigo de muita importancia nêsse novo reino da nossa busca pela Verdade Última… se houver uma.
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=luz-gerada-partir-nada&id=010815110606
Redação do Site Inovação Tecnológica – 06/06/2011
O estranho mundo quântico Se você não entende nada de física quântica, não se avexe: Richard Feynman, um dos mais aclamados físicos do último século, dizia que ninguém entende de física quântica.
A realidade, contudo, é que ela está lá e, de forma bem prática, é a física quântica que explica o funcionamento dos computadores, dos supercondutores, dos microscópios eletrônicos, das comunicações por fibra óptica, enfim, de quase tudo o que nos leva a chamar o período em que vivemos de “era da tecnologia”.
Mas que a física quântica é estranha, isso ela é, sobretudo porque, nas dimensões atômicas e subatômicas, as coisas se comportam de maneiras que ferem nossa intuição, fundamentada no que chamamos de “mundo clássico”, explicado pela “física clássica”.
Vácuo quântico
Um exemplo típico da estranheza do mundo quântico é o vácuo: faça um vácuo perfeito, eliminando tudo de um determinado espaço, até a última molécula e o que você terá? Nada?
Não exatamente: você terá o vácuo quântico.
O vácuo quântico é um estado com a menor energia possível, uma espécie de sopa de campos e ondas de todas as frequências, o que inclui as forças eletromagnéticas, mas também as ondas que representam as partículas.
Nessa sopa real, partículas saltam continuamente entre a existência e a inexistência.
Essas partículas são tão efêmeras que os físicos as chamam de “partículas virtuais”, embora elas tenham efeitos sobre o mundo real.
É por isso que os físicos afirmam que a matéria é resultado das flutuações do vácuo quântico.
Eles acreditam também que corpos celestes extremos podem atuar diretamente sobre o vácuo quântico, produzindo energias capazes de interferir até com fenômenos astrofísicos.
Estrela de nêutrons pode acordar o vácuo quântico
Faça-se a luz
A maior parte dessas explicações ainda está no reino das hipóteses e das teorias. Ou, pelo menos, estava.
Pela primeira vez, uma equipe de físicos afirma ter conseguido gerar coisas desse “nada” quântico. Mais especificamente, eles fizeram com que vácuo quântico gerasse fótons reais. Ainda mais claramente, tentando trazer isso para o senso comum, eles emitiram luz do nada.
Será necessário esperar que outros grupos refaçam o experimento; mas, se confirmado, esta certamente se transformará em uma das experiências científicas mais bizarras e famosas da história, e uma importante prova prática da validade da mecânica quântica.
Realizando o virtual
Ora, se o vácuo quântico é uma sopa na qual pululam partículas virtuais, deve ser possível detectar ou mesmo capturar essas partículas. Foi isto o que motivou Per Delsing e seus colegas da Universidade Tecnologia de Chalmers, na Suécia.
Os cientistas já sabiam como detectar indiretamente as partículas virtuais “emitidas” pelo vácuo quântico usando dois espelhos, colocando-os muito próximos um do outro.
Essa proximidade limita a quantidade de partículas virtuais que podem vir à existência entre os dois espelhos. Como passam a existir mais partículas virtuais fora dos espelhos do que entre eles, cria-se uma força que empurra um espelho na direção do outro.
Esse empurrão, conhecido como Força de Casimir, é forte o suficiente para ser medido pelos instrumentos atuais.
Luz do nada
Mas os teóricos previam que as coisas poderiam ficar mais interessantes se fosse usado um espelho só, que poderia absorver energia das partículas virtuais e, sendo um espelho, reemití-las na forma de fótons reais.
O problema é que, para isso dar certo, o espelho teria que se mover a uma velocidade próxima à velocidade da luz, algo impraticável com a tecnologia atual.
Delsing e seus colegas deram um jeito de sair desse impasse usando um sensor extraordinariamente sensível a campos magnéticos, chamado SQUID (Superconducting Quantum Interference Device), e fazendo-o funcionar como um espelho.
Quando um campo magnético atravessa o SQUID, ele move-se ligeiramente. Alterando-se o sentido do campo magnético vários bilhões de vezes por segundo força-se o SQUID-espelho a sacudir velozmente – tão rápido que ele atinge cerca de 5% da velocidade da luz.
E essa velocidade parece ter sido suficiente.
Segundo os físicos, o espelho gera um chuveiro de fótons, que saem desse nada chamado vácuo quântico, refletem-se no espelho, e surgem para o mundo real, onde podem ser detectados por fotocélulas.

Luz de Feynman
No estágio atual, com este experimento pioneiro, ainda não é possível prever alguma aplicação para o efeito, uma vez que a luz gerada é muito fraca para fins práticos.
Mas pode ser uma luz suficiente para clarear as esquisitices da mecânica quântica e, quem sabe, tirar a razão de Feynman: quem sabe dos cientistas já não estejam começando a entender “alguma coisa” de mecânica quântica?
Se este for o caso, logo poderá ser dada razão a um outro grupo de físicos que, em 2006, previu que será possível, no futuro, construir nanomáquinas alimentadas pela energia do “nada”.
Veja outras pesquisas sobre o vácuo quântico:
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terça-feira, maio | 10 | 2011

Pairing Quantum Dots With Fullerenes for Nanoscale Photovoltaics
ZeitNews website
http://www.zeitnews.org/energy-and-fuels-research/pairing-quantum-dots-with-fullerenes-for-nanoscale-photovoltaics.html
In a step toward engineering ever-smaller electronic devices, scientists at the U.S. Department of Energy’s (DOE) Brookhaven National Laboratory have assembled nanoscale pairings of particles that show promise as miniaturized power sources. Composed of light-absorbing, colloidal quantum dots linked to carbon-based fullerene nanoparticles, these tiny two-particle systems can convert light to electricity in a precisely controlled way.
(Quantum dot
From Wikipedia, the free encyclopedia
A quantum dot is a portion of matter (e.g. semiconductor) whose excitons are confined in all three spatial dimensions. Consequently, such materials have electronic properties intermediate between those of bulk semiconductors and those of discrete molecules.[1][2][3] They were discovered at the beginning of the 1980s by Alexei Ekimov[4] in a glass matrix and by Louis E. Brus in colloidal solutions. The term “quantum dot” was coined by Mark Reed.
Researchers have studied quantum dots in transistors, solar cells, LEDs, and diode lasers. They have also investigated quantum dots as agents for medical imaging and hope to use them as qubits.)
“This is the first demonstration of a hybrid inorganic/organic, dimeric (two-particle) material that acts as an electron donor-bridge-acceptor system for converting light to electrical current,” said Brookhaven physical chemist Mircea Cotlet, lead author of a paper describing the dimers and their assembly method in Angewandte Chemie.
By varying the length of the linker molecules and the size of the quantum dots, the scientists can control the rate and the magnitude of fluctuations in light-induced electron transfer at the level of the individual dimer. “This control makes these dimers promising power-generating units for molecular electronics or more efficient photovoltaic solar cells,” said Cotlet, who conducted this research with materials scientist Zhihua Xu at Brookhaven’s Center for Functional Nanomaterials (CFN).
Scientists seeking to develop molecular electronics have been very interested in organic donor-bridge-acceptor systems because they have a wide range of charge transport mechanisms and because their charge-transfer properties can be controlled by varying their chemistry. Recently, quantum dots have been combined with electron-accepting materials such as dyes, fullerenes, and titanium oxide to produce dye-sensitized and hybrid solar cells in the hope that the light-absorbing and size-dependent emission properties of quantum dots would boost the efficiency of such devices. But so far, the power conversion rates of these systems have remained quite low.
“Efforts to understand the processes involved so as to engineer improved systems have generally looked at averaged behavior in blended or layer-by-layer structures rather than the response of individual, well-controlled hybrid donor-acceptor architectures,” said Xu.
The precision fabrication method developed by the Brookhaven scientists allows them to carefully control particle size and interparticle distance so they can explore conditions for light-induced electron transfer between individual quantum dots and electron-accepting fullerenes at the single molecule level.
The entire assembly process takes place on a surface and in a stepwise fashion to limit the interactions of the components (particles), which could otherwise combine in a number of ways if assembled by solution-based methods. This surface-based assembly also achieves controlled, one-to-one nanoparticle pairing.
To identify the optimal architectural arrangement for the particles, the scientists strategically varied the size of the quantum dots — which absorb and emit light at different frequencies according to their size — and the length of the bridge molecules connecting the nanoparticles. For each arrangement, they measured the electron transfer rate using single molecule spectroscopy.
“This method removes ensemble averaging and reveals a system’s heterogeneity — for example fluctuating electron transfer rates — which is something that conventional spectroscopic methods cannot always do,” Cotlet said.
The scientists found that reducing quantum dot size and the length of the linker molecules led to enhancements in the electron transfer rate and suppression of electron transfer fluctuations.
“This suppression of electron transfer fluctuation in dimers with smaller quantum dot size leads to a stable charge generation rate, which can have a positive impact on the application of these dimers in molecular electronics, including potentially in miniature and large-area photovoltaics,” Cotlet said.
“Studying the charge separation and recombination processes in these simplified and well-controlled dimer structures helps us to understand the more complicated photon-to-electron conversion processes in large-area solar cells, and eventually improve their photovoltaic efficiency,” Xu added.
A U.S. patent application is pending on the method and the materials resulting from using the technique, and the technology is available for licensing. This work was funded by the DOE Office of Science.
ScienceDaily
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segunda-feira, abril | 25 | 2011
Registro êste “paper” para voltar a lê-lo quando conseguir acesso ao full-text, principalmente devido as palavras: “Our findings provide insights into the coding of sensory information for distinct behavioral functions and the underlying molecular and neuronal circuitry.” Muito importante.
Distinct Visual Pathways Mediate Drosophila Larval Light Avoidance and Circadian Clock Entrainment
http://www.jneurosci.org/content/31/17/6527.short?rss=1
- Alex C. Keene1,
- Esteban O. Mazzoni1,
- Jamie Zhen1,
- Meg A. Younger1,
- Satoko Yamaguchi1,
- Justin Blau1,
- Claude Desplan1, and
- Simon G. Sprecher1,2
+ Author Affiliations
1Department of Biology, Center for Developmental Genetics, New York University, New York, New York 10003-6688, and
2Department of Biology, Institute of Cell and Developmental Biology, University of Fribourg, 1700 Fribourg, Switzerland
Author contributions: A.C.K., E.O.M., J.B., C.D., and S.G.S. designed research; A.C.K., J.Z., M.A.Y., and S.G.S. performed research; A.C.K., S.Y., J.B., and S.G.S. contributed unpublished reagents/analytic tools; A.C.K. and S.G.S. analyzed data; A.C.K., J.B., C.D., and S.G.S. wrote the paper.
Abstract
Visual organs perceive environmental stimuli required for rapid initiation of behaviors and can also entrain the circadian clock. The larval eye of Drosophila is capable of both functions. Each eye contains only 12 photoreceptors (PRs), which can be subdivided into two subtypes. Four PRs express blue-sensitive rhodopsin5 (rh5) and eight express green-sensitive rhodopsin6 (rh6). We found that either PR-subtype is sufficient to entrain the molecular clock by light, while only the Rh5-PR subtype is essential for light avoidance. Acetylcholine released from PRs confers both functions. Both subtypes of larval PRs innervate the main circadian pacemaker neurons of the larva, the neuropeptide PDF (pigment-dispersing factor)-expressing lateral neurons (LNs), providing sensory input to control circadian rhythms. However, we show that PDF-expressing LNs are dispensable for light avoidance, and a distinct set of three clock neurons is required. Thus we have identified distinct sensory and central circuitry regulating light avoidance behavior and clock entrainment. Our findings provide insights into the coding of sensory information for distinct behavioral functions and the underlying molecular and neuronal circuitry.
Received November 25, 2010.
Revision received February 25, 2011.
Accepted March 13, 2011.
Copyright © 2011 the authors 0270-6474/11/316527-08$15.00/0
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segunda-feira, março | 28 | 2011
Existe aqui um importante assunto para pensar e pesquisar. Na técnica para produzir hologramas, quando se corta ao meio uma foto de uma maçã, cada metade do filme ainda contem a maçã inteira (ver final do segundo artigo abaixo). Acontece que o filme não mostra a olho nu a foto da maçã, mas sim um conjunto de ondas como as formadas na água de um lago após cair uma pedra. Isto se chama “Interferência”, ou seja, o quadro de ondas é produzido pelo encontro e colisão de dois feixes de luz. Os estudiosos até hoje nunca explicaram o fen6omeno, só se sabe descrever o que acontece, o que se vê. Talvez a Matriz tenha descoberto o mecanismo do fenômeno, quando explica como a metade esquerda da face da Matriz se reproduz como face direita porque tôdas as informações da face direita estão contidas na esquerda e vice-versa. Eu precisaria muito assistir essa esperiência pois acho que descobriria coisas importantes sôbre as ondas de luz. Assim apenas mentalmente não consigo figurar o processo.
Constelação Sistêmica é o nome de uma crença que aplica um método que se diz terapêutico. Tendo o website abaixo, o qual não lí tudo, há um interessante vídeo sôbre a autora Vera Bassoi mostrando uma sessão terapêutica onde se sugere que a doente foi curada. Um dos principios da crença é que cada pessoa tem em si o registro de tôda sua familia e de todas as familias suas antepassadas, e muitos dos problemas patológicos dessa pessoa são causados por traumas ocorridos com outras pessoas destas familias. Tem dois artigos interessantes, copiados abaixo, com dicas que interessam à Matriz.
Assim numa breve análise e sem conhecer a causa dessa comunidade, eu não concordei com a sugestão de que uma ocorrência em passado muito distante, numa geração distante, onde uma pessoa foi traumatizada, faz com que as almas de todos os envolvidos estejam sofrendo as consequencias. E que uma simples sessão feita agora pela senhora Vera resolveria o problema em todaas estas almas, alem do paciente vivo. Isto seria chamar as almas de burras, inaptas e isoladas. Como então alguém está sofrendo por milhares de anos e não buscou a causa, nada fêz? E a solução seria tão fácil?! Isso não faz sentido. Mas esta narrativa pode conter alguma jóia. É possível que todos os antepassados estejam registrados no DNA do paciente, inclusice psiscologia. Então um antepassado registrado com um trauma faz com que aquela região genética não funcione bem, causando os sintomas como no caso da paciente do vídeo. Porem ainda fica a questão de como seriam registradas as experiencias de vida de cada antepassado. Pois a partir do momento que uma nova cópia do DNA familiar constituiu-se formando um novo membro, essa cópia deslocou-se do tronco principal e nada o que vai acontecer com ela seria registrado de volta no tronco. Mas pode ser que as experiencias de vida, principalmente aquelas com marcante trauma, vão sendo registradas na cópia, e quando a pessoa tem um filho, aí sim as experiencias de vida, os fortes traumas são incorporados no tronco. mas isto só valeria para traumas ocorridos antes da pessoa ter filhos, o que significa que traumas ocorridos na velhice nunca serão incorporados. By the way, teria-se que provar que os traumas são registrados no DNA, que fatos e operações mentais ( como por exemplo, a exclusão de um membro da familia) sejam registrados, etc. Mas a principal pergunta a ser respondida aqui é: a paciente realmente foi curada? Se sim, então essa idéia deve ser registrada e considerada. Por isso ela está aqui registrada no blog. vejamos os dois artigos (notas importantes grifadas por mim em vermelho):
Comunidade Brasileira dos Consteladores Sistêmicos
http://www.consteladoressistemicos.com/index.php/artigos/54-os-principios-da-fisica-quantica-aplicados-nas-constelacoes
Os princípios da Física Quântica aplicados nas Constelações Sistêmicas – por Vera Bassoi
Quando explico o que é uma constelação familiar e como é o uso da técnica, percebo que existe uma grande dificuldade das pessoas entenderem como se dá esse processo.
Por ser muito recente a introdução das constelações no Brasil e por ser, também, completamente diferente dos padrões convencionais de técnicas psicoterápicas, a dificuldade maior existe por falta do conhecimento de determinados princípios fundamentais da Física Quântica que embasam os fenômenos energéticos.
A constelação ocorre dentro de um campo de energia (campo quântico) que se forma com a participação de um grupo de pessoas que entram em sintonia com a energia do sistema familiar daquele que vem em busca de soluções para as suas dores pessoais. É preciso lembrar que dentro de um sistema familiar existem pessoas vivas e outras que já morreram.
Para entrar em sintonia não é preciso fazer nada, a não ser estar ali presente e perceber as sensações que ocorrem no seu corpo, como também as emoções que poderá sentir em determinado momento. É importante deixar a razão de lado e conectar-se tão somente às sensações e emoções.
• O primeiro ponto a ser compreendido e aceito é o fato de que a nossa mente não está localizada no cérebro, portanto, ela é “não local” (princípio quântico da não-localidade dos elétrons como ondas), portanto, a mente é energia e os pensamentos são ondas emitidas que circulam pela atmosfera. Como uma onda de rádio, de televisão ou de celular pode ser captada a distância, assim também é possível captar os pensamentos, sentimentos e dores emocionais daqueles que fazem parte de um determinado sistema familiar.
Por sinal, a Parapsicologia já provou a telepatia há muito tempo. Só que nas constelações, vamos além da telepatia, dado que acessamos não só os pensamentos, mas também as dores físicas, emocionais e espirituais do sistema como um todo, incluindo os antepassados, não importando a quantas gerações haja se formado um nó energético que enredou aqueles que vieram depois e que foram atraídos por vibrarem na mesma freqüência das ondas eletromagnéticas transgeracionais.
• O segundo ponto a ser compreendido é que nós não somos apenas este corpo físico visível com o qual nos identificamos. Como todas as coisas que existem na Natureza, somos constituídos de energia. A parte visível é a energia condensada que os nossos olhos vêem e que podemos sentir através do tato. Nosso corpo físico é tridimensional o que, naturalmente, nos leva à compreensão de que os olhos enxergam tudo que está na terceira dimensão. Entretanto, a maior parte do que somos é invisível aos olhos porque é energia sutil, não condensada, e está em todas as dimensões simultaneamente. Portanto, além do corpo físico temos um campo bio-eletromagnético que permeia e contorna o físico e que é invisível aos olhos comuns. Esse campo energético é conhecido pelo nome de “aura”.
Desde a antiguidade que os povos do oriente têm conhecimento da “aura” e encontramos esse conhecimento registrado em muitos livros por diversos autores. Pessoas que possuíam o dom de ver além do físico, as chamadas clarividentes, relataram suas observações que mais tarde foram comprovadas através de aparelhos de radiestesia, pela foto Kirlian ou bio-eletrografia e hoje, com aparelhagem mais sofisticada, pode ser vista e analisada em tempo real através da tela de computadores preparados para tal. Portanto, não há mais como duvidar da existência da energia que constitui a maior parte do ser humano. (Nota: Trabalhei durante 15 anos com a bio-eletrografia, analisando as chamadas fotos kirlian. No entanto, acompanhando o avanço tecnológico dentro desse campo, não pude deixar de mudar para o biosensor quântico que mostra, não só a aura, como também os sete chackras principais, ao vivo e a cores, na tela do computador – é fantástico! ).
• O terceiro princípio da Física Quântica, que é primordial e deve ser considerado nas constelações, é a questão do tempo, ou seja, o presente, o passado e o futuro estão ocorrendo simultaneamente no aqui/agora.
Sei que essa questão é muito difícil de ser interpretada pelo fato de que sempre consideramos o tempo linearmente, ou melhor, sempre pensamos que o tempo pode ser representado por uma linha reta horizontal onde o passado fica a esquerda, o presente é um ponto central e o futuro fica a direita.
Essa idéia está tão fortemente enraizada que dificulta a mudança de parâmetros quando lidamos com o passado, principalmente um passado distante, trazendo-o para o aqui e agora no presente, com o intuito de apaziguar a alma daqueles que foram injustiçados, daqueles que morreram com mágoas no coração, daqueles que levaram culpa em suas almas, daqueles que foram excluídos do seio familiar, que morreram nas guerras sangrentas, que foram abandonados, traídos, não amados, abortados, acidentados cuja vida foi ceifada prematuramente, etc…
A meu ver, o que a constelação familiar faz de mais espetacular, e que até agora não vi nem ouvi nenhum colega da área comentar, mesmo em todos os cursos que já freqüentei com especialistas consteladores, e que vejo constantemente acontecer, é a cura das almas dos antepassados, aliás, de muitas almas, além da cura das feridas emocionais daquele cliente que trás a questão a ser trabalhada e, ainda mais, com o efeito dominó que essa cura tem em todos os membros do sistema familiar atual. Esse efeito dominó também atinge aqueles que vêm depois, ou seja, as futuras gerações.
Portanto, as constelações, quando feitas com amorosidade, não só mostram para o cliente onde aquele determinado nó teve início, como mostra que não podemos absolutamente julgar ninguém, muito menos aqueles que tiveram destinos pesados. E isso cura a alma do cliente quando ele entende que por um amor cego, inconsciente, a alma dele resolveu assumir algumas dificuldades que eram de alguém que foi excluído do seu sistema familiar tendo causado um desequilíbrio e uma grande dor na alma da família; portanto, por uma causa maior, para que se restabeleça o equilíbrio rompido, a alma dele (cliente) se entregou em sacrifício.
A partir daí eu o esclareço que seu sacrifício inconsciente não foi suficiente para estabilizar ou repor a ordem dentro do sistema, mas que é possível conscientemente fazer isso agora, desde que o passado, o presente e o futuro estão acontecendo neste instante. Então, no devido momento, os excluídos são novamente incluídos no seio familiar, as reconciliações são feitas, os antepassados são honrados, e todo o sistema vai se acertando, novamente, com a participação do representante do cliente que, na verdade, representa a alma dele.
Todas as dores vão desaparecendo, cada um vai encontrando o seu devido lugar, a consciência se modifica dando lugar a uma ordem do amor.
É nítida a transformação que ocorre em cada um, principalmente no cliente que, no final, entra no lugar onde estava o seu representante. E dali ele tem a visão de todo o sistema rearranjado. Sente-se leve e feliz.
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O Cérebro Como Holograma – Onde se Localiza a Memória? – (Vera Bassoi)
Seg, 13 de Dezembro de 2010 11:01
(resumo feito por Vera Bassoi do capítulo 1 – sub-ítem 1 – do livro “O Universo Holográfico” de Michael Talbot – edição esgotada)
ONDE SE LOCALIZA A MEMÓRIA?
Karl Pribam foi um iminente neurofisiologista da Universidade de Stanford e autor do clássico livro de neurofisiologia “Linguagens do Cérebro”.
Nos anos 40, Pribam realizou um trabalho pioneiro sobre o sistema límbico, uma região do cérebro envolvida com as emoções e o comportamento.
Acreditava-se, de uma maneira geral, que as lembranças estivessem localizadas no cérebro, em algum lugar específico.
Os registros de um fato, gravados na memória, foram chamados de ENGRAMAS e, embora ninguém soubesse do que os engramas eram feitos, os cientistas acreditavam que eles estavam lá e que, um dia, seriam achados. Havia razões para essa certeza, pois pesquisas lideradas pelo neurocirurgião canadense Wilder Penfield, nos anos 20, apresentavam provas convincentes de que lembranças específicas tinham localizações específicas no cérebro. Ainda no período de sua residência como neurocirurgião, Pribam não tinha nenhuma razão para duvidar da teoria do engrama de Penfield. Mas, então, aconteceu algo que mudou seu pensamento para sempre.
Em 1946, Pribam foi trabalhar com o grande neuropsicólogo Karl Lashley, no laboratório de Biologia, na Florida.
Por cerca de 30 anos Lashley esteve envolvido em sua pesquisa sobre os mecanismos responsáveis pela memória. O que surpreendeu Pribam e o próprio Lashley, foi o fato de que suas pesquisas faziam cair por terra a teoria dos engramas de Penfield.
O que Lashley fazia era treinar ratos para realizar uma variedade de tarefas, tal como percorrer um labirinto para encontrar o pedaço de queijo, tão desejado.
Lashley removia cirurgicamente, várias porções do cérebro das cobaias e tornava a testá-las. Para sua surpresa, ele descobriu que não importava qual porção do cérebro cortasse, não conseguia erradicar a memória dos ratos. Muitas vezes ficava prejudicada a habilidade motora dos ratos, mas mesmo com porções maciças do cérebro removidas, a memória das cobaias permanecia intacta.
Para Pribam, isso era uma descoberta incrível, inacreditável! A única resposta possível, parecia ser que as lembranças não se encontravam em lugares específicos do cérebro, mas deveriam estar, de alguma maneira, espalhadas ou distribuídas pelo cérebro como um todo.
Como isso seria possível?!
Nem ele, nem Lashley sabiam a resposta.
Em 1948, Pribam foi trabalhar na Universidade de Yale e continuou a considerar a idéia de que as lembranças estavam distribuídas por todo o cérebro, e quanto mais ele pensava sobre isso, mais convencido ficava.
Enquanto isso, ele observava que os pacientes que tinham tido partes do cérebro removidas por razões médicas, nunca sofriam a perda de lembranças específicas. Mesmo a remoção de partes de lobos temporais, a área do cérebro que figurou com tanto destaque na pesquisa de Penfield, não criava nenhuma lacuna nas lembranças de uma pessoa.
Interessante notar que nem Pribam, como também nenhum outro pesquisador do cérebro foi capaz de reproduzir os resultados de Penfield. Inclusive o próprio Penfield verificou que só conseguia aqueles resultados em pacientes epilépticos.
Foi em meados de 1960 que algo veio como solução para o enigma de Pribam – o holograma.
O QUE TORNA A HOLOGRAFIA POSSÍVEL É O FENÔMENO CONHECIDO COMO INTERFERÊNCIA.
Interferência é o padrão de linhas cruzadas que ocorre quando duas ou mais ondas, como as ondas de água, perpassam uma através da outra. Dessa colisão entre as ondas resultam cristas e depressões que se arranjam de tal maneira que criam um padrão de interferência.
Por ser a luz laser uma forma coerente e extremamente pura de luz, é particularmente boa na criação de padrões de interferência. Foi com a invenção do laser que os hologramas tornaram-se possíveis.
Um holograma é produzido quando um único raio laser é dividido em dois feixes separados. O primeiro feixe de luz é projetado no objeto a ser fotografado.Com a ajuda de espelhos, deixa-se que o segundo feixe de luz colida com a luz refletida do primeiro.
Quando isso acontece, eles criam um padrão de interferência que é, então, registrado num pedaço de filme (ou chapa).
A olho nu, a imagem no filme não se parece nada com o objeto fotografado. Olhando para a chapa só conseguiremos ver anéis concêntricos iguais quando um punhado de pedras é jogado numa lagoa. Mas, assim que um outro feixe de raio laser (ou apenas uma fonte de luz), brilhe através do filme, uma imagem tridimensional do objeto original reaparece no espaço.
Muitas vezes essa imagem é tão convincente que seremos capazes de esticar as mãos para tocar o objeto. Nesse caso, as mãos flutuarão de um lado ao outro da imagem e, então, descobriremos que não existe nada ali.
Agora vem a parte mais interessante do que caracteriza um holograma: – Se um pedaço de um filme holográfico contendo a imagem de uma maçã for cortado ao meio e, em seguida, iluminado por um raio laser, cada metade do filme ainda conterá a maçã inteira. Mesmo se as metades do filme ainda forem recortadas várias vezes, uma maçã inteira ainda poderá ser reconstruída a partir de cada pequeno pedaço do filme (embora as imagens fiquem mais nebulosas à medida que os pedaços ficam menores).
Foi exatamente esta característica do holograma que fez com que Pribam finalmente encontrasse a tão esperada resposta: – as lembranças estão distribuídas no cérebro todo, ao invés de estar em um determinado lugar.
Concluiu que: Se era possível para todas as partes, de um pedaço de filme holográfico, conter toda a informação necessária para criar uma imagem completa, então parecia ser igualmente possível para todas as partes do cérebro conter toda a informação necessária para ter uma memória completa.
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Tags: Cérebro, Constelação, DNA, familia, holograma, LUZ e eletromagnetismo, Pesquisas da Matriz, Quântica, Sistêmica Postedo na Cérebro, DNA, Quântica | Sem Comentários »
quinta-feira, março | 3 | 2011

LUZ Criando Vida: A Maior Descoberta de Todos Os Tempos?
( translation from Portuguese to English by Google translate)
Esta descoberta aconteceu dia 03 de março de 2011, às 03;00 da manhã. Eu penso que é uma das maiores descobertas de todos os tempos. Nós e tudo o mais no Universo somos criados pela Luz!
Já descobrí a Matriz/DNA Universal, descobrí LUCA, encontrei a fórmula para um Sistema Natural Fechado Perfeito, e muitas outras coisas mais. Mas essa da LUZ sinto que foi a descoberta mais importante de tôdas, foi quando eu cheguei mais próximo da fonte criadora de tudo e sinto que daqui não tem mais como avançar com esta forma e inteligência precária humana.
Será Deus? Pois quem, ou o que, criou, emitiu, a LUZ, é a Fonte da LUZ, é o Supremo Criador!
Um raio de luz é algo vivo! Tal como nós, humanos! Porem mais do que nós, êle é um código genético, como o DNA! Aliás, êle criou o DNA. Êle é a Matriz universal! Um raio de luz tem um período de existência e durante êsse período êle apresenta um ciclo vital. Como nós, êle passa pelas formas de embrião, bebê, criança, jovem, adulto e morre, se desfazendo em fragmentos como um cadáver! Isto é fenomenal!
Estamos tocando as vestes de Deus!
A Luz é como um DNA puro que na primeira vez que se moveu na substância primordial gerou a primeira partícula, a qual já era um sistema natural, e a qual evoluiu para a forma de átomo, de galáxias, de células vivas, de plantas e animais, de homens, e agora da auto-consciência!
Até ontem já sabiamos como foi tôda essa evolução, mas a fonte das origens permanecia desconhecida, estávamos parados nos vórtices quânticos pipocando no espaço mesmo antes do Big Bang, mas qual era a fonte dêstes vórtices, o que realmente eram êstes vórtices que já apresentavam em si as sete propriedades vitais na forma das fôrças naturais primordiais? Agora descobrimos: não são apenas vórtices, são as ondas de uma LUZ!
Então a LUZ existe antes do Universo! E veio de algo, de algum lugar além do Universo e já veio com a fórmula para criar tudo o que aqui existe hoje!
É a presença de uma mensagem operativa em código, e a recente presença da auto-consciência como ultimo produto dessa evolução que não me deixa outra alternativa senão a de concluir que a FONTE dessa LUZ é uma Inteligência!
Meu Deus… nêsse momento é indescritível o estado de maravilhamento em que me encontro! E orgulhoso; cheguei aos pés de Deus condizindo-me pela minha inteligência e no maior dos sacrifícios. Um menor abandonado que cresceu ao relento e ficou raquítico pela fome e que chega aos 50 anos sem nada, tão nu como veio ao mundo, mas foi uma luta de gigante!e a FONTE é Deus e êle está me permitindo tocar seus pés… êle porque êle testemunhou e decidiu que eu mereço.
Perdoe-me o desabafo.
Agora me admiro porque eu estudei a vida tôda sem parar, todas as áreas de tôdas as Ciências mas exatamente quando chegava na Física da LUZ eu não me aprofundava, passava por cima. Tinha o pré-julgamento que a luz é algo tão imaterial, tão intocável, abstrato, que ela não deveria ter nenhuma influência importante nas origens e evolução. Quantas vêzes me passou perante a cara o gráfico do espectro eletro-magnético e nunca lhe dediquei mais que um piscar do olhar! Mas o segrêdo supremo estava ali! Só fui olhar com curiosidade para o gráfico ontem quando lia o artigo abaixo e o autor disse a palavra “biofóton”. Biofóton… era a mesma imagem, a mesma solução que meus calculos haviam produzidos e aos quais denominei “genes semivivos”. Oriundos da radiação estelar. O circuito do ciclo vital estava flutuando em minha mente quando olhei o gráfico e de repente, tudo se esclareceu…
A LUZ! A chama criadora de Deus! seja êle um ser onipotente ou ser natural, mortal, tão frágil como eu, mas assim o amaria ainda mais! Assim o perdoaria tudo, como Pai e/ou Mãe ausente e irresponsável que tem sido. o Perdoarei e o amarei se sempre continuar ausente, porque errar é do natural. Porque é o meu criador, o que me gerou, o carrego em minhas veias, e isso basta saber.
Observe a figura acima. O Espectro eletro-magnético, ou seja, o campo da LUZ, é uma onda que se amplifica formando ondas sucessivas, e isto é registrado no gráfico na forma da linha serpenteante. Tudo começa com uma fonte, que produza uma vibração. No inicio a frequência da luz é a mais elevada e a linha avança diminuindo a intensidade de vibração. Mas seja em qualquer meio que ela se propaga, digamos, no éter, as mudanças de frequência geram as várias côres, em primeiro lugar. Mas se propagando em alguma substância mais densa, estas mudanças produzem efeitos diferentes, profundos, na substância. essa substância, seja éter, matéria escura, amnion universal, ou mesmo matéria mais densa, vai sendo modelada e apresentando o que na sua dimensão representa as formas de feto, criança, adulto, ou seja, é animada por um ciclo vital.
Antes já tinha percebido como a Natureza gera um novo sistema natural, seja um átomo, uma galáxia, ou uma célula. Ela dispõe inicialmente de uma porção qualquer de substancia informe, como por exemplo, de poeira estelar. Adensando gravitalmente se no espaço sideral ou pela força de atração entre os fragmentos da substância se na ausencia de gravitação, e formando uma espécie de bolota qualquer ela lhe aplica a dinâmica do ciclo vital, o qual está bem explicito na fórmula da Matriz/DNA. Sob o ciclo vital a esfera se transforma a cada momento como nosso corpo se transforma tôdo segundo quando morre uma célua ou desaparece uma partícula, ou surge outra. Assim a forma original apresenta diversas diferentes formas que são fractais derivados de uma matriz inicial. mas a natureza não faz isso apenas uma vez. Ela faz muitas bolotas e mistura-as espalhando-as no espaço. De maneira que a probabilidade de que diferentes individuos que se encontram num mesmo local e num mesmo momento apresentando as diferentes formas físicas se conectam e formam um sistema. Assim um unico micro-organismo pode ter nascido na forma de um lisossomo, cresceu e tinha a forma de ribossomo, o qual continuou e apresentou a forma de mitocondria, se encontraram vários dêles e em diferentes idades numa sôpa primordial qualquer e por simbiose se interconectaram dando origem ao primeiro sistema celular, o primeiro ser vivo!
Não olhe e não pense na luz artificial da lâmpada. Nem mesmo preste culto ainda á luz natural do Sol. Esta é uma herdeira, uma descendente muito distante, depois de incontáveis gerações. Pense na primeira. Quando a Luz chegou e ainda aqui tudo eram trevas.
Raios, lá se vão não sei quantas noites sem dormir e não me lembro agora a quantos dias tive uma refeição normal. Para que continuar esquentando a cabeça para saber como explicar a quem vai receber tudo isso de mão beijada? Que vá nas formas aqui mesmo nêste site e entenda o resto. Para mim chega: o Universo está desvendado! Não há mais a minima brecha na sua História Total, de 13.7 bilhões de anos. Ainda fui um pouco mais alem disso, antes dêle nascer. Já tenho a idéia para onde isto vai. Agora só resta conhecer a FONTE. Mas esta, tudo indica, está muito aquém da minha capacidade. Serei louco se emprregar o resto da vida nessa busca. Eu paro por aqui. Boa noite!
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Luz, Biofótons, Genes Semivivos: Registros para Pesquisas (Fazer Artigo)
http://mondovista.com/dnax.html
Is the DNA the Next Internet? Are humans really beings of light?
Dan Eden for viewzone.com
I get lots of suggestions for stories, and I really appreciate them. But some of them are too good to be true. An example of this was a story of a giant human skeleton — maybe 40 feet tall — that was discovered by a Russian archaeological team. The story had photos and links accompanying it and looked promising. But when the links were researched they went in a circle. Each link used the other link as the source. Finally the elements of the photos turned up and we recognized a good Photoshop job had fooled everyone.
I had this same experience this week when I was sent an article where a Russian (again) scientist, Pjotr Garjajev, had managed to intercept communication from a DNA molecule in the form of ultraviolet photons — light! What’s more, he claimed to have captured this communication from one organism (a frog embryo) with a laser beam and then transmitted it to another organisms DNA (a salamander embryo), causing the latter embryo to develop into a frog!
But this was just the beginning.
Dr. Garjajev claims that this communication is not something that happens only inside the individual cells or between one cell and another. He claims organisms use this “light” to “talk” to other organisms and suggested that this could explain telepathy and ESP. It was like human beings already had their own wireless internet based on our DNA. Wow!
I tried to find a scientific journal that had this experiment. All I could find were blogs and other websites that carried the same story, word for word, without any references. That is until I stumbled on the work of Fritz-Albert Popp. Then everything I had just read seemed very plausible.
Fritz-Albert Popp thought he had discovered a cure for cancer. I’m not convinced that he didn’t.
It was 1970, and Popp, a theoretical biophysicist at the University of Marburg in Germany, had been teaching radiology — the interaction of electromagnetic (EM) radiation on biological systems. Popp was too early to worry about things like cellphones and microwave towers which are now commonly linked with cancers and leukemia. His world was much smaller.
He’d been examining two almost identical molecules: benzo[a]pyrene, a polycyclic hydrocarbon known to be one of the most lethal carcinogens to humans, and its twin (save for a tiny alteration in its molecular makeup), benzo[e]pyrene. He had illuminated both molecules with ultraviolet (UV) light in an attempt to find exactly what made these two almost identical molecules so different.
Why Ultra-violet light?
Popp chose to work specifically with UV light because of the experiments of a Russian biologist named Alexander Gurwitsch who, while working with onions in 1923, discovered that roots could stimulate a neighboring plant’s roots if the two adjacent plants were in quartz glass pots but not if they were in silicon glass pots. The only difference being that the silicon filtered UV wavelengths of light while the quartz did not. Gurwitsch theorized that onion roots could communicate with each other by ultraviolet light.
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Unlocking the secrets of a plant’s light sensitivity
http://dpb.carnegiescience.edu/article/unlocking-secrets-plant%E2%80%99s-light-sensitivity
Article | December 13, 2010
Palo Alto, CA— Plants are very sensitive to light conditions because light is their source of energy and also a signal that activates the special photoreceptors that regulate growth, metabolism, and physiological development. Scientists believe that these light signals control plant growth and development by activating or inhibiting plant hormones. New research from Carnegie plant biologists has altered the prevailing theory on how light signals and hormones interact. Their findings could have implications for food crop production.
It was previously known that a plant hormone called brassinosteroid is essential for plant’s responses to light signals. This crucial steroid-type hormone is found throughout the plant kingdom and regulates many aspects of growth and development. Surprising new research from a team led by Carnegie plant biologist Zhi-Yong Wang shows that light does not control the level of brassinosteroid found in plants as was expected. Instead brassinosteroid dictates the light-sensitivity of the plant. It does this by controlling the production of a key light-responsive protein.
( Bem… isto parece ter implicações filosóficas e até religiosas. Deus est;a no ar, êle não força sua entrada em sua mente, é você quem escolhe ser receptivo a êle ou não. O que o artigo diz é que a luz está no ar, ela não é a responsável por produzir maior ou menor capacidade da planta para capta-la, e sim é a planta que determina, através de um estado (o estado de um hormonio) sua disponibilidade para a luz entrar ou não).
The team’s findings on interactions between brassinosteroid and light in sprouting seedlings have changed the prevailing model for understanding the relationship between light conditions and hormone signals in regulating photosynthesis and growth. Their results are published in Developmental Cell on December 14.
While under the soil’s surface, in the dark, plant seedlings grow in a special way that speeds the process of pushing the budding stem out into the air, while simultaneously protecting it from damage. This type of growth is called skotomorphogenesis. Once exposed to light, seedlings switch to a different, more regular, type of growth, called photomorphogenesis, during which the lengthening of the stem is inhibited and the leaves expand and turn green.
Many components are involved in this developmental switch, including brassinosteroid. Previous studies showed that mutant plants created to be deficient in brassinosteroid grew as if they were in the light, even when in the dark. Research also showed that many genes responded to stimulation from light and brassinosteroid in opposite ways. But scientists were unsure how this antagonistic process worked, especially after they found the levels of brassinosteroid in plant cells were not significantly different between plants grown in the dark or in the light.
Não entendo. Afinal o brassinosteroid não é o responsável pelo nível em que a planta se dispõe a receber a luz, como diz a frase acima?)
The Carnegie team’s new research identifies a protein called GATA2 as a missing link in this communications system. This protein tells developing seedlings which type of growth to pursue.
GATA2 is part of the GATA factor class of proteins, which are found in plants, fungi and many animals. GATA factors promote the construction of a variety of new proteins, the recipes for which are encoded in DNA. It does this by switching on and off different genes. In Arabidopsis, the experimental mustard plant used in this study, there are 29 genes for different members of the GATA factor family. Some of these have been demonstrated to play a role in flower development, the metabolism of carbon and nitrogen, and the production of the green pigment chlorophyll.
Wang’s team found that GATA2 switches on many genes that are turned on by light but turned off by brassinosteroid. It then showed that brassinosteroid inhibits the production of GATA2 and light stabilizes the presence of GATA2 protein in plant cells.
(Ok. Luz tem o poder de forçar sua entrada acionando ou expressando GATA2 que seleciona alguns genes relacionados ao crescimento das plantas. Mas então entra em ação os brassinosteroids que inibem estes genes. Com isso a luz estabiliza ou desacelera a produção da proteína GATA2 nas células das plantas.)
First, the team showed that GATA2 functions to turn on select plant growth genes in the presence of light. The scientists genetically manipulated Arabidopsis plants to cause the GATA2 protein to be overproduced. As a result, the plants started to show patterns of growing in light, even when they were in the dark. This manipulation demonstrates that GATA2 is a major promoter of light-type growth.
(Então a luz influenciando a planta está dentro da planta, em GATA2, e não no espaço exterior?)
What’s more, this is the same reaction that was produced when plants were genetically manipulated to be brassinosteroid-deficient. This means that the over abundance of GATA2 had the same result as the scarcity of brassinosteroids. These results show that GATA2 proteins and brassinosteroid hormones have antagonistic effects on developing plants.
Next, the Carnegie team showed that brassinosteroid is actually involved in inhibiting the actions of GATA2. Brassinosteroids turn on a protein that prevents GATA2 from working when the seedling is in the dark. This inhibition of GATA2 is stopped by exposure to light. This likely happens due to the involvement of yet another protein—one that is widely involved in light-signaling— although further study is needed to be sure.
Together all these results show that GATA2 is an important factor in signaling light-type growth. It also serves as a communications junction between internal plant systems that are turned on by light and those that are turned on by brassinosteroids.
“Brassinosteroids and light antagonistically regulate the level of GATA2 activity, and thus the creation of proteins stimulated by GATA2,” says Wang. “As a result, GATA2 represents a key junction of crosstalk between brassinosteroid and light signaling pathways.”
The framework created by this research leaves plenty of avenues for further study of the various components of light signaling in plants. Some other members of the GATA class of proteins may be involved, as well as other light (?)-
( Qual outra luz?!)
This study was supported, in part, by grants from the National Institute of General Medical Sciences, National Science Foundation of China, and Ministry of Agriculture of China.
The Carnegie Institution for Science (carnegiescience.edu) is a private, nonprofit organization headquartered in Washington, D.C., with six research departments throughout the U.S. Since its founding in 1902, the Carnegie Institution has been a pioneering force in basic scientific research. Carnegie scientists are leaders in plant biology, developmental biology, astronomy, materials science, global ecology, and Earth and planetary science.
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Phycociyanin/Cyanobateria é o maior captador de energia solar (bio-fótons), ou produtor de bio-fótons, pois foi a principal produtora de oxig6enico para formar a atmosfera terrestre, através da fotossintese. Notar suas propriedades relacionadas a cores da luz e comprimentos de ondas.
Ficocianina
Phycocyanin
From Wikipedia, the free encyclopedia
Phycocyanin is a pigment from the light-harvesting phycobiliprotein family, along with allophycocyanin and phycoerythrin. It is an accessory pigment to chlorophyll. All phycobiliproteins are water-soluble and therefore cannot exist within the membrane as do carotenoids, but aggregate forming clusters that adhere to the membrane called phycobilisomes. Phycocyanin is a characteristic light blue colour, absorbing orange and red light, particularly near 620 nm (depending on which specific type it is), and emits fluorescence at about 650 nm (also depending on which type it is). Allophycocyanin absorbs and emits at longer wavelengths than Phycocyanin C or Phycocyanin R. Phycocyanins are found in Cyanobacteria (previously called blue-green algae). Phycobiliproteins have fluorescent properties that are used in immunoassay kits. The product phycocyanin, produced by Aphanizomenon flos-aquae and Spirulina, is used in the food and beverage industry as a natural coloring agent ‘Lina Blue’ and is found in sweets and ice cream.
The phycobiliproteins are made of subunits having a protein backbone to which a linear tetrapyrrole chromophores are bound.
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TGDAILY
Team produces weird optical phenomena – and rewrites the rules of refraction
http://www.tgdaily.com/general-sciences-features/58245-team-produces-weird-optical-phenomena-and-rewrites-the-rules-of-refr
Posted on September 2, 2011 – 06:26 by Kate Taylor
Researchers at the Harvard School of Engineering and Applied Sciences (SEAS) have induced light rays to behave in a way that defies the laws of reflection and refraction – and produced some weird fun-house images on the way.
The discovery has meant a rewriting of the rule books for the centuries-old mathematical laws that predict the path of a ray of light bouncing off a surface or traveling from one medium into another.
“Using designer surfaces, we’ve created the effects of a fun-house mirror on a flat plane,” says co-principal investigator Federico Capasso.
“Our discovery carries optics into new territory and opens the door to exciting developments in photonics technology.”
The conventional laws governing the way light moves from one medium to another – from air to glass, say – predict the angles of reflection and refraction based only on the incident (incoming) angle and the properties of the two media.
But while studying the behavior of light impinging on surfaces patterned with metallic nanostructures, the researchers realized that the usual equations didn’t cover the bizarre phenomena observed in the lab.
Essentially, the group’s discovered that the boundary between two media, if specially patterned, can itself behave like a third medium.
“Ordinarily, a surface like the surface of a pond is simply a geometric boundary between two media, air and water,” explains Nanfang Yu, a research associate in Capasso’s lab.
“But now, in this special case, the boundary becomes an active interface that can bend the light by itself.”
What makes the difference is an array of tiny gold antennas etched into the surface of the silicon used in Capasso’s lab and structured on a scale much thinner than the wavelength of the light hitting it.
This means that, unlike in a conventional optical system, the engineered boundary between the air and the silicon imparts an abrupt phase shift – a phase discontinuity – to the crests of the light wave crossing it.
Each antenna in the array is a tiny resonator that can trap the light for a given amount of time before releasing it. A gradient of different types of nanoscale resonators across the surface of the silicon can effectively bend the light before it even begins to propagate through the new medium.
The resulting phenomenon breaks the old rules, creating beams of light that reflect and refract in arbitrary ways, depending on the surface pattern.
The textbooks now need to be changed, adding a new term to the equations – the gradient of phase shifts imparted at the boundary.
“By incorporating a gradient of phase discontinuities across the interface, the laws of reflection and refraction become designer laws, and a panoply of new phenomena appear,” says Zeno Gaburro, a visiting scholar in Capasso’s group.
“The reflected beam can bounce backward instead of forward. You can create negative refraction. There is a new angle of total internal reflection.”
Comentário da Matriz/DNA: (estudar isso melhor)
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